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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 04 Maio 2018, 8:33 am

    Não tô passando minha opinião, tô dizendo como as coisas são pelo lado da Administração. Também não faz sentido conceder redução de jornada sem qualquer contrapartida para a Administração, ainda que isso resulte em alguma pequena economia no custeio. Como disse, só o fariam se houvesse redução salarial proporcional, direta ou indireta (congelamento de salários também serve como redução salarial, porém indireta). Talvez possam aceitar a redução de jornada como compensação por um longo período de congelamento, também.

    Mas quem quiser acreditar na boa vontade da Administração, com a concessão simultânea de reajuste salarial E redução de jornada, no cenário atual, fique à vontade pra acreditar. Tudo é possível para quem acredita!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Sex 04 Maio 2018, 1:59 pm

    androsvilazza escreveu:Não tô passando minha opinião, tô dizendo como as coisas são pelo lado da Administração. Também não faz sentido conceder redução de jornada sem qualquer contrapartida para a Administração, ainda que isso resulte em alguma pequena economia no custeio. Como disse, só o fariam se houvesse redução salarial proporcional, direta ou indireta (congelamento de salários também serve como redução salarial, porém indireta). Talvez possam aceitar a redução de jornada como compensação por um longo período de congelamento, também.

    Mas quem quiser acreditar na boa vontade da Administração, com a concessão simultânea de reajuste salarial E redução de jornada, no cenário atual, fique à vontade pra acreditar. Tudo é possível para quem acredita!
    6 horas é mais produtivo do que 8h com interrupção?
    Vários TRTEs já utilizam essa jornada de 6h sem prejuízo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Sex 04 Maio 2018, 2:32 pm

    Fireball escreveu:
    androsvilazza escreveu:Não tô passando minha opinião, tô dizendo como as coisas são pelo lado da Administração. Também não faz sentido conceder redução de jornada sem qualquer contrapartida para a Administração, ainda que isso resulte em alguma pequena economia no custeio. Como disse, só o fariam se houvesse redução salarial proporcional, direta ou indireta (congelamento de salários também serve como redução salarial, porém indireta). Talvez possam aceitar a redução de jornada como compensação por um longo período de congelamento, também.

    Mas quem quiser acreditar na boa vontade da Administração, com a concessão simultânea de reajuste salarial E redução de jornada, no cenário atual, fique à vontade pra acreditar. Tudo é possível para quem acredita!
    6 horas é mais produtivo do que 8h com interrupção?
    Vários TRTEs já utilizam essa jornada de 6h sem prejuízo.

    Pra ser honesto, nunca vi algum estudo comprovando um ou outro ponto de vista. Já vi estudos (um deles do DIEESE) demonstrando que haveria provável aumento de produtividade caso a jornada de trabalho constitucionalmente permitida fosse reduzida das atuais 44h semanais, para 40 h semanais. No entanto, como dito, nunca vi algum estudo concentrado na redução de jornada de 35 ou 40 para 30h semanais, e seu impacto sobre os níveis de produtividade.

    Seria uma iniciativa interessante da Administração, já que existem vários tribunais com carga horária de 35h e vários outros com carga de 30h, fazer um estudo comparativo de produtividade.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Sex 04 Maio 2018, 4:20 pm

    androsvilazza escreveu:
    Fireball escreveu:
    androsvilazza escreveu:Não tô passando minha opinião, tô dizendo como as coisas são pelo lado da Administração. Também não faz sentido conceder redução de jornada sem qualquer contrapartida para a Administração, ainda que isso resulte em alguma pequena economia no custeio. Como disse, só o fariam se houvesse redução salarial proporcional, direta ou indireta (congelamento de salários também serve como redução salarial, porém indireta). Talvez possam aceitar a redução de jornada como compensação por um longo período de congelamento, também.

    Mas quem quiser acreditar na boa vontade da Administração, com a concessão simultânea de reajuste salarial E redução de jornada, no cenário atual, fique à vontade pra acreditar. Tudo é possível para quem acredita!
    6 horas é mais produtivo do que 8h com interrupção?
    Vários TRTEs já utilizam essa jornada de 6h sem prejuízo.

    Pra ser honesto, nunca vi algum estudo comprovando um ou outro ponto de vista. Já vi estudos (um deles do DIEESE) demonstrando que haveria provável aumento de produtividade caso a jornada de trabalho constitucionalmente permitida fosse reduzida das atuais 44h semanais, para 40 h semanais. No entanto, como dito, nunca vi algum estudo concentrado na redução de jornada de 35 ou 40 para 30h semanais, e seu impacto sobre os níveis de produtividade.

    Seria uma iniciativa interessante da Administração, já que existem vários tribunais com carga horária de 35h e vários outros com carga de 30h, fazer um estudo comparativo de produtividade.

    Sim.
    Administração não existe, o que existe são pessoas que tomam decisões discricionárias para alcançar determinado objetivo, nem sempre alinhados com o dever/missão do Órgão.

    Houve encaminhamentos anteriores, mas nada de concreto, infelizmente.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Seg 07 Maio 2018, 12:45 pm

    6 horas diárias é melhor para ambos: Estado e servidor.

    Porque redução salarial se a lei 8.112 estipula o gradiente entre 6h e 8h?

    Em 6h o servidor seria essencialmente "produtivo" e muito pouco ou nada "ocioso".
    Em 6h com jornada única o Estado ganharia muito em economia.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Seg 07 Maio 2018, 2:48 pm

    Galizezin escreveu:6 horas diárias é melhor para ambos: Estado e servidor.

    Porque redução salarial se a lei 8.112 estipula o gradiente entre 6h e 8h?

    Em 6h o servidor seria essencialmente "produtivo" e muito pouco ou nada "ocioso".
    Em 6h com jornada única o Estado ganharia muito em economia.

    Concordo.
    Agora só acho que o horário deveria ser 8h-14h ou 8h-15h para que a população em geral possa utilizar o horário de almoço ou o período da manhã ou tarde apenas.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por drhoff em Ter 08 Maio 2018, 6:17 pm

    androsvilazza escreveu:Não tô passando minha opinião, tô dizendo como as coisas são pelo lado da Administração. Também não faz sentido conceder redução de jornada sem qualquer contrapartida para a Administração, ainda que isso resulte em alguma pequena economia no custeio. Como disse, só o fariam se houvesse redução salarial proporcional, direta ou indireta (congelamento de salários também serve como redução salarial, porém indireta). Talvez possam aceitar a redução de jornada como compensação por um longo período de congelamento, também.

    Mas quem quiser acreditar na boa vontade da Administração, com a concessão simultânea de reajuste salarial E redução de jornada, no cenário atual, fique à vontade pra acreditar. Tudo é possível para quem
    acredita!

    Complementando o finalzinho da sua frase: Tudo é possível na mente de quem acredita...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Ter 08 Maio 2018, 6:38 pm

    A pauta de 6 horas foi enterrada pelo teletrabalho.

    A próxima etapa (e esta sim seria demorada), é um processo de verificar adequadamente produtividades e, onde for possível, aplicá-la em detrimento à jornada, que não é possível em todos os locais.

    No mais, acho que sempre corremos um maior risco, com maior prejuízo, de voltar às 8h, do que ir para 6h, de forma que as 7h são o melhor dos mundos.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Oziris em Qua 09 Maio 2018, 10:01 am

    josebarbos escreveu:A pauta de 6 horas foi enterrada pelo teletrabalho.

    A próxima etapa (e esta sim seria demorada), é um processo de verificar adequadamente produtividades e, onde for possível, aplicá-la em detrimento à jornada, que não é possível em todos os locais.

    No mais, acho que sempre corremos um maior risco, com maior prejuízo, de voltar às 8h, do que ir para 6h, de forma que as 7h são o melhor dos mundos.

    Exatamente! E fora que essas 7h, salvo raríssimas exceções, são 6h, 6:30h e por ai vai.

    Praticamente todos os TRE's são 6h, já vi colegas dizerem que alguns TRF's fazem 6h "informal" e alguns TRT's também acabam entrando nessa onda, pois existem muitos tribunais que até hoje não possuem ponto eletrônico e alguns outros que possuem só registram de fato a primeira entrada e última saída. Ou seja, muita gente faz 7h no papel, pois saem pra almoçar, pra resolver problemas, etc., e no final das contas trabalham até menos que 6h.

    Eu prefiro defender o aumento da produtividade através do teletrabalho, pois além da real economia de recursos (o tribunal pode desativar andares inteiros e até ir para um local menor ou diminuir o nº de prédios por exemplo, ao invés de simplesmente economizar na conta de luz e água) ele proporciona outros benefícios pro servidor, principalmente por permitir a ele mais tempo livre, menos tempo no trânsito e em alguns casos, poder morar no interior, na cidade de origem, etc.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qua 09 Maio 2018, 12:27 pm

    Acredito que a discussão girava em torno de mudanças gerais, com alcance a todos. Não é o caso do teletrabalho. Todos podem aderir ao teletrabalho? Teremos repartições fantasmas?


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Qua 09 Maio 2018, 12:37 pm

    O projeto de desmantelamento da justiça do trabalho está a mil. O Ricardo Barros é relator do orçamento de novo, e já apresentou seu plano: reduzir em 50% o orçamento da JT, sob o argumento de que reduziram pela metade as ações depois da reforma trabalhista. E no plano plurianual, a proposta é reduzir em 25% no outro ano a partir da nova base orçamentária já reduzida. Ao que parece, o plano de extinção é real e está sendo escrito na camufla pelo Rodrigo Maia e outros, enquanto ao mesmo tempo acontece esse estrangulamento orçamentário.

    As administrações dos TRTs já perceberam o que está vindo, e estão chamando todo mundo pra defender a Justiça do Trabalho, sindicatos, advogados, MPT, MTE, etc.

    Essa eu imagino que vai ser a grande briga no curto prazo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qua 09 Maio 2018, 2:33 pm

    pernalonga escreveu:O projeto de desmantelamento da justiça do trabalho está a mil. O Ricardo Barros é relator do orçamento de novo, e já apresentou seu plano: reduzir em 50% o orçamento da JT, sob o argumento de que reduziram pela metade as ações depois da reforma trabalhista. E no plano plurianual, a proposta é reduzir em 25% no outro ano a partir da nova base orçamentária já reduzida. Ao que parece, o plano de extinção é real e está sendo escrito na camufla pelo Rodrigo Maia e outros, enquanto ao mesmo tempo acontece esse estrangulamento orçamentário.

    As administrações dos TRTs já perceberam o que está vindo, e estão chamando todo mundo pra defender a Justiça do Trabalho, sindicatos, advogados, MPT, MTE, etc.

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    Vão demitir os servidores?????? Se não, acho que tá tranquilo....
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Chuck Coleman em Qua 09 Maio 2018, 3:28 pm

    pernalonga escreveu:O projeto de desmantelamento da justiça do trabalho está a mil. O Ricardo Barros é relator do orçamento de novo, e já apresentou seu plano: reduzir em 50% o orçamento da JT, sob o argumento de que reduziram pela metade as ações depois da reforma trabalhista. E no plano plurianual, a proposta é reduzir em 25% no outro ano a partir da nova base orçamentária já reduzida. Ao que parece, o plano de extinção é real e está sendo escrito na camufla pelo Rodrigo Maia e outros, enquanto ao mesmo tempo acontece esse estrangulamento orçamentário.

    As administrações dos TRTs já perceberam o que está vindo, e estão chamando todo mundo pra defender a Justiça do Trabalho, sindicatos, advogados, MPT, MTE, etc.

    Essa eu imagino que vai ser a grande briga no curto prazo.

    50% de redução em cima do orçamento total, ou apenas das rubricas de custeio e investimentos??

    :nervoso: :nervoso: :nervoso: :nervoso: :nervoso:
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Qua 09 Maio 2018, 3:32 pm

    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:O projeto de desmantelamento da justiça do trabalho está a mil. O Ricardo Barros é relator do orçamento de novo, e já apresentou seu plano: reduzir em 50% o orçamento da JT, sob o argumento de que reduziram pela metade as ações depois da reforma trabalhista. E no plano plurianual, a proposta é reduzir em 25% no outro ano a partir da nova base orçamentária já reduzida. Ao que parece, o plano de extinção é real e está sendo escrito na camufla pelo Rodrigo Maia e outros, enquanto ao mesmo tempo acontece esse estrangulamento orçamentário.

    As administrações dos TRTs já perceberam o que está vindo, e estão chamando todo mundo pra defender a Justiça do Trabalho, sindicatos, advogados, MPT, MTE, etc.

    Essa eu imagino que vai ser a grande briga no curto prazo.

    Vão demitir os servidores?????? Se não, acho que tá tranquilo....

    O que costuma acontecer com servidores de órgãos em extinção? Primeiro, geralmente exoneram todos os que não são estáveis, e os que não forem redistribuídos ficam em disponibilidade...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qua 09 Maio 2018, 4:00 pm

    pernalonga escreveu:
    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:O projeto de desmantelamento da justiça do trabalho está a mil. O Ricardo Barros é relator do orçamento de novo, e já apresentou seu plano: reduzir em 50% o orçamento da JT, sob o argumento de que reduziram pela metade as ações depois da reforma trabalhista. E no plano plurianual, a proposta é reduzir em 25% no outro ano a partir da nova base orçamentária já reduzida. Ao que parece, o plano de extinção é real e está sendo escrito na camufla pelo Rodrigo Maia e outros, enquanto ao mesmo tempo acontece esse estrangulamento orçamentário.

    As administrações dos TRTs já perceberam o que está vindo, e estão chamando todo mundo pra defender a Justiça do Trabalho, sindicatos, advogados, MPT, MTE, etc.

    Essa eu imagino que vai ser a grande briga no curto prazo.

    Vão demitir os servidores?????? Se não, acho que tá tranquilo....

    O que costuma acontecer com servidores de órgãos em extinção? Primeiro, geralmente exoneram todos os que não são estáveis, e os que não forem redistribuídos ficam em disponibilidade...

    Não vi isso ocorrendo, nem mesmo no últimos 25 anos, na área federal..

    Mais provável que devolvam requisitados, exonerem comissionados sem vínculo e haja diminuição de terceirizados...

    Depois ainda é provável mais corte de FC/CJ... Maior restrição a substituições de FC e CJ..

    Só pra depois, (provavelmente) afetar o servidor..

    Então, acho que no curto prazo, tá tranquilo..

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RELATOR em Qua 09 Maio 2018, 4:16 pm

    O pioré que teve gente que não quis o PCs dos DGs(Gilmar Mendes) e não queriam o leitinho do lewando! Se não fosse o leitinho ou titica onde nós estaríamos?

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RELATOR em Qua 09 Maio 2018, 4:19 pm

    É ainda tem gente achando que vai ter pcs de35 níveis e técnicos vão virar nível superior para depois igualar salário!!! Esse são piadistas natos!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qua 09 Maio 2018, 4:36 pm

    Boato no mínimo estranho esse daí.

    Quem criou esse boato (ainda que seja o próprio deputado relator da CMO, o que duvido) não entende nada de orçamento. O orçamento da União não é livremente remanejável. Remanejamento de recursos entre Poderes diferentes, então, seria uma afronta à separação dos Poderes.

    De todo modo, olha o que diz o Novo Regime Fiscal (PEC do teto):

    "Art. 107. Ficam estabelecidos, para cada exercício, limites individualizados para as despesas primárias:

    II - do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça, da Justiça do Trabalho, da Justiça Federal, da Justiça Militar da União, da Justiça Eleitoral e da Justiça do Distrito Federal e Territórios, no âmbito do Poder Judiciário;

    (até aqui define que os limites de despesas primárias serão individualizados)

    § 1º Cada um dos limites a que se refere o caput deste artigo equivalerá:

    I - para o exercício de 2017, à despesa primária paga no exercício de 2016, incluídos os restos a pagar pagos e demais operações que afetam o resultado primário, corrigida em 7,2% (sete inteiros e dois décimos por cento); e

    II - para os exercícios posteriores, ao valor do limite referente ao exercício imediatamente anterior, corrigido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou de outro índice que vier a substituí-lo, para o período de doze meses encerrado em junho do exercício anterior a que se refere a lei orçamentária.

    (Os incisos acima indicam que os limites orçamentários serão reajustados pela inflação).

    § 9º Respeitado o somatório em cada um dos incisos de II a IV do caput deste artigo, a lei de diretrizes orçamentárias poderá dispor sobre a compensação entre os limites individualizados dos órgãos elencados em cada inciso.

    (aqui abre uma "exceção" para que se remanejem os recursos dentro dos incisos, mediante previsão na LDO - no caso, até seria possível o remanejamento de recursos da Justiça do Trabalho, desde que para outros órgãos do Poder Judiciário).


    Qualquer remanejamento de recursos, deste tipo, deve ser de iniciativa do próprio Poder Judiciário. Ou seja, caso fosse verdade a ideia de "extinção" da JT por meio de asfixia orçamentária, a iniciativa teria de partir da cúpula do Poder Judiciário, ao encaminhar ao Executivo sua proposta orçamentária. O "inimigo", no caso, seria "interno", e não o deputado X ou Y.

    O Executivo só pode "mexer" na proposta orçamentária do Poder Judiciário se houver algum erro material, ou estiver em desconformidade com os limites globais predeterminados. Para o Legislativo, é a mesma coisa. Não se emenda orçamento livremente, como algumas pessoas acreditam.

    Repito, para deixar claro: se algum dia houver movimento no sentido de reduzir o tamanho da JT, esse movimento se iniciará dentro do próprio Poder Judiciário. Mesmo uma emenda constitucional que visasse extinguir a JT necessitaria da anuência do Judiciário, para ir à frente.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Rengaw em Qua 09 Maio 2018, 5:30 pm

    androsvilazza escreveu:Boato no mínimo estranho esse daí.

    Quem criou esse boato (ainda que seja o próprio deputado relator da CMO, o que duvido) não entende nada de orçamento. O orçamento da União não é livremente remanejável. Remanejamento de recursos entre Poderes diferentes, então, seria uma afronta à separação dos Poderes.

    De todo modo, olha o que diz o Novo Regime Fiscal (PEC do teto):

    "Art. 107. Ficam estabelecidos, para cada exercício, limites individualizados para as despesas primárias:

    II - do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, do Conselho Nacional de Justiça, da Justiça do Trabalho, da Justiça Federal, da Justiça Militar da União, da Justiça Eleitoral e da Justiça do Distrito Federal e Territórios, no âmbito do Poder Judiciário;

    (até aqui define que os limites de despesas primárias serão individualizados)

    § 1º Cada um dos limites a que se refere o caput deste artigo equivalerá:

    I - para o exercício de 2017, à despesa primária paga no exercício de 2016, incluídos os restos a pagar pagos e demais operações que afetam o resultado primário, corrigida em 7,2% (sete inteiros e dois décimos por cento); e

    II - para os exercícios posteriores, ao valor do limite referente ao exercício imediatamente anterior, corrigido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, ou de outro índice que vier a substituí-lo, para o período de doze meses encerrado em junho do exercício anterior a que se refere a lei orçamentária.

    (Os incisos acima indicam que os limites orçamentários serão reajustados pela inflação).

    § 9º Respeitado o somatório em cada um dos incisos de II a IV do caput deste artigo, a lei de diretrizes orçamentárias poderá dispor sobre a compensação entre os limites individualizados dos órgãos elencados em cada inciso.

    (aqui abre uma "exceção" para que se remanejem os recursos dentro dos incisos, mediante previsão na LDO - no caso, até seria possível o remanejamento de recursos da Justiça do Trabalho, desde que para outros órgãos do Poder Judiciário).


    Qualquer remanejamento de recursos, deste tipo, deve ser de iniciativa do próprio Poder Judiciário. Ou seja, caso fosse verdade a ideia de "extinção" da JT por meio de asfixia orçamentária, a iniciativa teria de partir da cúpula do Poder Judiciário, ao encaminhar ao Executivo sua proposta orçamentária. O "inimigo", no caso, seria "interno", e não o deputado X ou Y.

    O Executivo só pode "mexer" na proposta orçamentária do Poder Judiciário se houver algum erro material, ou estiver em desconformidade com os limites globais predeterminados. Para o Legislativo, é a mesma coisa. Não se emenda orçamento livremente, como algumas pessoas acreditam.

    Repito, para deixar claro: se algum dia houver movimento no sentido de reduzir o tamanho da JT, esse movimento se iniciará dentro do próprio Poder Judiciário. Mesmo uma emenda constitucional que visasse extinguir a JT necessitaria da anuência do Judiciário, para ir à frente.


    Desculpe a ignorancia mas há uns 2 anos atrás não houve um corte de aproximadamente 42% do custeiro e 90% do investimento da justiça do trabalho desse que hoje é o ministro da saúde e há época era o relator do orçamento?? Eles já não colocaram a mão grande na nossa "cumbuca"????
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qua 09 Maio 2018, 6:32 pm

    Essa do "corte orçamentário" de 2016 foi (mais) um trabalho imenso de desinformação.

    O que aconteceu foi justamente a hipótese que aventei acima: a proposta orçamentária da JT considerava determinados níveis de receita. Como a estimativa de receita ficou abaixo do esperado (aliado ao contingenciamento para eventuais frustrações de receita), tiveram de reduzir o aumento no orçamento, não só para a JT, mas todos os órgãos públicos. Mas a gritaria foi forte, ameaçaram "risco de fechar as portas" etc.

    Aqui tem um comparativo entre os orçamentos da JT em 2015, e 2016, elaborado pelo Sintrajud/SP. Fica claro que o orçamento de 2016 foi maior que o de 2015 (apesar do crescimento ter sido abaixo da inflação). Mas pelo discurso, à época, realmente ficou a impressão de que estavam roubando a JT Laughing
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qua 09 Maio 2018, 6:38 pm

    Aliás, é até bom lembrar que aquela proposta orçamentária de 2016 previa um superávit de 30bi, que posteriormente virou aquele déficit gigante de 139bi. Por isso os orçamentos de todos os órgãos previam cortes altos, que no fim acabaram não se concretizando.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qua 09 Maio 2018, 7:08 pm

    A glória ou destruição de qualquer ramo da justiça não esta em nosso controle....
    Qualquer ramo é conhecido pelo valor que a sociedade atribui aos seus resultados...
    Nós não temos poder de decisão, não comandamos isso....

    Se não podemos influenciar, então, porque se preocupar???






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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qua 09 Maio 2018, 10:43 pm

    Estado mínimo em curso, todos já sabem. Só acho exagero dizer que colocarão servidores da JT em disponibilidade. O que pode ocorrer, no máximo, é uma distribuição de servidores da JT para os demais ramos da justiça federal, pois a carreira é a mesma. E vai ficar um bom tempo sem concurso...


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Protocol em Qui 10 Maio 2018, 1:12 am

    Galizezin escreveu:Estado mínimo em curso, todos já sabem. Só acho exagero dizer que colocarão servidores da JT em disponibilidade. O que pode ocorrer, no máximo, é uma distribuição de servidores da JT para os demais ramos da justiça federal, pois a carreira é a mesma. E vai ficar um bom tempo sem concurso...

    Concordo com a segunda parte. Até mesmo porque na remota hipótese da Justiça do Trabalho ser extinta como ramo autônomo do Poder Judiciário, o mesmo não ocorrerá com a jurisdição trabalhista e suas milhões de ações de conhecimento e execução.

    É uma ilusão achar que qualquer outro órgão do Poder Judiciário, seja a Justiça Federal comum ou a estadual, é capaz de receber a jurisdição trabalhista sem qualquer adição de recursos, sejam físicos ou financeiros, e de pessoal, sem contar nas dificuldades operacionais e nas diversas alterações legislativas, inclusive de índole constitucional, envolvidas.

    Os deputados defensores da reforma trabalhista não me parecem estúpidos. O desmantelamento da Justiça do Trabalho é uma briga que os deputados Ricardo Barros, Rodrigo Maia, dentre outros, não vão comprar em ano de eleição, e mesmo depois, se reeleitos.

    O que me parece estar em curso, e o recente discurso do ministro Ives Gandra Filho deixa bem evidente, é uma campanha para dissuadir aqueles membros da magistratura que se recusam a aceitar as mudanças promovidas na CLT, o que está surtindo efeito.

    Apenas para exemplificar, aqui no RS as últimas eleições para a AMATRA IV, associação de juízes trabalhistas, foram em chapa única, e a atual direção, se não me engano, é do time que nega completamente a reforma. Para este ano há chapa de oposição, cujos membros, alguns pelo menos, se opõem a esta visão.

    A agenda reformista está ai e teremos de nos adaptar, e mesmo encontrar novas e mais inteligentes formas de resistir e influenciar no resultado.

    euvoltei escreveu:A glória ou destruição de qualquer ramo da justiça não esta em nosso controle....
    Qualquer ramo é conhecido pelo valor que a sociedade atribui aos seus resultados...
    Nós não temos poder de decisão, não comandamos isso....

    Se não podemos influenciar, então, porque se preocupar???

    Porque não podemos influenciar? Como cidadãos temos o dever de debater, estudar os efeitos, e influenciar no futuro de qualquer instituição, seja para defender-lhe a extinção, garantir a preservação, ou exigir a transformação para que se adeque ao tempo e realidade.

    Porque se preocupar? Porque a extinção de uma instituição sem um planejamento bem construído pode ter efeitos imprevisíveis. Porque se o desmantelamento de instituições públicas ganhar força, assim como a busca pelo estado micro, porque mínimo ele já é, conceitos que hoje são "imexíveis", como a estabilidade, podem ser revistos.

    Só um adendo. Nosso estado só é grande na ganância por arrecadar. Ele é mínimo em investimento, em promoção de bem-estar, em fiscalização (para mim uma das mais importantes funções de qualquer estado), em garantir a segurança nacional (o abandono estrutural e tecnológico das nossas Forças Armadas é alarmante - que inveja dos russos), em promover condições mínimas de cidadania a milhões de pessoas, em fomentar a livre iniciativa (parece piada, mas é um dos fundamentos da República), enfim o estado brasileiro, na minha modesta opinião, já é mínimo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qui 10 Maio 2018, 8:36 am

    Não temos caneta, não mandamos, logo não influenciamos...
    Não adiante negar essa realidade. (aceita que dói menos)

    Nem mesmo na redistribuições/remoções de servidores influenciamos.... Magistrados tem as suas regras, certinhas, fila para todos, edital, etc, no caso de servidor... é uma bagunça doida... sem critério algum...as vezes tem gente com anos esperando e outro passa na frente... Muitos sofrem com isso e querem moralizar......

    Então, nem internamente na remoção de nós mesmo servidores, nós influenciamos...

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 10 Maio 2018, 10:17 am

    Ricardo Barros e Rodrigo Maia são estúpidos sim.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por drhoff em Qui 10 Maio 2018, 1:19 pm

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Bastião em Qui 10 Maio 2018, 1:44 pm

    drhoff escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    contudo, porém, todavida...

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Praticamente chover no molhado. A proposta deverá dormir por um bom tempo nos anais do Senado.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por drhoff em Qui 10 Maio 2018, 2:59 pm

    O Bastião, não estraga nossas esperanças. Mad rarrerrirrorru
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qui 10 Maio 2018, 8:48 pm

    Bastião escreveu:
    drhoff escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    contudo, porém, todavida...

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Praticamente chover no molhado. A proposta deverá dormir por um bom tempo nos anais do Senado.

    Faltou dizer que se não tiver dinheiro no  orçamento a casa da moeda emitirá o dinheiro para pagar tudo.. assim fechava o ciclo, sem desculpas... Ou que mobilizar uma "sugestão legislativa" sugerindo a paz mundial.... Quem sabe o mundo pare de guerras após a aprovação e sanção...


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por VN em Sex 11 Maio 2018, 6:13 pm

    Finanças e Tributação rejeita aumento para servidores do MPU

    Agência Câmara Notícias - 11/05/2018




    A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou proposta (PL 2199/11) que reestrutura a carreira e reajusta o salário dos servidores do Ministério Público da União (MPU). Em substituição à atual estrutura remuneratória, o projeto

    pretende que os servidores integrantes das carreiras de Analista, de nível superior, e de Técnico, de nível médio, do Ministério Público da União passem a ser remunerados exclusivamente por subsídio, fixado em parcela única.

    Pela proposta, o subsídio de um analista (cargo que exige formação em nível superior) em final de carreira chegará a R$ 19,8 mil. Já o subsídio de um técnico (cargo de nível médio) alcançará R$ 12,5 mil.

    Relator, o deputado Esperidião Amin (PP-SC) recomendou a rejeição do projeto de autoria do MPU que, em sua avaliação, desrespeita as leis orçamentárias. Ele observou que a despesa com o aumento da remuneração desses servidores não está prevista na Lei Orçamentária de 2018, bem como a retroatividade dos efeitos financeiros da remuneração, a partir de 2012.

    Além disso, o parlamentar ressaltou que projeto não traz a estimativa de seu impacto orçamentário nos cofres públicos, além de não indicar fonte de compensação financeira para essa despesa.

    "Cabe mencionar que a Lei 11.415/2006, objeto dessa proposição, foi revogada pelo artigo 35 da Lei 13.316/2016, que dispôs sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público e fixou novos valores de sua remuneração. Dessa forma, parte do aumento pretendido pelo Projeto de Lei já foi contemplado com a promulgação dessa nova Lei", acrescenta o relator.

    Tramitação

    O projeto tinha caráter conclusivo mas, como recebeu pareceres divergentes nas Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público (aprovação) e de Finanças e Tributação (rejeição), precisa ser votado também no Plenário da Câmara, depois de passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Jubilando em Seg 14 Maio 2018, 11:16 am

    VN escreveu:Finanças e Tributação rejeita aumento para servidores do MPU

    Agência Câmara Notícias     -     11/05/2018




    A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou proposta (PL 2199/11) que reestrutura a carreira e reajusta o salário dos servidores do Ministério Público da União (MPU). Em substituição à atual estrutura remuneratória, o projeto

    pretende que os servidores integrantes das carreiras de Analista, de nível superior, e de Técnico, de nível médio, do Ministério Público da União passem a ser remunerados exclusivamente por subsídio, fixado em parcela única.

    Pela proposta, o subsídio de um analista (cargo que exige formação em nível superior) em final de carreira chegará a R$ 19,8 mil. Já o subsídio de um técnico (cargo de nível médio) alcançará R$ 12,5 mil.

    Relator, o deputado Esperidião Amin (PP-SC) recomendou a rejeição do projeto de autoria do MPU que, em sua avaliação, desrespeita as leis orçamentárias. Ele observou que a despesa com o aumento da remuneração desses servidores não está prevista na Lei Orçamentária de 2018, bem como a retroatividade dos efeitos financeiros da remuneração, a partir de 2012.

    Além disso, o parlamentar ressaltou que projeto não traz a estimativa de seu impacto orçamentário nos cofres públicos, além de não indicar fonte de compensação financeira para essa despesa.

    "Cabe mencionar que a Lei 11.415/2006, objeto dessa proposição, foi revogada pelo artigo 35 da Lei 13.316/2016, que dispôs sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público e fixou novos valores de sua remuneração. Dessa forma, parte do aumento pretendido pelo Projeto de Lei já foi contemplado com a promulgação dessa nova Lei", acrescenta o relator.

    Tramitação

    O projeto tinha caráter conclusivo mas, como recebeu pareceres divergentes nas Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público (aprovação) e de Finanças e Tributação (rejeição), precisa ser votado também no Plenário da Câmara, depois de passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

    As portas estão fechadas

    Ele observou que a despesa com o aumento da remuneração desses servidores não está prevista na Lei Orçamentária de 2018, bem como a retroatividade dos efeitos financeiros da remuneração, a partir de 2012.

    Além disso, o parlamentar ressaltou que projeto não traz a estimativa de seu impacto orçamentário nos cofres públicos, além de não indicar fonte de compensação financeira para essa despesa.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 14 Maio 2018, 11:29 am

    Oziris escreveu:
    josebarbos escreveu:A pauta de 6 horas foi enterrada pelo teletrabalho.

    A próxima etapa (e esta sim seria demorada), é um processo de verificar adequadamente produtividades e, onde for possível, aplicá-la em detrimento à jornada, que não é possível em todos os locais.

    No mais, acho que sempre corremos um maior risco, com maior prejuízo, de voltar às 8h, do que ir para 6h, de forma que as 7h são o melhor dos mundos.

    Exatamente! E fora que essas 7h, salvo raríssimas exceções, são 6h, 6:30h e por ai vai.

    Praticamente todos os TRE's são 6h, já vi colegas dizerem que alguns TRF's fazem 6h "informal" e alguns TRT's também acabam entrando nessa onda, pois existem muitos tribunais que até hoje não possuem ponto eletrônico e alguns outros que possuem só registram de fato a primeira entrada e última saída. Ou seja, muita gente faz 7h no papel, pois saem pra almoçar, pra resolver problemas, etc., e no final das contas trabalham até menos que 6h.

    Eu prefiro defender o aumento da produtividade através do teletrabalho, pois além da real economia de recursos (o tribunal pode desativar andares inteiros e até ir para um local menor ou diminuir o nº de prédios por exemplo, ao invés de simplesmente economizar na conta de luz e água) ele proporciona outros benefícios pro servidor, principalmente por permitir a ele mais tempo livre, menos tempo no trânsito e em alguns casos, poder morar no interior, na cidade de origem, etc.

    No MPU, com sistema Grifo, todo mundo faz 7 horas diárias sem choro. Teletrabalho é para poucos. Nem se fala aqui em redução de jornada.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RicardoMII em Ter 15 Maio 2018, 10:23 am

    Investimentos da União em 2019 podem ficar perto de zero; equipe econômica deve propor congelar reajuste de servidores

    G1     -     14/05/2018




    A equipe econômica do presidente Michel Temer já discute a elaboração do Orçamento da União de 2019, o primeiro do próximo comandante do Palácio do Planalto. Em reunião nos últimos dias, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, mostraram ao da Casa Civil, Eliseu Padilha, os dados de um orçamento muito apertado no próximo ano por causa da falta de redução dos gastos obrigatórios da União.

    As primeiras análises indicam que o novo presidente terá uma margem muito estreita para gastar, porque as despesas em 2019 estão superando o teto dos gastos públicos. Sem reforma da Previdência, os investimentos estão caindo nos últimos anos. Em 2016, foram de R$ 80 bilhões. Em 2017, de R$ 50 bilhões. Em 2018, devem fechar o ano abaixo de R$ 20 bilhões.

    E, em 2019, os investimentos da União vão ficar perto de zero na avaliação atual do Palácio do Planalto. Enquanto isso, o rombo da Previdência deve fechar este ano em R$ 310 bilhões e no ano que vem na casa de R$ 350 bilhões. Com isso, o próximo presidente já vai assumir, pelas contas da equipe atual, sendo obrigado a fazer um corte de R$ 20 bilhões no Orçamento.

    Para ajudar o próximo ocupante do Planalto a fechar suas contas, a equipe atual vai enviar a proposta de Orçamento de 2019, que tem de ser encaminhada ao Congresso até o dia 31 de agosto deste ano, com a sugestão de congelar por um ano o reajuste do funcionalismo público, o que pode gerar uma economia de R$ 12 bilhões caso a medida seja aprovada e inclua servidores civis e militares. Neste ano, o governo tentou aprovar a medida, mas ela foi barrada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na avaliação da equipe atual, o novo governo, no ano que vem, precisa assumir aprovando uma reforma da Previdência para reduzir os gastos obrigatórios da União e voltar a abrir espaço para investimentos. Por enquanto, o risco, segundo técnicos, é o próximo presidente assumir com possibilidade apenas para pagar o que já foi contratado até este ano.

    E não será por falta de recursos, porque a tendência é a arrecadação melhorar neste e no próximo ano. Mas o mecanismo do teto dos gastos públicos impede que as despesas de um ano superem a inflação do anterior. Isso devido ao elevado déficit primário da União, que precisa ser reduzido para que o país reequilibre as suas contas públicas. Neste ano, ele pode ficar em R$ 139 bilhões.

    Por Valdo Cruz
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por servidor.tre em Ter 15 Maio 2018, 12:01 pm

    RicardoMII escreveu:Investimentos da União em 2019 podem ficar perto de zero; equipe econômica deve propor congelar reajuste de servidores

    G1     -     14/05/2018




    A equipe econômica do presidente Michel Temer já discute a elaboração do Orçamento da União de 2019, o primeiro do próximo comandante do Palácio do Planalto. Em reunião nos últimos dias, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, mostraram ao da Casa Civil, Eliseu Padilha, os dados de um orçamento muito apertado no próximo ano por causa da falta de redução dos gastos obrigatórios da União.

    As primeiras análises indicam que o novo presidente terá uma margem muito estreita para gastar, porque as despesas em 2019 estão superando o teto dos gastos públicos. Sem reforma da Previdência, os investimentos estão caindo nos últimos anos. Em 2016, foram de R$ 80 bilhões. Em 2017, de R$ 50 bilhões. Em 2018, devem fechar o ano abaixo de R$ 20 bilhões.

    E, em 2019, os investimentos da União vão ficar perto de zero na avaliação atual do Palácio do Planalto. Enquanto isso, o rombo da Previdência deve fechar este ano em R$ 310 bilhões e no ano que vem na casa de R$ 350 bilhões. Com isso, o próximo presidente já vai assumir, pelas contas da equipe atual, sendo obrigado a fazer um corte de R$ 20 bilhões no Orçamento.

    Para ajudar o próximo ocupante do Planalto a fechar suas contas, a equipe atual vai enviar a proposta de Orçamento de 2019, que tem de ser encaminhada ao Congresso até o dia 31 de agosto deste ano, com a sugestão de congelar por um ano o reajuste do funcionalismo público, o que pode gerar uma economia de R$ 12 bilhões caso a medida seja aprovada e inclua servidores civis e militares. Neste ano, o governo tentou aprovar a medida, mas ela foi barrada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na avaliação da equipe atual, o novo governo, no ano que vem, precisa assumir aprovando uma reforma da Previdência para reduzir os gastos obrigatórios da União e voltar a abrir espaço para investimentos. Por enquanto, o risco, segundo técnicos, é o próximo presidente assumir com possibilidade apenas para pagar o que já foi contratado até este ano.

    E não será por falta de recursos, porque a tendência é a arrecadação melhorar neste e no próximo ano. Mas o mecanismo do teto dos gastos públicos impede que as despesas de um ano superem a inflação do anterior. Isso devido ao elevado déficit primário da União, que precisa ser reduzido para que o país reequilibre as suas contas públicas. Neste ano, ele pode ficar em R$ 139 bilhões.

    Por Valdo Cruz

    Logo a parcela de janeiro/19....a maior !!!! No
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Chuck Coleman em Ter 15 Maio 2018, 12:11 pm

    servidor.tre escreveu:
    RicardoMII escreveu:Investimentos da União em 2019 podem ficar perto de zero; equipe econômica deve propor congelar reajuste de servidores

    G1     -     14/05/2018




    A equipe econômica do presidente Michel Temer já discute a elaboração do Orçamento da União de 2019, o primeiro do próximo comandante do Palácio do Planalto. Em reunião nos últimos dias, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, mostraram ao da Casa Civil, Eliseu Padilha, os dados de um orçamento muito apertado no próximo ano por causa da falta de redução dos gastos obrigatórios da União.

    As primeiras análises indicam que o novo presidente terá uma margem muito estreita para gastar, porque as despesas em 2019 estão superando o teto dos gastos públicos. Sem reforma da Previdência, os investimentos estão caindo nos últimos anos. Em 2016, foram de R$ 80 bilhões. Em 2017, de R$ 50 bilhões. Em 2018, devem fechar o ano abaixo de R$ 20 bilhões.

    E, em 2019, os investimentos da União vão ficar perto de zero na avaliação atual do Palácio do Planalto. Enquanto isso, o rombo da Previdência deve fechar este ano em R$ 310 bilhões e no ano que vem na casa de R$ 350 bilhões. Com isso, o próximo presidente já vai assumir, pelas contas da equipe atual, sendo obrigado a fazer um corte de R$ 20 bilhões no Orçamento.

    Para ajudar o próximo ocupante do Planalto a fechar suas contas, a equipe atual vai enviar a proposta de Orçamento de 2019, que tem de ser encaminhada ao Congresso até o dia 31 de agosto deste ano, com a sugestão de congelar por um ano o reajuste do funcionalismo público, o que pode gerar uma economia de R$ 12 bilhões caso a medida seja aprovada e inclua servidores civis e militares. Neste ano, o governo tentou aprovar a medida, mas ela foi barrada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na avaliação da equipe atual, o novo governo, no ano que vem, precisa assumir aprovando uma reforma da Previdência para reduzir os gastos obrigatórios da União e voltar a abrir espaço para investimentos. Por enquanto, o risco, segundo técnicos, é o próximo presidente assumir com possibilidade apenas para pagar o que já foi contratado até este ano.

    E não será por falta de recursos, porque a tendência é a arrecadação melhorar neste e no próximo ano. Mas o mecanismo do teto dos gastos públicos impede que as despesas de um ano superem a inflação do anterior. Isso devido ao elevado déficit primário da União, que precisa ser reduzido para que o país reequilibre as suas contas públicas. Neste ano, ele pode ficar em R$ 139 bilhões.

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    Logo a parcela de janeiro/19....a maior !!!! No

    Isso vale pra nós??? :nervoso: :nervoso: :nervoso:
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Pimponete em Ter 15 Maio 2018, 12:14 pm

    É pro executivo. Da mesma forma como foi a tentativa nesse ano. Sem terrorismo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por servidor.tre em Ter 15 Maio 2018, 1:02 pm

    Pimponete escreveu:É pro executivo. Da mesma forma como foi a tentativa nesse ano. Sem terrorismo.

    Obrigado pelo esclarecimento!!!!

    Continuemos na batalha!!!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 15 Maio 2018, 1:57 pm

    RicardoMII escreveu:Investimentos da União em 2019 podem ficar perto de zero; equipe econômica deve propor congelar reajuste de servidores

    G1     -     14/05/2018




    A equipe econômica do presidente Michel Temer já discute a elaboração do Orçamento da União de 2019, o primeiro do próximo comandante do Palácio do Planalto. Em reunião nos últimos dias, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, mostraram ao da Casa Civil, Eliseu Padilha, os dados de um orçamento muito apertado no próximo ano por causa da falta de redução dos gastos obrigatórios da União.

    As primeiras análises indicam que o novo presidente terá uma margem muito estreita para gastar, porque as despesas em 2019 estão superando o teto dos gastos públicos. Sem reforma da Previdência, os investimentos estão caindo nos últimos anos. Em 2016, foram de R$ 80 bilhões. Em 2017, de R$ 50 bilhões. Em 2018, devem fechar o ano abaixo de R$ 20 bilhões.

    E, em 2019, os investimentos da União vão ficar perto de zero na avaliação atual do Palácio do Planalto. Enquanto isso, o rombo da Previdência deve fechar este ano em R$ 310 bilhões e no ano que vem na casa de R$ 350 bilhões. Com isso, o próximo presidente já vai assumir, pelas contas da equipe atual, sendo obrigado a fazer um corte de R$ 20 bilhões no Orçamento.

    Para ajudar o próximo ocupante do Planalto a fechar suas contas, a equipe atual vai enviar a proposta de Orçamento de 2019, que tem de ser encaminhada ao Congresso até o dia 31 de agosto deste ano, com a sugestão de congelar por um ano o reajuste do funcionalismo público, o que pode gerar uma economia de R$ 12 bilhões caso a medida seja aprovada e inclua servidores civis e militares. Neste ano, o governo tentou aprovar a medida, mas ela foi barrada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na avaliação da equipe atual, o novo governo, no ano que vem, precisa assumir aprovando uma reforma da Previdência para reduzir os gastos obrigatórios da União e voltar a abrir espaço para investimentos. Por enquanto, o risco, segundo técnicos, é o próximo presidente assumir com possibilidade apenas para pagar o que já foi contratado até este ano.

    E não será por falta de recursos, porque a tendência é a arrecadação melhorar neste e no próximo ano. Mas o mecanismo do teto dos gastos públicos impede que as despesas de um ano superem a inflação do anterior. Isso devido ao elevado déficit primário da União, que precisa ser reduzido para que o país reequilibre as suas contas públicas. Neste ano, ele pode ficar em R$ 139 bilhões.

    Por Valdo Cruz

    Ricardão, mudou a frase para "A felicidade está na ignorância." pois desistiu de estudar?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RicardoMII em Ter 15 Maio 2018, 2:28 pm

    concurseiro_mor escreveu:
    RicardoMII escreveu:Investimentos da União em 2019 podem ficar perto de zero; equipe econômica deve propor congelar reajuste de servidores

    G1     -     14/05/2018




    A equipe econômica do presidente Michel Temer já discute a elaboração do Orçamento da União de 2019, o primeiro do próximo comandante do Palácio do Planalto. Em reunião nos últimos dias, os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, mostraram ao da Casa Civil, Eliseu Padilha, os dados de um orçamento muito apertado no próximo ano por causa da falta de redução dos gastos obrigatórios da União.

    As primeiras análises indicam que o novo presidente terá uma margem muito estreita para gastar, porque as despesas em 2019 estão superando o teto dos gastos públicos. Sem reforma da Previdência, os investimentos estão caindo nos últimos anos. Em 2016, foram de R$ 80 bilhões. Em 2017, de R$ 50 bilhões. Em 2018, devem fechar o ano abaixo de R$ 20 bilhões.

    E, em 2019, os investimentos da União vão ficar perto de zero na avaliação atual do Palácio do Planalto. Enquanto isso, o rombo da Previdência deve fechar este ano em R$ 310 bilhões e no ano que vem na casa de R$ 350 bilhões. Com isso, o próximo presidente já vai assumir, pelas contas da equipe atual, sendo obrigado a fazer um corte de R$ 20 bilhões no Orçamento.

    Para ajudar o próximo ocupante do Planalto a fechar suas contas, a equipe atual vai enviar a proposta de Orçamento de 2019, que tem de ser encaminhada ao Congresso até o dia 31 de agosto deste ano, com a sugestão de congelar por um ano o reajuste do funcionalismo público, o que pode gerar uma economia de R$ 12 bilhões caso a medida seja aprovada e inclua servidores civis e militares. Neste ano, o governo tentou aprovar a medida, mas ela foi barrada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

    Na avaliação da equipe atual, o novo governo, no ano que vem, precisa assumir aprovando uma reforma da Previdência para reduzir os gastos obrigatórios da União e voltar a abrir espaço para investimentos. Por enquanto, o risco, segundo técnicos, é o próximo presidente assumir com possibilidade apenas para pagar o que já foi contratado até este ano.

    E não será por falta de recursos, porque a tendência é a arrecadação melhorar neste e no próximo ano. Mas o mecanismo do teto dos gastos públicos impede que as despesas de um ano superem a inflação do anterior. Isso devido ao elevado déficit primário da União, que precisa ser reduzido para que o país reequilibre as suas contas públicas. Neste ano, ele pode ficar em R$ 139 bilhões.

    Por Valdo Cruz

    Ricardão, mudou a frase para "A felicidade está na ignorância." pois desistiu de estudar?
    kkkkkkkk


    Pois é, a preguiça venceu Laughing
    E a frase atual parece cada dia mais adequada ao nosso contexto.

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    Re: Novo PCS

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