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    Reforma da Previdência (versão 2019)

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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Galizezin em Sab 04 Maio 2019, 11:41 am

    Korgano Masaka escreveu:
    euvoltei escreveu:É uma tristeza o que aconteceu na Argentina....
    O Macri:
    1) Não fez todas reformas que deveria
    2) Queimou reservas
    3) Aumentou muito a dívida

    No fim colheu o pior das três situações:
    1) País ruim de negócios.
    2) Sem dinheiro no presente.
    3) Sem capacidade de tomar empréstimo


    É o que pode acontecer com o Brasil se fizer reformas modestas, dar o calote e queimar as reservas como sugerem nossos colegas esquerdistas.

    só que o posto ipiranga é a favor, leia.

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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por jornalista em Sab 04 Maio 2019, 12:04 pm

    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    euvoltei escreveu:É uma tristeza o que aconteceu na Argentina....
    O Macri:
    1) Não fez todas reformas que deveria
    2) Queimou reservas
    3) Aumentou muito a dívida

    No fim colheu o pior das três situações:
    1) País ruim de negócios.
    2) Sem dinheiro no presente.
    3) Sem capacidade de tomar empréstimo


    É o que pode acontecer com o Brasil se fizer reformas modestas, dar o calote e queimar as reservas como sugerem nossos colegas esquerdistas.

    só que o posto ipiranga é a favor, leia.

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    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Galizezin em Sab 04 Maio 2019, 1:28 pm

    a capciosidade de uma reportagem específica.

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    "Os servidores se aposentam sem obedecer teto previdenciário..."

    ...porque tanto ele quanto o governo contribuem para além do teto.


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    Mensagem por Bastião em Sab 04 Maio 2019, 8:59 pm

    É uma pena que não haja espaço na mídia para o contraditório nessa reforma. Só por isso, alguma desconfiança já era merecida.
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    Mensagem por Galizezin em Seg 06 Maio 2019, 9:00 am

    segundo alguns colegas, o governo está sempre certo e nunca mente. pois bem, vejamos um fato de um passado recente:

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    reforma trabalhista de Temer prometeu 2 milhões de empregos. não criou 15% do prometido.

    reforma da previdência promete gerar 4,3 milhões de empregos

    déjà vu?



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    Mensagem por jornalista em Seg 06 Maio 2019, 9:11 am

    Galizezin escreveu:segundo alguns colegas, o governo está sempre certo e nunca mente. pois bem, vejamos um fato de um passado recente:

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    reforma trabalhista de Temer prometeu 2 milhões de empregos. não criou 15% do prometido.

    reforma da previdência promete gerar 4,3 milhões de empregos

    déjà vu?

    É possível. Primeiro que o governo não está sempre certo. Segundo que são necessários outros fatores, como o externo (exemplo do primeiro governo Lula que ele estragou ao piorar o cenário interno ao lado da marolinha). Terceiro que economia não é uma ciência exata. Quarto que ainda que venha reforma acima de um trilhão, não resolve se não vier a segunda mais importante, que é a tributária. Mas se houver a conjugação desses fatores, o cenário será positivo para a expansão do emprego.
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    Mensagem por cavalo em Seg 06 Maio 2019, 11:17 am

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:segundo alguns colegas, o governo está sempre certo e nunca mente. pois bem, vejamos um fato de um passado recente:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    reforma trabalhista de Temer prometeu 2 milhões de empregos. não criou 15% do prometido.

    reforma da previdência promete gerar 4,3 milhões de empregos

    déjà vu?

    É possível. Primeiro que o governo não está sempre certo. Segundo que são necessários outros fatores, como o externo (exemplo do primeiro governo Lula que ele estragou ao piorar o cenário interno ao lado da marolinha). Terceiro que economia não é uma ciência exata. Quarto que ainda que venha reforma acima de um trilhão, não resolve se não vier a segunda mais importante, que é a tributária. Mas se houver a conjugação desses fatores, o cenário será positivo para a expansão do emprego.
    Quando se fala em abertura de vagas,tem-se que ver que as reformas, principalmente da previdência, vão ter uma grande influência sobre o que? Os juros! No governo Temer os juros não abaixaram, e após as denúncias contra ele, que empacaram a reforma da previdência, até subiram. Também o próprio governo falava que sem a reforma a dívida interna continuaria aumentando, e os juros não abaixariam. E era a pura verdade. Os agentes financeiros, mesmo com a queda da inadimplência de cerca de 30% em dois anos, continuam com juros altíssimos. E lucros idem.
    Como já diziam alguns economistas há uns dois anos, mesmo que o mercado viesse a aquecer novamente, muitas das vagas não seriam abertas, dada a substituição tecnológica, ou automatização, que poderia ser mais barata para as empresas. Assim, com a dúvida sobre a redução da dívida do governo, e juros estratosféricos, quem vai investir? E se investir, tem que treinar a mão de obra, que bem se sabe que existe em quantidade, mas sem formação técnica suficiente para atender a demanda das empresas.
    Prá finalizar, termos uma inflação que recrudesceu nesse início de ano, acho que todos aqui sentimos. O consumo recuou, e, no caso do funcionalismo, creio que estamos gastando menos pela própria perspectiva de redução de renda, com o esperado aumento da previdência.
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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 06 Maio 2019, 11:36 am

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    euvoltei escreveu:É uma tristeza o que aconteceu na Argentina....
    O Macri:
    1) Não fez todas reformas que deveria
    2) Queimou reservas
    3) Aumentou muito a dívida

    No fim colheu o pior das três situações:
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    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.

    Com certeza. Reservas é só em emergência. O projeto dos esquerdistas era queimar as reservas indiscriminadamente, como ocorreu nos governos Kichner na Argentina.
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    Mensagem por Bastião em Seg 06 Maio 2019, 12:24 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:

    É o que pode acontecer com o Brasil se fizer reformas modestas, dar o calote e queimar as reservas como sugerem nossos colegas esquerdistas.

    só que o posto ipiranga é a favor, leia.

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    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.

    Com certeza. Reservas é só em emergência. O projeto dos esquerdistas era queimar as reservas indiscriminadamente, como ocorreu nos governos Kichner na Argentina.

    Se vc fosse minimamente bem informado saberia o que foi feito em relação a essas reservas nos governos do pt. Mas, já é te exigir muito.

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    Mensagem por cavalo em Seg 06 Maio 2019, 1:16 pm

    Bastião escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:

    só que o posto ipiranga é a favor, leia.

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    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.

    Com certeza. Reservas é só em emergência. O projeto dos esquerdistas era queimar as reservas indiscriminadamente, como ocorreu nos governos Kichner na Argentina.

    Se vc fosse minimamente bem informado saberia o que foi feito em relação a essas reservas nos governos do pt. Mas, já é te exigir muito.

    Temos reservas internacionais mas não temos nem como enfrentar a dívida pública. Desoneração e empréstimos via BNDES, endividaram o País e complicaram a situação econômica. Já defendi internamento de parte das reservas, mas hoje vejo que sem redução dos gastos do Governo a dívida só aumentará. Portanto, Reforma da Previdência urgente!
    Ah, tá, o Lula aumentou bastante as reservas internacionais, mas tanto ele quanto seu poste, a mulher mandioca, aumentam muito o endividamento interno.
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    Mensagem por Bastião em Seg 06 Maio 2019, 1:19 pm

    cavalo escreveu:
    Bastião escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.

    Com certeza. Reservas é só em emergência. O projeto dos esquerdistas era queimar as reservas indiscriminadamente, como ocorreu nos governos Kichner na Argentina.

    Se vc fosse minimamente bem informado saberia o que foi feito em relação a essas reservas nos governos do pt. Mas, já é te exigir muito.

    Temos reservas internacionais mas não temos nem como enfrentar a dívida pública. Desoneração e empréstimos via BNDES, endividaram o País e complicaram a situação econômica. Já defendi internamento de parte das reservas, mas hoje vejo que sem redução dos gastos do Governo a dívida só aumentará. Portanto, Reforma da Previdência urgente!
    Ah, tá, o Lula aumentou bastante as reservas internacionais, mas tanto ele quanto seu poste, a mulher mandioca, aumentam muito o endividamento interno.

    Exatamente, falei somente de reservas internacionais.
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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 06 Maio 2019, 1:41 pm

    cavalo escreveu:
    Bastião escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Mas na reportagem diz que só em momentos de crise. Aí faz sentido.

    Com certeza. Reservas é só em emergência. O projeto dos esquerdistas era queimar as reservas indiscriminadamente, como ocorreu nos governos Kichner na Argentina.

    Se vc fosse minimamente bem informado saberia o que foi feito em relação a essas reservas nos governos do pt. Mas, já é te exigir muito.

    Temos reservas internacionais mas não temos nem como enfrentar a dívida pública. Desoneração e empréstimos via BNDES, endividaram o País e complicaram a situação econômica. Já defendi internamento de parte das reservas, mas hoje vejo que sem redução dos gastos do Governo a dívida só aumentará. Portanto, Reforma da Previdência urgente!
    Ah, tá, o Lula aumentou bastante as reservas internacionais, mas tanto ele quanto seu poste, a mulher mandioca, aumentam muito o endividamento interno.

    Com certeza, o crescimento a base de liberação de crédito levou o país inteiro ao endividamento.
    Os planos do PT era queimar as reservas e, consequentemente, não haveria como segurar a disparada do dólar e da inflação.
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    Mensagem por euvoltei em Seg 06 Maio 2019, 2:19 pm

    O plano do PT é quebrar tudo....

    Socialismo hoje, só por dois caminhos:
    1) Golpe, armas, força, etc.
    2) Ampliação interminável do Estado: obrigações, influências, impostos, dívidas, controles, etc.... Pois, no fim o mercado privado quebra, as pessoas ficam controladas (sem armas, sem propriedade, sem direito a empreender), o poder fica na mão do governante que faz o que quer....

    Vide Venezuela... foi controlando um setorzinho aqui e alí, desarmou todo mundo, proibiu importação livremente até chegar aonde chegou...

    Importante destacar que(nesse plano macabro) o descontrole com os gastos públicos é essencial... esse alimenta a necessidade de aumentar impostos, que aumenta o poder/controle do estado....

    Por isso o PT/ PSOL é essencialmente contra qualquer reforma da previdência... eles querem é que o país quebre mesmo..
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    Mensagem por pernalonga em Seg 06 Maio 2019, 4:43 pm

    Acho que o Bolsonaro tinha de propor um corte de 30% no orçamentro do PJU e MPU pra colaborar com o controle de gastos e o crescimento econômico Very Happy

    Quem mais? Ou o discurso do ajuste só vale se for no rabo dos outros?
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    Mensagem por Chuck Coleman em Seg 06 Maio 2019, 4:56 pm

    pernalonga escreveu:Acho que o Bolsonaro tinha de propor um corte de 30% no orçamentro do PJU e MPU pra colaborar com o controle de gastos e o crescimento econômico Very Happy

    Quem mais? Ou o discurso do ajuste só vale se for no rabo dos outros?

    Apoiado, mas gostaria de um corte de no mínimo 50%.

    Ia ser mais divertido!

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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 06 Maio 2019, 4:58 pm

    Chuck Coleman escreveu:
    pernalonga escreveu:Acho que o Bolsonaro tinha de propor um corte de 30% no orçamentro do PJU e MPU pra colaborar com o controle de gastos e o crescimento econômico Very Happy

    Quem mais? Ou o discurso do ajuste só vale se for no rabo dos outros?

    Apoiado, mas gostaria de um corte de no mínimo 50%.

    Ia ser mais divertido!

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    O corte da Dilma de 2015 permanece. Aqui no MPU não tem dinheiro nem para nomear estagiários.
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    Mensagem por jornalista em Seg 06 Maio 2019, 7:26 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    Chuck Coleman escreveu:
    pernalonga escreveu:Acho que o Bolsonaro tinha de propor um corte de 30% no orçamentro do PJU e MPU pra colaborar com o controle de gastos e o crescimento econômico Very Happy

    Quem mais? Ou o discurso do ajuste só vale se for no rabo dos outros?

    Apoiado, mas gostaria de um corte de no mínimo 50%.

    Ia ser mais divertido!

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    O corte da Dilma de 2015 permanece. Aqui no MPU não tem dinheiro nem para nomear estagiários.
    Além de Dilma ter feito o corte, com a emenda que congela o orçamento, o mito nem precisa fazer. Além disso, na JF não se repõem vagas que gerem despesas, como as decorrentes de aposentadoria.
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    Mensagem por Korgano Masaka em Ter 07 Maio 2019, 11:07 am

    jornalista escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Chuck Coleman escreveu:
    pernalonga escreveu:Acho que o Bolsonaro tinha de propor um corte de 30% no orçamentro do PJU e MPU pra colaborar com o controle de gastos e o crescimento econômico Very Happy

    Quem mais? Ou o discurso do ajuste só vale se for no rabo dos outros?

    Apoiado, mas gostaria de um corte de no mínimo 50%.

    Ia ser mais divertido!

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    O corte da Dilma de 2015 permanece. Aqui no MPU não tem dinheiro nem para nomear estagiários.
    Além de Dilma ter feito o corte, com a emenda que congela o orçamento, o mito nem precisa fazer. Além disso, na JF não se repõem vagas que gerem despesas, como as decorrentes de aposentadoria.

    No MPU também. Aposentou um servidor, sua vaga não é reposta.
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    Mensagem por euvoltei em Ter 07 Maio 2019, 12:53 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    jornalista escreveu:
    Korgano Masaka escreveu:
    Chuck Coleman escreveu:

    Apoiado, mas gostaria de um corte de no mínimo 50%.

    Ia ser mais divertido!

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    O corte da Dilma de 2015 permanece. Aqui no MPU não tem dinheiro nem para nomear estagiários.
    Além de Dilma ter feito o corte, com a emenda que congela o orçamento, o mito nem precisa fazer. Além disso, na JF não se repõem vagas que gerem despesas, como as decorrentes de aposentadoria.

    No MPU também. Aposentou um servidor, sua vaga não é reposta.

    Na JT as coisas estão se adequando....
    A queda do número de ações, e não reposição de aposentadorias estão andando juntas...
    Ou seja, uma vai se adequando com a outra...

    E olha, que as lotações são calculadas com base no triênio.... no caso hoje é: 2016-2017-2018 ; e a reforma trabalhista começou a vale no final de 2016, ou seja, a inclusão do ano de 2016 no cálculo de lotações, joga a média pra cima.

    No próximo ano, o triênio considerado será 17-18-19, daí, muitas unidades terão direito a menos servidores.... pois a média será mais baixa, mais próxima da realidade pós-reforma trabalhista.


    Claro, há chiadeira, como sempre há pra tudo....

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    Mensagem por ale1969 em Ter 07 Maio 2019, 5:10 pm

    Voltando ao tema "Reforma da Previdência", ainda não observei na mídia comercial uma posição favorável aos trabalhadores. Será que só há um lado certo na notícia? O que andam ensinando nas faculdades de jornalismo? A liberdade de imprensa deve dar acesso a todos, afinal há uma concessão pública. Estou enganado?
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por androsvilazza em Ter 07 Maio 2019, 5:38 pm

    ale1969 escreveu:Voltando ao tema "Reforma da Previdência", ainda não observei na mídia comercial uma posição favorável aos trabalhadores. Será que só há um lado certo na notícia? O que andam ensinando nas faculdades de jornalismo? A liberdade de imprensa deve dar acesso a todos, afinal há uma concessão pública. Estou enganado?

    Inicialmente, qualquer posição exposta na mídia será "favorável aos trabalhadores". Dificilmente alguém estará defendendo um posicionamento (qualquer que seja, a favor ou contra a reforma) sob o argumento de que "isso é pior para os trabalhadores, então deve ser feito". Ou seja, tanto para quem defende a reforma, quanto para quem a ataca, o argumento central é a defesa do interesse do trabalhador. Impor a pecha de "bem contra o mal" é interesse de quem pretende inviabilizar o debate, e impossibilitar conclusões racionais, medianas e equilibradas sobre qualquer tema.

    Mas - politicamente - eu entendo a crítica. Essa é a tese do "isso a Globo não mostra". É um tipo de argumento (geralmente falacioso e conspiracionista) de que as "grandes corporações"/o "Governo"/"a CIA/NASA/FBI" não querem que você veja isto, porque vai contra os interesses da elite/de poderosos/da maçonaria/da nova ordem mundial/do George Soros etc. E que aqueles que tiveram acesso às teorias ocultas são "iluminados". Toda ideologia populista utópica se apega nesse tipo de argumento: o Lula e seus acólitos pregavam que a mídia escondia o lado do bom do governo e divulgava o lado negativo; Bolsonaro e seus militontos pregam exatamente o mesmo agora, a tese de "perseguição da mídia ao governo".

    Tem mais coisa que a Globo/Folha/Estadão não mostram "os dois lados": não mostram uma posição favorável aos terraplanistas, não mostram uma posição favorável aos olavistas, não mostram uma posição favorável aos terroristas islâmicos etc. Não dá pra ficar se ocupando de tudo quanto é utopia e ufanismo. No caso da reforma da previdência, de vez em quando ainda publicam um ou outro artigo ou ponto de vista contrários à reforma, que usualmente não geram a repercussão esperada por quem os publicou. O problema é que os argumentos, do ponto de vista lógico e matemático, são realmente fracos.
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    Mensagem por jornalista em Ter 07 Maio 2019, 6:48 pm

    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:Voltando ao tema "Reforma da Previdência", ainda não observei na mídia comercial uma posição favorável aos trabalhadores. Será que só há um lado certo na notícia? O que andam ensinando nas faculdades de jornalismo? A liberdade de imprensa deve dar acesso a todos, afinal há uma concessão pública. Estou enganado?

    Inicialmente, qualquer posição exposta na mídia será "favorável aos trabalhadores". Dificilmente alguém estará defendendo um posicionamento (qualquer que seja, a favor ou contra a reforma) sob o argumento de que "isso é pior para os trabalhadores, então deve ser feito". Ou seja, tanto para quem defende a reforma, quanto para quem a ataca, o argumento central é a defesa do interesse do trabalhador. Impor a pecha de "bem contra o mal" é interesse de quem pretende inviabilizar o debate, e impossibilitar conclusões racionais, medianas e equilibradas sobre qualquer tema.

    Mas - politicamente - eu entendo a crítica. Essa é a tese do "isso a Globo não mostra". É um tipo de argumento (geralmente falacioso e conspiracionista) de que as "grandes corporações"/o "Governo"/"a CIA/NASA/FBI" não querem que você veja isto, porque vai contra os interesses da elite/de poderosos/da maçonaria/da nova ordem mundial/do George Soros etc. E que aqueles que tiveram acesso às teorias ocultas são "iluminados". Toda ideologia populista utópica se apega nesse tipo de argumento: o Lula e seus acólitos pregavam que a mídia escondia o lado do bom do governo e divulgava o lado negativo; Bolsonaro e seus militontos pregam exatamente o mesmo agora, a tese de "perseguição da mídia ao governo".

    Tem mais coisa que a Globo/Folha/Estadão não mostram "os dois lados": não mostram uma posição favorável aos terraplanistas, não mostram uma posição favorável aos olavistas, não mostram uma posição favorável aos terroristas islâmicos etc. Não dá pra ficar se ocupando de tudo quanto é utopia e ufanismo. No caso da reforma da previdência, de vez em quando ainda publicam um ou outro artigo ou ponto de vista contrários à reforma, que usualmente não geram a repercussão esperada por quem os publicou. O problema é que os argumentos, do ponto de vista lógico e matemático, são realmente fracos.
    Só um reparo Andros. A mídia tradicional ataca o mito direto. Só um pequeno exemplo a história da menina da escola. Só que agora existe a mídia alternativa, que, coincidência ou não, descobriu a fake news e o Estadão teve que se retratar. Mas nem toda a mídia convencional se retratou. Mas isso era previsto, já que ele atacou a mídia antes e depois das eleições. Por isso eu leio e vejo ambas as mídias. Sobre a reforma, a esquerda não tem projeto e muito menos argumento lógico-matemático. Só pretende impedir a tramitação.
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 07 Maio 2019, 7:20 pm

    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:Voltando ao tema "Reforma da Previdência", ainda não observei na mídia comercial uma posição favorável aos trabalhadores. Será que só há um lado certo na notícia? O que andam ensinando nas faculdades de jornalismo? A liberdade de imprensa deve dar acesso a todos, afinal há uma concessão pública. Estou enganado?

    Inicialmente, qualquer posição exposta na mídia será "favorável aos trabalhadores". Dificilmente alguém estará defendendo um posicionamento (qualquer que seja, a favor ou contra a reforma) sob o argumento de que "isso é pior para os trabalhadores, então deve ser feito". Ou seja, tanto para quem defende a reforma, quanto para quem a ataca, o argumento central é a defesa do interesse do trabalhador. Impor a pecha de "bem contra o mal" é interesse de quem pretende inviabilizar o debate, e impossibilitar conclusões racionais, medianas e equilibradas sobre qualquer tema.

    Mas - politicamente - eu entendo a crítica. Essa é a tese do "isso a Globo não mostra". É um tipo de argumento (geralmente falacioso e conspiracionista) de que as "grandes corporações"/o "Governo"/"a CIA/NASA/FBI" não querem que você veja isto, porque vai contra os interesses da elite/de poderosos/da maçonaria/da nova ordem mundial/do George Soros etc. E que aqueles que tiveram acesso às teorias ocultas são "iluminados". Toda ideologia populista utópica se apega nesse tipo de argumento: o Lula e seus acólitos pregavam que a mídia escondia o lado do bom do governo e divulgava o lado negativo; Bolsonaro e seus militontos pregam exatamente o mesmo agora, a tese de "perseguição da mídia ao governo".

    Tem mais coisa que a Globo/Folha/Estadão não mostram "os dois lados": não mostram uma posição favorável aos terraplanistas, não mostram uma posição favorável aos olavistas, não mostram uma posição favorável aos terroristas islâmicos etc. Não dá pra ficar se ocupando de tudo quanto é utopia e ufanismo. No caso da reforma da previdência, de vez em quando ainda publicam um ou outro artigo ou ponto de vista contrários à reforma, que usualmente não geram a repercussão esperada por quem os publicou. O problema é que os argumentos, do ponto de vista lógico e matemático, são realmente fracos.
    Só um reparo Andros. A mídia tradicional ataca o mito direto. Só um pequeno exemplo a história da menina da escola. Só que agora existe a mídia alternativa, que, coincidência ou não, descobriu a fake news e o Estadão teve que se retratar. Mas nem toda a mídia convencional se retratou. Mas isso era previsto, já que ele atacou a mídia antes e depois das eleições. Por isso eu leio e vejo ambas as mídias. Sobre a reforma, a esquerda não tem projeto e muito menos argumento lógico-matemático. Só pretende impedir a tramitação.

    Essa história de "ataque", a meu ver, é diversionismo. Primeiro, porque as "notícias" são fáceis de serem verificadas. Na história da menina da escola (que sequer acompanhei direito, por não ter relevância), a qualquer interessado bastaria averiguar eventual vídeo que estaria espalhado por diversas redes sociais. Imprecisão nas notícias sempre pode acontecer, para "melhor ou pior". Uma atitude correta é contrapor eventual distorção, dizendo que tal afirmação é inverídica. No entanto, qual a tática recorrente? Se noticiada alguma "bola fora" verídica, a militância ignora ou passa pano. Se noticiada alguma notícia "ligeiramente falsa", mesmo que totalmente irrelevante (como essa história da menina), serve de "prova irrefutável de que a imprensa persegue o presidente". A partir de então, qualquer crítica (sob esse viés da militância) passa a merecer descrédito. Reitero que essa é a mesma tática outrora utilizada pelo PT, até para tentar "esconder" as primeiras denúncias de corrupção. O clã Bolsonaro (embora ainda não tenha nenhuma denúncia grave imputada) parece pretender ir pelo mesmo caminho.

    Essa tática de guerrilha política já é velha, e ainda traz resultados, sendo por isso utilizada por qualquer seita política populista. Ora, qual a relevância da história da "menina na escola"? A imprensa divulgar é até "aceitável", os veículos hoje vivem de "cliques", à ausência de histórias interessantes divulgam qualquer ocorrido sem importância pra atrair leitores. Leitores que, diga-se de passagem, se interessam também por notícias irrelevantes, vide sites de fofocas ("Fulana é flagrada passeando com seu cachorro"/"Marcela Temer leva Michelzinho à escola" etc). Fosse verdade o desinteresse da menina pelo presidente Bolsonaro, qual seria a diferença? Crianças vivem rejeitando adultos, famosos ou não; todo mundo que conhece uma criança tem uma história dessa pra contar. Em uma situação que envolvesse pessoas "comuns", que não invistam na guerrilha política "conspiracionista" (por exemplo, se isso acontecesse com o General Mourão) essa notícia - verdadeira ou fake - sequer mereceria atenção, talvez fosse até motivo de piada.

    Quando a guerrilha política está envolvida (e aí entram as "bolhas" de esquerdistas, de um lado, e Bolsonaristas do outro), qualquer nota de rodapé desimportante traz em si inúmeros "sinais":
    - para os esquerdistas, uma menina que se negue a cumprimentar o presidente é sinal de que o Bolsonaro é reencarnação do demônio, o anticristo em pessoa (afinal, as crianças vêem o íntimo das pessoas);
    - para os bolsonaristas, a notícia, se falsa, é "prova" de perseguição da mídia. Se verdadeira, é "prova" da doutrinação nas escolas, que incute nas mentes das crianças, desde a idade mais tenra, o ódio aos adultos "conservadores", ou aos ideais da família brasileira, ou baboseira que o valha.

    Enquanto isso, quem tenta se ocupar das discussões que realmente importam é:
    - para a extrema esquerda, um governista disfarçado, ladrão dos sonhos dos pobres;
    - para a extrema direita, um comunista enrustido;
    - para ambos (extrema direita e extrema esquerda) um "isentão" dissimulado.

    A cada dia que passa fica mais difícil acreditar na "salvação" do Brasil. Rolling Eyes
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    Mensagem por jornalista em Ter 07 Maio 2019, 8:42 pm

    androsvilazza escreveu:
    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:Voltando ao tema "Reforma da Previdência", ainda não observei na mídia comercial uma posição favorável aos trabalhadores. Será que só há um lado certo na notícia? O que andam ensinando nas faculdades de jornalismo? A liberdade de imprensa deve dar acesso a todos, afinal há uma concessão pública. Estou enganado?

    Inicialmente, qualquer posição exposta na mídia será "favorável aos trabalhadores". Dificilmente alguém estará defendendo um posicionamento (qualquer que seja, a favor ou contra a reforma) sob o argumento de que "isso é pior para os trabalhadores, então deve ser feito". Ou seja, tanto para quem defende a reforma, quanto para quem a ataca, o argumento central é a defesa do interesse do trabalhador. Impor a pecha de "bem contra o mal" é interesse de quem pretende inviabilizar o debate, e impossibilitar conclusões racionais, medianas e equilibradas sobre qualquer tema.

    Mas - politicamente - eu entendo a crítica. Essa é a tese do "isso a Globo não mostra". É um tipo de argumento (geralmente falacioso e conspiracionista) de que as "grandes corporações"/o "Governo"/"a CIA/NASA/FBI" não querem que você veja isto, porque vai contra os interesses da elite/de poderosos/da maçonaria/da nova ordem mundial/do George Soros etc. E que aqueles que tiveram acesso às teorias ocultas são "iluminados". Toda ideologia populista utópica se apega nesse tipo de argumento: o Lula e seus acólitos pregavam que a mídia escondia o lado do bom do governo e divulgava o lado negativo; Bolsonaro e seus militontos pregam exatamente o mesmo agora, a tese de "perseguição da mídia ao governo".

    Tem mais coisa que a Globo/Folha/Estadão não mostram "os dois lados": não mostram uma posição favorável aos terraplanistas, não mostram uma posição favorável aos olavistas, não mostram uma posição favorável aos terroristas islâmicos etc. Não dá pra ficar se ocupando de tudo quanto é utopia e ufanismo. No caso da reforma da previdência, de vez em quando ainda publicam um ou outro artigo ou ponto de vista contrários à reforma, que usualmente não geram a repercussão esperada por quem os publicou. O problema é que os argumentos, do ponto de vista lógico e matemático, são realmente fracos.
    Só um reparo Andros. A mídia tradicional ataca o mito direto. Só um pequeno exemplo a história da menina da escola. Só que agora existe a mídia alternativa, que, coincidência ou não, descobriu a fake news e o Estadão teve que se retratar. Mas nem toda a mídia convencional se retratou. Mas isso era previsto, já que ele atacou a mídia antes e depois das eleições. Por isso eu leio e vejo ambas as mídias. Sobre a reforma, a esquerda não tem projeto e muito menos argumento lógico-matemático. Só pretende impedir a tramitação.

    Essa história de "ataque", a meu ver, é diversionismo. Primeiro, porque as "notícias" são fáceis de serem verificadas. Na história da menina da escola (que sequer acompanhei direito, por não ter relevância), a qualquer interessado bastaria averiguar eventual vídeo que estaria espalhado por diversas redes sociais. Imprecisão nas notícias sempre pode acontecer, para "melhor ou pior". Uma atitude correta é contrapor eventual distorção, dizendo que tal afirmação é inverídica. No entanto, qual a tática recorrente? Se noticiada alguma "bola fora" verídica, a militância ignora ou passa pano. Se noticiada alguma notícia "ligeiramente falsa", mesmo que totalmente irrelevante (como essa história da menina), serve de "prova irrefutável de que a imprensa persegue o presidente". A partir de então, qualquer crítica (sob esse viés da militância) passa a merecer descrédito. Reitero que essa é a mesma tática outrora utilizada pelo PT, até para tentar "esconder" as primeiras denúncias de corrupção. O clã Bolsonaro (embora ainda não tenha nenhuma denúncia grave imputada) parece pretender ir pelo mesmo caminho.

    Essa tática de guerrilha política já é velha, e ainda traz resultados, sendo por isso utilizada por qualquer seita política populista. Ora, qual a relevância da história da "menina na escola"? A imprensa divulgar é até "aceitável", os veículos hoje vivem de "cliques", à ausência de histórias interessantes divulgam qualquer ocorrido sem importância pra atrair leitores. Leitores que, diga-se de passagem, se interessam também por notícias irrelevantes, vide sites de fofocas ("Fulana é flagrada passeando com seu cachorro"/"Marcela Temer leva Michelzinho à escola" etc). Fosse verdade o desinteresse da menina pelo presidente Bolsonaro, qual seria a diferença? Crianças vivem rejeitando adultos, famosos ou não; todo mundo que conhece uma criança tem uma história dessa pra contar. Em uma situação que envolvesse pessoas "comuns", que não invistam na guerrilha política "conspiracionista" (por exemplo, se isso acontecesse com o General Mourão) essa notícia - verdadeira ou fake - sequer mereceria atenção, talvez fosse até motivo de piada.

    Quando a guerrilha política está envolvida (e aí entram as "bolhas" de esquerdistas, de um lado, e Bolsonaristas do outro), qualquer nota de rodapé desimportante traz em si inúmeros "sinais":
    - para os esquerdistas, uma menina que se negue a cumprimentar o presidente é sinal de que o Bolsonaro é reencarnação do demônio, o anticristo em pessoa (afinal, as crianças vêem o íntimo das pessoas);
    - para os bolsonaristas, a notícia, se falsa, é "prova" de perseguição da mídia. Se verdadeira, é "prova" da doutrinação nas escolas, que incute nas mentes das crianças, desde a idade mais tenra, o ódio aos adultos "conservadores", ou aos ideais da família brasileira, ou baboseira que o valha.

    Enquanto isso, quem tenta se ocupar das discussões que realmente importam é:
    - para a extrema esquerda, um governista disfarçado, ladrão dos sonhos dos pobres;
    - para a extrema direita, um comunista enrustido;
    - para ambos (extrema direita e extrema esquerda) um "isentão" dissimulado.

    A cada dia que passa fica mais difícil acreditar na "salvação" do Brasil. Rolling Eyes
    A esquerda e a extrema direita são muito parecidos. O Mourão por exemplo sempre teve um perfil autoritário e mudou. Qual o motivo? Ninguém se preocupou em investigar isso. Mas a imprensa especula que é para o caso de impeachment. Mas esse filtro de notícias não é tão simples assim:
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 07 Maio 2019, 10:29 pm

    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    Inicialmente, qualquer posição exposta na mídia será "favorável aos trabalhadores". Dificilmente alguém estará defendendo um posicionamento (qualquer que seja, a favor ou contra a reforma) sob o argumento de que "isso é pior para os trabalhadores, então deve ser feito". Ou seja, tanto para quem defende a reforma, quanto para quem a ataca, o argumento central é a defesa do interesse do trabalhador. Impor a pecha de "bem contra o mal" é interesse de quem pretende inviabilizar o debate, e impossibilitar conclusões racionais, medianas e equilibradas sobre qualquer tema.

    Mas - politicamente - eu entendo a crítica. Essa é a tese do "isso a Globo não mostra". É um tipo de argumento (geralmente falacioso e conspiracionista) de que as "grandes corporações"/o "Governo"/"a CIA/NASA/FBI" não querem que você veja isto, porque vai contra os interesses da elite/de poderosos/da maçonaria/da nova ordem mundial/do George Soros etc. E que aqueles que tiveram acesso às teorias ocultas são "iluminados". Toda ideologia populista utópica se apega nesse tipo de argumento: o Lula e seus acólitos pregavam que a mídia escondia o lado do bom do governo e divulgava o lado negativo; Bolsonaro e seus militontos pregam exatamente o mesmo agora, a tese de "perseguição da mídia ao governo".

    Tem mais coisa que a Globo/Folha/Estadão não mostram "os dois lados": não mostram uma posição favorável aos terraplanistas, não mostram uma posição favorável aos olavistas, não mostram uma posição favorável aos terroristas islâmicos etc. Não dá pra ficar se ocupando de tudo quanto é utopia e ufanismo. No caso da reforma da previdência, de vez em quando ainda publicam um ou outro artigo ou ponto de vista contrários à reforma, que usualmente não geram a repercussão esperada por quem os publicou. O problema é que os argumentos, do ponto de vista lógico e matemático, são realmente fracos.
    Só um reparo Andros. A mídia tradicional ataca o mito direto. Só um pequeno exemplo a história da menina da escola. Só que agora existe a mídia alternativa, que, coincidência ou não, descobriu a fake news e o Estadão teve que se retratar. Mas nem toda a mídia convencional se retratou. Mas isso era previsto, já que ele atacou a mídia antes e depois das eleições. Por isso eu leio e vejo ambas as mídias. Sobre a reforma, a esquerda não tem projeto e muito menos argumento lógico-matemático. Só pretende impedir a tramitação.

    Essa história de "ataque", a meu ver, é diversionismo. Primeiro, porque as "notícias" são fáceis de serem verificadas. Na história da menina da escola (que sequer acompanhei direito, por não ter relevância), a qualquer interessado bastaria averiguar eventual vídeo que estaria espalhado por diversas redes sociais. Imprecisão nas notícias sempre pode acontecer, para "melhor ou pior". Uma atitude correta é contrapor eventual distorção, dizendo que tal afirmação é inverídica. No entanto, qual a tática recorrente? Se noticiada alguma "bola fora" verídica, a militância ignora ou passa pano. Se noticiada alguma notícia "ligeiramente falsa", mesmo que totalmente irrelevante (como essa história da menina), serve de "prova irrefutável de que a imprensa persegue o presidente". A partir de então, qualquer crítica (sob esse viés da militância) passa a merecer descrédito. Reitero que essa é a mesma tática outrora utilizada pelo PT, até para tentar "esconder" as primeiras denúncias de corrupção. O clã Bolsonaro (embora ainda não tenha nenhuma denúncia grave imputada) parece pretender ir pelo mesmo caminho.

    Essa tática de guerrilha política já é velha, e ainda traz resultados, sendo por isso utilizada por qualquer seita política populista. Ora, qual a relevância da história da "menina na escola"? A imprensa divulgar é até "aceitável", os veículos hoje vivem de "cliques", à ausência de histórias interessantes divulgam qualquer ocorrido sem importância pra atrair leitores. Leitores que, diga-se de passagem, se interessam também por notícias irrelevantes, vide sites de fofocas ("Fulana é flagrada passeando com seu cachorro"/"Marcela Temer leva Michelzinho à escola" etc). Fosse verdade o desinteresse da menina pelo presidente Bolsonaro, qual seria a diferença? Crianças vivem rejeitando adultos, famosos ou não; todo mundo que conhece uma criança tem uma história dessa pra contar. Em uma situação que envolvesse pessoas "comuns", que não invistam na guerrilha política "conspiracionista" (por exemplo, se isso acontecesse com o General Mourão) essa notícia - verdadeira ou fake - sequer mereceria atenção, talvez fosse até motivo de piada.

    Quando a guerrilha política está envolvida (e aí entram as "bolhas" de esquerdistas, de um lado, e Bolsonaristas do outro), qualquer nota de rodapé desimportante traz em si inúmeros "sinais":
    - para os esquerdistas, uma menina que se negue a cumprimentar o presidente é sinal de que o Bolsonaro é reencarnação do demônio, o anticristo em pessoa (afinal, as crianças vêem o íntimo das pessoas);
    - para os bolsonaristas, a notícia, se falsa, é "prova" de perseguição da mídia. Se verdadeira, é "prova" da doutrinação nas escolas, que incute nas mentes das crianças, desde a idade mais tenra, o ódio aos adultos "conservadores", ou aos ideais da família brasileira, ou baboseira que o valha.

    Enquanto isso, quem tenta se ocupar das discussões que realmente importam é:
    - para a extrema esquerda, um governista disfarçado, ladrão dos sonhos dos pobres;
    - para a extrema direita, um comunista enrustido;
    - para ambos (extrema direita e extrema esquerda) um "isentão" dissimulado.

    A cada dia que passa fica mais difícil acreditar na "salvação" do Brasil. Rolling Eyes
    A esquerda e a extrema direita são muito parecidos. O Mourão por exemplo sempre teve um perfil autoritário e mudou. Qual o motivo? Ninguém se preocupou em investigar isso. Mas a imprensa especula que é para o caso de impeachment. Mas esse filtro de notícias não é tão simples assim:
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    Essa história do corte nas universidades é bem representativo da desorganização em que está o governo, principalmente nos ministérios aparelhados pela ala ideológica:

    1. Em um primeiro momento alega-se que o corte atingiria as universidades "que causam balbúrdia";

    2. Ok, o ministro (espontaneamente ou "iluminado" pela voz da consciência alheia) alega que "não é bem assim, todas as universidades sofrerão cortes". Agora o argumento é o de que os recursos serão destinados à educação básica (essa é a versão defendida nesse vídeo do YouTube);

    3. A nova versão "oficial" é a de que "não é corte, é contingenciamento". Ora, o contingenciamento pressupõe ausência de recursos (usualmente por queda na arrecadação prevista). Se há contingenciamento, não há "transferência de recursos para a educação de base". Tanto o é que esse argumento nem foi defendido pelo ministro hoje. Pelo contrário, disse que os recursos serão liberados posteriormente, à medida que a economia se recupere e a arrecadação seja retomada em seus níveis normais.

    Qualquer pessoa percebe que o que houve aí nada tem a ver com má vontade da imprensa. O que há é uma sucessão de atos improvisados e declarações impensadas, que são revertidas após uma óbvia repercussão negativa. Baita amadorismo. E nesse ponto o novo ministro em nada se diferencia do anterior, que foi demitido por excesso de incompetência. Aliás, saiu sem explicar, por exemplo, como esperava que dezenas de milhares de escolas de ensino básico no Brasil enviariam ao ministério da educação vídeos de crianças cantando o hino nacional, e em qual servidor o ministério planejava armazenar essa monstruosidade de dados.

    Ou seja, o que se vê muito é o pessoal se esquecendo de que é governo, com responsabilidades práticas, e cujas declarações (sobretudo se irrefletidas) geram repercussões em toda a sociedade. Parece que a preocupação maior ainda é a "lacração" nas redes, ainda que de sinal trocado em relação à lacração tradicional. Quando o Bolsonaro candidato criticava o aumento do diesel, ganhava "likes", já o Bolsonaro presidente gera apreensão e derruba as ações da Petrobras; o candidato que promete a mudança da embaixada brasileira em Israel e o alinhamento automático aos EUA era chamado de "mito" nas redes, o presidente que defende tais ideias afeta as vendas brasileiras aos países árabes e à China. Parece que o presidente se esqueceu (ou sequer percebeu) de que o seu eleitorado em 2018 foi muito além do alcance da sua bolha nas redes sociais. Muitos (se não a maioria) o escolheram pra evitar a vitória do PT; outros tantos o fizeram por falta de opção melhor; outros milhões votaram nele, mesmo discordando de boa parte de suas ideias, mas acreditando que ele poderia "mudar as coisas", em especial nas áreas de segurança, economia e relação do executivo com o congresso. O presidente se esqueceu, também (ou tampouco aprendeu) que mesmo os que votaram contra ele nas eleições também pagam seus impostos, também são cidadãos brasileiros e por isso merecem medidas concretas que tragam bons resultados. O resultado prático das eleições, no entanto, é essa bagunça aí, disseminada por praticamente todas as áreas do governo. O que ainda funciona o faz a despeito do governo, e não por mérito dele.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por androsvilazza em Ter 07 Maio 2019, 10:38 pm

    Acho engraçada, nessa história toda, a atitude dos militantes radicais, tanto pró quanto os contrários ao governo. Nesse vai e vem de versões, "fake news" pra lá, "não é bem assim" pra cá, "ora veja" acolá, o pessoal está constantemente sendo forçado a defender (ou criticar) veementemente determinado ponto de vista ou medida e, no dia seguinte (às vezes antes) se vêem obrigados a se posicionar de modo completamente diverso do anterior Laughing
    Por isso que Gleisi Hoffman, Carlos Bolsonaro, Jandira Feghali e Olavo de Carvalho, de um lado e de outro, fazem tanto sucesso entre os seguidores. O que falam, a maior parte das vezes, faz tão pouco sentido, que se passam por enigmáticos e intelectuais, aparentando convicção, onde não há qualquer conteúdo, um verdadeiro vazio de ideias.

    P.S.: descobri a fonte das pérolas desse pessoal, vou me candidatar a militante político da extrema (direita ou esquerda, tanto faz, quem me pagar melhor):

    Falando sobre "Estratégias em um novo paradigma globalizado":
    "Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. O empenho em analisar a percepção das dificuldades faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro."

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    (E olhem que o nível de obediência as regras básicas do Português -ortografia e gramática - está muito superior aos dos personagens citados!)
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    Mensagem por jornalista em Qua 08 Maio 2019, 7:49 am

    androsvilazza escreveu:Acho engraçada, nessa história toda, a atitude dos militantes radicais, tanto pró quanto os contrários ao governo. Nesse vai e vem de versões, "fake news" pra lá, "não é bem assim" pra cá, "ora veja" acolá, o pessoal está constantemente sendo forçado a defender (ou criticar) veementemente determinado ponto de vista ou medida e, no dia seguinte (às vezes antes) se vêem obrigados a se posicionar de modo completamente diverso do anterior Laughing
    Por isso que Gleisi Hoffman, Carlos Bolsonaro, Jandira Feghali e Olavo de Carvalho, de um lado e de outro, fazem tanto sucesso entre os seguidores. O que falam, a maior parte das vezes, faz tão pouco sentido, que se passam por enigmáticos e intelectuais, aparentando convicção, onde não há qualquer conteúdo, um verdadeiro vazio de ideias.

    P.S.: descobri a fonte das pérolas desse pessoal, vou me candidatar a militante político da extrema (direita ou esquerda, tanto faz, quem me pagar melhor):

    Falando sobre "Estratégias em um novo paradigma globalizado":
    "Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. O empenho em analisar a percepção das dificuldades faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro."

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    (E olhem que o nível de obediência as regras básicas do Português -ortografia e gramática - está muito superior aos dos personagens citados!)
    Andros, na faculdade eu lia e acreditava em Marx, Gramsci, Chauí e Singer...
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por androsvilazza em Qua 08 Maio 2019, 10:08 am

    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:Acho engraçada, nessa história toda, a atitude dos militantes radicais, tanto pró quanto os contrários ao governo. Nesse vai e vem de versões, "fake news" pra lá, "não é bem assim" pra cá, "ora veja" acolá, o pessoal está constantemente sendo forçado a defender (ou criticar) veementemente determinado ponto de vista ou medida e, no dia seguinte (às vezes antes) se vêem obrigados a se posicionar de modo completamente diverso do anterior Laughing
    Por isso que Gleisi Hoffman, Carlos Bolsonaro, Jandira Feghali e Olavo de Carvalho, de um lado e de outro, fazem tanto sucesso entre os seguidores. O que falam, a maior parte das vezes, faz tão pouco sentido, que se passam por enigmáticos e intelectuais, aparentando convicção, onde não há qualquer conteúdo, um verdadeiro vazio de ideias.

    P.S.: descobri a fonte das pérolas desse pessoal, vou me candidatar a militante político da extrema (direita ou esquerda, tanto faz, quem me pagar melhor):

    Falando sobre "Estratégias em um novo paradigma globalizado":
    "Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. O empenho em analisar a percepção das dificuldades faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro."

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    (E olhem que o nível de obediência as regras básicas do Português -ortografia e gramática - está muito superior aos dos personagens citados!)
    Andros, na faculdade eu lia e acreditava em Marx, Gramsci, Chauí e Singer...

    Parabéns por ter lido, afinal, só quem conhece o assunto que está tratando possui real legitimidade para contestar. Parabéns duas vezes por ter se "libertado das amarras intelectuais". O Pondé também admite ter sido socialista na juventude. Alega que a chegada do primeiro filho lhe fez recobrar os sentidos. Há uma máxima (cuja real autoria desconheço) que apregoa que "Quem não foi comunista até os 20 não tem coração; quem continuou sendo após os 30 não tem juízo" Laughing Se for verdade o que dizem, provaste ter os dois. Eu não cheguei a ter esse "privilégio", a "vida adulta" pra mim chegou precoce demais. Já tinha lido parte da obra de Marx na adolescência (O Capital, Manifesto Comunista), mas não foi o suficiente pra me converter. Quando enfim tive acesso a boa parte da literatura de influência marxista (que era o viés predominante nas "cadeiras" da faculdade de Ciências Econômicas), o juízo em mim já tinha tomado parte dos 50% (ou mais) que lhe cabem na dicotomia razão x emoção.
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    Mensagem por androsvilazza em Qua 08 Maio 2019, 10:16 am

    Olhem que interessante o pensamento do brasileiro médio sobre a reforma da previdência:

    "Segundo o Ibope, em pesquisa encomendada pela CNI, 72% dos brasileiros concordam com a idade mínima para as aposentadorias.

    O galho é que, para 80% do total, essa idade mínima deveria ser 60 anos.

    83% dos brasileiros dizem que não estão dispostos a pagar mais impostos para manter as regras previdenciárias atuais.

    Ao mesmo tempo, 77% acreditam que é dever da sociedade garantir um salário mínimo a todos os idosos de baixa renda, inclusive àqueles que nunca contribuíram para a Previdência.

    Para 59% dos brasileiros, é injusto que o valor da aposentadoria das pessoas que se aposentam mais cedo seja menor que o das pessoas que se aposentam mais tarde."

    (Fonte).

    Reflete o "senso comum" que predomina em boa parte dos assuntos ligados à economia, e às políticas públicas em geral: Todo mundo quer se empanturrar no rodízio, mas ninguém quer pagar a conta.
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    Mensagem por Korgano Masaka em Qua 08 Maio 2019, 11:09 am

    androsvilazza escreveu:Olhem que interessante o pensamento do brasileiro médio sobre a reforma da previdência:

    "Segundo o Ibope, em pesquisa encomendada pela CNI, 72% dos brasileiros concordam com a idade mínima para as aposentadorias.

    O galho é que, para 80% do total, essa idade mínima deveria ser 60 anos.

    83% dos brasileiros dizem que não estão dispostos a pagar mais impostos para manter as regras previdenciárias atuais.

    Ao mesmo tempo, 77% acreditam que é dever da sociedade garantir um salário mínimo a todos os idosos de baixa renda, inclusive àqueles que nunca contribuíram para a Previdência.

    Para 59% dos brasileiros, é injusto que o valor da aposentadoria das pessoas que se aposentam mais cedo seja menor que o das pessoas que se aposentam mais tarde."

    (Fonte).

    Reflete o "senso comum" que predomina em boa parte dos assuntos ligados à economia, e às políticas públicas em geral: Todo mundo quer se empanturrar no rodízio, mas ninguém quer pagar a conta.

    Com certeza. Esse é o fruto dos 80 anos de estatismo imposto ao brasileiro. O povo passou a acreditar que o Estado é grátis. Alguns começaram a acordar agora.
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    Mensagem por Bastião em Qua 08 Maio 2019, 12:15 pm

    androsvilazza escreveu:
    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:Acho engraçada, nessa história toda, a atitude dos militantes radicais, tanto pró quanto os contrários ao governo. Nesse vai e vem de versões, "fake news" pra lá, "não é bem assim" pra cá, "ora veja" acolá, o pessoal está constantemente sendo forçado a defender (ou criticar) veementemente determinado ponto de vista ou medida e, no dia seguinte (às vezes antes) se vêem obrigados a se posicionar de modo completamente diverso do anterior Laughing
    Por isso que Gleisi Hoffman, Carlos Bolsonaro, Jandira Feghali e Olavo de Carvalho, de um lado e de outro, fazem tanto sucesso entre os seguidores. O que falam, a maior parte das vezes, faz tão pouco sentido, que se passam por enigmáticos e intelectuais, aparentando convicção, onde não há qualquer conteúdo, um verdadeiro vazio de ideias.

    P.S.: descobri a fonte das pérolas desse pessoal, vou me candidatar a militante político da extrema (direita ou esquerda, tanto faz, quem me pagar melhor):

    Falando sobre "Estratégias em um novo paradigma globalizado":
    "Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. O empenho em analisar a percepção das dificuldades faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro."

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    (E olhem que o nível de obediência as regras básicas do Português -ortografia e gramática - está muito superior aos dos personagens citados!)
    Andros, na faculdade eu lia e acreditava em Marx, Gramsci, Chauí e Singer...

    Parabéns por ter lido, afinal, só quem conhece o assunto que está tratando possui real legitimidade para contestar. Parabéns duas vezes por ter se "libertado das amarras intelectuais". O Pondé também admite ter sido socialista na juventude. Alega que a chegada do primeiro filho lhe fez recobrar os sentidos. Há uma máxima (cuja real autoria desconheço) que apregoa que "Quem não foi comunista até os 20 não tem coração; quem continuou sendo após os 30 não tem juízo" Laughing Se for verdade o que dizem, provaste ter os dois. Eu não cheguei a ter esse "privilégio", a "vida adulta" pra mim chegou precoce demais. Já tinha lido parte da obra de Marx na adolescência (O Capital, Manifesto Comunista), mas não foi o suficiente pra me converter. Quando enfim tive acesso a boa parte da literatura de influência marxista (que era o viés predominante nas "cadeiras" da faculdade de Ciências Econômicas), o juízo em mim já tinha tomado parte dos 50% (ou mais) que lhe cabem na dicotomia razão x emoção.

    Essa máxima foi pregada pelo Churchill, salvo engano.

    Esses estudos e leituras servem para se conhecer o pensamento de uma época, que era aplicado naquela época e não integralmente aplicado no presente, para não se tornar anacrônico.

    Fugir ou menosprezar nomes do passado em nome de patrulhamento ideológico só tem um nome: burrice. Serve para ambos os lados.
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Qua 08 Maio 2019, 9:21 pm

    PEC 6/2019
    Pareceres Aprovados ou Pendentes de Aprovação

    08/05/2019
    Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição nº 6-A, de 2019, do Poder Executivo, que "modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências" ( PEC00619 )

    Apresentação do Requerimento de Audiência Pública n. 143/2019, pelo Deputado João Campos (PRB-GO), que: "Requer Audiência pública para debater a Proposta de Emenda à Constituição nº 06/2019, que modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências. Com os seguintes convidados: JAYME DE OLIVEIRA - Presidente da AMB - Associação dos Magistrados Brasileiros; PEDRO PAULO COELHO - Presidente da ANADEP - Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos; FELIPE SANTA CRUZ - Presidente da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil; JOSÉ ROBALINHO CAVALCANTI - Presidente da ANPR - Associação Nacional dos Procuradores da República; FERNANDO MARCELO MENDES - Presidente da AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil; LEANDRO CERQUEIRA LIMA - Presidente da ABC - Associação Brasileira de Criminalística; EDVANDIR FELIX DE PAIVA - Presidente da ADPF - Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; ANTÔNIO COELHO - Presidente da AGTBRASIL- Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil; CREUSA CAMELIER - Presidente da AMPOL - Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil; WALLACE FRANÇA DE MELO - APCN - Associação das Polícias do Congresso Nacional; CLAUDIO VIEIRA MENDES - Presidente da CENTRAPOL - Central Única Nacional dos Policiais Federais; ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ - Presidente da COBRAPOL - Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis; CARLOS EDUARDO BENITO JORGE - Presidente da ADEPOL - Associação dos Delegados de Polícia do Brasil; CLOVIS ROBERTO PEREIRA - Presidente da FENAGUARDAS - Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil; VIVIANE DA ROSA - Presidente da FENADEPOL - Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; LUÍS ANTÔNIO DE ARAÚJO BOUDENS - Presidente da FENAPEF - Federação Nacional dos Policiais Federais; ANTÔNIO MACIEL AGUIAR FILHO - Presidente da FENAPPI - Federação dos Peritos em Papiloscopia e Identificação; DEOLINDO PAULO CARNIEL - Presidente da FENAPRF - Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais; FERNANDO ANUNCIAÇÃO - Presidente da FENASPEN - Federação Nacional dos Servidores Penitenciários; FREDERICO FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA - Presidente da OPB - Ordem dos Policiais do Brasil; CARLOS ANTONIO TERRA ESTRELA - Presidente da ASBIN - Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência; CLAYTON MORAES BARROS - Presidente da UNIPOL - União Nacional das Policiais Legislativas; e ROBERTO CONDE - Presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Socioeducativo do Estado de Goiás.


    Olha a rifa aí!!! Cadê FENAJUFE?

    Mas a galera da aposentadoria especial com paridade está ali mais que representada

    Aí quando o assunto é reajuste do Judiciário, somos pauta bomba, 120 mil ganhando acima do teto e aquela putaria toda

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    Mensagem por jornalista em Qua 08 Maio 2019, 9:31 pm

    Bastião escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    jornalista escreveu:
    androsvilazza escreveu:Acho engraçada, nessa história toda, a atitude dos militantes radicais, tanto pró quanto os contrários ao governo. Nesse vai e vem de versões, "fake news" pra lá, "não é bem assim" pra cá, "ora veja" acolá, o pessoal está constantemente sendo forçado a defender (ou criticar) veementemente determinado ponto de vista ou medida e, no dia seguinte (às vezes antes) se vêem obrigados a se posicionar de modo completamente diverso do anterior Laughing
    Por isso que Gleisi Hoffman, Carlos Bolsonaro, Jandira Feghali e Olavo de Carvalho, de um lado e de outro, fazem tanto sucesso entre os seguidores. O que falam, a maior parte das vezes, faz tão pouco sentido, que se passam por enigmáticos e intelectuais, aparentando convicção, onde não há qualquer conteúdo, um verdadeiro vazio de ideias.

    P.S.: descobri a fonte das pérolas desse pessoal, vou me candidatar a militante político da extrema (direita ou esquerda, tanto faz, quem me pagar melhor):

    Falando sobre "Estratégias em um novo paradigma globalizado":
    "Desta maneira, o julgamento imparcial das eventualidades nos obriga à análise das condições financeiras e administrativas exigidas. O empenho em analisar a percepção das dificuldades faz parte de um processo de gerenciamento das diretrizes de desenvolvimento para o futuro."

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    (E olhem que o nível de obediência as regras básicas do Português -ortografia e gramática - está muito superior aos dos personagens citados!)
    Andros, na faculdade eu lia e acreditava em Marx, Gramsci, Chauí e Singer...

    Parabéns por ter lido, afinal, só quem conhece o assunto que está tratando possui real legitimidade para contestar. Parabéns duas vezes por ter se "libertado das amarras intelectuais". O Pondé também admite ter sido socialista na juventude. Alega que a chegada do primeiro filho lhe fez recobrar os sentidos. Há uma máxima (cuja real autoria desconheço) que apregoa que "Quem não foi comunista até os 20 não tem coração; quem continuou sendo após os 30 não tem juízo" Laughing Se for verdade o que dizem, provaste ter os dois. Eu não cheguei a ter esse "privilégio", a "vida adulta" pra mim chegou precoce demais. Já tinha lido parte da obra de Marx na adolescência (O Capital, Manifesto Comunista), mas não foi o suficiente pra me converter. Quando enfim tive acesso a boa parte da literatura de influência marxista (que era o viés predominante nas "cadeiras" da faculdade de Ciências Econômicas), o juízo em mim já tinha tomado parte dos 50% (ou mais) que lhe cabem na dicotomia razão x emoção.

    Essa máxima foi pregada pelo Churchill, salvo engano.

    Esses estudos e leituras servem para se conhecer o pensamento de uma época, que era aplicado naquela época e não integralmente aplicado no presente, para não se tornar anacrônico.

    Fugir ou menosprezar nomes do passado em nome de patrulhamento ideológico só tem um nome: burrice. Serve para ambos os lados.
    Eu gostei de ter lido os esquerdistas do passado. Eu aprendi a pensar com eles. E com os esquerdistas brasileiros atuais também. Por isso citei dois de cada geração.
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 24 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por anuvenzinha em Qui 09 Maio 2019, 3:11 pm

    OJ_Leoqr escreveu:PEC 6/2019
    Pareceres Aprovados ou Pendentes de Aprovação

    08/05/2019
    Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição nº 6-A, de 2019, do Poder Executivo, que "modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências" ( PEC00619 )

    Apresentação do Requerimento de Audiência Pública n. 143/2019, pelo Deputado João Campos (PRB-GO), que: "Requer Audiência pública para debater a Proposta de Emenda à Constituição nº 06/2019, que modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências. Com os seguintes convidados: JAYME DE OLIVEIRA - Presidente da AMB - Associação dos Magistrados Brasileiros; PEDRO PAULO COELHO - Presidente da ANADEP - Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos; FELIPE SANTA CRUZ - Presidente da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil; JOSÉ ROBALINHO CAVALCANTI - Presidente da ANPR - Associação Nacional dos Procuradores da República; FERNANDO MARCELO MENDES - Presidente da AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil; LEANDRO CERQUEIRA LIMA - Presidente da ABC - Associação Brasileira de Criminalística; EDVANDIR FELIX DE PAIVA - Presidente da ADPF - Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; ANTÔNIO COELHO - Presidente da AGTBRASIL- Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil; CREUSA CAMELIER - Presidente da AMPOL - Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil; WALLACE FRANÇA DE MELO - APCN - Associação das Polícias do Congresso Nacional; CLAUDIO VIEIRA MENDES - Presidente da CENTRAPOL - Central Única Nacional dos Policiais Federais; ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ - Presidente da COBRAPOL - Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis; CARLOS EDUARDO BENITO JORGE - Presidente da ADEPOL - Associação dos Delegados de Polícia do Brasil; CLOVIS ROBERTO PEREIRA - Presidente da FENAGUARDAS - Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil; VIVIANE DA ROSA - Presidente da FENADEPOL - Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; LUÍS ANTÔNIO DE ARAÚJO BOUDENS - Presidente da FENAPEF - Federação Nacional dos Policiais Federais; ANTÔNIO MACIEL AGUIAR FILHO - Presidente da FENAPPI - Federação dos Peritos em Papiloscopia e Identificação; DEOLINDO PAULO CARNIEL - Presidente da FENAPRF - Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais; FERNANDO ANUNCIAÇÃO - Presidente da FENASPEN - Federação Nacional dos Servidores Penitenciários; FREDERICO FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA - Presidente da OPB - Ordem dos Policiais do Brasil; CARLOS ANTONIO TERRA ESTRELA - Presidente da ASBIN - Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência; CLAYTON MORAES BARROS - Presidente da UNIPOL - União Nacional das Policiais Legislativas; e ROBERTO CONDE - Presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Socioeducativo do Estado de Goiás.


    Olha a rifa aí!!! Cadê FENAJUFE?

    Mas a galera da aposentadoria especial com paridade está ali mais que representada


    Aí quando o assunto é reajuste do Judiciário, somos pauta bomba, 120 mil ganhando acima do teto e aquela putaria toda

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    Tinham q fechar todos os sindicados e federação "representativos" dos servidores da justiça.....congressos e mais congressos em hotéis pra objetivamente defenderem a esquerda, etc., claro, né?!
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    Mensagem por pernalonga em Qui 09 Maio 2019, 3:19 pm

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Aprovado requerimento do Sr. Léo Moraes que requer a realização de Audiência Pública para debater a proposta relativa à Reforma da Previdência, com os seguintes convidados: Representante dos Magistrados Brasileiros - AMB; Representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil - AJUFE; Representante da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho - ANAMATRA; Representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - CONAMP; Representante da Associação dos Funcionários Públicos do Brasil - AFPB; Representante da Confederação Nacional dos Servidores Públicos - CNSP; Representante do da Federação Nacional dos Servidores Públicos Estaduais e do Distrito Federal - FENASEPE; Representante da Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil - FENOJUS; Representante da Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público - ANSEMP; Representante da Federação Nacional dos Trabalhados do Judiciário Federal e do Ministério Público - FENAJUFE.
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Qui 09 Maio 2019, 6:31 pm

    pernalonga escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Aprovado requerimento do Sr. Léo Moraes que requer a realização de Audiência Pública para debater a proposta relativa à Reforma da Previdência, com os seguintes convidados: Representante dos Magistrados Brasileiros - AMB; Representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil - AJUFE; Representante da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho - ANAMATRA; Representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - CONAMP; Representante da Associação dos Funcionários Públicos do Brasil - AFPB; Representante da Confederação Nacional dos Servidores Públicos - CNSP; Representante do da Federação Nacional dos Servidores Públicos Estaduais e do Distrito Federal - FENASEPE; Representante da Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil - FENOJUS; Representante da Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público - ANSEMP; Representante da Federação Nacional dos Trabalhados do Judiciário Federal e do Ministério Público - FENAJUFE.

    Embarassed Putz, foi aprovado ainda antes! cheers

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    Mensagem por jornalista em Qui 09 Maio 2019, 6:53 pm

    anuvenzinha escreveu:
    OJ_Leoqr escreveu:PEC 6/2019
    Pareceres Aprovados ou Pendentes de Aprovação

    08/05/2019
    Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição nº 6-A, de 2019, do Poder Executivo, que "modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências" ( PEC00619 )

    Apresentação do Requerimento de Audiência Pública n. 143/2019, pelo Deputado João Campos (PRB-GO), que: "Requer Audiência pública para debater a Proposta de Emenda à Constituição nº 06/2019, que modifica o sistema de previdência social, estabelece regras de transição e disposições transitórias, e dá outras providências. Com os seguintes convidados: JAYME DE OLIVEIRA - Presidente da AMB - Associação dos Magistrados Brasileiros; PEDRO PAULO COELHO - Presidente da ANADEP - Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos; FELIPE SANTA CRUZ - Presidente da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil; JOSÉ ROBALINHO CAVALCANTI - Presidente da ANPR - Associação Nacional dos Procuradores da República; FERNANDO MARCELO MENDES - Presidente da AJUFE - Associação dos Juízes Federais do Brasil; LEANDRO CERQUEIRA LIMA - Presidente da ABC - Associação Brasileira de Criminalística; EDVANDIR FELIX DE PAIVA - Presidente da ADPF - Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; ANTÔNIO COELHO - Presidente da AGTBRASIL- Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil; CREUSA CAMELIER - Presidente da AMPOL - Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil; WALLACE FRANÇA DE MELO - APCN - Associação das Polícias do Congresso Nacional; CLAUDIO VIEIRA MENDES - Presidente da CENTRAPOL - Central Única Nacional dos Policiais Federais; ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ - Presidente da COBRAPOL - Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis; CARLOS EDUARDO BENITO JORGE - Presidente da ADEPOL - Associação dos Delegados de Polícia do Brasil; CLOVIS ROBERTO PEREIRA - Presidente da FENAGUARDAS - Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais do Brasil; VIVIANE DA ROSA - Presidente da FENADEPOL - Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal; LUÍS ANTÔNIO DE ARAÚJO BOUDENS - Presidente da FENAPEF - Federação Nacional dos Policiais Federais; ANTÔNIO MACIEL AGUIAR FILHO - Presidente da FENAPPI - Federação dos Peritos em Papiloscopia e Identificação; DEOLINDO PAULO CARNIEL - Presidente da FENAPRF - Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais; FERNANDO ANUNCIAÇÃO - Presidente da FENASPEN - Federação Nacional dos Servidores Penitenciários; FREDERICO FERRAZ VIEIRA DE FRANÇA - Presidente da OPB - Ordem dos Policiais do Brasil; CARLOS ANTONIO TERRA ESTRELA - Presidente da ASBIN - Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência; CLAYTON MORAES BARROS - Presidente da UNIPOL - União Nacional das Policiais Legislativas; e ROBERTO CONDE - Presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Socioeducativo do Estado de Goiás.


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    Mas a galera da aposentadoria especial com paridade está ali mais que representada


    Aí quando o assunto é reajuste do Judiciário, somos pauta bomba, 120 mil ganhando acima do teto e aquela putaria toda

    PQP!

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    Na minha modesta opinião, só deveriam existir dois sindicatos: um do setor público e um do privado. Com alternância obrigatória e vedação de política partidária.
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    Mensagem por Bastião em Qui 09 Maio 2019, 9:26 pm

    Na mídia e neste fórum sempre presto atenção aos argumentos favoráveis à reforma, quase unânime no "mainstream".

    Como contraponto, segue um outro lado, de um ex banqueiro em audiência pública na Câmara.

    Aos 7:40 Alexandre Frota deu uma manjada kkkk

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    Mensagem por tre-rj em Sex 10 Maio 2019, 8:49 am

    O didatismo do ministro
    Paulo Guedes foi bastante didático sobre os riscos que o País corre se o Congresso não aprovar a reforma da Previdência
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    Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

    10 de maio de 2019 | 03h00

    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

    Ou seja, daqui em diante, ninguém que tenha ouvido o ministro Guedes pode alegar ignorância a respeito do que está em jogo: votar contra a reforma ou impor mudanças que a tornem branda demais significa votar contra o Brasil. Não à toa, até mesmo o eleitorado do País, naturalmente refratário a mudanças que representem endurecimento das regras para as aposentadorias, já demonstra ter compreendido o imperativo da reforma.

    Uma pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 59% dos brasileiros consideram necessário modificar o sistema das aposentadorias. Além disso, 71% entendem que as regras da Previdência devem ser iguais para todos – e 68% consideram que o conjunto da população é prejudicado sempre que um grupo específico ganha privilégios no sistema previdenciário.

    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

    Na Câmara, o ministro Paulo Guedes aludiu ao problema do desconhecimento sobre a proposta de reforma. “Temos esse problema de comunicação”, disse Guedes, salientando que, enquanto a base governista é novata e desmobilizada, “a oposição é aguerrida, sabe bater, criar coisas e se isentar de problemas”. Assim, “até o governo contar a verdade dele, o tempo está passando”, acrescentou o ministro, que fez um apelo aos deputados: “Contamos com a serenidade dos senhores”.

    O próprio ministro reconheceu, contudo, que há adversários da reforma da Previdência mesmo dentro do governo. “Acho que tem gente do governo que pode até ficar feliz” se a reforma for desidratada, disse Paulo Guedes, sem citar nomes. Afinal, até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já deu declarações sugerindo que a reforma encaminhada por seu próprio governo pode e deve ser abrandada – atitude coerente com uma carreira política marcada por franca hostilidade em relação a qualquer endurecimento das regras das aposentadorias.

    Ciente do exército bem organizado de inimigos da reforma, o ministro Paulo Guedes e seu auxiliar Rogério Marinho foram à Câmara munidos de números incontestáveis a respeito do problema previdenciário a ser enfrentado: mostraram aos deputados que os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária; que o número de contribuintes por aposentado caiu de 14, há 40 anos, para 7 hoje, e em breve serão apenas pouco mais de 2; e que os gastos previdenciários, que representam metade dos gastos federais, são sete vezes maiores do que os da educação, quatro vezes os da saúde e três vezes a soma dos gastos de saúde, educação e segurança pública. Ou seja, “o sistema já está condenado à quebra”, disse o ministro Guedes, e isso pode levar o País à bancarrota.

    Nenhuma dessas informações é passível de controvérsias. São fatos aritmeticamente sustentados. O ministro Paulo Guedes fez bem em expor serenamente esses números aos senhores deputados, para que compreendam a dimensão do problema. Assim, se escolherem o caminho da oposição irresponsável, eles o farão sabendo perfeitamente o que isso significará para o País.

       
       
       
       
       
       
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    Mensagem por tre-rj em Sex 10 Maio 2019, 8:59 am

    Vc ouviu do que ele falou sobre marajás e em combater os privilégios? quem são os marajás e quem são os privilegiados na acepção dele?


    Bastião escreveu:Na mídia e neste fórum sempre presto atenção aos argumentos favoráveis à reforma, quase unânime no "mainstream".

    Como contraponto, segue um outro lado, de um ex banqueiro em audiência pública na Câmara.

    Aos 7:40 Alexandre Frota deu uma manjada kkkk


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