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    2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA!

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    Mensagem por Convidado em Sex 14 Ago 2015, 11:22 pm

    Quem quiser discutir o PL da vergonha, agora com tópico específico.
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    2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA! Empty Re: 2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA!

    Mensagem por Sigma em Sex 14 Ago 2015, 11:34 pm

    A proposta, em si mesma, é pífia.

    Em especial, a absorção dos 13,23%. Foi um golpe forte, difícil de assimilar.

    Mas que me dá uma imensa vergonha alheia ouvir "servidor altamente gabaritado" dizendo que o PL é inconstitucional por conta do "reajuste negativo", ahhhhhhhh, isso dá.

    Quinhentos anos discutindo sobre o subsídio e absorção de rubricas, falando de "parcela complementar", e a galera parece que não absorveu conhecimento algum, viu...
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    Mensagem por Convidado em Sab 15 Ago 2015, 12:24 am

    Sigma escreveu:A proposta, em si mesma, é pífia.

    Em especial, a absorção dos 13,23%. Foi um golpe forte, difícil de assimilar.

    Mas que me dá uma imensa vergonha alheia ouvir "servidor altamente gabaritado" dizendo que o PL é inconstitucional por conta do "reajuste negativo", ahhhhhhhh, isso dá.

    Quinhentos anos discutindo sobre o subsídio e absorção de rubricas, falando de "parcela complementar", e a galera parece que não absorveu conhecimento algum, viu...

    pois é, foi golpe ou seria parte da estratégia da administração para forçar o governo a negociar? não podemos desconsiderar ainda o fato de que os 13,23% não seriam, de fato, 13,23% sobre a remuneração atual. menos, muito menos que isso. e tinha muita gente cantando que eles seriam fatalmente absorvidos lá na frente com a implementação de outro pl.
    nessa proposta alternativa, o que mais envergonha é um parcelamento em 8 vezes.
    se tudo der errado, acho que o pessoal deverá focar na supressão da absorção dos 13,23%, já que é uma merreca, e na diminuição do parcelamento.
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    2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA! Empty Aumento? Reajuste? Piada?

    Mensagem por Janjao_trt4 em Sab 15 Ago 2015, 1:47 am

    Qual a autoridade de alguém que aumenta seu próprio salário, de uma só vez, em cerca de R$6.000,00 justificando que teve perdas e ao mesmo tempo "concede" aos servidores, os quais deveria defender, aumento (???????) de R$9,74?
    Exatamente isso será o meu "aumento" em janeiro próximo.
    Eu sou técnico C11, com 3% de AQ e recebo brutos R$8.073,85 = R$7.714,31(VB-GAJ 90-AQ), R$240,28(13,23 VB/GAJ 12), R$119,26(13,23 FC).
    Com esse pseudo "aumento" passarei a receber a partir de 01/01/2016 R$8.083,59 (VB-GAJ 99,25-AQ), ou seja, exatamente R$9,74 a mais.
    Será que esse "aumento" cobre o aumento da conta de luz, água e alimentação, para falar o mínimo, pelo menos desse ano?
    Eu pago aluguel, e o aumento que terei no próximo ano será bem maior que R$9,74.
    Estou há 11 anos no tribunal, tenho testemunhado muitas coisas, mas essa arbitrariedade, traição, falta de sensibilidade, falta de justiça para com nós servidores é o pior de tudo, até agora, pois na verdade, não temos garantia de realmente, algum dia, receberemos tal "aumento".
    Sou secretário de audiências, e o que testemunho no meu trabalho me faz perceber que o ditado "casa de ferreiro, espeto de pau" é o que descreve melhor a nossa situação, pois para todo mundo, magistrados, ministros, deputados, senadores, todos estes cheios de benesses, mas também os trabalhadores que atendemos diariamente, em menor proporção, claro, mas todos receberam alguma tipo de reposição nos últimos dez anos, e algumas vezes com a participação da justiça (auxilio moradia para os magistrados, dissídios para os trabalhadores).
    Portanto, a justa e merecida reposição para nós servidores, passa pela DERRUBADA DO VETO. Como o executivo, que é o poder que controla a economia, a grosso modo, e deveria saber que necessitamos dessa reposição, e o judiciário, poder ao qual pertencemos, que deveria nos defender, lutar pelos nossos direitos, reconhecendo a nossa dedicação diária, nenhum deles faz nada por nós, só nos resta buscar o amparo do legislativo com a DERRUBADA DO VETO.
    E, finalmente, falando desse "pojeto", ainda que queiramos muito a DERRUBADA DO MALFADADO VETO, na minha opinião particular - e cada um pode ter a que bem entender - os sindicatos devem imediatamente iniciar a articulação de emendas que diminuam a efeito negativo do pl "novo", buscando diminuir a quantidade de parcelas, dois anos no máximo, ou incluir um gatilho a partir do segundo ano, excluir o artigo 6º e, ainda, jogar todo a reposição na GAJ. Apesar do foco estar na DERRUBADA DO VETO, não podemos perder tempo e deixar andar este "pojeto" do jeito que está. Bom descanso à todos.
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    Mensagem por Fhighlander em Sab 15 Ago 2015, 7:56 am

    Quem achava que Lewando valia alguma coisa, acabaram-se as esperanças.

    A nova LOMAN vem aí com tudo...

    Sigma escreveu:A proposta, em si mesma, é pífia.

    Em especial, a absorção dos 13,23%. Foi um golpe forte, difícil de assimilar.

    Mas que me dá uma imensa vergonha alheia ouvir "servidor altamente gabaritado" dizendo que o PL é inconstitucional por conta do "reajuste negativo", ahhhhhhhh, isso dá.

    Quinhentos anos discutindo sobre o subsídio e absorção de rubricas, falando de "parcela complementar", e a galera parece que não absorveu conhecimento algum, viu...
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    2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA! Empty Re: 2648/2015 - OS NÚMEROS DA VERGONHA!

    Mensagem por Cobra Sólida em Sab 15 Ago 2015, 10:25 am

    Janjao_trt4 escreveu:Qual a autoridade de alguém que aumenta seu próprio salário, de uma só vez, em cerca de R$6.000,00 justificando que teve perdas e ao mesmo tempo "concede" aos servidores, os quais deveria defender, aumento (???????) de R$9,74?
    Exatamente isso será o meu "aumento" em janeiro próximo.
    Eu sou técnico C11, com 3% de AQ e recebo brutos R$8.073,85 = R$7.714,31(VB-GAJ 90-AQ), R$240,28(13,23 VB/GAJ 12), R$119,26(13,23 FC).
    Com esse pseudo "aumento" passarei a receber a partir de 01/01/2016 R$8.083,59 (VB-GAJ 99,25-AQ), ou seja, exatamente R$9,74 a mais.
    Será que esse "aumento" cobre o aumento da conta de luz, água e alimentação, para falar o mínimo, pelo menos desse ano?
    Eu pago aluguel, e o aumento que terei no próximo ano será bem maior que R$9,74.
    Estou há 11 anos no tribunal, tenho testemunhado muitas coisas, mas essa arbitrariedade, traição, falta de sensibilidade, falta de justiça para com nós servidores é o pior de tudo, até agora, pois na verdade, não temos garantia de realmente, algum dia, receberemos tal "aumento".
    Sou secretário de audiências, e o que testemunho no meu trabalho me faz perceber que o ditado "casa de ferreiro, espeto de pau" é o que descreve melhor a nossa situação, pois para todo mundo, magistrados, ministros, deputados, senadores, todos estes cheios de benesses, mas também os trabalhadores que atendemos diariamente, em menor proporção, claro, mas todos receberam alguma tipo de reposição nos últimos dez anos, e algumas vezes com a participação da justiça (auxilio moradia para os magistrados, dissídios para os trabalhadores).


    Portanto, a justa e merecida reposição para nós servidores, passa pela DERRUBADA DO VETO. Como o executivo, que é o poder que controla a economia, a grosso modo, e deveria saber que necessitamos dessa reposição, e o judiciário, poder ao qual pertencemos, que deveria nos defender, lutar pelos nossos direitos, reconhecendo a nossa dedicação diária, nenhum deles faz nada por nós, só nos resta buscar o amparo do legislativo com a DERRUBADA DO VETO.
    E, finalmente, falando desse "pojeto", ainda que queiramos muito a DERRUBADA DO MALFADADO VETO, na minha opinião particular - e cada um pode ter a que bem entender - os sindicatos devem imediatamente iniciar a articulação de emendas que diminuam a efeito negativo do pl "novo", buscando diminuir a quantidade de parcelas, dois anos no máximo, ou incluir um gatilho a partir do segundo ano, excluir o artigo 6º e, ainda, jogar todo a reposição na GAJ. Apesar do foco estar na DERRUBADA DO VETO, não podemos perder tempo e deixar andar este "pojeto" do jeito que está. Bom descanso à todos.

    Colega, confesso que me senti envergonhado de ler que seu "reajuste" para o ano que vem não chegará a 10 reais. Que Administração vagabund.a que trata seus servidores como lixo. Aqueles pilantras estão ganhando muito dinheiro, dinheiro demais. O membro que assessoro está tirando 27 mil líquidos. Pra não fazer porr.a nenhuma. Nós, enquanto isso, amargamos esse revés humilhante. Tomara que o veto seja derrubado.
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    Mensagem por servidorTRE em Sab 15 Ago 2015, 11:06 am

    PENSE NUM PLANO FULÊRO !
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    Mensagem por FALCON.X em Sab 15 Ago 2015, 11:09 am


    P.favor: AOS ENTENDIDOS que puderem e quiserem responder (consulta feita no zap..Smile:

    ASPAS "(...)OS CJs da JT que recebem 13,23 tomaram no "papeiro" direitinho. A compensação dos 13,23 será feita também com o reajuste das CJs. Lembrando que quem é do quadro só recebe 65% do valor total. O artigo 6 e parágrafo desse PL esdrúxulo manda compensar os 13,23 com os anexos I e III. O inciso I é do venc. base. MAS o anexo III (tanto no PL como na 11.416) é justamente o reajuste das CJs. Ao que parece o reajuste da GAJ não será utilizado para compensar os 13,23, POIS O ANEXO II É O DA GAJ e não foi mencionado para compensação dos 13,23. A NÃO SER QUE TENHA HAVIDO ERRO MATERIAL." (...)


    O que é isso ??? O que significa na prática/matematicamente.

    O REAJUSTE DA GAJ (anexo II) ficou de fora da "absorção/compensação" ????




    O que é isso ??? O que significa na prática/matematicamente.

    O REAJUSTE DA GAJ (anexo II) ficou de fora da "absorção/compensação" ????


    TEXTUAL Parágrafo único do artigo 6 do PL 2648/2015(...)

    Na hipótese de redução de remuneração, provento ou pensão em conseqüência do disposto nesta Lei, a diferença será paga a título de parcela complementar, de natureza provisória, que será gradativamente absorvida por ocasião do desenvolvimento no cargo ou na carreira, da progressão ou da promoção, da reorganização ou da reestruturação dos cargos e das carreiras ou das remunerações previstas nesta Lei, BEM COMO DA IMPLEMENTAÇÃO DOS VALORES CONSTANTES DOS ANEXOS I e “III”.

    (não fala compensar com o anexo II – reajuste da GAJ). É isso mesmo ???
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    Mensagem por Convidado em Sab 15 Ago 2015, 11:10 am

    viram que no PL das autoridades é feito os cálculos das perdas inflacionárias? e no PL dos servidores?

    ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...
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    Mensagem por Fhighlander em Sab 15 Ago 2015, 11:38 am

    Franzkafka escreveu:viram que no PL das autoridades é feito os cálculos das perdas inflacionárias? e no PL dos servidores?

    ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...

    Os dos servidores só estão aí para absorver o prejuízo... E pior, tem gente estufando o peito pra dizer que foi uma vitória para categoria...
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    Mensagem por Savissimo em Sab 15 Ago 2015, 11:43 am

    servidorTRE escreveu:PENSE NUM PLANO FULÊRO !

    Esse é pior convencido
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    Mensagem por kalimera em Sab 15 Ago 2015, 11:49 am

    Sabadão. Parei, fiz os cálculos considerando os valores de hoje e ocorreu o que já sabia, decepção total. Vejamos
    Sou analista b9 tenho cj2. Recebo hoje 906,22 dos 13,23% e com o aumento do pl 2648 em janeiro receberia 921,10, ou seja aumento de 14.88. É isso. Pior é que só posso lamentar pois reclamar não posso. Para reclamar deveria estar em GREVE.
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    Mensagem por Janjao_trt4 em Sab 15 Ago 2015, 12:33 pm

    FALCON.X escreveu:
    ASPAS "(...)OS CJs da JT que recebem 13,23 tomaram no "papeiro" direitinho. A compensação dos 13,23 será feita também com o reajuste das CJs. Lembrando que quem é do quadro só recebe 65% do valor total. O artigo 6 e parágrafo desse PL esdrúxulo manda compensar os 13,23 com os anexos I e III. O inciso I é do venc. base. MAS o anexo III (tanto no PL como na 11.416) é justamente o reajuste das CJs. Ao que parece o reajuste da GAJ não será utilizado para compensar os 13,23, POIS O ANEXO II É O DA GAJ e não foi mencionado para compensação dos 13,23. A NÃO SER QUE TENHA HAVIDO ERRO MATERIAL." (...)
    (não fala compensar com o anexo II – reajuste da GAJ). É isso mesmo ???

    A ----- da categoria é justamente isso: Quem não consegue melhoria, ao invés de correr atrás, torce para que qme ganha alguma coisa a mais seja podado, perca esse a mais, no caso da JT os 13,23. Esquecem esses servidores que, com a absorção, perdem a possibilidade de conquistar esse pouquinho a mais ali na frente. Ou seja, no meu caso considerando os 13% só vou ganhar R$9,74 de aumento, enquanto quem não ganha ainda os 13% vai ter R$369,28 de aumento em janeiro. No entanto, se não tiver a absorção, poderá mais a frente conquistar, além desse 300 contos mais os 13% de cerca de 240 pila. Então, apesar de parecer que num primeiro instante está levando vantagem, e rindo de quem perde os 13%, seu prejuízo é tanto quanto o meu.

    Quanto a absorção da GAJ, não é preciso expressa manifestação na lei, pois a GAJ é acessório do VB, uma vez que o VB perde os 13%, a parcela da GAJ vai junto. Esta é a minha opinião. Saudações rebaixadas.
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    Mensagem por charles41 em Sab 15 Ago 2015, 12:37 pm

    nessa esses sádicos revelarão tb o quanto são cara de pau!
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    Mensagem por Luís Jr em Sab 15 Ago 2015, 1:14 pm

    Quero ver agora servidor se acabando de trabalhar para juiz atingir as metas! Eles nos tratam como lixo. Precisamos dar a resposta fazendo apenas nosso papel "inferior", nada a mais.
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    Mensagem por Fhighlander em Sab 15 Ago 2015, 1:22 pm

    Hora de mudar a postura não acha?

    kalimera escreveu:Sabadão. Parei,  fiz os cálculos considerando os valores de hoje e ocorreu o que já sabia, decepção total. Vejamos
    Sou analista b9 tenho cj2. Recebo hoje 906,22 dos 13,23% e com o aumento do pl 2648 em janeiro receberia 921,10, ou seja aumento de 14.88. É isso. Pior é que só posso lamentar pois reclamar não posso. Para reclamar deveria estar em GREVE.
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    Mensagem por Sigma em Sab 15 Ago 2015, 1:35 pm

    Alguns estão pensando assim: "Dá pra melhorar essa proposta aí".

    Eu diria que não dá.

    Primeiro: não dá pra diminuir o parcelamento. Isso faria com que o impacto total fosse compactado num prazo menor, o que aumentaria o impacto anualizado. Isso não pode ser feito pelo Congresso.

    Não entendeu? É assim: se você vai gastar R$ 10,00 em 4 anos, ganharia R$ 2,50 por ano. Se você quiser ganhar esses R$ 10,00 em apenas 2 anos, o valor que você ganharia por ano seria de R$ 5,00. Não dá, não pode, o Congresso não pode alterar.

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
    TÍTULO IV - Da Organização dos Poderes (Redação da EC 80/2014)
    CAPÍTULO I - DO PODER LEGISLATIVO
    Seção VIII - DO PROCESSO LEGISLATIVO
    Subseção III - Das Leis

    Art. 63. Não será admitido aumento da despesa prevista:

    (...)

    II - nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, dos Tribunais Federais e do Ministério Público.

    Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.

    Dito isso, o que pode ser feito?

    Acho (ACHO) que temos apenas 2 possibilidades.

    1) Emenda parlamentar que retire do PL 2648 o reajuste das CJ's e realoque tais valores (R$ 200 milhões anuais, segundo a justificativa do PL 2648) para um reajuste à categoria. Todavia, como esse valor é "fixo", então o "possível" seria a criação de uma nova gratificação, com valor fixo, estendido a todos os servidores. Numa rápida "conta de padeiro": R$ 200.000.000,00 divididos em 13,3 (13 salários e 1/3 de férias) para 120 mil servidores resultaria num valor fixo aproximado de R$ 125,00 ao mês para cada servidor (ativo ou inativo).

    2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.

    Não sei quantos de vocês se fizeram presentes nas assembleias que decidiram sobre a aceitação ou rejeição ao (ainda não protocolado à época) PL 2648. Acho que em todos os sindicatos houve a rejeição ao "acordo". Os discursos inflamados foram de "não aceito, vamos derrubar o veto, tenho sangue nas veias, tenho dignidade, não aceito esmola, prefiro o zero".

    Os colegas que decidiram desta forma, por coerência, devem encampar a segunda possibilidade, ou seja, a defesa ao ARQUIVAMENTO do PL 2648.

    Assim, é importante que tais colegas façam um encaminhamento nas assembleias sindicais pedindo que:

    a) o próprio Sindicato protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015;
    b) levar tal encaminhamento a uma ampliada na Fenajufe, de modo que TAMBÉM a Fenajufe protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015.
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    Mensagem por Janjao_trt4 em Sab 15 Ago 2015, 2:01 pm

    kalimera escreveu:Sabadão. Parei,  fiz os cálculos considerando os valores de hoje e ocorreu o que já sabia, decepção total. Vejamos
    Sou analista b9 tenho cj2. Recebo hoje 906,22 dos 13,23% e com o aumento do pl 2648 em janeiro receberia 921,10, ou seja aumento de 14.88. É isso. Pior é que só posso lamentar pois reclamar não posso. Para reclamar deveria estar em GREVE.

    Não entendi o valor que você recebe dos 13%, pela tabela do CSJT seria R$656,49, mas enfim, com base no que você falou, seu salário hoje é de R$18.570,58 (VB 6.181,57 - GAJ90 5.563,41 - CJ2 5.919,38 - 13% 906,22), em janeiro você passa a receber R$19.712,16 (VB 6.274,29 - GAJ96,25 6.039,00 - CJ2 7.398,87), ou seja R$1.141,58 a mais. No entanto, nessa diferença está o aumento da GJ2 de R$1.479,49. Tirando a CJ2, que não é eterna, seu salário seria de R$12.313,29, ou seja, R$201,15 a mais, desconsiderando a CJ2 e considerando os valores da tabela do CSJT, se fizer o cálculo considerando o valor que você recebe dos 13%, a diferença é menor ainda. Você não pode considerar para cálculo do aumento a CJ2 que recebe, mas somente o VB+GAJ. Claro que no liquido do seu contracheque faz diferença, mas deve ser desconsiderado para a análise do aumento. Assim seu salário aumenta em janeiro cerca de 1,66%. Saudações rebaixadas.
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    Mensagem por seu Mamute de Estimação em Sab 15 Ago 2015, 2:05 pm

    Franzkafka escreveu:viram que no PL das autoridades é feito os cálculos das perdas inflacionárias? e no PL dos servidores?

    ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...ABSORÇÃO...

    boa idéia colega, sugiro então darmos ao novo pl o apodo "PL Modess" ou "PL Tampax"  convencido
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    Mensagem por Janjao_trt4 em Sab 15 Ago 2015, 2:17 pm

    [quote="Sigma"]Alguns estão pensando assim: "Dá pra melhorar essa proposta aí".
    Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.
    1) Emenda parlamentar que retire do PL 2648 o reajuste das CJ's e realoque tais valores (R$ 200 milhões anuais, segundo a justificativa do PL 2648) para um reajuste à categoria. Todavia, como esse valor é "fixo", então o "possível" seria a criação de uma nova gratificação, com valor fixo, estendido a todos os servidores. Numa rápida "conta de padeiro": R$ 200.000.000,00 divididos em 13,3 (13 salários e 1/3 de férias) para 120 mil servidores resultaria num valor fixo aproximado de R$ 125,00 ao mês para cada servidor (ativo ou inativo).
    2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.
    quote]
    Concordo com quase tudo que você colocou, e nessa linha, talvez o arquivamento fosse uma opção, mas dai o STF não ficaria impedido de enviar outro projeto com a mesma matéria nesse ano?

    Quanto a absorção dos 13%, tenho minhas dúvidas, acho que pode ser retirado do projeto sim, pois na verdade esse artigo não gera despesa nenhum, ele apenas evita despesa futura. Tanto que nas justificativas não há menção de valor quanto a isso, até porquê a maioria dos servidores não recebe esses 13%, e ninguém sabe qual será o impacto futuro disto, acha visto que ainda está se discutindo como e para quem se daria a aplicação disso no processo da anajustra. Com a retirada desse artigo, o governo não teria justificativa para veto, pois o impacto orçamentário seria mantido conforme acordado. Ainda, entendo que é muita cara de pau deles negociar uma despesas que ninguém sabe de quanto será ou se existirá mesmo.
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    Mensagem por Sigma em Sab 15 Ago 2015, 2:49 pm

    Janjao_trt4 escreveu:
    Sigma escreveu:Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.
    Quanto a absorção dos 13%, tenho minhas dúvidas, acho que pode ser retirado do projeto sim, pois na verdade esse artigo não gera despesa nenhum, ele apenas evita despesa futura. Tanto que nas justificativas não há menção de valor quanto a isso, até porquê a maioria dos servidores não recebe esses 13%, e ninguém sabe qual será o impacto futuro disto, acha visto que ainda está se discutindo como e para quem se daria a aplicação disso no processo da anajustra. Com a retirada desse artigo, o governo não teria justificativa para veto, pois o impacto orçamentário seria mantido conforme acordado. Ainda, entendo que é muita cara de pau deles negociar uma despesas que ninguém sabe de quanto será ou se existirá mesmo.

    Veja, o orçamento enviado contempla a absorção. A retirada do Art. 6 faz com que o orçamento necessário para a implementação do PL seja ALÉM do contemplado pelo orçamento enviado. Ou seja, a retirada do Art. 6 aumenta as despesas. Simples assim.

    Janjao_trt4 escreveu:
    Sigma escreveu:2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.
    Concordo com quase tudo que você colocou, e nessa linha, talvez o arquivamento fosse uma opção, mas dai o STF não ficaria impedido de enviar outro projeto com a mesma matéria nesse ano?

    Sim, fica. Por isso que falei de ZERO em 2016. Como eu disse, questão de coerência com o posicionamento em relação à rejeição ao acordo.
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    Mensagem por maligna em Sab 15 Ago 2015, 3:12 pm

    Sigma escreveu:
    Janjao_trt4 escreveu:
    Sigma escreveu:Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.
    Quanto a absorção dos 13%, tenho minhas dúvidas, acho que pode ser retirado do projeto sim, pois na verdade esse artigo não gera despesa nenhum, ele apenas evita despesa futura. Tanto que nas justificativas não há menção de valor quanto a isso, até porquê a maioria dos servidores não recebe esses 13%, e ninguém sabe qual será o impacto futuro disto, acha visto que ainda está se discutindo como e para quem se daria a aplicação disso no processo da anajustra. Com a retirada desse artigo, o governo não teria justificativa para veto, pois o impacto orçamentário seria mantido conforme acordado. Ainda, entendo que é muita cara de pau deles negociar uma despesas que ninguém sabe de quanto será ou se existirá mesmo.

    Veja, o orçamento enviado contempla a absorção. A retirada do Art. 6 faz com que o orçamento necessário para a implementação do PL seja ALÉM do contemplado pelo orçamento enviado. Ou seja, a retirada do Art. 6 aumenta as despesas. Simples assim.

    Janjao_trt4 escreveu:
    Sigma escreveu:2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.
    Concordo com quase tudo que você colocou, e nessa linha, talvez o arquivamento fosse uma opção, mas dai o STF não ficaria impedido de enviar outro projeto com a mesma matéria nesse ano?
    Tô dentro. Zero por zero, noves fora zero.

    Sim, fica. Por isso que falei de ZERO em 2016. Como eu disse, questão de coerência com o posicionamento em relação à rejeição ao acordo.
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    Mensagem por Protocol em Sab 15 Ago 2015, 7:35 pm

    Sigma escreveu:Alguns estão pensando assim: "Dá pra melhorar essa proposta aí".

    Eu diria que não dá.

    Primeiro: não dá pra diminuir o parcelamento. Isso faria com que o impacto total fosse compactado num prazo menor, o que aumentaria o impacto anualizado. Isso não pode ser feito pelo Congresso.

    Não entendeu? É assim: se você vai gastar R$ 10,00 em 4 anos, ganharia R$ 2,50 por ano. Se você quiser ganhar esses R$ 10,00 em apenas 2 anos, o valor que você ganharia por ano seria de R$ 5,00. Não dá, não pode, o Congresso não pode alterar.

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    CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
    TÍTULO IV - Da Organização dos Poderes (Redação da EC 80/2014)
    CAPÍTULO I - DO PODER LEGISLATIVO
    Seção VIII - DO PROCESSO LEGISLATIVO
    Subseção III - Das Leis

    Art. 63. Não será admitido aumento da despesa prevista:

    (...)

    II - nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, dos Tribunais Federais e do Ministério Público.

    Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.

    Dito isso, o que pode ser feito?

    Acho (ACHO) que temos apenas 2 possibilidades.

    1) Emenda parlamentar que retire do PL 2648 o reajuste das CJ's e realoque tais valores (R$ 200 milhões anuais, segundo a justificativa do PL 2648) para um reajuste à categoria. Todavia, como esse valor é "fixo", então o "possível" seria a criação de uma nova gratificação, com valor fixo, estendido a todos os servidores. Numa rápida "conta de padeiro": R$ 200.000.000,00 divididos em 13,3 (13 salários e 1/3 de férias) para 120 mil servidores resultaria num valor fixo aproximado de R$ 125,00 ao mês para cada servidor (ativo ou inativo).

    2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.

    Não sei quantos de vocês se fizeram presentes nas assembleias que decidiram sobre a aceitação ou rejeição ao (ainda não protocolado à época) PL 2648. Acho que em todos os sindicatos houve a rejeição ao "acordo". Os discursos inflamados foram de "não aceito, vamos derrubar o veto, tenho sangue nas veias, tenho dignidade, não aceito esmola, prefiro o zero".

    Os colegas que decidiram desta forma, por coerência, devem encampar a segunda possibilidade, ou seja, a defesa ao ARQUIVAMENTO do PL 2648.

    Assim, é importante que tais colegas façam um encaminhamento nas assembleias sindicais pedindo que:

    a) o próprio Sindicato protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015;
    b) levar tal encaminhamento a uma ampliada na Fenajufe, de modo que TAMBÉM a Fenajufe protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015.

    Concordo, caro moderador, com cada linha do post.

    O problema é que o nosso pai está contando que se a categoria ficar entre o pouco (PL 2648) e o nada, vai escolher a primeira opção.

    Aceitar o PLzinho em um cenário de não derrubada do veto é o mesmo que fazer um consignado. Pode até parecer boa ideia na hora, mas após o primeiro ano o peso da decisão já se apresenta.

    A disposição para a luta e para conseguir valorização, reestruturação da carreira, etc., deve persistir em cada um de nós independentemente do resultado da votação do dia 18, mesmo com a derrubada do veto.

    Teremos de ter coragem de fazer sacrifícios, agir com inteligência e ter paciência, mesmo que isto signifique ficar sem recomposição em 2016, ainda mais com este movimento de retirada das incorporações.
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    Mensagem por Tchuba em Sab 15 Ago 2015, 10:11 pm

    Protocol escreveu:
    Sigma escreveu:Alguns estão pensando assim: "Dá pra melhorar essa proposta aí".

    Eu diria que não dá.

    Primeiro: não dá pra diminuir o parcelamento. Isso faria com que o impacto total fosse compactado num prazo menor, o que aumentaria o impacto anualizado. Isso não pode ser feito pelo Congresso.

    Não entendeu? É assim: se você vai gastar R$ 10,00 em 4 anos, ganharia R$ 2,50 por ano. Se você quiser ganhar esses R$ 10,00 em apenas 2 anos, o valor que você ganharia por ano seria de R$ 5,00. Não dá, não pode, o Congresso não pode alterar.

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    Art. 63. Não será admitido aumento da despesa prevista:

    (...)

    II - nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, dos Tribunais Federais e do Ministério Público.

    Segundo: não dá para retirar a absorção das rubricas referentes aos R$ 13,23% e ao "abono Lula" (os R$ 59,87). O motivo é o mesmo: a previsão orçamentária enviada ao Congresso já contempla essa absorção. Retirá-la aumenta a despesa, e o Congresso não pode fazer isso.

    Dito isso, o que pode ser feito?

    Acho (ACHO) que temos apenas 2 possibilidades.

    1) Emenda parlamentar que retire do PL 2648 o reajuste das CJ's e realoque tais valores (R$ 200 milhões anuais, segundo a justificativa do PL 2648) para um reajuste à categoria. Todavia, como esse valor é "fixo", então o "possível" seria a criação de uma nova gratificação, com valor fixo, estendido a todos os servidores. Numa rápida "conta de padeiro": R$ 200.000.000,00 divididos em 13,3 (13 salários e 1/3 de férias) para 120 mil servidores resultaria num valor fixo aproximado de R$ 125,00 ao mês para cada servidor (ativo ou inativo).

    2) Arquivamento puro e simples do PL 2648, zero em 2016 e luta por um PL decente com previsão de pagamento para 2017.

    Não sei quantos de vocês se fizeram presentes nas assembleias que decidiram sobre a aceitação ou rejeição ao (ainda não protocolado à época) PL 2648. Acho que em todos os sindicatos houve a rejeição ao "acordo". Os discursos inflamados foram de "não aceito, vamos derrubar o veto, tenho sangue nas veias, tenho dignidade, não aceito esmola, prefiro o zero".

    Os colegas que decidiram desta forma, por coerência, devem encampar a segunda possibilidade, ou seja, a defesa ao ARQUIVAMENTO do PL 2648.

    Assim, é importante que tais colegas façam um encaminhamento nas assembleias sindicais pedindo que:

    a) o próprio Sindicato protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015;
    b) levar tal encaminhamento a uma ampliada na Fenajufe, de modo que TAMBÉM a Fenajufe protocole no Congresso pedido de arquivamento ao PL 2648/2015.

    Concordo, caro moderador, com cada linha do post.

    O problema é que o nosso pai está contando que se a categoria ficar entre o pouco (PL 2648) e o nada, vai escolher a primeira opção.

    Aceitar o PLzinho em um cenário de não derrubada do veto é o mesmo que fazer um consignado. Pode até parecer boa ideia na hora, mas após o primeiro ano o peso da decisão já se apresenta.

    A disposição para a luta e para conseguir valorização, reestruturação da carreira, etc., deve persistir em cada um de nós independentemente do resultado da votação do dia 18, mesmo com a derrubada do veto.

    Teremos de ter coragem de fazer sacrifícios, agir com inteligência e ter paciência, mesmo que isto signifique ficar sem recomposição em 2016, ainda mais com este movimento de retirada das incorporações.

    Não concordo... e vcs acham que em 2016 (com o cenário econômico bem pior do que temos hoje) o STF vai mandar um plano melhor para a categoria??? HAHAHA Fala sério...
    Eles estão pouco se lixando pra gente. Prova disso que fizeram o acordo com o Executivo SEM OUVIR NENHUM sindicato da categoria!
    Ou é a derrubada do veto ou ficaremos com o MERRECÃO mesmo.
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    Mensagem por servidor13 em Dom 16 Ago 2015, 9:24 am

    Emenda parlamentar, para que o PL fixe apenas um aumento linear em janeiro de 2016, 16%, o mesmo concedido aos magistrados. E a partir dai parar com essa palhaçada de PCS. É brigar todos os anos por uma recomposição integral...
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    Mensagem por Sigma em Dom 16 Ago 2015, 2:37 pm

    servidor13 escreveu:Emenda parlamentar, para que o PL fixe apenas um aumento linear em janeiro de 2016, 16%, o mesmo concedido aos magistrados. E a partir dai parar com essa palhaçada de PCS. É brigar todos os anos por uma recomposição integral...

    Qual a parte do "o Congresso não pode propor uma emenda que AUMENTE a previsão orçamentária anual" você não entendeu?

    Não tem saída. Tem que derrubar o veto.

    Se não derrubar o veto, vai ser isso aí.

    Caso a categoria queira se posicionar frontalmente contra o PL, devem protocolar no Congresso um pedido de arquivamento. Ponto final.
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    Mensagem por servidor13 em Dom 16 Ago 2015, 7:47 pm

    Sigma escreveu:
    servidor13 escreveu:Emenda parlamentar, para que o PL fixe apenas um aumento linear em janeiro de 2016, 16%, o mesmo concedido aos magistrados. E a partir dai parar com essa palhaçada de PCS. É brigar todos os anos por uma recomposição integral...

    Qual a parte do "o Congresso não pode propor uma emenda que AUMENTE a previsão orçamentária anual" você não entendeu?

    Não tem saída. Tem que derrubar o veto.

    Se não derrubar o veto, vai ser isso aí.

    Caso a categoria queira se posicionar frontalmente contra o PL, devem protocolar no Congresso um pedido de arquivamento. Ponto final.

    A emenda seria o plano B, caso não se obtenha sucesso em relação ao veto!
    No mais, hodiernamente, querendo, tem como passar por cima dessa "regrinha"! Estamos vendo coisa pior....
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    Mensagem por NAUTICO 6 em Seg 17 Ago 2015, 5:03 pm

    Tem sabichão aí dizendo que só devemos analisar o vencimento e gaj, OK, e que 41% não é ruim,OK.
    Vamos lá, com o PLC 28/2015, só considerando o vencimento e a gaj tem-se 56,42% de aumento, o governo tirou 15% e aumentou em 02 (DOIS) anos e ainda vem pseudo matemático dizer que não tá ruim. É muita falta de massa cinzenta na cabeça.
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 5:43 pm

    cicero_pb escreveu:subsidioja_

    Caro colega,

    Vamos pensar que vc esteja certo.

    Que tudo isso é uma panaceia. Que os vermelhos ganharão a batalha.

    Pergunto: o que NÓS ganhamos com isso?

    O que pode ser feito?

    Colocar o rabo entre as pernas e dizer: "pois não, doutor?"

    Ou seja, qual o ganho?

    Não é melhor esperar o desfecho da batalha?

    Em outras palavras: qual o lucro de se acovardar?

    Cícero

    ps: particularmente, com 12%, sem 12%, com quintos ou não, prefiro o ZERO ao PL efertado pela inominavel.

    E explico o lucro financeiro: No próximo ano teremos argumento para lutar por algum reajuste com o NOVO ditador de plantão.

    Prezado, Cícero,

    Se alguma vez disse ou pareci dizer que não devemos lutar pela derrubada do veto, então sinceramente peço desculpas.
    A categoria tem o DEVER de partir pra derrubada do veto! Não estou pedindo pra ninguém se acovardar.
    O que eu sempre disse, antes de esse novo PL ser protocolado, é que não poderíamos jogar todas as nossas fichas na derrubada do veto, visto que alguns aqui estavam se apegando DEMAIS à palavra dos deputados/senadores e praticamente já gastando POR CONTA, GARANTINDO que o veto seria derrubado!

    EU disse naquela época que deveríamos ter uma ALTERNATIVA! Eu não sei vc, meu caro, mas eu não estou a fim de jogar meu futuro nas mãos de políticos que não honram nem mesmo as calças!

    Aí, DEPOIS que o PL alternativo chegou, meu discurso mudou no sentido de colocar a verdade à tona, visto que pessoas que EU SEI que são ESCLARECIDAS, estavam se fazendo de joão-sem-braço, dizendo que:

    1- teremos apenas 23%;
    2- teremos o MESMO dos servidores do PE;
    3- diminuindo os 13,23% dos 41%, como se isso fosse uma conta honesta..
    4- colocando FC, CJ, auxilio alimentação e etc. na conta para argumentar que não são 41%, sendo que SEMPRE consideraram os 56% do PL 28, que são calculados da MESMA forma que os 41% foram.
    E aí? 2 pesos, 2 medidas?

    Odeio desonestidade, colega!
    E odiei o que o Lewando fez conosco, tirando money do nosso orçamento pra garantir 16% pra eles.

    SEI, que o PL 2648/15 tá anos-luz de ser maravilhoso e que o PL 28 é infinitamente melhor que ele!

    Mas, na minha opinião, o PL2648/15, como alternativa, NÃO É O FIM DA CATEGORIA como defendem aqui.

    22k final AJ em 2017? Agora!!
    ZERO em 2016 pra depois pedir arrego pra Dilma, como a PF fez? NUNCA!

    Abraço!
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 5:55 pm

    Franzkafka escreveu:
    Sigma escreveu:A proposta, em si mesma, é pífia.

    Em especial, a absorção dos 13,23%. Foi um golpe forte, difícil de assimilar.

    Mas que me dá uma imensa vergonha alheia ouvir "servidor altamente gabaritado" dizendo que o PL é inconstitucional por conta do "reajuste negativo", ahhhhhhhh, isso dá.

    Quinhentos anos discutindo sobre o subsídio e absorção de rubricas, falando de "parcela complementar", e a galera parece que não absorveu conhecimento algum, viu...

    pois é, foi golpe ou seria parte da estratégia da administração para forçar o governo a negociar? não podemos desconsiderar ainda o fato de que os 13,23% não seriam, de fato, 13,23% sobre a remuneração atual. menos, muito menos que isso. e tinha muita gente cantando que eles seriam fatalmente absorvidos lá na frente com a implementação de outro pl.
    nessa proposta alternativa, o que mais envergonha é um parcelamento em 8 vezes.
    se tudo der errado, acho que o pessoal deverá focar na supressão da absorção dos 13,23%, já que é uma merreca, e na diminuição do parcelamento.

    Sim, a absorção agora foi um golpe duro realmente!
    Também acredito que seria fatalmente absorvido no próximo PL de qqr jeito.
    Mas o problema é que nem aproveitamos direito dos 300 merréis a mais...
    No entanto, o andamento do processo com o juiz de execução estava nos desfavorecendo muito, visto que restringiram os beneficiados da ação. Enfim... tinha dedo político influenciando ali de qqr jeito.

    O ponto positivo é que, (quero estar certo quanto a isso), a  absorção funcionou como uma extensão a todo o Judiciário.
    Portanto, teremos retroativo a receber, uma vez que a absorção é das parcelas futuras (é lógico! Very Happy  )

    É claro também que dividir em 8 semestrais foi ruim também!
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    Mensagem por NAUTICO 6 em Seg 17 Ago 2015, 5:56 pm

    subsidioja_ escreveu:
    cicero_pb escreveu:subsidioja_

    Caro colega,

    Vamos pensar que vc esteja certo.

    Que tudo isso é uma panaceia. Que os vermelhos ganharão a batalha.

    Pergunto: o que NÓS ganhamos com isso?

    O que pode ser feito?

    Colocar o rabo entre as pernas e dizer: "pois não, doutor?"

    Ou seja, qual o ganho?

    Não é melhor esperar o desfecho da batalha?

    Em outras palavras: qual o lucro de se acovardar?

    Cícero

    ps: particularmente, com 12%, sem 12%, com quintos ou não, prefiro o ZERO ao PL efertado pela inominavel.

    E explico o lucro financeiro: No próximo ano teremos argumento para lutar por algum reajuste com o NOVO ditador de plantão.

    Prezado, Cícero,

    Se alguma vez disse ou pareci dizer que não devemos lutar pela derrubada do veto, então sinceramente peço desculpas.
    A categoria tem o DEVER de partir pra derrubada do veto! Não estou pedindo pra ninguém se acovardar.
    O que eu sempre disse, antes de esse novo PL ser protocolado, é que não poderíamos jogar todas as nossas fichas na derrubada do veto, visto que alguns aqui estavam se apegando DEMAIS à palavra dos deputados/senadores e praticamente já gastando POR CONTA, GARANTINDO que o veto seria derrubado!

    EU disse naquela época que deveríamos ter uma ALTERNATIVA! Eu não sei vc, meu caro, mas eu não estou a fim de jogar meu futuro nas mãos de políticos que não honram nem mesmo as calças!

    Aí, DEPOIS que o PL alternativo chegou, meu discurso mudou no sentido de colocar a verdade à tona, visto que pessoas que EU SEI que são ESCLARECIDAS, estavam se fazendo de joão-sem-braço, dizendo que:

    1- teremos apenas 23%;
    2- teremos o MESMO dos servidores do PE;
    3- diminuindo os 13,23% dos 41%, como se isso fosse uma conta honesta..
    4- colocando FC, CJ, auxilio alimentação e etc. na conta para argumentar que não são 41%, sendo que SEMPRE consideraram os 56% do PL 28, que são calculados da MESMA forma que os 41% foram.
    E aí? 2 pesos, 2 medidas?

    Odeio desonestidade, colega!
    E odiei o que o Lewando fez conosco, tirando money do nosso orçamento pra garantir 16% pra eles.

    SEI, que o PL 2648/15 tá anos-luz de ser maravilhoso e que o PL 28 é infinitamente melhor que ele!

    Mas, na minha opinião, o PL2648/15, como alternativa, NÃO É O FIM DA CATEGORIA como defendem aqui.

    22k final AJ em 2017? Agora!!
    ZERO em 2016 pra depois pedir arrego pra Dilma, como a PF fez? NUNCA!

    Abraço!

    Com a inflação atual, e o q deve vir, desconsiderando essas projeções dos especialistas, q serão refeitas, seu salário em 2019, c esse plzinho, valerá menos q hoje. Isso pode ser considerado, sequer, razoável???
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 6:05 pm

    NAUTICO 6 escreveu:Tem sabichão aí dizendo que só devemos analisar o vencimento e gaj, OK, e que 41% não é ruim,OK.
    Vamos lá, com o PLC 28/2015, só considerando o vencimento e a gaj tem-se 56,42% de aumento, o governo tirou 15% e aumentou em 02 (DOIS) anos e ainda vem pseudo matemático dizer que não tá ruim. É muita falta de massa cinzenta na cabeça.

    A questão é diferente do que vc colocou, colega!

    O problema é que tinha um monte de gente dizendo que não são 41% e bla bla bla.

    Oras..... O PL 28, cujo veto a categoria está lutando para derrubar nos dá justamente 56% no VB+GAJ!
    Ou seja, 2 pesos 2 medidas por que motivo?

    Assim, o PL alternativo representa aprox. 73% do que o PL 7920 promete, embora num prazo maior.
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 6:12 pm

    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    cicero_pb escreveu:subsidioja_

    Caro colega,

    Vamos pensar que vc esteja certo.

    Que tudo isso é uma panaceia. Que os vermelhos ganharão a batalha.

    Pergunto: o que NÓS ganhamos com isso?

    O que pode ser feito?

    Colocar o rabo entre as pernas e dizer: "pois não, doutor?"

    Ou seja, qual o ganho?

    Não é melhor esperar o desfecho da batalha?

    Em outras palavras: qual o lucro de se acovardar?

    Cícero

    ps: particularmente, com 12%, sem 12%, com quintos ou não, prefiro o ZERO ao PL efertado pela inominavel.

    E explico o lucro financeiro: No próximo ano teremos argumento para lutar por algum reajuste com o NOVO ditador de plantão.

    Prezado, Cícero,

    Se alguma vez disse ou pareci dizer que não devemos lutar pela derrubada do veto, então sinceramente peço desculpas.
    A categoria tem o DEVER de partir pra derrubada do veto! Não estou pedindo pra ninguém se acovardar.
    O que eu sempre disse, antes de esse novo PL ser protocolado, é que não poderíamos jogar todas as nossas fichas na derrubada do veto, visto que alguns aqui estavam se apegando DEMAIS à palavra dos deputados/senadores e praticamente já gastando POR CONTA, GARANTINDO que o veto seria derrubado!

    EU disse naquela época que deveríamos ter uma ALTERNATIVA! Eu não sei vc, meu caro, mas eu não estou a fim de jogar meu futuro nas mãos de políticos que não honram nem mesmo as calças!

    Aí, DEPOIS que o PL alternativo chegou, meu discurso mudou no sentido de colocar a verdade à tona, visto que pessoas que EU SEI que são ESCLARECIDAS, estavam se fazendo de joão-sem-braço, dizendo que:

    1- teremos apenas 23%;
    2- teremos o MESMO dos servidores do PE;
    3- diminuindo os 13,23% dos 41%, como se isso fosse uma conta honesta..
    4- colocando FC, CJ, auxilio alimentação e etc. na conta para argumentar que não são 41%, sendo que SEMPRE consideraram os 56% do PL 28, que são calculados da MESMA forma que os 41% foram.
    E aí? 2 pesos, 2 medidas?

    Odeio desonestidade, colega!
    E odiei o que o Lewando fez conosco, tirando money do nosso orçamento pra garantir 16% pra eles.

    SEI, que o PL 2648/15 tá anos-luz de ser maravilhoso e que o PL 28 é infinitamente melhor que ele!

    Mas, na minha opinião, o PL2648/15, como alternativa, NÃO É O FIM DA CATEGORIA como defendem aqui.

    22k final AJ em 2017? Agora!!
    ZERO em 2016 pra depois pedir arrego pra Dilma, como a PF fez? NUNCA!

    Abraço!

    Com a inflação atual, e o q deve vir, desconsiderando essas projeções dos especialistas, q serão refeitas, seu salário em 2019, c esse plzinho, valerá menos q hoje. Isso pode ser considerado, sequer, razoável???

    Colega, TUDO É RELATIVO nessa vida!

    A pergunta capital que lhe faço é:

    RAZOÁVEL EM RELAÇÃO A QUE?????


    1- Se for em relação ao PL 28, ok!! O PL é bemmm melhor! Mas isso pode ser resolvido essa semana, com a derrubada do VETO 26.

    2- Se for com relação aos 23% sobre a remuneração que os servidores do PE terão, então EU ACHO BEM RAZOÁVEL!!!!

    3- Agora, meu colega, EU TE GARANTO QUE COM RELAÇÃO AO ZERO, é BEMMMMM MAIS QUE RAZOÁVEL!

    Concorda?
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    Mensagem por mauregas em Seg 17 Ago 2015, 6:13 pm

    Caros Colegas,

     Vislumbro apenas uma opção para aceitar esses tais 41%, com absorção dos direitos nossos. PAGAMENTO À VISTA EM JANEIRO DE 2016. Toda a tabela e sem dó.
     O RESTO É PIADA.
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    Mensagem por NAUTICO 6 em Seg 17 Ago 2015, 6:15 pm

    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:Tem sabichão aí dizendo que só devemos analisar o vencimento e gaj, OK, e que 41% não é ruim,OK.
    Vamos lá, com o PLC 28/2015, só considerando o vencimento e a gaj tem-se 56,42% de aumento, o governo tirou 15% e aumentou em 02 (DOIS) anos e ainda vem pseudo matemático dizer que não tá ruim. É muita falta de massa cinzenta na cabeça.

    A questão é diferente do que vc colocou, colega!

    O problema é que tinha um monte de gente dizendo que não são 41% e bla bla bla.

    Oras..... O PL 28, cujo veto a categoria está lutando para derrubar nos dá justamente 56% no VB+GAJ!
    Ou seja, 2 pesos 2 medidas por que motivo?

    Assim, o PL alternativo representa aprox. 73% do que o PL 7920 promete, embora num prazo maior.

    Esse "embora" é o X da questão, se o governo quer uma contraproposta razoável, passível de consenso, deveria ser, pelo menos , uma GAJ de 180%. Mesmo 4 anos sendo bastante tempo, seria uma proposta, aí sim, razoável.
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    Mensagem por Protocol em Seg 17 Ago 2015, 6:18 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Franzkafka escreveu:
    Sigma escreveu:A proposta, em si mesma, é pífia.

    Em especial, a absorção dos 13,23%. Foi um golpe forte, difícil de assimilar.

    Mas que me dá uma imensa vergonha alheia ouvir "servidor altamente gabaritado" dizendo que o PL é inconstitucional por conta do "reajuste negativo", ahhhhhhhh, isso dá.

    Quinhentos anos discutindo sobre o subsídio e absorção de rubricas, falando de "parcela complementar", e a galera parece que não absorveu conhecimento algum, viu...

    pois é, foi golpe ou seria parte da estratégia da administração para forçar o governo a negociar? não podemos desconsiderar ainda o fato de que os 13,23% não seriam, de fato, 13,23% sobre a remuneração atual. menos, muito menos que isso. e tinha muita gente cantando que eles seriam fatalmente absorvidos lá na frente com a implementação de outro pl.
    nessa proposta alternativa, o que mais envergonha é um parcelamento em 8 vezes.
    se tudo der errado, acho que o pessoal deverá focar na supressão da absorção dos 13,23%, já que é uma merreca, e na diminuição do parcelamento.

    Sim, a absorção agora foi um golpe duro realmente!
    Também acredito que seria fatalmente absorvido no próximo PL de qqr jeito.
    Mas o problema é que nem aproveitamos direito dos 300 merréis a mais...
    No entanto, o andamento do processo com o juiz de execução estava nos desfavorecendo muito, visto que restringiram os beneficiados da ação. Enfim... tinha dedo político influenciando ali de qqr jeito.

    O ponto positivo é que, (quero estar certo quanto a isso), a  absorção funcionou como uma extensão a todo o Judiciário.
    Portanto, teremos retroativo a receber, uma vez que a absorção é das parcelas futuras (é lógico! Very Happy  )

    É claro também que dividir em 8 semestrais foi ruim também!

    Espero que estejas certo, mas a minha leitura do PLzinho (art. 6º) é que ele tão somente absorve a VPI.

    A finalidade da extensão para "outras parcelas que tenham por origem a citada vantagem" no meu modo de ver visa não deixar ninguém de fora da absorção, abrange aos que recebem os R$ 59,00 e os que recebem os 13,23%. O artigo parece apenas reconhecer que há pessoas que recebem VPI em valor diverso do constante da Lei n. 10.698/03, para dizer que estas pessoas também terão absorvida a vantagem.

    Ver ai um reconhecimento tácito aos 13,23% e, mais ainda, o direito a um passivo me parece precipitado. Tomara que tenhas razão.
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    Mensagem por NAUTICO 6 em Seg 17 Ago 2015, 6:22 pm

    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    cicero_pb escreveu:subsidioja_

    Caro colega,

    Vamos pensar que vc esteja certo.

    Que tudo isso é uma panaceia. Que os vermelhos ganharão a batalha.

    Pergunto: o que NÓS ganhamos com isso?

    O que pode ser feito?

    Colocar o rabo entre as pernas e dizer: "pois não, doutor?"

    Ou seja, qual o ganho?

    Não é melhor esperar o desfecho da batalha?

    Em outras palavras: qual o lucro de se acovardar?

    Cícero

    ps: particularmente, com 12%, sem 12%, com quintos ou não, prefiro o ZERO ao PL efertado pela inominavel.

    E explico o lucro financeiro: No próximo ano teremos argumento para lutar por algum reajuste com o NOVO ditador de plantão.

    Prezado, Cícero,

    Se alguma vez disse ou pareci dizer que não devemos lutar pela derrubada do veto, então sinceramente peço desculpas.
    A categoria tem o DEVER de partir pra derrubada do veto! Não estou pedindo pra ninguém se acovardar.
    O que eu sempre disse, antes de esse novo PL ser protocolado, é que não poderíamos jogar todas as nossas fichas na derrubada do veto, visto que alguns aqui estavam se apegando DEMAIS à palavra dos deputados/senadores e praticamente já gastando POR CONTA, GARANTINDO que o veto seria derrubado!

    EU disse naquela época que deveríamos ter uma ALTERNATIVA! Eu não sei vc, meu caro, mas eu não estou a fim de jogar meu futuro nas mãos de políticos que não honram nem mesmo as calças!

    Aí, DEPOIS que o PL alternativo chegou, meu discurso mudou no sentido de colocar a verdade à tona, visto que pessoas que EU SEI que são ESCLARECIDAS, estavam se fazendo de joão-sem-braço, dizendo que:

    1- teremos apenas 23%;
    2- teremos o MESMO dos servidores do PE;
    3- diminuindo os 13,23% dos 41%, como se isso fosse uma conta honesta..
    4- colocando FC, CJ, auxilio alimentação e etc. na conta para argumentar que não são 41%, sendo que SEMPRE consideraram os 56% do PL 28, que são calculados da MESMA forma que os 41% foram.
    E aí? 2 pesos, 2 medidas?

    Odeio desonestidade, colega!
    E odiei o que o Lewando fez conosco, tirando money do nosso orçamento pra garantir 16% pra eles.

    SEI, que o PL 2648/15 tá anos-luz de ser maravilhoso e que o PL 28 é infinitamente melhor que ele!

    Mas, na minha opinião, o PL2648/15, como alternativa, NÃO É O FIM DA CATEGORIA como defendem aqui.

    22k final AJ em 2017? Agora!!
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    Abraço!

    Com a inflação atual, e o q deve vir, desconsiderando essas projeções dos especialistas, q serão refeitas, seu salário em 2019, c esse plzinho, valerá menos q hoje. Isso pode ser considerado, sequer, razoável???

    Colega, TUDO É RELATIVO nessa vida!

    A pergunta capital que lhe faço é:

    RAZOÁVEL EM RELAÇÃO A QUE?????


    1- Se for em relação ao PL 28, ok!! O PL é bemmm melhor! Mas isso pode ser resolvido essa semana, com a derrubada do VETO 26.

    2- Se for com relação aos 23% sobre a remuneração que os servidores do PE terão, então EU ACHO BEM RAZOÁVEL!!!!

    3- Agora, meu colega, EU TE GARANTO QUE COM RELAÇÃO AO ZERO, é BEMMMMM MAIS QUE RAZOÁVEL!

    Concorda?

    Colega, talvez eu seja prejudicado de visão, pq desde o começo o meu parâmetro é o que o Congresso aprovou, o que está com mais km percorridos. Não trabalho com o que está mais distante.
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 6:24 pm

    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:Tem sabichão aí dizendo que só devemos analisar o vencimento e gaj, OK, e que 41% não é ruim,OK.
    Vamos lá, com o PLC 28/2015, só considerando o vencimento e a gaj tem-se 56,42% de aumento, o governo tirou 15% e aumentou em 02 (DOIS) anos e ainda vem pseudo matemático dizer que não tá ruim. É muita falta de massa cinzenta na cabeça.

    A questão é diferente do que vc colocou, colega!

    O problema é que tinha um monte de gente dizendo que não são 41% e bla bla bla.

    Oras..... O PL 28, cujo veto a categoria está lutando para derrubar nos dá justamente 56% no VB+GAJ!
    Ou seja, 2 pesos 2 medidas por que motivo?

    Assim, o PL alternativo representa aprox. 73% do que o PL 7920 promete, embora num prazo maior.

    Esse "embora" é o X da questão, se o governo quer uma contraproposta razoável, passível de consenso, deveria ser, pelo menos , uma GAJ de 180%. Mesmo 4 anos sendo bastante tempo, seria uma proposta, aí sim, razoável.

    sim, poderiamos ter conseguido pelo menos uma GAJ 170%, penso...
    Quanto aos 4 anos, infelizmente é uma coisa que o governo está batendo o pé para TODO MUNDO...

    Torçamos pela derrubada do veto!
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 17 Ago 2015, 6:30 pm

    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:

    Prezado, Cícero,

    Se alguma vez disse ou pareci dizer que não devemos lutar pela derrubada do veto, então sinceramente peço desculpas.
    A categoria tem o DEVER de partir pra derrubada do veto! Não estou pedindo pra ninguém se acovardar.
    O que eu sempre disse, antes de esse novo PL ser protocolado, é que não poderíamos jogar todas as nossas fichas na derrubada do veto, visto que alguns aqui estavam se apegando DEMAIS à palavra dos deputados/senadores e praticamente já gastando POR CONTA, GARANTINDO que o veto seria derrubado!

    EU disse naquela época que deveríamos ter uma ALTERNATIVA! Eu não sei vc, meu caro, mas eu não estou a fim de jogar meu futuro nas mãos de políticos que não honram nem mesmo as calças!

    Aí, DEPOIS que o PL alternativo chegou, meu discurso mudou no sentido de colocar a verdade à tona, visto que pessoas que EU SEI que são ESCLARECIDAS, estavam se fazendo de joão-sem-braço, dizendo que:

    1- teremos apenas 23%;
    2- teremos o MESMO dos servidores do PE;
    3- diminuindo os 13,23% dos 41%, como se isso fosse uma conta honesta..
    4- colocando FC, CJ, auxilio alimentação e etc. na conta para argumentar que não são 41%, sendo que SEMPRE consideraram os 56% do PL 28, que são calculados da MESMA forma que os 41% foram.
    E aí? 2 pesos, 2 medidas?

    Odeio desonestidade, colega!
    E odiei o que o Lewando fez conosco, tirando money do nosso orçamento pra garantir 16% pra eles.

    SEI, que o PL 2648/15 tá anos-luz de ser maravilhoso e que o PL 28 é infinitamente melhor que ele!

    Mas, na minha opinião, o PL2648/15, como alternativa, NÃO É O FIM DA CATEGORIA como defendem aqui.

    22k final AJ em 2017? Agora!!
    ZERO em 2016 pra depois pedir arrego pra Dilma, como a PF fez? NUNCA!

    Abraço!

    Com a inflação atual, e o q deve vir, desconsiderando essas projeções dos especialistas, q serão refeitas, seu salário em 2019, c esse plzinho, valerá menos q hoje. Isso pode ser considerado, sequer, razoável???

    Colega, TUDO É RELATIVO nessa vida!

    A pergunta capital que lhe faço é:

    RAZOÁVEL EM RELAÇÃO A QUE?????


    1- Se for em relação ao PL 28, ok!! O PL é bemmm melhor! Mas isso pode ser resolvido essa semana, com a derrubada do VETO 26.

    2- Se for com relação aos 23% sobre a remuneração que os servidores do PE terão, então EU ACHO BEM RAZOÁVEL!!!!

    3- Agora, meu colega, EU TE GARANTO QUE COM RELAÇÃO AO ZERO, é BEMMMMM MAIS QUE RAZOÁVEL!

    Concorda?

    Colega, talvez eu seja prejudicado de visão, pq desde o começo o meu parâmetro é o que o Congresso aprovou, o que está com mais km percorridos. Não trabalho com o que está mais distante.

    Aquilo "que o Congresso aprovou" foi vetado, colega!
    Hoje, o que temos é o ZERO!

    Se o veto for derrubado, veja o número "1" acima;
    Se for mantido, veja o "3"!


    Outra coisa: Distante é outro conceito bemmm RELATIVO!
    Em 1 dia, um projeto politicamente aceito pode ir parar na mesa da Dilminha.
    Há recurso regimental para isso!


    Abraço.
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    Mensagem por NAUTICO 6 em Seg 17 Ago 2015, 6:38 pm

    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    NAUTICO 6 escreveu:

    Com a inflação atual, e o q deve vir, desconsiderando essas projeções dos especialistas, q serão refeitas, seu salário em 2019, c esse plzinho, valerá menos q hoje. Isso pode ser considerado, sequer, razoável???

    Colega, TUDO É RELATIVO nessa vida!

    A pergunta capital que lhe faço é:

    RAZOÁVEL EM RELAÇÃO A QUE?????


    1- Se for em relação ao PL 28, ok!! O PL é bemmm melhor! Mas isso pode ser resolvido essa semana, com a derrubada do VETO 26.

    2- Se for com relação aos 23% sobre a remuneração que os servidores do PE terão, então EU ACHO BEM RAZOÁVEL!!!!

    3- Agora, meu colega, EU TE GARANTO QUE COM RELAÇÃO AO ZERO, é BEMMMMM MAIS QUE RAZOÁVEL!

    Concorda?

    Colega, talvez eu seja prejudicado de visão, pq desde o começo o meu parâmetro é o que o Congresso aprovou, o que está com mais km percorridos. Não trabalho com o que está mais distante.

    Aquilo "que o Congresso aprovou" foi vetado, colega!
    Hoje, o que temos é o ZERO!

    Se o veto for derrubado, veja o número "1" acima;
    Se for mantido, veja o "3"!


    Outra coisa: Distante é outro conceito bemmm RELATIVO!
    Em 1 dia, um projeto politicamente aceito pode ir parar na mesa da Dilminha.
    Há recurso regimental para isso!


    Abraço.

    Como você mesmo disse foi vetado, e ainda pode ser derrubado. Você deve sempre comparar com a melhor situação. Se for p comparar por baixo, qualquer centavo a mais que os demais servidores federais já será positivo. Você também gosta de morrer de véspera?

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