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    EmCuiabá
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por EmCuiabá em Ter 18 Set 2018, 8:12 pm

    euvoltei escreveu: O serviço público há ilhas de excelência,(RFB e TCU) por exemplo..
    sempre pensam no custo, por mais meritória que uma proposta pareça,
    padrão no Brasil todo
    não é inchando

    Enfim, se quiser mudar, muda rapidamente... Só ir resolvendo uma coisa de cada vez, de cima pra baixo, com bom senso e racionalidade...

    O PJE é um exemplo.. Há 7 anos atrás, quem imaginava um sistema só pra todo mundo, funcionando, eletrônico...
    Quando querem em pouco tempo a coisa anda...

    Estes órgãos tem quadro enxutos (se comparados a outras carreiras do executivo e judiciário). Várias procuradorias estaduais e municipais, por ser menores, também funcionam desta forma, aliás, uma procuradoria fazendária bem organizada é muito rentável à instituição.

    A solução para o Judiciário, a meu ver, passa pela redução da cargos e ampliação de competências, e não pelo inchaço do quadro e redução de jornada, como alguns defendem. Os sistemas eletrônicos de gestão, processos judiciais etc. favorecem esta linha de entendimento.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por SENATUS em Qua 26 Set 2018, 10:35 am

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por subsidiando em Qua 26 Set 2018, 11:24 am

    Em resposta às perguntas dos servidores, Alexandre Camanho deixou claro o interesse da administração em buscar formas de melhorar a atuação do MPF, mesmo diante da imposição de cortes de gastos decorrentes da Emenda Constitucional 95/2016 (que congelou os orçamentos por 20 anos) e expôs sua opinião sobre assuntos relevantes, como a recomposição salarial, a sustentabilidade do Plan-Assiste e a reposição de vagas.

    A respeito dos salários, ele revelou que considera viável (como alternativa diante das regras da EC95) a concessão de reajustes anuais que ao menos reponham a inflação, mediante projetos de lei. “Não há um estudo, mas essa é a minha ideia, porém é preciso também um convencimento dos servidores de que se trata de uma possibilidade justa e plausível”, explicou. O SG esclareceu que, embora “tenha tudo para prosperar”, essa solução dependeria ainda de uma unidade com sindicatos, associações e até mesmo o Poder Judiciário.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RELATOR em Qua 26 Set 2018, 4:51 pm

    Está previsto em pauta para logo mais a partir das 14 horas no Superior Tribunal de Justiça – STJ – julgamento do pedido de uniformização da interpretação da lei dos 13,23%. O procedimento visa por fim às sentenças divergentes, oriundas de interpretações diferentes quando doa análise da questão nos tribunais federais.

    O julgamento de hoje deverá estabelecer uma diretriz única e uniforme para as decisões sobre o tema, a partir de então. Coordenadores da Fenajufe e dirigentes dos sindicatos de base estarão acompanhando a sessão a partir das 14 horas.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Solange4 em Qui 27 Set 2018, 4:09 pm

    Plano quer reestruturar as carreiras do funcionalismo
    Projeto é reduzir de 309 para 20 o número decarreiras de servidores da União; salário inicial deve ser de R$ 5 mil

    Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

    27 Setembro 2018 | 04h00

    BRASÍLIA - O plano de reestruturação das carreiras dos servidores da União deve acabar com a progressão automática por tempo de serviço e levar em conta critérios para que o servidor público seja promovido, como avaliação de mérito, desempenho e capacitação.

    Dessa forma, nem todo funcionário público chegará ao topo da carreira antes de se aposentar. O novo desenho da reforma de pessoal que será apresentado ao novo presidente eleito, durante a transição de governo, eliminará a quantidade de carreiras das atuais 309 para cerca de 20, segundo apurou o Estadão/Broadcast. O governo federal gasta R$ 300 bilhões por ano com a folha de pessoal para 1,3 milhão de servidores, incluindo os inativos.

    A proposta é que o salário inicial para a maioria das carreiras seja de R$ 5 mil, como sugerido no plano anterior de reestruturação, feito pelo então ministro do Planejamento Dyogo Oliveira. A estratégia é alinhar a remuneração do início de carreira aos salários praticados na iniciativa privada. Há carreiras, como a da Receita, Polícia Federal e do chamado ciclo de gestão, em que o salário inicial é de quase R$ 18 mil.

    Redução de gastos. Pela proposta anterior, que não chegou a ser encaminhada ao Congresso devido à forte pressão das carreiras mais poderosas, o foco maior estava na redução dos gastos, mas não alterava a lógica de promoção dos servidores. Hoje, o sistema de promoções é dissociado de critérios de mérito e capacitação. Para subir na carreira, basta seguir o tempo de serviço em cada etapa profissional.

    Para o Ministério do Planejamento, que está conduzindo a elaboração da proposta de reforma de pessoal, há um número exagerado de carreiras, situação que provoca distorções no setor público. Para fazer as mudanças, será preciso apenas a aprovação de projeto de lei ordinária, com tramitação mais simples e sem quórum qualificado para a aprovação. O projeto não altera temas polêmicos, com a estabilidade do servidor no emprego, e nem muda a estrutura salarial dos militares.

    As mudanças vão valer para quem entrar no serviço público depois de aprovado o projeto.

    Com a proposta, a ideia é que demore mais tempo para o servidor ser promovido. Há carreiras nas quais em seis anos é possível chegar ao topo, o que desestimula o servidor e aumenta a pressão por salários cada vez mais elevados. É o caso da Advocacia Geral da União. A reforma prevê um processo mais demorado, alongando o tempo em cada etapa.

    O servidor para progredir de uma etapa a outra terá que cumprir critérios. Uma economia que será se dará no futuro, mas que precisa começar a ser planejada agora, na avaliação dos técnicos.

    Para auxiliar na avaliação, o banco de talentos dos servidores será uma dos instrumentos que o Ministério do Planejamento vai usar. Recém-criado, o banco é uma espécie de Linkedin (rede social para assuntos profissionais).

    Fonte: O Estado de S. Paulo em 27/09/2018
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Protocol em Qui 27 Set 2018, 4:23 pm

    Solange4 escreveu: Plano quer reestruturar as carreiras do funcionalismo
    Projeto é reduzir de 309 para 20 o número decarreiras de servidores da União; salário inicial deve ser de R$ 5 mil

    Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

    27 Setembro 2018 | 04h00

    BRASÍLIA - O plano de reestruturação das carreiras dos servidores da União deve acabar com a progressão automática por tempo de serviço e levar em conta critérios para que o servidor público seja promovido, como avaliação de mérito, desempenho e capacitação.

    Dessa forma, nem todo funcionário público chegará ao topo da carreira antes de se aposentar. O novo desenho da reforma de pessoal que será apresentado ao novo presidente eleito, durante a transição de governo, eliminará a quantidade de carreiras das atuais 309 para cerca de 20, segundo apurou o Estadão/Broadcast. O governo federal gasta R$ 300 bilhões por ano com a folha de pessoal para 1,3 milhão de servidores, incluindo os inativos.

    A proposta é que o salário inicial para a maioria das carreiras seja de R$ 5 mil, como sugerido no plano anterior de reestruturação, feito pelo então ministro do Planejamento Dyogo Oliveira. A estratégia é alinhar a remuneração do início de carreira aos salários praticados na iniciativa privada. Há carreiras, como a da Receita, Polícia Federal e do chamado ciclo de gestão, em que o salário inicial é de quase R$ 18 mil.

    Redução de gastos. Pela proposta anterior, que não chegou a ser encaminhada ao Congresso devido à forte pressão das carreiras mais poderosas, o foco maior estava na redução dos gastos, mas não alterava a lógica de promoção dos servidores. Hoje, o sistema de promoções é dissociado de critérios de mérito e capacitação. Para subir na carreira, basta seguir o tempo de serviço em cada etapa profissional.

    Para o Ministério do Planejamento, que está conduzindo a elaboração da proposta de reforma de pessoal, há um número exagerado de carreiras, situação que provoca distorções no setor público. Para fazer as mudanças, será preciso apenas a aprovação de projeto de lei ordinária, com tramitação mais simples e sem quórum qualificado para a aprovação. O projeto não altera temas polêmicos, com a estabilidade do servidor no emprego, e nem muda a estrutura salarial dos militares.

    As mudanças vão valer para quem entrar no serviço público depois de aprovado o projeto.

    Com a proposta, a ideia é que demore mais tempo para o servidor ser promovido. Há carreiras nas quais em seis anos é possível chegar ao topo, o que desestimula o servidor e aumenta a pressão por salários cada vez mais elevados. É o caso da Advocacia Geral da União. A reforma prevê um processo mais demorado, alongando o tempo em cada etapa.

    O servidor para progredir de uma etapa a outra terá que cumprir critérios. Uma economia que será se dará no futuro, mas que precisa começar a ser planejada agora, na avaliação dos técnicos.

    Para auxiliar na avaliação, o banco de talentos dos servidores será uma dos instrumentos que o Ministério do Planejamento vai usar. Recém-criado, o banco é uma espécie de Linkedin (rede social para assuntos profissionais).

    Fonte: O Estado de S. Paulo em 27/09/2018

    Embora não nos afete diretamente, se estas mudanças se concretizarem por certo vão se refletir no futuro nas carreiras do MPU e do Judiciário.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sigma em Qui 27 Set 2018, 4:58 pm

    Como seria bom se houvesse o vazamento do "rascunho" desse plano...

    Edit: Achei algo, mas isso já tem mais de 1 ano:

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por RELATOR em Qui 27 Set 2018, 7:15 pm

    Pelo menos nao pode haver diminuição do salario!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Sex 28 Set 2018, 10:42 am

    RELATOR escreveu:Pelo menos nao pode haver diminuição do salario!

    Não nominal, mas na prática, também não se concederão sequer reposições inflacionárias até se fechar um alinhamento com os "novatos", e muito provavelmente, o passo seguinte é tornar bastante difícil as progressões, de forma que o salário final seja só um canto da sereia.
    Nos anos 90, o plano de cargos e salários da Caixa era assim: um teto simplesmente impossível de ser alcançado.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Buda1975 em Qua 10 Out 2018, 10:02 am

    Por isso que penso ser imperativo lutarmos pelo direito dos servidores do Poder Judiciário exercer a advocacia, ainda que não atuando no órgão no qual esteja vinculado, pende de julgamento uma ação no Supremo, mas não anda!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qua 10 Out 2018, 10:10 am

    Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por juliorjr em Qua 10 Out 2018, 3:28 pm

    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qua 10 Out 2018, 5:56 pm

    juliorjr escreveu:
    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Faz uns 10 anos, pelo menos, que sindicatos arrotam um poder que não possuem..

    Quanto a isso, acho que nem eles nem ninguém seguraria a onda, que era desejo do presidente + congresso
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Suricate em Qua 17 Out 2018, 6:05 pm

    Colegas, esta semana o SINDJUS esteve aqui no MPDFT divulgando uma vitória do sindicato contra a União em uma ação em que se discutiu a cobrança indevida de imposto de renda.
    Com isso, o SINDJUS está buscando aumentar o número de sindicalizados para poder executar a dívida.

    Alguém tem mais informações sobre o assunto? Não souberam informar sobre qual parcela da remuneração o IR teria incidido.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por josebarbos em Qua 17 Out 2018, 6:48 pm

    Suricate escreveu:Colegas, esta semana o SINDJUS esteve aqui no MPDFT divulgando uma vitória do sindicato contra a União em uma ação em que se discutiu a cobrança indevida de imposto de renda.
    Com isso, o SINDJUS está buscando aumentar o número de sindicalizados para poder executar a dívida.

    Alguém tem mais informações sobre o assunto? Não souberam informar sobre qual parcela da remuneração o IR teria incidido.

    Salvo engano, vi alguma coisa relativo a auxílio creche, ainda da década passada.

    No MPU, por volta de 2011 o referido auxílio deixou de ser retido e tributado.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Qua 17 Out 2018, 7:54 pm

    josebarbos escreveu:
    Suricate escreveu:Colegas, esta semana o SINDJUS esteve aqui no MPDFT divulgando uma vitória do sindicato contra a União em uma ação em que se discutiu a cobrança indevida de imposto de renda.
    Com isso, o SINDJUS está buscando aumentar o número de sindicalizados para poder executar a dívida.

    Alguém tem mais informações sobre o assunto? Não souberam informar sobre qual parcela da remuneração o IR teria incidido.

    Salvo engano, vi alguma coisa relativo a auxílio creche, ainda da década passada.

    No MPU, por volta de 2011 o referido auxílio deixou de ser retido e tributado.

    Eu ganhei essa ação do auxilio creche há dez anos no JEF.
    Aliás, todos os meus colegas ganharam esse processo na época.
    Hoje o meu tribunal nem faz mais esse desconto.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Qua 17 Out 2018, 7:58 pm

    juliorjr escreveu:
    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Acho que não. Esse processo vai e volta.
    E não tem meio termo. É nos extremos.

    Collor e FHC arrocharam até onde puderam. Lula balanceou no primeiro momento e depois promoveu inchaço. A Dilma-Temer congelaram. Pode ter mais algum achatamento nos próximos 5 a 10 anos. Depois vem de novo a recomposição.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Protocol em Qui 18 Out 2018, 12:06 am

    juliorjr escreveu:
    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Acho que isso ainda vai demorar um tempo para acontecer. Mas vai.

    A terceirização já terminou com muitos cargos. Lembrei de um caso quando estava na universidade. O secretário de um órgão colegiado da faculdade de direito tinha um cargo ligado à limpeza (servente, faxineiro, não lembro bem). A função foi terceirizada e ele remanejado (desviado). O próprio cargo de auxiliar judiciário se tornou obsoleto.

    A divisão técnico/analista, considerando que os órgãos não observam a relação de funções previstas em lei, vai acabar cedo ou tarde sendo superada.

    O general Mourão em palestra (acredito que seja a visão do Bolsonaro também) falou em meritocracia, alteração no sistema de promoções, dentre outros temas.

    Para o futuro é que a carreira pública vai mudar bastante.

    O ambiente é propício para mudanças, não necessariamente para o nosso benefício, mas em prol da gestão e da redução da pressão que a folha gera no orçamento.

    Ainda mais que em eventual vitória do Bolsonaro vai haver um ambiente tão grande de prostração nos sindicatos, ao menos no início, que até a resistência a mudanças talvez seja fraca.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por euvoltei em Qui 18 Out 2018, 5:42 am

    Protocol escreveu:
    juliorjr escreveu:
    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Acho que isso ainda vai demorar um tempo para acontecer. Mas vai.

    A terceirização já terminou com muitos cargos. Lembrei de um caso quando estava na universidade. O secretário de um órgão colegiado da faculdade de direito tinha um cargo ligado à limpeza (servente, faxineiro, não lembro bem). A função foi terceirizada e ele remanejado (desviado). O próprio cargo de auxiliar judiciário se tornou obsoleto.

    A divisão técnico/analista, considerando que os órgãos não observam a relação de funções previstas em lei, vai acabar cedo ou tarde sendo superada.

    O general Mourão em palestra (acredito que seja a visão do Bolsonaro também) falou em meritocracia, alteração no sistema de promoções, dentre outros temas.

    Para o futuro é que a carreira pública vai mudar bastante.

    O ambiente é propício para mudanças, não necessariamente para o nosso benefício, mas em prol da gestão e da redução da pressão que a folha gera no orçamento.

    Ainda mais que em eventual vitória do Bolsonaro vai haver um ambiente tão grande de prostração nos sindicatos, ao menos no início, que até a resistência a mudanças talvez seja fraca.

    Tem muito servidor que nem liga mesmo... Vão só perguntar, “mexe comigo? “. senão vão nem se importar.. Tanto que limitação de aposentadoria ao teto do RGPS, passou sem resistência nenhuma...

    Sindicatos??? Estão com conceito tão baixo quanto os políticos que saíram de cena agora nesse 1 turno...

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Qui 18 Out 2018, 7:43 am

    euvoltei escreveu:
    Protocol escreveu:
    juliorjr escreveu:
    Galizezin escreveu:Sindicatos deixaram passar em branco. Temer aprovou a terceirização da atividade fim. Vejam que concursos públicos estão minguando. Se a crise apertar, até as instituições contrárias irão terceirizar suas áreas fim. Pega um comissionado de fora, paga 1/3 do salário de um analista, se começar a faltar ou baixar a produtividade, pode demiti-lo...
    Na minha visão, o desmonte do serviço público já começou. A arma está apontada, basta alguém apertar o gatilho.

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Acho que isso ainda vai demorar um tempo para acontecer. Mas vai.

    A terceirização já terminou com muitos cargos. Lembrei de um caso quando estava na universidade. O secretário de um órgão colegiado da faculdade de direito tinha um cargo ligado à limpeza (servente, faxineiro, não lembro bem). A função foi terceirizada e ele remanejado (desviado). O próprio cargo de auxiliar judiciário se tornou obsoleto.

    A divisão técnico/analista, considerando que os órgãos não observam a relação de funções previstas em lei, vai acabar cedo ou tarde sendo superada.

    O general Mourão em palestra (acredito que seja a visão do Bolsonaro também) falou em meritocracia, alteração no sistema de promoções, dentre outros temas.

    Para o futuro é que a carreira pública vai mudar bastante.

    O ambiente é propício para mudanças, não necessariamente para o nosso benefício, mas em prol da gestão e da redução da pressão que a folha gera no orçamento.

    Ainda mais que em eventual vitória do Bolsonaro vai haver um ambiente tão grande de prostração nos sindicatos, ao menos no início, que até a resistência a mudanças talvez seja fraca.

    Tem muito servidor que nem liga mesmo... Vão só perguntar, “mexe comigo? “. senão vão nem se importar.. Tanto que limitação de aposentadoria ao teto do RGPS, passou sem resistência nenhuma...

    Sindicatos??? Estão com conceito tão baixo quanto os políticos que saíram de cena agora nesse 1 turno...

    Cortar e diminuir salários e despesas é fácil. O problema é outro. A modernização do PJu passa pelo fim do CNJ. O órgão foi criado com um intuito e atirou no que não viu. As decisões esdrúxulas são prova disso. Mas a composição também colabora pra isso. Coincidência ou não, desde que foi criado, caiu a qualidade do serviço e de vida do servidor em prol do número frio. Juiz de vara comum com um bom acervo quer ganhar prêmio que juiz de juizado e de vara comum saneada ganha. Juízes substitutos idem visando à promoção. Mas só mudar a composição não adianta. O fim das metas atuais ou do próprio órgão seria o ideal, enquanto o CNJ insistir em comparar o incomparável, já que o PJu é tão diverso no país.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por EmCuiabá em Qui 18 Out 2018, 8:53 am

    jornalista escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Protocol escreveu:
    juliorjr escreveu:

    concordo completamente.

    Carreira pública está com dias contados. Nós seremos os últimos marajás do serviço público no futuro.

    Acho que isso ainda vai demorar um tempo para acontecer. Mas vai.

    A terceirização já terminou com muitos cargos. Lembrei de um caso quando estava na universidade. O secretário de um órgão colegiado da faculdade de direito tinha um cargo ligado à limpeza (servente, faxineiro, não lembro bem). A função foi terceirizada e ele remanejado (desviado). O próprio cargo de auxiliar judiciário se tornou obsoleto.

    A divisão técnico/analista, considerando que os órgãos não observam a relação de funções previstas em lei, vai acabar cedo ou tarde sendo superada.

    O general Mourão em palestra (acredito que seja a visão do Bolsonaro também) falou em meritocracia, alteração no sistema de promoções, dentre outros temas.

    Para o futuro é que a carreira pública vai mudar bastante.

    O ambiente é propício para mudanças, não necessariamente para o nosso benefício, mas em prol da gestão e da redução da pressão que a folha gera no orçamento.

    Ainda mais que em eventual vitória do Bolsonaro vai haver um ambiente tão grande de prostração nos sindicatos, ao menos no início, que até a resistência a mudanças talvez seja fraca.

    Tem muito servidor que nem liga mesmo... Vão só perguntar, “mexe comigo? “. senão vão nem se importar.. Tanto que limitação de aposentadoria ao teto do RGPS, passou sem resistência nenhuma...

    Sindicatos??? Estão com conceito tão baixo quanto os políticos que saíram de cena agora nesse 1 turno...

    Cortar e diminuir salários e despesas é fácil. O problema é outro. A modernização do PJu passa pelo fim do CNJ. O órgão foi criado com um intuito e atirou no que não viu. As decisões esdrúxulas são prova disso. Mas a composição também colabora pra isso. Coincidência ou não, desde que foi criado, caiu a qualidade do serviço e de vida do servidor em prol do número frio. Juiz de vara comum com um bom acervo quer ganhar prêmio que juiz de juizado e de vara comum saneada ganha. Juízes substitutos idem visando à promoção. Mas só mudar a composição não adianta. O fim das metas atuais ou do próprio órgão seria o ideal, enquanto o CNJ insistir em comparar o incomparável, já que o PJu é tão diverso no país.

    Não acho que a terceirização acabará com todos os cargos públicos, mas vai acabar com a carreira, explico: no momento em que terceirizados trabalharem junto com os servidores, mas em cargos distintos, ganhando, contudo, 20 a 30% do que ganha o servidor efetivo, vão usar isto como razão para congelar os salários, vetar planos de carreira diferenciados etc.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 18 Out 2018, 9:09 am

    EmCuiabá escreveu:

    Não acho que a terceirização acabará com todos os cargos públicos, mas vai acabar com a carreira, explico: no momento em que terceirizados trabalharem junto com os servidores, mas em cargos distintos, ganhando, contudo, 20 a 30% do que ganha o servidor efetivo, vão usar isto como razão para congelar os salários, vetar planos de carreira diferenciados etc.

    Isso já está acontecendo.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qui 18 Out 2018, 9:42 am

    EmCuiabá escreveu:
    jornalista escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Protocol escreveu:

    Acho que isso ainda vai demorar um tempo para acontecer. Mas vai.

    A terceirização já terminou com muitos cargos. Lembrei de um caso quando estava na universidade. O secretário de um órgão colegiado da faculdade de direito tinha um cargo ligado à limpeza (servente, faxineiro, não lembro bem). A função foi terceirizada e ele remanejado (desviado). O próprio cargo de auxiliar judiciário se tornou obsoleto.

    A divisão técnico/analista, considerando que os órgãos não observam a relação de funções previstas em lei, vai acabar cedo ou tarde sendo superada.

    O general Mourão em palestra (acredito que seja a visão do Bolsonaro também) falou em meritocracia, alteração no sistema de promoções, dentre outros temas.

    Para o futuro é que a carreira pública vai mudar bastante.

    O ambiente é propício para mudanças, não necessariamente para o nosso benefício, mas em prol da gestão e da redução da pressão que a folha gera no orçamento.

    Ainda mais que em eventual vitória do Bolsonaro vai haver um ambiente tão grande de prostração nos sindicatos, ao menos no início, que até a resistência a mudanças talvez seja fraca.

    Tem muito servidor que nem liga mesmo... Vão só perguntar, “mexe comigo? “. senão vão nem se importar.. Tanto que limitação de aposentadoria ao teto do RGPS, passou sem resistência nenhuma...

    Sindicatos??? Estão com conceito tão baixo quanto os políticos que saíram de cena agora nesse 1 turno...

    Cortar e diminuir salários e despesas é fácil. O problema é outro. A modernização do PJu passa pelo fim do CNJ. O órgão foi criado com um intuito e atirou no que não viu. As decisões esdrúxulas são prova disso. Mas a composição também colabora pra isso. Coincidência ou não, desde que foi criado, caiu a qualidade do serviço e de vida do servidor em prol do número frio. Juiz de vara comum com um bom acervo quer ganhar prêmio que juiz de juizado e de vara comum saneada ganha. Juízes substitutos idem visando à promoção. Mas só mudar a composição não adianta. O fim das metas atuais ou do próprio órgão seria o ideal, enquanto o CNJ insistir em comparar o incomparável, já que o PJu é tão diverso no país.

    Não acho que a terceirização acabará com todos os cargos públicos, mas vai acabar com a carreira, explico: no momento em que terceirizados trabalharem junto com os servidores, mas em cargos distintos, ganhando, contudo, 20 a 30% do que ganha o servidor efetivo, vão usar isto como razão para congelar os salários, vetar planos de carreira diferenciados etc.

    Só se a Administração fizer muito mau uso da terceirização, o que é plenamente possível, já que a maior parte dos servidores e boa parte dos gestores nem entende direito quais os princípios que regem a terceirização, quais funções pode abranger e como ela deve funcionar. Assim, não duvido que, na prática, acabem por terceirizar mão-de-obra, ou seja, colocar terceirizados pra executar atribuições típicas que deveriam ser reservadas aos servidores efetivos. E esse risco é real, principalmente porque a maior parte dos tomadores de decisão (magistrados e procuradores) são péssimos gestores, não têm o mínimo interesse na gestão pública, muitos até argumentam que "não foi pra isso que fiz concurso".

    Se bem executada, por outro lado, a terceirização é uma ótima medida pra mudar o patamar das carreiras, permitindo a valorização. Além de liberar espaço no orçamento, possibilita tirar do escopo de atribuições dos servidores aquelas atividades menos especializadas que, a despeito de serem importantíssimas e dignas, servem de argumento para a resistência em conceder reajustes: "Tem servidor recebendo 10 mil pra carimbar papel e transportar processo de uma sala pra outra"; "Nossa, atendente de balcão ganha isso tudo? Na iniciativa privada é um terço desse valor"; etc.

    O objetivo da terceirização é de terceirizar serviços, e não mão-de-obra; ou seja, as atribuições de terceirizados e servidores têm de estar muito bem delimitadas e separadas. Vou dar alguns exemplos de serviços que podem ser terceirizados, principalmente após a implementação do PJe: atendimento de balcão; protocolo (recebimento de documentos e juntada aos processos); gestão do arquivo físico; serviço de suporte aos servidores e magistrados/procuradores na área de informática; expedição de ofícios, dentre várias outras. Muitas dessas atividades, hoje, são realizadas por servidores, às vezes por setores inteiros com vários servidores. A terceirização possibilita que um único servidor seja o fiscal e gestor de um contrato com vários terceirizados. Libera servidores para atribuições mais complexas e típicas, evitando que "trabalho menor" seja realizado por servidores de carreira.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 18 Out 2018, 10:10 am

    androsvilazza escreveu:
    Só se a Administração fizer muito mau uso da terceirização, o que é plenamente possível, já que a maior parte dos servidores e boa parte dos gestores nem entende direito quais os princípios que regem a terceirização, quais funções pode abranger e como ela deve funcionar. Assim, não duvido que, na prática, acabem por terceirizar mão-de-obra, ou seja, colocar terceirizados pra executar atribuições típicas que deveriam ser reservadas aos servidores efetivos. E esse risco é real, principalmente porque a maior parte dos tomadores de decisão (magistrados e procuradores) são péssimos gestores, não têm o mínimo interesse na gestão pública, muitos até argumentam que "não foi pra isso que fiz concurso".

    Se bem executada, por outro lado, a terceirização é uma ótima medida pra mudar o patamar das carreiras, permitindo a valorização. Além de liberar espaço no orçamento, possibilita tirar do escopo de atribuições dos servidores aquelas atividades menos especializadas que, a despeito de serem importantíssimas e dignas, servem de argumento para a resistência em conceder reajustes: "Tem servidor recebendo 10 mil pra carimbar papel e transportar processo de uma sala pra outra"; "Nossa, atendente de balcão ganha isso tudo? Na iniciativa privada é um terço desse valor"; etc.

    O objetivo da terceirização é de terceirizar serviços, e não mão-de-obra; ou seja, as atribuições de terceirizados e servidores têm de estar muito bem delimitadas e separadas. Vou dar alguns exemplos de serviços que podem ser terceirizados, principalmente após a implementação do PJe: atendimento de balcão; protocolo (recebimento de documentos e juntada aos processos); gestão do arquivo físico; serviço de suporte aos servidores e magistrados/procuradores na área de informática; expedição de ofícios, dentre várias outras. Muitas dessas atividades, hoje, são realizadas por servidores, às vezes por setores inteiros com vários servidores. A terceirização possibilita que um único servidor seja o fiscal e gestor de um contrato com vários terceirizados. Libera servidores para atribuições mais complexas e típicas, evitando que "trabalho menor" seja realizado por servidores de carreira.

    A lei 13.429/2017, chamada lei da terceirização irrestrita, libera a terceirização da mão-de-obra também para a atividade-fim. O que isso quer dizer? Que qualquer atividade de uma empresa poderá ser desempenhada por serviço terceirizado.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por androsvilazza em Qui 18 Out 2018, 10:36 am

    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Só se a Administração fizer muito mau uso da terceirização, o que é plenamente possível, já que a maior parte dos servidores e boa parte dos gestores nem entende direito quais os princípios que regem a terceirização, quais funções pode abranger e como ela deve funcionar. Assim, não duvido que, na prática, acabem por terceirizar mão-de-obra, ou seja, colocar terceirizados pra executar atribuições típicas que deveriam ser reservadas aos servidores efetivos. E esse risco é real, principalmente porque a maior parte dos tomadores de decisão (magistrados e procuradores) são péssimos gestores, não têm o mínimo interesse na gestão pública, muitos até argumentam que "não foi pra isso que fiz concurso".

    Se bem executada, por outro lado, a terceirização é uma ótima medida pra mudar o patamar das carreiras, permitindo a valorização. Além de liberar espaço no orçamento, possibilita tirar do escopo de atribuições dos servidores aquelas atividades menos especializadas que, a despeito de serem importantíssimas e dignas, servem de argumento para a resistência em conceder reajustes: "Tem servidor recebendo 10 mil pra carimbar papel e transportar processo de uma sala pra outra"; "Nossa, atendente de balcão ganha isso tudo? Na iniciativa privada é um terço desse valor"; etc.

    O objetivo da terceirização é de terceirizar serviços, e não mão-de-obra; ou seja, as atribuições de terceirizados e servidores têm de estar muito bem delimitadas e separadas. Vou dar alguns exemplos de serviços que podem ser terceirizados, principalmente após a implementação do PJe: atendimento de balcão; protocolo (recebimento de documentos e juntada aos processos); gestão do arquivo físico; serviço de suporte aos servidores e magistrados/procuradores na área de informática; expedição de ofícios, dentre várias outras. Muitas dessas atividades, hoje, são realizadas por servidores, às vezes por setores inteiros com vários servidores. A terceirização possibilita que um único servidor seja o fiscal e gestor de um contrato com vários terceirizados. Libera servidores para atribuições mais complexas e típicas, evitando que "trabalho menor" seja realizado por servidores de carreira.

    A lei 13.429/2017, chamada lei da terceirização irrestrita, libera a terceirização da mão-de-obra também para a atividade-fim. O que isso quer dizer? Que qualquer atividade de uma empresa poderá ser desempenhada por serviço terceirizado.

    Mas não dá pra confundir a terceirização em empresas privadas com a terceirização na administração pública. Empresas privadas não precisam obedecer à exigência de concurso para provimento de cargos, por exemplo.

    A discussão mais recente sobre terceirização na administração pública trata do Decreto 9507/2018, que revogou o Decreto anterior que tratava do mesmo assunto, o 2271/1997. Adianto que, na prática, não mudou muita coisa. As mudanças mais significativas são que, antes, o Decreto estabelecia quais atividades poderiam ser terceirizadas. Agora, o Decreto repassa ao Ministério do Planejamento a prerrogativa de atribuir, por meio de portaria, quais atividades serão objeto de terceirização.

    Pra quem quiser saber mais sobre o assunto, sem precisar adentrar em muito tecnicismo jurídico, achei dois artigos bons sobre o assunto:

    Um de professor do Estratégia Concursos, dissertando sobre o decreto em si:
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Outro do G1, que coloca a posição do MPOG, tanto sobre o decreto, quanto sobre a portaria a ser expedida:
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Apesar da gritaria de alguns setores, eu considero esta uma medida modernizadora importante, principalmente em relação às funções mais básicas no serviço público. Até há algum tempo, tínhamos cargos efetivos como zelador, motorista, copeiro e ascensorista, funções que posteriormente foram objeto de terceirização e hoje todo mundo acha absurdo que algum dia tais atribuições houvessem sido exercidas por servidores de carreira e, principalmente, com altos salários.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por EmCuiabá em Qui 18 Out 2018, 10:37 am

    Galizezin escreveu:
    EmCuiabá escreveu:

    Não acho que a terceirização acabará com todos os cargos públicos, mas vai acabar com a carreira, explico: no momento em que terceirizados trabalharem junto com os servidores, mas em cargos distintos, ganhando, contudo, 20 a 30% do que ganha o servidor efetivo, vão usar isto como razão para congelar os salários, vetar planos de carreira diferenciados etc.

    Isso já está acontecendo.

    Mais ou menos, com sangue suor e lagrimas ainda estamos conseguindo algumas reposições, parceladas, mas conseguindo... Mas no futuro ouviremos muito insurgências como "Para que aumento, se os terceirizados fazem a mesma coisa recebendo um décimo da remuneração"
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Qui 18 Out 2018, 10:46 am

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Só se a Administração fizer muito mau uso da terceirização, o que é plenamente possível, já que a maior parte dos servidores e boa parte dos gestores nem entende direito quais os princípios que regem a terceirização, quais funções pode abranger e como ela deve funcionar. Assim, não duvido que, na prática, acabem por terceirizar mão-de-obra, ou seja, colocar terceirizados pra executar atribuições típicas que deveriam ser reservadas aos servidores efetivos. E esse risco é real, principalmente porque a maior parte dos tomadores de decisão (magistrados e procuradores) são péssimos gestores, não têm o mínimo interesse na gestão pública, muitos até argumentam que "não foi pra isso que fiz concurso".

    Se bem executada, por outro lado, a terceirização é uma ótima medida pra mudar o patamar das carreiras, permitindo a valorização. Além de liberar espaço no orçamento, possibilita tirar do escopo de atribuições dos servidores aquelas atividades menos especializadas que, a despeito de serem importantíssimas e dignas, servem de argumento para a resistência em conceder reajustes: "Tem servidor recebendo 10 mil pra carimbar papel e transportar processo de uma sala pra outra"; "Nossa, atendente de balcão ganha isso tudo? Na iniciativa privada é um terço desse valor"; etc.


    A lei 13.429/2017, chamada lei da terceirização irrestrita, libera a terceirização da mão-de-obra também para a atividade-fim. O que isso quer dizer? Que qualquer atividade de uma empresa poderá ser desempenhada por serviço terceirizado.

    Mas não dá pra confundir a terceirização em empresas privadas com a terceirização na administração pública. Empresas privadas não precisam obedecer à exigência de concurso para provimento de cargos, por exemplo.

    A discussão mais recente sobre terceirização na administração pública trata do Decreto 9507/2018, que revogou o Decreto anterior que tratava do mesmo assunto, o 2271/1997. Adianto que, na prática, não mudou muita coisa. As mudanças mais significativas são que, antes, o Decreto estabelecia quais atividades poderiam ser terceirizadas. Agora, o Decreto repassa ao Ministério do Planejamento a prerrogativa de atribuir, por meio de portaria, quais atividades serão objeto de terceirização.

    Pra quem quiser saber mais sobre o assunto, sem precisar adentrar em muito tecnicismo jurídico, achei dois artigos bons sobre o assunto:

    Um de professor do Estratégia Concursos, dissertando sobre o decreto em si:
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    Outro do G1, que coloca a posição do MPOG, tanto sobre o decreto, quanto sobre a portaria a ser expedida:
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    Apesar da gritaria de alguns setores, eu considero esta uma medida modernizadora importante, principalmente em relação às funções mais básicas no serviço público. Até há algum tempo, tínhamos cargos efetivos como zelador, motorista, copeiro e ascensorista, funções que posteriormente foram objeto de terceirização e hoje todo mundo acha absurdo que algum dia tais atribuições houvessem sido exercidas por servidores de carreira e, principalmente, com altos salários.

    Me lembro muito bem de uma reportagem que saiu no SBT nos idos de 2009, bem no início da discussão do velho mamute, falando sobre o garçom do TRT que ganharia 13000 reais se aquele projeto fosse aprovado.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Galizezin em Qui 18 Out 2018, 10:47 am

    androsvilazza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Só se a Administração fizer muito mau uso da terceirização, o que é plenamente possível, já que a maior parte dos servidores e boa parte dos gestores nem entende direito quais os princípios que regem a terceirização, quais funções pode abranger e como ela deve funcionar. Assim, não duvido que, na prática, acabem por terceirizar mão-de-obra, ou seja, colocar terceirizados pra executar atribuições típicas que deveriam ser reservadas aos servidores efetivos. E esse risco é real, principalmente porque a maior parte dos tomadores de decisão (magistrados e procuradores) são péssimos gestores, não têm o mínimo interesse na gestão pública, muitos até argumentam que "não foi pra isso que fiz concurso".

    Se bem executada, por outro lado, a terceirização é uma ótima medida pra mudar o patamar das carreiras, permitindo a valorização. Além de liberar espaço no orçamento, possibilita tirar do escopo de atribuições dos servidores aquelas atividades menos especializadas que, a despeito de serem importantíssimas e dignas, servem de argumento para a resistência em conceder reajustes: "Tem servidor recebendo 10 mil pra carimbar papel e transportar processo de uma sala pra outra"; "Nossa, atendente de balcão ganha isso tudo? Na iniciativa privada é um terço desse valor"; etc.

    O objetivo da terceirização é de terceirizar serviços, e não mão-de-obra; ou seja, as atribuições de terceirizados e servidores têm de estar muito bem delimitadas e separadas. Vou dar alguns exemplos de serviços que podem ser terceirizados, principalmente após a implementação do PJe: atendimento de balcão; protocolo (recebimento de documentos e juntada aos processos); gestão do arquivo físico; serviço de suporte aos servidores e magistrados/procuradores na área de informática; expedição de ofícios, dentre várias outras. Muitas dessas atividades, hoje, são realizadas por servidores, às vezes por setores inteiros com vários servidores. A terceirização possibilita que um único servidor seja o fiscal e gestor de um contrato com vários terceirizados. Libera servidores para atribuições mais complexas e típicas, evitando que "trabalho menor" seja realizado por servidores de carreira.

    A lei 13.429/2017, chamada lei da terceirização irrestrita, libera a terceirização da mão-de-obra também para a atividade-fim. O que isso quer dizer? Que qualquer atividade de uma empresa poderá ser desempenhada por serviço terceirizado.

    Mas não dá pra confundir a terceirização em empresas privadas com a terceirização na administração pública. Empresas privadas não precisam obedecer à exigência de concurso para provimento de cargos, por exemplo.

    A discussão mais recente sobre terceirização na administração pública trata do Decreto 9507/2018, que revogou o Decreto anterior que tratava do mesmo assunto, o 2271/1997. Adianto que, na prática, não mudou muita coisa. As mudanças mais significativas são que, antes, o Decreto estabelecia quais atividades poderiam ser terceirizadas. Agora, o Decreto repassa ao Ministério do Planejamento a prerrogativa de atribuir, por meio de portaria, quais atividades serão objeto de terceirização.

    Pra quem quiser saber mais sobre o assunto, sem precisar adentrar em muito tecnicismo jurídico, achei dois artigos bons sobre o assunto:

    Um de professor do Estratégia Concursos, dissertando sobre o decreto em si:
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    Outro do G1, que coloca a posição do MPOG, tanto sobre o decreto, quanto sobre a portaria a ser expedida:
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    Apesar da gritaria de alguns setores, eu considero esta uma medida modernizadora importante, principalmente em relação às funções mais básicas no serviço público. Até há algum tempo, tínhamos cargos efetivos como zelador, motorista, copeiro e ascensorista, funções que posteriormente foram objeto de terceirização e hoje todo mundo acha absurdo que algum dia tais atribuições houvessem sido exercidas por servidores de carreira e, principalmente, com altos salários.

    Isso é questão de entendimento. Para os tribunais legislarem, basta o testo cru que depois eles definem (interpretam) o resto.


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    Re: Novo PCS

    Mensagem por servidor.tre em Qui 25 Out 2018, 6:02 pm

    Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sniper em Qui 25 Out 2018, 6:46 pm

    servidor.tre escreveu:Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?

    É pra ter novidade?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por PCS-TRE em Qui 25 Out 2018, 7:11 pm

    Sniper escreveu:
    servidor.tre escreveu:Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?

    É pra ter novidade?

    Pois é.

    Nem no Executivo vai ter alteração.

    Por falar em novidade, a esta altura da implantação do PCS3, lá para o início de 2009 e no final da implantação dos 15,8 lá para os meados de 2014, já existiam eram tabelas de todo jeito para o próximo aumento.

    A coisa tá feia mesmo.

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    Re: Novo PCS

    Mensagem por jornalista em Qui 25 Out 2018, 8:22 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Sniper escreveu:
    servidor.tre escreveu:Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?

    É pra ter novidade?

    Pois é.

    Nem no Executivo vai ter alteração.

    Por falar em novidade, a esta altura da implantação do PCS3, lá para o início de 2009 e no final da implantação dos 15,8 lá para os meados de 2014, já existiam eram tabelas de todo jeito para o próximo aumento.

    A coisa tá feia mesmo.
    Alguém disse tabelas?
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por servidor.tre em Qui 25 Out 2018, 10:55 pm

    Sniper escreveu:
    servidor.tre escreveu:Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?

    É pra ter novidade?

    O correto é não ter novidades, mas com o boato que correu de adiar para 2020 as parcelas de 2019 dos reajustes dos servidores, pensei que poderíamos entrar nesse bolo.

    Melhor assim mesmo...

    Vida que segue...
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Sex 26 Out 2018, 12:50 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Sniper escreveu:
    servidor.tre escreveu:Boa noite, colegas!

    Alguma novidade sobre a implementação das nossas últimas parcelas do reajuste atual (Nov/18 e Jan/19)?

    É pra ter novidade?

    Pois é.

    Nem no Executivo vai ter alteração.

    Por falar em novidade, a esta altura da implantação do PCS3, lá para o início de 2009 e no final da implantação dos 15,8 lá para os meados de 2014, já existiam eram tabelas de todo jeito para o próximo aumento.

    A coisa tá feia mesmo.

    Lewandowski já deu a letra quando recebeu a ADI 6004, que questiona a constitucionalidade da MP que congela o reajuste do Executivo:

    "...em 24/5/2018, julguei prejudicada a referida ação de controle de constitucionalidade, com base no art. 62, § 3°, da Constituição Federal, uma vez que, por não ter sido convertida em lei, a Medida Provisória 805/2017 perdeu sua eficácia em 8 de abril de 2018, conforme atesta o ato 19/2018 do Presidente da Mesa do Congresso Nacional, publicado no Diário Oficial da União no dia 10/4/2018.
    Assim, considerando o que foi até aqui exposto, entendo conveniente, antes de adotar as providências previstas na Lei 9.868/1999, a prévia manifestação do Congresso Nacional - ao qual cabe apreciar e converter definitivamente a Medida Provisória 849/2018 em lei ordinária - sobre a incidência, na espécie, da vedação constante do art. 62, § 10, da Constituição Federal. (§ 10. É vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo)
    Isso posto, ouça-se o Presidente do Congresso Nacional.
    Publique-se.
    Brasília, 5 de setembro de 2018.
    Ministro Ricardo Lewandowski
    Relator"

    Congresso deixou passar o prazo em branco. Destino será o mesmo, com o agravante de que se trata de uma reedição de MP que perdeu eficácia.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por Sniper em Sex 26 Out 2018, 1:34 pm

    Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Sex 26 Out 2018, 1:41 pm

    Sniper escreveu:Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.

    Lembrando que quem tem a chave do cofre é o governo, não a oposição:

    "A última referência do programa de governo do PSL a algo relacionado ao serviço público trata da “atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do Governo Federal” como política para a redução de despesas do poder público."
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por sprg4 em Sex 26 Out 2018, 2:04 pm

    pernalonga escreveu:
    Sniper escreveu:Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.

    Lembrando que quem tem a chave do cofre é o governo, não a oposição:

    "A última referência do programa de governo do PSL a algo relacionado ao serviço público trata da “atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do Governo Federal” como política para a redução de despesas do poder público."

    Demonstra responsabilidade!
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Sex 26 Out 2018, 3:32 pm

    sprg4 escreveu:
    pernalonga escreveu:
    Sniper escreveu:Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.

    Lembrando que quem tem a chave do cofre é o governo, não a oposição:

    "A última referência do programa de governo do PSL a algo relacionado ao serviço público trata da “atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do Governo Federal” como política para a redução de despesas do poder público."

    Demonstra responsabilidade!

    Que engraçado, com todos os governos que passaram o nome disso era ARROCHO, agora virou "responsabilidade". Calma que ele nem foi eleito ainda, gente. Deixem o governismo pró-Bolsonaro pra depois de domingo, pelo menos
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por The Punisher em Sex 26 Out 2018, 3:44 pm

    pernalonga escreveu:
    Sniper escreveu:Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.

    Lembrando que quem tem a chave do cofre é o governo, não a oposição:

    "A última referência do programa de governo do PSL a algo relacionado ao serviço público trata da “atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do Governo Federal” como política para a redução de despesas do poder público."

    Lembrando que foi a p u t @ da Dilma, rainha do seu querido pt, que vetou o nosso plano. Veto 26
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    Re: Novo PCS

    Mensagem por pernalonga em Sex 26 Out 2018, 3:46 pm

    The Punisher escreveu:
    pernalonga escreveu:
    Sniper escreveu:Com o PT na oposição a chance de conseguir aumento melhora consideravelmente.

    Lembrando que quem tem a chave do cofre é o governo, não a oposição:

    "A última referência do programa de governo do PSL a algo relacionado ao serviço público trata da “atenção ao controle dos custos associados à folha de pagamento do Governo Federal” como política para a redução de despesas do poder público."

    Lembrando que foi a p u t @ da Dilma, rainha do seu querido pt, que vetou o nosso plano. Veto 26

    Eu estava lá, fiz greve durante 120 dias. Não sou do PT, faço oposição desde o 1º ataque, com a reforma da previdência de 2003. PT nos fudeu é sinônimo de um governo casto e santo do Bozo? vai vendo

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