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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 11:15 am

    Dilma falou que já cortou tudo que podia - só falta cortar o pescoço !! (Alguém diz pra ela ?!)
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    Mensagem por lucia senna em Sex 04 Set 2015, 11:15 am

    Morena, mp pra vc.
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    Mensagem por Aumento2013 em Sex 04 Set 2015, 11:15 am

    Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c) alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.
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    Mensagem por RICARDO.PONTES em Sex 04 Set 2015, 11:20 am

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    DE NOVO! A ÚNICA PROPOSTA QUE O GOVERNO OFERECEU FOI NÓS DO JUD E MPU ENTRAR COM A BUNDA E O EXECUTIVO COM O PÉ
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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 11:22 am

    Aumento2013 - inclui extinção de todas fc1 a fc6. Manutenção dos valores fc6 a cj4. Redução da opção cargo efetivo dos atuais 65% pra 40% e redução programática da quantidade de chefias e cj por otimização do organograma
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    Mensagem por BLACK SOUL em Sex 04 Set 2015, 11:22 am

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 11:23 am

    Errata: extinção fc1 a fc5
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    Mensagem por tre-rj em Sex 04 Set 2015, 11:27 am

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    Mensagem por servidor.tre em Sex 04 Set 2015, 11:33 am

    Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


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    Mensagem por Rengaw em Sex 04 Set 2015, 11:42 am

    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


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    Mensagem por tre-rj em Sex 04 Set 2015, 11:42 am

    Esse cara tem que parar com esta historia de reduzir os níveis da carreira, com certeza isso provoca o achatamento no topo, justamente onde todos os que esperam seguir a carreira, estar um dia.

    Quem vem com estas propostas nao pode estar pensando em continuar na carreira. Está quernedo utilizar a carreira como trampolim, tem ate o direito, mas nao pode prejudicar os que vão ficar.

    O cobertor é curto. Se o bolo orçamentario é o mesmo (supondo 5bi) e der-se aumento maior para os que estao no inicio ou no meio, com certeza, quem está no topo vai ser prejudicado.

    Quem quer valorizar a carreira, tem que pensar no contrario, aumentar-se os níveis, sem redução da tabela para o C13. Assim supondo uma proposta inicial de Analista C13 no valor de R$20.000, aumentando-se os niveis para,por exemplo, c18, teriamos mais 5 degraus no salario, com impacto diluido nos anos, mais palatavel.

    Supondo a diferença entre cada nivel em 5% teriamos assim a tabela final;

    c13 - 20.000
    c14-  21.000
    c15 - 22.050
    c16 - 23.150
    c17 - 24.310
    c18 - 25.520







    BLACK SOUL escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

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    Mensagem por PCS-JA em Sex 04 Set 2015, 11:45 am

    Rengaw escreveu:
    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


    VAMOS FOCAR NA DERRUBADA DO VETO !!!
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    Mensagem por netuno14 em Sex 04 Set 2015, 11:45 am

    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


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    O único foco que se tem que ter no PL titica é de mandá-lo para o fundo do poço.
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    Mensagem por servidor.tre em Sex 04 Set 2015, 11:46 am

    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


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    VAMOS ACORDAR POVO...O TEMPO NÃO PODE VIRAR NOSSO INIMIGO NESSA HORA, COM PENSAMENTOS DE MELHORAR O PLTITICA...E SIM MELHORAR AS TÁTICAS PARA A DERRUBADA DO VETO !!!!
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    Mensagem por Sete Vidas em Sex 04 Set 2015, 11:47 am

    Aumento 2013.

    Você podia abrir um tópico somente com sua opinião.

    Já postou inúmeras vezes o mesmo texto.

    Foge do foco o tipo de texto colocado várias vezes.

    Tenho tantas postagem de tantos grupo não posto para não aparecem comentários que criem o contraditório que não favorável para carreira.
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 11:54 am

    Pessoal, vamos agradecer esses parlamentares?Publicaram posts ontem e hoje em nosso apoio. Retribuam e deixem mensagens

    ATENÇÃO: Se já viu esse post, reveja-o, pois estou sempre acrescentando parlamentares


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    Última edição por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:32 pm, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 11:58 am

    Dilma não quer tirar Levy, mesmo a cada dia que guarde sendo pior pro país, porque joga seu governo com essa pá de cal no tumulto de vez. Nem rui falcão mafioso está do lado dela, ou seja, o Pt implodiu !!!! Ou o rui falcão já viu que Dilma já era é Ta querendo sair ainda com uma rapa do Pt junto com lula, fazendo Dilma de boi de piranha. Precisamos que veto caia logo !!!
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 12:01 pm

    O Jornal da Band mostrou a tumultuada sessão que discutiria o veto da presidente Dilma


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    o vídeo foi publicado na página do senador Randolfe Rodrigues, vamos curtir e agradecer muito?

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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 12:10 pm

    Será que o contato que fiz com a Band deu resultado ?
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    Mensagem por lbarreto em Sex 04 Set 2015, 12:13 pm

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    Faz assim: como o Tio Lewando disse que a categoria não tem interlocutores, marca uma entrevista no STF e apresenta a proposta pra ele e para de encher o saco aqui repetindo a mesma coisa!


    Última edição por lbarreto em Sex 04 Set 2015, 12:16 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 12:13 pm

    Consultor Judiciário escreveu:Será que o contato que fiz com a Band deu resultado ?

    deixei um MP para você
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    Mensagem por tre-rj em Sex 04 Set 2015, 12:13 pm

    Lembrando aqui que nao estou procurando melhorar o PL titica, temos que derrubar o veto. Só acho que há trampulineiros querendo se utilizar da carreira e depois picar a mula, o único problema é prejudicar os que vao ficar.

    Muitos já têm filhos, estao velhos, cansados, sem pique mesmo. Eu, por exemplo,  até estudo o tempo que me sobra de atenção que meu filho pequeno exige. Quando chega a hora de estudar, depois que ele me deu um espaço, já estou muito cansado. Entao colegas não pensem só em se beneficiar saindo da carreira, outros vao ficar aqui pois nao têm mais opcao.

    tre-rj escreveu:Esse cara tem que parar com esta historia de reduzir os níveis da carreira, com certeza isso provoca o achatamento no topo, justamente onde todos os que esperam seguir a carreira, estar um dia.

    Quem vem com estas propostas nao pode estar pensando em continuar na carreira. Está quernedo utilizar a carreira como trampolim, tem ate o direito, mas nao pode prejudicar os que vão ficar.

    O cobertor é curto. Se o bolo orçamentario é o mesmo (supondo 5bi) e der-se aumento maior para os que estao no inicio ou no meio, com certeza, quem está no topo vai ser prejudicado.

    Quem quer valorizar a carreira, tem que pensar no contrario, aumentar-se os níveis, sem redução da tabela para o C13. Assim supondo uma proposta inicial de Analista C13 no valor de R$20.000, aumentando-se os niveis para,por exemplo, c18, teriamos mais 5 degraus no salario, com impacto diluido nos anos, mais palatavel.

    Supondo a diferença entre cada nivel em 5% teriamos assim a tabela final;

    c13 - 20.000
    c14-  21.000
    c15 - 22.050
    c16 - 23.150
    c17 - 24.310
    c18 - 25.520







    BLACK SOUL escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
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    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    TAVA DEMORANDO!!!
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    Mensagem por arielson em Sex 04 Set 2015, 12:19 pm

    Morena escreveu:O Jornal da Band mostrou a tumultuada sessão que discutiria o veto da presidente Dilma


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    o vídeo foi publicado na página do senador Randolfe Rodrigues, vamos curtir e agradecer muito?

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    25 bilhões por ano??????

    reporte BUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUURROOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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    Mensagem por PCS-TRE em Sex 04 Set 2015, 12:19 pm

    Consultor Judiciário escreveu:Dilma falou que já cortou tudo que podia - só falta cortar o pescoço !! (Alguém diz pra ela ?!)

    A Dilma não é tão tapada e anta como falam.

    Hoje, ela já falou que o único lugar que dá para ela ter menos de 7% de aprovação é no cemitério, onde o silêncio dá a impressão de que há concordância de todos.

    Acho que ela já percebeu pra onde o governo petista vai em breve....
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    Mensagem por Convidado em Sex 04 Set 2015, 12:21 pm

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    Advocacia a OAB vai lutar com unhas e dentes contra, imagina inflar ainda mais o mercado com mão de obra qualificada. Gostei da sugestão do aumento do CJ para a GAJ. Os proprios CJ (concursados) sabem que é melhor pra todo mundo.

    Ps1: há tópico específico pra esse assunto
    Ps2: assim como a derrubada do veto, o PL "titica" também está na iminência de ser apreciado ou até sanciondo. Esse xiitismo contra a discussão é nada mais que BABAQUICE.
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    Mensagem por wlalve em Sex 04 Set 2015, 12:24 pm

    GALERA DO RIO DE JANEIRO HOJE TEM ASSEMBLEIA AS 15HORAS NA CANDELARIA PARA AVALIAÇÃO DA GREVE ETC. NÃO VAMOS DEIXAR O SINDICATO DECIDIR POR NÓS TODOS QUE ESTÃO FOCADOS NA DERRUBADA DO VETO COMO UNICA ESTRATÉGIA NO MOMENTO DEVEM COMPARECER, PARA NÃO DEIXAR QUE MANOBRAS OU OUTRAS OPINIÕES PREVALEÇAM.
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    Mensagem por tre-rj em Sex 04 Set 2015, 12:35 pm

    Se sobre ser xiita vc esta se referindo a mim, pode ficar descansado pois estou disposto a discussões. E é por isso que vou defender que nao se achate o salario do topo, fazendo-se reduções de niveis na carreira.

    Aproveito e pergunto ao colegao Aumento2013 se ele pretende permanecer na carreira. Se pretender (o que pelo proposto, duvido ), tá dando um tiro no pé, se nao pretender nao pode utilizar-se dela, prejudicando os demais.

    noexcuses escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    Advocacia a OAB vai lutar com unhas e dentes contra, imagina inflar ainda mais o mercado com mão de obra qualificada. Gostei da sugestão do aumento do CJ para a GAJ. Os proprios CJ (concursados) sabem que é melhor pra todo mundo.

    Ps1: há tópico específico pra esse assunto
    Ps2: assim como a derrubada do veto, o PL "titica" também está na iminência de ser apreciado ou até sanciondo. Esse xiitismo contra a discussão é nada mais que BABAQUICE.
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    Mensagem por JULIUS JR em Sex 04 Set 2015, 12:46 pm

    BLACK SOUL escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
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    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
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    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    TAVA DEMORANDO!!!

    Esse Aumento 2013 é o famoso "samba de uma nota só".
    Posta sempre o mesmo texto.

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    Mensagem por subsidioja_ em Sex 04 Set 2015, 12:55 pm

    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


    VAMOS FOCAR NA DERRUBADA DO VETO !!!

    O mais inteligente é trabalhar nas 2 frentes!
    Uma coisa independe da outra.

    O " PL titica" é a rede de segurança q pode evitar q vc fique c ZERO ano q vem.
    Pense um pouco.
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:01 pm

    [quote="servidor.tre"]
    servidor.tre escreveu:Tem uma galera aqui que está se fazendo de bobinho...

    NÃO TEMOS QUE MELHORAR O PLTITICA...O FOCO É A DERRUBADA DO VETO !!!!

    CASO ISSO NÃO OCORRA (ESPERO QUE ISSO NÃO ACONTEÇA) AÍ PENSAREMOS NESSE PLANO "B".


    VAMOS FOCAR NA DERRUBADA DO VETO !!!

    like like like like like Vamos nos respeitar. respeitar toda a luta por esse objetivo.
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    Mensagem por opracilop em Sex 04 Set 2015, 1:02 pm

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    Eu concordo contigo. E sabe por que todos estão falando mal do seu post? Porque 99% dos usuários aqui são da classe média falida-iletrada-endividada que vive de aparências. Eles precisam de dinheiro, só se importam com a questão financeira para poder pagar as dívidas que possuem e fazer novas. Só você ver que aqui no fórum tem até tópico sobre consignado. Perdoe a alienação deles.
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    Mensagem por Kbeção em Sex 04 Set 2015, 1:02 pm

    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.
    Não pode ser apresentada emenda que aumente a despesa.
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:03 pm

    ESSE TÓPICO É PARA O PCL28. O FOCO É A DERRUBADA DO VETO 26 AO PLC28. EXISTE UM TÓPICO ESPECÍFICO PARA O OUTRO PL.


    Última edição por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:06 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Savissimo em Sex 04 Set 2015, 1:03 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Consultor Judiciário escreveu:Dilma falou que já cortou tudo que podia - só falta cortar o pescoço !! (Alguém diz pra ela ?!)

    A Dilma não é tão tapada e anta como falam.

    Hoje, ela já falou que o único lugar que dá para ela ter menos de 7% de aprovação é no cemitério, onde o silêncio dá a impressão de que há concordância de todos.

    Acho que ela já percebeu pra onde o governo petista vai em breve....

    Onde a inominada falou isso? Então a derrubada do veto é mais urgente que pensamos, depois que o PMDB tiver a caneta vai ser fo*a derrubar o veto.

    A derrubada tem que ser na ordem:

    1. Veto e depois, só depois
    2. Governo
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    Mensagem por subsidioja_ em Sex 04 Set 2015, 1:05 pm

    Kbeção escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.
    Não pode ser apresentada emenda que aumente a despesa.

    E as 725 emendas apresentadas ao novo PL ?
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    Mensagem por servidor.tre em Sex 04 Set 2015, 1:13 pm

    Morena escreveu:ESSE TÓPICO É PARA O PCL28. O FOCO É A DERRUBADA DO VETO 26 AO PLC28. EXISTE UM TÓPICO ESPECÍFICO PARA O OUTRO PL.

    like like like like like like like like like like

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    Mensagem por aaneto em Sex 04 Set 2015, 1:15 pm

    RICARDO.PONTES escreveu:
    Aumento2013 escreveu:Proponho que, concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto, sejam incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste sentido, quanto a melhorias na proposta alternativa, podemos ao menos incluir outras vantagens na lei, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ;
    c)  alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmo moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo o caso de aprovação do plano alternativo e sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado.

    DE NOVO! A ÚNICA PROPOSTA QUE O GOVERNO OFERECEU FOI NÓS DO JUD E MPU ENTRAR COM A BUNDA E O EXECUTIVO COM O PÉ

    tem que dar um BAN de 30 dias pra esse cara... ta loko...
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    Mensagem por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:18 pm

    servidor.tre escreveu:
    Morena escreveu:ESSE TÓPICO É PARA O PCL28. O FOCO É A DERRUBADA DO VETO 26 AO PLC28. EXISTE UM TÓPICO ESPECÍFICO PARA O OUTRO PL.

    like like like like like like like like like like


    acho uma imensa falta de respeito a todos aqueles que estão na árdua luta da derrubada de veto, ver gente aqui discutir melhorar PL titica. fala sério.
    se a pessoa não se respeita, não se valoriza, pelo menos respeite ou finja respeito aqueles que saem de suas casas, de seus estados,  que estão em risco de ter o seu ponto cortado, de ficarem sem salário, àqueles que ficaram e estão doentes, dando a alma por dignidade, valorização da carreira que escolheram (e não só por dinheiro, isso, também, é claro conta).
    Use o outro tópico e deixe aqui todos aqueles que ainda acredita na luta.


    respeitem esse cara que está, infelizmente, hoje, em coma

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    respeitem essas pessoas

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    Pessoal da baixada santista decidindo permanecer em greve, mesmo com o corte de ponto.

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    Aeroporto de BSB

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    Servidores do PJU e MPU, no aeroporto de Vitoria - madrugada.

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    Colegas de Alagoas no CN na luta para derrubada do veto - apoio do deputado Tiritica. Servidores do TRE-AL marcando presença!!!

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    E se ainda achar que isso não é suficiente. respeitem essas crianças

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    Última edição por Morena em Sex 04 Set 2015, 1:52 pm, editado 4 vez(es)
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    Mensagem por lucia senna em Sex 04 Set 2015, 1:21 pm

    Morena escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    Morena escreveu:ESSE TÓPICO É PARA O PCL28. O FOCO É A DERRUBADA DO VETO 26 AO PLC28. EXISTE UM TÓPICO ESPECÍFICO PARA O OUTRO PL.

    like like like like like like like like like like


    acho uma falta de respeito a todos aqueles que estão nessa árdua luta da derrubada de veto, ver gente aqui discutir melhorar PL titica. fala sério. se a pessoa não se respeita, não se valoriza, pelo respeite ou finja aqueles que saem de suas casas, que estão em risco de ter o seu ponto cortado, de ficar sem salário, aqueles que ficaram e estão doentes, dando  a alma por dignidade, valorização da carreira que escolheram (e não só por dinheiro, isso também, é claro conta).
    Use o outro tópico e deixe aqui todos aqueles que ainda acredita na luta.


    Por isso saí do grupo do facebook. Esses posts são tiros no pé. Um monte de gente lê e espalha, não quer nem saber.

    Não tem que ter perdão com MAV.
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    Mensagem por wlalve em Sex 04 Set 2015, 1:28 pm

    GALERA DO RIO DE JANEIRO HOJE TEM ASSEMBLEIA AS 15HORAS NA CANDELARIA PARA AVALIAÇÃO DA GREVE ETC. NÃO VAMOS DEIXAR O SINDICATO DECIDIR POR NÓS TODOS QUE ESTÃO FOCADOS NA DERRUBADA DO VETO COMO UNICA ESTRATÉGIA NO MOMENTO DEVEM COMPARECER, PARA NÃO DEIXAR QUE MANOBRAS OU OUTRAS OPINIÕES PREVALEÇAM.

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