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    Eleições presidenciais 2018

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    tecnico_judiciarioti
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por tecnico_judiciarioti em Qua 10 Out 2018, 3:14 pm

    não sei nem pq se debate tanto pra definir voto, nem se eu fosse petista eu votava no PT

    se o PT "ganhar" não leva, não dura 1 mês um governo do PT, não conseguem pensar nisso?
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Protocol em Qua 10 Out 2018, 3:37 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Dólar volta a subir e Bolsa cai após falas de Bolsonaro sobre Previdência

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    Aí já é demais.
    O Bolsonaro não disse que não fará reforma da Previdência.
    Disse que fará a Previdência Posto Ipiranga.
    Ou seja, que a sua equipe desenhará a proposta e apresentará para o Congresso.
    Está certíssimo. Quer colher para si os louros da vitória ou quer assumir sozinho o peso do fracasso.

    Isso cheira mais a venda de ações para realizar lucros....

    O candidato Bolsonaro prega uma reforma de consenso a ser promovida após assumir o cargo, se eleito, posição que acho correta por maiores que sejam os riscos.

    As expectativas de setores da economia ("mercado") é que tudo seja feito à toque de caixa, no melhor estilo Temer.

    Aliás, se o próprio presidente Temer quiser fazer a reforma, que encerre a intervenção federal no RJ e tente, pois até 31.12.2018 é o Presidente da República.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por PCS-TRE em Qua 10 Out 2018, 3:57 pm

    Protocol escreveu:
    PCS-TRE escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Dólar volta a subir e Bolsa cai após falas de Bolsonaro sobre Previdência

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    Aí já é demais.
    O Bolsonaro não disse que não fará reforma da Previdência.
    Disse que fará a Previdência Posto Ipiranga.
    Ou seja, que a sua equipe desenhará a proposta e apresentará para o Congresso.
    Está certíssimo. Quer colher para si os louros da vitória ou quer assumir sozinho o peso do fracasso.

    Isso cheira mais a venda de ações para realizar lucros....

    O candidato Bolsonaro prega uma reforma de consenso a ser promovida após assumir o cargo, se eleito, posição que acho correta por maiores que sejam os riscos.

    As expectativas de setores da economia ("mercado") é que tudo seja feito à toque de caixa, no melhor estilo Temer.

    Aliás, se o próprio presidente Temer quiser fazer a reforma, que encerre a intervenção federal no RJ e tente, pois até 31.12.2018 é o Presidente da República.

    Jamais aprovarão nesse resto de ano.
    Os congressistas reeleitos não são em número suficiente.
    Os novos só entrarão em fevereiro.
    E os que perderam estão é descansando da eleição e correndo pra raspar as últimas verbas de gabinete a que terão direito.

    E o Bolsonaro (nem mesmo o Haddad) gastará o capital político forçando a votação desses projetos antes mesmo de ser presidente.
    Lembre-se que o projeto de Temer já foi desfigurado e ainda assim não foi aprovado.
    Se o novo presidente usar esse projeto como ponto de partida, o alcance será ainda mais reduzido e sairá uma colcha de retalhos ainda mais incomprensível.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por PCS-TRE em Qua 10 Out 2018, 3:58 pm

    Por isso tudo eu ainda acho que esse movimento foi apenas especulativo. Foi para embolsar o troco da subida das ações da semana passada pra cá.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Bastião em Qua 10 Out 2018, 4:47 pm

    SEMPRE é especulativo.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Korgano Masaka em Qua 10 Out 2018, 4:51 pm

    Primeira Pesquisa: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Sigma em Qua 10 Out 2018, 5:18 pm

    Para o bando de bolsominion que ainda não entendeu a importância de agregar:

    O cliente tem sempre razão.

    (...)

    E aqui quero deixar minha primeira crítica ao rumo que a militância está tomando nas redes sociais desde ontem: em um sistema pluripartidário, em que o primeiro turno serve justamente para fazer o afunilamento para um bipartidarismo, não faz sentido tachar os eleitores de outros partidos de culpados por um resultado que já era altamente provável. Para evitar a volta do PT ao poder, a campanha bolsonarista precisa cortejar e atrair os que não votaram no candidato do PSL no primeiro turno. Destaco que essa última afirmação é o bê-á-bá da política, a lição número um, o básico do básico ululante. O candidato Jair Bolsonaro, como já disse em minhas contas de Twitter e Facebook, deveria soltar um apelo com jeito de bronca à sua militância mais selvagem, conclamando os que votaram 17 a conquistar o coração dos que votaram 45, 30, 15, 19, 51, 50, 27, 12, 54, 16 e 18. Até mesmo os que votaram 13 podem ser cortejados. Afinal, o que se ganha xingando quem já não votou no seu candidato? Uma antipatia ainda maior, certamente.

    (...)

    (...)No entanto, faz-se necessário que o núcleo de campanha paute o discurso da militância para as próximas semanas, adotando um tom mais agregador e menos belicista. Eleitores de Amoêdo, Alckmin e Meirelles não são “traidores da pátria que pensaram somente em si e não no país”. São apenas eleitores que entenderam que o primeiro turno é aquela etapa em que você é livre para escolher quem realmente gostaria que ganhasse, e o segundo turno é a etapa em que muita gente vota somente para que o outro lado não ganhe. Se insistirem na intimidação, no “bullying político”, nos xingamentos e na soberba, poderão colher uma safra enorme de brancos e nulos. Enquanto isso, Haddad vai afagar todo mundo que votou um pouquinho para lá do centro, prometendo amor incondicional e um futuro dos sonhos. Tenho dito isso há semanas, e sempre recebo a mesma resposta dos bolsonaristas mais raivosos: “se a pessoa prefere deixar o PT ganhar porque ficou magoada com algo que eu disse, tem de se ferrar mesmo”. Não, meu caro, não é assim que funciona a política. Isso que você está descrevendo chama-se comportamento de jardim da infância. No mundo dos adultos, principalmente dos minimamente inteligentes, a gente trata bem o nosso “cliente”, mesmo quando ele experimenta comprar na loja vizinha. É a única maneira de trazê-lo de volta.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Bastião em Qua 10 Out 2018, 5:55 pm

    Considerando que o próprio candidato disse que tem que fuzilar a petralhada, difícil...enfim, é bem interessante, porém, ele só conseguiu todo esse grande feito devido ao ódio ao PT e à esquerda. E vai ganhar com isso.

    Tem que se parabenizar pela visão estratégica (falo sério). Ele soube captar exatamente o sentimento do povo brasileiro, em geral, que se apega a questões do medo de bandido, do medo de o país "virar uma Venezuela", do medo de os filhos aprenderem a serem gays, de como era bom na ditadura, etc., todo esses mitos que são apropriados ao nível de estudo, informação e percepção de uma boa parcela da população.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por jotajota em Qua 10 Out 2018, 6:39 pm

    Com relação ao "medo de bandido" ,se isto for um mito, me diz em que cidade voce mora, que eu quero me mudar para aí. Aqui onde moro todo dia tem cadáveres fuzilados em plena rua...

    Com relação a "virar venezuela", depois do serviço que a presidAnta fez, é bem compreensível o medo. Difícil imaginar que farão algo que preste, depois de ter deixado o país na beira do abismo. Como o próprio programa de desgoverno do partido já diz que pretende gastar mais do que arrecada, qualquer pessoa com um mínimo conhecimento de economia já sabe o resultado...


    Bastião escreveu:Considerando que o próprio candidato disse que tem que fuzilar a petralhada, difícil...enfim, é bem interessante, porém, ele só conseguiu todo esse grande feito devido ao ódio ao PT e à esquerda. E vai ganhar com isso.

    Tem que se parabenizar pela visão estratégica (falo sério). Ele soube captar exatamente o sentimento do povo brasileiro, em geral, que se apega a questões do medo de bandido, do medo de o país "virar uma Venezuela", do medo de os filhos aprenderem a serem gays, de como era bom na ditadura, etc., todo esses mitos que são apropriados ao nível de estudo, informação e percepção de uma boa parcela da população.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por jotajota em Qua 10 Out 2018, 6:44 pm

    Bem, com relação a estas pessoas que votam 13, não adianta falar nada, porque se trata de uma patologia, que talvez só tivesse cura mediante tratamento psicológico/psiquiátrico... Exceto, é claro, aqueles que ganham dinheiro do partido. Estes a gente sabe que é mero oportunismo mesmo. Mas sempre há os iludidos que ainda esperam que o Deus Lula ligue as mágicas impressoras de dinheiro e distribua riqueza para todos neste país...

    Sigma escreveu:
    (...)
    Até mesmo os que votaram 13 podem ser cortejados. Afinal, o que se ganha xingando quem já não votou no seu candidato? Uma antipatia ainda maior, certamente.
    .
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Bastião em Qua 10 Out 2018, 6:50 pm

    jotajota escreveu:Com relação ao "medo de bandido" ,se isto for um mito, me diz em que cidade voce mora, que eu quero me mudar para aí. Aqui onde moro todo dia tem cadáveres fuzilados em plena rua...

    Com relação a "virar venezuela", depois do serviço que a presidAnta fez, é bem compreensível o medo. Difícil imaginar que farão algo que preste, depois de ter deixado o país na beira do abismo. Como o próprio programa de desgoverno do partido já diz que pretende gastar mais do que arrecada, qualquer pessoa com um mínimo conhecimento de economia já sabe o resultado...


    Bastião escreveu:Considerando que o próprio candidato disse que tem que fuzilar a petralhada, difícil...enfim, é bem interessante, porém, ele só conseguiu todo esse grande feito devido ao ódio ao PT e à esquerda. E vai ganhar com isso.

    Tem que se parabenizar pela visão estratégica (falo sério). Ele soube captar exatamente o sentimento do povo brasileiro, em geral, que se apega a questões do medo de bandido, do medo de o país "virar uma Venezuela", do medo de os filhos aprenderem a serem gays, de como era bom na ditadura, etc., todo esses mitos que são apropriados ao nível de estudo, informação e percepção de uma boa parcela da população.

    É escrevi besteira em relação a bandido, faltou revisar...esquece o "mito" e continua a frase do jeito que está.

    E sim, a Dilma foi um tiro no pé.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Bastião em Qua 10 Out 2018, 6:53 pm

    Sério que vc acha "que ganha dinheiro do partido, ganha sanduíche de mortadela". Votarei pq a outra opção não me agrada em P... NENHUMA. Simples assim. E olha que acompanho o cidadão.

    E muitas outras milhares de pessoas de bem, conscientes e tudo mais pensam da mesma maneira.

    Assim como pessoas votarão no Bolsonaro com os mesmos atributos, ou seja, conscientemente. Respeitemos o voto alheio, fica mais fácil.

    Como meu candidato não foi para o segundo turno, nem mesmo nenhum outro minimamente civilizado, fiquei sem opção.

    jotajota escreveu:Bem, com relação a estas pessoas que votam 13, não adianta falar nada, porque se trata de uma patologia, que talvez só tivesse cura mediante tratamento psicológico/psiquiátrico... Exceto, é claro, aqueles que ganham dinheiro do partido. Estes a gente sabe que é mero oportunismo mesmo. Mas sempre há os iludidos que ainda esperam que o Deus Lula ligue as mágicas impressoras de dinheiro e distribua riqueza para todos neste país...

    Sigma escreveu:
    (...)
    Até mesmo os que votaram 13 podem ser cortejados. Afinal, o que se ganha xingando quem já não votou no seu candidato? Uma antipatia ainda maior, certamente.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por josebarbos em Qua 10 Out 2018, 7:42 pm

    Datafolha mostra Bolsonaro com 58% e Haddad, 42%, na largada do 2º turno

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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por josebarbos em Qua 10 Out 2018, 7:45 pm

    Bastião escreveu:SEMPRE é especulativo.

    Não, não é.
    Existem momentos de oportunidade e de risco. O que acontece é que tem gente que confunde o fator sorte x risco e prêmio por isto.

    Quem tem certeza absoluta de algo e não coloca dinheiro na bolsa que lhe seja favorável, só pode ser um preguiçoso. Sem uma máquina de viagem no tempo, NUNCA há certeza absoluta.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Pipoca em Qua 10 Out 2018, 8:59 pm

    Bolsonaro quer propor 13º salário a beneficiários do Bolsa Família

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    Última edição por Pipoca em Qua 10 Out 2018, 9:06 pm, editado 1 vez(es)
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qua 10 Out 2018, 9:01 pm

    tecnico_judiciarioti escreveu:não sei nem pq se debate tanto pra definir voto, nem se eu fosse petista eu votava no PT

    se o PT "ganhar" não leva, não dura 1 mês um governo do PT, não conseguem pensar nisso?

    O que não entra na cabeça do pessoal: PT = governo corrupto, fraco e incompetente, que resultou no impeachment, e colocou nas mãos dos oportunistas a chance de governar o país e aprovar leis que prejudicaram trabalhadores, como o trabalho insalubre para grávidas, além da terceirização do serviço público. Não admitir que a terceirização do serviço público ocorreu por culpa do PT é dilmais.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por androsvilazza em Qui 11 Out 2018, 10:53 am

    PCS-TRE escreveu:
    Protocol escreveu:
    PCS-TRE escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Dólar volta a subir e Bolsa cai após falas de Bolsonaro sobre Previdência

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    Aí já é demais.
    O Bolsonaro não disse que não fará reforma da Previdência.
    Disse que fará a Previdência Posto Ipiranga.
    Ou seja, que a sua equipe desenhará a proposta e apresentará para o Congresso.
    Está certíssimo. Quer colher para si os louros da vitória ou quer assumir sozinho o peso do fracasso.

    Isso cheira mais a venda de ações para realizar lucros....

    O candidato Bolsonaro prega uma reforma de consenso a ser promovida após assumir o cargo, se eleito, posição que acho correta por maiores que sejam os riscos.

    As expectativas de setores da economia ("mercado") é que tudo seja feito à toque de caixa, no melhor estilo Temer.

    Aliás, se o próprio presidente Temer quiser fazer a reforma, que encerre a intervenção federal no RJ e tente, pois até 31.12.2018 é o Presidente da República.

    Jamais aprovarão nesse resto de ano.
    Os congressistas reeleitos não são em número suficiente.
    Os novos só entrarão em fevereiro.
    E os que perderam estão é descansando da eleição e correndo pra raspar as últimas verbas de gabinete a que terão direito.

    E o Bolsonaro (nem mesmo o Haddad) gastará o capital político forçando a votação desses projetos antes mesmo de ser presidente.
    Lembre-se que o projeto de Temer já foi desfigurado e ainda assim não foi aprovado.
    Se o novo presidente usar esse projeto como ponto de partida, o alcance será ainda mais reduzido e sairá uma colcha de retalhos ainda mais incomprensível.

    Reforma da previdência por consenso é uma enorme piada Laughing Laughing Laughing nesses 30 anos da CF/88 e, consequentemente, do modelo atual de previdência, NUNCA houve qualquer tipo de consenso com relação à previdência. Talvez o único consenso seja "Bom seria se todo mundo pudesse receber muito e ninguém precisasse pagar nada".

    Me parece uma baita desculpa para não aprovar nada, ou no máximo uma versão ainda mais light do que o texto que está hoje no Congresso, mesmo após todas as modificações já realizadas.

    E ainda dependeria da aprovação de um Congresso mais corporativista que o atual (ou alguém acha que os militares eleitos são liberais na economia, e votariam a favor de uma reforma da previdência?). Considero que o Congresso cresceu em conservadorismo cultural, mas o número de liberais na economia permanecerá igual ou até menor.

    O mesmo pode ser dito em relação às privatizações, que o Bolsonaro já começa a relativizar. Acredito que uma privatização a toque de caixa seria prejudicial em setores nos quais existe um monopólio (petróleo) ou oligopólio (bancário). Mas o Bolsonaro não me parece disposto sequer a dar o passo inicial, que seria a desconcentração do setor, e aumento da concorrência. A visão dele é nacionalista e simplista, de "não entregar setores estratégicos".

    Pra falarmos de "Paulo", acredito menos no sucesso do Paulo Guedes (provavelmente um novo Levy) que na análise do Paulo Leme (da Goldmann Sachs), de que o mercado se precipitou nessa lua-de-mel com o Bolsonaro.

    Lógico que acredito que seu governo será, em todos os aspectos, melhor que um eventual governo PT, mas dificilmente será melhor o suficiente para afastar de vez a possibilidade de retorno do PT daqui a 4 anos. Provavelmente teremos alguns avanços na área da segurança e dos costumes (mais pela ausência de intervenção negativa do Estado, que pela promoção de boas políticas nessa seara). Já a economia continuará engatinhando: livre do peso das políticas desastrosas do PT, mas sem os estímulos necessários da parte do governo, com reformas modernizantes.

    Nisso considero o Bolsonaro muito parecido com o Lula: apesar de uma sinalização ao mercado (no caso do Lula, o seu primeiro mandato), quando tiverem que escolher entre promover reformas visando o longo prazo, ou manter sua popularidade em alta, sempre escolherão a popularidade.

    No geral, minha nota hoje para o que acredito ser o governo Bolsonaro é um 3 ou 4 em 10 pontos possíveis. Está à frente do 0 ou 1 do Haddad, mas não o suficiente pra atrair o meu voto.


    Última edição por androsvilazza em Qui 11 Out 2018, 10:55 am, editado 1 vez(es)
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Solange4 em Qui 11 Out 2018, 10:53 am

    Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Pipoca em Qui 11 Out 2018, 11:27 am

    Solange4 escreveu:Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Protocol em Qui 11 Out 2018, 12:34 pm

    androsvilazza escreveu:
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    Protocol escreveu:
    PCS-TRE escreveu:


    Aí já é demais.
    O Bolsonaro não disse que não fará reforma da Previdência.
    Disse que fará a Previdência Posto Ipiranga.
    Ou seja, que a sua equipe desenhará a proposta e apresentará para o Congresso.
    Está certíssimo. Quer colher para si os louros da vitória ou quer assumir sozinho o peso do fracasso.

    Isso cheira mais a venda de ações para realizar lucros....

    O candidato Bolsonaro prega uma reforma de consenso a ser promovida após assumir o cargo, se eleito, posição que acho correta por maiores que sejam os riscos.

    As expectativas de setores da economia ("mercado") é que tudo seja feito à toque de caixa, no melhor estilo Temer.

    Aliás, se o próprio presidente Temer quiser fazer a reforma, que encerre a intervenção federal no RJ e tente, pois até 31.12.2018 é o Presidente da República.

    Jamais aprovarão nesse resto de ano.
    Os congressistas reeleitos não são em número suficiente.
    Os novos só entrarão em fevereiro.
    E os que perderam estão é descansando da eleição e correndo pra raspar as últimas verbas de gabinete a que terão direito.

    E o Bolsonaro (nem mesmo o Haddad) gastará o capital político forçando a votação desses projetos antes mesmo de ser presidente.
    Lembre-se que o projeto de Temer já foi desfigurado e ainda assim não foi aprovado.
    Se o novo presidente usar esse projeto como ponto de partida, o alcance será ainda mais reduzido e sairá uma colcha de retalhos ainda mais incomprensível.

    Reforma da previdência por consenso é uma enorme piada Laughing Laughing Laughing nesses 30 anos da CF/88 e, consequentemente, do modelo atual de previdência, NUNCA houve qualquer tipo de consenso com relação à previdência. Talvez o único consenso seja "Bom seria se todo mundo pudesse receber muito e ninguém precisasse pagar nada".

    Me parece uma baita desculpa para não aprovar nada, ou no máximo uma versão ainda mais light do que o texto que está hoje no Congresso, mesmo após todas as modificações já realizadas.

    E ainda dependeria da aprovação de um Congresso mais corporativista que o atual (ou alguém acha que os militares eleitos são liberais na economia, e votariam a favor de uma reforma da previdência?). Considero que o Congresso cresceu em conservadorismo cultural, mas o número de liberais na economia permanecerá igual ou até menor.

    O mesmo pode ser dito em relação às privatizações, que o Bolsonaro já começa a relativizar. Acredito que uma privatização a toque de caixa seria prejudicial em setores nos quais existe um monopólio (petróleo) ou oligopólio (bancário). Mas o Bolsonaro não me parece disposto sequer a dar o passo inicial, que seria a desconcentração do setor, e aumento da concorrência. A visão dele é nacionalista e simplista, de "não entregar setores estratégicos".

    Pra falarmos de "Paulo", acredito menos no sucesso do Paulo Guedes (provavelmente um novo Levy) que na análise do Paulo Leme (da Goldmann Sachs), de que o mercado se precipitou nessa lua-de-mel com o Bolsonaro.

    Lógico que acredito que seu governo será, em todos os aspectos, melhor que um eventual governo PT, mas dificilmente será melhor o suficiente para afastar de vez a possibilidade de retorno do PT daqui a 4 anos. Provavelmente teremos alguns avanços na área da segurança e dos costumes (mais pela ausência de intervenção negativa do Estado, que pela promoção de boas políticas nessa seara). Já a economia continuará engatinhando: livre do peso das políticas desastrosas do PT, mas sem os estímulos necessários da parte do governo, com reformas modernizantes.

    Nisso considero o Bolsonaro muito parecido com o Lula: apesar de uma sinalização ao mercado (no caso do Lula, o seu primeiro mandato), quando tiverem que escolher entre promover reformas visando o longo prazo, ou manter sua popularidade em alta, sempre escolherão a popularidade.

    No geral, minha nota hoje para o que acredito ser o governo Bolsonaro é um 3 ou 4 em 10 pontos possíveis. Está à frente do 0 ou 1 do Haddad, mas não o suficiente pra atrair o meu voto.

    Em suma, não acreditas que uma reforma da previdência consistente seja aprovada nos próximos quatro anos, que a atual composição do Congresso, apesar de carregar o desejo de muitas pessoas por mudanças, não é suficientemente liberal para debater e tocar reformas (tributária, previdenciária, política...) além daquelas que envolvam costumes e segurança, e que o candidato, se conseguir a faixa presidencial, não vai diminuir o tamanho do estado no ritmo e dimensão prometida pelo Paulo Guedes.

    Respeito a tua opinião e não tenho como refutá-la.

    Mas, o que se tem noticiado é que o Bolsonaro não tem se manifestado de forma mais precisa sobre as características das reformas que pretende promover para não perder votos. As pautas impopulares ficariam para depois da eleição.

    Se ele acabar eleito com a margem que as pesquisas indicar 58% x 42%, considerando ainda a possibilidade de formar maioria na Câmara e no Senado (só a bancada do PSL e do PTB é longe de ser suficiente), é possível promover a pauta impopular no início do mandato e agradar o eleitorado depois.

    Além disso, a entourage do Bolsonaro são empresários, pessoas ligadas ao agronegócio, gente do setor produtivo que quer reformas, pois sabem que é a forma de atrair investimentos ao país.

    Será que esses fatores não pesariam a favor de uma pauta reformista abrangente?
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por PCS-TRE em Qui 11 Out 2018, 12:41 pm

    androsvilazza escreveu:
    PCS-TRE escreveu:
    Protocol escreveu:
    PCS-TRE escreveu:


    Aí já é demais.
    O Bolsonaro não disse que não fará reforma da Previdência.
    Disse que fará a Previdência Posto Ipiranga.
    Ou seja, que a sua equipe desenhará a proposta e apresentará para o Congresso.
    Está certíssimo. Quer colher para si os louros da vitória ou quer assumir sozinho o peso do fracasso.

    Isso cheira mais a venda de ações para realizar lucros....

    O candidato Bolsonaro prega uma reforma de consenso a ser promovida após assumir o cargo, se eleito, posição que acho correta por maiores que sejam os riscos.

    As expectativas de setores da economia ("mercado") é que tudo seja feito à toque de caixa, no melhor estilo Temer.

    Aliás, se o próprio presidente Temer quiser fazer a reforma, que encerre a intervenção federal no RJ e tente, pois até 31.12.2018 é o Presidente da República.

    Jamais aprovarão nesse resto de ano.
    Os congressistas reeleitos não são em número suficiente.
    Os novos só entrarão em fevereiro.
    E os que perderam estão é descansando da eleição e correndo pra raspar as últimas verbas de gabinete a que terão direito.

    E o Bolsonaro (nem mesmo o Haddad) gastará o capital político forçando a votação desses projetos antes mesmo de ser presidente.
    Lembre-se que o projeto de Temer já foi desfigurado e ainda assim não foi aprovado.
    Se o novo presidente usar esse projeto como ponto de partida, o alcance será ainda mais reduzido e sairá uma colcha de retalhos ainda mais incomprensível.

    Reforma da previdência por consenso é uma enorme piada Laughing Laughing Laughing nesses 30 anos da CF/88 e, consequentemente, do modelo atual de previdência, NUNCA houve qualquer tipo de consenso com relação à previdência. Talvez o único consenso seja "Bom seria se todo mundo pudesse receber muito e ninguém precisasse pagar nada".

    Me parece uma baita desculpa para não aprovar nada, ou no máximo uma versão ainda mais light do que o texto que está hoje no Congresso, mesmo após todas as modificações já realizadas.

    E ainda dependeria da aprovação de um Congresso mais corporativista que o atual (ou alguém acha que os militares eleitos são liberais na economia, e votariam a favor de uma reforma da previdência?). Considero que o Congresso cresceu em conservadorismo cultural, mas o número de liberais na economia permanecerá igual ou até menor.

    O mesmo pode ser dito em relação às privatizações, que o Bolsonaro já começa a relativizar. Acredito que uma privatização a toque de caixa seria prejudicial em setores nos quais existe um monopólio (petróleo) ou oligopólio (bancário). Mas o Bolsonaro não me parece disposto sequer a dar o passo inicial, que seria a desconcentração do setor, e aumento da concorrência. A visão dele é nacionalista e simplista, de "não entregar setores estratégicos".

    Pra falarmos de "Paulo", acredito menos no sucesso do Paulo Guedes (provavelmente um novo Levy) que na análise do Paulo Leme (da Goldmann Sachs), de que o mercado se precipitou nessa lua-de-mel com o Bolsonaro.

    Lógico que acredito que seu governo será, em todos os aspectos, melhor que um eventual governo PT, mas dificilmente será melhor o suficiente para afastar de vez a possibilidade de retorno do PT daqui a 4 anos. Provavelmente teremos alguns avanços na área da segurança e dos costumes (mais pela ausência de intervenção negativa do Estado, que pela promoção de boas políticas nessa seara). Já a economia continuará engatinhando: livre do peso das políticas desastrosas do PT, mas sem os estímulos necessários da parte do governo, com reformas modernizantes.

    Nisso considero o Bolsonaro muito parecido com o Lula: apesar de uma sinalização ao mercado (no caso do Lula, o seu primeiro mandato), quando tiverem que escolher entre promover reformas visando o longo prazo, ou manter sua popularidade em alta, sempre escolherão a popularidade.

    No geral, minha nota hoje para o que acredito ser o governo Bolsonaro é um 3 ou 4 em 10 pontos possíveis. Está à frente do 0 ou 1 do Haddad, mas não o suficiente pra atrair o meu voto.

    Reforma da previdência: radical ou não, vai sair de um documento assinado pelo presidente e entregue ao congresso com toda a pompa.
    Privatização: ele sempre foi contra, mas agora está mais ou menos claro que vai ter que ser feita. Ele está amaciando o discurso porque ele quer tomar uma meia dúzia de votos do PT para poder colocar uma diferença de votos recorde em cima do Haddad. E se ele pensa que pode tomar votos de lulistas que torcem o nariz para Haddad(devem ser poucos, mas existem), é porque ele está ancorado em alguma pesquisa. E nada melhor do que fazer um afago com um tema muito caro aos petistas. Deve ser também com esse objetivo que ele falou em 13º de bolsa família.

    E se o Bolsonaro sair com 60% ou mais votos, com certeza ele aprovará o que quiser no primeiro ano de mandato.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por androsvilazza em Qui 11 Out 2018, 1:26 pm

    Protocol escreveu:

    Em suma, não acreditas que uma reforma da previdência consistente seja aprovada nos próximos quatro anos, que a atual composição do Congresso, apesar de carregar o desejo de muitas pessoas por mudanças, não é suficientemente liberal para debater e tocar reformas (tributária, previdenciária, política...) além daquelas que envolvam costumes e segurança, e que o candidato, se conseguir a faixa presidencial, não vai diminuir o tamanho do estado no ritmo e dimensão prometida pelo Paulo Guedes.

    Respeito a tua opinião e não tenho como refutá-la.

    Mas, o que se tem noticiado é que o Bolsonaro não tem se manifestado de forma mais precisa sobre as características das reformas que pretende promover para não perder votos. As pautas impopulares ficariam para depois da eleição.

    Se ele acabar eleito com a margem que as pesquisas indicar 58% x 42%, considerando ainda a possibilidade de formar maioria na Câmara e no Senado (só a bancada do PSL e do PTB é longe de ser suficiente), é possível promover a pauta impopular no início do mandato e agradar o eleitorado depois.

    Além disso, a entourage do Bolsonaro são empresários, pessoas ligadas ao agronegócio, gente do setor produtivo que quer reformas, pois sabem que é a forma de atrair investimentos ao país.

    Será que esses fatores não pesariam a favor de uma pauta reformista abrangente?

    Acredito que são fatores que pesam, sim, e que abrem a possibilidade para que as reformas aconteçam e eu me surpreenda positivamente. Aliás, é óbvio que estou torcendo, fortemente, para estar errado.

    Mas na minha concepção, há sinais contraditórios, com predominância dos sinais pela manutenção do status quo na economia. Qualquer reforma envolve sacrifícios, e muita vontade política, e a vontade mais importante nesse processo é a do próprio Presidente. Apesar do discurso adotado pelo Bolsonaro recentemente, de que "vem sendo convertido ao liberalismo pelo Paulo Guedes", eu diria que a conversão não foi completa, e há a necessidade de uma catequese melhor. Senão fica fácil não despender o esforço pessoal (e de popularidade) necessário e, depois, dizer que tentou mas não deu pra aprovar.

    A própria questão de haver no seu entorno empresários e pessoas ligadas ao agronegócio pode ser entendida de duas formas: são pessoas bem intencionadas que querem promover as reformas necessárias; ou são pessoas que querem garantir para si o quinhão de privilégios que o governo historicamente destina aos seus apoiadores mais próximos. Todo empresário é liberal e favorável à redução de subsídios, até que entre na pauta a remoção daquele subsídio a que ele eventualmente tenha direito. Um exemplo: muito se fala em redução de subsídios e desonerações. Um dos subsídios (na forma de desoneração) mais representativos é o SIMPLES, que foi ampliado de tal forma que possibilita o seu aproveitamento por empresas que já têm porte suficiente para não mais necessitar dele. Uma boa medida para a redução de subsídios seria reduzir a faixa de enquadramento no SIMPLES, limitando apenas às pequenas empresas de fato. Várias outras desonerações guardam distorções, como a sobre produtos da cesta básica, que atingem também produtos considerados de luxo.

    Muitos empresários que hoje apoiam a redução de subsídios não apoiariam medidas que reduzissem seu nível de privilégios, sempre com o discurso de que seu privilégio é justo e merecido, e que "abre mão dele desde que" (coloque aqui qualquer exigência descabida)...

    Ou seja, de todo modo uma mudança profunda envolveria envolvimento direto e convicto do Presidente, assumindo determinadas "brigas" pelo bem do país. E, pessoalmente, não enxergo no Bolsonaro convicção suficiente para tanto.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por tecnico_judiciarioti em Qui 11 Out 2018, 3:40 pm

    não sei se vcs tem visto as entrevistas honestas feitas ao bolsonaro

    mesmo que ele não seguisse a filosofia conservadora da preferência por reformas prudentes, ele sabe como o congresso funciona e loucuras "não passam" (ex: idade pra aposentar 65 não passa vamos fazer 61, sobreponham o exemplo para outras áreas)

    vejam uma do dia 9 como exemplo:

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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Protocol em Qui 11 Out 2018, 4:10 pm

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    Especialistas da UnB e do Ipea trabalham no programa econômico de Bolsonaro
    Professores instalados em Brasília integram, ao lado de profissionais do Rio e de São Paulo, as equipes que detalham o programa econômico que deve ser adotado pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, caso vença as eleições


    O programa de governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL) mobiliza um grande contingente de economistas, com equipes de cinco a seis pessoas para cada tema. Além de profissionais renomados do eixo Rio-São Paulo, professores da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com sede na capital, engrossam o time de especialistas responsáveis pelo desenho do projeto econômico de governo do candidato que lidera as pesquisas.

    Próximo de integrantes das equipes — tanto do eixo Rio-SP quanto de Brasília —, o ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo de Freitas avaliou como “espetaculares” os nomes que compõem o time. “Todos têm como diretrizes a economia de mercado baseada no tripé macroeconômico, o ajuste fiscal, a abertura econômica, privatizações e medidas de estímulo à produtividade”, enumerou.

    Freitas destacou nomes do Rio de Janeiro que colaboram com o projeto de Bolsonaro: Maria Sílvia Bastos Marques, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e Roberto Castello Branco, doutor em Economia pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, que também foi diretor do BC. Ele ressaltou a  participação de quadros de Brasília, como o do professor de macroeconomia da UnB Roberto Ellery.

    Conhecido por fazer duras críticas ao PT, Ellery aceitou integrar uma das equipes formadas pela coordenação de Bolsonaro. O professor, no entanto, nega que vá participar do governo caso o candidato do PSL vença o segundo turno. Ellery já havia sido convidado a integrar o time de produtividade pelo diretor-adjunto de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Adolfo Sachsida, responsável pelo recrutamento de economistas para Bolsonaro. Porém, recusou o primeiro convite.

    “Na pré-campanha, conversei com várias coordenações e, pessoalmente, com os candidatos Ciro (Gomes, do PDT) e Alvaro Dias (Podemos). Mas, sobretudo, conversei muito com o Sachsida, que é meu amigo há 20 anos, desde que entrei no Ipea, em 1998”, contou. Segundo o professor, Sachsida ligou novamente na segunda-feira passada e fez um “ultimato de amigo”. “Ele me disse: agora precisamos de você para a parte de macroeconomia.”

    O professor trabalha com crescimento econômico, com ênfase em produtividade, e defende a manutenção do tripé macroeconômico. “A disciplina fiscal é importante. O Banco Central tem que ter compromisso com a inflação e trabalhar para reduzi-la. E o câmbio tem que ser flutuante, definido pelo mercado”, disse. Ellery ainda não teve nenhuma reunião com a coordenação de campanha, nem com os colegas. “Pode ser que eu chegue lá e eles me mandem embora por detestar o que estou dizendo. Não tenho pretensão de cargo. Vou com o espírito de apresentar ideias. Se serão aceitas, não sei”, disse.

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    Desafios

    Concursado do Ipea, Ellery trabalhou no instituto por quatro anos. Abdicou de um salário maior para lecionar na UnB, onde está desde 2002. Já foi chefe de departamento, coordenador de pós-graduação e diretor da Faculdade de Economia. Atualmente é professor de Macroeconomia. “Estou feliz na UnB. É minha casa”, completou.

    Além de Sachsida, pelo menos mais três nomes do Ipea estão na equipe de Bolsonaro. O ex-presidente da entidade Sergei Soares e os técnicos José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho e Márcio Bruno Ribeiro. Neste ano, o órgão publicou um trabalho extenso chamado Desafios da Nação, que trata da agenda que o Brasil precisa adotar para recuperar a economia e outras áreas. A intenção é definir um modelo com resultado de longo prazo que “transcenda” os governos. O documento foi costurado junto com a equipe econômica do atual governo.

    Guru econômico da candidatura bolsonarista, Paulo Guedes tem se reunido com representantes dos ministérios do Planejamento e da Fazenda para a transição. Eles têm se empenhado em demonstrar que será mais fácil a tarefa do futuro presidente se a reforma da Previdência for aprovada neste ano. Bolsonaro, porém, refutou a ideia.

    Guedes e o candidato do PSL ainda terão muito a conversar sobre o que pretendem fazer na economia. Não há total consenso. O guru já foi desautorizado quando tratou de CPMF. Ontem, Bolsonaro disse que o setor de energia é estratégico e pode ficar de fora da “onda” de privatizações defendida pelo assessor. “Eu falei para o Paulo Guedes que, em energia, a gente não vai mexer”, comentou. Na bolsa, as ações ordinárias da Eletrobras caíram mais de 9%.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por androsvilazza em Qui 11 Out 2018, 4:23 pm

    tecnico_judiciarioti escreveu:não sei se vcs tem visto as entrevistas honestas feitas ao bolsonaro

    mesmo que ele não seguisse a filosofia conservadora da preferência por reformas prudentes, ele sabe como o congresso funciona e loucuras "não passam" (ex: idade pra aposentar 65 não passa vamos fazer 61, sobreponham o exemplo para outras áreas)

    vejam uma do dia 9 como exemplo:

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    Essa questão da previdência mostra dois pontos:

    Primeiro, que ele não pretende mexer na previdência dos militares.

    Segundo, que ele desconhece a proposta de reforma, fala como se a idade fosse pra 65 de imediato. Fala em "fazer com calma, devagar, inicialmente para 61 anos", sendo que a idade mínima, pela proposta de reforma, passaria a 65 anos só em 2038. Há uma transição de 20 anos no total, e é politicamente muito mais fácil fazer, de uma só vez, uma reforma que aumente a idade mínima, paulatinamente, até alcançar o patamar pretendido, do que fazer uma reforma agora aumentando 1 ano, daqui a 2-3 anos faz nova reforma (constitucional, é bom lembrar) aumentando mais 1 ano etc.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por androsvilazza em Qui 11 Out 2018, 4:44 pm

    Protocol escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Especialistas da UnB e do Ipea trabalham no programa econômico de Bolsonaro
    Professores instalados em Brasília integram, ao lado de profissionais do Rio e de São Paulo, as equipes que detalham o programa econômico que deve ser adotado pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, caso vença as eleições


    O programa de governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL) mobiliza um grande contingente de economistas, com equipes de cinco a seis pessoas para cada tema. Além de profissionais renomados do eixo Rio-São Paulo, professores da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com sede na capital, engrossam o time de especialistas responsáveis pelo desenho do projeto econômico de governo do candidato que lidera as pesquisas.

    Próximo de integrantes das equipes — tanto do eixo Rio-SP quanto de Brasília —, o ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo de Freitas avaliou como “espetaculares” os nomes que compõem o time. “Todos têm como diretrizes a economia de mercado baseada no tripé macroeconômico, o ajuste fiscal, a abertura econômica, privatizações e medidas de estímulo à produtividade”, enumerou.

    Freitas destacou nomes do Rio de Janeiro que colaboram com o projeto de Bolsonaro: Maria Sílvia Bastos Marques, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e Roberto Castello Branco, doutor em Economia pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, que também foi diretor do BC. Ele ressaltou a  participação de quadros de Brasília, como o do professor de macroeconomia da UnB Roberto Ellery.

    Conhecido por fazer duras críticas ao PT, Ellery aceitou integrar uma das equipes formadas pela coordenação de Bolsonaro. O professor, no entanto, nega que vá participar do governo caso o candidato do PSL vença o segundo turno. Ellery já havia sido convidado a integrar o time de produtividade pelo diretor-adjunto de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Adolfo Sachsida, responsável pelo recrutamento de economistas para Bolsonaro. Porém, recusou o primeiro convite.

    “Na pré-campanha, conversei com várias coordenações e, pessoalmente, com os candidatos Ciro (Gomes, do PDT) e Alvaro Dias (Podemos). Mas, sobretudo, conversei muito com o Sachsida, que é meu amigo há 20 anos, desde que entrei no Ipea, em 1998”, contou. Segundo o professor, Sachsida ligou novamente na segunda-feira passada e fez um “ultimato de amigo”. “Ele me disse: agora precisamos de você para a parte de macroeconomia.”

    O professor trabalha com crescimento econômico, com ênfase em produtividade, e defende a manutenção do tripé macroeconômico. “A disciplina fiscal é importante. O Banco Central tem que ter compromisso com a inflação e trabalhar para reduzi-la. E o câmbio tem que ser flutuante, definido pelo mercado”, disse. Ellery ainda não teve nenhuma reunião com a coordenação de campanha, nem com os colegas. “Pode ser que eu chegue lá e eles me mandem embora por detestar o que estou dizendo. Não tenho pretensão de cargo. Vou com o espírito de apresentar ideias. Se serão aceitas, não sei”, disse.

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    Desafios

    Concursado do Ipea, Ellery trabalhou no instituto por quatro anos. Abdicou de um salário maior para lecionar na UnB, onde está desde 2002. Já foi chefe de departamento, coordenador de pós-graduação e diretor da Faculdade de Economia. Atualmente é professor de Macroeconomia. “Estou feliz na UnB. É minha casa”, completou.

    Além de Sachsida, pelo menos mais três nomes do Ipea estão na equipe de Bolsonaro. O ex-presidente da entidade Sergei Soares e os técnicos José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho e Márcio Bruno Ribeiro. Neste ano, o órgão publicou um trabalho extenso chamado Desafios da Nação, que trata da agenda que o Brasil precisa adotar para recuperar a economia e outras áreas. A intenção é definir um modelo com resultado de longo prazo que “transcenda” os governos. O documento foi costurado junto com a equipe econômica do atual governo.

    Guru econômico da candidatura bolsonarista, Paulo Guedes tem se reunido com representantes dos ministérios do Planejamento e da Fazenda para a transição. Eles têm se empenhado em demonstrar que será mais fácil a tarefa do futuro presidente se a reforma da Previdência for aprovada neste ano. Bolsonaro, porém, refutou a ideia.

    Guedes e o candidato do PSL ainda terão muito a conversar sobre o que pretendem fazer na economia. Não há total consenso. O guru já foi desautorizado quando tratou de CPMF. Ontem, Bolsonaro disse que o setor de energia é estratégico e pode ficar de fora da “onda” de privatizações defendida pelo assessor. “Eu falei para o Paulo Guedes que, em energia, a gente não vai mexer”, comentou. Na bolsa, as ações ordinárias da Eletrobras caíram mais de 9%.

    Ótimos nomes, mesmo que não trabalhem diretamente no governo, se apresentarem propostas e tiverem o endosso do governo, podem contribuir para a solução dos problemas que precisam ser atacados. Ponto pro Bolsonaro.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Sigma em Qui 11 Out 2018, 4:47 pm

    Vamos combinar: pra quem defender uma economia mais liberal, Bolsonaro ainda é uma imensa incógnita. Não tem ninguém muito empolgado, de verdade.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qui 11 Out 2018, 8:45 pm

    Pipoca escreveu:
    Solange4 escreveu:Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer


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    Fica Temer, fica! Nós, mulheres, adoramos a lei que você aprovou, que permite mulheres grávidas trabalhando em locais insalubres. Afinal de contas, as pobres coitadas e ignorantes precisam trabalhar para levar sustento para seus lares, e se nascer um filho anencéfalo, farão outro depois.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qui 11 Out 2018, 8:50 pm

    Sigma escreveu:Vamos combinar: pra quem defender uma economia mais liberal, Bolsonaro ainda é uma imensa incógnita. Não tem ninguém muito empolgado, de verdade.

    Estou empolgado em saber que ele pretende governar pelo exemplo. Só em pensar no montante que é desviado pela corrupção, e que poderá ser aplicado na nação, já me empolga.

    Quem sabe a gente consegue uma subidinha nessa lista.

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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Pipoca em Qui 11 Out 2018, 9:03 pm

    Galizezin escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Solange4 escreveu:Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer


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    Fica Temer, fica! Nós, mulheres, adoramos a lei que você aprovou, que permite mulheres grávidas trabalhando em locais insalubres. Afinal de contas, as pobres coitadas e ignorantes precisam trabalhar para levar sustento para seus lares, e se nascer um filho anencéfalo, farão outro depois.


    Na verdade, não houve aprovação de lei alguma. No ano passado, uma portaria do Ministério do Trabalho tentou alterar as definições de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravidão. Diante da reação negativa do Ministério Público, da Justiça e da imprensa, o governo Michel Temer recuou e o então ministro caiu.

    Por outro lado, seu candidato (Bozo) já afirmou inúmeras vezes que vai propor alteração da lei, para beneficiar os ruralistas que o apoiam...

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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qui 11 Out 2018, 9:23 pm

    Pipoca escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Solange4 escreveu:Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer


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    Fica Temer, fica! Nós, mulheres, adoramos a lei que você aprovou, que permite mulheres grávidas trabalhando em locais insalubres. Afinal de contas, as pobres coitadas e ignorantes precisam trabalhar para levar sustento para seus lares, e se nascer um filho anencéfalo, farão outro depois.


    Na verdade, não houve aprovação de lei alguma. No ano passado, uma portaria do Ministério do Trabalho tentou alterar as definições de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravidão. Diante da reação negativa do Ministério Público, da Justiça e da imprensa, o governo Michel Temer recuou e o então ministro caiu.

    Por outro lado, seu candidato (Bozo) já afirmou inúmeras vezes que vai propor alteração da lei, para beneficiar os ruralistas que o apoiam...

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    Não sabia que ele havia dado entrevista para os vermelhos.

    Houve sim aprovação de Lei.

    Com a reforma trabalhista sancionada pelo presidente da República no último dia 14 (Lei 13.467), a restrição ao trabalho de grávidas em ambientes insalubres foi amenizada, e em relação às lactantes nada se falou.

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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por josebarbos em Qui 11 Out 2018, 10:24 pm

    O único motivo que considero para alguém soltar um "Fica, Temer!" é uma confissão de que que é um privilegiado na sociedade atual, com medo de perder o status quo.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Qui 11 Out 2018, 10:38 pm

    Pipoca escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Pipoca escreveu:
    Solange4 escreveu:Gostei da nova hashtag, devido às nossas opções:

    #FicaTemer


    like like like


    Fica Temer, fica! Nós, mulheres, adoramos a lei que você aprovou, que permite mulheres grávidas trabalhando em locais insalubres. Afinal de contas, as pobres coitadas e ignorantes precisam trabalhar para levar sustento para seus lares, e se nascer um filho anencéfalo, farão outro depois.


    Na verdade, não houve aprovação de lei alguma. No ano passado, uma portaria do Ministério do Trabalho tentou alterar as definições de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravidão. Diante da reação negativa do Ministério Público, da Justiça e da imprensa, o governo Michel Temer recuou e o então ministro caiu.

    Por outro lado, seu candidato (Bozo) já afirmou inúmeras vezes que vai propor alteração da lei, para beneficiar os ruralistas que o apoiam...

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    A real sobre trabalho escravo, sem fake news:



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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Solange4 em Sab 13 Out 2018, 10:46 am

    Mais humor, por favor!!!

    Explicar piada é uma coisa deprimente, mas enfim: o cara tem 91% de reprovação, quase uma unanimidade, mas nossas opções agora estão tão ruins que o "fora Temer" deu lugar ao "fica Temer"

    Só não é mais deprimente do que argumentar a respeito.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Sab 13 Out 2018, 11:29 am

    Solange4 escreveu:Mais humor, por favor!!!

    Explicar piada é uma coisa deprimente, mas enfim: o cara tem 91% de reprovação, quase uma unanimidade, mas nossas opções agora estão tão ruins que o "fora Temer" deu lugar ao "fica Temer"

    Só não é mais deprimente do que argumentar a respeito.

    Vc pode ter brincado, mas a pipoca vermelha não.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Sab 13 Out 2018, 11:31 am

    Bolsonaro garante que não irá trabalhar pela quebra da estabilidade no serviço público. A razão da explicação dele deve-se ao fato de que está aliado a um liberal extremo, PG.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por maligna em Sab 13 Out 2018, 11:47 am

    Solange4 escreveu:Mais humor, por favor!!!

    Explicar piada é uma coisa deprimente, mas enfim: o cara tem 91% de reprovação, quase uma unanimidade, mas nossas opções agora estão tão ruins que o "fora Temer" deu lugar ao "fica Temer"

    Só não é mais deprimente do que argumentar a respeito.


    Pelamordedeus, era óbvio que era uma piada.
    O humor ajuda a gente a manter a lucidez, principalmente em épocas conturbadas, como a atual.
    Não vamos cair no fanatismo messiânico que tanto combatemos.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Galizezin em Sab 13 Out 2018, 9:21 pm

    maligna escreveu:
    Solange4 escreveu:Mais humor, por favor!!!

    Explicar piada é uma coisa deprimente, mas enfim: o cara tem 91% de reprovação, quase uma unanimidade, mas nossas opções agora estão tão ruins que o "fora Temer" deu lugar ao "fica Temer"

    Só não é mais deprimente do que argumentar a respeito.


    Pelamordedeus, era óbvio que era uma piada.
    O humor ajuda a gente a manter a lucidez, principalmente em épocas conturbadas, como a atual.
    Não vamos cair no fanatismo messiânico que tanto combatemos.

    Achei de mau gosto enaltecer alguém que sacaneou com mulher grávida pobre.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por maligna Hoje à(s) 2:22 am

    Menos vitimismo, mulheres do meu Brasil!
    A lei não obriga as mulheres grávidas a trabalharem em ambiente insalubre, apenas retira a proibição, o que, por incrível que pareça, ainda que por via indireta, beneficia as trabalhadoras. Quanto empresário já não deixou de empregar mulheres em idade fértil (mas que não vão, necessariamente, engravidar) justamente pelo receio de ter que desviá-la de função e de setor em virtude de uma suposta gravidez futura? Protecionismo demais atrapalha.
    A proibição em questão nunca aumentou as chances da mulher de se inserir no mercado de trabalho.
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    Re: Eleições presidenciais 2018

    Mensagem por Bastião Hoje à(s) 7:20 am

    A falta de consciência de classe é incrível.

    Ou veio da elite, daí é compreensível.


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    Re: Eleições presidenciais 2018

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