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    Mensagem por ladraoalmas em Qua 14 Ago 2019, 11:23 am

    Pessoal. Na prévia do contracheque de vcs está tudo certo com o seguro? No meu estão descontando o dobro. Já que fiz no início de julho, descontaria julho e agosto, mas estão descontando o dobro. Quatro do de morte e quatro de invalidez. Já mandei e-mail pedindo explicações pq isso tá errado.
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    Mensagem por josebarbos em Qua 14 Ago 2019, 11:42 am

    Vitor-ES escreveu:Não recebi qualquer e-mail da funpresp ou da Icatu, porém nos meus dados pessoais no site da funpresp, já consta o seguro! Acredito que tenha sido aceito!

    O meu foi assim também: não tive resposta, mas conta nos dados pessoais e este mês houve desconto que, como no caso do colega, foi em dobro.
    Me parece que fizeram um lançamento de estorno errado (faltou inverter o sinal), e aí ao invés de cobrar o devido, cobraram o dobro. (MPF)
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    Mensagem por ladraoalmas em Qua 14 Ago 2019, 11:45 am

    josebarbos escreveu:
    Vitor-ES escreveu:Não recebi qualquer e-mail da funpresp ou da Icatu, porém nos meus dados pessoais no site da funpresp, já consta o seguro! Acredito que tenha sido aceito!

    O meu foi assim também: não tive resposta, mas conta nos dados pessoais e este mês houve desconto que, como no caso do colega, foi em dobro.
    Me parece que fizeram um lançamento de estorno errado (faltou inverter o sinal), e aí ao invés de cobrar o devido, cobraram o dobro. (MPF)

    Exatamente isso que houve. Sou do MPF tb.
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    Mensagem por ptralhasnopoder em Qua 14 Ago 2019, 6:04 pm

    Está sendo deduzido no IR?
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    Mensagem por ale1969 em Qua 28 Ago 2019, 3:44 pm

    CONFIRMADA a informação de reabertura do prazo para migração do regime previdenciário e adesão ao FUNPRESP-JUD, pelo Sen Tasso Jereissati relator da PEC 06 na chamada "PEC PARALELA". O novo prazo seria de 6 meses e definitiva. Boa notícia.
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    Mensagem por rodfat em Qui 29 Ago 2019, 12:54 pm

    Amigos, quem sabe dizer se existe uma forma da gente calcular o BE?
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    Mensagem por ale1969 em Qui 29 Ago 2019, 5:14 pm

    rodfat escreveu:Amigos, quem sabe dizer se existe uma forma da gente calcular o BE?


    Há várias, mas é melhor pedir uma simulação oficial ao seu DP. Aqui no TRT/RJ levou 15 dias, via e-mail funcional.
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    Mensagem por cangaceiro em Seg 09 Set 2019, 8:15 am

    A PEC paralela deve ser aprovada, sobretudo o artigo que trata da prorrogação do prazo em 06 meses.
    Assim teremos as duas normas constitucionais em vigor, e desta forma poderemos tomar decisões com as cartas na mesa.
    A saída do artigo que trata da desconstitucionalizaçao para os índices de correção dos benefícios, a manutenção da idade mínima, da progressividade das alíquotas, todas tem um peso muito forte à migração.
    Por outro lado, a forte recessão econômica que deve durar por anos, aliada com a Emenda Constitucional que limita os gastos públicos tem levado o governo a atacar direitos dos servidores e aposentados.
    Li na folha que estão pensando em propor contribuição previdenciária extraordinária dos servidores e aposentados em caso de dificuldade fiscal.
    Diante de todos esses ataques, apesar do direito à integralidade e paridade estou pensando em migrar.
    Estou me convencendo que a canoa está fazendo água no meio da travessia do rio. A questão é: vou com essa canoa furada ou vou a nado mesmo. O medo é que a decisão errada eu possa me afogar, uma vez que nesse tempo de travessia não comprei, ao menos um colete salvavidas
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    Mensagem por QUEM NAO CHORA NÃO MAMA em Seg 09 Set 2019, 10:33 am

    cangaceiro escreveu:A PEC paralela deve ser aprovada, sobretudo o artigo que trata da prorrogação do prazo em 06 meses.
    Assim teremos as duas normas constitucionais em vigor, e desta forma poderemos tomar decisões com as cartas na mesa.
    A saída do artigo que trata da desconstitucionalizaçao para os índices de correção dos benefícios, a manutenção da idade mínima, da progressividade das alíquotas, todas tem um peso muito forte à migração.
    Por outro lado, a forte recessão econômica que deve durar  por anos, aliada com a Emenda Constitucional que limita os gastos públicos tem levado o governo a atacar direitos dos servidores e aposentados.
    Li na folha que estão pensando em propor contribuição previdenciária extraordinária dos servidores e aposentados em caso de dificuldade fiscal.
    Diante de todos esses ataques, apesar do direito à integralidade e paridade estou pensando em migrar.
    Estou me convencendo que a canoa está fazendo água no meio da travessia do rio. A questão é: vou com essa canoa furada ou vou a nado mesmo. O medo é que a decisão errada eu possa me afogar, uma vez que nesse tempo de travessia não comprei, ao menos um colete salvavidas


    meu caro, a questão é: quem garante que, ao migrar, o governo vai ser fiel e não vai mexer na regra da FUNPRESP? quem garante, por exemplo, que vai continuar contribuindo com sua quota patronal? quem garante que a cota do servidor vai ficar nos 8,5%?
    regime de previdenciário não tem garantia nenhuma enquanto faltar um dia só para o implemento das condições.
    por isso, vou ficar onde estou mesmo.
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    Mensagem por cangaceiro em Seg 09 Set 2019, 12:36 pm

    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu:
    cangaceiro escreveu:A PEC paralela deve ser aprovada, sobretudo o artigo que trata da prorrogação do prazo em 06 meses.
    Assim teremos as duas normas constitucionais em vigor, e desta forma poderemos tomar decisões com as cartas na mesa.
    A saída do artigo que trata da desconstitucionalizaçao para os índices de correção dos benefícios, a manutenção da idade mínima, da progressividade das alíquotas, todas tem um peso muito forte à migração.
    Por outro lado, a forte recessão econômica que deve durar  por anos, aliada com a Emenda Constitucional que limita os gastos públicos tem levado o governo a atacar direitos dos servidores e aposentados.
    Li na folha que estão pensando em propor contribuição previdenciária extraordinária dos servidores e aposentados em caso de dificuldade fiscal.
    Diante de todos esses ataques, apesar do direito à integralidade e paridade estou pensando em migrar.
    Estou me convencendo que a canoa está fazendo água no meio da travessia do rio. A questão é: vou com essa canoa furada ou vou a nado mesmo. O medo é que a decisão errada eu possa me afogar, uma vez que nesse tempo de travessia não comprei, ao menos um colete salvavidas


    meu caro, a questão é: quem garante que, ao migrar, o governo vai ser fiel e não vai mexer na regra da FUNPRESP? quem garante, por exemplo, que vai continuar contribuindo com sua quota patronal? quem garante que a cota do servidor vai ficar nos 8,5%?
    regime de previdenciário não tem garantia nenhuma enquanto faltar um dia só para o implemento das condições.
    por isso, vou ficar onde estou mesmo.

    Não falei em adesão, mas em migração. De toda forma, como você disse, não há garantias nem ficando, nem migrando, nem aderindo.
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    Mensagem por QUEM NAO CHORA NÃO MAMA em Seg 09 Set 2019, 3:18 pm

    cangaceiro escreveu:
    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu:
    cangaceiro escreveu:A PEC paralela deve ser aprovada, sobretudo o artigo que trata da prorrogação do prazo em 06 meses.
    Assim teremos as duas normas constitucionais em vigor, e desta forma poderemos tomar decisões com as cartas na mesa.
    A saída do artigo que trata da desconstitucionalizaçao para os índices de correção dos benefícios, a manutenção da idade mínima, da progressividade das alíquotas, todas tem um peso muito forte à migração.
    Por outro lado, a forte recessão econômica que deve durar  por anos, aliada com a Emenda Constitucional que limita os gastos públicos tem levado o governo a atacar direitos dos servidores e aposentados.
    Li na folha que estão pensando em propor contribuição previdenciária extraordinária dos servidores e aposentados em caso de dificuldade fiscal.
    Diante de todos esses ataques, apesar do direito à integralidade e paridade estou pensando em migrar.
    Estou me convencendo que a canoa está fazendo água no meio da travessia do rio. A questão é: vou com essa canoa furada ou vou a nado mesmo. O medo é que a decisão errada eu possa me afogar, uma vez que nesse tempo de travessia não comprei, ao menos um colete salvavidas


    meu caro, a questão é: quem garante que, ao migrar, o governo vai ser fiel e não vai mexer na regra da FUNPRESP? quem garante, por exemplo, que vai continuar contribuindo com sua quota patronal? quem garante que a cota do servidor vai ficar nos 8,5%?
    regime de previdenciário não tem garantia nenhuma enquanto faltar um dia só para o implemento das condições.
    por isso, vou ficar onde estou mesmo.

    Não falei em adesão, mas em migração. De toda forma, como você disse, não há garantias nem ficando, nem migrando, nem aderindo.

    falei em migracao amigo

    so acho que nao se deve migrar se a situação for melhor que migrando

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    Mensagem por drhoff em Seg 09 Set 2019, 7:28 pm

    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu:
    cangaceiro escreveu:A PEC paralela deve ser aprovada, sobretudo o artigo que trata da prorrogação do prazo em 06 meses.
    Assim teremos as duas normas constitucionais em vigor, e desta forma poderemos tomar decisões com as cartas na mesa.
    A saída do artigo que trata da desconstitucionalizaçao para os índices de correção dos benefícios, a manutenção da idade mínima, da progressividade das alíquotas, todas tem um peso muito forte à migração.
    Por outro lado, a forte recessão econômica que deve durar  por anos, aliada com a Emenda Constitucional que limita os gastos públicos tem levado o governo a atacar direitos dos servidores e aposentados.
    Li na folha que estão pensando em propor contribuição previdenciária extraordinária dos servidores e aposentados em caso de dificuldade fiscal.
    Diante de todos esses ataques, apesar do direito à integralidade e paridade estou pensando em migrar.
    Estou me convencendo que a canoa está fazendo água no meio da travessia do rio. A questão é: vou com essa canoa furada ou vou a nado mesmo. O medo é que a decisão errada eu possa me afogar, uma vez que nesse tempo de travessia não comprei, ao menos um colete salvavidas


    meu caro, a questão é: quem garante que, ao migrar, o governo vai ser fiel e não vai mexer na regra da FUNPRESP? quem garante, por exemplo, que vai continuar contribuindo com sua quota patronal? quem garante que a cota do servidor vai ficar nos 8,5%?
    regime de previdenciário não tem garantia nenhuma enquanto faltar um dia só para o implemento das condições.
    por isso, vou ficar onde estou mesmo.

    Diante do que foi dito ai pelo cangaceiro, pra quem entrou depois de 2003, classe de servidores q não tiveram loby para reverter a perda do que foi estabelecido em 2003, que era a média dos 80% das maiores, excluindo as menores contribuições, sendo assim os servidores que levaram a maior porcentagem da naba da reforma no traseiro, pra esses a migração vai ser vantagem, eu vou nessa pq meu fiofó dá ardendo depois dessa reforma.
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    Mensagem por josebarbos em Seg 09 Set 2019, 10:11 pm

    Migrar e não aderir ao Funpresp é um risco grande demais que não entendo como alguém toma este caminho.

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    Mensagem por cangaceiro em Seg 09 Set 2019, 10:33 pm

    josebarbos escreveu:Migrar e não aderir ao Funpresp é um risco grande demais que não entendo como alguém toma este caminho.


    José Barbosa. Gostaria de agradecer por ter disponibilizado a planilha com os valores do PSS atualizados com a PEC 06/2019. A planilha é precisa e tem me ajudado em alguns decisões. A título de colaboração gostaria de sugerir a atualizacao da planilha com os valores do IR, considerando a progressividade do PSS. Ajudaria saber quanto vamos pagar, também, de IR quando a EC estiver cobrando em janeiro/2020.

    Quanto a migrar e não aderir. Confesso que as argumentações de Dr Rodrigo Tenório, Procurador da República, tem me convencido. Seu vídeo no YouTube já tem mais de 40 mil acessos. Coisa incrível, para um assunto restrito apenas a um grupo de servidores.

    Recomendo a quem interessar possa.
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    Mensagem por josebarbos em Seg 09 Set 2019, 11:46 pm

    cangaceiro escreveu:
    josebarbos escreveu:Migrar e não aderir ao Funpresp é um risco grande demais que não entendo como alguém toma este caminho.


    José  Barbosa. Gostaria de agradecer  por ter disponibilizado a planilha com os valores do PSS atualizados com a PEC 06/2019. A planilha é  precisa e tem me ajudado em alguns decisões. A título de colaboração gostaria de sugerir a atualizacao da planilha com os valores do IR, considerando a progressividade do PSS. Ajudaria saber quanto vamos pagar, também, de IR quando a EC estiver cobrando em janeiro/2020.

    Quanto a migrar e não aderir. Confesso que as argumentações de Dr Rodrigo Tenório, Procurador da República, tem me convencido. Seu vídeo no YouTube já tem mais de 40 mil acessos. Coisa incrível, para um assunto restrito apenas a um grupo de servidores.

    Recomendo a quem interessar possa.

    Obrigado. A planilha será atualizada quando houver mudança dos marcos legais, como tenho feito nos últimos anos. Não adianta ficar especulando e, ao final, ver o trabalho todo jogado no lixo, embora a informação sobre a reforma, como está, é importante.

    Sobre o Dr. Rodrigo Tenório, é uma palestra que até recomendo, porque não me recordo de algum risco relevante que ele não aborde. A questão é só como aborda. Soa exagerado e dramático. Lembrando que ele tem um livro sobre isto, e que esta palestra tem um erro crasso sobre a tributação. E em falando de investimentos, tributação faz TODA a diferença. É até por isto que destaco que previdência privada tem que ser olhada sobre um outro prisma. Um dia ainda vou tentar explicar por que, mas atualmente tempo me falta.

    Outro ponto muito mais importante, ainda que ele comprovasse como consegue ganhos reais de 3a.a. acima do Funpresp sem correr riscos (e quando fiz esta conta, nem coloquei o seguro de vida no pacote), é lembrar de uma coisa muitoooo importante:
    Membro e magistrados são uma categoria; servidores são outra. Desconsiderando qualquer individualidade pessoal, quem é que tem 5 mil por mês para sentar com o gerente e negociar política de investimento e taxa de administração, ter acesso a bons papeis, poder assumir maior risco? Te digo que nenhum, porque neste patamar você nem deveria estar falando nestes valores de previdência, já não valeria a pena, mas tributariamente, para eles, vale.

    Agora que o seguro é uma pendência resolvida, já há uma série de cenários, sem dúvida, em que é mais vantajoso colocar os recursos na Funpresp e não, todo, na previdência do regime próprio. Obviamente, é uma decisão individual, mas se vai migrar, simplesmente não faz sentido aderir. Se não tem coragem de aderir, é que provavelmente os motivos de migrar são menores do que os de ficar.
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    Mensagem por euvoltei em Ter 10 Set 2019, 9:02 am

    Jose barbosa,
    Parabéns pelo modo como desenvolve o tema, com seriedade e informções... e não achismo..

    Migrei em 2017... a opção de adesão ao funpresp foi automática na minha cabeça, os motivos seguem:
    1) por não no final do mês não mexer no meu líquido,
    2) Estar vinculado a uma estrutura super-fiscalizada, afinal é dinheiro de servidores e membros
    3) Baixo risco inerente na escolha, pois, na dúvida é a previdência mais conservadora que aplica em títulos públicos;Funpresp tem um jeitão de Previ(que é multi-bilionária, e ainda é uma referência em rubstez) com alguns aperfeiçoamentos,
    4) Diversificação de risco: Ao invés de ter 100% da aposentadoria no RPPS ou seja 100% dentro do Orçamento Federal, agora tenho 50% lá e 50% no funpresp, a certeza é de nunca acertar em tudo, nem nunca errar em tudo.
    5) Desde o Temer o governo flerta com aumento de alíquota previdenciária, e pelo visto faltam poucos meses pra ser efetivado, com a migração o prejuízo é bem menor
    6) Liberdade: se amanhã ou depois eu quiser sair do PJU, não vou ver todas minhas contribuições indo pro espaço, pois parte do dinheiro estará no fundo
    7) Eu era um dos últimos a ter o direito a aposentadoria sem limites no RPPS... ou seja, na minha hora de aposentar, eu seria um dinossauro previdenciário, um "sem-limites", que drena os recursos para uma aposentadoria acima do teto... e sem ninguém na ativa para "defender" a situação... ou seja, ficaria muito exposto contra qualquer maldade fiscal..
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 10 Set 2019, 9:57 am

    De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.
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    Mensagem por ale1969 em Ter 10 Set 2019, 12:30 pm

    androsvilazza escreveu:De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.


    Perfeito seu comentário, porém há um fator geracional muito relevante. Aqueles que iniciaram o labor na década de 1980, como eu, sofreram uma drástica "punição" pelas mudanças econômicas e sociais do Brasil. Inflação, quebra da Delfim e Capemi(corrupção dos governos militares), quebra das garantias constitucionais dos servidores públicos etc.

    Para essa geração o discurso de capitalização individual não resolve o problema, pois não há como retroceder no tempo.
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 10 Set 2019, 1:36 pm

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.


    Perfeito seu comentário, porém há um fator geracional muito relevante. Aqueles que iniciaram o labor na década de 1980, como eu, sofreram uma drástica "punição" pelas mudanças econômicas e sociais do Brasil. Inflação, quebra da Delfim e Capemi(corrupção dos governos militares), quebra das garantias constitucionais dos servidores públicos etc.

    Para essa geração o discurso de capitalização individual não resolve o problema, pois não há como retroceder no tempo.  

    Isso é fato. Várias gerações (não apenas a que você se referiu, mas algumas das posteriores) foram e continuam sendo vítimas do populismo irresponsável, com suas políticas equivocadas e promessas inatingíveis. Ainda estamos no início de um processo de amadurecimento (da sociedade e, por reflexo, dos políticos) de se pensar também nos impactos futuros das políticas públicas, e não apenas no retorno presente. Até por isso sou defensor do gradualismo, de forma que se consertem os erros das políticas passadas, sem sobrecarregar demais aqueles que foram vítimas de promessas impossíveis.

    Pra ser honesto, nem tenho tanta confiança de que esse processo de amadurecimento permaneça e se desenvolva por completo; acredito haver forte risco de retrocesso, com a volta de novos populistas (nunca nos livramos de fato deles) e novo ciclo de privilégio ao presente em detrimento do futuro. Nossa classe política é muito ruim e - pior - parece que a população gosta da classe política como ela se apresenta. O mesmo vale para as "elites pensantes", que pouco fazem em prol do país; quando têm algum envolvimento no processo decisório político, o fazem acompanhando um populista - que joga boa parte das "boas intenções" no lixo.

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    Mensagem por ale1969 em Ter 10 Set 2019, 4:23 pm

    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.


    Perfeito seu comentário, porém há um fator geracional muito relevante. Aqueles que iniciaram o labor na década de 1980, como eu, sofreram uma drástica "punição" pelas mudanças econômicas e sociais do Brasil. Inflação, quebra da Delfim e Capemi(corrupção dos governos militares), quebra das garantias constitucionais dos servidores públicos etc.

    Para essa geração o discurso de capitalização individual não resolve o problema, pois não há como retroceder no tempo.  

    Isso é fato. Várias gerações (não apenas a que você se referiu, mas algumas das posteriores) foram e continuam sendo vítimas do populismo irresponsável, com suas políticas equivocadas e promessas inatingíveis. Ainda estamos no início de um processo de amadurecimento (da sociedade e, por reflexo, dos políticos) de se pensar também nos impactos futuros das políticas públicas, e não apenas no retorno presente. Até por isso sou defensor do gradualismo, de forma que se consertem os erros das políticas passadas, sem sobrecarregar demais aqueles que foram vítimas de promessas impossíveis.

    Pra ser honesto, nem tenho tanta confiança de que esse processo de amadurecimento permaneça e se desenvolva por completo; acredito haver forte risco de retrocesso, com a volta de novos populistas (nunca nos livramos de fato deles) e novo ciclo de privilégio ao presente em detrimento do futuro. Nossa classe política é muito ruim e - pior - parece que a população gosta da classe política como ela se apresenta. O mesmo vale para as "elites pensantes", que pouco fazem em prol do país; quando têm algum envolvimento no processo decisório político, o fazem acompanhando um populista - que joga boa parte das "boas intenções" no lixo.



    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 10 Set 2019, 4:56 pm

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.


    Perfeito seu comentário, porém há um fator geracional muito relevante. Aqueles que iniciaram o labor na década de 1980, como eu, sofreram uma drástica "punição" pelas mudanças econômicas e sociais do Brasil. Inflação, quebra da Delfim e Capemi(corrupção dos governos militares), quebra das garantias constitucionais dos servidores públicos etc.

    Para essa geração o discurso de capitalização individual não resolve o problema, pois não há como retroceder no tempo.  

    Isso é fato. Várias gerações (não apenas a que você se referiu, mas algumas das posteriores) foram e continuam sendo vítimas do populismo irresponsável, com suas políticas equivocadas e promessas inatingíveis. Ainda estamos no início de um processo de amadurecimento (da sociedade e, por reflexo, dos políticos) de se pensar também nos impactos futuros das políticas públicas, e não apenas no retorno presente. Até por isso sou defensor do gradualismo, de forma que se consertem os erros das políticas passadas, sem sobrecarregar demais aqueles que foram vítimas de promessas impossíveis.

    Pra ser honesto, nem tenho tanta confiança de que esse processo de amadurecimento permaneça e se desenvolva por completo; acredito haver forte risco de retrocesso, com a volta de novos populistas (nunca nos livramos de fato deles) e novo ciclo de privilégio ao presente em detrimento do futuro. Nossa classe política é muito ruim e - pior - parece que a população gosta da classe política como ela se apresenta. O mesmo vale para as "elites pensantes", que pouco fazem em prol do país; quando têm algum envolvimento no processo decisório político, o fazem acompanhando um populista - que joga boa parte das "boas intenções" no lixo.



    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Concordo com a afirmação de que beneficiar os mais pobres não é populismo. O problema é que não foi esse o caso no Brasil. Os gastos sociais compõem parcela ínfima do orçamento. A previdência, em si, apesar de representar o maior gasto do governo, da forma que foi projetada pouco contribui para a transferência de renda aos mais pobres, pelo contrário. Quem é mais pobre se "beneficia" da previdência em seu sentido original, que é o de garantir uma renda mínima para a sobrevivência quando não se tem mais capacidade laboral. Já para a parcela mais rica, tem-se o sentido distorcido de previdência, que é o de parar de trabalhar precocemente para "ter tempo de curtir a vida". Até considero este um objetivo nobre, mas há de se convir que não auxilia na busca pela melhor distribuição de renda.

    Além disto, no Brasil se vende a janta para possibilitar um almoço polpudo. Qualquer político deveria pensar na sustentabilidade das políticas públicas. O que foi feito na previdência foi, basicamente, projetar um sistema sem preocupação com cálculos atuariais, sem se estudar muito a dinâmica receita x despesa ao longo do tempo. Tenho a impressão de que foi um regime projetado por pessoas bem intencionadas, mas sem qualquer noção de economia ou matemática. Ao longo do tempo foram sendo realizados ajustes, mas nunca suficientes, pois a carga de ônus político era muito alta e não seria "justo" efetuar mudanças muito drásticas em pouco tempo.

    Afora as questões sociais, e enxergando o orçamento público como um todo, vale a comparação com a economia doméstica: O governo brasileiro pode ser comparado a um aposentado (ou servidor público) que faz um consignado e o renova, mês após mês, para conseguir fechar contas recorrentes (água, luz, aluguel, faculdade, plano de saúde etc). Consegue alívio para o mês, mas a "bola de neve" vai crescendo, e a cada mês se torna pior, já que os gastos continuam aumentando e as receitas "livres" diminuindo (por culpa do próprio consignado sendo descontado). Com o governo brasileiro ocorreu praticamente o mesmo, gastando cada vez mais e comprometendo parcela cada vez maior do orçamento com o pagamento de juros da dívida pública - que, por sua vez, só aumenta em decorrência dos gastos crescentes e da receita limitada. É um ciclo vicioso difícil de se romper.
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    Mensagem por Chuck Coleman em Ter 10 Set 2019, 5:05 pm

    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    ale1969 escreveu:
    androsvilazza escreveu:De "positivo" (se é que se pode chamar assim) nessa história toda é o pessoal, finalmente, começar a entender que não se pode confiar o futuro, 100% e cegamente, a uma previdência "social". Mesmo quem optou por não migrar, ou migrou e não aderiu ao Funpresp, já está compreendendo que precisa investir em alguma forma de garantia contra mudanças drásticas no regime.


    Perfeito seu comentário, porém há um fator geracional muito relevante. Aqueles que iniciaram o labor na década de 1980, como eu, sofreram uma drástica "punição" pelas mudanças econômicas e sociais do Brasil. Inflação, quebra da Delfim e Capemi(corrupção dos governos militares), quebra das garantias constitucionais dos servidores públicos etc.

    Para essa geração o discurso de capitalização individual não resolve o problema, pois não há como retroceder no tempo.  

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    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

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    Mensagem por josebarbos em Ter 10 Set 2019, 6:35 pm

    ale1969 escreveu:

    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Claro que pode. Mas das duas uma (ou ambas): ou por um curto período de tempo, enquanto vai carregando o "cheque especial" da dívida pública, ou às custas da exploração econômica de outros povos.
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    Mensagem por jotajota em Ter 10 Set 2019, 10:47 pm

    Deve ter muita gente por aí que acredita que é só imprimir dinheiro, como fazem na Venezuela... De acordo com estas pessoas, para ser rico basta ter várias impressoras!


    josebarbos escreveu:
    ale1969 escreveu:

    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Claro que pode. Mas das duas uma (ou ambas): ou por um curto período de tempo, enquanto vai carregando o "cheque especial" da dívida pública, ou às custas da exploração econômica de outros povos.
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    Mensagem por Chuck Coleman em Ter 10 Set 2019, 10:58 pm

    jotajota escreveu:Deve ter muita gente por aí que acredita que é só imprimir dinheiro, como fazem na Venezuela... De acordo com estas pessoas, para ser rico basta ter várias impressoras!


    josebarbos escreveu:
    ale1969 escreveu:

    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Claro que pode. Mas das duas uma (ou ambas): ou por um curto período de tempo, enquanto vai carregando o "cheque especial" da dívida pública, ou às custas da exploração econômica de outros povos.

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    Mensagem por Bastião em Ter 10 Set 2019, 11:31 pm

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    Mensagem por josebarbos em Ter 10 Set 2019, 11:34 pm

    A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

    Isto falando de apenas um dos aspectos de não comparar alhos com bugalhos. Toda esta riqueza não vem do nada, é subtraída doutros países, como o próprio Brasil.
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    Mensagem por ale1969 em Qua 11 Set 2019, 3:54 pm

    josebarbos escreveu:
    ale1969 escreveu:

    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Claro que pode. Mas das duas uma (ou ambas): ou por um curto período de tempo, enquanto vai carregando o "cheque especial" da dívida pública, ou às custas da exploração econômica de outros povos.

    Errado, há países no norte europeu que aplicam bem o sistema e não têm colônias. Quem carrega o "cheque especial" são os rentistas especuladores e não a classe trabalhadora.
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    Mensagem por ale1969 em Qua 11 Set 2019, 3:57 pm

    jotajota escreveu:Deve ter muita gente por aí que acredita que é só imprimir dinheiro, como fazem na Venezuela... De acordo com estas pessoas, para ser rico basta ter várias impressoras!


    josebarbos escreveu:
    ale1969 escreveu:

    A classe política é reflexo do processo histórico, da sociedade escravocrata e elitista, perpetuado pela ignorância da classe trabalhadora. Não considero populismo ações que beneficiem os mais pobres. O Estado do bem estar social pode sim existir.

    Claro que pode. Mas das duas uma (ou ambas): ou por um curto período de tempo, enquanto vai carregando o "cheque especial" da dívida pública, ou às custas da exploração econômica de outros povos.


    Alguém falou em imprimir dinheiro? Se pretendes defender o sistema especulativo, tudo bem. Defendo os trabalhadores e os mais necessitados. Cada um no seu lado, com todo o respeito.
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    Mensagem por ale1969 em Qua 11 Set 2019, 4:00 pm

    josebarbos escreveu:A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

    Isto falando de apenas um dos aspectos de não comparar alhos com bugalhos. Toda esta riqueza não vem do nada, é subtraída doutros países, como o próprio Brasil.


    O Brasil já fez superávit por vários anos e isso não ocorreu. O problema é a concentração da riqueza e a desigualdade social decorrentes da sociedade escravocrata colonizada nacional.
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    Mensagem por euvoltei em Qua 11 Set 2019, 4:17 pm

    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

    Isto falando de apenas um dos aspectos de não comparar alhos com bugalhos. Toda esta riqueza não vem do nada, é subtraída doutros países, como o próprio Brasil.


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    Mensagem por ale1969 em Ter 17 Set 2019, 2:00 pm

    euvoltei escreveu:
    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

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    O Brasil já fez superávit por vários anos e isso não ocorreu. O problema é a concentração da riqueza e a desigualdade social decorrentes da sociedade escravocrata colonizada nacional.

    Desigualdade social é uma consequência, não uma causa dos problemas..

    Trocar causa e consequência é um erro grave...

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    Resolva o problema pobreza que a desigualdade vai ser irrelevante..



    Exatamente, trocar causa e consequência é um erro grave.

    Divida a renda bruta, pela população e poderás entender melhor. Verás que o rendimento médio é mais que suficiente para uma vida digna.

    O que há no Brasil é uma concentração absurda da renda, que gera uma desigualdade social impensável para uma democracia.

    Países que possuem grandes desigualdades sociais, como o Brasil, são majoritariamente ditaduras. Omã, Emirados etc.

    Esse discurso de que basta fazer "o bolo crescer" para depois dividir já foi tentado em período nefasto da nossa história. Lembra?
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 17 Set 2019, 3:07 pm

    ale1969 escreveu:
    euvoltei escreveu:
    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

    Isto falando de apenas um dos aspectos de não comparar alhos com bugalhos. Toda esta riqueza não vem do nada, é subtraída doutros países, como o próprio Brasil.


    O Brasil já fez superávit por vários anos e isso não ocorreu. O problema é a concentração da riqueza e a desigualdade social decorrentes da sociedade escravocrata colonizada nacional.

    Desigualdade social é uma consequência, não uma causa dos problemas..

    Trocar causa e consequência é um erro grave...

    A causa é a pobreza extrema...

    Resolva o problema pobreza que a desigualdade vai ser irrelevante..



    Exatamente, trocar causa e consequência é um erro grave.

    Divida a renda bruta, pela população e poderás entender melhor. Verás que o rendimento médio é mais que suficiente para uma vida digna.

    O que há no Brasil é uma concentração absurda da renda, que gera uma desigualdade social impensável para uma democracia.

    Países que possuem grandes desigualdades sociais, como o Brasil, são majoritariamente ditaduras. Omã, Emirados etc.

    Esse discurso de que basta fazer "o bolo crescer" para depois dividir já foi tentado em período nefasto da nossa história. Lembra?  

    Esse tipo de análise (dividir a renda pelo número de habitantes, ou seja, o PIB per capita) é simples e atrativa, vale para algumas análises, mas é muito simplista.
    Por isso não entendo tanto essa ênfase na desigualdade, quando o correto seria atacar a pobreza extrema, que é de fato o problema.

    A desigualdade é inerente ao progresso tecnológico e, por que não, ao próprio capitalismo. Um exemplo: peguemos a renda per capita brasileira, de quase 10 mil dólares (aprox. 40 mil reais) anuais. É o suficiente para uma vida digna. Agora consideremos um único produto de tecnologia relativamente avançada: carros. Nesta reportagem relata-se que a Volkswagen investiu R$2,6 bilhões "só para desenvolver e adaptar a linha de montagem de São Bernardo do Campo (SP) à nova matriz modular". Ou seja, esse nem é todo o custo de desenvolvimento do projeto, da ideia ao produto final, mas apenas a adaptação de uma linha de produção à introdução de um novo produto. Em outras palavras, sem produzir um único carro, apenas adaptando sua fábrica, a VW "consumiu" a renda per capita anual de 65 mil brasileiros. Para se construir uma hidrelétrica como a de Belo Monte, mais de R$20bi, ou seja, 500 mil brasileiros teriam de abrir mão da totalidade de sua "renda" por um ano para levar adiante o projeto, e isso desconsiderando-se o óbvio aumento de custo devido à perda de escala - se não há construtoras bilionárias, ninguém compraria guinchos, por exemplo, ao custo de milhões, então a hidrelétrica teria de ser construída na base da pá e martelo, mesmo. Por isso a busca pela "igualdade" é uma utopia impossível, a menos que se volte milênios no tempo, abrindo mão de todo o progresso tecnológico - que, concordando-se ou não com ele, exigiu enorme acumulação de renda, e subsequente desigualdade.

    Por outro lado, reduzir a pobreza extrema, garantir uma renda mínima e a melhoria das condições de vida e oportunidades aos mais pobres é uma meta plenamente válida. Um governo que se preocupe menos em reduzir a desigualdade, e mais em atacar a pobreza extrema, tem chances de sucesso muito maiores. Os próprios sentimentos envolvidos (caridade, e não despeito ou inveja) são mais nobres. Não à toa, temos países prósperos com índices insatisfatórios de "igualdade", e países miseráveis que são considerados quase "igualitários".
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    Mensagem por euvoltei em Ter 17 Set 2019, 8:00 pm

    ale1969 escreveu:
    euvoltei escreveu:
    ale1969 escreveu:
    josebarbos escreveu:A Dinamarca e Suécia tem um superávit na balança de pagamentos acima de 15 mil reais/ano.
    A Noruega, com a queda do petróleo, está acima de 20 mil, mas já foi acima de 50 mil.

    Se o Brasil passasse a ter um padrão médio nórdico de balança de pagamentos, ingressariam no país até 4 trilhões de reais/ano. Nosso PNB (que seria mais relevante que o PIB) cresceria 50% em ganho real.

    Isto falando de apenas um dos aspectos de não comparar alhos com bugalhos. Toda esta riqueza não vem do nada, é subtraída doutros países, como o próprio Brasil.


    O Brasil já fez superávit por vários anos e isso não ocorreu. O problema é a concentração da riqueza e a desigualdade social decorrentes da sociedade escravocrata colonizada nacional.

    Desigualdade social é uma consequência, não uma causa dos problemas..

    Trocar causa e consequência é um erro grave...

    A causa é a pobreza extrema...

    Resolva o problema pobreza que a desigualdade vai ser irrelevante..



    Exatamente, trocar causa e consequência é um erro grave.

    Divida a renda bruta, pela população e poderás entender melhor. Verás que o rendimento médio é mais que suficiente para uma vida digna.

    O que há no Brasil é uma concentração absurda da renda, que gera uma desigualdade social impensável para uma democracia.

    Países que possuem grandes desigualdades sociais, como o Brasil, são majoritariamente ditaduras. Omã, Emirados etc.

    Esse discurso de que basta fazer "o bolo crescer" para depois dividir já foi tentado em período nefasto da nossa história. Lembra?  

    Se acredita nisso comece logo dividindo sua renda com outras pessoas desempregadas,... pode não resolver o problema do país, mas já valerá a pena para quem você escolher...

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    Mensagem por josebarbos em Ter 17 Set 2019, 11:58 pm

    A concentração absurda de renda tem nome e é fácil de identificar, e atua em três níveis diferentes. Não produz riqueza, e sob o argumento de justiça social, acaba ampliando a desigualdade.

    É muito fácil pegar estratos simplificados e tratar como exemplos, quando não o são. Economia não é ciência exata, senão há muito tempo as fórmulas de desenvolvimento já estariam descritas e seriam aplicáveis por aí, ou não, conforme o resultado desejado por quem detem o controle.

    Fato é que pegar norte europeu (que coincidência) é a mesma coisa que eu imaginar que o Brasil é o que há dentro de Alphaviles. Muito provavelmente, teremos um desempenho econômico bastante semelhante. O problema é o que há fora dos muros.

    Apenas a título de exemplos, Cingapura, Austrália e Marrocos têm muito mais a nos ensinar. Na América do Sul, apesar do nosso gigantismo, apenas em termos potenciais, Chile, Bolívia e Venezuela, cada qual da sua maneira, são ótimos exemplos do que são boas e más práticas rumo ao desenvolvimento.
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    Mensagem por eder.lima Ontem à(s) 10:50 am

    ladraoalmas escreveu:Pessoal. Na prévia do contracheque de vcs está tudo certo com o seguro? No meu estão descontando o dobro. Já que fiz no início de julho, descontaria julho e agosto, mas estão descontando o dobro. Quatro do de morte e quatro de invalidez. Já mandei e-mail pedindo explicações pq isso tá errado.
    Colegas, no meu contracheque desse mês veio o desconto de dois meses. Mas o que me causa dúvida é sobre o desconto referente ao IR. É feito por ocasião da declaração do IR, certo?
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    Mensagem por Galizezin Ontem à(s) 11:18 am

    dúvida: se silvio santos tivesse migrado para o funpresp, quanto ele estaria recebendo de benefício atualmente?


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    Mensagem por androsvilazza Ontem à(s) 12:34 pm

    eder.lima escreveu:
    ladraoalmas escreveu:Pessoal. Na prévia do contracheque de vcs está tudo certo com o seguro? No meu estão descontando o dobro. Já que fiz no início de julho, descontaria julho e agosto, mas estão descontando o dobro. Quatro do de morte e quatro de invalidez. Já mandei e-mail pedindo explicações pq isso tá errado.
    Colegas, no meu contracheque desse mês veio o desconto de dois meses. Mas o que me causa dúvida é sobre o desconto referente ao IR. É feito por ocasião da declaração do IR, certo?

    Cada órgão está adotando um procedimento, então não dá pra responder com 100% de precisão. O procedimento "correto" seria o abatimento já na base de cálculo do IRRF mensal, da mesma forma que as demais contribuições ao Funpresp. Mas ouvi relatos de que alguns órgãos resistiram a esse procedimento, alegando "falta de previsão normativa" interna do órgão, ou algo do tipo. Recomendo que você verifique essa informação com o seu setor de pessoal/pagamento. Também dá pra verificar no próprio contracheque, conferindo (refazendo) os cálculos.

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    Mensagem por eder.lima Ontem à(s) 1:46 pm

    androsvilazza escreveu:
    eder.lima escreveu:
    ladraoalmas escreveu:Pessoal. Na prévia do contracheque de vcs está tudo certo com o seguro? No meu estão descontando o dobro. Já que fiz no início de julho, descontaria julho e agosto, mas estão descontando o dobro. Quatro do de morte e quatro de invalidez. Já mandei e-mail pedindo explicações pq isso tá errado.
    Colegas, no meu contracheque desse mês veio o desconto de dois meses. Mas o que me causa dúvida é sobre o desconto referente ao IR. É feito por ocasião da declaração do IR, certo?

    Cada órgão está adotando um procedimento, então não dá pra responder com 100% de precisão. O procedimento "correto" seria o abatimento já na base de cálculo do IRRF mensal, da mesma forma que as demais contribuições ao Funpresp. Mas ouvi relatos de que alguns órgãos resistiram a esse procedimento, alegando "falta de previsão normativa" interna do órgão, ou algo do tipo. Recomendo que você verifique essa informação com o seu setor de pessoal/pagamento. Também dá pra verificar no próprio contracheque, conferindo (refazendo) os cálculos.


    Obrigado, colega. no meu orgão deve ter prevalecido o entendimento da "falta de previsão normativa", visto que o valor descontado no contracheque está sem o abatimento do IR. Todavia vou ligar pra lá a fim de me inteirar.

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