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    Assuntos gerais: economia & política

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    ale1969
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Qui 15 Fev 2018, 7:38 am

    Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Qui 15 Fev 2018, 8:55 am

    Tui o que???
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Qui 15 Fev 2018, 12:32 pm

    euvoltei escreveu:Tui o que???

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    Paraíso do Tuiuti, é uma Escola de Samba do Rio de Janeiro que fica em São Cristóvão, bairro próximo ao Centro da cidade e zona portuária. O detalhe é que a Tuiuti é pequena e subiu ano passado, porém arrebentou a boca do balão, fazendo a Rede Globo de boba, pois pegou de surpresa todos repórteres e narradores com a fantasia do "pato paneleiro da FIESP".
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Qui 15 Fev 2018, 3:40 pm

    O mundo mudou, escola de samba, ator/apresentador de TV, medalhão da MPB já não influenciam praticamente ninguém...
    Escola de samba não é arte, não produz arte, peito e bunda de fora não é arte..
    diretor/presidente de escola de samba estão mais próximos de milícias e jogo do bicho do que da arte..
    carnavalesco não representa socialmente quase nada, ninguém dá a mínima pra o que eles pensam, e expõem...

    Nem sei em que realidade você vive, mas talvez esteja mais próximo da fantasia imaginada pela globo e seus gugas chacras, ou dos atrizes pró-pedofilia abortistas...

    Hoje mesmo o PT está abraçado com o PMDB, e se aumentasse as chance de êxito o Temer até seria novamente vice de chapa do PT...

    Deixe de ser juvenil e passar recibo de bobo.. Pega mal depois dos 14 anos.. .
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Protocol em Qui 15 Fev 2018, 4:54 pm

    ale1969 escreveu:Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.

    Sem entrar no mérito quanto ao desfile, o tema escolhido e a posição política da escola de samba, a fantasia de vampirão (será que era o pres. Temer?!) ficou bem legal.

    Democracia é isso, liberdade de manifestação do pensamento. Se era oportuno o momento, é outra história.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por josebarbos em Qui 15 Fev 2018, 5:37 pm

    ale1969 escreveu:
    euvoltei escreveu:Tui o que???

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Paraíso do Tuiuti, é uma Escola de Samba do Rio de Janeiro que fica em São Cristóvão, bairro próximo ao Centro da cidade e zona portuária. O detalhe é que a Tuiuti é pequena e subiu ano passado, porém arrebentou a boca do balão, fazendo a Rede Globo de boba, pois pegou de surpresa todos repórteres e narradores com a fantasia do "pato paneleiro da FIESP".

    Muito conhecida ano passado por sofrer um acidente, matar um, ferir vários. Não sei se é perseguição, mas não há notícia de ter reparado os danos.

    Este ano, protestou contra a reforma trabalhista, mas só teve 3 empregados registrados, dos quais, 2 aprendizes.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por MConcursos em Qui 15 Fev 2018, 7:47 pm

    Engraçado a escola de samba não protestou contra a roubalheira comandada por Lula et caterva...nenhuma alusão à lava jato...porque sera? Bandidos de estimação, eu acho.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Sex 16 Fev 2018, 6:34 am

    Tou realmente ficando velho.

    Quando adolescente ficava vendo horas o desfile das escolas de samba na televisão preto e branco, com bombril na antena, esperando o milagre de alguma fantasia escorregar e poder ver algo mais interessante na mulata, além do chuvisco...

    Hoje só fiquei sabendo que havia um protesto (ou dois, pois a primeira colocada também adotou o mesmo viés, pelo que entendi) pelas notícias das redes sociais, já que jornal só tenho lido a gazetadopovo que, não sei a razão, praticamente não falou de carnaval nesse feriadão.

    Desse carnaval, só a dor de cabeça de ter tirado uns dias de folga e agora estou preocupado com a dirf. O prazo está acabando e ainda tem toneladas de serviço para entregar os comprovantes dos colegas.

    Pense num sujeito sem graça, sem sonhos, sem expectativas.

    Mas a galera do pt tem razão numa frase que colocam nas redes: "um acordão, com o supremo, com tudo".

    Agora até com os bandidos, que devemos tratar como irmãos, dando amor e papinha na chupeta, como defende a presidente do supremo...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Sex 16 Fev 2018, 7:41 am

    Sinto muito, mas que o "Vampirão Neoliberalista" e os "Marionetes da FIESP" valeram o carnaval, isso não se discute. Só faltou a referência direta aos banqueiros e a Rede Globo. Quem sabe ano que vem?

    Se alguém se sentiu retratado pela Tuiuti, só lamento mas é carnaval, não leve a mal.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Solange4 em Sex 16 Fev 2018, 8:22 am

    ale1969 escreveu:Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.
    Você tem toda razão, se não fossem os "Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo (sic)", a Dilma ainda estaria no governo, a União teria muito dinheiro e poderia estar ajudando os pobres, não haveria inflação, o Brasil tinha recuperado sua fama internacional, a fome teria acabado, o Rio de Janeiro não estaria em crise financeira, não haveria tanta violência, o PIB estaria batendo recordes...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por josebarbos em Sex 16 Fev 2018, 8:43 am

    ale1969 escreveu:Sinto muito, mas que o "Vampirão Neoliberalista" e os "Marionetes da FIESP" valeram o carnaval, isso não se discute. Só faltou a referência direta aos banqueiros e a Rede Globo. Quem sabe ano que vem?

    Se alguém se sentiu retratado pela Tuiuti, só lamento mas é carnaval, não leve a mal.

    banqueiros? kkk

    Nunca antes na história deste país, direta e indiretamente, ganharam tanto.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Sex 16 Fev 2018, 9:38 am

    Solange4 escreveu:
    ale1969 escreveu:Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.
    Você tem toda razão, se não fossem os "Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo (sic)", a Dilma ainda estaria no governo, a União teria muito dinheiro e poderia estar ajudando os pobres, não haveria inflação, o Brasil tinha recuperado sua fama internacional, a fome teria acabado, o Rio de Janeiro não estaria em crise financeira, não haveria tanta violência, o PIB estaria batendo recordes...


    Não, os problemas continuariam, porém sem ruptura democrática. Sei que é difícil aceitar que fomos usados pelos "capitalistas" para aumentarem seus lucros com a precarização das condições sociais. Detalhe, também não votei na Dilma, muito menos no Aécio, pois exercitei meu direito constitucional de anular o voto.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Sex 16 Fev 2018, 11:43 am

    Portanto, já podemos concordar que o atual PT não é de esquerda. Banqueiros e rentistas se deram muito bem. E ainda cospem no prato que comeram.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Protocol em Sex 16 Fev 2018, 12:48 pm

    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:
    ale1969 escreveu:Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.
    Você tem toda razão, se não fossem os "Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo (sic)", a Dilma ainda estaria no governo, a União teria muito dinheiro e poderia estar ajudando os pobres, não haveria inflação, o Brasil tinha recuperado sua fama internacional, a fome teria acabado, o Rio de Janeiro não estaria em crise financeira, não haveria tanta violência, o PIB estaria batendo recordes...


    Não, os problemas continuariam, porém sem ruptura democrática. Sei que é difícil aceitar que fomos usados pelos "capitalistas" para aumentarem seus lucros com a precarização das condições sociais. Detalhe, também não votei na Dilma, muito menos no Aécio, pois exercitei meu direito constitucional de anular o voto.  

    Não há duvidas de que o impedimento da presidente Dilma apenas teve por pretexto as chamadas pedaladas fiscais.

    Só que o processo respeitou o rito constitucional, a integridade institucional foi preservada, e o resultado do processo eleitoral foi respeitado na medida que o vice-presidente da República assumiu o cargo. Ruptura democrática, no meu ver, é deposição pura e simples.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Sex 16 Fev 2018, 12:52 pm

    Protocol escreveu:
    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:
    ale1969 escreveu:Tuiuti faz história no carnaval!

    Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo, foram retratados como os responsáveis pelos retrocessos sociais pós 2016. Parabéns ao povo do Rio e particularmente São Cristóvão, ainda há esperança.
    Você tem toda razão, se não fossem os "Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo (sic)", a Dilma ainda estaria no governo, a União teria muito dinheiro e poderia estar ajudando os pobres, não haveria inflação, o Brasil tinha recuperado sua fama internacional, a fome teria acabado, o Rio de Janeiro não estaria em crise financeira, não haveria tanta violência, o PIB estaria batendo recordes...


    Não, os problemas continuariam, porém sem ruptura democrática. Sei que é difícil aceitar que fomos usados pelos "capitalistas" para aumentarem seus lucros com a precarização das condições sociais. Detalhe, também não votei na Dilma, muito menos no Aécio, pois exercitei meu direito constitucional de anular o voto.  

    Não há duvidas de que o impedimento da presidente Dilma apenas teve por pretexto as chamadas pedaladas fiscais.

    Só que o processo respeitou o rito constitucional, a integridade institucional foi preservada, e o resultado do processo eleitoral foi respeitado na medida que o vice-presidente da República assumiu o cargo. Ruptura democrática, no meu ver, é deposição pura e simples.

    Ou a manutenção, no grito e na força, de uma presidente que cometeu, sim, crime de responsabilidade (caráter jurídico do impeachment), perdeu qualquer condição de sustentação política no Congresso (caráter político do impeachment), e encaminhava o país a um período de recessão profunda e inflação galopante (caráter "econômico-social" do impeachment - inexistente no processo em si, mas relevante para a população).
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Sex 16 Fev 2018, 2:01 pm

    androsvilazza escreveu:
    Protocol escreveu:
    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:
    Você tem toda razão, se não fossem os "Coxinhas, paneleiros, manipulados pela Globo (sic)", a Dilma ainda estaria no governo, a União teria muito dinheiro e poderia estar ajudando os pobres, não haveria inflação, o Brasil tinha recuperado sua fama internacional, a fome teria acabado, o Rio de Janeiro não estaria em crise financeira, não haveria tanta violência, o PIB estaria batendo recordes...


    Não, os problemas continuariam, porém sem ruptura democrática. Sei que é difícil aceitar que fomos usados pelos "capitalistas" para aumentarem seus lucros com a precarização das condições sociais. Detalhe, também não votei na Dilma, muito menos no Aécio, pois exercitei meu direito constitucional de anular o voto.  

    Não há duvidas de que o impedimento da presidente Dilma apenas teve por pretexto as chamadas pedaladas fiscais.

    Só que o processo respeitou o rito constitucional, a integridade institucional foi preservada, e o resultado do processo eleitoral foi respeitado na medida que o vice-presidente da República assumiu o cargo. Ruptura democrática, no meu ver, é deposição pura e simples.

    Ou a manutenção, no grito e na força, de uma presidente que cometeu, sim, crime de responsabilidade (caráter jurídico do impeachment), perdeu qualquer condição de sustentação política no Congresso (caráter político do impeachment), e encaminhava o país a um período de recessão profunda e inflação galopante (caráter "econômico-social" do impeachment - inexistente no processo em si, mas relevante para a população).


    O crime de responsabilidade é um ATENTADO e não um achismo midiático da Globo e das marionetes da FIESP. Os parlamentares que votaram foram majoritariamente eleitos com o mesmo dinheiro sujo que fez parte da campanha da Dilma, do Aécio e da Marina. Se pretendes escolher o "Bandido do Momento" para defender não conte comigo. Votei no PSOL o único, repito, único partido que não recebeu dinheiro de Banco e Empreiteira que tenha negócios estatais. Sou oposição, à esquerda do PT, mas não bato palmas para empresário sonegador dançar, se é que me entende.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Protocol em Sex 16 Fev 2018, 9:23 pm

    O interessante nesta intervenção é que o presidente Temer e seus aliados ganham se ela for bem sucedida e também se fracassar.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Sab 17 Fev 2018, 9:36 am

    Um texto de Rafael Rosset, do Facebook:

    "Nenhum debate sobre segurança pública terá valido se não se apontar e nomear os RESPONSÁVEIS pelo estágio em que chegamos.

    Há 45 anos um grupo dominou os cursos de sociologia, antropologia, psicologia, ciências sociais e ciência política. Há 30 se espraiou pelos cursos de Direito e Economia. Ao longo do tempo os egressos desse grupo viraram formuladores e influenciadores de políticas públicas, seja se elegendo para cargos da Administração, seja nos gabinetes de políticos eleitos, seja como formadores de opinião.

    Esse grupo dizia que a facilidade no acesso de armas legais por cidadãos comuns era fator decisivo para a criminalidade, logo era necessário desarmar a população. Esse grupo dizia que a desigualdade social era determinante para a criminalidade, logo seria imperativo que o Estado redistribuísse renda. Esse grupo dizia que a "guerra às drogas" incentivava a violência, logo era necessário descriminalizar o consumo.

    O Estatuto do Desarmamento foi aprovado em 2003. O Bolsa Família existe desde 2004, e o Índice de Gini, que mede a desigualdade, caiu 63% entre 2004 e 2014. E no Brasil, desde 2006, não há pena para usuários de drogas. Uma ação em trâmite no STF pretende regularizar o porte de até 25 gramas de maconha como de "consumo próprio". Para referência, na Holanda, considerada o paraíso mundial das drogas livres, se você for flagrado com mais de 5 gramas vai em cana.

    E, no entanto, o número de homicídios saltou de 36 mil/ano em 2004 para 60 mil em 2017. Em alguns Estados do Nordeste, justamente aqueles mais beneficiados por políticas assistencialistas e que mais cresceram nos governos Lula, como o Rio Grande do Norte, o aumento foi de 232% no período.

    É preciso que se diga de maneira clara e para que todos ouçam: as políticas democidas da esquerda são as responsáveis por cada uma das 60 mil vidas tiradas todos os anos no Brasil. O progressismo não pode mais ser tratado como simples ideologia, e sim como desastre natural, uma verdadeira calamidade pública.

    O Brasil não precisa de uma onda conservadora. O Brasil necessita, urgentemente, de um tsunami conservador, de um choque de realidade.

    "Nossas cidades grandes, uma centena de Ruas Longas, encontram-se quase arruinadas, devastadas pelo crime, com a população corrompida ou exposta ao perigo por narcóticos letais, com todo senso de comunidade destruído. A nossa alardeada afluência é desmentida pelo crescimento rápido e sinistro de um genuíno proletariado, voraz e desregrado, subsistindo à custa do público. Os estratos de burocracia governamental são cada vez mais ineficientes e opressivos. As legislaturas, nacionais e estaduais, parecem dispostas a ceder a toda exigência de qualquer grupo de pressão, não obstante o verdadeiro interesse público. Os juízes, ou muitos deles, viraram demagogos. O ar está muitíssimo poluído; a zona rural, enfeiada; o gosto público, corrompido. As crianças são educadas de modo indulgente, em meio a imagens de terrível violência e sexualidade grosseira. A educação escolar em todos os níveis foi reduzida a tomar conta das crianças, pajear os adolescentes e a acasalar os universitários: o ensino das Humanidades e da História é desprezado. (...) A crença e a observância religiosas foram, primeiramente, reduzidas ao ethos da sociabilidade e, posteriormente, aos discursos sobre a revolução. Leviatã, a sociedade monstruosa, engoliu as multidões" (Russell Kirk)"
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Dom 18 Fev 2018, 12:48 pm

    Sei nem o que comentar numa notícia dessas: cry2

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    Que Deus abençoe nossos vizinhos e coirmãos, e que as preocupações dos governantes (nossos e deles) se voltem mais ao povo, e menos às brigas por cargos, verbas e poder.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Dom 18 Fev 2018, 2:21 pm

    Em que pese o regime lamentável de Maduro, há empresas distribuidoras de alimentos que simplesmente escondiam produtos, como forma de boicote ao governo venezuelano. E o povo pobre de lá paga o pato por essa briga de ignorantes.

    Outros países da América do Sul como Paraguai, Nicarágua, etc, também enfrentam problemas. Fora o Brasil.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Dom 18 Fev 2018, 2:54 pm

    Não tô querendo ideologizar nada, nem adianta apontar "culpados"... Em situações assim, a origem do problema é o que menos importa. O que é lamentável é ver pessoas passando por tais situações e ninguém ter a real intenção de resolver nada; pelo contrário, o único interesse é apontar que o culpado é X ou Y, em vez de apontar propostas e soluções.

    Quanto ao suposto "boicote", é uma hipótese patética do governo, pra se "defender" de suas responsabilidades, e que não resiste à mais simples análise.
    Em pleno século 21, que a "toda-poderosa" ONU impõe sanções à Coreia do Norte e ainda assim não consegue impedir o desenvolvimento de armas nucleares, um país da América do Sul, vizinho de um dos maiores produtores de alimentos do mundo, consegue ser "boicotado" por produtores e empresários, em um cenário de inflação galopante? Faz-me rir! Bastaria reduzir as barreiras à importação de alimentos do Brasil, se fosse o caso realizar por si o transporte e distribuição de alimentos (bolivarianos adoram estatais mesmo), e os vilões capitalistas nacionais voltariam com os seus rabinhos abanando. A questão política é que o governo há muito tempo perdeu a capacidade de solucionar o problema (se é que algum dia a teve, e se é que não faz parte do problema), não quer assumir nem renunciar.

    Mas como eu disse, isso passa ao longe de ideologia. É consequência do egoísmo humano, da incapacidade de sentir empatia, e se preocupar com o próximo. Poderia ser outra a ideologia daquele governo, com os mesmos resultados. Ainda haveria quem o defendesse, culpasse terceiros de um suposto "boicote", ou apontasse que ali e acolá os problemas também são graves (como se, por exemplo, a existência de uma guerra na Síria pudesse tornar menos graves os problemas de segurança no Brasil. E vice versa; como se os nossos próprios problemas locais nos obnubilassem, e impedissem de enxergarmos as mazelas alheias, ou nos preocuparmos com elas).


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Seg 19 Fev 2018, 8:49 am

    androsvilazza escreveu:Não tô querendo ideologizar nada, nem adianta apontar "culpados"... Em situações assim, a origem do problema é o que menos importa. O que é lamentável é ver pessoas passando por tais situações e ninguém ter a real intenção de resolver nada; pelo contrário, o único interesse é apontar que o culpado é  X ou Y, em vez de apontar propostas e soluções.

    Quanto ao suposto "boicote", é uma hipótese patética do governo, pra se "defender" de suas responsabilidades, e que não resiste à mais simples análise.
    Em pleno século 21, que a "toda-poderosa" ONU impõe sanções à Coreia do Norte e ainda assim não consegue impedir o desenvolvimento de armas nucleares, um país da América do Sul, vizinho de um dos maiores produtores de alimentos do mundo, consegue ser "boicotado" por produtores e empresários, em um cenário de inflação galopante? Faz-me rir! Bastaria reduzir as barreiras à importação de alimentos do Brasil, se fosse o caso realizar por si o transporte e distribuição de alimentos (bolivarianos adoram estatais mesmo), e os vilões capitalistas nacionais voltariam com os seus rabinhos abanando. A questão política é que o governo há muito tempo perdeu a capacidade de solucionar o problema (se é que algum dia a teve, e se é que não faz parte do problema), não quer assumir nem renunciar.

    Mas como eu disse, isso passa ao longe de ideologia. É consequência do egoísmo humano, da incapacidade de sentir empatia, e se preocupar com o próximo. Poderia ser outra a ideologia daquele governo, com os mesmos resultados. Ainda haveria quem o defendesse, culpasse terceiros  de um suposto "boicote", ou apontasse que ali e acolá os problemas também são graves (como se, por exemplo, a existência de uma guerra na Síria pudesse tornar menos graves os problemas de segurança no Brasil. E vice versa; como se os nossos próprios problemas locais nos obnubilassem, e impedissem de enxergarmos as mazelas alheias, ou nos preocuparmos com elas).

    Não há boicote à Venezuela. Isto é socialismo real. Quase chegamos lá:
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Ter 20 Fev 2018, 5:31 am

    Adoto o pensamento de minha mulher:

    Geração atual de venezuelanos escolheram o que colhem: que se lasquem!

    Geração atual de cubanos merecem nossa empatia.

    --------------------------

    Fugindo e dentro do mesmo tema:

    "Feminista alemã pró-refugiados admite que estava errada sobre imigração e vê Polônia e Hungria como “ilhas de estabilidade”

    Após anos de atividades e militância a favor de refugiados, uma ativista feminista alemã, Rebecca Sommer, admite que sua visão sobre imigração e tudo aquilo pelo qual tinha lutado estava errado. Ela também disse à revista polonesa Do Rzeczyque ela conhece pessoalmente alemães que se preparam para migrar para a Polônia.

    O ano é 2012 e Rebecca Sommer fundou uma associação de ajuda aos refugiados chamada Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte (AG F + M) [Grupo de Trabalho Asilo + Direitos Humanos]. No final de 2015, Rebecca que é artista, fotógrafa, jornalista e documentarista aplaudiu a decisão de Angela Merkel de abrir as fronteiras alemãs aos “refugiados” que haviam sido bloqueados na Hungria.
    “Naquela época, eu queria ajudar todos e realmente acreditava que todas essas pessoas estavam fugindo do inferno e estavam em um estado de angústia total”, explicou a ativista alemã em um artigo publicado pelo jornal polonês, Do Rzeczy, em 15 de janeiro, que noticiou como ela acordou para a realidade.

    Em 2015, sua ONG tinha quase 300 voluntários que estavam dando cursos de alemão para os recém-chegados. Porém ela notava que o convívio era difícil e até hostil pois os refugiados tratavam os alemães como infiéis.

    “Eu pensei que sua visão medieval mudaria com o tempo… Mas depois de ter visto essas situações ocorrerem repetidamente e observando o que estava acontecendo ao meu redor, como voluntária, tive que reconhecer que os refugiados muçulmanos cresceram com valores que são totalmente diferentes, sofreram lavagem cerebral desde a infância e são doutrinados pelo islamismo e absolutamente não pretendem adotar nossos valores. Pior, eles nos tratam como infiéis com desdém e arrogância”, revelou Rebecca sobre seu choque de realidade.

    “Foi uma percepção perturbadora quando notei que essas pessoas que eu tinha ajudado, que estavam comendo, bebendo, dançando e rindo comigo, que não rezavam, que não frequentavam a mesquita, que não respeitavam o Ramadã, que zombavam da religião e de pessoas profundamente religiosas, me chamaram de “prostituta alemã estúpida” quando eles estavam comendo minha comida e estavam no meu quintal.”, disse a feminista arrependida.

    Rebecca Sommer diz que ela não é um caso isolado, que muitos outros voluntários também chegaram finalmente a ter a mesma percepção e que agora há muito menos voluntários prontos para trabalhar com os recém-chegados hoje na Alemanha.

    Ela também reconhece que – devido ao seu grande número – esses imigrantes muçulmanos representam uma ameaça para o modo de vida alemão, e isso vai piorar com a reunificação familiar.
    A ativista também contou à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece os alemães que se preparam para migrar para a Polônia porque já tinham visto o suficiente e acrescentou: “Se a Polônia e a Hungria não cederem a esta questão, poderiam se tornar países para os quais alguns alemães e franceses fugiriam. Vocês [da Polônia] poderiam se tornar ilhas de estabilidade na Europa “.

    Ilhas de estabilidade, mas também democracias, porque Rebecca Sommer também observa que a democracia já não existe na Alemanha. Quando os ativistas dos direitos humanos queriam denunciar conversões forçadas ao islamismo na Indonésia, sua contas foram bloqueadas.

    Nascida em Berlim, ela já não se atreve a sair sozinha na véspera do Ano Novo pois já foi atacada cinco vezes por homens que falam árabe!

    Sommer acha que já é tarde demais para a Alemanha e ela planeja migrar para a aposentadoria. O islamismo político está presente em todos os lugares, inclusive no governo, nos partidos políticos, na polícia e nas escolas. Com a reunificação familiar, ainda virão milhões de imigrantes muçulmanos.
    Na capital alemã onde ela mora, distritos inteiros já são dominados pela comunidade muçulmana que forma uma sociedade paralela.

    Prevendo tal situação, vale lembrar que o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse em Fevereiro de 2017, que seu país abrirá as portas para os cidadãos europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa, conforme noticiou Panorama Livre.

    A ONG Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte declarou em site oficial que Rebecca Sommer não está de mudança para a Polônia, todavia não negou o conteúdo da entrevista dada pela ativista para a mídia polonesa.

    Referência:
    D.C. Clothesline"

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    Alguém tem se informado, nessa tema, o que ocorre/ocorrerá na república das bananas?
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 20 Fev 2018, 7:29 am

    O egoísmo não tem limites. Algumas pessoas se acham melhores que outras, quando na verdade, são muito piores, pois desejam a desgraça alheia. Normalmente se dizem crentes em Deus. Que loucura!
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Ter 20 Fev 2018, 7:52 am

    Ei, se foi pra mim, esqueça.

    Não sou crente.

    E, sim, os socialistas fazem a mer.da e depois esperam que os capitalistas resolvam!!!
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Ter 20 Fev 2018, 8:43 am

    ale1969 escreveu:O egoísmo não tem limites. Algumas pessoas se acham melhores que outras, quando na verdade, são muito piores, pois desejam a desgraça alheia. Normalmente se dizem crentes em Deus. Que loucura!

    Também acho esses imigrantes egoístas... são recebidos em outro lugar e retribuem com violência...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 20 Fev 2018, 9:24 am

    O BR nunca foi socialista de verdade. Vi o PT hastear a bandeira dos projetos sociais, mas na verdade tudo foi feito por interesse pessoal. Tanto que seu maior medalhão, o robalo (Lula), caiu na rede.
    Exemplo de democracia com foco no bem estar social é a Noruega. O capitalismo, por si só, é cada um pra si, e quem está na base da pirâmide dificilmente conseguirá galgar algum tijolo.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Ter 20 Fev 2018, 9:52 am

    Galizezin escreveu:O BR nunca foi socialista de verdade. Vi o PT hastear a bandeira dos projetos sociais, mas na verdade tudo foi feito por interesse pessoal. Tanto que seu maior medalhão, o robalo (Lula), caiu na rede.
    Exemplo de democracia com foco no bem estar social é a Noruega. O capitalismo, por si só, é cada um pra si, e quem está na base da pirâmide dificilmente conseguirá galgar algum tijolo.

    Ah ram... çei....

    As soluções da social-democracria(PSDB) da esquerda(PT) no Brasil não foram boas, então, devemos ir mais forte ainda à esquerda para garantir que seremos logo uma Noruega...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Fev 2018, 10:17 am

    Quanto à alegação de que os "venezuelanos estão colhendo o que plantaram", me surpreende, especialmente por ter vindo de um liberal, que defende o indivíduo acima da "coletividade". Não me parece justo supor que um indivíduo qualquer tenha de pagar, "sem piedade", pelos erros de voto de seus compatriotas. E mesmo aqueles que votaram no Chávez, e Maduro, não o fizeram pretendendo alcançar o regime que hoje vige naquele país. Foram, obviamente, ludibriados, e merecem uma chance de ver seus erros redimidos.

    De qualquer forma, para mero exercício retórico, vamos assumir que um indivíduo tenha, sim, de pagar pelos erros de seus compatriotas, e colher o que "todos, coletivamente", plantaram. Então, é plenamente justo que nós, brasileiros, ajudemos a resgatar a cidadania dos venezuelanos, já que, por intermédio dos governantes por nós eleitos (Lula e Dilma, em especial, mas também o Temer, por omissão), fomentamos, incentivamos e nos omitimos diante dos desmandos no país vizinho. Quando era hora de não envolvimento, agimos para incentivar a manutenção daquele regime sórdido, quando era hora de agir, nos omitimos. Sob esse raciocínio, seria justo, portanto, que pagássemos todos pelos erros de alguns, e seria nosso dever auxiliar os imigrantes.

    Afora essa digressão retórica, vale lembrar que a política externa centrada no fechamento de fronteiras é uma política falida. É uma comparação covarde, mas vamos fazê-la: só o orçamento militar americano equivale à metade de todo o nosso orçamento; as fronteiras terrestres dos EUA (12-13 mil km) são menores que as nossas (15-16 mil km); com apenas dois países e em condições inóspitas (deserto em boa parte do sul e neve em boa parte do norte); e ainda não conseguiram "fechar" suas fronteiras; o Brasil é que não vai fechar.

    Lógico que não podemos, também, praticar a política de "fronteiras escancaradas", permitindo a entrada sem qualquer controle. Deve-se autorizar a entrada, controlada, dos venezuelanos (que são, sim, seres humanos e vítimas de um governo desumano). Se for o caso, que se criem campos de refugiados, para permanência provisória, tratamento inicial de saúde etc. E, mais importante, o governo brasileiro tem de endurecer o discurso contra a pseudo democracia instaurada na Venezuela; pressionar os organismos internacionais, e demais países, por sanções duras, e se necessário ajudar na reconstrução do país vizinho. Aposto que esta seria a melhor política anti-imigração; a maior parte dos venezuelanos largaram seu país e vieram ao Brasil por falta de opção. Se o ambiente por lá melhorar, seguramente eles voltam.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 20 Fev 2018, 11:10 am

    É deve ser difícil para alguns trabalhar para o Estado, em particular prestar serviços aos mais necessitados.
    Cuidado para não fazer igual ao Edmundo quando foi bater penalidade máxima contra o Vasco!
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por ale1969 em Ter 20 Fev 2018, 11:15 am

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Fev 2018, 11:23 am

    euvoltei escreveu:
    Galizezin escreveu:O BR nunca foi socialista de verdade. Vi o PT hastear a bandeira dos projetos sociais, mas na verdade tudo foi feito por interesse pessoal. Tanto que seu maior medalhão, o robalo (Lula), caiu na rede.
    Exemplo de democracia com foco no bem estar social é a Noruega. O capitalismo, por si só, é cada um pra si, e quem está na base da pirâmide dificilmente conseguirá galgar algum tijolo.

    Ah ram... çei....

    As soluções da social-democracria(PSDB) da esquerda(PT) no Brasil não foram boas, então, devemos ir mais forte ainda à esquerda para garantir que seremos logo uma Noruega...
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    Voltamos à falácia de que os países nórdicos são "socialistas".

    O índice de liberdade econômica (da Heritage Foundation) diz o oposto:

    Noruega (23º), Dinamarca (12º), Países Baixos (17º), Suécia (15º) estão entre os países mais liberais do mundo. O Brasil está em 153º, a Venezuela é o penúltimo (179º), acima apenas da Coreia do Norte (180º).

    Liberalismo e gastos sociais não são excludentes. Inclusive, os gastos sociais têm maior chance de implementação em países onde o Estado não tenta se ocupar de tudo, apenas do mais importante (premissa completamente oposta ao socialismo).

    No índice de liberdade econômica, valores altos indicam maior liberdade (portanto, mais próximos ao liberalismo que ao socialismo); valores baixos indicam falta de liberdade (portanto, mais próximos ao socialismo que ao liberalismo). Utilizo este índice para comparação sem juízo de valor, se determinado índice alto ou baixo é bom ou ruim para um país (comento mais abaixo).

    Observem, dentro da caixa abaixo, os principais critérios do índice, e as notas dos países que citei acima:

    Principais indicadores do índice de liberdade econômica:



    Índice geral de liberdade econômica, e posição do país no ranking:
    1º Hong Kong - 90,2
    12º Dinamarca - 76,6
    15º Suécia - 76,3
    17º Países Baixos - 76,2
    23º Noruega - 74,3
    153º Brasil - 51,4
    179º Venezuela - 25,2
    180º Coreia do Norte - 5,8


    Direitos de propriedade:
    Hong Kong - 93,7
    Dinamarca - 86,7
    Suécia - 88,6
    Países Baixos - 87,4
    Noruega - 86,7
    Brasil - 55
    Venezuela - 6,8
    Coreia do Norte - 32,4


    Eficácia judicial:
    Hong Kong - 84
    Dinamarca - 68,5
    Suécia - 82,2
    Países Baixos - 69,9
    Noruega - 83,3
    Brasil - 49,7
    Venezuela - 10,3
    Coreia do Norte - 5


    Integridade do governo:
    Hong Kong - 80,3
    Dinamarca - 84,9
    Suécia - 87,4
    Países Baixos - 85,7
    Noruega - 88,3
    Brasil - 33,4
    Venezuela - 11,6
    Coreia do Norte - 11,6


    Carga tributária:
    Hong Kong - 93
    Dinamarca - 37,2
    Suécia - 44,4
    Países Baixos - 53,2
    Noruega - 55,6
    Brasil - 70,1
    Venezuela - 72,5
    Coreia do Norte - 0


    Gasto do governo:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 5,7
    Suécia - 21,7
    Países Baixos - 37
    Noruega - 38,5
    Brasil - 53,1
    Venezuela - 51,5
    Coreia do Norte - 0


    Saúde fiscal:
    Hong Kong - 100
    Dinamarca - 95,4
    Suécia - 93,4
    Países Baixos - 83
    Noruega - 98,4
    Brasil - 22,8
    Venezuela - 15,2
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de negócios:
    Hong Kong - 94,6
    Dinamarca - 93,9
    Suécia - 90,8
    Países Baixos - 80,2
    Noruega - 89,5
    Brasil - 61,3
    Venezuela - 39,7
    Coreia do Norte - 5


    Liberdade de trabalho:
    Hong Kong - 89,1
    Dinamarca - 85,8
    Suécia - 53,2
    Países Baixos - 70,5
    Noruega - 48,8
    Brasil - 52,3
    Venezuela - 28,5
    Coreia do Norte - 5


    Liberdade monetária:
    Hong Kong - 83,2
    Dinamarca - 85,5
    Suécia - 85,3
    Países Baixos - 85,8
    Noruega - 75,8
    Brasil - 67
    Venezuela - 16,8
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de comércio exterior:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 87
    Suécia - 87
    Países Baixos - 87
    Noruega - 87,7
    Brasil - 69,4
    Venezuela - 60,7
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de investimento:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 90
    Suécia - 85
    Países Baixos - 90
    Noruega - 75
    Brasil - 50
    Venezuela - 0
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade financeira:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 80
    Suécia - 80
    Países Baixos - 80
    Noruega - 60
    Brasil - 50
    Venezuela - 10
    Coreia do Norte - 0

    Os países nórdicos têm valores altos em quase todos os indicadores de liberdade econômica. Seus valores mais baixos, comparativamente, estão nos critérios "carga tributária", e "gastos do governo", devido à sua política de "bem estar social". No entanto, esta política não é levada ao extremo de afetar os seus índices de "saúde fiscal", ou os demais índices de liberdade. As notas da Noruega e Suécia também são apenas medianas no quesito "liberdade de trabalho" (48,8 e 53,2, respectivamente, próximos à nota do Brasil, de 52,3), o que indica maior regulação trabalhista. Aponto que, no entanto, suas notas altas nos demais quesitos favorecem o ambiente econômico.


    Minha conclusão é que os países nórdicos foram bem sucedidos em coletar "o melhor dos mundos" socialista e capitalista. Criam bem estar social e protegem direitos trabalhistas, sem sufocar os cidadãos e empresários (e o ambiente de negócios), e sem incorrer em crises fiscais. O Brasil até pode tentar se espelhar em tais países e caminhar no mesmo sentido, óbvio, mas também teremos de melhorar em vários critérios nos quais estamos muito abaixo destes países:

    Direitos de propriedade (55 !); Eficácia judicial (49,7 !), Integridade do governo (33,4 !!!) Saúde fiscal (22,8 !!!), Liberdade de negócios (61,3), monetária (67), de comércio exterior (69,4), investimento (50 !) e financeira (50 !)

    Alguns destes critérios são básicos, e ainda estamos muito fracos neles. Na minha opinião, não seria saudável tentar promover as mesmas medidas de aumento tributário e prestação de serviços de bem estar social, sem nos atentarmos previamente (e concomitantemente) às demais medidas necessárias. No nosso caso, especificamente, seria "suicídio" aumentar gastos do governo, ainda que com a melhor das intenções (promoção de bem estar social), sem melhoria prévia nos quesitos de saúde fiscal e integridade do governo.

    Já disse várias vezes, e repito: não dá pra gente pegar só "uma parte da foto", dos países mais desenvolvidos, e achar que dá pra repetir aqui essa parte da foto, sem atentar para o restante do cenário. Ou, em outras palavras, colocar rodas de Ferrari num Fusca, por si só, não vai fazê-lo ter o mesmo desempenho.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Fev 2018, 11:29 am

    ale1969 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    Tem tudo para dar errado. Melhor, já está dando. Querer resolver um problema social seríssimo com mais violência.  

    Ué, qual a relação da notícia com a intervenção?? scratch scratch

    Notícias do tipo acontecem no RJ há muito mais tempo do que se imagina, e há muito antes de se cogitar em intervenção. Já há mais de 15 anos, na época em que eu era militar, havia a recomendação de não sair fardado, esconder identidade militar etc. Ou seja, já havia violência contra militar, da mesma forma que há contra os civis.

    O cara tava indo pro trabalho, como um cidadão qualquer, ou no mínimo como um militar qualquer iria, em período com ou sem intervenção, e foi mais uma vítima da violência generalizada no Estado do RJ.
    Quando muito, essa notícia só corrobora a hipótese de que a situação fugiu do controle, e exige medidas drásticas para correção.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por cicero_pb em Ter 20 Fev 2018, 11:48 am

    Nós estamos colhendo o que plantamos.

    Já falei aqui que, devido a um bando de imbecis, criaram a CLT, construíram Brasília, optaram pelo transporte rodoviário de cargas/passageiros, criaram o bnh e, recentemente, gastaram 10 bilhoes na transposição do são francisco?

    Cada um desses projetos ajudou a criar a miséria em que vivemos. Uns mais, outros menos.

    E não foram só eles. Estou só exemplificando.

    Josebarbos, eu sou um que merece ser crucificado. Fiquei pensando que o gasto nas olimpiadas e copa do mundo pudesse se reverter em algo bom para a médio prazo. A ilusão durou uns dois meses. Depois a ficha caiu (antes dos eventos começarem, é claro).

    Então, quando eu compro lixo no mercado, quando me sinto um alienígena sem cidadania, quando vejo pessoas passando graves necessidades (inclusive eu), sei que estou pagando pelos erros que, coletivamente, construímos.

    O pior: não aceitamos nossos erros, não dizemos: "que mer.da fiz. Vamos fazer o certo agora?"

    Por que o governo não diz: "olha, essa opção pela rodovia é um erro. Vamos unir o país com malha ferroviária, via iniciativa privada, com regras claras?" ou "Deixa o cara cobrar o que o mercado aceitar, mas vamos levar esgoto a todas as cidades, via mercado?"

    Que tal mostrar estabilidade no nosso regime jurídico? Que tal ser coerente?

    Que tal implantar democracia, visto que esse arremedo não funciona?

    Enfim, colhemos o que plantamos. E não vejo ninguém vindo de fora ajudar.

    Aliás, falando em ajuda, eis um vídeo que pode ser interessante:

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 20 Fev 2018, 11:51 am

    euvoltei escreveu:
    Galizezin escreveu:O BR nunca foi socialista de verdade. Vi o PT hastear a bandeira dos projetos sociais, mas na verdade tudo foi feito por interesse pessoal. Tanto que seu maior medalhão, o robalo (Lula), caiu na rede.
    Exemplo de democracia com foco no bem estar social é a Noruega. O capitalismo, por si só, é cada um pra si, e quem está na base da pirâmide dificilmente conseguirá galgar algum tijolo.

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    Não, não foram. Bolsa-família deveria ser algo bastante específico e, portanto, limitado. No atual sistema, serve para manter o povão na vadiagem. No geral, nossas escolas públicas estão boas? A saúde vai bem? Quem quiser arrumar o país vai precisar esquecer essa história de esquerda/direita.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 20 Fev 2018, 11:53 am

    androsvilazza escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Galizezin escreveu:O BR nunca foi socialista de verdade. Vi o PT hastear a bandeira dos projetos sociais, mas na verdade tudo foi feito por interesse pessoal. Tanto que seu maior medalhão, o robalo (Lula), caiu na rede.
    Exemplo de democracia com foco no bem estar social é a Noruega. O capitalismo, por si só, é cada um pra si, e quem está na base da pirâmide dificilmente conseguirá galgar algum tijolo.

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    Voltamos à falácia de que os países nórdicos são "socialistas".

    O índice de liberdade econômica (da Heritage Foundation) diz o oposto:

    Noruega (23º), Dinamarca (12º), Países Baixos (17º), Suécia (15º) estão entre os países mais liberais do mundo. O Brasil está em 153º, a Venezuela é o penúltimo (179º), acima apenas da Coreia do Norte (180º).

    Liberalismo e gastos sociais não são excludentes. Inclusive, os gastos sociais têm maior chance de implementação em países onde o Estado não tenta se ocupar de tudo, apenas do mais importante (premissa completamente oposta ao socialismo).

    No índice de liberdade econômica, valores altos indicam maior liberdade (portanto, mais próximos ao liberalismo que ao socialismo); valores baixos indicam falta de liberdade (portanto, mais próximos ao socialismo que ao liberalismo). Utilizo este índice para comparação sem juízo de valor, se determinado índice alto ou baixo é bom ou ruim para um país (comento mais abaixo).

    Observem, dentro da caixa abaixo, os principais critérios do índice, e as notas dos países que citei acima:

    Principais indicadores do índice de liberdade econômica:



    Índice geral de liberdade econômica, e posição do país no ranking:
    1º Hong Kong - 90,2
    12º Dinamarca - 76,6
    15º Suécia - 76,3
    17º Países Baixos - 76,2
    23º Noruega - 74,3
    153º Brasil - 51,4
    179º Venezuela - 25,2
    180º Coreia do Norte - 5,8


    Direitos de propriedade:
    Hong Kong - 93,7
    Dinamarca - 86,7
    Suécia - 88,6
    Países Baixos - 87,4
    Noruega - 86,7
    Brasil - 55
    Venezuela - 6,8
    Coreia do Norte - 32,4


    Eficácia judicial:
    Hong Kong - 84
    Dinamarca - 68,5
    Suécia - 82,2
    Países Baixos - 69,9
    Noruega - 83,3
    Brasil - 49,7
    Venezuela - 10,3
    Coreia do Norte - 5


    Integridade do governo:
    Hong Kong - 80,3
    Dinamarca - 84,9
    Suécia - 87,4
    Países Baixos - 85,7
    Noruega - 88,3
    Brasil - 33,4
    Venezuela - 11,6
    Coreia do Norte - 11,6


    Carga tributária:
    Hong Kong - 93
    Dinamarca - 37,2
    Suécia - 44,4
    Países Baixos - 53,2
    Noruega - 55,6
    Brasil - 70,1
    Venezuela - 72,5
    Coreia do Norte - 0


    Gasto do governo:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 5,7
    Suécia - 21,7
    Países Baixos - 37
    Noruega - 38,5
    Brasil - 53,1
    Venezuela - 51,5
    Coreia do Norte - 0


    Saúde fiscal:
    Hong Kong - 100
    Dinamarca - 95,4
    Suécia - 93,4
    Países Baixos - 83
    Noruega - 98,4
    Brasil - 22,8
    Venezuela - 15,2
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de negócios:
    Hong Kong - 94,6
    Dinamarca - 93,9
    Suécia - 90,8
    Países Baixos - 80,2
    Noruega - 89,5
    Brasil - 61,3
    Venezuela - 39,7
    Coreia do Norte - 5


    Liberdade de trabalho:
    Hong Kong - 89,1
    Dinamarca - 85,8
    Suécia - 53,2
    Países Baixos - 70,5
    Noruega - 48,8
    Brasil - 52,3
    Venezuela - 28,5
    Coreia do Norte - 5


    Liberdade monetária:
    Hong Kong - 83,2
    Dinamarca - 85,5
    Suécia - 85,3
    Países Baixos - 85,8
    Noruega - 75,8
    Brasil - 67
    Venezuela - 16,8
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de comércio exterior:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 87
    Suécia - 87
    Países Baixos - 87
    Noruega - 87,7
    Brasil - 69,4
    Venezuela - 60,7
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade de investimento:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 90
    Suécia - 85
    Países Baixos - 90
    Noruega - 75
    Brasil - 50
    Venezuela - 0
    Coreia do Norte - 0


    Liberdade financeira:
    Hong Kong - 90
    Dinamarca - 80
    Suécia - 80
    Países Baixos - 80
    Noruega - 60
    Brasil - 50
    Venezuela - 10
    Coreia do Norte - 0

    Os países nórdicos têm valores altos em quase todos os indicadores de liberdade econômica.  Seus valores mais baixos, comparativamente, estão nos critérios "carga tributária", e "gastos do governo", devido à sua política de "bem estar social". No entanto, esta política não é levada ao extremo de afetar os seus índices de "saúde fiscal", ou os demais índices de liberdade. As notas da Noruega e Suécia também são apenas medianas no quesito "liberdade de trabalho" (48,8 e 53,2, respectivamente, próximos à nota do Brasil, de 52,3), o que indica maior regulação trabalhista. Aponto que, no entanto, suas notas altas nos demais quesitos favorecem o ambiente econômico.


    Minha conclusão é que os países nórdicos foram bem sucedidos em coletar "o melhor dos mundos" socialista e capitalista. Criam bem estar social e protegem direitos trabalhistas, sem sufocar os cidadãos e empresários (e o ambiente de negócios), e sem incorrer em crises fiscais. O Brasil até pode tentar se espelhar em tais países e caminhar no mesmo sentido, óbvio, mas também teremos de melhorar em vários critérios nos quais estamos muito abaixo destes países:

    Direitos de propriedade (55 !); Eficácia judicial (49,7 !), Integridade do governo (33,4 !!!) Saúde fiscal (22,8 !!!), Liberdade de negócios (61,3), monetária (67), de comércio exterior (69,4), investimento (50 !) e financeira (50 !)

    Alguns destes critérios são básicos, e ainda estamos muito fracos neles. Na minha opinião, não seria saudável tentar promover as mesmas medidas de aumento tributário e prestação de serviços de bem estar social, sem nos atentarmos previamente (e concomitantemente) às demais medidas necessárias. No nosso caso, especificamente, seria "suicídio" aumentar gastos do governo, ainda que com a melhor das intenções (promoção de bem estar social), sem melhoria prévia nos quesitos de saúde fiscal e integridade do governo.

    Já disse várias vezes, e repito: não dá pra gente pegar só "uma parte da foto", dos países mais desenvolvidos, e achar que dá pra repetir aqui essa parte da foto, sem atentar para o restante do cenário. Ou, em outras palavras, colocar rodas de Ferrari num Fusca, por si só, não vai fazê-lo ter o mesmo desempenho.

    Acho que vc não entendeu o significado de democracia com foco no bem estar social. A Noruega se recusa a ser chamada de socialista, porém seu governo intervém para implementar políticas sociais.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Ter 20 Fev 2018, 11:56 am

    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    Tem tudo para dar errado. Melhor, já está dando. Querer resolver um problema social seríssimo com mais violência.  

    Ué, qual a relação da notícia com a intervenção?? scratch scratch

    Notícias do tipo acontecem no RJ há muito mais tempo do que se imagina, e há muito antes de se cogitar em intervenção. Já há mais de 15 anos, na época em que eu era militar, havia a recomendação de não sair fardado, esconder identidade militar etc. Ou seja, já havia violência contra militar, da mesma forma que há contra os civis.

    O cara tava indo pro trabalho, como um cidadão qualquer, ou no mínimo como um militar qualquer iria, em período com ou sem intervenção, e foi mais uma vítima da violência generalizada no Estado do RJ.
    Quando muito, essa notícia só corrobora a hipótese de que a situação fugiu do controle, e exige medidas drásticas para correção.

    O antigo secretário de SP do RJ, Mariano Beltrame, fez um excelente trabalho com a implantação das UPPs. Em tese, a polícia fez a parte dela, mas o estado...A consequência disso é o que estamos vendo hoje. Então, o governo pode intervir no RJ quantas vezes ele quiser que será apenas medida paliativa, a não ser que ataque os problemas sociais. Pezão já declarou que o problema do RJ precisa ser atacado com EMPREGO. Essa é uma medida, acredito.



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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por euvoltei em Ter 20 Fev 2018, 12:37 pm

    No Brasil, só um mísero fundo de pensão (Previ), que saiu um pouquinho das garras do Estado, está com um patrimônio de mais de 100 bilhões e acumulando superavits......

    E o Estado, mesmo com todos trabalhadores, mesmo com poder de polícia, mesmo com sendo compulsória a contribuição, mesmo como todas regalias, não tem 1 centavo no INSS, pelo contrário, tem buraco...

    Ou seja, só dinheiro não resolve... Se não tiver o mínimo de orientação capitalista, não teremos nada, nunca......
    E nem adianta dizer que vamos eleger um congresso melhor,...
    Pois o fato é que os Sarneys, os Tancredos/Aécio Neves, etc.. estão aí a décadas e décadas, e não já com novas gerações dos mesmo chegando..

    A saída, no caso do Brasil, é mesmo, tirar tudo que puder da mão do estado... pq lá, só tem mesmo é mão-grande...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Fev 2018, 12:40 pm

    Galizezin escreveu:

    Acho que vc não entendeu o significado de democracia com foco no bem estar social. A Noruega se recusa a ser chamada de socialista, porém seu governo intervém para implementar políticas sociais.

    Pois é, não foi o que você defendeu, que a Noruega seja um país "socialista". Eu me referi à falácia porque esse é um argumento geralmente utilizado pelos defensores do socialismo. Não foi o argumento que você expôs, perceptivelmente.

    Mas eu fiz questão de ressaltar que tais países abraçaram as políticas sociais porque construíram todas as condições para que o fizessem, e para que tais políticas sociais (inerentemente positivas) se tornassem um embaraço ao país e, ao fim e ao cabo, à própria capacidade do país de continuar provendo políticas sociais. É parte de um círculo, que pode tanto ser virtuoso quanto vicioso, a depender da forma em que for implementado.

    Não estou dizendo que o Brasil não tenha condições, ou que não possa, implementar políticas sociais. O que digo é que elas têm de se adequar à nossa realidade e, principalmente, à nossa capacidade de prover.

    O político brasileiro vê os outros países de "ar condicionado". Decide que quer um ar condicionado, não tem condições de comprá-lo ou mantê-lo, mas ainda assim vai lá e compra. No fim, não consegue pagar a prestação do ar condicionado, não consegue pagar a conta de luz, passa a comer mal pra fechar as contas, se endivida cada vez mais, e se ferra todo.

    Precisamos nos contentar, por enquanto, em ter um ventilador. Ao mesmo tempo, continuamos trabalhando pra melhorar nossas condições gerais, a fim de também termos condições (e direito) de adquirir e usufruir de um ar condicionado. Ou seja, se queremos os mesmos resultados, no mínimo temos de fazer os mesmos esforços e sacrifícios, e prover as mesmas condições, para que os resultados apareçam.

    Falta esse tipo de raciocínio simples, mas inquestionável, e preocupações também de longo prazo, aos nossos políticos e ao nosso povo.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Fev 2018, 12:55 pm

    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    Tem tudo para dar errado. Melhor, já está dando. Querer resolver um problema social seríssimo com mais violência.  

    Ué, qual a relação da notícia com a intervenção?? scratch scratch

    Notícias do tipo acontecem no RJ há muito mais tempo do que se imagina, e há muito antes de se cogitar em intervenção. Já há mais de 15 anos, na época em que eu era militar, havia a recomendação de não sair fardado, esconder identidade militar etc. Ou seja, já havia violência contra militar, da mesma forma que há contra os civis.

    O cara tava indo pro trabalho, como um cidadão qualquer, ou no mínimo como um militar qualquer iria, em período com ou sem intervenção, e foi mais uma vítima da violência generalizada no Estado do RJ.
    Quando muito, essa notícia só corrobora a hipótese de que a situação fugiu do controle, e exige medidas drásticas para correção.

    O antigo secretário de SP do RJ, Mariano Beltrame, fez um excelente trabalho com a implantação das UPPs. Em tese, a polícia fez a parte dela, mas o estado...A consequência disso é o que estamos vendo hoje. Então, o governo pode intervir no RJ quantas vezes ele quiser que será apenas medida paliativa, a não ser que ataque os problemas sociais. Pezão já declarou que o problema do RJ precisa ser atacado com EMPREGO. Essa é uma medida, acredito.


    Pessoalmente, considero as UPPs mais um trabalho de maquiagem que qualquer outra coisa. Não tinha condições de se sustentar a longo prazo. Basicamente, o que fizeram foi espantar os bandidos, colocar lá um postinho de polícia, com poucos policiais (obviamente, porque o Estado não tinha condições de manter grandes postos policiais em cada uma das centenas de comunidades). Passado pouco tempo, os bandidos voltaram e os coitados dos policiais nas UPPs ficaram sem capacidade de resposta (como 2/3 policiais poderiam repelir dezenas de traficantes, fortemente armados?). Tiveram de fazer vista grossa e fingir que estava tudo funcionando perfeitamente.

    No entanto, reconheço que era uma das poucas medidas de curto prazo que poderiam ser tomadas. Os grandes eventos (Copa do Mundo e Olimpíadas) se aproximavam, e a maquiagem foi o máximo que puderam fazer. Sinceramente não consigo imaginar medidas praticáveis, no curto prazo, que possam ser efetivas. As medidas que vislumbro (principalmente de alterações no Código Penal e de Processo Penal, e endurecimento contra os corruptos no próprio poder público fluminense) não serão implementadas. Outras medidas importantes tampouco ocorrerão, como a mudança de mentalidade do MP, Judiciário (aí inclusa a OAB) e das faculdades do estado do RJ, cujas preocupações passam longe da solução dos problemas de segurança.

    É triste ter de reconhecer que, nas últimas décadas, as poucas vezes em que a população do RJ se sentiu segura foi quando os traficantes e milicianos mantinham os bandidos na coleira. À época, achavam que a prática de crimes próximos às comunidades chamava atenção desnecessária, e reprimiam duramente o crime não-autorizado. Depois que essa geração passou, e os novos chefões do crime começaram a apostar na baderna geral, já era.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

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