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    Eleições presidenciais 2018

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    Eleições presidenciais 2018 - Página 13 Empty Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Korgano Masaka em Qui 30 Ago 2018, 11:22 am

    Sigma escreveu:Na reforma da previdência, o Bolsonaro vai mexer na pensão das filhas de militares, que custam cerca de R$ 6 bilhões anuais?

    Com certeza, não. Nem ele, nem ninguém irá mexer com os milicos. Juízes e procuradores também podem ficar de fora de qualquer reforma, diante do que fizeram com o Temer (que até reajuste sem caixa já vai liberar para eles pelo medo de ser preso em janeiro/2019). Já o resto dos servidores irá se ferrar, seja lá quem for o presidente...
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    Eleições presidenciais 2018 - Página 13 Empty Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qui 30 Ago 2018, 12:15 pm

    Pipoca escreveu:
    Galizezin escreveu:Pipoca escreveu:

    Acho que você precisa se aprofundar mais no assunto... Você sabia que o auxílio-natalidade das Forças Armadas corresponde a um Soldo, ou seja, no caso do Almirante o equivalente a R$ 13.294,00? Você sabia que quando eles vão para a Reserva recebem o equivalente a 7 x o valor do Soldo, ou seja, no caso do Almirante, R$ 93.058,00? Você sabia que um Militar recebe o auxílio-creche mesmo estando na Reserva? Dentre outros....

    Como já disse, vc fala a partir da cobertura, ou seja, regalias para uns poucos que estão no funil das forças armadas, pois o resto ganha migalhas. Auxílio-natalidade é pago uma única vez. Essa de pagar 7x o soldo, só se for para os cargos do funil, pois o resto têm seus soldos reduzidos, como ocorreu com um familiar meu, que era praça, que já ganhava pouco e ao ir para a reserva passou a ganhar menos ainda. Sobre o auxílio-creche na reserva, como se explica "creche" paga para um filho barbudo? Pelo visto, são regalias dadas apenas aos privilegiados que estão no topo.


    Lembro que Praças e Cabos não são Concursados.

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    Os "praças", tenho por definição os soldados, os cabos e os sargentos. Existem os sargentos de carreira, da ESA.


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    Mensagem por Sigma em Qui 30 Ago 2018, 2:31 pm

    Explicando por "A+B" porque a renegociação de dívidas proposta pelo Ciro (e copiado pelo PT) será um desastre, caso implementado.

    Cartilha de Ciro Gomes mostra como não tirar ninguém do SPC

    Foi durante sua entrevista ao Jornal Nacional, na segunda-feira (27), que o candidato Ciro Gomes (PDT) anunciou o lançamento de uma cartilha explicando o que é, até agora, sua principal promessa eleitoral: retirar o nome de milhões de pessoas do SPC ou Serasa, os serviços de proteção ao crédito. O panfleto é uma prova de que ele não sabe como cumprir a promessa.

    Se o apresentador William Bonner tivesse aceitado ler a cartilha no ar, não precisaria mais do que alguns segundos para entender os buracos na proposta de Ciro. As contas são toscas e partem de premissas irrealistas. E o projeto está ancorado em um sistema de garantias que só funciona em pequena escala.

    A proposta da renegociação de dívidas apareceu em um debate, sem detalhes. Ciro prometeu entregar o como fazer na sequência, o que se concretizou com a cartilha que é a estrela de seu site de campanha. Ela traz alguns números que o candidato já vinha frisando. Há no Brasil 63 milhões de CPFs no SPC e a dívida média é de R$ 4,2 mil. Até aí, está correto afirmar que temos no país um grupo grande de endividados. O que fazer?

    Para Ciro, a coisa é muito simples. Basta dizer aos credores que eles precisam dar um desconto de 70% nas dívidas porque a maior parte é composta por juros, taxas e afins. Sobram em média R$ 1,4 mil por cabeça. Aí você pega os bancos públicos e parcela o que sobra em 36 vezes. Daria menos de R$ 40 por mês. O pagamento começaria três meses depois da renegociação.

    Vejam que a conta foi feita com juro zero. Ou seja, os bancos públicos teriam de topar financiar até 63 milhões de empréstimos com juro zero para receber o principal em 39 meses. E Ciro ainda diz que eles vão ganhar dinheiro na operação. Pelo que está na cartilha, isso só ocorreria por milagre.

    Fora o fato de a conta ter sido feita sem juros, Ciro ainda propõe que os bancos façam um novo sistema de garantias para o caso (muitíssimo provável) de haver inadimplência, o chamado aval solidário. Ele funciona da seguinte forma: um pequeno grupo de pessoas (de cinco a dez) toma empréstimos garantidos um pelo outro. Se um não pagar, o resto do grupo banca a inadimplência. Isso é usado por ONGs de microcrédito solidário, em que pessoas de uma comunidade alavancam sua capacidade de tomar crédito de forma coletiva.

    Transformar esse sistema de pequena escala (necessariamente, porque as pessoas do grupo precisam se conhecer para saberem a quem estão dando garantias) em um formato para milhões de devedores parece inviável. Imagino centenas de pessoas na fila do SPC formando grupos para chegar à garantia proposta pelo plano de Ciro. E também imagino que a maioria não queira assumir o risco de garantir o empréstimo dos outros.

    Assim, os bancos públicos estariam expostos, pelo que está na proposta, a empréstimos longos, feitos com juros zero e garantias duvidosas. Em um volume extremamente perigoso para o sistema financeiro, já que no limite estaríamos falando de mais de R$ 80 bilhões (63 milhões de CPF e dívida média de R$ 1,4 mil, na conta otimista do candidato). Para dar uma dimensão de quanto representa, a Caixa teve um lucro líquido de R$ 12,5 bilhões no ano passado e mesmo assim precisou pedir um aporte ao governo de R$ 1 bilhão neste ano para cumprir as regras de capital exigidas pelo Banco Central.

    Os bancos públicos já foram bastante expostos nos anos recentes a decisões erradas do governo. O Banco do Brasil foi usado como ferramenta para agradar ao agronegócio e quase entrou em um perdão bilionário de dívidas. E a Caixa encara o fardo de levar nas costas programas como o Minha Casa Minha Vida, no qual a inadimplência é elevada.

    Para colocar bilhões no programa de Ciro, os bancos só têm dois caminhos: recorrer ao mercado e pagar juros no dinheiro que levantarem, ou pedir para o governo. Na primeira hipótese, não há como bancar juros zero ou mesmo abaixo do praticado pelo mercado sem em algum momento isso se tornar um prejuízo para os bancos. O governo só entra com o dinheiro depois, quando eles precisarem de aporte. No segundo caso, o governo só usa os bancos como instrumento de assistência social, com dinheiro do orçamento.

    A questão que fica, no fim, é que o candidato não prova em sua cartilha como fazer o milagre da renegociação sem o governo entrar com dinheiro público, como disse que faria. E a sociedade tem o direito de questionar se esse seria o melhor uso para os impostos, já que a renegociação de dívidas ocorre no mercado sem que haja interferência do governo. O problema de verdade é a falta de emprego da população endividada para fazer essa negociação.
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    Mensagem por Galizezin em Qui 30 Ago 2018, 6:10 pm

    Sigma escreveu:Explicando por "A+B" porque a renegociação de dívidas proposta pelo Ciro (e copiado pelo PT) será um desastre, caso implementado.

    Cartilha de Ciro Gomes mostra como não tirar ninguém do SPC

    Foi durante sua entrevista ao Jornal Nacional, na segunda-feira (27), que o candidato Ciro Gomes (PDT) anunciou o lançamento de uma cartilha explicando o que é, até agora, sua principal promessa eleitoral: retirar o nome de milhões de pessoas do SPC ou Serasa, os serviços de proteção ao crédito. O panfleto é uma prova de que ele não sabe como cumprir a promessa.

    Se o apresentador William Bonner tivesse aceitado ler a cartilha no ar, não precisaria mais do que alguns segundos para entender os buracos na proposta de Ciro. As contas são toscas e partem de premissas irrealistas. E o projeto está ancorado em um sistema de garantias que só funciona em pequena escala.

    A proposta da renegociação de dívidas apareceu em um debate, sem detalhes. Ciro prometeu entregar o como fazer na sequência, o que se concretizou com a cartilha que é a estrela de seu site de campanha. Ela traz alguns números que o candidato já vinha frisando. Há no Brasil 63 milhões de CPFs no SPC e a dívida média é de R$ 4,2 mil. Até aí, está correto afirmar que temos no país um grupo grande de endividados. O que fazer?

    Para Ciro, a coisa é muito simples. Basta dizer aos credores que eles precisam dar um desconto de 70% nas dívidas porque a maior parte é composta por juros, taxas e afins. Sobram em média R$ 1,4 mil por cabeça. Aí você pega os bancos públicos e parcela o que sobra em 36 vezes. Daria menos de R$ 40 por mês. O pagamento começaria três meses depois da renegociação.

    Vejam que a conta foi feita com juro zero. Ou seja, os bancos públicos teriam de topar financiar até 63 milhões de empréstimos com juro zero para receber o principal em 39 meses. E Ciro ainda diz que eles vão ganhar dinheiro na operação. Pelo que está na cartilha, isso só ocorreria por milagre.

    Fora o fato de a conta ter sido feita sem juros, Ciro ainda propõe que os bancos façam um novo sistema de garantias para o caso (muitíssimo provável) de haver inadimplência, o chamado aval solidário. Ele funciona da seguinte forma: um pequeno grupo de pessoas (de cinco a dez) toma empréstimos garantidos um pelo outro. Se um não pagar, o resto do grupo banca a inadimplência. Isso é usado por ONGs de microcrédito solidário, em que pessoas de uma comunidade alavancam sua capacidade de tomar crédito de forma coletiva.

    Transformar esse sistema de pequena escala (necessariamente, porque as pessoas do grupo precisam se conhecer para saberem a quem estão dando garantias) em um formato para milhões de devedores parece inviável. Imagino centenas de pessoas na fila do SPC formando grupos para chegar à garantia proposta pelo plano de Ciro. E também imagino que a maioria não queira assumir o risco de garantir o empréstimo dos outros.

    Assim, os bancos públicos estariam expostos, pelo que está na proposta, a empréstimos longos, feitos com juros zero e garantias duvidosas. Em um volume extremamente perigoso para o sistema financeiro, já que no limite estaríamos falando de mais de R$ 80 bilhões (63 milhões de CPF e dívida média de R$ 1,4 mil, na conta otimista do candidato). Para dar uma dimensão de quanto representa, a Caixa teve um lucro líquido de R$ 12,5 bilhões no ano passado e mesmo assim precisou pedir um aporte ao governo de R$ 1 bilhão neste ano para cumprir as regras de capital exigidas pelo Banco Central.

    Os bancos públicos já foram bastante expostos nos anos recentes a decisões erradas do governo. O Banco do Brasil foi usado como ferramenta para agradar ao agronegócio e quase entrou em um perdão bilionário de dívidas. E a Caixa encara o fardo de levar nas costas programas como o Minha Casa Minha Vida, no qual a inadimplência é elevada.

    Para colocar bilhões no programa de Ciro, os bancos só têm dois caminhos: recorrer ao mercado e pagar juros no dinheiro que levantarem, ou pedir para o governo. Na primeira hipótese, não há como bancar juros zero ou mesmo abaixo do praticado pelo mercado sem em algum momento isso se tornar um prejuízo para os bancos. O governo só entra com o dinheiro depois, quando eles precisarem de aporte. No segundo caso, o governo só usa os bancos como instrumento de assistência social, com dinheiro do orçamento.

    A questão que fica, no fim, é que o candidato não prova em sua cartilha como fazer o milagre da renegociação sem o governo entrar com dinheiro público, como disse que faria. E a sociedade tem o direito de questionar se esse seria o melhor uso para os impostos, já que a renegociação de dívidas ocorre no mercado sem que haja interferência do governo. O problema de verdade é a falta de emprego da população endividada para fazer essa negociação.

    Eu já acho que não vai dar certo porque ele quer concretizar a renegociação em blocos de 5 a 10 devedores, sendo que se um deles ou mais do grupo "falharem", os restantes terão que pagar a conta, sob o argumento de que são "devedores solidários". Na minha visão ele soltou esse "conto" do vigário para pegar os desavisados. Depois que viu a lambança que tinha feito, tentou formular a cartilha, pra dizer que era projeto sério de governo. Não é. Mas continuo concordando com ele numa coisa: banco precisa experimentar do próprio veneno.


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    Mensagem por MConcursos em Qui 30 Ago 2018, 10:59 pm

    Alguém sabe se Melqui sera candidato?
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    Mensagem por josebarbos em Qui 30 Ago 2018, 11:17 pm

    Galizezin escreveu:

    Eu já acho que não vai dar certo porque ele quer concretizar a renegociação em blocos de 5 a 10 devedores, sendo que se um deles ou mais do grupo "falharem", os restantes terão que pagar a conta, sob o argumento de que são "devedores solidários". Na minha visão ele soltou esse "conto" do vigário para pegar os desavisados. Depois que viu a lambança que tinha feito, tentou formular a cartilha, pra dizer que era projeto sério de governo. Não é. Mas continuo concordando com ele numa coisa: banco precisa experimentar do próprio veneno.  

    Mas banco existe justamente porque sabe emprestar dinheiro. Os que não sabem quebram rapidinho.

    E, na prática, o devedor solidário já existe, porque em aumento de inadimplência, sobem as taxas e a maioria da população concorda em pagar juros absurdos.
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    Mensagem por Galizezin em Sex 31 Ago 2018, 9:07 am

    josebarbos escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Eu já acho que não vai dar certo porque ele quer concretizar a renegociação em blocos de 5 a 10 devedores, sendo que se um deles ou mais do grupo "falharem", os restantes terão que pagar a conta, sob o argumento de que são "devedores solidários". Na minha visão ele soltou esse "conto" do vigário para pegar os desavisados. Depois que viu a lambança que tinha feito, tentou formular a cartilha, pra dizer que era projeto sério de governo. Não é. Mas continuo concordando com ele numa coisa: banco precisa experimentar do próprio veneno.  

    Mas banco existe justamente porque sabe emprestar dinheiro. Os que não sabem quebram rapidinho.

    E, na prática, o devedor solidário já existe, porque em aumento de inadimplência, sobem as taxas e a maioria da população concorda em pagar juros absurdos.

    Tudo que vc citou é questão macro.


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    Mensagem por josebarbos em Sex 31 Ago 2018, 10:02 am

    A questão básica de formar "grupinhos" falha numa tática básica: esquecer a criatividade do brasileiro.

    Não consigo ver nada que não seja passar a todos os brasileiros, via impostos, a conta de tal sandice.
    O que teria de pilantra formando grupinho, às vezes até com nome de terceiros, não vai estar no gibi.

    No mundo inteiro, crédito funciona de uma outra forma: concede-se pouco e se aumenta (até pelo risco que tem um efeito multiplicador) à medida que você comprova ser um bom pagador.
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    Mensagem por euvoltei em Sex 31 Ago 2018, 11:10 am

    josebarbos escreveu:A questão básica de formar "grupinhos" falha numa tática básica: esquecer a criatividade do brasileiro.

    Não consigo ver nada que não seja passar a todos os brasileiros, via impostos, a conta de tal sandice.
    O que teria de pilantra formando grupinho, às vezes até com nome de terceiros, não vai estar no gibi.

    No mundo inteiro, crédito funciona de uma outra forma: concede-se pouco e se aumenta (até pelo risco que tem um efeito multiplicador) à medida que você comprova ser um bom pagador.

    Fora o poder de acabar as "amizades".

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    Mensagem por Korgano Masaka em Sex 31 Ago 2018, 11:14 am

    MConcursos escreveu:Alguém sabe se Melqui sera candidato?

    E o "nosso" Policarpo?
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    Mensagem por wilhelm em Sex 31 Ago 2018, 11:36 am

    MConcursos escreveu:Alguém sabe se Melqui sera candidato?

    sim, pelo pros
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    Mensagem por Sigma em Sex 31 Ago 2018, 2:07 pm

    SE VALE TUDO PARA VENCER, QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA?

    Por Rodrigo Constantino, 31 de agosto de 2018

    Lá vou eu para mais um daqueles textos que recebem poucos “likes” e muitos ataques. Entendo o clima pré-eleitoral, em que a narrativa mais à direita vende a ideia de que existe um só nome como salvador da Pátria, contra todas as alternativas que representam naturalmente o destino venezuelano. Não há mais gradações, tons de cinza (ou vermelho, que seja). Há apenas a luz ou as trevas. E quem não enxergou a luz só pode estar a mando do Capeta, claro…

    Nesse ambiente tóxico, qualquer crítica a Donald Trump, que até aqui tenho elogiado mais do que criticado, torna-se automaticamente prova de que virei um Caio Blinder, um Guga Chacra, um democrata. Ou seja, vale apenas o pensamento binário: Trump tem que ser ídolo, reverenciado, precisa pairar acima de qualquer suspeita. Só há um problema: essa postura de bajular políticos não combina nada com o liberalismo, sempre cético em relação ao poder.

    A turma dos “Never Trumpers” errou feio em minha opinião, ao não perceber as qualidades do estilo do presidente na era moderna. É bufão, arrogante, tem um viés nacionalista e protecionista, adota um tom desrespeitoso muitas vezes? Tudo isso é verdade, mas talvez fosse preciso um cara assim para vencer a esquerda, o establishment, e efetivamente fazer alguma coisa. Como dizia Dennis Prager, Trump não era candidato a guia moral, mas a estadista.

    O que não quer dizer, óbvio, que não mereça críticas, ainda mais quando seu estilo parece realmente dominar o Partido Republicano e ameaçar certas bandeiras enraizadas nele. “Um partido que antes falava com urgência e aparente convicção sobre a importância de uma liderança ética – fidelidade, honestidade, honra, decência, boas maneiras, servir de exemplo – se submeteu ao indivíduo mais irremediável e completamente corrupto que já assumiu o cargo de presidente”, constatou Peter Wehner, membro do Centro de Ética e Políticas Públicas, que fez parte dos três últimos governos republicanos, no The New York Times.

    Exagero? Provavelmente. Mas não devemos negar, a priori, o risco que esse estilo de Trump representa ao partido. Quem aponta para isso faz tempo é Ben Shapiro, que considero um excelente analista conservador e independente. Seus podcasts diários são imperdíveis. Shapiro, porém, vira “inimigo”, pois mantém essa postura independente e critica quando acha que deve criticar. Isso não é mais aceito pela “tribo” da direita.

    Quando chegamos no Brasil a coisa piora. Em ano eleitoral, muitos não aceitam qualquer crítica, ainda que construtiva, a Bolsonaro, ao mesmo tempo em que detonam qualquer coisa que sentem como ameaça. O marqueteiro do tucano Alckmin errou e colocou uma bandeira com o número do PCC na peça publicitária? Isso logo vira teoria da conspiração, como se Alckmin estivesse ligado ao grupo criminoso. Faz sentido?

    O que fizeram com João Amoedo, do Partido Novo, é ainda pior. Num contorcionismo espantoso, repleto de meias verdades e grandes mentiras, circula um vídeo que coloca o rico empresário do setor financeiro como uma marionete de George Soros, um representante da “agenda da ONU”, um “progressista” infiltrado. É coisa quase no nível de loucura do Cabo Daciolo com os Illuminati. Mas vários repetem nas redes sociais que Amoedo é o “cavalo de Tróia” implantado pelo ícone da esquerda caviar.

    Essa paranoia, esse clima de teses conspiratórias, esse ambiente de perseguição e intimidação, tudo isso tem sido justificado como uma espécie de vale tudo para a vitória nas urnas. Mas se vale tudo para vencer mesmo, então devemos nos perguntar: o que diferencia a direita da esquerda? Lutamos tanto para impedir o projeto totalitário do PT para cair nas garras de petistas com sinal trocado? Se antes do poder essa gente age dessa forma desonesta, o que farão com o poder nas mãos?

    São perguntas que precisam ser feitas por todos aqueles que têm um projeto de nação a longo prazo. Não estou nessa luta liberal há tanto tempo para me transformar, agora, num mero puxa-saco de político, adotando as mesmas estratégias de quem combati por esse tempo todo.

    Insinuar que Alckmin tem pacto com o PCC com base num evidente erro de campanha ou que Amoedo é o garoto do Soros com base em alucinações não é coisa de gente séria. Mas isso tem saído de dentro do PSL, de Jair Bolsonaro, sob o silêncio do candidato. É, no mínimo, preocupante. E cobrar explicações não é coisa de “traidor” que virou “comunista”, e sim a única postura aceitável de quem mantém sua independência.

    ---------------------------

    TL;DR: Nem todo eleitor do Bolsonaro é bolsominion, mas todo bolsominion se comporta como um petralha.
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    Mensagem por Galizezin em Sab 01 Set 2018, 11:29 am

    euvoltei escreveu:
    josebarbos escreveu:A questão básica de formar "grupinhos" falha numa tática básica: esquecer a criatividade do brasileiro.

    Não consigo ver nada que não seja passar a todos os brasileiros, via impostos, a conta de tal sandice.
    O que teria de pilantra formando grupinho, às vezes até com nome de terceiros, não vai estar no gibi.

    No mundo inteiro, crédito funciona de uma outra forma: concede-se pouco e se aumenta (até pelo risco que tem um efeito multiplicador) à medida que você comprova ser um bom pagador.

    Fora o poder de acabar as "amizades".

    Forma o grupo de 10 pessoas, 5 decidem não pagar nada...aí a amizade acaba, logo...


    Imagina o cara que deve 5 mil saber que poderá ter que pagar a dívida dos demais colegas do grupo, que devem 20 ou 30 mil? Pensem no cara que deve 30 mil e vai deixar de pagar porque sabe que os "colegas" pagarão por ele? E terá o nome limpo, sem desembolsar grana...

    Como dizia o Luciano huck: locura locura locuraaaaa


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    Mensagem por Galizezin em Sab 01 Set 2018, 11:32 am

    Sigma escreveu:SE VALE TUDO PARA VENCER, QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA?

    Por Rodrigo Constantino, 31 de agosto de 2018

    Lá vou eu para mais um daqueles textos que recebem poucos “likes” e muitos ataques. Entendo o clima pré-eleitoral, em que a narrativa mais à direita vende a ideia de que existe um só nome como salvador da Pátria, contra todas as alternativas que representam naturalmente o destino venezuelano. Não há mais gradações, tons de cinza (ou vermelho, que seja). Há apenas a luz ou as trevas. E quem não enxergou a luz só pode estar a mando do Capeta, claro…

    Nesse ambiente tóxico, qualquer crítica a Donald Trump, que até aqui tenho elogiado mais do que criticado, torna-se automaticamente prova de que virei um Caio Blinder, um Guga Chacra, um democrata. Ou seja, vale apenas o pensamento binário: Trump tem que ser ídolo, reverenciado, precisa pairar acima de qualquer suspeita. Só há um problema: essa postura de bajular políticos não combina nada com o liberalismo, sempre cético em relação ao poder.

    A turma dos “Never Trumpers” errou feio em minha opinião, ao não perceber as qualidades do estilo do presidente na era moderna. É bufão, arrogante, tem um viés nacionalista e protecionista, adota um tom desrespeitoso muitas vezes? Tudo isso é verdade, mas talvez fosse preciso um cara assim para vencer a esquerda, o establishment, e efetivamente fazer alguma coisa. Como dizia Dennis Prager, Trump não era candidato a guia moral, mas a estadista.

    O que não quer dizer, óbvio, que não mereça críticas, ainda mais quando seu estilo parece realmente dominar o Partido Republicano e ameaçar certas bandeiras enraizadas nele. “Um partido que antes falava com urgência e aparente convicção sobre a importância de uma liderança ética – fidelidade, honestidade, honra, decência, boas maneiras, servir de exemplo – se submeteu ao indivíduo mais irremediável e completamente corrupto que já assumiu o cargo de presidente”, constatou Peter Wehner, membro do Centro de Ética e Políticas Públicas, que fez parte dos três últimos governos republicanos, no The New York Times.

    Exagero? Provavelmente. Mas não devemos negar, a priori, o risco que esse estilo de Trump representa ao partido. Quem aponta para isso faz tempo é Ben Shapiro, que considero um excelente analista conservador e independente. Seus podcasts diários são imperdíveis. Shapiro, porém, vira “inimigo”, pois mantém essa postura independente e critica quando acha que deve criticar. Isso não é mais aceito pela “tribo” da direita.

    Quando chegamos no Brasil a coisa piora. Em ano eleitoral, muitos não aceitam qualquer crítica, ainda que construtiva, a Bolsonaro, ao mesmo tempo em que detonam qualquer coisa que sentem como ameaça. O marqueteiro do tucano Alckmin errou e colocou uma bandeira com o número do PCC na peça publicitária? Isso logo vira teoria da conspiração, como se Alckmin estivesse ligado ao grupo criminoso. Faz sentido?

    O que fizeram com João Amoedo, do Partido Novo, é ainda pior. Num contorcionismo espantoso, repleto de meias verdades e grandes mentiras, circula um vídeo que coloca o rico empresário do setor financeiro como uma marionete de George Soros, um representante da “agenda da ONU”, um “progressista” infiltrado. É coisa quase no nível de loucura do Cabo Daciolo com os Illuminati. Mas vários repetem nas redes sociais que Amoedo é o “cavalo de Tróia” implantado pelo ícone da esquerda caviar.

    Essa paranoia, esse clima de teses conspiratórias, esse ambiente de perseguição e intimidação, tudo isso tem sido justificado como uma espécie de vale tudo para a vitória nas urnas. Mas se vale tudo para vencer mesmo, então devemos nos perguntar: o que diferencia a direita da esquerda? Lutamos tanto para impedir o projeto totalitário do PT para cair nas garras de petistas com sinal trocado? Se antes do poder essa gente age dessa forma desonesta, o que farão com o poder nas mãos?

    São perguntas que precisam ser feitas por todos aqueles que têm um projeto de nação a longo prazo. Não estou nessa luta liberal há tanto tempo para me transformar, agora, num mero puxa-saco de político, adotando as mesmas estratégias de quem combati por esse tempo todo.

    Insinuar que Alckmin tem pacto com o PCC com base num evidente erro de campanha ou que Amoedo é o garoto do Soros com base em alucinações não é coisa de gente séria. Mas isso tem saído de dentro do PSL, de Jair Bolsonaro, sob o silêncio do candidato. É, no mínimo, preocupante. E cobrar explicações não é coisa de “traidor” que virou “comunista”, e sim a única postura aceitável de quem mantém sua independência.

    ---------------------------

    TL;DR: Nem todo eleitor do Bolsonaro é bolsominion, mas todo bolsominion se comporta como um petralha.

    Nem esquerda, nem direita. Segundo o economista Gustavo Franco, ex-presidente do BCB, vencerá as eleições presidenciais o candidato que fizer a leitura do que o povo quer: um candidato honesto, que queira acabar com a corrupção. Até aqui, Bolsonaro e Álvaro Dias se encaixam no perfil.


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    Eleições presidenciais 2018 - Página 13 Empty Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por jornalista em Sab 01 Set 2018, 11:49 am

    Galizezin escreveu:
    Sigma escreveu:SE VALE TUDO PARA VENCER, QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA?

    Por Rodrigo Constantino, 31 de agosto de 2018

    Lá vou eu para mais um daqueles textos que recebem poucos “likes” e muitos ataques. Entendo o clima pré-eleitoral, em que a narrativa mais à direita vende a ideia de que existe um só nome como salvador da Pátria, contra todas as alternativas que representam naturalmente o destino venezuelano. Não há mais gradações, tons de cinza (ou vermelho, que seja). Há apenas a luz ou as trevas. E quem não enxergou a luz só pode estar a mando do Capeta, claro…

    Nesse ambiente tóxico, qualquer crítica a Donald Trump, que até aqui tenho elogiado mais do que criticado, torna-se automaticamente prova de que virei um Caio Blinder, um Guga Chacra, um democrata. Ou seja, vale apenas o pensamento binário: Trump tem que ser ídolo, reverenciado, precisa pairar acima de qualquer suspeita. Só há um problema: essa postura de bajular políticos não combina nada com o liberalismo, sempre cético em relação ao poder.

    A turma dos “Never Trumpers” errou feio em minha opinião, ao não perceber as qualidades do estilo do presidente na era moderna. É bufão, arrogante, tem um viés nacionalista e protecionista, adota um tom desrespeitoso muitas vezes? Tudo isso é verdade, mas talvez fosse preciso um cara assim para vencer a esquerda, o establishment, e efetivamente fazer alguma coisa. Como dizia Dennis Prager, Trump não era candidato a guia moral, mas a estadista.

    O que não quer dizer, óbvio, que não mereça críticas, ainda mais quando seu estilo parece realmente dominar o Partido Republicano e ameaçar certas bandeiras enraizadas nele. “Um partido que antes falava com urgência e aparente convicção sobre a importância de uma liderança ética – fidelidade, honestidade, honra, decência, boas maneiras, servir de exemplo – se submeteu ao indivíduo mais irremediável e completamente corrupto que já assumiu o cargo de presidente”, constatou Peter Wehner, membro do Centro de Ética e Políticas Públicas, que fez parte dos três últimos governos republicanos, no The New York Times.

    Exagero? Provavelmente. Mas não devemos negar, a priori, o risco que esse estilo de Trump representa ao partido. Quem aponta para isso faz tempo é Ben Shapiro, que considero um excelente analista conservador e independente. Seus podcasts diários são imperdíveis. Shapiro, porém, vira “inimigo”, pois mantém essa postura independente e critica quando acha que deve criticar. Isso não é mais aceito pela “tribo” da direita.

    Quando chegamos no Brasil a coisa piora. Em ano eleitoral, muitos não aceitam qualquer crítica, ainda que construtiva, a Bolsonaro, ao mesmo tempo em que detonam qualquer coisa que sentem como ameaça. O marqueteiro do tucano Alckmin errou e colocou uma bandeira com o número do PCC na peça publicitária? Isso logo vira teoria da conspiração, como se Alckmin estivesse ligado ao grupo criminoso. Faz sentido?

    O que fizeram com João Amoedo, do Partido Novo, é ainda pior. Num contorcionismo espantoso, repleto de meias verdades e grandes mentiras, circula um vídeo que coloca o rico empresário do setor financeiro como uma marionete de George Soros, um representante da “agenda da ONU”, um “progressista” infiltrado. É coisa quase no nível de loucura do Cabo Daciolo com os Illuminati. Mas vários repetem nas redes sociais que Amoedo é o “cavalo de Tróia” implantado pelo ícone da esquerda caviar.

    Essa paranoia, esse clima de teses conspiratórias, esse ambiente de perseguição e intimidação, tudo isso tem sido justificado como uma espécie de vale tudo para a vitória nas urnas. Mas se vale tudo para vencer mesmo, então devemos nos perguntar: o que diferencia a direita da esquerda? Lutamos tanto para impedir o projeto totalitário do PT para cair nas garras de petistas com sinal trocado? Se antes do poder essa gente age dessa forma desonesta, o que farão com o poder nas mãos?

    São perguntas que precisam ser feitas por todos aqueles que têm um projeto de nação a longo prazo. Não estou nessa luta liberal há tanto tempo para me transformar, agora, num mero puxa-saco de político, adotando as mesmas estratégias de quem combati por esse tempo todo.

    Insinuar que Alckmin tem pacto com o PCC com base num evidente erro de campanha ou que Amoedo é o garoto do Soros com base em alucinações não é coisa de gente séria. Mas isso tem saído de dentro do PSL, de Jair Bolsonaro, sob o silêncio do candidato. É, no mínimo, preocupante. E cobrar explicações não é coisa de “traidor” que virou “comunista”, e sim a única postura aceitável de quem mantém sua independência.

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    TL;DR: Nem todo eleitor do Bolsonaro é bolsominion, mas todo bolsominion se comporta como um petralha.

    Nem esquerda, nem direita. Segundo o economista Gustavo Franco, ex-presidente do BCB, vencerá as eleições presidenciais o candidato que fizer a leitura do que o povo quer: um candidato honesto, que queira acabar com a corrupção. Até aqui, Bolsonaro e Álvaro Dias se encaixam no perfil.
    Ninguém vai acabar com a corrupção. Isto é uma característica genética do povo brasileiro. Eu voto no mito pq eu sou conservador e de direita e quero a reconstrução da economia liberalizando o máximo possível com a venda de todas as estatais. Se ele lutar contra a corrupção eu acho ótimo. Só que se ele praticar a corrupção, deve ser afastado e processado e preso depois de eventual condenação em segundo grau, ainda que caiba recurso. E que o vice assuma. Por isso devemos saber votar. O vice existe. Por exemplo, a Katia Abreu seria uma presidentE defensora do mst ou do agronegócio? Eu não sei responder (até pq não voto em Ciro).
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    Eleições presidenciais 2018 - Página 13 Empty Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Protocol em Sab 01 Set 2018, 9:23 pm

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Sigma escreveu:SE VALE TUDO PARA VENCER, QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA?

    Por Rodrigo Constantino, 31 de agosto de 2018

    Lá vou eu para mais um daqueles textos que recebem poucos “likes” e muitos ataques. Entendo o clima pré-eleitoral, em que a narrativa mais à direita vende a ideia de que existe um só nome como salvador da Pátria, contra todas as alternativas que representam naturalmente o destino venezuelano. Não há mais gradações, tons de cinza (ou vermelho, que seja). Há apenas a luz ou as trevas. E quem não enxergou a luz só pode estar a mando do Capeta, claro…

    Nesse ambiente tóxico, qualquer crítica a Donald Trump, que até aqui tenho elogiado mais do que criticado, torna-se automaticamente prova de que virei um Caio Blinder, um Guga Chacra, um democrata. Ou seja, vale apenas o pensamento binário: Trump tem que ser ídolo, reverenciado, precisa pairar acima de qualquer suspeita. Só há um problema: essa postura de bajular políticos não combina nada com o liberalismo, sempre cético em relação ao poder.

    A turma dos “Never Trumpers” errou feio em minha opinião, ao não perceber as qualidades do estilo do presidente na era moderna. É bufão, arrogante, tem um viés nacionalista e protecionista, adota um tom desrespeitoso muitas vezes? Tudo isso é verdade, mas talvez fosse preciso um cara assim para vencer a esquerda, o establishment, e efetivamente fazer alguma coisa. Como dizia Dennis Prager, Trump não era candidato a guia moral, mas a estadista.

    O que não quer dizer, óbvio, que não mereça críticas, ainda mais quando seu estilo parece realmente dominar o Partido Republicano e ameaçar certas bandeiras enraizadas nele. “Um partido que antes falava com urgência e aparente convicção sobre a importância de uma liderança ética – fidelidade, honestidade, honra, decência, boas maneiras, servir de exemplo – se submeteu ao indivíduo mais irremediável e completamente corrupto que já assumiu o cargo de presidente”, constatou Peter Wehner, membro do Centro de Ética e Políticas Públicas, que fez parte dos três últimos governos republicanos, no The New York Times.

    Exagero? Provavelmente. Mas não devemos negar, a priori, o risco que esse estilo de Trump representa ao partido. Quem aponta para isso faz tempo é Ben Shapiro, que considero um excelente analista conservador e independente. Seus podcasts diários são imperdíveis. Shapiro, porém, vira “inimigo”, pois mantém essa postura independente e critica quando acha que deve criticar. Isso não é mais aceito pela “tribo” da direita.

    Quando chegamos no Brasil a coisa piora. Em ano eleitoral, muitos não aceitam qualquer crítica, ainda que construtiva, a Bolsonaro, ao mesmo tempo em que detonam qualquer coisa que sentem como ameaça. O marqueteiro do tucano Alckmin errou e colocou uma bandeira com o número do PCC na peça publicitária? Isso logo vira teoria da conspiração, como se Alckmin estivesse ligado ao grupo criminoso. Faz sentido?

    O que fizeram com João Amoedo, do Partido Novo, é ainda pior. Num contorcionismo espantoso, repleto de meias verdades e grandes mentiras, circula um vídeo que coloca o rico empresário do setor financeiro como uma marionete de George Soros, um representante da “agenda da ONU”, um “progressista” infiltrado. É coisa quase no nível de loucura do Cabo Daciolo com os Illuminati. Mas vários repetem nas redes sociais que Amoedo é o “cavalo de Tróia” implantado pelo ícone da esquerda caviar.

    Essa paranoia, esse clima de teses conspiratórias, esse ambiente de perseguição e intimidação, tudo isso tem sido justificado como uma espécie de vale tudo para a vitória nas urnas. Mas se vale tudo para vencer mesmo, então devemos nos perguntar: o que diferencia a direita da esquerda? Lutamos tanto para impedir o projeto totalitário do PT para cair nas garras de petistas com sinal trocado? Se antes do poder essa gente age dessa forma desonesta, o que farão com o poder nas mãos?

    São perguntas que precisam ser feitas por todos aqueles que têm um projeto de nação a longo prazo. Não estou nessa luta liberal há tanto tempo para me transformar, agora, num mero puxa-saco de político, adotando as mesmas estratégias de quem combati por esse tempo todo.

    Insinuar que Alckmin tem pacto com o PCC com base num evidente erro de campanha ou que Amoedo é o garoto do Soros com base em alucinações não é coisa de gente séria. Mas isso tem saído de dentro do PSL, de Jair Bolsonaro, sob o silêncio do candidato. É, no mínimo, preocupante. E cobrar explicações não é coisa de “traidor” que virou “comunista”, e sim a única postura aceitável de quem mantém sua independência.

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    TL;DR: Nem todo eleitor do Bolsonaro é bolsominion, mas todo bolsominion se comporta como um petralha.

    Nem esquerda, nem direita. Segundo o economista Gustavo Franco, ex-presidente do BCB, vencerá as eleições presidenciais o candidato que fizer a leitura do que o povo quer: um candidato honesto, que queira acabar com a corrupção. Até aqui, Bolsonaro e Álvaro Dias se encaixam no perfil.
    Ninguém vai acabar com a corrupção. Isto é uma característica genética do povo  brasileiro. Eu voto no mito pq eu sou conservador e de direita e quero a reconstrução da economia liberalizando o máximo possível com a venda de todas as estatais. Se ele lutar contra a corrupção eu acho ótimo. Só que se ele praticar a corrupção, deve ser afastado e processado e preso depois de eventual condenação em segundo grau, ainda que caiba recurso. E que o vice assuma. Por isso devemos saber votar. O vice existe. Por exemplo, a Katia Abreu seria uma presidentE defensora do mst ou do agronegócio? Eu não sei responder (até pq não voto em Ciro).

    Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.
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    Mensagem por josebarbos em Sab 01 Set 2018, 10:53 pm

    Protocol escreveu:

    Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.

    O melhor exemplo são os povos nórdicos, em que a corrupção chegou num tal ponto que criou um "trauma positivo".

    Lá, por exemplo, salário de qualquer um não é segredo para ninguém. Preocupam-se mais com quem está sonegando tributos do que relacionamentos pessoais.
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    Mensagem por Galizezin em Dom 02 Set 2018, 7:12 pm

    Esperamos por um governo que faça o mínimo. Menos corrupção e mais probidade com o dinheiro público. Não dá pra aguentar o preço da gasolina nas alturas, enquanto o país é autossuficiente no petróleo. Nem se fala então os demais preços públicos. Pagamos por condições climáticas (luz), porque os empresários não são competentes para controlar seus custos.


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    Mensagem por jornalista em Dom 02 Set 2018, 10:04 pm

    Protocol escreveu:
    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Sigma escreveu:SE VALE TUDO PARA VENCER, QUAL A DIFERENÇA ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA?

    Por Rodrigo Constantino, 31 de agosto de 2018

    Lá vou eu para mais um daqueles textos que recebem poucos “likes” e muitos ataques. Entendo o clima pré-eleitoral, em que a narrativa mais à direita vende a ideia de que existe um só nome como salvador da Pátria, contra todas as alternativas que representam naturalmente o destino venezuelano. Não há mais gradações, tons de cinza (ou vermelho, que seja). Há apenas a luz ou as trevas. E quem não enxergou a luz só pode estar a mando do Capeta, claro…

    Nesse ambiente tóxico, qualquer crítica a Donald Trump, que até aqui tenho elogiado mais do que criticado, torna-se automaticamente prova de que virei um Caio Blinder, um Guga Chacra, um democrata. Ou seja, vale apenas o pensamento binário: Trump tem que ser ídolo, reverenciado, precisa pairar acima de qualquer suspeita. Só há um problema: essa postura de bajular políticos não combina nada com o liberalismo, sempre cético em relação ao poder.

    A turma dos “Never Trumpers” errou feio em minha opinião, ao não perceber as qualidades do estilo do presidente na era moderna. É bufão, arrogante, tem um viés nacionalista e protecionista, adota um tom desrespeitoso muitas vezes? Tudo isso é verdade, mas talvez fosse preciso um cara assim para vencer a esquerda, o establishment, e efetivamente fazer alguma coisa. Como dizia Dennis Prager, Trump não era candidato a guia moral, mas a estadista.

    O que não quer dizer, óbvio, que não mereça críticas, ainda mais quando seu estilo parece realmente dominar o Partido Republicano e ameaçar certas bandeiras enraizadas nele. “Um partido que antes falava com urgência e aparente convicção sobre a importância de uma liderança ética – fidelidade, honestidade, honra, decência, boas maneiras, servir de exemplo – se submeteu ao indivíduo mais irremediável e completamente corrupto que já assumiu o cargo de presidente”, constatou Peter Wehner, membro do Centro de Ética e Políticas Públicas, que fez parte dos três últimos governos republicanos, no The New York Times.

    Exagero? Provavelmente. Mas não devemos negar, a priori, o risco que esse estilo de Trump representa ao partido. Quem aponta para isso faz tempo é Ben Shapiro, que considero um excelente analista conservador e independente. Seus podcasts diários são imperdíveis. Shapiro, porém, vira “inimigo”, pois mantém essa postura independente e critica quando acha que deve criticar. Isso não é mais aceito pela “tribo” da direita.

    Quando chegamos no Brasil a coisa piora. Em ano eleitoral, muitos não aceitam qualquer crítica, ainda que construtiva, a Bolsonaro, ao mesmo tempo em que detonam qualquer coisa que sentem como ameaça. O marqueteiro do tucano Alckmin errou e colocou uma bandeira com o número do PCC na peça publicitária? Isso logo vira teoria da conspiração, como se Alckmin estivesse ligado ao grupo criminoso. Faz sentido?

    O que fizeram com João Amoedo, do Partido Novo, é ainda pior. Num contorcionismo espantoso, repleto de meias verdades e grandes mentiras, circula um vídeo que coloca o rico empresário do setor financeiro como uma marionete de George Soros, um representante da “agenda da ONU”, um “progressista” infiltrado. É coisa quase no nível de loucura do Cabo Daciolo com os Illuminati. Mas vários repetem nas redes sociais que Amoedo é o “cavalo de Tróia” implantado pelo ícone da esquerda caviar.

    Essa paranoia, esse clima de teses conspiratórias, esse ambiente de perseguição e intimidação, tudo isso tem sido justificado como uma espécie de vale tudo para a vitória nas urnas. Mas se vale tudo para vencer mesmo, então devemos nos perguntar: o que diferencia a direita da esquerda? Lutamos tanto para impedir o projeto totalitário do PT para cair nas garras de petistas com sinal trocado? Se antes do poder essa gente age dessa forma desonesta, o que farão com o poder nas mãos?

    São perguntas que precisam ser feitas por todos aqueles que têm um projeto de nação a longo prazo. Não estou nessa luta liberal há tanto tempo para me transformar, agora, num mero puxa-saco de político, adotando as mesmas estratégias de quem combati por esse tempo todo.

    Insinuar que Alckmin tem pacto com o PCC com base num evidente erro de campanha ou que Amoedo é o garoto do Soros com base em alucinações não é coisa de gente séria. Mas isso tem saído de dentro do PSL, de Jair Bolsonaro, sob o silêncio do candidato. É, no mínimo, preocupante. E cobrar explicações não é coisa de “traidor” que virou “comunista”, e sim a única postura aceitável de quem mantém sua independência.

    ---------------------------

    TL;DR: Nem todo eleitor do Bolsonaro é bolsominion, mas todo bolsominion se comporta como um petralha.

    Nem esquerda, nem direita. Segundo o economista Gustavo Franco, ex-presidente do BCB, vencerá as eleições presidenciais o candidato que fizer a leitura do que o povo quer: um candidato honesto, que queira acabar com a corrupção. Até aqui, Bolsonaro e Álvaro Dias se encaixam no perfil.
    Ninguém vai acabar com a corrupção. Isto é uma característica genética do povo  brasileiro. Eu voto no mito pq eu sou conservador e de direita e quero a reconstrução da economia liberalizando o máximo possível com a venda de todas as estatais. Se ele lutar contra a corrupção eu acho ótimo. Só que se ele praticar a corrupção, deve ser afastado e processado e preso depois de eventual condenação em segundo grau, ainda que caiba recurso. E que o vice assuma. Por isso devemos saber votar. O vice existe. Por exemplo, a Katia Abreu seria uma presidentE defensora do mst ou do agronegócio? Eu não sei responder (até pq não voto em Ciro).

    Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.
    Eu tenho uma teoria antropológica a respeito. É algo meio complexo e requereria uma tese de doutorado. Melhor deixar pra lá. Nessa esteira (notícia de corrupção):
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    Mensagem por Galizezin em Seg 03 Set 2018, 9:38 am

    Protocol: Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.


    Hehehe. interessante. Agora, a questão antropológica bate com o que a bíblia diz, em Romanos 3.10 e 12: "Não há nenhum justo, nem um sequer. [...] não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer".

    Essa passagem nos dá a noção de que a natureza do homem é terrível, e que se ele não adotar para si determinados princípios será um contumaz corrupto, em todos os aspectos. Deve ser por isso que o Bolsonaro vive citando Deus, pois ele sabe que se deixar correr solto a natureza pecaminosa do homem o leva para o buraco.


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    Mensagem por jornalista em Seg 03 Set 2018, 10:02 am

    Galizezin escreveu:Protocol: Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.

    T
    Hehehe. interessante. Agora, a questão antropológica bate com o que a bíblia diz, em Romanos 3.10 e 12: "Não há nenhum justo, nem um sequer. [...] não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer".

    Essa passagem nos dá a noção de que a natureza do homem é terrível, e que se ele não adotar para si determinados princípios será um contumaz corrupto, em todos os aspectos. Deve ser por isso que o Bolsonaro vive citando Deus, pois ele sabe que se deixar correr solto a natureza pecaminosa do homem o leva para o buraco.
    Eu sou crente mas a minha teoria não é teológica. Não falo dessa corrupção espiritual. Falo de outro tipo. Por exemplo. Por que os europeus são menos corruptos? Por que os escandinavos são menos que os latinos. É neste sentido, puramente humano. Por isso é melhor deixar pra lá pq é complexo mesmo. Voltando ao tema:
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    Mensagem por Galizezin em Seg 03 Set 2018, 10:36 am

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:Protocol: Característica genética do povo brasileiro?

    Corrupção é cultura, e a cultura muda, sobretudo pelo exemplo.

    T
    Hehehe. interessante. Agora, a questão antropológica bate com o que a bíblia diz, em Romanos 3.10 e 12: "Não há nenhum justo, nem um sequer. [...] não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer".

    Essa passagem nos dá a noção de que a natureza do homem é terrível, e que se ele não adotar para si determinados princípios será um contumaz corrupto, em todos os aspectos. Deve ser por isso que o Bolsonaro vive citando Deus, pois ele sabe que se deixar correr solto a natureza pecaminosa do homem o leva para o buraco.
    Eu sou crente mas a minha teoria não é teológica. Não falo dessa corrupção espiritual. Falo de outro tipo. Por exemplo. Por que os europeus são menos corruptos? Por que os escandinavos são menos que os latinos. É neste sentido, puramente humano. Por isso é melhor deixar pra lá pq é complexo mesmo. Voltando ao tema:
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    A corrupção espiritual não é algo que fica apenas no "espírito". Ela transcende e reflete no dia a dia de cada um, como mentira, roubo, assassinato etc. Temos por costume exaltar os europeus, acima do que eles realmente são. Sugam os países do terceiro mundo, são xenófobos ao extremo. Podemos chamar essa gente de evoluída? O ser humano é tudo igual, aliás, a "natureza" humana.


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    Mensagem por Sigma em Seg 03 Set 2018, 2:27 pm

    Sigma, em 22 de agosto, escreveu:
    pernalonga escreveu:Quando as pesquisas questionam o eleitorado sobre Haddad, apresentando o mesmo como candidato indicado por Lula, passa dos 5 ou 6% pra 14 ou 15%. Vai ser ele e alguém no 2º turno

    30% de transferência. Como eu disse, divididos.

    Pode subir? Pode. Mas o suficiente para superar Ciro e Marina? Não acredito.

    Ciro, Marina e Haddad herdam de Lula a mesma quantidade de votos, diz pesquisa BTG/FSB

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    Mensagem por Sigma em Seg 03 Set 2018, 2:32 pm

    A surra começou, a Bolsonaro o que lhe cabe

    “Vagabunda”, “idiota” e “ignorante”. Para completar, um desafiador “chora agora!”. E, então, questionamentos inconfundíveis: “Você gostaria de ser tratada desse jeito? Que a sua mãe fosse tratada assim? Que a sua filha fosse tratada dessa forma? Você gostaria de ter um presidente que trata as mulheres como Bolsonaro trata?”. O vídeo mais recente da campanha do candidato tucano Geraldo Alckmin é mesmo avassalador. Assim como o primeiro, em que balas estraçalham livros, bolsas de sangue, melões e toda sorte de elementos que simbolizam agendas fundamentais para o País, terminando com uma sucinta afirmação: “Não é na bala que se resolve”.

    São tão impactantes os filmes que chegaram a suscitar o clássico debate: até que ponto é útil a tática de desconstrução de um candidato? E a partir de qual momento ela corre o risco de prejudicar o próprio postulante?

    Tive essa conversa no sábado com dois sujeitos que têm bastante discernimento e não hesitaram em erguer sobrancelhas quando assistiram aos anúncios. “Não sei se o povão compra isso aí”, disse um. “Forte, não é?”, argumentou o outro, em claro tom de reprovação. Um deles era o Marcos Lisboa, que ao reforçar a necessidade de construir alianças e manter o diálogo para evitar um absoluto descalabro em 2019, sacramentou: “tudo o que eu não quero é aquela campanha horrorosa que aconteceu em 2014”.

    Como de costume, é claro que me sinto constrangido a concordar com o Marcos. De fato, a última eleição elevou o sarrafo no quesito desonestidade intelectual e agressividade. Especialmente contra a candidata Marina Silva. Contudo, não comungo dos temores expressados pelos demais.

    E a razão é simples: ao contrário de 2014, quando mentiras deslavadas foram difundidas em nome de um projeto de poder, desta vez não se está fazendo nada além de usar as próprias palavras de um candidato contra ele mesmo.

    Eis a verdade: se Jair Bolsonaro enfrenta um grande adversário, além de um político experiente como Alckmin e sua robusta base de apoio, sem falar em Lula ainda mexendo os seus pauzinhos e outra raposa velha como Ciro Gomes, noves fora uma Marina Silva bem menos reticente do que o usual, é costumeira sua habilidade em agredir os bons costumes e a história.

    Ou, por outra, se devemos concordar que a campanha de Alckmin subiu o tom, ao mesmo tempo, não cabe negar que a dita-cuja apenas se utiliza da retórica defendida com orgulho por Bolsonaro e seus seguidores. Onde está o pecado então?

    Marcos está certo. A campanha odiosa feita em 2014 não pode se repetir, sob pena de afundarmos ainda mais o Brasil pela falta de diálogo.

    Vale ressaltar, porém, que a realidade é diferente.

    A Bolsonaro, o que lhe cabe.
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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 03 Set 2018, 3:02 pm

    Sigma escreveu:A surra começou, a Bolsonaro o que lhe cabe

    “Vagabunda”, “idiota” e “ignorante”. Para completar, um desafiador “chora agora!”. E, então, questionamentos inconfundíveis: “Você gostaria de ser tratada desse jeito? Que a sua mãe fosse tratada assim? Que a sua filha fosse tratada dessa forma? Você gostaria de ter um presidente que trata as mulheres como Bolsonaro trata?”. O vídeo mais recente da campanha do candidato tucano Geraldo Alckmin é mesmo avassalador. Assim como o primeiro, em que balas estraçalham livros, bolsas de sangue, melões e toda sorte de elementos que simbolizam agendas fundamentais para o País, terminando com uma sucinta afirmação: “Não é na bala que se resolve”.

    São tão impactantes os filmes que chegaram a suscitar o clássico debate: até que ponto é útil a tática de desconstrução de um candidato? E a partir de qual momento ela corre o risco de prejudicar o próprio postulante?

    Tive essa conversa no sábado com dois sujeitos que têm bastante discernimento e não hesitaram em erguer sobrancelhas quando assistiram aos anúncios. “Não sei se o povão compra isso aí”, disse um. “Forte, não é?”, argumentou o outro, em claro tom de reprovação. Um deles era o Marcos Lisboa, que ao reforçar a necessidade de construir alianças e manter o diálogo para evitar um absoluto descalabro em 2019, sacramentou: “tudo o que eu não quero é aquela campanha horrorosa que aconteceu em 2014”.

    Como de costume, é claro que me sinto constrangido a concordar com o Marcos. De fato, a última eleição elevou o sarrafo no quesito desonestidade intelectual e agressividade. Especialmente contra a candidata Marina Silva. Contudo, não comungo dos temores expressados pelos demais.

    E a razão é simples: ao contrário de 2014, quando mentiras deslavadas foram difundidas em nome de um projeto de poder, desta vez não se está fazendo nada além de usar as próprias palavras de um candidato contra ele mesmo.

    Eis a verdade: se Jair Bolsonaro enfrenta um grande adversário, além de um político experiente como Alckmin e sua robusta base de apoio, sem falar em Lula ainda mexendo os seus pauzinhos e outra raposa velha como Ciro Gomes, noves fora uma Marina Silva bem menos reticente do que o usual, é costumeira sua habilidade em agredir os bons costumes e a história.

    Ou, por outra, se devemos concordar que a campanha de Alckmin subiu o tom, ao mesmo tempo, não cabe negar que a dita-cuja apenas se utiliza da retórica defendida com orgulho por Bolsonaro e seus seguidores. Onde está o pecado então?

    Marcos está certo. A campanha odiosa feita em 2014 não pode se repetir, sob pena de afundarmos ainda mais o Brasil pela falta de diálogo.

    Vale ressaltar, porém, que a realidade é diferente.

    A Bolsonaro, o que lhe cabe.

    Essa campanha do Alckimin irá lhe tirar mais votos. Quem vota no Bolsonaro não irá mudar o voto. A questão da discussão está editada. Logo o Bolsonaro ganhará direito de resposta, além de todo mundo conhecer a parte chamada Maria do Rosário que o chamou de estuprador e defende qualquer tipo de bandido....
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    Mensagem por Sigma em Seg 03 Set 2018, 3:07 pm

    Korgano Masaka escreveu:Essa campanha do Alckimin irá lhe tirar mais votos. Quem vota no Bolsonaro não irá mudar o voto. A questão da discussão está editada. Logo o Bolsonaro ganhará direito de resposta, além de todo mundo conhecer a parte chamada Maria do Rosário que o chamou de estuprador e defende qualquer tipo de bandido....

    A ideia não é tirar votos do Bolsonaro. É impedir que ele ganhe os votos dos indecisos (que não são poucos).
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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 03 Set 2018, 4:00 pm

    Sigma escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:Essa campanha do Alckimin irá lhe tirar mais votos. Quem vota no Bolsonaro não irá mudar o voto. A questão da discussão está editada. Logo o Bolsonaro ganhará direito de resposta, além de todo mundo conhecer a parte chamada Maria do Rosário que o chamou de estuprador e defende qualquer tipo de bandido....

    A ideia não é tirar votos do Bolsonaro. É impedir que ele ganhe os votos dos indecisos (que não são poucos).

    A ideia pode ser boa, mas quem disse que tais votos irão para ele? Não creio....
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    Mensagem por euvoltei em Seg 03 Set 2018, 4:34 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Sigma escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:Essa campanha do Alckimin irá lhe tirar mais votos. Quem vota no Bolsonaro não irá mudar o voto. A questão da discussão está editada. Logo o Bolsonaro ganhará direito de resposta, além de todo mundo conhecer a parte chamada Maria do Rosário que o chamou de estuprador e defende qualquer tipo de bandido....

    A ideia não é tirar votos do Bolsonaro. É impedir que ele ganhe os votos dos indecisos (que não são poucos).

    A ideia pode ser boa, mas quem disse que tais votos irão para ele? Não creio....

    Olha, eu vejo uma grande ojeriza ao PT, justamente e simplesmente pelo uso descarado e descontrolado da MENTIRA.
    (Eu pessoalmente não votaria no mais honesto político escandinavo se ele fosse filiado ao PT.)

    Nesse ponto o PSDB se iguala(mais uma vez) ao PT.

    Então, se história se repetir, pode fazer o PSDB perder preciosos votos para todos outros cargos.
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    Eleições presidenciais 2018 - Página 13 Empty Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Pipoca em Seg 03 Set 2018, 4:48 pm


    Às vezes é preciso dar um passo para trás para dar dois para frente depois.... Essa é a vantagem que vejo caso o Bolsonaro vença. Pois só assim, as pessoas verão que o mais sensato é o Centro, nada de extrema Direita e nada de Extrema esquerda....

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    Mensagem por Sigma em Seg 03 Set 2018, 4:53 pm

    euvoltei escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Sigma escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:Essa campanha do Alckimin irá lhe tirar mais votos. Quem vota no Bolsonaro não irá mudar o voto. A questão da discussão está editada. Logo o Bolsonaro ganhará direito de resposta, além de todo mundo conhecer a parte chamada Maria do Rosário que o chamou de estuprador e defende qualquer tipo de bandido....

    A ideia não é tirar votos do Bolsonaro. É impedir que ele ganhe os votos dos indecisos (que não são poucos).

    A ideia pode ser boa, mas quem disse que tais votos irão para ele? Não creio....

    Olha, eu vejo uma grande ojeriza ao PT, justamente e simplesmente pelo uso descarado e descontrolado da MENTIRA.
    (Eu pessoalmente não votaria no mais honesto político escandinavo se ele fosse filiado ao PT.)

    Nesse ponto o PSDB se iguala(mais uma vez) ao PT.

    Então, se história se repetir, pode fazer o PSDB perder preciosos votos para todos outros cargos.

    Eu concordo. É grande a possibilidade do Alckmin bater no Bolsonaro, conseguir alguns indecisos, mas não tanto quanto se espera para ir ao segundo turno. Mas não tem caminho fácil pro PSDB, nesse caso: ou tenta desconstruir e busca votos dos indecisos, ou vai ficar pra trás de novo.

    Mas perder votos, acho que não perde. Acho que, como bem pontuou o texto que eu postei, o PT bateu até não poder mais usando mentiras. Neste caso, não há nenhuma mentira vinculada, nem como desmentir, nem fazer com que ele volte atrás, ao contrário: ele disse, e se tiver que dizer de novo, vai dizer.

    É oportunista, por parte do PSDB? É. Mas não é igual a 2014, com Marina e PT. Porque não é mentira.
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    Mensagem por Bastião em Seg 03 Set 2018, 5:42 pm

    PSDB perdeu a chance de ganhar a eleição mais fácil da sua existência. Bastava deixar o governo ruim da Dilma terminar. Mas, foram atrás dos caprichos do playboy de Minas. E, aliado a isso, alimentaram ódio ao PT, que, ao meu ver, tem fortalecido o Lula (não o PT).
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    Mensagem por jornalista em Seg 03 Set 2018, 8:43 pm

    Bastião escreveu:PSDB perdeu a chance de ganhar a eleição mais fácil da sua existência. Bastava deixar o governo ruim da Dilma terminar. Mas, foram atrás dos caprichos do playboy de Minas. E, aliado a isso, alimentaram ódio ao PT, que, ao meu ver, tem fortalecido o Lula (não o PT).
    Em tese. Poderia até ganhar. O problema era outro. A Dilma dilacerou a economia e o psdb alertou para este fato. Se a Dilma estivesse hoje no poder, talvez estivéssemos sem salário e passando fome. E o pt dizendo que era culpa dos EUA e da burguesia. O trabalho que o psdb têm hoje seria outro: reconstruir a economia.
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    Mensagem por jotajota em Seg 03 Set 2018, 9:20 pm

    jornalista escreveu:
    Bastião escreveu:PSDB perdeu a chance de ganhar a eleição mais fácil da sua existência. Bastava deixar o governo ruim da Dilma terminar. Mas, foram atrás dos caprichos do playboy de Minas. E, aliado a isso, alimentaram ódio ao PT, que, ao meu ver, tem fortalecido o Lula (não o PT).
    Em tese. Poderia até ganhar. O problema era outro. A Dilma dilacerou a economia e o psdb alertou para este fato. Se a Dilma estivesse hoje no poder, talvez estivéssemos sem salário e passando fome. E o pt dizendo que era culpa dos EUA e da burguesia. O trabalho que o psdb têm hoje seria outro: reconstruir a economia.

    É isso mesmo. Certamente o país já estaria quebrado. Provavelmente a Anta iria usar as reservas para ''estimular a economia" e o dólar já estaria no espaço... Aliás, peço perdão às antas, pois o nobre animal não deveria ser ofendido desta forma.
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    Mensagem por Galizezin em Ter 04 Set 2018, 7:19 am

    A globonews está entrevistando os candidatos a vice-presidente. Ontem foi a Kátia Abreu. Ela é tão incoerente quanto o candidato a presidente Ciro Gomes. Atuou para proibir a veiculação da lista dos ruralistas escravizadores.


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    Mensagem por jornalista em Ter 04 Set 2018, 8:28 am

    Galizezin escreveu:A globonews está entrevistando os candidatos a vice-presidente. Ontem foi a Kátia Abreu. Ela é tão incoerente quanto o candidato a presidente Ciro Gomes. Atuou para proibir a veiculação da lista dos ruralistas escravizadores.
    Às vezes eu queria ter uma oportunidade para perguntar ao Ciro como ele pretende diminuir o déficit público elevando os gastos. Eu li parte do programa dele e ele faz referência aos dois pontos, de maneira indireta, sendo ambos obviamente incompatíveis. Sobre ela, só escolheu por ser mulher. Só que ele esqueceu que ela era defensora dos ruralistas e misteriosamente passou a defender Dilma (ela disse que a história começou com o câncer da ex, só que isto não tem nada a ver com bandeira política. Tem algo esquisito nesse negócio).
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    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 04 Set 2018, 11:17 am

    Sigma escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Sigma escreveu:

    A ideia não é tirar votos do Bolsonaro. É impedir que ele ganhe os votos dos indecisos (que não são poucos).

    A ideia pode ser boa, mas quem disse que tais votos irão para ele? Não creio....

    Olha, eu vejo uma grande ojeriza ao PT, justamente e simplesmente pelo uso descarado e descontrolado da MENTIRA.
    (Eu pessoalmente não votaria no mais honesto político escandinavo se ele fosse filiado ao PT.)

    Nesse ponto o PSDB se iguala(mais uma vez) ao PT.

    Então, se história se repetir, pode fazer o PSDB perder preciosos votos para todos outros cargos.

    Eu concordo. É grande a possibilidade do Alckmin bater no Bolsonaro, conseguir alguns indecisos, mas não tanto quanto se espera para ir ao segundo turno. Mas não tem caminho fácil pro PSDB, nesse caso: ou tenta desconstruir e busca votos dos indecisos, ou vai ficar pra trás de novo.

    Mas perder votos, acho que não perde. Acho que, como bem pontuou o texto que eu postei, o PT bateu até não poder mais usando mentiras. Neste caso, não há nenhuma mentira vinculada, nem como desmentir, nem fazer com que ele volte atrás, ao contrário: ele disse, e se tiver que dizer de novo, vai dizer.

    É oportunista, por parte do PSDB? É. Mas não é igual a 2014, com Marina e PT. Porque não é mentira.

    Aqui no MS, nem o candidato a reeleição a Governador, que é do PSDB, faz campanha para o Alckimin. Ou seja, o Alckimin não corre risco de perder votos, pois não se perde o que não se tem....Quanto as esquerdas, no fim da reta terão de escolher um candidato unificado para tentar derrotar o Bolsonaro no segundo turno. Quem tem boas chances é o ungido do Lula, o tal "Andrade".
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    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 04 Set 2018, 12:06 pm

    Haddad denunciado por corrupção e lavagem

    Brasil 04.09.18 11:32

    Fernando Haddad foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

    A acusação se baseia na delação de Ricardo Pessoa, da UTC, que saldou uma dívida de 2,6 milhões de reais da campanha do petista.

    Disse o promotor Marcelo Mendroni:

    “Nesse contexto de dissimulação, ocorreu o pagamento, em parcelas, da vantagem indevida no valor de R$ 2.600.000,00; de forma direta em favor do PT – Partido dos Trabalhadores – e de forma indireta em favor do ex-prefeito da cidade de São Paulo Fernando Haddad, que foi o beneficiário final dos pagamentos e quem, exercendo o cargo de prefeito, e em razão desta função, detinha domínio a respeito de fatos que poderiam resultar em benefícios de contraprestação à Empreiteira UTC Engenharia S.A.”
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    Mensagem por ptralhasnopoder em Ter 04 Set 2018, 2:19 pm

    É CIRO TURMA, O MELHOR CANDIDATO
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    Mensagem por Sigma em Ter 04 Set 2018, 2:20 pm

    ptralhasnopoder escreveu:É CIRO TURMA, O MELHOR CANDIDATO

    O melhor candidato, junto com o Alckmin, pra lidar com políticos, ou seja, com a corja do mesmo naipe.

    O melhor candidato pra trazer a inflação pré 1994 de volta.
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    Mensagem por euvoltei em Ter 04 Set 2018, 3:47 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Sigma escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    A ideia pode ser boa, mas quem disse que tais votos irão para ele? Não creio....

    Olha, eu vejo uma grande ojeriza ao PT, justamente e simplesmente pelo uso descarado e descontrolado da MENTIRA.
    (Eu pessoalmente não votaria no mais honesto político escandinavo se ele fosse filiado ao PT.)

    Nesse ponto o PSDB se iguala(mais uma vez) ao PT.

    Então, se história se repetir, pode fazer o PSDB perder preciosos votos para todos outros cargos.

    Eu concordo. É grande a possibilidade do Alckmin bater no Bolsonaro, conseguir alguns indecisos, mas não tanto quanto se espera para ir ao segundo turno. Mas não tem caminho fácil pro PSDB, nesse caso: ou tenta desconstruir e busca votos dos indecisos, ou vai ficar pra trás de novo.

    Mas perder votos, acho que não perde. Acho que, como bem pontuou o texto que eu postei, o PT bateu até não poder mais usando mentiras. Neste caso, não há nenhuma mentira vinculada, nem como desmentir, nem fazer com que ele volte atrás, ao contrário: ele disse, e se tiver que dizer de novo, vai dizer.

    É oportunista, por parte do PSDB? É. Mas não é igual a 2014, com Marina e PT. Porque não é mentira.

    Aqui no MS, nem o candidato a reeleição a Governador, que é do PSDB, faz campanha para o Alckimin. Ou seja, o Alckimin não corre risco de perder votos, pois não se perde o que não se tem....Quanto as esquerdas, no fim da reta terão de escolher um candidato unificado para tentar derrotar o Bolsonaro no segundo turno. Quem tem boas chances é o ungido do Lula, o tal "Andrade".

    Não sei se fui tão claro,

    Vejo o Alckmin detonando o restinho de reputação do PSDB em benéfico unicamente próprio, igual o Lula sempre fez com o PT...

    O que para democracia é bom, só se construirá algo bom, quando o podre for destruído.

    Que o Alckmin jogue arraste o PSDB pro lixo, então.

    Quanto ao Bolsonaro, a montagem foi ardil, mas foram esses embates que fizeram o nome dele aparecer no meio dos 512 deputados.... Afinal, quem seria Bolsonaro sem uma Maria do Rosário, ou o ex-BBB Jean, para chamar atenção pra ele??



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