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    Mensagem por sprg4 em Dom 03 Mar 2019, 5:44 pm

    Ilhense escreveu:Boas notícias do governo mitológico: a tabela do Imposto de renda não será corrigida! Para bom entendedor...

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    Mensagem por Galizezin em Dom 03 Mar 2019, 6:35 pm

    sprg4 escreveu:
    Ilhense escreveu:Boas notícias do governo mitológico: a tabela do Imposto de renda não será corrigida! Para bom entendedor...

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    e essa é a desculpa de todos os políticos. a verdade é que todo peixe morre pela boca.


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    Mensagem por tre-rj em Dom 03 Mar 2019, 6:44 pm

    Pelo que entendi dessa mudança no IR, melhor que não venha, pois ele reduziria a alíquota para 20% mas cortaria todas as deduções, resultado: a classe média pagaria mais.

    Galizezin escreveu:
    sprg4 escreveu:
    Ilhense escreveu:Boas notícias do governo mitológico: a tabela do Imposto de renda não será corrigida! Para bom entendedor...

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    Mensagem por Ilhense em Seg 04 Mar 2019, 9:27 am

    sprg4 escreveu:
    Ilhense escreveu:Boas notícias do governo mitológico: a tabela do Imposto de renda não será corrigida! Para bom entendedor...

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    E quem foi q corrigiu antes?


    Concordo. Mas se considera esse argumento lógico e justificável, estamos ferrados...

    Faça as contas de quanto estão te subtraindo e vai ver que já perdeu um PCs...
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    Mensagem por josebarbos em Seg 04 Mar 2019, 4:47 pm

    tre-rj escreveu:Pelo que entendi dessa mudança no IR, melhor que não venha, pois ele reduziria a alíquota para 20% mas cortaria todas as deduções, resultado: a classe média pagaria mais.

    Galizezin escreveu:
    sprg4 escreveu:
    Ilhense escreveu:Boas notícias do governo mitológico: a tabela do Imposto de renda não será corrigida! Para bom entendedor...

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    e essa é a desculpa de todos os políticos. a verdade é que todo peixe morre pela boca.

    A classe média não. Nos casos das classes AB e B dependeria da situação individual, e do próprio detalhamento da proposta. Contribuição previdenciária seria dedutível? Se fosse o corte apenas em saúde e educação, muito provavelmente a maioria pagaria menos, e simplificaria muito a arrecadação: o governo poderia ter redução com falsas deduções, e certamente ganharia em menos custo para processar as declarações.
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    Mensagem por anuvenzinha em Ter 05 Mar 2019, 4:18 pm

    Brasília - O governo pode alterar a política de reajuste salarial dos servidores públicos, aplicada nos últimos anos, por não ter condições de se comprometer com aumento de despesa futura diante da forte restrição fiscal e da indefinição em torno da aprovação da reforma da Previdência Social. Neste ano, boa parte das categorias dos servidores públicos pode começar a negociar os reajustes salariais que passarão a vigorar a partir de 2020.

    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    "Evidentemente que todos sabem que a restrição orçamentária é severa e vai depender de alguns movimentos importantes como a reforma da Previdência", disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, em entrevista ao Valor ao ser questionado sobre as negociações para reajuste salarial. "Não tenho como garantir nada hoje ", ressaltou.

    O secretário reforçou que o Ministério da Economia mantém diálogo aberto e transparente com as entidades representativas dos servidores públicos federais no que se refere às relações de trabalho na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. "Não há, no momento, espaço para se debater questões que produzam impacto orçamentário, considerando a situação fiscal da União e a Emenda Constitucional 95, de 15 de dezembro de 2016 [teto de gasto]", informou.

    Lenhart disse, várias vezes, que não pode fazer compromissos para o futuro. "Não sou contrário a distribuir reajustes por quatro anos. Mas não posso me comprometer", contou, acrescentando que é preciso ter maior clareza sobre o comportamento da economia, assim como da arrecadação. "Temos um problema sério de restrição orçamentária. Qualquer tipo de reajuste vai ser bastante difícil. Vai ter que dialogar muito e ver se tem espaço", ressaltou o secretário. Na avaliação dele, somente a partir da aprovação das mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões será possível saber qual vai ser a situação fiscal nos próximos anos. "Não podemos nos comprometer com nada para frente enquanto não tiver essas definições, um quadro mais claro de como será nossa realidade orçamentária", reforçou.

    A proposta de reforma da Previdência Social, encaminhada recentemente ao Congresso Nacional, prevê mudanças nas regras de aposentadoria, principalmente para os servidores. Dentre os pontos que devem enfrentar resistência pela categoria, estão a criação de novas faixas de contribuição previdenciária e aumento das alíquotas. Por exemplo, um servidor que tiver um rendimento acima de R$ 39 mil poderá ter uma alíquota de 22%. Para o secretário, as alterações propostas na Previdência do servidor público não devem contaminar a discussão do reajuste salarial que será concedido no próximo ano.

    "Seria um tiro no pé", afirmou, acrescentando que o país precisa aprovar uma reforma para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro. Ele citou que, em alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, os servidores públicos recebem os salários com três meses de atraso devido à grave situação financeira. "União demora para quebrar, mas quebra." Lenhart disse ainda que não há espaço orçamentário para realização de novos concursos públicos. Diante desse cenário, o governo pretende fazer uma reformulação das carreiras, que atualmente somam 309. A equipe do presidente Michel Temer pretendia realizar uma reestruturação nas carreiras.

    O objetivo era diminuir o número significativamente. Além disso, queria aumentar de 13 para 30 os níveis de progressão exigidos do servidor para que se atinja o pico da carreira e estabelecer salário inicial de R$ 5 mil. Esta proposta está sendo analisada pelo atual governo. "Não tem nada definido ainda", contou, acrescentado que a expectativa é de que no primeiro semestre estejam consolidados os estudos e análises sobre o assunto.

    Para compensar a ausência de concursos, o governo pretende estimular iniciativas para facilitar a movimentação dos servidores públicos de um órgão para outro. O secretário quer alterar os critérios de análise de desempenho dos servidores públicos. Uma ideia que já é adotada na iniciativa privada e que poderia ser utilizada é estabelecer regras para que o gestor de uma equipe faça a classificação dos melhores servidores. " Não estou dizendo que será feito assim. Mas é como está sendo feito lá fora e em empresas privadas", contou, acrescentando que a ideia é reconhecer e premiar o profissional mais bem classificado.

    Por Edna Simão

    Fonte: Valor Econômico
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    Mensagem por Convidado em Qui 07 Mar 2019, 10:28 am

    anuvenzinha escreveu:Brasília - O governo pode alterar a política de reajuste salarial dos servidores públicos, aplicada nos últimos anos, por não ter condições de se comprometer com aumento de despesa futura diante da forte restrição fiscal e da indefinição em torno da aprovação da reforma da Previdência Social. Neste ano, boa parte das categorias dos servidores públicos pode começar a negociar os reajustes salariais que passarão a vigorar a partir de 2020.

    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    "Evidentemente que todos sabem que a restrição orçamentária é severa e vai depender de alguns movimentos importantes como a reforma da Previdência", disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, em entrevista ao Valor ao ser questionado sobre as negociações para reajuste salarial. "Não tenho como garantir nada hoje ", ressaltou.

    O secretário reforçou que o Ministério da Economia mantém diálogo aberto e transparente com as entidades representativas dos servidores públicos federais no que se refere às relações de trabalho na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. "Não há, no momento, espaço para se debater questões que produzam impacto orçamentário, considerando a situação fiscal da União e a Emenda Constitucional 95, de 15 de dezembro de 2016 [teto de gasto]", informou.

    Lenhart disse, várias vezes, que não pode fazer compromissos para o futuro. "Não sou contrário a distribuir reajustes por quatro anos. Mas não posso me comprometer", contou, acrescentando que é preciso ter maior clareza sobre o comportamento da economia, assim como da arrecadação. "Temos um problema sério de restrição orçamentária. Qualquer tipo de reajuste vai ser bastante difícil. Vai ter que dialogar muito e ver se tem espaço", ressaltou o secretário. Na avaliação dele, somente a partir da aprovação das mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões será possível saber qual vai ser a situação fiscal nos próximos anos. "Não podemos nos comprometer com nada para frente enquanto não tiver essas definições, um quadro mais claro de como será nossa realidade orçamentária", reforçou.

    A proposta de reforma da Previdência Social, encaminhada recentemente ao Congresso Nacional, prevê mudanças nas regras de aposentadoria, principalmente para os servidores. Dentre os pontos que devem enfrentar resistência pela categoria, estão a criação de novas faixas de contribuição previdenciária e aumento das alíquotas. Por exemplo, um servidor que tiver um rendimento acima de R$ 39 mil poderá ter uma alíquota de 22%. Para o secretário, as alterações propostas na Previdência do servidor público não devem contaminar a discussão do reajuste salarial que será concedido no próximo ano.

    "Seria um tiro no pé", afirmou, acrescentando que o país precisa aprovar uma reforma para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro. Ele citou que, em alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, os servidores públicos recebem os salários com três meses de atraso devido à grave situação financeira. "União demora para quebrar, mas quebra." Lenhart disse ainda que não há espaço orçamentário para realização de novos concursos públicos. Diante desse cenário, o governo pretende fazer uma reformulação das carreiras, que atualmente somam 309. A equipe do presidente Michel Temer pretendia realizar uma reestruturação nas carreiras.

    O objetivo era diminuir o número significativamente. Além disso, queria aumentar de 13 para 30 os níveis de progressão exigidos do servidor para que se atinja o pico da carreira e estabelecer salário inicial de R$ 5 mil. Esta proposta está sendo analisada pelo atual governo. "Não tem nada definido ainda", contou, acrescentado que a expectativa é de que no primeiro semestre estejam consolidados os estudos e análises sobre o assunto.

    Para compensar a ausência de concursos, o governo pretende estimular iniciativas para facilitar a movimentação dos servidores públicos de um órgão para outro. O secretário quer alterar os critérios de análise de desempenho dos servidores públicos. Uma ideia que já é adotada na iniciativa privada e que poderia ser utilizada é estabelecer regras para que o gestor de uma equipe faça a classificação dos melhores servidores. " Não estou dizendo que será feito assim. Mas é como está sendo feito lá fora e em empresas privadas", contou, acrescentando que a ideia é reconhecer e premiar o profissional mais bem classificado.

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    Sei que estou chovendo no molhado e nada vai mudar pelo que vou dizer, mas nada mais falacioso do que essa afirmação feita na notícia, quando sabidamente não houve "aumento" tampouco "ganhos reais expressivos" e sim, "recuperação de perdas da inflação passada" dividida em parcelas futuras a perder de vista...
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    Mensagem por JUDiado em Qui 07 Mar 2019, 11:16 am

    Jubilando escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Brasília - O governo pode alterar a política de reajuste salarial dos servidores públicos, aplicada nos últimos anos, por não ter condições de se comprometer com aumento de despesa futura diante da forte restrição fiscal e da indefinição em torno da aprovação da reforma da Previdência Social. Neste ano, boa parte das categorias dos servidores públicos pode começar a negociar os reajustes salariais que passarão a vigorar a partir de 2020.

    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    "Evidentemente que todos sabem que a restrição orçamentária é severa e vai depender de alguns movimentos importantes como a reforma da Previdência", disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, em entrevista ao Valor ao ser questionado sobre as negociações para reajuste salarial. "Não tenho como garantir nada hoje ", ressaltou.

    O secretário reforçou que o Ministério da Economia mantém diálogo aberto e transparente com as entidades representativas dos servidores públicos federais no que se refere às relações de trabalho na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. "Não há, no momento, espaço para se debater questões que produzam impacto orçamentário, considerando a situação fiscal da União e a Emenda Constitucional 95, de 15 de dezembro de 2016 [teto de gasto]", informou.

    Lenhart disse, várias vezes, que não pode fazer compromissos para o futuro. "Não sou contrário a distribuir reajustes por quatro anos. Mas não posso me comprometer", contou, acrescentando que é preciso ter maior clareza sobre o comportamento da economia, assim como da arrecadação. "Temos um problema sério de restrição orçamentária. Qualquer tipo de reajuste vai ser bastante difícil. Vai ter que dialogar muito e ver se tem espaço", ressaltou o secretário. Na avaliação dele, somente a partir da aprovação das mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões será possível saber qual vai ser a situação fiscal nos próximos anos. "Não podemos nos comprometer com nada para frente enquanto não tiver essas definições, um quadro mais claro de como será nossa realidade orçamentária", reforçou.

    A proposta de reforma da Previdência Social, encaminhada recentemente ao Congresso Nacional, prevê mudanças nas regras de aposentadoria, principalmente para os servidores. Dentre os pontos que devem enfrentar resistência pela categoria, estão a criação de novas faixas de contribuição previdenciária e aumento das alíquotas. Por exemplo, um servidor que tiver um rendimento acima de R$ 39 mil poderá ter uma alíquota de 22%. Para o secretário, as alterações propostas na Previdência do servidor público não devem contaminar a discussão do reajuste salarial que será concedido no próximo ano.

    "Seria um tiro no pé", afirmou, acrescentando que o país precisa aprovar uma reforma para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro. Ele citou que, em alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, os servidores públicos recebem os salários com três meses de atraso devido à grave situação financeira. "União demora para quebrar, mas quebra." Lenhart disse ainda que não há espaço orçamentário para realização de novos concursos públicos. Diante desse cenário, o governo pretende fazer uma reformulação das carreiras, que atualmente somam 309. A equipe do presidente Michel Temer pretendia realizar uma reestruturação nas carreiras.

    O objetivo era diminuir o número significativamente. Além disso, queria aumentar de 13 para 30 os níveis de progressão exigidos do servidor para que se atinja o pico da carreira e estabelecer salário inicial de R$ 5 mil. Esta proposta está sendo analisada pelo atual governo. "Não tem nada definido ainda", contou, acrescentado que a expectativa é de que no primeiro semestre estejam consolidados os estudos e análises sobre o assunto.

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    Sei que estou chovendo no molhado e nada vai mudar pelo que vou dizer, mas nada mais falacioso do que essa afirmação feita na notícia, quando sabidamente não houve "aumento" tampouco "ganhos reais expressivos" e sim, "recuperação de perdas da inflação passada" dividida em parcelas futuras a perder de vista...

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    Mensagem por cavalo em Qui 07 Mar 2019, 1:05 pm

    JUDiado escreveu:
    Jubilando escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Brasília - O governo pode alterar a política de reajuste salarial dos servidores públicos, aplicada nos últimos anos, por não ter condições de se comprometer com aumento de despesa futura diante da forte restrição fiscal e da indefinição em torno da aprovação da reforma da Previdência Social. Neste ano, boa parte das categorias dos servidores públicos pode começar a negociar os reajustes salariais que passarão a vigorar a partir de 2020.

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    O secretário reforçou que o Ministério da Economia mantém diálogo aberto e transparente com as entidades representativas dos servidores públicos federais no que se refere às relações de trabalho na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. "Não há, no momento, espaço para se debater questões que produzam impacto orçamentário, considerando a situação fiscal da União e a Emenda Constitucional 95, de 15 de dezembro de 2016 [teto de gasto]", informou.

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    A proposta de reforma da Previdência Social, encaminhada recentemente ao Congresso Nacional, prevê mudanças nas regras de aposentadoria, principalmente para os servidores. Dentre os pontos que devem enfrentar resistência pela categoria, estão a criação de novas faixas de contribuição previdenciária e aumento das alíquotas. Por exemplo, um servidor que tiver um rendimento acima de R$ 39 mil poderá ter uma alíquota de 22%. Para o secretário, as alterações propostas na Previdência do servidor público não devem contaminar a discussão do reajuste salarial que será concedido no próximo ano.

    "Seria um tiro no pé", afirmou, acrescentando que o país precisa aprovar uma reforma para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro. Ele citou que, em alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, os servidores públicos recebem os salários com três meses de atraso devido à grave situação financeira. "União demora para quebrar, mas quebra." Lenhart disse ainda que não há espaço orçamentário para realização de novos concursos públicos. Diante desse cenário, o governo pretende fazer uma reformulação das carreiras, que atualmente somam 309. A equipe do presidente Michel Temer pretendia realizar uma reestruturação nas carreiras.

    O objetivo era diminuir o número significativamente. Além disso, queria aumentar de 13 para 30 os níveis de progressão exigidos do servidor para que se atinja o pico da carreira e estabelecer salário inicial de R$ 5 mil. Esta proposta está sendo analisada pelo atual governo. "Não tem nada definido ainda", contou, acrescentado que a expectativa é de que no primeiro semestre estejam consolidados os estudos e análises sobre o assunto.

    Para compensar a ausência de concursos, o governo pretende estimular iniciativas para facilitar a movimentação dos servidores públicos de um órgão para outro. O secretário quer alterar os critérios de análise de desempenho dos servidores públicos. Uma ideia que já é adotada na iniciativa privada e que poderia ser utilizada é estabelecer regras para que o gestor de uma equipe faça a classificação dos melhores servidores. " Não estou dizendo que será feito assim. Mas é como está sendo feito lá fora e em empresas privadas", contou, acrescentando que a ideia é reconhecer e premiar o profissional mais bem classificado.

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    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    Sei que estou chovendo no molhado e nada vai mudar pelo que vou dizer, mas nada mais falacioso do que essa afirmação feita na notícia, quando sabidamente não houve "aumento" tampouco "ganhos reais expressivos" e sim, "recuperação de perdas da inflação passada" dividida em parcelas futuras a perder de vista...

    Infelizmente, ficar contra a classe de servidores públicos é mais interessante / rentável para imprensa.
    Pode ser que não, mas senti alguma possibilidade de aumento futuro, desde de que aprovada a facada que vamos tomar com o aumento da alíquota da previdência, se passar. Acho mesmo que categorias poderosas, como magistrados, fiscais, diplomatas, etc., vão se mobilizar nesse sentido na reforma da previdência, lá no Congresso. Ou seja, o confisco passa, mas tem que compensar depois, ou ele simplesmente não passa. Será que nossos sindicatos vão se movimentar também nesse sentido?
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    Mensagem por Fireball em Qui 07 Mar 2019, 2:33 pm

    cavalo escreveu:
    JUDiado escreveu:
    Jubilando escreveu:
    anuvenzinha escreveu:Brasília - O governo pode alterar a política de reajuste salarial dos servidores públicos, aplicada nos últimos anos, por não ter condições de se comprometer com aumento de despesa futura diante da forte restrição fiscal e da indefinição em torno da aprovação da reforma da Previdência Social. Neste ano, boa parte das categorias dos servidores públicos pode começar a negociar os reajustes salariais que passarão a vigorar a partir de 2020.

    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    "Evidentemente que todos sabem que a restrição orçamentária é severa e vai depender de alguns movimentos importantes como a reforma da Previdência", disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, em entrevista ao Valor ao ser questionado sobre as negociações para reajuste salarial. "Não tenho como garantir nada hoje ", ressaltou.

    O secretário reforçou que o Ministério da Economia mantém diálogo aberto e transparente com as entidades representativas dos servidores públicos federais no que se refere às relações de trabalho na administração pública federal direta, autárquica e fundacional. "Não há, no momento, espaço para se debater questões que produzam impacto orçamentário, considerando a situação fiscal da União e a Emenda Constitucional 95, de 15 de dezembro de 2016 [teto de gasto]", informou.

    Lenhart disse, várias vezes, que não pode fazer compromissos para o futuro. "Não sou contrário a distribuir reajustes por quatro anos. Mas não posso me comprometer", contou, acrescentando que é preciso ter maior clareza sobre o comportamento da economia, assim como da arrecadação. "Temos um problema sério de restrição orçamentária. Qualquer tipo de reajuste vai ser bastante difícil. Vai ter que dialogar muito e ver se tem espaço", ressaltou o secretário. Na avaliação dele, somente a partir da aprovação das mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões será possível saber qual vai ser a situação fiscal nos próximos anos. "Não podemos nos comprometer com nada para frente enquanto não tiver essas definições, um quadro mais claro de como será nossa realidade orçamentária", reforçou.

    A proposta de reforma da Previdência Social, encaminhada recentemente ao Congresso Nacional, prevê mudanças nas regras de aposentadoria, principalmente para os servidores. Dentre os pontos que devem enfrentar resistência pela categoria, estão a criação de novas faixas de contribuição previdenciária e aumento das alíquotas. Por exemplo, um servidor que tiver um rendimento acima de R$ 39 mil poderá ter uma alíquota de 22%. Para o secretário, as alterações propostas na Previdência do servidor público não devem contaminar a discussão do reajuste salarial que será concedido no próximo ano.

    "Seria um tiro no pé", afirmou, acrescentando que o país precisa aprovar uma reforma para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões no futuro. Ele citou que, em alguns Estados, como o Rio Grande do Sul, os servidores públicos recebem os salários com três meses de atraso devido à grave situação financeira. "União demora para quebrar, mas quebra." Lenhart disse ainda que não há espaço orçamentário para realização de novos concursos públicos. Diante desse cenário, o governo pretende fazer uma reformulação das carreiras, que atualmente somam 309. A equipe do presidente Michel Temer pretendia realizar uma reestruturação nas carreiras.

    O objetivo era diminuir o número significativamente. Além disso, queria aumentar de 13 para 30 os níveis de progressão exigidos do servidor para que se atinja o pico da carreira e estabelecer salário inicial de R$ 5 mil. Esta proposta está sendo analisada pelo atual governo. "Não tem nada definido ainda", contou, acrescentado que a expectativa é de que no primeiro semestre estejam consolidados os estudos e análises sobre o assunto.

    Para compensar a ausência de concursos, o governo pretende estimular iniciativas para facilitar a movimentação dos servidores públicos de um órgão para outro. O secretário quer alterar os critérios de análise de desempenho dos servidores públicos. Uma ideia que já é adotada na iniciativa privada e que poderia ser utilizada é estabelecer regras para que o gestor de uma equipe faça a classificação dos melhores servidores. " Não estou dizendo que será feito assim. Mas é como está sendo feito lá fora e em empresas privadas", contou, acrescentando que a ideia é reconhecer e premiar o profissional mais bem classificado.

    Por Edna Simão

    Fonte: Valor Econômico

    Na última negociação, feita em 2015, o aumento salarial (cerca de 5% ao ano, em termos nominais), foi distribuído por quatro anos - 2016 a 2019. Na ocasião, o objetivo do governo era ter maior previsibilidade sobre os gastos em quatro anos. Porém, a inflação no período ficou abaixo das estimativas do governo e, com isso, os servidores públicos tiveram ganhos reais, considerados expressivos, principalmente, em um período de economia fraca.

    Sei que estou chovendo no molhado e nada vai mudar pelo que vou dizer, mas nada mais falacioso do que essa afirmação feita na notícia, quando sabidamente não houve "aumento" tampouco "ganhos reais expressivos" e sim, "recuperação de perdas da inflação passada" dividida em parcelas futuras a perder de vista...

    Infelizmente, ficar contra a classe de servidores públicos é mais interessante / rentável para imprensa.
    Pode ser que não, mas senti alguma possibilidade de aumento futuro, desde de que aprovada a facada que vamos tomar com o aumento da alíquota da previdência, se passar. Acho mesmo que categorias poderosas, como magistrados, fiscais, diplomatas, etc., vão se mobilizar nesse sentido na reforma da previdência, lá no Congresso.  Ou seja, o confisco passa, mas tem que compensar depois, ou ele simplesmente não passa. Será que nossos sindicatos vão se movimentar também nesse sentido?

    Estão repetindo a mesma estratégia falha, esperar a data-base pra começar a negociar, aí não dá tempo, passa agosto e ficamos sem reajuste de novo.
    Ao invés de ser humilde e cobrar a data-base, com alguma contra-proposta, como restruturação administrativa, reduzindo os valores de FC e CJ
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    Mensagem por lobodosmares em Qui 07 Mar 2019, 2:45 pm

    Peguemos 4% de reajuste e pronto, não precisa mais que isso não. Sussa sussa, melhor que ficar a ver navios.
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    Mensagem por Decisum em Seg 18 Mar 2019, 4:46 pm

    Quem no Judiciário entra ganhando R$ 18 mil?

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    Para o ministro, a proposta traz oportunidade para corrigir certas distorções. Ele deu razão aos fardados em uma queixa frequente: há oficiais em fim de carreira que ganham praticamente o mesmo salário de um civil recém-aprovado em concurso público. (...)
    Segundo ele, a intenção é corrigir distorções na carreira. "Uma pessoa que passa no concurso público para o Judiciário ganha R$ 18 mil. Um general ganha R$ 22 mil. Realmente houve uma descompensação ao longo desse tempo. Ou aumentaram demais a carreira inicial do Judiciário, do Legislativo, ou ficaram para trás os generais. Estão estudando [os militares] como se reestrutura a carreira para isso não continuar acontecendo".
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    Mensagem por Bastião em Seg 18 Mar 2019, 4:53 pm

    Decisum escreveu:Quem no Judiciário entra ganhando R$ 18 mil?

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Para o ministro, a proposta traz oportunidade para corrigir certas distorções. Ele deu razão aos fardados em uma queixa frequente: há oficiais em fim de carreira que ganham praticamente o mesmo salário de um civil recém-aprovado em concurso público. (...)
    Segundo ele, a intenção é corrigir distorções na carreira. "Uma pessoa que passa no concurso público para o Judiciário ganha R$ 18 mil. Um general ganha R$ 22 mil. Realmente houve uma descompensação ao longo desse tempo. Ou aumentaram demais a carreira inicial do Judiciário, do Legislativo, ou ficaram para trás os generais. Estão estudando [os militares] como se reestrutura a carreira para isso não continuar acontecendo".

    Da mesma forma que ele acha que chega a "trilhão" com sua reforma da previdência. É tão raso quanto seu chefe.
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    Mensagem por androsvilazza em Seg 18 Mar 2019, 5:34 pm

    Bastião escreveu:
    Decisum escreveu:Quem no Judiciário entra ganhando R$ 18 mil?

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    Para o ministro, a proposta traz oportunidade para corrigir certas distorções. Ele deu razão aos fardados em uma queixa frequente: há oficiais em fim de carreira que ganham praticamente o mesmo salário de um civil recém-aprovado em concurso público. (...)
    Segundo ele, a intenção é corrigir distorções na carreira. "Uma pessoa que passa no concurso público para o Judiciário ganha R$ 18 mil. Um general ganha R$ 22 mil. Realmente houve uma descompensação ao longo desse tempo. Ou aumentaram demais a carreira inicial do Judiciário, do Legislativo, ou ficaram para trás os generais. Estão estudando [os militares] como se reestrutura a carreira para isso não continuar acontecendo".

    Da mesma forma que ele acha que chega a "trilhão" com sua reforma da previdência. É tão raso quanto seu chefe.

    Inicial, não. Mas é melhor a gente não aprofundar demais a discussão. Um analista, com 12 anos de carreira, chega a 18 mil. Um oficial do exército, com 12 anos de carreira, via de regra ainda é capitão. De qualquer modo a comparação demonstraria a discrepância entre as carreiras.
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    Mensagem por servidor.tre em Seg 18 Mar 2019, 5:42 pm

    Sinceramente, não entendo muito bem sobre diferenças de carreiras, poderes,...

    Mas o militar trabalha 30 anos e leva o salário integral (será que conseguiremos o mesmo tratamento - mesmo que seja 35 anos com a reforma???)

    Depois vêm comparar o salário do servidor público com o privado, que recebe o FGTS (será que conseguiremos o mesmo tratamento deles???)

    Quero dizer que cada um tem a sua peculiaridade (com vantagens e desvantagens)...

    Não entendo mesmo essas questões levantadas pelo governo...
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    Mensagem por pernalonga em Seg 18 Mar 2019, 5:57 pm

    Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração
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    Mensagem por Decisum em Seg 18 Mar 2019, 6:02 pm

    androsvilazza escreveu:
    Bastião escreveu:
    Decisum escreveu:Quem no Judiciário entra ganhando R$ 18 mil?

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    Para o ministro, a proposta traz oportunidade para corrigir certas distorções. Ele deu razão aos fardados em uma queixa frequente: há oficiais em fim de carreira que ganham praticamente o mesmo salário de um civil recém-aprovado em concurso público. (...)
    Segundo ele, a intenção é corrigir distorções na carreira. "Uma pessoa que passa no concurso público para o Judiciário ganha R$ 18 mil. Um general ganha R$ 22 mil. Realmente houve uma descompensação ao longo desse tempo. Ou aumentaram demais a carreira inicial do Judiciário, do Legislativo, ou ficaram para trás os generais. Estão estudando [os militares] como se reestrutura a carreira para isso não continuar acontecendo".

    Da mesma forma que ele acha que chega a "trilhão" com sua reforma da previdência. É tão raso quanto seu chefe.

    Inicial, não. Mas é melhor a gente não aprofundar demais a discussão. Um analista, com 12 anos de carreira, chega a 18 mil. Um oficial do exército, com 12 anos de carreira, via de regra ainda é capitão. De qualquer modo a comparação demonstraria a discrepância entre as carreiras.

    Não conheço a realidade da carreira militar, mas sei que além do soldo podem receber vários adicionais: de tempo e serviço, por cursos, de habilitação, inerente ao círculo hierárquico, de permanência, de compensação orgânica, dentre outros. Também recebem gratificações de localidade e de representação, ajudas de custos, auxílios. Além disso, no âmbito previdenciário, alíquota menor, integralidade, tempo de contribuição de 30 anos e ausência de idade mínima.
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    Mensagem por tre-rj em Seg 18 Mar 2019, 7:08 pm

    Pois é, se estivesse na caserna estaria me aposentando neste ano. Com a reforma mais 17 anos. Acho a reforma necessária mas o tratamento diferenciado dispensado aos militares vai minar ainda mais o discurso de combate a privilégios pois fica patente a bondade dispensada a milicada. E tenho irmão da caserna e não tira um serviço noturno há anos. Têm dois dias para jogar bola/correr na hora do expediente. Pra mim é uma vida mole, duro só para soldado/marinheiro/cabo.
    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração
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    Mensagem por tre-rj em Seg 18 Mar 2019, 7:19 pm

    Por falar em PCS, Amarildo esteve aqui no TRE do Rio para palestra do Funpresp e pareceu cético em relação a qualquer aumento em um cenário de curto e médio prazo. Sei que estou falando o óbvio mas só repassando o que ouvi dele.
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    Mensagem por jornalista em Seg 18 Mar 2019, 8:08 pm

    Decisum escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Bastião escreveu:
    Decisum escreveu:Quem no Judiciário entra ganhando R$ 18 mil?

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    Para o ministro, a proposta traz oportunidade para corrigir certas distorções. Ele deu razão aos fardados em uma queixa frequente: há oficiais em fim de carreira que ganham praticamente o mesmo salário de um civil recém-aprovado em concurso público. (...)
    Segundo ele, a intenção é corrigir distorções na carreira. "Uma pessoa que passa no concurso público para o Judiciário ganha R$ 18 mil. Um general ganha R$ 22 mil. Realmente houve uma descompensação ao longo desse tempo. Ou aumentaram demais a carreira inicial do Judiciário, do Legislativo, ou ficaram para trás os generais. Estão estudando [os militares] como se reestrutura a carreira para isso não continuar acontecendo".

    Da mesma forma que ele acha que chega a "trilhão" com sua reforma da previdência. É tão raso quanto seu chefe.

    Inicial, não. Mas é melhor a gente não aprofundar demais a discussão. Um analista, com 12 anos de carreira, chega a 18 mil. Um oficial do exército, com 12 anos de carreira, via de regra ainda é capitão. De qualquer modo a comparação demonstraria a discrepância entre as carreiras.

    Não conheço a realidade da carreira militar, mas sei que além do soldo podem receber vários adicionais: de tempo e serviço, por cursos, de habilitação, inerente ao círculo hierárquico, de permanência, de compensação orgânica, dentre outros. Também recebem gratificações de localidade e de representação, ajudas de custos, auxílios. Além disso, no âmbito previdenciário, alíquota menor, integralidade, tempo de contribuição de 30 anos e ausência de idade mínima.    
    No meu caso, ex-militar estadual, estaria na reserva no máximo em 2017. Mas o salário seria baixíssimo. Mesmo assim confesso que preferia. Estou arrependido mas a vida é assim.
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    Mensagem por Convidado em Ter 19 Mar 2019, 9:57 am

    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração

    Será que aceitariam um antigão do PJU, que pediu dispensa do serviço militar obrigatório, não precisa nem ser como general... cool lol!
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    Mensagem por lipeberg em Ter 19 Mar 2019, 11:20 am

    O reajuste dos militares deve chegar até 60% em alguns casos. Quem quiser saber mais acesse o montedo.com.br
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 19 Mar 2019, 11:44 am

    lipeberg escreveu:O reajuste dos militares deve chegar até 60% em alguns casos. Quem quiser saber mais acesse o montedo.com.br

    Lembrei do nosso mamute de 2015, e a notícia de que "o reajuste chegaria a 78% para alguns casos". Laughing Laughing

    A discussão ainda é incipiente, tudo o que se tem são boatos sobre o texto a ser eventualmente apresentado, espalhados sabe-se lá por quem, sabe-se lá por qual motivo (possivelmente para sabotar a reforma, como foi o vazamento de uma pré-versão do texto da reforma "geral", há alguns dias).

    Suponhamos que seja verdade essa notícia de que a inclusão dos militares na reforma (nas palavras do Presidente, "a quota de sacrifício dos militares") viria à custa de contrapartidas (muito generosas, diga-se de passagem), quando nenhuma outra categoria do serviço público teria, nem de longe, tal benesse. A própria "vantagem" para os trabalhadores da iniciativa privada (redução da alíquota previdenciária nas faixas salariais mais baixas) é "troco de pinga" perto disso. Esta seria a maior prova de que o Governo se tornou autossuficiente: não precisa de alianças com o Congresso, não precisa do apoio da base aliada, não precisa sequer de oposição; ele mesmo propõe, ele mesmo sabota, ele mesmo derruba qualquer proposta. Laughing Laughing
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    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 19 Mar 2019, 12:18 pm

    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração

    Estou querendo minha reintegração também... Era QCO.
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    Mensagem por servidor.tre em Ter 19 Mar 2019, 1:24 pm

    concurseiro_mor escreveu:
    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração

    Estou querendo minha reintegração também... Era QCO.


    Opa!!!

    Sou 2º SGT da reserva (saí em 2007 quando entrei no TRE).... será que consigo voltar ??? Surprised
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    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 19 Mar 2019, 1:40 pm

    servidor.tre escreveu:
    concurseiro_mor escreveu:
    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração

    Estou querendo minha reintegração também... Era QCO.


    Opa!!!

    Sou 2º SGT da reserva (saí em 2007 quando entrei no TRE).... será que consigo voltar ??? Surprised
    1 Ten QCO. Montar um grupo para regresso às fileiras do EB.
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    Mensagem por pernalonga em Ter 19 Mar 2019, 2:03 pm

    Eu saí quando ainda tava no 2º ano da AMAN, acidente em serviço. Meu processinho segue aos trancos e barrancos no STJ
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    Mensagem por pernalonga em Ter 19 Mar 2019, 2:23 pm

    Na real, ou o governo mandou muito bem, ou mandou muito mal.
    Explico: caso o plano seja oferecer "contrapartidas" pras outras categorias de servidores, como forma de diminuir a resistência à reforma, daí é um golaço, sindicatos teriam sérias dificuldades em convencer os associados que "não vale a pena". Do contrário, essa proposta deliciosa que apresentou pros milicos vai ser o começo do fim da reforma da previdência do Bolsonaro.
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    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 19 Mar 2019, 2:41 pm

    pernalonga escreveu:Na real, ou o governo mandou muito bem, ou mandou muito mal.
    Explico: caso o plano seja oferecer "contrapartidas" pras outras categorias de servidores, como forma de diminuir a resistência à reforma, daí é um golaço, sindicatos teriam sérias dificuldades em convencer os associados que "não vale a pena". Do contrário, essa proposta deliciosa que apresentou pros milicos vai ser o começo do fim da reforma da previdência do Bolsonaro.
    Não acredito que seja tão inteligente assim...


    Última edição por concurseiro_mor em Ter 19 Mar 2019, 2:47 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por concurseiro_mor em Ter 19 Mar 2019, 2:44 pm

    pernalonga escreveu:Na real, ou o governo mandou muito bem, ou mandou muito mal.
    Explico: caso o plano seja oferecer "contrapartidas" pras outras categorias de servidores, como forma de diminuir a resistência à reforma, daí é um golaço, sindicatos teriam sérias dificuldades em convencer os associados que "não vale a pena". Do contrário, essa proposta deliciosa que apresentou pros milicos vai ser o começo do fim da reforma da previdência do Bolsonaro.
    Não acredito que tenham tamanha inteligência...
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    Mensagem por Galizezin em Qua 20 Mar 2019, 10:23 am

    vejo o pessoal falando em voltar para as FFAA, sinceramente...

    acho o pior momento para isso. o Brasil é conhecido como país pacífico, mas agora com o retorno de um militar no poder a coisa pode se inverter. até já declarou apoio aos EUA caso haja intervenção militar na Venezuela, e todos sabem que há risco em razão do envolvimento de Maduro com China e Rússia.

    não bastasse isso, os cientistas atômicos apontam 2 minutos para uma guerra nuclear.

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    Mensagem por Galizezin em Qua 20 Mar 2019, 10:28 am

    pernalonga escreveu:Prevejo todo o funcionalismo público pedindo a suas respectivas "contrapartidas", afinal, quem não quer uma reforma "mamão com açúcar" como essa dos milicos? Manter paridade/integralidade, pagar menos contribuição previdenciária do que o restante, e ainda levar aumento de salário é tudo de ótimo. Eu mesmo tô quase pedindo minha reintegração

    o cacique Maia concordou que os militares possuem defasagem salarial, mas que chegaram no fim da festa e a sociedade não vai querer alongá-la, já que o dono está quebrado.
    mas enfim, a visão panorâmica do cenário é uma só: o presidente é corporativista. pau que bate em chico, só bate em chico.


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    Mensagem por Galizezin em Qua 20 Mar 2019, 10:32 am

    na minha visão, pelo que prega o posto ipiranga, não teremos reajuste salarial nesses 4 anos de mandato de Bolsonaro. pior que isso, teremos perda salarial com aumento de alíquota da previdência, a continuidade do congelamento da tabela de imposto de renda, possível aumento de plano de saúde etc.


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    Mensagem por pernalonga em Qua 20 Mar 2019, 12:33 pm

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    Reestruturação de carreira militar provoca divisão entre cúpula e base

    Texto deve ser apresentado ao Congresso com proposta de reforma da Previdência para categoria
    19/03/2019
    Ministro da Defesa convocou comandantes das Forças Armadas para reunião para aliviar tensões

    Ministro da Defesa convocou comandantes das Forças Armadas para reunião para aliviar tensões | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP Memória

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    A divulgação da proposta em estudo pelo governo de reestruturação da carreira militar gerou inquietação na tropa e obrigou o presidente Jair Bolsonaro e a cúpula das Forças Armadas a agir para acalmar os ânimos dos militares de patentes inferiores, que se sentiram prejudicados. O texto deve ser apresentado ao Congresso até amanhã no mesmo pacote da reforma da Previdência da categoria.

    Durante o fim de semana circularam por grupos de WhatsApp de militares várias versões da proposta. A temperatura das discussões se elevou porque uma delas sugere a criação de gratificações somente para oficiais de alta patente pela participação em cursos de habilitação militar, sem contemplar sargentos e suboficiais. "Um general praticamente dobra o salário. Aí, vocês vão olhar o porcentual dos demais... Deixaram na mão dos generais, e eles decidiram", escreveu um suboficial em um dos grupos aos quais o jornal O Estado de São Paulo teve acesso.

    O Ministério da Defesa precisou se mobilizar nessa segunda-feira para negar que apenas a alta cúpula será atendida. O próprio presidente utilizou seu Twitter no domingo para tentar acalmar a tropa. "Possíveis benefícios, ou sacrifícios, serão divididos entre todos, sem distinção de postos ou graduações", escreveu. A reestruturação da carreira - com reajustes, aumento no bônus para ir para reserva e incremento das gratificações por qualificações - é uma exigência dos militares para serem incluídos na reforma da Previdência.
    Bombeiro

    Dois integrantes do Alto Comando do Exército, os generais Ramos Baptista, comandante militar do Sudeste, e Geraldo Miotto, comandante militar do Sul, também foram para o Twitter atuar como bombeiros. "É importante destacar que as distorções e inverdades que estão sendo divulgadas nos grupos de WhatsApp são, na maioria, em relação ao Plano de Reestruturação da Carreira Militar, que está buscando melhorias para as Praças e para os Oficiais! Exército único e indivisível!!!", publicou o general Ramos. "Não vão conseguir nos dividir!!! Estamos juntos na mesma trincheira !!!", reforçou o general Miotto, às 6h57, antes de o expediente começar.

    O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, também entrou no circuito. Ele convocou os comandantes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para uma reunião, ainda pela manhã dessa segunda-feira em seu gabinete. Discutiram a estratégia de atuação para reduzir a temperatura na caserna.

    Pelo País afora, comandantes de tropas foram orientados a se reunir com os graduados e reiterar o discurso que jamais agiram em benefício de uns em detrimento de outros. Subtenente do Exército, o deputado Hélio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos parlamentares mais próximos de Bolsonaro, gravou um vídeo dizendo que esteve no Ministério da Defesa por mais de três horas: "Jair Bolsonaro vai atualizar a proposta e vamos sair ganhando".


    Nem entre os milicos estão se entendendo, imagina governo com congresso. Eu acho que essa história de contrapartidas vai acabar melando é tudo
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    Mensagem por servidor.tre em Qua 20 Mar 2019, 1:52 pm

    pernalonga escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Reestruturação de carreira militar provoca divisão entre cúpula e base

    Texto deve ser apresentado ao Congresso com proposta de reforma da Previdência para categoria
    19/03/2019
    Ministro da Defesa convocou comandantes das Forças Armadas para reunião para aliviar tensões

    Ministro da Defesa convocou comandantes das Forças Armadas para reunião para aliviar tensões | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP Memória

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    A divulgação da proposta em estudo pelo governo de reestruturação da carreira militar gerou inquietação na tropa e obrigou o presidente Jair Bolsonaro e a cúpula das Forças Armadas a agir para acalmar os ânimos dos militares de patentes inferiores, que se sentiram prejudicados. O texto deve ser apresentado ao Congresso até amanhã no mesmo pacote da reforma da Previdência da categoria.

    Durante o fim de semana circularam por grupos de WhatsApp de militares várias versões da proposta. A temperatura das discussões se elevou porque uma delas sugere a criação de gratificações somente para oficiais de alta patente pela participação em cursos de habilitação militar, sem contemplar sargentos e suboficiais. "Um general praticamente dobra o salário. Aí, vocês vão olhar o porcentual dos demais... Deixaram na mão dos generais, e eles decidiram", escreveu um suboficial em um dos grupos aos quais o jornal O Estado de São Paulo teve acesso.

    O Ministério da Defesa precisou se mobilizar nessa segunda-feira para negar que apenas a alta cúpula será atendida. O próprio presidente utilizou seu Twitter no domingo para tentar acalmar a tropa. "Possíveis benefícios, ou sacrifícios, serão divididos entre todos, sem distinção de postos ou graduações", escreveu. A reestruturação da carreira - com reajustes, aumento no bônus para ir para reserva e incremento das gratificações por qualificações - é uma exigência dos militares para serem incluídos na reforma da Previdência.
    Bombeiro

    Dois integrantes do Alto Comando do Exército, os generais Ramos Baptista, comandante militar do Sudeste, e Geraldo Miotto, comandante militar do Sul, também foram para o Twitter atuar como bombeiros. "É importante destacar que as distorções e inverdades que estão sendo divulgadas nos grupos de WhatsApp são, na maioria, em relação ao Plano de Reestruturação da Carreira Militar, que está buscando melhorias para as Praças e para os Oficiais! Exército único e indivisível!!!", publicou o general Ramos. "Não vão conseguir nos dividir!!! Estamos juntos na mesma trincheira !!!", reforçou o general Miotto, às 6h57, antes de o expediente começar.

    O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, também entrou no circuito. Ele convocou os comandantes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para uma reunião, ainda pela manhã dessa segunda-feira em seu gabinete. Discutiram a estratégia de atuação para reduzir a temperatura na caserna.

    Pelo País afora, comandantes de tropas foram orientados a se reunir com os graduados e reiterar o discurso que jamais agiram em benefício de uns em detrimento de outros. Subtenente do Exército, o deputado Hélio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos parlamentares mais próximos de Bolsonaro, gravou um vídeo dizendo que esteve no Ministério da Defesa por mais de três horas: "Jair Bolsonaro vai atualizar a proposta e vamos sair ganhando".


    Nem entre os milicos estão se entendendo, imagina governo com congresso. Eu acho que essa história de contrapartidas vai acabar melando é tudo

    Então para que os militares entrem na reforma têm que receber uma contrapartida???

    "com reajustes, aumento no bônus para ir para reserva e incremento das gratificações por qualificações - é uma exigência dos militares para serem incluídos na reforma da Previdência."

    E nós???? Nada???!!! Nem a data-base??!!!
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    Mensagem por tre-rj em Qua 20 Mar 2019, 2:46 pm

    Como as mudanças tanto no soldo como na previdência dos militares podem ser feitas por lei (creio que ordinária) fica mais fácil  que eles consigam o que querem, porém, fica injustificável o tratamento diferenciado em relação a servidores civis e iniciativa privada - o que vai sim pressionar o governo para que se suavize o projeto dado a estes últimos.


    pernalonga escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Reestruturação de carreira militar provoca divisão entre cúpula e base

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    A divulgação da proposta em estudo pelo governo de reestruturação da carreira militar gerou inquietação na tropa e obrigou o presidente Jair Bolsonaro e a cúpula das Forças Armadas a agir para acalmar os ânimos dos militares de patentes inferiores, que se sentiram prejudicados. O texto deve ser apresentado ao Congresso até amanhã no mesmo pacote da reforma da Previdência da categoria.

    Durante o fim de semana circularam por grupos de WhatsApp de militares várias versões da proposta. A temperatura das discussões se elevou porque uma delas sugere a criação de gratificações somente para oficiais de alta patente pela participação em cursos de habilitação militar, sem contemplar sargentos e suboficiais. "Um general praticamente dobra o salário. Aí, vocês vão olhar o porcentual dos demais... Deixaram na mão dos generais, e eles decidiram", escreveu um suboficial em um dos grupos aos quais o jornal O Estado de São Paulo teve acesso.

    O Ministério da Defesa precisou se mobilizar nessa segunda-feira para negar que apenas a alta cúpula será atendida. O próprio presidente utilizou seu Twitter no domingo para tentar acalmar a tropa. "Possíveis benefícios, ou sacrifícios, serão divididos entre todos, sem distinção de postos ou graduações", escreveu. A reestruturação da carreira - com reajustes, aumento no bônus para ir para reserva e incremento das gratificações por qualificações - é uma exigência dos militares para serem incluídos na reforma da Previdência.
    Bombeiro

    Dois integrantes do Alto Comando do Exército, os generais Ramos Baptista, comandante militar do Sudeste, e Geraldo Miotto, comandante militar do Sul, também foram para o Twitter atuar como bombeiros. "É importante destacar que as distorções e inverdades que estão sendo divulgadas nos grupos de WhatsApp são, na maioria, em relação ao Plano de Reestruturação da Carreira Militar, que está buscando melhorias para as Praças e para os Oficiais! Exército único e indivisível!!!", publicou o general Ramos. "Não vão conseguir nos dividir!!! Estamos juntos na mesma trincheira !!!", reforçou o general Miotto, às 6h57, antes de o expediente começar.

    O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, também entrou no circuito. Ele convocou os comandantes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para uma reunião, ainda pela manhã dessa segunda-feira em seu gabinete. Discutiram a estratégia de atuação para reduzir a temperatura na caserna.

    Pelo País afora, comandantes de tropas foram orientados a se reunir com os graduados e reiterar o discurso que jamais agiram em benefício de uns em detrimento de outros. Subtenente do Exército, o deputado Hélio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos parlamentares mais próximos de Bolsonaro, gravou um vídeo dizendo que esteve no Ministério da Defesa por mais de três horas: "Jair Bolsonaro vai atualizar a proposta e vamos sair ganhando".


    Nem entre os milicos estão se entendendo, imagina governo com congresso. Eu acho que essa história de contrapartidas vai acabar melando é tudo
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    Mensagem por Convidado em Qua 20 Mar 2019, 3:03 pm

    Vou fazer um comentário que talvez seja criticado por muitos.
    Mas na era PT, os servidores civis foram mais valorizados (leia-se, tivemos mais reajustes) do que os militares.
    Agora, a coisa está se invertendo.
    É a minha visão, ao longo de 34 anos.
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    Mensagem por Pipoca em Qua 20 Mar 2019, 3:34 pm

    Jubilando escreveu:Vou fazer um comentário que talvez seja criticado por muitos.
    Mas na era PT, os servidores civis foram mais valorizados (leia-se, tivemos mais reajustes) do que os militares.
    Agora, a coisa está se invertendo.
    É a minha visão, ao longo de 34 anos.

    OK. Mas os Militares têm vários benefícios indiretos (Ajuda de Custo para a Inatividade - 4x o valor do Soldo; Apartamento Funcional; Fundo Assistencial de Saúde, Alíquota de 7,5% de INSS, integralidade, paridade etc.) que não foram mexidos nesses anos. Enquanto os servidores civis tiveram várias perdas, além de duas alterações profundas na Previdência (2003 e 2013).

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    Mensagem por tre-rj em Qua 20 Mar 2019, 4:15 pm

    Na era do PT só recebemos o aumento do PCS 3 , de 2006, quando a Ministra Ellen Gracie era presidente do STF, o aumento anterior, PCS 2, foi aprovado e assinado no governo FHC e o pessoal aqui põe na conta do Lula. Depois ficamos 4 anos sem aumento (2009-2012) depois não recebemos mais PCS, apenas o mesmo % dos demais servidores.

    Jubilando escreveu:Vou fazer um comentário que talvez seja criticado por muitos.
    Mas na era PT, os servidores civis foram mais valorizados (leia-se, tivemos mais reajustes) do que os militares.
    Agora, a coisa está se invertendo.
    É a minha visão, ao longo de 34 anos.
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    Mensagem por Ozawa em Qua 20 Mar 2019, 4:22 pm

    pernalonga escreveu:Na real, ou o governo mandou muito bem, ou mandou muito mal.
    Explico: caso o plano seja oferecer "contrapartidas" pras outras categorias de servidores, como forma de diminuir a resistência à reforma, daí é um golaço, sindicatos teriam sérias dificuldades em convencer os associados que "não vale a pena". Do contrário, essa proposta deliciosa que apresentou pros milicos vai ser o começo do fim da reforma da previdência do Bolsonaro.

    Pois acho que mandou muito mal. Não obstante propositadamente. A única base de apoio "organizada" de Bolsonaro é a caserna, assim, Bolsonaro está agindo como representante corporativo pois já percebeu que nunca será Presidente da República de fato, apesar de sê-lo de direito.

    No mais, estão ocultando a proposta da caserna até ser apresentada ao Congresso porque certamente traz privilégios inaceitáveis em relação ao servidores públicos civis e à iniciativa privada. No Congresso "o pau vai cantar". Não há nenhuma especificidade na carreira militar para tais benesses. Nem venham falar em dedicação exclusiva, disciplina e hierarquia, pois sem elas as Forças Armadas não passariam de clubes de náutica, de tiro e de voo. E, excetuando pouquíssimas unidades de pronto emprego (Fuzileiros Navais e Brigada Paraquedista), pela incapacidade geral de combate, são isso mesmo.

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