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    Re: Novo PCS

    Mensagem por maligna em Sex 15 Jun 2018 - 18:56

    Vocês não acham que a nossa carreira está inchada demais, que está na hora de fechar a porta de entrada de novos servidores por um bom tempo?
    do jeito que tem gente nova entrando, não há orçamento que aguente. Só assim para tentar driblar o teto orçamentário.O pje já é uma realidade, ele pode sim, e deve, simplificar os procedimentos, tornando dispensável uma quantidade grand de funcionários para cada órgão.
    Não estou falando em colocar em disponibilidade quem já está na ativa, apenas em brecar a entrada de mais funcionários.
    Mas parece que os Tribunais não estão muito preocupados com isso não.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por araponga em Sex 15 Jun 2018 - 21:33

    maligna escreveu:Vocês não acham que a nossa carreira está inchada demais, que está na hora de fechar a porta de entrada de novos servidores por um bom tempo?
    do jeito que tem gente nova entrando, não há orçamento que aguente. Só assim para tentar driblar o teto orçamentário.O pje já é uma realidade, ele pode sim, e deve, simplificar os procedimentos, tornando dispensável uma quantidade grand de funcionários para cada órgão.
    Não estou falando em colocar em disponibilidade quem já está na ativa, apenas em brecar a entrada de mais funcionários.
    Mas parece que os Tribunais não estão muito preocupados com isso não.

    Desde 2005 ou 2006 ouço que o problema do PJU não é falta de servidor, mas falta de gestão.

    Entrei em 2011 e hoje tenho a certeza de que temos servidores demais, juízes demais, e empenho de menos.

    A imensa maioria acha que já fez demais e que agora tem direito de ficar encostado no esquema cara crachá - mantidas, obviamente, as vantagens e conquistas históricas.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Sex 15 Jun 2018 - 22:16

    Olhem pra JT, não se consegue nem ao menos ter um modelo único de citação inicial...
    Cada vara gera as vezes, mais de um modelo (um pra cada tipo de audiência), e um simples código de rastreamento não é gerado automaticamente...

    Só de avanços básicos, como o exemplo aí, dá pra enxugar uns 30% do serviço...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por maligna em Sex 15 Jun 2018 - 22:17

    Eu não sei o que está rolando nas outras Justiças, mas, na JT, digo com certeza: os litígios estão beirando o ridículo!
    É processo demais para direito violado de menos! E isso, certamente, tem relação com a quantidade de cursos de Direito que têm aparecido ultimamente. Advogado vive de litígio, né?
    Desse jeito, nunca haverá servidor suficiente para dar conta ... Não parece não, mas isso nos afeta diretamente, pois, cada vez mais, o bolo do orçamento tem que ser dividido em fatias menores, e menores, e menores.
    Nesse caso, sou plenamente a favor da reforma trabalhista, inclusive quando se estipulou o pagamento de honorários de sucumbência para o reclamante perdedor.
    Não é maldade não, mas essas aventuras jurídicas têm que terminar (e são muitas!).
    SE quisermos sobreviver (e manter a seriedade da Justiça, isso é importante), acho que a solução está na eliminação desses litígios oportunistas, não só nos Tribunais Regionais e Superiores, mas também na 1ª instância.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sigma em Sab 16 Jun 2018 - 14:29

    akfgfan escreveu:Não curto tanto boatos, mas na falta de informações.. ouvi dizer que o Sindjus quer apresentar essa proposta de 25 níveis de carreira, mas com um bônus: subir todos os servidores em exercício em 6 níveis (claro que não imediatamente, mas ao longo de anos). Se é verdade ou não, já não sei dizer.

    Na verdade, isso é apenas enquadramento. Seriam criados 5 (ou 6) níveis abaixo do atual A1, com valores menores.

    Ou seja: o que mudaria seria tão somente o nível, não os valores.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sigma em Sab 16 Jun 2018 - 14:32

    darkshi escreveu:Ai eu faço uma pergunta para vcs.
    Como seria o PCCR de vcs?


    Gosto do PCCR montado pela Anata: unificação da carreira, subsídio, progressão horizontal de acordo com a qualificação... Só acho que teria que aumentar o número de níveis...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Dom 17 Jun 2018 - 11:57

    Concordo que a carreira está inchada.

    Mas a restrição para a entrada de novos servidores já está em andamento há pelo menos uns 2 ou 3 anos.

    O TRT 15 tem por volta de 150 cargos em aberto...

    O TRT 02 quase 300 cargos e também sem orçamento para nomear.

    Claro que é contra a vontade da administração, mas a tendência é que o número de servidores ativos seja reduzido nos próximos anos.


    maligna escreveu:Vocês não acham que a nossa carreira está inchada demais, que está na hora de fechar a porta de entrada de novos servidores por um bom tempo?
    do jeito que tem gente nova entrando, não há orçamento que aguente. Só assim para tentar driblar o teto orçamentário.O pje já é uma realidade, ele pode sim, e deve, simplificar os procedimentos, tornando dispensável uma quantidade grand de funcionários para cada órgão.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por tre-rj em Dom 17 Jun 2018 - 20:43

    Nos bastidores, Toffoli antecipa como comandará Supremo
    Ministros apostam em perfil mais conciliador do novo presidente do STF, que assume em setembro

    BRASÍLIA — O ministro Dias Toffoli vai assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) só em meados de setembro, em substituição à ministra Cármen Lúcia. No entanto, nos bastidores do tribunal, ele já passou a ser visto pelos colegas como o dono da principal cadeira da Corte. Toffoli tem conversado com vários ministros sobre as prioridades da próxima administração — que vão de mudanças nas regras internas do tribunal às relações com os outros Poderes. A antecipação vem da insatisfação de boa parte dos ministros com a atual gestão.

    LEIA: Toffoli diz que STF tem que agir como poder moderador, sem buscar protagonismo

    Com Toffoli, os ministros têm a expectativa de participar mais ativamente das decisões da presidência da Corte. Eles querem ser ouvidos sobre quais processos devem ser pautados para julgamento no plenário — algo que Cármen Lúcia não faz. Outra reclamação é que a atual presidente não é hábil na gestão dos conflitos internos e externos. Espera-se que Toffoli, com perfil de negociador, contribua para atenuar as tensões no tribunal e nas relações com Executivo e Legislativo.



    Para dar mais celeridade aos julgamentos e decisões, uma das ideias em discussão na Corte, que conta com o apoio de ao menos três ministros ouvidos pelo GLOBO, é de que apenas o relator de um inquérito passe a decidir se recebe ou rejeita uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Hoje, essa decisão é tomada por um colegiado — ou de uma turma ou do plenário. Para que essa mudança seja concretizada, é necessária, no entanto, modificar a lei que rege os tribunais superiores.


    Para diminuir o número de processos do tribunal, Toffoli deve apostar em outra frente. No mês passado, o STF restringiu o foro privilegiado para deputados e senadores, o que provocou a transferência de quase duas centenas de processos para outras instâncias do Judiciário. Na semana passada, o tribunal admitiu a possibilidade de estender a regra para ministros de Estado. A intenção de Toffoli é ampliar a medida para outras autoridades, o que diminuiria o estoque de processos no STF.

    Outra tática que Toffoli deve adotar para acelerar os julgamentos é aumentar a quantidade de processos examinados no plenário virtual, o sistema eletrônico do tribunal que funciona sem a necessidade da presença física dos ministros. A expectativa é que os julgamentos, longe dos holofotes da TV, passem a ser mais rápidos e com menos possibilidade de bate-boca entre os ministros.

    LEIA: Moro diz a Toffoli que não desrespeita STF ao ficar com delações da Odebrecht

    Causas impopulares também estão na lista de prioridades do novo presidente. Uma delas é ressuscitar as negociações no Congresso Nacional pelo reajuste salarial dos próprios ministros. A medida implica aumento de gastos na folha de pagamento de todo o Judiciário. Por considerar um tema inviável em período de crise, Cármen Lúcia não se empenhou pelo reajuste. Toffoli deve fazer o contrário. Ele tem dito aos colegas que não tem medo de apanhar.

    O ministro também deve retomar as viagens internacionais da presidência do STF. Durante o mandato, Cármen Lúcia só viajou para fora do país uma vez, para os Estados Unidos. Toffoli considera que essas viagens são importantes para consolidar a boa imagem do Judiciário brasileiro no exterior e também para troca de experiências. Quando presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro foi criticado pelos gastos em viagens ao exterior.

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    Interlocutores de Cármen Lúcia acreditam que boa parte das queixas contra a sua gestão vem do seu comportamento austero. Além das viagens internacionais escassas e da decisão de não insistir no aumento dos salários dos ministros, a ministra faz questão de dirigir o próprio carro, vai pessoalmente ao supermercado e dispensa o excesso de segurança em sua escolta.

    Um dos episódios que mais renderam ataques à ministra foi a recusa de pautar a discussão sobre prisões em segunda instância. Toffoli não concordou com a decisão da maioria do STF de determinar prisões de condenados por tribunais de segunda instância, mas não deve pautar essa discussão logo no início de sua gestão.

    Para ele, o tema foi discutido em abril, quando o tribunal negou habeas corpus para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região. Ainda assim, ele tem dito aos colegas que só deve definir a pauta de julgamentos depois de consultar o colegiado. Portanto, se houver essa demanda na Corte, ela deverá ser atendida no futuro.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Seg 18 Jun 2018 - 8:46

    Marcos Moura de Souza escreveu:Concordo que a carreira está inchada.

    Mas a restrição para a entrada de novos servidores já está em andamento há pelo menos uns 2 ou 3 anos.

    O TRT 15 tem por volta de 150 cargos em aberto...

    O TRT 02 quase 300 cargos e também sem orçamento para nomear.

    Claro que é contra a vontade da administração, mas a tendência é que o número de servidores ativos seja reduzido nos próximos anos.


    maligna escreveu:Vocês não acham que a nossa carreira está inchada demais, que está na hora de fechar a porta de entrada de novos servidores por um bom tempo?
    do jeito que tem gente nova entrando, não há orçamento que aguente. Só assim para tentar driblar o teto orçamentário.O pje já é uma realidade, ele pode sim, e deve, simplificar os procedimentos, tornando dispensável uma quantidade grand de funcionários para cada órgão.
    Não estou falando em colocar em disponibilidade quem já está na ativa, apenas em brecar a entrada de mais funcionários.
    Mas parece que os Tribunais não estão muito preocupados com isso não.
    Eu não saberia dizer se a carreira está inchada. Só um estudo abrangente para dizê-lo-lo. Contudo defendo a inexistência de nomeações por um bom período, devido ao orçamento. Só há um problema: as metas do cnj.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por SEG em Seg 18 Jun 2018 - 10:31

    euvoltei escreveu:Olhem pra JT, não se consegue nem ao menos ter um modelo único de citação inicial...
    Cada vara gera as vezes, mais de um modelo (um pra cada tipo de audiência), e um simples código de rastreamento não é gerado automaticamente...

    Só de avanços básicos, como o exemplo aí, dá pra enxugar uns 30% do serviço...

    Como não? Isso já é feito há 10 anos pelos menos.... nas VTs da 15ª
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 18 Jun 2018 - 11:20

    darkshi escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    darkshi escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    O PCCR foi definido: ficamos 8 anos sem reajuste (maior arrocho salarial da história da categoria), os 15% da Dilmá, divididos em 3 anos anos, não contam.
    É sempre bom lembrar, pois parece que muitos servidores tem memória seletiva.

    Isto não interessa mais.
    Pq por conta da EC do teto os reajustes estão na práticas proibidos.
    Precisamos reinventar a carreira ou iremos perecer.

    Verdade! O problema é que os servidores são desunidos. É analista x técnico, antigos x novatos, segurança/perícia x resto, fora os comissionados de fora...Já juízes e procuradores são unidos em suas causas. Difícil reinventar a carreira.

    Este é apenas um dos problemas. Mas para construir um novo PCCR temos outros tantos.

    Acho que o maior problema é a falta de noção de o que é gestão, orçamento público, carreira. De tudo.
    Debata sobre carreira em grupos de whatsapp e veja. É uma ideia pior que a outra é uma reação pior do que a outra.

    E no final das contas, quem bate o martelo são os Juízes/Procuradores. Servidores, além de desunidos, são uns bocós!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por araponga em Seg 18 Jun 2018 - 14:24

    Camen Lucia já está tomando cafezinho frio, e Toffoli (que acha que servidor trabalha pouco e quer se aposentar cedo) já mostra que vai raspar o orçamento pra arrancar o reajuste dos capas.

    Aposto que o reajuste (deles) sai logo após as eleições, pra isentar os que assumirem no ano que vem.

    Para nós, a reforma da previdência e o pccs definido Evil or Very Mad
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 19 Jun 2018 - 11:08

    araponga escreveu:Camen Lucia já está tomando cafezinho frio, e Toffoli (que acha que servidor trabalha pouco e quer se aposentar cedo) já mostra que vai raspar o orçamento pra arrancar o reajuste dos capas.

    Aposto que o reajuste (deles) sai logo após as eleições, pra isentar os que assumirem no ano que vem.

    Para nós, a reforma da previdência e o pccs definido Evil or Very Mad

    Com certeza. Na cabeça deles, "esses valores estão muito altos" como disse o Joaquim Barbosa. Eles pensam que ganhamos muito e trabalhamos pouco. Irão conseguir um reajuste para eles e os servidores irão ficar mais alguns anos sem reajuste (previsão otimista).
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fhighlander em Ter 19 Jun 2018 - 20:41

    Aquele modelo é muito bom realmente.

    Pena que é inviável por conta da EC dos gastos e também da inércia da carreira em mudar o paradigma atual.

    Sigma escreveu:
    darkshi escreveu:Ai eu faço uma pergunta para vcs.
    Como seria o PCCR de vcs?


    Gosto do PCCR montado pela Anata: unificação da carreira, subsídio, progressão horizontal de acordo com a qualificação... Só acho que teria que aumentar o número de níveis...
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    Sisejufe encampará a proposta da elevação de níveis

    Mensagem por Victoralb em Sex 22 Jun 2018 - 3:21

    Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Korgano Masaka em Sex 22 Jun 2018 - 12:10

    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Com certeza! Após as eleições saberemos o real cenário!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sniper em Sex 22 Jun 2018 - 14:00

    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Sabe de valores?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Fireball em Sex 22 Jun 2018 - 14:01

    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!
    Uai, mas se vai aumentar o gasto de pessoal, principalmente em 2020, já está bem fora do "cenário de EC 95/16".

    A proposta é criar 10 níveis inferiores ao atual A1 pra reduzir custo com pessoal.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sigma em Sex 22 Jun 2018 - 14:39

    Fireball escreveu:
    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!
    Uai, mas se vai aumentar o gasto de pessoal, principalmente em 2020, já está bem fora do "cenário de EC 95/16".

    A proposta é criar 10 níveis inferiores ao atual A1 pra reduzir custo com pessoal.

    Com 13 níveis atuais, e possível mudança para 25 níveis, há uma diferença de 12 níveis.

    Mas colocar 10 níveis abaixo do A1 é crueldade. Talvez 5, máximo 7, mas 10 é complicado...

    Eu aposto em 5 níveis abaixo do A1, e 7 níveis acima do C13.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Lord Sith em Sex 22 Jun 2018 - 14:53

    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Não tocando na parcela de janeiro para ampliação de níveis já é um avanço...no Executivo não vai andar a proposta de redução de iniciais e aqui vão implementar...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Lord Sith em Sex 22 Jun 2018 - 15:00

    Korgano Masaka escreveu:
    araponga escreveu:Camen Lucia já está tomando cafezinho frio, e Toffoli (que acha que servidor trabalha pouco e quer se aposentar cedo) já mostra que vai raspar o orçamento pra arrancar o reajuste dos capas.

    Aposto que o reajuste (deles) sai logo após as eleições, pra isentar os que assumirem no ano que vem.

    Para nós, a reforma da previdência e o pccs definido Evil or Very Mad

    Com certeza. Na cabeça deles, "esses valores estão muito altos" como disse o Joaquim Barbosa. Eles pensam que ganhamos muito e trabalhamos pouco. Irão conseguir um reajuste para eles e os servidores irão ficar mais alguns anos sem reajuste (previsão otimista).

    Li em algum lugar que tem sido discutido com eles a aglutinação do auxílio moradia ao subsídio. Isso gera um impacto sobre o PSS Patronal.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por servidor.tre em Sex 22 Jun 2018 - 15:29

    Lord Sith escreveu:
    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Não tocando na parcela de janeiro para ampliação de níveis já é um avanço...no Executivo não vai andar a proposta de redução de iniciais e aqui vão implementar...

    Espero que eles não toquem na parcela de Jan./19.

    Espero, inclusive, que eles nos paguem essa última parcela (Jan/2019).
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por araponga em Sex 22 Jun 2018 - 17:17

    Lord Sith escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    araponga escreveu:Camen Lucia já está tomando cafezinho frio, e Toffoli (que acha que servidor trabalha pouco e quer se aposentar cedo) já mostra que vai raspar o orçamento pra arrancar o reajuste dos capas.

    Aposto que o reajuste (deles) sai logo após as eleições, pra isentar os que assumirem no ano que vem.

    Para nós, a reforma da previdência e o pccs definido Evil or Very Mad

    Com certeza. Na cabeça deles, "esses valores estão muito altos" como disse o Joaquim Barbosa. Eles pensam que ganhamos muito e trabalhamos pouco. Irão conseguir um reajuste para eles e os servidores irão ficar mais alguns anos sem reajuste (previsão otimista).

    Li em algum lugar que tem sido discutido com eles a aglutinação do auxílio moradia ao subsídio. Isso gera um impacto sobre o PSS Patronal.

    Já faz tempo (uns quatro meses) que ouvi falar que o STF modularia o auxílio moradia. Quem já recebe continuaria (não sei em que termos) e quem entrasse a partir do julgamento já não receberia.

    Como o acordo com a AGU não saiu, talvez essa proposta ganhe força, pois não aumenta o teto do funcionalismo e todo mundo fica feliz num curto prazo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Seg 25 Jun 2018 - 9:20

    servidor.tre escreveu:
    Lord Sith escreveu:
    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Não tocando na parcela de janeiro para ampliação de níveis já é um avanço...no Executivo não vai andar a proposta de redução de iniciais e aqui vão implementar...

    Espero que eles não toquem na parcela de Jan./19.

    Espero, inclusive, que eles nos paguem essa última parcela (Jan/2019).

    Tudo é uma incógnita. O fato é que não sabemos quem será o próximo presidente. Como o STF está decidido a soltar todos os políticos da lava jato, é bem provável que Lula saia da prisão e se torne candidato pelo PT. O que eu vejo é um futuro complicado para nosso país, o que nos afetará de algum modo.


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    Tocar na parcela de janeiro?

    Mensagem por cavalo em Seg 25 Jun 2018 - 10:22

    Galizezin escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    Lord Sith escreveu:
    Victoralb escreveu:Galera, fiquei sabendo de fontes seguras que o SISEJUFE/RJ encampará a proposta do Amarildo, que trata da elevação de níveis e a apresentará no próximo Congrejufe. Provavelmente a base será ouvida acerca dessa proposta. Uma excelente notícia pra quem enxerga, como eu, que a elevação de níveis e padrões funcionais é a única solução para a nossa categoria, principalmente em um cenário de EC 95/16. Temos que ser, acima de tudo, realistas!

    Não tocando na parcela de janeiro para ampliação de níveis já é um avanço...no Executivo não vai andar a proposta de redução de iniciais e aqui vão implementar...

    Espero que eles não toquem na parcela de Jan./19.

    Espero, inclusive, que eles nos paguem essa última parcela (Jan/2019).

    Tudo é uma incógnita. O fato é que não sabemos quem será o próximo presidente. Como o STF está decidido a soltar todos os políticos da lava jato, é bem provável que Lula saia da prisão e se torne candidato pelo PT. O que eu vejo é um futuro complicado para nosso país, o que nos afetará de algum modo.

    Acho agora muito difícil tocar na parcela de janeiro, já que teria que haver lei aprovada. E com esse congresso voltado para as eleições, como vão fazer isso?
    Mesmo que estendam os níveis para cima (até 25?) como seria o reenquadramento dos últimos níveis? Não pode haver rebaixamento de salários,lembram-se?
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    Qual é mesmo a proposta do Amarildo?

    Mensagem por cavalo em Seg 25 Jun 2018 - 10:25

    Afinal, qual é mesmo a proposta do Amarildo? Não vi nada até agora de concreto...logo, será que existe mesmo?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sniper em Seg 25 Jun 2018 - 13:34

    Desde que o plano do Amarildo seja implementado em 2019, não seria tão ruim o uso da parcela de janeiro de 2019.
    Mas como isso não acontecerá, segue o baile!!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sniper em Seg 25 Jun 2018 - 13:35

    Na página 19 deste tópico, há um rascunho do plano do Amarildo.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Seg 25 Jun 2018 - 13:37

    algo está acontecendo por baixo dos panos, a mim parece. E acho que tem a ver com aumento dos juízes, auxílio-moradia, incorporação dos quintos e alteração da estrutura da carreira (mais níveis, menor salário inicial, prejuízo pros aposentados, etc), tudo junto e relacionado
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por tre-rj em Seg 25 Jun 2018 - 13:41

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    DEU NA IMPRENSA: Proposta de reforma administrativa vai reavaliar 300 carreiras na União

    Rever estrutura do funcionalismo é tão urgente quanto a Previdência, diz ministro do Planejamento

    O governo Michel Temer deverá deixar para o próximo presidente da República uma proposta de reforma administrativa, com redução das 300 carreiras existentes. O plano vai prever maior mobilidade de servidores entre os órgãos, alongamento da ascensão remuneratória, redução de salários iniciais e novos incentivos para o bom funcionário público.

    As mudanças poderão ser encaminhadas ainda neste ano ao Congresso Nacional na transição de governo.

    Em entrevista à Folha, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou que a reforma administrativa é tão necessária quanto à da Previdência e a revisão de programas sociais para garantir o cumprimento do teto de gastos.

    Segundo ele, a situação da máquina administrativa hoje “não está gerenciável”. “Agora isso é briga de cachorro grande, mais difícil do que a reforma da Previdência.”

    Há dois meses no cargo, Colnago disse que o repique na inflação provocado pela paralisação dos caminhoneiros ajudará o próximo governo a cumprir o teto no primeiro ano, abrindo folga fiscal de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões.

    Ele sugerirá ao Palácio do Planalto uma nova tentativa para postergar o reajuste do funcionalismo em 2019. Neste ano, a medida foi barrada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski.



    Com a paralisação dos caminhoneiros, houve repique na inflação. Isso ajuda o próximo presidente a cumprir o teto de gastos?

    Parece que virá um repique inflacionário que a gente projeta em 0,8%, 0,9%. Não coloca em risco a meta [de inflação] e afeta diretamente a regra do teto de gastos [que trava o crescimento das despesas à inflação do ano anterior].

    Esse repique pode dar algo entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões de folga para o próximo presidente alocar despesas.

    Além disso, estamos sendo muito conservadores na construção da LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] e da LOA [Lei Orçamentária Anual].

    Estimamos receitas sem contar com a cessão onerosa [megaleilão de excedentes do pré-sal] e a [privatização da] Eletrobras. E fomos realistas nas despesas, será um custeio apertado, com gastos talvez menores do que neste ano.

    Mas, além desse repique estatístico da inflação, a aprovação da reoneração da folha das empresas abre espaço para despesas. Devo propor ao presidente a postergação do aumento dos [salários] dos servidores em 2019. Há plena possibilidade de o próximo presidente cumprir o teto.

    O que o governo Temer prometeu para os caminhoneiros?

    Desconto de R$ 0,46 centavos no preços do diesel (valor corresponde à soma dos valores do PIS/Cofins e da Cide) Zanone Fraissat/Folhapress



    Há muitas críticas, incluindo de presidenciáveis, ao teto.

    Falam que o teto é ruim, que é insustentável. É difícil de cumprir? É. Mas é hoje a medida estrutural que dá credibilidade às contas públicas.

    A gente está mal-acostumado a resolver nossas obrigações aumentando tributos.

    O teto dos gastos mostra que não adianta mais aumentar tributo porque isso não ajuda no cumprimento dessa meta. E já temos uma carga tributária elevadíssima.

    O teto dá credibilidade, assim como a crença de que serão aprovadas medidas estruturais para garantir a sustentabilidade fiscal: a reforma da Previdência, uma reforma administrativa, intensificar a verificação dos programas sociais.

    Podemos fazer até neste governo, mas vai depender de quem será o próximo presidente, a composição com o governo atual. A gente pode trabalhar com o novo presidente, de forma que tenha menos obrigações de imediato de fazer um conjunto grande de reformas.

    A reforma da Previdência virou a tábua de salvação?

    No ano que vem, o presidente sobrevive com o teto e sem reforma da Previdência. Se a reforma passar como tínhamos proposto, seriam R$ 6 bilhões de economia no primeiro ano e mais R$ 18 bilhões no segundo.

    A reforma não diminui as despesas, mas a velocidade do crescimento das despesas. Mas, atrelado a isso, seria preciso atacar nosso segundo maior gasto fazendo uma reforma administrativa.

    O atual governo deixará uma proposta de reforma administrativa?

    A gente deve deixar para o governo de transição uma proposta. Poderá ser encaminhada dependendo do ambiente com o novo presidente eleito.

    Quais os eixos da mudança?

    Temos mais de 300 carreiras e cada uma delas tem uma especificidade, planos de cargos próprios.

    Às vezes, tenho excesso de gente em um local e falta em outro. Não consigo remanejar porque uma carreira não trabalha com o assunto exigido em outro ministério.

    Alguns salários iniciais são muito destoantes dos salários da iniciativa privada. É importante ter um pouco mais de alinhamento.

    As pessoas chegam ao topo da carreira muito rápido, com dez anos. E chegam independentemente de seu desempenho. Não dá para todo o mundo chegar ao final [em tão pouco tempo]. Precisa de uma coisa que diga que um é melhor do que outro [para as promoções]. Mas acaba sendo uma discussão passional.

    É difícil, mas [essa discussão] tem de ser feita porque hoje não está gerenciável.

    Qual a solução? Vão criar metas no serviço público?

    Eficiência. Temos uma secretaria estudando como fazer, porque depende do trabalho que [o servidor] faz. Não pode ser meta como aplicar multas.

    Temos de buscar melhorar a produtividade, sem recorrer às coisas que são mais fáceis de medir ou de o servidor cumprir [como aplicar multas]. Não temos como dar prêmios financeiros. Mas há várias formas de premiar.

    Em linhas gerais, a proposta é: menos carreiras, mais mobilidade, privilegiar quem é um bom servidor e alongar a remuneração inicial e final.

    Isso é briga de cachorro grande, mais difícil do que a [reforma da] Previdência.

    Se não forem feitas as reformas da Previdência e administrativa, a máquina vai parar? Vamos dizer que eu não faça nada. Em 2021, terei de começar a parar alguns órgãos porque não dará para custeá-los. A estimativa é que 98% do Orçamento primário seja gasto com despesas obrigatórias.

    Acha que o próximo presidente terá de rever a regra de ouro?

    Sim. A regra de ouro [que impede empréstimos para pagar despesas de custeio] como é posta hoje pouco ajuda. Tentamos fazer essa revisão no começo do ano, mas acabou vindo a intervenção no Rio e não conseguimos prosseguir.

    Hoje, ela é uma regra punitiva. Se descumpriu, é crime.

    Agora, quais são as medidas que automaticamente são acionadas para que naturalmente eu volte a cumprir? Não tem nenhuma.

    Além disso, só se verificaria o descumprimento no ano seguinte. Se descumpri, serei punido por isso.

    O que estamos criando na LDO e na LOA é a possibilidade de, já no início de 2019, o próximo presidente encaminhar ao Congresso uma autorização específica para emissão de dívida para pagar uma despesa específica. Isso é ruim, porque cria uma incerteza: e se ela não for aprovada?

    Ele vai estar nas mãos do Congresso.

    Vai, no primeiro ano.

    Essa solução prevista na LDO enseja uma discussão que pode parar no Supremo?

    Como [a regra de ouro] nunca foi testada, não tem caminho consolidado. Entendemos que, de acordo com a Constituição, tem de mandar um pedido de autorização [para tomar crédito] ao Congresso.

    Conversamos com o TCU [Tribunal de Contas da União], com os consultores do Congresso. Não houve unanimidade, mas foi transparente.

    Estamos falando de [necessidade de créditos de] R$ 260 bilhões em 2019, mas esse valor pode alterar porque haverá os recursos da cessão onerosa.

    Bancos já estimam um crescimento da economia até abaixo de 2%. Vocês vão revisar o PIB?

    Sim, mas está cedo. Até julho teremos um conjunto mais forte de indicadores.

    O que deu errado?

    Quando se sai de uma recessão, você sobe a ladeira aos poucos. A liberação dos recursos do FGTSgerou uma antecipação do crescimento. A gente chegou ao fim de 2017 dizendo: “Engrenou”. O primeiro trimestre [deste ano] decepcionou.

    Houve erro na avaliação para 2018?

    Um excesso de otimismo, mas não só no governo.





    Fonte: Por Julianna Sofia e Julio Wiziack da Folha de São Paulo
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 25 Jun 2018 - 13:50

    araponga escreveu:
    Lord Sith escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    araponga escreveu:Camen Lucia já está tomando cafezinho frio, e Toffoli (que acha que servidor trabalha pouco e quer se aposentar cedo) já mostra que vai raspar o orçamento pra arrancar o reajuste dos capas.

    Aposto que o reajuste (deles) sai logo após as eleições, pra isentar os que assumirem no ano que vem.

    Para nós, a reforma da previdência e o pccs definido Evil or Very Mad

    Com certeza. Na cabeça deles, "esses valores estão muito altos" como disse o Joaquim Barbosa. Eles pensam que ganhamos muito e trabalhamos pouco. Irão conseguir um reajuste para eles e os servidores irão ficar mais alguns anos sem reajuste (previsão otimista).

    Li em algum lugar que tem sido discutido com eles a aglutinação do auxílio moradia ao subsídio. Isso gera um impacto sobre o PSS Patronal.

    Já faz tempo (uns quatro meses) que ouvi falar que o STF modularia o auxílio moradia. Quem já recebe continuaria (não sei em que termos) e quem entrasse a partir do julgamento já não receberia.

    Como o acordo com a AGU não saiu, talvez essa proposta ganhe força, pois não aumenta o teto do funcionalismo e todo mundo fica feliz num curto prazo.

    Desde jan/2015 eles estão sem reajuste. Não vão querer perder essa boquinha. Vão dar um jeito de manter a mamata.


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