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    Entrevista 14/09/2015 - Ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento).

    Nilo
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    Mensagem por Nilo em Seg 14 Set 2015, 6:29 pm

    Resumo da ópera extraido do Estadão:

    16h46 - O ministro Nelson Barbosa inicia a coletiva falando dos cortes de despesas. Segundo ele, as ações de reequilíbrio fiscal foram adotadas desde janeiro. "81% do esforço fiscal foi feito do lago do gasto", disse o ministro.

    16h50 - Segundo o ministro do Planejamento, o Projeto de Lei Orçamentária Anual já incluía a revisão de 42% do gasto discricionário. "Sem medidas adotadas, resultado seria desfavorávem em mais de R$ 134 bilhões em 2015", disse. Barbosa disse que foram reavaliados programas como o PAC, Minha Casa, Minha Vida; Pronatec e outros. "Foi feito um esforço de reavaliação de programas em cerca de R$ 20 bilhões.

    16h53 - Barbosa informa que o governo vai anunciar nove medidas de contenção de despesas, no valor de R$ 64,9 bilhões. "Esse é o valor total das medidas que vamos anunciar hoje. Precisamos de R$ 64,9 bilhões parta cobrir déficit e fazer superávit de 0,7% do PIB", disse.  

    16h57 - Entre as medidas, o governo vai propor o adiamento do reajuste dos servidores de janeiro para agosto. A medida, segundo o ministro, proporciona a redução de R$ 7 bilhões nos gastos. Vai propor também a suspensão dos concursos em 2016 - uma economia de R$ 1,5 bilhão, segundo o ministro.

    16h59 - Outra proposta anunciada por Barbosa é a eliminação do Abono de Permanência, que é pago ao servidor que pode se aposentar mas continua trabalhando. A economia com esta medida, segundo o ministro é de R$ 1,2 bilhão.

    17h01 - Adotaremos ação para garantir implementação do teto remuneratório no serviço publico, disse o ministro. A previsão com a medida, que precisaria de lei para melhor disciplinar a aplicação do teto, seria uma economia de R$ 800 milhões.  

    17h03 - A proposta é economizar R$ 2 bilhões gastos com gastos discricionários e obrigatórios, segundo o ministro. A redução do número de ministérios vai gerar uma economia de R$ 200 milhões em 2016.  

    17h05 - Barbosa disse que a prvisão inicial de gastos do Minha Casa Minha Vida era de R$ 15 bilhões em 2016. "Para hnão comprometer a execução, a proposta é que o FGTS pague parte das despesas", disse.  

    17h06 - A proposta, segundo o ministro, é reduzir as despesas com o PAC em R$ 3,8 bilhões. A proposta é que as emendas parlamentares sejam direcionadas para o PAC", disse. Segundo o ministro, as emendas podem compensar o corte e manter o PAC no mesmo nível.

    17h08 - BArbosa disse que os cortes não vão atingir os percentuais mínimos garantidos pela Constituição para Saúde e Educação. "Cumpriremos o mínimo constitucional da Saúde com direcionamento de emenda parlamentar", disse.  

    17h10 - O Ministro Joaquim Levy inicia sua fala sobre as medidas que o governo vai tomar para aumentar a receita. "Estamos em um momento difícil que temos que ajustar muitas coisas", disse. Segundo Levy, o governo conseguiu cortar mais de R$ 26 bilhões sem deixar de cumprir suas obrigações. "Estamos pagando compromissos assumidos nos anos anteriores", disse.

    17h13 - Segundo Levy, houve aqui um esforço "absolutamente necessário, indispensável" para redução de gastos, que teve o envolvimento de todos o ministérios para ser o mais eficiente possível. Segundo o ministro, o esforço do gasto chega até um momento e, em momento de desaceleração, o governo tem que lançar mão de outros recursos.  

    17h14 - O ministro citou como exemplo o caso da Inglaterra, que, segundo ele, aumentou o equivalente ao ICMS e PIS/COFINS, e foi o primeiro país a sair da crise.

    17h16 - Levy disse que "vamos atravessar este momento com o mínimo de aumento de gasto tributário". O ministro anunciou que o governo vai reduzir o Reintegra para 0,1% em 2016. "O Reintegra vai para 1% em 2017, 2% em 2018 e 3% em 2019", disse. Redução de gastos com a medida é esimada em R$ 2 bilhões, segundo o ministro.  

    17h17 - Outra medida anuciada pelo ministro é a redução de 50% no regime do PIS/COFINS à indústria química. Em 2017 será zerado.  

    17h19 - Segundo Levy, a alíquota de JPC (IRPJ/CSLL) passa de 15% para 18%, medida que, segundo o ministro, tem impacto de R$ 1,1 bilhão.

    17h22 - Levy anunciou que a TJLP será limitada a 5% para cálculo de JCP. "Estamos estabelecendo teto para abastecimento de JCP", disse o ministro. Segundo ele, "a economia total com gasto tributário é de R$ 5,8 bilhões".

    17h28 - Levy disse que o governo está fazendo uma parceria com o Sistema 'S' com programas de valorização da inovação, e defendeu uma redução ao estímulo na área, no futuro. "Vamos suspender temporariamente a dedução de valor devido ao Sistema S no imposto de renda para pessoa jurídica. Vamos reduzir 30% nas alíquotas do sistema S", disse.   economia de R$ 5,8 bilhões. É bastante significativo neste quadro que estamos vivendo", disse.  

    17h31 - O ministro disse que irá onerar a contribuição previdenciária incidente sobre a folha de pagamento, em 0,9%. "Há necessidade de se fazer medidas estruturais para enfrentar déficit da Previdência", disse. Segundo o ministro, os custos da Previdência vão subir muito em 2016, mas receitas não caminharão na mesma velocidade.

    17h33 - Levy disse que, temporariamente, serão feitas parcerias com sistemas S para cobrir parte do déficit previdenciário. "Vamos pagar 30% do valor recolhido pelo sistema S. Isso vai canalizar R$ 6 bilhões para diminuir o déficit da Previdência. Isso corresponde a 10% de aumento do déficit", disse.

    17h35 - Segundo o ministro, o governo propõe a criação de novas faixas de Imposto de Renda para Pessoa Jurídica para ganho de capital. Atualmente, segundo ele, a tributação exclusiva é de 15%. "A proposta pe criar faixas de 15% a 30% de acordo com o valor. O impacto é de R$ 1,8 bilhão", disse.    

    17h38 - Levy disse que a proposta é criar a CPMF com alíquota de 0,20%, e este impacto ser compensado com redução do IOF. "A estimativa é arrecadar R$ 32 bilhões com a CPMF", disse.

    17h41 - Segundo o ministro, a volta da CPMF é uma medida "bastante central" no esforço de aumento de arrecadação do governo. Segundo ele, a medida foi considerada diante de todas as alternativas de tributos. "É o caminho com menor distorção da economia e impacto inflacionário", disse.

    17h43 - Levy defendeu que o retorno da CMPF "é o caminho com menor distorção da economia e impacto inflacionário". "A CPMF é mais distribuída e incide de maneira equitativa em todos os setores", disse. Ele ressaltou que se trata de uma contribuição provisória, que vai ajudar na redução do déficit da Previdêcia.  

    17h47 - Teremos aumento de receita de R$ 28,4 bilhões e redução de gastos de R$ 26 bilhões, disse Levy. Segundo o ministro, as medidas exigirão esforço de todos os brasileiros.

    17h50 - Nossa expectativa é que a CPMF não dure mais que quatro anos, disse Levy.

    17h53 - Segundo Levy, nada impede que, se as coisas melhorarem, a CPMF seja diminuída ou revogada antes deste prazo de quatro anos. Segundo ele, "nada impede" que o próximo governo, quando assumir, revogue a cobrança do imposto.

    17h54 - Não vamos esquecer que temos que continuar a fortalecer o lado fiscal, justificou. Segundo o ministro, "precisamos de uma ponte para uma novas economia, com segurança".

    17h57 - Segundo o ministro, a CPMF se coloca dentro de um quadro de disciplina fiscal "bastante acentuada". Segundo ele, o imposto será importante para rever gastos tributários, subsídios e benefícios. "Isso permitirá que se prescinda da CPMF eventualmente", disse.

    17h59 - O ministro Nelson Barbosa (Planejamento) disse que as despesas com previdência e folha de pagamento. Segundo ele, o governo tem propostas para redução de gastos nestas duas áreas, que serão encaminhadas ao Congresso. "São ações estruturais, que têm pequeno impacto no curto prazo".  

    18h01 - Para Barbosa, a principal vantagem da reforma administrativa é evitar a sobreposição e gerar eficiência. "O ganho vem com contenção de custeio administrativo que já está em vigor este ano", disse.  

    18h04 - Segundo Barbosa, é "plenamente justificável" a proposta que o governo faz aos servidores, de congelamento de aumento, uma vez que estes profissionais têm estabilidade e rendimentos superiores aos do setor privado, que vive situação de desemp´rego e redução real de salários.  

    18h08 - O ministro Joaquim Levy disse defender que 0,2% recolhido na CPMF vá integralmente para o pagamento de aposentadorias.

    18h11 - A CPMF será como prevista na lei 9.311, por 48 meses, disse Levy.

    18h19 - Levy encerra a entrevista afirmando que é necessário que se "estabeleça um clima de confiança".

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    Mensagem por Nilo em Seg 14 Set 2015, 6:47 pm

    Não está no resumo, mas teve uma repórter que perguntou se o Renan e o Cunha foram avisados sobre os cortes que seriam anunciados.  Foi dito que alguns parlamentares sabiam de alguns pontos, nada foi dito sobre Renan e Cunha.

    A previsão é que sejam cortados DEZ ministérios (provavelmente os menores)
    e que a decisão vai ser tomada somente após o retorno de Michel Temer da Europa.

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    Mensagem por Nilo em Seg 14 Set 2015, 10:48 pm

    A mentira de Levy é desmontada pela lição de Margaret Thatcher: ‘Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos’

    “Precisamos fazer o que fez a Inglaterra, por exemplo”, comparou nesta segunda-feira o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já no início da apresentação do amontoado de ideias costuradas pelo Planalto para reduzir as dimensões da crise fabricada por 13 anos de hegemonia lulopetista. Conversa de 171, prova a reportagem da revista Exame sobre as as medidas tomadas pelo primeiro-ministro David Cameron. O plano concebido para sanear a economia britânica é coisa de gente séria. E, ao contrário do monstrengo parido pelo governo que acabou sem ter começado, não incluiu o aumento da carga tributária, muito menos a ressurreição de impostos extintos pelo Congresso.

    No tom e no conteúdo, o palavrório de Levy reiterou que os pais-da-pátria nativos ignoram o que governantes de nações civilizadas aprendem já no berçário: o Estado não tem o direito de gastar mais do que arrecada. Ponto. “Não existe essa coisa de dinheiro público, existe o dinheiro dos pagadores de impostos”, resume Margaret Thatcher no vídeo que mostra o abismo que há entre um discurso de estadista e tapeações recitadas para fazer de conta que o povo tem o dever de fechar rombos escavados pela mistura de incompetência, arrogância, corrupção e idiotia que desgoverna o Brasil.

    Vejam um trecho da fala de Thatcher, transcrito em negrito sob o vídeo.


    Para quem está com o Youtube bloqueado:
    Um dos grandes debates do nosso tempo é sobre quando do seu dinheiro deve ser gasto pelo Estado e com quanto você deve ficar para gastar com sua família. Não nos esqueçamos nunca desta verdade fundamental: o Estado não tem outra fonte de recursos além do dinheiro que as pessoas ganham por si próprias. Se o Estado deseja gastar mais, ele só pode fazê-lo tomando emprestado sua poupança ou cobrando mais tributos, e não adianta pensar que alguém irá pagar. Esse ‘alguém’ é você.

    Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos. A prosperidade não virá por inventarmos mais e mais programas generosos de gastos públicos. Você não enriquece por pedir outro talão de cheques ao banco. E nenhuma nação jamais se tornou próspera por tributar seus cidadãos além de sua capacidade de pagar. Nós temos o dever de garantir que cada centavo que arrecadamos com a tributação seja gasto bem e sabiamente.

    Proteger a carteira do cidadão, proteger os serviços públicos, essas são nossas duas maiores tarefas e ambas devem ser conciliadas. Como seria prazeroso, como seria popular dizer: ‘Gaste mais nisso, gaste mais naquilo’. É claro que todos nós temos causas favoritas. Eu, pelo menos, tenho, mas alguém tem que fazer as contas. Toda empresa tem de fazê-lo, toda dona de casa tem de fazê-lo, todo governo deve fazê-lo, e este irá fazê-lo”.
    FONTE: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] acessado em 14.09.2015



    Última edição por Nilo em Seg 14 Set 2015, 10:54 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Nilo em Seg 14 Set 2015, 10:52 pm

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    CONCLUSÃO:
    O PLANO É UM TAPA-BURACO, UM SUBTERFÚGIO POLÍTICO PARA EMPURRAR O PROBLEMA ORÇAMENTÁRIO QUE "ELES" CRIARAM PARA OS "OUTROS".

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    Mensagem por Nilo em Seg 14 Set 2015, 11:35 pm

    Cunha: ‘governo está fazendo ajuste na conta dos outros’

    Presidente da Câmara afirma que aprovação do retorno da CPMF é 'muito pouco provável' e dá mostras de que Planalto terá trabalho para conseguir aval do Congresso para ajustes
    Por: Marcela Mattos, de Brasília14/09/2015 às 20:20 - Atualizado em 14/09/2015 às 20:20
    FONTE: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - acessado em 14.09.2015


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    Para o presidente da Câmara, as mais recentes medidas fiscais do governo semeiam tempestades para colher ventos. Foi mais ou menos o que disse, com outras palavras, Eduardo Cunha. De saída, Cunha duvida da recriação da CPMF, um dos pilares do ajuste:

    “Acho temeroso condicionar o sucesso de um ajuste fiscal a uma receita que sabemos ser de difícil equacionamento. Além de o governo estar com uma base muito frágil, o tema, por si só, já é polêmico. Além disso, o tempo de tramitação de uma matéria como esta é muito longo.''

    Quanto aos cortes, Cunha insinuou que o governo faz sacrifícios com pescoços alheios: “75% não são despesas que o governo cortou. O governo está fazendo o ajuste na conta dos outros. É um pseudocorte de despesas. É como se jogasse a bola para cá. Vocês estão com a bola e vão resolver'. Na realidade, a bola está com eles, não com a gente", disse.

    Já o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), adotou um tom mais ameno. Ele, que tem sido fiador do Planalto nos últimos meses, exaltou o que classificou de demonstração do governo de "vencer o imobilismo". "Isso é muito bom. É sempre melhor fazer alguma coisa do que não fazer nada", disse.

    Calheiros, por outro lado, sinalizou que, assim como aconteceu no ajuste fiscal, o Congresso deve fazer alterações às propostas do governo. "O Congresso tende a melhorar todas as medidas que por aqui tramitam. Tudo que passa pelo Congresso sai melhorado", disse.''
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    Mensagem por Lula Molusco em Ter 15 Set 2015, 5:33 pm

    Nilo escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

    CONCLUSÃO:
    O PLANO É UM TAPA-BURACO, UM SUBTERFÚGIO POLÍTICO PARA EMPURRAR O PROBLEMA ORÇAMENTÁRIO QUE "ELES" CRIARAM PARA OS "OUTROS".

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    A matéria é muito ruim. Não fala que a carga tributária do Reino Unido aumentou em 2013. Chegou a 39% do PIB. Também não informa que em 2015 era a meta de o Reino Unido zerar o rombo. Agora prorrogou mais uma vez para 2019.

    Pelo menos não mentiram. O rombo era de 10% do PIB em 2010 e agora está em 5%. O rombo da dilmandiôca é de 0,5%. Por esse prisma, Brasil está dez vezes melhor. Mas a comparação não é boa pois há que se analisar outros indicadores econômicos.

    Uma coisa que fiquei espantado é que desde 2001 o Reino Unido tem rombo fiscal! A profecia de 2015 não se concretizou. Caso se concretize em 2019, serão 18 anos de rombo fiscal, e rombos altos.

    Quanto ao Brasil, o dilmandiôcaço é ruim pois provoca recessão. Incrível que, justamente quando o Brasil tem um ministro da Fazenda ligado a bancos, a nota da avaliação de risco tenha sido rebaixada. Ainda bem que não acredito nessas agências.
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    Mensagem por josebarbos em Ter 15 Set 2015, 6:22 pm

    Lula Molusco escreveu:
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    CONCLUSÃO:
    O PLANO É UM TAPA-BURACO, UM SUBTERFÚGIO POLÍTICO PARA EMPURRAR O PROBLEMA ORÇAMENTÁRIO QUE "ELES" CRIARAM PARA OS "OUTROS".

    farao  Nilo

    A matéria é muito ruim. Não fala que a carga tributária do Reino Unido aumentou em 2013. Chegou a 39% do PIB. Também não informa que em 2015 era a meta de o Reino Unido zerar o rombo. Agora prorrogou mais uma vez para 2019.

    Pelo menos não mentiram. O rombo era de 10% do PIB em 2010 e agora está em 5%. O rombo da dilmandiôca é de 0,5%. Por esse prisma, Brasil está dez vezes melhor. Mas a comparação não é boa pois há que se analisar outros indicadores econômicos.

    Uma coisa que fiquei espantado é que desde 2001 o Reino Unido tem rombo fiscal! A profecia de 2015 não se concretizou. Caso se concretize em 2019, serão 18 anos de rombo fiscal, e rombos altos.

    Quanto ao Brasil, o dilmandiôcaço é ruim pois provoca recessão. Incrível que, justamente quando o Brasil tem um ministro da Fazenda ligado a bancos, a nota da avaliação de risco tenha sido rebaixada. Ainda bem que não acredito nessas agências.

    Tipo de análise simplória e errada de economia.

    Os britânicos pagam sobre seus títulos uma taxa de juros de 0,5% ao ano. Lá a inflação beira zero, de forma que o déficit, embora alto, está longe de provocar o buraco nas nossas contas públicas. Raros são os governos que amortizam dívidas, de forma que a relação dívida pib se mantém estável ou reduz muito mais pelo crescimento econômico do que por amortizações em si.

    É uma situação inadequada, mas bem menos pior que a do Brasil, que se encontra em estagflação.
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    Mensagem por Lula Molusco em Ter 15 Set 2015, 6:48 pm

    josebarbos escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    Nilo escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

    CONCLUSÃO:
    O PLANO É UM TAPA-BURACO, UM SUBTERFÚGIO POLÍTICO PARA EMPURRAR O PROBLEMA ORÇAMENTÁRIO QUE "ELES" CRIARAM PARA OS "OUTROS".

    farao  Nilo

    A matéria é muito ruim. Não fala que a carga tributária do Reino Unido aumentou em 2013. Chegou a 39% do PIB. Também não informa que em 2015 era a meta de o Reino Unido zerar o rombo. Agora prorrogou mais uma vez para 2019.

    Pelo menos não mentiram. O rombo era de 10% do PIB em 2010 e agora está em 5%. O rombo da dilmandiôca é de 0,5%. Por esse prisma, Brasil está dez vezes melhor. Mas a comparação não é boa pois há que se analisar outros indicadores econômicos.

    Uma coisa que fiquei espantado é que desde 2001 o Reino Unido tem rombo fiscal! A profecia de 2015 não se concretizou. Caso se concretize em 2019, serão 18 anos de rombo fiscal, e rombos altos.

    Quanto ao Brasil, o dilmandiôcaço é ruim pois provoca recessão. Incrível que, justamente quando o Brasil tem um ministro da Fazenda ligado a bancos, a nota da avaliação de risco tenha sido rebaixada. Ainda bem que não acredito nessas agências.

    Tipo de análise simplória e errada de economia.

    Os britânicos pagam sobre seus títulos uma taxa de juros de 0,5% ao ano. Lá a inflação beira zero, de forma que o déficit, embora alto, está longe de provocar o buraco nas nossas contas públicas. Raros são os governos que amortizam dívidas, de forma que a relação dívida pib se mantém estável ou reduz muito mais pelo crescimento econômico do que por amortizações em si.

    É uma situação inadequada, mas bem menos pior que a do Brasil, que se encontra em estagflação.

    Eu escrevi: "Por esse prisma, Brasil está dez vezes melhor. Mas a comparação não é boa pois há que se analisar outros indicadores econômicos."

    Mas você apenas leu uma parte. Fazer o quê... No No No

    Quem sabe dilmandiôca manda levy mãos de tesoura chupar picolé e baixa a pornográfica taxa de juros. Se continuar assim, dilmandiôca vai chegar nos terríveis indicadores econômicos do tucano fhc, como por exemplo os juros armínicos de 45% da taxa selic. A popularidade já é igual a dele. A inflação quase chega lá: 12%.
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    Mensagem por Nilo em Qua 16 Set 2015, 4:28 pm

    Seis fatos impressionantes sobre a dívida pública


    1. O tamanho do problema. O governo deve um belo trocado – cerca de R$ 2,6 trilhões. É como se cada brasileiro nascesse devendo R$ 13 mil.

    2. O custo da dívida é quatro vezes maior que o do Ministério da Educação. Entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2015, a dívida custou, só de juros, R$ 343 bilhões; o Ministério da Educação recebeu R$ 79,7 bilhões.

    3. O Brasil não paga, só ----- a dívida. Apesar desses números assombrosos, o governo gasta bem menos com a dívida, pois faz novos empréstimos para pagar os títulos que estão vencendo. Ou seja: paga a fatura do Visa emprestando do Mastercard. Não é uma atitude exatamente sustentável.

    4. Um aumento de 0,5% da Selic custa pelo menos R$ 30 bilhões. De acordo com o economista Yoshiaki Nakano, toda vez que o Copom resolve aumentar a taxa de juros em 0,5%, a dívida pública fica R$ 30 bilhões mais cara. Todo esse custo leva políticos descuidados a defender um corte drástico da Selic. O governo tem todo o poder de fazer isso – difícil é convencer os investidores a emprestar a um mau pagador com juros baixos.

    5. O BNDES nos levou ao ajuste fiscal. Em 2014, o governo aumentou a dívida brasileira em R$ 60 bilhões. Um terço desse dinheiro foi destinado a empréstimos do BNDES. Até 2018, o subsídio aos empréstimos do banco vai custar pelo menos R$ 79 bilhões. Sem o BNDES, o ajuste fiscal de 2015 poderia ser bem mais leve e talvez nem fosse necessário.

    6. O Brasil já deu nove calotes em sua história. No livro Desta Vez é Diferente – oito séculos de loucura financeira, os economistas Carmen M. Reinhart e Kenneth S. Rogoff contaram nove ocasiões em que o Brasil deixou credores internacionais na mão. O primeiro calote foi em 1828; o último, em 1990. Será que desta vez vai ser diferente?

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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 16 Set 2015, 5:58 pm

    Nilo escreveu:

    Seis fatos impressionantes sobre a dívida pública



    1. O tamanho do problema. O governo deve um belo trocado – cerca de R$ 2,6 trilhões. É como se cada brasileiro nascesse devendo R$ 13 mil.

    2. O custo da dívida é quatro vezes maior que o do Ministério da Educação. Entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2015, a dívida custou, só de juros, R$ 343 bilhões; o Ministério da Educação recebeu R$ 79,7 bilhões.

    3. O Brasil não paga, só ----- a dívida. Apesar desses números assombrosos, o governo gasta bem menos com a dívida, pois faz novos empréstimos para pagar os títulos que estão vencendo. Ou seja: paga a fatura do Visa emprestando do Mastercard. Não é uma atitude exatamente sustentável.

    4. Um aumento de 0,5% da Selic custa pelo menos R$ 30 bilhões. De acordo com o economista Yoshiaki Nakano, toda vez que o Copom resolve aumentar a taxa de juros em 0,5%, a dívida pública fica R$ 30 bilhões mais cara. Todo esse custo leva políticos descuidados a defender um corte drástico da Selic. O governo tem todo o poder de fazer isso – difícil é convencer os investidores a emprestar a um mau pagador com juros baixos.

    5. O BNDES nos levou ao ajuste fiscal. Em 2014, o governo aumentou a dívida brasileira em R$ 60 bilhões. Um terço desse dinheiro foi destinado a empréstimos do BNDES. Até 2018, o subsídio aos empréstimos do banco vai custar pelo menos R$ 79 bilhões. Sem o BNDES, o ajuste fiscal de 2015 poderia ser bem mais leve e talvez nem fosse necessário.

    6. O Brasil já deu nove calotes em sua história. No livro Desta Vez é Diferente – oito séculos de loucura financeira, os economistas Carmen M. Reinhart e Kenneth S. Rogoff contaram nove ocasiões em que o Brasil deixou credores internacionais na mão. O primeiro calote foi em 1828; o último, em 1990. Será que desta vez vai ser diferente?

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    farao  Nilo


    Ele tinha que ter comentado questões também importantes: percentual da dívida de curto prazo, perfil da dívida e prazo médio da dívida. Essas informações são relevantes para saber se o país entrará em default ou não. Com a pouca informação disponibilizada na notícia não se pode fazer uma previsão. Vira jornalismo de economia, que acaba não sendo nem um e nem outro.

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    Entrevista 14/09/2015 - Ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento). Empty Re: Entrevista 14/09/2015 - Ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento).

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