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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 2 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por anaviana em Ter 02 Abr 2013, 8:18 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:
    camirecas escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Explodir uma eleição?
    Implodir uma eleição?
    Não sejamos ingênuos!
    Os servidores requisitados, somente eles, tocam as eleições.
    Melhor pedir uma FC2. Ou até mesmo uma FC4 tá valendo.
    Agora, ficar com essa conversinha de que vamos arrebentar a boca do balão, blá e blá, não dá?
    Estamos com o pires na mão, feito mendigo na praça.

    Não querendo ofender os requisitados, mas eles realizam muito bem o atendimento ao eleitor. Numa greve é bom para abrir e fechar o cartório e entregar título, fazer uma parte do administrativo. Agora, possa ser que em alguns estados os requisitados são especializados e realizam praticamente tudo nos cartórios.
    Ademais, em vários cartórios sofremos também a carência de requisitados.
    Nem mais técnico de urna tão querendo contratar, querem deixar tudo com os servidores.
    Pago pra ver hoje uma eleição só com requisitados!!!
    Não quero com isso dizer que vamos implodir uma eleição, mas que se desejássemos atrapalharia e muito.
    Dizer que estamos com o pires na mão é temerário porque nessa situação somos capazes de aceitar qualquer coisa, e aí mora o perigo.

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e não cumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.
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    Mensagem por jujuba em Ter 02 Abr 2013, 10:16 pm

    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:
    camirecas escreveu:

    Não querendo ofender os requisitados, mas eles realizam muito bem o atendimento ao eleitor. Numa greve é bom para abrir e fechar o cartório e entregar título, fazer uma parte do administrativo. Agora, possa ser que em alguns estados os requisitados são especializados e realizam praticamente tudo nos cartórios.
    Ademais, em vários cartórios sofremos também a carência de requisitados.
    Nem mais técnico de urna tão querendo contratar, querem deixar tudo com os servidores.
    Pago pra ver hoje uma eleição só com requisitados!!!
    Não quero com isso dizer que vamos implodir uma eleição, mas que se desejássemos atrapalharia e muito.
    Dizer que estamos com o pires na mão é temerário porque nessa situação somos capazes de aceitar qualquer coisa, e aí mora o perigo.

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e não cumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.


    Parece que o colega Truta executa com restrição as atribuições de um Chefe de Cartório. Será que ele conhece essas atribuições que foram descritas acima pela colega anaviana? Provavelmente não. Sua justificativa para defender uma FC 04 se resume em criticar os serviços de assessoria executados pela maioria (e não por todos) dos Chefes de Cartório (ele mesmo afirma que não faz esse tipo de serviço). É o tipo de servidor que não tem compromisso com a função que exerce, sequer com o cargo que ocupa ou com a sociedade.

    A propósito, sou analista judiciário da JF e exerço uma função de assessoria de juiz, cujas atividades (que constam anualmente da minha avaliação funcional) inclui a adaptação de decisões e sentenças, a pesquisa de jurisprudência, e outras atividades inerentes à função de assessoramento (FC 05).

    Não consigo ler isso que o colega escreveu e ficar calada. Porque não presta outro concurso e deixa sua vaga para alguém que irá valorizar a carreira e a função que exerce? Sabe porque os servidores do quadro não querem exercer uma Chefia de Cartório? Porque não requerem receber apenas uma FC 01 por tanta responsabilidade. É, sim, injusto. TODOS os Chefes de Cartório (interior e capital) devem receber O MESMO valor de função.
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    Mensagem por Convidad em Ter 02 Abr 2013, 10:35 pm

    jujuba escreveu:
    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e não cumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.


    Parece que o colega Truta executa com restrição as atribuições de um Chefe de Cartório. Será que ele conhece essas atribuições que foram descritas acima pela colega anaviana? Provavelmente não. Sua justificativa para defender uma FC 04 se resume em criticar os serviços de assessoria executados pela maioria (e não por todos) dos Chefes de Cartório (ele mesmo afirma que não faz esse tipo de serviço). É o tipo de servidor que não tem compromisso com a função que exerce, sequer com o cargo que ocupa ou com a sociedade.

    A propósito, sou analista judiciário da JF e exerço uma função de assessoria de juiz, cujas atividades (que constam anualmente da minha avaliação funcional) inclui a adaptação de decisões e sentenças, a pesquisa de jurisprudência, e outras atividades inerentes à função de assessoramento (FC 05).

    Não consigo ler isso que o colega escreveu e ficar calada. Porque não presta outro concurso e deixa sua vaga para alguém que irá valorizar a carreira e a função que exerce? Sabe porque os servidores do quadro não querem exercer uma Chefia de Cartório? Porque não requerem receber apenas uma FC 01 por tanta responsabilidade. É, sim, injusto. TODOS os Chefes de Cartório (interior e capital) devem receber O MESMO valor de função.

    Que tal então CJ-03 como recebem os Diretores de Secretaria de Varas Trabalhista...Jóia né?!

    Cuidado... o perigo de crescer ou inchar demais na verdades é chamar atenção e depois ir à berlinda como o a Justiça Militar está indo...

    Se os pleitos forem unificados como está praticamente acertado na reforma política que está quentinha no congresso... aí mesmo a Justiça eleitoral, essa típica jabuticaba brasileira vai ter é que apelar para todos os santos para continuar existindo com FC-ZERO e olhe lá...

    ...

    reclamamos da AJUFE/Frentas e Cia mas, o corporativismo por aqui é igual, senão pior..
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Qua 03 Abr 2013, 1:34 am

    Com essas palavras do colega me reporto ao começo da faculdade, na disciplina TGD. É a velha dicotomia entre O MUNDO DO SER E O DO DEVER SER...

    Você vive em que país? Infelizmente, no BRASIL, em todos os ramos do Judiciário (Federal ou Estadual), MP, Defensorias, Procuradorias, Escritórios de Advocacia, delegacias de polícia, ou seja, EM TODO LUGAR ONDE SE REALIZA UM TRABALHO JURÍDICO, UM MERO ESTÁGIÁRIO, MUITAS VEZES NO TERCEIRO SEMESTRE, REALIZA ATIVIDADES DE JUIZ, PROMOTOR, PROCURADOR, ADVOGADO, DEFENSOR, ETC. Ou você nunca estagiou ou trabalhou em nenhum órgão jurídico ou então só pode estar de brincadeira.

    QUISERA EU FORMADO EM DIREITO, OCUPANTE DE UM CARGO PRIVATIVO DE BACHAREL EM DIREITO, NÃO SER DIRECIONADO A FAZER SENTENÇAS PELO JUIZ. QUANTO A NOSSA LEI, CLARO QUE ELA NÃO VAI PREVER TODAS AS HIPÓTESES DO MUNDO, AÍ QUE ENTRA O LEITOR, OU SEJA, O INTERPRÉTE PARA FAZER O RACIOCÍNIO. SENTENÇA NÃO É TAMBÉM ATIVIDADE PRIVATIVA DE BACHAREL EM DIREITO? OU JUIZ NÃO É FORMADO EM DIREITO? TODO JUIZ ANTES DE EXERCER A MAGISTRATURA DEVE ANTES DE TUDO SER FORMADO EM DIREITO.

    NO COMEÇO EU TAMBÉM ME ASSUSTAVA. UM DIA, ATUANDO COMO ESTAGIÁRIO, PERGUNTEI PARA UM SERVIDOR ANTIGO: COMO É QUE UM MERO ESTAGIÁRIO É COLOCADO PARA FAZER SENTENÇAS?

    ELE RESPONDEU PRONTAMENTE: NÃO INTERESSA QUEM FAZ E SIM QUEM ASSINA.

    CONTUDO, NO MUNDO DO DEVER SER, NÃO HÁ COMO NEGAR, VOCÊ TEM TODA RAZÃO, É POR ISSO QUE ESTOU ESTUDANDO PARA SAIR FORA DESTA CANOA FURADA, PARA ASSINAR TUDO QUE EU FAÇO.

    DO JEITO QUE A COISA ANDA, NÓS NUNCA SEREMOS VALORIZADOS, POIS OS PRÓPRIOS SERVIDORES SE NIVELAM POR BAIXO, POIS UM CHEFE DE CARTÓRIO DIZER QUE FC 1 ESTÁ DE BOM TAMANHO É INACREDITÁVEL!!!

    Truta do Policarpo escreveu:Ficaria muito feliz se o colega apontasse onde está consignado que elaborar SENTENÇAS é atribuição do analista judiciário. Se ainda consigo ler, vi escrito lá o termo "pareceres jurídicos". Até onde sei, parecer jurídico não é SENTENÇA. Ou é? Graças a Deus o Juiz com quem trabalho SABE LER MUITO BEM. Perguntei a ele se a jurisdição poderia ser delegada a um reles analista. A resposta foi curta e grossa. NÃO! Então, amigão, se vc quiser elaborar sentenças, que participe de outro concurso. EU NÃO FAÇO. SÓ GANHO PRA ADMINISTRAR O CARTÓRIO, ATENDER ELEITORES, CUIDAR DAS URNAS E DO CADASTRO ELEITORAL. Se um dia vierem me cobrar a elaboração de sentenças, vou ao CNJ, à Imprensa e até buscar ajuda do bispo da cidade de Pau Grosso.
    Analista Desafortunado escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e nãocumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.


    Servidor do interior bajulando juiz para " ganhar" uma fc 6 que ainda nem existe só pode ser piada de mau gosto de quem não sabe debater de forma democrática e parte logo para agressão e ofensa pessoal ( moderador, favor verificar a mensagem n. 32 do truta do policarpo )

    Ademais, o colega bem sabe que no interior só existe uma fc 1 e ela é para o chefe de cartório. Respeito muito essa função, mas não faço a mínima questão de ser, pois minha intenção é ser removido à capital o mais rápido possível( como disse em mensagem anterior) e essa chefia ( mesmo que fosse uma cj )me prenderia ainda mais no interior, principalmente em ano de eleição.

    No meu caso, a cidade sede da minha Zona tem mais de uma vara e existe rodízio entre os juízes, por isso não adiantaria nada " babar " o juiz para ganhar o que quer que seja, pois eles ficam no máximo dois anos ( quando não são promovidos antes)

    Faço as sentenças simplesmente pelo fato de os juízes estarem cientes de que essa é uma atribuição do cargo de analista da área judiciária, explícita na nossa lei ( os juízes não são burros e sabem MUITO BEM LER ).
    Art 3º da Lei 11416/ 2006. Verbis:

    "I - área judiciária, compreendendo os serviços realizados privativamente por bacharéis em Direito, abrangendo processamento de feitos, execução de mandados, análise e pesquisa de legislação, doutrina e jurisprudência nos vários ramos do Direito, bem como elaboração de pareceres jurídicos"

    COMO TODO SERVIDOR, SÓ PODEMOS DESOBEDECER UMA ORDEM SE ELA FOR MANIFESTAMENTE ILEGAL.


    Última edição por Analista Desafortunado em Qua 03 Abr 2013, 2:24 am, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Qua 03 Abr 2013, 2:10 am

    Muito_Ansioso escreveu:
    jujuba escreveu:
    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.


    Parece que o colega Truta executa com restrição as atribuições de um Chefe de Cartório. Será que ele conhece essas atribuições que foram descritas acima pela colega anaviana? Provavelmente não. Sua justificativa para defender uma FC 04 se resume em criticar os serviços de assessoria executados pela maioria (e não por todos) dos Chefes de Cartório (ele mesmo afirma que não faz esse tipo de serviço). É o tipo de servidor que não tem compromisso com a função que exerce, sequer com o cargo que ocupa ou com a sociedade.

    A propósito, sou analista judiciário da JF e exerço uma função de assessoria de juiz, cujas atividades (que constam anualmente da minha avaliação funcional) inclui a adaptação de decisões e sentenças, a pesquisa de jurisprudência, e outras atividades inerentes à função de assessoramento (FC 05).

    Não consigo ler isso que o colega escreveu e ficar calada. Porque não presta outro concurso e deixa sua vaga para alguém que irá valorizar a carreira e a função que exerce? Sabe porque os servidores do quadro não querem exercer uma Chefia de Cartório? Porque não requerem receber apenas uma FC 01 por tanta responsabilidade. É, sim, injusto. TODOS os Chefes de Cartório (interior e capital) devem receber O MESMO valor de função.

    Que tal então CJ-03 como recebem os Diretores de Secretaria de Varas Trabalhista...Jóia né?!

    Cuidado... o perigo de crescer ou inchar demais na verdades é chamar atenção e depois ir à berlinda como o a Justiça Militar está indo...

    Se os pleitos forem unificados como está praticamente acertado na reforma política que está quentinha no congresso... aí mesmo a Justiça eleitoral, essa típica jabuticaba brasileira vai ter é que apelar para todos os santos para continuar existindo com FC-ZERO e olhe lá...

    ...

    reclamamos da AJUFE/Frentas e Cia mas, o corporativismo por aqui é igual, senão pior..

    Isonomia entre os chefes dos cartórios eleitorais e os servidores dos demais ramos do Poder Judiciário Federal e criação de cargos administrativos na Justiça Eleitoral



    Por João Evódio Silva Cesário* - 05/05/10



    O princípio da igualdade está consagrado em nosso sistema jurídico e integra a ordem constitucional desde a primeira constituição republicana, que em seu artigo 72, § 2º, rezava que “todos são iguais perante a lei”, expressão que, a partir daí, constou do texto de todas as Cartas Magnas brasileiras.

    A isonomia pode ser analisada sob dois aspectos distintos: o formal e o material.



    Por igualdade formal entende-se aquela prevista nos textos legais e que consiste no fato de a lei não estabelecer diferenças entre os indivíduos. Situa-se, pois, num plano puramente normativo e formal, pretendendo conceder tratamento isonômico em todas as situações. Pode ser resumida na regra de tratar os iguais e os desiguais de forma sempre igual.



    Noutro prisma, a igualdade pode ser avaliada sob o seu aspecto substancial ou material, que consiste em tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, na exata medida de suas desigualdades, buscando realizar, dessa forma, o valor de Justiça. Assim, as pessoas ou as situações são iguais ou desiguais de modo relativo, ou seja, sob certos aspectos. Reside aí, por exemplo, o fundamento das chamadas ações afirmativas. Esse tratamento dos desiguais de forma desigual, entretanto, deve estar pautado na medida do que seja razoável, proporcional e justificado.



    A Constituição Federal Brasileira de 1988 estabelece o princípio da isonomia em seu art. 5º, caput, ao preconizar que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...).



    O princípio sob análise é norteador do ordenamento jurídico, juntamente com os demais princípios constitucionais, que se complementam. Dessa forma, por força da supremacia do texto constitucional, todo o direito positivo infraconstitucional deve estar submetido a essa diretriz.



    Já no plano supraconstitucional, temos no artigo 23, 2, da Declaração Universal dos Direitos Humanos a regra que dispõe que “todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual”, verdadeiro jus cogens que vincula o Estado Brasileiro e que traduz o princípio da isonomia aplicado às relações de trabalho, expressão entendida em seu sentido amplo, dizendo respeito tanto à esfera particular quanto ao setor público.



    Após essa breve introdução e passando-se a abordar, especificamente, o que diz respeito aos servidores públicos que exercem a função de chefe de cartório de Zona Eleitoral em todo o Brasil, constata-se que o princípio constitucional da isonomia não vem sendo observado sequer em seu aspecto formal quanto à retribuição pelo exercício da função, que possui igual nível de responsabilidade e semelhantes atribuições às dos Diretores de Secretaria da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho, servidores que exercem cargos enquadrados como Cargos em Comissão (CJ) e que possuem responsabilidades e atribuições tão dignas e complexas quanto às dos chefes de cartório eleitoral.

    No Brasil, existem atualmente cerca de 3.000 Zonas Eleitorais, o que representa, aproximadamente, 01 Zona Eleitoral para cada 02 municípios brasileiros, sendo a Justiça Eleitoral aquela que, muito embora não seja a maior em número de servidores efetivos ou em estrutura, possui maior ramificação e que está presente em um maior número de municípios, merecendo um tratamento condigno e isonômico quanto às condições de trabalho de seus servidores, comparando-se com a situação existente na Justiça do Trabalho e na Justiça Federal, outros ramos do mesmo Judiciário Federal.



    Não obstante ser a Justiça Eleitoral tão federal quanto os demais ramos do Poder Judiciário Federal, frise-se, os servidores ocupantes das chefias dos cartórios são retribuídos com Função Comissionada de referência FC4 nas capitais e FC1 no interior dos Estados da Federação.



    Fazendo-se um levantamento, constata-se que cada Vara Federal é criada com 20 cargos efetivos, 14 Funções Comissionadas e 01 Cargo em Comissão, conforme se depreende do texto da Lei 12.011, de 04 de agosto de 2.009.



    Um exemplo para comparação com os cargos da Justiça do Trabalho pode ser extraído da Lei 10.770, de 21 de novembro de 2003, que criou, em média, para lotação em cada Vara do Trabalho, 14 cargos efetivos, 08 Funções Comissionadas e 01 Cargo em Comissão.



    Sob o prisma substancial, o princípio da isonomia autorizaria, em tese, uma retribuição até maior para os servidores chefes de cartório, pois além das atribuições e responsabilidades semelhantes às dos diretores de secretaria dos outros órgãos do Judiciário, em razão da menor estrutura existente nos cartórios, da reduzida disponibilidade de recursos humanos e também em decorrência das atribuições expressamente previstas nos regimentos internos dos Tribunais Regionais Eleitorais, os chefes de cartório realizam cumulativamente as tarefas de secretário de audiência, assistente de juiz, oficial de justiça, administrador de fórum etc, serviços que são desempenhados por servidores distintos nos Tribunais e Varas Federais de outros ramos do Judiciário, todos com Funções Comissionadas mais elevadas que as atualmente designadas para os chefes de cartório.



    Nessa esteira, situação ainda pior é a dos chefes de cartório lotados no interior, que sofrem dupla discriminação, pois são retribuídos com a FC1, menor função comissionada existente no Plano de Cargos e Salários do Judiciário Federal (Lei 11.416/2006), enquanto que os chefes lotados nas Capitais percebem a retribuição da função de referência FC4.



    Na tramitação do projeto que deu origem à Lei 10.842/2004 (lei que criou um cargo de analista judiciário e outro de técnico judiciário em cada cartório eleitoral, dando inicio à lotação dos cartórios com servidores efetivos), verifica-se que não houve fundamento jurídico válido para inobservância do princípio da isonomia, que não foi respeitada, como visto, nem sequer entre os chefes de cartório do interior e da capital.



    No relatório do projeto originário (PL 7493/2002) a Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público, por seu relator, justificou a desigualdade com os seguintes argumentos:



    "Voto igualmente pela rejeição da emenda nº 2, uma vez que pretende eliminar a distinção, prevista no projeto, entre as funções comissionadas de Chefe de Cartório quando localizados nas capitais dos Estados e quando situados no interior. A elevação das 2.559 funções de nível FC-01 para FC-04, provocaria aumento de despesas, o que tenderia a colocar em risco o projeto como um todo. Entendo, por conseguinte, ser preferível rejeitar esse pleito, na presente ocasião, sem prejuízo de eventual novo exame da questão pelo Congresso nacional, caso o Tribunal Superior Eleitoral julgue conveniente submetê-lo no futuro." (Fonte: site da câmara dos deputados [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    Constata-se que a razão para a rejeição da emenda que cuidava da igualdade de tratamento entre os chefes de cartório do interior e da capital fez menção tão somente a questões orçamentárias, buscando evitar um aumento de despesas, em detrimento do princípio da isonomia, sendo oportuno salientar que até o momento, mais de cinco anos após a edição da lei 10.842/2004, o Tribunal Superior Eleitoral não submeteu ao Poder Legislativo qualquer projeto de lei que implementasse a desejada equiparação.



    Como já mencionado, o princípio da isonomia está constitucionalmente consagrado e foi inclusive reproduzido, no plano infraconstitucional, pela Lei 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais e que em seu artigo 41, § 4º, estatuiu:


    "É assegurada a isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhadas do mesmo Poder, ou entre servidores dos três Poderes, ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local de trabalho."



    Depreende-se, assim, da Lei 8.112/90 a previsão de isonomia até mesmo para cargos assemelhados de Poderes distintos, não se sustentando, dessa forma, a discriminação existente entre atribuições iguais do mesmo Poder¸ que é a situação atualmente vivenciada pelos chefes de cartório eleitoral e demais servidores lotados em cartórios da Justiça Eleitoral.



    Não cabem, no particular, as distinções decorrentes da exceção prevista na lei quanto à natureza ou ao local de trabalho, pois a função de chefe de cartório equivale ao cargo de diretor de secretaria da Justiça do Trabalho ou da Justiça Federal, sendo de mesma natureza, possuindo o mesmo grau de responsabilidade e com atribuições semelhantes. Ademais, nos outros ramos do Poder Judiciário Federal, ressalte-se, não há distinção entre servidores da capital ou do interior.



    Ora, se a regra é a isonomia, a distinção prevista na lei quanto ao local de trabalho também deveria ser analisada e aplicada de forma excepcional, criteriosa e fundamentada, não bastando por si só a diversidade de local de trabalho, mas sobretudo deveriam ser objetivamente motivadas as razões que autorizassem a diferença de retribuição pelo exercício de um mesmo cargo, seja pela maior demanda de trabalho, pela maior responsabilidade existente em um local e em outro não, pela quantidade de atribuições de cada Zona Eleitoral, ou por outro critério objetivo e razoável, de maneira que se a localidade de trabalho fosse insistentemente considerada como aspecto relevante e autorizador da discriminação, o critério a ser utilizado deveria estabelecer parâmetros objetivos e justificáveis, não se prestando para o discrímen a pura e simples localização geográfica, como ora ocorre.



    Assim, também não seria aplicável aos cartórios a discriminação decorrente pura e simplesmente em razão de os cartórios estarem localizados no interior ou nas capitais. Como exemplo, expõe-se a situação da Zona Eleitoral de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, que possui aproximadamente 120.000 eleitores e a chefia de cartório é enquadrada como FC-1, enquanto que existe Zona Eleitoral em Recife, PE, que tem aproximadamente 70.000 eleitores, conta com maior apoio da Secretaria do Tribunal, e a chefia possui a referência FC-4, apenas por estar na capital do Estado de Pernambuco.



    No caso dos cartórios eleitorais, não há justificativa para a discriminação, mormente se consideramos que a FC1 com que se retribui os chefes de cartório do interior é a mais baixa existente e prevista na Lei 11.416/2006, não correspondendo ao grau de responsabilidade e atribuições que lhes são cometidas.



    É oportuno destacar que o chefe de cartório da capital conta com o apoio direto dos diversos setores do Tribunal para muitas atividades (controle de contas de partidos e candidatos, arquivo, patrimônio, protocolo etc) e até mesmo parte do atendimento ao público é realizada pelas centrais de atendimento, o que em regra não ocorre no interior, que concentra todas as atividades. Assim, na verdade, os chefes do interior possuem atribuições em quantidade superior às dos chefes da capital.



    Repise-se que se o princípio da isonomia fosse observado em seu aspecto material, muitos chefes de cartórios do interior, por força da mesma exceção do § 4° quanto ao local de trabalho, fariam jus exatamente a uma retribuição pecuniária maior, seja pelo labor em locais de difícil acesso e provimento, em alguns casos, seja pela quantidade maior de atribuições cometidas aos cartórios, que muitas vezes concentram toda a atividade administrativa e judiciária e ainda administram os fóruns das sedes próprias da Justiça Eleitoral que vêm sendo construídas em todo o Brasil, tarefas que nas capitais são exercidas, em grande parte, pelas Secretarias dos Tribunais.



    Esse é um outro problema a ser debatido: muito embora venham sendo construídos diversos fóruns eleitorais em todo o país, a cúpula do Poder Judiciário não se ocupou em elaborar projeto de lei para criar nem sequer um único cargo para lotação na área administrativa de tais fóruns, de maneira que os chefes de cartório e demais servidores lotados nos cartórios são obrigados a acumular, em desvio de função, todas as atribuições administrativas que são próprias dos fóruns eleitorais, de forma totalmente improvisada e sem qualquer retribuição por mais esse mister, situação que merece a atenção da categoria.



    Em algumas localidades, um único cartório do interior é responsável por vários municípios, com atribuições de gerenciamento do cadastro eleitoral, prestação de contas eleitorais e partidárias, recepção e processamento de listas de filiação partidária, preparação e realização das eleições, processamento de feitos diversos, manutenção predial, assistência a centrais de atendimento etc.



    Voltando-se a questão da chefia de cartório, muito embora a natureza do cargo atualmente exercido seja semelhante à do diretor de secretaria da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal, também órgãos do Judiciário Federal como o é a Justiça Eleitoral, a União achou por bem retribuir o chefe de cartório eleitoral no interior do estado com a menor FC existente no ordenamento jurídico, não observando os princípios da legalidade, da isonomia, tampouco os da proporcionalidade e razoabilidade (art. 39 da CF e 41, § 4° da Lei 8.112/90).



    Trazendo-se à tona, mais uma vez, a inevitável comparação com a Justiça Federal e a Justiça do Trabalho, verifica-se que nessas duas praticamente não existe mais a FC1, sendo a FC2 a mínima prevista (vide Leis 10.770/2003 e 12.011/2009) que é paga aos servidores que exercem atribuições de menor grau de responsabilidade dentro da organização dos Tribunais.



    Exemplo que facilita a compreensão do quanto exposto diz respeito à função de motorista na Justiça Federal da Primeira Região, que é retribuída com FC2, ou à função de “chefe de núcleo” (nomenclatura utilizada no TRT da 5ª Região), que é retribuída, também, com FC2, no âmbito da Justiça do Trabalho. Os servidores que ocupam tais funções não têm sob sua subordinação nenhum outro servidor e não exercem atividades de direção ou gerenciamento, mas sim tarefas de menor complexidade, entretanto são retribuídos com uma remuneração superior a do chefe de cartório eleitoral lotado no interior do estado, que tem sob sua responsabilidade toda a atividade administrativa e judiciária do Cartório.



    Para demonstração das discrepâncias, destaca-se, em seguida, excerto do Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da Quinta Região, na parte que dispõe acerca da estrutura e das funções existentes na Vara do Trabalho, mostrando os níveis e a quantidade de funções:



    “Art. 286. Cada Secretaria da Vara do Trabalho será dirigida por servidor do quadro efetivo de pessoal, ocupante de cargo de Diretor de Secretaria – CJ3, e contará com um (01) Diretor-Adjunto de Secretaria – FC5, que terá a atribuição de chefia e coordenação em nível auxiliar, podendo exercer a função de Subdiretor e de substituto, nos impedimentos legais e eventuais do Diretor.

    Art. 287. Cada Secretaria da Vara do Trabalho tem a seguinte estrutura e funções comissionadas a ela vinculadas:

    I. Gabinete de Juiz de Primeira Instância, chefiado por servidor com graduação em Direito, ocupante de função comissionada de Chefe de Gabinete – FC5;

    II. Departamento de Audiência, chefiado por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Departamento – FC5;

    III. Seção de Cálculo, chefiada por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Seção – FC4;

    IV. Seção de Execução, chefiada por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Seção – FC4;

    V. Seção de Notificação, chefiada por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Seção – FC4;

    VI. Seção de Pagamento, chefiada por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Seção – FC4;

    VII. Seção de Protocolo, chefiada por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Seção – FC4;

    VIII. Núcleo de Expedição, chefiado por servidor ocupante de função comissionada de Chefe de Núcleo – FC2.

    (...)

    Art. 304. Compete ao Núcleo de Expedição:

    I. expedir as correspondências;

    II. fazer a remessa de processos e cartas precatórias às diversas unidades;

    III.juntar aos respectivos processos os Avisos de Recebimento (AR’s) de correspondências expedidas e certificar a devolução das correspondências que não chegaram ao destino;

    IV. receber e arrumar os processos distribuídos à Vara;

    V. preparar os processos para arquivamento;

    VI. arquivar os processos ou encaminhá-los à Seção de Arquivo;

    VII. executar outros atos e atividades afins.” (grifos não originais)



    (Fonte: site do TRT da 5ª Região: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] – acesso em 23/04/2007)



    Comparando-se, agora, as atribuições do Diretor da Secretaria da Vara do Trabalho (CJ3) com as do chefe de cartório eleitoral, extraídas do Regulamento Geral da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da Quinta Região e do Regimento Interno dos Cartórios Eleitorais da Justiça Eleitoral no Estado da Bahia (Resolução administrativa 07/2001, com redação alterada pela Resolução Administrativa 03/2006), respectivamente, tem-se:



    “Art. 294. Compete à Diretoria da Secretaria da Vara do Trabalho:

    I. planejar, dirigir, distribuir e supervisionar a execução dos trabalhos inerentes à Secretaria da Vara, promovendo o rápido andamento dos processos e a pronta realização dos atos e diligências ordenados;

    II. informar à Secretaria de Coordenação Judiciária de Primeira Instância sobre a necessidade de atualização, ajustes e alteração do sistema de acompanhamento de processos ou de procedimentos próprios à Vara do Trabalho;

    III. fiscalizar o cumprimento dos contratos celebrados pelo Tribunal com terceiros para fornecimento de serviços e material de consumo àquela Secretaria, nas localidades onde não haja Seção de Administração do Fórum;

    IV. responder pela correta utilização e prestação de contas do Suprimento de Fundos solicitado ao Tribunal para as pequenas despesas;

    V. submeter os expedientes diários a despacho do Juiz;

    VI. examinar os processos nos quais existam diligências a serem cumpridas;

    VII. organizar as pautas de audiência da Vara;

    VIII. atender ao público e informá-lo sobre o andamento dos processos, bem como esclarecê-lo quanto a regulamentos, provimentos, portarias, resoluções e outras normas internas relacionadas com os trabalhos da Secretaria da Vara;

    IX. solicitar à Presidência do Tribunal, quando necessário, a designação de Juiz Substituto;

    X. exercer as demais atribuições inerentes ao cargo, bem como as que lhe forem determinadas pela autoridade competente.”

    (Fonte: site do TRT da 5ª Região: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] – acesso em 23/04/2007)





    “Art. 37 Cabe ao chefe de cartório, mediante a adoção de medidas necessárias à implantação e fiel observância de normas e rotinas de trabalho:

    I - zelar, sempre, pela ordem e presteza do serviço eleitoral;

    II - atender ao público, com agilidade e cortesia;

    III - planejar, coordenar, orientar e controlar as atividades relativas ao funcionamento do cartório, buscando a excelência e a melhoria do serviço eleitoral;

    IV - executar e supervisionar os procedimentos relativos a alistamento, transferência, revisão, segunda via e atualização de situação de eleitor;

    V - despachar regularmente com o juiz eleitoral, mantendo-o informado sobre as atividades desenvolvidas;

    VI - manter-se atualizado acerca da legislação e demais normas, atos, resoluções e provimentos em matéria eleitoral, promovendo a sua execução;

    VII - acessar, diariamente, a rede interna da Justiça Eleitoral (intranet) e o correio eletrônico institucional, dando ciência do conteúdo das mensagens recebidas ao juiz eleitoral;

    VIII - fiscalizar a execução das tarefas destinadas aos servidores, o emprego do material de consumo e a utilização do material permanente, instalações e equipamentos;

    IX - responsabilizar-se pela guarda e conservação dos bens permanentes e realizar o respectivo inventário anual;

    X - controlar a emissão de título eleitoral e, em sendo o caso, controlar a daqueles que forem expedidos pelo órgão processador, bem como sua entrega aos eleitores, observando rigorosamente as determinações que a lei especificar;

    XI - providenciar o levantamento e a requisição de formulários e etiquetas para o alistamento de eleitores, cuidando para que o estoque nunca fique abaixo de três por cento do eleitorado;

    XII - zelar pelo fiel cumprimento da determinação de cobrança de multa eleitoral, providenciando, no prazo de cinco dias, a contar da apresentação do comprovante de recolhimento, o expediente, assinado pelo juiz, comunicando à Secretaria de Administração do Tribunal Superior Eleitoral a arrecadação da multa eleitoral, aplicada com base no art. 73, § 4º, da Lei nº 9.504/97;

    XIII - responsabilizar-se pela instalação e desinstalação dos equipamentos e sistemas informatizados encaminhados pelo Tribunal Superior ou por este Tribunal, ressalvadas as situações em que a execução seja, em decorrência de fatores técnicos especiais, atribuição privativa da Secretaria de Informática do Tribunal;

    XIV - cuidar para que não sejam instalados, nos equipamentos, softwares e sistemas estranhos aos da Justiça Eleitoral;

    XV - responsabilizar-se pela remessa e o recebimento dos equipamentos encaminhados para manutenção ou providenciar a sua devolução quando determinado pelo Tribunal;

    XVI - responsabilizar-se pelo cadastramento dos usuários dos sistemas instalados;

    XVII - cumprir a rotina estabelecida para a geração de cópias de segurança dos sistemas da Justiça Eleitoral e demais arquivos existentes nos microcomputadores instalados no cartório;

    XVIII - controlar, diariamente, a freqüência dos servidores do cartório, encaminhando-a para visto do juiz eleitoral;

    XIX - organizar a escala de férias dos servidores com exercício na zona, submetendo-a à apreciação do juiz eleitoral;

    XX - informar ao juiz eleitoral sobre a necessidade de adoção de horário extraordinário de serviço;

    XXI - receber e conferir os documentos relativos a registro de candidatos nas eleições municipais;

    XXII - executar e supervisionar os serviços necessários à realização dos pleitos eleitorais, sempre em estrito cumprimento às normas vigentes e determinações do juiz eleitoral;

    XXIII - organizar e manter atualizado cadastro de todos os locais de votação e suas respectivas seções com os dados essenciais à sua identificação e funcionamento;

    XXIV - vistoriar os locais de votação no que pertine (sic) ao estado geral de conservação, instalações elétricas e condições de acesso ao eleitor portador de necessidades especiais, por ocasião das eleições;

    XXV - executar os serviços processuais do cartório;

    XXVI - autuar, instruir e informar os feitos judiciais e administrativos, registrando-os em livro próprio, acompanhando a sua tramitação;

    XXVII - executar e supervisionar o exame da regularidade das contas anuais dos órgãos partidários municipais, bem como a prestação de contas de campanha eleitoral dos candidatos e comitês financeiros, nas eleições municipais;

    XXVIII - lavrar termos de audiência;

    XXIX - cumprir as cartas de ordem e as precatórias, as diligências determinadas pelo juiz eleitoral, bem como expedir os mandados de citação, intimação e notificação;

    XXX - expedir certidões relativas aos assentamentos e dados que constem no cartório e no cadastro eleitoral, podendo delegar a outro servidor tal atribuição;

    XXXI - registrar as sentenças e demais decisões proferidas pelo juiz eleitoral, antes da intimação às partes e aos seus procuradores;

    XXXII - lavrar editais, afixá-los em local próprio, certificando acerca da sua publicação;

    XXXIII - promover o descarte de documentos e materiais, observando as normas específicas;

    XXXIV - fiscalizar os contratos firmados pelo Tribunal, decorrentes de solicitação da zona eleitoral para aquisição de bens e serviços, atestando sua regularidade nas respectivas notas fiscais;

    XXXV - executar e supervisionar a execução de procedimentos em urna eletrônica, quando determinado pelo Tribunal.

    XXXVI - executar e supervisionar os procedimentos relativos à filiação partidária.

    XXXVII - exercer outras atividades inerentes à função, que lhe forem atribuídas por autoridade competente e praticar os demais atos necessários ao bom desenvolvimento dos serviços eleitorais.”

    (Fonte: site do TRE da Bahia: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] – acesso em 24/04/2007)



    Vê-se, então, de forma objetiva, que os chefes de cartório têm sob o seu encargo atribuições em número bastante superior àquelas dos Diretores de Secretaria de Vara do Trabalho, entretanto recebem as menores Funções Comissionadas previstas na Lei.



    A situação que se apresenta atualmente na Justiça Eleitoral é que os chefes de cartório exercem, na prática, verdadeiros Cargos em Comissão (quanto à natureza das atribuições) “travestidos” em Funções Comissionadas, o que decorreu da redação dada à Lei 10.842, discriminação esta que se reputa inconstitucional.



    Assim, competiria ao Tribunal Superior Eleitoral a elaboração de projeto de lei que alterasse a Lei 10.842/2004, de forma a garantir que os chefes de cartórios eleitorais tenham tratamento isonômico em relação aos servidores que exercem funções semelhantes nos outros ramos do Judiciário Federal, pois todos são vinculados ao mesmo Ente Federativo, a União, não se justificando o inconstitucional tratamento diferenciado que atualmente existe.



    Como proposta, em obediência ao princípio da isonomia, deve ser encaminhado ao Congresso Nacional projeto que estabeleça a transformação da função e o enquadramento do chefe de cartório eleitoral como Cargo em Comissão CJ1, pelo menos, em todos os cartórios eleitorais do Brasil, sem qualquer distinção decorrente do local de trabalho, dando-se ênfase ao grau de responsabilidade e à natureza do cargo, salientando-se, por fim, que tramita no Tribunal Superior Eleitoral, a passos lentos, um procedimento administrativo que prevê a transformação da função de chefe de cartório para FC6, bem como a criação de uma FC1, em cada cartório eleitoral, devendo ser dada prioridade a essa luta pelos servidores do Judiciário Federal e do MPU, promovendo-se, assim, a igualdade de condições de trabalho e de remuneração aos servidores da Justiça Eleitoral, da mesma forma que deve ser encaminhado projeto criador de cargos efetivos para lotação na área administrativa dos fóruns eleitorais em todo o Brasil, estabelecendo-se o mesmo padrão de dignidade entre os servidores do Judiciário Federal.



    * João Evódio Silva Cesário é Analista Judiciário no TRE da Bahia, lotado da 47ª Zona Eleitoral e coordenador jurídico do Sindjufe-BA.


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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 2 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por Truta do Policarpo em Qui 04 Abr 2013, 3:09 am

    Tá sobrecarregada, choramingas?
    Que "dozinho" e você!
    Tome tenência e acorde pra vida!
    Tá descontente com o que vc recebe? Entregue o boné e vá pra Iniciativa Privada, choramingas!
    Vc ganha muito bem! Uma FC 1, no máximo uma FC 4 tá bom demais pra vc. Vc está sobrecarregada porque decidiu ser heroína. Decidiu[moderado...evite os ataques pessoais]. Tudo isso pra ficar bem com o togadão. Restrinja suas atividades às atribuições do seu cargo/função. Cumprindo a lei é que vc dará satisfações à sociedade que te paga. Meu Deus, onde vamos chegar com tanta gente escova-botas no Judiciário.
    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:
    camirecas escreveu:

    Não querendo ofender os requisitados, mas eles realizam muito bem o atendimento ao eleitor. Numa greve é bom para abrir e fechar o cartório e entregar título, fazer uma parte do administrativo. Agora, possa ser que em alguns estados os requisitados são especializados e realizam praticamente tudo nos cartórios.
    Ademais, em vários cartórios sofremos também a carência de requisitados.
    Nem mais técnico de urna tão querendo contratar, querem deixar tudo com os servidores.
    Pago pra ver hoje uma eleição só com requisitados!!!
    Não quero com isso dizer que vamos implodir uma eleição, mas que se desejássemos atrapalharia e muito.
    Dizer que estamos com o pires na mão é temerário porque nessa situação somos capazes de aceitar qualquer coisa, e aí mora o perigo.

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e não cumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Qui 04 Abr 2013, 3:18 am

    Prezada colega, com todo respeito, não consta das atribuições do meu cargo/função A ELABORAÇÃO DE SENTENÇAS/DECISÕES. Pesquisa de jurisprudência e elaboração de pareceres, sim.
    Falo para quem quiser ouvir. Já falei, inclusive, para o togadão: - SE DECIDIREM EXIGIR DESTE SERVIDOR (TRUTA) A ELABORAÇÃO DE SENTENÇAS/DESPACHOS/DECISÕES, TUDO BEM! ELABORO. TODAVIA, VOU GRAVAR E FILMAR TODA A ATIVIDADE. DO INÍCIO AO FIM. EM SEGUIDA, VOU ENCAMINHAR O MATERIAL AO CNJ, À IMPRENSA, E AO BISPO DA CIDADE DE PAU GRANDE. Quero ver, ao final, se algum oligofrênico terá a intrepidez de dizer que estou errado. Quero só ver o que as pessoas de bem vão dizer quando souberem que pagam mais de vinte mil reais para um servidor só assinar o que não lê nem elabora.
    Não vou seguir a mesma linha de vocês. Não serei um adulão/baba-ovo sem causa e sem calção.
    jujuba escreveu:
    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Vc também elabora sentenças?
    O CNJ vem cobrando vc?
    Suas atribuições, colega, estão resumidas a isso mesmo: comando de código de ASE, cuidar de urnas eletrônicas, fazer pequenas pesquisas para a Corregedoria e para o CNJ, atender eleitores e, no máximo, fazer um parecer de duas laudas em prestações de contas.
    Se vc faz mais que isso, se vc elabora sentenças, se vc faz a quota/parecer do MPE, se vc telefona pro TRE para cuidar dos interesses do togadão, se vc faz reuniões no lugar do magistrado, se vc já leva tudo prontinho pro togadão, é porque vc gosta de fazer o trabalho que não é seu. A sociedade não deve arcar, financeiramente, com os custos da sua bajulação funcional.
    Leia as atribuições do seu cargo nas normas de serviço da corregedoria. Tá fazendo mais? Problema teu, nenê!
    anaviana escreveu:

    Não sei se é tão difícil imaginar um requisitado realizando uma eleição. Não temos o exemplo do colega que só faz título, comanda ASE e mais meia-dúzia de bobagens e é chefe de Cartório? Pelo visto ainda existem Tribunais que fazem de conta que o interior não existe. Não é o caso do que eu trabalho, mas pelo jeito, no dele, é fácil fazer corpo mole e não cumprir suas obrigações e as metas do CNJ. Imagino que ele faça o mesmo, ou menos, do que fazia o requisitado que era chefe de Cartório antes dele.

    Não, eu não elaboro sentenças. Sequer tenho formação na área de direito para isso, mas as minha atividades não se restringem ao que você citou. Tenho pouco contato com o juiz, mas tenho obrigação de me manter informada sobre as determinações das justiças e os processos que correm na Comarca. Fazer duas laudas de prestação de contas? E quem faz a análise? Análise séria, não a palhaçada que era feita em alguns anos anteriores. Isso sou eu que faço. Depois eu diligencio ou intimo as partes para se manifestarem. Você também não faz isso? Quem administra as boas relações com os outros poderes dos municípios? E na época da eleição, quem convoca os mesários? Quem vai atrás de carro para isso? Quem monta as mesas tendo que pinçar entre os poucos possíveis candidatos, os que não estejam impedidos legalmente ou moralmente? E qual a distância dos municípios que atendes? São todos bem servidos de estradas? Nunca aconteceu algum problema com o carro? No meu caso o carro foi parado em uma barreira indígena, meu colega arrancado do veículo e mantido refém na aldeia por mais de um dia. Quem negociou inicialmente com eles fui eu. Deveria ter virado as costas por não ser minha atribuição? É tarefa do Chefe de Cartório resolver os problemas que acontecem no horário de expediente, ou eu deveria ter ido chorar no colo do meu marido? Deveria ter dito ao filho do meu colega que o exército iria resolver, e por isso voltei para o Cartório sozinha para bater o ponto? Não deveria paparicar advogado, você disse antes, pois reclamei do plantão de sobreaviso 24h no celular. Deveria deixar tocando quando é deixado bem claro que é plantão de 24 horas? Deveria imaginar que algum está ligando bêbado ou já existe um aplicativo nos celulares que detecta isso? Deveria não aceitar acompanhar ordem de busca e apreensão pq sei que os donos do estabelecimento tem ficha criminal e são vingativos? Já aconteceu contigo, como aconteceu com uma colega, de um ex-marido matar a ex-esposa em cima da urna? O que ela deveria dizer? Que não tinha nada a ver com aquilo e que não responderia perguntas sobre aquela bobagem?
    Acho que ser Chefe de Cartório, mesmo em períodos de maior calmaria, exige comprometimento. Não com o Tribunal, mas com a sociedade. São os ônus do trabalho, e isso se estende aos colegas que não são chefes mas trabalham para os eleitores, para a população. Do jeito que tu falas, vai acabar me convencendo de que os internautas que comentam a respeito de aumento para servidor público tem razão, que essa cambada de vagal não faz nada para merecer os 5, 10 k que recebem por mês.


    Parece que o colega Truta executa com restrição as atribuições de um Chefe de Cartório. Será que ele conhece essas atribuições que foram descritas acima pela colega anaviana? Provavelmente não. Sua justificativa para defender uma FC 04 se resume em criticar os serviços de assessoria executados pela maioria (e não por todos) dos Chefes de Cartório (ele mesmo afirma que não faz esse tipo de serviço). É o tipo de servidor que não tem compromisso com a função que exerce, sequer com o cargo que ocupa ou com a sociedade.

    A propósito, sou analista judiciário da JF e exerço uma função de assessoria de juiz, cujas atividades (que constam anualmente da minha avaliação funcional) inclui a adaptação de decisões e sentenças, a pesquisa de jurisprudência, e outras atividades inerentes à função de assessoramento (FC 05).

    Não consigo ler isso que o colega escreveu e ficar calada. Porque não presta outro concurso e deixa sua vaga para alguém que irá valorizar a carreira e a função que exerce? Sabe porque os servidores do quadro não querem exercer uma Chefia de Cartório? Porque não requerem receber apenas uma FC 01 por tanta responsabilidade. É, sim, injusto. TODOS os Chefes de Cartório (interior e capital) devem receber O MESMO valor de função.
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    Mensagem por CRAZYKONG em Qui 04 Abr 2013, 8:18 am

    Defendam seus pontos, de preferência sem ofensas aos colegas.


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    Mensagem por Najla em Qui 04 Abr 2013, 8:39 am

    Colega Truta, vc foi desrespeitoso com a colega Anaviana, seria no mínimo educado de sua parte pedir desculpas a ela.

    Se formos fazer comparações sobre a importância do trabalho, teremos que levar em conta, além da subjetividade do julgamento, que há bilhões, sim bilhões de pessoas em todo o mundo fazendo trabalho mais penoso e mais importante do que o nosso. Um exemplo são os agricultores.

    Há outros milhões de pessoas fazendo um trabalho maneiro, quase sem importância e ganhando rios de dinheiro.

    Podemos escolher avaliar o valor do nosso serviço a partir do quanto nos dedicamos a ele. Para mim é muito fácil valorizar o que faço pois acordo todos os dias muito cedo para ir ao Tribunal, tenho dedicação integral a meu único emprego e procuro todos os dias fazer o meu melhor. Também me capacito, opino, faço projetos para a minha coordenadoria, além da produção diária.

    Então, eu mereço ganhar um salário digno e que esteja equiparado a outros salários dignos.

    Se cada um de nós não tiver condições de valorizar todo o investimento de horas, inteligência, esforço e juventude que fazemos, é hora de deixar a carreira urgentemente. Mas, por uma questão ética, que não se rebaixe o trabalho dos demais colegas.


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    Mensagem por Truta do Policarpo em Qui 04 Abr 2013, 5:26 pm

    A Najla tem meu respeito e admiração, razão pela qual peço escusas aos colegas ofendidos, sobretudo a Anaviana. Fiquei irado porque vieram dizer que exerço com restrições minhas obrigações funcionais. Não vou admitir isso. Diariamente, sim, diariamente, enquanto muitos estão lendo a Bíblia ou gibis, vejo e estudo as atribuições do meu cargo/função, a fim de não fazer mais (usurpação) nem menos (corpo mole) do que a lei determina.
    Acho que fui um pouco rude e grosseiro com as moças. Escrevi como se estivesse me dirigindo a marmanjos toscos, coisa natural para quem vem das Armas. Peço desculpas, mais uma vez, às colegas.
    Najla escreveu:Colega Truta, vc foi desrespeitoso com a colega Anaviana, seria no mínimo educado de sua parte pedir desculpas a ela.

    Se formos fazer comparações sobre a importância do trabalho, teremos que levar em conta, além da subjetividade do julgamento, que há bilhões, sim bilhões de pessoas em todo o mundo fazendo trabalho mais penoso e mais importante do que o nosso. Um exemplo são os agricultores.

    Há outros milhões de pessoas fazendo um trabalho maneiro, quase sem importância e ganhando rios de dinheiro.

    Podemos escolher avaliar o valor do nosso serviço a partir do quanto nos dedicamos a ele. Para mim é muito fácil valorizar o que faço pois acordo todos os dias muito cedo para ir ao Tribunal, tenho dedicação integral a meu único emprego e procuro todos os dias fazer o meu melhor. Também me capacito, opino, faço projetos para a minha coordenadoria, além da produção diária.

    Então, eu mereço ganhar um salário digno e que esteja equiparado a outros salários dignos.

    Se cada um de nós não tiver condições de valorizar todo o investimento de horas, inteligência, esforço e juventude que fazemos, é hora de deixar a carreira urgentemente. Mas, por uma questão ética, que não se rebaixe o trabalho dos demais colegas.
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    Mensagem por anaviana em Sex 05 Abr 2013, 12:13 pm

    É...dizer que quem está descontente com o salário ou com as condições de trabalho deve procurar a iniciativa privada é exatamente o discurso dos "não-servidores públicos" ao atacarem qualquer perspectiva de reajuste salarial para a nossa categoria. Não saio. Não saio enquanto gostar do que faço. Não saio mas continuarei descontente, enquanto julgar que estou sendo mal paga pelo que faço. Aliás, não é esse o mote da maioria de nós dentro do fórum? Brigar por melhores condições de trabalho, mais dignidade? E não é mimimi, é exigir um pagamento pela tensão e trabalho que me é exigido que não sejam os humilhantes R$750,00 líquidos adicionais que recebemos.
    Não passo, nem passarei, horas e horas do meu expediente lendo sobre quais são as minhas atribuições e quais não. Tem uma hora que a gente aprende, não é? Não necessito ler e reler todos os dias, e tenho muito trabalho para priorizar um mesmo assunto sempre.
    Quanto ao pedido de desculpas, não acho que me diga respeito, se me conhecesse entenderia que as palavras não passaram nem perto de me ofender, especialmente pq sou o perfil totalmente oposto de alguma puxa-saco de juiz. Sou conhecida justamente por definir coisas que outros colegas esperam que sejam ditadas pelo magistrado, quando não dizem respeito à administração dele. Já voei em sua sala para exigir que retirasse a ordem para que o colega ficasse atendendo advogados até às 23h da véspera de eleição, já deixei bem claro que se ele quiser cafezinho que busque na padaria, ou faça ele mesmo. Exemplos de enfrentamento poderia citar vários, mas tenho a sorte de trabalhar com um juiz de bom senso, e nosso relacionamento profissional acaba sendo ótimo. O que me espanta é alguém achar que as coisas que eu citei antes não deveriam ser resolvidas, ou que eu deveria esperar que a solução para elas caíssem do céu. Ou pior, imaginar que estou no país das maravilhas e que nada se dará fora do planejamento. Se eu tivesse esse tipo de atitude no trabalho, aí mesmo que não poderia trabalhar na iniciativa privada. Duraria uma semana, no máximo.

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    Mensagem por Truta do Policarpo em Sex 05 Abr 2013, 7:46 pm

    Não espero nenhuma solução "cair dos céus".
    Simplesmente espero que o "sujeito/ente" competente aja. Eu não faço e duvido que uma eleição não ocorra por essa razão. Na hora do aperto, os acomodados/folgados vão operar. Se não sair da forma certa, não me interessa! Não ganho pra isso. Recebo para administrar a unidade. Não recebo para exercer jurisdição. Não recebo para ser babá de advogado nem para tornar inteligível qualquer sentença mal elaborada. Por essa razão, SETECENTOS E CINQUENTA REAIS, líquido, pra mim, tá de bom tamanho. Se vier uma FC 4, agradeço a Deus por isso. Mais que isso é excrescência. Como bem disse o colega, logo acima, a JE não precisa seguir a mesma trilha da JM.
    OBS.: OS HUMILHANTES 750 CONTOS QUE VOCÊ RECEBE, PARA MUITOS TRABALHADORES, É A REMUNERAÇÃO DE UM MÊS INTEIRO DE TRABALHO! Se vc acha que é pouco, entregue o BONÉ da chefia. TENHO CERTEZA de que algum colega técnico ou servidor requisitado abraçará os 750 contos muito contente. E NÃO VENHA ME DIZER QUE A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO VAI CAIR! NÃO VAI! MESMO ANTES DE VC INGRESSAR NA JE, AS ELEIÇÕES JÁ ERAM REALIZADAS COM TRANQUILIDADE. Não há, na JE, técnico ou analista que não possa ser substituído a contento. Tenho dito.
    anaviana escreveu:É...dizer que quem está descontente com o salário ou com as condições de trabalho deve procurar a iniciativa privada é exatamente o discurso dos "não-servidores públicos" ao atacarem qualquer perspectiva de reajuste salarial para a nossa categoria. Não saio. Não saio enquanto gostar do que faço. Não saio mas continuarei descontente, enquanto julgar que estou sendo mal paga pelo que faço. Aliás, não é esse o mote da maioria de nós dentro do fórum? Brigar por melhores condições de trabalho, mais dignidade? E não é mimimi, é exigir um pagamento pela tensão e trabalho que me é exigido que não sejam os humilhantes R$750,00 líquidos adicionais que recebemos.
    Não passo, nem passarei, horas e horas do meu expediente lendo sobre quais são as minhas atribuições e quais não. Tem uma hora que a gente aprende, não é? Não necessito ler e reler todos os dias, e tenho muito trabalho para priorizar um mesmo assunto sempre.
    Quanto ao pedido de desculpas, não acho que me diga respeito, se me conhecesse entenderia que as palavras não passaram nem perto de me ofender, especialmente pq sou o perfil totalmente oposto de alguma puxa-saco de juiz. Sou conhecida justamente por definir coisas que outros colegas esperam que sejam ditadas pelo magistrado, quando não dizem respeito à administração dele. Já voei em sua sala para exigir que retirasse a ordem para que o colega ficasse atendendo advogados até às 23h da véspera de eleição, já deixei bem claro que se ele quiser cafezinho que busque na padaria, ou faça ele mesmo. Exemplos de enfrentamento poderia citar vários, mas tenho a sorte de trabalhar com um juiz de bom senso, e nosso relacionamento profissional acaba sendo ótimo. O que me espanta é alguém achar que as coisas que eu citei antes não deveriam ser resolvidas, ou que eu deveria esperar que a solução para elas caíssem do céu. Ou pior, imaginar que estou no país das maravilhas e que nada se dará fora do planejamento. Se eu tivesse esse tipo de atitude no trabalho, aí mesmo que não poderia trabalhar na iniciativa privada. Duraria uma semana, no máximo.



    Última edição por Truta do Policarpo em Sex 05 Abr 2013, 7:57 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Sex 05 Abr 2013, 7:55 pm

    Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!
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    Mensagem por Convidado em Sex 05 Abr 2013, 10:43 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    fiz isso agora no início do ano. fui chefe durante a eleição. 750 líquidos para tomar a frente de uma eleição municipal, 3 cidades, trocentas candidaturas, com um juiz q ficava mais tempo na capital do q na cidade. sem dúvida o valor não pagou nem um terço do esforço, do estresse e da demanda.

    em fevereiro último mudei de TRE via permuta. cheguei na nova zona no mesmo dia q o novo técnico, que também chegou permutado. a chefia estava sendo exercida pela requisitada, e assim continua até hoje, dois meses após. nem ele e nem eu queremos a FC-01.

    a requisitada, por sinal, todo dia fala q tem q passar a função, por conta da resolução do TSE, mas o técnico e eu fazemos ouvidos de mercador. eles dois, o técnico e a atual chefe, querem empurrar pra mim o encargo, por eu ser o analista, mas já avisei q a regulamentação da lei não dá nenhuma primazia ao cargo de nível superior sobre o de nível médio nesse particular.

    posso dizer, colegas da JE, q esses tem sido os melhores meses de minha vida funcional num TRE (trabalho desde 2010 na eleitoral). minha única e exclusiva preocupação são os processos, atividade q é atribuição de meu cargo (AJAJ). pela primeira vez, saio do trabalho e não penso mais no trabalho. como chefe, sempre havia algo a resolver, sempre um problema adm, coisas q o TRE não resolvia e deixava vc pra se virar nos 30 - dependência de prefeitura ao extremo, p. ex.

    assim como alguns colegas q postaram, eu me consumia demais. estando na função de chefe, entendia q era minha obrigação fazer tudo q estivesse ao meu alcance para solucionar as inúmeras pendengas diárias q todos enfrentamos. qtas vezes não fui de carro próprio intimar gente, não tirei dinheiro do bolso para tirar cópias ou comprar algum material? era minha atribuição prevista em lei fazer aquilo? não. mas eu ia deixar a coisa parada, sem fazer, ou ficaria sem alguma coisa imprescindível no cartório? de jeito nenhum. eu acredito, pessoalmente, q serviço público é mto mais q isso. essa visão positivista da função, em meu entender, tira mto da nobreza do serviço público, nobreza na qual eu acredito de verdade.

    agora, no entanto, estou mais livre. vejo claramente o qto não vale a pena ocupar uma FC-01 para a chefia de cartório de interior. preferível ficar na FC-00.

    a questão nem é só o valor. é o desrespeito simbólico tb. colegas de zonas da capital recebendo FC-04 e o do interior FC-01, demonstrando-se, assim, o qto a justiça eleitoral valoriza o trabalho dos servidores do interior. isso pra n falar do pessoal da sede chefe de seção, FC-06, q mtas vezes eh chefe dele mesmo, em seções absolutamente desnecessárias e sem serviço.

    enfim, me desgastava, acreditando e agindo por conta de um ideal de atividade pública eficiente - qdo a propria JE não está se preocupando mto a respeito - e, em troca, recebia uma FC num valor mto abaixo de colegas q fazem o mesmo ou até menos q eu.

    deixei de ser chefe de cartório e não pretendo voltar a sê-lo por uma FC-01. recomendo q os atuais chefes, especialmente analistas, q ganham um pouquinho mais q os técnicos, façam um exame de consciência e avaliem se, de fato, vale a pena - ou não - pra vcs tb esse "extra", considerando os ônus q ele traz.

    a grana é pouca, a autonomia nós todos já temos mta - até por sermos servidores com direito a estabilidade - e a superioridade hierárquica, bem...essa é uma vaidade tola e completamente dispensável.
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Sab 06 Abr 2013, 1:56 am

    tssa escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    fiz isso agora no início do ano. fui chefe durante a eleição. 750 líquidos para tomar a frente de uma eleição municipal, 3 cidades, trocentas candidaturas, com um juiz q ficava mais tempo na capital do q na cidade. sem dúvida o valor não pagou nem um terço do esforço, do estresse e da demanda.

    em fevereiro último mudei de TRE via permuta. cheguei na nova zona no mesmo dia q o novo técnico, que também chegou permutado. a chefia estava sendo exercida pela requisitada, e assim continua até hoje, dois meses após. nem ele e nem eu queremos a FC-01.

    a requisitada, por sinal, todo dia fala q tem q passar a função, por conta da resolução do TSE, mas o técnico e eu fazemos ouvidos de mercador. eles dois, o técnico e a atual chefe, querem empurrar pra mim o encargo, por eu ser o analista, mas já avisei q a regulamentação da lei não dá nenhuma primazia ao cargo de nível superior sobre o de nível médio nesse particular.

    posso dizer, colegas da JE, q esses tem sido os melhores meses de minha vida funcional num TRE (trabalho desde 2010 na eleitoral). minha única e exclusiva preocupação são os processos, atividade q é atribuição de meu cargo (AJAJ). pela primeira vez, saio do trabalho e não penso mais no trabalho. como chefe, sempre havia algo a resolver, sempre um problema adm, coisas q o TRE não resolvia e deixava vc pra se virar nos 30 - dependência de prefeitura ao extremo, p. ex.

    assim como alguns colegas q postaram, eu me consumia demais. estando na função de chefe, entendia q era minha obrigação fazer tudo q estivesse ao meu alcance para solucionar as inúmeras pendengas diárias q todos enfrentamos. qtas vezes não fui de carro próprio intimar gente, não tirei dinheiro do bolso para tirar cópias ou comprar algum material? era minha atribuição prevista em lei fazer aquilo? não. mas eu ia deixar a coisa parada, sem fazer, ou ficaria sem alguma coisa imprescindível no cartório? de jeito nenhum. eu acredito, pessoalmente, q serviço público é mto mais q isso. essa visão positivista da função, em meu entender, tira mto da nobreza do serviço público, nobreza na qual eu acredito de verdade.

    agora, no entanto, estou mais livre. vejo claramente o qto não vale a pena ocupar uma FC-01 para a chefia de cartório de interior. preferível ficar na FC-00.

    a questão nem é só o valor. é o desrespeito simbólico tb. colegas de zonas da capital recebendo FC-04 e o do interior FC-01, demonstrando-se, assim, o qto a justiça eleitoral valoriza o trabalho dos servidores do interior. isso pra n falar do pessoal da sede chefe de seção, FC-06, q mtas vezes eh chefe dele mesmo, em seções absolutamente desnecessárias e sem serviço.

    enfim, me desgastava, acreditando e agindo por conta de um ideal de atividade pública eficiente - qdo a propria JE não está se preocupando mto a respeito - e, em troca, recebia uma FC num valor mto abaixo de colegas q fazem o mesmo ou até menos q eu.

    deixei de ser chefe de cartório e não pretendo voltar a sê-lo por uma FC-01. recomendo q os atuais chefes, especialmente analistas, q ganham um pouquinho mais q os técnicos, façam um exame de consciência e avaliem se, de fato, vale a pena - ou não - pra vcs tb esse "extra", considerando os ônus q ele traz.

    a grana é pouca, a autonomia nós todos já temos mta - até por sermos servidores com direito a estabilidade - e a superioridade hierárquica, bem...essa é uma vaidade tola e completamente dispensável.

    PARABÉNS PELA ÓTIMA EXPLANAÇÃO COLEGA!

    VEJO QUE VC ELABORA SENTENÇAS, ASSIM COMO EU! ACREDITO QUE A JUSTIÇA ELEITORAL É O ÚNICO RAMO EM TODO O PJU ONDE O ASSESSOR DIRETO E IMEDIATO DO JUIZ TEM UMA FC 0 e, COMO VC BEM DISSE, todos nós sabemos que na sede dos TREs tem servidor (MUITAS VEZES REQUISITADOS, ASSIM COMO SEM TER NENHUM VÍNCULO COM A ADMINISTRAÇÃO E - PASMEM - COM CURRÍCULOS FRAQUÍSSIMOS ) que fazem um trabalho meramente mecânico e administrativo, que qualquer um sem ter maiores conhecimentos tb pode fazer, e para isso têm uma função e NÃO RARAMENTE UMA CJ.

    A MEU VER, o colega Truta não elabora sentenças hoje porque tem um juiz consciente de suas atribuições. Mas eu tenho certeza de que mais cedo ou mais tarde outro "togadão" vai " pedir " que ele as faça.

    Tomara que ele tenha sorte e que esse novo juiz seja compreensivo, pois tem uns q n são e ele terá possivelmente que se defender em um processo administrativo.

    Mesmo q ganhe no final, terá que além de contestar a representação, depor perante a corregedoria, etc, etc, etc. E no final, ABSOLUTAMENTE nada acontecerá com o togadão ( com ele n posso dizer a mesma coisa; por mais que seja injusto, é o Brasil em que vivemos... )

    Aí sim, nesse dia, lembrará o quão diminuta é essa fc1...

    Por essas e outras mais ( que são infinitas ) é que TEMOS que LUTAR diuturnamente pelas fcs 6 e 1 !!!!!!
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    FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais - Página 2 Empty Re: FC1 e FC6 para os Cartórios Eleitorais

    Mensagem por Truta do Policarpo em Sab 06 Abr 2013, 3:39 am

    Com todo respeito, nem o DIABO vai me obrigar a elaborar Sentenças/Decisões.
    Estou esperando qualquer ordem nesse sentido! Melhor se vier por escrito.
    Se vier na forma verbal, vou pedir licença para gravar. Se o togadão assinar um documento, delegando a jurisdição, EU ELABORO. Porém, antes tem de assinar, dizendo: DELEGO A JURISDIÇÃO AO TRUTA!
    Vou ao CNJ, à OAB/RJ, à Imprensa e ao Bispo da cidade de Pau Grande/RJ.
    Ao colega que abandonou a chefia, por entender que não era devidamente remunerado, rendo aplausos.
    Aos demais, que pediram penico ao "togadão", e querem por meio de baldroca uma FC 6, aconselho que sigam o mesmo exemplo: entregem o bonezinho da chefia. O servidor requisitado dá conta do recado. Até elabora sentenças (só uma lauda tá bom, igual ao modelinho de Registro de Candidatura). Com isso, a sociedade civil não terá de arcar com uma FC 6 a mais, para o bonitão/bonitona ter condições de elaborar peças técnicas de escol. Olha, acho que vou morrer e não vou ver tudo nessa vida!
    Analista Desafortunado escreveu:
    tssa escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    fiz isso agora no início do ano. fui chefe durante a eleição. 750 líquidos para tomar a frente de uma eleição municipal, 3 cidades, trocentas candidaturas, com um juiz q ficava mais tempo na capital do q na cidade. sem dúvida o valor não pagou nem um terço do esforço, do estresse e da demanda.

    em fevereiro último mudei de TRE via permuta. cheguei na nova zona no mesmo dia q o novo técnico, que também chegou permutado. a chefia estava sendo exercida pela requisitada, e assim continua até hoje, dois meses após. nem ele e nem eu queremos a FC-01.

    a requisitada, por sinal, todo dia fala q tem q passar a função, por conta da resolução do TSE, mas o técnico e eu fazemos ouvidos de mercador. eles dois, o técnico e a atual chefe, querem empurrar pra mim o encargo, por eu ser o analista, mas já avisei q a regulamentação da lei não dá nenhuma primazia ao cargo de nível superior sobre o de nível médio nesse particular.

    posso dizer, colegas da JE, q esses tem sido os melhores meses de minha vida funcional num TRE (trabalho desde 2010 na eleitoral). minha única e exclusiva preocupação são os processos, atividade q é atribuição de meu cargo (AJAJ). pela primeira vez, saio do trabalho e não penso mais no trabalho. como chefe, sempre havia algo a resolver, sempre um problema adm, coisas q o TRE não resolvia e deixava vc pra se virar nos 30 - dependência de prefeitura ao extremo, p. ex.

    assim como alguns colegas q postaram, eu me consumia demais. estando na função de chefe, entendia q era minha obrigação fazer tudo q estivesse ao meu alcance para solucionar as inúmeras pendengas diárias q todos enfrentamos. qtas vezes não fui de carro próprio intimar gente, não tirei dinheiro do bolso para tirar cópias ou comprar algum material? era minha atribuição prevista em lei fazer aquilo? não. mas eu ia deixar a coisa parada, sem fazer, ou ficaria sem alguma coisa imprescindível no cartório? de jeito nenhum. eu acredito, pessoalmente, q serviço público é mto mais q isso. essa visão positivista da função, em meu entender, tira mto da nobreza do serviço público, nobreza na qual eu acredito de verdade.

    agora, no entanto, estou mais livre. vejo claramente o qto não vale a pena ocupar uma FC-01 para a chefia de cartório de interior. preferível ficar na FC-00.

    a questão nem é só o valor. é o desrespeito simbólico tb. colegas de zonas da capital recebendo FC-04 e o do interior FC-01, demonstrando-se, assim, o qto a justiça eleitoral valoriza o trabalho dos servidores do interior. isso pra n falar do pessoal da sede chefe de seção, FC-06, q mtas vezes eh chefe dele mesmo, em seções absolutamente desnecessárias e sem serviço.

    enfim, me desgastava, acreditando e agindo por conta de um ideal de atividade pública eficiente - qdo a propria JE não está se preocupando mto a respeito - e, em troca, recebia uma FC num valor mto abaixo de colegas q fazem o mesmo ou até menos q eu.

    deixei de ser chefe de cartório e não pretendo voltar a sê-lo por uma FC-01. recomendo q os atuais chefes, especialmente analistas, q ganham um pouquinho mais q os técnicos, façam um exame de consciência e avaliem se, de fato, vale a pena - ou não - pra vcs tb esse "extra", considerando os ônus q ele traz.

    a grana é pouca, a autonomia nós todos já temos mta - até por sermos servidores com direito a estabilidade - e a superioridade hierárquica, bem...essa é uma vaidade tola e completamente dispensável.

    PARABÉNS PELA ÓTIMA EXPLANAÇÃO COLEGA!

    VEJO QUE VC ELABORA SENTENÇAS, ASSIM COMO EU! ACREDITO QUE A JUSTIÇA ELEITORAL É O ÚNICO RAMO EM TODO O PJU ONDE O ASSESSOR DIRETO E IMEDIATO DO JUIZ TEM UMA FC 0 e, COMO VC BEM DISSE, todos nós sabemos que na sede dos TREs tem servidor (MUITAS VEZES REQUISITADOS, ASSIM COMO SEM TER NENHUM VÍNCULO COM A ADMINISTRAÇÃO E - PASMEM - COM CURRÍCULOS FRAQUÍSSIMOS ) que fazem um trabalho meramente mecânico e administrativo, que qualquer um sem ter maiores conhecimentos tb pode fazer, e para isso têm uma função e NÃO RARAMENTE UMA CJ.

    A MEU VER, o colega Truta não elabora sentenças hoje porque tem um juiz consciente de suas atribuições. Mas eu tenho certeza de que mais cedo ou mais tarde outro "togadão" vai " pedir " que ele as faça.

    Tomara que ele tenha sorte e que esse novo juiz seja compreensivo, pois tem uns q n são e ele terá possivelmente que se defender em um processo administrativo.

    Mesmo q ganhe no final, terá que além de contestar a representação, depor perante a corregedoria, etc, etc, etc. E no final, ABSOLUTAMENTE nada acontecerá com o togadão ( com ele n posso dizer a mesma coisa; por mais que seja injusto, é o Brasil em que vivemos... )

    Aí sim, nesse dia, lembrará o quão diminuta é essa fc1...

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    Mensagem por jujuba em Sab 06 Abr 2013, 1:50 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Não espero nenhuma solução "cair dos céus".
    Simplesmente espero que o "sujeito/ente" competente aja. Eu não faço e duvido que uma eleição não ocorra por essa razão. Na hora do aperto, os acomodados/folgados vão operar. Se não sair da forma certa, não me interessa! Não ganho pra isso. Recebo para administrar a unidade. Não recebo para exercer jurisdição. Não recebo para ser babá de advogado nem para tornar inteligível qualquer sentença mal elaborada. Por essa razão, SETECENTOS E CINQUENTA REAIS, líquido, pra mim, tá de bom tamanho. Se vier uma FC 4, agradeço a Deus por isso. Mais que isso é excrescência. Como bem disse o colega, logo acima, a JE não precisa seguir a mesma trilha da JM.
    OBS.: OS HUMILHANTES 750 CONTOS QUE VOCÊ RECEBE, PARA MUITOS TRABALHADORES, É A REMUNERAÇÃO DE UM MÊS INTEIRO DE TRABALHO! Se vc acha que é pouco, entregue o BONÉ da chefia. TENHO CERTEZA de que algum colega técnico ou servidor requisitado abraçará os 750 contos muito contente. E NÃO VENHA ME DIZER QUE A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO VAI CAIR! NÃO VAI! MESMO ANTES DE VC INGRESSAR NA JE, AS ELEIÇÕES JÁ ERAM REALIZADAS COM TRANQUILIDADE. Não há, na JE, técnico ou analista que não possa ser substituído a contento. Tenho dito.
    anaviana escreveu:É...dizer que quem está descontente com o salário ou com as condições de trabalho deve procurar a iniciativa privada é exatamente o discurso dos "não-servidores públicos" ao atacarem qualquer perspectiva de reajuste salarial para a nossa categoria. Não saio. Não saio enquanto gostar do que faço. Não saio mas continuarei descontente, enquanto julgar que estou sendo mal paga pelo que faço. Aliás, não é esse o mote da maioria de nós dentro do fórum? Brigar por melhores condições de trabalho, mais dignidade? E não é mimimi, é exigir um pagamento pela tensão e trabalho que me é exigido que não sejam os humilhantes R$750,00 líquidos adicionais que recebemos.
    Não passo, nem passarei, horas e horas do meu expediente lendo sobre quais são as minhas atribuições e quais não. Tem uma hora que a gente aprende, não é? Não necessito ler e reler todos os dias, e tenho muito trabalho para priorizar um mesmo assunto sempre.
    Quanto ao pedido de desculpas, não acho que me diga respeito, se me conhecesse entenderia que as palavras não passaram nem perto de me ofender, especialmente pq sou o perfil totalmente oposto de alguma puxa-saco de juiz. Sou conhecida justamente por definir coisas que outros colegas esperam que sejam ditadas pelo magistrado, quando não dizem respeito à administração dele. Já voei em sua sala para exigir que retirasse a ordem para que o colega ficasse atendendo advogados até às 23h da véspera de eleição, já deixei bem claro que se ele quiser cafezinho que busque na padaria, ou faça ele mesmo. Exemplos de enfrentamento poderia citar vários, mas tenho a sorte de trabalhar com um juiz de bom senso, e nosso relacionamento profissional acaba sendo ótimo. O que me espanta é alguém achar que as coisas que eu citei antes não deveriam ser resolvidas, ou que eu deveria esperar que a solução para elas caíssem do céu. Ou pior, imaginar que estou no país das maravilhas e que nada se dará fora do planejamento. Se eu tivesse esse tipo de atitude no trabalho, aí mesmo que não poderia trabalhar na iniciativa privada. Duraria uma semana, no máximo.


    Colega, se R$750,00 líquidos para você são suficientes, o que você está fazendo nesse forum? Cada atribuição profissional tem seu valor, e é disso que se fala aqui. Não se discute se R$750,00 é suficiente ou não para outra categoria profissional, como por exemplo um trabalhador da iniciativa privada.

    Meu caro, um bom analista irá tratar esses complexos de inferioridade com relação a magistrados ou outros servidores sem cargo de chefia. E posso dizer que se você estivesse na iniciativa privada não passaria do prazo de experiência contratual. Todos temos responsabilidades, e o que você está fazendo é desmerecer o trabalho de outros colegas com a mesma função, independente de "elaborarem" sentença ou não. E não é só de "elaboração" de sentenças que se ocupam os chefes de cartório da JE. Como disse antes, nem todos têm essa atribuição (como você diz que não tem). São vários fatores que contribuem para a necessidade de aumento do valor da FC de chefia de cartório eleitoral, inclusive pela situação atual dos cartórios, do interior, inclusive. Se você está contente e satisfeito com a sua remuneração, fique quieto no seu lugar, e não venha aqui desmerecer o trabalho dos outros.

    Moderadores, não é hora de aplicar alguma penalidade nesse forumeiro?
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    Mensagem por jujuba em Sab 06 Abr 2013, 2:07 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito, nem o DIABO vai me obrigar a elaborar Sentenças/Decisões.
    Estou esperando qualquer ordem nesse sentido! Melhor se vier por escrito.
    Se vier na forma verbal, vou pedir licença para gravar. Se o togadão assinar um documento, delegando a jurisdição, EU ELABORO. Porém, antes tem de assinar, dizendo: DELEGO A JURISDIÇÃO AO TRUTA!
    Vou ao CNJ, à OAB/RJ, à Imprensa e ao Bispo da cidade de Pau Grande/RJ.
    Ao colega que abandonou a chefia, por entender que não era devidamente remunerado, rendo aplausos.
    Aos demais, que pediram penico ao "togadão", e querem por meio de baldroca uma FC 6, aconselho que sigam o mesmo exemplo: entregem o bonezinho da chefia. O servidor requisitado dá conta do recado. Até elabora sentenças (só uma lauda tá bom, igual ao modelinho de Registro de Candidatura). Com isso, a sociedade civil não terá de arcar com uma FC 6 a mais, para o bonitão/bonitona ter condições de elaborar peças técnicas de escol. Olha, acho que vou morrer e não vou ver tudo nessa vida!
    Analista Desafortunado escreveu:
    tssa escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    fiz isso agora no início do ano. fui chefe durante a eleição. 750 líquidos para tomar a frente de uma eleição municipal, 3 cidades, trocentas candidaturas, com um juiz q ficava mais tempo na capital do q na cidade. sem dúvida o valor não pagou nem um terço do esforço, do estresse e da demanda.

    em fevereiro último mudei de TRE via permuta. cheguei na nova zona no mesmo dia q o novo técnico, que também chegou permutado. a chefia estava sendo exercida pela requisitada, e assim continua até hoje, dois meses após. nem ele e nem eu queremos a FC-01.

    a requisitada, por sinal, todo dia fala q tem q passar a função, por conta da resolução do TSE, mas o técnico e eu fazemos ouvidos de mercador. eles dois, o técnico e a atual chefe, querem empurrar pra mim o encargo, por eu ser o analista, mas já avisei q a regulamentação da lei não dá nenhuma primazia ao cargo de nível superior sobre o de nível médio nesse particular.

    posso dizer, colegas da JE, q esses tem sido os melhores meses de minha vida funcional num TRE (trabalho desde 2010 na eleitoral). minha única e exclusiva preocupação são os processos, atividade q é atribuição de meu cargo (AJAJ). pela primeira vez, saio do trabalho e não penso mais no trabalho. como chefe, sempre havia algo a resolver, sempre um problema adm, coisas q o TRE não resolvia e deixava vc pra se virar nos 30 - dependência de prefeitura ao extremo, p. ex.

    assim como alguns colegas q postaram, eu me consumia demais. estando na função de chefe, entendia q era minha obrigação fazer tudo q estivesse ao meu alcance para solucionar as inúmeras pendengas diárias q todos enfrentamos. qtas vezes não fui de carro próprio intimar gente, não tirei dinheiro do bolso para tirar cópias ou comprar algum material? era minha atribuição prevista em lei fazer aquilo? não. mas eu ia deixar a coisa parada, sem fazer, ou ficaria sem alguma coisa imprescindível no cartório? de jeito nenhum. eu acredito, pessoalmente, q serviço público é mto mais q isso. essa visão positivista da função, em meu entender, tira mto da nobreza do serviço público, nobreza na qual eu acredito de verdade.

    agora, no entanto, estou mais livre. vejo claramente o qto não vale a pena ocupar uma FC-01 para a chefia de cartório de interior. preferível ficar na FC-00.

    a questão nem é só o valor. é o desrespeito simbólico tb. colegas de zonas da capital recebendo FC-04 e o do interior FC-01, demonstrando-se, assim, o qto a justiça eleitoral valoriza o trabalho dos servidores do interior. isso pra n falar do pessoal da sede chefe de seção, FC-06, q mtas vezes eh chefe dele mesmo, em seções absolutamente desnecessárias e sem serviço.

    enfim, me desgastava, acreditando e agindo por conta de um ideal de atividade pública eficiente - qdo a propria JE não está se preocupando mto a respeito - e, em troca, recebia uma FC num valor mto abaixo de colegas q fazem o mesmo ou até menos q eu.

    deixei de ser chefe de cartório e não pretendo voltar a sê-lo por uma FC-01. recomendo q os atuais chefes, especialmente analistas, q ganham um pouquinho mais q os técnicos, façam um exame de consciência e avaliem se, de fato, vale a pena - ou não - pra vcs tb esse "extra", considerando os ônus q ele traz.

    a grana é pouca, a autonomia nós todos já temos mta - até por sermos servidores com direito a estabilidade - e a superioridade hierárquica, bem...essa é uma vaidade tola e completamente dispensável.

    PARABÉNS PELA ÓTIMA EXPLANAÇÃO COLEGA!

    VEJO QUE VC ELABORA SENTENÇAS, ASSIM COMO EU! ACREDITO QUE A JUSTIÇA ELEITORAL É O ÚNICO RAMO EM TODO O PJU ONDE O ASSESSOR DIRETO E IMEDIATO DO JUIZ TEM UMA FC 0 e, COMO VC BEM DISSE, todos nós sabemos que na sede dos TREs tem servidor (MUITAS VEZES REQUISITADOS, ASSIM COMO SEM TER NENHUM VÍNCULO COM A ADMINISTRAÇÃO E - PASMEM - COM CURRÍCULOS FRAQUÍSSIMOS ) que fazem um trabalho meramente mecânico e administrativo, que qualquer um sem ter maiores conhecimentos tb pode fazer, e para isso têm uma função e NÃO RARAMENTE UMA CJ.

    A MEU VER, o colega Truta não elabora sentenças hoje porque tem um juiz consciente de suas atribuições. Mas eu tenho certeza de que mais cedo ou mais tarde outro "togadão" vai " pedir " que ele as faça.

    Tomara que ele tenha sorte e que esse novo juiz seja compreensivo, pois tem uns q n são e ele terá possivelmente que se defender em um processo administrativo.

    Mesmo q ganhe no final, terá que além de contestar a representação, depor perante a corregedoria, etc, etc, etc. E no final, ABSOLUTAMENTE nada acontecerá com o togadão ( com ele n posso dizer a mesma coisa; por mais que seja injusto, é o Brasil em que vivemos... )

    Aí sim, nesse dia, lembrará o quão diminuta é essa fc1...

    Por essas e outras mais ( que são infinitas ) é que TEMOS que LUTAR diuturnamente pelas fcs 6 e 1 !!!!!!

    Só mais uma coisa: o que você pensa que significa elaborar pareceres para magistrados (previsão legal de atribuição do cargo de analista judiciário)? Significa que, pelo menos, o analista judiciário irá fazer a pesquisa solicitada pelo magistrado, dando o seu parecer a determinado assunto. Daí, conclui-se que, o magistrado irá receber esse parecer e utilizá-lo ou não em sua sentença. Pode utilizar, inclusive, com as palavras do servidor que elaborou o parecer. Pergunto: isso importa ou não, indiretamente, em elaborar sentenças? Do que você está querendo fugir, colega? Da realidade da Justiça Federal, na qual os magistrados podem contar com assessoria, sem que isso signifique (porque de fato não é) bajulação, como você diz?

    Antes de recorrer para o "diabo", você concluirá que será mais fácil ingressar com uma ação judicial para questionar o alegado "desvio" de função. Como você acha que será a decisão judicial? De procedência da sua ação? Por favor ... creio que o máximo que você irá conseguir é ir trabalhar no arquivo do seu TRE até sua aposentadoria. Ah, sim, você não se importa com isso (nem eu, fiz concurso para ser servidor).

    E tomara, tomara mesmo, que você encontre vários juízes estaduais (que não param em uma comarca do interior) que pedirão a você para você fazer a adaptação de decisões e sentenças para ele. Isso vai acontecer, com certeza ! E provavelmente eles encontrarão um servidor do seu cartório que irá querer ocupar a sua função, até porque creio que deve haver um imenso rodízio de servidor em seu cartório...
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Sab 06 Abr 2013, 7:47 pm

    Se o MM. Juiz decidir usar as mesmas palavras lançadas no sucinto Parecer, o problema é só dele.
    Em que tipo de ação, colega, você elabora pareceres? Quais? Eu só elaboro essa pecinha boba em Prestação de Contas Anual de Partido. Também em prestação de contas da campanha (candidatos, partidos, comitês financeiros). Moleza. FC 1 ou FC 4 tá ótimo pra isso. Duas laudas, rapidinho.
    Agora, depois do que li, não consigo entender qual seria a utilidade do Livro de Carga de Autos do Juiz Eleitoral. Para que serve? Oras, se você mesma é quem vai fazer a decisão, pode abolir/inutilizar o Livro. Não pode? Os advogados que atuam na ZE onde você está lotada sabem que você é quem elabora as sentenças? SABEM? Meus DEUS, onde vamos parar? Não estou aqui desmerecendo a atividade de ninguém. Longe disso. Sou analista judiciário, chefe de cartório, e conheço bem as dificuldades enfrentadas no Interior. No Cartório onde estou lotado estamos em 3 servidores. Eu, o técnico e uma servidora requisitada. O mesmo grupo há mais de 7 anos. E sabe o motivo? Sabe a razão de não termos uma unidade abarrotada? Sem choradeira, sem lamúrias? NÃO FAZEMOS O QUE DEVERIA SER FEITO POR OUTRO ENTE/SERVIDOR. Se você acha que está demais, que é muita coisa para pouca retribuição financeira, entregue o BONÉ. Faça como o colega que relatou logo acima. Tenho certeza de que outro servidor aceitará de bom grado o valor que você considera humilhante. Do jeito que você escreve, para quem não conhece bem as atividades da JE, dá a entender que os pareceres elaborados são de alta complexidade, coisas envolvendo física quântica, geometria espacial, radiação solar, bomba atômica, etc. Não é nada disso. Os demais colegas sabem disso.
    jujuba escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito, nem o DIABO vai me obrigar a elaborar Sentenças/Decisões.
    Estou esperando qualquer ordem nesse sentido! Melhor se vier por escrito.
    Se vier na forma verbal, vou pedir licença para gravar. Se o togadão assinar um documento, delegando a jurisdição, EU ELABORO. Porém, antes tem de assinar, dizendo: DELEGO A JURISDIÇÃO AO TRUTA!
    Vou ao CNJ, à OAB/RJ, à Imprensa e ao Bispo da cidade de Pau Grande/RJ.
    Ao colega que abandonou a chefia, por entender que não era devidamente remunerado, rendo aplausos.
    Aos demais, que pediram penico ao "togadão", e querem por meio de baldroca uma FC 6, aconselho que sigam o mesmo exemplo: entregem o bonezinho da chefia. O servidor requisitado dá conta do recado. Até elabora sentenças (só uma lauda tá bom, igual ao modelinho de Registro de Candidatura). Com isso, a sociedade civil não terá de arcar com uma FC 6 a mais, para o bonitão/bonitona ter condições de elaborar peças técnicas de escol. Olha, acho que vou morrer e não vou ver tudo nessa vida!
    Analista Desafortunado escreveu:
    tssa escreveu:

    fiz isso agora no início do ano. fui chefe durante a eleição. 750 líquidos para tomar a frente de uma eleição municipal, 3 cidades, trocentas candidaturas, com um juiz q ficava mais tempo na capital do q na cidade. sem dúvida o valor não pagou nem um terço do esforço, do estresse e da demanda.

    em fevereiro último mudei de TRE via permuta. cheguei na nova zona no mesmo dia q o novo técnico, que também chegou permutado. a chefia estava sendo exercida pela requisitada, e assim continua até hoje, dois meses após. nem ele e nem eu queremos a FC-01.

    a requisitada, por sinal, todo dia fala q tem q passar a função, por conta da resolução do TSE, mas o técnico e eu fazemos ouvidos de mercador. eles dois, o técnico e a atual chefe, querem empurrar pra mim o encargo, por eu ser o analista, mas já avisei q a regulamentação da lei não dá nenhuma primazia ao cargo de nível superior sobre o de nível médio nesse particular.

    posso dizer, colegas da JE, q esses tem sido os melhores meses de minha vida funcional num TRE (trabalho desde 2010 na eleitoral). minha única e exclusiva preocupação são os processos, atividade q é atribuição de meu cargo (AJAJ). pela primeira vez, saio do trabalho e não penso mais no trabalho. como chefe, sempre havia algo a resolver, sempre um problema adm, coisas q o TRE não resolvia e deixava vc pra se virar nos 30 - dependência de prefeitura ao extremo, p. ex.

    assim como alguns colegas q postaram, eu me consumia demais. estando na função de chefe, entendia q era minha obrigação fazer tudo q estivesse ao meu alcance para solucionar as inúmeras pendengas diárias q todos enfrentamos. qtas vezes não fui de carro próprio intimar gente, não tirei dinheiro do bolso para tirar cópias ou comprar algum material? era minha atribuição prevista em lei fazer aquilo? não. mas eu ia deixar a coisa parada, sem fazer, ou ficaria sem alguma coisa imprescindível no cartório? de jeito nenhum. eu acredito, pessoalmente, q serviço público é mto mais q isso. essa visão positivista da função, em meu entender, tira mto da nobreza do serviço público, nobreza na qual eu acredito de verdade.

    agora, no entanto, estou mais livre. vejo claramente o qto não vale a pena ocupar uma FC-01 para a chefia de cartório de interior. preferível ficar na FC-00.

    a questão nem é só o valor. é o desrespeito simbólico tb. colegas de zonas da capital recebendo FC-04 e o do interior FC-01, demonstrando-se, assim, o qto a justiça eleitoral valoriza o trabalho dos servidores do interior. isso pra n falar do pessoal da sede chefe de seção, FC-06, q mtas vezes eh chefe dele mesmo, em seções absolutamente desnecessárias e sem serviço.

    enfim, me desgastava, acreditando e agindo por conta de um ideal de atividade pública eficiente - qdo a propria JE não está se preocupando mto a respeito - e, em troca, recebia uma FC num valor mto abaixo de colegas q fazem o mesmo ou até menos q eu.

    deixei de ser chefe de cartório e não pretendo voltar a sê-lo por uma FC-01. recomendo q os atuais chefes, especialmente analistas, q ganham um pouquinho mais q os técnicos, façam um exame de consciência e avaliem se, de fato, vale a pena - ou não - pra vcs tb esse "extra", considerando os ônus q ele traz.

    a grana é pouca, a autonomia nós todos já temos mta - até por sermos servidores com direito a estabilidade - e a superioridade hierárquica, bem...essa é uma vaidade tola e completamente dispensável.

    PARABÉNS PELA ÓTIMA EXPLANAÇÃO COLEGA!

    VEJO QUE VC ELABORA SENTENÇAS, ASSIM COMO EU! ACREDITO QUE A JUSTIÇA ELEITORAL É O ÚNICO RAMO EM TODO O PJU ONDE O ASSESSOR DIRETO E IMEDIATO DO JUIZ TEM UMA FC 0 e, COMO VC BEM DISSE, todos nós sabemos que na sede dos TREs tem servidor (MUITAS VEZES REQUISITADOS, ASSIM COMO SEM TER NENHUM VÍNCULO COM A ADMINISTRAÇÃO E - PASMEM - COM CURRÍCULOS FRAQUÍSSIMOS ) que fazem um trabalho meramente mecânico e administrativo, que qualquer um sem ter maiores conhecimentos tb pode fazer, e para isso têm uma função e NÃO RARAMENTE UMA CJ.

    A MEU VER, o colega Truta não elabora sentenças hoje porque tem um juiz consciente de suas atribuições. Mas eu tenho certeza de que mais cedo ou mais tarde outro "togadão" vai " pedir " que ele as faça.

    Tomara que ele tenha sorte e que esse novo juiz seja compreensivo, pois tem uns q n são e ele terá possivelmente que se defender em um processo administrativo.

    Mesmo q ganhe no final, terá que além de contestar a representação, depor perante a corregedoria, etc, etc, etc. E no final, ABSOLUTAMENTE nada acontecerá com o togadão ( com ele n posso dizer a mesma coisa; por mais que seja injusto, é o Brasil em que vivemos... )

    Aí sim, nesse dia, lembrará o quão diminuta é essa fc1...

    Por essas e outras mais ( que são infinitas ) é que TEMOS que LUTAR diuturnamente pelas fcs 6 e 1 !!!!!!

    Só mais uma coisa: o que você pensa que significa elaborar pareceres para magistrados (previsão legal de atribuição do cargo de analista judiciário)? Significa que, pelo menos, o analista judiciário irá fazer a pesquisa solicitada pelo magistrado, dando o seu parecer a determinado assunto. Daí, conclui-se que, o magistrado irá receber esse parecer e utilizá-lo ou não em sua sentença. Pode utilizar, inclusive, com as palavras do servidor que elaborou o parecer. Pergunto: isso importa ou não, indiretamente, em elaborar sentenças? Do que você está querendo fugir, colega? Da realidade da Justiça Federal, na qual os magistrados podem contar com assessoria, sem que isso signifique (porque de fato não é) bajulação, como você diz?

    Antes de recorrer para o "diabo", você concluirá que será mais fácil ingressar com uma ação judicial para questionar o alegado "desvio" de função. Como você acha que será a decisão judicial? De procedência da sua ação? Por favor ... creio que o máximo que você irá conseguir é ir trabalhar no arquivo do seu TRE até sua aposentadoria. Ah, sim, você não se importa com isso (nem eu, fiz concurso para ser servidor).

    E tomara, tomara mesmo, que você encontre vários juízes estaduais (que não param em uma comarca do interior) que pedirão a você para você fazer a adaptação de decisões e sentenças para ele. Isso vai acontecer, com certeza ! E provavelmente eles encontrarão um servidor do seu cartório que irá querer ocupar a sua função, até porque creio que deve haver um imenso rodízio de servidor em seu cartório...
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Sab 06 Abr 2013, 7:57 pm

    Devo ser penalizado porque conheço bem o trabalho de vocês?
    De jeito nenhum! Sou chefe de cartório no Interior e conheço bem as atividades desempenhadas. Há dificuldades? Claro! Como em qualquer outra lotação, inclusive na Secretaria do Tribunal.
    Moderadores, o que vocês esperam? Que eu aceite submisso essa choradeira geral?
    É minha opinião. Fui franco. Tem muita gente que concorda comigo. Só não tem coragem de dizer ou agir da mesma forma. Conheço vários analistas que não concordam com o andar da carruagem. Ainda assim, para evitar represálias, fazem tudo. TUDO MESMO. Não concordam, mas fazem. EU NÃO FAÇO, ORAS BOLAS. E por essa razão devo ser apedrejado/excluído? Podem me mandar para onde quiserem, até para o ALMOXARIFADO. Se eu tenho que elaborar sentenças, vou exigir um Livro de Carga de Autos do ANALISTA XELELÉU. Não é isso? Será que ninguém concorda comigo? Estou sozinho nessa luta?
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    Mensagem por jujuba em Sab 06 Abr 2013, 8:11 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Devo ser penalizado porque conheço bem o trabalho de vocês?
    De jeito nenhum! Sou chefe de cartório no Interior e conheço bem as atividades desempenhadas. Há dificuldades? Claro! Como em qualquer outra lotação, inclusive na Secretaria do Tribunal.
    Moderadores, o que vocês esperam? Que eu aceite submisso essa choradeira geral?
    É minha opinião. Fui franco. Tem muita gente que concorda comigo. Só não tem coragem de dizer ou agir da mesma forma. Conheço vários analistas que não concordam com o andar da carruagem. Ainda assim, para evitar represálias, fazem tudo. TUDO MESMO. Não concordam, mas fazem. EU NÃO FAÇO, ORAS BOLAS. E por essa razão devo ser apedrejado/excluído? Podem me mandar para onde quiserem, até para o ALMOXARIFADO. Se eu tenho que elaborar sentenças, vou exigir um Livro de Carga de Autos do ANALISTA XELELÉU. Não é isso? Será que ninguém concorda comigo? Estou sozinho nessa luta?

    Meu caro, eu não disse que trabalho na JE, nem sou chefe de cartório. Sou analista judiciário, igual a você, que tem como atribuição elaborar pareceres. Fiz uma analogia dos serviços (elaboração de pareceres - adaptação de sentenças/decisões). E, sim, na Justiça Federal todos sabem que até os estagiários fazem adaptação de sentenças.

    Você tem que ser punido porque está desmerecendo o trabalho dos outros, já disse.

    E vou repetir: se R$750,00 líquidos para você são suficientes, o que você está fazendo nesse forum? Cada atribuição profissional tem seu valor, e é disso que se fala aqui. Não se discute se R$750,00 é suficiente ou não para outra categoria profissional, como por exemplo um trabalhador da iniciativa privada. O que se discute aqui é valorização do chefe de cartório na JE, bandeira que você não defende. Logo, não deve participar desse forum.


    Nem defendo a minha posição (que é bem diferente da sua). Tenho parentes próximos que são chefes de cartório na JE. Estou estarrecida com a sua lógica, por isso não quis ficar quieta. Agora chega, não é? Melhor guardar suas opiniões adversas aos interesses dos participantes desse tópico, e parar com suas ofensas.
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Dom 07 Abr 2013, 12:57 am

    Prezada colega, com certeza você não tem a mínima idéia do que acontece num Cartório Eleitoral do Interior. Da mesma forma que eu não tenho a mínima idéia do que ocorre numa Vara Federal. Acho que, por isso, você tem dito tanto disparate. Ah, sei! O parente trabalha no Cartório! Quem? O tio da cunhada do primo do irmão do vizinho da sua enteada? É isso? Por essa razão você se sente autorizada a dar peruadas dizendo o quanto sofre um Chefe do Interior? Era só mais essa que me faltava. Uma analista da Justiça Federal Comum dando peruadas nas atribuições de um reles Chefe de Cartório do Interior. Parece piada! Desconheço as atribuições de um analista judiciário na JF. Pouco me interessa. Sou servidor da JE (Lei 11.416/06). E, aqui, amiguinha, não há essa parvoíce que você chama de "adaptação de sentenças". Refiro-me ao Interior. Se os desembargadores conservam assessores para tal tarefa, não me interessa. No Interior não temos isso. Temos, sim, analistas resignados que decidiram avocar o trabalho dos togadões/promotores para não sofrer refregas. Sabem que está errado, mas fazem. Não os condeno por isso, sobretudo os mais jovens. Eu já sou um "velho" e tenho o direito de peitar qualquer folgado. E digo mais: seu intrometimento, aqui, não é bem-vindo. Como pode alguém que nem mesmo sabe o que é um Código de ASE querer dar peruada nas atribuições de um Cartório da JE? Daqui a pouco também vou acessar os tópicos da JF e dar palpites de como se deve elaborar um parecer na área tributária, previdenciária, o raio que nos parta. VÁ PERUAR LÁ NAS SUAS BANDAS DA JUSTIÇA FEDERAL! AQUI NÃO, JACARÉ!
    jujuba escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Devo ser penalizado porque conheço bem o trabalho de vocês?
    De jeito nenhum! Sou chefe de cartório no Interior e conheço bem as atividades desempenhadas. Há dificuldades? Claro! Como em qualquer outra lotação, inclusive na Secretaria do Tribunal.
    Moderadores, o que vocês esperam? Que eu aceite submisso essa choradeira geral?
    É minha opinião. Fui franco. Tem muita gente que concorda comigo. Só não tem coragem de dizer ou agir da mesma forma. Conheço vários analistas que não concordam com o andar da carruagem. Ainda assim, para evitar represálias, fazem tudo. TUDO MESMO. Não concordam, mas fazem. EU NÃO FAÇO, ORAS BOLAS. E por essa razão devo ser apedrejado/excluído? Podem me mandar para onde quiserem, até para o ALMOXARIFADO. Se eu tenho que elaborar sentenças, vou exigir um Livro de Carga de Autos do ANALISTA XELELÉU. Não é isso? Será que ninguém concorda comigo? Estou sozinho nessa luta?

    Meu caro, eu não disse que trabalho na JE, nem sou chefe de cartório. Sou analista judiciário, igual a você, que tem como atribuição elaborar pareceres. Fiz uma analogia dos serviços (elaboração de pareceres - adaptação de sentenças/decisões). E, sim, na Justiça Federal todos sabem que até os estagiários fazem adaptação de sentenças.

    Você tem que ser punido porque está desmerecendo o trabalho dos outros, já disse.

    E vou repetir: se R$750,00 líquidos para você são suficientes, o que você está fazendo nesse forum? Cada atribuição profissional tem seu valor, e é disso que se fala aqui. Não se discute se R$750,00 é suficiente ou não para outra categoria profissional, como por exemplo um trabalhador da iniciativa privada. O que se discute aqui é valorização do chefe de cartório na JE, bandeira que você não defende. Logo, não deve participar desse forum.


    Nem defendo a minha posição (que é bem diferente da sua). Tenho parentes próximos que são chefes de cartório na JE. Estou estarrecida com a sua lógica, por isso não quis ficar quieta. Agora chega, não é? Melhor guardar suas opiniões adversas aos interesses dos participantes desse tópico, e parar com suas ofensas.


    Última edição por Truta do Policarpo em Dom 07 Abr 2013, 1:21 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Dom 07 Abr 2013, 1:06 am

    Sou favorável a qualquer iniciativa que valorize os chefes do Interior.
    Todavia, não é por isso que vou fazer ouvidos moucos.
    FC 1 tá bom? Tá. Mas poderia melhorar.
    FC 4 é o ideal? Claro. Agradeço a Deus se vier.
    FC 6? EXCRESCÊNCIA. Não passa pelo CNJ nem pelo filtro do Congresso/Executivo.
    Qualquer pessoa sã de consciência sabe disso.
    Gostaria de saber que tipo de ofensa tenho praticado. Questionar a lamúria/choradeira exagerada dos colegas não é ofensa, sobretudo quando aquele que questiona exerce as mesmas atividades dos choramingas.
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    Mensagem por jujuba em Dom 07 Abr 2013, 11:25 am

    Truta do Policarpo escreveu:Prezada colega, com certeza você não tem a mínima idéia do que acontece num Cartório Eleitoral do Interior. Da mesma forma que eu não tenho a mínima idéia do que ocorre numa Vara Federal. Acho que, por isso, você tem dito tanto disparate. Ah, sei! O parente trabalha no Cartório! Quem? O tio da cunhada do primo do irmão do vizinho da sua enteada? É isso? Por essa razão você se sente autorizada a dar peruadas dizendo o quanto sofre um Chefe do Interior? Era só mais essa que me faltava. Uma analista da Justiça Federal Comum dando peruadas nas atribuições de um reles Chefe de Cartório do Interior. Parece piada! Desconheço as atribuições de um analista judiciário na JF. Pouco me interessa. Sou servidor da JE (Lei 11.416/06). E, aqui, amiguinha, não há essa parvoíce que você chama de "adaptação de sentenças". Refiro-me ao Interior. Se os desembargadores conservam assessores para tal tarefa, não me interessa. No Interior não temos isso. Temos, sim, analistas resignados que decidiram avocar o trabalho dos togadões/promotores para não sofrer refregas. Sabem que está errado, mas fazem. Não os condeno por isso, sobretudo os mais jovens. Eu já sou um "velho" e tenho o direito de peitar qualquer folgado. E digo mais: seu intrometimento, aqui, não é bem-vindo. Como pode alguém que nem mesmo sabe o que é um Código de ASE querer dar peruada nas atribuições de um Cartório da JE? Daqui a pouco também vou acessar os tópicos da JF e dar palpites de como se deve elaborar um parecer na área tributária, previdenciária, o raio que nos parta. VÁ PERUAR LÁ NAS SUAS BANDAS DA JUSTIÇA FEDERAL! AQUI NÃO, JACARÉ!
    jujuba escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Devo ser penalizado porque conheço bem o trabalho de vocês?
    De jeito nenhum! Sou chefe de cartório no Interior e conheço bem as atividades desempenhadas. Há dificuldades? Claro! Como em qualquer outra lotação, inclusive na Secretaria do Tribunal.
    Moderadores, o que vocês esperam? Que eu aceite submisso essa choradeira geral?
    É minha opinião. Fui franco. Tem muita gente que concorda comigo. Só não tem coragem de dizer ou agir da mesma forma. Conheço vários analistas que não concordam com o andar da carruagem. Ainda assim, para evitar represálias, fazem tudo. TUDO MESMO. Não concordam, mas fazem. EU NÃO FAÇO, ORAS BOLAS. E por essa razão devo ser apedrejado/excluído? Podem me mandar para onde quiserem, até para o ALMOXARIFADO. Se eu tenho que elaborar sentenças, vou exigir um Livro de Carga de Autos do ANALISTA XELELÉU. Não é isso? Será que ninguém concorda comigo? Estou sozinho nessa luta?

    Meu caro, eu não disse que trabalho na JE, nem sou chefe de cartório. Sou analista judiciário, igual a você, que tem como atribuição elaborar pareceres. Fiz uma analogia dos serviços (elaboração de pareceres - adaptação de sentenças/decisões). E, sim, na Justiça Federal todos sabem que até os estagiários fazem adaptação de sentenças.

    Você tem que ser punido porque está desmerecendo o trabalho dos outros, já disse.

    E vou repetir: se R$750,00 líquidos para você são suficientes, o que você está fazendo nesse forum? Cada atribuição profissional tem seu valor, e é disso que se fala aqui. Não se discute se R$750,00 é suficiente ou não para outra categoria profissional, como por exemplo um trabalhador da iniciativa privada. O que se discute aqui é valorização do chefe de cartório na JE, bandeira que você não defende. Logo, não deve participar desse forum.


    Nem defendo a minha posição (que é bem diferente da sua). Tenho parentes próximos que são chefes de cartório na JE. Estou estarrecida com a sua lógica, por isso não quis ficar quieta. Agora chega, não é? Melhor guardar suas opiniões adversas aos interesses dos participantes desse tópico, e parar com suas ofensas.

    Que pessoa descontrolada !!!

    Mandar "peruar" não é ofender?

    Colega, como eu falei, é um parente próximo (talvez você não saiba o que é próximo).

    Outra coisa: somos todos, eu você, e meu parente próximo, regidos por um mesmo regime jurídico, tal seja a Lei 11.416/2006 (e pela Lei 8.112 também, é claro). Não é possível que você não sabia disso !! Logo, as atribuições legais de um analista judiciário, seja na Justiça Eleitoral, seja na Justiça Federal, são as mesmas !!

    Parece mesmo que você conhece pouco o PJU (Poder Judiciário da União). Como disse acima, irá encontrar, em breve (porque os juízes estaduais do interior estão sempre mudando)um juiz que irá mandar você elaborar/adaptar sentenças da JE. Tente questionar isso na justiça federal (que é competente para tanto, uma vez que você é servidor do PJU).

    E vou falar de novo, e de novo: Não se discute aqui nesse forum se R$750,00 líquidos são suficientes ou não para outra categoria profissional. O que se discute aqui é valorização do chefe de cartório na JE, bandeira que você não defende. Não diga que FC 06 é uma excrescência, esse PL é resultado de um longo estudo, e é o que se defende. Devemos defender o melhor, não é? O que aconteceu com os 50% de aumento dos servidores do PJU? Viraram 15,8%.

    Não está em discussão nesse forum as atribuições de um analista judiciário, chefe de cartório ou não! Pare de repetir essa ladainha.
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    Mensagem por corujito em Seg 08 Abr 2013, 5:03 pm

    o termo "peruar", pelo que entendi, refere-se ao ditado "peru de fora não dá peruada".

    não foi nada diretamente às peruas. Ao menos pelo que entendi.
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    Mensagem por CRAZYKONG em Seg 08 Abr 2013, 6:16 pm

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    Mensagem por pernalonga em Seg 08 Abr 2013, 6:18 pm

    "PERUAR" é gíria de milico, equivalente a "dar pitaco".
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    Mensagem por anaviana em Seg 08 Abr 2013, 11:48 pm

    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    E quem te disse que sou analista? Sou técnica e ganho bem menos do que 7000 reais por mês. E estou com a chefia não pq eu quero, mas pq o colega analista tem um filho pequeno com problemas de saúde, e não pode assumir a bronca. Eu entregaria a chefia com o MAIOR prazer do mundo! Eu não o faço para não criar problemas para o colega, que além de tudo é meu amigo pessoal.
    Esses 750 reais são mais do que um salário mínimo e blá-blá-blá. Exatamente o discurso de quem odeia servidor público em discussões do uol...Não ME deixa humilhada, apenas, é humilhante para toda a categoria, que aceita como se o seu trabalho valesse isso ou menos do que isso. Agora pare de gritar os seus preconceitos, imaginando como a pessoa pensa ou quais as motivações pessoais de cada um. Vá lá ler o seu guia prático em 10 lições, "Chefia de Cartório for Dummies".
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    Mensagem por SindicatodoCrime em Ter 09 Abr 2013, 1:52 am

    Pessoal parém de dar corda para o Truta do Policarpo! O nome já indica que a pessoal não entende quase nada de coisa alguma.

    Tenho colegas na JF e na JT que ganham mais que os chefes de cartório para não fazer metade do serviço.

    Se o Truta for chefe de cartório, coisa que duvido, deve ser daqueles que empurra tudo para o técnico ou não faz nada. Isso se não pertencer a uma ZE do interior de alguns Estados da Federação que tem requisitado caindo pelo ladrão.

    As atividades que ele colocou são atinentes ao trabalho de chefe de cartório de pelo menos 5 anos atrás.

    A FC 6 nem remunera de acordo o trabalho de um chefe de cartório. Alguém conhece algum órgão da Justiça que é composto por apenas dois servidores? Manda o Truta ver se encontra um anzol pra brincar!

    Outrossim, para aqueles que tem medo da extinção da JE, ela só será ruim de você for de alguém TRE porque no interior a gente trabalha que nem louco para ganhar R$750,00 liquido e realizar um monte de atividades. Muito melhor ser aproveito na JT ou JF que tem funções muito melhores disputando por servidores! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Truta é um flamer de araque ou do Iraque, tanto faz! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Ter 09 Abr 2013, 2:35 am

    Prezado Corujito, obrigado pela ajuda.
    Se elas não conseguem entender/interpretar o que é uma "peruada", melhor nem tentarmos imaginar o que elas fazem/dizem quando tentam interpretar o que a Lei 8.112 dispõe.
    A distorção na apreciação da norma é tão grande que elas já acreditam que podem exarar sentenças.
    Confundem parecer com sentença. Sentença com "adaptação de sentença" e pesquisa de jurisprudência. Eu já estou até acreditando que na ZE onde elas estão lotadas exista um Livro de Carga do Analista/Técnico Escova-Botas.
    corujito escreveu:o termo "peruar", pelo que entendi, refere-se ao ditado "peru de fora não dá peruada".

    não foi nada diretamente às peruas. Ao menos pelo que entendi.
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Ter 09 Abr 2013, 2:46 am

    O servidor(a) requisitado(a) pode assumir a FC 1, tranquilamente.
    E não me venha com aquelha "estória" de que o TCU não admite servidores requisitados na chefia.
    Tenho um modelinho de missiva que você pode encaminhar ao Presidente do Egrégio, solicitando o afastamento da Chefia, por questões de perfil.
    Quer o modelinho?
    Posso enviar. 750 é humilhante, né?
    Assinar a cartinha você não quer, né?
    Já sei. Você é amiga do Analista, que é amigo do Adamastor, que é amigo do Chefe da Seção de Reprografia do Tribunal. Não é? Todos reunidos apresentam um problema de saúde e não podem assumir a BRONCA da chefia! Cada coisa que tenho de ouvir! Meu Deus. A BRONCA que ela refere é comandar ASE 337, 370, 540. Limpar urnas eletrônicas. Imprimir "titu". Pedir tutu pro Prefeito, pra ajudar na manuntenção da unidade. Eis a BRONCA que para elas exige remuneração estratosférica.
    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    E quem te disse que sou analista? Sou técnica e ganho bem menos do que 7000 reais por mês. E estou com a chefia não pq eu quero, mas pq o colega analista tem um filho pequeno com problemas de saúde, e não pode assumir a bronca. Eu entregaria a chefia com o MAIOR prazer do mundo! Eu não o faço para não criar problemas para o colega, que além de tudo é meu amigo pessoal.
    Esses 750 reais são mais do que um salário mínimo e blá-blá-blá. Exatamente o discurso de quem odeia servidor público em discussões do uol...Não ME deixa humilhada, apenas, é humilhante para toda a categoria, que aceita como se o seu trabalho valesse isso ou menos do que isso. Agora pare de gritar os seus preconceitos, imaginando como a pessoa pensa ou quais as motivações pessoais de cada um. Vá lá ler o seu guia prático em 10 lições, "Chefia de Cartório for Dummies".
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Ter 09 Abr 2013, 2:48 am

    anaviana escreveu:
    Truta do Policarpo escreveu:Com todo respeito que tenho aos colegas, ainda assim devo dizer, é muita lamúria, muita choradeira para uma pessoa que recebe, mensalmente, mais de 7 mil reais.
    Onde vamos chegar?
    É isso mesmo? 750 reais, líquido, é humilhante? Deixa vc humilhado? Você NÃO É OBRIGADO A EXERCER A CHEFIA! Entregue o BONEZINHO, amigo! Entregue! E NÃO ME VENHA COM AQUELE DISCURSO DE QUE VC ESTÁ NA CHEFIA PORQUE NÃO QUER VER A QUALIDADE TÉCNICA DO TRABALHO CAIR. ESSA CONVERSINHA QUE NÃO ENGANA NEM CRIANÇA COM PIRULITO NA MÃO. O CARA TÁ NA CHEFIA PORQUE QUER A GRANA, QUER MAIS AUTONOMIA, QUER TER SUBORDINADOS, ORAS BOLAS!

    E quem te disse que sou analista? Sou técnica e ganho bem menos do que 7000 reais por mês. E estou com a chefia não pq eu quero, mas pq o colega analista tem um filho pequeno com problemas de saúde, e não pode assumir a bronca. Eu entregaria a chefia com o MAIOR prazer do mundo! Eu não o faço para não criar problemas para o colega, que além de tudo é meu amigo pessoal.
    Esses 750 reais são mais do que um salário mínimo e blá-blá-blá. Exatamente o discurso de quem odeia servidor público em discussões do uol...Não ME deixa humilhada, apenas, é humilhante para toda a categoria, que aceita como se o seu trabalho valesse isso ou menos do que isso. Agora pare de gritar os seus preconceitos, imaginando como a pessoa pensa ou quais as motivações pessoais de cada um. Vá lá ler o seu guia prático em 10 lições, "Chefia de Cartório for Dummies".
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    Mensagem por Najla em Ter 09 Abr 2013, 6:28 am

    Vcs estão mesmo brigando para avaliar se é justo a equiparação dos chefes de cartório?

    Não percam suas energias, melhor será trabalhar para que a equiparação ocorra.
    Em tempos sem PCS e de total desvalorização, não cabe muita filosofia. É tentar melhorar os AQs, equiparar FCs, lutar pela data base e outras ações que melhorem a nossa remuneração. Sem crise de consciência.


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    Mensagem por Convidado em Ter 09 Abr 2013, 8:53 am

    Najla escreveu:Vcs estão mesmo brigando para avaliar se é justo a equiparação dos chefes de cartório?

    Não percam suas energias, melhor será trabalhar para que a equiparação ocorra.
    Em tempos sem PCS e de total desvalorização, não cabe muita filosofia. É tentar melhorar os AQs, equiparar FCs, lutar pela data base e outras ações que melhorem a nossa remuneração. Sem crise de consciência.



    Kkkkkkkkk isso ae, najla. Por essas e outras sou teu fã.

    Os servidores do senado ganham fortuna, receberam sem sequer pedir aumento proporcional igual ao nosso, ganham horas extras, funções e cjs altos. Se perguntarem, eles vão querer aumentar mais.

    No judiciário, chefe de cartório no interior ganha a mais baixa de todas as FC previstas no judiciário federal, e ainda se debate a necessidade ou não da equiparação da FC.

    Fecha o caixão mesmo. Eh qdo leio essas q me motivo para acordar cada vez mais cedo para estudar hehe
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    Mensagem por jujuba em Ter 09 Abr 2013, 9:01 am

    Truta do Policarpo escreveu:Prezado Corujito, obrigado pela ajuda.
    Se elas não conseguem entender/interpretar o que é uma "peruada", melhor nem tentarmos imaginar o que elas fazem/dizem quando tentam interpretar o que a Lei 8.112 dispõe.
    A distorção na apreciação da norma é tão grande que elas já acreditam que podem exarar sentenças.
    Confundem parecer com sentença. Sentença com "adaptação de sentença" e pesquisa de jurisprudência. Eu já estou até acreditando que na ZE onde elas estão lotadas exista um Livro de Carga do Analista/Técnico Escova-Botas.
    corujito escreveu:o termo "peruar", pelo que entendi, refere-se ao ditado "peru de fora não dá peruada".

    não foi nada diretamente às peruas. Ao menos pelo que entendi.

    Meus caros, não importa o que significa "dar peruada", nem me acho perua (que pena, rs): os colegas estão aqui para lançar farpas ou para defender o pouco que resta à categoria? Isso é o que importa!!! Captaram agora a mensagem? Conseguiram?

    E o colega que se denomina "Truta do Policarpo": ainda não conseguiu elaborar a questão das sentenças (não estou dizendo para você elaborar sentenças, mas para você tentar, com um analista, resolver esse possível trauma). Você não pára de falar nesse assunto !!! Não percebeu que não é essa a questão que irá influenciar a equiparação da FC de Chefe de Cartório? Só você que repete esse assunto em cada tópico que se manifesta!!

    Agora, vou seguir a sugestão da Najla e do "sindicatodocrime": ignorar a "trutadopolicarpo". Tenho mais o que fazer.

    Como disse acima, se 50% de aumento resultaram em 15,8%, o que será de um PL de FC 06 para Chefe de Cartório? Pode ser que seja aprovado, porque são poucos os servidores nessas condições. Mas terão que lidar com a falta de apoio dos Tribunais Superiores. Vejam o resultado da reunião do Presidente do STF com a Ajufe. É o início de uma grande luta, até para defender uma data base e uma recisão anual para toda a categoria.

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    Mensagem por jujuba em Ter 09 Abr 2013, 9:06 am

    tssa escreveu:
    Najla escreveu:Vcs estão mesmo brigando para avaliar se é justo a equiparação dos chefes de cartório?

    Não percam suas energias, melhor será trabalhar para que a equiparação ocorra.
    Em tempos sem PCS e de total desvalorização, não cabe muita filosofia. É tentar melhorar os AQs, equiparar FCs, lutar pela data base e outras ações que melhorem a nossa remuneração. Sem crise de consciência.



    Kkkkkkkkk isso ae, najla. Por essas e outras sou teu fã.

    Os servidores do senado ganham fortuna, receberam sem sequer pedir aumento proporcional igual ao nosso, ganham horas extras, funções e cjs altos. Se perguntarem, eles vão querer aumentar mais.

    No judiciário, chefe de cartório no interior ganha a mais baixa de todas as FC previstas no judiciário federal, e ainda se debate a necessidade ou não da equiparação da FC.

    Fecha o caixão mesmo. Eh qdo leio essas q me motivo para acordar cada vez mais cedo para estudar hehe

    Pois é. E ainda vêm defender isso em um forum destinado para debates de SERVIDORES. Sabe aquele ditado antigo? "Se não ajuda, também não atrapalha?" Poucos sensatos conhecem.
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Qua 10 Abr 2013, 2:50 am

    Senhores moderadores, com todo respeito, neófitas, tais como jujuba e anaviana deveriam sofrer restrições para escrever neste fórum de debate. Vejam só o que a mocinha recém-chegada esculpiu abaixo. Mais parece uma menininha que se delicia com bala "sete belo" falando e babando concomitantemente. É complicado para quem já é antigão tolerar tanta meninice. Permitir que as noviças leiam os posts é patível, entretanto, deixá-las inscrever tantas barbarias é sofrível.
    Em respeito à Najla, e demais colegas, não vou mais importunar as duas moçoilas choramingas, que mais parecem vítimas de um complô da JE para penitenciá-las.
    Não é fácil suportar argumentos do tipo: _ Ai, eu fico na chefia porque o analista é meu amigão! _ Ai, eu fico na chefia porque o tio do primo da minha vizinha tá com dor de cabeça!
    Sei que os colegas mais antigos, por questões humanitárias, transigem com tamanha jericada, inclusive para manter a coesão do grupo. Vou tentar segui-los na mesma senda e não mais incitar as principiantes "sete belo".
    Najla, desculpe-me pelo importuno. Porém, acho viável a criação de um tópico neste fórum para bem amestrar as recrutas antes de autorizá-las a escrever qualquer coisa no espaço dos mais experientes.
    Tendo dito.


    jujuba escreveu:
    tssa escreveu:
    Najla escreveu:Vcs estão mesmo brigando para avaliar se é justo a equiparação dos chefes de cartório?

    Não percam suas energias, melhor será trabalhar para que a equiparação ocorra.
    Em tempos sem PCS e de total desvalorização, não cabe muita filosofia. É tentar melhorar os AQs, equiparar FCs, lutar pela data base e outras ações que melhorem a nossa remuneração. Sem crise de consciência.



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    Mensagem por jujuba em Qua 10 Abr 2013, 9:06 am


    Tem gente que não lê antes de escrever.

    Voltando ao assunto do forum:

    Esse número de processo PROCESSO: PA Nº 19327 - PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº ÚNICO: 164785.2004.600.0000, é o número no TSE (houve uma última movimentação interna). E esse outro número: 003409-91.2012.2.00.0000, é o número no CNJ (mas é se refere a "criação de cargos efetivos e funções comissionadas nos quadros de pessoal dos TRE's").

    Esse processo do CNJ se refere de fato ao PA 19.327 do TSE?

    Depois da reunião da ANATA em março, creio que não teve algum outro andamento o assunto. A Fenajufe, então, parece não se mover. Será que essas questões serão debatidas no próxim0 Congrejufe?
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    Mensagem por CRAZYKONG em Qua 10 Abr 2013, 6:00 pm

    Mais uma vez (e última, espero), tentemos discutir os assuntos pertinentes a carreira sem classificar (ou desclassificar) os colegas. É extremamente importante opiniões divergentes, não importa se antigão ou novato, técnico ou analista, homem ou mulher... Não vejo necessidade de intervenção de moderadores, ainda. E me abstenho desse tópico, pois não pertenço aos quadros da justiça eleitoral. Beijo pra quem é de beijo, e abraço pra quem é de abraço!!!!


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    Mensagem por Truta do Policarpo em Qui 11 Abr 2013, 4:57 pm

    Com todo respeito que é devido aos demais colegas, eu ACHO que foi um “tiro no pé” vincular a equiparação das chefias à criação de mais cargo na JE, sobretudo agorinha, que estamos sob o comando do Ministro JB, que, ao que tudo indica, não “curte” comedeiras.
    O problema é que, em razão do tempo, a desvinculação resta inexeqüível. Por ora, como bem pregou a Najla, melhor brigar por aumento nos penduricalhos sem debater a justiça da medida.
    Eu, que preciso de dinheiro para manter a família, tenho arriscado atividades “paralelas” na Iniciativa Privada. E tenho me dado bem, até certo ponto. Comprei uma Honda Turuna – os mais jovens não vão saber de qual motocicleta estou falando – e passei a entregar galões de água mineral para uma pequena empresa instalada na vizinhança. Na ZE onde estou lotado o expediente tem início às 12:00 h. Por essa razão, tenho tempo livre no período matutino. Diariamente, das 7:00 às 11:00, inclusive sábados e domingos, entrego água na cidade, de Turuna. O mês de março rendeu R$ 850,00, ou seja, é mais que uma FC 1. Com as gorjetas, somou 965,00. Está ótimo. É uma dica para os mais jovens.
    Eu sei. É claro que no início pode parecer constrangedor. “Olha lá, o coitado do Chefe de Cartório entregando água”. Porém, decidi seguir o conselho de minha mãe. Ela me disse, em sua desgastada sabedoria: - Trutinha, pode ir, tranqüilo. Hoje em dia, sua profissão tá igual “catador de tumate” e “vendedor de banana com casca”. O QUE IMPORTA É O CACAU NO BOLSO. E ela tem razão. Ademais, tenho aproveitado as entregas para precaver/ajuizar os eleitores sobre a importância do “titu”. Tenho falado com eles sobre a necessidade de pagar as “multinhas”, para o imediato comando do ASE respectivo. Tenho dado dicas sobre a prestação de contas da campanha, de modo que qualquer interessado poderá levar ao “togadão” informações acerca de irregularidades praticadas na arrecadação/gastos de recursos. É evidente que você não precisa entregar água. Pode haver outras atividades na cidade em que você está lotado/lotada, tais como entregas de marmitas, serviços de moto-taxi, capinação em terrenos baldios, pintura de casas velhas, manicure/pedicure, limpeza de fossas/latrinas, tudo dependendo da habilidade do Analista interessado. Vai entrar uma grana extra e, até que sejam equiparadas as chefias, não teremos que ficar o dia todo choramingando em razão da FC1. Aprendi essa com a Najla. É uma dica para os mais jovens, de um analista velho e antigão que tenta melhorar a qualidade de vida própria e dos colegas. Tenho dito.

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