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    Dicas Financeiras

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    JusticeiroSP
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por JusticeiroSP em Seg 05 Mar 2018, 2:38 pm

    (respondida)


    Última edição por JusticeiroSP em Sex 27 Abr 2018, 9:46 am, editado 1 vez(es) (Razão : .)

    Ilhense
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por Ilhense em Ter 06 Mar 2018, 6:09 am

    josebarbos escreveu:
    Ilhense escreveu:

    Discordo do colega josebarbosa. Entendo que as condições estruturais da economia hoje são diferentes, a ponto de já haver um ruído sobre nova redução da taxa de juros, já que até o momento a inflação medida não atende às expectativas do mercado, e por consequência, está abaixo do centro da meta.  

    Há também um bom indício de que tenhamos um crescimento acima de 3% nesse ano, ou seja, isso já auxiliaria na própria arrecadação governamental.

    Creio que o mercado já tenha precificado a não aprovação da reforma da previdência nesse ano e a caso sigamos nessa toada de reaquecimento da economia, deva aceitar para 2019 uma alteração não necessariamente substancial na previdência.

    Caso a inflação venha a se elevar, o seu capital estará protegido.

    O prêmio que estão dando é bem interessante.

    Em que pese o FGC, é bom dar uma olhada nas contas do banco.

    Muito do desempenho dos investimentos passará pela eleição deste ano. Me parece que estamos num cenário meio estagnado e que a depender da qualidade do candidato e das perspectivas pró-mercado, teremos u m grande salto otimista ou pessimista.

    E aí entramos no que investimentos são, apostas.

    Para mim, o que o mercado precificou, e é até óbvio, é que a reforma não sairia neste ano, mas não que ela deixasse de ser pauta. Caso tenhamos um presidente com a perspectiva de afrouxar o controle das contas públicas, isto vai ter seu preço cobrado mais tarde. Aliás, SELIC baixa em ano eleitoral é quase uma barbada, caso de estudo.

    Acredito que podemos até sofrer mais intensamente com a perspectiva das eleições, mas, provavelmente, a partir do momento em que haja uma liderança consolidada nas pesquisas de um candidato fora do "eixo".

    No momento me parece difícil isso ocorrer e, a depender da situação econômica, um discurso que não envolva a necessidade de reformas ficará deslocado.

    O que me pergunto é: um candidato liberal, reformista, seria bom para os servidores públicos? A visão do mercado é positiva quando se aplica a nós?
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por euvoltei em Ter 06 Mar 2018, 7:15 am

    Ilhense escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Ilhense escreveu:

    Discordo do colega josebarbosa. Entendo que as condições estruturais da economia hoje são diferentes, a ponto de já haver um ruído sobre nova redução da taxa de juros, já que até o momento a inflação medida não atende às expectativas do mercado, e por consequência, está abaixo do centro da meta.  

    Há também um bom indício de que tenhamos um crescimento acima de 3% nesse ano, ou seja, isso já auxiliaria na própria arrecadação governamental.

    Creio que o mercado já tenha precificado a não aprovação da reforma da previdência nesse ano e a caso sigamos nessa toada de reaquecimento da economia, deva aceitar para 2019 uma alteração não necessariamente substancial na previdência.

    Caso a inflação venha a se elevar, o seu capital estará protegido.

    O prêmio que estão dando é bem interessante.

    Em que pese o FGC, é bom dar uma olhada nas contas do banco.

    Muito do desempenho dos investimentos passará pela eleição deste ano. Me parece que estamos num cenário meio estagnado e que a depender da qualidade do candidato e das perspectivas pró-mercado, teremos u m grande salto otimista ou pessimista.

    E aí entramos no que investimentos são, apostas.

    Para mim, o que o mercado precificou, e é até óbvio, é que a reforma não sairia neste ano, mas não que ela deixasse de ser pauta. Caso tenhamos um presidente com a perspectiva de afrouxar o controle das contas públicas, isto vai ter seu preço cobrado mais tarde. Aliás, SELIC baixa em ano eleitoral é quase uma barbada, caso de estudo.

    Acredito que podemos até sofrer mais intensamente com a perspectiva das eleições, mas, provavelmente, a partir do momento em que haja uma liderança consolidada nas pesquisas de um candidato fora do "eixo".

    No momento me parece difícil isso ocorrer e, a depender da situação econômica, um discurso que não envolva a necessidade de reformas ficará deslocado.

    O que me pergunto é: um candidato liberal, reformista, seria bom para os servidores públicos? A visão do mercado é positiva quando se aplica a nós?

    É um boa pergunta.
    Ainda mais no meio de tanta ideologias, (que não pagam salários de ninguém).
    A meu ver, temos dentro do serviço público, uma administração direta, de um tamanho bom, mas mal distribuído.

    Quanto a administração indireta (estatais, agências reguladoras, etc) acho que um candidato liberal tem sim, mais poder de "desmonte"... não que isso seja ruim...por exemplo, privatizar a petrobras, e abrir o mercado, pode trazer outras empresas externas, e o governo poderá jogar mais duro, exigindo um produto melhor, coisa que não faz porque se exigir isso, vai derrubar o lucro da petrobras e prejudicar as contas públicas,.. E isso vale pra qualquer área que o governo tenha presença maciça....

    Vejo, que o ideal é alguém que tenha foco no acerto de contas públicas e crescimento,... as duas coisas juntas... Sem isso, vai faltar dinheiro, e no futuro viraremos um grande RJ ou RS...
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por androsvilazza em Ter 06 Mar 2018, 10:40 am

    Exato.

    É bom lembrar que o Brasil é um país bastante sui generis em relação à política e economia.
    Isso significa que não devemos esperar qualquer tipo de "liberalização" (de fato) da economia no curto e médio prazos, independente do candidato eleito este ano.

    Em primeiro lugar, mudanças drásticas e rápidas, nos campos político e econômico, só acontecem em ambientes ditatoriais, o que não é o nosso caso. Em democracias as mudanças sempre tendem a levar bastante tempo, e serem graduais (às vezes até enfadonhas), devido à necessidade de acomodação de interesses divergentes. Não custa lembrar que o Brasil é um dos países menos liberais do planeta, o que demandaria décadas para nos levar ao "meio da tabela" dos índices de liberalismo.

    Em segundo lugar, as corporações têm muita força no país. E não digo apenas as corporações de servidores. Grandes empresas, que são as maiores beneficiadas pela política de subsídios e empréstimos do BNDES, têm muito pouco, ou nenhum, interesse em mudanças no status quo. Dentro dos próprios partidos políticos há grande resistência às mudanças liberalizantes. Basta observar os caso da Eletrobras e Infraero. É consenso geral de que ambas são empresas pouco eficientes, e que seria altamente vantajoso para seus respectivos setores (energia e infraestrutura de aeroportos) caso fossem privatizadas, ainda que parcialmente (algumas geradoras e distribuidoras de energia aqui, alguns aeroportos acolá). No entanto, a ameaça de "perder algumas boquinhas" põe vários políticos e partidos na defensiva, inclusive aqueles que defendem medidas liberais no discurso.

    Em resumo, mesmo que um político seja eleito com a "melhor das intenções" no sentido liberal, querendo privatizar "tudo", reduzir o inchaço da máquina, diminuir impostos etc., o máximo que veremos nos próximos anos serão medidas pontuais, e de pequenos efeitos no curto prazo. De resto, o "sistema" deve puxá-lo ao centro, assim como o fez, de sinal trocado, com o Lula.

    Não esperem grandes mudanças vindo da "política". Quem já está lá quer manter a situação atual, que é bastante cômoda, e quem entra acaba se "convertendo" ou pregando no deserto. Grandes reformas liberais só viriam caso a população abraçasse a causa, com enorme mudança de mentalidade em relação ao "senso comum" de hoje. Aí talvez os políticos aderissem aos ideais liberais, por uma questão básica de sobrevivência. Infelizmente, nada disso parece ocorrer no curto prazo (talvez nunca).

    Reconheço que este é o melhor momento histórico para as ideias economicamente liberais no Brasil. Prova disso é que políticos historicamente defensores do Estado paquidérmico (entre eles o Bolsonaro) recentemente "viraram a casaca" e começaram a defender pautas liberais. Mas daí a, uma vez eleitos, querer - ou conseguir - implementar tais pautas, vai uma distância enorme. Acredito que, mesmo que alguém seja eleito com discurso liberalizante, eventuais reformas adotadas incluam, no máximo:

    1) reforma da Previdência: esta é uma pauta que qualquer eleito, de esquerda ou direita, irá abraçar. que vai mudar é apenas o "foco" da reforma, quais mudanças serão propostas, e a forma de discurso. Quanto ao discurso, podem anotar: qualquer que seja o governo, os argumentos serão "o fim de privilégios", saneamento das contas, adequação aos padrões mundiais e garantia de sustentabilidade para as gerações futuras. Todos estes pontos, a depender da visão adotada, têm os servidores públicos como principais alvos. O único argumento de reforma que nos deixaria "de fora" seria o "combate à sonegação" que, no entanto, é um argumento por si só vazio e sem efeitos práticos sobre as contas da Previdência, que hoje sufocam o orçamento. (combater a sonegação todo mundo pretende combater, e focar só nesse ponto seria "colocar todos os ovos numa cesta duvidosa".)

    2) alguma pequena reforma tributária: talvez a simplificação de impostos (possível, com unificação de dois ou mais impostos em um); tentativa de implementar maior progressividade no imposto de renda (pouco provável, pauta antiga mas que ninguém buscou de fato aprovar); criação ou majoração de impostos, a depender da corrente vencedora nas eleições {provável, caso não se queira atacar o déficit pelo lado das despesas - por exemplo, proporiam algum tributo parecido com a CPMF, majoração de IOF, ou tributação de investimentos hoje isentos (LCA/LCI)};

    3) alguma pequena reforma administrativa: unificação de ministérios (até que os aliados pressionem pela criação de novos postos para apadrinhados), extinção de cargos e funções (todo governante adora tomar essas medidas: sempre extinguem cargos vagos, sem efeito prático nas contas, mas fica a propaganda de "redução da máquina". Depois criam novos cargos para serem mais tarde extintos); talvez alguma medida de desburocratização (por exemplo, redução do tempo levado para se abrir ou encerrar uma empresa, crítica recorrente ao ambiente de negócios no Brasil; ou medidas para acelerar a liberação de produtos de importação e exportação nas alfândegas etc.);

    4) uma ou outra privatizações e concessões: provavelmente de rodovias, que o governo não consegue mais manter satisfatoriamente; talvez alguns presídios, já que o tema do momento é a segurança; e uma ou outra estatal pequena (ainda assim pouco provável).

    Enfim, quem quer que seja eleito, podemos esperar mais do mesmo. As únicas mudanças em relação ao paradigma atual é que pode ser eleito um governante honesto (chego a ter pena dele(a), de ter que negociar apoio com as velhas raposas da política), e talvez uma ou outra medida pequena de caráter liberal. Lógico que mesmo os menores passos são grandes avanços, se dados na direção certa, mas não acredito em grandes mudanças no cenário atual (principalmente se levados em consideração os atuais presidenciáveis, e as pesquisas de opinião). É bom para quem está receoso, que pode ter certeza de que nada ocorrerá, de grande significância, nos próximos dois ou três mandatos presidenciais.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por josebarbos em Ter 06 Mar 2018, 11:02 pm

    Um perfil de candidato liberal poderá ser bom ou ruim, conforme o foco. Vejo que aqueles que estão acostumados com estatais paquidérmicas estariam temerosos, mas não é o nosso caso, cuja atividade é essencialmente estatal. Acredito que até tenhamos muito a ganhar, com foco naquilo que é necessário.

    Quanto a se realmente vai mudar, acho muito difícil. Não há oposição, ou críticas e ideias construtivas. Creio que pontos importantes são os que foram levantados pelo andros, com os seguintes adendos:

    Reforma previdenciária: é urgente uma reforma séria e profunda no sistema. Quem tem qualquer dúvida a este respeito, pode começar a repensar por um quadro bastante simples: pegue a arrecadação e, principalmente, as despesas com previdência ocorridas nos últimos anos. Aliás, o que não vai faltar são "Maitês" dizendo que "o pai pagou pelo direito". O que acho ruim é que muito provavelmente o assunto não será tão discutido na campanha, mas tem grande chance de ser a primeira pauta em 1/1/2019.

    Reforma tributária: é um tema que precisa ser discutido. Não dá para pensar em queda de arrecadação, agora, até por motivos óbvios. Mas dá para se fazer muito em termos de simplificação e unificação. A Índia aprovou uma reforma absurda ano passado, que pode servir de exemplo para nós.

    Não acredito em reforma administrativa. O próprio Temer começou enxugando ministérios, mas não demorou uma semana para mudar de ideia e hoje foi criado um inútil ministério de segurança pública que, não obstante, esvaziou a pasta da Justiça.

    Eu sonharia com um programa agressivo de concessões, permitiria a participação popular por meio de um percentual dos depósitos do FGTS e reduziria o Estado ao mínimo necessário. Infelizmente, à medida que as contas chegarem, uma ou outra concessão ou venda será feita para cobrir o "juro do cheque especial" do ano, e só.

    A mudança mais importante seria no congresso. Entretanto, nossa "reforma política" foi ótima: manteve o status quo e aumentou enormemente as despesas com o terrível fundo partidário.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por Galizezin em Qui 15 Mar 2018, 1:20 pm

    Não é por nada não, mas...
    Hoje está 27 mil

    ???? EVOLUÇÃO BITCOIN

    2009 1 BTC = 0.0001 USD (R$ 0.001)

    2010 1 BTC = 0.07 USD (R$ 0.21)

    2011 1 BTC = 15 USD (R$ 40)

    2012 1 BTC = 7 USD (R$ 21)

    2013 1 BTC = 100 USD (R$ 300)

    2014 1 BTC = 600 USD (R$ 1.800)

    2015 1 BTC = 220 USD (R$ 700)

    2016 (Janeiro) 1 BTC = 600 USD (R$ 1.800)

    2016 (Dezembro) 1 BTC = 860 USD (R$ 2.600)

    2017 (Janeiro) 1 BTC = 1.000 USD (R$ 3.200)

    2017 (Novembro) 1 BTC = 8.100 USD (R$ 35.000)

    2018 (Previsão) 1 BTC = 10.500* USD (R$ 45.000)

    2019 (Previsão) 1 BTC = 40.000* USD (R$ 125.000)

    2020 (Previsão) 1 BTC = 60.000* USD (R$ 185.000)



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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por androsvilazza em Ter 27 Mar 2018, 4:13 pm

    Recomendo esse blog: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Já indicamos algumas vezes, alguns artigos dele. Essa semana lançou uma série de palestras, explicando um pouco o funcionamento do mercado de capitais, e abordando algumas das razões do fracasso brasileiro, nesse aspecto.

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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por jornalista em Ter 27 Mar 2018, 7:10 pm

    Galizezin escreveu:Não é por nada não, mas...
    Hoje está 27 mil

    ???? EVOLUÇÃO BITCOIN

    2009 1 BTC = 0.0001 USD (R$ 0.001)

    2010 1 BTC = 0.07 USD (R$ 0.21)

    2011 1 BTC = 15 USD (R$ 40)

    2012 1 BTC = 7 USD (R$ 21)

    2013 1 BTC = 100 USD (R$ 300)

    2014 1 BTC = 600 USD (R$ 1.800)

    2015 1 BTC = 220 USD (R$ 700)

    2016 (Janeiro) 1 BTC = 600 USD (R$ 1.800)

    2016 (Dezembro) 1 BTC = 860 USD (R$ 2.600)

    2017 (Janeiro) 1 BTC = 1.000 USD (R$ 3.200)

    2017 (Novembro) 1 BTC = 8.100 USD (R$ 35.000)

    2018 (Previsão) 1 BTC = 10.500* USD (R$ 45.000)

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    2020 (Previsão) 1 BTC = 60.000* USD (R$ 185.000)

    Vai afundar?
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por eder.lima em Qua 28 Mar 2018, 9:47 am

    Colegas, esses dias um amigo pediu-me uma opinião acerca da seguinte situação:

    Ele possui um carro financiado com parcelas de 1.499,00 faltando 32 parcelas para quitar o veículo. O seu gerente de banco lhe ofereceu um consignado no valor de 31.500,00 com 96 parcelas de 771,00 com a sugestão de que ele quite o carro (o valor da quitação é 33.500,00) o que lhe daria uma folga de cerca de 700,00 por mês que ele poderia usar para fazer algum investimento ou quitar o consignado de trás pra frente adiantando umas parcelas.

    Na opinião de vocês, valeria a pena ele fazer essa troca de financiamento? Particularmente acho o prazo do consignado muito longo mesmo a parcela sendo a metade do financiamento do carro.

    O que vocês me dizem?
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por cicero_pb em Qua 28 Mar 2018, 10:20 am

    Essa é fácil.

    Considerando que a primeira parcela, em todas as contas, seja daqui a 30 dias:

    - Os juros pagos para o financiamento do carro é de 2,34% ao mês.

    - Os juros do consignado é de 2,12%.

    - O gerente, bonzinho, ofertou dois mil a menos.

    - Se, na mesma taxa que ofertada (2,12%), for feito um empréstimo no MESMO numero de prestações do carro (32), a parcela fica em 1.452,47.

    Ou seja, somente TROCANDO do carro para o banco, há um economia de 46,53 por mês.

    Mas os juros geralmente são menores para prazo menor. Isso pode melhorar.

    Não sei onde a pessoa mora, mas na minha cidade há bancos com taxa efetiva de 1,40% ao mês (na verdade, há até taxas menores, mas vamos focar em uma que deve existir em todo o país).

    Ou seja, com 1,4% ao mês, ele pode pegar 33.500 para quitar o carro e ficar com 32 parcelas de 1.306,02. Ou uma baita economia de 192,98 mensais. Ou 6.175,46 ao final do contrato.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por cicero_pb em Qua 28 Mar 2018, 10:27 am

    Claro, o nosso amigo pode ser um Bananense típicus. Ou B. típicus, para os íntimos. Nesse caso, ele vai na concessionária e troca o possante por um melhor, com uma nova dívida.

    Se for esse o caso, o melhor é deixar como está...

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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por jornalista em Qua 28 Mar 2018, 11:28 am

    cicero_pb escreveu:Claro, o nosso amigo pode ser um Bananense típicus. Ou B. típicus, para os íntimos. Nesse caso, ele vai na concessionária e troca o possante por um melhor, com uma nova dívida.

    Se for esse o caso, o melhor é deixar como está...
    O comércio de usados (prefiro chamar assim) está bombando faz um tempo.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por eder.lima em Qua 28 Mar 2018, 12:23 pm

    cicero_pb escreveu:Essa é fácil.

    Considerando que a primeira parcela, em todas as contas, seja daqui a 30 dias:

    - Os juros pagos para o financiamento do carro é de 2,34% ao mês.

    - Os juros do consignado é de 2,12%.

    - O gerente, bonzinho, ofertou dois mil a menos.

    - Se, na mesma taxa que ofertada (2,12%), for feito um empréstimo no MESMO numero de prestações do carro (32), a parcela fica em 1.452,47.

    Ou seja, somente TROCANDO do carro para o banco, há um economia de 46,53 por mês.

    Mas os juros geralmente são menores para prazo menor. Isso pode melhorar.

    Não sei onde a pessoa mora, mas na minha cidade há bancos com taxa efetiva de 1,40% ao mês (na verdade, há até taxas menores, mas vamos focar em uma que deve existir em todo o país).

    Ou seja, com 1,4% ao mês, ele pode pegar 33.500 para quitar o carro e ficar com 32 parcelas de 1.306,02.  Ou uma baita economia de 192,98 mensais. Ou 6.175,46 ao final do contrato.

    Obrigado pela explicação didática, colega.

    Pelo que entendi, a intenção dele é quitar o carro pra liberar uma folga no orçamento pra investir/poupar.

    Em todo o caso, as condições propostas são boas pra ele, certo? Se bem que eu sugeri que ele procurasse um banco que lhe oferecesse uma taxa de pelo menos 1,6 no consignado já que ele é servidor público também...
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por cicero_pb em Qua 28 Mar 2018, 6:07 pm

    Ele consegue 1,4. Na pior das hipóteses. É só procurar.

    Se é uma questão de margem (ele só possuir 770), ele deve pegar o que precisar para quitar o veículo, aumentando o número de prestações até conseguir.

    Se for só esse o problema dele, deve se limitar a isso.

    O número de parcelas deve ficar em 68, para o valor completo do veículo (33500).
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por cicero_pb em Qua 28 Mar 2018, 6:13 pm

    "servidor público também"...

    As condições de 1,4 que conheço são para algumas categorias. Judiciário incluso.

    Tem que ver as opções que a folha de pagamento do órgão dele oferece.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por eder.lima em Qua 28 Mar 2018, 6:46 pm

    cicero_pb escreveu:Ele consegue 1,4. Na pior das hipóteses. É só procurar.

    Se é uma questão de margem (ele só possuir 770), ele deve pegar o que precisar para quitar o veículo, aumentando o número de prestações até conseguir.

    Se for só esse o problema dele, deve se limitar a isso.

    O número de parcelas deve ficar em 68, para o valor completo do veículo (33500).

    Valeu mais uma vez colega. Vou repassar essas informações pra ele. Obrigado! like
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por josebarbos em Qui 29 Mar 2018, 8:29 pm

    Em geral, trocar dívidas de modalidades diferentes não costuma ser bom negócio, porque você precisa recomeçar do zero.

    O ideal seria tentar a portabilidade, entretanto, ela é limitada no tempo ao mesmo que falta no outro contrato. Entretanto, como não tem IOF, basicamente a redução de juros iria integralmente no ganho na prestação.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por marco trt8 em Seg 16 Abr 2018, 11:28 am

    olá josé barbosa, teria como vc atualizar a sua planilha do pcs, pois a medida próvisória da contribuição previdenciária perdeu a validade.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por josebarbos em Seg 16 Abr 2018, 8:56 pm

    eder.lima escreveu:
    cicero_pb escreveu:Ele consegue 1,4. Na pior das hipóteses. É só procurar.

    Se é uma questão de margem (ele só possuir 770), ele deve pegar o que precisar para quitar o veículo, aumentando o número de prestações até conseguir.

    Se for só esse o problema dele, deve se limitar a isso.

    O número de parcelas deve ficar em 68, para o valor completo do veículo (33500).

    Valeu mais uma vez colega. Vou repassar essas informações pra ele. Obrigado! like

    Semana passada recebi a visita de uma consultora da Alfa, oferecendo até 1,3% a.m. Estamos em negociação de uma visita para simular para os servidores.

    A questão, me parece, é saber chorar, e quem pegar a primeira proposta vai pagar caro.
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    Re: Dicas Financeiras

    Mensagem por josebarbos em Seg 16 Abr 2018, 8:57 pm

    marco trt8 escreveu:olá josé barbosa, teria como vc atualizar a sua planilha do pcs, pois a medida próvisória da contribuição previdenciária perdeu a validade.

    Assim que tiver um tempinho vou fazer as devidas atualizações.

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