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    Mensagem por PCS-JA em Qua 18 Nov 2015, 7:35 am


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    Mensagem por PCS-JA em Qua 18 Nov 2015, 7:37 am

    PCS-JA escreveu:
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    _____________--
    usuário:
    Aumento2013 disse:

    "
    Alertei várias vezes que concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto fossem incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste momento, mantido o veto, devemos voltar nossas forças para a inclusão de emendas ao novo PL para melhorá-lo, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ (ou para aumentar o valor do subsídio, conforme item abaixo);
    c) alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmos moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado."
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    Mensagem por alcapone em Qua 18 Nov 2015, 7:43 am

    Minha sugestão é que não haja aumento de impacto orçamentário, portanto sugiro:

    * 100% do aumento sobre a GAJ x GAMPU;

    * Acabar com o artigo das CJ's.

    * Retirar o artigo que incorpora os 13%; [o impacto orçamentário das CJ's seria colocado aqui !!!]

    Vamos cobrar do PCdoB a ideia 'genial' da senhora Jandira Feghali de melhorar o titica, pois se esse partido tivesse ido contra o veto, ele poderia ter sido derrubado!

    Bola pra frente!!!!!!!

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    Mensagem por Solange4 em Qua 18 Nov 2015, 8:17 am

    Se transformar as parcelas semestrais em anuais, sempre em janeiro, não aumenta o impacto.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:18 am

    Já existe o tópico. Por que abriu outro???
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:19 am

    Olha aqui --> [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Mensagem por Solange4 em Qua 18 Nov 2015, 8:20 am

    Lula Molusco escreveu:Já existe o tópico. Por que abriu outro???

    Por causa desse epíteto "os números da vergonha"
    Vergonhoso é o ZERO!
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:24 am

    Solange4 escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Já existe o tópico. Por que abriu outro???

    Por causa desse epíteto "os números da vergonha"
    Vergonhoso é o ZERO!

    Acho bobagem essa questão da nomenclatura, mas já que fere alguns brios, postarei aqui.

    ok

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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:25 am

    Propostas de emendas ao PL 2648:

    a) 14,23%/ 13,23% - Concordo, pois não foi considerado este impacto na apresentação do PL 2648.

    b) Direcionar o impacto da CJ para a AGJ - Concordo apenas no mérito mas o STF não aceitará. Poderá inviabilizar o reajuste de 40% proposto no PL. Mantendo o artigo, fará com que o STF lute para garantir a aprovação do PL. Não concordo com tal emenda.

    c) Aumentar o AQ - Concordo apenas no mérito mas aumenta a despesa. Será vetado por inconstitucionalidade, como foi em 2006. Nada de emendas que aumentem despesas pois é inconstitucional. Não concordo com tal emenda.

    d) Jornada de 6 horas - Não concordo pois o RJU já prevê a jornada de 6 horas diárias. A luta tem que ser em cada tribunal. Sempre que tem PL tramitando com redução de jornada, vem duas tabelas, com redução proporcional do salário.

    e) Advocacia particular - Sou contra. Nada de misturar público com particular.

    f) Concurso mantendo o enquadramento - Sou favorável. O Sisejufe levou esta proposta de enquadramento para o Contec e foi aprovada. É debate para a carreira.

    g) Mudança no modelo remuneratório - Sou contra que seja por emenda pois leva a vício de iniciativa. Tem tópicos temáticos debatendo isso.

    h) Reajuste só na GAJ - Sou contra. Já tivemos o PCS 2012 que levou tudo para a GAJ. Tem que haver um certo equilíbrio entre o VB e outras rubricas.

    i) Data-base - Sou contra que seja por emenda. Isso é tema de RJU. Agora, data-base sem recuperar as perdas inflacionárias pode não ser o ideal, mas posso discutir. Tem outra questão: as VPNI aumentam com a data-base, e muitos são extremamente contra o reajuste de VPNI. É preciso convencer os contrários ao reajuste das VPNI.

    j) Diminuição de níveis - Precisa do aval do STF. Mas depois da lambança do PCS 2012, acho pouco provável o STF topar.

    l) Outros - No aguardo de um caso concreto para emitir opinião.

    Em relação à PEC de vincular, acho que não vai acontecer. Até hoje a PEC 300 não foi votada. Os edis não são representantes dos trabalhadores. Se você vota num empresário, você acha mesmo que ele fará essa vinculação?

    PCS-JA escreveu:
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    Aumento2013 disse:

    "
    Alertei várias vezes que concomitantemente ao trabalho pela derrubada do veto fossem incluídas emendas ao novo PL para melhorá-lo, inclusive com benefícios que não geram impactos orçamentários.
    Neste momento, mantido o veto, devemos voltar nossas forças para a inclusão de emendas ao novo PL para melhorá-lo, como:
    a) exclusão da incorporação dos 13,23% no aumento concedido;
    b) exclusão do aumento das CJ's, direcionando tais recursos para a GAJ (ou para aumentar o valor do subsídio, conforme item abaixo);
    c) alterar o AQ por ações em treinamento nos mesmos moldes do MPU, para ficar de 2,5% para cada 120h, até o máximo de 5%, pois o do PJU é 1% para cada 120h, até o máximo de 3%;
    d) uma jornada de 6 horas (que representa um aumento no valor hora de trabalho);
    e) a possibilidade de advocacia;
    f) a possibilidade de mudar de tribunal, por concurso, respeitando-se o mesmo cargo, com a manutenção da classe/padrão. Assim, um analista do TRT/RJ poderia fazer concurso, p.e., para o TRT/SP, TRE/SP ou JF/SP, e vice versa, ou seja, pra qualquer outro tribunal, via concurso, mantendo a classe/padrão, permitindo que um analista do TRE/MA que está no C13, por exemplo, ao passar para analista do TRE/PA, não vá para o A1, ingressando já no C13;
    g) mudança no sistema remuneratório, para subsídio, para que o aumento em valor nominal seja maior, valorizando a categoria e significando a aposentaria de todos, inclusive daqueles que terão aposentadoria calculada através de média aritmética. Isso reduziria o impacto orçamentário, mesmo porque não adianta parte minoritária se apegar a quintos, considerando a publicação do acórdão do STF no RE 638.115, o qual determinou a cessação da ultra-atividade das incorporações em qualquer hipótese, pelo que a partir da próxima folha de pagamento tais valores não poderão ser mais pagos;
    h) sendo mantido o sistema de remuneração por vencimentos, o ideal é que o valor conseguido seja direcionado exclusivamente para a GAJ, a fim de obter o maior aumento nominal possível;
    i) regulamentação da data-base;
    j) reduzir 2 ou 3 níveis da carreira, enquadrando os servidores no mesmo padrão atual (sem haver regressão funcional), para que os servidores que terão aposentadoria por média aritmética tenham um aumento que possibilite uma aposentadoria melhor. Isso já foi feito na última alteração da carreira.
    l) outros.
    Outra questão que temos que trabalhar: devemos lutar por uma proposta de EC para vincular a remuneração dos servidores do Judiciário aos subsídios dos Ministros do STF, benefício que não poderá ser objeto de veto.
    Acrescento, ainda, que um aumento financeiro baixo não deve ser parcelado. Isso ocorrerá com o Executivo, que está negociando um aumento único ou no máximo em dois anos. Caso seja oferecido um percentual baixo não podemos parcelar, amarrando a categoria por anos. Assim, digamos que para o ano que vem seja previsto 7% e o mesmo percentual para os outros 3 anos. O ideal é que seja pego só o percentual do ano que vem, sem parcelamento. E aí, no ano que vem, ano eleitoral, nós, quem sabe em condições econômicas melhores, brigaríamos por um aumento maior. Temos que sair do ciclo de aumento parcelado. O aumento dos juízes, procuradores e promotores não é parcelado."
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:27 am

    Mensagem por Savissimo em Seg 28 Set 2015, 15:40

    Podem negativar, mas minha opinião (ressaltando que plano é derrubar o veto e para isso estou em greve há mais de 3 meses):

    A questão é bem simples, o CN NÃO pode alterar no sentido de aumentar a despesa, apenas, somente e ninguém mais que o autor do PL pode fazer isso, o STF, e ele não o fará. caso o veto seja mantido (toc, toc, toc) devemos negociar para que se mantenha os ditos 13,0% e que seja dado apenas 1/4 do valor desse PL em 1 ano.

    E ano que vem, tratamos de tentar algo melhor com a Carmen Lucia junto com a data base. Mesmo porque se o veto for mantido, acabou, esqueçam o que se perdeu ao longo dos anos, nunca mais será reposto, por governo algum e em tempo algum.

    A única salvação para a carreira é derrubar o veto, espero que os colegas entendam isso de uma vez por todas...
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:28 am

    Mensagem por Lula Molusco em Seg 28 Set 2015, 18:39

    Savissimo, entendo a questão da seguinte forma. O impacto relativo aos 14,23% (13,23%) não estão sendo considerados no PL. Então, não haverá aumento de despesa. Acho que a VPI tem que ser absorvida mas não da forma proposta, em 8 parcelas a la Casas Bahia.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:29 am

    por Lula Molusco em Seg 28 Set 2015, 18:44

    Savissimo, também acho que podemos negociar a mesma coisa que várias carreiras do Executivo fizeram. Deixar o impacto em dois exercícios fiscais. Divide o PL ti-ti-ca ao meio; somente as 4 primeiras parcelas. Termina em julho de 2017. E no ano que vem a gente negocia com a Carmem e não fica no ZERO em 2017, na hipótese dela não querer negociar.

    Isso não aumentaria a despesa. Mas tem que ter a concordância do STF.

    Você sugere 1 ano. Eu acho melhor garantir um pouco em 2017. Mas são apenas sugestões no intuito de termos (acreditarmos pelo menos) um presidente do STF com mais hombridade em enfrentar o Executivo.

    Mas não sei se a Carmem tem esse perfil. Fiquei surpreso com a Ellen. Quem sabe?
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:31 am

    Mensagem por Savissimo em Sex 09 Out 2015, 14:21

    Lula Molusco escreveu:Savissimo, também acho que podemos negociar a mesma coisa que várias carreiras do Executivo fizeram. Deixar o impacto em dois exercícios fiscais. Divide o PL ti-ti-ca ao meio; somente as 4 primeiras parcelas. Termina em julho de 2017. E no ano que vem a gente negocia com a Carmem e não fica no ZERO em 2017, na hipótese dela não querer negociar.

    Isso não aumentaria a despesa. Mas tem que ter a concordância do STF.

    Você sugere 1 ano. Eu acho melhor garantir um pouco em 2017. Mas são apenas sugestões no intuito de termos (acreditarmos pelo menos) um presidente do STF com mais hombridade em enfrentar o Executivo.

    Mas não sei se a Carmem tem esse perfil. Fiquei surpreso com a Ellen. Quem sabe?

    Ou isso, o problema é, o STF aceita? Se o veto for mantido tenho certeza que a maioria da categoria aceita e vendo mais adiante não perderiamos mais uma rodada de negociação com os demais SPF em 2017.

    Mas sei lá, ainda acredito na derrubada do veto, não me pergunte o pq kkkk
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:33 am

    Mensagem por Lula Molusco Hoje à(s) 08:23

    Não sei se o STF topa. Mas a categoria tem que ter as opções e escolher alguma.

    1) Manter o parcelamento como está, achando que o quadro será catastrófico em 2017.
    2) Deixar de lado as 4 parcelas finais, acompanhando o acordo entre boa parte das carreiras do Executivo de 2 anos, e achando que o quadro será favorável para uma luta em 2017.
    3) Aceitar somente 2 parcelas e tentar a luta no ano que vem.

    A opção 3 acho improvável e inviável. O presidente do STF será o mesmo. Infelizmente, dado o quadro da crise econômica, estou revendo a minha opinião em relação à opção 2 para crer que o menos pior é ter aproximadamente os 40% do PL ti-ti-ca e ficar amarrado até 2019. Infelizmente... Mad  Mad  Mad  Mad  Mad

    Fhighlander escreveu:A grande pergunta agora é: e dá para reforçar esse leite?

    Ficar amarrado até 2019 vai ser complicado.

    Lula Molusco escreveu:Todo mundo sabia que lutar pela derrubada do veto seria um trabalho hercúleo. Ficou comprovado.

    A oposição já sabia que foi usada pelo PMDB como moeda de troca. A dilmandiôca aprendeu a fazer governo de coalizão.

    Concordo que a mobilização atual se fosse realizada em 2010 teria tido o resultado diferente, já que o crescimento do PIB foi enorme. Mas naquela época, havia muitas cizânias na categoria com a questão do modelo remuneratório. Cada época tem a sua própria história. Não adianta chorar pelo leite derramado, com trocadilhos.

    Agora a luta é para não ter o ZERO em 2016. Quem não quiser, que não mova uma palha nem contra e nem a favor do PL ti-ti-ca.

    O plano A era a sanção do PLC 28. O plano B era a derrubada do veto 26. Agora temos o plano C.

    CCPL

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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:36 am

    Mensagem por PCS-JA em Dom 11 Out 2015, 11:35

    Lula Molusco escreveu:
    cmgbtrt9 escreveu:
    Não podemos confundir negociar o Pl titica, com aceitar completamente o Pl, negociar é para transforma em algo aceitável, obvio que 8 parcelas para jul/2019 é terrível, tirando os 13,23 uma vergonha, agora em 3x última jan de 2018 e mantendo os 13, passa a ter uma possibilidade de aceitação. Agora se não for possível melhorar de verdade manda para pqp e voltamos ao veto.

    A grande questão é que o lado de lá não negocia...

    Se fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019.

    Mas a dilmadiôca é intransigente.

    ______________

    Realmente, uma lastima que a Dilma não negocia, pois poderia ter vetado parte do PLC 28 e estaria resolvido.

    Enquanto o tal PL LIXOSO ou Pl Leitinho ou PL Titica tem muitas crueldades:
    a) o prazo de 04 anos é muitooo longo - o máximo seria 02 ou 03 anos;
    b) o índice de reajuste - concordo o Molusco somente poderia ser negociado se fosse:
    1) fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019;
    2) Uma parcela única de 25% igual ao CJS em janeiro de 2016 e depois entrariamos em nova negociação;
    c) Por óbvio que não pode ser incorporado os 13,23% - é inconstitucional e ilegal salário negativo e são parcelas de natureza salarial distinta.

    Enfim, o PL Lixoso é muitooo ruim, pelo prazo, índices e redução dos 13,23%.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:37 am

    Mensagem por Lula Molusco em Dom 11 Out 2015, 20:27

    A grande questão é: quem são os negociadores?

    1) Dilmandiôca não quer saber da gente.
    2) Papito levandolero já disse que o leitinho está no PL ti-ti-ca.
    3) O edis no CN nos usam como moeda para galgar mais poder.

    Com a crise, vários edis não querem derrubar o veto.

    Estamos lascados.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:42 am

    Mensagem por Lula Molusco em Qui 03 Set 2015, 22:13

    O PLC não reajusta 78%. O PL ti-ti-ca não reajusta 41%. Leiam o memorial e o complemento feitos pelo Sisejufe-RJ, distribuídos na semana passada e nesta semana.

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    O cálculo tem que levar em consideração a perda da VPI. E se considerar a perda das ações de 14,23% (13,23%), neste caso, o percentual é ainda menor.


    Cargo (Nível)

    PLC (*)

    PL Rebaixado (**)

    PL Rebaixado (***)

    Analista (C13)

    56,2%

    40,4%

    34,3%

    Analista (C12)

    55,6%

    40,4%

    34,4%

    Analista (C11)

    55,1%

    40,3%

    34,4%

    Analista (B10)

    54,5%

    40,3%

    34,4%

    Analista (B9)

    54,0%

    40,2%

    34,4%

    Analista (B8)

    57,5%

    40,2%

    34,2%

    Analista (B7)

    56,9%

    40,1%

    34,2%

    Analista (B6)

    56,4%

    40,1%

    34,2%

    Analista (A5)

    55,8%

    40,1%

    34,2%

    Analista (A4)

    55,3%

    40,0%

    34,2%

    Analista (A3)

    58,8%

    39,9%

    34,1%

    Analista (A2)

    58,2%

    39,9%

    34,1%

    Analista (A1)

    57,7%

    39,8%

    34,1%

    Técnico (C13)

    56,0%

    39,7%

    34,1%

    Técnico (C12)

    55,2%

    39,6%

    34,1%

    Técnico (C11)

    54,3%

    39,6%

    34,1%

    Técnico (B10)

    53,5%

    39,5%

    34,1%

    Técnico (B9)

    52,7%

    39,5%

    34,1%

    Técnico (B8)

    55,8%

    39,4%

    33,9%

    Técnico (B7)

    55,0%

    39,3%

    33,9%

    Técnico (B6)

    54,1%

    39,2%

    33,9%

    Técnico (A5)

    53,3%

    39,2%

    33,9%

    Técnico (A4)

    52,5%

    39,1%

    33,8%

    Técnico (A3)

    55,6%

    39,0%

    33,6%

    Técnico (A2)

    54,8%

    38,9%

    33,6%

    Técnico (A1)

    53,9%

    38,8%

    33,6%

    Auxiliar (C13)

    55,7%

    38,5%

    33,3%

    Auxiliar (C12)

    57,1%

    38,3%

    33,2%

    Auxiliar (C11)

    58,5%

    38,2%

    33,0%

    Auxiliar (B10)

    59,9%

    38,1%

    32,9%

    Auxiliar (B9)

    61,3%

    37,9%

    32,8%

    Auxiliar (B8)

    64,6%

    37,7%

    32,5%

    Auxiliar (B7)

    66,0%

    37,5%

    32,3%

    Auxiliar (B6)

    67,5%

    37,4%

    32,2%

    Auxiliar (A5)

    69,0%

    37,2%

    32,0%

    Auxiliar (A4)

    70,4%

    37,0%

    31,8%

    Auxiliar (A3)

    73,9%

    36,8%

    31,5%

    Auxiliar (A2)

    75,4%

    36,5%

    31,4%

    Auxiliar (A1)

    76,9%

    36,3%

    31,2%
    O cálculo (*) levou em consideração a VPI de R$ 59,87. O cálculo (**) levou em consideração a perda da VPI de R$ 59,87. O cálculo (***) levou em consideração a perda da VPI, no cargo, por decisão administrativa ou judicial. A perda pode ser maior, caso o servidor tenha tido FC ou CC (MPU).
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    PCS - PL 2648/2015 Empty Re: PCS - PL 2648/2015

    Mensagem por Correr Atrás em Qua 18 Nov 2015, 8:44 am

    Conforme eu sempre alertei, a tendência agora que o veto foi mantido é o ZERO pelo menos até agosto de 2016 pois não há razão para o governo correr para aprovar o PL 2648.

    Temos que aproveitar os contatos políticos que fizemos na pressão pelo PLC 28 para direcionarmos forças à imediata aprovação do PL 2648.

    Argumentos:
    1 - Foi acordado entre o Judiciário e o Executivo.
    2 - Como o veto ao PLC 28 foi mantido, a não aprovação do PL 2648 implica em prolongar o congelamento salarial para 10 anos.
    3 - Faremos uma greve ainda maior em 2016, ano eleitoral.

    Em relação às possíveis mudanças no leitinho, sou contra:

    1 - NS para técnicos - divide a categoria
    2 - Advocacia - cria resistência da bancada da OAB, não foi negociado com o Judiciário nem com o Executivo.
    3 - Retirada do reajuste das CJs - exigência dos Tribunais Superiores
    4 - Aumento exclusivo na GAJ - Seria o ideal, mas como foi enviado VB+GAJ, tirar agora a parte do VB seria criar celeuma com Oficias, Agentes e incorporados.
    5 - Redução do reajuste para 2 anos - isso significa apostar todas as fichas em uma greve em 2018. Errar uma vez é humano (insistência no 6613). Errar duas vezes é burrice (insistência no PLC 28). Errar 3 vezes é se nivelar a amebas.

    Sou a favor de estudar o mais rápido possível se seria possível retirar a absorção dos 13,23%.
    Acho que isso aumentaria o impacto.
    Mas mesmo que não aumente, vejo que o MPOG fez questão de enfiar isso no acordo.
    Logo, retirar esse item acarretará resistência do governo.

    Enfim...

    É urgente mobilizar os parlamentares para aprovar o PL 2648 sob pena de prolongamento do congelamento salarial.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:45 am

    Mensagem por Lula Molusco em Sex 11 Set 2015, 10:46

    MPF SP escreveu:
    comedordepequi escreveu:
    MPF SP escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:

    Nenhuma.

    - Se fosse rico, chutava o PJU, pois o serviço é de segunda categoria, não acrescenta, não aproveita seu talento, e vc é somente um suporte, além de viver sob uma estrutura engessada que oprime o ser humano. Tem que ser pobre ou remediado para estar no PJU, essa é a realidade.

    - Se fosse louco, faria com muitos sem noção que aceitam qualquer coisa sem pensar no futuro. Em 2012 o Ayres empurrou aqueles malditos 5%, e estamos onde estamos: na pior. 5% foi engolido pelo aumento da conta de luz, e agora temos noites mal dormidas pelas dívidas! Só louco aceita qualquer coisa sem pensar no futuro!

    Eu tento em tudo na vida fazer a coisa com equilíbrio e posso afirmar que entre o PL Titica e um zero em 2016 eu fico com o zero.

    Sei que a realidade é de cada um, sei que existem colegas cheio de consignados por vários motivos e se não houver nenhuma reposição em 2016 é como se fosse uma morte.

    Mas aceitar esse merrecão seria a última pá de terra no caixão do PJU/MPU. Seria matar de vez a categoria e entrar no carreirão do executivo. É a mesma coisa que aceitar ser roubado e falar: "isso acontece."

    Apesar dessa crise, criada pelo PT, existe dinheiro, só que ele é empregado de uma forma torta e maléfica para todos.

    O Partido dos Trabalhadores só tem trabalhadores no nome, que de resto é só para os "apadrinhados" (113 mil) e os "cumpanheiros".

    #vetaraldolfe
    Dentro do seu raciocínio, e para estimular o debate: caso venha o Zero, no que isso valorizaria a categoria?

    Vou ficar só na 1ª pergunta.

    Se as pessoas fossem responsáveis com a coletividade, o que é dificílimo em uma categoria com 130 mil servidores, elas veriam que em nenhum momento estamos querendo aumento e sim reposição inflacionária.

    Mesmo que fosse o PLC 28 teríamos uma reposição compatível com a realidade, imagina com o PL Titica, pois além de não ser 41% ele rouba, ops, desculpa, absorve os 13,23% que temos direito. Seria a mesma coisa que você me pedir "emprestado" 40 reais e eu falar: me passa 15 conto ai e em seguida eu juntar com MEUS 25,00 + SEUS 15,00 e falar: pronto, está aqui o que me pediu, seus 40,00.

    Sem contar que somos preteridos por CC. Acho que todos servidores sejam valorizados, mesmo os CC, mas receber 115% de reposição em 1x, enquanto os outros recebem 23% em 8x é no mínimo desproporcional.

    Viajei demais e volto a pergunta. Na realidade o zero não tem valorização financeira, mas demonstra que a categoria não é alienada e seguidora de sindicalistas vendidos, visto ponciano/DG/SG, e sim lotada de pessoas que querem pelo menos os direitos preservados e RESPEITADOS.

    Na verdade estamos trocando o zero pelo respeito ou dignidade.

    Falo por mim, prefiro o zero do que perder minha dignidade por causa de uma proposta desrespeitosa e imoral.

    Retirei do outro tópico para responder no tópico temático.

    A questão do ZERO ou do PL ti-ti-ca, plus do merrecão II, vai depender de como está a situação financeira da categoria.

    Peguemos o caso da PF, que rejeitou o merrecão I. O que aconteceu depois? Aceitaram o merrecão I, o governo alterou a LDO para permitir que houvesse pagamento retroativo.

    A questão é se a nossa categoria consegue sustentar o ZERO até janeiro de 2017? Eu consigo até janeiro de 2018 se a inflação ficar próxima do centro da meta, o que acho improvável, mesmo o "mercado" "prevendo" inflação entre 5 e 5,5% em 2016. Mas confesso que a maioria vai precisar de reajuste para janeiro de 2016.

    Mas esse debate tem que ser após a análise do veto 26/2015. Se derrubado, o debate perde objeto. Caso contrário, aí precisaremos enfrentar o tema PL ti-ti-ca.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:48 am

    Correr Atrás escreveu:Conforme eu sempre alertei, a tendência agora que o veto foi mantido é o ZERO pelo menos até agosto de 2016 pois não há razão para o governo correr para aprovar o PL 2648.

    Temos que aproveitar os contatos políticos que fizemos na pressão pelo PLC 28 para direcionarmos forças à imediata aprovação do PL 2648.

    Argumentos:
    1 - Foi acordado entre o Judiciário e o Executivo.
    2 - Como o veto ao PLC 28 foi mantido, a não aprovação do PL 2648 implica em prolongar o congelamento salarial para 10 anos.
    3 - Faremos uma greve ainda maior em 2016, ano eleitoral.

    Em relação às possíveis mudanças no leitinho, sou contra:

    1 - NS para técnicos - divide a categoria
    2 - Advocacia - cria resistência da bancada da OAB, não foi negociado com o Judiciário nem com o Executivo.
    3 - Retirada do reajuste das CJs - exigência dos Tribunais Superiores
    4 - Aumento exclusivo na GAJ - Seria o ideal, mas como foi enviado VB+GAJ, tirar agora a parte do VB seria criar celeuma com Oficias, Agentes e incorporados.
    5 - Redução do reajuste para 2 anos - isso significa apostar todas as fichas em uma greve em 2018. Errar uma vez é humano (insistência no 6613). Errar duas vezes é burrice (insistência no PLC 28). Errar 3 vezes é se nivelar a amebas.

    Sou a favor de estudar o  mais rápido possível se seria possível retirar a absorção dos 13,23%.
    Acho que isso aumentaria o impacto.
    Mas mesmo que não aumente, vejo que o MPOG fez questão de enfiar isso no acordo.
    Logo, retirar esse item acarretará resistência do governo.

    Enfim...

    É urgente mobilizar os parlamentares para aprovar o PL 2648 sob pena de prolongamento do congelamento salarial.

    O impacto da incorporação da VPI não foi colocado no PL 2648. O artigo foi incluído à toque de caixa porque o MPOG queria, vide as carreiras do Legislativo. Então, se retirá-lo não haverá "aumento" do impacto. Mas tem que ter acordo com o STF.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:51 am

    Mensagem por Lula Molusco em Seg 19 Out 2015, 18:49

    Sem adentrar no mérito da questão colocada pelos articulistas, existe um equívoco e alguns poréns.

    "Para isso, consideram que nos últimos nove anos a inflação acumulada gira em torno de 73 % (ICV do DIEESE) e que tivemos somente 15,8 % de reajuste nesse período (Lei nº 12.774/2012). Por isso, essa diferença (57%) não seria atingida pelos 41% propostos pelo PL 2648/2015, considerando, ainda, que o percentual final do reajuste seria na verdade de cerca de 38 %, já que há a previsão da absorção dos 13,23 %."

    1) O PL ti-ti-ca não é 41%. Varia de 36,3% a 40,4%, pois a VPI de 2003 será incorporada. E se considerar a incorporação das ações de 14,23% (13,23%) aí diminui mais um pouco, variando de 31,2% a 34,4%.

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    2) Há um erro crasso. Se a inflação do período 2006-2015 será de 73% (acho que seria um pouco menos, mas deixa de lado essa questão), e a reposição foi de 15,8%, faltaria 49,4% e não 57%.

    3) É fato que o PCS 2012 incidiu numa rubrica e permitiu recomposição de 26,67%, considerando VB+GAJ. E se considerarmos o reenquadramento, teremos uma reposição de 39,9% para alguns casos. Mas o número correto a ser trabalhado é 15,8% pois as "outras rubricas ficaram congeladas".

    4) A inflação teria que ser contada a partir do mês de implementação do PCS 2006, junho, e não janeiro de 2006.

    5) Com muita boa vontade, mas muita boa vontade mesmo, se eu considerar a recomposição do PCS 2012 em 26,67%, aí faltaria recompor 36,58%.

    Não há dúvidas de que se retirar a questão da VPI e das ações de 14,23% (13,23%), teríamos uma "reposição" de 41,47% considerando VB+GAJ. Nesta premissa, os 26,67% do PCS 2012, com os 41,47% do PL ti-ti-ca chegaríamos a uma recomposição de 79,2%. Mas a conclusão é com muita boa vontade, pois as outras "rubricas foram congeladas".

    Agora, se considerarmos o impacto na folha do PJU, 15,8% (PCS 2012) e 23% (PL ti-ti-ca), teríamos a recomposição da folha em 42,4%, restando para 73%, 21,5%.

    Judiciário escreveu:
    PORQUE DEVEMOS BUSCAR A APROVAÇÃO DO PL Nº 2648/2015

    Por Relton Pereira dos Reis e Renata da Mota Fernandes, servidores do TRE-GO

    A campanha salarial dos servidores do Poder Judiciário da União chegou num momento de definição, mas definição de nossa parte, servidores, já que estamos pressionados pelo tempo e o cenário atual da luta, que não é animador.

    Façamos uma análise racional da situação para poder adotar uma postura que garanta algum ganho, já que a possibilidade do zero em 2016 é mais real a cada dia.

    Vivemos a euforia da aprovação do PLC 28/2015 no Senado em 30/06/2015, passamos pela revolta com o veto total da Presidente ao mesmo projeto e, lamentavelmente, agora travamos uma luta extremamente desgastante no Congresso Nacional para derrubar o mencionado veto.

    A greve perdeu força; os servidores não aguentam mais se deslocar para Brasília na esperança de que o veto seja apreciado e ter de voltar para casa sem nenhum resultado; o Governo molda a situação no Congresso de modo que esta fique cada dia mais favorável aos seus interesses, com liberação de emendas parlamentares, oferecimento de cargos e ministérios...

    Foi bonita a nossa mobilização pela aprovação do PLC 28/2015 e depois pela derrubada do veto, mas, convenhamos, não está sendo suficiente e continuará não sendo.

    Colegas, é uma luta desigual, pois nós não temos nenhuma vantagem à altura dos interesses dos parlamentares para oferecer em troca do apoio à nossa causa.

    Aliás, o que nunca tivemos por parte dos parlamentares foi o apoio real a nossa causa. Fotos e manifestações de apoio são postadas nas redes sociais, mas no momento das votações, não cumprem a palavra empenhada.

    Já ficou claro que estamos sendo usados para toda forma de barganha, servindo de moeda de troca para atender a interesses que não são os nossos.

    Definitivamente, é hora de buscar uma alternativa para a nossa recomposição salarial, pois de outra forma ficaremos sem nada, acumulando perdas que se tornarão irrecuperáveis.

    Muitos dizem que não temos opção e que o caminho é a derrubada do veto ou ficar sem nada.

    Mas existe sim outra opção, que é o PL 2648/2015, enviado pelo Supremo Tribunal Federal.

    Não se trata aqui de defender esse plano alternativo como se fosse bom. Não é o plano dos sonhos. Não!

    O PL 2648/2015 tem parcelamento muito longo, um percentual menor que o do PLC 28/2015 e absorve vantagens já conquistadas por alguns servidores (ação dos 13,23%) etc. Mas, diante do cenário político-econômico atual, essa alternativa passou a ser a única chance de termos algo a partir do ano que vem e não ficarmos amargando mais e mais anos no zero.

    Além disso, o que geralmente é comentado entre os servidores é que o PL 2648/2015 não repõe nem as perdas já acumuladas de 2006 até hoje.

    Para isso, consideram que nos últimos nove anos a inflação acumulada gira em torno de 73 % (ICV do DIEESE) e que tivemos somente 15,8 % de reajuste nesse período (Lei nº 12.774/2012). Por isso, essa diferença (57%) não seria atingida pelos 41% propostos pelo PL 2648/2015, considerando, ainda, que o percentual final do reajuste seria na verdade de cerca de 38 %, já que há a previsão da absorção dos 13,23 %.

    Todavia, analisando detidamente as informações da nossa tabela de remuneração dos últimos anos, chega-se a uma conclusão diferente. Para começar, o reajuste de 15,8% concedido em 2012 foi sobre a folha de pagamento e não sobre a remuneração. O referido percentual sobre a folha se traduziu em um reajuste de 26,67 % sobre a remuneração, considerando, frise-se, somente VB+GAJ.

    Ademais, muitos se esquecem do reenquadramento, que foi um reajuste concedido por via administrativa, em razão de equívoco na redação da mesma Lei nº 12.774/2012, que fez com que o A1 passasse a ganhar a remuneração de A3, e assim por diante, sendo que somente o C15 não foi beneficiado e o C14 subiu apenas um nível.

    Assim, o reajuste total, iniciado em janeiro de 2012 e integralizado em janeiro de 2015, foi na verdade de 34,38 % ou 37,90 % para quem se enquadrava do A1 ao C13 (em 2012), de 30,47 % para quem se enquadrava no C14 (em 2012) e de 26,67 % para quem se enquadrava no C15 (em 2012). Repito, considerando somente VB+GAJ.

    A maioria, portanto, ficou com um percentual acima dos 34 %.

    Para se chegar a esses números, basta comparar a tabela de 2012 com a atual. Vejam ao final do texto.

    A partir dos números das tabelas, conclui-se que, mesmo a recomposição do PL 2648/2015 não sendo tão vantajosa quanto a do PLC 28/2015 (56 % em média), o percentual de 38% somado ao que já tivemos de reajuste entre 2012 e 2015, recupera sim – ou chega bem próximo disso – a corrosão dos 73 % inflação acumulada nos últimos 9 anos para a maioria dos servidores, pois o percentual total seria entre 64% e 65% para o antigo C15, entre 68 % e 69% para o antigo C14, e de 72,38 % ou 75,9 % para os servidores que se encontravam do A1 ao C13 no ano de 2012.

    Mas e as perdas futuras, considerando um plano que será integralizado somente em 2019?

    Aí já é outra história. Infelizmente, por não termos data base, ficamos sempre correndo atrás de algo já perdido e dessa vez não tem como ser diferente.

    O fato é que se não nos dispusermos a lutar pela aprovação do PL alternativo, corremos o risco real de ficarmos sem nada. Nesse caso, em 2019, em vez de brigarmos por 3 ou 4 anos de recomposição, lamentaremos 12, 13 anos sem recomposição total das nossas remunerações. E, nesse caso, pediremos quanto de reajuste? Seriam 70 %, 80 %, 90 %? Se para 56 % já estamos lutando há 6 anos (vide PL 6613/2009) …

    E não se sustenta o argumento de que não é necessário lutar por este PL alternativo porque já foi acordado entre STF e Executivo ou porque sua previsão orçamentária já foi enviada ao Congresso Nacional e que é certa a sua aprovação.

    Esse cenário ocorreu antes da apresentação do primeiro orçamento deficitário da história e do ajuste fiscal consequente. Além disso, o orçamento pode ser alterado pelo Congresso e o próprio Presidente do STF pode requerer o arquivamento do PL, lembrando que ele sequer conta com pedido de tramitação em regime de urgência, em razão da atitude insana de vários servidores, muitos agindo por conta própria, mas dizendo estar em nome da categoria, que articularam a retirada de assinaturas do requerimento apresentado pelo Líder do Governo na Câmara, que acabou por ser indeferido.

    Em suma, diante de tudo que foi explanado, propõe-se a concentração dos esforços de servidores, sindicatos e Federação, no sentido de trabalhar junto ao Congresso Nacional para tentar, primeiramente mudar essa impressão de que não queremos o PL 2648/2015, e, consequentemente, buscar assegurar a sua previsão orçamentária e aprovação ainda este ano, bem como, a partir do ano que vem, intensificarmos a luta pela data base, que solucionará de vez nossa situação remuneratória."

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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:53 am

    Mensagem por Lula Molusco em Dom 18 Out 2015, 10:09

    Solange4 escreveu:Lewandowski chegou a dizer que se os servidores quiserem que rejeitem o PL 2648 em Assembleia-Geral e peçam para ele retirá-lo de ofício da Câmara dos Deputados. Afirmou que de nada adiantaria a derrubada do Veto 26, pois não há orçamento para implantá-lo. O Sindjus discordou da posição do ministro, esclarecendo que a partir do momento que virar lei o plano precisa ser pago. Reafirmou também que pautará sua atuação pelo compromisso de defender a vontade soberana da categoria que decidiu lutar pela derrubada do Veto 26 para garantir a justa recomposição das perdas inflacionárias.

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    Tem gente defendendo o pedido de retirada do PL2648 da pauta - SOU CONTRA!

    Também sou contra. É o nosso plano C. Quem é a favor de retirar o PL ti-ti-ca só pode estar apostando no ZERO. Ou é petista ou é tucano.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 8:56 am

    Mensagem por Solange4 em Sex 06 Nov 2015, 09:15

    Cumprindo deliberação da Plenária Nacional, Fenajufe reúne-se com relator do 2648

    Publicado em Quinta, 05 Novembro 2015 15:53.

    Os coordenadores da Fenajufe Adilson Rodrigues e Cledo Vieira estiveram reunidos nesta quinta-feira, 5, com o relator do PL 2648/2015 na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), deputado Áureo Lídio Moreira Ribeiro (SD/RJ). A reunião segue determinação da XIX Plenária Nacional da Fenajufe, acontecida em João Pessoa, na Paraíba, entre 23 e 25 de outubro, que traçou os caminhos a serem seguidos na campanha salarial de 2015.

    Na reunião a Fenajufe comunicou ao deputado que por decisão da Plenária Nacional, o PL 2648/2015 deve ser “sobrestado”, ou seja, ter suspensa sua tramitação normal, uma vez que o principal eixo de luta da categoria será a derrubada do veto ao PLC 28 (VET 26).

    Os coordenadores apresentaram ao relator cópia do Of.97/2015 da Fenajufe, encaminhado ao presidente do STF, Ministro Ricardo Lewandowski, que retrata a trajetória de toda a campanha salarial desde 2009 e solicitando ainda movimentação do STF no sentido de evitar o veto ao PLC 28. Outros documentos entregues ao deputado Áureo foi o estudo do Sintrajud (SP) com os dados referentes às perdas acumuladas pela categoria com esclarecimentos sobre o PLC 28 e a Carta aos Parlamentares, documento em que a categoria aponta os dez motivos que justificam a derrubada do veto 26.

    O relator disse estar comprometido com os servidores e afirmou ainda que naquilo que depender dele, o projeto aguardará posicionamento da Fenajufe para retomar a tramitação. Porém, na análise do parlamentar, mesmo derrubando o veto na Câmara dos Deputados, os servidores correriam o risco de não conseguir votos suficientes no Senado. Ele ainda avaliou que a instabilidade do quadro econômico e político poderá dificultar a tramitação e aprovação de qualquer projeto que trate de reposição salarial e despesas.

    Mais uma vez os coordenadores reafirmaram a posição da Plenária pela derrubada do veto 26, que tem perspectiva de ser analisado na próxima sessão do Congresso Nacional. Um novo encontro entre a Fenajufe e o relator será agendado nas próximas semanas para definir iniciativas em defesa da pauta da categoria.

    da Fenajufe, Luciano Beregeno
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    Mensagem por PCS-TRE em Qua 18 Nov 2015, 9:02 am

    Lula Molusco escreveu:Mensagem por Savissimo em Seg 28 Set 2015, 15:40

    Podem negativar, mas minha opinião (ressaltando que plano é derrubar o veto e para isso estou em greve há mais de 3 meses):

    A questão é bem simples, o CN NÃO pode alterar no sentido de aumentar a despesa, apenas, somente e ninguém mais que o autor do PL pode fazer isso, o STF, e ele não o fará. caso o veto seja mantido (toc, toc, toc) devemos negociar para que se mantenha os ditos 13,0% e que seja dado apenas 1/4 do valor desse PL em 1 ano.

    E ano que vem, tratamos de tentar algo melhor com a Carmen Lucia junto com a data base. Mesmo porque se o veto for mantido, acabou, esqueçam o que se perdeu ao longo dos anos, nunca mais será reposto, por governo algum e em tempo algum.

    A única salvação para a carreira é derrubar o veto, espero que os colegas entendam isso de uma vez por todas...


    Que tal criar um abono com todo o dinheiro destinado ao 2648?
    O seu valor pode ser definido na mesma proporção do VB+GAJ, ou seja, o abono do analista ser aproximadamente 1,5 vezes o valor do técnico.

    Implantado em uma primeira parcela maior, pois somaria com o valor destinado a CJs e as outras 7 parcelas obedecendo ao impacto previsto no 2648.

    Isso não dependeria da edição de um novo PL, pois não mexeria no impacto orçamentário.


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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 9:10 am

    PCS-TRE escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Mensagem por Savissimo em Seg 28 Set 2015, 15:40

    Podem negativar, mas minha opinião (ressaltando que plano é derrubar o veto e para isso estou em greve há mais de 3 meses):

    A questão é bem simples, o CN NÃO pode alterar no sentido de aumentar a despesa, apenas, somente e ninguém mais que o autor do PL pode fazer isso, o STF, e ele não o fará. caso o veto seja mantido (toc, toc, toc) devemos negociar para que se mantenha os ditos 13,0% e que seja dado apenas 1/4 do valor desse PL em 1 ano.

    E ano que vem, tratamos de tentar algo melhor com a Carmen Lucia junto com a data base. Mesmo porque se o veto for mantido, acabou, esqueçam o que se perdeu ao longo dos anos, nunca mais será reposto, por governo algum e em tempo algum.

    A única salvação para a carreira é derrubar o veto, espero que os colegas entendam isso de uma vez por todas...

    Que tal criar um abono com todo o dinheiro destinado ao 2648?
    O seu valor pode ser definido na mesma proporção do VB+GAJ, ou seja, o abono do analista ser aproximadamente 1,5 vezes o valor do técnico.

    Implantado em uma primeira parcela maior, pois somaria com o valor destinado a CJs e as outras 7 parcelas obedecendo ao impacto previsto no 2648.

    Isso não dependeria da edição de um novo PL, pois não mexeria no impacto orçamentário.


    Modificar a estrutura do PL pode incorrer em vício de iniciativa. Eu falei pode.

    Não entendi a vantagem, mas acho que o STF não abre mão do aumento do VB e da CJ. Lembro vagamente de algumas postagens quando havia comissão de negociação da Fenajufe.



    Última edição por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 9:23 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista em Qua 18 Nov 2015, 9:20 am

    Foi novamente aberta a porta para apresentação de novo PL até 30/11/2015. Sei que é muito preciosismo falar em novo PL, mas se esse PL 2648 foi colocado só para "tapar buraco", acho certo termos uma nova proposta apresentada até 30/11 contemplando o seguinte:

    - Prazo de 2 anos, com 3 parcelas: Agosto/2016, Janeiro/2017 e Agosto/2017;
    - Considerarmos um impacto de 1,2 bilhões para 2016 (me parece que esse é o impacto do PL 2648), e pagamento somente começando na metade do ano, a GAJ poderá ser elevada a 115 em Agosto/2016, com aumento de 3% no VB; para Janeiro/2017, GAJ 127,5 e + 1,5% no VB; para Agosto/2017, GAJ 140 e + 1,5% no VB.

    Temos um PL com mesmo impacto no exercício 2016 do que anterior, com impacto final menor, com pagamento em menor período, e com valor final um pouco menor (GAJ 140 e VB aumentado em 6% ao invés de 12%).

    Evidentemente que, para o impacto em 2016 ser o mesmo, não poderá ter aumento nas CJ's, e os 13,23% talvez realmente tenha que ser "engolido".

    Taí a proposta.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 9:25 am

    AnalistaTrabalhista escreveu:Foi novamente aberta a porta para apresentação de novo PL até 30/11/2015. Sei que é muito preciosismo falar em novo PL, mas se esse PL 2648 foi colocado só para "tapar buraco", acho certo termos uma nova proposta apresentada até 30/11 contemplando o seguinte:

    - Prazo de 2 anos, com 3 parcelas: Agosto/2016, Janeiro/2017 e Agosto/2017;
    - Considerarmos um impacto de 1,2 bilhões para 2016 (me parece que esse é o impacto do PL 2648), e pagamento somente começando na metade do ano, a GAJ poderá ser elevada a 115 em Agosto/2016, com aumento de 3% no VB; para Janeiro/2017, GAJ 127,5 e + 1,5% no VB; para Agosto/2017, GAJ 140 e + 1,5% no VB.

    Temos um PL com mesmo impacto no exercício 2016 do que anterior, com impacto final menor, com pagamento em menor período, e com valor final um pouco menor (GAJ 140 e VB aumentado em 6% ao invés de 12%).

    Evidentemente que, para o impacto em 2016 ser o mesmo, não poderá ter aumento nas CJ's, e os 13,23% talvez realmente tenha que ser "engolido".

    Taí a proposta.

    É uma ideia. Mas precisa conversar com o STF que é o titular da iniciativa.
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    Mensagem por PCS-JA em Qua 18 Nov 2015, 9:29 am

    Lula Molusco escreveu:Mensagem por PCS-JA em Dom 11 Out 2015, 11:35

    Lula Molusco escreveu:
    cmgbtrt9 escreveu:
    Não podemos confundir negociar o Pl titica, com aceitar completamente o Pl, negociar é para transforma em algo aceitável, obvio que 8 parcelas para jul/2019 é terrível, tirando os 13,23 uma vergonha, agora em 3x última jan de 2018 e mantendo os 13, passa a ter uma possibilidade de aceitação. Agora se não for possível melhorar de verdade manda para pqp e voltamos ao veto.

    A grande questão é que o lado de lá não negocia...

    Se fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019.

    Mas a dilmadiôca é intransigente.

    ______________

    Realmente, uma lastima que a Dilma não negocia, pois poderia ter vetado parte do PLC 28 e estaria resolvido.

    Enquanto o tal PL LIXOSO ou Pl Leitinho ou PL Titica tem muitas crueldades:
    a) o prazo de 04 anos é muitooo longo - o máximo seria 02 ou 03 anos;
    b) o índice de reajuste - concordo o Molusco somente poderia ser negociado se fosse:
     1) fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019;
     2) Uma parcela única de 25% igual ao CJS em janeiro de 2016 e depois entrariamos em nova negociação;
    c) Por óbvio que não pode ser incorporado os 13,23% - é inconstitucional e ilegal salário negativo e são parcelas de natureza salarial distinta.

    Enfim, o PL Lixoso é muitooo ruim, pelo prazo, índices e redução dos 13,23%.

    __________
    De início, belo trabalho Molusco - trouxe a síntese dos argumentos gerais.

    Mas, mantenho integralmente meus argumentos acima citados.

    Ainda, acho o prazo de 04 anos muitoooo longo (bom seria 2 ou 3 anos nos moldes acima de 45,2%);

    Mantenho a parcela única de 25% igual aos CJs em JANEIRO DE 2016 (os Juízes vão receber 16,5% em 2016,mais os 15,8% desta ano de 2015 é muito mais dos que os 25%);

    Por óbvio que não pode ser incorporado os 13,23% - é inconstitucional e ilegal salário negativo e são parcelas de natureza salarial distinta.

    Quanto ao "muitoooo ruim", face da manutenção do veto - resta-nos

    NEGOCIAR MUITOOOOO
    Seja com: Dilma, nelson MPOG, Lewa, Feghali, Zé guimarães,delcício e etc). é o que nos restou.
    E boa sorte, para todos nos.
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista em Qua 18 Nov 2015, 9:33 am

    Lula Molusco escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:Foi novamente aberta a porta para apresentação de novo PL até 30/11/2015. Sei que é muito preciosismo falar em novo PL, mas se esse PL 2648 foi colocado só para "tapar buraco", acho certo termos uma nova proposta apresentada até 30/11 contemplando o seguinte:

    - Prazo de 2 anos, com 3 parcelas: Agosto/2016, Janeiro/2017 e Agosto/2017;
    - Considerarmos um impacto de 1,2 bilhões para 2016 (me parece que esse é o impacto do PL 2648), e pagamento somente começando na metade do ano, a GAJ poderá ser elevada a 115 em Agosto/2016, com aumento de 3% no VB; para Janeiro/2017, GAJ 127,5 e + 1,5% no VB; para Agosto/2017, GAJ 140 e + 1,5% no VB.

    Temos um PL com mesmo impacto no exercício 2016 do que anterior, com impacto final menor, com pagamento em menor período, e com valor final um pouco menor (GAJ 140 e VB aumentado em 6% ao invés de 12%).

    Evidentemente que, para o impacto em 2016 ser o mesmo, não poderá ter aumento nas CJ's, e os 13,23% talvez realmente tenha que ser "engolido".

    Taí a proposta.

    É uma ideia. Mas precisa conversar com o STF que é o titular da iniciativa.

    Acabei de consultar a PLOA 2016, e ainda não vi mudança no Anexo V. Tem terrorista dizendo que tiraram o PL 2648 de lá, mas ele ainda está lá.
    Corrigindo, o impacto do 2648 em 2016 é de 1,6 bilhões, sendo 223 milhões na CJ. Assim, seria possível, a meu ver, fazer conforme sugeri, e ainda termos uma redução de impacto em 2016 na ordem de 300 a 400 milhões.

    O duro é, como você disse, o STF embarcar algum novo PL.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 9:46 am

    AnalistaTrabalhista escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:Foi novamente aberta a porta para apresentação de novo PL até 30/11/2015. Sei que é muito preciosismo falar em novo PL, mas se esse PL 2648 foi colocado só para "tapar buraco", acho certo termos uma nova proposta apresentada até 30/11 contemplando o seguinte:

    - Prazo de 2 anos, com 3 parcelas: Agosto/2016, Janeiro/2017 e Agosto/2017;
    - Considerarmos um impacto de 1,2 bilhões para 2016 (me parece que esse é o impacto do PL 2648), e pagamento somente começando na metade do ano, a GAJ poderá ser elevada a 115 em Agosto/2016, com aumento de 3% no VB; para Janeiro/2017, GAJ 127,5 e + 1,5% no VB; para Agosto/2017, GAJ 140 e + 1,5% no VB.

    Temos um PL com mesmo impacto no exercício 2016 do que anterior, com impacto final menor, com pagamento em menor período, e com valor final um pouco menor (GAJ 140 e VB aumentado em 6% ao invés de 12%).

    Evidentemente que, para o impacto em 2016 ser o mesmo, não poderá ter aumento nas CJ's, e os 13,23% talvez realmente tenha que ser "engolido".

    Taí a proposta.

    É uma ideia. Mas precisa conversar com o STF que é o titular da iniciativa.

    Acabei de consultar a PLOA 2016, e ainda não vi mudança no Anexo V. Tem terrorista dizendo que tiraram o PL 2648 de lá, mas ele ainda está lá.
    Corrigindo, o impacto do 2648 em 2016 é de 1,6 bilhões, sendo 223 milhões na CJ. Assim, seria possível, a meu ver, fazer conforme sugeri, e ainda termos uma redução de impacto em 2016 na ordem de 300 a 400 milhões.

    O duro é, como você disse, o STF embarcar algum novo PL.

    O MPOG sugeriu contingenciar parte do anexo V da PLOA 2016, mas não é no PL 2648. Houve até um reajuste em função de anualização do projeto.

    Eu prefiro ser realista. O STF não abrirá mão do reajuste das CJ e do VB. Mas as negociações precisam ser retomadas. O PL ti-ti-ca (ou o substitutivo, que acho improvável) tem que tramitar rápido na CD, com urgência urgentíssima. No SF, ele tramita em 3 dias.
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 9:52 am

    PCS-JA escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Mensagem por PCS-JA em Dom 11 Out 2015, 11:35

    Lula Molusco escreveu:
    cmgbtrt9 escreveu:
    Não podemos confundir negociar o Pl titica, com aceitar completamente o Pl, negociar é para transforma em algo aceitável, obvio que 8 parcelas para jul/2019 é terrível, tirando os 13,23 uma vergonha, agora em 3x última jan de 2018 e mantendo os 13, passa a ter uma possibilidade de aceitação. Agora se não for possível melhorar de verdade manda para pqp e voltamos ao veto.

    A grande questão é que o lado de lá não negocia...

    Se fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019.

    Mas a dilmadiôca é intransigente.

    ______________

    Realmente, uma lastima que a Dilma não negocia, pois poderia ter vetado parte do PLC 28 e estaria resolvido.

    Enquanto o tal PL LIXOSO ou Pl Leitinho ou PL Titica tem muitas crueldades:
    a) o prazo de 04 anos é muitooo longo - o máximo seria 02 ou 03 anos;
    b) o índice de reajuste - concordo o Molusco somente poderia ser negociado se fosse:
     1) fosse 10% em julho de 2016, 10% em julho de 2017 e 20% em julho de 2018, no VB, teríamos um reajuste 45,2%. Se as perdas são de quase 50%, esse parcelamento quase recomporia o passado. Aí faltaria recompor as perdas de 2016 a 2019;
     2) Uma parcela única de 25% igual ao CJS em janeiro de 2016 e depois entrariamos em nova negociação;
    c) Por óbvio que não pode ser incorporado os 13,23% - é inconstitucional e ilegal salário negativo e são parcelas de natureza salarial distinta.

    Enfim, o PL Lixoso é muitooo ruim, pelo prazo, índices e redução dos 13,23%.

    __________
    De início, belo trabalho Molusco - trouxe a síntese dos argumentos gerais.

    Mas, mantenho integralmente meus argumentos acima citados.

    Ainda, acho o prazo de 04 anos muitoooo longo (bom seria 2 ou 3 anos nos moldes acima de 45,2%);

    Mantenho a parcela única de 25% igual aos CJs em JANEIRO DE 2016 (os Juízes vão receber 16,5% em 2016,mais os 15,8% desta ano de 2015 é muito mais dos que os 25%);

    Por óbvio que não pode ser incorporado os 13,23% - é inconstitucional e ilegal salário negativo e são parcelas de natureza salarial distinta.

    Quanto ao "muitoooo ruim", face da manutenção do veto - resta-nos

    NEGOCIAR MUITOOOOO
    Seja com: Dilma, nelson MPOG, Lewa, Feghali, Zé guimarães,delcício e etc). é o que nos restou.
    E boa sorte, para todos nos.

    Eu trouxe as mensagens, independente de concordar ou não. É que a abertura de um novo tópico poderia perder o debate anterior. Devem existir mais mensagens, mas deixo que cada um poste aqui pois dá um trabalho do cão...
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    Mensagem por Frodo em Qua 18 Nov 2015, 10:22 am

    Este plano vergonhoso precisa ser rejeitado sim, mas esta é a minha opinião que será defendida com meu voto no sindicato, de resto é aguardar o posicionamento de todos e acatar a decisão, mas se você considera a sua opinião melhor que a minha, faça a sua parte e vá dar o seu voto.

    Sou contra este plano pela sua forma:
    - valores
    - prazos
    e pelos seus conceitos:
    - dado como resultado de negociação que nunca existiu
    - acomodados contam com este plano para não participar da greve

    ---
    Se, e somente se, for decidido por acatar este plano, nos resta tentar modificá-lo dentro das restrições, e minha sugestão é única:
    - criação de cláusula de exclusividade no recebimento das cargos comissionados.

    Elaborando
    Fica proibida a acumulação de recebimento por cargo comissionado (FC ou CJ) e VPNI oriunda de incorporação de funções conforme a redação antiga do Art. 62 da Lei 8112, conhecida como quintos, ficando garantido o recebimento do maior valor.
    Ou seja, caso o servidor possua VPNI de quintos no valor de $1000 e for designado para exercício de função dos mesmos $1000, este servidor não receberá $2000 e sim apenas $1000, outras situações:
    - VPNI de $1000 e CC de $500, recebe $1000
    - VPNI de $500 e CC de $1000, recebe $1000

    Justificativa
    Nunca foi a intenção da lei, ao utilizar o termo "incorporar", que o servidor fizesse jus a recebimento acumulado, isto foi uma distorção na interpretação da lei. Então é justo que isto seja corrigido por lei, sem, no entanto, remover nenhum direito histórico adquirido, pois este direito é do servidor e será dele enquanto vivo ou através de pensão.

    Benefícios para a categoria
    - aposentadoria de servidores que se mantém ativos apenas para não perder o valor da função exercida,
    - perda do interesse na percepção de função que não agrega valor monetário por pessoas sem "muitas qualificações"
    - renovação de ares na estrutura corporativa
    - um grande passo na direção do recebimento por subsídio
    - possibilidade de uso da verba economizada em melhoria do plano (talvez remoção do artigo dos 13%)
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 10:27 am

    Acho que todos devemos dar o voto, independente da opinião do outro.

    A sua sugestão só vale para o MPU se:

    1) O PGR quiser enviar um novo PL; ou
    2) O PGR "modificar" um dos inúmeros PL que dormitam no CN.

    Para o PL substitutivo ti-ti-ca, não tem como alterar. É aceitar do jeito que está ou seguir o caminho do PJU, sanção do PLC 41, veto da dilmandiôca, luta pela derrubada deste veto.

    Frodo escreveu:Este plano vergonhoso precisa ser rejeitado sim, mas esta é a minha opinião que será defendida com meu voto no sindicato, de resto é aguardar o posicionamento de todos e acatar a decisão, mas se você considera a sua opinião melhor que a minha, faça a sua parte e vá dar o seu voto.

    Sou contra este plano pela sua forma:
    - valores
    - prazos
    e pelos seus conceitos:
    - dado como resultado de negociação que nunca existiu
    - acomodados contam com este plano para não participar da greve

    ---
    Se, e somente se, for decidido por acatar este plano, nos resta tentar modificá-lo dentro das restrições, e minha sugestão é única:
    - criação de cláusula de exclusividade no recebimento das cargos comissionados.

    Elaborando
    Fica proibida a acumulação de recebimento por cargo comissionado (FC ou CJ) e VPNI oriunda de incorporação de funções conforme a redação antiga do Art. 62 da Lei 8112, conhecida como quintos, ficando garantido o recebimento do maior valor.
    Ou seja, caso o servidor possua VPNI de quintos no valor de $1000 e for designado para exercício de função dos mesmos $1000, este servidor não receberá $2000 e sim apenas $1000, outras situações:
    - VPNI de $1000 e CC de $500, recebe $1000
    - VPNI de $500 e CC de $1000, recebe $1000

    Justificativa
    Nunca foi a intenção da lei, ao utilizar o termo "incorporar", que o servidor fizesse jus a recebimento acumulado, isto foi uma distorção na interpretação da lei. Então é justo que isto seja corrigido por lei, sem, no entanto, remover nenhum direito histórico adquirido, pois este direito é do servidor e será dele enquanto vivo ou através de pensão.

    Benefícios para a categoria
    - aposentadoria de servidores que se mantém ativos apenas para não perder o valor da função exercida,
    - perda do interesse na percepção de função que não agrega valor monetário por pessoas sem "muitas qualificações"
    - renovação de ares na estrutura corporativa
    - um grande passo na direção do recebimento por subsídio
    - possibilidade de uso da verba economizada em melhoria do plano (talvez remoção do artigo dos 13%)
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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 10:43 am

    Aumento2013 escreveu:Quem tem a tabela do leitinho com o parcelamento?

    PL 2648 com a tabela.
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    Mensagem por ppmrn em Qua 18 Nov 2015, 10:56 am

    Oi pessoal... Seria possível alguém disponibilizar alguma daquelas tabelas de simulação do leitinho? Obrigado.
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    Mensagem por Galizezin em Qua 18 Nov 2015, 10:59 am

    Correr Atrás escreveu:Conforme eu sempre alertei, a tendência agora que o veto foi mantido é o ZERO pelo menos até agosto de 2016 pois não há razão para o governo correr para aprovar o PL 2648.

    Temos que aproveitar os contatos políticos que fizemos na pressão pelo PLC 28 para direcionarmos forças à imediata aprovação do PL 2648.

    Argumentos:
    1 - Foi acordado entre o Judiciário e o Executivo.
    2 - Como o veto ao PLC 28 foi mantido, a não aprovação do PL 2648 implica em prolongar o congelamento salarial para 10 anos.
    3 - Faremos uma greve ainda maior em 2016, ano eleitoral.

    Em relação às possíveis mudanças no leitinho, sou contra:

    1 - NS para técnicos - divide a categoria
    2 - Advocacia - cria resistência da bancada da OAB, não foi negociado com o Judiciário nem com o Executivo.
    3 - Retirada do reajuste das CJs - exigência dos Tribunais Superiores
    4 - Aumento exclusivo na GAJ - Seria o ideal, mas como foi enviado VB+GAJ, tirar agora a parte do VB seria criar celeuma com Oficias, Agentes e incorporados.
    5 - Redução do reajuste para 2 anos - isso significa apostar todas as fichas em uma greve em 2018. Errar uma vez é humano (insistência no 6613). Errar duas vezes é burrice (insistência no PLC 28). Errar 3 vezes é se nivelar a amebas.

    Sou a favor de estudar o  mais rápido possível se seria possível retirar a absorção dos 13,23%.
    Acho que isso aumentaria o impacto.
    Mas mesmo que não aumente, vejo que o MPOG fez questão de enfiar isso no acordo.
    Logo, retirar esse item acarretará resistência do governo.

    Enfim...

    É urgente mobilizar os parlamentares para aprovar o PL 2648 sob pena de prolongamento do congelamento salarial.

    É mais que óbvio que há interesse direto do governo na aprovação do PL 2648. Ano que vem tem eleições.


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    Mensagem por Lula Molusco em Qua 18 Nov 2015, 11:05 am

    ppmrn escreveu:Oi pessoal... Seria possível alguém disponibilizar alguma daquelas tabelas de simulação do leitinho? Obrigado.

    Acho que ninguém fez pois a prioridade era a derrubada do veto 26.
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    Mensagem por PCS-JA em Qua 18 Nov 2015, 11:13 am

    Galizezin escreveu:
    Correr Atrás escreveu:Conforme eu sempre alertei, a tendência agora que o veto foi mantido é o ZERO pelo menos até agosto de 2016 pois não há razão para o governo correr para aprovar o PL 2648.

    Temos que aproveitar os contatos políticos que fizemos na pressão pelo PLC 28 para direcionarmos forças à imediata aprovação do PL 2648.

    Argumentos:
    1 - Foi acordado entre o Judiciário e o Executivo.
    2 - Como o veto ao PLC 28 foi mantido, a não aprovação do PL 2648 implica em prolongar o congelamento salarial para 10 anos.
    3 - Faremos uma greve ainda maior em 2016, ano eleitoral.

    Em relação às possíveis mudanças no leitinho, sou contra:

    1 - NS para técnicos - divide a categoria
    2 - Advocacia - cria resistência da bancada da OAB, não foi negociado com o Judiciário nem com o Executivo.
    3 - Retirada do reajuste das CJs - exigência dos Tribunais Superiores
    4 - Aumento exclusivo na GAJ - Seria o ideal, mas como foi enviado VB+GAJ, tirar agora a parte do VB seria criar celeuma com Oficias, Agentes e incorporados.
    5 - Redução do reajuste para 2 anos - isso significa apostar todas as fichas em uma greve em 2018. Errar uma vez é humano (insistência no 6613). Errar duas vezes é burrice (insistência no PLC 28). Errar 3 vezes é se nivelar a amebas.

    Sou a favor de estudar o  mais rápido possível se seria possível retirar a absorção dos 13,23%.
    Acho que isso aumentaria o impacto.
    Mas mesmo que não aumente, vejo que o MPOG fez questão de enfiar isso no acordo.
    Logo, retirar esse item acarretará resistência do governo.

    Enfim...

    É urgente mobilizar os parlamentares para aprovar o PL 2648 sob pena de prolongamento do congelamento salarial.

    É mais que óbvio que há interesse direto do governo na aprovação do PL 2648. Ano que vem tem eleições.
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    Mensagem por Denovo?? em Qua 18 Nov 2015, 11:14 am

    Vamos lá.
    Passado o delírio de que derrubar o veto, atualmente, seria possível, precisamos evitar novos delírios:
    a) pagar o leitinho todo em 2 anos;
    b) transformar o leitinho em subsídio, GD ou na GAJ;
    c) pegar o dinheiro das cj e colocar nos servidores;


    Esses são alguns exemplos.
    Vou desenhar para que entendam: não há negociação. A "negociação" é correr para aprovar isso.
    Quem acha que é possível melhorar esse PL enquanto os servidores do Executivo receberam 5,5% de aumento em AGOSTO de 2016 deve ser um louco de pedra.

    A época de melhorar esse PL era quando existia a hipótese de derrubar o veto. Mas, os "combistas" achavam que derrubar o veto era possível (digo, provável) e nem se preocuparam com isso.
    Agora só tem duas opções:

    a) aceitar esse lixo do jeito que está;
    b) dar uma de "dark soul" revoltadinho da internet, dizer que quer o zero, achar que isso dá força para conseguir um mega aumento de 230% em 2018 e acabar aceitando o mesmo que os demais servidores em junho de 2016, depois que o CNJ mandar cortar o ponto dos servidores, como fez esse ano.

    Um abraço.

    Lula Molusco escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:Foi novamente aberta a porta para apresentação de novo PL até 30/11/2015. Sei que é muito preciosismo falar em novo PL, mas se esse PL 2648 foi colocado só para "tapar buraco", acho certo termos uma nova proposta apresentada até 30/11 contemplando o seguinte:

    - Prazo de 2 anos, com 3 parcelas: Agosto/2016, Janeiro/2017 e Agosto/2017;
    - Considerarmos um impacto de 1,2 bilhões para 2016 (me parece que esse é o impacto do PL 2648), e pagamento somente começando na metade do ano, a GAJ poderá ser elevada a 115 em Agosto/2016, com aumento de 3% no VB; para Janeiro/2017, GAJ 127,5 e + 1,5% no VB; para Agosto/2017, GAJ 140 e + 1,5% no VB.

    Temos um PL com mesmo impacto no exercício 2016 do que anterior, com impacto final menor, com pagamento em menor período, e com valor final um pouco menor (GAJ 140 e VB aumentado em 6% ao invés de 12%).

    Evidentemente que, para o impacto em 2016 ser o mesmo, não poderá ter aumento nas CJ's, e os 13,23% talvez realmente tenha que ser "engolido".

    Taí a proposta.

    É uma ideia. Mas precisa conversar com o STF que é o titular da iniciativa.

    Acabei de consultar a PLOA 2016, e ainda não vi mudança no Anexo V. Tem terrorista dizendo que tiraram o PL 2648 de lá, mas ele ainda está lá.
    Corrigindo, o impacto do 2648 em 2016 é de 1,6 bilhões, sendo 223 milhões na CJ. Assim, seria possível, a meu ver, fazer conforme sugeri, e ainda termos uma redução de impacto em 2016 na ordem de 300 a 400 milhões.

    O duro é, como você disse, o STF embarcar algum novo PL.

    O MPOG sugeriu contingenciar parte do anexo V da PLOA 2016, mas não é no PL 2648. Houve até um reajuste em função de anualização do projeto.

    Eu prefiro ser realista. O STF não abrirá mão do reajuste das CJ e do VB. Mas as negociações precisam ser retomadas. O PL ti-ti-ca (ou o substitutivo, que acho improvável) tem que tramitar rápido na CD, com urgência urgentíssima. No SF, ele tramita em 3 dias.
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    Mensagem por CEptico em Qua 18 Nov 2015, 11:29 am

    ppmrn escreveu:Oi pessoal... Seria possível alguém disponibilizar alguma daquelas tabelas de simulação do leitinho? Obrigado.
    Analista VB VB GAJ GAJ Total (VB+GAJ)
    jan/16 1,50% R$ 7.061,77 96,25% R$ 6.796,95 R$ 13.858,73
    jul/16 3,00% R$ 7.166,13 102,50% R$ 7.345,29 R$ 14.511,42
    jan/17 4,50% R$ 7.270,49 108,75% R$ 7.906,66 R$ 15.177,16
    jul/17 6,00% R$ 7.374,85 115,00% R$ 8.481,08 R$ 15.855,94
    jan/18 7,50% R$ 7.479,22 121,25% R$ 9.068,55 R$ 16.547,76
    jul/18 9,00% R$ 7.583,58 127,50% R$ 9.669,06 R$ 17.252,64
    jan/19 10,50% R$ 7.687,94 133,75% R$ 10.282,62 R$ 17.970,56
    jul/19 12,00% R$ 7.792,30 140,00% R$ 10.909,22 R$ 18.701,52

    Técnico VB VB GAJ GAJ Total (VB+GAJ)
    jan/16 1,50% R$ 4.304,08 96,25% R$ 4.142,67 R$ 8.446,75
    jul/16 3,00% R$ 4.367,68 102,50% R$ 4.476,88 R$ 8.844,56
    jan/17 4,50% R$ 4.431,29 108,75% R$ 4.819,03 R$ 9.250,32
    jul/17 6,00% R$ 4.494,90 115,00% R$ 5.169,13 R$ 9.664,03
    jan/18 7,50% R$ 4.558,51 121,25% R$ 5.527,19 R$ 10.085,69
    jul/18 9,00% R$ 4.622,11 127,50% R$ 5.893,19 R$ 10.515,31
    jan/19 10,50% R$ 4.685,72 133,75% R$ 6.267,15 R$ 10.952,87
    jul/19 12,00% R$ 4.749,33 140,00% R$ 6.649,06 R$ 11.398,38

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