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    FUNPRESP

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por Protocol em Qui 08 Nov 2018, 12:42 pm

    pernalonga escreveu:
    josebarbos escreveu:
    pernalonga escreveu:Sobre o Bolsonaro, a realidade vai se impor sobre boa parte de seus delírios

    O que classifica como "delírios"?
    É fato que um dos grandes males do país, e oculto atrás da cortina da corrupção é o corporativismo.

    Se ele pelo menos conscientizar sobre isto, fazendo o povo saber o que existe, já fará um bem enorme ao país.

    Vou citar só um exemplo, que estão debatendo aqui inclusive: lendo o noticiário político sobre a tal proposta de IR do Paulo Guedes (não há outras fontes, antes que comecem a chiar com "não é isso que ele vai fazer..."), vai representar queda estimada em 60 e tantos bilhões de reais na arrecadação federal, em plena crise fiscal. Ou seja, não será feito.
    A realidade vai se impor ao delírio, que foi ótimo pra captar votos, mas é basicamente inexequível.

    Obs: a proposta do Haddad tb representaria uma baita queda de arrecadação (30 e tantos bilhões), mas aparentemente seria menor do que a do Bolsonaro.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    A do Bolsonaro (Paulo Guedes) envolve a criação de outras bases de receita para compensar a perda de arrecadação com IR, como o tal imposto sobre operações financeiras (difícil de sonegar) e tributação dos lucros e dividendos.

    A proposta do Haddad era criar alíquotas adicionais para as maiores rendas e também tributar lucros e dividendos, ou seja, tentar extrair dinheiro de quem mais sonega.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por pernalonga em Qui 08 Nov 2018, 1:32 pm

    Protocol escreveu:
    pernalonga escreveu:
    josebarbos escreveu:
    pernalonga escreveu:Sobre o Bolsonaro, a realidade vai se impor sobre boa parte de seus delírios

    O que classifica como "delírios"?
    É fato que um dos grandes males do país, e oculto atrás da cortina da corrupção é o corporativismo.

    Se ele pelo menos conscientizar sobre isto, fazendo o povo saber o que existe, já fará um bem enorme ao país.

    Vou citar só um exemplo, que estão debatendo aqui inclusive: lendo o noticiário político sobre a tal proposta de IR do Paulo Guedes (não há outras fontes, antes que comecem a chiar com "não é isso que ele vai fazer..."), vai representar queda estimada em 60 e tantos bilhões de reais na arrecadação federal, em plena crise fiscal. Ou seja, não será feito.
    A realidade vai se impor ao delírio, que foi ótimo pra captar votos, mas é basicamente inexequível.

    Obs: a proposta do Haddad tb representaria uma baita queda de arrecadação (30 e tantos bilhões), mas aparentemente seria menor do que a do Bolsonaro.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    A do Bolsonaro (Paulo Guedes) envolve a criação de outras bases de receita para compensar a perda de arrecadação com IR, como o tal imposto sobre operações financeiras (difícil de sonegar) e tributação dos lucros e dividendos.

    A proposta do Haddad era criar alíquotas adicionais para as maiores rendas e também tributar lucros e dividendos, ou seja, tentar extrair dinheiro de quem mais sonega.

    Pois é, esses senãos todos pras propostas serem efetivas (compensar as perda de arrecadação), a mim parece que vai ser bem dificil de rolar. CPMF e afins o congresso tem alergia pra encaminhar, tributação de lucros e dividendos é promessa desde a constituinte...


    Última edição por pernalonga em Qui 08 Nov 2018, 3:32 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por MConcursos em Qui 08 Nov 2018, 3:31 pm

    Essa data final para migracao de regime, se nao me engano, 03/02 do próximo ano, diz respeito a quem quer sair do rpps e entrar na funpresp com patrocínio da uniào correto? Quanto ao benefício especial, a qualquer tempo que se saia do rpps ter-se-a direito a ele?
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Qui 08 Nov 2018, 8:53 pm

    pernalonga escreveu:
    josebarbos escreveu:
    pernalonga escreveu:Sobre o Bolsonaro, a realidade vai se impor sobre boa parte de seus delírios

    O que classifica como "delírios"?
    É fato que um dos grandes males do país, e oculto atrás da cortina da corrupção é o corporativismo.

    Se ele pelo menos conscientizar sobre isto, fazendo o povo saber o que existe, já fará um bem enorme ao país.

    Vou citar só um exemplo, que estão debatendo aqui inclusive: lendo o noticiário político sobre a tal proposta de IR do Paulo Guedes (não há outras fontes, antes que comecem a chiar com "não é isso que ele vai fazer..."), vai representar queda estimada em 60 e tantos bilhões de reais na arrecadação federal, em plena crise fiscal. Ou seja, não será feito.
    A realidade vai se impor ao delírio, que foi ótimo pra captar votos, mas é basicamente inexequível.

    Obs: a proposta do Haddad tb representaria uma baita queda de arrecadação (30 e tantos bilhões), mas aparentemente seria menor do que a do Bolsonaro.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Tá, para mim existe uma diferença clara entre delírio e ousadia.
    Vou citar aqui dados de arrecadação entre 2013 e 2017, extraídos do site da Receita Federal:
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    O imposto de renda é a principal fonte de arrecadação da União. Mas ele se divide em inúmeras categorias, das quais aquelas diretamente relacionadas ao trabalho são o IR Pessoa Física e o IRRF Rendimentos do Trabalho (bem conhecido dos nossos contracheques, por sinal). Obviamente, varia de ano a ano, mas estes dois representam em torno de 1/3 de todo o IR.

    (bilhões)201220132014201520162017
    IR “Trabalhador”99,4105,3114,8121,6130,2143,4
    IR “PJ”108,8126,1121,1113,4140,4120,2
    Arrecadação Total264,1292,8304,4322,1364,4356,7
    Percentual Trabalhador37,64%35,96%37,71%37,75%35,73%40,20%
    Percentual PJ41,20%43,07%39,78%35,21%38,53%33,70%

    Conclusões:
    O IPCA ao longo do período foi de 30%. Apesar da crise, a arrecadação do "IR Trabalhador" subiu acima da inflação, o que é um contrassenso, mas resulta de um acúmulo de dois fatores: alta inflação e a quase inexistente atualização da tabela, que foi corrigida em 2014 e 2015 em 5% cada, resultando em 11%, fazendo com que muitos que não eram contribuintes passassem a ser, ao passo que os que já eram passaram a pagar muito mais (inclusive migrando de faixa).
    Por outro lado, o IR PJ vem se mantendo nominalmente estável (à exceção de 2016), e caindo em termos reais e de participação. Em se considerando o pico, alcançado em 2014 (quando "tudo ia bem" na nossa economia), e simplesmente atualizá-lo pela inflação (que, como já descrito, seria inferior ao ônus transferido aos trabalhadores), os últimos quatro anos significaram uma perda de pelo menos 27 bilhões de reais. Apenas em IR PJ, apenas numa conta muito simples, apenas considerando a inflação.

    Aquele índice em que o governo tem maior controle é justamente o "IR trabalhador". E até por isto, ele nunca é o que entra nas discussões. Você não vê o jornal reclamando da perda de arrecadação pelas decisões erradas e pelo arrefecimento da economia. Não se calcula o preço de que erros crassos têm. Jogam-se sempre todos os casos no mesmo saco.

    27 bilhões.
    Proponha um sacrifício aos ministros do STF para que não se dê o reajuste agora, mas lembrando que o líquido vai melhorar, graças à nova tabela do IR. São mais 6 bilhões na conta. Os magistrados levam, de imediato, quase 2.000 reais de aumento, e boa parte da classe média da população tem um gatilho financeiro extraordinário.

    A implementação não precisa, necessariamente, ser imediata. Podemos falar em isenção de 2,5 salários mínimos e alíquota de 26% em 2019, subindo a isenção e reduzindo as alíquotas até plena implementação em 2022.

    60 bilhões é metade do nosso déficit atual, provavelmente é menos do que crescerá o déficit da previdência nos próximos quatro anos. Uma onda de crescimento e otimismo traria um expressivo aumento das outras variáveis de IR e tributos em geral, além de compensações previstas pela própria equipe econômica.

    Já tentamos o caminho de aumentar impostos e tributar mais pesadamente os trabalhadores, resultando apenas em mais sonegação e retração econômica. Está na hora de inverter o ponto de vista.

    Claro que é viável. Ideias malucas ou delírios é baixar energia na caneta. Veja no que isto resultou.

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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Qui 08 Nov 2018, 9:06 pm

    pernalonga escreveu:[
    Pois é, esses senãos todos pras propostas serem efetivas (compensar as perda de arrecadação), a mim parece que vai ser bem dificil de rolar. CPMF e afins o congresso tem alergia pra encaminhar, tributação de lucros e dividendos é promessa desde a constituinte...
    Lucros e dividendos eram tributados em 15% até 1995. A partir de 1996, graças à Lei n. 9.249/95, passou a se tributar apenas o lucro, mas em 34% (uma alíquota bastante elevada), que visava simplificar a fiscalização e inibir a sonegação, posto que o volume de uma PJ é consideravelmente maior.

    Voltar a tributar dividendos pode ter um impacto gigantesco na bolsa e contraria o conceito de bitributação. No longo prazo, desincentiva processos de abertura de capital e penaliza muito mais o grande do que o pequeno investidor.

    Uma alternativa muito mais eficiente seria acabar com as brechas que hoje existem para se chegar à base de cálculo, e que tornam as alíquotas efetivas bem mais baixas do que aquelas almejadas. Além disto, muito provavelmente, de alguma forma haveria pressão para redução da alíquota das pessoas jurídicas, até mesmo para não caracterizar um confisco.

    O Brasil não precisa de mais tributo, e sim de menos, de maneira mais clara, transparente e estável. E gastar bem aquilo que arrecada.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Qui 08 Nov 2018, 9:09 pm

    MConcursos escreveu:Essa data final para migracao de regime, se nao me engano, 03/02 do próximo ano, diz respeito a quem quer sair do rpps e entrar na funpresp com patrocínio da uniào correto? Quanto ao benefício especial, a qualquer tempo que se saia do rpps ter-se-a direito a ele?

    É o "contrário".

    O prazo de 03/02 é para você migrar da forma de regime: da integralidade/integralidade e paridade para o limitado ao teto. Para todos os efeitos, você ainda continua no RPPS, só se alteram os limites.

    A adesão ao funpresp pode ocorrer a qualquer tempo. E, em você estando no regime de contribuir até o teto e ter uma remuneração de participação acima dele, a receberá.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por pernalonga em Sex 09 Nov 2018, 11:44 am

    josebarbos escreveu:
    pernalonga escreveu:[
    Pois é, esses senãos todos pras propostas serem efetivas (compensar as perda de arrecadação), a mim parece que vai ser bem dificil de rolar. CPMF e afins o congresso tem alergia pra encaminhar, tributação de lucros e dividendos é promessa desde a constituinte...
    Lucros e dividendos eram tributados em 15% até 1995. A partir de 1996, graças à Lei n. 9.249/95, passou a se tributar apenas o lucro, mas em 34% (uma alíquota bastante elevada), que visava simplificar a fiscalização e inibir a sonegação, posto que o volume de uma PJ é consideravelmente maior.

    Voltar a tributar dividendos pode ter um impacto gigantesco na bolsa e contraria o conceito de bitributação. No longo prazo, desincentiva processos de abertura de capital e penaliza muito mais o grande do que o pequeno investidor.

    Uma alternativa muito mais eficiente seria acabar com as brechas que hoje existem para se chegar à base de cálculo, e que tornam as alíquotas efetivas bem mais baixas do que aquelas almejadas. Além disto, muito provavelmente, de alguma forma haveria pressão para redução da alíquota das pessoas jurídicas, até mesmo para não caracterizar um confisco.

    O Brasil não precisa de mais tributo, e sim de menos, de maneira mais clara, transparente e estável. E gastar bem aquilo que arrecada.

    Tem razão, confundi imposto sobre grandes fortunas (esse sim promessa desde a constituinte) com a tributação dos lucros e dividendos
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por ptralhasnopoder em Qua 14 Nov 2018, 1:18 pm

    Amigos resolvi migrar.

    Alguém pode me dizer sobre quais parcelas incide o desconto além do vencimento básico.
    GAJ? auxílios? Função? treinamento?

    Com relação aos descontos para dependentes do IR, terei desconto no IR pagando o FUNPRESP?
    Qual o melhor regime de tributação, o progressivo ou regressivo?
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por PCS-TRE em Qua 14 Nov 2018, 1:25 pm

    pernalonga escreveu:
    josebarbos escreveu:
    pernalonga escreveu:[
    Pois é, esses senãos todos pras propostas serem efetivas (compensar as perda de arrecadação), a mim parece que vai ser bem dificil de rolar. CPMF e afins o congresso tem alergia pra encaminhar, tributação de lucros e dividendos é promessa desde a constituinte...
    Lucros e dividendos eram tributados em 15% até 1995. A partir de 1996, graças à Lei n. 9.249/95, passou a se tributar apenas o lucro, mas em 34% (uma alíquota bastante elevada), que visava simplificar a fiscalização e inibir a sonegação, posto que o volume de uma PJ é consideravelmente maior.

    Voltar a tributar dividendos pode ter um impacto gigantesco na bolsa e contraria o conceito de bitributação. No longo prazo, desincentiva processos de abertura de capital e penaliza muito mais o grande do que o pequeno investidor.

    Uma alternativa muito mais eficiente seria acabar com as brechas que hoje existem para se chegar à base de cálculo, e que tornam as alíquotas efetivas bem mais baixas do que aquelas almejadas. Além disto, muito provavelmente, de alguma forma haveria pressão para redução da alíquota das pessoas jurídicas, até mesmo para não caracterizar um confisco.

    O Brasil não precisa de mais tributo, e sim de menos, de maneira mais clara, transparente e estável. E gastar bem aquilo que arrecada.

    Tem razão, confundi imposto sobre grandes fortunas (esse sim promessa desde a constituinte) com a tributação dos lucros e dividendos

    Eu ouvi alguma coisa dizendo que a tributação de lucros e dividendos seria bitributação, pois já é tributada a pessoa jurídica.
    Se for adotada a tributação sobre os dividendos, a pessoa jurídica deixará de ser tributada na parcela que destinar aos dividendos, os quais serão tributados quando o acionista receber.
    No final, daria na mesma.
    Porém, haveria uma vantagem: a parcela dos lucros que não é distribuída, ficaria nos cofres da empresa e teoricamente, seria reaplicada para o crescimento da empresa, gerando mais lucros, mais impostos e mais empregos.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Qua 14 Nov 2018, 1:58 pm

    ptralhasnopoder escreveu:Amigos resolvi migrar.

    Alguém pode me dizer sobre quais parcelas incide o desconto além do vencimento básico.
    GAJ? auxílios? Função? treinamento?

    Com relação aos descontos para dependentes do IR, terei desconto no IR pagando o FUNPRESP?
    Qual o melhor regime de tributação, o progressivo ou regressivo?

    Incide o desconto sobre:

    VB e GAJ, sempre;
    FC e Adicionais de qualificação, caso você tenha optado pelo desconto na hora da opção - tem um campo no formulário em que você escolhe se o desconto vai incidir sobre esses valores ou não (a opção pode ser feita depois, tanto pra incluir quanto para excluir o desconto).

    Não incide sobre auxílios.

    Quanto aos descontos para dependentes, o Funpresp não interfere nesse valor, os descontos continuam valendo. Da mesma forma, o valor destinado ao Funpresp tem de ser excluído da sua base de cálculo para desconto do IRRF mensal. Ou seja, se na soma RPPS + Funpresp você destinar o mesmo valor que antes da migração, o valor de IR descontado mensalmente também deve continuar o mesmo.

    E quanto ao regime de tributação, depende. Mas é 99% de chance de que o regressivo seja melhor.

    Há duas situações em que o progressivo é melhor: 1) caso a renda mensal a receber futuramente seja menor que 2.826 reais (faixa em que a alíquota é de até 7,5%); 2) caso você pretenda resgatar no curtíssimo prazo (antes de 6 anos).

    Acredito que você não se enquadre em nenhuma das duas situações, então o regime regressivo será melhor para você.

    Vale lembrar que a opção pelo regime regressivo é irretratável, então caso você ainda esteja em dúvida, e queira estudar melhor os dois regimes, opte pelo progressivo e se for o caso, futuramente, faça a decisão pelo regime regressivo em caráter definitivo.
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    Re: FUNPRESP

    Mensagem por ptralhasnopoder em Sex 16 Nov 2018, 7:10 am

    androsvilazza escreveu:
    ptralhasnopoder escreveu:Amigos resolvi migrar.

    Alguém pode me dizer sobre quais parcelas incide o desconto além do vencimento básico.
    GAJ? auxílios? Função? treinamento?

    Com relação aos descontos para dependentes do IR, terei desconto no IR pagando o FUNPRESP?
    Qual o melhor regime de tributação, o progressivo ou regressivo?

    Incide o desconto sobre:

    VB e GAJ, sempre;
    FC e Adicionais de qualificação, caso você tenha optado pelo desconto na hora da opção - tem um campo no formulário em que você escolhe se o desconto vai incidir sobre esses valores ou não (a opção pode ser feita depois, tanto pra incluir quanto para excluir o desconto).

    Não incide sobre auxílios.

    Quanto aos descontos para dependentes, o Funpresp não interfere nesse valor, os descontos continuam valendo. Da mesma forma, o valor destinado ao Funpresp tem de ser excluído da sua base de cálculo para desconto do IRRF mensal. Ou seja, se na soma RPPS + Funpresp você destinar o mesmo valor que antes da migração, o valor de IR descontado mensalmente também deve continuar o mesmo.

    E quanto ao regime de tributação, depende. Mas é 99% de chance de que o regressivo seja melhor.

    Há duas situações em que o progressivo é melhor: 1) caso a renda mensal a receber futuramente seja menor que 2.826 reais (faixa em que a alíquota é de até 7,5%); 2) caso você pretenda resgatar no curtíssimo prazo (antes de 6 anos).

    Acredito que você não se enquadre em nenhuma das duas situações, então o regime regressivo será melhor para você.

    Vale lembrar que a opção pelo regime regressivo é irretratável, então caso você ainda esteja em dúvida, e queira estudar melhor os dois regimes, opte pelo progressivo e se for o caso, futuramente, faça a decisão  pelo regime regressivo em caráter definitivo.

    Obrigado colega

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