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    FUNPRESP

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sab 28 Abr 2018, 2:07 am

    josebarbos escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Oziris escreveu:Na verdade quem torce ou aposta contra a Funpresp são os que tem medo de migrar e estão com o c* na mão acerca do futuro do RPPS, principalmente porque a reforma da previdência acontecerá mais dia, menos dia. Resta saber qual será o tamanho da foice a ser usada e a letalidade da mesma.

    Elzira, nunca me passou pela cabeça migrar para o funprespjud. Fiquei é revoltado com a ignorância dos servidores após assistir a palestra do Dr. Rodrigo Tenório.

    Para aqueles que quiserem saber mais, leiam:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    Este livro não me interessa, porque já tomei minha decisão.

    Mas estou ansioso pelo de investimentos alternativos, já que ele consegue bater os "98%" da Funpresp.

    É pra quem ainda não migrou que eu recomendei.


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Sab 28 Abr 2018, 10:51 am

    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Galizezin escreveu:Desde quando o Amarildo é expert em previdência?
    Já o Edmilson, o cara mais entendido em previdência do MPF, que atualmente faz parte da diretoria da funprespjud, NÃO migrou...

    Só para constar, ele explicou esta questão em apresentação realizada aqui no Estado para meia dúzia de gatos pingados (realmente, tá todo o mundo tranquilo com a situação).

    Ele ingressou no serviço público nos anos 90 (paridade, portanto), mas atualmente é técnico. Tem planos pessoais para virar analista ou magistrado, cenários em que a migração muito provavelmente significaria um grande prejuízo.
    Se ele fosse se aposentar como técnico, teria migrado.

    Importante: ele não migrou, mas é participante vinculado, desde o início do Funpresp. Tem uma boa grana lá. Se não confiasse, até porque não tem possibilidade do resgate sem exoneração/aposentadoria, não colocaria dinheiro lá, concorda?

    Acho que vc não entendeu o que eu disse: ele não "migrou". Não possuir alguma aplicação no negócio que promove é o mesmo que o vendedor da herbalife dizer ao cliente que não gosta do shake.

    Ele é participante vinculado. Então ele tem, sim, aplicação no negócio que promove. Parece que a discussão está rodando em círculos, e voltamos à primeira página do tópico, quando o pessoal pegava migração e Funpresp, misturava como um shake da herbalife e achava que era a mesma coisa. Se for assim, voltemos ao início, sem problemas:

    Migração é migração.
    Funpresp é Funpresp.
    Migração não é Funpresp.
    Funpresp não é migração.

    Dá pra aderir ao Funpresp sem migrar, dá pra migrar sem aderir ao Funpresp. A opção mais interessante a uma pessoa (Amarildo), não necessariamente o será para o colega ao lado (Edmilson). Por isso é uma decisão personalíssima (olha o mantra de novo!) Ou, pros adeptos das teorias de conspiração, obrigaram o Amarildo a migrar pra convencer quem ainda não migrou, e obrigaram o Edmilson a não migrar, pra convencer aqueles que o Amarildo não convenceu, a aderirem como participantes vinculados.

    Especificamente em relação aos gestores do Funpresp, faz mais sentido atraírem os servidores "antigos" a serem participantes vinculados, ou simplesmente deixá-los de lado, e manterem o foco na adesão e manutenção dos novos servidores, pra quem a decisão em aderir ao Funpresp é muito mais fácil.

    Querer "convencer" alguém a migrar é uma grande perda de tempo e esforço. Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa, e a maioria dos que teriam a migração como opção vantajosa sequer dedicou um minuto do seu tempo a pensar no assunto. Basta tomar como parâmetro a quantidade de gatos pingados aqui do fórum que decidiu migrar, dentro de um público bem mais informado que a média dos demais servidores. Se sair perguntando nos órgãos do judiciário e MPU Brasil afora, vão ver que a maioria nem faz ideia do que seja a migração de regime. Duvido muito que esse pessoal da diretoria do Funpresp, velho na carreira e conhecendo os servidores até melhor do que nós, não tenha conhecimento dessa alienação natural na carreira. Repito, seu foco é na adesão dos novos servidores e, em segundo caso, na adesão dos antigos como vinculados, usando como argumento principal a ausência de taxa de administração.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sab 28 Abr 2018, 1:10 pm

    Vilazza, acho que agora falamos a mesma língua.

    Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por concurseiro_mor em Sab 28 Abr 2018, 1:40 pm

    Galizezin escreveu:Vilazza, acho que agora falamos a mesma língua.

    Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa


    Amarildo lá é parâmetro! O cara só é político. Com uma idade dessas é um mero técnico que jamais conseguiu um cargo melhor... Aliás, muitos aqui que se acham bons em suas devidas áreas jamais saíram dos seus cargos sem provar a si mesmos a sua capacidade!
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Sab 28 Abr 2018, 1:52 pm

    Ué, mas eu sempre falei isso! Por isso digo que é importantíssimo a pessoa considerar bem os seus fatores pessoais, antes de tomar qualquer decisão. Se olhar minhas postagens anteriores (não lembro se neste tópico ou no da reforma), quando o assunto "migração" estava sendo mais discutido, em detalhes, a única dica "definitiva" que dei foi que, na dúvida, o servidor não deve migrar. A migração com certeza é benéfica pra várias pessoas (no meu caso, considerando as minhas peculiaridades, tenho certeza que será) mas, para um grande número de servidores (não sei afirmar com certeza, mas talvez a maior parte) não seja uma opção vantajosa.

    Até por isso me entristeço quando alegam que estamos "vendendo" a migração como paraíso, quando essa acusação (no meu caso, ao menos) definitivamente não é verdade.

    O que defendo desde o início é que a migração pode ser uma boa opção, e a única pessoa capaz de definir se, num caso concreto, a migração é favorável ou não, é o próprio servidor. Por isso faço o máximo que posso pra ajudar na difusão das informações, já que é tão importante uma escolha bem fundamentada e consciente.

    Se alguém vem enxergando os meus argumentos com uma ótica diferente, fica aqui, novamente, minha opinião definitiva concernente à migração:

    Estude bem seu caso pessoal, considere as hipóteses, busque conhecimento e forme sua opinião. SE AINDA ASSIM ESTIVER NA DÚVIDA, NÃO FAÇA A MIGRAÇÃO. É melhor permanecer numa situação já conhecida, a despeito das incertezas (que mudam, mas existem em qualquer cenário), que optar por uma mudança que você não entende direito, ou não tem confiança o suficiente para tomar. Previdência pessoal é um assunto muito sério para ser decidido com base no "fulano fez, vou fazer"; ou "sei não, não tô muito confiante na situação atual, vou mudar pra qualquer coisa mesmo, pior que tá não fica". Acredite, sempre pode ficar pior. Qualquer mudança em caráter definitivo, como essa referente ao regime previdenciário, só deve ser tomada após muita reflexão a respeito, e CONVICÇÃO de que este é realmente o caminho desejado.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Sab 28 Abr 2018, 2:00 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:Prezados,

    Sabem quanto tempo demora para que o meu saldo no Funpresp apareça na área restrita?

    Fiz a minha primeira contribuição em abril (desconto em folha esse mês).

    Acabei de entrar na área restrita e não consta nada lá.

    Obrigado


    Marcos, vai precisar de um pouco mais de paciência ainda rs. Não sei direito quanto tempo o órgão leva para repassar os valores ao Funpresp, mas demora alguns dias mesmo.

    Ainda assim vai levar menos tempo pra ver o saldo do que eu. Meu primeiro desconto foi processado numa folha de fevereiro (e acabou constando outros retroativos a novembro, data real de opção, por causa da demora do órgão em processar a migração é opção pelo Funpresp). Enfim, só fui conseguir acessar o saldo um bom tempo depois da opção.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Dom 29 Abr 2018, 4:02 pm

    androsvilazza escreveu:Ué, mas eu sempre falei isso! Por isso digo que é importantíssimo a pessoa considerar bem os seus fatores pessoais, antes de tomar qualquer decisão. Se olhar minhas postagens anteriores (não lembro se neste tópico ou no da reforma), quando o assunto "migração" estava sendo mais discutido, em detalhes, a única dica "definitiva" que dei foi que, na dúvida, o servidor não deve migrar. A migração com certeza é benéfica pra várias pessoas (no meu caso, considerando as minhas peculiaridades, tenho certeza que será) mas, para um grande número de servidores (não sei afirmar com certeza, mas talvez a maior parte) não seja uma opção vantajosa.

    Até por isso me entristeço quando alegam que estamos "vendendo" a migração como paraíso, quando essa acusação (no meu caso, ao menos) definitivamente não é verdade.

    O que defendo desde o início é que a migração pode ser uma boa opção, e a única pessoa capaz de definir se, num caso concreto, a migração é favorável ou não, é o próprio servidor. Por isso faço o máximo que posso pra ajudar na difusão das informações, já que é tão importante uma escolha bem fundamentada e consciente.

    Se alguém vem enxergando os meus argumentos com uma ótica diferente, fica aqui, novamente, minha opinião definitiva concernente à migração:

    Estude bem seu caso pessoal, considere as hipóteses, busque conhecimento e forme sua opinião. SE AINDA ASSIM ESTIVER NA DÚVIDA, NÃO FAÇA A MIGRAÇÃO. É melhor permanecer numa situação já conhecida, a despeito das incertezas (que mudam, mas existem em qualquer cenário), que optar por uma mudança que você não entende direito, ou não tem confiança o suficiente para tomar. Previdência pessoal é um assunto muito sério para ser decidido com base no "fulano fez, vou fazer"; ou "sei não, não tô muito confiante na situação atual, vou mudar pra qualquer coisa mesmo, pior que tá não fica". Acredite, sempre pode ficar pior. Qualquer mudança em caráter definitivo, como essa referente ao regime previdenciário, só deve ser tomada após muita reflexão a respeito, e CONVICÇÃO de que este é realmente o caminho desejado.

    Sim, vc, especificamente, tem sido imparcial.


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Dom 29 Abr 2018, 4:03 pm

    concurseiro_mor escreveu:
    Galizezin escreveu:Vilazza, acho que agora falamos a mesma língua.

    Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa


    Amarildo lá é parâmetro! O cara só é político. Com uma idade dessas é um mero técnico que jamais conseguiu um cargo melhor... Aliás, muitos aqui que se acham bons em suas devidas áreas jamais saíram dos seus cargos sem provar a si mesmos a sua capacidade!

    hehehe sobrou para os técnicos


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Dom 29 Abr 2018, 8:26 pm

    concurseiro_mor escreveu:
    Galizezin escreveu:Vilazza, acho que agora falamos a mesma língua.

    Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa


    Amarildo lá é parâmetro! O cara só é político. Com uma idade dessas é um mero técnico que jamais conseguiu um cargo melhor... Aliás, muitos aqui que se acham bons em suas devidas áreas jamais saíram dos seus cargos sem provar a si mesmos a sua capacidade!

    Falou aquele que foi convidado para a presidência da Funpresp e recusou.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por RicardoMII em Seg 30 Abr 2018, 5:39 pm

    Pessoal, esse prazo de 28/07 é de adesão ao FUNPRESP, de migração (Teto do RGPS + BE), ou de ambos?
    A dúvida é: Não sendo para adesão ao FUNPRESP a migração de regime pode ocorrer pós julho/2018? Tem alguma data limite?
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Seg 30 Abr 2018, 6:18 pm

    RicardoMII escreveu:Pessoal, esse prazo de 28/07 é de adesão ao FUNPRESP, de migração (Teto do RGPS + BE), ou de ambos?
    A dúvida é: Não sendo para adesão ao FUNPRESP a migração de regime pode ocorrer pós julho/2018? Tem alguma data limite?

    É a data limite para migração ao regime RPC + BE.

    O prazo original, de 2 anos a partir da Lei 12.618/2012, foi alterado pela Lei 13.328/2016 (art. 92), sendo definido o novo prazo, também de 2 anos, após a entrada em vigor desta última (publicada em 29/07/2016).

    Acredito que esta reabertura de prazo se deva à demora para a instituição do Funpresp, quase um ano após a publicação da Lei 12.618. Até por isso, também acredito que o prazo não seja mais reaberto (é bom notar que até o momento não há, em tramitação, qualquer projeto de lei tratando de nova reabertura de prazo).


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Seg 30 Abr 2018, 6:33 pm

    RicardoMII escreveu:Pessoal, esse prazo de 28/07 é de adesão ao FUNPRESP, de migração (Teto do RGPS + BE), ou de ambos?
    A dúvida é: Não sendo para adesão ao FUNPRESP a migração de regime pode ocorrer pós julho/2018? Tem alguma data limite?

    Migração de regime NÃO te obriga a aderir ao Funpresp.

    A adesão pode ocorrer quando quiser, e o desligamento também. E se quiser, pode voltar a aderir de novo.
    A única questão é que você não tira o dinheiro já depositado, enquanto possuir vínculo efetivo com o patrocinador.
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    "

    Mensagem por concurseiro_mor em Seg 30 Abr 2018, 7:48 pm

    josebarbos escreveu:
    concurseiro_mor escreveu:
    Galizezin escreveu:Vilazza, acho que agora falamos a mesma língua.

    Pra boa parte dos servidores a migração realmente não compensa


    Amarildo lá é parâmetro! O cara só é político. Com uma idade dessas é um mero técnico que jamais conseguiu um cargo melhor... Aliás, muitos aqui que se acham bons em suas devidas áreas jamais saíram dos seus cargos sem provar a si mesmos a sua capacidade!

    Falou aquele que foi convidado para a presidência da Funpresp e recusou.

    Cara, você acha que isso é cargo técnico ou político? Até Dilma foi ministra das Minas e Energia e antes disso acumulava diretorias ou presidências de entidades estatais...
    Por favor... Melhores argumentos neste feriadão!
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Seg 30 Abr 2018, 8:39 pm

    concurseiro_mor escreveu:
    Cara, você acha que isso é cargo técnico ou político? Até Dilma foi ministra das Minas e Energia e antes disso acumulava diretorias ou presidências de entidades estatais...
    Por favor... Melhores argumentos neste feriadão!

    Se a bucha é tão simples assim, não entendo porque não consiga.

    Não é preciso desmerecer os outros para fazer o seu argumento valer. A não ser que você tenha provas concretas de que ele tentou várias e várias vezes outros concursos, com notas horríveis, que seria uma prova de que ele não estava "satisfeito" com o cargo de técnico, não tem argumento para isto.

    Eu mesmo sou técnico e tenho uma posição relativamente confortável. A vida permite-me escolhas como, por exemplo, não morar em Brasília ou Rio de Janeiro. Esta porque é caríssima e insegura; aquela porque não é muito menos cara e tem uma vida que está longe de ser meu estilo. Isto aí, somado ao fato de que não tenho Direito (e nem quero ter, pelo menos enquanto 100% presencial for), limita imensamente o número de possibilidades que tenho. Se, como o Amarildo, a vida me desse altos cargos de gerência, colocando-me no lugar dele, não iria correr atrás de concurso, pois seria um enorme esforço por pouco ou nenhum ganho.

    E quanto à Dilma, aí é por questões partidárias, mesmo. O impressionante é que mesmo depois de tudo, é altamente provável que se torne Senadora, mantendo bons luxos pagos às custas dos nossos tributos. Alguém que realmente soube tirar água de pedra, deste ponto de vista.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por RicardoMII em Seg 30 Abr 2018, 8:45 pm

    androsvilazza escreveu:
    RicardoMII escreveu:Pessoal, esse prazo de 28/07 é de adesão ao FUNPRESP, de migração (Teto do RGPS + BE), ou de ambos?
    A dúvida é: Não sendo para adesão ao FUNPRESP a migração de regime pode ocorrer pós julho/2018? Tem alguma data limite?

    É a data limite para migração ao regime RPC + BE.

    O prazo original, de 2 anos a partir da Lei 12.618/2012, foi alterado pela Lei 13.328/2016 (art. 92), sendo definido o novo prazo, também de 2 anos, após a entrada em vigor desta última (publicada em 29/07/2016).

    Acredito que esta reabertura de prazo se deva à demora para a instituição do Funpresp, quase um ano após a publicação da Lei 12.618. Até por isso, também acredito que o prazo não seja mais reaberto (é bom notar que até o momento não há, em tramitação, qualquer projeto de lei tratando de nova reabertura de prazo).




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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por RicardoMII em Seg 30 Abr 2018, 8:46 pm

    josebarbos escreveu:
    RicardoMII escreveu:Pessoal, esse prazo de 28/07 é de adesão ao FUNPRESP, de migração (Teto do RGPS + BE), ou de ambos?
    A dúvida é: Não sendo para adesão ao FUNPRESP a migração de regime pode ocorrer pós julho/2018? Tem alguma data limite?

    Migração de regime NÃO te obriga a aderir ao Funpresp.

    A adesão pode ocorrer quando quiser, e o desligamento também. E se quiser, pode voltar a aderir de novo.
    A única questão é que você não tira o dinheiro já depositado, enquanto possuir vínculo efetivo com o patrocinador.


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por concurseiro_mor em Seg 30 Abr 2018, 9:54 pm

    josebarbos escreveu:
    concurseiro_mor escreveu:
    Cara, você acha que isso é cargo técnico ou político? Até Dilma foi ministra das Minas e Energia e antes disso acumulava diretorias ou presidências de entidades estatais...
    Por favor... Melhores argumentos neste feriadão!

    Se a bucha é tão simples assim, não entendo porque não consiga.

    Não é preciso desmerecer os outros para fazer o seu argumento valer. A não ser que você tenha provas concretas de que ele tentou várias e várias vezes outros concursos, com notas horríveis, que seria uma prova de que ele não estava "satisfeito" com o cargo de técnico, não tem argumento para isto.

    Eu mesmo sou técnico e tenho uma posição relativamente confortável. A vida permite-me escolhas como, por exemplo, não morar em Brasília ou Rio de Janeiro. Esta porque é caríssima e insegura; aquela porque não é muito menos cara e tem uma vida que está longe de ser meu estilo. Isto aí, somado ao fato de que não tenho Direito (e nem quero ter, pelo menos enquanto 100% presencial for), limita imensamente o número de possibilidades que tenho. Se, como o Amarildo, a vida me desse altos cargos de gerência, colocando-me no lugar dele, não iria correr atrás de concurso, pois seria um enorme esforço por pouco ou nenhum ganho.

    E quanto à Dilma, aí é por questões partidárias, mesmo. O impressionante é que mesmo depois de tudo, é altamente provável que se torne Senadora, mantendo bons luxos pagos às custas dos nossos tributos. Alguém que realmente soube tirar água de pedra, deste ponto de vista.
    Seus argumentos em nada vaidaram suas assertivas. Sou Analista e moro em interior e ganho bem o suficiente e nem por isso dexei de estudar... Os ganhos dependem de cada um... E, sim, Amarildo é um ser político e competência é outra coisa... Ou você acha que só exste política no partidarismo?
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Ter 01 Maio 2018, 12:51 am

    Para quem está na dúvida de migra/não migra e se adere ou não ao funpresp, saiu o anuário referente a 2017:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Muito interessante, até para a vida pessoal, tentar entender as políticas e estratégias de aplicações, porque cada tipo de investimento foi escolhido, se é muito ou pouco conservador, quais são os custos e riscos inseridos ali.



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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Ter 01 Maio 2018, 12:56 am

    concurseiro_mor escreveu:Seus argumentos em nada vaidaram suas assertivas. Sou Analista e moro em interior e ganho bem o suficiente e nem por isso dexei de estudar... Os ganhos dependem de cada um... E, sim, Amarildo é um ser político e competência é outra coisa... Ou você acha que só exste política no partidarismo?

    Se você acha que o cara está sempre nas cabeças, com gestões diferentes, só por causa de política, e ainda rebaixando os técnicos, só lamento...
    Faz parte da mesma cabeça elitista que acha que nomes e títulos valem mais do que ações.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por MConcursos em Ter 01 Maio 2018, 1:26 am

    Interessante o raciocínio do Concurseiro_mor. Quer dizer que para provar a sua capacidade o cidadao tem que viver passando em concursos? Eu pensei que tinha provado minha capacidade quando passei e fui nomeado algumas vezes para o cargo de oj que era o que eu queria ocupar. É vivendo e aprendendo...se eu nao passar para outro " melhor" serei um incapaz pelo visto. Pois é, apenas saliento, meu caro, que fazer concurso para juiz ou promotor ate um ze ruela como o Tofolli fez, dificil é passar. Acho melhor guardar a empafia até pelo menos sua aprovação ou entao sugiro arrumar um padrinho politico como o Tofolli arrumou.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 01 Maio 2018, 2:43 am

    MConcursos escreveu:Interessante o raciocínio do Concurseiro_mor. Quer dizer que para provar a sua capacidade o cidadao tem que viver passando em concursos? Eu pensei que tinha provado minha capacidade quando passei  e fui nomeado algumas vezes para o cargo de oj que era o que eu queria ocupar. É vivendo e aprendendo...se eu nao passar para outro " melhor" serei um incapaz pelo visto. Pois é, apenas saliento, meu caro, que fazer concurso para juiz ou promotor ate um ze ruela como o Tofolli fez, dificil é passar. Acho melhor guardar a empafia até pelo menos sua aprovação ou entao sugiro arrumar um padrinho politico como o Tofolli arrumou.

    Porcaria de Padrinho! Melhor ser concurseiro mesmo... Apenas lembrando o quanto Amarildo era esculhachado aqui no fórum nos PCs e agora enaltecido... Vida que segue. Ademais, guardarei minha empÁfia!
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por euvoltei em Ter 01 Maio 2018, 11:45 am

    A esquerda realmente idiotizou as discussões...Apega-se a um pseudo-problema e saem repetindo indefinidamente...
    Não se trata de fulano ser bom ou ruim, ter sido isso no passado e hoje não poder aquilo..
    Trata-se de ser um pessoa preparada(em muitos aspectos), e que tomou uma decisão que desafia(inicialmente) o senso comum....

    Mas os bobos ao invés de se concentrar na situação (migração, deixar pra trás paridade) ficam falando frivolidades, 'ah no passado ele lutou contra esse grupo da nossa classe' "ah, ele não passou pra analista".. "só é preparado quem passa pra juiz"... "ah, analista pode mais que técnico"...
    São os bobos, verdadeiros frutos da esquerda, os famosos idiotas úteis..
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Ter 01 Maio 2018, 1:28 pm

    Sinceramente, não vejo também que estímulo teria, para prestar concurso para analista, um servidor que já tenha verbas incorporadas (às quais deixaria de fazer jus) que elevem sua remuneração acima da percebida pelo novo cargo. No caso específico do Amarildo, tomar posse como analista representaria perda remuneratória, provavelmente durante a maior parte da sua carreira... Talvez no início da carreira, apenas, ele tivesse algum tipo de vantagem imediata em prestar novo concurso, mas não sei se à época compensava...

    Mudar de carreira envolve uma "janela temporal" em que a mudança é financeiramente viável no curto prazo. Perdida a janela, passa a envolver a escolha entre manter o status quo, ou perder no curto prazo para ganhar no médio e longo prazos. Pra quem passou de certo ponto (na carreira ou na vida), a opção pelo status quo é quase inevitável: além do aspecto financeiro, compreende questões relativas à qualidade de vida, local de moradia, impacto de mudanças sobre filhos, pais e demais familiares etc. Um exemplo clássico é o de técnico, que já tenha passado da metade da carreira, receba uma FC média, em um órgão bom de se trabalhar, e resida em uma cidade de boa qualidade de vida. A opção pela mudança, pelo "duvidoso", é muito difícil.

    Pessoalmente, continuo estudando para concursos, e tentando novas oportunidades. Até porque, no meu caso, as circunstâncias favorecem: sou relativamente jovem e "novo" na carreira, já moro longe da família, em uma cidade na qual não criei raízes. Aos que também pretendem "progredir" no serviço público, deixo o alerta para não se acomodarem e perderem a "janela temporal" de oportunidades...

    E aos que perderam a janela, por imposição do destino ou escolha própria, em vez de demérito, deixo minha admiração e respeito, e espero me juntar a vocês em breve. A acomodação com uma situação não é tão ruim quanto alguns pintam, desde que venha acompanhada de satisfação pessoal.

    A noção de "sucesso" é extremamente pessoal, não cabe a quem está "de fora" fazer juízo de valor, principalmente baseado somente em aspectos financeiros e de status profissional. Um técnico satisfeito é definitivamente muito mais bem sucedido que um analista eternamente frustrado.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por cicero_pb em Ter 01 Maio 2018, 3:46 pm

    Tem um outro ponto.

    De onde você partiu?

    Confesso que me sinto um fracassado. Isso só é aliviado pela conjuntura. Dois exemplos: 1 passado e 1 atual:

    passado: havia uns apartamentos em Maceió até bonitos. Eu pagava aluguel e considerei a opção, pois era relativamente barato (não queria ficar 20 anos pagando um imovel). Fui ao banco e descobri que ganhava muito. Não podia comprar pois foram feitos para quem tem renda até X. E a minha passava. Conheci colegas que compraram via cônjuge. Foram espertos. Eu não fui.

    Atual: quero comprar um sofá. Descobri que, mesmo pagando 10 mil reais, só posso comprar lixo. Não há no bananil sofás com qualidade. Pior ainda: com preço justo.

    De onde parti: da fome, do órfão, de espirrar lombriga, de conhecer escova de dentes com uns 12 anos, de conhecer toalha de banho e sabonete com 16 anos, de entrar no cheque especial no primeiro dia de trabalho para comprar roupas e sapatos para... trabalhar, de dividir uma sardinha em lata para quatro pessoas no domingo, dia especial.

    Então reprovei, atrasei três anos. Entrei na UnB já me sentindo velho, magro, com cara de fome.

    Então estudei 9 dias e passei num disputado concurso de quase 1000 para 1.

    sou um fracassado? Sou. Sou antes de tudo um bananense.

    Você teve comida regularmente? comeu proteína? Teve escova de dentes? E é só um analista fudido em algum tribunal?

    Pois é, meu amigo, sinto dizer: você é um FRACASSADO!

    Com meu QI e tivesse nascido numa sociedade um pouco menos filhadumaegua com certeza estaria melhor.

    Isso diminui minha percepção de fracasso. Não sei a sua.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por cruzmaltino em Ter 01 Maio 2018, 7:51 pm

    androsvilazza escreveu:Sinceramente, não vejo também que estímulo teria, para prestar concurso para analista, um servidor que já tenha verbas incorporadas (às quais deixaria de fazer jus) que elevem sua remuneração acima da percebida pelo novo cargo. No caso específico do Amarildo, tomar posse como analista representaria perda remuneratória, provavelmente durante a maior parte da sua carreira... Talvez no início da carreira, apenas, ele tivesse algum tipo de vantagem imediata em prestar novo concurso, mas não sei se à época compensava...

    Mudar de carreira envolve uma "janela temporal" em que a mudança é financeiramente viável no curto prazo. Perdida a janela, passa a envolver a escolha entre manter o status quo, ou perder no curto prazo para ganhar no médio e longo prazos. Pra quem passou de certo ponto (na carreira ou na vida), a opção pelo status quo é quase inevitável: além do aspecto financeiro, compreende questões relativas à qualidade de vida, local de moradia, impacto de mudanças sobre filhos, pais e demais familiares etc. Um exemplo clássico é o de técnico, que já tenha passado da metade da carreira, receba uma FC média, em um órgão bom de se trabalhar, e resida em uma cidade de boa qualidade de vida. A opção pela mudança, pelo "duvidoso", é muito difícil.

    Pessoalmente, continuo estudando para concursos, e tentando novas oportunidades. Até porque, no meu caso, as circunstâncias favorecem: sou relativamente jovem e "novo" na carreira, já moro longe da família, em uma cidade na qual não criei raízes. Aos que também pretendem "progredir" no serviço público, deixo o alerta para não se acomodarem e perderem a "janela temporal" de oportunidades...

    E aos que perderam a janela, por imposição do destino ou escolha própria, em vez de demérito, deixo minha admiração e respeito, e espero me juntar a vocês em breve. A acomodação com uma situação não é tão ruim quanto alguns pintam, desde que venha acompanhada de satisfação pessoal.

    A noção de "sucesso" é extremamente pessoal, não cabe a quem está "de fora" fazer juízo de valor, principalmente baseado somente em aspectos financeiros e de status profissional. Um técnico satisfeito é definitivamente muito mais bem sucedido que um analista eternamente frustrado.

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por cruzmaltino em Ter 01 Maio 2018, 7:52 pm

    cicero_pb escreveu:Tem um outro ponto.

    De onde você partiu?

    Confesso que me sinto um fracassado. Isso só é aliviado pela conjuntura. Dois exemplos: 1 passado e 1 atual:

    passado: havia uns apartamentos em Maceió até bonitos. Eu pagava aluguel e considerei a opção, pois era relativamente barato (não queria ficar 20 anos pagando um imovel). Fui ao banco e descobri que ganhava muito. Não podia comprar pois foram feitos para quem tem renda até X. E a minha passava. Conheci colegas que compraram via cônjuge. Foram espertos. Eu não fui.

    Atual: quero comprar um sofá. Descobri que, mesmo pagando 10 mil reais, só posso comprar lixo. Não há no bananil sofás com qualidade. Pior ainda: com preço justo.

    De onde parti: da fome, do órfão, de espirrar lombriga, de conhecer escova de dentes com uns 12 anos, de conhecer toalha de banho e sabonete com 16 anos, de entrar no cheque especial no primeiro dia de trabalho para comprar roupas e sapatos para... trabalhar, de dividir uma sardinha em lata para quatro pessoas no domingo, dia especial.

    Então reprovei, atrasei três anos. Entrei na UnB já me sentindo velho, magro, com cara de fome.

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    sou um fracassado? Sou. Sou antes de tudo um bananense.

    Você teve comida regularmente? comeu proteína? Teve escova de dentes? E é só um analista fudido em algum tribunal?

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    Com meu QI e tivesse nascido numa sociedade um pouco menos filhadumaegua com certeza estaria melhor.

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por RicardoMII em Qua 02 Maio 2018, 10:27 am

    androsvilazza escreveu:Sinceramente, não vejo também que estímulo teria, para prestar concurso para analista, um servidor que já tenha verbas incorporadas (às quais deixaria de fazer jus) que elevem sua remuneração acima da percebida pelo novo cargo. No caso específico do Amarildo, tomar posse como analista representaria perda remuneratória, provavelmente durante a maior parte da sua carreira... Talvez no início da carreira, apenas, ele tivesse algum tipo de vantagem imediata em prestar novo concurso, mas não sei se à época compensava...

    Mudar de carreira envolve uma "janela temporal" em que a mudança é financeiramente viável no curto prazo. Perdida a janela, passa a envolver a escolha entre manter o status quo, ou perder no curto prazo para ganhar no médio e longo prazos. Pra quem passou de certo ponto (na carreira ou na vida), a opção pelo status quo é quase inevitável: além do aspecto financeiro, compreende questões relativas à qualidade de vida, local de moradia, impacto de mudanças sobre filhos, pais e demais familiares etc. Um exemplo clássico é o de técnico, que já tenha passado da metade da carreira, receba uma FC média, em um órgão bom de se trabalhar, e resida em uma cidade de boa qualidade de vida. A opção pela mudança, pelo "duvidoso", é muito difícil.

    Pessoalmente, continuo estudando para concursos, e tentando novas oportunidades. Até porque, no meu caso, as circunstâncias favorecem: sou relativamente jovem e "novo" na carreira, já moro longe da família, em uma cidade na qual não criei raízes. Aos que também pretendem "progredir" no serviço público, deixo o alerta para não se acomodarem e perderem a "janela temporal" de oportunidades...

    E aos que perderam a janela, por imposição do destino ou escolha própria, em vez de demérito, deixo minha admiração e respeito, e espero me juntar a vocês em breve. A acomodação com uma situação não é tão ruim quanto alguns pintam, desde que venha acompanhada de satisfação pessoal.

    A noção de "sucesso" é extremamente pessoal, não cabe a quem está "de fora" fazer juízo de valor, principalmente baseado somente em aspectos financeiros e de status profissional. Um técnico satisfeito é definitivamente muito mais bem sucedido que um analista eternamente frustrado.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por concurseiro_mor em Qua 02 Maio 2018, 3:28 pm

    cicero_pb escreveu:Tem um outro ponto.

    De onde você partiu?

    Confesso que me sinto um fracassado. Isso só é aliviado pela conjuntura. Dois exemplos: 1 passado e 1 atual:

    passado: havia uns apartamentos em Maceió até bonitos. Eu pagava aluguel e considerei a opção, pois era relativamente barato (não queria ficar 20 anos pagando um imovel). Fui ao banco e descobri que ganhava muito. Não podia comprar pois foram feitos para quem tem renda até X. E a minha passava. Conheci colegas que compraram via cônjuge. Foram espertos. Eu não fui.

    Atual: quero comprar um sofá. Descobri que, mesmo pagando 10 mil reais, só posso comprar lixo. Não há no bananil sofás com qualidade. Pior ainda: com preço justo.

    De onde parti: da fome, do órfão, de espirrar lombriga, de conhecer escova de dentes com uns 12 anos, de conhecer toalha de banho e sabonete com 16 anos, de entrar no cheque especial no primeiro dia de trabalho para comprar roupas e sapatos para... trabalhar, de dividir uma sardinha em lata para quatro pessoas no domingo, dia especial.

    Então reprovei, atrasei três anos. Entrei na UnB já me sentindo velho, magro, com cara de fome.

    Então estudei 9 dias e passei num disputado concurso de quase 1000 para 1.

    sou um fracassado? Sou. Sou antes de tudo um bananense.

    Você teve comida regularmente? comeu proteína? Teve escova de dentes? E é só um analista fudido em algum tribunal?

    Pois é, meu amigo, sinto dizer: você é um FRACASSADO!

    Com meu QI e tivesse nascido numa sociedade um pouco menos filhadumaegua com certeza estaria melhor.

    Isso diminui minha percepção de fracasso. Não sei a sua.


    Caraca! Você deve se tratar pois está em depressão!
    Uahuhuahu!
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por cicero_pb em Qua 02 Maio 2018, 3:57 pm

    Isso é parcialmente verdade. Mas já melhorei muito.

    Por isso não vejo com bons olhos julgar as pessoas.

    Cada um é cada um. Foi o que quis passar. Inclusive não sou de mimimi. Pelo contrário: defendo a meritocracia, liberdade, propriedade privada... Sou direitão assumido.

    Agora é de lascar a intervenção. Se não consegui melhorar financeiramente de uma forma melhor, grande parte foi decorrente da "ajuda" governamental, com suas intervenções.

    Intervenção inclusive da OAB. Aliás, aqui a lei segunda da banânia é "farinha pouca, meu pirão primeiro" (a primeira é a lei de gerson).

    Não sigo nenhuma das duas. E só me lasco.

    Realmente, fico depressivo por ser bananense.

    Mas estou melhorando pois estou nos planos de cair fora. Só de pensar em morar fora daqui, meu ânimo melhora. Estou me preparando.

    É isso.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por RicardoMII em Qua 02 Maio 2018, 4:28 pm

    CAPÍTULO XIV
    DA REABERTURA DE PRAZO PARA ADESÃO AO REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

    Art. 92. É reaberto o prazo para opção pelo regime de previdência complementar de que trata o § 7o do art. 3o da Lei no 12.618, de 30 de abril de 2012, por 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da data de entrada em vigor desta Lei.

    Parágrafo único. O exercício da opção a que se refere o caput deste artigo é irrevogável e irretratável, não sendo devida pela União e por suas autarquias e fundações públicas qualquer contrapartida referente ao valor dos descontos já efetuados sobre a base de contribuição acima do limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).



    Esse parágrafo único não manda para o espaço o BE?
    Esse texto não abre brecha para que, no futuro, o gentil governo negue o pagamento do BE baseado nessa lei?
    Só lembrando que na dúvida, o judiciário é sempre pró-governo.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por AndreMPF em Qua 02 Maio 2018, 4:38 pm

    androsvilazza escreveu:Ué, mas eu sempre falei isso! Por isso digo que é importantíssimo a pessoa considerar bem os seus fatores pessoais, antes de tomar qualquer decisão. Se olhar minhas postagens anteriores (não lembro se neste tópico ou no da reforma), quando o assunto "migração" estava sendo mais discutido, em detalhes, a única dica "definitiva" que dei foi que, na dúvida, o servidor não deve migrar. A migração com certeza é benéfica pra várias pessoas (no meu caso, considerando as minhas peculiaridades, tenho certeza que será) mas, para um grande número de servidores (não sei afirmar com certeza, mas talvez a maior parte) não seja uma opção vantajosa.

    Até por isso me entristeço quando alegam que estamos "vendendo" a migração como paraíso, quando essa acusação (no meu caso, ao menos) definitivamente não é verdade.

    O que defendo desde o início é que a migração pode ser uma boa opção, e a única pessoa capaz de definir se, num caso concreto, a migração é favorável ou não, é o próprio servidor. Por isso faço o máximo que posso pra ajudar na difusão das informações, já que é tão importante uma escolha bem fundamentada e consciente.

    Se alguém vem enxergando os meus argumentos com uma ótica diferente, fica aqui, novamente, minha opinião definitiva concernente à migração:

    Estude bem seu caso pessoal, considere as hipóteses, busque conhecimento e forme sua opinião. SE AINDA ASSIM ESTIVER NA DÚVIDA, NÃO FAÇA A MIGRAÇÃO. É melhor permanecer numa situação já conhecida, a despeito das incertezas (que mudam, mas existem em qualquer cenário), que optar por uma mudança que você não entende direito, ou não tem confiança o suficiente para tomar. Previdência pessoal é um assunto muito sério para ser decidido com base no "fulano fez, vou fazer"; ou "sei não, não tô muito confiante na situação atual, vou mudar pra qualquer coisa mesmo, pior que tá não fica". Acredite, sempre pode ficar pior. Qualquer mudança em caráter definitivo, como essa referente ao regime previdenciário, só deve ser tomada após muita reflexão a respeito, e CONVICÇÃO de que este é realmente o caminho desejado.

    Será que tem como vc dizer os casos em que vale a pena o servidor migrar? digo isso pq vc disse que talvez pra maioria não seja vantajoso.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Lord Sith em Qua 02 Maio 2018, 5:11 pm

    A Administração obviamente deseja uma ampla migração ao FUNPRESP. Com o teto de gastos a saída de mais e mais servidores do RPPS é uma receita a mais no cofre. Decidi ficar no RPPS mesmo. Um colega da CD que assessorou parlamentares da CPI dos fundos de pensão deixou bem claro que existe um claro desejo que deixar o fundos abertos para indicações políticas. Não aceitaram as sugestões dos assessores de pautar uma legislação com normas rígidas de governança corporativa para os fundos das estatais e funpresp(EXE, LEG, JUD, etc). Decidi não confiar nem no RPPS e nem no FUNPRESP. Comecei a montar uma "carteira previdenciária" com ações e reaplicação de dividendos, esse é meu plano A, meu plano B é o RPPS. Não vou deixar meu futuro nas mãos de governo e possíveis maus gestores de fundos.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Qua 02 Maio 2018, 8:18 pm

    cicero_pb escreveu:Isso é parcialmente verdade. Mas já melhorei muito.

    Por isso não vejo com bons olhos julgar as pessoas.

    Cada um é cada um. Foi o que quis passar. Inclusive não sou de mimimi. Pelo contrário: defendo a meritocracia, liberdade, propriedade privada... Sou direitão assumido.

    Agora é de lascar a intervenção. Se não consegui melhorar financeiramente de uma forma melhor, grande parte foi decorrente da "ajuda" governamental, com suas intervenções.

    Intervenção inclusive da OAB. Aliás, aqui a lei segunda da banânia é "farinha pouca, meu pirão primeiro" (a primeira é a lei de gerson).

    Não sigo nenhuma das duas. E só me lasco.

    Realmente, fico depressivo por ser bananense.

    Mas estou melhorando pois estou nos planos de cair fora. Só de pensar em morar fora daqui, meu ânimo melhora. Estou me preparando.

    É isso.

    Mas então, é por isso que o pessoal da linha mais à esquerda defende que meritocracia não é parâmetro para absolutamente nada, já que o pobre, para alcançar um lugarzinho ao sol, perde praticamente a saúde por tanto esforço e dedicação duplicados, se comparado ao rico. Seria o mesmo que, numa corrida de 100 metros, colocar o rico adiantado, em 50m. Concluíram que o pobre que chega no topo é considerado desvio padrão, anômalo, caso raro. Depois, o rico, que largou nos 50m, na chegada fica tirando onda do pobre que chegou bem depois...


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Qua 02 Maio 2018, 9:40 pm

    RicardoMII escreveu: CAPÍTULO XIV
    DA REABERTURA DE PRAZO PARA ADESÃO AO REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

    Art. 92.  É reaberto o prazo para opção pelo regime de previdência complementar de que trata o § 7o do art. 3o da Lei no 12.618, de 30 de abril de 2012, por 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da data de entrada em vigor desta Lei.

    Parágrafo único.  O exercício da opção a que se refere o caput deste artigo é irrevogável e irretratável, não sendo devida pela União e por suas autarquias e fundações públicas qualquer contrapartida referente ao valor dos descontos já efetuados sobre a base de contribuição acima do limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).



    Esse parágrafo único não manda para o espaço o BE?
    Esse texto não abre brecha para que, no futuro, o gentil governo negue o pagamento do BE baseado nessa lei?
    Só lembrando que na dúvida, o judiciário é sempre pró-governo.

    Esse parágrafo já existe na Lei original, a 12.618/2012. É o parágrafo 8o do artigo 2o, o mesmo que trata do benefício especial. Pelo que entendi, a intenção do parágrafo é deixar claro que a única "compensação" será o benefício especial, não podendo o servidor pleitear qualquer outra contrapartida do órgão de origem, ou (lembrando que o BE será "pago" pelo RPPS, e não pelo órgão de origem, diretamente). Acho que é o entendimento mais lógico.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Qua 02 Maio 2018, 10:27 pm

    AndreMPF escreveu:

    Será que tem como vc dizer os casos em que vale a pena o servidor migrar? digo isso pq vc disse que talvez pra maioria não seja vantajoso.

    André, como eu tenho dito, a migração envolve vários fatores, muitos dos quais de caráter personalíssimo e de foro íntimo, dificultando o estabelecimento de "fórmulas prontas", de que neste ou naquele caso seja vantajoso ou não. Mas, correndo o risco de incorrer em alguma generalização indevida, vou apontar alguns fatores que considero serem indicativo de tendência a ser a migração a opção mais vantajosa:

    a) salário próximo do teto do RGPS: considerando o cenário fiscal atual, e a PEC do teto de gastos, a tendência é que os reajustes sejam mais difíceis, e em menor índice, talvez perdendo para a inflação. Já os vencimentos do RGPS tendem a ser reajustados pelo índice de inflação, no mínimo (reajuste de aposentadoria é popular, reajuste de servidor é impopular). Então, para quem hoje recebe próximo ao teto, ou cuja média salarial fique próxima ao teto (por exemplo, por longos períodos em cargos menos remunerados) corre o risco de contribuir acima do teto por boa parte de sua vida ativa, e ter direito "apenas" ao teto quando se aposentar. Com a migração,o servidor terá uma média menor (já que os períodos de contribuição acima do teto não serão mais computados), mas garante um complemento (o Benefício Especial). Se investir a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto (no Funpresp ou outro investimento), pode ter uma aposentadoria mais alta (considerando esse cenário que apontei, de valorização dos salários abaixo dos reajustes do RGPS).

    b) muito tempo até a aposentadoria: aqui entram dois fatores: quanto mais tempo até a aposentadoria, mais tempo para se compor saldo em investimentos (próprios, Funpresp ou outra previdência complementar). Além disso, maior a tendência de que se sujeite a novas reformas previdenciárias, que restrinjam direitos (redução de valores, mudanças na metodologia de cálculo etc) ou - mais provável - aumentem o tempo de contribuição ou idade para aposentadoria (um e outro têm o mesmo efeito de forçar uma aposentadoria tardia). 5 ou 10 anos de serviço a mais, no regime comum, não lhe trarão qualquer benefício (talvez, no máximo, impeçam que sua aposentadoria seja ainda mais reduzida, caso a regra seja algo como o fator previdenciário ou aquela proposta na reforma da previdência). Se utilizada a diferença do teto para investimentos, por outro lado, 5 anos a mais de trabalho significam 5 anos a mais de acúmulo de riqueza, e juros sobre juros. Por isso sempre aponto que não adianta migrar por migrar, a pessoa deve ter uma política de investimentos, aposentadoria complementar ou algo do tipo, pra garantir que a migração seja de fato vantajosa.

    c) perspectiva, ou possibilidade, de mudança drástica de carreira: por exemplo, passar a trabalhar na iniciativa privada, ou prestar novos concursos em âmbito estadual (magistratura, MP, delegados, área fiscal etc). No caso de partir paraa iniciativa privada, como assalariado ou empreendedor, é óbvio que se perde o "direito adquirido" à paridade ou integralidade. Mesmo se permanecer no serviço público, mas mudar para o nível estadual, a tendência é que se perca. Vários Estados já não permitem aposentadoria integral, e os que permitem negam a manutenção do regime na via administrativa, necessitando o servidor recorrer à loteria judicial.

    d) casais de servidores: aqui a migração de pelo menos um tende a ser uma opção mais segura. Na proposta de reforma havia uma previsão de extinção, ou limitação, do acúmulo de aposentadoria e pensão. Isso tende a voltar em futuras reformas: é um ponto que causa menor polêmica, e tem possibilidade de gerar boa economia para os cofres públicos. Também neste caso, a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto, poderia ser usada para garantir uma herança razoável, e se proteger do risco de perder a pensão, ou tê-la reduzida, por já estar recebendo aposentadoria.

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Qui 03 Maio 2018, 1:39 am

    androsvilazza escreveu:
    AndreMPF escreveu:

    Será que tem como vc dizer os casos em que vale a pena o servidor migrar? digo isso pq vc disse que talvez pra maioria não seja vantajoso.

    André, como eu tenho dito, a migração envolve vários fatores, muitos dos quais de caráter personalíssimo e de foro íntimo, dificultando o estabelecimento de "fórmulas prontas", de que neste ou naquele caso seja vantajoso ou não. Mas, correndo o risco de incorrer em alguma generalização indevida, vou apontar alguns fatores que considero serem indicativo de tendência a ser a migração a opção mais vantajosa:

    a) salário próximo do teto do RGPS: considerando o cenário fiscal atual, e a PEC do teto de gastos, a tendência é que os reajustes sejam mais difíceis, e em menor índice, talvez perdendo para a inflação. Já os vencimentos do RGPS tendem a ser reajustados pelo índice de inflação, no mínimo (reajuste de aposentadoria é popular, reajuste de servidor é impopular). Então, para quem hoje recebe próximo ao teto, ou cuja média salarial fique próxima ao teto (por exemplo, por longos períodos em cargos menos remunerados) corre o risco de contribuir acima do teto por boa parte  de sua vida ativa, e ter direito "apenas" ao teto quando se aposentar. Com a migração,o servidor terá uma média menor (já que os períodos de contribuição acima do teto não serão mais computados), mas garante um complemento (o Benefício Especial). Se investir a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto (no Funpresp ou outro investimento), pode ter uma aposentadoria mais alta (considerando esse cenário que apontei, de valorização dos salários abaixo dos reajustes do RGPS).

    b) muito tempo até a aposentadoria: aqui entram dois fatores: quanto mais tempo até a aposentadoria, mais tempo para se compor saldo em investimentos (próprios, Funpresp ou outra previdência complementar). Além disso, maior a tendência de que se sujeite a novas reformas previdenciárias, que restrinjam direitos (redução de valores, mudanças na metodologia de cálculo etc) ou - mais provável - aumentem o tempo de contribuição ou idade para aposentadoria (um e outro têm o mesmo efeito de forçar uma aposentadoria tardia). 5 ou 10 anos de serviço a mais, no regime comum, não lhe trarão qualquer benefício (talvez, no máximo, impeçam que sua aposentadoria seja ainda mais reduzida, caso a regra seja algo como o fator previdenciário ou aquela proposta na reforma da previdência). Se utilizada a diferença do teto para investimentos, por outro lado, 5 anos a mais de trabalho significam 5 anos a mais de acúmulo de riqueza, e juros sobre juros. Por isso sempre aponto que não adianta migrar por migrar, a pessoa deve ter uma política de investimentos, aposentadoria complementar ou algo do tipo, pra garantir que a migração seja de fato vantajosa.

    c) perspectiva, ou possibilidade, de mudança drástica de carreira: por exemplo, passar a trabalhar na iniciativa privada, ou prestar novos concursos em âmbito estadual (magistratura, MP, delegados, área fiscal etc). No caso de partir paraa iniciativa privada, como assalariado ou empreendedor, é óbvio que se perde o "direito adquirido" à paridade ou integralidade. Mesmo se permanecer no serviço público, mas mudar para o nível estadual, a tendência é que se perca. Vários Estados já não permitem aposentadoria integral, e os que permitem negam a manutenção do regime na via administrativa, necessitando o servidor recorrer à loteria judicial.

    d) casais de servidores: aqui a migração de pelo menos um tende a ser uma opção mais segura. Na proposta de reforma havia uma previsão de extinção, ou limitação, do acúmulo de aposentadoria e pensão. Isso tende a voltar em futuras reformas: é um ponto que causa menor polêmica, e tem possibilidade de gerar boa economia para os cofres públicos. Também neste caso, a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto, poderia ser usada para garantir uma herança razoável, e se proteger do risco de perder a pensão, ou tê-la reduzida, por já estar recebendo aposentadoria.


    Outros pontos importantes:

    Tributação: aquilo que você ganha acima do teto do INSS paga PSS e imposto de renda de 27,5%, com tendência de alta (já se fala em alíquota de PSS de 14 a 20%, e de IRRF a 35%), ao passo que nos fundos previdenciários, a tendência é de manutenção, ou mesmo, redução (só para lembrar, o Brasil precisa de investimentos de longo prazo e nossa capacidade de poupança é baixíssima). Enfim, a tendência clara é que a tributação sobre proventos oriundos de fundos sejam menos severos que os do regime de partilha.

    Índices de reajuste: há três cenários bem claros, nos quais quem está na paridade pode ficar no zero por longos anos a ter reajustes reais, bem acima da inflação; a média remuneratória é rigorosamente baseada no INPC; a previdência complementar tem um misto INPC (teto) e uma parcela variável que pode, inclusive, ficar nominalmente negativa, embora tenda a ganhos reais.
    Neste sentido, tão ou mais importante que saber apostar o valor inicial do benefício, é entender como ele vai se comportar ao longo do tempo.
    Obs: importante lembrar que nesta conta deve entrar, para quem possui, as incorporações, que estão congeladas e hoje são significativamente menos importantes do que eram há algum tempo. Estas verbas, no Funpresp/média, voltam a ter algum tipo de correção, deixando de perder poder de compra ao longo do tempo.

    Tempo de serviço: aí pode valer a pena nos "extremos": seja para quem está próximo dos 30/35 anos de serviço, ou para quem tem muito pouco tempo. Este porque, teoricamente, conseguirá maiores ganhos via capitalização de juros; aqueles porque podem ter um benefício especial relativamente mais alto. Também pode ser interessante para quem pensa em não se aposentar tão cedo, o mais próximo possível da "expulsória", cenário em que haverá maior acumulação de recursos e menor prazo para gastá-los.

    "Independência": poder acompanhar o extrato, ter uma regra "relativamente" previsível. As maiores alterações que poderão afetar uma previdência de capitalização seriam aquelas relativas à cota de patrocínio e tributação. Um planejamento cauteloso e conservador pode resultar nalgo com alguma previsibilidade. No regime de partilha, isto é impossível. Em tese, uma reforma previdenciária que diga que a partir de amanhã, qualquer aposentadoria será de um salário mínimo é algo possível. Embora seja um exagero, demonstra quão graves podem ser as intervenções nos regimes compulsórios, de forma que aqueles que são "opcionais" (seja via funpresp, previdência privada ou outras formas de investimento de longo prazo) são uma verdadeira necessidade para alguma tranquilidade sobre o futuro.


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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por AndreMPF em Qui 03 Maio 2018, 4:08 pm

    josebarbos escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    AndreMPF escreveu:

    Será que tem como vc dizer os casos em que vale a pena o servidor migrar? digo isso pq vc disse que talvez pra maioria não seja vantajoso.

    André, como eu tenho dito, a migração envolve vários fatores, muitos dos quais de caráter personalíssimo e de foro íntimo, dificultando o estabelecimento de "fórmulas prontas", de que neste ou naquele caso seja vantajoso ou não. Mas, correndo o risco de incorrer em alguma generalização indevida, vou apontar alguns fatores que considero serem indicativo de tendência a ser a migração a opção mais vantajosa:

    a) salário próximo do teto do RGPS: considerando o cenário fiscal atual, e a PEC do teto de gastos, a tendência é que os reajustes sejam mais difíceis, e em menor índice, talvez perdendo para a inflação. Já os vencimentos do RGPS tendem a ser reajustados pelo índice de inflação, no mínimo (reajuste de aposentadoria é popular, reajuste de servidor é impopular). Então, para quem hoje recebe próximo ao teto, ou cuja média salarial fique próxima ao teto (por exemplo, por longos períodos em cargos menos remunerados) corre o risco de contribuir acima do teto por boa parte  de sua vida ativa, e ter direito "apenas" ao teto quando se aposentar. Com a migração,o servidor terá uma média menor (já que os períodos de contribuição acima do teto não serão mais computados), mas garante um complemento (o Benefício Especial). Se investir a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto (no Funpresp ou outro investimento), pode ter uma aposentadoria mais alta (considerando esse cenário que apontei, de valorização dos salários abaixo dos reajustes do RGPS).

    b) muito tempo até a aposentadoria: aqui entram dois fatores: quanto mais tempo até a aposentadoria, mais tempo para se compor saldo em investimentos (próprios, Funpresp ou outra previdência complementar). Além disso, maior a tendência de que se sujeite a novas reformas previdenciárias, que restrinjam direitos (redução de valores, mudanças na metodologia de cálculo etc) ou - mais provável - aumentem o tempo de contribuição ou idade para aposentadoria (um e outro têm o mesmo efeito de forçar uma aposentadoria tardia). 5 ou 10 anos de serviço a mais, no regime comum, não lhe trarão qualquer benefício (talvez, no máximo, impeçam que sua aposentadoria seja ainda mais reduzida, caso a regra seja algo como o fator previdenciário ou aquela proposta na reforma da previdência). Se utilizada a diferença do teto para investimentos, por outro lado, 5 anos a mais de trabalho significam 5 anos a mais de acúmulo de riqueza, e juros sobre juros. Por isso sempre aponto que não adianta migrar por migrar, a pessoa deve ter uma política de investimentos, aposentadoria complementar ou algo do tipo, pra garantir que a migração seja de fato vantajosa.

    c) perspectiva, ou possibilidade, de mudança drástica de carreira: por exemplo, passar a trabalhar na iniciativa privada, ou prestar novos concursos em âmbito estadual (magistratura, MP, delegados, área fiscal etc). No caso de partir paraa iniciativa privada, como assalariado ou empreendedor, é óbvio que se perde o "direito adquirido" à paridade ou integralidade. Mesmo se permanecer no serviço público, mas mudar para o nível estadual, a tendência é que se perca. Vários Estados já não permitem aposentadoria integral, e os que permitem negam a manutenção do regime na via administrativa, necessitando o servidor recorrer à loteria judicial.

    d) casais de servidores: aqui a migração de pelo menos um tende a ser uma opção mais segura. Na proposta de reforma havia uma previsão de extinção, ou limitação, do acúmulo de aposentadoria e pensão. Isso tende a voltar em futuras reformas: é um ponto que causa menor polêmica, e tem possibilidade de gerar boa economia para os cofres públicos. Também neste caso, a diferença entre o desconto atual para o RPPS, e o desconto limitado ao teto, poderia ser usada para garantir uma herança razoável, e se proteger do risco de perder a pensão, ou tê-la reduzida, por já estar recebendo aposentadoria.


    Outros pontos importantes:

    Tributação: aquilo que você ganha acima do teto do INSS paga PSS e imposto de renda de 27,5%, com tendência de alta (já se fala em alíquota de PSS de 14 a 20%, e de IRRF a 35%), ao passo que nos fundos previdenciários, a tendência é de manutenção, ou mesmo, redução (só para lembrar, o Brasil precisa de investimentos de longo prazo e nossa capacidade de poupança é baixíssima). Enfim, a tendência clara é que a tributação sobre proventos oriundos de fundos sejam menos severos que os do regime de partilha.

    Índices de reajuste: há três cenários bem claros, nos quais quem está na paridade pode ficar no zero por longos anos a ter reajustes reais, bem acima da inflação; a média remuneratória é rigorosamente baseada no INPC; a previdência complementar tem um misto INPC (teto) e uma parcela variável que pode, inclusive, ficar nominalmente negativa, embora tenda a ganhos reais.
    Neste sentido, tão ou mais importante que saber apostar o valor inicial do benefício, é entender como ele vai se comportar ao longo do tempo.
    Obs: importante lembrar que nesta conta deve entrar, para quem possui, as incorporações, que estão congeladas e hoje são significativamente menos importantes do que eram há algum tempo. Estas verbas, no Funpresp/média, voltam a ter algum tipo de correção, deixando de perder poder de compra ao longo do tempo.

    Tempo de serviço: aí pode valer a pena nos "extremos": seja para quem está próximo dos 30/35 anos de serviço, ou para quem tem muito pouco tempo. Este porque, teoricamente, conseguirá maiores ganhos via capitalização de juros; aqueles porque podem ter um benefício especial relativamente mais alto. Também pode ser interessante para quem pensa em não se aposentar tão cedo,  o mais próximo possível da "expulsória", cenário em que haverá maior acumulação de recursos e menor prazo para gastá-los.

    "Independência": poder acompanhar o extrato, ter uma regra "relativamente" previsível. As maiores alterações que poderão afetar uma previdência de capitalização seriam aquelas relativas à cota de patrocínio e tributação. Um planejamento cauteloso e conservador pode resultar nalgo com alguma previsibilidade. No regime de partilha, isto é impossível. Em tese, uma reforma previdenciária que diga que a partir de amanhã, qualquer aposentadoria será de um salário mínimo é algo possível. Embora seja um exagero, demonstra quão graves podem ser as intervenções nos regimes compulsórios, de forma que aqueles que são "opcionais" (seja via funpresp, previdência privada ou outras formas de investimento de longo prazo) são uma verdadeira necessidade para alguma  tranquilidade sobre o futuro.



    Isso está pesando muito, e acredito que vou migrar por isso.
    Tenho a impressão que vou pagar contribuição pra bancar a festa dos outros (antigões incorporados), e quando chegar na minha hora, depois de trabalhar mais, pagar mais, não vou ter direito a nada.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por pernalonga em Qui 03 Maio 2018, 4:37 pm

    PLS 395/2017 AUMENTA para 22% alíquota suplementar dos servidores tramita no Senado

    Há um Projeto de Lei do Senado 395/2017, de autoria do senador Garibaldi Alves Filho (MDB/RN), que dispõe sobre a compensação financeira entre os Regimes Próprios de Previdência de Servidores (RPPS) titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e dá outras providências que, sob o argumento de compensação financeira, impacta gravemente os servidores públicos ao aumentar para até 22% a alíquota suplementar no caso de déficit comprovado dos RPPS. O texto, que tem a relatoria do senador Valdir Raupp (MDB/RO), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), é uma verdadeira arapuca e atingirá os servidores da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    Em seu artigo 3º, do Substitutivo proposto pelo senador Valdir Raupp, propõe-se alterar vários artigos da Lei 9.717 (Lei geral dos RPPS), prevendo alíquotas suplementares dos entes e todo o conjunto de segurados – ativos, inativos e pensionistas – do respectivo regime próprio, destinadas à cobertura do déficit financeiro e atuarial.

    Sem discutir amplamente ou ouvir as áreas diretamente afetadas pelas alterações do projeto, o PLS 395/17 avança rapidamente e já tramita em comissões terminativas. A matéria está pronta para ser votada na CAS e, depois, será encaminhada para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde caberá a última decisão.

    Fonte: Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip)

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por euvoltei em Qui 03 Maio 2018, 4:51 pm

    pernalonga escreveu:PLS 395/2017 AUMENTA para 22% alíquota suplementar dos servidores tramita no Senado

    Há um Projeto de Lei do Senado 395/2017, de autoria do senador Garibaldi Alves Filho (MDB/RN), que dispõe sobre a compensação financeira entre os Regimes Próprios de Previdência de Servidores (RPPS) titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e dá outras providências que, sob o argumento de compensação financeira, impacta gravemente os servidores públicos ao aumentar para até 22% a alíquota suplementar no caso de déficit comprovado dos RPPS. O texto, que tem a relatoria do senador Valdir Raupp (MDB/RO), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), é uma verdadeira arapuca e atingirá os servidores da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    Em seu artigo 3º, do Substitutivo proposto pelo senador Valdir Raupp, propõe-se alterar vários artigos da Lei 9.717 (Lei geral dos RPPS), prevendo alíquotas suplementares dos entes e todo o conjunto de segurados – ativos, inativos e pensionistas – do respectivo regime próprio, destinadas à cobertura do déficit financeiro e atuarial.

    Sem discutir amplamente ou ouvir as áreas diretamente afetadas pelas alterações do projeto, o PLS 395/17 avança rapidamente e já tramita em comissões terminativas. A matéria está pronta para ser votada na CAS e, depois, será encaminhada para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde caberá a última decisão.

    Fonte: Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip)

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    Isso será realidade... (não se exatamente nesses termos e percentuais)

    Pode até demorar mais de 6 meses para isso sair sim... mas certamente não vai demorar mais de 6 anos...

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Lord Sith em Qui 03 Maio 2018, 4:53 pm

    Se nem os 14% conseguiram, vão conseguir 22%.

    pernalonga escreveu:PLS 395/2017 AUMENTA para 22% alíquota suplementar dos servidores tramita no Senado

    Há um Projeto de Lei do Senado 395/2017, de autoria do senador Garibaldi Alves Filho (MDB/RN), que dispõe sobre a compensação financeira entre os Regimes Próprios de Previdência de Servidores (RPPS) titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e dá outras providências que, sob o argumento de compensação financeira, impacta gravemente os servidores públicos ao aumentar para até 22% a alíquota suplementar no caso de déficit comprovado dos RPPS. O texto, que tem a relatoria do senador Valdir Raupp (MDB/RO), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), é uma verdadeira arapuca e atingirá os servidores da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    Em seu artigo 3º, do Substitutivo proposto pelo senador Valdir Raupp, propõe-se alterar vários artigos da Lei 9.717 (Lei geral dos RPPS), prevendo alíquotas suplementares dos entes e todo o conjunto de segurados – ativos, inativos e pensionistas – do respectivo regime próprio, destinadas à cobertura do déficit financeiro e atuarial.

    Sem discutir amplamente ou ouvir as áreas diretamente afetadas pelas alterações do projeto, o PLS 395/17 avança rapidamente e já tramita em comissões terminativas. A matéria está pronta para ser votada na CAS e, depois, será encaminhada para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde caberá a última decisão.

    Fonte: Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip)

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