PCS JÁ



    FUNPRESP

    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Sex 22 Fev 2019, 5:27 pm

    Decisum escreveu:Alguém sabe se a reforma da previdência vai alterar alguma coisa no Funpresp? Tem uma matéria no Correio Brasiliense que menciona isso, mas não é clara:

    “Reduz significativamente o valor das aposentadorias, elimina o caráter público das fundações de previdência complementar dos servidores e permite que os fundos sejam integralmente geridos por entidades abertas, mediante simples licitação, o que significa privatizar fundos, gestão e meios, sem garantias para o servidor, inclusive para os que optaram por migrar para o regime complementar, confiando nas regras anteriores”, avalia Feliciano. O magistrado diz não descarta a possibilidade de, após analisar melhor a proposta, recorrer à Justiça, uma vez que há indícios de incosntitucionalidades no texto.
    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Terrorismo barato.

    P.S.: Só de colocar "privatizar fundos" no meio da frase já mostra a intenção que, em se tratando da Frentas, é desnecessário dizer qual é. Não se pode privatizar algo que já é privado. Os recursos dos fundos de previdência são dos servidores e seus beneficiários, obviamente. Depois de realizado o aporte, a União já não detém qualquer direito sobre os recursos lá depositados. Como poderia privatizar algo que não pertence à União? Não faz o menor sentido.

    Há tanta distorção na manifestação da Frentas que chegam a dizer que "o déficit do RPPS é significativamente menor que o do RGPS", quando o correto é obviamente a comparação per capita, já que o RPPS atende a um universo 20x menor. Mas nesse caso a alegação cairia por terra, então acham melhor utilizar premissas falsas pra "vender o peixe".

    Quanto à suposta "privatização" do Fundo, utilizam esse argumento porque sabem que o servidor público morre de pavor a privatizações em geral, e fica sensível (e cego) diante de argumentos assim. Faltou lembrar que, em relação ao Funpresp, os servidores são "donos" e "clientes", e esse deve ser seu olhar em relação à Funpresp. Não aquele olhar tradicional de servidor público em relação à privatização ("Ai, vão privatizar, vou perder meu emprego!") Se acaso privatizarem a gestão do Fundo (já que os recursos, em si, obviamente não podem ser privatizados), e conseguirem reduzir os custos e melhorar a rentabilidade, tanto melhor.

    Engraçado é que uma hora criticam o Funpresp porque é "gerido pelo Governo" (embora o argumento seja falso). Outra hora dizem que a "privatização" da gestão do Funpresp é prejudicial ao servidor. Ora, ou o "Governo" é mau gestor do fundo, ou é um gestor melhor que a iniciativa privada. As duas coisas, ao mesmo tempo, não dá.

    Desmistificando a mentirada aí, a reforma realmente prevê que a administração dos Fundos de Previdência Complementar criados possa ser entregue à iniciativa privada. A intenção é possibilitar a criação de Fundos mesmo para os menores Estados e Municípios, que não teriam como gerir o fundo por si ou, se o fizessem, incorreriam em gastos muito altos para um pequeno número de contribuintes, inviabilizando a gestão.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sex 22 Fev 2019, 7:52 pm

    Solange4 escreveu:Texto anterior ao conhecimento do texto proposto de reforma

    A reforma da Previdência e a Funpresp
    Mesmo sem saber o que virá na reforma, servidores têm que decidir sobre a migração para a Funpresp

    JOÃO MARCELO CARVALHO
    22/02/2019 06:09

    (...)


    Qualquer elevação de idade mínima pesará favoravelmente à migração para a Funpresp. Isso porque, ao permanecer no regime atual, o servidor trabalhará e contribuirá por mais tempo, para receber um benefício de aposentadoria igual. Já na Funpresp, quanto mais tempo o servidor contribuir e quanto mais idoso aposentar, maior será seu benefício, que é diretamente proporcional ao saldo constituído em sua conta individual e inversamente proporcional à sua expectativa de sobrevida (que reduz à medida que o servidor envelhece).

    Quanto maior for a elevação da idade, maior será o impacto positivo no benefício estimado que o servidor terá na Funpresp, fazendo com que, em determinadas situações, uma migração que não seria recomendável passe a ser.

    Modificação da regra de cálculo da aposentadoria pelo regime da média
    O chamado “regime da média” é aquele em que o benefício de aposentadoria é calculado com base nas 80% maiores remunerações percebidas desde julho de 1994, procedendo-se ao cálculo de uma média aritmética desse conjunto de remunerações, devidamente atualizadas pela inflação. Essa metodologia de cálculo é a única disponível para os servidores empossados a partir de 2004. Para os que entraram no serviço público antes dessa data, continua acessível o “regime da integralidade/paridade”.

    No bojo das discussões sobre a reforma da previdência, cogitou-se modificar o parâmetro “80%” acima citado para “100%”. Trata-se de uma mudança sutil, mas que, em maior ou menor medida, sempre reduzirá o benefício a ser recebido pelo servidor no regime de aposentadoria tradicional.

    Isso ocorre porque ao se considerar os 80% maiores salários, está se expurgando do cálculo da média as 20% menores remunerações, o que eleva a média. Se o cálculo for feito com 100% das remunerações, não haverá qualquer expurgo, puxando o cálculo da média para baixo.

    Outra possível mudança de cálculo que se cogita é a proporcionalização do benefício previdenciário a 40 anos de contribuição. Isto é, se prosperar essa proposta, os servidores poderão aposentar com menos de 40 anos de contribuição, porém com benefício proporcional, o que funcionará como um incentivo para que o servidor postergue sua aposentadoria, produzindo efeito idêntico ao da elevação da idade mínima.

    Qualquer que seja a mudança na fórmula de cálculo, é certo que essa virá com a tendência de redução dos benefícios, que, em algumas situações, poderá ser evitada com a postergação da aposentadoria. O servidor que migrar terá atenuado, de forma significativa, os efeitos dessas mudanças legais, uma vez que a lógica da Funpresp impõe que quanto mais tempo o servidor contribua, maior será o seu benefício.

    Elevação da alíquota contributiva
    Atualmente, os servidores federais contribuem com a alíquota de 11% para o custeio do regime próprio de previdência social. Nas discussões sobre a reforma, muito se fala sobre a elevação dessa alíquota, que está definida em lei ordinária e, portanto, sequer necessita de emenda constitucional para sua modificação.

    Sem adentrarmos na viabilidade jurídica de se elevar essa alíquota, matéria essa que já foi levada ao Supremo Tribunal Federal, o fato é que devemos trabalhar com a possibilidade da elevação desse percentual, seja para 14%, como tentou o ex-presidente Michel Temer, seja para outro percentual.

    Se concretizado esse cenário, a consequência direta para o servidor que não migrar será a obrigatoriedade de pagamento de uma contribuição mais elevada, sem que haja qualquer contrapartida em seu benefício, que (abstraindo-se outras mudanças) se manterá em idêntico patamar.

    Já se migrar para a Funpresp, o servidor terá a liberdade de escolher a contribuição que fará, sabendo que quanto mais contribuir, maior será seu benefício futuro. Assim, caso queira manter sua contribuição para a Funpresp em 11%, poderá assim proceder. Poderá até reduzi-la para o patamar mínimo de 7,5% ou aumentar para o percentual que lhe aprouver. A decisão que tomar em relação à sua contribuição repercutirá em seu benefício futuro.

    Com efeito, o servidor que desejar se isolar do risco de elevação de alíquotas contributivas deverá optar pela migração para a Funpresp.

    Conclusões
    O leitor mais atento certamente já percebeu que, em todos os cenários traçados, sempre houve um fortalecimento da tese de migração para a Funpresp. Trata-se de uma consequência lógica, partindo-se da premissa de que, dada a situação econômica e fiscal do país, qualquer mudança no regime previdenciário dos servidores virá para deixar as regras mais rígidas, gerando economia aos cofres públicos.

    Se, ao menos neste momento, as regras da Funpresp não estão sendo atacadas, por óbvio que a piora (sob o ponto de vista do servidor) das regras do regime tradicional de aposentadoria acarreta uma vantagem competitiva para a Funpresp.

    Isso não significa, em absoluto, que se uma ou mais dessas mudanças forem levadas a efeito todos os servidores deverão migrar. Cada servidor deve avaliar o seu cenário particular e refletir, diante das possíveis mudanças, acerca da a opção que mais lhe convém.

    Ademais, embora fora do foco neste momento, a possibilidade de mudanças nas regras da Funpresp sempre estará presente, para o que seria exigida alteração de lei ordinária (inclusive via medida provisória). A mudança mais temida – que não acreditamos que ocorrerá ao menos no curto prazo – é a possibilidade de redução da alíquota contributiva de 8,5% que a União faz em favor dos servidores federais que participam da Funpresp.

    Além de mudanças legais, na Funpresp poderá haver alterações regulamentares, que dependem de decisão do seu conselho deliberativo e aprovação da Previc. Um último aspecto que merece atenção é a possibilidade de frustração de expectativas de rentabilidade, o que poderá impactar fortemente no benefício futuro a ser pago pela Funpresp.



    ————————————-

    Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.

    Fonte: JOTA em 22/02/2019

    Oxente, mas ninguém dá um piu?


    _________________
    NO RACISM!
    subsidioja_
    subsidioja_
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2490
    Reputação : 329
    Data de inscrição : 05/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por subsidioja_ em Sex 22 Fev 2019, 8:47 pm

    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Texto anterior ao conhecimento do texto proposto de reforma

    A reforma da Previdência e a Funpresp
    Mesmo sem saber o que virá na reforma, servidores têm que decidir sobre a migração para a Funpresp

    JOÃO MARCELO CARVALHO
    22/02/2019 06:09

    (...)


    Qualquer elevação de idade mínima pesará favoravelmente à migração para a Funpresp. Isso porque, ao permanecer no regime atual, o servidor trabalhará e contribuirá por mais tempo, para receber um benefício de aposentadoria igual. Já na Funpresp, quanto mais tempo o servidor contribuir e quanto mais idoso aposentar, maior será seu benefício, que é diretamente proporcional ao saldo constituído em sua conta individual e inversamente proporcional à sua expectativa de sobrevida (que reduz à medida que o servidor envelhece).

    Quanto maior for a elevação da idade, maior será o impacto positivo no benefício estimado que o servidor terá na Funpresp, fazendo com que, em determinadas situações, uma migração que não seria recomendável passe a ser.

    Modificação da regra de cálculo da aposentadoria pelo regime da média
    O chamado “regime da média” é aquele em que o benefício de aposentadoria é calculado com base nas 80% maiores remunerações percebidas desde julho de 1994, procedendo-se ao cálculo de uma média aritmética desse conjunto de remunerações, devidamente atualizadas pela inflação. Essa metodologia de cálculo é a única disponível para os servidores empossados a partir de 2004. Para os que entraram no serviço público antes dessa data, continua acessível o “regime da integralidade/paridade”.

    No bojo das discussões sobre a reforma da previdência, cogitou-se modificar o parâmetro “80%” acima citado para “100%”. Trata-se de uma mudança sutil, mas que, em maior ou menor medida, sempre reduzirá o benefício a ser recebido pelo servidor no regime de aposentadoria tradicional.

    Isso ocorre porque ao se considerar os 80% maiores salários, está se expurgando do cálculo da média as 20% menores remunerações, o que eleva a média. Se o cálculo for feito com 100% das remunerações, não haverá qualquer expurgo, puxando o cálculo da média para baixo.

    Outra possível mudança de cálculo que se cogita é a proporcionalização do benefício previdenciário a 40 anos de contribuição. Isto é, se prosperar essa proposta, os servidores poderão aposentar com menos de 40 anos de contribuição, porém com benefício proporcional, o que funcionará como um incentivo para que o servidor postergue sua aposentadoria, produzindo efeito idêntico ao da elevação da idade mínima.

    Qualquer que seja a mudança na fórmula de cálculo, é certo que essa virá com a tendência de redução dos benefícios, que, em algumas situações, poderá ser evitada com a postergação da aposentadoria. O servidor que migrar terá atenuado, de forma significativa, os efeitos dessas mudanças legais, uma vez que a lógica da Funpresp impõe que quanto mais tempo o servidor contribua, maior será o seu benefício.

    Elevação da alíquota contributiva
    Atualmente, os servidores federais contribuem com a alíquota de 11% para o custeio do regime próprio de previdência social. Nas discussões sobre a reforma, muito se fala sobre a elevação dessa alíquota, que está definida em lei ordinária e, portanto, sequer necessita de emenda constitucional para sua modificação.

    Sem adentrarmos na viabilidade jurídica de se elevar essa alíquota, matéria essa que já foi levada ao Supremo Tribunal Federal, o fato é que devemos trabalhar com a possibilidade da elevação desse percentual, seja para 14%, como tentou o ex-presidente Michel Temer, seja para outro percentual.

    Se concretizado esse cenário, a consequência direta para o servidor que não migrar será a obrigatoriedade de pagamento de uma contribuição mais elevada, sem que haja qualquer contrapartida em seu benefício, que (abstraindo-se outras mudanças) se manterá em idêntico patamar.

    Já se migrar para a Funpresp, o servidor terá a liberdade de escolher a contribuição que fará, sabendo que quanto mais contribuir, maior será seu benefício futuro. Assim, caso queira manter sua contribuição para a Funpresp em 11%, poderá assim proceder. Poderá até reduzi-la para o patamar mínimo de 7,5% ou aumentar para o percentual que lhe aprouver. A decisão que tomar em relação à sua contribuição repercutirá em seu benefício futuro.

    Com efeito, o servidor que desejar se isolar do risco de elevação de alíquotas contributivas deverá optar pela migração para a Funpresp.

    Conclusões
    O leitor mais atento certamente já percebeu que, em todos os cenários traçados, sempre houve um fortalecimento da tese de migração para a Funpresp. Trata-se de uma consequência lógica, partindo-se da premissa de que, dada a situação econômica e fiscal do país, qualquer mudança no regime previdenciário dos servidores virá para deixar as regras mais rígidas, gerando economia aos cofres públicos.

    Se, ao menos neste momento, as regras da Funpresp não estão sendo atacadas, por óbvio que a piora (sob o ponto de vista do servidor) das regras do regime tradicional de aposentadoria acarreta uma vantagem competitiva para a Funpresp.

    Isso não significa, em absoluto, que se uma ou mais dessas mudanças forem levadas a efeito todos os servidores deverão migrar. Cada servidor deve avaliar o seu cenário particular e refletir, diante das possíveis mudanças, acerca da a opção que mais lhe convém.

    Ademais, embora fora do foco neste momento, a possibilidade de mudanças nas regras da Funpresp sempre estará presente, para o que seria exigida alteração de lei ordinária (inclusive via medida provisória). A mudança mais temida – que não acreditamos que ocorrerá ao menos no curto prazo – é a possibilidade de redução da alíquota contributiva de 8,5% que a União faz em favor dos servidores federais que participam da Funpresp.

    Além de mudanças legais, na Funpresp poderá haver alterações regulamentares, que dependem de decisão do seu conselho deliberativo e aprovação da Previc. Um último aspecto que merece atenção é a possibilidade de frustração de expectativas de rentabilidade, o que poderá impactar fortemente no benefício futuro a ser pago pela Funpresp.



    ————————————-

    Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.

    Fonte: JOTA em 22/02/2019

    Oxente, mas ninguém dá um piu?

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?
    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Sex 22 Fev 2019, 8:49 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Texto anterior ao conhecimento do texto proposto de reforma

    A reforma da Previdência e a Funpresp
    Mesmo sem saber o que virá na reforma, servidores têm que decidir sobre a migração para a Funpresp

    JOÃO MARCELO CARVALHO
    22/02/2019 06:09

    (...)


    Qualquer elevação de idade mínima pesará favoravelmente à migração para a Funpresp. Isso porque, ao permanecer no regime atual, o servidor trabalhará e contribuirá por mais tempo, para receber um benefício de aposentadoria igual. Já na Funpresp, quanto mais tempo o servidor contribuir e quanto mais idoso aposentar, maior será seu benefício, que é diretamente proporcional ao saldo constituído em sua conta individual e inversamente proporcional à sua expectativa de sobrevida (que reduz à medida que o servidor envelhece).

    Quanto maior for a elevação da idade, maior será o impacto positivo no benefício estimado que o servidor terá na Funpresp, fazendo com que, em determinadas situações, uma migração que não seria recomendável passe a ser.

    Modificação da regra de cálculo da aposentadoria pelo regime da média
    O chamado “regime da média” é aquele em que o benefício de aposentadoria é calculado com base nas 80% maiores remunerações percebidas desde julho de 1994, procedendo-se ao cálculo de uma média aritmética desse conjunto de remunerações, devidamente atualizadas pela inflação. Essa metodologia de cálculo é a única disponível para os servidores empossados a partir de 2004. Para os que entraram no serviço público antes dessa data, continua acessível o “regime da integralidade/paridade”.

    No bojo das discussões sobre a reforma da previdência, cogitou-se modificar o parâmetro “80%” acima citado para “100%”. Trata-se de uma mudança sutil, mas que, em maior ou menor medida, sempre reduzirá o benefício a ser recebido pelo servidor no regime de aposentadoria tradicional.

    Isso ocorre porque ao se considerar os 80% maiores salários, está se expurgando do cálculo da média as 20% menores remunerações, o que eleva a média. Se o cálculo for feito com 100% das remunerações, não haverá qualquer expurgo, puxando o cálculo da média para baixo.

    Outra possível mudança de cálculo que se cogita é a proporcionalização do benefício previdenciário a 40 anos de contribuição. Isto é, se prosperar essa proposta, os servidores poderão aposentar com menos de 40 anos de contribuição, porém com benefício proporcional, o que funcionará como um incentivo para que o servidor postergue sua aposentadoria, produzindo efeito idêntico ao da elevação da idade mínima.

    Qualquer que seja a mudança na fórmula de cálculo, é certo que essa virá com a tendência de redução dos benefícios, que, em algumas situações, poderá ser evitada com a postergação da aposentadoria. O servidor que migrar terá atenuado, de forma significativa, os efeitos dessas mudanças legais, uma vez que a lógica da Funpresp impõe que quanto mais tempo o servidor contribua, maior será o seu benefício.

    Elevação da alíquota contributiva
    Atualmente, os servidores federais contribuem com a alíquota de 11% para o custeio do regime próprio de previdência social. Nas discussões sobre a reforma, muito se fala sobre a elevação dessa alíquota, que está definida em lei ordinária e, portanto, sequer necessita de emenda constitucional para sua modificação.

    Sem adentrarmos na viabilidade jurídica de se elevar essa alíquota, matéria essa que já foi levada ao Supremo Tribunal Federal, o fato é que devemos trabalhar com a possibilidade da elevação desse percentual, seja para 14%, como tentou o ex-presidente Michel Temer, seja para outro percentual.

    Se concretizado esse cenário, a consequência direta para o servidor que não migrar será a obrigatoriedade de pagamento de uma contribuição mais elevada, sem que haja qualquer contrapartida em seu benefício, que (abstraindo-se outras mudanças) se manterá em idêntico patamar.

    Já se migrar para a Funpresp, o servidor terá a liberdade de escolher a contribuição que fará, sabendo que quanto mais contribuir, maior será seu benefício futuro. Assim, caso queira manter sua contribuição para a Funpresp em 11%, poderá assim proceder. Poderá até reduzi-la para o patamar mínimo de 7,5% ou aumentar para o percentual que lhe aprouver. A decisão que tomar em relação à sua contribuição repercutirá em seu benefício futuro.

    Com efeito, o servidor que desejar se isolar do risco de elevação de alíquotas contributivas deverá optar pela migração para a Funpresp.

    Conclusões
    O leitor mais atento certamente já percebeu que, em todos os cenários traçados, sempre houve um fortalecimento da tese de migração para a Funpresp. Trata-se de uma consequência lógica, partindo-se da premissa de que, dada a situação econômica e fiscal do país, qualquer mudança no regime previdenciário dos servidores virá para deixar as regras mais rígidas, gerando economia aos cofres públicos.

    Se, ao menos neste momento, as regras da Funpresp não estão sendo atacadas, por óbvio que a piora (sob o ponto de vista do servidor) das regras do regime tradicional de aposentadoria acarreta uma vantagem competitiva para a Funpresp.

    Isso não significa, em absoluto, que se uma ou mais dessas mudanças forem levadas a efeito todos os servidores deverão migrar. Cada servidor deve avaliar o seu cenário particular e refletir, diante das possíveis mudanças, acerca da a opção que mais lhe convém.

    Ademais, embora fora do foco neste momento, a possibilidade de mudanças nas regras da Funpresp sempre estará presente, para o que seria exigida alteração de lei ordinária (inclusive via medida provisória). A mudança mais temida – que não acreditamos que ocorrerá ao menos no curto prazo – é a possibilidade de redução da alíquota contributiva de 8,5% que a União faz em favor dos servidores federais que participam da Funpresp.

    Além de mudanças legais, na Funpresp poderá haver alterações regulamentares, que dependem de decisão do seu conselho deliberativo e aprovação da Previc. Um último aspecto que merece atenção é a possibilidade de frustração de expectativas de rentabilidade, o que poderá impactar fortemente no benefício futuro a ser pago pela Funpresp.



    ————————————-

    Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.

    Fonte: JOTA em 22/02/2019

    Oxente, mas ninguém dá um piu?

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?

    Ué, ressuscitou? Achei que não acessasse mais o fórum Laughing
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sex 22 Fev 2019, 9:48 pm

    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Texto anterior ao conhecimento do texto proposto de reforma

    A reforma da Previdência e a Funpresp
    Mesmo sem saber o que virá na reforma, servidores têm que decidir sobre a migração para a Funpresp

    JOÃO MARCELO CARVALHO
    22/02/2019 06:09

    (...)


    Qualquer elevação de idade mínima pesará favoravelmente à migração para a Funpresp. Isso porque, ao permanecer no regime atual, o servidor trabalhará e contribuirá por mais tempo, para receber um benefício de aposentadoria igual. Já na Funpresp, quanto mais tempo o servidor contribuir e quanto mais idoso aposentar, maior será seu benefício, que é diretamente proporcional ao saldo constituído em sua conta individual e inversamente proporcional à sua expectativa de sobrevida (que reduz à medida que o servidor envelhece).

    Quanto maior for a elevação da idade, maior será o impacto positivo no benefício estimado que o servidor terá na Funpresp, fazendo com que, em determinadas situações, uma migração que não seria recomendável passe a ser.

    Modificação da regra de cálculo da aposentadoria pelo regime da média
    O chamado “regime da média” é aquele em que o benefício de aposentadoria é calculado com base nas 80% maiores remunerações percebidas desde julho de 1994, procedendo-se ao cálculo de uma média aritmética desse conjunto de remunerações, devidamente atualizadas pela inflação. Essa metodologia de cálculo é a única disponível para os servidores empossados a partir de 2004. Para os que entraram no serviço público antes dessa data, continua acessível o “regime da integralidade/paridade”.

    No bojo das discussões sobre a reforma da previdência, cogitou-se modificar o parâmetro “80%” acima citado para “100%”. Trata-se de uma mudança sutil, mas que, em maior ou menor medida, sempre reduzirá o benefício a ser recebido pelo servidor no regime de aposentadoria tradicional.

    Isso ocorre porque ao se considerar os 80% maiores salários, está se expurgando do cálculo da média as 20% menores remunerações, o que eleva a média. Se o cálculo for feito com 100% das remunerações, não haverá qualquer expurgo, puxando o cálculo da média para baixo.

    Outra possível mudança de cálculo que se cogita é a proporcionalização do benefício previdenciário a 40 anos de contribuição. Isto é, se prosperar essa proposta, os servidores poderão aposentar com menos de 40 anos de contribuição, porém com benefício proporcional, o que funcionará como um incentivo para que o servidor postergue sua aposentadoria, produzindo efeito idêntico ao da elevação da idade mínima.

    Qualquer que seja a mudança na fórmula de cálculo, é certo que essa virá com a tendência de redução dos benefícios, que, em algumas situações, poderá ser evitada com a postergação da aposentadoria. O servidor que migrar terá atenuado, de forma significativa, os efeitos dessas mudanças legais, uma vez que a lógica da Funpresp impõe que quanto mais tempo o servidor contribua, maior será o seu benefício.

    Elevação da alíquota contributiva
    Atualmente, os servidores federais contribuem com a alíquota de 11% para o custeio do regime próprio de previdência social. Nas discussões sobre a reforma, muito se fala sobre a elevação dessa alíquota, que está definida em lei ordinária e, portanto, sequer necessita de emenda constitucional para sua modificação.

    Sem adentrarmos na viabilidade jurídica de se elevar essa alíquota, matéria essa que já foi levada ao Supremo Tribunal Federal, o fato é que devemos trabalhar com a possibilidade da elevação desse percentual, seja para 14%, como tentou o ex-presidente Michel Temer, seja para outro percentual.

    Se concretizado esse cenário, a consequência direta para o servidor que não migrar será a obrigatoriedade de pagamento de uma contribuição mais elevada, sem que haja qualquer contrapartida em seu benefício, que (abstraindo-se outras mudanças) se manterá em idêntico patamar.

    Já se migrar para a Funpresp, o servidor terá a liberdade de escolher a contribuição que fará, sabendo que quanto mais contribuir, maior será seu benefício futuro. Assim, caso queira manter sua contribuição para a Funpresp em 11%, poderá assim proceder. Poderá até reduzi-la para o patamar mínimo de 7,5% ou aumentar para o percentual que lhe aprouver. A decisão que tomar em relação à sua contribuição repercutirá em seu benefício futuro.

    Com efeito, o servidor que desejar se isolar do risco de elevação de alíquotas contributivas deverá optar pela migração para a Funpresp.

    Conclusões
    O leitor mais atento certamente já percebeu que, em todos os cenários traçados, sempre houve um fortalecimento da tese de migração para a Funpresp. Trata-se de uma consequência lógica, partindo-se da premissa de que, dada a situação econômica e fiscal do país, qualquer mudança no regime previdenciário dos servidores virá para deixar as regras mais rígidas, gerando economia aos cofres públicos.

    Se, ao menos neste momento, as regras da Funpresp não estão sendo atacadas, por óbvio que a piora (sob o ponto de vista do servidor) das regras do regime tradicional de aposentadoria acarreta uma vantagem competitiva para a Funpresp.

    Isso não significa, em absoluto, que se uma ou mais dessas mudanças forem levadas a efeito todos os servidores deverão migrar. Cada servidor deve avaliar o seu cenário particular e refletir, diante das possíveis mudanças, acerca da a opção que mais lhe convém.

    Ademais, embora fora do foco neste momento, a possibilidade de mudanças nas regras da Funpresp sempre estará presente, para o que seria exigida alteração de lei ordinária (inclusive via medida provisória). A mudança mais temida – que não acreditamos que ocorrerá ao menos no curto prazo – é a possibilidade de redução da alíquota contributiva de 8,5% que a União faz em favor dos servidores federais que participam da Funpresp.

    Além de mudanças legais, na Funpresp poderá haver alterações regulamentares, que dependem de decisão do seu conselho deliberativo e aprovação da Previc. Um último aspecto que merece atenção é a possibilidade de frustração de expectativas de rentabilidade, o que poderá impactar fortemente no benefício futuro a ser pago pela Funpresp.



    ————————————-

    Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.

    Fonte: JOTA em 22/02/2019

    Oxente, mas ninguém dá um piu?

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?

    De fato, cada um deve analisar os riscos. Eu já fiz minha análise. Na dúvida, e conhecendo o governo como ele sempre foi e será, ficarei onde estou. Hoje o que vemos é o tal déficit da previdência, e nem por isso os benefícios deixaram de ser pagos. Já nos demais fundos por aí, sem dinheiro = sem benefício, ou será que os fundos possuem máquina impressora de dinheiro? Boa sorte para quem quiser migrar. E lembrem-se, o que está no congresso não passa de uma proposta, que poderá sim ser modificada. Além disso, considerar que o mais otimista prevê aprovação para julho.


    _________________
    NO RACISM!
    subsidioja_
    subsidioja_
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2490
    Reputação : 329
    Data de inscrição : 05/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por subsidioja_ em Sex 22 Fev 2019, 10:38 pm

    androsvilazza escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Solange4 escreveu:Texto anterior ao conhecimento do texto proposto de reforma

    A reforma da Previdência e a Funpresp
    Mesmo sem saber o que virá na reforma, servidores têm que decidir sobre a migração para a Funpresp

    JOÃO MARCELO CARVALHO
    22/02/2019 06:09

    (...)


    Qualquer elevação de idade mínima pesará favoravelmente à migração para a Funpresp. Isso porque, ao permanecer no regime atual, o servidor trabalhará e contribuirá por mais tempo, para receber um benefício de aposentadoria igual. Já na Funpresp, quanto mais tempo o servidor contribuir e quanto mais idoso aposentar, maior será seu benefício, que é diretamente proporcional ao saldo constituído em sua conta individual e inversamente proporcional à sua expectativa de sobrevida (que reduz à medida que o servidor envelhece).

    Quanto maior for a elevação da idade, maior será o impacto positivo no benefício estimado que o servidor terá na Funpresp, fazendo com que, em determinadas situações, uma migração que não seria recomendável passe a ser.

    Modificação da regra de cálculo da aposentadoria pelo regime da média
    O chamado “regime da média” é aquele em que o benefício de aposentadoria é calculado com base nas 80% maiores remunerações percebidas desde julho de 1994, procedendo-se ao cálculo de uma média aritmética desse conjunto de remunerações, devidamente atualizadas pela inflação. Essa metodologia de cálculo é a única disponível para os servidores empossados a partir de 2004. Para os que entraram no serviço público antes dessa data, continua acessível o “regime da integralidade/paridade”.

    No bojo das discussões sobre a reforma da previdência, cogitou-se modificar o parâmetro “80%” acima citado para “100%”. Trata-se de uma mudança sutil, mas que, em maior ou menor medida, sempre reduzirá o benefício a ser recebido pelo servidor no regime de aposentadoria tradicional.

    Isso ocorre porque ao se considerar os 80% maiores salários, está se expurgando do cálculo da média as 20% menores remunerações, o que eleva a média. Se o cálculo for feito com 100% das remunerações, não haverá qualquer expurgo, puxando o cálculo da média para baixo.

    Outra possível mudança de cálculo que se cogita é a proporcionalização do benefício previdenciário a 40 anos de contribuição. Isto é, se prosperar essa proposta, os servidores poderão aposentar com menos de 40 anos de contribuição, porém com benefício proporcional, o que funcionará como um incentivo para que o servidor postergue sua aposentadoria, produzindo efeito idêntico ao da elevação da idade mínima.

    Qualquer que seja a mudança na fórmula de cálculo, é certo que essa virá com a tendência de redução dos benefícios, que, em algumas situações, poderá ser evitada com a postergação da aposentadoria. O servidor que migrar terá atenuado, de forma significativa, os efeitos dessas mudanças legais, uma vez que a lógica da Funpresp impõe que quanto mais tempo o servidor contribua, maior será o seu benefício.

    Elevação da alíquota contributiva
    Atualmente, os servidores federais contribuem com a alíquota de 11% para o custeio do regime próprio de previdência social. Nas discussões sobre a reforma, muito se fala sobre a elevação dessa alíquota, que está definida em lei ordinária e, portanto, sequer necessita de emenda constitucional para sua modificação.

    Sem adentrarmos na viabilidade jurídica de se elevar essa alíquota, matéria essa que já foi levada ao Supremo Tribunal Federal, o fato é que devemos trabalhar com a possibilidade da elevação desse percentual, seja para 14%, como tentou o ex-presidente Michel Temer, seja para outro percentual.

    Se concretizado esse cenário, a consequência direta para o servidor que não migrar será a obrigatoriedade de pagamento de uma contribuição mais elevada, sem que haja qualquer contrapartida em seu benefício, que (abstraindo-se outras mudanças) se manterá em idêntico patamar.

    Já se migrar para a Funpresp, o servidor terá a liberdade de escolher a contribuição que fará, sabendo que quanto mais contribuir, maior será seu benefício futuro. Assim, caso queira manter sua contribuição para a Funpresp em 11%, poderá assim proceder. Poderá até reduzi-la para o patamar mínimo de 7,5% ou aumentar para o percentual que lhe aprouver. A decisão que tomar em relação à sua contribuição repercutirá em seu benefício futuro.

    Com efeito, o servidor que desejar se isolar do risco de elevação de alíquotas contributivas deverá optar pela migração para a Funpresp.

    Conclusões
    O leitor mais atento certamente já percebeu que, em todos os cenários traçados, sempre houve um fortalecimento da tese de migração para a Funpresp. Trata-se de uma consequência lógica, partindo-se da premissa de que, dada a situação econômica e fiscal do país, qualquer mudança no regime previdenciário dos servidores virá para deixar as regras mais rígidas, gerando economia aos cofres públicos.

    Se, ao menos neste momento, as regras da Funpresp não estão sendo atacadas, por óbvio que a piora (sob o ponto de vista do servidor) das regras do regime tradicional de aposentadoria acarreta uma vantagem competitiva para a Funpresp.

    Isso não significa, em absoluto, que se uma ou mais dessas mudanças forem levadas a efeito todos os servidores deverão migrar. Cada servidor deve avaliar o seu cenário particular e refletir, diante das possíveis mudanças, acerca da a opção que mais lhe convém.

    Ademais, embora fora do foco neste momento, a possibilidade de mudanças nas regras da Funpresp sempre estará presente, para o que seria exigida alteração de lei ordinária (inclusive via medida provisória). A mudança mais temida – que não acreditamos que ocorrerá ao menos no curto prazo – é a possibilidade de redução da alíquota contributiva de 8,5% que a União faz em favor dos servidores federais que participam da Funpresp.

    Além de mudanças legais, na Funpresp poderá haver alterações regulamentares, que dependem de decisão do seu conselho deliberativo e aprovação da Previc. Um último aspecto que merece atenção é a possibilidade de frustração de expectativas de rentabilidade, o que poderá impactar fortemente no benefício futuro a ser pago pela Funpresp.



    ————————————-

    Os artigos publicados pelo JOTA não refletem necessariamente a opinião do site. Os textos buscam estimular o debate sobre temas importantes para o País, sempre prestigiando a pluralidade de ideias.

    Fonte: JOTA em 22/02/2019

    Oxente, mas ninguém dá um piu?

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?

    Ué, ressuscitou? Achei que não acessasse mais o fórum Laughing

    Sou frequentador assíduo mas não posto tanto mais.

    Fiz a migração e aderi ao fundo há quase 2 anos.
    Quando soube q José e Andros tomaram o mesmo rumo me senti no caminho certo, pois são as melhores referências aqui.

    Hoje, com a proposta clara, tenho a certeza de que fiz a melhor escolha.
    Conheço muitos na faixa dos 30 q alegam riscos disso e daquilo.

    Preferem ficar no regime próprio mesmo sabendo q pagarão muito mais e que poderão vir a pagar extra pra cobrir déficits. Mas simplesmente ignoram tais riscos.

    Mas cada um sabe da sua vida. Boa sorte a todos.
    ptralhasnopoder
    ptralhasnopoder
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 624
    Reputação : 54
    Data de inscrição : 18/09/2014

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por ptralhasnopoder em Sab 23 Fev 2019, 7:56 am

    Colegas. Quando migrei foi feito um cálculo do Benefício Especial sem levar em conta um período anterior em outro Órgão.
    Apenas com o cálculo do atual órgão migrei sem que fosse averbado nos meus assentamentos.
    É preciso ficar averbado tal cálculo ou quando da aposentadoria o cálculo será realizado novamente?
    josebarbos
    josebarbos
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2950
    Reputação : 404
    Data de inscrição : 20/05/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Sab 23 Fev 2019, 8:57 am

    ptralhasnopoder escreveu:Colegas. Quando migrei foi feito um cálculo do Benefício Especial sem levar em conta um período anterior em outro Órgão.
    Apenas com o cálculo do atual órgão migrei sem que fosse averbado nos meus assentamentos.
    É preciso ficar averbado tal cálculo ou quando da aposentadoria o cálculo será realizado novamente?

    É recomendável averbar de uma vez. O que abunda não falta.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sab 23 Fev 2019, 12:06 pm

    subsidioja_ escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Oxente, mas ninguém dá um piu?

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?

    Ué, ressuscitou? Achei que não acessasse mais o fórum Laughing

    Sou frequentador assíduo mas não posto tanto mais.

    Fiz a migração e aderi ao fundo há quase 2 anos.
    Quando soube q José e Andros tomaram o mesmo rumo me senti no caminho certo, pois são as melhores referências aqui.

    Hoje, com a proposta clara, tenho a certeza de que fiz a melhor escolha.
    Conheço muitos na faixa dos 30 q alegam riscos disso e daquilo.

    Preferem ficar no regime próprio mesmo sabendo q pagarão muito mais e que poderão vir a pagar extra pra cobrir déficits. Mas simplesmente ignoram tais riscos.

    Mas cada um sabe da sua vida. Boa sorte a todos.

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?


    _________________
    NO RACISM!
    Morena
    Morena
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2770
    Reputação : 637
    Data de inscrição : 01/06/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Morena em Sab 23 Fev 2019, 12:38 pm

    Galizezin escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    subsidioja_ escreveu:

    Como já falado 1001 vezes pelos colegas José Barbosa e Andros, decisão personalíssima.

    Tem uma galera aí que cita os riscos do fundo mas ignora os riscos enormes do RPPS.

    Não tem jeito. De uma forma ou de outra, todos assumirão riscos.

    Quem não quiser o risco funpresp, pague feliz sua alíquota efetiva de 17% até os 65 anos e se aposente pela média aritmética de todas as contribuições (os q entraram entre 2004 e 2013).

    Será q esse pessoal já parou pra fazer a conta?

    Ué, ressuscitou? Achei que não acessasse mais o fórum Laughing



    Sou frequentador assíduo mas não posto tanto mais.

    Fiz a migração e aderi ao fundo há quase 2 anos.
    Quando soube q José e Andros tomaram o mesmo rumo me senti no caminho certo, pois são as melhores referências aqui.

    Hoje, com a proposta clara, tenho a certeza de que fiz a melhor escolha.
    Conheço muitos na faixa dos 30 q alegam riscos disso e daquilo.

    Preferem ficar no regime próprio mesmo sabendo q pagarão muito mais e que poderão vir a pagar extra pra cobrir déficits. Mas simplesmente ignoram tais riscos.

    Mas cada um sabe da sua vida. Boa sorte a todos.

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?

    e o da caixa economica. petros. o que me preocupa é qdo a funpresp se tornar atraente ao governo, aos partidos, com o volume de $$.
    maligna
    maligna
    Usuário Júnior
    Usuário Júnior

    Mensagens : 295
    Reputação : 37
    Data de inscrição : 20/12/2014

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por maligna em Sab 23 Fev 2019, 1:28 pm

    Mais um motivo para fugir da previdência gerida pelo governo, não?
    josebarbos
    josebarbos
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2950
    Reputação : 404
    Data de inscrição : 20/05/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Sab 23 Fev 2019, 2:30 pm

    [quote="Galizezin”]

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?[/quote]

    Pelo visto você não conhece. Comparar Postalis com Funpresp é o mesmo que IMAS e Planassiste
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Sab 23 Fev 2019, 4:07 pm

    josebarbos escreveu:
    \"Galizezin” escreveu:

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?

    Pelo visto você não conhece. Comparar Postalis com Funpresp é o mesmo que IMAS e Planassiste

    é, não conheço nada mesmo.
    qual a liquidez da funpresp? ou seja, se vc se arrepender no curso das contribuições e quiser pular fora, quanto tempo precisa esperar para levar uma "parte" dos valores investidos?
    acha mesmo que o governo está aplicando alíquota de 22% para altos salários porque deseja continuar com sua alíquota contributiva?

    funpresp será mesmo o porto seguro do futuro, intocável, sendo que uma simples medida provisória poderá lhe dar cabo?

    e a rentabilidade? vai continuar firme e forte, sem correr risco algum? sem se equivocar e aplicar numa ENRON da vida?


    _________________
    NO RACISM!
    Morena
    Morena
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2770
    Reputação : 637
    Data de inscrição : 01/06/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Morena em Sab 23 Fev 2019, 5:14 pm

    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:
    \"Galizezin” escreveu:

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?

    Pelo visto você não conhece. Comparar Postalis com Funpresp é o mesmo que IMAS e Planassiste

    é, não conheço nada mesmo.
    qual a liquidez da funpresp? ou seja, se vc se arrepender no curso das contribuições e quiser pular fora, quanto tempo precisa esperar para levar uma "parte" dos valores investidos?
    acha mesmo que o governo está aplicando alíquota de 22% para altos salários porque deseja continuar com sua alíquota contributiva?

    funpresp será mesmo o porto seguro do futuro, intocável, sendo que uma simples medida provisória poderá lhe dar cabo?

    e a rentabilidade? vai continuar firme e forte, sem correr risco algum? sem se equivocar e aplicar numa ENRON da vida?
    daqui a quanto tempo esse será o novo ataque do governo contra os servidores "ricos". privilegiados? por qto tempo, o governo não vai trabalhar na "injustiça" que é alíquota contributiva?
    10 anos, 15?
    Protocol
    Protocol
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 476
    Reputação : 48
    Data de inscrição : 01/06/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Protocol em Dom 24 Fev 2019, 12:06 am

    Morena escreveu:
    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:
    \"Galizezin” escreveu:

    como se porventura algum fundo estivesse isento de cobrar extra para cobrir déficit. conhece o postali?

    Pelo visto você não conhece. Comparar Postalis com Funpresp é o mesmo que IMAS e Planassiste

    é, não conheço nada mesmo.
    qual a liquidez da funpresp? ou seja, se vc se arrepender no curso das contribuições e quiser pular fora, quanto tempo precisa esperar para levar uma "parte" dos valores investidos?
    acha mesmo que o governo está aplicando alíquota de 22% para altos salários porque deseja continuar com sua alíquota contributiva?

    funpresp será mesmo o porto seguro do futuro, intocável, sendo que uma simples medida provisória poderá lhe dar cabo?

    e a rentabilidade? vai continuar firme e forte, sem correr risco algum? sem se equivocar e aplicar numa ENRON da vida?
    daqui a quanto tempo esse será o novo ataque do governo contra os servidores "ricos". privilegiados? por qto tempo, o governo não vai trabalhar na "injustiça" que é alíquota contributiva?
    10 anos, 15?

    Já que o momento é de conjecturas, o que seria mais fácil ao governo em um futuro próximo, tentar se apropriar de um fundo privado formado por recursos privados e sofrer as consequências de gerar pânico em investidores, sofrer acusações de confisco e ações judiciais, ou sobretaxar os aposentados "privilegiados" com integralidade e paridade com a justificativa de preservar o RPPS, quando a maioria dos servidores da ativa não tiver esse direito?
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Dom 24 Fev 2019, 10:09 am

    Protocol escreveu:
    Morena escreveu:
    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:

    Pelo visto você não conhece. Comparar Postalis com Funpresp é o mesmo que IMAS e Planassiste

    é, não conheço nada mesmo.
    qual a liquidez da funpresp? ou seja, se vc se arrepender no curso das contribuições e quiser pular fora, quanto tempo precisa esperar para levar uma "parte" dos valores investidos?
    acha mesmo que o governo está aplicando alíquota de 22% para altos salários porque deseja continuar com sua alíquota contributiva?

    funpresp será mesmo o porto seguro do futuro, intocável, sendo que uma simples medida provisória poderá lhe dar cabo?

    e a rentabilidade? vai continuar firme e forte, sem correr risco algum? sem se equivocar e aplicar numa ENRON da vida?
    daqui a quanto tempo esse será o novo ataque do governo contra os servidores "ricos". privilegiados? por qto tempo, o governo não vai trabalhar na "injustiça" que é alíquota contributiva?
    10 anos, 15?

    Já que o momento é de conjecturas, o que seria mais fácil ao governo em um futuro próximo, tentar se apropriar de um fundo privado formado por recursos privados e sofrer as consequências de gerar pânico em investidores, sofrer acusações de confisco e ações judiciais, ou sobretaxar os aposentados "privilegiados" com integralidade e paridade com a justificativa de preservar o RPPS, quando a maioria dos servidores da ativa não tiver esse direito?

    e continuamos com conjecturas, já que ambos recebem dinheiro do governo, tanto o contributivo quanto o de capitalização. como já disse, e não conjecturei, basta uma MP para modificar a casta de privilegiados do funpresp. certamente a conta da desfaçatez um dia chegará para todos. quem com ferro fere, com ferro será ferido.


    _________________
    NO RACISM!
    Marcos Moura de Souza
    Marcos Moura de Souza
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 95
    Reputação : 9
    Data de inscrição : 07/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Dom 24 Fev 2019, 2:35 pm

    Galizezin escreveu:
    Protocol escreveu:
    Morena escreveu:
    Galizezin escreveu:

    é, não conheço nada mesmo.
    qual a liquidez da funpresp? ou seja, se vc se arrepender no curso das contribuições e quiser pular fora, quanto tempo precisa esperar para levar uma "parte" dos valores investidos?
    acha mesmo que o governo está aplicando alíquota de 22% para altos salários porque deseja continuar com sua alíquota contributiva?

    funpresp será mesmo o porto seguro do futuro, intocável, sendo que uma simples medida provisória poderá lhe dar cabo?

    e a rentabilidade? vai continuar firme e forte, sem correr risco algum? sem se equivocar e aplicar numa ENRON da vida?
    daqui a quanto tempo esse será o novo ataque do governo contra os servidores "ricos". privilegiados? por qto tempo, o governo não vai trabalhar na "injustiça" que é alíquota contributiva?
    10 anos, 15?

    Já que o momento é de conjecturas, o que seria mais fácil ao governo em um futuro próximo, tentar se apropriar de um fundo privado formado por recursos privados e sofrer as consequências de gerar pânico em investidores, sofrer acusações de confisco e ações judiciais, ou sobretaxar os aposentados "privilegiados" com integralidade e paridade com a justificativa de preservar o RPPS, quando a maioria dos servidores da ativa não tiver esse direito?

    e continuamos com conjecturas, já que ambos recebem dinheiro do governo, tanto o contributivo quanto o de capitalização. como já disse, e não conjecturei, basta uma MP para modificar a casta de privilegiados do funpresp. certamente a conta da desfaçatez um dia chegará para todos. quem com ferro fere, com ferro será ferido.

    Vamos colocar esse cenário futuro em números.

    Digamos que daqui a 15 anos 50% dos servidores federais sejam funpresp e os outros 50% tenham optado por continuar no regime atual.

    Digamos, ainda, que o salário final de um analista do judiciário esteja em 28 mil e o teto da previdência em 10 mil.

    Agora vejamos os custos da União em cada um desses dois casos.

    O servidor X optou por ficar no regime atual e recebe os 28 mil reais do final de carreira.

    A União gasta com o servidor X mais de 6 mil reais de PSS patronal (22% hoje salvo engano).

    O servidor Y optou pelo Funpresp e a União gasta aproximadamente 3,7 mil reais com esse servidor (10 mil x 22% + 18 mil x 8,5%).

    Quem você acha que será o vilão no futuro para a sociedade/governo (o que aliás já é hoje)?

    O servidor Y que custa quase a metade para a União em termos de previdência e que estará limitado ao teto igual a iniciativa privada ou o servidor X que terá uma aposentadoria integral de 28 mil?

    Nesse cenário, penso particularmente que o servidor X e seus pares correm muito mais riscos do que seus colegas que optaram pelo funpresp, mas vai de cada um analisar seu futuro.

    PS: Ainda que no futuro a União abaixasse sua contrapartida do funpresp para 50%, ainda mudaria.

    Estou fazendo três cestas para a aposentadoria.

    Teto da previdência + funpresp + aplicações pessoais em títulos de renda fixa de médio prazo (com a diferença que sobra pela alíquota do funpresp ser menor).

    Entre ter três receitas diferentes e apostar em apenas uma (regime atual) com o mesmo custo mensal, fico com as três receitas.

    Estou mostrando esse cenário para os meus colegas de VT e muitos irão para o funpresp.

    Boa sorte para todos com suas escolhas.


    Última edição por Marcos Moura de Souza em Dom 24 Fev 2019, 7:40 pm, editado 1 vez(es)
    Caçador_de_Troll
    Caçador_de_Troll
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 411
    Reputação : 12
    Data de inscrição : 12/09/2014

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Caçador_de_Troll em Dom 24 Fev 2019, 3:58 pm

    Quem busca informação sobre Reforma da Previdência e FUNPRESP, acesse o grupo no telegram com mais de 340 membros.
    Há diversos links de artigos, planilhas, vídeos e debates de casos individuais, o link é:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Dom 24 Fev 2019, 5:09 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Protocol escreveu:
    Morena escreveu:
    daqui a quanto tempo esse será o novo ataque do governo contra os servidores "ricos". privilegiados? por qto tempo, o governo não vai trabalhar na "injustiça" que é alíquota contributiva?
    10 anos, 15?

    Já que o momento é de conjecturas, o que seria mais fácil ao governo em um futuro próximo, tentar se apropriar de um fundo privado formado por recursos privados e sofrer as consequências de gerar pânico em investidores, sofrer acusações de confisco e ações judiciais, ou sobretaxar os aposentados "privilegiados" com integralidade e paridade com a justificativa de preservar o RPPS, quando a maioria dos servidores da ativa não tiver esse direito?

    e continuamos com conjecturas, já que ambos recebem dinheiro do governo, tanto o contributivo quanto o de capitalização. como já disse, e não conjecturei, basta uma MP para modificar a casta de privilegiados do funpresp. certamente a conta da desfaçatez um dia chegará para todos. quem com ferro fere, com ferro será ferido.

    Vamos colocar esse cenário futuro em números.

    Digamos que daqui há 15 anos 50% dos servidores federais sejam funpresp e os outros 50% tenham optado por continuar no regime atual.

    Digamos, ainda, que o salário final de um analista do judiciário esteja em 28 mil e o teto da previdência em 10 mil.

    Agora vejamos os custos da União em cada um desses dois casos.

    O servidor X optou por ficar no regime atual e recebe os 28 mil reais do final de carreira.

    A União gasta com o servidor X mais de 6 mil reais de PSS patronal (22% hoje salvo engano).

    O servidor Y optou pelo Funpresp e a União gasta aproximadamente 3,7 mil reais com esse servidor (10 mil x 22% + 18 mil x 8,5%).

    Quem você acha que será o vilão no futuro para a sociedade/governo (o que aliás já é hoje)?

    O servidor Y que custa quase a metade para a União em termos de previdência e que estará limitado ao teto igual a iniciativa privada ou o servidor X que terá uma aposentadoria integral de 28 mil?

    Nesse cenário, penso particularmente que o servidor X e seus pares correm muito mais riscos do que seus colegas que optaram pelo funpresp, mas vai de cada um analisar seu futuro.

    PS: Ainda que no futuro a União abaixasse sua contrapartida do funpresp para 50%, ainda mudaria.

    Estou fazendo três cestas para a aposentadoria.

    Teto da previdência + funpresp + aplicações pessoais em títulos de renda fixa de médio prazo (com a diferença que sobra pela alíquota do funpresp ser menor).

    Entre ter três receitas diferentes e apostar em apenas uma (regime atual) com o mesmo custo mensal, fico com as três receitas.

    Estou mostrando esse cenário para os meus colegas de VT e muitos irão para o funpresp.

    Boa sorte para todos com suas escolhas.


    Goebbels disse: "Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade."

    O sucesso do regime de capitalização pode ser demonstrado pelo modelo chileno: 90% dos aposentados ganhando menos de 1 salário mínimo.
    Como bom banqueiro que é, posto ipiranga quer colocar nas mãos dos especuladores o dinheiro da TUA previdência. Esse é o âmago da insistência pela reforma.


    _________________
    NO RACISM!
    avatar
    jornalista
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Mensagens : 1467
    Reputação : 41
    Data de inscrição : 10/07/2010

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por jornalista em Seg 25 Fev 2019, 3:57 am

    Galizezin escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Protocol escreveu:

    Já que o momento é de conjecturas, o que seria mais fácil ao governo em um futuro próximo, tentar se apropriar de um fundo privado formado por recursos privados e sofrer as consequências de gerar pânico em investidores, sofrer acusações de confisco e ações judiciais, ou sobretaxar os aposentados "privilegiados" com integralidade e paridade com a justificativa de preservar o RPPS, quando a maioria dos servidores da ativa não tiver esse direito?

    e continuamos com conjecturas, já que ambos recebem dinheiro do governo, tanto o contributivo quanto o de capitalização. como já disse, e não conjecturei, basta uma MP para modificar a casta de privilegiados do funpresp. certamente a conta da desfaçatez um dia chegará para todos. quem com ferro fere, com ferro será ferido.

    Vamos colocar esse cenário futuro em números.

    Digamos que daqui há 15 anos 50% dos servidores federais sejam funpresp e os outros 50% tenham optado por continuar no regime atual.

    Digamos, ainda, que o salário final de um analista do judiciário esteja em 28 mil e o teto da previdência em 10 mil.

    Agora vejamos os custos da União em cada um desses dois casos.

    O servidor X optou por ficar no regime atual e recebe os 28 mil reais do final de carreira.

    A União gasta com o servidor X mais de 6 mil reais de PSS patronal (22% hoje salvo engano).

    O servidor Y optou pelo Funpresp e a União gasta aproximadamente 3,7 mil reais com esse servidor (10 mil x 22% + 18 mil x 8,5%).

    Quem você acha que será o vilão no futuro para a sociedade/governo (o que aliás já é hoje)?

    O servidor Y que custa quase a metade para a União em termos de previdência e que estará limitado ao teto igual a iniciativa privada ou o servidor X que terá uma aposentadoria integral de 28 mil?

    Nesse cenário, penso particularmente que o servidor X e seus pares correm muito mais riscos do que seus colegas que optaram pelo funpresp, mas vai de cada um analisar seu futuro.

    PS: Ainda que no futuro a União abaixasse sua contrapartida do funpresp para 50%, ainda mudaria.

    Estou fazendo três cestas para a aposentadoria.

    Teto da previdência + funpresp + aplicações pessoais em títulos de renda fixa de médio prazo (com a diferença que sobra pela alíquota do funpresp ser menor).

    Entre ter três receitas diferentes e apostar em apenas uma (regime atual) com o mesmo custo mensal, fico com as três receitas.

    Estou mostrando esse cenário para os meus colegas de VT e muitos irão para o funpresp.

    Boa sorte para todos com suas escolhas.


    Goebbels disse: "Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade."

    O sucesso do regime de capitalização pode ser demonstrado pelo modelo chileno: 90% dos aposentados ganhando menos de 1 salário mínimo.
    Como bom banqueiro que é, posto ipiranga quer colocar nas mãos dos especuladores o dinheiro da TUA previdência. Esse é o âmago da insistência pela reforma.
    Mas o modelo será igual ao chileno?
    Marcos Moura de Souza
    Marcos Moura de Souza
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 95
    Reputação : 9
    Data de inscrição : 07/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Seg 25 Fev 2019, 7:16 am

    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Galizezin escreveu:

    e continuamos com conjecturas, já que ambos recebem dinheiro do governo, tanto o contributivo quanto o de capitalização. como já disse, e não conjecturei, basta uma MP para modificar a casta de privilegiados do funpresp. certamente a conta da desfaçatez um dia chegará para todos. quem com ferro fere, com ferro será ferido.

    Vamos colocar esse cenário futuro em números.

    Digamos que daqui a 15 anos 50% dos servidores federais sejam funpresp e os outros 50% tenham optado por continuar no regime atual.

    Digamos, ainda, que o salário final de um analista do judiciário esteja em 28 mil e o teto da previdência em 10 mil.

    Agora vejamos os custos da União em cada um desses dois casos.

    O servidor X optou por ficar no regime atual e recebe os 28 mil reais do final de carreira.

    A União gasta com o servidor X mais de 6 mil reais de PSS patronal (22% hoje salvo engano).

    O servidor Y optou pelo Funpresp e a União gasta aproximadamente 3,7 mil reais com esse servidor (10 mil x 22% + 18 mil x 8,5%).

    Quem você acha que será o vilão no futuro para a sociedade/governo (o que aliás já é hoje)?

    O servidor Y que custa quase a metade para a União em termos de previdência e que estará limitado ao teto igual a iniciativa privada ou o servidor X que terá uma aposentadoria integral de 28 mil?

    Nesse cenário, penso particularmente que o servidor X e seus pares correm muito mais riscos do que seus colegas que optaram pelo funpresp, mas vai de cada um analisar seu futuro.

    PS: Ainda que no futuro a União abaixasse sua contrapartida do funpresp para 50%, ainda mudaria.

    Estou fazendo três cestas para a aposentadoria.

    Teto da previdência + funpresp + aplicações pessoais em títulos de renda fixa de médio prazo (com a diferença que sobra pela alíquota do funpresp ser menor).

    Entre ter três receitas diferentes e apostar em apenas uma (regime atual) com o mesmo custo mensal, fico com as três receitas.

    Estou mostrando esse cenário para os meus colegas de VT e muitos irão para o funpresp.

    Boa sorte para todos com suas escolhas.


    Goebbels disse: "Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade."

    O sucesso do regime de capitalização pode ser demonstrado pelo modelo chileno: 90% dos aposentados ganhando menos de 1 salário mínimo.
    Como bom banqueiro que é, posto ipiranga quer colocar nas mãos dos especuladores o dinheiro da TUA previdência. Esse é o âmago da insistência pela reforma.
    Mas o modelo será igual ao chileno?

    Esse é o ponto.

    O modelo chileno é muito criticado pois é aplicado na iniciativa privada e para classes menos "favorecidas".

    Uma pessoa que ganhe salário mínimo ao longo de sua vida laborativa e que fique boa parte do tempo desempregada, obviamente o valor acumulado no fundo não será suficiente para bancar o seu benefício.

    Mas esta realidade está longe da nossa no judiciário.

    Eu terei que trabalhar mais 29 anos (com a regra dos 65) e com um estimativa conservadora de rendimentos do funpresp terei mais de 2 milhões de reais no fundo ao final desse período.

    Além disso, quem optar ainda terá o teto e BE para os colegas que migrarem.

    Galizezin já deixou clara sua opção por permanecer no sistema atual, o que é perfeitamente válido.

    Cada um deve analisar sua condição pessoal.

    Mas reiteradamente usa argumentos que não se aplicam no nosso caso.

    Solange4
    Solange4
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Mensagens : 1124
    Reputação : 105
    Data de inscrição : 03/06/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Solange4 em Seg 25 Fev 2019, 8:55 am

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    O plenário do Senado aprovou na última terça-feira (19 de fevereiro) o texto da Medida Provisória (MP) 853/2018. Editada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, em setembro do ano passado, nas 48 horas em que esteve no exercício da Presidência da República, a MP reabriu o prazo de migração ao Regime de Previdência Complementar (RPC) até o próximo dia 29 de março. A Câmara dos Deputados já havia aprovado o texto no dia 13 deste mês, que foi promulgado como Lei ontem, sob o número 13.809/2019, e publicado hoje no Diário Oficial.

    (...)
    Até o ano passado, quando se encerrou o terceiro prazo estabelecido em lei para a migração que permite a adesão às Fundações de Previdência Complementar do Servidor Público Federal, pouco mais de 14 mil servidores em todo o país tinham aderido à Funpresp-Jud (a fundação do Poder Judiciário). A absoluta maioria (mais de 90%) eram ingressantes setor público após 2013 e já tinham a aposentadoria limitada ao teto do RGPS.

    O artigo, do site do Sindicato, é claramente contra a adesão. Coloquei aqui porque achei interessante a conta do número de servidores do Judiciário que aderiram...

    Eu decidi não aderir, até porque faltava pouco tempo. Apesar desse tempo ter aumentado, continuo com a mesma opção pessoal.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Seg 25 Fev 2019, 9:28 am

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    jornalista escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:

    Vamos colocar esse cenário futuro em números.

    Digamos que daqui a 15 anos 50% dos servidores federais sejam funpresp e os outros 50% tenham optado por continuar no regime atual.

    Digamos, ainda, que o salário final de um analista do judiciário esteja em 28 mil e o teto da previdência em 10 mil.

    Agora vejamos os custos da União em cada um desses dois casos.

    O servidor X optou por ficar no regime atual e recebe os 28 mil reais do final de carreira.

    A União gasta com o servidor X mais de 6 mil reais de PSS patronal (22% hoje salvo engano).

    O servidor Y optou pelo Funpresp e a União gasta aproximadamente 3,7 mil reais com esse servidor (10 mil x 22% + 18 mil x 8,5%).

    Quem você acha que será o vilão no futuro para a sociedade/governo (o que aliás já é hoje)?

    O servidor Y que custa quase a metade para a União em termos de previdência e que estará limitado ao teto igual a iniciativa privada ou o servidor X que terá uma aposentadoria integral de 28 mil?

    Nesse cenário, penso particularmente que o servidor X e seus pares correm muito mais riscos do que seus colegas que optaram pelo funpresp, mas vai de cada um analisar seu futuro.

    PS: Ainda que no futuro a União abaixasse sua contrapartida do funpresp para 50%, ainda mudaria.

    Estou fazendo três cestas para a aposentadoria.

    Teto da previdência + funpresp + aplicações pessoais em títulos de renda fixa de médio prazo (com a diferença que sobra pela alíquota do funpresp ser menor).

    Entre ter três receitas diferentes e apostar em apenas uma (regime atual) com o mesmo custo mensal, fico com as três receitas.

    Estou mostrando esse cenário para os meus colegas de VT e muitos irão para o funpresp.

    Boa sorte para todos com suas escolhas.


    Goebbels disse: "Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade."

    O sucesso do regime de capitalização pode ser demonstrado pelo modelo chileno: 90% dos aposentados ganhando menos de 1 salário mínimo.
    Como bom banqueiro que é, posto ipiranga quer colocar nas mãos dos especuladores o dinheiro da TUA previdência. Esse é o âmago da insistência pela reforma.
    Mas o modelo será igual ao chileno?

    Esse é o ponto.

    O modelo chileno é muito criticado pois é aplicado na iniciativa privada e para classes menos "favorecidas".

    Uma pessoa que ganhe salário mínimo ao longo de sua vida laborativa e que fique boa parte do tempo desempregada, obviamente o valor acumulado no fundo não será suficiente para bancar o seu benefício.

    Mas esta realidade está longe da nossa no judiciário.

    Eu terei que trabalhar mais 29 anos (com a regra dos 65) e com um estimativa conservadora de rendimentos do funpresp terei mais de 2 milhões de reais no fundo ao final desse período.

    Além disso, quem optar ainda terá o teto e BE para os colegas que migrarem.

    Galizezin já deixou clara sua opção por permanecer no sistema atual, o que é perfeitamente válido.

    Cada um deve analisar sua condição pessoal.

    Mas reiteradamente usa argumentos que não se aplicam no nosso caso.


    Sobre o BE, a verdade é que pouco há de explicação.
    meus argumentos são válidos para quem ingressou antes do início de vigência da funpresp.
    sou imparcial, ao contrário de alguns aqui que tentam passar imparcialidade e ao mesmo tempo ficam atacando servidor que não quer migrar porque tem paridade/integralidade.
    Boa sorte pra quem migrar.


    _________________
    NO RACISM!
    Caçador_de_Troll
    Caçador_de_Troll
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 411
    Reputação : 12
    Data de inscrição : 12/09/2014

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Caçador_de_Troll em Seg 25 Fev 2019, 10:51 am

    Quem busca informação sobre Reforma da Previdência e FUNPRESP, acesse o grupo no telegram com mais de 340 membros.
    Há diversos links de artigos, planilhas, vídeos e debates de casos individuais, o link é:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    josebarbos
    josebarbos
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2950
    Reputação : 404
    Data de inscrição : 20/05/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Seg 25 Fev 2019, 3:00 pm

    Galizezin escreveu:

    Sobre o BE, a verdade é que pouco há de explicação.
    meus argumentos são válidos para quem ingressou antes do início de vigência da funpresp.
    sou imparcial, ao contrário de alguns aqui que tentam passar imparcialidade e ao mesmo tempo ficam atacando servidor que não quer migrar porque tem paridade/integralidade.
    Boa sorte pra quem migrar.

    Falando "DRU" para qualquer problema da previdência é óbvio que não é imparcial.
    Aliás, não há problema nenhum em ser. Muito melhor quem tem um lado e explica o porque. A não ser que seja um dom divino, ninguém é imparcial sobre nada nesta vida. Mas, às vezes, fazemos sacrifícios em busca de um bem comum. Aliás, até nisto, temos um cálculo que justifica um ou outro lado.
    avatar
    translato
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 66
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 07/07/2010

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por translato em Seg 25 Fev 2019, 4:22 pm

    urquell escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    urquell escreveu:E no caso de exoneração (independente do motivo), o ex-servidor leva pra casa integralmente o $$ acumulado?

    Há basicamente 3 tipos de contribuição:
    - Contribuição normal do participante (aquela mensal, no contracheque, de até 8,5%);
    - Contribuição facultativa do participante (contribuição mensal facultativa, aporte extraordinário, saldo transferido de uma previdência aberta);
    - Contribuição normal do patrocinador (o valor que a União destina para sua conta, igual à sua contribuição normal).

    Os dois primeiros saldos (contribuição normal e facultativa do participante) você poderá resgatar 100%.

    O saldo do patrocinador só pode ser resgatado parcialmente, dependendo do tempo que você ficou vinculado ao plano:

    - 10% para menos de 3 anos;
    - 20% para mais de 3 e menos de 6 anos;
    - 30% para mais de 6 e menos de 9 anos;
    - 40% para mais de 9 e menos de 12 anos;
    - 50% para mais de 12 e menos de 15 anos;
    - 60% para mais de 15 e menos de 18 anos;
    - 70% para mais de 18 e menos de 21 anos;
    - 80% para mais de 21 e menos de 24 anos;
    - 90% para mais de 24 anos.

    Muito obrigado, colega.

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?
    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Seg 25 Fev 2019, 4:47 pm

    translato escreveu:
    urquell escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    urquell escreveu:E no caso de exoneração (independente do motivo), o ex-servidor leva pra casa integralmente o $$ acumulado?

    Há basicamente 3 tipos de contribuição:
    - Contribuição normal do participante (aquela mensal, no contracheque, de até 8,5%);
    - Contribuição facultativa do participante (contribuição mensal facultativa, aporte extraordinário, saldo transferido de uma previdência aberta);
    - Contribuição normal do patrocinador (o valor que a União destina para sua conta, igual à sua contribuição normal).

    Os dois primeiros saldos (contribuição normal e facultativa do participante) você poderá resgatar 100%.

    O saldo do patrocinador só pode ser resgatado parcialmente, dependendo do tempo que você ficou vinculado ao plano:

    - 10% para menos de 3 anos;
    - 20% para mais de 3 e menos de 6 anos;
    - 30% para mais de 6 e menos de 9 anos;
    - 40% para mais de 9 e menos de 12 anos;
    - 50% para mais de 12 e menos de 15 anos;
    - 60% para mais de 15 e menos de 18 anos;
    - 70% para mais de 18 e menos de 21 anos;
    - 80% para mais de 21 e menos de 24 anos;
    - 90% para mais de 24 anos.

    Muito obrigado, colega.

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").
    josebarbos
    josebarbos
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2950
    Reputação : 404
    Data de inscrição : 20/05/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por josebarbos em Seg 25 Fev 2019, 5:54 pm

    Importante frisar que isto vale, até mesmo, para contribuições opcionais.
    avatar
    translato
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 66
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 07/07/2010

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por translato em Seg 25 Fev 2019, 8:36 pm

    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    Há basicamente 3 tipos de contribuição:
    - Contribuição normal do participante (aquela mensal, no contracheque, de até 8,5%);
    - Contribuição facultativa do participante (contribuição mensal facultativa, aporte extraordinário, saldo transferido de uma previdência aberta);
    - Contribuição normal do patrocinador (o valor que a União destina para sua conta, igual à sua contribuição normal).

    Os dois primeiros saldos (contribuição normal e facultativa do participante) você poderá resgatar 100%.

    O saldo do patrocinador só pode ser resgatado parcialmente, dependendo do tempo que você ficou vinculado ao plano:

    - 10% para menos de 3 anos;
    - 20% para mais de 3 e menos de 6 anos;
    - 30% para mais de 6 e menos de 9 anos;
    - 40% para mais de 9 e menos de 12 anos;
    - 50% para mais de 12 e menos de 15 anos;
    - 60% para mais de 15 e menos de 18 anos;
    - 70% para mais de 18 e menos de 21 anos;
    - 80% para mais de 21 e menos de 24 anos;
    - 90% para mais de 24 anos.

    Muito obrigado, colega.

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    obrigado.

    já decidi que vou migrar pro teto.acho que sempre aumentarão a aliquota e diminuirão o beneficio(já me prejudicará a mudança da média dos 80% ,pra media de todas as contribuições).. isso se não diminuirem ainda mais a formula quando for me aposentar...a tendência é piorar muito paridade e média.. e acho que futuros aumentos já serão com boa parcela não indo pra aposentadoria..
    Só não sei se vou pra funpresp.
    Tenho receio a muito longo prazo. Tenho 36 anos(11 anos de servidor 02 de tj estadual e 09 de trt, entrei em 2010 no trt) e se esta reforma de bolsonaro passar acho que só me aposento lá pros 70( completeria os requisitos com 65,mas como tem este gatilho do ano de 2024 pra aumento de sobrevida aumentar a idade minima acho que iria pros 70).. será que não seria melhor eu investir tudo em tesouro ipca a logissimo prazo.. sou disciplinado,já invisto pequenas quantias em uma corretora(estou começando a estudar sobre investimentos de renda fixa em geral (tesouro,cdb..)e depois pretendo estudar e investir em ações num perfil conservador na analise fundamentalista a longo prazo e talvez em fii) ...
    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Seg 25 Fev 2019, 8:51 pm

    translato escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    obrigado.

    já decidi que vou migrar pro teto.acho que sempre aumentarão a aliquota e diminuirão o beneficio(já me prejudicará a mudança da média dos 80% ,pra media de todas as contribuições).. isso se não diminuirem ainda mais a formula quando for me aposentar...a tendência é piorar muito paridade e média.. e acho que futuros aumentos já serão com boa parcela não indo pra aposentadoria..
    Só não sei se vou pra funpresp.
    Tenho  receio a muito longo prazo. Tenho 36 anos(11 anos de servidor 02 de tj estadual e 09 de trt, entrei em 2010 no trt) e se esta reforma de bolsonaro passar acho que só me aposento lá pros 70( completeria os requisitos com 65,mas como tem este gatilho do ano de 2024 pra aumento de sobrevida aumentar a idade minima acho que iria pros 70)..  será que não seria melhor eu investir tudo em tesouro ipca a logissimo prazo.. sou disciplinado,já invisto pequenas quantias em uma corretora(estou começando a estudar sobre investimentos de renda fixa em geral (tesouro,cdb..)e depois pretendo estudar e investir em ações num perfil conservador na analise fundamentalista a longo prazo e talvez em fii) ...  
    Olha, pessoalmente adotei a estratégia de migrar e aderir como patrocinado, pois o aporte é quase (considerados os descontos de FCBE e taxa de carregamento) dobrado já no ato. Pra superar essa rentabilidade, no longo prazo eu teria de obter rendimentos em meus investimentos muito superiores aos que o Funpresp vem obtendo, o que é difícil em se tratando de assumir baixos riscos.

    Então, optei por aderir com o patrocínio máximo (8,5% sobre tudo, incluindo FC). Além disso, venho tentando alcançar o limite do benefício fiscal (dedução no IRPF), que também é interessante. Ainda não consegui chegar no limite, porque preciso conciliar esses aportes (de longuíssimo prazo) com meus investimentos pessoais visando objetivos de médio e longo prazos, a renda "livre" ainda não tem sido suficiente.

    Por outro lado, sua estratégia não é ruim, é muito boa , e está sendo adotada por muitos que decidiram migrar e não se sentiram atraídos pelo Funpresp, seja pelo receio, seja pela baixa (quase nula) liquidez. É importante (e isso também vale para quem decidiu não migrar) que você opte pela estratégia que lhe dê maior sensação de segurança. Boa sorte!
    avatar
    jornalista
    Usuário Especial
    Usuário Especial

    Mensagens : 1467
    Reputação : 41
    Data de inscrição : 10/07/2010

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por jornalista em Ter 26 Fev 2019, 6:40 am

    translato escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    obrigado.

    já decidi que vou migrar pro teto.acho que sempre aumentarão a aliquota e diminuirão o beneficio(já me prejudicará a mudança da média dos 80% ,pra media de todas as contribuições).. isso se não diminuirem ainda mais a formula quando for me aposentar...a tendência é piorar muito paridade e média.. e acho que futuros aumentos já serão com boa parcela não indo pra aposentadoria..
    Só não sei se vou pra funpresp.
    Tenho  receio a muito longo prazo. Tenho 36 anos(11 anos de servidor 02 de tj estadual e 09 de trt, entrei em 2010 no trt) e se esta reforma de bolsonaro passar acho que só me aposento lá pros 70( completeria os requisitos com 65,mas como tem este gatilho do ano de 2024 pra aumento de sobrevida aumentar a idade minima acho que iria pros 70)..  será que não seria melhor eu investir tudo em tesouro ipca a logissimo prazo.. sou disciplinado,já invisto pequenas quantias em uma corretora(estou começando a estudar sobre investimentos de renda fixa em geral (tesouro,cdb..)e depois pretendo estudar e investir em ações num perfil conservador na analise fundamentalista a longo prazo e talvez em fii) ...  
    Pelo que eu entendi o gatilho não funciona dessa forma (65 pra 70). Parece que tem um cálculo, dependendo da expectativa de vida do IBGE. Não sei em quanto tempo o IBGE calcula, mas se for igual o censo, é a cada dez anos. Além disso, acredito que o primeiro gatilho passaria de 65 pra 66, até pq não estamos no primeiro mundo pra um salto tão elevado.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6687
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Galizezin em Ter 26 Fev 2019, 7:50 am

    josebarbos escreveu:
    Galizezin escreveu:

    Sobre o BE, a verdade é que pouco há de explicação.
    meus argumentos são válidos para quem ingressou antes do início de vigência da funpresp.
    sou imparcial, ao contrário de alguns aqui que tentam passar imparcialidade e ao mesmo tempo ficam atacando servidor que não quer migrar porque tem paridade/integralidade.
    Boa sorte pra quem migrar.

    Falando "DRU" para qualquer problema da previdência é óbvio que não é imparcial.
    Aliás, não há problema nenhum em ser. Muito melhor quem tem um lado e explica o porque. A não ser que seja um dom divino, ninguém é imparcial sobre nada nesta vida. Mas, às vezes, fazemos sacrifícios em busca de um bem comum. Aliás, até nisto, temos um cálculo que justifica um ou outro lado.

    não dá pra discutir com quem é papagaio do governo. só vou lembrar mais duas coisas:
    uma colega lembrou aqui que o déficit do RPPS é em boa parte explicado porque o governo mudou a regra no meio do jogo, ou seja, com a instituição da funpresp o pessoal passou a contribuir para o RPPS apenas com o teto. o governo sabia disso, sempre soube, mas agora, para aprovar a reforma ele esconde essa verdade, atacando os "privilegiados".
    se a mudança de regime fosse de fato benéfica o governo não colocaria que a decisão possui caráter irrevogável. hoje, o governo exalta a funpresp e humilha o outro regime. mais adiante ele vai atacar os novos "privilegiados".
    enfim, o problema é essa visão de rato que costuma acometer a maioria do pessoal. não podem ver um queijo que já se atiram na ratoeira. governo é maquiavélico, nunca foi e nunca será a favor de servidor.


    _________________
    NO RACISM!
    Fireball
    Fireball
    Usuário Master
    Usuário Master

    Mensagens : 746
    Reputação : 30
    Data de inscrição : 10/06/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Fireball em Ter 26 Fev 2019, 11:55 am

    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    Há basicamente 3 tipos de contribuição:
    - Contribuição normal do participante (aquela mensal, no contracheque, de até 8,5%);
    - Contribuição facultativa do participante (contribuição mensal facultativa, aporte extraordinário, saldo transferido de uma previdência aberta);
    - Contribuição normal do patrocinador (o valor que a União destina para sua conta, igual à sua contribuição normal).

    Os dois primeiros saldos (contribuição normal e facultativa do participante) você poderá resgatar 100%.

    O saldo do patrocinador só pode ser resgatado parcialmente, dependendo do tempo que você ficou vinculado ao plano:

    - 10% para menos de 3 anos;
    - 20% para mais de 3 e menos de 6 anos;
    - 30% para mais de 6 e menos de 9 anos;
    - 40% para mais de 9 e menos de 12 anos;
    - 50% para mais de 12 e menos de 15 anos;
    - 60% para mais de 15 e menos de 18 anos;
    - 70% para mais de 18 e menos de 21 anos;
    - 80% para mais de 21 e menos de 24 anos;
    - 90% para mais de 24 anos.

    Muito obrigado, colega.

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Eu não entendo por que nós não podemos retirar 100% da parte da União que na verdade é nossa! Descontando é claro aquele seguro, FCB e etc.
    subsidioja_
    subsidioja_
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2490
    Reputação : 329
    Data de inscrição : 05/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por subsidioja_ em Ter 26 Fev 2019, 12:44 pm

    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    Há basicamente 3 tipos de contribuição:
    - Contribuição normal do participante (aquela mensal, no contracheque, de até 8,5%);
    - Contribuição facultativa do participante (contribuição mensal facultativa, aporte extraordinário, saldo transferido de uma previdência aberta);
    - Contribuição normal do patrocinador (o valor que a União destina para sua conta, igual à sua contribuição normal).

    Os dois primeiros saldos (contribuição normal e facultativa do participante) você poderá resgatar 100%.

    O saldo do patrocinador só pode ser resgatado parcialmente, dependendo do tempo que você ficou vinculado ao plano:

    - 10% para menos de 3 anos;
    - 20% para mais de 3 e menos de 6 anos;
    - 30% para mais de 6 e menos de 9 anos;
    - 40% para mais de 9 e menos de 12 anos;
    - 50% para mais de 12 e menos de 15 anos;
    - 60% para mais de 15 e menos de 18 anos;
    - 70% para mais de 18 e menos de 21 anos;
    - 80% para mais de 21 e menos de 24 anos;
    - 90% para mais de 24 anos.

    Muito obrigado, colega.

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Tenho uma dúvida. Quando da perda do vínculo (exoneração), o artigo 27 do Regulamento parágrafos 1 e 2 dizem que há um prazo de 30 dias para escolher o que fazer com os recursos acumulados nas contas.

    Uma das opções é o resgate.

    Minha dúvida é com relação à alíquota do IR regressivo a ser aplicada no caso de resgate.....

    Se não me engano, a regra a ser aplicada para resgate é diferente da que é aplicada no caso de recebimento mensal, quando a alíquota a ser aplicada varia de parcela para parcela que compõe o cálculo.

    Alguém sabe?
    Ricardo-TRT
    Ricardo-TRT
    Usuário Júnior
    Usuário Júnior

    Mensagens : 110
    Reputação : 8
    Data de inscrição : 05/12/2012

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Ricardo-TRT em Ter 26 Fev 2019, 12:55 pm

    subsidioja_ escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Tenho uma dúvida. Quando da perda do vínculo (exoneração), o artigo 27 do Regulamento parágrafos 1 e 2 dizem que há um prazo de 30 dias para escolher o que fazer com os recursos acumulados nas contas.

    Uma das opções é o resgate.

    Minha dúvida é com relação à alíquota do IR regressivo a ser aplicada no caso de resgate.....

    Se não me engano, a regra a ser aplicada para resgate é diferente da que é aplicada no caso de recebimento mensal, quando a alíquota a ser aplicada varia de parcela para parcela que compõe o cálculo.

    Alguém sabe?

    Pela lógica, seria aplicada uma alíquota para cada parcela do resgate, dependendo do tempo. Parcelas depositadas há mais de 10 anos, salvo engano, entraria com alíquota de 10%. Sobre as mais recentes incidiriam percentuais maiores.(15,20,25,etc), a depender do tempo de cada uma.

    Se não fosse resgate, mas sim parcelas mensais, seria alíquota única de 10%, pois eles pagariam seu benefício mensal com as contribuições antigas enquanto as novas fossem envelhecendo.
    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Ter 26 Fev 2019, 1:00 pm

    Fireball escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:
    urquell escreveu:

    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Eu não entendo por que nós não podemos retirar 100% da parte da União que na verdade é nossa! Descontando é claro aquele seguro, FCB e etc.

    Todos os planos de previdência em que há patrocínio funcionam dessa forma. Os valores não resgatados passam a integrar, no caso da Funpresp, o FCBE, facilitando a redução da alíquota para os participantes que permaneçam no plano. A legislação que trata do assunto (Lei Complementar 109/2001, regulamentos e portarias) só estabelece que o participante possa resgatar a totalidade dos seus aportes, descontadas as taxas etc. Ou seja, nem obriga a que os planos permitam o resgate também das cotas do patrocinador. Então, a parte da União não é, de fato, "nossa" (individualmente). Alguns fundos permitem o resgate de um percentual ainda menor da cota "do patrocinador" (o da Funpresp-EXE, salvo engano, se limita a 70%). O maior motivo para isso é estimular a permanência do participante.

    Pessoalmente, não considero muito vantajoso o instituto do resgate, já que passamos "a vida toda" contribuindo para o FCBE e resgatar é abrir mão da cobertura do fundo, justo quando podemos passar a usufruir dele (no caso de sobrevida ou pensão). Além disso, incide IR de 10% apenas nas contribuições com prazo superior a 10 anos. As contribuições mais recentes, mais próximas à data do resgate, serão tributadas em alíquota superior. Compensa resgatar apenas quando a pessoa tem "certeza" de conseguir rendimentos, em investimentos, que superem esses "detalhes".

    Mas acho que seria interessante se o Funpresp passasse a permitir o resgate parcial do saldo, na ocasião da aposentadoria. O que sobrasse geraria o direito ao benefício mensal. Isso já é permitido quanto ao saldo formado pelas contribuições facultativas, seria legal se permitissem também para o saldo "contribuição normal + contribuição do patrocinador".
    Marcos Moura de Souza
    Marcos Moura de Souza
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 95
    Reputação : 9
    Data de inscrição : 07/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Ter 26 Fev 2019, 1:01 pm

    Ricardo-TRT escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:


    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Tenho uma dúvida. Quando da perda do vínculo (exoneração), o artigo 27 do Regulamento parágrafos 1 e 2 dizem que há um prazo de 30 dias para escolher o que fazer com os recursos acumulados nas contas.

    Uma das opções é o resgate.

    Minha dúvida é com relação à alíquota do IR regressivo a ser aplicada no caso de resgate.....

    Se não me engano, a regra a ser aplicada para resgate é diferente da que é aplicada no caso de recebimento mensal, quando a alíquota a ser aplicada varia de parcela para parcela que compõe o cálculo.

    Alguém sabe?

    Pela lógica, seria aplicada uma alíquota para cada parcela do resgate, dependendo do tempo. Parcelas depositadas há mais de 10 anos, salvo engano, entraria com alíquota de 10%. Sobre as mais recentes incidiriam percentuais maiores.(15,20,25,etc), a depender do tempo de cada uma.

    Se não fosse resgate, mas sim parcelas mensais, seria alíquota única de 10%, pois eles pagariam seu benefício mensal com as contribuições antigas enquanto as novas fossem envelhecendo.

    Exatamente isso.
    Marcos Moura de Souza
    Marcos Moura de Souza
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 95
    Reputação : 9
    Data de inscrição : 07/04/2011

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Ter 26 Fev 2019, 1:07 pm

    androsvilazza escreveu:
    Fireball escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    translato escreveu:


    desculpem se alguém já respondeu... se o servidor quiser sair da funpresp pra investir por conta própria ele pode retirar o saldo da funpresp em quanto tempo? e se o servidor (quando tiver os requisitos para a aposentadoria) pode em vez de receber mensalmente o beneficio de aposentadoria, sacar todo o montante disponivel?

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Eu não entendo por que nós não podemos retirar 100% da parte da União que na verdade é nossa! Descontando é claro aquele seguro, FCB e etc.

    Todos os planos de previdência em que há patrocínio funcionam dessa forma. Os valores não resgatados passam a integrar, no caso da Funpresp, o FCBE, facilitando a redução da alíquota para os participantes que permaneçam no plano. A legislação que trata do assunto (Lei Complementar 109/2001, regulamentos e portarias) só estabelece que o participante possa resgatar a totalidade dos seus aportes, descontadas as taxas etc. Ou seja, nem obriga a que os planos permitam o resgate também das cotas do patrocinador. Então, a parte da União não é, de fato, "nossa" (individualmente). Alguns fundos permitem o resgate de um percentual ainda menor da cota "do patrocinador" (o da Funpresp-EXE, salvo engano, se limita a 70%). O maior motivo para isso é estimular a permanência do participante.

    Pessoalmente, não considero muito vantajoso o instituto do resgate, já que passamos "a vida toda" contribuindo para o FCBE e resgatar é abrir mão da cobertura do fundo, justo quando podemos passar a usufruir dele (no caso de sobrevida ou pensão). Além disso, incide IR de 10% apenas nas contribuições com prazo superior a 10 anos. As contribuições mais recentes, mais próximas à data do resgate, serão tributadas em alíquota superior. Compensa resgatar apenas quando a pessoa tem "certeza" de conseguir rendimentos, em investimentos, que superem esses "detalhes".

    Mas acho que seria interessante se o Funpresp passasse a permitir o resgate parcial do saldo, na ocasião da aposentadoria. O que sobrasse geraria o direito ao benefício mensal. Isso já é permitido quanto ao saldo formado pelas contribuições facultativas, seria legal se permitissem também para o saldo "contribuição normal + contribuição do patrocinador".

    Eu entendo o motivo da restrição, embora não a considere muito justa.

    De todo modo, o fato é que a regra do Funpresp-JUD é até benéfica, se comparada a outros fundos.

    Eu fiquei três anos numa estatal e quando saí, recebi apenas e a minha parte e nada da cota parte empregador.

    Ficou tudo para o fundo mesmo.

    androsvilazza
    androsvilazza
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 2366
    Reputação : 323
    Data de inscrição : 22/01/2015

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por androsvilazza em Ter 26 Fev 2019, 1:28 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Fireball escreveu:
    androsvilazza escreveu:

    Só pode retirar o saldo da Funpresp após o desligamento do órgão (exoneração ou aposentadoria). E é possível resgatar o valor quando da aposentadoria, segundo as regras que estão no post que você citou (100% do "seu" saldo e 10 a 90% do saldo "do patrocinador").

    Eu não entendo por que nós não podemos retirar 100% da parte da União que na verdade é nossa! Descontando é claro aquele seguro, FCB e etc.

    Todos os planos de previdência em que há patrocínio funcionam dessa forma. Os valores não resgatados passam a integrar, no caso da Funpresp, o FCBE, facilitando a redução da alíquota para os participantes que permaneçam no plano. A legislação que trata do assunto (Lei Complementar 109/2001, regulamentos e portarias) só estabelece que o participante possa resgatar a totalidade dos seus aportes, descontadas as taxas etc. Ou seja, nem obriga a que os planos permitam o resgate também das cotas do patrocinador. Então, a parte da União não é, de fato, "nossa" (individualmente). Alguns fundos permitem o resgate de um percentual ainda menor da cota "do patrocinador" (o da Funpresp-EXE, salvo engano, se limita a 70%). O maior motivo para isso é estimular a permanência do participante.

    Pessoalmente, não considero muito vantajoso o instituto do resgate, já que passamos "a vida toda" contribuindo para o FCBE e resgatar é abrir mão da cobertura do fundo, justo quando podemos passar a usufruir dele (no caso de sobrevida ou pensão). Além disso, incide IR de 10% apenas nas contribuições com prazo superior a 10 anos. As contribuições mais recentes, mais próximas à data do resgate, serão tributadas em alíquota superior. Compensa resgatar apenas quando a pessoa tem "certeza" de conseguir rendimentos, em investimentos, que superem esses "detalhes".

    Mas acho que seria interessante se o Funpresp passasse a permitir o resgate parcial do saldo, na ocasião da aposentadoria. O que sobrasse geraria o direito ao benefício mensal. Isso já é permitido quanto ao saldo formado pelas contribuições facultativas, seria legal se permitissem também para o saldo "contribuição normal + contribuição do patrocinador".

    Eu entendo o motivo da restrição, embora não a considere muito justa.

    De todo modo, o fato é que a regra do Funpresp-JUD é até benéfica, se comparada a outros fundos.

    Eu fiquei três anos numa estatal e quando saí, recebi apenas e a minha parte e nada da cota parte empregador.

    Ficou tudo para o fundo mesmo.


    Já foi mais benéfica, recentemente piorou um pouco. Antes o percentual de resgate era dependente do tempo de vínculo com o patrocinador. Na versão mais recente do plano de benefícios, passou a ser baseado no tempo de vínculo com o plano. Não sei dizer se essa mudança no regulamento se aplica a quem já estava vinculado ao plano, ou apenas aos novos ingressantes. Sei que para algumas regras vale o que estiver vigente à época da adesão, e para outras regras as alterações no regulamento têm efeito erga omnes. Ainda não procurei saber e, portanto, não sei diferenciar, no caso de mudança de limites de resgate, qual seria o efeito da alteração no plano.

    De todo modo, faço essa ressalva porque é importante que as pessoas saibam que, em respeito à lei, não se tem direito adquirido à cota do patrocinador na ocasião do resgate. Vale o que estiver no regulamento do plano, cumpridos os limites legais. E os "limites legais" não exigem que se possa resgatar a cota do patrocinador, sendo ela "intocável" apenas para geração de benefício continuado. Portanto, quem estiver pensando em aderir já visando ao resgate, é bom se informar sobre esse aspecto, se as regras pertinentes ao resgate, vigentes à época da adesão, continuam valendo (ultratividade) para o servidor mesmo no caso de mudança posterior do regulamento que altere ou reduza os percentuais de resgate sobre a cota do patrocinador.
    Pcs
    Pcs
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 55
    Reputação : 8
    Data de inscrição : 16/12/2014

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Pcs em Ter 26 Fev 2019, 2:15 pm

    Pessoal, alguém poderia me esclarecer se optarmos pela incidência do percentual da contribuição para o funpresp sobre a Fc( se houver essa possibilidade), o teto de 8,5% da união alcançaria esse valor também?

    Conteúdo patrocinado

    FUNPRESP Empty Re: FUNPRESP

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Qua 21 Ago 2019, 1:19 pm