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    Reforma da Previdência (versão 2016.2)

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    Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Sex 24 Nov 2017, 4:44 pm

    OJAF RJ escreveu:
    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:A verdade é que nenhum sistema se sustenta se a pessoa recolher por anos sobre valores baixos, depois entra no serviço público com salários muito mais altos e se aposenta com a integralidade do último salário. A conta não fecha.


    Isso não existe mais. O que digo é a falta de regra de transição, com idade e tempo de contribuição, para os que ingressaram no sistema mais novos(pobres) e depois da faculdade(mais ricos).

    Não se engane com falsos discursos que pretendem dividir a categoria(servidores públicos) em novatos e antigos, professores/policiais/militares e os demais, já sofremos muito com isso nos governos do PT, em particular do Lula. Se não entrarmos unidos seremos massacrados como os nativos americanos pelos colonizadores europeus.  

    A verdade é a seguinte, se não for feita uma dura reforma o sistema não se sustenta, e aí não vai sobrar nem direito adquirido. Portugal, com uma legislação muito mais protetiva que a nossa teve que cortar 40% dos benefícios, dentre outras medidas inimagináveis no cenário atual.

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    "No Brasil, como dito, não se admite quaisquer alterações em benefícios já concedidos, nem mesmo em situações consolidadas, ainda que o benefício não haja sido requerido/concedido, o que se deve ter como legítimo, justo e absolutamente necessário em situações institucionais ditas normais.

    Em Portugal, por sua vez, em meio à crise econômica, admitiu-se (i) a extinção do pagamento de 13º e 14º dos aposentados com renda superior a 1,1 mil euros; (ii) congelamento das aposentadorias em 2011; (iii) cobrança de contribuição adicional de 3,5% para os aposentados com renda de 1 mil euros até 40% para aqueles com renda acima de 7,1 mil euros; e (iv) suspensão de aposentadorias precoces (57 anos) entre 2012 e 2014.

    Nota-se que a abrangência do direito adquirido no Brasil, em situações normais, sempre foi menos ampla que em Portugal, já que naquele país já se internalizou a garantia do princípio da confiança, o qual em situações normais deve resguardar expectativas legitimas de direito.

    Todavia, conforme abordado em face da crise econômica severa verificada naquele país na última década, criou-se uma jurisprudência excepcional de crise que além de não resguardar o princípio da confiança, não observa expectativas de direito e até mesmo direitos adquiridos."

    Não se sustenta é papo de banqueiro!

    DRU continua a pleno vapor, arrancando dinheiro da "arregaçada" previdência.
    Governo não aceita de jeito nenhum auditoria nas contas públicas, quiçá na previdência.
    Auditores da Receita Federal confirmam não existir déficit.
    Relatório da câmara confirma não existir déficit.
    A roubalheira aos cofres públicos não tem fim...


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Sab 25 Nov 2017, 6:55 pm



    Da mesma forma, a emenda prevê, em seu artigo 4º, eliminando a dúvida sobre a limitação ao teto:

    "Art. 4º O limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social somente será aplicado a aposentadorias concedidas a servidores que ingressaram ou vierem a ingressar no serviço público posteriormente à instituição de regime de previdência complementar ou que ingressaram anteriormente e exerceram a opção de que trata o § 16 do art. 40 da Constituição."
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por josebarbos em Dom 26 Nov 2017, 12:11 pm

    Solange4 escreveu:
    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:Isso aqui é terrível:

    § 6º É vedado o recebimento conjunto, sem prejuízo de outras hipóteses previstas em lei:
    (...)
    III - de pensão por morte e de aposentadoria no âmbito do regime de previdência de que trata este artigo, ou entre este regime e o regime geral de previdência social, cujo valor total supere dois salários mínimos.
    (...)
    § 7º Na concessão do benefício de pensão por morte, será respeitado o disposto no § 2º do art. 201 e o limite máximo dos benefícios do regime geral de previdência social, sendo o valor equivalente a uma cota familiar de 50% (cinquenta por cento) acrescida de cotas de 10 (dez) pontos percentuais por dependente (...)

    Um casal de funcionários públicos recolhe PSS sobre tudo que recebem, após a morte de um, o outro continua recolhendo, mas quando se aposentar, diminui a renda.


    Normal, diminui também o número de bocas Twisted Evil  Twisted Evil  Twisted Evil . Esse é um exemplo clássico de se olhar a previdência como uma despesa financeira e sem levar em conta os aspectos sociais deletérios.

    Veja, no caso da viúva que trabalha, se a pensão é maior que o seu salário, ela contribui mas nunca receberá aposentadoria.

    O mais justo neste sentido seria criar um sistema de alíquotas diferenciadas, conforme os "produtos" de previdência social que deseja obter.
    Eu, particularmente, não acho correto que alguém solteiro e "sozinho" pague o mesmo valor que alguém casado e com filhos, que deixará pensão por algum tempo, inclusive, a depender da condição física de seus dependentes.

    Me parece, quem tiver conhecimento de causa, que no caso dos militares já é assim, pelo menos para alguns tipos de benefício.

    Acho esta medida muito mais adequada que uma alteração unilateral, vinda de cima, que criará um teto para pensões, que tende a prejudicar aqueles que pagaram mais: afinal de contas, no final, tudo estará limitado ao salário mínimo, até para quem nunca pôs um centavo na vida na previdência (BPC).

    Mas é uma discussão tão complexa, que entendo porque preferem ditar as normas desta forma.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Seg 27 Nov 2017, 7:44 am

    Pulo do gato dessa reforma é deixar fora da constituição o tempo de contribuição e idade mínima, com isso podem alterar sempre que "necessário" sem depender de 2/3 do congresso como atualmente.
    Se não chegar na Previdência Complementar já será um lucro, entretanto, já chegou pois o Regime Geral impõe uma idade mínima para aposentar independente da contribuição a maior.
    Isso é ruim pois não conseguiremos sacar o que foi poupado(sua e 90% do patrocinador) até que seja aposentado ou desligado, chegando a 65 anos em 2038, sem contar que ainda podem diminuir o teto da previdência ou criar nova regra limitando a dois salários mínimos....outro problema, indexando com o salário mínimo.
    Essa reforma está muito ruim, tão ruim quanto a da Trabalhista.

    Que precisava mudar, não há dúvida, o problema é o que foi mudado e como.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Seg 27 Nov 2017, 12:56 pm

    Olha que crônica legal, para muitos que como eu encontram-se nessa cilada.


    Início » Opinião » Colunistas » Adamastor, o servidor privilegiado
    Colunistas
    Adamastor, o servidor privilegiado
    "Adamastor, durante 33 anos, nunca se preocupou com previdência privada ou formação de um 'pé de meia'. Afinal, por conta das características de seu regime de aposentadoria, essas preocupações não faziam o menor sentido"
    por Aldemario Araujo Castro | 26/11/2017 14:00
    CATEGORIA(s): Colunistas, Outros destaques
    Aldemario Araujo Castro Aldemario Araujo Castro

    Outrora, num país distante, bem distante, o jovem Adamastor de Oliveira Neto ingressou no serviço público, depois de concorrido concurso, ocupando o cargo de Analista do Tesouro Nacional. Naquela ocasião, uma das maiores preocupações de Adamastor envolvia sua velhice e a aposentadoria.

    O indigitado servidor público ouviu, no órgão de pessoal de sua repartição, uma longa preleção acerca do regime previdenciário aplicável aos servidores públicos. Por cautela, Adamastor pesquisou cuidadosamente a legislação de regência das aposentadorias e constatou que as informações prestadas estavam corretas.

    Ele ouviu e leu basicamente o seguinte: a) não teria fundo de garantia pelo tempo de serviço (como ocorria com os trabalhadores do setor privado); b) contribuiria mensalmente para a previdência dos servidores públicos com 11% do total de sua remuneração e c) quando da aposentadoria, depois de 35 anos de contribuição, receberia como proventos o valor integral de sua remuneração.

    Na primeira década como servidor, Adamastor recebeu mensalmente a remuneração de 10 mil réis. Nesse período, sua contribuição previdenciária foi de 1.100 réis mensais. Na segunda década de serviço, a remuneração passou a ser de 12 mil réis e a contribuição previdenciária mensal de 1.320 réis. Em treze dos últimos quinze anos de trabalho, a remuneração foi de 15 mil réis e a contribuição previdenciária mensal de 1.650 réis. Adamastor, durante 33 anos, nunca se preocupou com previdência privada ou formação de um “pé de meia” (uma reserva financeira para a aposentadoria). Afinal, por conta das características de seu regime de aposentadoria, essas preocupações não faziam o menor sentido.

    EBC

    "Os protestos de Adamastor foram ignorados. Os argumentos de irrazoabilidade e injustiça não foram considerados"
    Aos 30 anos de serviço, Adamastor testemunhou uma radical mudança no regime previdenciário dos servidores públicos. A partir daquele momento, os novos servidores não mais contribuiriam sobre a totalidade da remuneração. A nova regra estabelecia contribuição sobre o teto do regime geral aplicável aos trabalhadores do setor privado e benefício com esse teto. Assim, um novo colega de Adamastor, recém-chegado ao serviço público, com remuneração de 12 mil réis, contribuía com 440 réis para uma aposentadoria de 4.000 réis (e não, uma contribuição de 1.320 réis para uma aposentadoria de 12 mil réis). Esse novo regramento atingia os novos servidores. A situação de Adamastor permanecia a mesma (em termos de valor da contribuição e valor da aposentadoria). Adamastor permaneceu sem preocupações em relação à sua aposentadoria.

    Quando restavam dois anos para a aposentadoria, depois de 33 anos de serviço e de contribuições sobre o total de sua remuneração, foi implementada uma nova reforma previdenciária. O governo de então, a grande mídia e os mais vistosos integrantes do “mercado” conseguiram fazer vingar a ideia da igualdade total e imediata, para todos, dos regimes previdenciários. Assim, todos os trabalhadores (do setor privado e do setor público) passariam a receber o teto do regime geral de previdência. No caso de Adamastor, embora sua última remuneração fosse de 15 mil réis e sua contribuição previdenciária de 1.650 réis por mês, a aposentaria seria paga no valor de 5.530 réis.

    Os protestos de Adamastor foram ignorados. Os argumentos de irrazoabilidade e injustiça não foram considerados. O velho servidor tentou o apelo extremo num requerimento administrativo que chegou as mãos do então todo-poderoso Ministro das Finanças. Afirmou Adamastor: “Lá atrás, quando da minha posse, deveria ter sido dito que receberia como aposentado o limite de pagamento do regime geral dos trabalhadores do setor privado. Assim, sem direito ao fundo de garantia por tempo de serviço e sem receber de volta as contribuições ‘excedentes’, teria adotado cautelas de formar uma reserva para esse momento, poupando ou recorrendo à previdência privada. Agora, depois de 33 anos de serviço e contribuições pelo valor integral de minha remuneração ao longo do tempo, não tenho como ‘correr atrás do prejuízo’ ”.

    O apelo de Adamastor foi solenemente ignorado, até mesmo pelo pomposo Ministro das Finanças (um banqueiro com aposentadoria farta e fundos milionários em alguns paraísos fiscais). Afinal, o velho servidor público tentava ser, ou continuar sendo, o que de pior podia existir naquela estranha quadra: um maldito privilegiado.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Seg 27 Nov 2017, 1:05 pm

    Solange4 escreveu:

    Da mesma forma, a emenda prevê, em seu artigo 4º, eliminando a dúvida sobre a limitação ao teto:

    "Art. 4º O limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social somente será aplicado a aposentadorias concedidas a servidores que ingressaram ou vierem a ingressar no serviço público posteriormente à instituição de regime de previdência complementar ou que ingressaram anteriormente e exerceram a opção de que trata o § 16 do art. 40 da Constituição."
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por wilhelm em Seg 27 Nov 2017, 1:13 pm

    Jubilando escreveu:Só sei que vou querer de volta o que pago a mais há 32 anos.
    Não sei como. Mas confisco não dá pra aceitar passivamente.

    A união vai te pagar, mas vai te dar uma banana e esperar você vencer em juízo. Eles têm a AGU inteira a favor deles, para enrolar essa ação (apesar de causa ganha) por 10 anos com facilidade, isso se não conseguirem cooptar o STF para tomar uma decisão política e sepultar esse "passivo"... Eu vou migrar para o FUNPRESP. Uma coisa que aprendi nesses 14 anos de TRF e ainda mais trabalhando quase todos eles com precatórios,é que na união não se deve confiar... depois me perguntam por que eu paulatinamente me tornei defensor do estado mínimo e um liberal-conservative clássico...
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Seg 27 Nov 2017, 1:29 pm

    Mais uma historinha...
    Cosme e Damião são irmãos gêmeos e começaram a trabalhar aos 25 anos.
    Cosme *estudou* e foi aprovado em concurso público e hoje recebe aposentadoria de 9.000 por mês.
    Damião só fez o primário e aposentou-se como pedreiro, pelo INSS onde recebe 980 por mês.
    Estão com 90 anos.
    Damião contribuiu para o INSS com 78,40 por mês durante 35 anos, totalizando *35.672,00.*
    Ao se aposentar, recebeu o benefício de 980,00 por mês, durante 30 anos, totalizando *382.200,00.*
    Uma relação de *10,7 vezes* o valor que contribuiu.
    Damião também recebeu o FGTS.
    Cosme, o servidor público, recebeu a vida toda 9.000,00 por mês e contribuiu mensalmente com *990,00* e como teve que trabalhar *5 anos a mais* que seu irmão para se aposentar, pagou *514.800,00* de previdência. Mas, teve que contribuir com os mesmos 990,00 *durante os 25 anos de sua aposentadoria* (mais 331.750,00), totalizando um pagamento de *836.550,00.*
    Cosme, o servidor público, recebeu 9.000,00 por mês, durante 25 anos, o que totalizou 2.925.000.
    Ou seja, uma relação de *3,5 vezes o que contribuiu.*
    Cosme não teve direito ao FGTS.
    Pergunta-se: onde está o _"privilégio"_ auferido por Cosme, servidor público, em relação a Damião do setor privado???
    Autor: Marco Aurélio Nedel.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Seg 27 Nov 2017, 2:22 pm

    Solange4 escreveu:Mais uma historinha...
    Cosme e Damião são irmãos gêmeos e começaram a trabalhar aos 25 anos.
    Cosme *estudou* e foi aprovado em concurso público e hoje recebe aposentadoria de 9.000 por mês.
    Damião só fez o primário e aposentou-se como pedreiro, pelo INSS onde recebe 980 por mês.
    Estão com 90 anos.
    Damião contribuiu para o INSS com 78,40 por mês durante 35 anos, totalizando *35.672,00.*
    Ao se aposentar, recebeu o benefício de 980,00 por mês, durante 30 anos, totalizando *382.200,00.*
    Uma relação de *10,7 vezes* o valor que contribuiu.
    Damião também recebeu o FGTS.
    Cosme, o servidor público, recebeu a vida toda 9.000,00 por mês e contribuiu mensalmente com *990,00* e como teve que trabalhar *5 anos a mais* que seu irmão para se aposentar, pagou *514.800,00* de previdência. Mas, teve que contribuir com os mesmos 990,00 *durante os 25 anos de sua aposentadoria* (mais 331.750,00), totalizando um pagamento de *836.550,00.*
    Cosme, o servidor público, recebeu 9.000,00 por mês, durante 25 anos, o que totalizou 2.925.000.
    Ou seja, uma relação de *3,5 vezes o que contribuiu.*
    Cosme não teve direito ao FGTS.
    Pergunta-se: onde está o _"privilégio"_ auferido por Cosme, servidor público, em relação a Damião do setor privado???
    Autor: Marco Aurélio Nedel.


    Tem um monte de furos, né?
    Não leva em conta a contribuição patronal...
    Faz um conta de relação entre o que pagou e o que recebeu, ao invés de fazer a diferença entre os dois
    Não leva em conta o custo financeiro (juros de 35 anos)
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Seg 27 Nov 2017, 2:40 pm

    Solange4 escreveu:Mais uma historinha...
    Cosme e Damião são irmãos gêmeos e começaram a trabalhar aos 25 anos.
    Cosme *estudou* e foi aprovado em concurso público e hoje recebe aposentadoria de 9.000 por mês.
    Damião só fez o primário e aposentou-se como pedreiro, pelo INSS onde recebe 980 por mês.
    Estão com 90 anos.
    Damião contribuiu para o INSS com 78,40 por mês durante 35 anos, totalizando *35.672,00.*
    Ao se aposentar, recebeu o benefício de 980,00 por mês, durante 30 anos, totalizando *382.200,00.*
    Uma relação de *10,7 vezes* o valor que contribuiu.
    Damião também recebeu o FGTS.
    Cosme, o servidor público, recebeu a vida toda 9.000,00 por mês e contribuiu mensalmente com *990,00* e como teve que trabalhar *5 anos a mais* que seu irmão para se aposentar, pagou *514.800,00* de previdência. Mas, teve que contribuir com os mesmos 990,00 *durante os 25 anos de sua aposentadoria* (mais 331.750,00), totalizando um pagamento de *836.550,00.*
    Cosme, o servidor público, recebeu 9.000,00 por mês, durante 25 anos, o que totalizou 2.925.000.
    Ou seja, uma relação de *3,5 vezes o que contribuiu.*
    Cosme não teve direito ao FGTS.
    Pergunta-se: onde está o _"privilégio"_ auferido por Cosme, servidor público, em relação a Damião do setor privado???
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    Essa tal reforma da previdência do Temerildo só engana trouxa.


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Seg 27 Nov 2017, 3:07 pm

    Esse Hospital Sírio-Libanês é do cão viu, primeiro salvou o Lula, depois a Dilma e agora esse vampirão.
    Bem que o Dória poderia encher de doente lá só pra atrapalhar o atendimento das "toridades".

    Dúvida, quem que paga o hospital ?
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Seg 27 Nov 2017, 3:20 pm

    Fireball escreveu:Esse Hospital Sírio-Libanês é do cão viu, primeiro salvou o Lula, depois a Dilma e agora esse vampirão.
    Bem que o Dória poderia encher de doente lá só pra atrapalhar o atendimento das "toridades".

    Dúvida, quem que paga o hospital ?

    Pode crê que é nóis!


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por josebarbos em Seg 27 Nov 2017, 7:28 pm

    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Mais uma historinha...
    Cosme e Damião são irmãos gêmeos e começaram a trabalhar aos 25 anos.
    Cosme *estudou* e foi aprovado em concurso público e hoje recebe aposentadoria de 9.000 por mês.
    Damião só fez o primário e aposentou-se como pedreiro, pelo INSS onde recebe 980 por mês.
    Estão com 90 anos.
    Damião contribuiu para o INSS com 78,40 por mês durante 35 anos, totalizando *35.672,00.*
    Ao se aposentar, recebeu o benefício de 980,00 por mês, durante 30 anos, totalizando *382.200,00.*
    Uma relação de *10,7 vezes* o valor que contribuiu.
    Damião também recebeu o FGTS.
    Cosme, o servidor público, recebeu a vida toda 9.000,00 por mês e contribuiu mensalmente com *990,00* e como teve que trabalhar *5 anos a mais* que seu irmão para se aposentar, pagou *514.800,00* de previdência. Mas, teve que contribuir com os mesmos 990,00 *durante os 25 anos de sua aposentadoria* (mais 331.750,00), totalizando um pagamento de *836.550,00.*
    Cosme, o servidor público, recebeu 9.000,00 por mês, durante 25 anos, o que totalizou 2.925.000.
    Ou seja, uma relação de *3,5 vezes o que contribuiu.*
    Cosme não teve direito ao FGTS.
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    Essa tal reforma da previdência do Temerildo só engana trouxa.

    Ainda neste exemplo grosseiríssimo, enquanto um custa R$ 300.000,00 em assistencialismo, o outro custa R$ 2.000.000,00.
    O fato de um ser ou não "privilegiado" não legitimaria o mesmo cálculo para outrem, salvo se em condições iguais.

    O ideal seria uma previdência paga com valor fixo e com o assistencialismo às custas de uma contribuição independente e destacada, destinada a esta finalidade.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por OJAF RJ em Seg 27 Nov 2017, 8:24 pm

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Ter 28 Nov 2017, 6:13 am

    Ajustes na regra de transição

    Mais cedo, durante participação no mesmo evento, Maia voltou a destacar da dificuldade em conseguir o apoio de 308 votos para a aprovação da reforma, e defendeu a necessidade de ajustes na regra de transição para servidores.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Ter 28 Nov 2017, 7:20 am

    josebarbos escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Mais uma historinha...
    Cosme e Damião são irmãos gêmeos e começaram a trabalhar aos 25 anos.
    Cosme *estudou* e foi aprovado em concurso público e hoje recebe aposentadoria de 9.000 por mês.
    Damião só fez o primário e aposentou-se como pedreiro, pelo INSS onde recebe 980 por mês.
    Estão com 90 anos.
    Damião contribuiu para o INSS com 78,40 por mês durante 35 anos, totalizando *35.672,00.*
    Ao se aposentar, recebeu o benefício de 980,00 por mês, durante 30 anos, totalizando *382.200,00.*
    Uma relação de *10,7 vezes* o valor que contribuiu.
    Damião também recebeu o FGTS.
    Cosme, o servidor público, recebeu a vida toda 9.000,00 por mês e contribuiu mensalmente com *990,00* e como teve que trabalhar *5 anos a mais* que seu irmão para se aposentar, pagou *514.800,00* de previdência. Mas, teve que contribuir com os mesmos 990,00 *durante os 25 anos de sua aposentadoria* (mais 331.750,00), totalizando um pagamento de *836.550,00.*
    Cosme, o servidor público, recebeu 9.000,00 por mês, durante 25 anos, o que totalizou 2.925.000.
    Ou seja, uma relação de *3,5 vezes o que contribuiu.*
    Cosme não teve direito ao FGTS.
    Pergunta-se: onde está o _"privilégio"_ auferido por Cosme, servidor público, em relação a Damião do setor privado???
    Autor: Marco Aurélio Nedel.

    Essa tal reforma da previdência do Temerildo só engana trouxa.

    Ainda neste exemplo grosseiríssimo, enquanto um custa R$ 300.000,00 em assistencialismo, o outro custa R$ 2.000.000,00.
    O fato de um ser ou não "privilegiado" não legitimaria o mesmo cálculo para outrem, salvo se em condições iguais.

    O ideal seria uma previdência paga com valor fixo e com o assistencialismo às custas de uma contribuição independente e destacada, destinada a esta finalidade.

    Aí eu chego à conclusão: porque pagamos impostos?


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Ter 28 Nov 2017, 7:28 am

    Solange4 escreveu:Ajustes na regra de transição

    Mais cedo, durante participação no mesmo evento, Maia voltou a destacar da dificuldade em conseguir o apoio de 308 votos para a aprovação da reforma, e defendeu a necessidade de ajustes na regra de transição para servidores.

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    Felizmente não há votos para aprovar essa reforma, no próximo ano espero que essas pessoas não estejam no poder. Todo debate deve ser pautado pelas relações estabelecidas no momento do "contrato", isso chama-se "segurança jurídica". Quem ingressa no serviço público hoje, tem noção exata da necessidade de reservar parte de sua remuneração para manter o padrão de vida na aposentadoria, seja através do FUNPRESP ou outra forma de investimento(fundos, imóveis, comércio).

    Seria perfeitamente possível estabelecer parâmetros mínimos de transição, levando sempre em conta a idade e o tempo de contribuição para os servidores com integralidade e paridade. Lembrando sempre que quem estabeleceu as regras de aposentadoria desses servidores foi o seu patrão, no caso o Estado, sendo apenas feita a adesão, por concurso público, ao sistema.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Ter 28 Nov 2017, 9:30 am

    Quem puder assista o debate ao vivo:


    LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA - Reforma da Previdência - 28/11/2017 - 10:35
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Protocol em Ter 28 Nov 2017, 11:00 am

    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:Ajustes na regra de transição

    Mais cedo, durante participação no mesmo evento, Maia voltou a destacar da dificuldade em conseguir o apoio de 308 votos para a aprovação da reforma, e defendeu a necessidade de ajustes na regra de transição para servidores.

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    Felizmente não há votos para aprovar essa reforma, no próximo ano espero que essas pessoas não estejam no poder. Todo debate deve ser pautado pelas relações estabelecidas no momento do "contrato", isso chama-se "segurança jurídica". Quem ingressa no serviço público hoje, tem noção exata da necessidade de reservar parte de sua remuneração para manter o padrão de vida na aposentadoria, seja através do FUNPRESP ou outra forma de investimento(fundos, imóveis, comércio).

    Seria perfeitamente possível estabelecer parâmetros mínimos de transição, levando sempre em conta a idade e o tempo de contribuição para os servidores com integralidade e paridade. Lembrando sempre que quem estabeleceu as regras de aposentadoria desses servidores foi o seu patrão, no caso o Estado, sendo apenas feita a adesão, por concurso público, ao sistema.

    Não sou tão otimista. As pessoas que estão no poder (PMDB, PSDB, PP et caterva) possivelmente vão permanecer em 2019, talvez não com tanta força. A "esquerda" (PT, PSOL, PSB etc) está tão fragmentada que acho não consegue eleger candidato para presidente e fazer maioria no Congresso, considerando que o nome do ex-presidente Lula é o com maior força, mas não consenso, e que a Operação Lava Jato fez um estrago expressivo na imagem das principais lideranças do maior partido de centro esquerda, que é o PT. Há outros, como o Guilherme Boulos (um cara intelectualmente bem articulado), mas não sei se teria êxito eleitoral.

    Um governo formado por pessoas sensatas partiria dessa premissa que tu bem descreves (princípio da confiança) para buscar reestruturar o sistema previdenciário com o impacto mínimo possível aos usuários (futuros aposentados, pensionistas).

    O que falta ao Brasil hoje, na minha opinião, são lideranças (honestas e éticas) que inspirem e deem senso de propósito às pessoas, no sentido de gerar mobilização positiva para a transformação da sociedade. O atual Presidente da República inspira vontade de ficar em casa, deprimido.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Ter 28 Nov 2017, 12:31 pm

    Protocol escreveu:
    ale1969 escreveu:
    Solange4 escreveu:Ajustes na regra de transição

    Mais cedo, durante participação no mesmo evento, Maia voltou a destacar da dificuldade em conseguir o apoio de 308 votos para a aprovação da reforma, e defendeu a necessidade de ajustes na regra de transição para servidores.

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    Felizmente não há votos para aprovar essa reforma, no próximo ano espero que essas pessoas não estejam no poder. Todo debate deve ser pautado pelas relações estabelecidas no momento do "contrato", isso chama-se "segurança jurídica". Quem ingressa no serviço público hoje, tem noção exata da necessidade de reservar parte de sua remuneração para manter o padrão de vida na aposentadoria, seja através do FUNPRESP ou outra forma de investimento(fundos, imóveis, comércio).

    Seria perfeitamente possível estabelecer parâmetros mínimos de transição, levando sempre em conta a idade e o tempo de contribuição para os servidores com integralidade e paridade. Lembrando sempre que quem estabeleceu as regras de aposentadoria desses servidores foi o seu patrão, no caso o Estado, sendo apenas feita a adesão, por concurso público, ao sistema.

    Não sou tão otimista. As pessoas que estão no poder (PMDB, PSDB, PP et caterva) possivelmente vão permanecer em 2019, talvez não com tanta força. A "esquerda" (PT, PSOL, PSB etc) está tão fragmentada que acho não consegue eleger candidato para presidente e fazer maioria no Congresso, considerando que o nome do ex-presidente Lula é o com maior força, mas não consenso, e que a Operação Lava Jato fez um estrago expressivo na imagem das principais lideranças do maior partido de centro esquerda, que é o PT. Há outros, como o Guilherme Boulos (um cara intelectualmente bem articulado), mas não sei se teria êxito eleitoral.

    Um governo formado por pessoas sensatas partiria dessa premissa que tu bem descreves (princípio da confiança) para buscar reestruturar o sistema previdenciário com o impacto mínimo possível aos usuários (futuros aposentados, pensionistas).

    O que falta ao Brasil hoje, na minha opinião, são lideranças (honestas e éticas) que inspirem e deem senso de propósito às pessoas, no sentido de gerar mobilização positiva para a transformação da sociedade. O atual Presidente da República inspira vontade de ficar em casa, deprimido.

    Realmente esperar bom senso desse congresso vendido é demais. Agora, reputo o próximo pleito eleitoral como o mais importante desde 1989. Há sim uma fragmentação na esquerda e um desgaste natural do PT por ter usado os métodos espúrios de seus adversários no poder, ou seja vender-se para permanecer no governo. Porém há um natural e esperado debate na sociedade sobre a função social do Estado. Entre os mais pobres, que são os mais afetados pela ausência das políticas públicas, ficou a sensação de que a elite que usurpou o poder quer e vai implantar o desmantelamento das políticas sociais que promoveram o acesso aos bens de consumo que lhes foi negado por séculos, em particular educação pública e gratuita.

    Vamos esperar para ver, tenho esperança na geração que pôde estudar, especialmente nos IFs e Universidades Públicas, fruto de políticas de inclusão verdadeiramente meritocráticas.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Qua 29 Nov 2017, 8:35 pm

    Olha só que político contrário ao significado da palavra:
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 30 Nov 2017, 9:25 am

    Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por fairbanks em Qui 30 Nov 2017, 10:20 am

    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Olá, Franciscano. Entrei em Exercício em 04/2010. Poderia elencar as principais vantagens? minha preocupação é com relação à Pensão, pois tenho três filhos com 10,10 e 12 anos.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por OJAF RJ em Qui 30 Nov 2017, 10:47 am

    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Com relação a remuneração limitada ao teto do INSS, e a parcela a ser paga de benefício especial, não muda nada, continuam essas parcelas submetidas as regras do RPPS. O que vai mudar é que em relação a parcela decorrente da Funpresp, você irá receber o valor acumulado na sua conta individual, dividido por sua expectativa de sobrevivência. Caso o valor desse benefício apurado seja menor do que 5% da sua remuneração que excede o teto do INSS, aí, nesse caso, o FCBE vai complementar até esse limite.
    OBS: Na Funpresp-EXE o FCBE garante a reposição de todo o valor que excede o teto do INSS, no caso de invalidez ou morte. Contudo, o valor a pagar de FCBE é maior, creio que na casa dos 22%, contra 15% na Funpresp-JUD.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 30 Nov 2017, 11:00 am

    Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?





    OJAF RJ escreveu:
    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Com relação a remuneração limitada ao teto do INSS, e a parcela a ser paga de benefício especial, não muda nada, continuam essas parcelas submetidas as regras do RPPS. O que vai mudar é que em relação a parcela decorrente da Funpresp, você irá receber o valor acumulado na sua conta individual, dividido por sua expectativa de sobrevivência. Caso o valor desse benefício apurado seja menor do que 5% da sua remuneração que excede o teto do INSS, aí, nesse caso, o FCBE vai complementar até esse limite.
    OBS: Na Funpresp-EXE o FCBE garante a reposição de todo o valor que excede o teto do INSS, no caso de invalidez ou morte. Contudo, o valor a pagar de FCBE é maior, creio que na casa dos 22%, contra 15% na Funpresp-JUD.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 30 Nov 2017, 11:17 am

    Fairbanks, as principais vantagens que notei, em linhas bem gerais (escrevo rapidamente do celular, caso o texto fique ininteligível, explicarei melhor oportunamente), são:

    1 - Fuga da contribuição de 14% sobre o valor excedente ao teto do INSS, e também da contribuição previdenciária devida após a aposentadoria;

    2 - Possibilidade de mitigar os efeitos (provavelmente nocivos - nada mudou para melhor desde que estou no SPF) de reformas futuras que ocorrerão durante nossa vida laborativa. Boa parte da "poupança para aposentadoria" estará no FUNPRESP, em cota individualizada, e poderá ser sacada quando da desvinculação do SPF por qualquer razão; no atual regime, em caso de exoneração, não temos o que sacar (e ainda podemos perder algumas vantagens, como o benefício especial, em caso de aprovação em concurso da esfera estadual e municipal, como foi discutido páginas atrás);

    3 - Em algumas simulações que fiz (com aposentadoria aos 65 anos), as contribuições ao FUNPRESP (principalmente a 8,5%), com patrocínio da União, somadas ao benefício especial, propiciam uma aposentadoria maior do que aquela que seria atingida pelo nosso regime atual;

    4 - Caso nossa remuneração se aproxime, com o passar dos anos, do teto do INSS (o que é uma possibilidade, especialmente para os Técnicos e Analistas), no momento da aposentadoria, as contribuições feitas hoje, acima do teto, serão praticamente perdidas (alguém me corrija em caso de equívoco);

    5 - De acordo com o simulador do FUNPRESP, em caso de adesão e contribuição mensal ao fundo no percentual de 8,5% (ao que exceder o teto do INSS), haverá um pequeno ganho mensal líquido, em comparação com a contribuição feita hoje sobre a totalidade da remuneração para o regime próprio.

    No entanto, as principais desvantagens que notei são, justamente, nos casos do desfrute precoce de benefícios: pensão por morte e aposentadoria por invalidez. Para reduzir os efeitos disso, estou cotando seguros de vida (e incapacidade) de instituições financeiras...



    fairbanks escreveu:
    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Olá, Franciscano. Entrei em Exercício em 04/2010. Poderia elencar as principais vantagens? minha preocupação é com relação à Pensão, pois tenho três filhos com 10,10 e 12 anos.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por fairbanks em Qui 30 Nov 2017, 11:24 am

    Franciscano escreveu:Fairbanks, as principais vantagens que notei, em linhas bem gerais (escrevo rapidamente do celular, caso o texto fique ininteligível, explicarei melhor oportunamente), são:

    1 - Fuga da contribuição de 14% sobre o valor excedente ao teto do INSS, e também da contribuição previdenciária devida após a aposentadoria;

    2 - Possibilidade de mitigar os efeitos (provavelmente nocivos - nada mudou para melhor desde que estou no SPF) de reformas futuras que ocorrerão durante nossa vida laborativa. Boa parte da "poupança para aposentadoria" estará no FUNPRESP, em cota individualizada, e poderá ser sacada quando da desvinculação do SPF por qualquer razão; no atual regime, em caso de exoneração, não temos o que sacar (e ainda podemos perder algumas vantagens, como o benefício especial, em caso de aprovação em concurso da esfera estadual e municipal, como foi discutido páginas atrás);

    3 - Em algumas simulações que fiz (com aposentadoria aos 65 anos), as contribuições ao FUNPRESP (principalmente a 8,5%), com patrocínio da União, somadas ao benefício especial, propiciam uma aposentadoria maior do que aquela que seria atingida pelo nosso regime atual;

    4 - Caso nossa remuneração se aproxime, com o passar dos anos, do teto do INSS (o que é uma possibilidade, especialmente para os Técnicos e Analistas), no momento da aposentadoria, as contribuições feitas hoje, acima do teto, serão praticamente perdidas (alguém me corrija em caso de equívoco);

    5 - De acordo com o simulador do FUNPRESP, em caso de adesão e contribuição mensal ao fundo no percentual de 8,5% (ao que exceder o teto do INSS), haverá um pequeno ganho mensal líquido, em comparação com a contribuição feita hoje sobre a totalidade da remuneração para o regime próprio.

    No entanto, as principais desvantagens que notei são, justamente, nos casos do desfrute precoce de benefícios: pensão por morte e aposentadoria por invalidez. Para reduzir os efeitos disso, estou cotando seguros de vida (e incapacidade) de instituições financeiras...



    fairbanks escreveu:
    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Olá, Franciscano. Entrei em Exercício em 04/2010. Poderia elencar as principais vantagens? minha preocupação é com relação à Pensão, pois tenho três filhos com 10,10 e 12 anos.

    Valeu, deu pra entender sim, obrigado.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Qui 30 Nov 2017, 12:02 pm

    fairbanks escreveu:
    Franciscano escreveu:Pessoal, depois de muito pensar, cheguei à conclusão que para um servidor na minha situação (em exercício desde 2009, sujeito ao regime dos "80% da média remuneratória"), a melhor opção é aderir ao FUNPRESP, por vários motivos (caso alguém tenha interesse, posso elencá-los).

    Porém, aparentemente, a adesão traz um grande risco no tocante à aposentadoria por invalidez.

    Enquanto no regime ao qual estou vinculado, a aposentadoria decorrente de incapacidade causada por acidente de trabalho (ou moléstia a ele equiparado) ou doença grave corresponde aos proventos integrais (art. 186, I, Lei nº 8112/1990), não consegui entender qual seria o benefício a ser recebido em caso de adesão ao FUNPRESP para estas hipóteses.

    Alguém pode me esclarecer essa questão? Notadamente no que diz respeito à fração "limitada ao teto do RGPS", já que o benefício do FUNPRESP depende da reserva matemática de cada um.

    Obrigado!


    Situação semelhante, vai por mim, faça um seguro MAPFRE resgatável.
    Não confie seu futuro e dos seus descendentes no Governo(seja o teto do RGPS ou bônus especial ou até mesmo o funpresp).

    Olá, Franciscano. Entrei em Exercício em 04/2010. Poderia elencar as principais vantagens? minha preocupação é com relação à Pensão, pois tenho três filhos com 10,10 e 12 anos.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 30 Nov 2017, 12:10 pm

    Fireball, só pensei no Funpresp por conta do patrocínio. Se ele não existisse, sem Dúvidas, pouparia por conta própria!
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Qui 30 Nov 2017, 12:17 pm

    Franciscano escreveu:Fireball, só pensei no Funpresp por conta do patrocínio. Se ele não existisse, sem Dúvidas, pouparia por conta própria!

    Pois ao invés de aportar no RPC poderia pagar um bom seguro com valor menor e mesmo assim deduzir no IR, o liquido seria maior.

    O teto do RGPS(5.5k) a tendência é ser atualizado com o INPC mas o Governo espera um novo teto(já vimos isso na mudança de indexação do n. de salários e implantação do fator redutor na privada[RGPS]), limitado a dois mínimos.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Qui 30 Nov 2017, 5:02 pm

    Propaganda de Temer, sobre a reforma da previdência, causa dano moral com forte condição de assédio moral contra o servidor público.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por magmontal em Qui 30 Nov 2017, 7:25 pm

    Galizezin escreveu:Propaganda de Temer, sobre a reforma da previdência, causa dano moral com forte condição de assédio moral contra o servidor público.

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    Pena que logo um desembargador ou ministro cassa a liminar, numa decisão puramente política...
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Qui 30 Nov 2017, 8:37 pm

    magmontal escreveu:
    Galizezin escreveu:Propaganda de Temer, sobre a reforma da previdência, causa dano moral com forte condição de assédio moral contra o servidor público.

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    Pena que logo um desembargador ou ministro cassa a liminar, numa decisão puramente política...

    Por favor, me refresque a memória.
    Quem é mesmo que nomeia o magistrado pra desembargador federal?
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por flashfs em Sex 01 Dez 2017, 6:36 am

    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Sex 01 Dez 2017, 7:28 am

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Sex 01 Dez 2017, 8:30 am

    Solange4 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Mais uma notícia boa essa semana
    cheers
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Sex 01 Dez 2017, 12:15 pm

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    Até os banqueiros entregaram os pontos, dollar sobe, bolsa cai, dia 5 greve geral Razz Razz Razz
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Solange4 em Sex 01 Dez 2017, 12:23 pm

    ale1969 escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    Até os banqueiros entregaram os pontos, dollar sobe, bolsa cai, dia 5 greve geral Razz Razz Razz

    Segundo a folha, Centrais Sindicais cancelam a greve geral.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Sex 01 Dez 2017, 1:53 pm

    Parece que vencemos a batalha, esse governo ilegítimo não tem votos para aprovar a reforma da previdência. O cuidado agora é com a eleição de 2018, que reputo como a mais importante desde 1989, há uma máscara usada pelo "centrâo", "BBB" e os partidos vendidos. Não querem aprovar a reforma antes da eleição para se reelegerem ano que vem. Atenção, avisem a todos para não votarem nesses partidos fisiológicos(PSC, PP, PR, PROS, PSD, falso PODEMOS, AVANTE e outros).

    Vale lembrar que as coligações proporcionais continuam valendo, ou seja quando escolhermos os deputados federais, devemos analisar toda a legenda, pois sempre há infiltrados e oportunistas pendurados.

    Obs. Não faço análise ideológica nessa postagem, pois sei que há bons partidos de direita e esquerda, cada qual comprometido com sua filosofia política e que defendem claramente seu ponto de vista, o problema é o fisiologismo(sanguessuga).
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Sex 01 Dez 2017, 4:04 pm

    Pode ser golpe do governo e congresso, para votar a matéria na surdina, e sem a pressão de grevistas. Espero que não, mas pode...


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