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    Lei 13.317/2016-PJU

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    JONGA
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por JONGA em Sab 13 Ago 2016, 2:43 am

    Tec que tem certificado de graduação averbado, ao invés de diploma, vai ter que averbar diploma tb?
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    Silveira
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Silveira em Sab 13 Ago 2016, 5:54 am

    JONGA escreveu:Tec que tem certificado de graduação averbado, ao invés de diploma, vai ter que averbar diploma tb?

    Diploma e Certificado


    Diploma e certificado são documentos que atestam a formação recebida pelo seu titular.

    Os diplomas serão expedidos para cursos reconhecidos e quando registrados terão validade nacional. É condição indispensável a homologação do parecer da comissão julgadora de dissertação ou tese.

    Serão expedidos certificados nas seguintes circunstâncias:
    para concluintes de cursos com processo de reconhecimento em tramitação;
    temporariamente, enquanto se aguarda a expedição e registro do diploma;

    OU SEJA VOCÊ TEM DE ESTAR DIPLOMADO PARA EXERCER TODOS OS SEUS DIREITOS COMO CONCLUINTE DA GRADUAÇÃO E NÃO SOMENTE CERTIFICADO QUE SERIA UMA SITUAÇÃO DE ALGUMA PENDÊNCIA COM O SEU CURSO OU COM O REGISTRO DO SEU DIPLOMA. SE O CURSO AINDA NÃO FOR RECONHECIDO NÃO CABE O RECEBIMENTO DO ADICIONAL NEM SE AINDA O SEU DIPLOMA NÃO TENHA SIDO REGISTRADO.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Silveira em Sab 13 Ago 2016, 5:59 am

    Silveira escreveu:
    JONGA escreveu:Tec que tem certificado de graduação averbado, ao invés de diploma, vai ter que averbar diploma tb?

    Diploma e Certificado


    Diploma e certificado são documentos que atestam a formação recebida pelo seu titular.

    Os diplomas serão expedidos para cursos reconhecidos e quando registrados terão validade nacional. É condição indispensável a homologação do parecer da comissão julgadora de dissertação ou tese.

    Serão expedidos certificados nas seguintes circunstâncias:
    para concluintes de cursos com processo de reconhecimento em tramitação;
    temporariamente, enquanto se aguarda a expedição e registro do diploma;

    OU SEJA VOCÊ TEM DE ESTAR DIPLOMADO PARA EXERCER TODOS OS SEUS DIREITOS COMO CONCLUINTE DA GRADUAÇÃO E NÃO SOMENTE CERTIFICADO QUE SERIA UMA SITUAÇÃO DE ALGUMA PENDÊNCIA COM O SEU CURSO OU COM O REGISTRO DO SEU DIPLOMA. SE O CURSO AINDA NÃO FOR RECONHECIDO NÃO CABE O RECEBIMENTO DO ADICIONAL NEM SE AINDA O SEU DIPLOMA NÃO TENHA SIDO REGISTRADO.

    Art. 6º O adicional é devido a partir da apresentação do diploma, após verificado pela unidade competente o reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação, na forma da legislação específica.

    § 1º A comprovação do curso far-se-á mediante apresentação de cópia do diploma devidamente autenticada, podendo a autenticação ser feita pela unidade responsável pelo seu recebimento à vista do original.

    § 2º Não serão aceitas declarações, certificados ou certidões de conclusão de cursos.

    § 3º Os diplomas deverão ser expedidos por universidades e para os expedidos por instituições não-universitárias deverá constar o respectivo registro em universidade indicada pelo Conselho Nacional de Educação.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Silveira em Sab 13 Ago 2016, 6:02 am

    Silveira escreveu:
    Silveira escreveu:
    JONGA escreveu:Tec que tem certificado de graduação averbado, ao invés de diploma, vai ter que averbar diploma tb?

    Diploma e Certificado


    Diploma e certificado são documentos que atestam a formação recebida pelo seu titular.

    Os diplomas serão expedidos para cursos reconhecidos e quando registrados terão validade nacional. É condição indispensável a homologação do parecer da comissão julgadora de dissertação ou tese.

    Serão expedidos certificados nas seguintes circunstâncias:
    para concluintes de cursos com processo de reconhecimento em tramitação;
    temporariamente, enquanto se aguarda a expedição e registro do diploma;

    OU SEJA VOCÊ TEM DE ESTAR DIPLOMADO PARA EXERCER TODOS OS SEUS DIREITOS COMO CONCLUINTE DA GRADUAÇÃO E NÃO SOMENTE CERTIFICADO QUE SERIA UMA SITUAÇÃO DE ALGUMA PENDÊNCIA COM O SEU CURSO OU COM O REGISTRO DO SEU DIPLOMA. SE O CURSO AINDA NÃO FOR RECONHECIDO NÃO CABE O RECEBIMENTO DO ADICIONAL NEM SE AINDA O SEU DIPLOMA NÃO TENHA SIDO REGISTRADO.

    Art. 6º O adicional é devido a partir da apresentação do diploma, após verificado pela unidade competente o reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação, na forma da legislação específica.

    § 1º A comprovação do curso far-se-á mediante apresentação de cópia do diploma devidamente autenticada, podendo a autenticação ser feita pela unidade responsável pelo seu recebimento à vista do original.

    § 2º Não serão aceitas declarações, certificados ou certidões de conclusão de cursos.

    § 3º Os diplomas deverão ser expedidos por universidades e para os expedidos por instituições não-universitárias deverá constar o respectivo registro em universidade indicada pelo Conselho Nacional de Educação.

    Enfim a mera certidão de conclusão de curso de nada serve nem para o adicional. sendo que tem de ser plenamente diplomado para ter os direitos como concluinte de uma graduação. É muita burocracia, mas tem de fazer toda aquela papagaiada da colação de grau, ser reconhecido o curso ( isso é a primeira coisa que deve ser confirmada antes de se fazer um curso para não fazer papel de bobo depois ) e o devido registro do diploma ( mais burocracia ).

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por rogcampinas em Sab 13 Ago 2016, 2:30 pm

    JONGA escreveu:Tec que tem certificado de graduação averbado, ao invés de diploma, vai ter que averbar diploma tb?

    Exatamente como o colega Silveira disse. Para comprovar o nível superior, exige-se o diploma expedido por instituição reconhecida pelo MEC. Já com relação à comprovação do curso de pós-graduação, é necessário o certificado de conclusão de curso, devidamente registrado (não vale o certificado provisório), o que, no final das contas, dá na mesma, pois para se matricular numa pós, somente com a apresentação do diploma de nível superior. Mestrado e doutorado, diploma (de mestre ou doutor).  
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por clovisbonfim em Sab 13 Ago 2016, 3:54 pm

    A exigência do diploma averbado foi tão somente para dificultar. A máxima é complicar. Vejam abaixo acórdão do STJ:




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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por analista_ti em Sab 13 Ago 2016, 4:59 pm

    O Negócio ta meio "extranho", fui fazer um consignado no BANCO ALFA, e como minha margem já esta no limite com o leitinho abrir 500,00 (quihentão), vou pegar e pagar uns carne das casas bahia..(kkk), MAS PELA MINHA SUPRESA O BANCO NÃO ACEITA QUE TEM CJ3 - CARGO EM COMISSÃO, fui em outros bancos inclusive BB, Santander, menos a CEF, todos tem a mesma posição, o gerente me disse que veio uma determinação da central. ESTE CARGO QUE TRABALHEI TANTO SEM GANHA UMA HORA EXTRA, agora não vale nada. Sei que não levarei na aposentadoria se alguém souber de algo poste aqui p.favor.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Estrategista em Sab 13 Ago 2016, 5:12 pm

    analista_ti escreveu:O Negócio ta meio "extranho", fui fazer um consignado no BANCO ALFA, e como minha margem já esta no limite com o leitinho abrir 500,00 (quihentão), vou pegar e pagar uns carne das casas bahia..(kkk), MAS PELA MINHA SUPRESA O BANCO NÃO ACEITA QUE TEM CJ3 - CARGO EM COMISSÃO, fui em outros bancos inclusive BB, Santander, menos a CEF, todos tem a mesma posição, o gerente me disse que veio uma determinação da central. ESTE CARGO QUE TRABALHEI TANTO SEM GANHA UMA HORA EXTRA, agora não vale nada. Sei que não levarei na aposentadoria se alguém souber de algo poste aqui p.favor.

    Existem regras internas bancárias e uma delas determina que quem possui cargo em comissão não pode fazer consignados. Os bancos "pensam" que quem tem CC não tem vínculo com a administração ou é requitado de outro órgãos. Os bancos já levaram inúmeros calotes desses cabides, pois quando eles perdem o cargo, deixam de pagar os consignados, e isso gerou reflexos negativos nos demais servidores.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Silveira em Sab 13 Ago 2016, 6:08 pm

    clovisbonfim escreveu:A exigência do diploma averbado foi tão somente para dificultar. A máxima é complicar. Vejam abaixo acórdão do STJ:




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    Mesmo se tivesse alguma margem de interpretação para entrar com um ação ( por exemplo, sem essa regulamentação via resolução ), não compensaria o tempo, cansaço por causa dessa merreca, já que esta é a merreca da merreca. Não abro  mão da merreca, mas agora que já está no bolso, não vou ficar achando é muito por causa disso ou daquilo. Que há desemprego, crise etc.

    É mais fácil conseguir o diploma, já que é o direito de quem fez o curso completo, colou grau. Agora se o curso é tão vagabundo que nem reconhecimento tem ainda, é o sujeito que o fez que tem de levar na cabeça para aprender, já que não somos nenhum bando de trabalhadores desqualificados e salário mínimo. Ou somos ? Pergunto, pois, observando alguns colegas, até fico me perguntando se não merecemos o que temos passado ultimante.

    Antes de alguém começar a me agredir, esta percepção não tenho de nenhum dos companheiros do fórum, mas no dia a dia do meu Tribunal, mas se a carapuça serviu pode vesti-la, mas sem jogar pedras em mim.

    Alguns ficam babando e querendo ser como os colegas da Receita Federal,  por exemplo, mas será que realmente merecemos ou fazemos por merecer?

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Ilhense em Dom 14 Ago 2016, 12:16 pm

    Sei que está todo mundo um pouco mais aliviado por conta do leitinho, mesmo que ele não seja o ideal. Mas me preocupo com a falta de destaque para o PLP 257, que acaba de ser aprovado na câmara.

    Em um de seus artigos , p.ex., ele eleva a nossa contribuição previdenciaria de 11 para 14%. Ou seja, só nessa tacada já teremos o nosso percentual adquirido por participação em cursos absorvido.

    Deram com uma mão e enquanto relaxamos estão tirando com a outra.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Denovo?? em Dom 14 Ago 2016, 12:24 pm

    Não a nossa.
    A dos estados.



    Ilhense escreveu:Sei que está todo mundo um pouco mais aliviado por conta do leitinho, mesmo que ele não seja o ideal. Mas me preocupo com a falta de destaque para o PLP 257, que acaba de ser aprovado na câmara.

    Em um de seus artigos , p.ex., ele eleva a nossa contribuição  previdenciaria de 11 para 14%. Ou seja, só nessa tacada já teremos o nosso percentual adquirido por participação em cursos absorvido.

    Deram com uma mão e enquanto relaxamos estão tirando com a outra.

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Ilhense em Dom 14 Ago 2016, 12:45 pm

    Denovo?? escreveu:Não a nossa.
    A dos estados.



    Ilhense escreveu:Sei que está todo mundo um pouco mais aliviado por conta do leitinho, mesmo que ele não seja o ideal. Mas me preocupo com a falta de destaque para o PLP 257, que acaba de ser aprovado na câmara.

    Em um de seus artigos , p.ex., ele eleva a nossa contribuição  previdenciaria de 11 para 14%. Ou seja, só nessa tacada já teremos o nosso percentual adquirido por participação em cursos absorvido.

    Deram com uma mão e enquanto relaxamos estão tirando com a outra.

    Sim, mas já cria um precedente. De qualquer modo, estava pesquisando e conseguiram retirar do texto essa elevação da contribuição previdenciaria. Vamos ver se isso se mantém.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por herval em Dom 14 Ago 2016, 12:53 pm

    bom dia,

    Mas isso de darem com uma mão(pl até 2019) e tirar com outro (imposto de renda, PSS maior no futuro, inflação acumulada e quiçá congelamento no ajuste fiscal) já estava contabilizado, acredito q pela maioria. Sou economista, mas acredito  que mesmo quem não é, percebeu. E que não teria ambiente para recusar e mudar nada. não havia tempo e nem contexto pra recusar, a maioria de nós no desespero. E. além disso, não há união suficiente para emplacar planos de carreira melhores na época, quanto mais união para mandar o executivo e lewando enfiarem no ****** o pl leite aguado.

    Mas acredito que a maioria também percebeu que ao aceitar o pl leitINHO seria o sacramento para nos colocamos num patamar inferior a outras carreiras. Isso vem desde de 2009, pela falta de união, interesses privados se misturando no interesse coletivo da categoria e etc. 

    Temer  é um homem cordial, assim como a maioria de nós. risos
    Estratégia assim, é excelente pois traz um ganho político maior e mais simpatia, "entre" os servidores, para a maioria da sociedade e imprensa não, pois não entendem como é possível dar aumento em um país em crise econômica. pois não entendem a estratégia.

    Além disso, ficar sem aumento nenhum não era mais aceitável para nós.

    A gente deu azar de sermos tão desunidos (2009 perdemos um oportunidade que não voltará jamais e não adianta reclamar)que deixamos o reajuste sair agora ( entre 2015 e 2016) e, infelizmente saiu em um momento de crise econômica e fiscal.
    e data base pelo que já li NÃO vai rolar. Os técnicos do ministério do planejamento já sabem as consequências da data base e não vão permitir. e nem o ministério da fazenda.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por andre3107 em Dom 14 Ago 2016, 2:46 pm

    Ilhense escreveu:
    Denovo?? escreveu:Não a nossa.
    A dos estados.



    Ilhense escreveu:Sei que está todo mundo um pouco mais aliviado por conta do leitinho, mesmo que ele não seja o ideal. Mas me preocupo com a falta de destaque para o PLP 257, que acaba de ser aprovado na câmara.

    Em um de seus artigos , p.ex., ele eleva a nossa contribuição  previdenciaria de 11 para 14%. Ou seja, só nessa tacada já teremos o nosso percentual adquirido por participação em cursos absorvido.

    Deram com uma mão e enquanto relaxamos estão tirando com a outra.

    Sim, mas já cria um precedente. De qualquer modo,  estava pesquisando e conseguiram retirar do texto essa elevação da contribuição previdenciaria. Vamos ver se isso se mantém.

    Que eu saiba aprovaram um substitutivo que o Novo Governo enviou, retirando os dispositivos que prejudicavam servidores, enviados originariamente pelo PT.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por herval em Dom 14 Ago 2016, 5:54 pm

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    10/08/2016 - 03h09
    Fim de congelamento de salários diminuiu resistências ao PLP de renegociação das dívidas

    Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados

    Andre Moura: "O principal é que os estados tenham limite de gastos"

    A votação do projeto de renegociação das dívidas dos estados com o governo federal (PLP 257/16) só foi possível depois de um acordo para retirar do texto a previsão de congelamento dos salários dos servidores públicos estaduais por dois anos, um dos pontos mais polêmicos da proposta. O acordo permitiu que se enfrentasse uma forte obstrução de partidos de oposição e de parlamentares da base do governo interino de Michel Temer contra a proposta, que atrasou o início da votação em cerca de seis horas.

    O líder do governo, deputado Andre Moura (PSC-SE), destacou que o ajuste fiscal previsto na proposta não ficou prejudicado com a supressão, já que foi mantido o limite do crescimento dos gastos dos estados. Eles não poderão gastar mais do que a inflação do ano anterior. “O governo tem uma linha mestra nesse projeto. A essência principal é o resultado, é que os estados tenham limite de gastos, que não seja permitido aumento de gastos para não gerar novas dívidas e que os governadores não voltem a bater à porta da União em busca de novos empréstimos, gerando uma bola de neve nesta dívida”, afirmou.

    Moura ressaltou que a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal já impõem limites para o gasto com a folha. E o teto estabelecido pelo PLP da renegociação será um novo freio ao aumento dos gastos com pessoal.
    O líder do PP, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), comemorou o acordo. “Agora o governador terá margem ou não para fazer sua politica de pessoal respeitando limite de gastos”, disse.
    Divulgação/Câmara dos Deputados
    Ivan Valente - Psol
    Ivan Valente: "Está mantido o ajuste para pagar juros aos banqueiros"

    O líder do PSol, deputado Ivan Valente (SP), ficou insatisfeito. Disse que a retirada do artigo que proíbe expressamente o reajuste de salários de servidores estaduais não vai salvar o funcionalismo do corte de gastos previsto pelo projeto de renegociação das dívidas dos estados com o governo federal. Deputados petistas também protestaram. “Tem aqui um grande engodo”, afirmou Valente. Ele disse que, ao limitar os gastos dos entes à inflação do ano anterior, o funcionalismo será prejudicado. “Só tiraram o bode da sala. É uma enganação, está mantido o ajuste para pagar juros a banqueiros”, afirmou.

    Relator da proposta, o deputado Esperidião Amin (PP-SC) ressaltou que o texto não é o ideal, nem vai resolver o problema de todos os estados. Ele destacou, no entanto, que o texto reflete uma decisão negociada.
    “As modificações que constam do projeto fazem parte do acordo assinado pelo governo federal e por 21dos governadores de estado e do Distrito Federal. Se não é um acordo federativo unânime, é um acordo assinado por 21 dos 27 governadores do Brasil. Portanto, não é verdade que o governo selecionou quem atender”, afirmou.

    Ponto central
    A restrição a gastos com pessoal foi um dos pontos centrais de todo o debate da renegociação da dívida dos estados, desde o início de sua tramitação. O projeto original teve forte reação negativa ao impor aumento da contribuição previdenciária, mudança de regime previdenciário e outros limites aos gastos com servidores públicos. Diversas categorias pressionaram os parlamentares e estes pontos foram revistos.

    As medidas de ajuste fiscal da proposta original foram substituídas pelo teto de gastos, que também é objeto de uma Proposta de Emenda à Constituição em tramitação na Câmara (PEC 241/16), que já teve admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e ainda será analisada por uma comissão especial.

    O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) foi um dos críticos à proibição de aumentos a servidores, que considerou uma interferência indevida nos entes federativos. “Se o estado não pode crescer suas despesas além da inflação, por que o projeto entra no mérito de que não pode dar reajustes aos servidores? Se o estado economizar com verbas de publicidade, pode ter autonomia de rever seus gastos”, opinou.

    Debate partidário
    A disputa entre apoiadores do governo interino de Michel Temer contra defensores da presidente afastada Dilma Rousseff também esteve presente nas discussões. O líder do PSDB, deputado Antonio Imbassahy (BA), fez questão de ressaltar que o projeto original, encaminhado pelo PT, era bem mais rígido que a versão negociada pelo governo interino de Michel Temer, atualmente criticado por petistas. “Previa o aumento da contribuição previdenciária para 14%. Queria incluir vedação de criação de cargos, suspensão de novas admissões. Era isso que o PT queria”, afirmou.


    O líder do PT, deputado Afonso Florence (BA), afirmou que o partido já tinha proposto a retirada desses pontos assim que o projeto chegou à Câmara e negou haver mudança de posição sobre o tema.
    Continua:

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Xiola em Seg 15 Ago 2016, 6:14 am

    analista_ti escreveu:O Negócio ta meio "extranho", fui fazer um consignado no BANCO ALFA, e como minha margem já esta no limite com o leitinho abrir 500,00 (quihentão), vou pegar e pagar uns carne das casas bahia..(kkk), MAS PELA MINHA SUPRESA O BANCO NÃO ACEITA QUE TEM CJ3 - CARGO EM COMISSÃO, fui em outros bancos inclusive BB, Santander, menos a CEF, todos tem a mesma posição, o gerente me disse que veio uma determinação da central. ESTE CARGO QUE TRABALHEI TANTO SEM GANHA UMA HORA EXTRA, agora não vale nada. Sei que não levarei na aposentadoria se alguém souber de algo poste aqui p.favor.

    Sou removido de TRT...    Aqui no TST, em 2009, fiz um consignado tranquilamente, na BRB financeira, apenas com o  "contracheque" da gratificação daqui, que inclui somente   "FC4  + auxílio alimentação" .     Mas essa foi a única instituição que aceitou fazer...

    Em todos os bancos que perguntei, só aceitam mesmo fazer se for pela margem do contracheque "do órgão de origem", ou seja, onde o sujeito é "concursado".
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por josebarbos em Seg 15 Ago 2016, 2:58 pm

    analista_ti escreveu:O Negócio ta meio "extranho", fui fazer um consignado no BANCO ALFA, e como minha margem já esta no limite com o leitinho abrir 500,00 (quihentão), vou pegar e pagar uns carne das casas bahia..(kkk), MAS PELA MINHA SUPRESA O BANCO NÃO ACEITA QUE TEM CJ3 - CARGO EM COMISSÃO, fui em outros bancos inclusive BB, Santander, menos a CEF, todos tem a mesma posição, o gerente me disse que veio uma determinação da central. ESTE CARGO QUE TRABALHEI TANTO SEM GANHA UMA HORA EXTRA, agora não vale nada. Sei que não levarei na aposentadoria se alguém souber de algo poste aqui p.favor.

    A CJ3 é altamente relevante independente do quanto você ganhe no Judiciário e não há nenhuma garantia de que vai percebê-la indefinidamente. Os bancos calculam que o risco de você deixar de ocupá-la e ter um grande baque financeiro, posteriormente deixando de pagar parte desta prestação (há jurisprudência neste sentido) é grande, e adotam a política de não aceitar esta margem. Lembrando que a relação é negocial e são livres para conceder ou não crédito, e dentro das suas políticas.

    Mas se vale de conselho, após ganhar > R$ 1.000,00 à vista na CJ3, deveria repensar se quer se enforcar na corda do crédito. Na verdade, trata-se de uma grande chance de por as contas em ordem com o aumento da receita, e viver dentro da realidade orçamentária.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por PAS_Jud.2011 em Seg 15 Ago 2016, 6:25 pm

    josebarbos escreveu:
    analista_ti escreveu:O Negócio ta meio "extranho", fui fazer um consignado no BANCO ALFA, e como minha margem já esta no limite com o leitinho abrir 500,00 (quihentão), vou pegar e pagar uns carne das casas bahia..(kkk), MAS PELA MINHA SUPRESA O BANCO NÃO ACEITA QUE TEM CJ3 - CARGO EM COMISSÃO, fui em outros bancos inclusive BB, Santander, menos a CEF, todos tem a mesma posição, o gerente me disse que veio uma determinação da central. ESTE CARGO QUE TRABALHEI TANTO SEM GANHA UMA HORA EXTRA, agora não vale nada. Sei que não levarei na aposentadoria se alguém souber de algo poste aqui p.favor.

    A CJ3 é altamente relevante independente do quanto você ganhe no Judiciário e não há nenhuma garantia de que vai percebê-la indefinidamente. Os bancos calculam que o risco de você deixar de ocupá-la e ter um grande baque financeiro, posteriormente deixando de pagar parte desta prestação (há jurisprudência neste sentido) é grande, e adotam a política de não aceitar esta margem. Lembrando que a relação é negocial e são livres para conceder ou não crédito, e dentro das suas políticas.

    Mas se vale de conselho, após ganhar > R$ 1.000,00 à vista na CJ3, deveria repensar se quer se enforcar na corda do crédito. Na verdade, trata-se de uma grande chance de por as contas em ordem com o aumento da receita, e viver dentro da realidade orçamentária.

    Só parar de contar essas bostas de CJ como salário, aí vc viverá melhor... Faça o que o colega mencionou/sugeriu, pegue a diferença do aumento do salário de seu cargo e da sua bela CJ e organize-se aos poucos, priorize gastos... Certamente, se for pôr na ponta do lápis, dá pra enxugar uns gastos, agora, em meio à crise, tidos como "supérfluos"; não troque de carro contando com CJ, não gaste-a toda; diminua as idas ao cinema, restaurantes, etc.; ligue nos credores renegociando suas dívidas, estamos em época de crise, eles sentem tbm esse momento, e estão doidos pra receber alguma fatia do que a eles deve; não acompanhe evoluções tecnológicas por mero ego (não queira acompanhar lançamentos de iphone, iPad, e outros i da vida); viaje programadamente, pegue passagens e diárias mais baratas; compre só o necessário, até estar de volta a um padrão top de salário q lhe proporcione alguns luxos, sem que se enforque em consignados e dívidas longas... se possível até opte por meio de transporte público... Eu To desse jeito! Priorizando os gastos...
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Edyrio2010 em Ter 16 Ago 2016, 4:21 pm

    pessoal do TRT 1, já saiu o contracheque? to entrando no ergon e nada Sad
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por ultraman em Ter 16 Ago 2016, 4:55 pm

    tre rj contra cheque sem AQ NS. Deve vir em suplementar...espero.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por maligna em Ter 16 Ago 2016, 5:12 pm

    Edyrio2010 escreveu:pessoal do TRT 1, já saiu o contracheque? to entrando no ergon e nada Sad


    nada mesmo... Será que estão calculando o AQ ? Ou será que o pessoal está trabalhando em regime de plantão, por causa das olimpíadas ?
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Fhighlander em Ter 16 Ago 2016, 7:22 pm

    TRF5 ainda nem liberou o espelho ainda...

    maligna escreveu:
    Edyrio2010 escreveu:pessoal do TRT 1, já saiu o contracheque? to entrando no ergon e nada Sad


    nada mesmo... Será que estão calculando o AQ ? Ou será que o pessoal está trabalhando em regime de plantão, por causa das olimpíadas ?
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Adilson em Ter 16 Ago 2016, 8:01 pm


    Nº 4847/2016 - PGGB
    MEDIDA CAUTELAR NA RECLAMAÇÃO Nº 24.271/DF
    RECLTE.(S) : UNIÃO
    PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
    RECLDO.(A/S) : SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
    ADV.(A/S) : SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS
    INTDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO SUPERIOR
    TRIBUNAL DE JUSTIÇA - ASSTJ
    ADV.(A/S) : SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS
    RELATOR : MIN. ROBERTO BARROSO
    Reclamação. Servidores públicos do Superior
    Tribunal de Justiça. Reajuste de 13,23%. Leis ns.
    10.697/2003 e 10.698/2003. Absorção da parcela pela
    Lei nº 13.317/2016. Perda de objeto.
    Trata-se de reclamação contra decisão administrativa do Superior
    Tribunal de Justiça, que concedeu aos servidores do Tribunal o reajuste de
    13,23%, decorrente da diferença entre a revisão geral de vencimentos prevista na
    Lei n. 10.697/2003 e a Vantagem Pecuniária Individual (VPI) instituída pela Lei
    n. 10.698/2003. Alega-se afronta à Súmula Vinculante 37.
    O pedido de suspensão cautelar do pagamento foi concedido pelo
    eminente Ministro relator.
    - II -
    Documento assinado via Token digitalmente por PAULO GUSTAVO GONET BRANCO, em 15/08/2016 13:59. Para verificar a assinatura acesse
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] informando o código 801EDD9E.7A177878.A3B7309C.91A9668A
    MPF - PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA
    MC NA RCL nº 24.271/DF
    A Lei nº 13.317, de 20 de julho de 2016, dispõe sobre as Carreiras dos
    Servidores do Poder Judiciário e absorveu a parcela discutida nestes autos. O art. 6º
    da lei assim prescreve:
    A vantagem pecuniária individual, instituída pela Lei nº 10.698, de
    2 de julho de 2003, e outras parcelas que tenham por origem a
    citada vantagem concedidas por decisão administrativa ou judicial,
    ainda que decorrente de sentença transitada ou não em julgado,
    incidentes sobre os cargos efetivos e em comissão de que trata esta
    Lei, ficam absorvidas a partir da implementação dos novos valores
    constantes dos Anexos I e III desta Lei.
    O Ministério Público sugere que reclamação seja julgada prejudicada,
    por perda de objeto.

    Brasília, 15 de agosto de 2016.
    Paulo Gustavo Gonet Branco
    Subprocurador-Geral da República

    Convidado
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Convidado em Ter 16 Ago 2016, 9:17 pm

    Adilson escreveu:
    Nº 4847/2016 - PGGB
    MEDIDA CAUTELAR NA RECLAMAÇÃO Nº 24.271/DF
    RECLTE.(S) : UNIÃO
    PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
    RECLDO.(A/S) : SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
    ADV.(A/S) : SEM REPRESENTAÇÃO NOS AUTOS
    INTDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO SUPERIOR
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    RELATOR : MIN. ROBERTO BARROSO
    Reclamação. Servidores públicos do Superior
    Tribunal de Justiça. Reajuste de 13,23%. Leis ns.
    10.697/2003 e 10.698/2003. Absorção da parcela pela
    Lei nº 13.317/2016. Perda de objeto.
    Trata-se de reclamação contra decisão administrativa do Superior
    Tribunal de Justiça, que concedeu aos servidores do Tribunal o reajuste de
    13,23%, decorrente da diferença entre a revisão geral de vencimentos prevista na
    Lei n. 10.697/2003 e a Vantagem Pecuniária Individual (VPI) instituída pela Lei
    n. 10.698/2003. Alega-se afronta à Súmula Vinculante 37.
    O pedido de suspensão cautelar do pagamento foi concedido pelo
    eminente Ministro relator.
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    A Lei nº 13.317, de 20 de julho de 2016, dispõe sobre as Carreiras dos
    Servidores do Poder Judiciário e absorveu a parcela discutida nestes autos. O art. 6º
    da lei assim prescreve:
    A vantagem pecuniária individual, instituída pela Lei nº 10.698, de
    2 de julho de 2003, e outras parcelas que tenham por origem a
    citada vantagem concedidas por decisão administrativa ou judicial,
    ainda que decorrente de sentença transitada ou não em julgado,
    incidentes sobre os cargos efetivos e em comissão de que trata esta
    Lei, ficam absorvidas a partir da implementação dos novos valores
    constantes dos Anexos I e III desta Lei.
    O Ministério Público sugere que reclamação seja julgada prejudicada,
    por perda de objeto.

    Brasília, 15 de agosto de 2016.
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    like Rolling Eyes Question Question
    Favor disponibilizar INICIAL da AGU + MANIFESTAÇÃO DO MP lá no tópico dos 13,23 pra gente linkar de forma correta as informações.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Edyrio2010 em Ter 16 Ago 2016, 9:48 pm

    Galera interessada em vir para SC...saiu o edital de redistribuição do TRT 12....

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Silveira em Qua 17 Ago 2016, 6:32 am

    TRT3 também saiu contracheque sem do adicional de qualificação. Espero que venha pelo menos a partir de setembro com efeitos retroativos.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Solange4 em Qua 17 Ago 2016, 7:11 pm

    No e-mail institucional (JFSP)
    Prezados(as) Servidores(as),

    Considerando a publicação da Portaria Conjunta n.º 2, de 05/08/2016, do Supremo Tribunal Federal, que regulamenta a aplicação do artigo 5º da Lei nº 13.317/2016, acerca do pagamento do Adicional de Qualificação ao Técnico Judiciário portador de diploma de curso superior, informamos:

    O referido Adicional de Qualificação destina-se aos servidores ocupantes do cargo de Técnico Judiciário portadores de diploma de curso superior em qualquer área, reconhecido pelo Ministério da Educação, na forma da legislação específica;

    O servidor que já averbou o curso de graduação não precisa enviar cópia do diploma novamente;

    O servidor que tenha concluído o curso em data anterior à publicação da Lei nº 13.317/2016 e que ainda não tenha averbado o diploma em seus assentamentos funcionais, o adicional será devido a partir de 21/07/2016, mediante apresentação do respectivo diploma até 30 (trinta) dias, a contar da publicação do Regulamento, que se deu no DOU de 10/08/2016 - nº 153, Seção 1, pág. 124 (parágrafo 1º, artigo 7º, da Portaria Conjunta n.º 02 – 05/08/2016 - STF);
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Der Erpresser em Sex 19 Ago 2016, 2:13 pm

    "faz-me-rir" do TRT2 na intranet.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por rijomo2015 em Sex 19 Ago 2016, 3:53 pm

    TRT 02 - SP SEM O AQ.
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por rir em Sex 19 Ago 2016, 7:59 pm

    Não bastasse o sofrimento que foi aprovar esse PL, de avisaram que a greve do Tesouro Nacional atrasará os pagamentos dos salários.

    Alguém confirma isso?

    rogcampinas
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por rogcampinas em Sex 19 Ago 2016, 8:06 pm

    É interessante (pra não dizer trágico) o posicionamento da Administração em se tratando de direitos dos servidores. E isso pq o tal principio da dignidade humana hoje domina qualquer discussão em qualquer tema... só não vale pra gente. Dinheiro sempre arrumam pra trocar frotas de veículos,  comprar computadores e outros equipamentos, insumos, ampliar estruturas de trabalho etc, mas quando se fala em qualquer merrequinha pra os servidores, o tom da conversa é outro: Ah... estamos sem orçamento; "estaremos apurando" as sobras pra ver o que dá pra fazer; tem de solicitar verba ao mpog; a gente entra em contato;  e por aí vai de desculpas esfarrapadas e outros obstáculos. Mas de que adianta reformar a senzala se os escravos estão morrendo de fome???

    rogcampinas
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por rogcampinas em Sex 19 Ago 2016, 8:10 pm

    rir escreveu:Não bastasse o sofrimento que foi aprovar esse PL, de avisaram que a greve do Tesouro Nacional atrasará os pagamentos dos salários.

    Alguém confirma isso?

    Só espero que o Poder Judiciário, isso se instado, adote medidas enérgicas e eficazes contra os grevistas do Tesouro... como fizeram várias vezes conosco. Em casa de ferreiro....
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Solange4 em Sex 19 Ago 2016, 8:46 pm

    "off-topic"

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    Passar no concurso do TRE é melhor do que você imagina e trabalhar somente de 2 em 2 anos é o menor dos benefícios
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por C-100 em Sex 19 Ago 2016, 8:51 pm

    rogcampinas escreveu:
    rir escreveu:Não bastasse o sofrimento que foi aprovar esse PL, de avisaram que a greve do Tesouro Nacional atrasará os pagamentos dos salários.

    Alguém confirma isso?

    Só espero que o Poder Judiciário, isso se instado, adote medidas enérgicas e eficazes contra os grevistas do Tesouro... como fizeram várias vezes conosco. Em casa de ferreiro....  

    Ah que piada boa, ah que lorota gostosa! Governo vai é abrir as pernas e garantir o teto pra todo mundo!
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por henriquetrt15 em Sex 19 Ago 2016, 10:32 pm

    rir escreveu:Não bastasse o sofrimento que foi aprovar esse PL, de avisaram que a greve do Tesouro Nacional atrasará os pagamentos dos salários.

    Alguém confirma isso?

    Recebi zapzap.

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por JOVEM em Sab 20 Ago 2016, 2:15 am

    Notícias
    CSJT informa sobre disponibilização da folha de pagamento



    A coordenadora de Finanças do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), Kátia dos Santos Silva, enviou mensagem, na manhã desta sexta (19/Cool, aos Tribunais do Trabalho, informando que, em virtude da greve dos servidores do Ministério da Fazenda, os recursos financeiros necessários ao pagamento da folha de pessoal não haviam, até então, sido liberados por aquele Órgão.



    Na mesma nota, Kátia Silva esclareceu que o CSJT permanece em contato com o Ministério, buscando obter a liberação do repasse ainda no decorrer deste dia.



    Segundo a secretaria de Orçamento e Finanças do TRT5, caso não haja tempo hábil, o recurso não estará nas contas na segunda (22), sendo mais provável sua disponibilização na terça (23).



    Secom TRT5 - 19/8/20116
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Solange4 em Seg 22 Ago 2016, 2:18 pm

    Din-din na conta!
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por Edyrio2010 em Seg 22 Ago 2016, 9:58 pm

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    ainda bem q nos livramos

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por GDJ em Seg 22 Ago 2016, 10:15 pm

    Edyrio2010 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    ainda bem q nos livramos

    E ainda havia um usuário aqui no fórum dando como favas contadas o reajuste da RFB.
    Agora, parece que subiu no telhado.
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    joaonetocear
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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

    Mensagem por joaonetocear em Seg 22 Ago 2016, 10:23 pm

    GDJ escreveu:
    Edyrio2010 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    ainda bem q nos livramos

    E ainda havia um usuário aqui no fórum dando como favas contadas o reajuste da RFB.
    Agora, parece que subiu no telhado.

    mas quando vier é de 100%

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    Re: Lei 13.317/2016-PJU

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