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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

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    Mensagem por VictorAlbuquerque em Dom 22 Nov 2015, 11:46 am

    TRF 1,

    Uma fonte minha do sindicato do RJ (não é o Ponciano) deu uma versão diferente.

    Ele disse que, segundo soube junto ao PT (o partido dos larápios), o governo tem total interesse em aprovar o mais rápido possível o Leitinho.

    Ele confirmou inclusive a versão do Dep. Áureo, no sentido de que a pressão do governo tá forte pra levar logo a Plenário, de modo a evitar as emendas, pois o governo só admitiria discutir emendas no limite do valor já orçado.

    Enfim, APENAS REPASSANDO...
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    Mensagem por ASJ_PE em Dom 22 Nov 2015, 12:03 pm

    Sigma escreveu:Por decisão pessoal e irrevogável, deixei a moderação. Tenho outras preocupações no momento.

    Então, no momento, atuo tão somente como usuário.

    Minha sugestão: tranquem esse tópico. Ele não faz mais sentido. Não há mais deliberação a ser feita sobre o PL 7920, também conhecido como PLC 28, veto 26 ou mamute.

    Essa discussão está definitivamente encerrada.

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    ESTÃO VELANDO O DEFUNTO.
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    Mensagem por PCS-JA em Dom 22 Nov 2015, 1:40 pm

    Sigma escreveu:Por decisão pessoal e irrevogável, deixei a moderação. Tenho outras preocupações no momento.

    Então, no momento, atuo tão somente como usuário.

    Minha sugestão: tranquem esse tópico. Ele não faz mais sentido. Não há mais deliberação a ser feita sobre o PL 7920, também conhecido como PLC 28, veto 26 ou mamute.

    Essa discussão está definitivamente encerrada.

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    Sigma tem razão, tanto que foi aperto outro tópico para o PL do leitinho (pl. lixoso).
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    Mensagem por The Hitch-Hiker em Dom 22 Nov 2015, 3:54 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Fhighlander escreveu:Se a categoria unida não tem poder de pressão que dirá se tiver toda quebrada.

    Tem várias carreiras no executivo que são pequenas e não tem poder nenhum de pressão e nem a filiação a Condsef muda isso.

    ProfetaDoZero escreveu:
    babuino1 escreveu:então é  isto os caras querem o leite no armário por que querem carreira própria.

    Não sei, mas acho que vou estudar bastante para o próximo concurso do STF, a pressão lá ta grande.  Rolling Eyes

    Quando o STF rachar, vai ser cada um por si. :nervoso:

    Vou repetir:

    Aqueles que votaram pelo arquivamento do PL na assembléia do SINDJUS-DF têm interesse direto na separação das carreiras!
    São servidores dos superiores e do supremo em sua grande maioria!

    Eles deixaram de lutar pela carreira como um todo e estão agora trabalhando mais do que nunca pelo sectarismo a fim de colher frutos pro seu grupo apenas.

    Os demais sindicatos do país serão MUITO TROUXAS se apoiarem essa medida INSANA de arquivar a única alternativa que dispomos a MENOS DE UM MÊS DE ACABAR O ANO!

    Veremos as próximas cenas!

    Eu sou contra o arquivamento. Mas já que temos tantos servidores inconsequentes sangue nos zóio querendo impor o zero pra todo mundo, arquiva essa baçaga e nós dos superiores vamos pedir separação com a tabela do PL leitinho, que é melhor do que nada.
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    Mensagem por VictorAlbuquerque em Dom 22 Nov 2015, 4:46 pm


    PCs Já,

    Descobri pq VC defende o Zero. Vc postou que recebe R$ 1.300,00 só de 13,23%.

    Pra VC receber esse valor de 13,23%, mesmo se vc for analista, certamente VC tem CJ incorporada.

    Definitivamente, VC está inserido numa situação funcional muito peculiar, que não representa nem de longe o patamar em que se encontra a maioria esmagadora da categoria.

    E talvez, por isso mesmo, seja tão desinteressante o PL 2648, principalmente, por prever a absorção dos 13,23%.


    PCS-JA escreveu:
    Sigma escreveu:Por decisão pessoal e irrevogável, deixei a moderação. Tenho outras preocupações no momento.

    Então, no momento, atuo tão somente como usuário.

    Minha sugestão: tranquem esse tópico. Ele não faz mais sentido. Não há mais deliberação a ser feita sobre o PL 7920, também conhecido como PLC 28, veto 26 ou mamute.

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    Sigma tem razão, tanto que foi aperto outro tópico para o PL do leitinho (pl. lixoso).
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 5:19 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:EU ESTOU COM O SINDJUS - DF e não abro.
    LEITINHO PRO ARQUIVO, JÁ.
    Quem quiser leitinho quente, que venha mamar no meu jumento.

    você diz que não abre!

    Mas na hora de receber o leitinho vai abrir que é uma beleza!

    E vai pedir bis!


    VANDER DE PAULA escreveu:
    Sem Frescura escreveu:Os leitinhos estao descontrolados!

    Tem um aí q até semana passada falava que sabia q o veto seria mantido e nao tinha problema porque gastava menos q ganhava. Foi só a Assembleia do SINDJUS rejeitar o PL Titica q passou a dizer q sem o titica nao conseguirá alimentar os filhos. Muita hipocrisia.

    Devagar vamos descobrindo qual a real intenção da galera que apoia o Titica.
    A galera dos hipócritas!


    Sem problema. Cada um sabe onde o seu calo aperta. A PF fez birra mas teve que aceitar os 15,8%. Very Happy

    Eu continuo a luta para não ter ZERO em 2016. Tentei o PLC 28. Não fomos vitoriosos.

    Agora, é só preencher todo mês a GRU de devolução, após a sanção do PL ti-ti-ca. Todos que foram contra os 15,8%, fazem isso, pois são pessoas dignas, honradas e não pessoas hipócritas.

    lol!  lol!  lol!
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 5:21 pm

    ASJ_PE escreveu:
    Maxiou escreveu:Meus caros,

    O que fiquei sabendo é que se não pegarem o leitinho, não. terão leite po tão cedo. Se está ruim pode piorar e caso haja divisão e arquivamento o plano do STF e STJ e superiores estão no forno. Se isso ocorrer haverá uma corrida dos PLs. Sabe quem ganhará os que tiverem menor impacto de acordo com quadro. Digo mais, aumentariam as CJS de qualquer jeito. Ja disse uma vez e volto a dizer farinha pouca meu pirão primeiro. Repito se temos perdadas de mais 70% vcs acham que haverá novo PL daqui a dois anos repondo 100% de perdas, cijo impacto será maior ainda. Ao meu ver rejeitar o 2648 é suicídio.A união não consegue sequer fechar as contas. Entao, raciocinemos enquanto há tempo. A nova presid. STF a tempos atras mandou cortar o ponto de quem fez greve, sequer recebeu sindicatos e jamais peitará a chefe do exec.
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    SÓ EI NÃO VÊ ISSO!!!

    lol! lol! lol! lol! lol!
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 6:07 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    Lord Sith escreveu:No meio da divisao da categoria vai ser esse PL msm. O STF nao vai querer arrastar essa treta pelos proximos anos. Escrevam ai.

    Se a categoria parar de ser mané, e em peso recusar essa porcaria de PL,
    e fazer pressão no Congresso pelo seu ARQUIVAMENTO, o Leitinho azeda
    para a desgraça do maçon Lewa e felicidade geral. Pode crer!


    Fiz greve, fui ao RJ, fui a BSB, participei de passeatas, visitei edis, fiz arrastões, telefonei, etc...

    Recusar uma recomposição de 40% porque CJ-2, CJ-3 e CJ-4 vão ter 25%? Que argumento... FC não terá e CJ-1 terá de 16%.

    O impacto da nossa recomposição é de 6 bilhões e das CJ é de 230 milhões. Mais de 40 vezes.

    E não há dúvidas. Se for ZERO em 2016, STF manda a carreira exclusiva para o CN em agosto de 2016.

    Xô ZERO! Isso é que é satânico, tucânico, petista e maçon.
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    Mensagem por Tromba em Dom 22 Nov 2015, 6:14 pm

    É verdade que estão querendo impetrar MS pra anular a sessão q manteve o veto 26?
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    Mensagem por Convidado em Dom 22 Nov 2015, 6:44 pm

    Tromba escreveu:É verdade que estão querendo impetrar MS pra anular a sessão q manteve o veto 26?

    Na boa, não sei qual seria o fundamento, mas imagino que perderíamos.
    Pilantragem de político teve de sobra, e se tiver como encaixar em fundamento para impetrar um MS, valeria a pena fazer pra "azedar o leitinho" de vez.
    Já que fizeram deste país um verdadeiro circo (com perdão aos artistas de circo verdadeiros), por que não fazermos também a nossa piada sem graça?
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 6:53 pm

    Ser culpado pelas bobagens do zé da justiça. Mais uma para a minha coleção.

    Uma vitória da “caixa preta” do Judiciário

    por André Barrocal — publicado 19/11/2015 13h39, última modificação 19/11/2015 17h24

    Ministro da Justiça decide acabar com secretaria de reforma do Judiciário

    José Eduardo Cardozo resolveu sacrificar a Secretaria de Reforma do Judiciário em nome do ajuste fiscal

    O Judiciário sofreu uma derrota no Congresso na votação do veto de Dilma Rousseff à lei que elevaria o salário de seus servidores de 53% a 78%. Apesar de o Congresso ter sido cercado por servidores e até de juiz pressionar parlamentar por telefone, faltaram seis votos para o reajuste vingar (sic). O mais caro Judiciário do mundo em termos proporcionais por ora não (sic) terá mais verbas.

    A semana reserva, no entanto, uma boa notícia para os tribunais. O Ministério da Justiça decidiu acabar com uma repartição criada há doze anos para ajudar a fazer o Judiciário funcionar melhor e a jogar luz nas regalias dos magistrados e de seus funcionários.

    Em decorrência da decisão da presidenta de cortar cargos federais, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, resolveu que, na sua seara, uma das áreas sacrificadas será a Secretaria de Reforma do Judiciário. A secretaria será dissolvida. A extinção já foi comunicada internamente no Ministério.

    A repartição foi criada em 2003, primeiro ano de governo do ex-presidente Lula, para quem era preciso “abrir a caixa preta” do Judiciário. A decisão causou rebuliço à época. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) de então, Mauricio Correa, reagiu falando em “despautério” e “excrescência”.

    A secretaria foi a mentora de mudanças na Constituição feitas em 2004 conhecidas como Reforma do Judiciário. Entre outras coisas, as mudanças criaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Públicos (CNMP), órgãos destinados a servir como “fiscal do fiscal” - de juízes no primeiro caso e de procuradores de Justiça, no segundo.

    “O mínimo de transparência existente hoje no Judiciário é resultado das iniciativas da Secretaria de Reforma do Judiciário”, diz o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Luciano da Ros, autor da pesquisa Abrindo a caixa preta: três décadas de reformas do sistema judicial do Brasil, ainda em andamento.

    Para da Ros, a contribuição mais importante da Secretaria até aqui foi “pensar o Poder Judiciário como políticia (sic) pública”. A incapacidade – ou desinteresse – do Judiciário de enxergar-se como serviço público é um dos maiores defeitos deste Poder, segundo a professora Luciana Gross Cunha, coordenadora do Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

    Com a extinção da secretaria, teoriza Luciano da Ros, a tarefa de refletir sobre o funcionamento do Judiciário talvez possam ser do CNJ. O que não é uma hipótese muito desejável. Para um antigo membro do CNJ, o advogado Marcelo Neves, o Conselho é hoje um órgão corporativista e “sem significado prático, principalmente no controle da corrupção”.

    Mais de dez anos depois, um dos maiores problema no Judiciário que caberia à secretaria ajudar a enfrentar é o excesso de processos. Um relatório anual divulgado em setembro pelo CNJ aponta um estoque de 99 milhões de processos no País, quase um para cada dois brasileiros. Deste total, 71% jamais tiveram qualquer despacho. Na média, os processos esperam dez anos por uma decisão.

    O conflito dá a tônica no Judiciário, segundo pesquisa de agosto da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O estudo “O uso da Justiça e o litígio no Brasil” considera “alarmante” o número de processos. Diz ser resultado da estratégia de um grupo reduzido de atores de levar tudo para os tribunais: bancos, operadoras de cartão de crédito, telefônicas e órgãos públicos.

    A cultura da briga judicial reina nos cursos de Direito brasileiros, na opinião de Luciana Cunha. “As faculdades formam profissionais que buscam o Judiciário, mas não deveria ser assim.”

    As faculdades de Direito são muitas no Brasil e uma garantia de altos salários.

    Em 2010, o então conselheiro do CNJ Jefferson Kravchychyn descobriu: o País tinha mais cursos de Direito (1.240) do que todo o resto do planeta junto (1.100). O bacharel em Direito tem o maior rendimento por hora entre todos os trabalhadores com curso superior, segundo pesquisa de julho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    “Há uma indústria em torno do Poder Judiciário no Brasil”, diz Luciano da Ros.

    Com a saída de cena da Secretaria da Reforma do Judiciário, esta “indústria” só tem a ganhar.

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    Mensagem por Convidado em Dom 22 Nov 2015, 6:56 pm

    Lula Molusco escreveu:Ser culpado pelas bobagens do zé da justiça. Mais uma para a minha coleção.

    Uma vitória da “caixa preta” do Judiciário


    por André Barrocal — publicado 19/11/2015 13h39, última modificação 19/11/2015 17h24

    Ministro da Justiça decide acabar com secretaria de reforma do Judiciário

    José Eduardo Cardozo resolveu sacrificar a Secretaria de Reforma do Judiciário em nome do ajuste fiscal

    O Judiciário sofreu uma derrota no Congresso na votação do veto de Dilma Rousseff à lei que elevaria o salário de seus servidores de 53% a 78%. Apesar de o Congresso ter sido cercado por servidores e até de juiz pressionar parlamentar por telefone, faltaram seis votos para o reajuste vingar (sic). O mais caro Judiciário do mundo em termos proporcionais por ora não (sic) terá mais verbas.

    A semana reserva, no entanto, uma boa notícia para os tribunais. O Ministério da Justiça decidiu acabar com uma repartição criada há doze anos para ajudar a fazer o Judiciário funcionar melhor e a jogar luz nas regalias dos magistrados e de seus funcionários.

    Em decorrência da decisão da presidenta de cortar cargos federais, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, resolveu que, na sua seara, uma das áreas sacrificadas será a Secretaria de Reforma do Judiciário. A secretaria será dissolvida. A extinção já foi comunicada internamente no Ministério.

    A repartição foi criada em 2003, primeiro ano de governo do ex-presidente Lula, para quem era preciso “abrir a caixa preta” do Judiciário. A decisão causou rebuliço à época. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) de então, Mauricio Correa, reagiu falando em “despautério” e “excrescência”.

    A secretaria foi a mentora de mudanças na Constituição feitas em 2004 conhecidas como Reforma do Judiciário. Entre outras coisas, as mudanças criaram o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Públicos (CNMP), órgãos destinados a servir como “fiscal do fiscal” - de juízes no primeiro caso e de procuradores de Justiça, no segundo.

    “O mínimo de transparência existente hoje no Judiciário é resultado das iniciativas da Secretaria de Reforma do Judiciário”, diz o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Luciano da Ros, autor da pesquisa Abrindo a caixa preta: três décadas de reformas do sistema judicial do Brasil, ainda em andamento.

    Para da Ros, a contribuição mais importante da Secretaria até aqui foi “pensar o Poder Judiciário como políticia (sic) pública”. A incapacidade – ou desinteresse – do Judiciário de enxergar-se como serviço público é um dos maiores defeitos deste Poder, segundo a professora Luciana Gross Cunha, coordenadora do Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

    Com a extinção da secretaria, teoriza Luciano da Ros, a tarefa de refletir sobre o funcionamento do Judiciário talvez possam ser do CNJ. O que não é uma hipótese muito desejável. Para um antigo membro do CNJ, o advogado Marcelo Neves, o Conselho é hoje um órgão corporativista e “sem significado prático, principalmente no controle da corrupção”.

    Mais de dez anos depois, um dos maiores problema no Judiciário que caberia à secretaria ajudar a enfrentar é o excesso de processos. Um relatório anual divulgado em setembro pelo CNJ aponta um estoque de 99 milhões de processos no País, quase um para cada dois brasileiros. Deste total, 71% jamais tiveram qualquer despacho. Na média, os processos esperam dez anos por uma decisão.

    O conflito dá a tônica no Judiciário, segundo pesquisa de agosto da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O estudo “O uso da Justiça e o litígio no Brasil” considera “alarmante” o número de processos. Diz ser resultado da estratégia de um grupo reduzido de atores de levar tudo para os tribunais: bancos, operadoras de cartão de crédito, telefônicas e órgãos públicos.

    A cultura da briga judicial reina nos cursos de Direito brasileiros, na opinião de Luciana Cunha. “As faculdades formam profissionais que buscam o Judiciário, mas não deveria ser assim.”

    As faculdades de Direito são muitas no Brasil e uma garantia de altos salários.

    Em 2010, o então conselheiro do CNJ Jefferson Kravchychyn descobriu: o País tinha mais cursos de Direito (1.240) do que todo o resto do planeta junto (1.100). O bacharel em Direito tem o maior rendimento por hora entre todos os trabalhadores com curso superior, segundo pesquisa de julho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    “Há uma indústria em torno do Poder Judiciário no Brasil”, diz Luciano da Ros.

    Com a saída de cena da Secretaria da Reforma do Judiciário, esta “indústria” só tem a ganhar.

    Fonte

    Meu Deus, quanta bobagem!
    o planeta só tem 1100 cursos de direito?
    Putz... nem vou ler o resto.
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 6:57 pm

    COLUNA ESPLANADA

    A vingança dos servidores do Judiciário


    Os servidores do Judiciário preparam a vingança sobre o veto ao reajuste no Congresso Nacional

    Leandro Mazzini

    21 nov, 2015

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    Servidores do Judiciário protestam em todo o país (Fonte: Reprodução/Valter Campanato/Agência Brasil)

    Os servidores do Judiciário preparam a vingança sobre o veto ao reajuste no Congresso Nacional. Planejam divulgar outdoors, folders e anúncios em jornais com fotos dos parlamentares que mantiveram o veto da presidente Dilma ao aumento salarial de até 58%. Os alvos são, em especial, os ‘traidores’: que votaram no projeto de reajuste na Câmara e Senado, e mantiveram o veto na sessão de quarta. A campanha do SindJus em Brasília e de sindicatos nos estados pela aprovação ultrapassou R$ 18 milhões.

    A conferir

    O plano segue à risca a carta intimidadora que sindicatos entregaram aos parlamentares: quatro anos de mídia negativa para quem votasse contra as categorias.

    No caminho

    Faixas com os dizeres ‘traidores’ e ‘enganadores’ serão expostas por servidores nos terminais de embarque e desembarque do aeroporto de Brasília. Começou na quinta.

    Fonte
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 7:05 pm

    Marun lamenta manutenção do veto ao aumento do judiciário

    19/11/2015 17:08:00

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
    deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) - Arquivo

    O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) lamentou a manutenção do veto da presidente Dilma que impediu o aumento para os servidores do Poder Judiciário. “Faltaram apenas seis votos, o que mostra que a proposta era legítima e teve apoio de grande parte dos deputados”, assinalou Marun.

    Marun ressaltou que a categoria está há nove anos sem aumento e acrescentou que o aumento seria escalonado entre 2015 e 2017. Defendi o aumento porque entendo que os servidores não podem pagar o preço pela incompetência do governo. “Uma coisa é a crise causada pela má gestão e outra é o salário dos servidores”, defendeu Marun, para quem o veto deveria ser derrubado. Para o deputado sul-mato-grossense, o aumento para os servidores do Judiciário é uma questão de justiça.

    Marun foi convencido pela mobilização organizada e pacífica dos servidores que defenderam com clareza e objetividade a proposta de aumento. “Fiz o compromisso com eles e cumpri”, concluiu.

    Foram 251 votos pela derrubada do veto, 6 a menos do que o necessário na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 28/2015 foi vetado integralmente pelo Executivo, sob o argumento de que a medida geraria impacto financeiro contrário aos esforços necessários para o equilíbrio fiscal. Pelo projeto, aprovado no Senado no final de junho, o aumento para os servidores ficaria entre 53% e 78,5%. A estimativa do governo é que o reajuste custaria aos cofres públicos cerca de R$ 36 bilhões até 2019.

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    Mensagem por Convidado em Dom 22 Nov 2015, 7:16 pm

    Lula Molusco escreveu:COLUNA ESPLANADA

    A vingança dos servidores do Judiciário



    Os servidores do Judiciário preparam a vingança sobre o veto ao reajuste no Congresso Nacional

    Leandro Mazzini

    21 nov, 2015

    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 - Página 14 Protesto-judiciario-abr-830x552
    Servidores do Judiciário protestam em todo o país (Fonte: Reprodução/Valter Campanato/Agência Brasil)

    Os servidores do Judiciário preparam a vingança sobre o veto ao reajuste no Congresso Nacional. Planejam divulgar outdoors, folders e anúncios em jornais com fotos dos parlamentares que mantiveram o veto da presidente Dilma ao aumento salarial de até 58%. Os alvos são, em especial, os ‘traidores’: que votaram no projeto de reajuste na Câmara e Senado, e mantiveram o veto na sessão de quarta. A campanha do SindJus em Brasília e de sindicatos nos estados pela aprovação ultrapassou R$ 18 milhões.

    A conferir

    O plano segue à risca a carta intimidadora que sindicatos entregaram aos parlamentares: quatro anos de mídia negativa para quem votasse contra as categorias.

    No caminho

    Faixas com os dizeres ‘traidores’ e ‘enganadores’ serão expostas por servidores nos terminais de embarque e desembarque do aeroporto de Brasília. Começou na quinta.

    Fonte

    Boa! Isso mesmo, bora mostrar pra esses safados que não somos um bando de otários.
    Chega de ser educadinho e levar ferro dessa cambada rindo o tempo todo da nossa cara.
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    Mensagem por VadeMekum em Dom 22 Nov 2015, 7:17 pm

    TRF1/MG escreveu:O governo espera ansiosamente que Lewandowski o procure e abra negociação. Essa será a desculpa que precisam pra enrolar 2016. Acontecendo isso governo não nos dará aumento e ainda vai dizer que foi o Judiciário que descumpriu o tal acordo. Já deu pra notar que este governo não negocia? Que teve todas as chances do mundo e não fez? Antes do veto, na hora de vetar... tudo foi apresentado e negado.


    Isso já discutimos exaustivamente, aqui.

    Por isso me pergunto, de onde o pessoal, que está P da vida com a manutenção do veto (com razão é claro), acha que ano que vem poderá ser conseguido os tais 16%.

    Desconfio que a maioria que bate nessa tecla, SMJ, se enquadra naqueles casos em que já recebem 13,23% ou outro penduricalho qq, e por conta disso, ou não vão ter qq efeito financeiro do Titica em 2016, ou terão efeito mínimo.

    Portanto, PARA ELES, NO CASO DELES, ficar sem nada em 2016 ou o Titica são elas por elas. Daí, baseados na premissa quem arrisca, nao petisca, deduzem: vou ficar sem nada em 2016 mesmo, com ou sem o Leite podre. Então, pq não tentar de novo algo melhor?

    Mesmo argumento utilizado pelos sindipelegos em 2009, em regra dirigidos por antigões incorporados: pra que propor subsídio, se no NOSSO CASO, não teremos efeito financeiro? Melhor propor o Mamute!

    Desse modo, acho que seria bem mais louvável da parte dos colegas que rejeitam o Leite Podre serem sinceros em esclarecer que NO CASO DELES, EM PARTICULAR, o Titica não proporciona efeito financeiro relevante em 2016.

    E não induzir a erro o resto dos colegas pé-duros, para os quais, o Titica proporciona um cascalhinho. Minguado, mais pra pedrisco, mas proporciona.
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 7:29 pm

    Governo de coalizão. Agora a dilmandiôca vai cobrar de edis que foram agraciados com o quinhão público e não corresponderam às expectativas.

    Palácio do Planalto repreende líderes de partidos dissidentes na Câmara

    Política Publicado quinta, 19 de novembro (06:00)

    PRB, PSD e PDT estão na lista negra (sic) do governo após a votação dos vetos presidenciais. Nessas bancadas, boa parte dos deputados votou contra a orientação pela manutenção da decisão de Dilma Rousseff sobre o reajuste do Judiciário

    Mário Coelho

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    Com o plenário do Congresso cheio, faltaram apenas seis votos para a derrubada de um veto Igo Estrela/ObritoNews/Fato Online

    O desempenho da base aliada durante as sessões de votações de vetos dos últimos dois dias motivou o Palácio do Planalto a convocar líderes partidários para cobrar uma definição na postura dos deputados. Entre as legendas que possuem ministérios no primeiro escalão de Dilma Rousseff, chama a atenção do governo o desempenho de PSD, PRB e PDT nas últimas votações. Em especial na apreciação da rejeição presidencial sobre o reajuste de até 78% aos servidores do Judiciário.

    Como mostrou o Fato Online, dos 251 parlamentares que votaram contra o governo, 106 eram dos nove partidos que comandam ministérios. Na conta também entra o governista Pros, que comandou o Ministério da Educação nos primeiros meses do segundo mandato de Dilma e participa do colégio de líderes da base. Levando-se em conta o número de parlamentares do PT, PCdoB, PDT, PMDB, PP, PR, PRB, Pros, PSD e PTB, que participaram da Sessão do Congresso (239), 45% dos deputados desses partidos votaram contra o governo.

    Desses partidos, preocupam mais o Palácio do Planalto o PSD, o PRB e o PDT. Interlocutores do governo dizem ser necessário dar “uma bronca” (sic) nos três. O primeiro tem votado dividido de forma sistemática. No projeto da repatriação de bens no exterior, por exemplo, menos da metade da bancada seguiu a orientação do governo. Na terça-feira (17), ocorreu a mesma coisa. Dos 19 parlamentares presentes no plenário, 12 votaram para derrubar o veto do reajuste do Judiciário. Alvo de intensa pressão de servidores, a derrubada causaria um impacto de R$ 36,2 bilhões aos cofres da União até 2019.

    Sempre atento

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
    José Guimarães afirmou que o governo vai estar vigilante Cadu Gomes/ObritoNews/Fato Online

    No caso de PRB e PDT, a situação ficou mais complicada ainda para o governo. Quase a totalidade das duas bancadas foram contra o Palácio. No partido liderado por Celso Russomano (PRB/SP), 11 dos 12 deputados se posicionaram contra o veto. Já entre os pedetistas foram oito de 11. De acordo com interlocutores palacianos, os líderes desses partidos serão chamados para conversar. O governo vai cobrar a fidelidade destas legendas, recém agraciadas com mais espaço na Esplanada. "Em política ninguém dorme tranquilo. Na política tem que estar sempre atento", disse o líder do governo, José Guimarães (PT/CE).

    "Em política, ninguém dorme tranquilo. Na política, tem que estar sempre atento"
    José Guimarães, deputado pelo PT/CE

    O PRB, por exemplo, conseguiu a secretaria-executiva do Ministério do Esporte, antes nas mãos do PCdoB. O PDT trocou o Ministério do Trabalho pelo das Comunicações. Parte dos líderes dos partidos com maior número de dissidentes esteve no Palácio do Planalto na quarta-feira (18) para conversar com os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini. "Eu entreguei o que tinha prometido", afirmou o líder do PP, Eduardo da Fonte (PE). Segundo o pernambucano, até 25 deputados da bancada votariam com o governo ou se absteriam.

    "Eu entreguei o que tinha prometido" (sic)
    Eduardo da Fonte, deputado pelo PP/PE

    A orientação da liderança do governo era pela votação sim. Ou seja, manter o veto do reajuste do Judiciário. No painel eletrônico do plenário, somente os partidos de oposição se posicionaram pela derrubada. Juntos, eles tinham 126 votos, não contando as próprias dissidências entre as hostes oposicionistas. Mas, quando saiu o resultado no painel, quase o dobro de deputados se posicionou contra a decisão de Dilma de rejeitar o aumento do Judiciário. Foram 251 parlamentares, seis a menos que o necessário. Pelo lado do Planalto 132 foram a favor.  

    Para um veto ser derrubado, é preciso que haja maioria absoluta dos votos nas duas Casas do Congresso. Ou seja, além de conseguir o apoio de 257 deputados, 41 senadores também devem se manifestar contra a decisão da presidente da República. Como o número mínimo não foi atingido, o Senado não precisou votar. No entanto, a vitória apertada do Palácio do Planalto veio pela combinação de dissidências na oposição, abstenções na votação e ausências. No momento da votação, 475 deputados estavam presentes.

    Fonte
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 7:37 pm

    VadeMekum escreveu:Isso já discutimos exaustivamente, aqui.

    Por isso me pergunto, de onde o pessoal, que está P da vida com a manutenção do veto (com razão é claro), acha que ano que vem poderá ser conseguido os tais 16%.

    Desconfio que a maioria que bate nessa tecla, SMJ, se enquadra naqueles casos em que já recebem 13,23% ou outro penduricalho qq, e por conta disso, ou não vão ter qq efeito financeiro do Titica em 2016, ou terão efeito mínimo.

    Portanto, PARA ELES, NO CASO DELES, ficar sem nada em 2016 ou o Titica são elas por elas. Daí, baseados na premissa quem arrisca, nao petisca, deduzem: vou ficar sem nada em 2016 mesmo, com ou sem o Leite podre. Então, pq não tentar de novo algo melhor?

    Mesmo argumento utilizado pelos sindipelegos em 2009, em regra dirigidos por antigões incorporados: pra que propor subsídio, se no NOSSO CASO, não teremos efeito financeiro? Melhor propor o Mamute!

    Desse modo, acho que seria bem mais louvável da parte dos colegas que rejeitam o Leite Podre serem sinceros em esclarecer que NO CASO DELES, EM PARTICULAR, o Titica não proporciona efeito financeiro relevante em 2016.

    E não induzir a erro o resto dos colegas pé-duros, para os quais, o Titica proporciona um cascalhinho. Minguado, mais pra pedrisco, mas proporciona.

    Segundo uma corrente filosófica, a VPI de 59 reais e a VPNI decorrente de ações relativas à VPI de 59 reais serão absorvidas APENAS na última parcela, julho de 2019. Aparentemente, assiste razão a esta corrente.

    Há muitas incoerências. Tem gente que é sectariamente contra qualquer tipo de reajuste às VPNI, mas é favor da data-base. E tem gente que é a favor do subsídio, mas é contra o PL ti-ti-ca porque este absorve a VPI de 59 reais e a VPNI decorrente de ações relativas à VPI de 59 reais. É o ser humano.
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    Mensagem por BLACK SOUL em Dom 22 Nov 2015, 7:38 pm

    Lula Molusco escreveu:notícia sem importância alguma - passado

    Mas meu filho! Que sede é essa pelo flood!?

    Notícia sobre reação dessa corja quando o veto podia ser derrubado já não era interessante. Agora que foi mantido então!

    Vai se tratar, doente! Quase 10 posts só nessa pagina!
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    Mensagem por Lula Molusco em Dom 22 Nov 2015, 7:48 pm

    BLACK SOUL escreveu:
    Lula Molusco escreveu:notícia sem importância alguma - passado

    Mas meu filho! Que sede é essa pelo flood!?

    Notícia sobre reação dessa corja quando o veto podia ser derrubado já não era interessante. Agora que foi mantido então!

    Vai se tratar, doente! Quase 10 posts só nessa pagina!

    Nas páginas anteriores, não postei, pois fui passear...

    Nenhuma dessas notícias são repetidas e nem foram postadas...

    Todas as notícias fazem parte do tópico temático...

    As notícias que não fazem parte deste tópico temático, são postadas no respectivo tópico temático...

    Acho interessante colocar notícias que registrem como o quinhão público é particionado e como é cobrado. E a notícia tem relação direta com o tópico temático. Isso ajuda na informação àqueles forunistas que não sabiam que há 25 anos o CN funciona desta forma. Como li na assinatura do DJANGO:

    "________________
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor"

    Não infringi nenhuma das regras do fórum...

    Me perseguir, principalmente sem razão, não resolverá o problema da recomposição salarial.
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    Mensagem por BLACK SOUL em Dom 22 Nov 2015, 7:50 pm

    Lula Molusco escreveu:
    BLACK SOUL escreveu:
    Lula Molusco escreveu:notícia sem importância alguma - passado

    Mas meu filho! Que sede é essa pelo flood!?

    Notícia sobre reação dessa corja quando o veto podia ser derrubado já não era interessante. Agora que foi mantido então!

    Vai se tratar, doente! Quase 10 posts só nessa pagina!

    Nas páginas anteriores, não postei, pois fui passear...

    Nenhuma dessas notícias são repetidas e nem foram postadas...

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    As notícias que não fazem parte deste tópico temático, são postadas no respectivo tópico temático...

    Acho interessante colocar notícias que registrem como o quinhão público é particionado e como é cobrado. E a notícia tem relação direta com o tópico temático. Isso ajuda na informação àqueles forunistas que não sabiam que há 25 anos o CN funciona desta forma. Como li na assinatura do DJANGO:

    "________________
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor"

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    Mensagem por Admin em Dom 22 Nov 2015, 7:57 pm

    Este tópico foi bloqueado porque não possui mais sentido.
    Para discutir o PL 2648/15, utilizem  http://www.pcsja.org/t1121-pcs-pl-2648-2015 .
    Para outros temas, verifiquem se já há tópico apropriado e, casa não haja, criem-no.

    Atenciosamente,
    Administração.

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