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    isonomia remuneratória para analistas judiciários

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Sex 05 Abr 2013, 9:26 am

    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:
    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.



    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?




    Prezada Najla,


    não é que não tenhamos entendido. as coisas mudam...e têm mudado.

    Os médicos do TRT, antes de serem médicos, são Analistas Judiciários. Esse entendimento gerou, inclusive, recente alteração na carga horária deles (agora 40 horas num TRT que foi citados em posts anteriores) e nem por isso precisaram revogar a lei da carga horária especial.

    Mas não é isso que discuto não. O que discuto não é, a priori, carga horária e sim valor do trabalho, pois não me conformo que pessoas que recebem igual, trabalhem o dobro pra conseguir o mesmo valor de contracheque, sendo que ocupam o mesmo posto, que a lei(que não tratou de carga horária especial pra nenhuma categoria) optou por remunerar igual, sem fazer distinção de especialidade.

    pra mim, a lei "dos analistas" é bastante clara, ela disse: quem é analista ganhará 1000, para que todos os analistas ganhassem igual.
    mas se eu ganho 1000 pra trabalhar 40 horas e vc ganha 1000 pra trabalhar 20 horas é logico que o nosso trabalho está sendo remunerado de forma diferente. Concorda ou não?


    veja outro exemplo dado aqui: a Caixa lança edital, que respeita a lei das 20 horas dos médicos, e o salário deles é exatamente a metade do salário dos engenheiros que trabalharão 40 horas. simples e justo.

    repito, não quero que medico trabalhe 40 horas e nem que passe ganhar a metade, apenas quero ganhar por hora trabalhada o valor que o analista que trabalha menos horas ganha. quero ser tão valorizado quanto ele e acho que tenho o direito.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por andre3107 em Qui 11 Abr 2013, 8:23 pm

    Sisejufe obtém no CNJ liminar em favor dos servidores médicos do TRT da 1ª Região

    A direção do Sisejufe, por meio do Departamento Jurídico, conseguiu liminar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que garante a jornada de 4 horas diárias e 20 horas semanais para os servidores médicos do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ). O conselho atendeu pedido do sindicato para sustar os efeitos do Ato 48/2013 da Presidência do TRT, que elevou para 8 horas diárias e 40 horas semanais a jornada dos médicos do tribunal.

    “O CNJ possui vários precedentes reconhecendo a aplicação da jornada prevista em legislação especial aos servidores médicos do Judiciário da União, inclusive precedentes com caráter normativo. Esses precedentes têm por base a Lei 9.436 e o Decreto-Lei 1.445, que também fundamentam decisão do STF sobre a matéria. Mesmo após a revogação da Lei 9.436, o CNJ confirmou esses precedentes, porque permanecem em vigor as disposições do Decreto-Lei 1.445”, esclarece a advogada

    Aracéli Rodrigues, do escritório Cassel & Ruzzarin, que presta Assessoria Jurídica ao Sisejufe. O pedido do sindicato ao CNJ contestou a adoção do Ato 48/2013, da Presidência do TRT da 1ª Região, que alterou o Ato 83/2009, revogando os incisos I e II do Artigo 5º deste último, que fixavam em 4 horas diárias e 20 semanais a jornada dos servidores ocupantes do cargo de Analista Judiciário, Área de Apoio Especializado, Medicina – Medicina Clínica, desde que não exercessem cargo em comissão ou função comissionada.

    Em razão dessa revogação, a partir do dia 17 de abril os servidores médicos do TRT teriam de cumprir jornada de 8 horas diárias e 40 semanais, embora, segundo a advogada, haja legislação especial que fixe a jornada dos médicos na forma como vinha sendo cumprida pela redação original dos incisos I e II do artigo 5º, do Ato 83/2009.

    Desta forma, a direção do sindicato propôs procedimento de controle administrativo perante o CNJ, sustentando a nulidade do Ato 48/2013, por violar disposições do Decreto-Lei 1.445/76, cuja aplicação aos servidores médicos do Poder Judiciário é reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e também por reiterados precedentes do próprio conselho. A diretoria do Sisejufe pediu, liminarmente, que fossem sustados os efeitos do ato administrativo, até a decisão final do procedimento administrativo.

    Antes mesmo de dar entrada no procedimento administrativo, o Departamento Jurídico do sindicato apresentara manifestação invocando os precedentes do Supremo e do CNJ sobre a jornada dos servidores médicos, pedindo, com base neles, que fosse mantida a jornada de 20 horas semanais. Sem considerar a manifestação do sindicato, o TRT editou o Ato 48/2013 e, em face deste, o Sisejufe fez o recurso, com pedido de efeito suspensivo, à Presidência do Tribunal.

    Contudo, como o ato estava prestes a ser aplicado sem que o pedido de efeito suspensivo fosse analisado, o sindicato propôs o procedimento de controle administrativo (PCA nº 0001815-08.2013.2.00.0000) no CNJ, e teve deferido o pedido de liminar para sustar, desde logo, os efeitos do Ato 48/2013, no que se refere à fixação da jornada de trabalho dos servidores médicos do TRT da 1ª Região.

    Fonte: Sesejufe

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    Mensagem por corujito em Qui 11 Abr 2013, 10:19 pm

    Os jornalistas, por exemplo, têm jornada definida por Lei: 30 horas semanais.

    No Jud, não são contratados como jornalistas, mas como analistas - Comunicação Social. Rolling Eyes

    Jornada igual à de qualquer outro analista
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por corujito em Qui 11 Abr 2013, 10:20 pm

    No Serpro, ao menos quando trabalhei lá, médico trabalhava metade do expediente.

    E ganhava metade do salário.

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Luis Fernando em Qui 11 Abr 2013, 10:21 pm

    STF TENTA CONTER EVASÃO DE SERVIDORES RETOCANDO SALÁRIOS DOS COMISSIONADOS
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    Na avaliação de líderes sindicais da Categoria, com esta nova medida o STF vai virar uma ilha de comissionados, sem resolver o problema dos servidores - que tiveram um reajuste pequeno, já que a última conquista em termos salariais ficou bem aquém do que a Categoria reivindicava.

    Nos últimos anos o judiciário federal vem perdendo inúmeros servidores, que têm migrado para o poder executivo e até mesmo para a iniciativa privada, onde encontram salários mais satisfatórios.

    Em Mato Grosso, por exemplo, é considerável o número de servidores do TRE, do TRT e da Justiça Federal que cogitam abandonar o judiciário e buscam a aprovação em outros concursos, por insatisfação com o salário que ganham atualmente.

    Após 4 anos de luta, com uma Greve contínua de 223 dias em Mato Grosso ou 7 meses e 13 dias, no dia 28 de dezembro de 2012 a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.774, concedendo os 15.8% de reajuste para as 32 categorias de servidores federais, incluindo os servidores do judiciário federal.

    Foi uma vitória diante de um Governo que parecia irredutível em sua proposta inicial de reajuste zero. Mas foi muito pouco para uma Categoria que iniciou a sua luta por uma reposição salarial de 80%. A reivindicação inicial foi rebaixada pelo CNJ para 56% e, posteriormente, teve novos rebaixamentos, pelo Governo e pelo STF.

    Os 15.8% empurrados "goela abaixo" pelo Governo em forma disfarçada de data-base representam, em prática, 27% daqueles 56% que a Categoria buscava até bem pouco tempo, para compensar as perdas com a inflação nos últimos 6 anos.
    Leia, a seguir, a matéria do G1 sobre a medida adotada pelo STF:





    10/04/2013 22h01
    - Atualizado em
    10/04/2013 22h13






    STF enviará ao Congresso projeto que aumenta salários e cria funções


    Decisão foi tomada em sessão administrativa nesta quarta-feira
    (10).Pela proposta, servidor em função de chefia passará a ganhar R$
    12,9 mil.

    Mariana Oliveira
    Do G1, em Brasília
    5 comentários
    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (10), em sessão administrativa, que enviará ao Congresso Nacional projetos de lei para reajustar os salários dos servidores comissionados em cargo de chefia e para criar 33 novas funções comissionadas (espécie de gratificação). As duas propostas foram aprovadas por unanimidade.
    As propostas foram apresentadas aos demais ministros do Supremo pelo presidente Joaquim Barbosa. Para que os salários sejam reajustados, terão de ser aprovadas por Câmara e Senado e sancionadas pela presidente Dilma Rousseff.
    saiba mais
    Supremo derruba sigilo sobre nome de investigados em inquéritos
    Um dos projetos prevê aumentar o salário dos servidores em cargo de confiança de R$ 10.352,52 para R$ 12.940 - reajuste de 24%.
    O aumento seria escalonado entre 2013 e 2015, mas Barbosa não apresentou detalhes de qual seria o reajuste a cada ano. Ele argumentou que a remuneração estava "muitíssimo defasada".
    "Com essa remuneração não se consegue recrutar profissionais para o nível de direção e assesoramento superiores", afirmou. O presidente do STF disse também que o projeto foi elaborado com base no reajuste concedido a servidores do Executivo.
    O ministro Marco Aurélio disse que estava difícil obter funcionários qualificados. "Verificamos que, considerando o quadro do Judiciário, está difícil arregimentar pessoal gabaritado. A proposta é módica", afirmou. Segundo ele, o impacto no orçamento anual do Supremo é de 0,2% a mais.
    O outro projeto cria 33 funções comissionadas - três para cada um dos 11 gabinetes dos ministros. A intenção, disseram os magistrados, é ampliar de seis para nove o número de funções comissionadas por gabinete, a exemplo do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
    "Façamos uma equiparação com o STJ", disse Luiz Fux ao votar favoravelmente.
    Ricardo Lewandowski concordou: "Considero afortunada [a proposta] porque estou perdendo servidores. Não tenho como premiar quem se destaca", disse.

    Postado por Perlato




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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Najla em Sex 12 Abr 2013, 8:09 am

    me respeite escreveu:
    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:
    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.


    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.

    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?




    Prezada Najla,


    não é que não tenhamos entendido. as coisas mudam...e têm mudado.

    Os médicos do TRT, antes de serem médicos, são Analistas Judiciários. Esse entendimento gerou, inclusive, recente alteração na carga horária deles (agora 40 horas num TRT que foi citados em posts anteriores) e nem por isso precisaram revogar a lei da carga horária especial.

    Mas não é isso que discuto não. O que discuto não é, a priori, carga horária e sim valor do trabalho, pois não me conformo que pessoas que recebem igual, trabalhem o dobro pra conseguir o mesmo valor de contracheque, sendo que ocupam o mesmo posto, que a lei(que não tratou de carga horária especial pra nenhuma categoria) optou por remunerar igual, sem fazer distinção de especialidade.

    pra mim, a lei "dos analistas" é bastante clara, ela disse: quem é analista ganhará 1000, para que todos os analistas ganhassem igual.
    mas se eu ganho 1000 pra trabalhar 40 horas e vc ganha 1000 pra trabalhar 20 horas é logico que o nosso trabalho está sendo remunerado de forma diferente. Concorda ou não?


    veja outro exemplo dado aqui: a Caixa lança edital, que respeita a lei das 20 horas dos médicos, e o salário deles é exatamente a metade do salário dos engenheiros que trabalharão 40 horas. simples e justo.

    repito, não quero que medico trabalhe 40 horas e nem que passe ganhar a metade, apenas quero ganhar por hora trabalhada o valor que o analista que trabalha menos horas ganha. quero ser tão valorizado quanto ele e acho que tenho o direito.

    Certo, colega.
    Mas veja aí a decisão que o André trouxe.
    a jurisprudência tem confirmado as cargas horárias diferenciadas para profissões que têm legislação específica.

    Se tivéssemos um bom salário, quase tudo que pleiteamos estaria resolvido.


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    Mensagem por Convidado em Sex 12 Abr 2013, 10:02 am

    me respeite escreveu:
    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:
    fuchs escreveu:Bom, se a jornada é de 4 horas, que se pague a metade. Se quer receber o que os outros analistas recebem tem que trabalhar 8 horas diárias ou 7 horas direto.



    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?




    Prezada Najla,


    não é que não tenhamos entendido. as coisas mudam...e têm mudado.

    Os médicos do TRT, antes de serem médicos, são Analistas Judiciários. Esse entendimento gerou, inclusive, recente alteração na carga horária deles (agora 40 horas num TRT que foi citados em posts anteriores) e nem por isso precisaram revogar a lei da carga horária especial.

    Mas não é isso que discuto não. O que discuto não é, a priori, carga horária e sim valor do trabalho, pois não me conformo que pessoas que recebem igual, trabalhem o dobro pra conseguir o mesmo valor de contracheque, sendo que ocupam o mesmo posto, que a lei(que não tratou de carga horária especial pra nenhuma categoria) optou por remunerar igual, sem fazer distinção de especialidade.

    pra mim, a lei "dos analistas" é bastante clara, ela disse: quem é analista ganhará 1000, para que todos os analistas ganhassem igual.
    mas se eu ganho 1000 pra trabalhar 40 horas e vc ganha 1000 pra trabalhar 20 horas é logico que o nosso trabalho está sendo remunerado de forma diferente. Concorda ou não?


    veja outro exemplo dado aqui: a Caixa lança edital, que respeita a lei das 20 horas dos médicos, e o salário deles é exatamente a metade do salário dos engenheiros que trabalharão 40 horas. simples e justo.

    repito, não quero que medico trabalhe 40 horas e nem que passe ganhar a metade, apenas quero ganhar por hora trabalhada o valor que o analista que trabalha menos horas ganha. quero ser tão valorizado quanto ele e acho que tenho o direito.

    Só para começar, a caixa é celetista.

    Mas tudo bem, vamos ficar discutindo aí a remuneração de zero vírgula alguma coisa do quadro do judiciário, enquanto 1/3 ou mais do orçamento vai para FCs, que não tem critérios técnicos de seleção, e as piores ainda, VPNIs.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Sex 12 Abr 2013, 4:06 pm

    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:
    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:

    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.

    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?




    Prezada Najla,


    não é que não tenhamos entendido. as coisas mudam...e têm mudado.

    Os médicos do TRT, antes de serem médicos, são Analistas Judiciários. Esse entendimento gerou, inclusive, recente alteração na carga horária deles (agora 40 horas num TRT que foi citados em posts anteriores) e nem por isso precisaram revogar a lei da carga horária especial.

    Mas não é isso que discuto não. O que discuto não é, a priori, carga horária e sim valor do trabalho, pois não me conformo que pessoas que recebem igual, trabalhem o dobro pra conseguir o mesmo valor de contracheque, sendo que ocupam o mesmo posto, que a lei(que não tratou de carga horária especial pra nenhuma categoria) optou por remunerar igual, sem fazer distinção de especialidade.

    pra mim, a lei "dos analistas" é bastante clara, ela disse: quem é analista ganhará 1000, para que todos os analistas ganhassem igual.
    mas se eu ganho 1000 pra trabalhar 40 horas e vc ganha 1000 pra trabalhar 20 horas é logico que o nosso trabalho está sendo remunerado de forma diferente. Concorda ou não?


    veja outro exemplo dado aqui: a Caixa lança edital, que respeita a lei das 20 horas dos médicos, e o salário deles é exatamente a metade do salário dos engenheiros que trabalharão 40 horas. simples e justo.

    repito, não quero que medico trabalhe 40 horas e nem que passe ganhar a metade, apenas quero ganhar por hora trabalhada o valor que o analista que trabalha menos horas ganha. quero ser tão valorizado quanto ele e acho que tenho o direito.

    Certo, colega.
    Mas veja aí a decisão que o André trouxe.
    a jurisprudência tem confirmado as cargas horárias diferenciadas para profissões que têm legislação específica.

    Se tivéssemos um bom salário, quase tudo que pleiteamos estaria resolvido.



    Najla, acho que ainda não entendeu o que quero dizer. Mas já que tratou da decisão trazida pelo colega André, ela é excelente para o que defendo.

    Explico melhor:

    parta do princípio que quero que a jornada dos médicos seja mantida em 4 horas. (eu quero isso mesmo) Até pq se aumentarem a deles acaba o nosso fundamento pra ganhar melhor ou trabalhar menos horas (concretizando a isonomia)

    o que discordo é apenas que eu ganhe o mesmo trabalhando o dobro.... a lei quis que ganhássemos igual...mas não disse que tínhamos que trabalhar o dobro.

    aliás, se formos no rigor da lei 8112, ela estabelece um limite minimo de horas (6). e quem disse que analista médico não está enquadrado na 8112???? mas repito, EU quero que eles trabalhem mesmo 4 horas, é melhor pra nós.

    remuneração é uma coisa, carga horária é outra.

    imagine que trabalhassemos num lugar que nos prometesse salário igual mas condicionasse:

    pra A ganhar 100 tem que fazer 10 atendimentos
    pra B ganhar os mesmos 100 deve fazer 5 atendimentos?

    então se A tem a mesma produção de B (5 atendimentos), porque B vai ganhar o dobro? que isonomia cruel é essa? (é só trocar agora os "atendimentos" por "horas trabalhadas")
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Sab 13 Abr 2013, 2:27 am

    josebarbos escreveu:
    me respeite escreveu:
    Najla escreveu:
    me respeite escreveu:


    não acho que devamos lutar pra piorar a situação funcional dos médicos e sim para melhorar a nossa. não quero que eles trabalhem 8 horas não. quero que ganhemos o mesmo valor/hora que eles ganham, independentemente do numero de horas que trabalharmos.

    quanto à gratificação da atividade de medicina, quero ver terem peito pra criar, porque se fizerem estarão escancaradamente fazendo pra driblar todos os demais analistas. ai já entra questão judicial...o buraco fica mais embaixo se fizerem.


    defendo que algum sindicato ou associação entrasse com a ação cobrando esta isonomia remuneratória, inclusive citando os exemplos que já foram tratados aqui da caixa e do TRT do Rio.

    Colegas, a jornada de trabalho dos médicos é definida por lei. Outras categorias também têm leis que garantem a jornada especial.
    Qual é a parte dessa explicação que vcs não entenderam?




    Prezada Najla,


    não é que não tenhamos entendido. as coisas mudam...e têm mudado.

    Os médicos do TRT, antes de serem médicos, são Analistas Judiciários. Esse entendimento gerou, inclusive, recente alteração na carga horária deles (agora 40 horas num TRT que foi citados em posts anteriores) e nem por isso precisaram revogar a lei da carga horária especial.

    Mas não é isso que discuto não. O que discuto não é, a priori, carga horária e sim valor do trabalho, pois não me conformo que pessoas que recebem igual, trabalhem o dobro pra conseguir o mesmo valor de contracheque, sendo que ocupam o mesmo posto, que a lei(que não tratou de carga horária especial pra nenhuma categoria) optou por remunerar igual, sem fazer distinção de especialidade.

    pra mim, a lei "dos analistas" é bastante clara, ela disse: quem é analista ganhará 1000, para que todos os analistas ganhassem igual.
    mas se eu ganho 1000 pra trabalhar 40 horas e vc ganha 1000 pra trabalhar 20 horas é logico que o nosso trabalho está sendo remunerado de forma diferente. Concorda ou não?


    veja outro exemplo dado aqui: a Caixa lança edital, que respeita a lei das 20 horas dos médicos, e o salário deles é exatamente a metade do salário dos engenheiros que trabalharão 40 horas. simples e justo.

    repito, não quero que medico trabalhe 40 horas e nem que passe ganhar a metade, apenas quero ganhar por hora trabalhada o valor que o analista que trabalha menos horas ganha. quero ser tão valorizado quanto ele e acho que tenho o direito.

    Só para começar, a caixa é celetista.

    Mas tudo bem, vamos ficar discutindo aí a remuneração de zero vírgula alguma coisa do quadro do judiciário, enquanto 1/3 ou mais do orçamento vai para FCs, que não tem critérios técnicos de seleção, e as piores ainda, VPNIs.

    A caixa é celetista mas paga a metade para o médico que trabalha 20 horas do que para o engenheiro que trabalha 40.

    Tantos os regimes celetistas quanto os estatutários devem respeitar a ISONOMIA.

    Ademais, os médicos do inss são estatutários e trabalham 40 horas. Quer dizer que essa lei das 20 horas não se aplica a eles?

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    Mensagem por me respeite em Seg 15 Abr 2013, 10:48 pm

    Acho que valia um pedido, até mesmo administrativo, por qualquer sindicato ou associação - algo que não fosse uma manifestação individual, e que poderia ensejar uma certa reserva por parte da administração - com um pedido simples, direto e curto: igual valoração da hora de trabalho de todos os analistas judiciários (logicamente respeitando A1, A2...B6...C12, enfim)

    a resposta da administração seria mais uma arma para embasar uma futura ação. pessoal, o que acontece é um absurdo. analistas ganham igual pra trabalhar o dobro dos outros!
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por darkshi em Ter 16 Abr 2013, 7:42 pm

    Vcs estão cientes que o provável é que os colegas de áreas com jornada reduzida tenha seus salários diminuídos em vez do que estão com jornada normal tenham seus vencimentos valorados. E diria mais, muitos tribunais irão lembrar que seus servidores estão fazendo apenas 6h e irão começar a cobrar as 8h regulares de nossa carreira a fim de pagar o salário cheio.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Ter 16 Abr 2013, 11:05 pm

    darkshi escreveu:Vcs estão cientes que o provável é que os colegas de áreas com jornada reduzida tenha seus salários diminuídos em vez do que estão com jornada normal tenham seus vencimentos valorados. E diria mais, muitos tribunais irão lembrar que seus servidores estão fazendo apenas 6h e irão começar a cobrar as 8h regulares de nossa carreira a fim de pagar o salário cheio.


    1 - Primeiramente, acho muito difícil e até inconstitucional a redução do salário de quem quer que seja com a mesma carga horária.

    2 - Se me cobrassem de 6 para 8 horas com a mesma valoração da hora dos que trabalham 4 eu toparia. Aliás, eu nem piscava...na prática, dobraria o salário pra trabalhar 2 horas a mais. Vale ou não?

    3 - Muitos colegas já trabalham a carga horária máxima (8 horas).


    Mas esta luta não deve vir sozinha não. Vejo tudo parado e ninguém luta pela liberação da advocacia, pelo subsidio (ou, ao menos, salário digno para TODOS, e não para os mais antigos).



    Aliás, dizem que o aumento de 5% do funcionalismo é pra repor inflação e eu lhes pergunto:

    - a escola dos filhos aumentou 5,8%?
    - a gasolina aumentou 5,8%?
    - o plano de saúde aumentou 5,8%?
    - o tomate aumentou 5,8%?

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por darkshi em Ter 16 Abr 2013, 11:35 pm

    me respeite escreveu:
    1 - Primeiramente, acho muito difícil e até inconstitucional a redução do salário de quem quer que seja com a mesma carga horária.

    Tudo depende de como está no contrato. No caso, o edital e as leis que regem nossa carreira.
    Se lá não estiver tipificando a carga horaria dos servidores com diferença de hora, basta que seja cobrado as horas comuns de nossa carreira. E no caso não existe redução salárial, já o que vale no fim é o que está escrito.


    2 - Se me cobrassem de 6 para 8 horas com a mesma valoração da hora dos que trabalham 4 eu toparia. Aliás, eu nem piscava...na prática, dobraria o salário pra trabalhar 2 horas a mais. Vale ou não?

    E vc acha que a administração, depois de anos de arrocho e desconsideração que foram feitos em relação a nós iria ser tão boazinha? Claro que não. É obvio que só iria existir aumento de carga horaria. Já que nossa lei diz que devemos trabalhar 40h semanais.


    3 - Muitos colegas já trabalham a carga horária máxima (8 horas).

    Sim. E pergunte para eles se eles estão recebendo a mais por isto.


    Mas esta luta não deve vir sozinha não. Vejo tudo parado e ninguém luta pela liberação da advocacia, pelo subsidio (ou, ao menos, salário digno para TODOS, e não para os mais antigos).

    Aliás, dizem que o aumento de 5% do funcionalismo é pra repor inflação e eu lhes pergunto:

    - a escola dos filhos aumentou 5,8%?
    - a gasolina aumentou 5,8%?
    - o plano de saúde aumentou 5,8%?
    - o tomate aumentou 5,8%?


    Luta, que luta?
    A da reposição salarial? Sim, é justa.
    Mas via dita isonomia em relação a meia duzia de médicos do PJU é errado. Vc (e muitos outros) devem entender que a era dos migués passou.

    Valorização só virá com uma ampla reforma na carreira. E está reforma terá que cortar na pele muita coisa. PQ é ilusório achar que o PJU irá pagar salário de ciclo de gestão para 120 mil servidores.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Qua 17 Abr 2013, 12:17 am

    darkshi escreveu:
    me respeite escreveu:
    1 - Primeiramente, acho muito difícil e até inconstitucional a redução do salário de quem quer que seja com a mesma carga horária.

    Tudo depende de como está no contrato. No caso, o edital e as leis que regem nossa carreira.
    Se lá não estiver tipificando a carga horaria dos servidores com diferença de hora, basta que seja cobrado as horas comuns de nossa carreira. E no caso não existe redução salárial, já o que vale no fim é o que está escrito.


    2 - Se me cobrassem de 6 para 8 horas com a mesma valoração da hora dos que trabalham 4 eu toparia. Aliás, eu nem piscava...na prática, dobraria o salário pra trabalhar 2 horas a mais. Vale ou não?

    E vc acha que a administração, depois de anos de arrocho e desconsideração que foram feitos em relação a nós iria ser tão boazinha? Claro que não. É obvio que só iria existir aumento de carga horaria. Já que nossa lei diz que devemos trabalhar 40h semanais.


    3 - Muitos colegas já trabalham a carga horária máxima (8 horas).

    Sim. E pergunte para eles se eles estão recebendo a mais por isto.


    Mas esta luta não deve vir sozinha não. Vejo tudo parado e ninguém luta pela liberação da advocacia, pelo subsidio (ou, ao menos, salário digno para TODOS, e não para os mais antigos).

    Aliás, dizem que o aumento de 5% do funcionalismo é pra repor inflação e eu lhes pergunto:

    - a escola dos filhos aumentou 5,8%?
    - a gasolina aumentou 5,8%?
    - o plano de saúde aumentou 5,8%?
    - o tomate aumentou 5,8%?


    Luta, que luta?
    A da reposição salarial? Sim, é justa.
    Mas via dita isonomia em relação a meia duzia de médicos do PJU é errado. Vc (e muitos outros) devem entender que a era dos migués passou.

    Valorização só virá com uma ampla reforma na carreira. E está reforma terá que cortar na pele muita coisa. PQ é ilusório achar que o PJU irá pagar salário de ciclo de gestão para 120 mil servidores.

    Enquanto os próprios servidores acharem que é ilusão salário digno para 120 mil, o quadro está inchado, etc,etc, NUNCA TEREMOS MAIS AUMENTO QUE SEQUER ACOMPANHE A INFLAÇÃO. ISSO É TUDO QUE O GOVERNO E A MÍDIA QUEREM OUVIR!!!!!

    SEMPRE BATO NA TECLA: O SERVIDOR DO JUDICIÁRIO SE PAGA PELO SEU TRABALHO. SÓ AS VARAS DE EXECUÇÃO FISCAL ARRECADARAM MAIS DO QUE TODO O ORÇAMENTO DO JUDICIÁRIO, SEM LEVAR EM CONTA AS CUSTAS, CONDENAÇÕES CRIMINAIS ETC, ETC.

    SE NÓS TIVÉSSEMOS OS 6% QUE NOS É DEVIDO CONSTITUCIONALMENTE DARIA SIM PARA PAGAR SALÁRIO DE CICLO DE GESTÃO, O PROBLEMA É QUE NINGUÉM DIVULGA ISSO.

    TEMOS QUE CONSCIENTIZAR O CONGRESSO E A POPULAÇÃO ACERCA DE TUDO ISSO!

    OBS: O AUMENTO É MENOR AINDA, POIS FOI APENAS DE 5% EM CADA ANO E NÃO 5,8% COMO TENTOU NOS ENGANAR O GOVERNO.

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por darkshi em Qua 17 Abr 2013, 7:46 pm

    Entenda o seguinte, nada do que vc disse irá comover qualquer autoridade.
    Na verdade digo mais, um dos grandes erros que cometemos na campanha do PCS passado foi justamente acreditar que alguma autoridade estava interessada em valorizar, modernizar e resolver os problemas em nossa carreira. E que bastávamos mostrar uma solução onde isto seria possível. E por mera questão racional, tudo iria andar. Não poderíamos estar mais enganados.

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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Qua 17 Abr 2013, 10:59 pm

    darkshi escreveu:Entenda o seguinte, nada do que vc disse irá comover qualquer autoridade.
    Na verdade digo mais, um dos grandes erros que cometemos na campanha do PCS passado foi justamente acreditar que alguma autoridade estava interessada em valorizar, modernizar e resolver os problemas em nossa carreira. E que bastávamos mostrar uma solução onde isto seria possível. E por mera questão racional, tudo iria andar. Não poderíamos estar mais enganados.



    o que vc sugere colega? mãos atadas? subserviencia? aceitar que nós analistas somos "menos" que os analistas médicos (e nem sei qual o seu cargo...)

    também acho que administrativamente não mudaremos muita coisa, apesar de achar que o indeferimento de um pleito administrativo embasará uma ação judicial forte, que, julgada por um juiz serio - e nos bons juizes eu acredito - pode sim gerar um resultado positivo, aliás, sei que sem resultado será, invariavelmente, o silencio e a desesperança.



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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por darkshi em Seg 22 Abr 2013, 3:24 pm

    me respeite escreveu:
    darkshi escreveu:Entenda o seguinte, nada do que vc disse irá comover qualquer autoridade.
    Na verdade digo mais, um dos grandes erros que cometemos na campanha do PCS passado foi justamente acreditar que alguma autoridade estava interessada em valorizar, modernizar e resolver os problemas em nossa carreira. E que bastávamos mostrar uma solução onde isto seria possível. E por mera questão racional, tudo iria andar. Não poderíamos estar mais enganados.



    o que vc sugere colega? mãos atadas? subserviencia? aceitar que nós analistas somos "menos" que os analistas médicos (e nem sei qual o seu cargo...)

    também acho que administrativamente não mudaremos muita coisa, apesar de achar que o indeferimento de um pleito administrativo embasará uma ação judicial forte, que, julgada por um juiz serio - e nos bons juizes eu acredito - pode sim gerar um resultado positivo, aliás, sei que sem resultado será, invariavelmente, o silencio e a desesperança.


    Apenas estou avisando que manobras, administrativas ou politicas, não irão resultar em nenhum ganho para a categoria como um todo. Não existe juiz neste país que irá ver seus argumentos como fortes e irão passar uma alta conta para o PJU e o erário brasileiro. Já disse, no máximo vc irá conseguir uma redução salarial dos médicos.
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    Mensagem por me respeite em Qui 25 Abr 2013, 7:25 am

    darkshi escreveu:
    me respeite escreveu:
    darkshi escreveu:Entenda o seguinte, nada do que vc disse irá comover qualquer autoridade.
    Na verdade digo mais, um dos grandes erros que cometemos na campanha do PCS passado foi justamente acreditar que alguma autoridade estava interessada em valorizar, modernizar e resolver os problemas em nossa carreira. E que bastávamos mostrar uma solução onde isto seria possível. E por mera questão racional, tudo iria andar. Não poderíamos estar mais enganados.



    o que vc sugere colega? mãos atadas? subserviencia? aceitar que nós analistas somos "menos" que os analistas médicos (e nem sei qual o seu cargo...)

    também acho que administrativamente não mudaremos muita coisa, apesar de achar que o indeferimento de um pleito administrativo embasará uma ação judicial forte, que, julgada por um juiz serio - e nos bons juizes eu acredito - pode sim gerar um resultado positivo, aliás, sei que sem resultado será, invariavelmente, o silencio e a desesperança.


    Apenas estou avisando que manobras, administrativas ou politicas, não irão resultar em nenhum ganho para a categoria como um todo. Não existe juiz neste país que irá ver seus argumentos como fortes e irão passar uma alta conta para o PJU e o erário brasileiro. Já disse, no máximo vc irá conseguir uma redução salarial dos médicos.


    Prezado Darkshy,

    eu não acredito e nem creio que vc acredite em diminuição de remuneração de qq categoria, muito menos a dos médicos. Talvez vc seja médico, nem sei, mas isso é vedado e seria facilmente derrubado.
    também não jogo a minha toalha, luto pelo que acho correto e, acho sim, que eu mereça a mesma valorização daqueles que, tanto quanto eu, lutaram e se esforçaram pra chegar até aqui.
    Não acredito que estejamos falando de "manobras", afinal o que quero é que batamos às portas do judiciário (função típica judicante) pra pleitear algo justo, e arrancar uma resposta justa.
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    Mensagem por darkshi em Qui 25 Abr 2013, 1:35 pm

    me respeite escreveu:
    Prezado Darkshy,

    eu não acredito e nem creio que vc acredite em diminuição de remuneração de qq categoria, muito menos a dos médicos. Talvez vc seja médico, nem sei, mas isso é vedado e seria facilmente derrubado.

    Não sou médico.
    E não dou tanta certeza que existe garantias que o salário é tão irredutível assim.
    Entenda que o que vale é o que está escrito em lei e não em acordos. E no caso, a lei é na ordem, 8112, a lei que tipifica nossa carreira, o edital do concurso e por fim portarias internas.

    No caso da carreira médica teria que ver se em nossa lei ou em edital quantas horas tipifica. Porque se for 40h, pode sim ocorrer redução salarial. E se for 20h, não existe base legal para mudar.
    Também devemos lembrar que a segurança constitucional da não redução salarial é uma segurança pessoal e não de carreira. Nada impede que o salário do cargo médico seja reduzido e os atuais servidores médicos na pratica teriam seus salários congelados.


    também não jogo a minha toalha, luto pelo que acho correto e, acho sim, que eu mereça a mesma valorização daqueles que, tanto quanto eu, lutaram e se esforçaram pra chegar até aqui.

    Quer lutar pelo correto, então lute pela categoria e não por parte dela.


    Não acredito que estejamos falando de "manobras", afinal o que quero é que batamos às portas do judiciário (função típica judicante) pra pleitear algo justo, e arrancar uma resposta justa.

    Já percebeu que ninguém te levou a sério? Sabe pq? Pq todos perceberam que é jeitinho o que queres fazer.
    E uma grande lição que aprendemos neste PCS é que jeitinho não funciona mais. Nenhum juiz neste país irá passar uma conta de alguns bilhões para o estado brasileiro apenas por questão de isonomia.

    Tínhamos um argumento muito mais forte, a da independência financeira do judiciário. E mesmo assim, nenhum magistrado assinou nada. Achar que por contra de menos de 1% de uma categoria irão elevar 99% é muita tolice.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por me respeite em Qui 25 Abr 2013, 7:43 pm

    bom colega,

    não te desrespeitei, não te chamei de tolo.
    continuo com minhas convicções e não te convencerei.

    boa sorte.
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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Galizezin em Qui 25 Abr 2013, 11:09 pm

    Seria tipo, aumento só para analistas e técnicos na mão?


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    isonomia remuneratória para analistas judiciários - Página 2 Empty Re: isonomia remuneratória para analistas judiciários

    Mensagem por Analista Desafortunado em Sex 26 Abr 2013, 12:15 am

    me respeite escreveu:bom colega,

    não te desrespeitei, não te chamei de tolo.
    continuo com minhas convicções e não te convencerei.

    boa sorte.

    A HISTÓRIA NOS MOSTRA MUITA COISA.

    VEJAMOS COMO MUITAS VEZES A JURISPRUDÊNCIA DO STF E STJ É MUDADA (É SÓ OLHAR VÁRIOS JULGADOS).

    PRIMEIRAMENTE, UM MINISTRO É O ÚNICO VOTO VENCIDO DENTRE TODOS DO TRIBUNAL; ALGUMAS VEZES ATÉ "RIDICULARIZADO".

    COM O TEMPO, JULGADO A JULGADO, ELE (ÚNICO VOTO VENCIDO) VAI DEMONSTRANDO SUA TESE, EXPLICANDO, DEBATENDO.

    APESAR DE AINDA DEBOCHADO, VAI GANHANDO O APOIO DE OUTRO MINISTRO E OUTRO E PASMEM! DA MAIORIA DO TRIBUNAL!
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    Mensagem por andre3107 em Ter 28 Maio 2013, 8:10 pm

    RESOLUÇÃO CSJT Nº 127/2013

    Regulamenta a jornada de trabalho dos servidores integrantes da
    carreira de Analista Judiciário, Especialidade Medicina, no âmbito
    da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus
    .

    O CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO, em
    sessão ordinária hoje realizada, sob a presidência do Ex.mo
    Ministro Conselheiro Carlos Alberto Reis de Paula, presentes os
    Ex.mos Ministros Conselheiros Antonio José de Barros
    Levenhagen, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Lelio Bentes
    Corrêa e Aloysio Corrêa da Veiga, os Ex.mos Desembargadores
    Conselheiros Claudia Cardoso de Souza, Maria Helena Mallmann,
    André Genn de Assunção Barros, David Alves de Mello Júnior e
    Elaine Machado Vasconcelos, o Ex.mo Vice-Procurador-Geral do
    Trabalho, Dr. Eduardo Antunes Parmeggiani, e o Ex.mo Juiz
    Presidente da ANAMATRA, Dr. Renato Henry Sant’Anna,

    Considerando a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e do
    Conselho Nacional de Justiça que submete os servidores do Poder
    Judiciário, integrantes da carreira de Analista Judiciário,
    Especialidade Medicina, à jornada de 4 horas diárias, à exceção
    daqueles que exercem função de confiança ou cargo em comissão,
    bem como proíbe a adoção da “jornada dupla” ou “jornada
    estendida” para esses servidores;

    Considerando a decisão proferida pelo Plenário do Conselho
    Superior da Justiça do Trabalho nos autos do Processo CSJT nº A-
    3081-15.2012.5.90.0000,

    R E S O L V E

    Art. 1º Os Analistas Judiciários, Especialidade Medicina, submetemse
    à jornada reduzida de 4 horas diárias ou 20 horas semanais,
    fixada para a categoria profissional dos médicos pela Lei n.º
    3.999/1961, a teor dos arts. 14 do Decreto-Lei n.º 1.445/76 e 19, §
    2º, da Lei n.º 8.112/1990, sendo vedada a adoção da “dupla
    jornada”, por ausência de amparo legal.

    Art. 2º O regime da jornada reduzida de 4 horas diárias ou 20 horas
    semanais não implica redução da remuneração do cargo efetivo,
    consoante os termos do art. 40 da Lei n.º 8.112/1990;

    Art. 3º A designação de Analista Judiciário, Especialidade Medicina,
    para o exercício de função comissionada implica cumprimento da
    jornada integral estabelecida para os demais servidores integrantes
    da carreira de Analista Judiciário, e a sua investidura em cargo em
    comissão, na observância da jornada de 8 horas diárias e 40 horas
    semanais.

    Art. 4° Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.

    Brasília, 26 de abril de 2013.

    Ministro CARLOS ALBERTO REIS DE PAULA
    Presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho

    Nº1234/2013 Data da disponibilização: Terça-feira, 28 de Maio de 2013. DEJT Nacional
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    Mensagem por me respeite em Ter 28 Maio 2013, 10:43 pm

    Como queriamos demonstrar....

    O trabalho dos medicos vale o dobro dos demais analistas...

    Parabens pra nós

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