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    Reforma da Previdência (versão 2016.2)

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    Mensagem por josebarbos em Qui 20 Abr 2017, 9:08 pm

    Lord Sith escreveu:Pra quem se interessar, existe um título recentemente lançado no Tesouro Direto: IPCA + 2045. Esse é o título pra quem quiser travar uma idade máxima de aposentadoria aos 65 anos. Bom para pessoas na faixa dos 35 como eu. Quem tem uns 15 a 17 anos pela frente tem o IPCA + 2035 . Compras mensais podem render uma aporte bacana para cair fora e não ficar com o pires na mão durante a velhice. Daqui a 20 ou 30 anos a idade para se aposentar será na faixa de uns 75 anos, ou seja, aposenta-se e morre-se em seguida e toda sua contribuição foi para formar a pensão do cônjuge, não a sua aposentadoria de fato.

    Eu sou um admirador dos títulos do Tesouro, mas recomendo aceitar também alguma coisa a mais em risco em troca de rentabilidade.
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    Reforma da Previdência (versão 2016.2) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por jotajota em Qui 20 Abr 2017, 9:11 pm

    A grande dúvida que fica agora para quem entrou antes de 2003 e vai ter que ficar mais 15 ou 20 anos trabalhando: Vale a pena continuar pagando esta porcaria integral? Duvido que eles venham a pagar com paridade e integralidade... Queria era o $ de volta...
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    Mensagem por josebarbos em Qui 20 Abr 2017, 9:18 pm

    Sigma escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Não apenas concordo, como creio que a próxima reforma vai trazer a bomba atômica para a nossa aposentadoria.

    Entenda-se: fim do regime próprio.

    É possível e a compensação seria provavelmente algo similar ao benefício especial.

    Pois então: e aí????

    Eu tô numa dúvida cruel se adiro ou não ao Funpresp... inddependente do resultado desta reforma aí... :/

    Questão interessante.

    Estou retomando meus estudos da Funpresp.
    Há um risco muito alto que é a sustentabilidade, posto que houve um aporte para o Plano de Gestão Administrativa (PGA) e ele só seca.
    Além disto, considerei modesta a rentabilidade de 14,03% em 2016. Vamos ver como se comportará este ano, para observar se é uma média e, este ano, ele vai bater "fácil" pelo menos o CDI, de forma que indicaria apenas um perfil mais conservador, mas ainda sim, bem investido.

    O ideal, a meu ver, é formar a própria carteira de investimentos. Assumir riscos para tentar algum ganho de rentabilidade. Viver com menos (até porque lá na frente não terá tanto) etc.

    PS: uma consideração importante.
    Dei alguma analisada em planos de previdência privada para perfis mais "exclusivos". Com 20.000,00 de aporte e pelo menos 500,00 mensais, achei alguma coisa razoável, pois tem o benefício fiscal. perde do funpresp hoje, mas está resolvido quanto esta questão do PGA.

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    Mensagem por tre-rj em Sex 21 Abr 2017, 8:19 am

    A garantia está na emenda. Depois de aprovada vai pegar mal tirar os servidores da mesma regra (revisão) do INSS, já que o discurso é o da unificação dos regimes.

    Para prejudicar os servidores, seria necessário também prejudicar a revisão dos aposentados do INSS. Algo extremamente difícli politicamente.

    cicero_pb escreveu:esqueci:

    tre-rj, estou na mesma situação. Mas pense: vc acha que o governo vai deixar essa regra dos aposentados com poder de compra? É claro que a regra será modificada. Tou achando até estranho ainda existir...

    sigma: optar para receber o teto E então ter direito a cota parte da união não vejo como algo propriamente inteligente...
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    Mensagem por OJAF RJ em Sex 21 Abr 2017, 11:14 am

    josebarbos escreveu:
    Sigma escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Não apenas concordo, como creio que a próxima reforma vai trazer a bomba atômica para a nossa aposentadoria.

    Entenda-se: fim do regime próprio.

    É possível e a compensação seria provavelmente algo similar ao benefício especial.

    Pois então: e aí????

    Eu tô numa dúvida cruel se adiro ou não ao Funpresp... inddependente do resultado desta reforma aí... :/

    Questão interessante.

    Estou retomando meus estudos da Funpresp.
    Há um risco muito alto que é a sustentabilidade, posto que houve um aporte para o Plano de Gestão Administrativa (PGA) e ele só seca.
    Além disto, considerei modesta a rentabilidade de 14,03% em 2016. Vamos ver como se comportará este ano, para observar se é uma média e, este ano, ele vai bater "fácil" pelo menos o CDI, de forma que indicaria apenas um perfil mais conservador, mas ainda sim, bem investido.

    O ideal, a meu ver, é formar a própria carteira de investimentos. Assumir riscos para tentar algum ganho de rentabilidade. Viver com menos (até porque lá na frente não terá tanto) etc.

    PS: uma consideração importante.
    Dei alguma analisada em planos de previdência privada para perfis mais "exclusivos". Com 20.000,00 de aporte e pelo menos 500,00 mensais, achei alguma coisa razoável, pois tem o benefício fiscal. perde do funpresp hoje, mas está resolvido quanto esta questão do PGA.


    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.
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    Mensagem por OJAF RJ em Sex 21 Abr 2017, 11:19 am

    OJAF RJ escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Sigma escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Não apenas concordo, como creio que a próxima reforma vai trazer a bomba atômica para a nossa aposentadoria.

    Entenda-se: fim do regime próprio.

    É possível e a compensação seria provavelmente algo similar ao benefício especial.

    Pois então: e aí????

    Eu tô numa dúvida cruel se adiro ou não ao Funpresp... inddependente do resultado desta reforma aí... :/

    Questão interessante.

    Estou retomando meus estudos da Funpresp.
    Há um risco muito alto que é a sustentabilidade, posto que houve um aporte para o Plano de Gestão Administrativa (PGA) e ele só seca.
    Além disto, considerei modesta a rentabilidade de 14,03% em 2016. Vamos ver como se comportará este ano, para observar se é uma média e, este ano, ele vai bater "fácil" pelo menos o CDI, de forma que indicaria apenas um perfil mais conservador, mas ainda sim, bem investido.

    O ideal, a meu ver, é formar a própria carteira de investimentos. Assumir riscos para tentar algum ganho de rentabilidade. Viver com menos (até porque lá na frente não terá tanto) etc.

    PS: uma consideração importante.
    Dei alguma analisada em planos de previdência privada para perfis mais "exclusivos". Com 20.000,00 de aporte e pelo menos 500,00 mensais, achei alguma coisa razoável, pois tem o benefício fiscal. perde do funpresp hoje, mas está resolvido quanto esta questão do PGA.


    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.


    Esse vídeo também é bem interessante para quem quiser se aprofundar sobre o assunto.
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    Mensagem por OJAF RJ em Sex 21 Abr 2017, 11:37 am

    OJAF RJ escreveu:
    OJAF RJ escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Sigma escreveu:

    Pois então: e aí????

    Eu tô numa dúvida cruel se adiro ou não ao Funpresp... inddependente do resultado desta reforma aí... :/

    Questão interessante.

    Estou retomando meus estudos da Funpresp.
    Há um risco muito alto que é a sustentabilidade, posto que houve um aporte para o Plano de Gestão Administrativa (PGA) e ele só seca.
    Além disto, considerei modesta a rentabilidade de 14,03% em 2016. Vamos ver como se comportará este ano, para observar se é uma média e, este ano, ele vai bater "fácil" pelo menos o CDI, de forma que indicaria apenas um perfil mais conservador, mas ainda sim, bem investido.

    O ideal, a meu ver, é formar a própria carteira de investimentos. Assumir riscos para tentar algum ganho de rentabilidade. Viver com menos (até porque lá na frente não terá tanto) etc.

    PS: uma consideração importante.
    Dei alguma analisada em planos de previdência privada para perfis mais "exclusivos". Com 20.000,00 de aporte e pelo menos 500,00 mensais, achei alguma coisa razoável, pois tem o benefício fiscal. perde do funpresp hoje, mas está resolvido quanto esta questão do PGA.


    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.


    Esse vídeo também é bem interessante para quem quiser se aprofundar sobre o assunto.


    Neste outro vídeo a a partir de 1 hora e 30 minutos tem o depoimento de um colega que migrou para RPC com adesão a Funpresp.
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    Mensagem por jornalista em Sex 21 Abr 2017, 12:09 pm

    OJAF RJ escreveu:
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    josebarbos escreveu:

    Questão interessante.

    Estou retomando meus estudos da Funpresp.
    Há um risco muito alto que é a sustentabilidade, posto que houve um aporte para o Plano de Gestão Administrativa (PGA) e ele só seca.
    Além disto, considerei modesta a rentabilidade de 14,03% em 2016. Vamos ver como se comportará este ano, para observar se é uma média e, este ano, ele vai bater "fácil" pelo menos o CDI, de forma que indicaria apenas um perfil mais conservador, mas ainda sim, bem investido.

    O ideal, a meu ver, é formar a própria carteira de investimentos. Assumir riscos para tentar algum ganho de rentabilidade. Viver com menos (até porque lá na frente não terá tanto) etc.

    PS: uma consideração importante.
    Dei alguma analisada em planos de previdência privada para perfis mais "exclusivos". Com 20.000,00 de aporte e pelo menos 500,00 mensais, achei alguma coisa razoável, pois tem o benefício fiscal. perde do funpresp hoje, mas está resolvido quanto esta questão do PGA.


    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.


    Esse vídeo também é bem interessante para quem quiser se aprofundar sobre o assunto.


    Neste outro vídeo a a partir de 1 hora e 30 minutos tem o depoimento de um colega que migrou para RPC com adesão a Funpresp.
    Eu acho possível que a Previdência fique insustentável. O problema do Funpresp é outro. Imagine o pt de volta ao poder e coloca lá alguém da linha que quebrou o funcef, o postalis e a petros. Não sei a brasilprev. Conheço uma pessoa da CEF que teve a contribuição reajustada para evitar a quebradeira. Conheço outro dos Correios que está louco pra se aposentar pq não aguenta mais a situação por lá e está investindo em marketing multinível (mais conhecido como pirâmide). Lembrando que o pt não cometerá os mesmos "erros" do passado (Meireles no governo, carta à nação e lulinha paz e amor etc.) e vai aniquilar o país de vez, como Maduro faz hoje.
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    Mensagem por androsvilazza em Sex 21 Abr 2017, 2:28 pm

    A comparação com Funcef, Perros, Postalis, Previ é válida só até certo ponto.

    Os regimes que quebraram, dentre os quais alguns já exigindo aumento de contribuição, eram do tipo "benefício definido", ou seja, o servidor já sabe, de antemão, quanto vai receber. Esse regime só se aplica aos servidores mais antigos, os mais recentes já entraram sob "contribuição definida", que é o mesmo do Funpresp: você sabe quanto contribui, e descobre quanto vai receber no momento da aposentadoria, a depender do saldo - e rendimento - acumulado.

    Logicamente, problemas de gestão podem acontecer em ambos os regimes. No caso da "contribuição definida", no entanto, o que se tem nesse caso é a expectativa de menor recebimento, no futuro, sem exigência de aportes complementares. Já o sistema "benefício definido" é, por essência, fadado ao fracasso, independente de gestão ou corrupção, salvo eventual "milagre".

    Para quem espera "segurança" no Funpresp, com relação a ingerências políticas, recomendo a contribuição limitada ao percentual coberto pela contrapartida da União, e investimento próprio de eventuais aportes.

    De resto, sempre é bom lembrar que certas escolhas se tratam de mera comparação entre cenários, e decisão pelo mal menor. Se o Funpresp corre risco de ingerência política, ainda está muitos níveis abaixo do risco sofrido pelo RPPS/RGPS.
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    Mensagem por josebarbos em Sex 21 Abr 2017, 6:49 pm

    OJAF RJ escreveu:
    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.

    Na verdade, não é bem assim. Ela conseguiu superar apenas em 2016,
    que foi um ano excepcional em termos de investimento.
    Agora, quando bateu em 7%, na verdade, foi pouco, deveria ter alcançado pelo menos algo entre 8 a 10.
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    Também é preciso tomar cuidado sobre esta questão tributária. Primeiro caso, só vale a pena para quem faz declaração completa, e no limite de dedução que valha a pena (12% do rendimento). E o imposto é cobrado sobre o tempo que a referida parcela está no fundo.
    Exemplo: você aplica hoje um valor fixo x, e retira daqui a exatos 10 anos. O que tem menos de dois anos de aplicação paga 35%; o que tem entre dois e quatro paga 30%; e uma ou outra prestação é que vai pagar só 10%. É algo que tem que ser pensado em muito longo prazo, num planejamento financeiro já bem estruturado. Quem não tem uma reserva de emergência, por exemplo, deveria formá-la antes de investir em algo assim.
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    Mensagem por josebarbos em Sex 21 Abr 2017, 7:05 pm

    androsvilazza escreveu:A comparação com Funcef, Perros, Postalis, Previ é válida só até certo ponto.

    Os regimes que quebraram, dentre os quais alguns já exigindo aumento de contribuição, eram do tipo "benefício definido", ou seja, o servidor já sabe, de antemão, quanto vai receber. Esse regime só se aplica aos servidores mais antigos, os mais recentes já entraram sob "contribuição definida", que é o mesmo do Funpresp: você sabe quanto contribui, e descobre quanto vai receber no momento da aposentadoria, a depender do saldo - e rendimento - acumulado.

    Logicamente, problemas de gestão podem acontecer em ambos os regimes. No caso da "contribuição definida", no entanto, o que se tem nesse caso é a expectativa de menor recebimento, no futuro, sem exigência de aportes complementares. Já o sistema "benefício definido" é, por essência, fadado ao fracasso, independente de gestão ou corrupção, salvo eventual "milagre".

    Para quem espera "segurança" no Funpresp, com relação a ingerências políticas, recomendo a contribuição limitada ao percentual coberto pela contrapartida da União, e investimento próprio de eventuais aportes.

    De resto, sempre é bom lembrar que certas escolhas se tratam de mera comparação entre cenários, e decisão pelo mal menor. Se o Funpresp corre risco de ingerência política, ainda está muitos níveis abaixo do risco sofrido pelo RPPS/RGPS.

    Boas observações!

    Não se preocupem tanto com a gestão do Funpresp, neste sentido, porque o foco é COMPLETAMENTE diferente.
    Embora seja "caríssimo", acredito que saia barata a separação do executivo. O fato de ser um fundo "menor" não permite que seja diluído o custo de corrupção ou mesmo má gestão. Além disto, o público alvo tem alta renda e, lembremos, é composto por pessoas de alta influência política. Nenhum corrupto "esperto" vai caçar encrenca mexendo com o dinheiro de magistrados e membros do MPU.

    Outro ponto, por mais que os demais fundos nas versões mais modernas também sejam de contribuição definida, é que você pode tirar o dinheiro no momento em que quiser.

    Como sempre tenho dito, minha maior preocupação é como manter o fundo funcionando apenas com o carregamento sobre as contribuições. Acho que um número absurdamente ótimo para o Funpresp seria algo como 20 a 30 mil participantes. É preciso algum tempo ainda para ver o comportamento.

    Por outro lado, algo bom a se destacar é a transparência. Tudo, ou quase relativo ao fundo está acessível.
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    Mensagem por cicero_pb em Sex 21 Abr 2017, 7:16 pm

    tre-rj escreveu:A garantia está na emenda. Depois de aprovada vai pegar mal tirar os servidores da mesma regra (revisão) do INSS, já que o discurso é o da unificação dos regimes.

    Para prejudicar os servidores, seria necessário também prejudicar a revisão dos aposentados do INSS. Algo extremamente difícli politicamente.

    cicero_pb escreveu:esqueci:

    tre-rj, estou na mesma situação. Mas pense: vc acha que o governo vai deixar essa regra dos aposentados com poder de compra? É claro que a regra será modificada. Tou achando até estranho ainda existir...

    sigma: optar para receber o teto E então ter direito a cota parte da união não vejo como algo propriamente inteligente...


    NADA nesse pais de bost. é difícil politicamente.

    Veja agora: é ladrão criando leis.

    Não podemos nem apelar para o stf. Lembra da cobrança da previdencia para quem já estava aposentado?

    Toda a questão é o roubo. Quando colocaram na constituição o dever sagrado de pagar os juros sabíamos que iríamos pagar o pato.

    Ainda hoje poderíamos resolver a questão dos juros. Em 10 anos seria possível resolver.

    Mas queremos?

    Não. Queremos mais estado. Na verdade o pt teve a oportunidade de ouro de diminuir os juros (não estou falando de selic). E hoje poderíamos estar investindo em esgoto/saneamento/resolução da seca nordestina - que NÃO passa pela transposição do são francisco. Poderíamos estar investindo em malha ferroviária. Ou seja, infraestrutura.

    Não espere qualquer coerência dos mandatários dessa republiqueta. Nem de seus membros.

    Por exemplo, voltando a vaca fria, bastaria um artigo dizendo que, aplicado o reajuste pelo índice do inss, a aposentadoria/pensão civil não poderia ficar com valor superior ao praticado na ativa, se ativo o sujeito estivesse, ou o titular, no caso da pensão civil.

    Criatividade não falta quando se quer ferrar. Especialmente se sobrar mais grana para roubar...
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    Mensagem por jornalista em Sex 21 Abr 2017, 7:38 pm

    josebarbos escreveu:
    androsvilazza escreveu:A comparação com Funcef, Perros, Postalis, Previ é válida só até certo ponto.

    Os regimes que quebraram, dentre os quais alguns já exigindo aumento de contribuição, eram do tipo "benefício definido", ou seja, o servidor já sabe, de antemão, quanto vai receber. Esse regime só se aplica aos servidores mais antigos, os mais recentes já entraram sob "contribuição definida", que é o mesmo do Funpresp: você sabe quanto contribui, e descobre quanto vai receber no momento da aposentadoria, a depender do saldo - e rendimento - acumulado.

    Logicamente, problemas de gestão podem acontecer em ambos os regimes. No caso da "contribuição definida", no entanto, o que se tem nesse caso é a expectativa de menor recebimento, no futuro, sem exigência de aportes complementares. Já o sistema "benefício definido" é, por essência, fadado ao fracasso, independente de gestão ou corrupção, salvo eventual "milagre".

    Para quem espera "segurança" no Funpresp, com relação a ingerências políticas, recomendo a contribuição limitada ao percentual coberto pela contrapartida da União, e investimento próprio de eventuais aportes.

    De resto, sempre é bom lembrar que certas escolhas se tratam de mera comparação entre cenários, e decisão pelo mal menor. Se o Funpresp corre risco de ingerência política, ainda está muitos níveis abaixo do risco sofrido pelo RPPS/RGPS.

    Boas observações!

    Não se preocupem tanto com a gestão do Funpresp, neste sentido, porque o foco é COMPLETAMENTE diferente.
    Embora seja "caríssimo", acredito que saia barata a separação do executivo. O fato de ser um fundo "menor" não permite que seja diluído o custo de corrupção ou mesmo má gestão. Além disto, o público alvo tem alta renda e, lembremos, é composto por pessoas de alta influência política. Nenhum corrupto "esperto" vai caçar encrenca mexendo com o dinheiro de magistrados e membros do MPU.

    Outro ponto, por mais que os demais fundos nas versões mais modernas também sejam de contribuição definida, é que você pode tirar o dinheiro no momento em que quiser.

    Como sempre tenho dito, minha maior preocupação é como manter o fundo funcionando apenas com o carregamento sobre as contribuições. Acho que um número absurdamente ótimo para o Funpresp seria algo como 20 a 30 mil participantes. É preciso algum tempo ainda para ver o comportamento.

    Por outro lado, algo bom a se destacar é a transparência. Tudo, ou quase relativo ao fundo está acessível.
    Só um pequeno detalhe: os magistrados estão loucos pra fugir do funpresp. Há uma mobilização discreta a respeito. Sei de um caso concreto que chegou ao CNJ de um juiz do trf5. A questão da corrupção em condições normais realmente seria difícil. Mas como eu pontuei, o problema seria em um eventual governo petista imitando a Venezuela. E lá vcs sabem o que o Maduro fez com o supremo deles.
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    Mensagem por cicero_pb em Sex 21 Abr 2017, 7:47 pm

    Funpresp: sempre coloco a seguinte questão quando falo de funpresp (ainda sou o representante no meu órgão):

    O que nessas lindas terras tropicais durou 30 anos sem ingerência?

    Nem o fgts sobreviveu...

    Na boa, o que considero razoável pensar é: os primeiros terão um risco menor de serem motumbados. E ainda é época dos primeiros...
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    Mensagem por subsidioja_ em Sex 21 Abr 2017, 9:30 pm

    Tem gente aí em cima falando em FUNPRESP dizendo "optar pelo teto sem contrapartida do governo".

    Será que esqueceram que até Julho/2018 a galera das regras antigas pode optar pela FUNPRESP como contribuinte PATROCINADO?

    Pode valer a pena e, assim como o sigma, venho pensando seriamente nisso.
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    Mensagem por seu Mamute de Estimação em Sex 21 Abr 2017, 9:40 pm

    agora tá decidido, com o martelo já prévio do tsf, e pela agora nova lei de migração, que aguarda sanção do temer,  estrangeiros que nunca contribuíram, ou que residam no brasil terão todos seus "direitos" garantidos, afinal somos um país riquíssimo e está sobrando dinheiro aqui, justo sermos generosos com todos que queiram aportar na terra brasilis

    Notícias STF Quinta-feira, 20 de abril de 2017 Estrangeiro residente no país tem direito à concessão de benefício assistencial, decide STF

    o aloysio tá contentíssimo, agora os amiguinhos esquerdistas dele de cuba, bolivia, venezuela, farc da colombia e das ditaduras africanas e países islâmicos poderão ser acolhidos aqui e já  podem já fazer as malas com saúde, educação, previdência, cama, comida e roupa lavada garantida aqui

    alguns aqui no forum falam em ir morar fora.... quero ver se lá fora terão garantida previdência, assistência social, saúde grátis, educação até superior grátis, como agora garantimos ao mundo inteiro... eita que beleeezaaa, tá sobrando dinheiro aqui mesmo

    se aprovada agora esta reforma da previdência, será só aguardar o que virá na próxima reforma daqui a 10 anos.... ou antes.... caso venham toneladas de estrangeiros para cá colher os frutos das novas leis e decisões judiciais, sem nunca terem contribuído com nada aqui



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    "Ao estrangeiro regular, na forma da lei, é assegurado o direito ao trabalho, da mesma forma que deverá pagar impostos sobre sua renda ou patrimônio, por exemplo. Acesso a serviços públicos e benefícios sociais em igualdade de condições com os brasileiros também estão previstos. 'Por que impedir-lhes o acesso ao SUS se a regra é a universalização do dos seus serviços? Se reunirem pré-condições em termos de trabalho regular, tempo de contribuição e idade, por que não lhes conceder a aposentadoria? Por que negar-lhes acesso à educação pública dos seus filhos, se muitas vezes esses mesmos estrangeiros contribuem como professores em nossas universidades?' questionou Tasso, ressaltando o caráter inclusivo da medida."
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    Mensagem por seu Mamute de Estimação em Sex 21 Abr 2017, 10:01 pm

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    Crise Migratória

    O que muda com a nova Lei de Migração?

    por Deutsche Welle — publicado 20/04/2017 13h27
    Texto coloca o Brasil em posição de vanguarda e garante igualdade de direitos a imigrantes que chegam ao país.


    A nova Lei de Migração, aprovada na terça-feira 18 pelo Senado Federal, vai garantir a imigrantes que chegam ao Brasil os mesmos direitos dos cidadãos brasileiros. De autoria do ex-senador e agora ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes (PSDB-SP), a nova lei revoga o Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura militar. O projeto, que coloca o Brasil numa posição de vanguarda em questões migratórias, segue para sanção do presidente Michel Temer.

    Segundo a ONG Conectas Direitos Humanos, a proposta "abandona a visão de que o imigrante é uma ameaça à segurança nacional e passa a tratar o tema sob a perspectiva dos direitos humanos. O Estatuto do Estrangeiro não é apenas anacrônico, mas também discriminatório. Sua substituição era urgente", avalia a diretora de Política Externa da ONG Conectas Direitos Humanos, Camila Asano.

    O texto estabelece os direitos e deveres do imigrante e do visitante, regula a entrada e estada no Brasil e estabelece princípios e diretrizes sobre as políticas públicas direcionadas a esses grupos.

    O que muda?

    Entre os princípios da lei, estão a garantia ao imigrante de condição de igualdade com os nacionais, inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade e acesso aos serviços públicos de saúde e educação, bem como registro da documentação que permite ingresso no mercado de trabalho e direito à previdência social.

    Os imigrantes também poderão exercer cargo, emprego e função pública, conforme definido em edital, com exceção dos concursos reservados a brasileiros natos.

    Vistos humanitários

    Entre as principais mudanças introduzidas pela nova Lei de Migração estão a desburocratização do processo de regularização migratória e a institucionalização da política de vistos humanitários.

    Atualmente, os vistos humanitários são provisórios e aplicados apenas a sírios e haitianos. A medida permite que pessoas em situação de risco possam chegar ao Brasil de maneira segura. E, quando chegarem, solicitarem refúgio ou outra forma de proteção humanitária internacional.

    Combate à discriminação

    A nova lei institui o repúdio à xenofobia e ao racismo e qualquer outra forma de discriminação como princípios da política migratória do país. O texto também garante aos migrantes o direito de participar de protestos e sindicatos.

    A nova lei também amplia o acesso à Justiça e o direito de defesa dos migrantes.

    Fim da criminalização da imigração

    A nova lei também acaba com a criminalização por razões migratórias. Dessa maneira, nenhum migrante pode ser preso por estar em situação irregular.

    O texto prevê anistia aos migrantes que já se encontram em território nacional.
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    Mensagem por cicero_pb em Sex 21 Abr 2017, 10:32 pm

    É a farra do boi.

    Como disse Roberto Campos:

    "O Brasil não corre o menor risco de dar certo".
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    Mensagem por seu Mamute de Estimação em Sex 21 Abr 2017, 11:32 pm

    a roubalheira e má gestão transformam a previdência num Titanic, e não haverá botes salva vidas para todos, só para a primeira classe...

    aos que pensam em Funpresp por ser "seguro", por estar lá juízes, promotores e procuradores, aviso que, quando começar a entrar água, eles serão os primeiros a pegar seus botes salva vidas e cair fora...

    os juízes do trabalho e federais já têm, desde 2004 pelo menos, ações pedindo para manterem a integralidade e paridade nas suas aposentadorias, que ainda aguardam julgamento no tsf.... na hora certa sairá a decisão...

    como eles detêm cargos vitalícios, não duvido nada que sejam excluídos de qualquer reforma e do funpresp, mantendo a integralidade e paridade para todos os juízes, procuradores, promotores... é só começar bater água no traseiro que as ações serão julgadas em definitivo......

    ADI 3363, de 2004 - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO - ANAMATRA:

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    ADI 3398, de 2007 - ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES FEDERAIS DO BRASIL - AJUFE:

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    Mensagem por OJAF RJ em Sex 21 Abr 2017, 11:50 pm

    josebarbos escreveu:
    OJAF RJ escreveu:
    Estou apenas aguardando a reforma para mudar de regime. Não acredito na sustentabilidade da previdência no longo prazo, e essa reforma não vai resolver. No Funpresp o sistema é de capitalização, e ainda tem a contrapartida da União. Tem atingido até o momento o seu benchmark, IPCA mais 4,5%. Acima está o vídeo da própria Funpresp sobre o benefício especial e os cálculos entre os regimes. Lembrando que na Funpresp você pode optar pela tributação regressiva, pagando só 10% de IR após 10 anos (contra 27,5% no sistema atual), e não vai contribuir com 11%(lá na frente acredito que será mais) sobre essa parcela. Ainda há outra possibilidade, que é o resgate do valor para você próprio administrar no momento da aposentadoria ou no caso de exoneração do cargo.

    Na verdade, não é bem assim. Ela conseguiu superar apenas em 2016,
    que foi um ano excepcional em termos de investimento.
    Agora, quando bateu em 7%, na verdade, foi pouco, deveria ter alcançado pelo menos algo entre 8 a 10.
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    Também é preciso tomar cuidado sobre esta questão tributária. Primeiro caso, só vale a pena para quem faz declaração completa, e no limite de dedução que valha a pena (12% do rendimento). E o imposto é cobrado sobre o tempo que a referida parcela está no fundo.
    Exemplo: você aplica hoje um valor fixo x, e retira daqui a exatos 10 anos. O que tem menos de dois anos de aplicação paga 35%; o que tem entre dois e quatro paga 30%; e uma ou outra prestação é que vai pagar só 10%. É algo que tem que ser pensado em muito longo prazo, num planejamento financeiro já bem estruturado. Quem não tem uma reserva de emergência, por exemplo, deveria formá-la antes de investir em algo assim.

    Jose, você tá misturando duas coisas diferentes, uma é a dedução fiscal no Funpresp, que independe da escolha da tributação, progressiva ou regressiva. Nesse caso, diferente do que você falou, o valor que se contribui até os 8,5%, ou seja, aquele valor que tem a contrapartida da União, pode ser abatido da base de cálculo do IR, e não conta no limite de 12% da renda tributável. Você pode por exemplo abater esses 12% numa previdência privada. Em relação a escolha pela tributação regressiva, realmente conta da data de cada aplicação, mas no método PEPS, a primeira que entra é a primeira que sai, daí enquanto estiver recebendo o benefício as capitalizações mais novas vão envelhecendo ate chegar nos 10%.
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    Mensagem por josebarbos em Sab 22 Abr 2017, 9:29 am

    OJAF RJ escreveu:
    Jose, você tá misturando duas coisas diferentes, uma é a dedução fiscal no Funpresp, que independe da escolha da tributação, progressiva ou regressiva. Nesse caso, diferente do que você falou, o valor que se contribui até os 8,5%, ou seja, aquele valor que tem a contrapartida da União, pode ser abatido da base de cálculo do IR, e não conta no limite de 12% da renda tributável. Você pode por exemplo abater esses 12% numa previdência privada. Em relação a escolha pela tributação regressiva, realmente conta da data de cada aplicação, mas no método PEPS, a primeira que entra é a primeira que sai, daí enquanto estiver recebendo o benefício as capitalizações mais novas vão envelhecendo ate chegar nos 10%.

    Sim, estamos falando para aqueles que pensam em migrar definitivamente para o Funpresp e, neste caso, poderiam abater tudo o que tem contrapartida (até 8,5%), além dos 12%.
    Mas digo do ponto de vista de quem quer utilizar o Funpresp apenas como previdência complementar.

    Por óbvio, esqueci de mencionar também que outra grande vantagem é que a dedução já é feita no contracheque, ao passo que uma previdência complementar externa só vai lhe trazer o benefício financeiro, de fato, quando da restituição.
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    Mensagem por Convidado em Sab 22 Abr 2017, 9:30 am

    Muito embromation nessas regras Funpresp e escambaus.
    É pra desistir de ler mesmo...
    Foi criado em 2013 e já teve aporte?
    O que significa isso?
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    Mensagem por josebarbos em Sab 22 Abr 2017, 9:46 am

    Jubilando escreveu:Muito embromation nessas regras Funpresp e escambaus.
    É pra desistir de ler mesmo...
    Foi criado em 2013 e já teve aporte?
    O que significa isso?

    Não é aporte. Ele recebeu uma antecipação para iniciar o funcionamento, bancar as despesas administrativas e eventualmente cobrir algum benefício imediato, a ser compensado ao longo do tempo.
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    Mensagem por Galizezin em Sab 22 Abr 2017, 9:58 am

    subsidioja_ escreveu:Tem gente aí em cima falando em FUNPRESP dizendo "optar pelo teto sem contrapartida do governo".

    Será que esqueceram que até Julho/2018 a galera das regras antigas pode optar pela FUNPRESP como contribuinte PATROCINADO?

    Pode valer a pena e, assim como o sigma, venho pensando seriamente nisso.

    Aposentadoria integral = garantia do governo federal
    Funpresp = só o fundo pode garantir tua aposentadoria. Se ele quebrar ou tiver algum furo por ingerência vc terá que cobri-lo, como está ocorrendo, por exemplo, com o fundo de previdência dos correios.

    Quando o gov federal quebrar o BR já era.


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    Mensagem por Galizezin em Sab 22 Abr 2017, 10:05 am

    Reforma da Previdência: Existe rombo na seguridade social?

    O relatório do Ministério do Planejamento é incompleto e não detalha todas as receitas e despesas que compõem o rombo. As despesas que constam no documento são citadas genericamente. Muitas delas não estão descritas em valores nominais, mas em porcentagem do PIB, o que dificulta a comparação entre diferentes anos. Entramos em contato com o ministério e solicitamos informações mais detalhadas, para verificar qual o peso de cada despesa e receita na composição do déficit. A reportagem não teve resposta dentro do prazo estipulado.


    Segundo o órgão, em março deste ano a dívida previdenciária ativa totalizava R$ 433,8 bilhões. A lista dos 500 maiores devedores previdenciários, disponível na íntegra, relaciona entre os 50 primeiros lugares algumas empresas falidas, como as companhias aéreas Vasp e Transbrasil, mas também diversas empresas que ainda operam no país, como os frigoríficos JBS e Marfrig, os bancos Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil e gigantes como Volkswagen e Vale.


    a arrecadação do INSS continua subindo, apesar da crise econômica, mas agora com um ritmo bem lento. O boletim mostra a evolução do valor arrecadado pela Previdência Social desde 2006 e demonstra que, desde o início da série histórica, registra-se aumento na arrecadação.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


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    Mensagem por androsvilazza em Sab 22 Abr 2017, 12:12 pm

    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Tem gente aí em cima falando em FUNPRESP dizendo "optar pelo teto sem contrapartida do governo".

    Será que esqueceram que até Julho/2018 a galera das regras antigas pode optar pela FUNPRESP como contribuinte PATROCINADO?

    Pode valer a pena e, assim como o sigma, venho pensando seriamente nisso.

    Aposentadoria integral = garantia do governo federal
    Funpresp = só o fundo pode garantir tua aposentadoria. Se ele quebrar ou tiver algum furo por ingerência vc terá que cobri-lo, como está ocorrendo, por exemplo, com o fundo de previdência dos correios.

    Quando o gov federal quebrar o BR já era.

    A questão da cobertura eu já expliquei ali pra cima, no Funpresp isso não existe. Pode haver rombo, roubo etc., mas o que isso faz é diminuir o valor de sua futura aposentadoria. Não estou dizendo que isso seja positivo, mas é importante não confundir as coisas...

    Quanto à aposentadoria "integral", não é bem assim, "garantida" pelo governo. Tanto não o é, que a reforma prevê possibilidade de integral apenas para quem entrou antes de 2003. Para todo o resto, vale a média (sem reforma, dos 80% maiores salários, com a reforma, de todos os salários). E esses últimos (pós 2003) é que são o público-alvo do Funpresp. Quem tem direito à paridade, não acredito ser uma boa a adesão ao Funpresp, não só pela expectativa da aposentadoria com paridade/integralidade, como pelo fato de ter menos tempo, até à aposentadoria, para compor saldo no plano.

    Lógico que, assim como o Funpresp tem chances de ingerência, etc. à Previdência oficial não cabe a pecha de "aposentadoria garantida", ou "segura". Quem presenciou tantas "reformas" da Previdência, quanto nós presenciamos, deve manter isso em mente.

    Em termos de "segurança", "ingerência", corrupção, por exemplo, vale lembrar que, numa escala de 0 a 10, a transparência das contas do Funpresp estariam próximas de 10, e as da Previdência oficial próximas de 0 (ou até com notas negativas, se considerarmos as maquiagens d contas)...

    No entanto, repito que essa é uma escolha personalíssima, e que cada um deve estudar os argumentos pró, e contra, e tomar sua decisão por conta e risco próprios.
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    Mensagem por Galizezin em Sab 22 Abr 2017, 4:09 pm

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Tem gente aí em cima falando em FUNPRESP dizendo "optar pelo teto sem contrapartida do governo".

    Será que esqueceram que até Julho/2018 a galera das regras antigas pode optar pela FUNPRESP como contribuinte PATROCINADO?

    Pode valer a pena e, assim como o sigma, venho pensando seriamente nisso.

    Aposentadoria integral = garantia do governo federal
    Funpresp = só o fundo pode garantir tua aposentadoria. Se ele quebrar ou tiver algum furo por ingerência vc terá que cobri-lo, como está ocorrendo, por exemplo, com o fundo de previdência dos correios.

    Quando o gov federal quebrar o BR já era.

    A questão da cobertura eu já expliquei ali pra cima, no Funpresp isso não existe. Pode haver rombo, roubo etc., mas o que isso faz é diminuir o valor de sua futura aposentadoria. Não estou dizendo que isso seja positivo,   mas é importante não confundir as coisas...

    Quanto à aposentadoria "integral", não é bem assim, "garantida" pelo governo. Tanto não o é, que a reforma prevê possibilidade de integral apenas para quem entrou antes de 2003. Para todo o resto, vale a média (sem reforma, dos 80% maiores salários, com a reforma, de todos os salários). E esses últimos (pós 2003) é  que são o público-alvo do Funpresp. Quem tem direito à paridade, não acredito ser uma boa a adesão ao Funpresp, não só pela expectativa da aposentadoria com paridade/integralidade, como pelo fato de ter menos tempo, até à aposentadoria, para compor saldo no plano.

    Lógico que, assim como o Funpresp tem chances de ingerência, etc. à Previdência oficial não cabe a pecha de "aposentadoria garantida", ou "segura". Quem presenciou tantas "reformas" da Previdência, quanto nós presenciamos, deve manter isso em mente.

    Em termos de "segurança", "ingerência", corrupção, por exemplo, vale lembrar que, numa escala de 0 a 10, a transparência das contas do Funpresp estariam próximas de 10, e as da Previdência oficial próximas de 0 (ou até com notas negativas, se considerarmos as maquiagens d contas)...

    No entanto, repito que essa é uma escolha personalíssima, e que cada um deve estudar os argumentos pró, e contra, e tomar sua decisão por conta e risco próprios.

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.


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    Mensagem por subsidioja_ em Sab 22 Abr 2017, 5:27 pm

    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Tem gente aí em cima falando em FUNPRESP dizendo "optar pelo teto sem contrapartida do governo".

    Será que esqueceram que até Julho/2018 a galera das regras antigas pode optar pela FUNPRESP como contribuinte PATROCINADO?

    Pode valer a pena e, assim como o sigma, venho pensando seriamente nisso.

    Aposentadoria integral = garantia do governo federal
    Funpresp = só o fundo pode garantir tua aposentadoria. Se ele quebrar ou tiver algum furo por ingerência vc terá que cobri-lo, como está ocorrendo, por exemplo, com o fundo de previdência dos correios.

    Quando o gov federal quebrar o BR já era.

    A questão da cobertura eu já expliquei ali pra cima, no Funpresp isso não existe. Pode haver rombo, roubo etc., mas o que isso faz é diminuir o valor de sua futura aposentadoria. Não estou dizendo que isso seja positivo,   mas é importante não confundir as coisas...

    Quanto à aposentadoria "integral", não é bem assim, "garantida" pelo governo. Tanto não o é, que a reforma prevê possibilidade de integral apenas para quem entrou antes de 2003. Para todo o resto, vale a média (sem reforma, dos 80% maiores salários, com a reforma, de todos os salários). E esses últimos (pós 2003) é  que são o público-alvo do Funpresp. Quem tem direito à paridade, não acredito ser uma boa a adesão ao Funpresp, não só pela expectativa da aposentadoria com paridade/integralidade, como pelo fato de ter menos tempo, até à aposentadoria, para compor saldo no plano.

    Lógico que, assim como o Funpresp tem chances de ingerência, etc. à Previdência oficial não cabe a pecha de "aposentadoria garantida", ou "segura". Quem presenciou tantas "reformas" da Previdência, quanto nós presenciamos, deve manter isso em mente.

    Em termos de "segurança", "ingerência", corrupção, por exemplo, vale lembrar que, numa escala de 0 a 10, a transparência das contas do Funpresp estariam próximas de 10, e as da Previdência oficial próximas de 0 (ou até com notas negativas, se considerarmos as maquiagens d contas)...

    No entanto, repito que essa é uma escolha personalíssima, e que cada um deve estudar os argumentos pró, e contra, e tomar sua decisão por conta e risco próprios.

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.

    Essa conta de vale a pena ou não não é tão simples, visto haver muitas questões pessoais envolvidas.

    Eu particularmente ainda tenho uns 35 anos pela frente de trabalho.
    Sabendo q não NÃO! não vou me aposentar com 65 pois até lá haverá mais 1 ou 2 reformas, minha estratégia é fazer minha aposentadoria por fora e Meter o pé com 50-53.

    Nessa estratégia, migrar pra funpresp me parece benefício pois poderei levar uns 90%'da minha reserva acumulada juros sobre juros.

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    Mensagem por tre-rj em Sab 22 Abr 2017, 9:12 pm

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    A pressão por novas mudanças no relatório da reforma da Previdência vai subir de temperatura ao longo desta semana com a guerra declarada dos servidores. Duas alternativas de mudanças já estão na mesa de negociação para reverter em parte o endurecimento da regras de aposentadoria dos servidores públicos, admitem lideranças governistas e até mesmo integrantes do governo que participam diretamente da negociação do texto com o Congresso.

    A estratégia do governo é sim atrasar a aposentadoria dos servidores, mas não com um “castigo tão duro” como o que foi colocado no texto apresentado pelo relator Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Em reação a essas regras, os servidores prometem protestos em Brasília ao longo da semana.
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    Pressão. Depois de acordo com a oposição, o adiamento da votação da reforma na comissão especial e no plenário da Câmara abriu um tempo maior de exposição para que novas pressões ganhem corpo, podendo reduzir ainda mais a economia com a reforma, reconhecem líderes da base.

    O Estado apurou que a avaliação nos bastidores é de que o pior ainda não passou. O relator está tendo de reavaliar a regra de transição de servidores públicos após ter “comprado uma briga” com a categoria.

    Ele propôs exigir desde já o cumprimento da idade mínima definitiva, de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, para que funcionários públicos possam receber as chamadas integralidade – aposentaria com o maior salário da carreira, ainda que acima do teto do INSS (R$ 5.531,31) – e paridade – reajuste salarial igual aos funcionários da ativa.

    A trava, que valeria mesmo para quem pudesse se aposentar antes dessas idades pela transição, foi vista com bons olhos pelo governo e por economistas, pois significaria uma economia para as contas públicas. Só que, entre os servidores, o clima é de revolta. Eles acusam o relator de promover uma mudança violenta nas regras do jogo e prejudicar servidores que ingressaram mais cedo no funcionalismo do que os demais.

    A página do relator no Facebook recebeu uma enxurrada de reclamações. O que está na mesa agora são duas propostas: uma sustenta a imposição da idade mínima definitiva apesar das resistências, enquanto a outra impõe “sacrifícios proporcionais” ao ingresso de cada servidor no sistema. As duas saídas estão sendo estudadas, mas a decisão será do relator.

    Alternativas. Os maiores prejudicados pela imposição da idade mínima de 62/65 para obter integralidade e paridade, segundo uma fonte, seriam aqueles que ingressaram antes de 1999. A regra atual permite que esses servidores reduzam a idade mínima atual dos servidores (60 anos para homens e 55 anos para mulheres) em um ano a cada ano de contribuição a mais em relação ao obrigatório (35 anos para homens e 30 anos para mulheres).

    Uma das alternativas que estão sendo analisadas seria impor idades mínimas mais suaves do que os 62/65 da regra definitiva da reforma para que esses servidores, há mais tempo na ativa, possam acessar a integralidade e a paridade. “A solução vai partir daí, mas vamos ter de pensar com muito cuidado no que pode ser feito”, afirmou um participante das negociações. De acordo com essa fonte, a ideia é sim atrasar a aposentadoria desses servidores, mas com um “castigo” não tão duro.

    No caso da transição dos trabalhadores vinculados ao INSS, não deve haver mudanças. Embora a imposição de uma idade mínima tenha gerado insatisfação, a avaliação é de que parte dos trabalhadores afetados já iria esperar a aposentadoria para obter um benefício mais vantajoso, escapando do fator previdenciário.
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    Mensagem por Galizezin em Dom 23 Abr 2017, 8:51 am

    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Aposentadoria integral = garantia do governo federal
    Funpresp = só o fundo pode garantir tua aposentadoria. Se ele quebrar ou tiver algum furo por ingerência vc terá que cobri-lo, como está ocorrendo, por exemplo, com o fundo de previdência dos correios.

    Quando o gov federal quebrar o BR já era.

    A questão da cobertura eu já expliquei ali pra cima, no Funpresp isso não existe. Pode haver rombo, roubo etc., mas o que isso faz é diminuir o valor de sua futura aposentadoria. Não estou dizendo que isso seja positivo,   mas é importante não confundir as coisas...

    Quanto à aposentadoria "integral", não é bem assim, "garantida" pelo governo. Tanto não o é, que a reforma prevê possibilidade de integral apenas para quem entrou antes de 2003. Para todo o resto, vale a média (sem reforma, dos 80% maiores salários, com a reforma, de todos os salários). E esses últimos (pós 2003) é  que são o público-alvo do Funpresp. Quem tem direito à paridade, não acredito ser uma boa a adesão ao Funpresp, não só pela expectativa da aposentadoria com paridade/integralidade, como pelo fato de ter menos tempo, até à aposentadoria, para compor saldo no plano.

    Lógico que, assim como o Funpresp tem chances de ingerência, etc. à Previdência oficial não cabe a pecha de "aposentadoria garantida", ou "segura". Quem presenciou tantas "reformas" da Previdência, quanto nós presenciamos, deve manter isso em mente.

    Em termos de "segurança", "ingerência", corrupção, por exemplo, vale lembrar que, numa escala de 0 a 10, a transparência das contas do Funpresp estariam próximas de 10, e as da Previdência oficial próximas de 0 (ou até com notas negativas, se considerarmos as maquiagens d contas)...

    No entanto, repito que essa é uma escolha personalíssima, e que cada um deve estudar os argumentos pró, e contra, e tomar sua decisão por conta e risco próprios.

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.

    Essa conta de vale a pena ou não não é tão simples, visto haver muitas questões pessoais envolvidas.

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    Nessa estratégia, migrar pra funpresp me parece benefício pois poderei levar uns 90%'da minha reserva acumulada juros sobre juros.

    LÓGICO que essa grana não vai ser o montante principal que me dará segurança pra sair. Apenas complementar.

    E quem garante que o Funpresp terá esse dinheiro para te devolver aos 50 ou 53 anos?


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    Mensagem por cicero_pb em Dom 23 Abr 2017, 9:08 am

    O funpresp devolve o contribuído quando do desligamento da empresa.

    No caso, salvo raras exceções, o sujeito não se aposenta com 52 anos.

    A solução para o caso seria o pedido de exoneração.

    Só que aí o sujeito perde a aposentadoria do rpps (o teto, hoje). E toda sua contribuição até o teto retornaria zero!
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    Mensagem por tre-rj em Dom 23 Abr 2017, 9:20 am

    Pois se assim ocorrer, pode passar a régua e fechar a conta: Me interessa muito mais  manter o meu salário de aposentado corrigido por algum índice, do que ficar aguardando a boa vontade dos governos em dar algum reajuste aos servidores ativos e respingar nos inativos (paridade).

    cicero_pb escreveu:


    NADA nesse pais de bost. é difícil politicamente.

    Veja agora: é ladrão criando leis.

    Não podemos nem apelar para o stf. Lembra da cobrança da previdencia para quem já estava aposentado?

    Toda a questão é o roubo. Quando colocaram na constituição o dever sagrado de pagar os juros sabíamos que iríamos pagar o pato.

    Ainda hoje poderíamos resolver a questão dos juros. Em 10 anos seria possível resolver.

    Mas queremos?

    Não. Queremos mais estado. Na verdade o pt teve a oportunidade de ouro de diminuir os juros (não estou falando de selic). E hoje poderíamos estar investindo em esgoto/saneamento/resolução da seca nordestina - que NÃO passa pela transposição do são francisco. Poderíamos estar investindo em malha ferroviária. Ou seja, infraestrutura.

    Não espere qualquer coerência dos mandatários dessa republiqueta. Nem de seus membros.

    Por exemplo, voltando a vaca fria, bastaria um artigo dizendo que, aplicado o reajuste pelo índice do inss, a aposentadoria/pensão civil não poderia ficar com valor superior ao praticado na ativa, se ativo o sujeito estivesse, ou o titular, no caso da pensão civil.

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    Mensagem por josebarbos em Dom 23 Abr 2017, 3:43 pm

    Galizezin escreveu:

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.

    Temos pelo menos dois riscos sensíveis nestas garantias:
    1) o fim do regime próprio, no qual o máximo que terá direito é o benefício especial, calculado proporcionalmente sobre o tempo de contribuição e que abarcará, para cálculo de média, inclusive tempo não averbado na iniciativa privada;
    2) Futuros aumentos da contribuição previdenciária, especialmente sobre o que exceder ao teto.

    Neste sentido, a média pode despencar e você não teria nem como capitalizar. É algo que pode acontecer e, infelizmente, temos que jogar, literalmente, no escuro.
    para quem já se aposentou, de fato, há direito e garantia. Para nós, apenas uma expectativa. Vai saber o que as próximas reformas vão demandar, sabendo que a pirâmide etária ficará muito mais complicada?

    Enfim, não existe caminho certo, e o diálogo talvez traga um pouco de luz, esperança e interpretações mais positivas. Minha única certeza é a de que o melhor caminho seria viver com menos de metade do salário e poupar o resto, com bastante diversificação, de forma a garantir a renda na velhice.
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    Mensagem por subsidioja_ em Dom 23 Abr 2017, 9:58 pm

    cicero_pb escreveu:O funpresp devolve o contribuído quando do desligamento da empresa.

    No caso, salvo raras exceções, o sujeito não se aposenta com 52 anos.

    A solução para o caso seria o pedido de exoneração.

    Só que aí o sujeito perde a aposentadoria do rpps (o teto, hoje). E toda sua contribuição até o teto retornaria zero!

    Pois é.
    Tem q pedir exoneração.
    Mas perder o teto + beneficio especial pode não ser grandes coisas num planejamento bem feito a longo prazo.

    Lógico que é uma decisão a ser tomada no momento, no contexto da época.
    Mas é sim possível!
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    Mensagem por subsidioja_ em Dom 23 Abr 2017, 10:19 pm

    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    A questão da cobertura eu já expliquei ali pra cima, no Funpresp isso não existe. Pode haver rombo, roubo etc., mas o que isso faz é diminuir o valor de sua futura aposentadoria. Não estou dizendo que isso seja positivo,   mas é importante não confundir as coisas...

    Quanto à aposentadoria "integral", não é bem assim, "garantida" pelo governo. Tanto não o é, que a reforma prevê possibilidade de integral apenas para quem entrou antes de 2003. Para todo o resto, vale a média (sem reforma, dos 80% maiores salários, com a reforma, de todos os salários). E esses últimos (pós 2003) é  que são o público-alvo do Funpresp. Quem tem direito à paridade, não acredito ser uma boa a adesão ao Funpresp, não só pela expectativa da aposentadoria com paridade/integralidade, como pelo fato de ter menos tempo, até à aposentadoria, para compor saldo no plano.

    Lógico que, assim como o Funpresp tem chances de ingerência, etc. à Previdência oficial não cabe a pecha de "aposentadoria garantida", ou "segura". Quem presenciou tantas "reformas" da Previdência, quanto nós presenciamos, deve manter isso em mente.

    Em termos de "segurança", "ingerência", corrupção, por exemplo, vale lembrar que, numa escala de 0 a 10, a transparência das contas do Funpresp estariam próximas de 10, e as da Previdência oficial próximas de 0 (ou até com notas negativas, se considerarmos as maquiagens d contas)...

    No entanto, repito que essa é uma escolha personalíssima, e que cada um deve estudar os argumentos pró, e contra, e tomar sua decisão por conta e risco próprios.

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.

    Essa conta de vale a pena ou não não é tão simples, visto haver muitas questões pessoais envolvidas.

    Eu particularmente ainda tenho uns 35 anos pela frente de trabalho.
    Sabendo q não NÃO! não vou me aposentar com 65 pois até lá haverá mais 1 ou 2 reformas, minha estratégia é fazer minha aposentadoria por fora e Meter o pé com 50-53.

    Nessa estratégia, migrar pra funpresp me parece benefício pois poderei levar uns 90%'da minha reserva acumulada juros sobre juros.

    LÓGICO que essa grana não vai ser o montante principal que me dará segurança pra sair. Apenas complementar.

    E quem garante que o Funpresp terá esse dinheiro para te devolver aos 50 ou 53 anos?

    O risco é inerente à vida!
    O que se pode fazer é minimiza-lo.

    Como disse no meu comentário, o valor a ser resgatado do fundo teria caráter apenas complementar.
    Os valores que me dariam segurança para tal decisão importante seria de outra fonte.
    Fonte essa que eu pretendo ficar décadas alimentando numa estratégia muito bem definida.

    Aí vc me pergunta: "E quem garante que essa fonte vai te pagar?"
    Aí eu te digo que uma pessoa que confia que o governo vai pagar sua aposentadoria só porque ela contribui não poderia fazer essa pergunta.

    Para reflexão:

    1) Será que vc não está correndo um risco enorme confiando que as regras não mudarão significativamente ate sua aposentadoria???

    2) Você acha que vai se aposentar com quantos anos?
    (se tem 25-35 anos hoje fique sabendo que não vai se aposentar com menos de 70)

    3) Você realmente se sente tranquilo em depositar todas as suas fichas num sistema que vai ter dificuldades enormes pra se manter daqui a pouco tempo??


    Sério?!?!?!
    E quer falar de risco pra mim???!?!?

    Não é possível! kkkkkkkkkkkkk
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    Mensagem por jornalista em Seg 24 Abr 2017, 6:58 am

    tre-rj escreveu:Pois se assim ocorrer, pode passar a régua e fechar a conta: Me interessa muito mais  manter o meu salário de aposentado corrigido por algum índice, do que ficar aguardando a boa vontade dos governos em dar algum reajuste aos servidores ativos e respingar nos inativos (paridade).

    cicero_pb escreveu:


    NADA nesse pais de bost. é difícil politicamente.

    Veja agora: é ladrão criando leis.

    Não podemos nem apelar para o stf. Lembra da cobrança da previdencia para quem já estava aposentado?

    Toda a questão é o roubo. Quando colocaram na constituição o dever sagrado de pagar os juros sabíamos que iríamos pagar o pato.

    Ainda hoje poderíamos resolver a questão dos juros. Em 10 anos seria possível resolver.

    Mas queremos?

    Não. Queremos mais estado. Na verdade o pt teve a oportunidade de ouro de diminuir os juros (não estou falando de selic). E hoje poderíamos estar investindo em esgoto/saneamento/resolução da seca nordestina - que NÃO passa pela transposição do são francisco. Poderíamos estar investindo em malha ferroviária. Ou seja, infraestrutura.

    Não espere qualquer coerência dos mandatários dessa republiqueta. Nem de seus membros.

    Por exemplo, voltando a vaca fria, bastaria um artigo dizendo que, aplicado o reajuste pelo índice do inss, a aposentadoria/pensão civil não poderia ficar com valor superior ao praticado na ativa, se ativo o sujeito estivesse, ou o titular, no caso da pensão civil.

    Criatividade não falta quando se quer ferrar. Especialmente se sobrar mais grana para roubar...
    Hoje a política de valorização do sm existe mas até fhc não era assim. E como as coisas mudam, a longo prazo fica complicado saber qual será maior.
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    Mensagem por Solange4 em Seg 24 Abr 2017, 11:20 am

    jotajota escreveu:A grande dúvida que fica agora para quem entrou antes de 2003 e vai ter que ficar mais 15 ou 20 anos trabalhando: Vale a pena continuar pagando esta porcaria integral? Duvido que eles venham a pagar com paridade e integralidade... Queria era o $ de volta...


    Quem entrou entre 2004 e 2013 também paga integral, com a perspectiva de receber a média dos 80% maiores salários.
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    Mensagem por subsidioja_ em Seg 24 Abr 2017, 5:02 pm

    Solange4 escreveu:
    jotajota escreveu:A grande dúvida que fica agora para quem entrou antes de 2003 e vai ter que ficar mais 15 ou 20 anos trabalhando: Vale a pena continuar pagando esta porcaria integral? Duvido que eles venham a pagar com paridade e integralidade... Queria era o $ de volta...


    Quem entrou entre 2004 e 2013 também paga integral, com a perspectiva de receber a média dos 80% maiores salários.

    Isso, Solange.

    Pagamos integral para recebermos a média.
    E pra piorar, a média passará a ser dos 100% dos salários, pegando todo período pré PJU com salários muito mais baixos.
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    Mensagem por jotajota em Seg 24 Abr 2017, 5:38 pm

    Pois é... na verdade, a dúvida vale pra todos. Será que se a gente pagar este negocio integralmente vamos levar algo significativo, ao final? Acredito que em menos de 10 anos devam surgir novas reformas
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    Mensagem por Galizezin em Seg 24 Abr 2017, 5:46 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Como já disse anteriormente, aposentar-se pelo gov federal será a melhor opção, sempre. O governo não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que desvia, via DRU, bilhões para outros setores. Também não vai deixar de pagar aposentadorias sabendo que tem bilhões nas mãos de empresários. Na última hipótese, vai emitir moeda para cobrir rombos. A não ser que o BR faça como a Grécia, que adotou o euro e se lascou pois não poderia emitir moeda para resolver seus problemas.

    Essa conta de vale a pena ou não não é tão simples, visto haver muitas questões pessoais envolvidas.

    Eu particularmente ainda tenho uns 35 anos pela frente de trabalho.
    Sabendo q não NÃO! não vou me aposentar com 65 pois até lá haverá mais 1 ou 2 reformas, minha estratégia é fazer minha aposentadoria por fora e Meter o pé com 50-53.

    Nessa estratégia, migrar pra funpresp me parece benefício pois poderei levar uns 90%'da minha reserva acumulada juros sobre juros.

    LÓGICO que essa grana não vai ser o montante principal que me dará segurança pra sair. Apenas complementar.

    E quem garante que o Funpresp terá esse dinheiro para te devolver aos 50 ou 53 anos?

    O risco é inerente à vida!
    O que se pode fazer é minimiza-lo.

    Como disse no meu comentário, o valor a ser resgatado do fundo teria caráter apenas complementar.
    Os valores que me dariam segurança para tal decisão importante seria de outra fonte.
    Fonte essa que eu pretendo ficar décadas alimentando numa estratégia muito bem definida.

    Aí vc me pergunta: "E quem garante que essa fonte vai te pagar?"
    Aí eu te digo que uma pessoa que confia que o governo vai pagar sua aposentadoria só porque ela contribui não poderia fazer essa pergunta.

    Para reflexão:

    1) Será que vc não está correndo um risco enorme confiando que as regras não mudarão significativamente ate sua aposentadoria???

    2) Você acha que vai se aposentar com quantos anos?
    (se tem 25-35 anos hoje fique sabendo que não vai se aposentar com menos de 70)

    3) Você realmente se sente tranquilo em depositar todas as suas fichas num sistema que vai ter dificuldades enormes pra se manter daqui a pouco tempo??


    Sério?!?!?!
    E quer falar de risco pra mim???!?!?

    Não é possível! kkkkkkkkkkkkk

    Se vc acredita no que o PNC do Temer diz, sinto muito então...
    O cara já está até propagandeando sujo na TV, dizendo que se a reforma não for feita o cidadão vai ficar sem receber salário.
    O safado, cria da Dilma, não menciona que desvia 70 bilhões via DRU, da arrombada previdência...Aposentado paga a conta de outros setores?


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