PCS JÁ



    Assuntos gerais: economia & política

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Dom 11 Nov 2018, 10:41 am

    Dei apenas um exemplo, mas já ouvi falar que o Iraque foi atacado porque queria adotar o euro como moeda referência. Aliás, o euro, como moeda de um bloco, tende a ser muito mais forte que o dólar, moeda de 1 país, que todos sabem, possui uma dívida interna impagável.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por josebarbos em Dom 11 Nov 2018, 2:51 pm

    Galizezin escreveu:Dei apenas um exemplo, mas já ouvi falar que o Iraque foi atacado porque queria adotar o euro como moeda referência. Aliás, o euro, como moeda de um bloco, tende a ser muito mais forte que o dólar, moeda de 1 país, que todos sabem, possui uma dívida interna impagável.

    O Irã que anunciou isto após começar os entreveros com os norte-americanos. Trata-se de uma moeda de referência, um índice oficial de comparabilidade, mas a "economia real" continua dolarizada e este vale cada vez mais. Em geral, estas decisões baseadas na caneta acabam fazendo um estrago ainda maior.

    Um dos grandes fatores da dominação moderna, tendo por expoentes EUA e China, é que estes países, embora não sejam independentes e façam muito bem seus papeis numa economia globalizada, são os que menos dependeriam do comércio exterior num mundo que fechasse suas fronteiras.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Dom 11 Nov 2018, 3:27 pm

    Comida é tudo. Chineses sabem disso. Talvez por isso perseguem a autossuficiência alimentar.

    "A China está tentando de tudo para ser autossuficiente em alimentos, mas haverá anos em que eles não atingirão essa meta"

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Dom 11 Nov 2018, 8:01 pm

    O partido novo já coletou mais de 2 milhões de assinaturas contra o aumento do judiciário.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 12 Nov 2018, 7:01 am

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Seg 12 Nov 2018, 7:33 am

    Pensando pragmaticamente, é melhor que esse reajuste tenha sido aprovado agora, mesmo, e que esse assunto se arrefeça o quanto antes.

    Primeiro, porque o próximo governo terá de aprovar uma série de pautas se quiser tirar o país do buraco, e algumas dessas pautas são contrárias a diversos interesses corporativistas. Não seria bom para o governo já assumir com essa pauta pendente, prestes a explodir em seu colo, e servindo de instrumento de chantagem por parte do Legislativo, bem como de possíveis retaliações de parte do próprio Judiciário.

    Segundo (e aqui envolve o nosso próprio umbigo), quanto antes esse aumento for aprovado, mais distante fica da nossa pauta de negociações para o próximo PCS, minimizando aquele ridículo argumento (que não deixaria de ser usado pela imprensa e pelos próprios parlamentares só por ser ridículo): "Ah, mas o Judiciário acabou de ter um aumento de mais de 16%!"

    Já que esse aumento, mais cedo ou mais tarde, acabaria sendo aprovado, é melhor que tenha sido logo. Acho que há duas questões mais importantes agora: uma seria buscar a extinção dos inúmeros penduricalhos que permitem a superação do teto constitucional; e a outra seria encontrar uma forma melhor para o funcionamento do próprio teto, algo como "desvincular os vencimentos", de forma a minimizar o "efeito cascata".
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 12 Nov 2018, 7:53 am

    Pela conversa do Paulo Guedes, servidor pode esquecer qualquer pcs, aumento ou reposição se existir um centavo de déficit nas contas públicas.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 12 Nov 2018, 9:02 am

    Galizezin escreveu:Pela conversa do Paulo Guedes, servidor pode esquecer qualquer pcs, aumento ou reposição se existir um centavo de déficit nas contas públicas.

    Com exceção de Vossas Altezas (Juízes, Procuradores, etc)...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 12 Nov 2018, 7:40 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:Pela conversa do Paulo Guedes, servidor pode esquecer qualquer pcs, aumento ou reposição se existir um centavo de déficit nas contas públicas.

    Com exceção de Vossas Altezas (Juízes, Procuradores, etc)...

    Nunca houve, de fato, harmonia entre os poderes. Pra conseguir as coisas sempre foi puxando o tapetinho um do outro. Quem sabe agora, com um presidente honesto a coisa se modifique.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 13 Nov 2018, 8:59 am

    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:Pela conversa do Paulo Guedes, servidor pode esquecer qualquer pcs, aumento ou reposição se existir um centavo de déficit nas contas públicas.

    Com exceção de Vossas Altezas (Juízes, Procuradores, etc)...

    Nunca houve, de fato, harmonia entre os poderes. Pra conseguir as coisas sempre foi puxando o tapetinho um do outro. Quem sabe agora, com um presidente honesto a coisa se modifique.

    Se ele já fosse presidente, vetaria o reajuste. Mas como ainda não é....
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Solange4 em Sex 16 Nov 2018, 5:36 pm

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Ilhense em Sex 16 Nov 2018, 10:20 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:Pela conversa do Paulo Guedes, servidor pode esquecer qualquer pcs, aumento ou reposição se existir um centavo de déficit nas contas públicas.

    Com exceção de Vossas Altezas (Juízes, Procuradores, etc)...

    Nunca houve, de fato, harmonia entre os poderes. Pra conseguir as coisas sempre foi puxando o tapetinho um do outro. Quem sabe agora, com um presidente honesto a coisa se modifique.

    Se ele já fosse presidente, vetaria o reajuste. Mas como ainda não é....

    Bolsonaro honesto!? Quanto anos ele atuou pelo PP de Paulo Maluf? É o partido com maior número de investigados na Lava Jato. Ou seja, um partido bem fisiológico.

    De todas as ações e bravatas, quais projetos de fato ele apresentou, enquanto parlamentar, para cumprir com o perfil que vendeu ao seu público?

    Vamos com calma gente...
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Sigma em Seg 19 Nov 2018, 8:54 am

    Quem não se comunica se trumbica

    por Gustavo Nogy [ 17/11/2018 ] [ 19:15 ]

    Sabe churrascão improvisado? Um ficou de levar a carne; o outro, a linguiça; este, a cerveja, aquele, o gelo; carvão tem-meio-saco-acho-que-dá, mulherada gosta de frango e vão trazer. Sal grosso? Sal grosso sempre tem, procura no armário, lá no fundo. Daí o pessoal vai chegando, aos poucos, e quem traria a carne, trouxe pouca carne; quem ficou de trazer linguiça, trouxe linguiça demais; a cerveja veio quente, o gelo não veio; alguém me vá ao posto ver se arruma algum gelo; o carvão tá ruim, compra carvão; e acendedor; sal grosso tem, sempre tem, estava no armário mesmo; o frango, esqueceram no congelador. Mas vamos começar o churrasco assim mesmo, faz pão-de-alho, coloca o pagode e a gente se vira.

    Qualquer semelhança com a equipe de transição do governo de Bolsonaro não é coincidência. Nunca vi negócio mais bagunçado e sem rumo. Bolsonaro era favorito, venceu, está em lua-de-mel com o eleitorado e, mesmo assim, um tropeça no outro que tropeça no um. O presidente já desautorizou o economista, que desautorizou o chefe da Casa Civil, que falou diferente do vice-presidente, que foi criticado pelo presidente, que desconfia da reforma da Previdência proposta pelo economista. Os primeiros-filhos desautorizam todo mundo e já teve gente demitida por um deles. Como se desgraça pouca fosse bobagem, General Mourão ingressou no Twitter.

    Se alguém temia uma guinada autoritária ou mesmo ditatorial de Jair Bolsonaro, pode começar a trocar de medo. Isso está me parecendo menos 1964 e mais 1989, com sotaque de 2014. Muita gente falando mais do que deve, menos do que sabe, sem medir consequências e se esquecendo de que a campanha acabou, o governo nem começou e os parceiros comerciais e diplomáticos precisam receber sinais mais nítidos e estáveis do que há de ser esse futuro governo. Que raio de coisa foi essa de provocar palestinos, quando não temos problema nenhum com a Palestina? A diplomacia brasileira se notabilizou por ser de alto nível e de estratégica neutralidade. Considerando que, ao contrário dos EUA, não temos interesses militares ou geopolíticos em conflitos desse tamanho, “não temos perna pra isso”, como dizem, então devemos falar menos e ouvir mais. Sob esse ponto de vista, a escolha do esquisitão Ernesto Araújo, leitor de René Guénon e Julius Evola, é bastante arriscada. Que ele aposte no pragmatismo, mais do que no recrudescimento do discurso conspiratório.

    Feitas as contas, consigo ver alguma coisa boa nesse imbróglio? Consigo. A equipe econômica me parece mais coesa, com Joaquim Levy e Mansueto Almeida, no BNDES, e Roberto Campos Neto, no BC. Paulo Guedes terá com quem praticar o idioma do liberalismo econômico. (E aqui, a propósito, mora o perigo: é possível que o super-economista não compreenda – e não aceite – muito bem o pendor iliberal do super-chanceler.) De alentador, menciono também a sensata entrevista coletiva que Sérgio Moro concedeu. Mostrou a firmeza de costume e deu a entender que preza por uma visão mais sistêmica e menos persecutória do problema da corrupção e do crime em geral. Bom para esfriar ânimos sempre exaltados do núcleo pega-esfola-mata do governo.

    O papel de um presidente em momento de transição é declarar coisas vagas ou obviamente positivas. Não tem de marcar ponto na ideologia de campanha e, principalmente, tem de verificar – antes de declarar – quem são nossos maiores parceiros comerciais. Alguns deles não são os parceiros ideológicos, e é para isso que serve o livre-comércio: comprar e vender de, e para, qualquer um. Quem paga, leva – amigos à parte. O resto é risco. Um governo se faz com boas expectativas, e sabemos que esperar pelo melhor vale tanto quanto o que de fato acontece de melhor. Não ajuda em nada que a cada dois dias Bolsonaro tenha de vir a público dizer que sim, defenderá a democracia, sim, respeitará a Constituição. Que ele precise nos lembrar – e se lembrar – disso é um pouquinho preocupante. Temos urgências tantas e tamanhas que certas pautas não deveriam sequer existir: respeito à lei, à Constituição, à democracia. Relação minimamente respeitosa com a imprensa, não apenas com a imprensa chapa-branca. Vamos dar por pressuposto de que isso será respeitado com rigor e ensaiar melhor o discurso sobre os juros, as estatais, a dívida pública, os subsídios, a Previdência.

    Eleitores e integrantes da equipe garantem que essa aparente falta de rumo é mérito, não demérito; é virtude, não vício. Tudo quer dizer, afinal de contas, que Bolsonaro é homem do povo, não ensaia falas, não atua em frente às câmeras, é gente-como-a-gente, bebe vinho no copo de requeijão. Que bonito. Depois de anos esculhambando a ignorância admitida de Lula e a maluquice não admitida de Dilma, teremos de louvar no presidente as características que criticamos nos ex-presidentes. De minha parte, aposto que toda essa algazarra política é o preço que se paga por um governante que promete um liberalismo que nunca professou e um conservadorismo que é mais preconceito que valor. Numa fala curiosa, Paulo Guedes disse, de Onyx Lorenzoni, que “políticos não entendem de economia”. Minha mulher comentou: “O problema é quando políticos não entendem de política”. Torçamos para que o pior não seja tão ruim como parece. Se organizar direitinho, dá para governar. O brasileiro é o último que morre.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 19 Nov 2018, 9:10 am

    Ilhense escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    Com exceção de Vossas Altezas (Juízes, Procuradores, etc)...

    Nunca houve, de fato, harmonia entre os poderes. Pra conseguir as coisas sempre foi puxando o tapetinho um do outro. Quem sabe agora, com um presidente honesto a coisa se modifique.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Seg 19 Nov 2018, 5:42 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Nunca houve, de fato, harmonia entre os poderes. Pra conseguir as coisas sempre foi puxando o tapetinho um do outro. Quem sabe agora, com um presidente honesto a coisa se modifique.

    Se ele já fosse presidente, vetaria o reajuste. Mas como ainda não é....

    Bolsonaro honesto!? Quanto anos ele atuou pelo PP de Paulo Maluf? É o partido com maior número de investigados na  Lava Jato. Ou seja, um partido bem fisiológico.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 20 Nov 2018, 9:15 am

    jornalista escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Ilhense escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    Se ele já fosse presidente, vetaria o reajuste. Mas como ainda não é....

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Qua 21 Nov 2018, 8:26 am

    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Ilhense escreveu:

    Bolsonaro honesto!? Quanto anos ele atuou pelo PP de Paulo Maluf? É o partido com maior número de investigados na  Lava Jato. Ou seja, um partido bem fisiológico.

    De todas as ações e bravatas, quais projetos de fato ele apresentou, enquanto parlamentar, para cumprir com o perfil que vendeu ao seu público?

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Qua 21 Nov 2018, 4:59 pm

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    Mamadeira de piroca vai continuar, chola mais!!! Kkkk


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Qui 22 Nov 2018, 9:16 am

    Esquerdão desesperado! Resistência fajuta de internet ....kkkkkk
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Qui 22 Nov 2018, 10:49 am

    Fala fiel escudeiro...sempre atento a qualquer crítica ao seu mito Cool
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Qui 22 Nov 2018, 11:43 am

    Esquerdão já sabe de tudo que vai acontecer nos próximos 4 anos, mas não 'lembra' do que aconteceu nos últimos 15 anos.... Laughing
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por darkshi em Sex 23 Nov 2018, 11:22 am

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    Mamadeira de piroca vai continuar, chola mais!!! Kkkk


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Chuck Coleman em Sex 23 Nov 2018, 11:52 am

    darkshi escreveu:
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Sex 23 Nov 2018, 12:26 pm

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    Petista safado... vê se te enxerga rapaiz, ficar de machinho atrás de um nickname e por trás de um computador é fácil. Nunca lhe faltei com respeito.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por darkshi em Sex 23 Nov 2018, 12:29 pm

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Sab 24 Nov 2018, 1:21 pm

    Penso que a maioria que votou no Bolsonaro votou pela ausência de opção. Ou era Bolsonaro, ou seria mais dos mesmos. Votei acreditando que ele será um presidente honesto, querendo mudar o país de fato. Um passo importante nesse rumo foi a escolha do juiz Moro, para ministro da justiça. Paulo Guedes pra mim ainda é uma incógnita. Por isso, acredito que só o Bolsonaro poderá nos livrar de Bolsonariedades cometidas em seu governo.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Sab 24 Nov 2018, 4:04 pm

    Galizezin escreveu:Penso que a maioria que votou no Bolsonaro votou pela ausência de opção. Ou era Bolsonaro, ou seria mais dos mesmos. Votei acreditando que ele será um presidente honesto, querendo mudar o país de fato. Um passo importante nesse rumo foi a escolha do juiz Moro, para ministro da justiça. Paulo Guedes pra mim ainda é uma incógnita. Por isso, acredito que só o Bolsonaro poderá nos livrar de Bolsonariedades cometidas em seu governo.
    Exato. Não tinha outro. Talvez o do Novo mas sem chances. Só que o mito começa a se desfazer. Estão dizendo que serão 20 ministérios (parece que o pt queria mais de 30). Doze seriam o suficiente e um banco, além do BC:
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Galizezin em Seg 26 Nov 2018, 6:51 am

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:Penso que a maioria que votou no Bolsonaro votou pela ausência de opção. Ou era Bolsonaro, ou seria mais dos mesmos. Votei acreditando que ele será um presidente honesto, querendo mudar o país de fato. Um passo importante nesse rumo foi a escolha do juiz Moro, para ministro da justiça. Paulo Guedes pra mim ainda é uma incógnita. Por isso, acredito que só o Bolsonaro poderá nos livrar de Bolsonariedades cometidas em seu governo.
    Exato. Não tinha outro. Talvez o do Novo mas sem chances. Só que o mito começa a se desfazer. Estão dizendo que serão 20 ministérios (parece que o pt queria mais de 30). Doze seriam o suficiente e um banco, além do BC:
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    Pois é, algo que acho interessante nessa briga ideológica é o funcionamento da esquerda e da direita nos países de primeiro mundo. Vejam que onde a esquerda não pretende implementar ditadura ela é "liberal" na economia. Exemplo: EUA. Já nos países onde ela pretende implementar ditadura, é "conservadora". Então, é bem possível que Bolsonaro seja, inconscientemente, um esquerdista, ou, pelo menos, cumpridor da agenda esquerdista.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Sigma em Seg 26 Nov 2018, 7:58 am

    Escola sem Partido

    por Luiz Felipe Pondé [ 26/11/2018 ] [ 0:01 ]

    Não sou simpático à lei da Escola sem Partido. Sou professor há 22 anos. Ela pode virar um belo sistema randômico de censura. Pais de alunos são imprevisíveis.

    Um dia posso estar falando de darwinismo e um pai evangélico considerar que estou pregando ateísmo. Um dia posso estar dizendo que a espécie humana reproduziu e sobreviveu porque a maioria dela é heterossexual e algum aluno filho de um casal gay pode me acusar de homofobia. Um dia posso estar dizendo que pessoas com mais peso caem mais rápido do 15º andar e um pai de um aluno com mais peso pode me acusar de gordofobia.

    Você duvida? Se sim é porque anda alienado da realidade ridícula que o mundo está vivendo. As mídias sociais tornaram o ressentimento uma categoria política de ação. Os ressentidos perderam a vergonha na cara.

    Não gosto de leis, não confio em juízes, promotores ou procuradores.

    O Ministério Público com frequência nos considera cidadãos hipossuficientes e decide processar você por descrever a relação entre peso e massa na lei da gravidade numa aula – e essa lei não respeitaria as sensibilidades de pessoas vulneráveis psicologicamente devido ao maior peso delas.

    Minha oposição à lei da Escola sem Partido não é porque eu não saiba que grande parte dos professores prega marxismo e similares em sala de aula. Prega sim. E a universidade não é um espaço de debate livre de ideias. Isso é um fetiche, para não dizer diretamente que é uma mentira deslavada.

    A universidade é um espaço de truculência na gestão, na sala de aula, nos colegiados, no movimento estudantil. Lobbies ideológicos ou não dilaceram as universidades quase as levando à inércia produtiva – principalmente nas “humanas”.

    Quem discordar da cartilha de esquerda é “fascista”. Minha oposição à Escola sem Partido é porque ela é uma lei.

    Sei. Ficou confuso? Vou repetir: minha oposição à Escola sem Partido é porque ela é uma lei. Com ela, aumentaríamos o mercado para advogados e a justificativa pra mais gasto com o poder judiciário.

    Quem a defende parece não entender que lei em matéria de costumes é como um elefante em loja de cristais. Outra área em que lei é como um elefante em loja de cristais é no campo dos afetos.

    Meu argumento, ao contrário do que podem pensar inteligentinhos de direita e de esquerda, é profundamente conservador, no sentido que o conceito tem na filosofia britânica a partir do século 19 –o conceito sem a palavra surge no final do 18 com Edmund Burke (1729-1797), a palavra surge na França nos primeiros anos do século 19, segundo o historiador das ideias Russel Kirk (1918-1994).

    No sentido filosófico, e não no debate empobrecidos das militâncias, ser conservador é ser cético em matéria de invenções políticas, econômicas, sociais ou jurídicas.

    Um temperamento conservador, como diria Michael Oakeshott (1901-1990), filósofo conservador britânico fundamental para o assunto, desconfia da fúria “racionalista” de se inventar, por exemplo, leis que interfiram sobre hábitos e costumes (estes, sim, pérolas para um cético em política).

    Aliás, pouco se sabe entre nós sobre o que é, no sentido erudito e conceitual, ser conservador. Qual a razão de não sabermos? Pergunte aos professores e coordenadores de escolas e universidades.

    A bibliografia escolhida por eles é, na imensa maioria das vezes, uma pregação em si.

    Alunos de escola, de graduação e pós-graduação, constantemente, são boicotados em sua intenção de conhecer outros títulos que não seja a cartilha com Marx e seus avatares.

    A lei da Escola sem Partido é uma solução ruim para um problema real. A crítica a ela, sem reconhecer que sua motivação é justificada, presta um enorme desserviço ao debate.

    Com isso não quero dizer que professores marxistas de história mentindo pura e simplesmente ou restringindo o acesso a múltiplas “narrativas” (como é chique falar agora) sejam a principal questão no Brasil de hoje em dia.

    Existem muitas outras, como economia, corrupção, violência urbana, e outras mais. Mas, a formação educacional ideologicamente enviesada, por exemplo, faz muita gente “educada” abraçar movimentos como o Lula Livre, achando lindo.

    A educação piorou muito depois que os professores resolveram pregar em sala de aula em vez de ensinar rios e capitais dos estados e países. Simples assim. Mas, aumentar o mercado jurídico no país é um engano grave. Já somos presas demais do crescente lobby jurídico, para não ver isso.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por androsvilazza em Seg 26 Nov 2018, 8:37 am

    Sigma escreveu:Escola sem Partido

    por Luiz Felipe Pondé [ 26/11/2018 ] [ 0:01 ]

    Não sou simpático à lei da Escola sem Partido. Sou professor há 22 anos. Ela pode virar um belo sistema randômico de censura. Pais de alunos são imprevisíveis.

    Um dia posso estar falando de darwinismo e um pai evangélico considerar que estou pregando ateísmo. Um dia posso estar dizendo que a espécie humana reproduziu e sobreviveu porque a maioria dela é heterossexual e algum aluno filho de um casal gay pode me acusar de homofobia. Um dia posso estar dizendo que pessoas com mais peso caem mais rápido do 15º andar e um pai de um aluno com mais peso pode me acusar de gordofobia.

    Você duvida? Se sim é porque anda alienado da realidade ridícula que o mundo está vivendo. As mídias sociais tornaram o ressentimento uma categoria política de ação. Os ressentidos perderam a vergonha na cara.

    Não gosto de leis, não confio em juízes, promotores ou procuradores.

    O Ministério Público com frequência nos considera cidadãos hipossuficientes e decide processar você por descrever a relação entre peso e massa na lei da gravidade numa aula – e essa lei não respeitaria as sensibilidades de pessoas vulneráveis psicologicamente devido ao maior peso delas.

    Minha oposição à lei da Escola sem Partido não é porque eu não saiba que grande parte dos professores prega marxismo e similares em sala de aula. Prega sim. E a universidade não é um espaço de debate livre de ideias. Isso é um fetiche, para não dizer diretamente que é uma mentira deslavada.

    A universidade é um espaço de truculência na gestão, na sala de aula, nos colegiados, no movimento estudantil. Lobbies ideológicos ou não dilaceram as universidades quase as levando à inércia produtiva – principalmente nas “humanas”.

    Quem discordar da cartilha de esquerda é “fascista”. Minha oposição à Escola sem Partido é porque ela é uma lei.

    Sei. Ficou confuso? Vou repetir: minha oposição à Escola sem Partido é porque ela é uma lei. Com ela, aumentaríamos o mercado para advogados e a justificativa pra mais gasto com o poder judiciário.

    Quem a defende parece não entender que lei em matéria de costumes é como um elefante em loja de cristais. Outra área em que lei é como um elefante em loja de cristais é no campo dos afetos.

    Meu argumento, ao contrário do que podem pensar inteligentinhos de direita e de esquerda, é profundamente conservador, no sentido que o conceito tem na filosofia britânica a partir do século 19 –o conceito sem a palavra surge no final do 18 com Edmund Burke (1729-1797), a palavra surge na França nos primeiros anos do século 19, segundo o historiador das ideias Russel Kirk (1918-1994).

    No sentido filosófico, e não no debate empobrecidos das militâncias, ser conservador é ser cético em matéria de invenções políticas, econômicas, sociais ou jurídicas.

    Um temperamento conservador, como diria Michael Oakeshott (1901-1990), filósofo conservador britânico fundamental para o assunto, desconfia da fúria “racionalista” de se inventar, por exemplo, leis que interfiram sobre hábitos e costumes (estes, sim, pérolas para um cético em política).

    Aliás, pouco se sabe entre nós sobre o que é, no sentido erudito e conceitual, ser conservador. Qual a razão de não sabermos? Pergunte aos professores e coordenadores de escolas e universidades.

    A bibliografia escolhida por eles é, na imensa maioria das vezes, uma pregação em si.

    Alunos de escola, de graduação e pós-graduação, constantemente, são boicotados em sua intenção de conhecer outros títulos que não seja a cartilha com Marx e seus avatares.

    A lei da Escola sem Partido é uma solução ruim para um problema real. A crítica a ela, sem reconhecer que sua motivação é justificada, presta um enorme desserviço ao debate.

    Com isso não quero dizer que professores marxistas de história mentindo pura e simplesmente ou restringindo o acesso a múltiplas “narrativas” (como é chique falar agora) sejam a principal questão no Brasil de hoje em dia.

    Existem muitas outras, como economia, corrupção, violência urbana, e outras mais. Mas, a formação educacional ideologicamente enviesada, por exemplo, faz muita gente “educada” abraçar movimentos como o Lula Livre, achando lindo.

    A educação piorou muito depois que os professores resolveram pregar em sala de aula em vez de ensinar rios e capitais dos estados e países. Simples assim. Mas, aumentar o mercado jurídico no país é um engano grave. Já somos presas demais do crescente lobby jurídico, para não ver isso.

    Perfeito! O Pondé é uma ilha na filosofia brasileira (se é que ela existe, mesmo).
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Sigma em Seg 26 Nov 2018, 9:42 am

    Os escolhidos por Guedes: a cara da equipe econômica do governo Bolsonaro

    Nomes para os principais cargos do primeiro escalão já foram anunciados e revelam um time formado por economistas liberais, com experiência no setor financeiro, favoráveis à redução do Estado e ao ajuste fiscal

    Jéssica Sant’Ana  [26/11/2018]

    A menos de dois meses da posse, a equipe econômica do governo Bolsonaro começa a mostrar a sua cara. Os nomes para os principais cargos do primeiro escalão já foram anunciados e revelam um time formado por economistas liberais, com experiência no setor financeiro, favoráveis à redução do Estado, privatizações e conscientes da urgência do ajuste fiscal. Eles estão sendo escolhidos e anunciados pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, que ganhou carta branca do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para montar o seu time de confiança. Não à toa, o grupo é reflexo do seu mentor.

    Guedes cercou-se de pessoas de seu círculo social, com capacidade para colocar em prática a guinada liberal na economia prometida para o próximo governo. Ele já anunciou os principais nomes que vão comandar o núcleo econômico: Roberto Campos Neto vai para o Banco Central (BC); Joaquim Levy para o BNDES; Roberto Castello Branco para a Petrobras; Pedro Guimarães para a Caixa Econômica Federal (CEF); Rubem de Freitas Novaes para o Banco do Brasil (BB); e Mansueto Almeida continua como secretário do Tesouro Nacional (leia no fim da matéria um perfil completo de cada um deles).

    Em comum, todos eles são economistas liberais, em maior ou menor grau, e trabalharam em bancos públicos ou privados. Uma exceção pode ser feita para Mansueto Almeida, que é técnico de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mas, ainda assim, um defensor da política ortodoxa (controle dos gastos e da inflação), sendo considerado um dos maiores especialistas em contas públicas e defensor da reforma da Previdência.

    Três deles – Castello Branco, Levy e Rubem Novaes – são da mesma escola econômica de Paulo Guedes. Eles fizeram pós graduação em Economia na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, considerada o berço do liberalismo econômico. É a primeira vez que a equipe econômica terá tantos nomes ligados à Escola de Chicago. E um quinto nome pode ser adicionado a esse time: Campos Neto, que, apesar de não ter estudado em Chicago, é neto de Roberto Campos, um dos maiores expoentes do liberalismo econômico no Brasil.

    Castello Branco e Pedro Guimarães já trabalharam juntos com Paulo Guedes. O futuro presidente da Petrobras comandou o grupo educacional Ibmec, fundado por Guedes. Já Guimarães trabalhou no BTG Pactual, também fundado por Guedes junto com outros nomes. Os dois são amigos de longa data do futuro ministro. Novaes, futuro presidente do Banco do Brasil, também é amigo de Guedes, desde os tempos que estudaram juntos em Chicago.

    Equipe econômica mostra coesão

    As nomeações mostram uma coesão na futura condução da matriz econômica do novo governo. Guedes quer que o seu time faça o ajuste fiscal, principalmente com a reforma da Previdência e corte de gastos, e diminua o tamanho do Estado, com privatizações e com as estatais estratégicas ficando somente com as funções essenciais e lucrativas.

    Além disso, quer liderar uma abertura econômica e uma reforma tributária. Tudo com o objetivo de ter menos Estado, mais iniciativa privada, contas públicas em ordem e inflação sob controle.

    O que os escolhidos vão fazer

    Os novos economistas que estarão à frente da Petrobras, Banco do Brasil e Caixa são favoráveis à privatização. Castello Branco chegou a defender a venda total da petroleira em 2016, mas, agora, como presidente anunciado, afirmou que não vai chegar a tanto. Ainda assim, disse ser favorável à venda dos ativos de refino e distribuição da empresa, estratégia já colocada em prática na gestão Pedro Parente-Ivan Monteiro e interrompida somente por questões judiciais.

    “A Petrobras desenvolve outras atividades que não são naturais e que não atraem retorno. O melhor exemplo disso é a distribuição de combustíveis. A estatal ainda é dona da BR Distribuidora. A BR é uma cadeia de lojas, no fim das contas. A competência da Petrobras é na exploração e produção de petróleo”, afirmou em entrevista ao Estadão após ser anunciado futuro presidente da Petrobras. Também disse ser totalmente a favor do livre mercado e contra política de controle preços.

    Guimarães e Rubem Novaes devem adotar posição semelhante na Caixa e no Banco do Brasil, respectivamente. Eles devem liderar a venda de áreas consideradas fora do business core do negócio e o enxugamento da estrutura dos bancos. A ideia é torná-los mais rentáveis e adequá-los às novas regras do setor, que exigem mais rigor da saúde financeira das instituições do mercado financeiro.

    Já Levy, à frente do BNDES, deve liderar uma mudança na política da empresa, já iniciada no governo Michel Temer, até pela crise fiscal: menos financiamento e mais participação na venda de ativos. Os projetos de privatização, total ou parcial e via venda ou concessão, envolvem o BNDES, responsável por conduzir os processos desde as fases de estudo até a modelagem do certame e, depois, assinatura do contrato.

    De Mansueto Almeida será esperada uma continuidade na gestão das contas públicas e na condução das reformas econômicas ao lado de Paulo Guedes, já que a Secretaria do Tesouro é vinculada ao ministério da Fazenda (futuro Economia).

    Roberto Campos Neto, no Banco Central, vai dar vida a um projeto que seu falecido avô sempre sonhou: ele vai propor a independência formal do Banco Central, com mandatos de presidente e diretores não coincidentes com o de presidente da República.

    Se colocada em prática todas essas expectativas, haverá uma guinada na condução econômica. Os governos petistas recentes ficaram marcados por propostas intervencionistas, normalmente lideradas por economistas desenvolvimentistas e heterodoxos, defensores da participação do estado na economia, no fomento aos investimentos e no estímulo ao consumo e das estatais como empresas com função social e motoras do desenvolvimento socioeconômico.

    Guedes com carta branca

    Os nomes anunciados também mostram que Paulo Guedes tem carta branca para definir a equipe econômica, como era prometido por Bolsonaro. É o economista quem divulga, através de notas oficiais, os nomes do escolhidos, e não Bolsonaro. Os ministros, por exemplo, são anunciados pelo presidente em suas redes sociais. No caso da área econômica, Bolsonaro só vai indicar formalmente os escolhidos para aprovação no conselho (caso do BB e da Caixa) e para sabatina no Congresso (caso do BC), porque a legislação assim exige.

    A terceirização da economia para Guedes aconteceu antes mesmo de Bolsonaro vencer a eleição. O economista foi anunciado para cuidar do plano econômico de Bolsonaro ainda na pré-campanha e logo virou o principal fiador da guinada liberal do futuro governo do capitão da reserva. Em pouco tempo, foi apelidado pelo próprio Bolsonaro de “posto Ipiranga”, uma maneira de o deputado dizer que não entende da área e que as decisões são tomadas por Guedes.

    Uma prova disso é a indicação de Levy para o BNDES. Ele foi ministro da Fazenda do segundo governo de Dilma Rousseff (PT). Acabou ficando somente 11 meses no cargo, pois suas ideias ortodoxas iam contra ao que pretendia para a economia a própria presidente Dilma e Nelson Barbosa, na época ministro do Planejamento e que acabou tomando o lugar de Levy quando ele caiu.

    Desde que o nome de Levy passou a ser cogitado para o governo Bolsonaro, a escolha foi questionada por essa ligação ao PT. Mas a palavra final foi de Guedes, quem bancou a nomeação. “Ele [Guedes] é que está bancando o nome Joaquim Levy. Ele tem um passado com a Dilma, sim, teve 10 meses, tem um passado com o governo Cabral, mas nada tem contra sua conduta profissional. Assim sendo, eu endosso Paulo Guedes”, afirmou Bolsonaro em declaração à imprensa após a nomeação de Levy para o BNDES.

    Mas nem tanto poder assim

    A carta branca não significa, porém, que a direção de tudo o que será feito na economia é tirada somente da cabeça de Guedes: o próprio Bolsonaro já admitiu conversar com o Paulo Guedes para flexibilizar algumas pautas que considera difícil de serem aprovadas no Congresso e para levar adiante ideias que defende e não abre mão, como a abertura da “caixa-preta” do BNDES.

    Ainda assim, o pesquisador sênior da área de Economia Aplicada do Ibre/FGV Marcel Balassiano afirma que Paulo Guedes está com “poderes bastante consistentes nesta fase de transição e, provavelmente, continuará no governo”, o que indica um próximo mandato “bem forte pró-privatização e livre mercado”.

    Mas o pesquisador alerta que, apesar dos superpoderes, Guedes é um ministro, e que no seu caminho e de sua equipe econômica estão o Congresso e a sociedade, que podem barrar algumas pautas liberais.

    QUEM É QUEM: o perfil dos integrantes da equipe econômica

    Os escolhidos por Guedes

    Os nomes para os principais cargos do núcleo econômico do governo Bolsonaro já foram escolhidos por Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, e revelam um time formado por economistas liberais, com experiência no setor financeiro, favoráveis à redução do estado e a privatizações e conscientes da urgência do ajuste fiscal.


    Paulo Guedes
    Ministro da Economia

    Quem é
    empresário, banqueiro e economista liberal. Mentor do plano econômico do governo Bolsonaro.

    Formação
    Economista com PhD pela Universidade de Chicago

    Experiência profissional
    Foi um dos fundadores do banco Pactual (atual BTG) e é fundador e sócio majoritário do grupo financeiro BR Investimentos, hoje parte da Bozano Investimentos. É, ainda, ex-CEO e sócio majoritário do Ibmec e um dos fundadores do Instituto Millenium. Foi também integrante do conselho de administração de empresas como PDG Reality, Localiza e Anima Educação, e professor universitário.

    SUAS ESCOLHAS

    Roberto Campos Neto
    Banco Central

    Quem é
    economista, diretor de banco e neto de Roberto Campos, um dos maiores nomes do liberalismo econômico no Brasil.

    Formação
    Pós-graduado em Economia pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA)

    Experiência profissional
    Trabalhou 18 anos no Santander, liderando a tesouraria e cuidando os investimentos do próprio banco. Antes, trabalhou no Banco Bozano Simonsen de 1996 a 1999.


    Roberto Castello Branco
    Petrobras

    Quem é
    empresário, economista liberal e ex-conselheiro da Petrobras.

    Formação
    Pós-doutorado em Economia pela Universidade de Chicago

    Experiência profissional
    Castello Branco foi conselheiro da Petrobras de 2015 a 2016, durante o governo Dilma. Nessa época, atuou com projetos de petróleo e gás. Também foi diretor do Banco Central e da mineradora Vale. Trabalhou com Guedes no Ibmec, quando presidiu a instituição fundada pelo futuro ministro. Atualmente, é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas.


    Joaquim Levy
    BNDES

    Quem é
    economista, engenheiro naval, diretor de banco e ex-ministro da Fazenda

    Formação
    PhD em Economia pela Universidade de Chicago

    Experiência profissional
    Era diretor do Bradesco até ser convidado para ser ministro da Fazenda durante o segundo governo de Dilma Rousseff (PT). Ficou no cargo por 11 meses. Foi também secretário do Tesouro Nacional no governo Lula e secretário de Fazenda no primeiro governo de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro. Era diretor financeiro do Banco Mundial desde 2016, mas deixou o posto recentemente para ir para o governo Bolsonaro.


    Pedro Guimarães
    Caixa Econômica Federal

    Quem é
    economista, banqueiro e especialista em privatizações

    Formação
    Doutor em Economia pela Universidade de Rockester (EUA)

    Experiência profissional
    É sócio do banco de investimento Brasil Plural. Possui mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro e em reestruturação de empresas. Trabalhou no BTG Pactual, ao lado de Paulo Guedes. Está contribuindo voluntariamente no grupo de transição do governo, sendo responsável pelo plano de privatização.


    Rubem Novaes
    Banco do Brasil

    Quem é
    economista, professor universitário e diretor de banco.

    Formação
    PhD em Economia pela Universidade de Chicago

    Experiência profissional
    É professor da Fundação Getúlio Vargas e foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Também foi ex-presidente do Sebrae. E autor do livro "Investimentos Estrangeiros no Brasil: Uma Análise Econômica" e é colaborador do Instituto Liberal do Rio de Janeiro.


    Mansueto Almeida
    secretário do Tesouro

    Quem é
    atual secretário do Tesouro. Economista, especialista em contas públicas.

    Formação
    Economista graduado pela Universidade Federal do Ceará e com Mestrado pela Universidade de São Paulo. Cursou o Doutorado em Políticas Públicas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), mas não defendeu a tese.

    Experiência profissional
    Ex-funcionário de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Foi coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Ministério da Fazenda (1995-1997), assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal (2005-2006). Também atuou como Assessor Econômico do Senador Tasso Jereissati. Em 2014, ajudou na campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência. No governo Temer, foi para o Tesouro.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Seg 26 Nov 2018, 1:47 pm

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Seg 26 Nov 2018, 2:01 pm

    Pondé auxiliou como mentor ideológico do Escola sem partido...agora, considerando que seu guru Olavo de Baralho resolveu ficar contra, virou a casaca...ele sempre instigava a "direita" com esse papinho de professor doutrinador marxista. É daí que veio o Escola sem partido.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jotajota em Seg 26 Nov 2018, 7:08 pm

    Devia ser tão claro que um professor não pode se aproveitar do cargo que ocupa para tentar cooptar eleitores ao seu partido político... Mas o brasil é um país tão aparelhado pela ideologia comunista que é se torna uma dificuldade implementar algo tão simples...

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por jornalista em Ter 27 Nov 2018, 5:07 am

    jotajota escreveu:Devia ser tão claro que um professor não pode se aproveitar do cargo que ocupa para tentar cooptar eleitores ao seu partido político... Mas o brasil é um país tão aparelhado pela ideologia comunista que é se torna uma dificuldade implementar algo tão simples...
    Vc não entende a mente esquerdista. Eu já fui canhoto e posso falar com propriedade. Para eles, o ensino atual é plural (não esquerdista). Então se vc disser que tem que ser plural, a mente dele vai identificar que é censura e retrocesso. Veja o caso Lula. Ele pode ser corrupto pq não pegaram fhc. Ou o caso Lula-Serra e Bolsonaro-Ciro: Lula pode ser burro, o mito não. Esquerdistas podem chamar negros de pretos; se um branco chamar, será racismo. O socialismo é a salvação dos pobres, sendo que Marx é deturpado, e o capitalismo é o mal a ser combatido. Seletividade é a regra do cérebro esquerdista, havendo raríssimas excepções, que só confirmam a regra, como Gabeira, E. Jorge e alguns tucanos.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 27 Nov 2018, 9:17 am

    jotajota escreveu:Devia ser tão claro que um professor não pode se aproveitar do cargo que ocupa para tentar cooptar eleitores ao seu partido político... Mas o brasil é um país tão aparelhado pela ideologia comunista que é se torna uma dificuldade implementar algo tão simples...

    Os comunistas tomaram conta das universidades (áreas de humanas, formação de professores e jornalismo), sindicatos e redações de jornais. A formação de professores no Brasil é marxista (graças ao pulha do Paulo Freire). Então, realmente, não será fácil desesquerdizer as escolas.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Solange4 em Ter 27 Nov 2018, 12:33 pm

    Questão FUVEST

    O capitalismo neoliberal, após os anos 1980, caracteriza‐se

    (A) pela prevalência da agricultura e pecuária no PIB dos países desenvolvidos.
    (B) pelo crescimento da concentração da riqueza e das finanças em detrimento dos setores produtivos e pela tendência à diminuição dos direitos sociais.
    (C) pela adoção de políticas que restringem a fluidez dos capitais e distribuem mais equitativamente a riqueza.  
    (D) pelo fortalecimento do papel do Estado nos direitos sociais e pela diminuição do papel das  finanças em relação ao PIB mundial.
    (E) pela formação de blocos econômicos entre países periféricos, que impediram a livre circulação de capitais e contiveram o aumento das desigualdades.


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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Ter 27 Nov 2018, 1:33 pm

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    O que é isso? Coréia do Norte? ...eu só queria ver se um ministro da educação, que não fosse ligado ao Bolsonaro, externalizasse uma bestialidade dessas... um ministro gringo, formação duvidosa, completamente lunático. Se a educação está ruim, com uma ajuda dessas...

    Isso é uma completa ilegalidade, governar com ideologia, tudo o que era alegado contra o governo anterior. Cambada de doido.

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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Ter 27 Nov 2018, 1:35 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    jotajota escreveu:Devia ser tão claro que um professor não pode se aproveitar do cargo que ocupa para tentar cooptar eleitores ao seu partido político... Mas o brasil é um país tão aparelhado pela ideologia comunista que é se torna uma dificuldade implementar algo tão simples...

    Os comunistas tomaram conta das universidades (áreas de humanas, formação de professores e jornalismo), sindicatos e redações de jornais. A formação de professores no Brasil é marxista (graças ao pulha do Paulo Freire). Então, realmente, não será fácil desesquerdizer as escolas.

    Vão pisar numa sala de aula vão. Essas pós graudações de fachada à distância devem estar bitolando vcs.
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    Re: Assuntos gerais: economia & política

    Mensagem por Bastião em Ter 27 Nov 2018, 1:39 pm

    Solange4 escreveu:Questão FUVEST

    O capitalismo neoliberal, após os anos 1980, caracteriza‐se

    (A) pela prevalência da agricultura e pecuária no PIB dos países desenvolvidos.
    (B) pelo crescimento da concentração da riqueza e das finanças em detrimento dos setores produtivos e pela tendência à diminuição dos direitos sociais.
    (C) pela adoção de políticas que restringem a fluidez dos capitais e distribuem mais equitativamente a riqueza.  
    (D) pelo fortalecimento do papel do Estado nos direitos sociais e pela diminuição do papel das  finanças em relação ao PIB mundial.
    (E) pela formação de blocos econômicos entre países periféricos, que impediram a livre circulação de capitais e contiveram o aumento das desigualdades.


    Pela ideologia vigente, acha-se a resposta

    Para gente que acha O Antagonista uma fonte divina de informação, o sinal vermelho da sinaleira é comunista.

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