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    Reforma da Previdência (versão 2019)

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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 25 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Galizezin em Sex 10 Maio 2019, 9:10 am

    tre-rj escreveu:O didatismo do ministro
    Paulo Guedes foi bastante didático sobre os riscos que o País corre se o Congresso não aprovar a reforma da Previdência
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    Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

    10 de maio de 2019 | 03h00

    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

    Ou seja, daqui em diante, ninguém que tenha ouvido o ministro Guedes pode alegar ignorância a respeito do que está em jogo: votar contra a reforma ou impor mudanças que a tornem branda demais significa votar contra o Brasil. Não à toa, até mesmo o eleitorado do País, naturalmente refratário a mudanças que representem endurecimento das regras para as aposentadorias, já demonstra ter compreendido o imperativo da reforma.

    Uma pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 59% dos brasileiros consideram necessário modificar o sistema das aposentadorias. Além disso, 71% entendem que as regras da Previdência devem ser iguais para todos – e 68% consideram que o conjunto da população é prejudicado sempre que um grupo específico ganha privilégios no sistema previdenciário.

    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

    Na Câmara, o ministro Paulo Guedes aludiu ao problema do desconhecimento sobre a proposta de reforma. “Temos esse problema de comunicação”, disse Guedes, salientando que, enquanto a base governista é novata e desmobilizada, “a oposição é aguerrida, sabe bater, criar coisas e se isentar de problemas”. Assim, “até o governo contar a verdade dele, o tempo está passando”, acrescentou o ministro, que fez um apelo aos deputados: “Contamos com a serenidade dos senhores”.

    O próprio ministro reconheceu, contudo, que há adversários da reforma da Previdência mesmo dentro do governo. “Acho que tem gente do governo que pode até ficar feliz” se a reforma for desidratada, disse Paulo Guedes, sem citar nomes. Afinal, até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já deu declarações sugerindo que a reforma encaminhada por seu próprio governo pode e deve ser abrandada – atitude coerente com uma carreira política marcada por franca hostilidade em relação a qualquer endurecimento das regras das aposentadorias.

    Ciente do exército bem organizado de inimigos da reforma, o ministro Paulo Guedes e seu auxiliar Rogério Marinho foram à Câmara munidos de números incontestáveis a respeito do problema previdenciário a ser enfrentado: mostraram aos deputados que os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária; que o número de contribuintes por aposentado caiu de 14, há 40 anos, para 7 hoje, e em breve serão apenas pouco mais de 2; e que os gastos previdenciários, que representam metade dos gastos federais, são sete vezes maiores do que os da educação, quatro vezes os da saúde e três vezes a soma dos gastos de saúde, educação e segurança pública. Ou seja, “o sistema já está condenado à quebra”, disse o ministro Guedes, e isso pode levar o País à bancarrota.

    Nenhuma dessas informações é passível de controvérsias. São fatos aritmeticamente sustentados. O ministro Paulo Guedes fez bem em expor serenamente esses números aos senhores deputados, para que compreendam a dimensão do problema. Assim, se escolherem o caminho da oposição irresponsável, eles o farão sabendo perfeitamente o que isso significará para o País.
       
         
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    quem assistiu na íntegra viu ele se enrolar várias vezes nas explicações, ou pela falta delas aos questionamentos levantados.


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    Mensagem por tre-rj em Sex 10 Maio 2019, 9:13 am

    Ou esses números apresentados são falsos ou está explicada a necessidade da reforma da previdência.

    Não adianta ficar esperneando achando que o governo tem que cortar da saúde e da educação para financiar aposentadoria de servidor.

    Galizezin escreveu:
    tre-rj escreveu:O didatismo do ministro
    Paulo Guedes foi bastante didático sobre os riscos que o País corre se o Congresso não aprovar a reforma da Previdência
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    10 de maio de 2019 | 03h00

    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

    Ou seja, daqui em diante, ninguém que tenha ouvido o ministro Guedes pode alegar ignorância a respeito do que está em jogo: votar contra a reforma ou impor mudanças que a tornem branda demais significa votar contra o Brasil. Não à toa, até mesmo o eleitorado do País, naturalmente refratário a mudanças que representem endurecimento das regras para as aposentadorias, já demonstra ter compreendido o imperativo da reforma.

    Uma pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 59% dos brasileiros consideram necessário modificar o sistema das aposentadorias. Além disso, 71% entendem que as regras da Previdência devem ser iguais para todos – e 68% consideram que o conjunto da população é prejudicado sempre que um grupo específico ganha privilégios no sistema previdenciário.

    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

    Na Câmara, o ministro Paulo Guedes aludiu ao problema do desconhecimento sobre a proposta de reforma. “Temos esse problema de comunicação”, disse Guedes, salientando que, enquanto a base governista é novata e desmobilizada, “a oposição é aguerrida, sabe bater, criar coisas e se isentar de problemas”. Assim, “até o governo contar a verdade dele, o tempo está passando”, acrescentou o ministro, que fez um apelo aos deputados: “Contamos com a serenidade dos senhores”.

    O próprio ministro reconheceu, contudo, que há adversários da reforma da Previdência mesmo dentro do governo. “Acho que tem gente do governo que pode até ficar feliz” se a reforma for desidratada, disse Paulo Guedes, sem citar nomes. Afinal, até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já deu declarações sugerindo que a reforma encaminhada por seu próprio governo pode e deve ser abrandada – atitude coerente com uma carreira política marcada por franca hostilidade em relação a qualquer endurecimento das regras das aposentadorias.

    Ciente do exército bem organizado de inimigos da reforma, o ministro Paulo Guedes e seu auxiliar Rogério Marinho foram à Câmara munidos de números incontestáveis a respeito do problema previdenciário a ser enfrentado: mostraram aos deputados que os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária; que o número de contribuintes por aposentado caiu de 14, há 40 anos, para 7 hoje, e em breve serão apenas pouco mais de 2; e que os gastos previdenciários, que representam metade dos gastos federais, são sete vezes maiores do que os da educação, quatro vezes os da saúde e três vezes a soma dos gastos de saúde, educação e segurança pública. Ou seja, “o sistema já está condenado à quebra”, disse o ministro Guedes, e isso pode levar o País à bancarrota.

    Nenhuma dessas informações é passível de controvérsias. São fatos aritmeticamente sustentados. O ministro Paulo Guedes fez bem em expor serenamente esses números aos senhores deputados, para que compreendam a dimensão do problema. Assim, se escolherem o caminho da oposição irresponsável, eles o farão sabendo perfeitamente o que isso significará para o País.
       
         
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    Mensagem por jornalista em Sex 10 Maio 2019, 9:16 am

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    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

    Ou seja, daqui em diante, ninguém que tenha ouvido o ministro Guedes pode alegar ignorância a respeito do que está em jogo: votar contra a reforma ou impor mudanças que a tornem branda demais significa votar contra o Brasil. Não à toa, até mesmo o eleitorado do País, naturalmente refratário a mudanças que representem endurecimento das regras para as aposentadorias, já demonstra ter compreendido o imperativo da reforma.

    Uma pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 59% dos brasileiros consideram necessário modificar o sistema das aposentadorias. Além disso, 71% entendem que as regras da Previdência devem ser iguais para todos – e 68% consideram que o conjunto da população é prejudicado sempre que um grupo específico ganha privilégios no sistema previdenciário.

    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

    Na Câmara, o ministro Paulo Guedes aludiu ao problema do desconhecimento sobre a proposta de reforma. “Temos esse problema de comunicação”, disse Guedes, salientando que, enquanto a base governista é novata e desmobilizada, “a oposição é aguerrida, sabe bater, criar coisas e se isentar de problemas”. Assim, “até o governo contar a verdade dele, o tempo está passando”, acrescentou o ministro, que fez um apelo aos deputados: “Contamos com a serenidade dos senhores”.

    O próprio ministro reconheceu, contudo, que há adversários da reforma da Previdência mesmo dentro do governo. “Acho que tem gente do governo que pode até ficar feliz” se a reforma for desidratada, disse Paulo Guedes, sem citar nomes. Afinal, até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já deu declarações sugerindo que a reforma encaminhada por seu próprio governo pode e deve ser abrandada – atitude coerente com uma carreira política marcada por franca hostilidade em relação a qualquer endurecimento das regras das aposentadorias.

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    Nenhuma dessas informações é passível de controvérsias. São fatos aritmeticamente sustentados. O ministro Paulo Guedes fez bem em expor serenamente esses números aos senhores deputados, para que compreendam a dimensão do problema. Assim, se escolherem o caminho da oposição irresponsável, eles o farão sabendo perfeitamente o que isso significará para o País.
       
         
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    Acho natural ele se enrolar. Primeiro que ele não sabe tudo. Segundo ele está estreando no setor público. Terceiro ele não faz tudo lá, tem um monte de assessor. E quarto as perguntassem que ser capciosas mesmo, é o papel da oposição.
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    Mensagem por Galizezin em Sex 10 Maio 2019, 9:52 am

    jornalista escreveu:
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    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

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    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

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    O próprio ministro reconheceu, contudo, que há adversários da reforma da Previdência mesmo dentro do governo. “Acho que tem gente do governo que pode até ficar feliz” se a reforma for desidratada, disse Paulo Guedes, sem citar nomes. Afinal, até mesmo o presidente Jair Bolsonaro já deu declarações sugerindo que a reforma encaminhada por seu próprio governo pode e deve ser abrandada – atitude coerente com uma carreira política marcada por franca hostilidade em relação a qualquer endurecimento das regras das aposentadorias.

    Ciente do exército bem organizado de inimigos da reforma, o ministro Paulo Guedes e seu auxiliar Rogério Marinho foram à Câmara munidos de números incontestáveis a respeito do problema previdenciário a ser enfrentado: mostraram aos deputados que os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária; que o número de contribuintes por aposentado caiu de 14, há 40 anos, para 7 hoje, e em breve serão apenas pouco mais de 2; e que os gastos previdenciários, que representam metade dos gastos federais, são sete vezes maiores do que os da educação, quatro vezes os da saúde e três vezes a soma dos gastos de saúde, educação e segurança pública. Ou seja, “o sistema já está condenado à quebra”, disse o ministro Guedes, e isso pode levar o País à bancarrota.

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    Acho natural ele se enrolar. Primeiro que ele não sabe tudo. Segundo ele está estreando no setor público. Terceiro ele não faz tudo lá, tem um monte de assessor. E quarto as perguntassem que ser capciosas mesmo, é o papel da oposição.

    são os mesmos argumentos que o pessoal da esquerda sustentava quando os da direita atacavam dilma e lula. eu me cego para meu amo. isso é paixão. só vejo virtudes e nenhum defeito. kkk


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    Mensagem por jornalista em Sex 10 Maio 2019, 10:00 am

    Galizezin escreveu:
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    10 de maio de 2019 | 03h00

    Em audiência na Comissão Especial da Câmara que analisa a proposta de reforma da Previdência, na quarta-feira passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi bastante didático ao expor os riscos que o País corre se o Congresso não aprová-la. Durante cerca de oito horas, Guedes e o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, tentaram explicar aos parlamentares que o rombo da Previdência, em resumo, “é um buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil e precisa ser atacado” – e, caso não haja reforma, ou se a proposta for muito desidratada, há sério risco de não haver dinheiro para o pagamento das aposentadorias num futuro próximo.

    Ou seja, daqui em diante, ninguém que tenha ouvido o ministro Guedes pode alegar ignorância a respeito do que está em jogo: votar contra a reforma ou impor mudanças que a tornem branda demais significa votar contra o Brasil. Não à toa, até mesmo o eleitorado do País, naturalmente refratário a mudanças que representem endurecimento das regras para as aposentadorias, já demonstra ter compreendido o imperativo da reforma.

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    Um dos aspectos mais duros da reforma, o estabelecimento de uma idade mínima, tem o apoio de 72% dos entrevistados, um aumento significativo em relação aos 65% verificados em 2015. No geral, portanto, parece haver uma base sólida na opinião pública sobre a qual é possível construir o consenso em torno da aprovação da reforma no Congresso.

    O problema, como mostra essa mesma pesquisa, é o desconhecimento da proposta em si. Entre os entrevistados, apenas 36% dizem conhecer pelo menos os principais pontos do texto encaminhado pelo governo ao Congresso – e destes, 51% se dizem contrários ao que propõe o projeto.

    Na Câmara, o ministro Paulo Guedes aludiu ao problema do desconhecimento sobre a proposta de reforma. “Temos esse problema de comunicação”, disse Guedes, salientando que, enquanto a base governista é novata e desmobilizada, “a oposição é aguerrida, sabe bater, criar coisas e se isentar de problemas”. Assim, “até o governo contar a verdade dele, o tempo está passando”, acrescentou o ministro, que fez um apelo aos deputados: “Contamos com a serenidade dos senhores”.

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    Ciente do exército bem organizado de inimigos da reforma, o ministro Paulo Guedes e seu auxiliar Rogério Marinho foram à Câmara munidos de números incontestáveis a respeito do problema previdenciário a ser enfrentado: mostraram aos deputados que os 15% mais ricos acumulam 47% da renda previdenciária; que o número de contribuintes por aposentado caiu de 14, há 40 anos, para 7 hoje, e em breve serão apenas pouco mais de 2; e que os gastos previdenciários, que representam metade dos gastos federais, são sete vezes maiores do que os da educação, quatro vezes os da saúde e três vezes a soma dos gastos de saúde, educação e segurança pública. Ou seja, “o sistema já está condenado à quebra”, disse o ministro Guedes, e isso pode levar o País à bancarrota.

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    Acho natural ele se enrolar. Primeiro que ele não sabe tudo. Segundo ele está estreando no setor público. Terceiro ele não faz tudo lá, tem um monte de assessor. E quarto as perguntassem que ser capciosas mesmo, é o papel da oposição.

    são os mesmos argumentos que o pessoal da esquerda sustentava quando os da direita atacavam dilma e lula. eu me cego para meu amo. isso é paixão. só vejo virtudes e nenhum defeito. kkk
    No meu caso não. A Dilma estava certa em querer a reforma da previdência.
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    Mensagem por sprg4 em Sex 10 Maio 2019, 10:27 am

    Lula queria, Dilma queria, Bolsonaro quer... Mas tds são mentirosos, não há déficit! O país está economicamente ótimo, são tds escrotos querendo ferrar os pobres!
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    Mensagem por Galizezin em Sex 10 Maio 2019, 10:35 am

    sprg4 escreveu:Lula queria, Dilma queria, Bolsonaro quer... Mas tds são mentirosos, não há déficit! O país está economicamente ótimo, são tds escrotos querendo ferrar os pobres!

    vc não tinha se autobanido?


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    Mensagem por sprg4 em Sex 10 Maio 2019, 10:45 am

    Galizezin escreveu:
    sprg4 escreveu:Lula queria, Dilma queria, Bolsonaro quer... Mas tds são mentirosos, não há déficit! O país está economicamente ótimo, são tds escrotos querendo ferrar os pobres!

    vc não tinha se autobanido?

    Não! Eu estou trabalhando minha paciência, lembra?! Às vezes, eu falho! kkkkkk
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    Mensagem por Galizezin em Sex 10 Maio 2019, 10:47 am

    sprg4 escreveu:
    Galizezin escreveu:
    sprg4 escreveu:Lula queria, Dilma queria, Bolsonaro quer... Mas tds são mentirosos, não há déficit! O país está economicamente ótimo, são tds escrotos querendo ferrar os pobres!

    vc não tinha se autobanido?

    Não! Eu estou trabalhando minha paciência, lembra?! Às vezes, eu falho! kkkkkk

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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 25 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 13 Maio 2019, 11:16 am

    sprg4 escreveu:Lula queria, Dilma queria, Bolsonaro quer... Mas tds são mentirosos, não há déficit! O país está economicamente ótimo, são tds escrotos querendo ferrar os pobres!

    Isso aí! Não aprovem a reforma da previdência! Vai ser ótimo! [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 25 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por euvoltei em Seg 13 Maio 2019, 3:55 pm

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    Alguns dos principais nomes técnicos do Ministério da Economia explicando o porque da necessidade da reforma da previdência, Na Semana Orçamentária e Financeira da ENAP,
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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 25 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por tre-rj em Ter 14 Maio 2019, 1:58 pm

    Maia diz que falta de clareza de políticas de Bolsonaro dificulta aprovação da Previdência
    Presidente da Câmara diz que somente as mudanças na aposentadoria não serão suficientes para resolver crise no país


    Washington

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (14) que a falta de clareza sobre as políticas do governo Jair Bolsonaro cria dificuldade para que os parlamentares aprovem a reforma da Previdência. Segundo o deputado, as mudanças no sistema de aposentadoria não são suficientes para resolver os problemas de desemprego e desigualdade social no país.

    "Ainda não compreendemos, olhando a longo prazo, quais são as políticas que esse governo trouxe para sobrepor os 13 anos de governo do PT, que trouxe uma agenda que foi muito criticada, inclusive pelo DEM. Não é o DEM que está no governo, mas a direita mais extrema que está no governo, e até agora a gente não entendeu qual é essa agenda", afirmou Maia durante palestra em Nova York para investidores e empresários.

    "Esse também é um outro problema: se a gente sabe como tirar algo que se esgotou, mas a gente ainda não sabe o que colocar no lugar, isso também gera certo desconforto na relação entre os Poderes, porque o deputado vai votar uma matéria como a Previdência e quer entender como essa votação vai gerar um impacto na melhoria da qualidade de vida dos seus eleitores", completou.

    Ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, que também defenderam a necessidade de aprovar a reforma, Maia afirmou que ele mesmo tem invertido o discurso para buscar alternativas que organizem "a outra parte das despesas públicas".

    "A Previdência sozinha não vai resolver o nosso problema de crescimento, de geração de emprego, isso está sendo muito propagado no Brasil. Eu parei de fazer isso há 30 ou 40 dias quando percebi que estava errando. Não haverá, no dia seguinte [à aprovação da reforma] o que nós esperamos de resultado", disse Maia.

    O governo Bolsonaro tem tido dificuldade de articular uma base sólida no Congresso para fazer avançar medidas consideradas prioritárias, como as mudanças na aposentadoria. Esta é a principal bandeira da equipe econômica comandada pelo ministro Paulo Guedes (Economia).

    "Precisamos organizar a outra parte das despesas públicas, como é que vamos, num país com 13 milhões de desempregados e 15 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza, organizar o Estado para atender a essas pessoas?".

    O chefe do Senado, por sua vez, disse que a presença dos presidentes dos três Poderes diante da plateia de investidores tinha o objetivo de "passar para o cenário internacional que estamos em harmonia" no empenho para a aprovação da reforma da Previdência.

    "Dizer que os poderes constituídos, mesmo nesse novo formato do Parlamento, já compreende que as reformas são fundamentais para darmos segurança para os senhores que confiam no Brasil, acreditam nesse países com muitas oportunidades, tendo quase tudo por fazer na questão de logística e competitividade, que o Parlamento está atento a isso", disse Alcolumbre.

    Maia admitiu mais uma vez que há uma tensão no relacionamento entre Congresso e Planalto e afirmou que isso é fruto da relação da sociedade com a política. Mas ponderou que Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, têm participado mais na articulação e diálogo com os parlamentares nos últimos dias.

    Segundo o deputado, há um presidente eleito, mas também um Parlamento eleito e que, muitas vezes, as agendas não são necessariamente coincidentes --desde o governo Michel Temer, Maia trabalha para capitalizar a aprovação da reforma da Previdência.

    "Por que o Parlamento não aceita tudo o que o presidente da República coloca já que ele foi eleito presidente da República? É porque a gente não vive na Venezuela, a gente vive no Brasil e nosso sistema, graças a Deus, é diferente daquele".

    Ex-ministro da Defesa na gestão do PT, Nelson Jobim era o mediador do debate entre Maia, Alcolumbre e Toffoli, e disse que a tensão entre os Poderes tem que ser superada.
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    Mensagem por servidor.tre em Qua 15 Maio 2019, 4:55 pm

    tre-rj escreveu: Maia diz que falta de clareza de políticas de Bolsonaro dificulta aprovação da Previdência
    Presidente da Câmara diz que somente as mudanças na aposentadoria não serão suficientes para resolver crise no país


    Washington

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (14) que a falta de clareza sobre as políticas do governo Jair Bolsonaro cria dificuldade para que os parlamentares aprovem a reforma da Previdência. Segundo o deputado, as mudanças no sistema de aposentadoria não são suficientes para resolver os problemas de desemprego e desigualdade social no país.

    "Ainda não compreendemos, olhando a longo prazo, quais são as políticas que esse governo trouxe para sobrepor os 13 anos de governo do PT, que trouxe uma agenda que foi muito criticada, inclusive pelo DEM. Não é o DEM que está no governo, mas a direita mais extrema que está no governo, e até agora a gente não entendeu qual é essa agenda", afirmou Maia durante palestra em Nova York para investidores e empresários.

    "Esse também é um outro problema: se a gente sabe como tirar algo que se esgotou, mas a gente ainda não sabe o que colocar no lugar, isso também gera certo desconforto na relação entre os Poderes, porque o deputado vai votar uma matéria como a Previdência e quer entender como essa votação vai gerar um impacto na melhoria da qualidade de vida dos seus eleitores", completou.

    Ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, que também defenderam a necessidade de aprovar a reforma, Maia afirmou que ele mesmo tem invertido o discurso para buscar alternativas que organizem "a outra parte das despesas públicas".

    "A Previdência sozinha não vai resolver o nosso problema de crescimento, de geração de emprego, isso está sendo muito propagado no Brasil. Eu parei de fazer isso há 30 ou 40 dias quando percebi que estava errando. Não haverá, no dia seguinte [à aprovação da reforma] o que nós esperamos de resultado", disse Maia.

    O governo Bolsonaro tem tido dificuldade de articular uma base sólida no Congresso para fazer avançar medidas consideradas prioritárias, como as mudanças na aposentadoria. Esta é a principal bandeira da equipe econômica comandada pelo ministro Paulo Guedes (Economia).

    "Precisamos organizar a outra parte das despesas públicas, como é que vamos, num país com 13 milhões de desempregados e 15 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza, organizar o Estado para atender a essas pessoas?".

    O chefe do Senado, por sua vez, disse que a presença dos presidentes dos três Poderes diante da plateia de investidores tinha o objetivo de "passar para o cenário internacional que estamos em harmonia" no empenho para a aprovação da reforma da Previdência.

    "Dizer que os poderes constituídos, mesmo nesse novo formato do Parlamento, já compreende que as reformas são fundamentais para darmos segurança para os senhores que confiam no Brasil, acreditam nesse países com muitas oportunidades, tendo quase tudo por fazer na questão de logística e competitividade, que o Parlamento está atento a isso", disse Alcolumbre.

    Maia admitiu mais uma vez que há uma tensão no relacionamento entre Congresso e Planalto e afirmou que isso é fruto da relação da sociedade com a política. Mas ponderou que Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, têm participado mais na articulação e diálogo com os parlamentares nos últimos dias.

    Segundo o deputado, há um presidente eleito, mas também um Parlamento eleito e que, muitas vezes, as agendas não são necessariamente coincidentes --desde o governo Michel Temer, Maia trabalha para capitalizar a aprovação da reforma da Previdência.

    "Por que o Parlamento não aceita tudo o que o presidente da República coloca já que ele foi eleito presidente da República? É porque a gente não vive na Venezuela, a gente vive no Brasil e nosso sistema, graças a Deus, é diferente daquele".

    Ex-ministro da Defesa na gestão do PT, Nelson Jobim era o mediador do debate entre Maia, Alcolumbre e Toffoli, e disse que a tensão entre os Poderes tem que ser superada.

    Será que essa Reforma sai do papel?
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    Mensagem por euvoltei em Qua 15 Maio 2019, 5:49 pm

    Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
    Denunciaram o Temer porque ele acenou com uma proposta que mexia com os Barões da República, ele quase caiu... Só que isso não diminuiu a necessidade da aprovação da reforma...
    Podem derrubar o Bolsonaro, colocar o Maia, o Mourão, a Dilma o Renan, a NASA, etc, que a reforma vai ter que passar....
    Acho que só não precisaria de reforma da previdência se mudassem o país quase todo, (abolir cartórios, 90% dos alvarás, leis trabalhistas, abrir mercado pra banco, empreiteiras, etc..
    enfim fazer o país bombar para a economia... Ou seja 50 reformas ao invés de 1
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    Mensagem por pernalonga em Qua 15 Maio 2019, 7:06 pm

    euvoltei escreveu:Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
    Denunciaram o Temer porque ele acenou com uma proposta que mexia com os Barões da República, ele quase caiu... Só que isso não diminuiu a necessidade da aprovação da reforma...
    Podem derrubar o Bolsonaro, colocar o Maia, o Mourão, a Dilma o Renan, a NASA, etc, que a reforma vai ter que passar....
    Acho que só não precisaria de reforma da previdência se mudassem o país quase todo, (abolir cartórios, 90% dos alvarás, leis trabalhistas, abrir mercado pra banco, empreiteiras, etc..
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    Mensagem por euvoltei em Qua 15 Maio 2019, 7:30 pm

    pernalonga escreveu:
    euvoltei escreveu:Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
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    Governadores do Sul/Sudeste já aceram favoravelmente a reforma, os do Norte/nordeste estão empacando, pois tem um perfil mais populista....

    A mudança sinalizada(na notícia), talvez, é para tentar que alguns deputados tirem o corpo e joguem nas costas dos governadores e deputados estaduais, um eventual desgaste político em parte do eleitorado(servidores estaduais), ou seja, a reforma nacional é do Bolsonaro, mas na estado quem implementou foi o governador, vá tomar contas com ele....

    Como são muitos votos necessários para aprovação de uma emenda, cada voto conta...

    E, uma aprovação no congresso antes, cria condições para uma aprovação estadual...O contrário é quase impossível, e até legalmente discutível...



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    Mensagem por Bastião em Qua 15 Maio 2019, 9:08 pm

    Kkkk..deve até encher a boca pra falar " governador do Nordeste populista ". Dá um tempo.

    Se tem um culpado pelo fracasso para aprovar a reforma de uma vez é o seu presidente da república e a sua base aliada que de aliada não tem nada.

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    Mensagem por euvoltei em Qua 15 Maio 2019, 10:51 pm

    Bastião escreveu:Kkkk..deve até encher a boca pra falar " governador do Nordeste populista ". Dá um tempo.

    Se tem um culpado pelo fracasso para aprovar a reforma de uma vez é o seu presidente da república e a sua base aliada que de aliada não tem nada.


    Faltou vc e encher a boca com um:

    Viva W dias

    Viva Flávio Dino

    ....

    Base aliada dos governos anteriores tão formada na cadeia...


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    Mensagem por silmaria em Qui 16 Maio 2019, 8:56 am

    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:
    euvoltei escreveu:Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
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    A mudança sinalizada(na notícia), talvez, é para tentar que alguns deputados tirem o corpo e joguem nas costas dos governadores e deputados estaduais, um eventual desgaste político em parte do eleitorado(servidores estaduais), ou seja, a reforma nacional é do Bolsonaro, mas na estado quem implementou foi o governador, vá tomar contas com ele....

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    Mensagem por euvoltei em Qui 16 Maio 2019, 9:10 am

    silmaria escreveu:
    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:
    euvoltei escreveu:Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
    Denunciaram o Temer porque ele acenou com uma proposta que mexia com os Barões da República, ele quase caiu... Só que isso não diminuiu a necessidade da aprovação da reforma...
    Podem derrubar o Bolsonaro, colocar o Maia, o Mourão, a Dilma o Renan, a NASA, etc, que a reforma vai ter que passar....
    Acho que só não precisaria de reforma da previdência se mudassem o país quase todo, (abolir cartórios, 90% dos alvarás, leis trabalhistas, abrir mercado pra banco, empreiteiras, etc..
    enfim fazer o país bombar para a economia... Ou seja 50 reformas ao invés de 1

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    Como são muitos votos necessários para aprovação de uma emenda, cada voto conta...

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    Falou besteira... Claro que precisa de reforma, mas essa reforma ai desse governo é criminoso...

    Criminoso foi o Getúlio Vargas, que acabou com idade mínima (que já existia naquela época), e iniciou boa parte dessa bagunça...

    Pelo o que vi com a reforma as regras brasileiras estão na média do mundo....

    Mas sempre, vai ter um que vai dizer "ah,mas no Brasil é diferente".... Essa uma desculpa que vale para todo setor (educação, saúde, posse de armas etc) para fazer errado por aqui o que é certo e já dá certo no mundo todo...
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    Mensagem por servidor.tre em Qui 16 Maio 2019, 12:34 pm

    euvoltei escreveu:Acho que vai sair sim.. 4 anos sem reformas serão sofríveis para o governo federal e para o país...
    Mas, pior ainda ainda para os estados e grandes municípios... Com calote generalizado..

    Isso é o que impulsiona a aprovação...
    Denunciaram o Temer porque ele acenou com uma proposta que mexia com os Barões da República, ele quase caiu... Só que isso não diminuiu a necessidade da aprovação da reforma...
    Podem derrubar o Bolsonaro, colocar o Maia, o Mourão, a Dilma o Renan, a NASA, etc, que a reforma vai ter que passar....
    Acho que só não precisaria de reforma da previdência se mudassem o país quase todo, (abolir cartórios, 90% dos alvarás, leis trabalhistas, abrir mercado pra banco, empreiteiras, etc..
    enfim fazer o país bombar para a economia... Ou seja 50 reformas ao invés de 1

    Vamos aguardar os próximos passos ...

    Obrigado pelo esclarecimento.
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    Mensagem por ale1969 em Qui 16 Maio 2019, 4:18 pm

    euvoltei escreveu:
    silmaria escreveu:
    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:

    Estados e municípios ficarão de fora do relatório a ser apresentado na comissão especial, conforme o próprio presidente deputado Marcelo Ramos (PR-AM):

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    Governadores do Sul/Sudeste já aceram favoravelmente a reforma, os do Norte/nordeste estão empacando, pois tem um perfil mais populista....

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    Como são muitos votos necessários para aprovação de uma emenda, cada voto conta...

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    Falou besteira... Claro que precisa de reforma, mas essa reforma ai desse governo é criminoso...

    Criminoso foi o Getúlio Vargas, que acabou com idade mínima (que já existia naquela época), e iniciou boa parte dessa bagunça...

    Pelo o que vi com a reforma as regras brasileiras estão na média do mundo....

    Mas sempre, vai ter um que vai dizer "ah,mas no Brasil é diferente".... Essa uma desculpa que vale para todo setor (educação, saúde, posse de armas etc) para fazer errado por aqui o que é certo e já dá certo no mundo todo...


    No serviço público há idade mínima desde 1998. Nenhum servidor que tenha ingressado após 2013 receberá aposentadoria acima do teto do INSS. O que falta é falar a verdade e equacionar os gastos, sendo que o Estado deve entrar com a parte prevista na CR/88, afinal já recebeu e gastou com pagamento de juros e serviços da dívida ao longo de muitos anos.

    Reformar sim, destruir o sistema previdenciário, não!
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    Mensagem por Korgano Masaka em Qui 16 Maio 2019, 4:29 pm

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    Mensagem por euvoltei em Qui 16 Maio 2019, 4:47 pm

    ale1969 escreveu:


    No serviço público há idade mínima desde 1998. Nenhum servidor que tenha ingressado após 2013 receberá aposentadoria acima do teto do INSS. O que falta é falar a verdade e equacionar os gastos, sendo que o Estado deve entrar com a parte prevista na CR/88, afinal já recebeu e gastou com pagamento de juros e serviços da dívida ao longo de muitos anos.

    Reformar sim, destruir o sistema previdenciário, não!

    Blz.. olha pra situação atual... MILHÕES com direito adquirido, que geram obrigações BILIONÁRIAS, sem NENHUM centavo acumulado em caixa...

    Então o governo pega o dinheiro de quem contribui HOJE, para pagar esses valores....gerando mais e mais obrigações futuras(direitos de novas aposentadorias) sem reserva financeira alguma...

    Daí, não precisa ser gênio para entender que está falido...

    .....
    O próprio significado do termo previdência, indica que é algo que devemos fazer/prever(guardar) hoje em preparação face o futuro...
    Qual atitude o governo tem hoje em relação ao futuro? Ele pega seu dinheiro a força, gasta, e lhe promete que na sua vez de receber vai dar um jeito de pagar...


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    Mensagem por Convidado em Sex 17 Maio 2019, 12:27 pm

    A reforma que o governo propõe nada mais é do que um calote aos que tem milhões em direito adquirido.
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    Mensagem por pernalonga em Sex 17 Maio 2019, 7:10 pm


    Deputados querem substituir projeto de Guedes para a Previdência

    Grupo de parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, discute abandonar texto enviado pelo governo


    17 de maio de 2019 | 17h43

    Em mais um embate com o governo de Jair Bolsonaro, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo.

    Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira, 16, em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

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    Marcelo Ramos
    Marcelo Ramos é presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência. Foto: Dida Sampaio/Estadão - 25/4/2019

    Segundo Ramos, a decisão de apresentar um substitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, tem conotação basicamente política, levando em consideração a relação completamente desgastada entre o Legislativo e o Executivo. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

    Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

    Não há ainda, segundo Ramos, um projeto definido para ser apresentado. Segundo ele, isso ainda será discutido a partir da próxima semana. “Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência.


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    Reforma da Previdência (versão 2019) - Página 25 Empty Re: Reforma da Previdência (versão 2019)

    Mensagem por euvoltei em Sex 17 Maio 2019, 7:48 pm

    pernalonga escreveu:
    Deputados querem substituir projeto de Guedes para a Previdência

    Grupo de parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, discute abandonar texto enviado pelo governo


    17 de maio de 2019 | 17h43

    Em mais um embate com o governo de Jair Bolsonaro, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo.

    Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira, 16, em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

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    Marcelo Ramos é presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência. Foto: Dida Sampaio/Estadão - 25/4/2019

    Segundo Ramos, a decisão de apresentar um substitutivo ao projeto enviado pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, tem conotação basicamente política, levando em consideração a relação completamente desgastada entre o Legislativo e o Executivo. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

    Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

    Não há ainda, segundo Ramos, um projeto definido para ser apresentado. Segundo ele, isso ainda será discutido a partir da próxima semana. “Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência.


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    Mensagem por Galizezin em Seg 20 Maio 2019, 10:28 am

    euvoltei escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Alguns dos principais nomes técnicos do Ministério da Economia explicando o porque da necessidade da reforma da previdência, Na Semana Orçamentária e Financeira da ENAP,

    não seria alguns dos principais mentirosos do governo, em mais uma sessão de lavagem cerebral?
    assim que a reforma for aprovada, o emprego volta. essa mesma balela foi contada pelo temer: vamos gerar 2 milhões de empregos com a reforma trabalhista. não conseguiu 15% disso e o povo já numa pré-escravidão. os imbecis não explicaram que, com a reforma da Dilma, que colocou em prática o funpresp, a previdência desviou boa parte dos recursos para esse fundo, percebendo apenas valores até o teto. somado a isso está a massa de servidores que resolveu se aposentar em razão do aumento da idade mínima. entretanto, na reforma da dilma já havia sido explicado que os gastos iriam reduzir apenas a longo prazo, em 30 anos. o governo quebrou as perninhas da previdência, depois faz de conta que não é com ele e lança outra conta nas costas dos jumentos trabalhadores.
    outra balela: os mais pobres vão pagar menos com a nova previdência. só não explica que o 1 trilhão é um colchão para implementar logo mais o regime de capitalização, onde somente o trabalhador irá participar, sem a injeção de dinheiro do Estado e do empresariado. acerca disso, o economista fabio giambiagi disse que, sozinho, o trabalhador, para ganhar 1 salário mínimo de previdência, vai precisar contribuir com 32%. o mentiroso ainda disse que no Brasil tem mais suicídio que no Chile. só não explicou os motivos. é que no chile 90%, dos aposentados ganham menos de 1 salário mínimo.


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    Mensagem por Galizezin em Seg 20 Maio 2019, 10:32 am

    Korgano Masaka escreveu:

    esse "especialista" aí diz que FGTS é pago pelo empregado...não precisa dizer mais nada né?


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    Mensagem por Korgano Masaka em Seg 20 Maio 2019, 11:21 am

    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:
    Deputados querem substituir projeto de Guedes para a Previdência

    Grupo de parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, discute abandonar texto enviado pelo governo


    17 de maio de 2019 | 17h43

    Em mais um embate com o governo de Jair Bolsonaro, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo.

    Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira, 16, em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

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    Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

    Não há ainda, segundo Ramos, um projeto definido para ser apresentado. Segundo ele, isso ainda será discutido a partir da próxima semana. “Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência.


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    Mensagem por euvoltei em Seg 20 Maio 2019, 12:04 pm

    Korgano Masaka escreveu:
    euvoltei escreveu:
    pernalonga escreveu:
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    Grupo de parlamentares, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, discute abandonar texto enviado pelo governo


    17 de maio de 2019 | 17h43

    Em mais um embate com o governo de Jair Bolsonaro, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo governo.

    Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira, 16, em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão.

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    Para o deputado, apresentar um novo projeto é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o País, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

    Não há ainda, segundo Ramos, um projeto definido para ser apresentado. Segundo ele, isso ainda será discutido a partir da próxima semana. “Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência.


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    Se não reformar a previdência, robustamente, ela e o país entrarão em colapso.

    Parlamentares já abandonaram essa ideia.... O pensamento hoje é: Aprovar mais ou menos como veio, e deixar na "conta" do Bolsonaro....

    Quanto a reforma tributária, a o congresso quer total protagonismo... tanto que deve passar essa semana na CCJ fácil... (sem nem 1/10 do barulho que foi a previdência)


    -------
    Acho que o governo está se desenhando.... Bolsonaro não vai de toma-lá dá-cá.... Quando cobrado(e se for o caso), vai falar, "Isso é matéria do congresso, perguntem lá."

    E aí, o congresso vai em ritmo próprio, aprovando o que quer, do jeito que quer... E ele se defendendo: contingenciando, privatizando, para não deixar a roda parar de girar....

    ---
    Para mim, é muito melhor do que os 30 anos que passaram, que era só toma-lá dá-cá, com os interesses do país em último lugar.....
    Afinal, cada um joga seu jogo... se o deputado jogar "contra" vai ser exposto de forma clara.... por isso mesmo que deputado do CENTRÃO não quer ser chamado de CENTRÃO, por que já virou sinônimo de chantagista....

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