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    Assuntos gerais: economia & política

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Qua 22 Nov 2017 - 12:41

    Educação não é somente grana. Doutrinação, coitadismo e determinismo são as pragas que atualmente estão puxando tudo para o fundo do poço. Junte-se a isso ausência de liberdade e terá uma visão do inferno nas próximas décadas. Esse é o bostil.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Qua 22 Nov 2017 - 13:30

    cicero_pb escreveu:Para quem quiser se aprofundar

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    Cara, muito bom esse estudo! É bem próximo do que teria sido minha tese de monografia, que já estava em estágio bem avançado quando "tive" de abandonar o curso de Ciências Econômicas na UFES. Nesse ponto da Monografia foi até bom, porque duvido muito que conseguisse nota boa apresentando esse tipo de estudo pra uma banca tão marxista quanto uma composta por docentes da UFES.

    Vou abrir um parêntese e chamar a atenção pra um comentário da Miriam Leitão, hoje na CBN, sobre este estudo do Banco Mundial, que iniciou a discussão atual neste tópico: "É mais importante olhar a radiografia do Banco Mundial do que o remédio que ele indica".

    Lógico que as saídas para os problemas apresentados pelo Banco Mundial terão necessariamente de ser discutidas, decididas e aprovadas internamente, acatando ou alterando as sugestões do Banco, ou desenvolvendo soluções próprias. Mas não dá pra fechar os olhos aos problemas apontados, ao diagnóstico realizado.

    Geralmente discordo (levemente ou totalmente) das análises de Economia da Miriam Leitão, mas neste assunto ela foi ao ponto.

    Quem se interessar, recomendo que leiam o relatório do Banco Mundial, aborda vários pontos e mesmo quem acha que o estudo tem um viés pró-mercado vai se surpreender ao concordar com muitos dos argumentos apontados. Por exemplo, critica o tal do PSI (Programa de Sustentação do Investimento) - que previa empréstimos subsidiados para estimular o investimento, que sequer chegou perto do seu objetivo, e teve gastos maiores do que os dispendidos, por exemplo, nas Universidades Federais: uma verdadeira bolsa-empresário.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Qua 22 Nov 2017 - 15:02

    Qual a empresa que desvaloriza sua mão de obra, colocando-a em conflito com seus clientes, acusando-a de ineficiente e parasitária? Resposta, nosso governo ilegítimo.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Qua 22 Nov 2017 - 17:14

    ale1969 escreveu:Qual a empresa que desvaloriza sua mão de obra, colocando-a em conflito com seus clientes, acusando-a de ineficiente e parasitária? Resposta, nosso governo ilegítimo.  

    Legítimo ou ilegítimo, é o que todo governo sempre faz. Já deixei de me sentir afetado por isso há tempos: sempre que alguém fala algo sobre servidor público ser parasita, ineficiente, privilegiado ou algo do tipo, concordo, e digo que faço minha parte; o problema são os outros. Laughing Laughing

    Cá entre nós, conhecendo o serviço público de dentro, não dá pra discordar tanto da visão que têm de fora, pelo menos em relação a alguns grupos de servidores (minoritários ou não). E, como sempre, uma minoria ruim sempre consegue "queimar" a maioria boa.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Qua 22 Nov 2017 - 17:23

    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:Qual a empresa que desvaloriza sua mão de obra, colocando-a em conflito com seus clientes, acusando-a de ineficiente e parasitária? Resposta, nosso governo ilegítimo.  

    Legítimo ou ilegítimo, é o que todo governo sempre faz. Já deixei de me sentir afetado por isso há tempos: sempre que alguém fala algo sobre servidor público ser parasita, ineficiente, privilegiado ou algo do tipo, concordo, e digo que faço minha parte; o problema são os outros. Laughing Laughing

    Cá entre nós, conhecendo o serviço público de dentro, não dá pra discordar tanto da visão que têm de fora, pelo menos em relação a alguns grupos de servidores (minoritários ou não). E, como sempre, uma minoria ruim sempre consegue "queimar" a maioria boa.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Qui 23 Nov 2017 - 0:29

    Fenajufe fez a leitura do "jogo" e foi a campo.

    Fenajufe denuncia desmonte do Serviço Público em audiência no Senado
    Publicado em Terça, 21 Novembro 2017 18:59





    O atual cenário de ataques ao serviço público e a precarização do Poder Judiciário foram denunciados pela Fenajufe na audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. A audiência aconteceu na segunda-feira, 20, e contou com a participação dos coordenadores da Fenajufe Adriana Faria e Gerardo Alves.

    Em sua fala, o dirigente da Federação traçou o histórico do processo de desconstrução do serviço público patrocinado pelo governo com apoio do Congresso Nacional e de setores do Judiciário, deflagrado com a PEC dos gastos - transformada na EC 95 – e com a lei da terceirização, que deu margem à privatização dos serviços públicos.

    Gerardo Alves classificou de irresponsável a Reforma Trabalhista proposta por Temer e lembrou que foi aprovada “a toque de caixa” pelo Congresso Nacional, mais uma vez com aquiescência do STF e de ministros dos Tribunais Superiores. O ataque continuou agravado com medidas como o PDV instituído e o aumento da alíquota de contribuição previdenciária dos servidores.

    Ponto mais grave levantado pelo coordenador é a destruição da capacidade operacional do Poder Judiciário, materializado pelo contingenciamento orçamentário. Setores como a Justiça do Trabalho – sob fogo cerrado do alto empresariado através de porta-vozes no governo, Congresso, STF e TST – já sentem os impactos. E mais: com a precarização do Judiciário, investigações e outras ações de combate à corrupção e ao crime organizado acabam prejudicadas.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Sex 24 Nov 2017 - 14:33

    No período do recesso de dezembro costumo viajar de carro com a família. Sugiro a abertura de um novo tópico para trocarmos ideias sobre passeios, preços, estradas, documentação, etc. Obrigado.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Sex 24 Nov 2017 - 14:57

    ale1969 escreveu:No período do recesso de dezembro costumo viajar de carro com a família. Sugiro a abertura de um novo tópico para trocarmos ideias sobre passeios, preços, estradas, documentação, etc. Obrigado.

    Boa ideia. Vc pode abrir o tópico.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Solange4 em Sex 24 Nov 2017 - 21:47

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Seg 27 Nov 2017 - 16:06

    Outro texto a respeito das universidades públicas:

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 27 Nov 2017 - 19:36

    androsvilazza escreveu:Outro texto a respeito das universidades públicas:

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    Vigi, o cara se diz "entendido" na área da educação, mas não consegue inferir que, por óbvio, um ensino superior de qualidade exige muito mais recurso do que o dispensado ao ensino fundamental e médio.
    O prefeito não precisa contratar um médico para dar aula de ciências. Nem o governador, um médico para dar aula de biologia. Mas o presidente vai precisar.
    Nossas universidades federais estão entre as melhores da américa, contudo são modestas na lista das melhores universidades do mundo. Já as privadas brasileiras, dispensa comentários...
    O cara é um burro "sabido", ou muito mal intencionado.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Seg 27 Nov 2017 - 20:45

    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:Outro texto a respeito das universidades públicas:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vigi, o cara se diz "entendido" na área da educação, mas não consegue inferir que, por óbvio, um ensino superior de qualidade exige muito mais recurso do que o dispensado ao ensino fundamental e médio.
    O prefeito não precisa contratar um médico para dar aula de ciências. Nem o governador, um médico para dar aula de biologia. Mas o presidente vai precisar.
    Nossas universidades federais estão entre as melhores da américa, contudo são modestas na lista das melhores universidades do mundo. Já as privadas brasileiras, dispensa comentários...
    O cara é um burro "sabido", ou muito mal intencionado.

    Obviamente o nível superior demanda mais recursos por aluno. O problema é a discrepância entre os gastos - globais e por estudante-, que é extrema no caso do Brasil. O relatório Education at a glance (Um olhar sobre a Educação), elaborado pela OCDE sobre o ano de 2016 (disponível no portal do MEC, nesta página), corrobora, com dados e comparativos, o afirmado (as tabelas com relação ao gasto público estão em torno da página 223):

    - O Brasil gasta 16% do seu gasto público com educação, o que não é pouco (de todos os países da OCDE, superado apenas por México - 17,3% e Nova Zelândia - 18,1%, mas proporcionalmente mais do que países como Estados Unidos, Reino Unido, Finlândia, Noruega)... O problema, portanto, não é o montante de dinheiro dispendido, mas sim como ele é gasto;

    - As universidades públicas "nadam no dinheiro": o gasto público anual por estudante de nível superior é de US$ 14.768, atrás apenas de Suíça - 25,9k, Suécia - 20,7k, Noruega - 22,3k, Luxemburgo - 40,3k !, Finlândia - 20,5k, Bélgica (15,1k e Áustria - 17,2k; mas superior ao gasto de países como Estados Unidos, Japão, Coreia, Dinamarca, Canadá... que têm níveis educacionais reconhecidamente superiores aos nossos. Nem preciso lembrar que para um país pobre e desigual como o Brasil, 15 mil dólares anuais representam muito mais do que para os outros países.

    - Já para os níveis fundamental e médio, o gasto público brasileiro é de 3826 e 3852 dólares anuais por estudante, respectivamente. Os países que "acompanham" o Brasil no gasto com o ensino superior curiosamente se afastam de nós no gasto no ensino básico (Suíça - 14,7k, Suécia - 10,7k, Noruega - 13,5k, Luxemburgo - 18,4k, Finlândia - 8,4k, Bélgica - 11k e Áustria - 10k); com gastos também similares - e superiores - no nível médio. Nos níveis fundamental e médio nossas "companhias" são outras: Indonésia ($1991), Colômbia ($2596), Turquia ($3565), Hungria ($3487) e só. Todos os demais países da OCDE gastam significativamente mais do que o Brasil por estudante de nível fundamental e médio.

    - Conclusão óbvia: O Brasil passa fome no café da manhã (ensino fundamental) e almoço (ensino médio) pra poder jantar (ensino superior) no mesmo restaurante fino que os países de primeiro mundo. A analogia, modéstia à parte, é perfeita: a recomendação de especialistas é sempre priorizar as primeiras refeições do dia, assim como os níveis iniciais da educação. Obviamente o gasto com nível superior, por estudante, ainda será maior, mas não dá pra fugir à constatação óbvia de que os recursos estão sendo muito mal distribuídos.

    P.S.: Quanto à qualificação da pessoa que escreveu o texto, já no início tem parte do "currículo" dele. Dificilmente um "burro" chega nesse nível de reconhecimento profissional. Por outro lado, não é preciso ser nenhum especialista em ensino, ou em gestão pública, para se chegar a conclusões tão óbvias. Basta se olhar os números, apresentados no estudo da OCDE, sem os óculos estrábicos da ideologia.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Seg 27 Nov 2017 - 21:07

    Galizezin, normal o PJU tá cheio de burro sabido(ou sabido burro) ...
    Cheio de gente que acha certo mover toda a máquina pra cobrar R$50,00 de custas ou até menos...( Pra dar só um exemplo)

    Então, não dá pra cobrar muito...
    Tem uns que se tirar os tapa visão laterais (igual nos animais puxadores de carroça), ele vai negar o que está vendo pq nunca viu aquilo antes...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 27 Nov 2017 - 21:49

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:Outro texto a respeito das universidades públicas:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vigi, o cara se diz "entendido" na área da educação, mas não consegue inferir que, por óbvio, um ensino superior de qualidade exige muito mais recurso do que o dispensado ao ensino fundamental e médio.
    O prefeito não precisa contratar um médico para dar aula de ciências. Nem o governador, um médico para dar aula de biologia. Mas o presidente vai precisar.
    Nossas universidades federais estão entre as melhores da américa, contudo são modestas na lista das melhores universidades do mundo. Já as privadas brasileiras, dispensa comentários...
    O cara é um burro "sabido", ou muito mal intencionado.

    Obviamente o nível superior demanda mais recursos por aluno. O problema é a discrepância entre os gastos -  globais e por estudante-, que é extrema no caso do Brasil. O relatório Education at a glance (Um olhar sobre a Educação), elaborado pela OCDE sobre o ano de 2016 (disponível no portal do MEC, nesta página), corrobora, com dados e comparativos, o afirmado (as tabelas com relação ao gasto público estão em torno da página 223):

    - O Brasil gasta 16% do seu gasto público com educação, o que não é pouco (de todos os países da OCDE, superado apenas por México - 17,3% e Nova Zelândia - 18,1%, mas proporcionalmente mais do que países como Estados Unidos, Reino Unido, Finlândia, Noruega)... O problema, portanto, não é o montante de dinheiro dispendido, mas sim como ele é gasto;

    - As universidades públicas "nadam no dinheiro": o gasto público anual por estudante de nível superior é de US$ 14.768, atrás apenas de Suíça - 25,9k, Suécia - 20,7k, Noruega - 22,3k, Luxemburgo - 40,3k !, Finlândia - 20,5k, Bélgica (15,1k e Áustria - 17,2k; mas superior ao gasto de países como Estados Unidos, Japão, Coreia, Dinamarca, Canadá... que têm níveis educacionais reconhecidamente superiores aos nossos. Nem preciso lembrar que para um país pobre e desigual como o Brasil, 15 mil dólares anuais representam muito mais do que para os outros países.

    - Já para os níveis fundamental e médio, o gasto público brasileiro é de 3826 e 3852 dólares anuais por estudante, respectivamente. Os países que "acompanham" o Brasil no gasto com o ensino superior curiosamente se afastam de nós no gasto no ensino básico (Suíça - 14,7k, Suécia - 10,7k, Noruega - 13,5k, Luxemburgo - 18,4k, Finlândia - 8,4k, Bélgica - 11k e Áustria - 10k); com gastos também similares - e superiores - no nível médio. Nos níveis fundamental e médio nossas "companhias" são outras: Indonésia ($1991), Colômbia ($2596), Turquia ($3565), Hungria ($3487) e só. Todos os demais países da OCDE gastam significativamente mais do que o Brasil por estudante de nível fundamental e médio.

    - Conclusão óbvia: O Brasil passa fome no café da manhã (ensino fundamental) e almoço (ensino médio) pra poder jantar (ensino superior) no mesmo restaurante fino que os países de primeiro mundo. A analogia, modéstia à parte, é perfeita: a recomendação de especialistas é sempre priorizar as primeiras refeições do dia, assim como os níveis iniciais da educação. Obviamente o gasto com nível superior, por estudante, ainda será maior, mas não dá pra fugir à constatação óbvia de que os recursos estão sendo muito mal distribuídos.

    P.S.: Quanto à qualificação da pessoa que escreveu o texto, já no início tem parte do "currículo" dele. Dificilmente um "burro" chega nesse nível de reconhecimento profissional. Por outro lado, não é preciso ser nenhum especialista em ensino, ou em gestão pública, para se chegar a conclusões tão óbvias. Basta se olhar os números, apresentados no estudo da OCDE, sem os óculos estrábicos da ideologia.

    A diferença do Brasil para esses países aí é que lá eles não desviam dinheiro de merenda escolar, não superfaturam licitações, como aqui. Já falei e volto a repetir: a corrupção endêmica está afundando este país.
    Currículo algum dá direito a alguém falar bobagens e conjecturas. A não ser que o cara faça parte do grupelho tão desejoso por alavancar o estado mínimo, ou, nulo.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Seg 27 Nov 2017 - 22:18

    A corrupção está afundando o país, sim, o país não tem maturidade institucional alguma para ter um estado grande ou intervencionista...

    Sim, há casos de sucesso assim, de estados grandes que funcionam... Aqui não funcionou, nem vai funcionar,..

    Porque??? Corrupção

    Onde tiver oportunidade, alguém vai meter a mão...E burocracia estatal é um prato cheio...

    Então, gostando ou não a melhor saída para o Brasil, é ter um estado menor e menos intervencionista....
    Olhe para a Petrobras e para Vale do Rio Doce....
    se não tivesse sido privatizado a Vale tava no mesmo mar de corrupção...

    Eu nem era tão liberal assim,.. Mas no Brasil isso chega a ser obrigação cívica....
    ...

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 28 Nov 2017 - 1:29

    Ninguém tá dizendo que a corrupção não exista no Brasil, ou que ele não seja um problema... O foco do comentário foi "a péssima distribuição dos recursos da educação", "o dispêndio excessivo de recursos estatais pra atender a interesses corporativistas das elites acadêmicas, muitas vezes descoladas da realidade", "o privilégio à educação pública superior, concomitante ao abandono da educação básica e média"... A corrupção existe, e ela pode - e deve - ser combatida, mas não é o único problema do país, e resolvê-lo, por si só (se isso algum dia for possível), nunca colocará o Brasil no nível dos países desenvolvidos, caso os (vários) demais problemas não forem também atacados.

    A menos que estejamos propondo "acabar com a corrupção" primeiro, e depois - só depois - abordar os graves problemas de má gestão e ineficiência na administração pública brasileira, dentre inúmeros outros problemas .

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 28 Nov 2017 - 2:41

    androsvilazza escreveu:Ninguém tá dizendo que a corrupção não exista no Brasil, ou que ele não seja um problema... O foco do comentário foi "a péssima distribuição dos recursos da educação", "o dispêndio excessivo de recursos estatais pra atender a interesses corporativistas das elites acadêmicas, muitas vezes descoladas da realidade", "o privilégio à educação pública superior, concomitante ao abandono da educação básica e média"... A corrupção existe, e ela pode - e deve - ser combatida, mas não é o único problema do país, e resolvê-lo, por si só (se isso algum dia for possível), nunca colocará o Brasil no nível dos países desenvolvidos, caso os (vários) demais problemas não forem também atacados.

    A menos que estejamos propondo "acabar com a corrupção" primeiro, e depois - só depois - abordar os graves problemas de má gestão e ineficiência na administração pública brasileira, dentre inúmeros outros problemas .


    Não diz que não existe, mas discursa de forma a minimizar o problema, sendo ele macro/crônico.
    O mais engraçado é que esse discurso pró privatização das universidades federais surge no momento em que suas vagas começam a ser distribuídas (justiçadas) para a classe mais pobre (sistema de cotas). Mas é claro que elas não mais interessam à classe alta e média alta. Então o discurso vampiresco.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 28 Nov 2017 - 2:48

    euvoltei escreveu:A corrupção está afundando o país, sim, o país não tem maturidade institucional alguma para ter um estado grande ou intervencionista...

    Sim, há casos de sucesso assim, de estados grandes que funcionam... Aqui não funcionou, nem vai funcionar,..

    Porque??? Corrupção

    Onde tiver oportunidade, alguém vai meter a mão...E burocracia estatal é um prato cheio...

    Então, gostando ou não a melhor saída para o Brasil, é ter um estado menor e menos intervencionista....
    Olhe para a Petrobras e para Vale do Rio Doce....
    se não tivesse sido privatizado a Vale tava no mesmo mar de corrupção...

    Eu nem era tão liberal assim,.. Mas no Brasil isso chega a ser obrigação cívica....
    ...


    Um artigo sobre as raízes estatizantes do Brasil, e por que é pouco provável haver mudanças significativas no curto e médio prazos:

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 28 Nov 2017 - 3:15

    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:Ninguém tá dizendo que a corrupção não exista no Brasil, ou que ele não seja um problema... O foco do comentário foi "a péssima distribuição dos recursos da educação", "o dispêndio excessivo de recursos estatais pra atender a interesses corporativistas das elites acadêmicas, muitas vezes descoladas da realidade", "o privilégio à educação pública superior, concomitante ao abandono da educação básica e média"... A corrupção existe, e ela pode - e deve - ser combatida, mas não é o único problema do país, e resolvê-lo, por si só (se isso algum dia for possível), nunca colocará o Brasil no nível dos países desenvolvidos, caso os (vários) demais problemas não forem também atacados.

    A menos que estejamos propondo "acabar com a corrupção" primeiro, e depois - só depois - abordar os graves problemas de má gestão e ineficiência na administração pública brasileira, dentre inúmeros outros problemas .


    Não diz que não existe, mas discursa de forma a minimizar o problema, sendo ele macro/crônico.
    O mais engraçado é que esse discurso pró privatização das universidades federais surge no momento em que suas vagas começam a ser distribuídas (justiçadas) para a classe mais pobre (sistema de cotas). Mas é claro que elas não mais interessam à classe alta e média alta. Então o discurso vampiresco.

    Tudo ao contrário, cara... Defesa de melhor utilização de recursos públicos nas universidades é de há muito tempo, e não tem qualquer relação com a questão social... Tanto o é que os estudos apresentados defendem justamente a cobrança de quem pode pagar, para melhorar pra quem não pode... O outro estudo fala, por exemplo, de como as elites universitárias vivem em uma bolha, decidindo por si só questões relevantes à vida acadêmica, sem qualquer preocupação com os "clientes". Por exemplo, as universidades alegam priorizar estudantes de baixa renda, por meio de cotas etc e estabelecem currículos em que as disciplinas obrigatórias são ofertadas exclusivamente no período matutino, afastando os estudantes trabalhadores. Essa e muitas outras inconsistências. Mas podemos continuar para sempre com a cortina de fumaça da "luta de classes", de jogar a culpa sempre para "eles", para "os outros", para a corrupção, etc. Desde que se mude o foco da discussão, qualquer "argumento" é válido.
    Aliás, essa é uma tática de diversionismo recorrente, fazer a comparação entre temas incomparáveis, puxando pra conversa um argumento totalmente fora do tema, mas que seja de comum acordo, irrefutável.
    Fica parecendo aqueles jogos de baralho em que existe um curinga. Quero defender o estado mínimo. Argumento "vencedor": "mas a corrupção"... Quero defender estado onipresente. Argumento vencedor: a corrupção é enorme no Brasil". Quero defender a reforma da previdência. Argumento: vai reduzir privilégios e assim ajudar os mais pobres. Quero atacar a reforma da previdência. Argumento: como ela está hoje favorece os mais pobres. E por aí vai...

    Enquanto isso, o foco da discussão vai sendo desvirtuado, e um assunto que falava de laranjas é distorcido para se falar de maçãs. Sim, as maçãs são saborosas, importantes na dieta, mas e as laranjas? Não vamos falar delas? Ou agora quem fala de laranjas é rotulado de ofensor dos pobres, defensor da corrupção etc?

    Não me surpreende mesmo o sucesso do populismo no Brasil. Basta tirar um "chavão" desses, genérico e indiscutível, da cartola (defesa dos pobres, combate à corrupção, caça aos marajás) e a plateia bate palmas, sem se preocupar em debater o tema em si.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 28 Nov 2017 - 12:04

    O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 28 Nov 2017 - 12:12

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:Ninguém tá dizendo que a corrupção não exista no Brasil, ou que ele não seja um problema... O foco do comentário foi "a péssima distribuição dos recursos da educação", "o dispêndio excessivo de recursos estatais pra atender a interesses corporativistas das elites acadêmicas, muitas vezes descoladas da realidade", "o privilégio à educação pública superior, concomitante ao abandono da educação básica e média"... A corrupção existe, e ela pode - e deve - ser combatida, mas não é o único problema do país, e resolvê-lo, por si só (se isso algum dia for possível), nunca colocará o Brasil no nível dos países desenvolvidos, caso os (vários) demais problemas não forem também atacados.

    A menos que estejamos propondo "acabar com a corrupção" primeiro, e depois - só depois - abordar os graves problemas de má gestão e ineficiência na administração pública brasileira, dentre inúmeros outros problemas .


    Não diz que não existe, mas discursa de forma a minimizar o problema, sendo ele macro/crônico.
    O mais engraçado é que esse discurso pró privatização das universidades federais surge no momento em que suas vagas começam a ser distribuídas (justiçadas) para a classe mais pobre (sistema de cotas). Mas é claro que elas não mais interessam à classe alta e média alta. Então o discurso vampiresco.

    Tudo ao contrário, cara... Defesa de melhor utilização de recursos públicos nas universidades é de há muito tempo, e não tem qualquer relação com a questão social... Tanto o é que os estudos apresentados defendem justamente a cobrança de quem pode pagar, para melhorar pra quem não pode... O outro estudo fala, por exemplo, de como as elites universitárias vivem em uma bolha, decidindo por si só questões relevantes à vida acadêmica, sem qualquer preocupação com os "clientes". Por exemplo, as universidades alegam priorizar estudantes de baixa renda, por meio de cotas etc e estabelecem currículos em que as disciplinas obrigatórias são ofertadas exclusivamente no período matutino, afastando os estudantes trabalhadores. Essa e muitas outras inconsistências. Mas podemos continuar para sempre com a cortina de fumaça da "luta de classes", de jogar a culpa sempre para "eles", para "os outros", para a corrupção, etc. Desde que se mude o foco da discussão, qualquer "argumento" é válido.
    Aliás, essa é uma tática de diversionismo recorrente, fazer a comparação entre temas incomparáveis, puxando pra conversa um argumento totalmente fora do tema, mas que seja de comum acordo, irrefutável.
    Fica parecendo aqueles jogos de baralho em que existe um curinga. Quero defender o estado mínimo. Argumento "vencedor": "mas a corrupção"... Quero defender estado onipresente. Argumento vencedor: a corrupção é enorme no Brasil". Quero defender a reforma da previdência. Argumento: vai reduzir privilégios e assim ajudar os mais pobres. Quero atacar a reforma da previdência. Argumento: como ela está hoje favorece os mais pobres. E por aí vai...

    Enquanto isso, o foco da discussão vai sendo desvirtuado, e um assunto que falava de laranjas é distorcido para se falar de maçãs. Sim, as maçãs são saborosas, importantes na dieta, mas e as laranjas? Não vamos falar delas? Ou agora quem fala de laranjas é rotulado de ofensor dos pobres, defensor da corrupção etc?

    Não me surpreende mesmo o sucesso do populismo no Brasil. Basta tirar um "chavão" desses, genérico e indiscutível, da cartola (defesa dos pobres, combate à corrupção, caça aos marajás) e a plateia bate palmas, sem se preocupar em debater o tema em si.

    É o jogo sujo da desinformação, tipo o mantra sobre a reforma da previdência, sendo que os novos servidores vão tudo pra funpresp.
    Da mesma forma, o banco mundial sugere o "FIM" das universidades públicas gratuitas.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 28 Nov 2017 - 12:47

    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 28 Nov 2017 - 12:51

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.

    LGBT é uma "minoria" que persegue as crianças.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 28 Nov 2017 - 13:40

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.

    O discurso neoliberal só consegue ser implementado no Brasil até certo ponto. Há várias "amarras" de ordem histórica, social e estrutural que impedem a implementação plena, ainda que no médio prazo. Acho até válido que seja assim, dada a dependência histórica do brasileiro em relação ao Estado. Pretender uma mudança brusca teria efeitos deletérios, assim como acontece com dependentes químicos quando sujeitos a um tratamento de choque, com corte abrupto do seu objeto de vício.
    Qualquer mudança de política econômica será, definitivamente, gradativa. Quem espera uma "guinada à direita", melhor esperar um pouco mais, sentado.

    Quanto às posições do Bolsonaro quanto aos direitos humanos, minorias, etc. acredito que sejam meras bravatas, que têm o condão de obter votos. Mesmo que as suas intenções coadunem com o que ele diz, é fato que o chefe do Executivo, no curto prazo de um ou dois mandatos, não consegue promover mudanças significativas nesse espectro. O Congresso tem muito mais poder pra realizar alterações na ordem social, de valores e costumes, do que o Executivo. Isto serve até pra tranquilizar quem estiver inseguro com o próximo presidente, seja ele o Bolsonaro ou qualquer outro. Basta perceber que o Trump, por exemplo, não conseguiu promover metade das suas promessas de campanha mais extremistas, bravateiras. As instituições no Brasil podem não funcionar tão bem, mas duvido que permitam a alteração radical dos costumes nacionais.

    Aliás, em termos de mudanças significativas na ordem social e nos costumes, vale lembrar que um Ministro do STF tem muito mais poder que o Presidente da República, talvez até mais do que o Congresso. O Barroso, por exemplo, em decisão monocrática, "liberou" o aborto até 3 meses de idade; Gilmar Mendes é um típico "garantista", defensor da concessão de habeas corpus (as más línguas dizem "defensor de corruptos e demais criminosos). Neste ponto, é mais fácil o Bolsonaro, ou seja quem for o presidente, promover alterações quando da nomeação de um Ministro do STF, do que realizando suas funções típicas de chefe do Executivo.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 28 Nov 2017 - 13:46

    Galizezin escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.

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    Não seriam "pedófilos" os que perseguem crianças? Desconheço a perseguição por parte dos LGBTs.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 28 Nov 2017 - 14:10

    ale1969 escreveu:
    Galizezin escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.

    LGBT é uma "minoria" que persegue as crianças.

    Não seriam "pedófilos" os que perseguem crianças? Desconheço a perseguição por parte dos LGBTs.

    Basta pesquisar quem a comunidade LGBT queria fosse visitar a exposição queer museu, e também a exposição no MAM, em SP.
    LGBT são uns espertalhões. Sabem que quem tem cabeça formada não muda mais, então atacam aqueles que estão em fase de formação.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 28 Nov 2017 - 14:59

    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:O Bolsonaro vem repetindo a estratégia bem-sucedida do Lula em 2002: tranquilizar o mercado quanto ao risco de radicalismo, principalmente na área econômica, e, ao mesmo tempo, defender ideias com as quais boa parte da população se identifique:

    Bolsonaro aponta Paulo Guedes como possível Ministro da Fazenda

    Se ele continuar nessa toada, de suavizar o discurso extremista, e não for da boca pra fora o discurso de que "quem tem que entender de (e consequentemente decidir sobre) economia é o ministro", vai se tornando mais palatável, principalmente se constatarmos que os atuais postulantes à presidência pouco têm de novo a oferecer...


    O problema maior do Bolsonaro não é o discurso neoliberal de "Estado Mínimo", já que o Collor e FHC aplicaram esse modelo por vários anos(Consenso de Washington), com sucesso absoluto de combate à hiperinflação, mas com consequências sociais de difícil solução. O candidato de extrema direita foi militar, expulso do EB por planejar atentado terrorista, pretende promover retrocessos democráticos aos direitos humanos, perseguindo "minorias" já discriminadas por sua posição social, como mulheres, negros e LGBTs.

    O discurso neoliberal só consegue ser implementado no Brasil até certo ponto. Há várias "amarras" de ordem histórica, social e estrutural que impedem a implementação plena, ainda que no médio prazo. Acho até válido que seja assim, dada a dependência histórica do brasileiro em relação ao Estado. Pretender uma mudança brusca teria efeitos deletérios, assim como acontece com dependentes químicos quando sujeitos a um tratamento de choque, com corte abrupto do seu objeto de vício.
    Qualquer mudança de política econômica será, definitivamente, gradativa. Quem espera uma "guinada à direita", melhor esperar um pouco mais, sentado.

    Quanto às posições do Bolsonaro quanto aos direitos humanos, minorias, etc. acredito que sejam meras bravatas, que têm o condão de obter votos. Mesmo que as suas intenções coadunem com o que ele diz, é fato que o chefe do Executivo, no curto prazo de um ou dois mandatos, não consegue promover mudanças significativas nesse espectro. O Congresso tem muito mais poder pra realizar alterações na ordem social, de valores e costumes, do que o Executivo. Isto serve até pra tranquilizar quem estiver inseguro com o próximo presidente, seja ele o Bolsonaro ou qualquer outro. Basta perceber que o Trump, por exemplo, não conseguiu promover metade das suas promessas de campanha mais extremistas, bravateiras. As instituições no Brasil podem não funcionar tão bem, mas duvido que permitam a alteração radical dos costumes nacionais.

    Aliás, em termos de mudanças significativas na ordem social e nos costumes, vale lembrar que um Ministro do STF tem muito mais poder que o Presidente da República, talvez até mais do que o Congresso. O Barroso, por exemplo, em decisão monocrática, "liberou" o aborto até 3 meses de idade; Gilmar Mendes é um típico "garantista", defensor da concessão de habeas corpus (as más línguas dizem "defensor de corruptos e demais criminosos). Neste ponto, é mais fácil o Bolsonaro, ou seja quem for o presidente, promover alterações quando da nomeação de um Ministro do STF, do que realizando suas funções típicas de chefe do Executivo.


    Concordo, pode ser por ai. STF, MP, Marinha, Exército, Aeronáutica, PF. Vai escolher com a cabeça de quem apoia a tortura, terrorismo de Estado e acredita que "os fins, justificam os meios". A democracia nem sempre é capaz de, por si só, controlar os excessos autoritários do "poderoso" de plantão. Não temos Instituições Democráticas consolidadas, como muitos países da Europa e da América do Norte. Corremos sério risco de retrocesso social ou convulsão armada(guerra civil) que seria muito ruim do ponto de vista humanitário.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Qua 29 Nov 2017 - 12:11

    A pergunta que não quer calar:

    PJU ganha muito, ou é o brasileiro que ganha pouco?

    R$ 3.899,66 deveria ser o salário mínimo no Brasil, segundo o DIEESE.

    Então, atualmente, um "técnico administrativo" em início de carreira estaria ganhando pouco mais de 1 salário mínimo.

    Art. 7º, inciso VI, da CF/1988.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Fireball em Qui 30 Nov 2017 - 14:31

    Após polêmica, comissão aprova relatório de emendas coletivas ao orçamento de 2018
    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para o Judiciário, para o Legislativo e para o Ministério Público Federal

    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para os poderes Judiciário e Legislativo, e para o Ministério Público Federal da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU). Em decorrência do teto, as emendas que fossem apresentadas a algum destes órgãos teriam que identificar, obrigatoriamente, uma ação dentro do mesmo órgão para cancelamento em igual valor. Essa exigência foi incluída até em um normativo da Comissão de Orçamento.

    Para evitar cortes em áreas indesejadas, as direções dos órgãos não estimularam a apresentação de qualquer emenda este ano. Uma postura diferente da ocorrida em anos anteriores, quando deputados e senadores eram procurados para encabeçar emendas para estes órgãos. No ano passado, por exemplo, o Judiciário recebeu 17 emendas de bancada. Este ano, apenas uma.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Qui 30 Nov 2017 - 15:50

    Fireball escreveu:Após polêmica, comissão aprova relatório de emendas coletivas ao orçamento de 2018
    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para o Judiciário, para o Legislativo e para o Ministério Público Federal

    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para os poderes Judiciário e Legislativo, e para o Ministério Público Federal da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU). Em decorrência do teto, as emendas que fossem apresentadas a algum destes órgãos teriam que identificar, obrigatoriamente, uma ação dentro do mesmo órgão para cancelamento em igual valor. Essa exigência foi incluída até em um normativo da Comissão de Orçamento.

    Para evitar cortes em áreas indesejadas, as direções dos órgãos não estimularam a apresentação de qualquer emenda este ano. Uma postura diferente da ocorrida em anos anteriores, quando deputados e senadores eram procurados para encabeçar emendas para estes órgãos. No ano passado, por exemplo, o Judiciário recebeu 17 emendas de bancada. Este ano, apenas uma.

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    Não, essas emendas coletivas visam incluir gastos originariamente não previstos no orçamento do MPU/PJU. Elas são geralmente utilizadas, por exemplo, quando se quer incluir a previsão de uma verba para aquisição ou reforma de imóvel, nomeações etc. não previstas no orçamento original encaminhado pelo STF. Os reajustes, por sua vez, já estavam, sim, previstos no orçamento original para 2018 encaminhado pelo STF. Eles estão, por ora, assegurados.

    Assim, é até bom que não tenham incluído emendas coletivas, que teriam de cancelar alguma outra dotação (por exemplo, reajustes  Laughing ), pra não alterar o valor global do orçamento.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Fireball em Sex 1 Dez 2017 - 1:39

    androsvilazza escreveu:
    Fireball escreveu:Após polêmica, comissão aprova relatório de emendas coletivas ao orçamento de 2018
    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para o Judiciário, para o Legislativo e para o Ministério Público Federal

    A novidade deste ano, por conta do teto de gastos, foi o sumiço de emendas coletivas para os poderes Judiciário e Legislativo, e para o Ministério Público Federal da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU). Em decorrência do teto, as emendas que fossem apresentadas a algum destes órgãos teriam que identificar, obrigatoriamente, uma ação dentro do mesmo órgão para cancelamento em igual valor. Essa exigência foi incluída até em um normativo da Comissão de Orçamento.

    Para evitar cortes em áreas indesejadas, as direções dos órgãos não estimularam a apresentação de qualquer emenda este ano. Uma postura diferente da ocorrida em anos anteriores, quando deputados e senadores eram procurados para encabeçar emendas para estes órgãos. No ano passado, por exemplo, o Judiciário recebeu 17 emendas de bancada. Este ano, apenas uma.

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    Não, essas emendas coletivas visam incluir gastos originariamente não previstos no orçamento do MPU/PJU. Elas são geralmente utilizadas, por exemplo, quando se quer incluir a previsão de uma verba para aquisição ou reforma de imóvel, nomeações etc. não previstas no orçamento original encaminhado pelo STF. Os reajustes, por sua vez, já estavam, sim, previstos no orçamento original para 2018 encaminhado pelo STF. Eles estão, por ora, assegurados.

    Assim, é até bom que não tenham incluído emendas coletivas, que teriam de cancelar alguma outra dotação (por exemplo, reajustes  Laughing ), pra não alterar o valor global do orçamento.

    Obrigado por esclarecer! like

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Sex 8 Dez 2017 - 0:10

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Sex 8 Dez 2017 - 13:44

    jornalista escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Não tenho ideia da legislação a respeito de doações, mas arrecadação vinda do exterior deveria ser proibida. Já pensaram a China, apoiando o comunismo no BR, fomentar determinado candidato com bilhões de dólares?


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Sex 8 Dez 2017 - 19:14

    Galizezin escreveu:
    jornalista escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Não tenho ideia da legislação a respeito de doações, mas arrecadação vinda do exterior deveria ser proibida. Já pensaram a China, apoiando o comunismo no BR, fomentar determinado candidato com bilhões de dólares?

    É expressamente proibido o recebimento de doações estrangeiras, e pode levar à cassação do partido. No entanto, acho que essa deve vir a ser mais uma acusação que, no fim, não será provada... A esperança agora é de pelo menos os "novos" bandidos estarem guardando prova de tudo, já pensando em uma delação futura... Os bandidos de outrora não guardavam nada...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 12 Dez 2017 - 18:53

    Olha a comparação que os banqueiros estão fazendo sobre a eleição de 2018 com a de 1989. Muito interessante a semelhança como já havia dito, não podemos errar novamente.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Qua 13 Dez 2017 - 16:42

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    jornalista escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Não tenho ideia da legislação a respeito de doações, mas arrecadação vinda do exterior deveria ser proibida. Já pensaram a China, apoiando o comunismo no BR, fomentar determinado candidato com bilhões de dólares?

    É expressamente proibido o recebimento de doações estrangeiras, e pode levar à cassação do partido. No entanto, acho que essa deve vir a ser mais uma acusação que, no fim, não será provada... A esperança agora é de pelo menos os "novos" bandidos estarem guardando prova de tudo, já pensando em uma delação futura... Os bandidos de outrora não guardavam nada...

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Sex 15 Dez 2017 - 14:07



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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Sex 15 Dez 2017 - 14:16

    ale1969 escreveu:Olha a comparação que os banqueiros estão fazendo sobre a eleição de 2018 com a de 1989. Muito interessante a semelhança como já havia dito, não podemos errar novamente.

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    O que me preocupa em Bolsonaro é sua insanidade para certos assuntos. Penso que um nome sem envolvimento com corrupção e equilibrado em seus atos e palavras é Alvaro Dias. A turma do psdb, nem pensar. Lula é um cara de pau. Marina, raquítica. Dória, um incipiente.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Sex 15 Dez 2017 - 14:24

    Galizezin escreveu:
    ale1969 escreveu:Olha a comparação que os banqueiros estão fazendo sobre a eleição de 2018 com a de 1989. Muito interessante a semelhança como já havia dito, não podemos errar novamente.

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    O que me preocupa em Bolsonaro é sua insanidade para certos assuntos. Penso que um nome sem envolvimento com corrupção e equilibrado em seus atos e palavras é Alvaro Dias. A turma do psdb, nem pensar. Lula é um cara de pau. Marina, raquítica. Dória, um incipiente.


    Tenho a mesma opinão que você... O meu impulso pra votar nele permanece pq simplesmente um presidente não manda em tudo, manda muito, mas não em tudo...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Sex 15 Dez 2017 - 15:10

    euvoltei escreveu:
    Galizezin escreveu:
    ale1969 escreveu:Olha a comparação que os banqueiros estão fazendo sobre a eleição de 2018 com a de 1989. Muito interessante a semelhança como já havia dito, não podemos errar novamente.

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    O que me preocupa em Bolsonaro é sua insanidade para certos assuntos. Penso que um nome sem envolvimento com corrupção e equilibrado em seus atos e palavras é Alvaro Dias. A turma do psdb, nem pensar. Lula é um cara de pau. Marina, raquítica. Dória, um incipiente.


    Tenho a mesma opinão que você... O meu impulso pra votar nele permanece pq simplesmente um presidente não manda em tudo, manda muito, mas não em tudo...


    Mantendo a comparação com 1989, o Alvaro Dias seria o Afif Domingues? Prefiro o Ciro Gomes/Brizola que a Marina/Gabeira, o PSDB coitado nunca mais terá um Covas e o PT perdeu a chance ao eleger o "lulinha, paz e amor" e não o metalúrgico de 1989 "menas maracutaia"(sic). A comparação do Bolsonaro com o Enéas é no mínimo prejudicial ao segundo, particularmente quanto ao nível intelectual e QI.Razz Razz Razz

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