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    Mensagem por subsidiando em Qua 14 Nov 2018, 3:41 pm

    pernalonga escreveu:
    subsidiando escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    Vitória escreveu:

    Exatamente isso que também quero saber!!!! bounce bounce bounce

    Essa decisão é a nosso favor??? Ainda cabe recurso???

    Quero meu dinheiro de volta!!!


    É, diz que não cabe desconto de contribuição previdenciária sobre 13º, mas o MPF sempre descontou.
    Em tese caberia só ED. A decisão foi do Plenário em Repercussão Geral.

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    a decisão NÃO diz que não cabe desconto de contribuição previdenciária sobre 13º. Leiam com atenção

    Vdd
    Vi no texto que a servidora questionou a incidência sobre 13º, mas a tese não falou do 13º, só do 1/3 de férias.
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    Mensagem por Protocol em Qua 14 Nov 2018, 3:43 pm

    subsidiando escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    Vitória escreveu:
    subsidiando escreveu:Pessoas, e a decisão do STF no RE 593.068?
    Vi aqui e o MPF estava descontando contribuição previdenciária do 13º.
    Alguém sabe se o sindicato vai pedir restituição administrativamente?
    Valeu.

    Exatamente isso que também quero saber!!!! bounce bounce bounce

    Essa decisão é a nosso favor??? Ainda cabe recurso???

    Quero meu dinheiro de volta!!!


    É, diz que não cabe desconto de contribuição previdenciária sobre 13º, mas o MPF sempre descontou.
    Em tese caberia só ED. A decisão foi do Plenário em Repercussão Geral.

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    Mais um problema para o INSS e o RPPS.

    Qual o efeito da decisão?
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    Mensagem por servidor.tre em Qua 14 Nov 2018, 3:48 pm

    tre-rj escreveu:Tem também a sugestão de congelar as progressões. Se esta medida for na 8112 creio que valerá para todos

    servidor.tre escreveu:
    tre-rj escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    BRASÍLIA -  O governo Michel Temer articula com a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro para que garanta logo no início do mandato que o reajuste dos servidores federais seja adiado pelo menos por mais um ano. Essa foi uma das propostas entregues na terça-feira pelo ministro do Planejamento, Esteves Colnago , para o futuro comandante da Economia Paulo Guedes. Além de retardar o aumento, a equipe atual propõe que o novo governo nivele os rendimentos dos funcionários públicos com os trabalhadores da iniciativa privada, mude toda a estrutura da carreira no serviço público, acabe com as promoções automáticas e informatize todos os sistemas para evitar fraudes.
    Colnago informou Guedes sobre um estudo em andamento dentro do Planejamento para fazer todas essas mudanças. A ideia é substituir o atual sistema de carreiras por um modelo considerado mais moderno e eficaz. Os servidores teriam de cumprir metas e apresentar resultados. Passariam ainda por uma avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações.

    A situação atual é considerada caótica por técnicos tanto da equipe atual quanto da futura. Foram décadas de mudanças no funcionalismo que explodiram as contas do país. Nos anos 90, existiam aproximadamente 80 carreiras no Poder Executivo. Atualmente são mais de 309. Cada uma tem regras e remuneração diferentes.

    “As carreiras, cargos e funções estão estruturadas em um sistema oneroso e complexo, com pouca mobilidade. Os ocupantes das carreiras com maior remuneração não têm estímulos para investidura em cargos de gestão, deixando de contribuir plenamente para a qualificação das práticas administrativas e, consequentemente, das entregas para a sociedade”, diz o Planejamento no texto sobre o assunto.

    Por isso, o órgão propõe a reestruturação completa. Há ainda estudos sobre como alinhar as remunerações aos salários pagos pelo setor privado para tirar o peso do funcionalismo nas contas. Só o Poder Executivo gastou R$105,9 bilhões com pessoal no ano passado. Isso é a conta apenas de funcionários na ativa. Os servidores aposentados custaram R$ 66 bilhões. Essa é a maior despesa do país com exceção da Previdência.

    É apenas uma sugestão... Mas ainda bem que a nossa última parcela do atual reajuste já será paga em janeiro do ano que vem, e não tem tempo suficiente para suspender o nosso, como já avisado por alguns colegas aqui no tópico.

    Agora, os colegas do executivo devem se preocupar... Lamentável essa sugestão.

    Verdade... Essa decisão da progressão nos alcança, mas deve demorar, pois até o atual presidente assumir e o congresso se reunir, até o meio do ano que vem não sai nada...

    Eu acho.
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    Mensagem por tre-rj em Sex 16 Nov 2018, 5:37 am

    Em carta a Bolsonaro, governadores sugerem flexibilizar estabilidade do funcionalismo
    Documento traz 13 pontos traçados como prioridades de suas gestões


    BRASÍLIA - Em meio à crise financeira dos estados , que podem ficar sem verbas federais pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal ( LRF ), governadores que tomarão posse em 2019 querem flexibilizar a estabilidade de servidores públicos. Em documento apresentado na reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro , na quarta-feira, em Brasília, eles defendem mudança na legislação para permitir a demissão de servidores como forma de cumprir os limites estabelecidos pela LRF para despesa com pessoal ativo e inativo.
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    A “Carta dos Governadores” traz 13 pontos traçados como prioridades de suas gestões. Não há detalhamento das medidas. Segundo eles, outros encontros vão “aprimorar” as propostas. A “flexibilização da estabilidade” é o quarto item da agenda apresentada a Bolsonaro.

    Hoje, a Constituição garante estabilidade ao servidor público contratado por concurso e prevê demissão apenas em situações extremas, como decisão da Justiça. Em um último caso, para atender aos limites impostos pela LRF, também é possível a demissão de funcionários públicos se outras medidas adotadas para conter despesas, como a exoneração de comissionados, não surtirem efeitos.

    Os governadores reclamam, porém, que, na prática, mesmo com essas previsões, a demissão de servidores é de difícil aplicação, sempre passível de contestação na Justiça. Relatório divulgado pelo Tesouro Nacional mostra que 14 estados apresentam comprometimento de suas receitas com despesas de pessoal acima de 60%, que é o limite previsto na LRF. Entre eles, estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

    O fim da estabilidade no serviço público tem também a simpatia de conselheiros do presidente eleito. Pouco antes da eleição, o próprio general Hamilton Mourão, vice-presidente da República eleito, defendeu a ideia, dizendo que “tem que haver uma mudança e aproximar o serviço público da atividade privada”. No setor privado, não há estabilidade, mas os trabalhadores contam, por exemplo, com o pagamento do FGTS e acesso ao seguro-desemprego.

    A carta foi lida no fim do encontro, que teve a presença de representantes de 19 estados, por João Doria (São Paulo), Wilson Witzel (Rio) e Ibaneis (Distrito Federal). O texto defende outras medidas em socorro ao caixa dos estados. Em tramitação no Congresso, a aprovação da securitização das dívidas ativas é tratada como emergencial pelos governadores, que apelam pela votação antes de 2019. O projeto autoriza União, estados e municípios a vender ao mercado parte desses débitos, com algum deságio negociado entre as partes.

    — O governo acenou muito, especialmente o futuro ministro Paulo Guedes, que vai socorrer os estados. A securitização da dívida é importante, porque traria recursos diretamente para os governos — disse Ibaneis, ao GLOBO.

    Outro ponto defendido é uma alteração na Constituição que permita aos estados explorar os portos e a infraestrutura aeroportuária e instalações de energia elétrica, hoje nas mãos da União.

    Como parte de uma “reforma da segurança pública", os governadores defendem a adoção de PPPs no sistema penitenciário e mudanças legais, especialmente, sobre o funcionamento das audiências de custódia. O instrumento permite que um juiz avalie, no prazo de 24 horas, se uma prisão feita em flagrante deve ser mantida ou não.

    Apesar de não conter detalhes, a agenda se alinha à de Bolsonaro, que já se manifestou favorável ao endurecimento da lei penal.

    Na educação e saúde, governadores querem medidas que pressionam o caixa do governo federal. Eles solicitaram a “ampliação” do Fundeb, cuja vigência termina em 2020.

    Já na saúde, os governadores pedem reajuste da tabela do SUS, com correção dos pagamentos feitos a estados e municípios por procedimentos realizados. A atualização dos valores é uma reivindicação antiga dos gestores, que consideram as cifras defasadas.

    O que pedem os estados

    - Reforma da segurança pública, com mudanças no Código Penal e de Processo Penal, especialmente em relação às audiências de custódia, e adoção do modelo de PPPs nos presídios;

    - Reforma da Previdência e tributária;

    - Alteração da Constituição para que os estados possam explorar concessões dos portos, da infraestrutura aeroportuária e dos serviços de energia elétrica;

    - Flexibilizar a estabilidade dos servidores públicos visando atendimento da Lei de Responsabilidade Fiscal;

    - Desburocratização do estado brasileiro e reforma administrativa;

    - Estimular prioritariamente a pauta de valorização e incentivo ao turismo;

    - Reforço na fiscalização de fronteira;

    - Incentivar as iniciativas e programas destinados à renovação tecnológica;

    - Repasses da União para compensação dos estados à Lei Kandir;

    - Securitização da dívida ativa como mecanismo de estímulo ao equilíbrio econômico e financeiro dos estados;

    - Interceder em favor do reajuste da tabela SUS;

    - Ampliar o Fundeb, reconhecendo a sua importância como instrumento de garantia de amplo acesso aos valores da educação;

    - Recomendar a retomada dos trabalhos relativos às obras inacabadas no território nacional, como estímulo à retomada dos investimentos.
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    Mensagem por tre-rj em Sex 16 Nov 2018, 5:51 am

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    Problema não é número de servidores, mas salários altos, diz Temer a Bolsonaro
    Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado




    16.nov.2018 às 2h00

       Edição Impressa

    Catia Seabra
    Flavia Lima
    São Paulo

    O governo Michel Temer alertou o governo de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o forte impacto de altos salários sobre a folha de pagamento do funcionalismo federal.

    A atual equipe recomendou a adequação da remuneração do serviço público à praticada pelo setor privado, além de adiar, para 2020, os reajustes programados para 2019.

    As medidas buscam conter o crescimento das remunerações dos servidores nos próximos anos. Nas contas do governo, o aumento dos salários do funcionalismo custará só no próximo ano R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos.

    O Ministério do Planejamento conduz atualmente um estudo com o objetivo de "alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado".

    Os dados e as propostas constam do documento "Transição de Governo 2018-2019 - Informações Estratégicas" e foram elaboradas pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

    No relatório encaminhado aos colaboradores de Bolsonaro, o governo Temer informou que "os altos níveis de gastos são impulsionados pelos altos salários", e não pelo número excessivo de servidores.

    "Isso se verifica principalmente na esfera federal, na qual os salários são significativamente mais altos que aqueles pagos a servidores dos governos subnacionais, ou a trabalhadores em funções semelhantes no setor privado", afirma o texto.

    Pelos números apresentados, o Poder Executivo federal dispunha, em julho de 2018, de 1.275.283 servidores, dos quais 634 mil ativos. No geral, os servidores representam 24% dos empregos formais no país.

    O relatório destaca, porém, que as altas remunerações no serviço público preocupam muito mais do que o número de servidores.

    O gasto com pessoal do Executivo, diz o texto, consumiu R$ 172 bilhões em 2017, sendo R$ 105,9 bilhões com servidores da ativa.

    Na avaliação do governo Temer, "o quantitativo de servidores não se apresenta como ponto de alerta crítico, mas é real a necessidade de rever a atual configuração da administração pública federal".

    Os números do governo também apontam que 80,3% dos servidores tiveram reajustes abaixo da inflação nos últimos dois anos.

    Em compensação, o índice de aumento para algumas categorias, como policiais federais, foi o dobro do acumulado pela inflação, de 2016 para cá.

    Hoje, no Executivo, a maior remuneração mensal é de R$ 29,6 mil, fora vantagens, pagas aos cargos de perito e delegado das carreiras da Polícia Federal e Polícia Civil dos ex-territórios.

    A menor é de R$ 1.467,49, referentes ao cargo de auxiliar-executivo em metrologia e qualidade da carreira do Inmetro.

    Ainda segundo os números de agosto deste ano, a média mensal de vencimentos é de R$ 11,2 mil, para ativos, e R$ 9.000 para inativos.

    O documento aponta também que as carreiras, os cargos e as funções do serviço público estão estruturadas em um sistema oneroso e complexo, que dispõe de pouca mobilidade.

    Para ilustrar a complexidade do atual sistema de carreiras, o estudo diz que as cerca de 80 carreiras no Poder Executivo existentes na década de 1990 se transformaram em mais de 300.

    O texto propõe substituir o atual sistema de carreiras do serviço público por um modelo mais moderno e eficaz, com "metas e resultados, desenvolvimento, avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações".

    estudo alerta ainda para a piora da situação fiscal do país em razão dos salários acima do valor de mercado e de reajustes acima da inflação dos rendimentos do funcionalismo.

    A atual equipe propõe, então, como medida de emergência o adiamento dos reajustes já previstos para 2019.

    No acordo feito em 2015, no governo de Dilma Rousseff, e aprovado em 2016 pelo Senado, ficou acertado que os reajustes para recompor perdas da inflação (de 2013 a 2015) seriam de 4,5% ao ano, concedidos em 2017, 2018 e 2019.

    A equipe de Temer alega que, quando o acordo foi feito por Dilma, a inflação estimada era acima de 5%, o que não refletiria a realidade atual.

    Propondo uma economia bilionária, Temer recomenda que Bolsonaro busque, já em janeiro, manter o adiamento de reajuste definido pela medida provisória de 2018.

    Como as MPs dependem de aprovação, o adiamento requer negociações com o Congresso Nacional.
    Além disso, o documento ressalva ser "importante registrar o risco de judicialização do adiamento por parte das carreiras envolvidas".

    No ano passado, o governo Temer fracassou ao tentar congelar os salários do servidores. Em outubro de 2017, foi publicada uma MP postergando para 2019 os reajustes previstos 2018.

    A medida perdeu a eficácia por falta de tramitação no Congresso e foi derrubada no STF (Supremo Tribunal Federal).

    PREVIDÊNCIA

    Além dos salários altos e dos reajustes promovidos acima da inflação, o documento enfatiza a elevação dos riscos à Previdência da categoria nos próximos anos.

    Segundo o texto, a elevada média de idade dos servidores em atividade, atualmente de 46 anos, traz alto risco de aumento na quantidade de pedidos de aposentadorias.

    A consequência disso é o surgimento de uma demanda adicional para recomposição da força de trabalho para atender à demanda da sociedade.

    Atualmente, 108 mil servidores (17% da força) já têm condições para aposentadoria e permanecem no serviço público atraídos por incentivos, como o abono de permanência. Dados de julho de 2018 apontam ainda que cerca de 39% dos servidores públicos têm mais de 50 anos.

    Somente em 2017 foram concedidas 22.458 aposentadorias no serviço público --o maior número desde 1998. Foi uma alta de 42% em relação ao ano anterior.

    Em 2016, tinham sido 15.769. De janeiro a julho de 2018, outros 12.360 servidores se aposentaram.
    Nas Forças Armadas, são 366.989 militares na ativa e 303.264 servidores da reserva ou seus pensionistas.

    No ano passado, os vencimentos do pessoal da ativa somaram R$ 23,3 bilhões. A fatia para reserva e pensões foi quase o dobro: R$ 41,5 bilhões.

    Segundo o documento, a despesa média com cada militar da ativa é de R$ 4.770,92 em comparação a uma despesa média de R$ 10.539,22 de um militar da reserva.
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    Mensagem por Galizezin em Sex 16 Nov 2018, 7:04 am

    Vindo de um liberal, nada é impossível. Contudo, Bolsonaro já teve que tuitar várias vezes, desmentindo ou desautorizando propagandas e declarações terroristas. Ele próprio é divulgador de que o socialismo da esquerda queria todo mundo igual, na miséria. Seria uma grande sacanagem prejudicar quem está mais ou menos. Tem que parar a roubalheira, diminuir o tamanho do estado e reduzir impostos, para que isso aconteça.


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    Mensagem por tre-rj em Sex 16 Nov 2018, 11:44 am


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    tre-rj escreveu:Em carta a Bolsonaro, governadores sugerem flexibilizar estabilidade do funcionalismo
    Documento traz 13 pontos traçados como prioridades de suas gestões


    BRASÍLIA - Em meio à crise financeira dos estados , que podem ficar sem verbas federais pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal ( LRF ), governadores que tomarão posse em 2019 querem flexibilizar a estabilidade de servidores públicos. Em documento apresentado na reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro , na quarta-feira, em Brasília, eles defendem mudança na legislação para permitir a demissão de servidores como forma de cumprir os limites estabelecidos pela LRF para despesa com pessoal ativo e inativo.
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    A “Carta dos Governadores” traz 13 pontos traçados como prioridades de suas gestões. Não há detalhamento das medidas. Segundo eles, outros encontros vão “aprimorar” as propostas. A “flexibilização da estabilidade” é o quarto item da agenda apresentada a Bolsonaro.

    Hoje, a Constituição garante estabilidade ao servidor público contratado por concurso e prevê demissão apenas em situações extremas, como decisão da Justiça. Em um último caso, para atender aos limites impostos pela LRF, também é possível a demissão de funcionários públicos se outras medidas adotadas para conter despesas, como a exoneração de comissionados, não surtirem efeitos.

    Os governadores reclamam, porém, que, na prática, mesmo com essas previsões, a demissão de servidores é de difícil aplicação, sempre passível de contestação na Justiça. Relatório divulgado pelo Tesouro Nacional mostra que 14 estados apresentam comprometimento de suas receitas com despesas de pessoal acima de 60%, que é o limite previsto na LRF. Entre eles, estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

    O fim da estabilidade no serviço público tem também a simpatia de conselheiros do presidente eleito. Pouco antes da eleição, o próprio general Hamilton Mourão, vice-presidente da República eleito, defendeu a ideia, dizendo que “tem que haver uma mudança e aproximar o serviço público da atividade privada”. No setor privado, não há estabilidade, mas os trabalhadores contam, por exemplo, com o pagamento do FGTS e acesso ao seguro-desemprego.

    A carta foi lida no fim do encontro, que teve a presença de representantes de 19 estados, por João Doria (São Paulo), Wilson Witzel (Rio) e Ibaneis (Distrito Federal). O texto defende outras medidas em socorro ao caixa dos estados. Em tramitação no Congresso, a aprovação da securitização das dívidas ativas é tratada como emergencial pelos governadores, que apelam pela votação antes de 2019. O projeto autoriza União, estados e municípios a vender ao mercado parte desses débitos, com algum deságio negociado entre as partes.

    — O governo acenou muito, especialmente o futuro ministro Paulo Guedes, que vai socorrer os estados. A securitização da dívida é importante, porque traria recursos diretamente para os governos — disse Ibaneis, ao GLOBO.

    Outro ponto defendido é uma alteração na Constituição que permita aos estados explorar os portos e a infraestrutura aeroportuária e instalações de energia elétrica, hoje nas mãos da União.

    Como parte de uma “reforma da segurança pública", os governadores defendem a adoção de PPPs no sistema penitenciário e mudanças legais, especialmente, sobre o funcionamento das audiências de custódia. O instrumento permite que um juiz avalie, no prazo de 24 horas, se uma prisão feita em flagrante deve ser mantida ou não.

    Apesar de não conter detalhes, a agenda se alinha à de Bolsonaro, que já se manifestou favorável ao endurecimento da lei penal.

    Na educação e saúde, governadores querem medidas que pressionam o caixa do governo federal. Eles solicitaram a “ampliação” do Fundeb, cuja vigência termina em 2020.

    Já na saúde, os governadores pedem reajuste da tabela do SUS, com correção dos pagamentos feitos a estados e municípios por procedimentos realizados. A atualização dos valores é uma reivindicação antiga dos gestores, que consideram as cifras defasadas.

    O que pedem os estados

    - Reforma da segurança pública, com mudanças no Código Penal e de Processo Penal, especialmente em relação às audiências de custódia, e adoção do modelo de PPPs nos presídios;

    - Reforma da Previdência e tributária;

    - Alteração da Constituição para que os estados possam explorar concessões dos portos, da infraestrutura aeroportuária e dos serviços de energia elétrica;

    - Flexibilizar a estabilidade dos servidores públicos visando atendimento da Lei de Responsabilidade Fiscal;

    - Desburocratização do estado brasileiro e reforma administrativa;

    - Estimular prioritariamente a pauta de valorização e incentivo ao turismo;

    - Reforço na fiscalização de fronteira;

    - Incentivar as iniciativas e programas destinados à renovação tecnológica;

    - Repasses da União para compensação dos estados à Lei Kandir;

    - Securitização da dívida ativa como mecanismo de estímulo ao equilíbrio econômico e financeiro dos estados;

    - Interceder em favor do reajuste da tabela SUS;

    - Ampliar o Fundeb, reconhecendo a sua importância como instrumento de garantia de amplo acesso aos valores da educação;

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    Mensagem por Protocol em Sex 16 Nov 2018, 12:02 pm

    Galizezin escreveu:Vindo de um liberal, nada é impossível. Contudo, Bolsonaro já teve que tuitar várias vezes, desmentindo ou desautorizando propagandas e declarações terroristas. Ele próprio é divulgador de que o socialismo da esquerda queria todo mundo igual, na miséria. Seria uma grande sacanagem prejudicar quem está mais ou menos. Tem que parar a roubalheira, diminuir o tamanho do estado e reduzir impostos, para que isso aconteça.

    Tens razão.

    Só há um problema. Diminuir o tamanho do estado, da perspectiva de substancial parte da população (e do eleitorado do Bolsonaro) e da equipe econômica do presidente eleito, requer, dentre outras medidas, arrochar remuneração de servidores públicos.

    A comoção e revolta gerada pela recomposição dos ministros do STF é um exemplo disso.
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    Mensagem por Sigma em Sex 16 Nov 2018, 12:09 pm

    tre-rj escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Problema não é número de servidores, mas salários altos, diz Temer a Bolsonaro

    Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado[/size]

    Tecnicamente, Temer está correto.

    O caso é: como resolver essa situação no curto prazo?

    Porque só arrochar os servidores não resolve. Ou só abrir o mercado também não.

    Essa é uma conta que não fecha no curto prazo.

    E com a parcela de 2019, vamos começar a pedir novo aumento.

    O caso é que, conhecendo o nível de sindicalismo que temos, esse novo aumento a ser pedido não vai ser razoável.
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    Mensagem por tec.tre em Sex 16 Nov 2018, 2:39 pm

    Sigma escreveu:
    tre-rj escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Problema não é número de servidores, mas salários altos, diz Temer a Bolsonaro

    Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado[/size]

    Tecnicamente, Temer está correto.

    O caso é: como resolver essa situação no curto prazo?

    Porque só arrochar os servidores não resolve. Ou só abrir o mercado também não.

    Essa é uma conta que não fecha no curto prazo.

    E com a parcela de 2019, vamos começar a pedir novo aumento.

    O caso é que, conhecendo o nível de sindicalismo que temos, esse novo aumento a ser pedido não vai ser razoável.


    Não acredito muito em fim completo da estabilidade, penso que vão levar adiante a modificação da regra de ouro, com possibilidade de demissão em casos extremos. Todavia, o que me preocupa mais é essa proposta de redução dos vencimentos. Nada impede, por exemplo, a supressão da GAJ para os servidores ativos. Nesse caso, a redução seria de mais de 60%.

    Além disso, o aumento para níveis absurdos da carreira, em que seja necessário 30 anos para atingir o topo, conjugado com aumento de nível não automático, poderá criar um mecanismo de redução das progressões.

    E o mais engraçado é que não se vê nessas propostas dos ditos "economistas" nenhuma ideia efetiva de reforma tributária, com aumento da regressividade do imposto de renda dos mais ricos. É incrível como esse país acha bodes expiatórios para seus problemas, mas não enfrenta o cerne desse mesmo problema.

    Vi uma entrevista de um ex-banqueiro (Eduardo Moreira) que cita como os grandes bancos conseguem manter essa estrutura tributária injusta. Ele sempre disse que: "O segredo de todo mágico é desviar sua atenção para tudo que não importa"

    E é isso que tem sido feito. Por mais que eu seja favorável a uma reforma administrativa de todo o setor público, incluído aí os agentes políticos, sabemos bem que isso nunca será feito. Apenas nós sofreremos as consequências.
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    Mensagem por Sigma em Sex 16 Nov 2018, 2:58 pm

    tec.tre escreveu:
    Sigma escreveu:
    tre-rj escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Problema não é número de servidores, mas salários altos, diz Temer a Bolsonaro

    Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado[/size]

    Tecnicamente, Temer está correto.

    O caso é: como resolver essa situação no curto prazo?

    Porque só arrochar os servidores não resolve. Ou só abrir o mercado também não.

    Essa é uma conta que não fecha no curto prazo.

    E com a parcela de 2019, vamos começar a pedir novo aumento.

    O caso é que, conhecendo o nível de sindicalismo que temos, esse novo aumento a ser pedido não vai ser razoável.


    Não acredito muito em fim completo da estabilidade, penso que vão levar adiante a modificação da regra de ouro, com possibilidade de demissão em casos extremos. Todavia, o que me preocupa mais é essa proposta de redução dos vencimentos. Nada impede, por exemplo, a supressão da GAJ para os servidores ativos. Nesse caso, a redução seria de mais de 60%.

    Além disso, o aumento para níveis absurdos da carreira, em que seja necessário 30 anos para atingir o topo, conjugado com aumento de nível não automático, poderá criar um mecanismo de redução das progressões.

    E o mais engraçado é que não se vê nessas propostas dos ditos "economistas" nenhuma ideia efetiva de reforma tributária, com aumento da regressividade do imposto de renda dos mais ricos. É incrível como esse país acha bodes expiatórios para seus problemas, mas não enfrenta o cerne desse mesmo problema.

    Vi uma entrevista de um ex-banqueiro (Eduardo Moreira) que cita como os grandes bancos conseguem manter essa estrutura tributária injusta.  Ele sempre disse que: "O segredo de todo mágico é desviar sua atenção para tudo que não importa"

    E é isso que tem sido feito. Por mais que eu seja favorável a uma reforma administrativa de todo o setor público, incluído aí os agentes políticos, sabemos bem que isso nunca será feito. Apenas nós sofreremos as consequências.

    Acho improvável a retirada da GAJ. Diria até que é impossível por conta da irredutibilidade salarial (da qual a GAJ faz parte), a menos que houvesse a substituição do valor referente à GAJ para OUTRA rubrica (por exemplo, somar VB+GAJ e substituir esse conjunto por subsídio).

    O mais provável é um congelamento, uma recusa sobre negociação, etc. Com o STF atual, acho difícil alguma proposta nos próximos 2 anos. Com o Congresso atual, acho difícil a aprovação nos demais 2 anos.

    Enfim: redução, não acredito; por isso essa tentativa de quebrar a estabilidade: para diminuir os custos.
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    Mensagem por MConcursos em Sex 16 Nov 2018, 3:53 pm

    O tal do Guedes, o presidente de fato junto com Sérgio Moro, já disse que em relação a remuneração de servidores públicos daria aquilo que consta da CF, nada mais nem menos. E é só isso que eu quero: que se cumpra o mandamento de data base.
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    Mensagem por Sniper em Sex 16 Nov 2018, 4:23 pm

    Durante a campanha eleitoral, para conquistar votos, Bolsonaro falou aquilo que os seus eleitores e o mercado queriam ouvir.
    Agora, já eleito, é possível concluir, analisando-se o seu histórico de votações como deputado, que não fará metade do que disse.
    Com relação aos servidores públicos, creio que não partirá para o embate.
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    Mensagem por Protocol em Sex 16 Nov 2018, 4:59 pm

    MConcursos escreveu:O tal do Guedes, o presidente de fato junto com Sérgio Moro, já disse que em relação a remuneração de servidores públicos daria aquilo que consta da CF, nada mais nem menos. E é só isso que eu quero: que se cumpra o mandamento de data base.

    Isso não vai ocorrer antes de uma completa reestruturação das carreiras do Executivo (enxugamento no número de carreiras, redução de valores iniciais de remuneração, criação de mais níveis, carreira piramidal, etc), que deve ser abraçada pelo Judiciário (com letrinhas miúdas a la Amarildo) e pelo Legislativo (letrinhas miúdas + funções comissionadas para todos ou outra fórmula para mitigar perdas).

    Depois disso é possível que se estabeleça algum sistema de reposição anual.
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    Mensagem por jornalista em Sex 16 Nov 2018, 5:51 pm

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    Mensagem por Galizezin em Sex 16 Nov 2018, 6:44 pm

    Protocol escreveu:
    Galizezin escreveu:Vindo de um liberal, nada é impossível. Contudo, Bolsonaro já teve que tuitar várias vezes, desmentindo ou desautorizando propagandas e declarações terroristas. Ele próprio é divulgador de que o socialismo da esquerda queria todo mundo igual, na miséria. Seria uma grande sacanagem prejudicar quem está mais ou menos. Tem que parar a roubalheira, diminuir o tamanho do estado e reduzir impostos, para que isso aconteça.

    Tens razão.

    Só há um problema. Diminuir o tamanho do estado, da perspectiva de substancial parte da população (e do eleitorado do Bolsonaro) e da equipe econômica do presidente eleito, requer, dentre outras medidas, arrochar remuneração de servidores públicos.

    A comoção e revolta gerada pela recomposição dos ministros do STF é um exemplo disso.

    Eu acho que o problema não é o aumento dos ministros do STF, mas o efeito cascata que ele provoca nos estados, que já estão falidos. Além desse problema mais grave, tem ainda o agravante de que está ficando cada vez mais claro para o executivo que o STF não vai extinguir o auxílio-moradia.


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    Mensagem por Ilhense em Sex 16 Nov 2018, 10:14 pm

    Sigma escreveu:
    tre-rj escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Problema não é número de servidores, mas salários altos, diz Temer a Bolsonaro

    Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado[/size]

    Tecnicamente, Temer está correto.

    O caso é: como resolver essa situação no curto prazo?

    Porque só arrochar os servidores não resolve. Ou só abrir o mercado também não.

    Essa é uma conta que não fecha no curto prazo.

    E com a parcela de 2019, vamos começar a pedir novo aumento.

    O caso é que, conhecendo o nível de sindicalismo que temos, esse novo aumento a ser pedido não vai ser razoável.

    Na verdade, há tempos que o que se deveria pedir era o cumprimento do data base.

    Mas, é tão óbvio, que não será encampado.

    O problema é o governo passar a emitir moeda. Ai não será necessário sequer um arrocho via corte de eventual benefício ou demissão de servidores estáveis...
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    Mensagem por jornalista em Sab 17 Nov 2018, 9:51 am

    Galizezin escreveu:
    Protocol escreveu:
    Galizezin escreveu:Vindo de um liberal, nada é impossível. Contudo, Bolsonaro já teve que tuitar várias vezes, desmentindo ou desautorizando propagandas e declarações terroristas. Ele próprio é divulgador de que o socialismo da esquerda queria todo mundo igual, na miséria. Seria uma grande sacanagem prejudicar quem está mais ou menos. Tem que parar a roubalheira, diminuir o tamanho do estado e reduzir impostos, para que isso aconteça.

    Tens razão.

    Só há um problema. Diminuir o tamanho do estado, da perspectiva de substancial parte da população (e do eleitorado do Bolsonaro) e da equipe econômica do presidente eleito, requer, dentre outras medidas, arrochar remuneração de servidores públicos.

    A comoção e revolta gerada pela recomposição dos ministros do STF é um exemplo disso.

    Eu acho que o problema não é o aumento dos ministros do STF, mas o efeito cascata que ele provoca nos estados, que já estão falidos. Além desse problema mais grave, tem ainda o agravante de que está ficando cada vez mais claro para o executivo que o STF não vai extinguir o auxílio-moradia.
    Mas afeta a União também pq a PGR o DPU receberiam e o teto aumentaria. Então servidores públicos federais que recebem acima do teto teriam reajuste líquido. Nas estatais seria uma festa. Dizem que o conselho do BB tem cargos de 60 e 40 pila. Fora o efeito psicológico no tal mercado. Estados e municípios nem se fala.
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Sab 17 Nov 2018, 11:01 am

    DPU não entra nessa conta. A autonomia financeira que ganharam foi só para pedir a equiparação, receber efetivamente é outra história
    No mais, o aumento do teto sempre afeta a todas esferas mesmo
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    Mensagem por jornalista em Sab 17 Nov 2018, 1:30 pm

    OJ_Leoqr escreveu:DPU não entra nessa conta. A autonomia financeira que ganharam foi só para pedir a equiparação, receber efetivamente é outra história
    No mais, o aumento do teto sempre afeta a todas esferas mesmo
    Eu citei o DPU, nãos os DPUs.
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    Mensagem por Sigma em Sab 17 Nov 2018, 3:02 pm

    Ilhense escreveu:O problema é o governo passar a emitir moeda. Ai não será necessário sequer um arrocho via corte de eventual benefício ou demissão de servidores estáveis...

    Quanto a isso, tudo leva a crer (corte de gastos, reforma previdenciária, negativa nas negociações salariais para servidores, privatizações, etc.) que não haverá.
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    Mensagem por VadeMekum em Sab 17 Nov 2018, 8:29 pm

    Penso eu q, se ñ for fake news o q está sendo divulgado (protelar reajuste, achatar salários, proporcionar demissao de estaveis etc) pode ser um "feedback" do governo vindouro neste sentido: não enche, tu já ganha bem e se precisar vou limpar a casa.

    E de td isso, a gente ja pode prever a tônica do px desgoverno: a culpa da crise eh o servidor publico q ganha demais, ah falta grana pra pagar a previdência, ah trabalhador do RGPS tem q perder direitos pra gerar (sub) empregos (e aumentar lucros do empresariado), ah a dívida pública temos q pagar bla bla.

    Por isso q sou apolítico. Nessa ladainha, esquerda, centro e direita andam de mãos dadas.
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    Mensagem por Galizezin em Sab 17 Nov 2018, 10:49 pm

    VadeMekum escreveu:Penso eu q, se ñ for fake news o q está sendo divulgado (protelar reajuste, achatar salários, proporcionar demissao de estaveis etc) pode ser um "feedback" do governo vindouro neste sentido: não enche, tu já ganha bem e se precisar vou limpar a casa.

    E de td isso, a gente ja pode prever a tônica do px desgoverno: a culpa da crise eh o servidor publico q ganha demais, ah falta grana pra pagar a previdência, ah trabalhador do RGPS tem q perder direitos pra gerar (sub) empregos (e aumentar lucros do empresariado), ah a dívida pública temos q pagar bla bla.

    Por isso q sou apolítico. Nessa ladainha, esquerda, centro e direita andam de mãos dadas.

    O que sempre digo. O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.


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    Mensagem por Galizezin em Dom 18 Nov 2018, 7:56 am

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    Mensagem por Sigma em Dom 18 Nov 2018, 4:32 pm

    Galizezin escreveu:O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.

    Mas vamos combinar: tava mais do que na cara que o Bolsonaro faria isso.

    No segundo turno, votei no cara sabendo que era bem provável que a varada viria também na direção do funcionalismo público. E votei porque:

    1. Não havia a menor condição de apoiar 90% das propostas do Haddad.
    2. Porque tenho alguma esperança de melhoras em relação à segurança pública.
    3. Por conta das ideias do Paulo Guedes.

    E, nesse item 3 aí, tá o funcionalismo público.

    Particularmente, acho improvável qualquer recomposição salarial nos próximos 4 anos. Também acho que há uma boa probabilidade da proposta do Paulo Tafner sobre a Reforma da Previdência. Acho factível a aprovação do PLS 116/2017, das regras para demissão de servidor público estável. E não duvido num avanço no "fim" da Justiça Trabalhista (na verdade, creio em diminuição através de uma reformulação da estrutura). Também acho que vai rolar alguns PDV's, especialmente em estatais e agências reguladoras.

    E não acho que isso vai se restringir à União: Estados e Municípios vão ter que entrar na roda, especialmente para renegociar suas dúvidas com a União.

    Como eu disse, tava na cara. E eu votei sabendo disso.
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    Mensagem por euvoltei em Dom 18 Nov 2018, 4:46 pm

    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.

    Mas vamos combinar: tava mais do que na cara que o Bolsonaro faria isso.

    No segundo turno, votei no cara sabendo que era bem provável que a varada viria também na direção do funcionalismo público. E votei porque:

    1. Não havia a menor condição de apoiar 90% das propostas do Haddad.
    2. Porque tenho alguma esperança de melhoras em relação à segurança pública.
    3. Por conta das ideias do Paulo Guedes.

    E, nesse item 3 aí, tá o funcionalismo público.

    Particularmente, acho improvável qualquer recomposição salarial nos próximos 4 anos. Também acho que há uma boa probabilidade da proposta do Paulo Tafner sobre a Reforma da Previdência. Acho factível a aprovação do PLS 116/2017, das regras para demissão de servidor público estável. E não duvido num avanço no "fim" da Justiça Trabalhista (na verdade, creio em diminuição através de uma reformulação da estrutura). Também acho que vai rolar alguns PDV's, especialmente em estatais e agências reguladoras.

    E não acho que isso vai se restringir à União: Estados e Municípios vão ter que entrar na roda, especialmente para renegociar suas dúvidas com a União.

    Como eu disse, tava na cara. E eu votei sabendo disso.

    Não sei ele de cara vai partir pra demissão de estável, pegaria, mal, uniria a oposição novamente, etc...
    Creio que para as estatais, o plano seria aprovar demissão sem justificativa para quem já é aposentado do INSS, (acabaria com os custos do PDV) e no fim não deixaria ninguém na mão, afinal, aposentado não é desempregado, é aposentado.

    Na administração direta vejo que é possível:
    - o fim de cumulação da Funções incorporadas e funções designadas;
    - Fim do abono permanência ;
    - Diminuição de diárias;
    - Aprovar maior liberdade de lotação dentro do executivo, ou seja, mover pessoal pelos ministérios
    - Desmonte e algumas estruturas (afinal ele foi eleito pra mudar, não para manter tudo), nesse bolo aí, vai ministérios, autarquias, estatais..

    Quanto a JT, basta cobrar uma redução do gasto proporcional à redução da demanda trabalhista... só isso, que nem é absurdo, já forçaria um amplo debate....

    De toda forma, a emenda do teto tá aí, vamos ter que nos adequar, 2020 será bem diferente.....


    Mas votei consciente, de fato o rumo do Haddad, resultaria em calote, moratória e quebra geral....


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    Mensagem por tec.tre em Dom 18 Nov 2018, 5:13 pm

    euvoltei escreveu:
    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.

    Mas vamos combinar: tava mais do que na cara que o Bolsonaro faria isso.

    No segundo turno, votei no cara sabendo que era bem provável que a varada viria também na direção do funcionalismo público. E votei porque:

    1. Não havia a menor condição de apoiar 90% das propostas do Haddad.
    2. Porque tenho alguma esperança de melhoras em relação à segurança pública.
    3. Por conta das ideias do Paulo Guedes.

    E, nesse item 3 aí, tá o funcionalismo público.

    Particularmente, acho improvável qualquer recomposição salarial nos próximos 4 anos. Também acho que há uma boa probabilidade da proposta do Paulo Tafner sobre a Reforma da Previdência. Acho factível a aprovação do PLS 116/2017, das regras para demissão de servidor público estável. E não duvido num avanço no "fim" da Justiça Trabalhista (na verdade, creio em diminuição através de uma reformulação da estrutura). Também acho que vai rolar alguns PDV's, especialmente em estatais e agências reguladoras.

    E não acho que isso vai se restringir à União: Estados e Municípios vão ter que entrar na roda, especialmente para renegociar suas dúvidas com a União.

    Como eu disse, tava na cara. E eu votei sabendo disso.

    Não sei ele de cara vai partir pra demissão de estável, pegaria, mal, uniria a oposição novamente, etc...
    Creio que para as estatais, o plano seria aprovar demissão sem justificativa para quem já é aposentado do INSS, (acabaria com os custos do PDV) e no fim não deixaria ninguém na mão, afinal, aposentado não é desempregado, é aposentado.

    Na administração direta vejo que é possível:
    - o fim de cumulação da Funções incorporadas e funções designadas;
    - Fim do abono permanência ;
    - Diminuição de diárias;
    - Aprovar maior liberdade de lotação dentro do executivo, ou seja, mover pessoal pelos ministérios
    - Desmonte e algumas estruturas (afinal ele foi eleito pra mudar, não para manter tudo), nesse bolo aí, vai ministérios, autarquias, estatais..

    Quanto a JT,  basta cobrar uma redução do gasto proporcional à redução da demanda trabalhista... só isso, que nem é absurdo, já forçaria um amplo debate....

    De toda forma, a emenda do teto tá aí, vamos ter que nos adequar, 2020 será bem diferente.....


    Mas votei consciente, de fato o rumo do Haddad, resultaria em calote, moratória e quebra geral....



    Em todo o Judiciário Federal já existe milhares de cargos vagos, acredito que, especialmente na JT, poderá acontecer uma extinção maciça de cargos vagos. Já existe inclusive um estudo do CSJT acerca do nível de servidores restar superior à demanda em alguns anos, por conta da reforma trabalhista, prevendo inclusive a extinção de cargos desnecessários.

    De toda forma, também não creio em qualquer reajuste por muito tempo.
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    Mensagem por Ilhense em Dom 18 Nov 2018, 5:38 pm

    Só boas notícias:

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    Para quem apoia, fiquem certos: o nabo será apenas para os servidores e classes mais pobres. Nosso caminho está mais para a Argentina...
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    Mensagem por Ilhense em Dom 18 Nov 2018, 5:56 pm

    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.

    Mas vamos combinar: tava mais do que na cara que o Bolsonaro faria isso.

    No segundo turno, votei no cara sabendo que era bem provável que a varada viria também na direção do funcionalismo público. E votei porque:

    1. Não havia a menor condição de apoiar 90% das propostas do Haddad.
    2. Porque tenho alguma esperança de melhoras em relação à segurança pública.
    3. Por conta das ideias do Paulo Guedes.

    E, nesse item 3 aí, tá o funcionalismo público.

    Particularmente, acho improvável qualquer recomposição salarial nos próximos 4 anos. Também acho que há uma boa probabilidade da proposta do Paulo Tafner sobre a Reforma da Previdência. Acho factível a aprovação do PLS 116/2017, das regras para demissão de servidor público estável. E não duvido num avanço no "fim" da Justiça Trabalhista (na verdade, creio em diminuição através de uma reformulação da estrutura). Também acho que vai rolar alguns PDV's, especialmente em estatais e agências reguladoras.

    E não acho que isso vai se restringir à União: Estados e Municípios vão ter que entrar na roda, especialmente para renegociar suas dúvidas com a União.

    Como eu disse, tava na cara. E eu votei sabendo disso.
    ]

    O problema não é a recomposição. Isso já foi descartado em 2016, porém acabamos nos beneficiando de um governo que acabara de cair e de outro que ainda era provisório.

    A questão é: para onde iremos com a restrição orçamentária existente, quando boa parte da população está mais do que empobrecida, e ficará ainda mais carente, com o solapamento do que já é mais do que hipossuficiente: saúde e educação.

    O mundo está vivendo sua 4ª revolução industrial, e nós estamos cercados por um bando de gente miserável, ignorante, sem qualquer projeto para reversão de tais agruras.

    No governo, com exceção dos liberais, o que se projeta é uma tragédia, que tende a ser pior do que a do governo Dilma, com um cidadão sem visão, que entende que o atrelamento aos EUA (o qual concorre conosco em várias vertentes no mercado externo) deve ser buscado diante do crescimento chinês (grande consumidor de minério, soja, carne).

    Demonstrando total ignorância e despreparo, o dito cujo ainda propõe a alteração de nosso embaixada em Tel Aviv para Jerusalém (inconsciente da importância do mercado árabe para a nossa produção de carne).

    Ou seja, com tantos desafios, é muito complicado apoiar um retrocesso comandado por um bando de descabeçados.

    Não somos os EUA, que diante de sua supremacia econômica e bélica, pode se dar ao bel prazer de contar com Trump em seu governo, sem ser alijado do mercado internacional.

    Eles ainda dão as cartas. Já nós....
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Dom 18 Nov 2018, 6:27 pm

    jornalista escreveu:
    OJ_Leoqr escreveu:DPU não entra nessa conta. A autonomia financeira que ganharam foi só para pedir a equiparação, receber efetivamente é outra história
    No mais, o aumento do teto sempre afeta a todas esferas mesmo
    Eu citei o DPU, nãos os DPUs.

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    Mensagem por Protocol em Dom 18 Nov 2018, 6:51 pm

    tec.tre escreveu:
    euvoltei escreveu:
    Sigma escreveu:
    Galizezin escreveu:O pessoal da própria casa apoia a retirada de direitos dos colegas, em seguida virá o direito deles, da estabilidade, entre outros.

    Mas vamos combinar: tava mais do que na cara que o Bolsonaro faria isso.

    No segundo turno, votei no cara sabendo que era bem provável que a varada viria também na direção do funcionalismo público. E votei porque:

    1. Não havia a menor condição de apoiar 90% das propostas do Haddad.
    2. Porque tenho alguma esperança de melhoras em relação à segurança pública.
    3. Por conta das ideias do Paulo Guedes.

    E, nesse item 3 aí, tá o funcionalismo público.

    Particularmente, acho improvável qualquer recomposição salarial nos próximos 4 anos. Também acho que há uma boa probabilidade da proposta do Paulo Tafner sobre a Reforma da Previdência. Acho factível a aprovação do PLS 116/2017, das regras para demissão de servidor público estável. E não duvido num avanço no "fim" da Justiça Trabalhista (na verdade, creio em diminuição através de uma reformulação da estrutura). Também acho que vai rolar alguns PDV's, especialmente em estatais e agências reguladoras.

    E não acho que isso vai se restringir à União: Estados e Municípios vão ter que entrar na roda, especialmente para renegociar suas dúvidas com a União.

    Como eu disse, tava na cara. E eu votei sabendo disso.

    Não sei ele de cara vai partir pra demissão de estável, pegaria, mal, uniria a oposição novamente, etc...
    Creio que para as estatais, o plano seria aprovar demissão sem justificativa para quem já é aposentado do INSS, (acabaria com os custos do PDV) e no fim não deixaria ninguém na mão, afinal, aposentado não é desempregado, é aposentado.

    Na administração direta vejo que é possível:
    - o fim de cumulação da Funções incorporadas e funções designadas;
    - Fim do abono permanência ;
    - Diminuição de diárias;
    - Aprovar maior liberdade de lotação dentro do executivo, ou seja, mover pessoal pelos ministérios
    - Desmonte e algumas estruturas (afinal ele foi eleito pra mudar, não para manter tudo), nesse bolo aí, vai ministérios, autarquias, estatais..

    Quanto a JT,  basta cobrar uma redução do gasto proporcional à redução da demanda trabalhista... só isso, que nem é absurdo, já forçaria um amplo debate....

    De toda forma, a emenda do teto tá aí, vamos ter que nos adequar, 2020 será bem diferente.....


    Mas votei consciente, de fato o rumo do Haddad, resultaria em calote, moratória e quebra geral....



    Em todo o Judiciário Federal já existe milhares de cargos vagos, acredito que, especialmente na JT, poderá acontecer uma extinção maciça de cargos vagos. Já existe inclusive um estudo do CSJT acerca do nível de servidores restar superior à demanda em alguns anos, por conta da reforma trabalhista, prevendo inclusive a extinção de cargos desnecessários.

    De toda forma, também não creio em qualquer reajuste por muito tempo.

    Na JT há diversas Varas cuja existência não se justifica mais ou que têm porte para virarem postos. Não me surpreenderá se nos próximos anos haja uma maciça extinção de VTs, Secretarias de Tribunais, CC e FG, afinal de algum lugar o dinheiro terá de aparecer e não será onerando (inicialmente) magistrados que isso vai acontecer.

    No mais, faço da avaliação do Sigma a minha. A era de ouro do Serviço Público acabou.
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    Mensagem por Sigma em Dom 18 Nov 2018, 7:32 pm

    Ilhense escreveu:Só boas notícias:

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    Para quem apoia, fiquem certos: o nabo será apenas para os servidores e classes mais pobres. Nosso caminho está mais para a Argentina...

    Isso aí é só terrorismo de perdedor, típico do Esmael Morais. Acompanho o blog dele de longa data.

    Baixei o PDF de 176 páginas, e a ÚNICA referência é a seguinte:

    "Há estudo em andamento no âmbito do MPDG com o objetivo de substituir o atual sistema de carreiras do serviço público por um modelo mais moderno e eficaz, pautado em metas e resultados, desenvolvimento, avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações, bem como alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado."

    Agora, isso NÃO significa redução salarial. Não diria que é impossível alguma PEC revogando a irredutibilidade salarial, mas diria que é MUITO, mas MUITO improvável.

    Por isso que há a necessidade de AUMENTAR o salário do setor privado através da abertura comercial. Para que essa diferença venha do lado de lá, sem necessidade de cortes do lado de cá.
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    Mensagem por Galizezin em Dom 18 Nov 2018, 7:58 pm

    Sigma escreveu:
    Ilhense escreveu:Só boas notícias:

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    Para quem apoia, fiquem certos: o nabo será apenas para os servidores e classes mais pobres. Nosso caminho está mais para a Argentina...

    Isso aí é só terrorismo de perdedor, típico do Esmael Morais. Acompanho o blog dele de longa data.

    Baixei o PDF de 176 páginas, e a ÚNICA referência é a seguinte:

    "Há estudo em andamento no âmbito do MPDG com o objetivo de substituir o atual sistema de carreiras do serviço público por um modelo mais moderno e eficaz, pautado em metas e resultados, desenvolvimento, avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações, bem como alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado."

    Agora, isso NÃO significa redução salarial. Não diria que é impossível alguma PEC revogando a irredutibilidade salarial, mas diria que é MUITO, mas MUITO improvável.

    Por isso que há a necessidade de AUMENTAR o salário do setor privado através da abertura comercial. Para que essa diferença venha do lado de lá, sem necessidade de cortes do lado de cá.

    Não será preciso acabar com a irredutibilidade. Basta impor um congelamento persistente, até que o salário dos servidores se equipare ao pessoal da iniciativa privada. Essa tática é conhecida por "cozimento do sapo".
    Como já disse anteriormente, na iniciativa privada dificilmente existe processo seletivo como ocorre no serviço público. Na maioria das vezes, o serviço privado é movido pelo Qi (QUEM INDICA). São características diferentes, que precisam ser respeitadas. Servidor não ganha FGTS, não tem direito à ascensão funcional, timidamente é aproveitado em suas competências específicas. Poderemos retornar à era do sucateamento do serviço público, já que os competentes não irão se submeter a baixos salários. Portanto, quem prega isonomia salarial entre servidor público e funcionário da iniciativa privada é boçal e imbecil, que provavelmente prestou concurso e não passou e agora quer vingança. What a Face


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    Mensagem por Galizezin em Dom 18 Nov 2018, 8:12 pm

    Estados e municípios estão na M que estão em razão da forma de suas gestões. Todo gestor é político, aventureiros que ficam, no máximo, 8 anos, querendo imprimir seus nomes em obras públicas desnecessárias, superfaturadas, verdadeiros elefantes brancos. Isso sem contar a corrupção endêmica. Nunca haverá dinheiro que chegue, pois irão correr atrás de empréstimos e mais empréstimos, e quando a conta chega, colocam a culpa nos servidores.


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    Mensagem por servidor.tre em Dom 18 Nov 2018, 10:25 pm

    Galizezin escreveu:
    Sigma escreveu:
    Ilhense escreveu:Só boas notícias:

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    Para quem apoia, fiquem certos: o nabo será apenas para os servidores e classes mais pobres. Nosso caminho está mais para a Argentina...

    Isso aí é só terrorismo de perdedor, típico do Esmael Morais. Acompanho o blog dele de longa data.

    Baixei o PDF de 176 páginas, e a ÚNICA referência é a seguinte:

    "Há estudo em andamento no âmbito do MPDG com o objetivo de substituir o atual sistema de carreiras do serviço público por um modelo mais moderno e eficaz, pautado em metas e resultados, desenvolvimento, avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações, bem como alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado."

    Agora, isso NÃO significa redução salarial. Não diria que é impossível alguma PEC revogando a irredutibilidade salarial, mas diria que é MUITO, mas MUITO improvável.

    Por isso que há a necessidade de AUMENTAR o salário do setor privado através da abertura comercial. Para que essa diferença venha do lado de lá, sem necessidade de cortes do lado de cá.

    Não será preciso acabar com a irredutibilidade. Basta impor um congelamento persistente, até que o salário dos servidores se equipare ao pessoal da iniciativa privada. Essa tática é conhecida por "cozimento do sapo".
    Como já disse anteriormente, na iniciativa privada dificilmente existe processo seletivo como ocorre no serviço público. Na maioria das vezes, o serviço privado é movido pelo Qi (QUEM INDICA). São características diferentes, que precisam ser respeitadas. Servidor não ganha FGTS, não tem direito à ascensão funcional, timidamente é aproveitado em suas competências específicas. Poderemos retornar à era do sucateamento do serviço público, já que os competentes não irão se submeter a baixos salários. Portanto, quem prega isonomia salarial entre servidor público e funcionário da iniciativa privada é boçal e imbecil, que provavelmente prestou concurso e não passou e agora quer vingança. What a Face

    Se isso ocorrer, GREVE geral!!!

    Será a solução!
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    Mensagem por Sigma em Seg 19 Nov 2018, 6:30 am

    Galizezin escreveu:Não será preciso acabar com a irredutibilidade. Basta impor um congelamento persistente, até que o salário dos servidores se equipare ao pessoal da iniciativa privada. Essa tática é conhecida por "cozimento do sapo".

    Ah, provável que seja isso aí mesmo.

    O que eu pretendi é mostrar a falácia terrorista do "click bait" do Blog do Esmael.

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    Mensagem por Ilhense em Seg 19 Nov 2018, 7:54 am

    Sigma escreveu:
    Ilhense escreveu:Só boas notícias:

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    Para quem apoia, fiquem certos: o nabo será apenas para os servidores e classes mais pobres. Nosso caminho está mais para a Argentina...

    Isso aí é só terrorismo de perdedor, típico do Esmael Morais. Acompanho o blog dele de longa data.

    Baixei o PDF de 176 páginas, e a ÚNICA referência é a seguinte:

    "Há estudo em andamento no âmbito do MPDG com o objetivo de substituir o atual sistema de carreiras do serviço público por um modelo mais moderno e eficaz, pautado em metas e resultados, desenvolvimento, avaliação de desempenho, governança e liderança, processo seletivo e certificações, bem como alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado."

    Agora, isso NÃO significa redução salarial. Não diria que é impossível alguma PEC revogando a irredutibilidade salarial, mas diria que é MUITO, mas MUITO improvável.

    Por isso que há a necessidade de AUMENTAR o salário do setor privado através da abertura comercial. Para que essa diferença venha do lado de lá, sem necessidade de cortes do lado de cá.

    Sem dúvida não há essa necessidade, principalmente pelo desgaste desnecessário do governo. O que aponto é que as sinalizações são preocupantes: reforma da previdência e enxugamento da máquina, mas sem a contraparte dos setores dominantes.

    Não acredito que esse reajuste do STF, p.ex, saiu sem qualquer aval do novo governo.

    Enfim, o que vejo é uma onda de reformas que não serão tão benéficas ao setor produtivo, mas, ao mesmo tempo, elevarão os problemas de desigualdade social e empobrecimento de setores da classe média para outro patamar.
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    Mensagem por VadeMekum em Seg 19 Nov 2018, 8:35 am

    Bom. Ao menos se essa PEC da estabilidade for aprovada quem sabe acabe essa estória da galera "ja dei minha contribuição pra justiça ".

    Alguns setores podem ate estar msm deficitario de servidores, mas o q mais vejo eh gente encostada a repetir o refrão supra.

    E espero estar enganado qto ao proximo desgoverno, mas receio q soh vai vir fumo pra servidores e trabalhadores do RGPS.
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    Mensagem por Sigma em Seg 19 Nov 2018, 8:36 am

    Ilhense escreveu:Não acredito que esse reajuste do STF, p.ex, saiu sem qualquer aval do novo governo.

    Considerando que a equipe de transição é completamente atabalhoada, eu diria que você está dando crédito demais a esse novo governo.

    Eu duvido.
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    Mensagem por Sigma em Seg 19 Nov 2018, 8:40 am

    VadeMekum escreveu:Bom. Ao menos se essa PEC da estabilidade for aprovada quem sabe acabe essa estória da galera "ja dei minha contribuição pra justiça ".

    Alguns setores podem ate estar msm deficitario de servidores, mas o q mais vejo eh gente encostada a repetir o refrão supra.

    E espero estar enganado qto ao proximo desgoverno, mas receio q soh vai vir fumo pra servidores e trabalhadores do RGPS.

    Não precisa de PEC pra isso.

    Art. 41. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público.

    § 1º O servidor público estável só perderá o cargo:

    I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado;

    II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa;

    III - mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.


    O que está sendo feito através do PLS 116/2017 é exatamente a lei complementar.

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