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    Reforma da Previdência (versão 2016.2)

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por pernalonga em Sex 01 Dez 2017, 4:21 pm

    Centrais pelegas (CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Nova Central e CSB) estão mais preocupadas com o imposto sindical do que a luta contra as reformas. Agora era o momento de uma greve vgeral pra afundar de vez essa reforma da previdência
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Dom 03 Dez 2017, 9:11 pm

    A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo".


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Fireball em Seg 04 Dez 2017, 8:27 am

    Galizezin escreveu:A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo".


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    Marque a questão correta com x:
    a)( ) A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo";
    b)( ) A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo no Legislativo".
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Seg 04 Dez 2017, 8:44 am

    Fireball escreveu:
    Galizezin escreveu:A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo".


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    Marque a questão correta com x:
    a)( ) A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo";
    b)( ) A campanha divulgada pelo governo de Temer afirma que, com a reforma, o governo quer combater privilégios. "Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo no Legislativo".

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Ter 05 Dez 2017, 9:46 am

    O PMDB pretende "fechar questão" a favor da reforma da previdência, chegou a hora do corpo a corpo, da minha parte informa a lista de Deputados Federais do RJ.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Ter 05 Dez 2017, 11:25 am

    Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)= R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Ter 05 Dez 2017, 12:17 pm

    Franciscano escreveu:Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)=  R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.

    Seguro? Dependendo da idade a seguradora faz, mas quando vc dobrar o cabo da boa esperança...


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Ter 05 Dez 2017, 12:19 pm


    Ainda estou na fase dos trinta e poucos. Logo, a idade ainda não é óbice para este seguro:

    "Prazo de vigência do seguro
    Até 59 anos de idade na contratação: vigência máxima até os 100 anos.
    Mais de 59 anos de idade na contratação: vigência máxima até os 80 anos."





    Galizezin escreveu:
    Franciscano escreveu:Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)=  R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.

    Seguro? Dependendo da idade a seguradora faz, mas quando vc dobrar o cabo da boa esperança...
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Ter 05 Dez 2017, 12:51 pm

    Quem dera ter a oportunidade de migrar para o FUNPRESP, com 48 anos de idade e 33 anos de serviço só me resta sentar no meio-fio e chorar. Sad Sad Sad
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por androsvilazza em Ter 05 Dez 2017, 1:00 pm

    Com relação às coberturas adicionais para casos de invalidez, acho que seria interessante sondar o pessoal da Funpresp-JUD se há previsão de, em algum momento, igualar as regras às do Funpresp-EXE:

    1. O servidor vinculado à Funpresp-EXE, em caso de aposentadoria por invalidez, tem direito à remuneração integral, independente do motivo da invalidez (se por acidente de trabalho, ou não). Portanto, é uma regra mais favorável do que a aplicada aos servidores que não aderiram ao RPC. Logicamente, a "integralidade" só se aplica à parcela superior ao teto do RGPS. O risco envolvido é baixo, não afetaria significativamente a saúde atuarial do fundo; vi em algum lugar (acho que em notícia do MPOG), que apenas 0,3% dos servidores se aposentam por invalidez. De qualquer forma, uma alteração dessas provavelmente refletiria em um aumento da parcela destinada ao FCBE mensalmente;

    2. A Funpresp-EXE oferece a possibilidade de contratação da PAR (Parcela Adicional de Risco), que funciona exatamente como o seguro de vida contratado junto a bancos e seguradoras, com a vantagem de ser, em tese, mais barato, e permitir o benefício fiscal.


    Última edição por androsvilazza em Ter 05 Dez 2017, 1:02 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Ter 05 Dez 2017, 1:02 pm


    Exatamente. Não sei até que ponto foi bom o JUD ter instituído um fundo próprio...talvez essas coberturas sejam possíveis apenas em fundos com maior nível de recursos...o FUNPRESP - EXE deve ser 50x maior do que o JUD, em participantes e volume de investimentos



    androsvilazza escreveu:Com relação às coberturas adicionais para casos de invalidez, acho que seria sondar o pessoal da Funpresp-JUD se há previsão de, em algum momento, igualar as regras às do Funpresp-EXE:

    1. O servidor vinculado à Funpresp-EXE, em caso de aposentadoria por invalidez, tem direito à remuneração integral, independente do motivo da invalidez (se por acidente de trabalho, ou não). Portanto, é uma regra mais favorável do que a aplicada aos servidores que não aderiram ao RPC. Logicamente, a "integralidade" só se aplica à parcela superior ao teto do RGPS. O risco envolvido é baixo, não afetaria significativamente a saúde atuarial do fundo; vi em algum lugar (acho que em notícia do MPOG), que apenas 0,3% dos servidores se aposentam por invalidez. De qualquer forma, uma alteração dessas provavelmente refletiria em um aumento da parcela destinada ao FCBE mensalmente;

    2. A Funpresp-EXE oferece a possibilidade de contratação da PAR (Parcela Adicional de Risco), que funciona exatamente como o seguro de vida contratado junto a bancos e seguradoras, com a vantagem de ser, em tese, mais barato, e permitir o benefício fiscal.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por OJAF RJ em Ter 05 Dez 2017, 1:40 pm

    Franciscano escreveu:
    Exatamente. Não sei até que ponto foi bom o JUD ter instituído um fundo próprio...talvez essas coberturas sejam possíveis apenas em fundos com maior nível de recursos...o FUNPRESP - EXE deve ser 50x maior do que o JUD, em participantes e volume de investimentos



    androsvilazza escreveu:Com relação às coberturas adicionais para casos de invalidez, acho que seria sondar o pessoal da Funpresp-JUD se há previsão de, em algum momento, igualar as regras às do Funpresp-EXE:

    1. O servidor vinculado à Funpresp-EXE, em caso de aposentadoria por invalidez, tem direito à remuneração integral, independente do motivo da invalidez (se por acidente de trabalho, ou não). Portanto, é uma regra mais favorável do que a aplicada aos servidores que não aderiram ao RPC. Logicamente, a "integralidade" só se aplica à parcela superior ao teto do RGPS. O risco envolvido é baixo, não afetaria significativamente a saúde atuarial do fundo; vi em algum lugar (acho que em notícia do MPOG), que apenas 0,3% dos servidores se aposentam por invalidez. De qualquer forma, uma alteração dessas provavelmente refletiria em um aumento da parcela destinada ao FCBE mensalmente;

    2. A Funpresp-EXE oferece a possibilidade de contratação da PAR (Parcela Adicional de Risco), que funciona exatamente como o seguro de vida contratado junto a bancos e seguradoras, com a vantagem de ser, em tese, mais barato, e permitir o benefício fiscal.

    Conversei com o Edmilson Chagas, diretor de seguridade da Funpresp-JUD, por telefone, sobre esse assunto, e ele me falou que o entendimento na elaboração do regulamento do fundo, foi que o pagamento integral da aposentadoria por invalidez e morte oneraria demais o FCBE, trazendo um risco coletivo desnecessário. Ademais, eles não acharam justo um fundo conjunto cobrindo remunerações tão diferentes, como é o salário técnicos e analistas comparado com magistrados e procuradores.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por androsvilazza em Ter 05 Dez 2017, 2:05 pm

    OJAF RJ escreveu:
    Franciscano escreveu:
    Exatamente. Não sei até que ponto foi bom o JUD ter instituído um fundo próprio...talvez essas coberturas sejam possíveis apenas em fundos com maior nível de recursos...o FUNPRESP - EXE deve ser 50x maior do que o JUD, em participantes e volume de investimentos



    androsvilazza escreveu:Com relação às coberturas adicionais para casos de invalidez, acho que seria sondar o pessoal da Funpresp-JUD se há previsão de, em algum momento, igualar as regras às do Funpresp-EXE:

    1. O servidor vinculado à Funpresp-EXE, em caso de aposentadoria por invalidez, tem direito à remuneração integral, independente do motivo da invalidez (se por acidente de trabalho, ou não). Portanto, é uma regra mais favorável do que a aplicada aos servidores que não aderiram ao RPC. Logicamente, a "integralidade" só se aplica à parcela superior ao teto do RGPS. O risco envolvido é baixo, não afetaria significativamente a saúde atuarial do fundo; vi em algum lugar (acho que em notícia do MPOG), que apenas 0,3% dos servidores se aposentam por invalidez. De qualquer forma, uma alteração dessas provavelmente refletiria em um aumento da parcela destinada ao FCBE mensalmente;

    2. A Funpresp-EXE oferece a possibilidade de contratação da PAR (Parcela Adicional de Risco), que funciona exatamente como o seguro de vida contratado junto a bancos e seguradoras, com a vantagem de ser, em tese, mais barato, e permitir o benefício fiscal.

    Conversei com o Edmilson Chagas, diretor de seguridade da Funpresp-JUD, por telefone, sobre esse assunto, e ele me falou que o entendimento na elaboração do regulamento do fundo, foi que o pagamento integral da aposentadoria por invalidez e morte oneraria demais o FCBE, trazendo um risco coletivo desnecessário. Ademais, eles não acharam justo um fundo conjunto cobrindo remunerações tão diferentes, como é o salário técnicos e analistas comparado com magistrados e procuradores.

    Justo! De fato, são ponderações válidas.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por josebarbos em Ter 05 Dez 2017, 9:39 pm

    androsvilazza escreveu:
    OJAF RJ escreveu:
    Franciscano escreveu:
    Exatamente. Não sei até que ponto foi bom o JUD ter instituído um fundo próprio...talvez essas coberturas sejam possíveis apenas em fundos com maior nível de recursos...o FUNPRESP - EXE deve ser 50x maior do que o JUD, em participantes e volume de investimentos



    androsvilazza escreveu:Com relação às coberturas adicionais para casos de invalidez, acho que seria sondar o pessoal da Funpresp-JUD se há previsão de, em algum momento, igualar as regras às do Funpresp-EXE:

    1. O servidor vinculado à Funpresp-EXE, em caso de aposentadoria por invalidez, tem direito à remuneração integral, independente do motivo da invalidez (se por acidente de trabalho, ou não). Portanto, é uma regra mais favorável do que a aplicada aos servidores que não aderiram ao RPC. Logicamente, a "integralidade" só se aplica à parcela superior ao teto do RGPS. O risco envolvido é baixo, não afetaria significativamente a saúde atuarial do fundo; vi em algum lugar (acho que em notícia do MPOG), que apenas 0,3% dos servidores se aposentam por invalidez. De qualquer forma, uma alteração dessas provavelmente refletiria em um aumento da parcela destinada ao FCBE mensalmente;

    2. A Funpresp-EXE oferece a possibilidade de contratação da PAR (Parcela Adicional de Risco), que funciona exatamente como o seguro de vida contratado junto a bancos e seguradoras, com a vantagem de ser, em tese, mais barato, e permitir o benefício fiscal.

    Conversei com o Edmilson Chagas, diretor de seguridade da Funpresp-JUD, por telefone, sobre esse assunto, e ele me falou que o entendimento na elaboração do regulamento do fundo, foi que o pagamento integral da aposentadoria por invalidez e morte oneraria demais o FCBE, trazendo um risco coletivo desnecessário. Ademais, eles não acharam justo um fundo conjunto cobrindo remunerações tão diferentes, como é o salário técnicos e analistas comparado com magistrados e procuradores.

    Justo! De fato, são ponderações válidas.

    Vale lembrar que há regras que nos são muito mais benéficas em funções destas escolhas, como o valor do resgate.

    Creio que seja interessante complementar eventuais riscos com produtos como os seguros de vida resgatáveis.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Leovini em Ter 05 Dez 2017, 11:26 pm

    Franciscano escreveu:Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)=  R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.

    Estou numa situação parecida com a sua.

    Vc acha que esse seguro nesse valor de 500.000 seria o suficiente pra complementar o valor do teto do RGPS? O rendimento desse montante somado ao valor do teto chegaria na sua remuneração?
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qua 06 Dez 2017, 6:32 am

    Em caso de invalidez ou morte, é muito difícil que o rendimento da aplicação, somados ao Funpresp, benefício especial e teto do Inss, iguale os proventos da ativa.

    Em tese, no início do pagamento do benefício, isso até é viável. Mas as reservas do Funpresp e seguro tendem a se exaurir(esta última pela inflação, já que os rendimentos serão utilizados para completar renda) com o passar dos anos...

    Já na aposentadoria por idade (considerei aos 65 anos), principalmente se o Funpresp atingir boa rentabilidade(o que hoje ocorre), é possível que supere, com facilidade, o provento calculado com base na média remuneratória. Com a vantagem de não mais pagar contribuição previdenciária após a aposentadoria









    Leovini escreveu:
    Franciscano escreveu:Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)=  R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.

    Estou numa situação parecida com a sua.

    Vc acha que esse seguro nesse valor de 500.000 seria o suficiente pra complementar o valor do teto do RGPS? O rendimento desse montante somado ao valor do teto chegaria na sua remuneração?



    Leovini escreveu:
    Franciscano escreveu:Sem dúvidas. Qualquer infortúnio para um servidor que acabou de aderir ao FUNPRESP pode gerar efeitos catastróficos...inclusive para os dependentes deste.

    Por conta disso, estou quase chegando à receita final que pretendo seguir.

    Atualmente (em fevereiro, aumentará), recolho R$ 1.464,58 mensais a título de PSSS.

    Com adesão ao FUNPRESP e contribuições a 8,5% (do que exceder ao teto, logicamente), teria o seguinte gasto mensal:

    (a) R$ 608,45 para o PSSS, limitado ao teto do INSS;

    (b) R$ 646,95 para o FUNPRESP (de acordo com o simulador do colega José Barbosa);

    (a)+(b)=  R$ 1.255,39

    Ou seja, me sobram no mínimo R$ 209,18 mensais para investir em um seguro de vida com cobertura para morte e invalidez acidentária de aproximadamente R$ 500.000,00. Estou orçando o MAPFRE Resgatável (após 10 anos, é possível resgatar percentual significativo das contribuições mensais) que sugeriram nas postagens anteriores. A Porto Seguro também tem um plano semelhante.

    A única perda seria no imposto de renda recolhido na fonte, que teria um pequeno acréscimo mensal (embora este prejuízo possa ser atenuado com o seguro de vida resgatável, que estou pesquisando se pode ser deduzido da base do imposto - o que, por ora, creio não ser possível).


    Seguem os estudos...





    flashfs escreveu:
    Franciscano escreveu:Caro OJAF RJ, em outras palavras, em caso de migração e aposentadoria por invalidez (por acidente de trabalho ou doença grave), receberei automaticamente o teto do INSS (ou há alguma fórmula redutora? Eis minha dúvida - o art. 186, I, Lei nº 8112/1990 permanece aplicável?) + benefício especial + benefício FUNPRESP calculado com base na reserva matemática?
    Também tenho dúvida nessa parte da aposentadoria por invalidez e pensão por morte. Pelo explicado, para a aposentadoria por invalidez parece que é isso mesmo, já que ainda seremos regidos pela 8112. Isso não é tão ruim assim. Obviamente que, quanto mais o cara ganha de salário inicial e mais cedo ocorre um acidente, pior fica a situação dele.

    Estou numa situação parecida com a sua.

    Vc acha que esse seguro nesse valor de 500.000 seria o suficiente pra complementar o valor do teto do RGPS? O rendimento desse montante somado ao valor do teto chegaria na sua remuneração?
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qua 06 Dez 2017, 8:18 am

    Voltando ao tópico "REFORMA DA PREVIDÊNCIA", a Rede Globo voltou a carga contra os servidores, somos o "inimigo perfeito" escolhido pelo sistema financeiro/político que é o verdadeiro responsável pela crise.

    Um governo ilegítimo, criado artificialmente por um congresso vendido, não pode impor mais uma reforma que seja destrutiva para os trabalhadores em favor dos grandes grupos empresariais. Chega de FIESP, FEBRABAN, CNA no poder!

    Vamos lutar juntos por um Brasil mais justo, em 2018 vamos eleger um congresso do povo, sem empresários ricos, latifundiários e banqueiros.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Qua 06 Dez 2017, 8:34 am

    Congresso Nacional funciona na base da propina. O BR é uma vergonha!


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por marco trt8 em Qua 06 Dez 2017, 10:20 am

    olá pessoal, uma dúvida, existe algum simulador para saber se a averbação de período contributivo descontado durante o exercício em um cargo anterior, é prejudicial ou não para efeito de aponsentadoria no tribunal federal no qual atualmente trabalho?

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Leovini em Qua 06 Dez 2017, 10:46 am

    Franciscano escreveu:Em caso de invalidez ou morte, é muito difícil que o rendimento da aplicação, somados ao Funpresp, benefício especial e teto do Inss, iguale os proventos da ativa.

    Em tese, no início do pagamento do benefício, isso até é viável. Mas as reservas do Funpresp e seguro tendem a se exaurir(esta última pela inflação, já que os rendimentos serão utilizadnprespos para completar renda) com o passar dos anos...

    Já na aposentadoria por idade (considerei aos 65 anos), principalmente se o Funpresp atingir boa rentabilidade(o que hoje ocorre), é possível que supere, com facilidade, o provento calculado com base na média remuneratória. Com a vantagem de não mais pagar contribuição previdenciária após a aposentadoria


    Certo. Questão que vc escreveu que faria o seguro para a hipotese de aposentadoria por invalidez. Minha duvida é que no caso de opção pela funpresp ocorrer algum infortunio (principalmente pra quem é Ojaf), esse seguro não cobriria a diferença para o RPPS.

    Em relação a aposentadoria por idade, fiz simulação na Funpresp e só a contribuição de 8,5% não faria igualar ou ultrapassar o RPPS não. Teria q haver ainda um investimento mensal a mais por mês.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qua 06 Dez 2017, 12:23 pm

    Leovini escreveu:
    Franciscano escreveu:Em caso de invalidez ou morte, é muito difícil que o rendimento da aplicação, somados ao Funpresp, benefício especial e teto do Inss, iguale os proventos da ativa.

    Em tese, no início do pagamento do benefício, isso até é viável. Mas as reservas do Funpresp e seguro tendem a se exaurir(esta última pela inflação, já que os rendimentos serão utilizadnprespos para completar renda) com o passar dos anos...

    Já na aposentadoria por idade (considerei aos 65 anos), principalmente se o Funpresp atingir boa rentabilidade(o que hoje ocorre), é possível que supere, com facilidade, o provento calculado com base na média remuneratória. Com a vantagem de não mais pagar contribuição previdenciária após a aposentadoria


    Certo. Questão que vc escreveu que faria o seguro para a hipotese de aposentadoria por invalidez. Minha duvida é que no caso de opção pela funpresp ocorrer algum infortunio (principalmente pra quem é Ojaf), esse seguro não cobriria a diferença para o RPPS.

    Em relação a aposentadoria por idade, fiz simulação na Funpresp e só a contribuição de 8,5% não faria igualar ou ultrapassar o RPPS não. Teria q haver ainda um investimento mensal a mais por mês.

    Segundo fui informado pelo Diretor do FUNPRESP em 2015, só vale a pena a migração para quem vai acumular no fundo por mais de 25 anos, ou seja, se o servidor tem menos de 40 anos vale, se mais velho tem que aportar valor maior que 8,5%, variando caso a caso conforme o "benefício especial". Lembrando que o cálculo é sempre individual, mas a orientação genérica é essa.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qua 06 Dez 2017, 12:57 pm

    Galizezin escreveu:Congresso Nacional funciona na base da propina. O BR é uma vergonha!


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    Terrível a situação, só que o problema só será resolvido na próxima eleição parlamentar. Veja, serão eleitos 100% dos Deputados e 67% dos Senadores. Há várias listagens de votações que podem servir de paradigma, como a da "reforma trabalhista", salvamento do vampiro I e II, reforma da previdência(se houver). Verifique quais partidos deram apoio a este governo ilegítimo e não votem neles nem em suas coligações. Para o Senado não tem jeito, tem que fazer o voto preciso, melhor escolher apenas um e anular o outro, se não houver dois bons candidatos.

    No Rio de Janeiro, no meu caso, não votem no DEM(25), PMDB(15), PSDB(45), PSC(20), PRB(10), PP(11), PTB(14), por coincidência ou não, são exatamente os que apoiaram Sergio Cabral, Pezão e Eduardo Paes.

    Sei que há bons e maus candidatos em todos os partidos, porém o voto proporcional no Brasil prepara algumas "arapucas" para o eleitor. Por exemplo, quem votou no Bolsonaro(na época PP, hoje PSC) para Deputado Federal elegeu Julio Lopes e Simão Sessim da tropa de choque do Temer. Fatos semelhantes ocorreram em todo o país, portanto cuidado com as coligações. Saudações Trabalhistas.

    OBS. Também fui vítima da legenda, pois o voto para Deputado Federal do PSOL ajudou a eleger um fanático religioso, que foi expulso do partido. Lamentável.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qua 06 Dez 2017, 1:02 pm

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    Getúlio e Jango devem estar se revirando no caixão. Lembrar que os militares tiraram o PTB do Brisola em 1980, para cair na mão desses crápulas. Vergonha trabalhista.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 07 Dez 2017, 8:31 am

    Tudo depende do tempo de contribuição ao FUNPRESP.

    Ainda tenho uma longa vida laborativa pela frente, já que tenho 31 anos completos.

    Na minha simulação (considerando a menor rentabilidade do simulador, de 2,5% a.a.), a adesão é vantajosa justamente pelo longo lapso contribuindo a 8,5%.








    Leovini escreveu:
    Franciscano escreveu:Em caso de invalidez ou morte, é muito difícil que o rendimento da aplicação, somados ao Funpresp, benefício especial e teto do Inss, iguale os proventos da ativa.

    Em tese, no início do pagamento do benefício, isso até é viável. Mas as reservas do Funpresp e seguro tendem a se exaurir(esta última pela inflação, já que os rendimentos serão utilizadnprespos para completar renda) com o passar dos anos...

    Já na aposentadoria por idade (considerei aos 65 anos), principalmente se o Funpresp atingir boa rentabilidade(o que hoje ocorre), é possível que supere, com facilidade, o provento calculado com base na média remuneratória. Com a vantagem de não mais pagar contribuição previdenciária após a aposentadoria


    Certo. Questão que vc escreveu que faria o seguro para a hipotese de aposentadoria por invalidez. Minha duvida é que no caso de opção pela funpresp ocorrer algum infortunio (principalmente pra quem é Ojaf), esse seguro não cobriria a diferença para o RPPS.

    Em relação a aposentadoria por idade, fiz simulação na Funpresp e só a contribuição de 8,5% não faria igualar ou ultrapassar o RPPS não. Teria q haver ainda um investimento mensal a mais por mês.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por silmaria em Qui 07 Dez 2017, 8:44 am

    Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais
    POR PAINEL
    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por RicardoMII em Qui 07 Dez 2017, 9:26 am

    marco trt8 escreveu:olá pessoal, uma dúvida, existe algum simulador para saber se a averbação de período  contributivo descontado durante o exercício em um cargo anterior, é prejudicial ou não para efeito de aponsentadoria no tribunal federal no qual atualmente trabalho?

    Também gostaria de saber isso.
    Ainda não fiz a averbação do meu tempo de contribuição ao INSS porquê tinha a ilusão de poder contribuir pelo valor mínimo e ficar com duas aposentadorias, no cenário de hoje está tudo nebuloso e não sei qual o melhor caminho a seguir.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Jubilando em Qui 07 Dez 2017, 11:03 am

    silmaria escreveu:Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais
    POR PAINEL
    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por sprg4 em Qui 07 Dez 2017, 12:28 pm

    Jubilando escreveu:
    silmaria escreveu:Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais
    POR PAINEL
    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qui 07 Dez 2017, 12:57 pm

    RicardoMII escreveu:
    marco trt8 escreveu:olá pessoal, uma dúvida, existe algum simulador para saber se a averbação de período  contributivo descontado durante o exercício em um cargo anterior, é prejudicial ou não para efeito de aponsentadoria no tribunal federal no qual atualmente trabalho?

    Também gostaria de saber isso.
    Ainda não fiz a averbação do meu tempo de contribuição ao INSS porquê tinha a ilusão de poder contribuir pelo valor mínimo e ficar com duas aposentadorias, no cenário de hoje está tudo nebuloso e não sei qual o melhor caminho a seguir.

    Duas aposentadorias somente em caso de acumulação legal. No nosso caso Analista Judiciário(nível superior) e Professor. Também não averbei meu tempo anterior esperando o desfecho da reforma, pois me enquadro nesta hipótese.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qui 07 Dez 2017, 12:59 pm

    sprg4 escreveu:
    Jubilando escreveu:
    silmaria escreveu:Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais
    POR PAINEL
    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por ale1969 em Qui 07 Dez 2017, 1:38 pm

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Franciscano em Qui 07 Dez 2017, 1:55 pm

    A única saída que vejo está no aeroporto, infelizmente. Lembrando que os políticos que assim votam e agem não são extraterrestres. Foram eleitos pelo povo, que bem representam.



    sprg4 escreveu:
    Jubilando escreveu:
    silmaria escreveu:Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais
    POR PAINEL
    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por pernalonga em Qui 07 Dez 2017, 2:27 pm

    Nossos direitos não estão à venda! Em meio a luta contra reforma da Previdência, Temer promete R$ 500 milhões às Centrais
    07/12/2017



    Em nota publicada no site da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (7), é afirmado que, supostamente em reunião realizada entre Centrais Sindicais e o governo na última terça (5), Temer prometeu viabilizar R$ 500 milhões em Imposto Sindical para as entidades presentes. Ainda de acordo com a nota divulgada pela grande imprensa, o dinheiro seria fruto de “um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo”, e que “os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento”.



    O membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha declara que “a CSP-Conlutas ignora esta negociação, e se esta notícia for verdadeira, as centrais sindicais envolvidas, em meio a um momento onde o balcão de negócios do governo Temer está correndo solto, têm obrigação de esclarecer e impedir a votação da Reforma da Previdência, parando o País em uma grande Greve Geral em defesa da aposentadoria”, defende.



    A CSP-Conlutas discordou do cancelamento da Greve Geral do dia 5 de dezembro, bem como da decisão de algumas Centrais de se reunirem com Temer naquele mesmo dia. A Central segue lutando ao lado da classe trabalhadora e mobilizando por baixo com todos que estão dispostos a derrotar esta Reforma que acaba com o direito à aposentadoria dos trabalhadores brasileiros, e aguarda resposta das demais Centrais a respeito da informação publicada nesta quinta-feira, além de esperar ação direta que vise barrar mais este ataque do governo Temer contra nossos direitos. “A omissão e o silêncio podem demonstrar a cumplicidade com este crime. Nosso direitos não estão à venda”, conclui Mancha.



    Nossa aposentadoria não será rifada!



    Confira as notas da Folha de S.Paulo e do Congresso em Foco abaixo:



    Em meio a ofensiva pela Previdência, governo libera R$ 500 milhões para centrais sindicais

    POR PAINEL

    Mel na sua boca Em meio às negociações para a aprovação da reforma da Previdência, o Planalto fez um aceno às centrais sindicais que se opõem às mudanças. Michel Temer garantiu, na terça (5), que baixará portaria semana que vem para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União. O dinheiro é fruto de um acordo entre as entidades, o MP, a Caixa e o governo. O ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) vai assinar o texto.

    Erro Os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento.





    Pela reforma da Previdência, Temer promete liberar R$ 500 milhões para centrais sindicais

    Na busca por votos para aprovar a reforma da Previdência, o governo do presidente Michel Temer (PMDB) tenta suas últimas cartadas para votar o texto na Câmara ainda neste ano. Dessa vez, conforme informou o jornal Folha de S. Paulo, às centrais sindicais que se opõe ao texto, Temer garantiu que baixará portaria na próxima semana para liberar o pagamento de cerca de R$ 500 milhões em verbas do imposto sindical que estavam retidas na União.



    O dinheiro, de acordo com o jornal, é fruto de um acordo entre as entidades, o Ministério Público, a Caixa Econômica Federal e o governo. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, vai assinar o texto que garante o repasse. Conforme o texto publicado, os R$ 500 milhões foram bloqueados por falhas no preenchimento de dados obrigatórios para o pagamento.



    A data da votação seque incerta, devido a quantidade insuficiente de votos garantidos pelo Planalto em prol do texto. Apesar do otimismo do governo, a soma ainda está distante dos 308 votos necessários para aprovação da proposta na Câmara. Maior interessado na causa, o PMDB, partido de Michel Temer, fechou questão e obrigará todos os seus membros a votar no projeto sob pena de expulsão em caso de descumprimento.



    O PTB, do ex-deputado Roberto Jefferson, também fechou questão e apoiará o texto. O partido tem 16 deputados. Após uma semana de reuniões, promessas e negociações, amanhã (sexta-feira, Cool Temer e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidirão se o texto será ou não colocado na pauta de votações da Casa da próxima semana.



    Na ofensiva governista, o Planalto está disposto a pôr em campo o mesmo pacote que serviu para salvar Temer de duas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR), ambas sepultadas na Câmara: liberação de emendas parlamentares e recursos ministeriais, perdão de dívidas para setores estratégicos representados na Casa e até a ameaça de punição via fechamento de questão, que pode ser de suspensão de prerrogativas e até de expulsão. A postura do governo é apontada pela oposição como “balcão de negócios”. Vale até a ameaça velada do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre a não liberação de R$ 3 bilhões a municípios, em 2018, caso a reforma não seja aprovada.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por pernalonga em Qui 07 Dez 2017, 2:29 pm

    Ao que tudo indica, governo não tem os votos necessários pra votar a reforma semana que vem, mas seguirão tentando até o dia 22/12 à noite. O que estamos fazendo de mobilização ainda é pouco, mas tem mostrado resultado!
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por josebarbos em Qui 07 Dez 2017, 2:51 pm

    ale1969 escreveu:
    RicardoMII escreveu:
    marco trt8 escreveu:olá pessoal, uma dúvida, existe algum simulador para saber se a averbação de período  contributivo descontado durante o exercício em um cargo anterior, é prejudicial ou não para efeito de aponsentadoria no tribunal federal no qual atualmente trabalho?

    Também gostaria de saber isso.
    Ainda não fiz a averbação do meu tempo de contribuição ao INSS porquê tinha a ilusão de poder contribuir pelo valor mínimo e ficar com duas aposentadorias, no cenário de hoje está tudo nebuloso e não sei qual o melhor caminho a seguir.

    Duas aposentadorias somente em caso de acumulação legal. No nosso caso Analista Judiciário(nível superior) e Professor. Também não averbei meu tempo anterior esperando o desfecho da reforma, pois me enquadro nesta hipótese.

    Salvo mudança na reforma, acumulação do INSS e Regime próprio é perfeitamente legal. Há apenas algumas categorias de contribuinte que não podem ser utilizadas.
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Sex 08 Dez 2017, 8:23 pm

    pernalonga escreveu:Ao que tudo indica, governo não tem os votos necessários pra votar a reforma semana que vem, mas seguirão tentando até o dia 22/12 à noite. O que estamos fazendo de mobilização ainda é pouco, mas tem mostrado resultado!

    Esse continuar tentando é o que o General Mourão classifica de "balcão de negócios". BR, à beira de uma intervenção.

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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por euvoltei em Sab 09 Dez 2017, 6:52 am

    pernalonga escreveu:Ao que tudo indica, governo não tem os votos necessários pra votar a reforma semana que vem, mas seguirão tentando até o dia 22/12 à noite. O que estamos fazendo de mobilização ainda é pouco, mas tem mostrado resultado!

    Não tem hoje, mas certamente terá após o primeiro turno no próximo ano, ou no início de 2019..

    Essa reforma passará logo, não se sabe o prazo...
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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por anuvenzinha em Sab 09 Dez 2017, 11:36 am


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por Galizezin em Sab 09 Dez 2017, 6:48 pm

    anuvenzinha escreveu:
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    Engraçado ver dois pastorecos apoiando a reforma: Josué Bengston e Hidekazu Takaiama

    E Temer fazendo propaganda enganosa, para enganar os trouxas:

    VOCÊ SABIA QUE COM O DINHEIRO QUE VAI SOBRAR DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA DÁ PARA CONSTRUIR 42 MIL HOSPITAIS?

    AH, FALA SÉRIO...


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    Re: Reforma da Previdência (versão 2016.2)

    Mensagem por jornalista em Seg 11 Dez 2017, 6:30 pm

    Não sei se já postaram:
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