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    isonomia remuneratória para analistas judiciários

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Ter 19 Mar 2013, 2:11 pm

    apresento-lhes a idéia de um colega do TRT5 região:

    pela Lei 11.416/2006, as carreiras de Analista Judiciário são divididas em: área judiciária, apoio especializado e área administrativa.

    - a referida norma optou por estabelecer a mesma remuneração para TODAS estas classes acima listadas, vale dizer, a regra, para Analistas Judiciários é de MESMA REMUNARAÇÃO, apenas diferindo a remeneração destes profissionais de acordo com o tempo de exercício no cargo, confome sejam, A1, A2, A3 e assim por diante...

    - a referida norma deixou, porém, de estabelecer a carga horária entre as diferentes especialidades.

    - pelo texto da lei, observa-se que a administração optou cor contratar Analistas Judiciários, e não médicos, dentistas, jornalistas, psicologos...


    desta forma, atribuindo aos Analistas Judiciários diferentes cargas horárias - procedimento sequer cogitado pela lei 11.416/2006 -, a Administração "quebra a lógica" implementada pela legislação de regência, fazendo, muitas vezes, com que a hora trabalhada por alguns Analistas Judiciários (os que trabalham 8 horas diárias) seja remunerada pela METADE daqueles que cumprem carga horária inferior (os que trabalham menos de 8 horas).

    o prejuízo àqueles que trabalham 8 horas diárias é evidente.

    por exemplo, limita-se, por via reflexa e por conta do horário, que estes exerçam outras profissões, como ocorre com aqueles que trabalham apenas 4, 5 ou 6 horas diárias.

    Em outras palavras, há Analistas Judiciários que recebem METADE do valor/hora do trabalho de outros igualmente Analistas Judiciários.

    Justo seria que todos recebessem o mesmo valor por hora, e trabalhariam 4, 5, 6, 7 ou 8 horas, conforme a disponibilidade financeira e a conveniencia do Tribunal...

    Sendo assim, a sugestão é que fosse proposta uma ação com o seguinte pedido:(ou cumulação que deve ser oportunamente apreciada)

    1 - igual valoração da hora trabalhada pelo Analista Judiciário (salário base..... logicamente estariam fora as gratificações de função, GAE, AQ...).

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    Mensagem por LUTEPORSEUPCS em Ter 19 Mar 2013, 2:30 pm

    Se vc deseja respeito tem que se dar o respeito! Sinceramente, nunca tinha visto algo tão absurdo... é por isso que o Judiciário está do jeito que tá! Meu querido colega, quer ganhar mais? Vá aos livros, só depende de vc! Ah, mas estudar é cansativo, né? É mais fácil ficar inventando mirabolâncias para ver se cola... VAI QUE COLA!! :guy:
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    Mensagem por me respeite em Ter 19 Mar 2013, 2:39 pm

    Com todo respeito a sua opinião, acho que não há justificativa plausível para um médico ou dentista trabalhar 1 hora e receber 100 reais e um administrador ou bacharel em direito trabalhar a mesma hora e receber 50.

    mesmo porque, se todos são analistas judiciários com salário igual ...a igualdade, de fato e de direito, se impõe.

    mas a renuncia ao direito de lutar pelo seu direito sempre é uma alternativa.

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    Mensagem por LUTEPORSEUPCS em Ter 19 Mar 2013, 2:41 pm

    Verdade, cada um defende o que quiser! Boa sorte aí e me desculpe pelo tom! ok
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    Mensagem por ffdasilva26 em Ter 19 Mar 2013, 2:52 pm

    Concordo com sua teoria, é aquele velho costume de achar que uma faculdade de medicina é mais que uma de administração, psicologia ou qualquer outra. Depois de formado todos são bacharéis, o médico sem tese de doutorado não é doutor, a faculdade feita por ele tem o mesmo valor que qualquer outra, todos tem sua importância.
    Se fosse para uma maior valorização dentro do judiciário e mpu isso teria que ser feito para a área do direito que é a área fim, entretanto não é o que acontece, temos seguranças, oficiais de justiça e o pessoal da área de orçamento com remuneração superior a dos servidores que atuam na área fim.
    Com certeza para que não ocorra favorecimentos e protecionismos todos deveriam ganhar e trabalhar com os mesmos salários e carga horária.
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    Mensagem por me respeite em Ter 19 Mar 2013, 3:00 pm

    verdade...a princípio, os salários são até iguais (levando-se em conta o salário básico apenas)...se se vc diferencia as cargas horárias, é lógico que vc quebra a isonomia remuneratória.

    prefiro ganhar X e trabalhar 20 horas do que ganhar o mesmo X e trabalhar 30 ou 40 (quem não prefere?)
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    Mensagem por GCC em Ter 19 Mar 2013, 3:20 pm

    Então rapaziada, o negócio é o seguinte. A orientação de 20 horas para médico é do CNJ, e para todos os tribunais federais, por força da Lei 9.436/97:

    "O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que adote jornada de quatro horas diárias para os analistas judiciários que exercem função de médico, desde que não ocupantes de cargo comissionado ou função de confiança. A decisão foi tomada na sessão extraordinária desta segunda-feira (12/3). Segundo os conselheiros, a Lei 9.436/97 fixa em 20 horas semanais a jornada de trabalho dos médicos de órgãos da administração pública federal." [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    É certo? Na minha opinião também não!

    Mas o lobe dos médicos é muito forte, enquanto o nosso se resume ao sindjus, então pela qualidade das forças políticas que nos representam, a tendência é reduzir a jornada dos médicos para 10 horas semanais, e aumentar a nossa para 50 horas.



    me respeite escreveu:verdade...a princípio, os salários são até iguais (levando-se em conta o salário básico apenas)...se se vc diferencia as cargas horárias, é lógico que vc quebra a isonomia remuneratória.

    prefiro ganhar X e trabalhar 20 horas do que ganhar o mesmo X e trabalhar 30 ou 40 (quem não prefere?)
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    Mensagem por me respeite em Ter 19 Mar 2013, 3:34 pm

    pra que fique bem claro a bandeira que defendo não é, de jeito nenhum, que os médicos trabalhem 40 horas e nem que ganhem menos.

    pelo contrário...acho que se a lei da o direito deles trabalharem 20 horas ela tem que ser respeitada.

    mas também acho que se a lei também prevê que todo analista ganha X sem dizer que medicos trabalharão menos que os demais, que se divida o salário X pelo numero de horas mínimas de um analista (no caso, 20) e que o resultado seja multiplicado pelo numero de horas que cada um trabalha.

    assim, se o X é, por exemplo 6000 e o médico ganha 300 por hora...que eu ganhe também 300 por hora e, se o tribunal quiser que eu trabalhe 30 horas que me pague (30 X 300), e se quiser que eu trabalhe 40 horas que me pague (40 X 300).

    se não tiver orçamento, não tem problema...me exija apenas as 4 horas...mas que me pague o mesmo valor/hora de qualquer analista judiciário.

    eu acho razoável e acho perfeitamente defensável, sem descumprir a carga horária de 20 horas dos médicos.
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    Mensagem por lanlan em Ter 19 Mar 2013, 4:04 pm

    Colegas, a idéia é boa, mas acredito que não encontre amparo pois a Administração e Judiciário provavelmente indeferirão tal pleito sob os seguintes argumentos:

    A carreira é a mesma (Analista Judiciário), mas as especialidades são diferentes. O que não é vedado por lei!!!
    Logo, tratando-se servidores com diferentes atribuições/especialidades e com distintos requisitos de ivestidura(curso superior diverso), a diferenciação de tratamento não fere a isonomia.
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    Mensagem por me respeite em Ter 19 Mar 2013, 5:30 pm

    a isonomia, a meu ver, vem da lei, que deu aos ANALISTAS JUDICIÁRIOS, um determinado salário, igual para todas as especialidades. esta mesma lei não diferenciou ou fez qualquer ressalva quanto ao valor do trabalho de cada especialidade ou quantidade de horas a serem prestadas.
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    Mensagem por khnofre em Ter 19 Mar 2013, 8:18 pm

    me respeite escreveu:a isonomia, a meu ver, vem da lei, que deu aos ANALISTAS JUDICIÁRIOS, um determinado salário, igual para todas as especialidades. esta mesma lei não diferenciou ou fez qualquer ressalva quanto ao valor do trabalho de cada especialidade ou quantidade de horas a serem prestadas.
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    Se eu fosse Juiz e analisasse os argumentos aqui expostos acerca dessa questão, certamenteesse seria o MELHOR
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    Mensagem por camirecas em Ter 19 Mar 2013, 10:49 pm

    khnofre escreveu:
    me respeite escreveu:a isonomia, a meu ver, vem da lei, que deu aos ANALISTAS JUDICIÁRIOS, um determinado salário, igual para todas as especialidades. esta mesma lei não diferenciou ou fez qualquer ressalva quanto ao valor do trabalho de cada especialidade ou quantidade de horas a serem prestadas.
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    Olha, a própria Carta Magna permite que médico acumule cargo. A jornada fica a critério da administração.
    Subentende-se que para poder acumular os cargos devem ser de 20 horas por semana.
    Tem TRE que a jornada é de 30 horas semanal, e aí, o servidores devem receber menos que os que estão com 40 horas?
    Acredito que a lei mais apropriada para nos apegarmos seja a 8.112 e não a 11.416. Isso sem falar na CRFB.
    A jornada deve ser fixada em razão das atribuições dos cargos. Precisamos saber se não existe lei especial para a jornada de médico.
    Questiono não a jornada dos médicos, mas sim o pra que o tribunal onde trabalho quer ter médico no quadro?
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Qua 20 Mar 2013, 1:30 am

    O fundamento que o CNJ usou para a jornada de 20 horas é que os Analistas Médicos realizam atividade privativa de médico e que uma lei de 1997 lhes dá esse direito. Verbis:

    " TRF4 deve adotar jornada de quatro horas para médicos.

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) que adote jornada de quatro horas diárias para os analistas judiciários que exercem função de médico, desde que não ocupantes de cargo comissionado ou função de confiança. A decisão foi tomada na sessão extraordinária desta segunda-feira (12/3). Segundo os conselheiros, a Lei 9.436/97 fixa em 20 horas semanais a jornada de trabalho dos médicos de órgãos da administração pública federal.

    Por unanimidade, o plenário acompanhou o voto do relator do Procedimento de Controle Administrativo (PCA 0006585-15.2011.2.00.0000), conselheiro Jorge Hélio. No processo, dois médicos do TRF4 questionavam decisão do Conselho da Justiça Federal (CJF) que orientou os tribunais federais a aplicarem jornada de seis a oito horas diárias para os médicos, conforme a Lei 8.112/90 que disciplina o regime de trabalho dos servidores públicos. Tal dispositivo, no entanto, segundo ressaltou Jorge Hélio, não se aplica aos profissionais cuja jornada de trabalho é fixada por lei especial, como é o caso dos médicos.

    O Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio CNJ possuem decisões nesse sentido, conforme lembrou o relator. A Resolução 88 do CNJ, que estabelece jornada de 40 horas semanais para servidores do Judiciário, também ressalva os casos disciplinados por legislação especial. "Os ocupantes de cargo analista judiciário-apoio especializado medicina executam atividades inerentes à própria profissão, privativas dos graduados em medicina, e estão sujeitos à jornada de quatro horas diárias como previsto nos artigos 14 do Decreto-Lei 1.445/76 e 1º, caput, da Lei 9.436/97", concluiu Jorge Hélio.

    A regra vale para todos os servidores médicos do Poder Judiciário Federal, desde que esses profissionais não estejam ocupando cargos em comissão ou funções de confiança. No caso dos servidores médicos do Poder Judiciário dos estados, segundo o conselheiro, a jornada de trabalho deverá ser fixada pelo Tribunal, de acordo com legislação estadual vigente sobre a matéria. "

    ENTÃO, usando a analogia, os analistas da área judiciária ( que realizam atividade privativa de bacharéis em Direito ) deveriam basear também a sua carga horária em lei específica, qual seja, o estatuto da oab, uma vez que TODO advogado é Bacharel em Direito e, com todo respeito à classe ( tenho meu número da OAB, temporariamente suspenso, claro ), é muito mais difícil ser aprovado para analista da área judiciária ( concorremos com milhares de bacharéis em Direito), do que para passar na prova da oab ( concorremos apenas com nós mesmo e baixa tirar a nota mínima exigiada ). Resumindo: exercemos uma atividade complexa privativa de bacharéis em Direito e temos que trabalhar, 7, 8 horas diárias ao passo que os advogados empregados e analistas médicos trabalham 4 horas diárias.

    O art 20 desse estatuto ( lei n. 8906/94 ) diz, verbis:

    "Art. 20. A jornada de trabalho do advogado empregado, no exercício da profissão, não poderá exceder a duração diária de quatro horas contínuas e a de vinte horas semanais, salvo acordo ou convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva.

    § 1º Para efeitos deste artigo, considera-se como período de trabalho o tempo em que o advogado estiver à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens, no seu escritório ou em atividades externas, sendo-lhe reembolsadas as despesas feitas com transporte, hospedagem e alimentação.
    § 2º As horas trabalhadas que excederem a jornada normal são remuneradas por um adicional não inferior a cem por cento sobre o valor da hora normal, mesmo havendo contrato escrito."

    É como diz o colega: os médicos têm força política, já nós analistas da área judiciária...

    Agora se os técnicos fazem trabalho de Analistas, aí temos o velho desvio de função, é uma atecnia da administração e acontece em todas as especialidades de analistas ( no meu tribunal, por exemplo, tem um médico que é técnico e trabalha no setor dos médicos ).
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    Mensagem por Najla em Qua 20 Mar 2013, 12:03 pm

    Colegas,

    Há profissões que têm carga horária regulamentada e os tribunais não podem ir contra o que está estabelecido em lei.
    Não só carga horária, mas outros direitos também: aposentadoria especial, periculosidade, insalubridade, férias maiores (por exemplo, os técnicos em radiologia), alimentação especial.

    Não vejo como possível igualar quem está desigual na lei.


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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty MUITO BOA A PROPOSTA MAS APENAS UM SENAO

    Mensagem por QUEM NAO CHORA NÃO MAMA em Qua 20 Mar 2013, 12:51 pm

    Oi galera, começo hoje meus comentários esperando contribuir para dar pró-atividade aos analistas da área judiciária e analistas em geral.

    Quero dizer para o analista desafortunado que, infelizmente, a Lei nº 9527/97, em seu art. 4º, derrogou a possibilidade da jornada de 4 horas diárias ao analista judiciário bacharel em direito: "Art. 4º As disposições constantes do Capítulo V, Título I, da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, não se aplicam à Administração Pública direta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como às autarquias, às fundações instituídas pelo Poder Público, às empresas públicas e às sociedades de economia mista".

    Contudo Najla, em relação à remuneração, acho plenamnete cabível. Veja o Art. 3o, caput, da lei nº 11416: "Os cargos efetivos das Carreiras referidas no art. 2o desta Lei são estruturados em Classes e Padrões, na forma do Anexo I desta Lei, de acordo com as seguintes áreas de atividade: - Analista Judiciário;
    II - Técnico Judiciário;

    III - Auxiliar Judiciário
    Ainda a propria Lei n 11416 remete a remuneração à tabela anexa, que não distingue analista medico de analista bacharel em direito, ou seja, o salário e o mesmo ainda que o medico trabalhe menos hora, o que no meu ponto de vista causa uma distorção.
    por sua vez,


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    Mensagem por me respeite em Qua 20 Mar 2013, 5:44 pm

    Prezada Najla e demais colegas foristas;


    que fique esclarecido que eu não discuto carga horária...se a lei dá ou não privilegio a determinada classe em relação às horas de trabalho, se o estatuto da OAB dá ou não aos advogados certos privilégios...esqueçam tudo isso.


    O QUE DISCUTO E DEFENDO É QUE O "VALOR/HORA" TRABALHADO POR UM ANALISTA JUDICIÁRIO, SEJA, EM TERMOS DE SALÁRIO BASICO, IGUAL A TODOS OS DEMAIS ANALISTAS JUDICIÁRIOS.

    não estou dizendo que o médico deve trabalhar 8 horas, não é isso...e nem defendo a extinção destes cargos, porque trabalham, por fim, para o nosso bem. são uteis como nós somos. merecem o que ganham e foram aprovados em concurso como nós fomos.

    o que a NOSSA lei diz é que somos todos analistas(diversas areas, mas todos analistas) e que os analistas ganharão 6000. se os ANALISTAS médicos ganham 300 reais por hora, ACHO QUE TODO ANALISTA TEM DIREITO DE GANHAR 300 REAIS POR HORA...e se o tribunal nos botar pra trabalhar 40 horas (ele tem poder pra isso e a lei deixa isso claro)...nos pague 40x300. ponto. se nos botar 30 horas, pague 30X300. ponto

    se o médico so pode trabalhar 20, que ganhe 20X300. ponto.

    isso, pra mim, é isonomia. se respeita a lei da carga horária do médico. mas se respeita também a igualdade de remuneração entre os analistas judiciários.
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    Mensagem por Adilson em Qua 20 Mar 2013, 5:56 pm

    me respeite escreveu:Prezada Najla e demais colegas foristas;


    que fique esclarecido que eu não discuto carga horária...se a lei dá ou não privilegio a determinada classe em relação às horas de trabalho, se o estatuto da OAB dá ou não aos advogados certos privilégios...esqueçam tudo isso.


    O QUE DISCUTO E DEFENDO É QUE O "VALOR/HORA" TRABALHADO POR UM ANALISTA JUDICIÁRIO, SEJA, EM TERMOS DE SALÁRIO BASICO, IGUAL A TODOS OS DEMAIS ANALISTAS JUDICIÁRIOS.

    não estou dizendo que o médico deve trabalhar 8 horas, não é isso...e nem defendo a extinção destes cargos, porque trabalham, por fim, para o nosso bem. são uteis como nós somos. merecem o que ganham e foram aprovados em concurso como nós fomos.

    o que a NOSSA lei diz é que somos todos analistas(diversas areas, mas todos analistas) e que os analistas ganharão 6000. se os ANALISTAS médicos ganham 300 reais por hora, ACHO QUE TODO ANALISTA TEM DIREITO DE GANHAR 300 REAIS POR HORA...e se o tribunal nos botar pra trabalhar 40 horas (ele tem poder pra isso e a lei deixa isso claro)...nos pague 40x300. ponto. se nos botar 30 horas, pague 30X300. ponto

    se o médico so pode trabalhar 20, que ganhe 20X300. ponto.

    isso, pra mim, é isonomia. se respeita a lei da carga horária do médico. mas se respeita também a igualdade de remuneração entre os analistas judiciários.
    Eu discordo,sem entrar no mérito,segundo a própria lei 11416/06 não são iguais não:
    Art. 3o Os cargos efetivos das Carreiras referidas no art. 2o desta Lei são estruturados em Classes e
    Padrões, na forma do Anexo I desta Lei, de acordo com as seguintes áreas de atividade:
    I - área judiciária, compreendendo os serviços realizados privativamente por bacharéis em Direito,
    abrangendo processamento de feitos, execução de mandados, análise e pesquisa de legislação,doutrina e jurisprudência nos vários ramos do Direito, bem como elaboração de pareceres jurídicos;
    II - área de apoio especializado, compreendendo os serviços para a execução dos quais se exige dos titulares o devido registro no órgão fiscalizador do exercício da profissão ou o domínio de habilidades específicas, a critério da administração;
    III - área administrativa, compreendendo os serviços relacionados com recursos humanos, material e patrimônio, licitações e contratos, orçamento e finanças, controle interno e auditoria, segurança e transporte e outras atividades complementares de apoio administrativo.
    Parágrafo único. As áreas de que trata o caput deste artigo poderão ser classificadas em especialidades, quando forem necessárias formação especializada, por exigência legal, ou habilidades específicas para o exercício das atribuições do cargo.
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    Mensagem por me respeite em Qua 20 Mar 2013, 6:05 pm

    Adilson, lógico que não são iguais, todos conhecemos a lei e sabemos que uns devem ser formados em direito, outros em medicina, outros em engenharia, odontologia....mas, no "atacado" somos todos analistas judiciários e os analistas judiciários ganham igual....o anexo não difere médico, dentista, engenheiro.....


    pra ser curto e grosso: ou lutamos contra esta distorção ou assumimos de uma vez por todas que num Tribunal, segmento do Poder Judiciário, o valor do trabalho de um dentista ou médico ou engenheiro (áreas meio) é o dobro do valor do trabalho de um bacharel em direito (área fim)


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    Mensagem por Adilson em Qua 20 Mar 2013, 6:32 pm

    me respeite escreveu:Adilson, lógico que não são iguais, todos conhecemos a lei e sabemos que uns devem ser formados em direito, outros em medicina, outros em engenharia, odontologia....mas, no "atacado" somos todos analistas judiciários e os analistas judiciários ganham igual....o anexo não difere médico, dentista, engenheiro.....


    pra ser curto e grosso: ou lutamos contra esta distorção ou assumimos de uma vez por todas que num Tribunal, segmento do Poder Judiciário, o valor do trabalho de um dentista ou médico ou engenheiro (áreas meio) é o dobro do valor do trabalho de um bacharel em direito (área fim)

    É assim justamente por não ser uma carreira única colega, a própria lei subdivide em classes o que você pensa ser único,não são apenas Analista Judiciários,são Analistas Judiciários-Apoio especializado A,B,C,X,Y,Z.Seu raciocínio estaria correto se não houvesse essa diferenciação na lei e há,são desiguais mesmo e por definição legal,não tem como se falar em isonomia salário/hora sendo assim.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Qua 20 Mar 2013, 10:16 pm

    Adilson escreveu:
    me respeite escreveu:Adilson, lógico que não são iguais, todos conhecemos a lei e sabemos que uns devem ser formados em direito, outros em medicina, outros em engenharia, odontologia....mas, no "atacado" somos todos analistas judiciários e os analistas judiciários ganham igual....o anexo não difere médico, dentista, engenheiro.....


    pra ser curto e grosso: ou lutamos contra esta distorção ou assumimos de uma vez por todas que num Tribunal, segmento do Poder Judiciário, o valor do trabalho de um dentista ou médico ou engenheiro (áreas meio) é o dobro do valor do trabalho de um bacharel em direito (área fim)

    É assim justamente por não ser uma carreira única colega, a própria lei subdivide em classes o que você pensa ser único,não são apenas Analista Judiciários,são Analistas Judiciários-Apoio especializado A,B,C,X,Y,Z.Seu raciocínio estaria correto se não houvesse essa diferenciação na lei e há,são desiguais mesmo e por definição legal,não tem como se falar em isonomia salário/hora sendo assim.




    sendo assim, todos chegamos à conclusão de que o trabalho de um analista judiciário (que é médico) tem o dobro do valor do trabalho de um analista que é administrador, bacharel em direito...

    e concordamos também que a lei de 2006, que por sua vez é posterior a que limitou a carga horária dos médicos, pretendeu mesmo que as atividade meio fossem remuneradas com o dobro da remuneração por hora do que as atividades fim, mesmo que tenha definido ambos os cargos com a mesma titulação. (lembro que são apenas 3 espécies de cargos: auxiliares, técnicos e analistas)

    particularmente, não concordo e não aceito que tenha que ter o meu trabalho relegado a segundo plano.
    mas já acho também que jamais concordaremos no ponto.

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    Mensagem por Convidad em Qui 21 Mar 2013, 7:37 am

    Chegamos ao fundo do poço!!!

    Esta é a razão pela qual não emplacamos um bom aumento na barca furada que foi o PCS 4.

    Se não bastassem as inúmeras brigas entre: técnico x analista, analista interno x oficial de justiça, técnico interno x técnico segurança, técnico interno x técnico motorista, fraldinhas x incorporados, servidor do interior x servidor da capital, servidor do cartório/vara x servidor da sede, FC x CJ... Agora temos Analista sem especialização x Analista Médico, Odontólogo, Assistente Social...

    Do jeito que a coisa anda, os próximos aumentos serão de trabalho: 40 horas semanais, fim do recesso, novas metas a serem cumpridas, etc.

    Continuem assim que a Dilma agradece!
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    Mensagem por Galizezin em Qui 21 Mar 2013, 9:30 am

    Najla escreveu:Colegas,

    Há profissões que têm carga horária regulamentada e os tribunais não podem ir contra o que está estabelecido em lei.
    Não só carga horária, mas outros direitos também: aposentadoria especial, periculosidade, insalubridade, férias maiores (por exemplo, os técnicos em radiologia), alimentação especial.

    Não vejo como possível igualar quem está desigual na lei.

    Isso, é o mesmo que pedir isonomia com os PNE's.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Qui 21 Mar 2013, 3:21 pm

    Galizezin escreveu:
    Najla escreveu:Colegas,

    Há profissões que têm carga horária regulamentada e os tribunais não podem ir contra o que está estabelecido em lei.
    Não só carga horária, mas outros direitos também: aposentadoria especial, periculosidade, insalubridade, férias maiores (por exemplo, os técnicos em radiologia), alimentação especial.

    Não vejo como possível igualar quem está desigual na lei.

    Isso, é o mesmo que pedir isonomia com os PNE's.



    não quero isonomia de carga horária, apenas de valor/hora aos demais analistas judiciários.


    repito, a lei não pretendeu dar ao trabalho do médico o dobro do valor do trabalho do administrador ou bacharel em direito, pelo contrário, sem sequer citar carga horária, deu a todos o mesmo salário.


    se outra lei dá a algumas carreiras carga horária especial, que pelo menos se respeite a igualdade remuneratória que a "lei dos analistas judiciários" deu expressamente.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Sex 22 Mar 2013, 12:37 am

    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu:Oi galera, começo hoje meus comentários esperando contribuir para dar pró-atividade aos analistas da área judiciária e analistas em geral.

    Quero dizer para o analista desafortunado que, infelizmente, a Lei nº 9527/97, em seu art. 4º, derrogou a possibilidade da jornada de 4 horas diárias ao analista judiciário bacharel em direito: "Art. 4º As disposições constantes do Capítulo V, Título I, da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, não se aplicam à Administração Pública direta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como às autarquias, às fundações instituídas pelo Poder Público, às empresas públicas e às sociedades de economia mista".

    Contudo Najla, em relação à remuneração, acho plenamnete cabível. Veja o Art. 3o, caput, da lei nº 11416: "Os cargos efetivos das Carreiras referidas no art. 2o desta Lei são estruturados em Classes e Padrões, na forma do Anexo I desta Lei, de acordo com as seguintes áreas de atividade: - Analista Judiciário;
    II - Técnico Judiciário;

    III - Auxiliar Judiciário
    Ainda a propria Lei n 11416 remete a remuneração à tabela anexa, que não distingue analista medico de analista bacharel em direito, ou seja, o salário e o mesmo ainda que o medico trabalhe menos hora, o que no meu ponto de vista causa uma distorção.
    por sua vez,


    Obrigado pela informação colega, pois confesso que não tinha lido toda a lei n. 9527/97.

    Esse art. 4 só nos baniu das 4 horas diárias de trabalho porque o lobb dos médicos foi e ainda é altíssimo, ao passo que os nossos sindicatos à época ( não estou criticando a Anata, pois ela nem existia nessa época e sou seu filiado, pois acredito que ela defenderá os interesses de TODOS os cargos, repeitando as suas diferenças quanto aos requisitos de ingresso, claro ).

    No entanto, esse próprio artigo ( 4º ) pode ser mudado, caso os nossos sindicatos e parlamentares encampem a guerra ( acho difícil o Policarpo querer defender os direitos de TODAS as áreas do cargo de analista).

    É cediço que o PJU é desunido, pois existe briga de técnico x analista, agente de segurança x oj x analista x técnico. Enfim..

    A matemática nos explica que quanto mais for valorizado o cargo de maior rendimento, mais valorizado serão também os outros ( técnicos e auxiliares ), pois as tabelas dos três cargos seguem um escalonamento. Muitos não querem enxergar o óbvio!

    Com todo o respeito aos médicos. Quero ver em qualquer hospital do Brasil ( público ou privado ) a área jurídica ter rendimento maior que os médicos.

    Ademais, Duvido que irão faltar pretendentes ao cargo de analista médico se daqui para frente for estipulado que a carga horária será de oito horas, pois na quase totalidade dos locais públicos onde se exerce a medicina ( estou falando de CARGO EFETIVO de médico )a carga horária é maior e o salário bem menor!

    Outrossim, um colega meu passou para médico perito do inss e lá ele rala o dia todo, não tem isso de 4 horas diárias não.

    Destarte, concordo com o colega me respeite ao dizer que basta que 1 hora de trabalho dos analistas seja remunerada com o mesmo valor para todas as áreas de Analista que a isonomia estará sendo efetivamente cumprida, o que não podemos é aceitar que a atividade FIM de um TRIBUNAL FEDERAL ( jurídica ) seja subjugada em relação à atividade meio.

    É como diz o ditado: Judiciário, casa de ferreiro, espeto de pau!


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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Sex 22 Mar 2013, 2:06 am

    A TESE DA ISONOMIA DO COLEGA ME RESPEITE É APLICADA NA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.

    SERÁ QUE ESTAMOS TÃO ENGANADOS ASSIM, CONSOANTE AFIRMAM ALGUNS AQUI DO PRÓPRIO FÓRUM?

    Notícia de hoje do site yahoo:




    "A Caixa abriu concurso com 72 vagas, sendo quatro para médicos e 68 para engenheiro civil, além de vagas de formação de cadastro. Para concorrer ao cargo de médico do trabalho, é preciso ter superior completo em medicina e registro no CRM (Conselho Regional de Medicina). O cargo oferece salário de R$ 4.158 para jornada de 4 horas diárias.

    Já as vagas de engenheiro civil exigem graduação completa em engenharia civil e registro no conselho da classe. O salário é de R$ 8.315 para jornada de 8 horas diárias.
    As oportunidades são para Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Campinas, Bauru, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas e Ceará.

    As inscrições devem ser feitas por meio do site da Fundação Carlos Chagas ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] organizadora do processo de seleção, de 28 de março a 19 de abril. Para o cargo de engenheiro, a taxa de inscrição é de R$ 140 e, para o de médico, a taxa cobrada é de R$ 97."


    Última edição por Analista Desafortunado em Sex 22 Mar 2013, 2:16 am, editado 1 vez(es)
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Sex 22 Mar 2013, 2:13 am

    Analista Desafortunado escreveu:
    QUEM NAO CHORA NÃO MAMA escreveu:Oi galera, começo hoje meus comentários esperando contribuir para dar pró-atividade aos analistas da área judiciária e analistas em geral.

    Quero dizer para o analista desafortunado que, infelizmente, a Lei nº 9527/97, em seu art. 4º, derrogou a possibilidade da jornada de 4 horas diárias ao analista judiciário bacharel em direito: "Art. 4º As disposições constantes do Capítulo V, Título I, da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, não se aplicam à Administração Pública direta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como às autarquias, às fundações instituídas pelo Poder Público, às empresas públicas e às sociedades de economia mista".

    Contudo Najla, em relação à remuneração, acho plenamnete cabível. Veja o Art. 3o, caput, da lei nº 11416: "Os cargos efetivos das Carreiras referidas no art. 2o desta Lei são estruturados em Classes e Padrões, na forma do Anexo I desta Lei, de acordo com as seguintes áreas de atividade: - Analista Judiciário;
    II - Técnico Judiciário;

    III - Auxiliar Judiciário
    Ainda a propria Lei n 11416 remete a remuneração à tabela anexa, que não distingue analista medico de analista bacharel em direito, ou seja, o salário e o mesmo ainda que o medico trabalhe menos hora, o que no meu ponto de vista causa uma distorção.
    por sua vez,


    Obrigado pela informação colega, pois confesso que não tinha lido toda a lei n. 9527/97.

    Esse art. 4 só nos baniu das 4 horas diárias de trabalho porque o lobby dos médicos foi e ainda é altíssimo, ao passo que os nossos sindicatos à época ( não estou criticando a Anata, pois ela nem existia nessa época e sou seu filiado, pois acredito que ela defenderá os interesses de TODOS os cargos, repeitando as suas diferenças quanto aos requisitos de ingresso, claro ).

    No entanto, esse próprio artigo ( 4º ) pode ser mudado, caso os nossos sindicatos e parlamentares encampem a guerra ( acho difícil o Policarpo querer defender os direitos de TODAS as áreas do cargo de analista).

    É cediço que o PJU é desunido, pois existe briga de técnico x analista, agente de segurança x oj x analista x técnico. Enfim..

    A matemática nos explica que quanto mais for valorizado o cargo de maior rendimento, mais valorizado serão também os outros ( técnicos e auxiliares ), pois as tabelas dos três cargos seguem um escalonamento. Muitos não querem enxergar o óbvio!

    Com todo o respeito aos médicos. Quero ver em qualquer hospital do Brasil ( público ou privado ) a área jurídica ter rendimento maior que os médicos.

    Ademais, Duvido que irão faltar pretendentes ao cargo de analista médico se daqui para frente for estipulado que a carga horária será de oito horas, pois na quase totalidade dos locais públicos onde se exerce a medicina ( estou falando de CARGO EFETIVO de médico )a carga horária é maior e o salário bem menor!

    Outrossim, um colega meu passou para médico perito do inss e, se não me engano, lá ele rala o dia todo, não tem isso de 4 horas diárias não.

    Destarte, concordo com o colega me respeite ao dizer que basta que 1 hora de trabalho dos analistas seja remunerada com o mesmo valor para todas as áreas de Analista que a isonomia estará sendo efetivamente cumprida, o que não podemos é aceitar que a atividade FIM de um TRIBUNAL FEDERAL ( jurídica ) seja subjugada em relação à atividade meio.

    É como diz o ditado: Judiciário, casa de ferreiro, espeto de pau!




    Última edição por Analista Desafortunado em Sab 23 Mar 2013, 3:32 am, editado 1 vez(es)
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por TDSL-RJ em Sex 22 Mar 2013, 10:32 am

    Estou acompanhado este tópico e ontem tomei conhecido do ato abaixo do TRT do Rio de Janeiro, que trata do aqui discutido e espelha um posicionamento contrário à maioria das opiniões expostas. Confesso que fiquei surpreso e como a questão provem do TCU, acredito que irá repercurtir em toda a adiministração. A Publicação é do dia 18/03/2013.

    ATO Nº 48/2013
    Altera o Ato nº 83/2009, de 9 de dezembro de 2009 (DOERJ - 14/12/2009), que dispõe sobre o horário de funcionamento de todas as unidades do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região, sobre o horário de atendimento ao público, sobre a jornada de trabalho dos servidores, e dá outras providências.
    O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA PRIMEIRA REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o recente Acórdão nº 2.699/2012 - TCU - 2ª Câmara, no sentido de que os servidores ocupantes do cargo de Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade Medicina, estão sujeitos à mesma jornada de trabalho dos demais analistas judiciários, regidos pela Lei nº 11.416/2006, consoante entendimento do Acórdão nº 2.329/2006 - TCU - Plenário e do Acórdão nº 3.783/2007 - TCU - 1ª Câmara; RESOLVE:

    Art. 1º O caput do artigo 5º, bem como seu §1º, do Ato nº 83/2009, de 9 de dezembro de 2009, passam a vigorar com a seguinte redação:

    " Art. 5º A jornada de trabalho dos servidores do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região será de oito horas diárias, com carga semanal de quarenta horas, ou sete horas ininterruptas."

    "§1º Ficará sob a responsabilidade da chefia imediata o fiel cumprimento da jornada de trabalho." (NR)

    Art. 2º Revogar os incisos I e II do artigo 5º do Ato nº 83/2009.

    Art. 3º Revogar o artigo 6º caput e seus parágrafos do Ato nº 83/2009.

    Art. 4º Este Ato entra em vigor 30 dias após a data de sua publicação.

    Rio de Janeiro, 14 de março de 2013
    DESEMBARGADOR DO TRABALHO CARLOS ALBERTO ARAUJO DRUMMOND
    Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Sab 23 Mar 2013, 3:27 am

    Isso só prova que a teoria do me respeite estava correta.

    O pior é que o TCU ao invés de nivelar por cima, nivelou por baixo.

    Contudo, prefiro aguardar um pouco mais, pois estamos no BRASIL, onde tudo pode acontecer...
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    Mensagem por me respeite em Sab 23 Mar 2013, 6:23 pm

    Tai, pessoal, o ato do TRT do Rio de Janeiro não era de meu conhecimento e muito menos era o que eu pretendia, mas uma coisa fica clara pra mim, ali se reconheceu que todos os analistas tem trabalho de igual valor.

    lógico que o ato será contestado (não sei se terá sucesso a contestação, mas torço pra que sim) pois o que quero é o contra-golpe, vale dizer, a propria administração reconheceu que todos devem ter o mesmo valor de trabalho, sendo assim, deve remunerar a todos igualmente, portanto, se trabalho 30 horas devo ganhar proporcionalmente e se trabalho 35 ou 40, de igual modo.

    se só pode pagar os mesmos 6000 que paga aos médicos, que me exija a mesma carga horário que exige deles e eu que arranje outra coisa pra fazer no turno oposto.

    o colega analista desafortunado deu o exemplo da caixa, banco publico, onde o medico que trabalhará exatamente a metade do engenheiro, ganhará exatamente a metade do que ele ganha. isonomia remuneratória. só isso que quero. respeite a jornada dos médicos. mas se a lei diz que os analistas ganham o mesmo salário, vamos defender que o trabalho tenha igual valor.

    aliás pessoal, antes de me detonar ou detonar a tese que defendo, devemos lutar juntos, porque se nem nós nos dermos este valor, que sociedade dará? que tribunal dará? que empregador dará?

    e além dos nossos argumentos, notem que já temos dois casos concretos, aparecidos aqui, que nos auxiliam e podem ser lançados em possivel ação de qualquer sindicato ou associação como argumento de reforço:

    - a CEF reconheceu a isonomia remuneratória entre dois cargos de nível superior, dizendo que quem trabalha o dobro, ganha o dobro.
    - o TRT do Rio reconheceu que os analistas judiciários médicos tem trabalho de igual valor a todos os outros analistas judiciários.


    isonomia remuneratória pros analistas já!

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    Mensagem por fuchs em Dom 24 Mar 2013, 9:36 am

    Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.

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    Mensagem por Subsidiado em Dom 24 Mar 2013, 10:21 am

    A hora do motorista e do segurança é mais valiosa que a do técnico.

    O que é que vão fazer com os médicos?

    Simples.

    Vão rapidinho fazer com que eles recebam proporcionalmente à jornada do analista da ralé, mantendo as 4h diárias (os de branco é que não vão trabalhar mais, né gente?)

    E no dia seguinte se cria uma gratificação, digamos, de 190% do VB só para eles, assim como temos GAS e GAE. Que tal GAM, com M de medicina?

    Esses 190% do VB casualmente será para dobrar o valor de VB+GAJ que a lei prevê para os analistas da ralé.

    E tudo fica como antes, em Abrantes.

    SE MEXEREM em algo, será só no papel.
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    Mensagem por me respeite em Dom 24 Mar 2013, 1:37 pm

    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.



    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Dom 24 Mar 2013, 6:50 pm

    PRF 1ª Região e PFE/INSS: decisões reconhecem que médicos peritos do INSS devem cumprir jornada de 40 horas semanais


    Data da publicação: 01/09/2010

    A Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e da Procuradoria Federal Especializada junto ao Instituto Nacional do Seguro Nacional - PFE/INSS, obteve importantes decisões favoráveis em processos que discutiam a legalidade da exigência da jornada de 40 horas semanais para os servidores das carreiras de Perícia Médica e de Supervisor Médico-Pericial do INSS.

    Na Ação Ordinária nº 2009.34.00.009235-9, a Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social, representando seus associados que ocupam as carreiras de médico perito e de supervisor médico-pericial, pleiteou o reconhecimento do direito de seus filiados de cumprirem jornada de trabalho ininterrupta, sem redução da remuneração, de seis horas diárias e trinta semanais, conforme previsto no art. 6º da Resolução INSS/PRES nº 6, de 04 de janeiro de 2006.

    Defendendo o INSS, a PRF1 ofertou contestação suscitando que as carreiras de perícia médica da Previdência Social é disciplinada pela Lei nº 10.876/2004, com as alterações dadas pelas Leis nº 11.302/2006 e nº 11.907/2009, que estabelece expressamente em seus artigos 4º, 5º e 6º o regime de carga horária de 20 ou 40 horas semanais, conforme a opção estabelecida na legislação específica, razão pela qual seria incabível a aplicação da Resolução INSS/PRES nº 6/2006, posto que a lei é norma hierarquicamente superior, que não poderia ser contrariada por mera resolução.

    Ademais, defendeu que os médicos peritos não teriam direito a manter a jornada de 30 horas, sem a redução proporcional da remuneração, haja vista que os servidores públicos não tem direito adquirido a regime jurídico conforme remansosa jurisprudência dos tribunais pátrios e, também, porque a alteração procedida pela Lei nº 11.907/2009 não gerou redução nos vencimentos dos servidores.

    O Juiz Federal Substituto da 22ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal acolheu os argumentos apresentados pelo INSS e julgou improcedente o pedido da Associação.

    Em seu julgado, o magistrado citou decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, no Recurso Especial nº 263.663/MG, que entendeu que "os recorrentes ocupam o cargo de Supervisor Médico-Pericial do quadro do INSS criado pela lei federal 9.620/98, que em seu artigo 20 prevê expressamente a jornada semanal de trabalho correspondente a quarenta horas semanais. Assim, ao entrarem em exercício, assumindo o compromisso de desempenho das respectivas funções públicas, concordaram com o regime da jornada de trabalho".

    No Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a PRF1, ainda, conseguiu, por meio dos Agravos de Instrumento nº 0040789-27.2010.4.01.0000/PA e 0040790-12.2010.4.01.0000/PA, cassar duas tutelas antecipadas, concedidas em ações ordinárias ajuizadas individualmente por alguns médicos-peritos, que asseguravam aos autores o direito de optarem pela manutenção da carga horária de 30 horas semanais, sem a irredutibilidade de vencimentos.

    Nos recursos, a Desembargadora Federal Mônica Sifuentes, acolhendo os argumentos da PRF1, considerou legal a alteração da jornada de trabalho dos servidores do INSS para oito horas diárias e 40 horas semanais, uma vez que os servidores não teriam direito adquirido a regime jurídico e porque não ocorreu ofensa ao princípio da irredutibilidade de vencimentos.

    Para ela, "é imperioso destacar que a reestruturação da Carreira de Perito Médico Previdenciário, levada a efeito pela Lei 11.907/2009, proporcionou significativo aumento na remuneração dos agravados, de modo que não se pode falar em ofensa ao princípio constitucional da irredutibilidade de vencimentos".

    A PRF 1ª Região e a PFE/INSS são unidades da Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU).
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Dom 24 Mar 2013, 6:57 pm

    Não tenho nada contra os médicos, mas se eles seguirem o nosso horário, com certeza, se engajarão mais na luta pelo nosso pcs, uma vez que ficará mais difícil trabalhar externamente ( e eles são uma categoria forte ).

    Mas o ideal mesmo é eles trabalharem as 4 horas ganhando a mesma coisa e o restante dos analistas os acompanhando ou então aumentando o vencimento dos analistas que trabalham mais ( isonomia )
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Ter 26 Mar 2013, 9:30 am

    acho que seria viável uma ação a ser proposta por uma de nossas associações ou sindicatos para pleitear este direito dos analistas.

    o que acham?

    este, por fim, seria mais um meio de se barganhar qualquer melhora pra nossa categoria tão combalida e carente de qualquer afago.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Seg 01 Abr 2013, 7:17 am

    pois é...acho que somos uma categoria que simplesmente relaxou. não nos damos o devido respeito.

    na hora do "vamos ver", amarelamos e ficamos parados.

    agora está todo mundo satisfeito com o "aumento" que tivemos.

    não há mais o que lutar mesmo...

    ninguem liga pra se poderemos advogar ou não...(projeto de lei parado)
    se trabalharemos 4 ou 8 horas...
    se vamos ganhar por subsidio ou por penduricalhos...(plano parado)
    se iremos ser, um dia, equiparados aos analistas dos outros poderes...(plano parado)
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Pensando aki se comento alg1 coisa...

    Mensagem por Lincoln-DF em Ter 02 Abr 2013, 11:23 am


            Bom
            dia,
            gente
            !
            Cool
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Lincoln-DF em Ter 02 Abr 2013, 11:30 am

    ffdasilva26 escreveu:... Depois de formados, tds. são bacharéis. O médico s/ tese de doutorado ñ é doutor.
    A faculdade feita por ele tem o mesmo vlr. q qq. outra, tds. têm sua importância.

    E 1 coisa curiosa é tb. esta inversão:
    Basta ser bacharel em Direito e já soa
    estranho chamar o advog., o procurador
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Najla em Qui 04 Abr 2013, 8:29 am

    me respeite escreveu:
    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.



    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?


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    isonomia remuneratória para analistas judiciários Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Subsidiado em Qui 04 Abr 2013, 8:56 am

    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:
    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.



    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?

    Só para lenhar o fogo...

    É lei mesmo a jornada reduzida de médicos (realmente não sei)? Ou apenas uma resolução, uma portaria do governo federal?

    Se é lei, é ordinária? A lei que trata da carreira, sem distinção de jornadas, e que fala das 40h para todos, igualmente, é sim ordinária. Então não valeria a mais recente, pelo menos para o caso dos analistas médicos, visto que uma ordinária mais recente revoga o dispositivo contrário de uma ordinária mais antiga?

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