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    SEG
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por SEG em Qui 12 Abr 2018, 11:38 am

    jornalista escreveu:
    GDJ escreveu:
    Victoralb escreveu:

    Pelo que eu entendi conversando com um dos Diretores do Sisejufe/RJ, seriam criados mais 12 níveis, garantindo novas progressões funcionais a 40% da categoria, que se encontra no C13 hoje, permitindo que eles possam ganhar cerca de 3,6% ao ano de progressão funcional. Nesse caso, os aposentados não seriam beneficiados. É também uma forma de compensar o fato de os últimos reajustes terem privilegiado os mais novos em detrimento dos mais antigos.

    O interessante é que, com essa proposta, haveria a sobreposição entre Técnicos e Analistas, já que o Técnico E25 ganharia bem mais do que o Analista A1.

    Entendo que esta seja a única forma de tentarmos driblar as limitações da Emenda do Teto (EC 95/16). E parece haver uma possibilidade de a mesma ser aprovada.

    A proposta é boa, porém os sindicatos rechaçam qualquer reajuste que não inclua os aposentados. Aliás, esse foi um dos motivos de terem rechaçado a proposta de GD dos Diretores Gerais em 2009, pois os inativos só levariam a parte fixa da referida gratificação.
    O outro motivo foi a proposta de extinção de GAE/GAS.
    Aposentados lideram sindicatos. Então pode esquecer reajuste. Preferem zero.
    Aposentados, agentes de segurança e oficiais de justiça.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por araponga em Qui 12 Abr 2018, 11:55 am

    Foi-se o tempo em que servidor público tinha algum prestígio ou força política. As eleições tratão alguém pra dar fim/sucatear os serviços públicos e acabar com os marajás (nós), salvando a pele apenas dos comissionados).

    O próximo presidente do STF já deixou claro que para ele os servidores vêm depois da mosca do coco do cavalo do ladrão.

    Os juízes e procuradores estão sem aumento há um bom tempo e preste a perder o auxílio moradia (fala-se em modular os efeitos da decisão do stf para garantir o auxílio de quem já recebe, e vedar a percepção dos que ainda não recebem - inclusive dos que ainda tomarão posse).

    Pra completar, a mais nova ferramente do PJe fornece aos gestores a produção de cada servidor, discriminando os atos (marcação de audiências, movimentação, despachos etc) e período/intervalo de tempo.

    Considerando que comissionados, juízes e procuradores, mesmo diante da falta de orçamento para admitir novos servidores, não levantarão seus Il. traseiros das cadeiras ergonômicas, ficarei feliz se oferecerem uma GD com reposição da inflação, num sistema em que eu não tenha de trabalhar mais de 8 horas por dia - cada um por si, D'us por todos.

    Qualquer coisa além disso, na minha opinião, é lucro.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Oziris em Qui 12 Abr 2018, 1:18 pm

    jornalista escreveu:
    GDJ escreveu:
    Victoralb escreveu:

    Pelo que eu entendi conversando com um dos Diretores do Sisejufe/RJ, seriam criados mais 12 níveis, garantindo novas progressões funcionais a 40% da categoria, que se encontra no C13 hoje, permitindo que eles possam ganhar cerca de 3,6% ao ano de progressão funcional. Nesse caso, os aposentados não seriam beneficiados. É também uma forma de compensar o fato de os últimos reajustes terem privilegiado os mais novos em detrimento dos mais antigos.

    O interessante é que, com essa proposta, haveria a sobreposição entre Técnicos e Analistas, já que o Técnico E25 ganharia bem mais do que o Analista A1.

    Entendo que esta seja a única forma de tentarmos driblar as limitações da Emenda do Teto (EC 95/16). E parece haver uma possibilidade de a mesma ser aprovada.

    A proposta é boa, porém os sindicatos rechaçam qualquer reajuste que não inclua os aposentados. Aliás, esse foi um dos motivos de terem rechaçado a proposta de GD dos Diretores Gerais em 2009, pois os inativos só levariam a parte fixa da referida gratificação.
    O outro motivo foi a proposta de extinção de GAE/GAS.
    Aposentados lideram sindicatos. Então pode esquecer reajuste. Preferem zero.

    E desde quando sindicatos estão apitando alguma coisa? Se dependesse de sindicato, eles estariam até agora lutando pelo mamute com zero parcelado em 3 anos...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sigma em Qui 12 Abr 2018, 2:18 pm

    Oziris escreveu:
    jornalista escreveu:
    GDJ escreveu:
    Victoralb escreveu:

    Pelo que eu entendi conversando com um dos Diretores do Sisejufe/RJ, seriam criados mais 12 níveis, garantindo novas progressões funcionais a 40% da categoria, que se encontra no C13 hoje, permitindo que eles possam ganhar cerca de 3,6% ao ano de progressão funcional. Nesse caso, os aposentados não seriam beneficiados. É também uma forma de compensar o fato de os últimos reajustes terem privilegiado os mais novos em detrimento dos mais antigos.

    O interessante é que, com essa proposta, haveria a sobreposição entre Técnicos e Analistas, já que o Técnico E25 ganharia bem mais do que o Analista A1.

    Entendo que esta seja a única forma de tentarmos driblar as limitações da Emenda do Teto (EC 95/16). E parece haver uma possibilidade de a mesma ser aprovada.

    A proposta é boa, porém os sindicatos rechaçam qualquer reajuste que não inclua os aposentados. Aliás, esse foi um dos motivos de terem rechaçado a proposta de GD dos Diretores Gerais em 2009, pois os inativos só levariam a parte fixa da referida gratificação.
    O outro motivo foi a proposta de extinção de GAE/GAS.
    Aposentados lideram sindicatos. Então pode esquecer reajuste. Preferem zero.

    E desde quando sindicatos estão apitando alguma coisa? Se dependesse de sindicato, eles estariam até agora lutando pelo mamute com zero parcelado em 3 anos...

    Certeza que, caso isso se concretize, haverá uma nova rodada de ações por parte dos sindicatos e associações buscando o reenquadramento dos aposentados no último nível.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qui 12 Abr 2018, 3:02 pm

    Tenho certeza de que, qualquer que seja a previsão de aumento no próximo PCS, independentemente da natureza do aumento, se via subsídio/GD/GAJ/VB, haverá uma chuva de ações por parte de sindicatos e associações, buscando brechas para reajustes por meio judicial. Primeiramente, porque alguns sindicatos e associações vivem disso: mesmo que não acreditem na viabilidade dos processos judiciais, a manutenção da crença (e dos filiados) é importante. Segundo, é o que estão habituados a fazer. Alguns têm esse hábito tão arraigado que nem enxergam o novo momento, iniciado com a súmula vinculante 37, e intensificada após a erupção da crise fiscal; momento este em que ações de servidores pés-rapados contra a Administração Pública estão fadados ao insucesso, ainda que bem fundamentados juridicamente. Basta ver a questão dos 13% (lógica e juridicamente muito mais defensável que a equiparação de inativos aos ativos via reenquadramento), que hoje respira por aparelhos.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Qui 12 Abr 2018, 4:12 pm

    Pelo que eu entendi da proposta, ainda embrionária, é verdade, a nossa carreira, a partir de 2020, passaria a ser da seguinte forma:

    TÉCNICO JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 7.591,36
    PADRÃO 02- 7.819,12
    PADRÃO 03- 8.053,70
    PADRÃO 04- 8.512,75
    PADRÃO 05- 8.768,16
    PADRÃO 06- 9.031,20
    PADRÃO 07- 9.302,11
    PADRÃO 08- 9.581,18
    PADRÃO 09 - 10.127,30
    PADRÃO 10- 10.431,14
    PADRÃO 11- 10.744,08
    PADRÃO 12- 11.066,40
    PADRÃO 13- 11.398,39

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 11.808,73
    PADRÃO 15- 12.233,84
    PADRÃO 16- 12.674,26
    PADRÃO 17- 13.130,53
    PADRÃO 18- 13.603,23
    PADRÃO 19- 14.092,95
    PADRÃO 20- 14.600,29
    PADRÃO 21- 15.125,90
    PADRÃO 22- 15.670,44
    PADRÃO 23- 16.234,57
    PADRÃO 24- 16.819,02
    PADRÃO 25- 17.424,50

    ANALISTA JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 12.455,30
    PADRÃO 02- 12.828,96
    PADRÃO 03- 13.213,82
    PADRÃO 04- 13.967,04
    PADRÃO 05- 14.386,03
    PADRÃO 06- 14.817,62
    PADRÃO 07- 15.262,15
    PADRÃO 08- 15.720,02
    PADRÃO 09- 16.616,06
    PADRÃO 10- 17.114,54
    PADRÃO 11- 17.627,97
    PADRÃO 12- 18.156,81
    PADRÃO 13- 18.701,52

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 19.374,77
    PADRÃO 15- 20.072,26
    PADRÃO 16- 20.794,86
    PADRÃO 17- 21.543,48
    PADRÃO 18- 22.319,04
    PADRÃO 19- 23.122,53
    PADRÃO 20- 23.954,94
    PADRÃO 21- 24.817,32
    PADRÃO 22- 25.710,74
    PADRÃO 23- 26.636,33
    PADRÃO 24- 27.595,24
    PADRÃO 25- 28.588,67


    ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE AUMENTO DOS PADRÕES FUNCIONAIS:

    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    2- A tendência, a partir de agora, é de redução do quadro de servidores, pois a nomeação de novos servidores não suprirá as aposentadorias e exonerações.

    3- A dúvida existe em relação à manutenção das FCs. Existe uma defesa muito grande em relação à redução das chamadas FCs que não guardam relação com a atividade preponderante do Judiciário.

    4- Como a tendência é de congelamento salarial, a progressão funcional reduziria os danos aos servidores e evitaria a sensação do "não aumento" por anos a fio.

    5- A proposta mantém a disparidade entre técnicos e analistas, apesar de introduzir a sobreposição entre esses cargos.

    6- A proposta beneficia apenas quem está no meio e no final da carreira, deixando de beneficiar os servidores mais novos e os aposentados.

    7- A proposta não avança em relação ao nível superior do técnico, matéria já aprovada pela categoria nos foros decisórios competentes.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 12 Abr 2018, 4:15 pm

    androsvilazza escreveu:Tenho certeza de que, qualquer que seja a previsão de aumento no próximo PCS, independentemente da natureza do aumento, se via subsídio/GD/GAJ/VB, haverá uma chuva de ações por parte de sindicatos e associações, buscando brechas para reajustes por meio judicial. Primeiramente, porque alguns sindicatos e associações vivem disso: mesmo que não acreditem na viabilidade dos processos judiciais, a manutenção da crença (e dos filiados) é importante. Segundo, é o que estão habituados a fazer. Alguns têm esse hábito tão arraigado que nem enxergam o novo momento, iniciado com a súmula vinculante 37, e intensificada após a erupção da crise fiscal; momento este em que ações de servidores pés-rapados contra a Administração Pública estão fadados ao insucesso, ainda que bem fundamentados juridicamente. Basta ver a questão dos 13% (lógica e juridicamente muito mais defensável que a equiparação de inativos aos ativos via reenquadramento), que hoje respira por aparelhos.

    Pois é, ainda não entendi essa judicialização dos 13%. O pessoal ingressou com ação para manter a percepção mensal desse percentual, ou a ação diz respeito aos retroativos após interpretação oriunda da edição da lei do novo pcs?


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Qui 12 Abr 2018, 6:05 pm

    Victoralb escreveu:Pelo que eu entendi da proposta, ainda embrionária, é verdade, a nossa carreira, a partir de 2020, passaria a ser da seguinte forma:

    TÉCNICO JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 7.591,36
    PADRÃO 02- 7.819,12
    PADRÃO 03- 8.053,70
    PADRÃO 04- 8.512,75
    PADRÃO 05- 8.768,16
    PADRÃO 06- 9.031,20
    PADRÃO 07- 9.302,11
    PADRÃO 08- 9.581,18
    PADRÃO 09 - 10.127,30
    PADRÃO 10- 10.431,14
    PADRÃO 11- 10.744,08
    PADRÃO 12- 11.066,40
    PADRÃO 13- 11.398,39

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 11.808,73
    PADRÃO 15- 12.233,84
    PADRÃO 16- 12.674,26
    PADRÃO 17- 13.130,53
    PADRÃO 18- 13.603,23
    PADRÃO 19- 14.092,95
    PADRÃO 20- 14.600,29
    PADRÃO 21- 15.125,90
    PADRÃO 22- 15.670,44
    PADRÃO 23- 16.234,57
    PADRÃO 24- 16.819,02
    PADRÃO 25- 17.424,50

    ANALISTA JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 12.455,30
    PADRÃO 02- 12.828,96
    PADRÃO 03- 13.213,82
    PADRÃO 04- 13.967,04
    PADRÃO 05- 14.386,03
    PADRÃO 06- 14.817,62
    PADRÃO 07- 15.262,15
    PADRÃO 08- 15.720,02
    PADRÃO 09- 16.616,06
    PADRÃO 10- 17.114,54
    PADRÃO 11- 17.627,97
    PADRÃO 12- 18.156,81
    PADRÃO 13- 18.701,52

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 19.374,77
    PADRÃO 15- 20.072,26
    PADRÃO 16- 20.794,86
    PADRÃO 17- 21.543,48
    PADRÃO 18- 22.319,04
    PADRÃO 19- 23.122,53
    PADRÃO 20- 23.954,94
    PADRÃO 21- 24.817,32
    PADRÃO 22- 25.710,74
    PADRÃO 23- 26.636,33
    PADRÃO 24- 27.595,24
    PADRÃO 25- 28.588,67


    ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE AUMENTO DOS PADRÕES FUNCIONAIS:

    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    2- A tendência, a partir de agora, é de redução do quadro de servidores, pois a nomeação de novos servidores não suprirá as aposentadorias e exonerações.

    3- A dúvida existe em relação à manutenção das FCs. Existe uma defesa muito grande em relação à redução das chamadas FCs que não guardam relação com a atividade preponderante do Judiciário.

    4- Como a tendência é de congelamento salarial, a progressão funcional reduziria os danos aos servidores e evitaria a sensação do "não aumento" por anos a fio.

    5- A proposta mantém a disparidade entre técnicos e analistas, apesar de introduzir a sobreposição entre esses cargos.

    6- A proposta beneficia apenas quem está no meio e no final da carreira, deixando de beneficiar os servidores mais novos e os aposentados.

    7- A proposta não avança em relação ao nível superior do técnico, matéria já aprovada pela categoria nos foros decisórios competentes.

    Proposta interessante, entretanto, não foi realizado o impacto, pois analisando apenas o cargo de técnico é uma aumento de 75.000(não me recordo o valor exato) técnicos x R$ 6.000 em 12 anos, mais atualização da inflação, o que daria um aumento de gasto pessoal muito superior ao previsto pela PEC e projeção da inflação "prevista" pelas metas.
    Acho que só seria viável se topassem reduzir os valores iniciais, a quantidade de servidor e a extinção de 80% de FC e CJ, e olha lá.
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    Victoralb
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Qui 12 Abr 2018, 6:49 pm

    Fireball escreveu:
    Victoralb escreveu:Pelo que eu entendi da proposta, ainda embrionária, é verdade, a nossa carreira, a partir de 2020, passaria a ser da seguinte forma:

    TÉCNICO JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 7.591,36
    PADRÃO 02- 7.819,12
    PADRÃO 03- 8.053,70
    PADRÃO 04- 8.512,75
    PADRÃO 05- 8.768,16
    PADRÃO 06- 9.031,20
    PADRÃO 07- 9.302,11
    PADRÃO 08- 9.581,18
    PADRÃO 09 - 10.127,30
    PADRÃO 10- 10.431,14
    PADRÃO 11- 10.744,08
    PADRÃO 12- 11.066,40
    PADRÃO 13- 11.398,39

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 11.808,73
    PADRÃO 15- 12.233,84
    PADRÃO 16- 12.674,26
    PADRÃO 17- 13.130,53
    PADRÃO 18- 13.603,23
    PADRÃO 19- 14.092,95
    PADRÃO 20- 14.600,29
    PADRÃO 21- 15.125,90
    PADRÃO 22- 15.670,44
    PADRÃO 23- 16.234,57
    PADRÃO 24- 16.819,02
    PADRÃO 25- 17.424,50

    ANALISTA JUDICIÁRIO (VB + GAJ):

    PADRÃO 01- 12.455,30
    PADRÃO 02- 12.828,96
    PADRÃO 03- 13.213,82
    PADRÃO 04- 13.967,04
    PADRÃO 05- 14.386,03
    PADRÃO 06- 14.817,62
    PADRÃO 07- 15.262,15
    PADRÃO 08- 15.720,02
    PADRÃO 09- 16.616,06
    PADRÃO 10- 17.114,54
    PADRÃO 11- 17.627,97
    PADRÃO 12- 18.156,81
    PADRÃO 13- 18.701,52

    A PARTIR DE 2020 (com step de 3,6% ao ano. O step que foi falado varia de 3,5% a 4%, mas chegaram a falar nesse índice de 3,6%. Por isso, fiz com base nesse percentual):

    PADRÃO 14- 19.374,77
    PADRÃO 15- 20.072,26
    PADRÃO 16- 20.794,86
    PADRÃO 17- 21.543,48
    PADRÃO 18- 22.319,04
    PADRÃO 19- 23.122,53
    PADRÃO 20- 23.954,94
    PADRÃO 21- 24.817,32
    PADRÃO 22- 25.710,74
    PADRÃO 23- 26.636,33
    PADRÃO 24- 27.595,24
    PADRÃO 25- 28.588,67


    ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PROPOSTA DE AUMENTO DOS PADRÕES FUNCIONAIS:

    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    2- A tendência, a partir de agora, é de redução do quadro de servidores, pois a nomeação de novos servidores não suprirá as aposentadorias e exonerações.

    3- A dúvida existe em relação à manutenção das FCs. Existe uma defesa muito grande em relação à redução das chamadas FCs que não guardam relação com a atividade preponderante do Judiciário.

    4- Como a tendência é de congelamento salarial, a progressão funcional reduziria os danos aos servidores e evitaria a sensação do "não aumento" por anos a fio.

    5- A proposta mantém a disparidade entre técnicos e analistas, apesar de introduzir a sobreposição entre esses cargos.

    6- A proposta beneficia apenas quem está no meio e no final da carreira, deixando de beneficiar os servidores mais novos e os aposentados.

    7- A proposta não avança em relação ao nível superior do técnico, matéria já aprovada pela categoria nos foros decisórios competentes.

    Proposta interessante, entretanto, não foi realizado o impacto, pois analisando apenas o cargo de técnico é uma aumento de 75.000(não me recordo o valor exato) técnicos x R$ 6.000 em 12 anos, mais atualização da inflação, o que daria um aumento de gasto pessoal muito superior ao previsto pela PEC e projeção da inflação "prevista" pelas metas.
    Acho que só seria viável se topassem reduzir os valores iniciais, a quantidade de servidor e a extinção de 80% de FC e CJ, e olha lá.

    Pelo que entendi, caberia no Teto pq não beneficiaria quem está entre o A1 e o C12 e nem aposentados. Beneficiaria somente quem está no C13. Na verdade, seria 3,6% de step anual para cerca de 40% da folha (tiraria os 30% de aposentados e os restantes que não estão no final da carreira), considerando também que a tendência é a de redução do quadro de servidores.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por drhoff em Qui 12 Abr 2018, 7:02 pm

    nós q somos c13, vamos sonhando com esse proposta, antes q acordemos e vivenciemos a realidade, sonhar não se gasta nada, não pode é contar com isso, ai ficaremos na depre.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Qui 12 Abr 2018, 7:10 pm

    O tempo passa. Os fraldinhas de ontem são antigões hoje.
    Mais uma batalha fraldinhas x antigões.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Qui 12 Abr 2018, 8:08 pm

    PCS-TRE escreveu:O tempo passa. Os fraldinhas de ontem são antigões hoje.
    Mais uma batalha fraldinhas x antigões.
    Só que os antigos antigões estão nos sindicatos. Mas tem alguém aí que faça um cálculo atuarial pra simular o impacto com a emenda dos gastos?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Qui 12 Abr 2018, 10:32 pm

    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

    A folha tem crescimento vegetativo por conta daqueles que ainda não chegaram ao fim de carreira.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Qui 12 Abr 2018, 11:46 pm

    josebarbos escreveu:
    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

    A folha tem crescimento vegetativo por conta daqueles que ainda não chegaram ao fim de carreira.


    Quem falou que cabe no Teto foi o próprio Amarildo. Falou pra Direção do Sisejufe, após ser perguntado. Ele disse que, segundo cálculos iniciais dos técnicos do Supremo, caberia no Teto. Agora, não sei se a proposta prevê a redução dos salários em relação ao início da carreira.

    Só sei que, nesse ano, o TRT/RJ recebeu autorização para nomear apenas 21 novos servidores (5 analistas e 16 técnicos). A tendência é a de redução do quadro geral de servidores no PJU. Será que isso já está sendo levado em consideração? Não sabemos. Vamos ver o que vai rolar amanhã no evento aqui no Rio, em que o Amarildo estará presente. Um dos temas será a reposição salarial num cenário de Emenda do Teto.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 13 Abr 2018, 12:48 am

    Pelo que eu entendi, a proposta seria de congelamento das tabelas, com todo o reajuste posterior advindo apenas das progressões. Assim, o padrão A1 de técnico ficaria travado no valor atual (7591) por, pelo menos, 12 anos, quando os atuais C13 chegariam ao nível 25, voltando para eles a sensação de congelamento nominal dos salários.

    Se parar pira pensar bem, é possível, sim, que essa proposta caiba na EC95. Todo mundo teria progressão anual, diminuindo a sensação de congelamento, mas add progressões, por si sós, seriam possivelmente inferiores à inflação, mantendo o crescimento da folha controlado.

    Além disso, qualquer reposição de pessoal tenderia a ter impacto real menor a cada ano, haja vista o congelamento da tabela (com o nível A1 congelado em termos nominais, seus valores reais decrescem com o tempo).

    Me parece uma alternativa razoável para a Administração e, para os servidores, ajuda a conter parte dos danos inflacionários no período de vigência da EC95.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 13 Abr 2018, 7:15 am

    Por outro lado, imprime um congelamento real aos aposentados pela paridade, provavelmente por doze anos ou mais, já que eles não têm mais possibilidade de progressão,e dependem de aumento nas tabelas para ter algum reajuste dos proventos..
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RicardoMII em Sex 13 Abr 2018, 7:29 am

    Victoralb escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

    A folha tem crescimento vegetativo por conta daqueles que ainda não chegaram ao fim de carreira.


    Quem falou que cabe no Teto foi o próprio Amarildo. Falou pra Direção do Sisejufe, após ser perguntado. Ele disse que, segundo cálculos iniciais dos técnicos do Supremo, caberia no Teto. Agora, não sei se a proposta prevê a redução dos salários em relação ao início da carreira.

    Só sei que, nesse ano, o TRT/RJ recebeu autorização para nomear apenas 21 novos servidores (5 analistas e 16 técnicos). A tendência é a de redução do quadro geral de servidores no PJU. Será que isso já está sendo levado em consideração? Não sabemos. Vamos ver o que vai rolar amanhã no evento aqui no Rio, em que o Amarildo estará presente. Um dos temas será a reposição salarial num cenário de Emenda do Teto.

    Victor, favor nos manter informados sobres os detalhes dessa "proposta".
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Sex 13 Abr 2018, 8:38 am

    Victoralb escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

    A folha tem crescimento vegetativo por conta daqueles que ainda não chegaram ao fim de carreira.


    Quem falou que cabe no Teto foi o próprio Amarildo. Falou pra Direção do Sisejufe, após ser perguntado. Ele disse que, segundo cálculos iniciais dos técnicos do Supremo, caberia no Teto. Agora, não sei se a proposta prevê a redução dos salários em relação ao início da carreira.

    Só sei que, nesse ano, o TRT/RJ recebeu autorização para nomear apenas 21 novos servidores (5 analistas e 16 técnicos). A tendência é a de redução do quadro geral de servidores no PJU. Será que isso já está sendo levado em consideração? Não sabemos. Vamos ver o que vai rolar amanhã no evento aqui no Rio, em que o Amarildo estará presente. Um dos temas será a reposição salarial num cenário de Emenda do Teto.

    Tem coisas que não fazem muito sentido. O primeiro é tentar entender o peso de ativos e inativos na folha. Extraí de uma nota técnica a informação:
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
    No judiciário, 3/4 da folha são para ativos. No MPU, a proporção tem peso ainda maior. Na média, ambos estão em 3/4 de todo o orçamento em despesas de pessoal.

    Esta tabela também é muito interessante porque demonstra a projeção de despesas primárias. Embora haja alguma margem aí a depender do cenário, fica claro que é impossível (ou quase) conter o crescimento vegetativo das despesas e não estourar o teto.
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

    Por mais que dado reajuste no vencimento não tinha impacto igual na folha, não vejo onde a variável "política" se ajusta: membros e magistrados estão com subsídios congelados já há alguns anos e vão brigar por algum valor mais cedo ou mais tarde. Parece-me impossível que, em algum momento, haja algum tipo de mínima reposição de servidores com impacto, decorrente de recomposição de aposentadorias (ainda que seja na razão de 1 para 5).
    E, ainda, é imaginar que servidores próximos da aposentadoria (são uma parcela relevante, pensando em 5 ou 10 anos) aceitariam passivamente tal modalidade de reajuste, comprometendo a própria perspectiva de aposentadoria.

    Parece-me, pois, um cenário que pensou numa inflação mais alta (e aí tanto melhor que tenhamos congelamento num cenário de baixa inflação, posto que efetivamente é a hipótese em que há menor perda do poder de compra).

    Nós já começamos no vermelho. Em havendo EC 95, já há que se fazer duros cortes. Que o diga ainda pensar em reajuste.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Sex 13 Abr 2018, 9:24 am

    josebarbos escreveu:
    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

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    Isso eu não entendo. Como pode o crescimento vegetativo colocar o orçamento no vermelho, já que ele era previsível? Previsível pela lei que autorizou o quantitativo de vagas, e também da mesma forma, pelo projeto de lei que reajustou os salários. Aprovo a contratação e lá na frente a gente vê o que faz?


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Sex 13 Abr 2018, 9:28 am

    Em suma, um pcs que projeta aumento nas progressões provavelmente será bem-vindo à administração. Porque? Em tempos de crise, a administração pode decretar o congelamento das progressões. É que o texto legal diz "interstício MÍNIMO de 1 ano". Mais ainda, ela poderá aumentar o interstício para 1 ano e 1/2, copiando inúmeras carreiras do executa.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Sex 13 Abr 2018, 9:50 am

    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Victoralb escreveu:
    1- A proposta caberia no Teto dos Gastos Públicos (EC 95/16), já que o impacto seria sentido somente em relação a quem se encontra no C13 a partir de 2020. Além disso, por conta das restrições orçamentárias impostas pela EC 95/16, a contratação de novos servidores seria reduzida significativamente, de modo a compensar esse impacto.

    Com qual percentual do IPCA você sonhou para dizer algo tão absurdo?

    MPU, com certeza, e judiciário, provavelmente, estão no vermelho em 2020.

    A folha tem crescimento vegetativo por conta daqueles que ainda não chegaram ao fim de carreira.


    Isso eu não entendo. Como pode o crescimento vegetativo colocar o orçamento no vermelho, já que ele era previsível? Previsível pela lei que autorizou o quantitativo de vagas, e também da mesma forma, pelo projeto de lei que reajustou os salários. Aprovo a contratação e lá na frente a gente vê o que faz?

    Eu acho que é porque, se essa projeção foi feita, foi anterior à EC/95, considerou somente o percentual da RCL.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Sex 13 Abr 2018, 10:16 am

    Galera,
    Encontrei a notícia original. Mas, ao que parece, a proposta parece que foi alterada para excluir os inativos da festa pq aí, sim, iria esbarrar na Emenda do Teto 95/16. Pq acredito que eles não conseguiriam não esbarrar no teto, incluindo os inativos.
    Mas, vamos ver se hj o Amarildo dará maiores detalhes. Espero que não fique só no aspecto teórico das limitações da EC 95/16. De qualquer forma, na minha simulação, fiz com 3,6% de step pq esse índice chegou a ser ventilado. Só que para alcançar 44% no E25, o step teria que ser menor, mais próximo de 3,1% (média).

    Sisejufe se reúne com diretor geral do STF e apresenta reivindicações da categoria.

    Reajustes salarial e dos auxílios alimentação e creche, comissão de carreira, quintos e 13,23% foram assuntos da pauta discutida.

    Na tarde de quinta-feira, dia 20 de julho, Valter Nogueira, presidente do Sisejufe, acompanhado de José Aristéia, diretor do Sindquize, e de Adriana  Faria, coordenadora da Fenajufe, foram recebidos por Eduardo Silva Toledo, diretor-geral do Supremo Tribunal Federal (STF), e por sua chefe de gabinete Mércia de Souza Barreto. *A reunião foi solicitada pelo Sisejufe e pelo Sindquize para tratar de importantes demandas da categoria.*

    É urgente discutir o próximo reajuste salarial
    O presidente do Sisejufe apresentou ao diretor-geral do STF a sua preocupação com a recomposição salarial da categoria para o próximo período, após o recebimento da última parcela do reajuste que terminará em janeiro de 2019.

    Para Valter Nogueira, é urgente o início da discussão acerca da forma de reajuste para os próximos anos. “Precisamos sair do modelo padrão que adotamos até hoje. O novo regime fiscal – com a emenda constitucional do corte de gastos e com a redução do orçamento do Judiciário -, nos impõe a necessidade de propor alternativas que garantam a recomposição salarial permanente e dentro dos limites deste novo regime”, avalia o dirigente do Sisejufe.

    Para ele, ampliar a quantidade de classes e padrões da carreira será a alternativa que garantirá a recomposição por um período maior. “Já elaboramos algumas tabelas que apresentaremos ao STF e o principal elemento passa pela ampliação das classes, que poderiam se estender entre 20 e 25 padrões”. Valter Nogueira expõe que, a título de exemplo, em uma tabela com 25 padrões, todos os servidores, ativos e inativos seriam reenquadrados em mais seis padrões, indo, no início da carreira, do padrão um para o seis e, no final da carreira, do 13 para o 19, restando, ainda, seis padrões para o final da carreira, que passaria a ser o padrão 25, incluindo ativos e inativos. “Esse modelo pode nos garantir reajuste permanente de cerca de 44% na carreira pelos próximos anos. Esse percentual nos garante, além da inflamação, um ganho real que repõe perdas anteriores”, informa o presidente do Sisejufe.

    Eduardo Toledo, do STF, se disse simpático a ideia do aumento do número de níveis, pois entende ser muito curta a carreira com 13 níveis e que essa questão será efetivamente discutida. Valter Nogueira também cobrou a necessidade de um novo projeto de lei, que garanta o reajuste salarial, que seja encaminhado até 31 de agosto de 2018. “Na verdade, esse projeto precisa ser enviado ainda na gestão da ministra Cármen Lúcia para que a tramitação no Congresso Nacional seja durante a presidência do ministro Dias Toffoli, que substituirá Cármen Lúcia. Nossa experiência é de que nossos projetos demoram cerca de um ano de tramitação para aprovação, desse modo, o prazo de envio do PL até o ano que vem é crucial, caso contrário, corre-se o risco de conseguir aprovação para implementação só em 2021”, avalia o dirigente sindical.

    Fonte: site do Sisejufe/RJ
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 13 Abr 2018, 11:04 am

    Alguns pitacos:

    - Esse "reenquadramento" de seis níveis, na verdade, provavelmente corresponderia ao rebaixamento do piso salarial (criação de 5 níveis abaixo do A1). Então, na prática, pra quem é "reenquadrado" do nível 1 ao 6, isto não representa qualquer aumento salarial. Não se trata, aqui, de uma crítica ao mérito da proposta, longe disto; mas é bom deixar as consequências às claras para que o pessoal não se sinta "enganado", achando que terá um aumento direto e imediato com o tal "reenquadramento", quando a consequência direta é outra: o rebaixamento do piso salarial (A1).

    - Acho a proposta louvável e bem intencionada, pois garante um mínimo de reajuste anual, ainda que meramente dependente de progressões, frente a um cenário muito adverso. Mas é uma proposta incipiente e falha, ainda precisa de ajustes, principalmente em relação aos inativos. Não creio que a solução passe por estender a possibilidade de progressão aos inativos. Hoje, tal possibilidade afronta, flagrantemente, tanto a lei 8.112 quanto a jurisprudência reiterada dos Tribunais Superiores. Basta lembrar que a progressão é condicionada à aprovação em avaliação de desempenho funcional. Vamos instituir avaliação de desempenho para os inativos? Quais os critérios? (tomou bem seus remédios, levou o cachorro pra passear no horário certo, evitou entupir a fila do banco, marcou uma fileira completa no bingo...?) Brincadeiras à parte, a implementação dessa proposta envolveria muito mais do que a aprovação de um PCS do Judiciário/MPU, oque já costuma ser, por si só, uma epopeia quase impossível... Imagina pleitear mudança também na Lei 8.112 e no entendimento dos Tribunais? Não dá pra implementar uma gambiarra, visando à manutenção da igualdade de tratamento aos ativos e inativos, e criar outro tipo de problema, de consequências ainda desconhecidas.

    - Com relação à situação dos inativos, achei este julgado, por exemplo:

    “EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. Supremo Tribunal Federal
    ARE 738297 / RJ
    Servidor. Novo plano de carreira. Reposicionamento no último padrão. Extensão aos inativos. Paridade. Impossibilidade. Inexistência de direito adquirido a regime jurídico.
    Precedentes. 1. É pacífica a Jurisprudência desta Corte de que não há direito adquirido a regime jurídico, podendo a Administração alterar o escalonamento hierárquico da carreira a que pertence o servidor inativo, criando novos níveis para a progressão de servidores da ativa, desde que não implique em redução dos proventos do servidor aposentado. 2. Agravo regimental não provido”(AI 796.527-AgR/RJ, Relator o Ministro Dias Toffoli, Primeira Turma, DJ 4.8.2011).

    Um outro caso, parecido com essa proposta levantada, é este aqui:

    RE 606.199 - Paraná

    Quem tiver paciência pra ler (são 43 páginas), verá que na Lei Estadual em comento, foram aumentados os níveis, reenquadrados os servidores, e adotados três critérios de progressão: tempo de serviço, titulação e desempenho. Na decisão final, foi adotado o entendimento de que, para o reenquadramento dos inativos, deveriam ser considerados também o tempo de serviço e titulação aferíveis no momento da passagem para a inatividade. Observem que, em nenhum dos três critérios da lei, seria permitida posterior progressão dos inativos: não acumulam tempo de serviço, não vale titulação após a aposentadoria e não há possibilidade de aferição de seu desempenho.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Sex 13 Abr 2018, 11:17 am

    androsvilazza escreveu:Alguns pitacos:

    - Esse "reenquadramento" de seis níveis, na verdade, provavelmente corresponderia ao rebaixamento do piso salarial (criação de 5 níveis abaixo do A1). Então, na prática, pra quem é "reenquadrado" do nível 1 ao 6, isto não representa qualquer aumento salarial. Não se trata, aqui, de uma crítica ao mérito da proposta, longe disto; mas é bom deixar as consequências às claras para que o pessoal não se sinta "enganado", achando que terá um aumento direto e imediato com o tal "reenquadramento", quando a consequência direta é outra: o rebaixamento do piso salarial (A1).

    - Acho a proposta louvável e bem intencionada, pois garante um mínimo de reajuste anual, ainda que meramente dependente de progressões, frente a um cenário muito adverso. Mas é uma proposta incipiente e falha, ainda precisa de ajustes, principalmente em relação aos inativos. Não creio que a solução passe por estender a possibilidade de progressão aos inativos. Hoje, tal possibilidade afronta, flagrantemente, tanto a lei 8.112 quanto a jurisprudência reiterada dos Tribunais Superiores. Basta lembrar que a progressão é condicionada à aprovação em avaliação de desempenho funcional. Vamos instituir avaliação de desempenho para os inativos? Quais os critérios? (tomou bem seus remédios, levou o cachorro pra passear no horário certo, evitou entupir a fila do banco, marcou uma fileira completa no bingo...?) Brincadeiras à parte, a implementação dessa proposta envolveria muito mais do que a aprovação de um PCS do Judiciário/MPU, oque já costuma ser, por si só, uma epopeia quase impossível... Imagina pleitear mudança também na Lei 8.112 e no entendimento dos Tribunais? Não dá pra implementar uma gambiarra, visando à manutenção da igualdade de tratamento aos ativos e inativos, e criar outro tipo de problema, de consequências ainda desconhecidas.

    - Com relação à situação dos inativos, achei este julgado, por exemplo:

    “EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. Supremo Tribunal Federal
    ARE 738297 / RJ
    Servidor. Novo plano de carreira. Reposicionamento no último padrão. Extensão aos inativos. Paridade. Impossibilidade. Inexistência de direito adquirido a regime jurídico.
    Precedentes. 1. É pacífica a Jurisprudência desta Corte de que não há direito adquirido a regime jurídico, podendo a Administração alterar o escalonamento hierárquico da carreira a que pertence o servidor inativo, criando novos níveis para a progressão de servidores da ativa, desde que não implique em redução dos proventos do servidor aposentado. 2. Agravo regimental não provido”(AI 796.527-AgR/RJ, Relator o Ministro Dias Toffoli, Primeira Turma, DJ 4.8.2011).

    Um outro caso, parecido com essa proposta levantada, é este aqui:

    RE 606.199 - Paraná

    Quem tiver paciência pra ler (são 43 páginas), verá que na Lei Estadual em comento, foram aumentados os níveis, reenquadrados os servidores, e adotados três critérios de progressão: tempo de serviço, titulação e desempenho. Na decisão final, foi adotado o entendimento de que, para o reenquadramento dos inativos, deveriam ser considerados também o tempo de serviço e titulação aferíveis no momento da passagem para a inatividade. Observem que, em nenhum dos três critérios da lei, seria permitida posterior progressão dos inativos: não acumulam tempo de serviço, não vale titulação após a aposentadoria e não há possibilidade de aferição de seu desempenho.


    Mas a ideia da extensão de carreira, smj, seria de alijar os inativos, que ficariam com salários congelados, e os servidores da ativa poderiam progredir.

    Ideia que, a meu ver, interessa muito à administração, porque a depender de uma nova extensão, torna muito atrativa a migração de regime previdenciário.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 13 Abr 2018, 11:50 am

    josebarbos escreveu:
    androsvilazza escreveu:Alguns pitacos:

    - Esse "reenquadramento" de seis níveis, na verdade, provavelmente corresponderia ao rebaixamento do piso salarial (criação de 5 níveis abaixo do A1). Então, na prática, pra quem é "reenquadrado" do nível 1 ao 6, isto não representa qualquer aumento salarial. Não se trata, aqui, de uma crítica ao mérito da proposta, longe disto; mas é bom deixar as consequências às claras para que o pessoal não se sinta "enganado", achando que terá um aumento direto e imediato com o tal "reenquadramento", quando a consequência direta é outra: o rebaixamento do piso salarial (A1).

    - Acho a proposta louvável e bem intencionada, pois garante um mínimo de reajuste anual, ainda que meramente dependente de progressões, frente a um cenário muito adverso. Mas é uma proposta incipiente e falha, ainda precisa de ajustes, principalmente em relação aos inativos. Não creio que a solução passe por estender a possibilidade de progressão aos inativos. Hoje, tal possibilidade afronta, flagrantemente, tanto a lei 8.112 quanto a jurisprudência reiterada dos Tribunais Superiores. Basta lembrar que a progressão é condicionada à aprovação em avaliação de desempenho funcional. Vamos instituir avaliação de desempenho para os inativos? Quais os critérios? (tomou bem seus remédios, levou o cachorro pra passear no horário certo, evitou entupir a fila do banco, marcou uma fileira completa no bingo...?) Brincadeiras à parte, a implementação dessa proposta envolveria muito mais do que a aprovação de um PCS do Judiciário/MPU, oque já costuma ser, por si só, uma epopeia quase impossível... Imagina pleitear mudança também na Lei 8.112 e no entendimento dos Tribunais? Não dá pra implementar uma gambiarra, visando à manutenção da igualdade de tratamento aos ativos e inativos, e criar outro tipo de problema, de consequências ainda desconhecidas.

    - Com relação à situação dos inativos, achei este julgado, por exemplo:

    “EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. Supremo Tribunal Federal
    ARE 738297 / RJ
    Servidor. Novo plano de carreira. Reposicionamento no último padrão. Extensão aos inativos. Paridade. Impossibilidade. Inexistência de direito adquirido a regime jurídico.
    Precedentes. 1. É pacífica a Jurisprudência desta Corte de que não há direito adquirido a regime jurídico, podendo a Administração alterar o escalonamento hierárquico da carreira a que pertence o servidor inativo, criando novos níveis para a progressão de servidores da ativa, desde que não implique em redução dos proventos do servidor aposentado. 2. Agravo regimental não provido”(AI 796.527-AgR/RJ, Relator o Ministro Dias Toffoli, Primeira Turma, DJ 4.8.2011).

    Um outro caso, parecido com essa proposta levantada, é este aqui:

    RE 606.199 - Paraná

    Quem tiver paciência pra ler (são 43 páginas), verá que na Lei Estadual em comento, foram aumentados os níveis, reenquadrados os servidores, e adotados três critérios de progressão: tempo de serviço, titulação e desempenho. Na decisão final, foi adotado o entendimento de que, para o reenquadramento dos inativos, deveriam ser considerados também o tempo de serviço e titulação aferíveis no momento da passagem para a inatividade. Observem que, em nenhum dos três critérios da lei, seria permitida posterior progressão dos inativos: não acumulam tempo de serviço, não vale titulação após a aposentadoria e não há possibilidade de aferição de seu desempenho.


    Mas a ideia da extensão de carreira, smj, seria de alijar os inativos, que ficariam com salários congelados, e os servidores da ativa poderiam progredir.

    Ideia que, a meu ver, interessa muito à administração, porque a depender de uma nova extensão, torna muito atrativa a migração de regime previdenciário.

    Também enxerguei dessa forma. No entanto, na RE que citei acima, há posicionamento de vários ministros no sentido de que seria inconstitucional a tentativa de burla ao instituto da paridade, por meio de reformulação da carreira. Disseram que há posicionamento da Corte nesse sentido, mas não citaram o precedente. De todo modo, faz sentido esse entendimento.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Oziris em Sex 13 Abr 2018, 12:30 pm

    Somente aumentar padrões e reduzir inicial não é PCS, muito menos considerar aumento da folha via progressão como benefício, mas OK.

    Acho que o PCS pode sim começar a inovar em algumas questões, mas o JUD precisa se atualizar urgente em algumas frentes:

    1 - melhorar sua estrutura a começar por retirar pessoas da área judiciária que atuam na área administrativa e reduzir FC's.

    Seria muito interessante por exemplo um estudo que indicasse a economia na extinção de todas as FC's abaixo de 5 e padronizando FC5 para chefias médias e CJ 1 para diretorias. É um sonho distante mas acabaria com muitos inconvenientes que existem hoje no JUD principalmente com pessoal "escolhendo" serviço e lugar pra trabalhar. FC tem que parar de ser muleta pra servidor e objeto de terceirização de serviço de juiz.

    Também é preciso considerar a redução processual da JT após a reforma trabalhista para nortear os próximos passos. Alguns comentam redução de casos novos da ordem de 45% comparando os 2 primeiros meses de 2017 com 2018.

    2 - aumentar o teletrabalho, pois isso ajudaria na questão da redução de despesa dos tribunais e entraria como uma "compensação" pela perda da FC por exemplo.

    3 - a paridade entre ativos e inativos já acabou tanto para um lado quanto pra outro. Essa situação precisa ser superada principalmente pelo pessoal do sindicato. Não existe isso de ficar tentando encaixar inativo em tudo quanto é coisa que é pensada tendo em vista que a carreira não gira em torno deles.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Solange4 em Sex 13 Abr 2018, 2:12 pm

    Uma dúvida:
    Para aqueles que entraram após 2003 e portanto não tem a paridade, o valor da aposentadoria não vai ser reajustado anualmente pelo mesmo índice do Regime Geral? Caso positivo, para esses não fará diferença esse aumento de níveis.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Sex 13 Abr 2018, 3:15 pm

    Oziris escreveu:Somente aumentar padrões e reduzir
    inicial não é PCS, muito menos considerar aumento da folha via progressão como benefício, mas OK.

    Acho que o PCS pode sim começar a inovar em algumas questões, mas o JUD precisa se atualizar urgente em algumas frentes:

    1 - melhorar sua estrutura a começar por retirar pessoas da área judiciária que atuam na área administrativa e reduzir FC's.

    Seria muito interessante por exemplo um estudo que indicasse a economia na extinção de todas as FC's abaixo de 5 e padronizando FC5 para chefias médias e CJ 1 para diretorias. É um sonho distante mas acabaria com muitos inconvenientes que existem hoje no JUD principalmente com pessoal "escolhendo" serviço e lugar pra trabalhar. FC tem que parar de ser muleta pra servidor e objeto de terceirização de serviço de juiz.

    Também é preciso considerar a redução processual da JT após a reforma trabalhista para nortear os próximos passos. Alguns comentam redução de casos novos da ordem de 45% comparando os 2 primeiros meses de 2017 com 2018.

    2 - aumentar o teletrabalho, pois isso ajudaria na questão da redução de despesa dos tribunais e entraria como uma "compensação" pela perda da FC por exemplo.

    3 - a paridade entre ativos e inativos já acabou tanto para um lado quanto pra outro. Essa situação precisa ser superada principalmente pelo pessoal do sindicato. Não existe isso de ficar tentando encaixar inativo em tudo quanto é coisa que é pensada tendo em vista que a carreira não gira em torno deles.

    Vamos lá...
    Vou tratar de algumas polêmicas aqui:

    1- Acho razoável não priorizarmos os inativos nessa proposta de progressão funcional. Primeiro pq os inativos atuais se aposentaram ganhando muito acima do que nós ganharemos pq incorporaram quintos, anuênios e outras vantagens.

    2- A prioridade tem que ser para quem ingressou no serviço público a partir de 2004. Pq nós, ou nos aposentaremos pela média, ou nossa aposentadoria será complementar, via FunprespJud. Então, a gente tem que tentar ganhar o máximo possível durante a atividade, pra elevarmos a nossa média ou contribuição via FunprespJud.

    3- Se por um lado, os inativos poderão ser preteridos nessa proposta de progressão funcional; por outro, eles se aposentaram pela integral e pela paridade, vantagens que nós não teremos.

    4- sou a favor de reduzir as FCs abaixo de FC 5 para podermos melhorar nossos vencimentos.

    5- O discurso para convencer os aposentados deve ser esse: a proposta da progressão funcional não impede futuros reajustes de tabela para todos, pois, assim que o governo der reajuste para o Executivo, a gente entraria de carona, como ocorreu em 2013/2015. E uma hora, o governo será obrigado a reajustar o executivo. Ou vocês acham que o governo vai passar 10 anos (vigência mínima da EC 95/16) sem reajustar as carreiras típicas de Estado e os servidores em geral do Executivo?

    Assim que acabar a palestra, que tá marcada para as 19h, eu faço um relatório para vocês...
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    Inativo congelado?

    Mensagem por cavalo em Sex 13 Abr 2018, 4:50 pm

    Tudo que está agora sendo discutido com relação à criação de novos níveis leva a que os inativos não terão direito a progressão para os novos níveis criados.
    Mas se a criação desses novos níveis permite, justamente, evitar o congelamento dos salários, ou mesmo reajustes mínimos a que o Governo estaria disposto a conceder, então os inativos ficarão congelados?
    Bom, acho que pelo poder de pressão sobre os Magistrados que muitos inativos, e ativos prestes a aposentar, dispõem, acho muito difícil tal proposta vingar.
    Acho mais fácil passar o subsídio, mesmo com absorção de vantagens, ou a GDI, com os inativos recebendo parte dela.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Lord Sith em Sex 13 Abr 2018, 5:40 pm

    Acho difícil qualquer proposta de reajuste para os servidores vingar...só vejo devaneios e viagens nesse forum ultimamente. Gente ainda acreditando nos 13,23% e outros viajando nessa proposta...

    cavalo escreveu:Tudo que está agora sendo discutido com relação à criação de novos níveis leva a que os inativos não terão direito a progressão para os novos níveis criados.
    Mas se a criação desses novos níveis permite, justamente, evitar o congelamento dos salários, ou mesmo reajustes mínimos a que o Governo estaria disposto a conceder, então os inativos ficarão congelados?
    Bom, acho que pelo poder de pressão sobre os Magistrados que muitos inativos, e ativos prestes a aposentar, dispõem, acho muito difícil tal proposta vingar.
    Acho mais fácil passar o subsídio, mesmo com absorção de vantagens, ou a GDI, com os inativos recebendo parte dela.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Sex 13 Abr 2018, 7:05 pm

    Victoralb escreveu:
    Oziris escreveu:Somente aumentar padrões e reduzir
    inicial não é PCS, muito menos considerar aumento da folha via progressão como benefício, mas OK.

    Acho que o PCS pode sim começar a inovar em algumas questões, mas o JUD precisa se atualizar urgente em algumas frentes:

    1 - melhorar sua estrutura a começar por retirar pessoas da área judiciária que atuam na área administrativa e reduzir FC's.

    Seria muito interessante por exemplo um estudo que indicasse a economia na extinção de todas as FC's abaixo de 5 e padronizando FC5 para chefias médias e CJ 1 para diretorias. É um sonho distante mas acabaria com muitos inconvenientes que existem hoje no JUD principalmente com pessoal "escolhendo" serviço e lugar pra trabalhar. FC tem que parar de ser muleta pra servidor e objeto de terceirização de serviço de juiz.

    Também é preciso considerar a redução processual da JT após a reforma trabalhista para nortear os próximos passos. Alguns comentam redução de casos novos da ordem de 45% comparando os 2 primeiros meses de 2017 com 2018.

    2 - aumentar o teletrabalho, pois isso ajudaria na questão da redução de despesa dos tribunais e entraria como uma "compensação" pela perda da FC por exemplo.

    3 - a paridade entre ativos e inativos já acabou tanto para um lado quanto pra outro. Essa situação precisa ser superada principalmente pelo pessoal do sindicato. Não existe isso de ficar tentando encaixar inativo em tudo quanto é coisa que é pensada tendo em vista que a carreira não gira em torno deles.

    Vamos lá...
    Vou tratar de algumas polêmicas aqui:

    1- Acho razoável não priorizarmos os inativos nessa proposta de progressão funcional. Primeiro pq os inativos atuais se aposentaram ganhando muito acima do que nós ganharemos pq incorporaram quintos, anuênios e outras vantagens.

    2- A prioridade tem que ser para quem ingressou no serviço público a partir de 2004. Pq nós, ou nos aposentaremos pela média, ou nossa aposentadoria será complementar, via FunprespJud. Então, a gente tem que tentar ganhar o máximo possível durante a atividade, pra elevarmos a nossa média ou contribuição via FunprespJud.

    3- Se por um lado, os inativos poderão ser preteridos nessa proposta de progressão funcional; por outro, eles se aposentaram pela integral e pela paridade, vantagens que nós não teremos.

    4- sou a favor de reduzir as FCs abaixo de FC 5 para podermos melhorar nossos vencimentos.

    5- O discurso para convencer os aposentados deve ser esse: a proposta da progressão funcional não impede futuros reajustes de tabela para todos, pois, assim que o governo der reajuste para o Executivo, a gente entraria de carona, como ocorreu em 2013/2015. E uma hora, o governo será obrigado a reajustar o executivo. Ou vocês acham que o governo vai passar 10 anos (vigência mínima da EC 95/16) sem reajustar as carreiras típicas de Estado e os servidores em geral do Executivo?

    Assim que acabar a palestra, que tá marcada para as 19h, eu faço um relatório para vocês...
    Sobre o item 1, posso falar com propriedade acerda da área administrativa pq já atuei, embora seja da Judiciária. Há um estudo abrangente em toda a JF, demonstrando que a área administrativa estâ defasada há anos em várias regiões. Eu sou a favor da extinção das fcs, devido ao assédio moral mas desde que ela fosse revertida aos servidores em um eventual pcs. Mas não basta retirar os servidores de lá. A questão é mais profunda. Conheço um rh com estagiários atuando como se fossem servidores. Há setores sobrecarregados e outros com pouco trabalho. Enfim cada tribunal tem a sua peculiaridade (trabalhei em três regiões) e não é fácil tratar isonomicamente por exemplo o trf4 e o trf5. São totalmente diferentes.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Victoralb em Sab 14 Abr 2018, 3:30 am

    Galera, estou sem sono, rsrs...
    Conforme o combinado, seguem abaixo algumas impressões da palestra de hoje ministrada pelo Amarildo:

    Primeiramente, uma informação inicial: o Amarildo não trabalha mais no STF. Foi escolhido pelos ministros para ser o Diretor Geral do FunprespJud. Porém, como possui um bom trânsito com o Toffoli, se predispôs a facilitar a apresentação da proposta que ele está amadurecendo juntamente com alguns colaboradores do Sisejufe/RJ, a pedido dele.
    Logo no início da exposição, ele apresentou dados sobre o PJU: O PJU tem 38.000 Analistas e 61.000 técnicos aproximadamente, além de 25 mil inativos/pensionistas, totalizando 125.000 servidores, entre ativos, inativos e pensionistas. O gasto com FC é de 1,3 bilhão, que somado ao de CJs, totaliza cerca de 2 bilhões.
    Dito isto, vamos às impressões sobre a palestra:

    1- Sobre a nova proposta, não há uma tabela definida. Ele até disse que está trabalhando com várias tabelas. Mas, indagado por mim, informou algumas linhas dessa proposta:

    A) Cada cargo seria dividido em 5 classes (A, B, C, D e E) e cada classe teria 5 padrões, totalizando 25 padrões funcionais.

    B) A proposta estabelece como premissa a sobreposição entre Técnicos e Analistas, onde o Técnico E25 ganharia o equivalente ao Analista A5. Ele disse que há um esforço para que o Técnico E25 seja equivalente ao Analista B10. Mas isso não seria tão fácil assim, pois a proposta tem que caber na Emenda do Teto 95/16.

    C) redução dos valores dos níveis iniciais. Sobre essa redução, ele disse que não seria nada significativa. Mas ela seria necessária para viabilizar a sobreposição entre Técnicos e Analistas. Ele até repetiu que a ideia dessa redução seria de mero ajuste.

    D) Como disse, não há ainda uma tabela definida. Isso pq não há tb um step definido. O Amarildo tá trabalhando com um step entre 1,5% e 3%, dependendo do cenário econômico. Mas deu uma pista, dizendo que o a ideia é a de que o Analista E25 passe a ganhar cerca de 24 mil. Uma outra possibilidade seria trabalhar com um step de 4% e estabelecer que o tempo para a progressão passaria a ser de 1 ano e meio, como ocorre com outras carreiras.

    E) Alteração do AQ. Amarildo disse que pretende forçar na proposta o aumento do AQ, criando um AQ específico para pós-graduações, com base em 12%, passando o mestrado para 15% e o doutorado para 20%. Sobre o AQ, ele disse que o governo não manda mais o dinheiro como se todos os servidores tivessem Doutorado. Disse que era assim. Agora, eles fazem uma estimativa com base no valor executado no ano anterior. Caso esse valor seja insuficiente, é possível pedir uma complementação ao Executivo, que libera, mediante justificativas.

    F) Ressaltou que a tendência é a de congelamento salarial. Por isso, essa seria uma proposta para diminuir perdas. 

    G) Em relação aos inativos, disse que é uma dificuldade incluir os inativos nessa proposta de progressão funcional. Mas que essa dificuldade tem que ser superada, ao menos, em parte, a fim de que eles sejam beneficiados também pela progressão, utilizando o critério dos anos trabalhados para fins de reenquadramento.

    Galera, o sono bateu. Amanhã a gente conversa mais. Abraços.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sab 14 Abr 2018, 1:36 pm

    Só consegui enxergar a junção de "25 níveis" com "1 ano e meio pra progressão"... Laughing nível E25 seria mera miragem rsrs
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Sab 14 Abr 2018, 2:12 pm

    Parece-me uma boa saída.

    Discordo de quem acha que os novatos (como eu, por exemplo) não seriam beneficiados.

    Claro que, num primeiro momento, só iria beneficiar financeiramente quem estivesse no C13, mas a carreira atual é muito curta.

    Daqui a pouco todos estaríamos no C13 e, se a ideia for pra frente, podemos continuar com as promoções até o E25.

    Melhor ter um final de carreira com mais níveis até 24 mil do que com menos e ficar estagnado em 19 mil.

    Fico com receio, entretanto, quanto ao novo enquadramento.

    Provavelmente, na implantação disso (acho que não vem nada antes de 2020) eu seria A3.

    Qual seria meu novo enquadramento?

    Vão me jogar no meio da tabela?

    Podem fazer uma maldade de me deixar congelado no futuro A3 com uma COMPLEMENTAÇÃO provisória.

    Daí, seria péssimo.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Sab 14 Abr 2018, 2:25 pm

    Ah, sei que esse ponto é muito polêmico por aqui.

    Mas não sou tão radical quanto à sobreposição parcial de técnicos no final da carreira para o inicial de analistas.

    Fui técnico por 9 anos e agora analista.

    Lá na Câmara de SP há essa sobreposição e internamente não há nenhum problema.

    Os auxiliares começam do nível 1 e vão até o nível 9, salvo engano.

    Os técnicos inicial no nível 7 e vão até o nível 18, salvo engano.

    E os analistas começam com o nível 13, acho eu, mas vão até o final que é o 25.

    Sei que a proposta aqui é diferente, já que seriam três tabelas salariais distintas.

    Mas a depender do reenquadramento essa medida só afetaria os analistas novatos, que entrarem no novo A1.

    Esperar para ver se essa ideia vai pra frente ou não.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Sab 14 Abr 2018, 6:06 pm

    Nunca fui técnico e como analista não vejo qualquer problema na sobreposição. A dificuldade seria pra quem quisesse fazer concurso para analista. Agora é curiosa a atuação de Amarildo, já que essa atribuição seria do diretor geral do stf e não do diretor do funpresp. Será que ele (o do stf) sabe disso?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Sab 14 Abr 2018, 6:37 pm

    Não seria melhor criar uma carreira com 35 progressões de 1 ano cada, ao invés de 25 de 1 ano e 1/2?
    1 ano e 1/2 = 37,5 anos para chegar no topo.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Seg 16 Abr 2018, 7:14 am

    Galizezin escreveu:Não seria melhor criar uma carreira com 35 progressões de 1 ano cada, ao invés de 25 de 1 ano e 1/2?
    1 ano e 1/2 = 37,5 anos para chegar no topo.

    Concordo.
    Até porque essa estrutura, se implantada, não seria cláusula pétrea.
    Se a situação da economia melhorar e um dia flexibilizarem ou mesmo revogarem a EC 95 ou depois de passados os 20 anos de sua vigência, daria para reduzir para 25 níveis, ou para 15 ou para 13 em novas rodadas de discussões.

    1 ano para progressão já é muito tempo. Aumentar para um ano e meio?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Ter 17 Abr 2018, 2:07 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Galizezin escreveu:Não seria melhor criar uma carreira com 35 progressões de 1 ano cada, ao invés de 25 de 1 ano e 1/2?
    1 ano e 1/2 = 37,5 anos para chegar no topo.

    Concordo.
    Até porque essa estrutura, se implantada, não seria cláusula pétrea.
    Se a situação da economia melhorar e um dia flexibilizarem ou mesmo revogarem a EC 95 ou depois de passados os 20 anos de sua vigência, daria para reduzir para 25 níveis, ou para 15 ou para 13 em novas rodadas de discussões.

    1 ano para progressão já é muito tempo. Aumentar para um ano e meio?

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 19 Abr 2018, 10:55 am

    Exatamente, com 35 anos de contribuição, dificilmente alguém conseguiria se aposentar no final da carreira.


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