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    Mensagem por sonhador em Sab 23 Mar 2013, 5:29 pm

    Pessoal, boa tarde.
    A verdade é a seguinte: não importa quem de nós acha isso ou aquilo certo ou errado. Não importa se minhas ou suas idéias são de um idiota ou de um gênio. Eles fazem o querem, e o que eles querem é que a gente se dane, ou alguém tem dúvida disso?
    Nós estamos ladeira abaixo a cada dia. Os juízes, de uma forma geral, não gostam ou, na melhor das hipóteses, não estão nem aí pra gente. Estamos a cada dia mais desprestigiados e somos desunidos demais para mudar isso. E, como eu disse mais acima, eles usam as funções (Judiciário, principalmente) para nos manobrar e manipular na maior cara-de-pau. Salvo exceções, uma parte dos colegas parecem passarinhos assustados com medo de desagradar juiz ou diretor e perder a função. A outra parte fica doidinha para arrumar uma brecha e tomar a função do colega.
    Nós estamos numa situação cada dia pior, e a maioria acha que a solução está nas tais FCs e CJs. Nós, na prática, temos duas escolhas: participar desse ninho de gato, miando para manter ou não perder função ou estudarmos para uma profissão mais digna. É fato: eles não ligam para nós e o PT muito, muito provavelmente ganha a próxima eleição.
    Quem tiver sangue na veia que procure outra coisa. É triste falar assim, mas o cenário é péssimo, e, a começar pelos juízes, não perdem uma oportunidade para falar mal da gente.
    É desgastante, mais voltar a estudar parece ser a única solução realista.
    Observação: eu respeito os colegas que tem medo de perder a função, tento entendê-los. Mas estou dizendo que é uma armadilha covarde montada para os servidores.
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    Mensagem por me respeite em Sab 23 Mar 2013, 6:29 pm

    Juizes nunca vão apoiar (com razão) nenhuma proposta que possibilite um analista ou técnico ganhar o salário de um magistrado.

    se qualquer tese nossa (servidores) possibilitar esta "aberração" eles terão o argumento pronto pra derrubar e criar embaraços.

    e mais, pouco importa se é exceção, se cada dia menos servidores ganham como juiz....se eles puderem dar um exemplo, apenas um, a nossa tese será vazada nesta exato ponto.

    por isso o subsídio é a melhor proposta.

    aliás, já está na hora de um novo PL, ano que vem é ano de eleição...temos que pressionar o STF pra mandar o PL moralizador já.
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    Mensagem por Convidad em Sab 23 Mar 2013, 8:21 pm

    Subsídio? Sim! escreveu:
    fabiomodel escreveu:O corregedor da justiça federal disse isso?? Pois é necessário que ele visite uma vara federal, qualquer uma. Em TODAS as varas federais técnicos e analistas desempenham a mesma função, todos analisam processo, atendem partes, etc, etc. Há muito que ninguém carrega processo e trabalha com carimbo, aliás, em varas de jef é tudo virtual. Essa história de que a função do técnico não tem mais espaço é conversa.


    fuchs escreveu:Trecho do discurso do Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (Corregedor-Geral da Justiça Federal) no TRF4 em 28/11/2012:

    “...O técnico está com os seus dias contados. Não vamos aumentar o número de vagas de Técnicos. Vamos fazer concurso prioritariamente agora para Analista, uma mão de obra mais selecionada. Na medida em que passamos pela informatização, precisamos focar no maior número de pessoas na atividade-fim do Tribunal. Não temos mais processos para carregar, não tem mais carrinho, volumes, não tem carimbo para bater mais no processo. Então o que precisamos agora é voltar as pessoas para a atividade-fim.”

    Realmente, se ele disse isso, mostrou que é leigo e alheio à realidade. Na Justiça do Trabalho, com a implantação do processo eletrônico, as Varas que antes tinham cerca de 10, 11 servidores, agora iniciam suas atividades com 6,7. Ou seja. Os nossos "gestores" acham que numa Vara, 4 ou 5 servidores ficam só batendo carimbo, fazendo juntada e carregando processo. Ridículo.

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

    além disso, na pratica o que vemos é que existem sim muitos servidores "encostados", só fazendo tarefas extremamente triviais, que até um menor estagiário poderia fazer...


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    Mensagem por fabiomodel em Dom 24 Mar 2013, 1:17 am

    A questão não é essa. Se todos têm 40% de tempo livre, nao será diminuindo o quadro em 40% que os outros produzirão mais. O que foi destacado é que o técnico seria desnecessário já que não haveria mais tarefas simples, o que é um grande engano pois todos em uma vara realizam o mesmo trabalho.

    Muito_Ansioso escreveu:

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

    além disso, na pratica o que vemos é que existem sim muitos servidores "encostados", só fazendo tarefas extremamente triviais, que até um menor estagiário poderia fazer...


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    Tópico Geral Empty A Merreca na C/C...

    Mensagem por Lincoln-DF em Dom 24 Mar 2013, 5:48 am


      O MPU vem pagando a merreca normalm. desde jan. Pelo menos
      nisto e no AQ 5% o MPU tinha de estar à fte. do PJU, né, gente?!
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    Mensagem por fuchs em Dom 24 Mar 2013, 9:33 am

    Pelo visto ainda precisam muito dos técnicos, vide matéria abaixo:


    Ministério Público da União (MPU)
    O Ministério Público da União (MPU) abriu concurso público para 147 vagas e cadastro de reserva para os cargos de técnico e analista. Os salários são de R$ 4.575,16 e R$ 7.506,55, respectivamente. As vagas serão distribuídas entre todas as 27 unidades da Federação (veja aqui o edital).
    São 109 vagas para técnico na área de apoio técnico-administrativo, com especialidade em administração, e 38 para analista na área de apoio jurídico, para candidatos com formação em direito.


    Muito_Ansioso escreveu:
    Subsídio? Sim! escreveu:
    fabiomodel escreveu:O corregedor da justiça federal disse isso?? Pois é necessário que ele visite uma vara federal, qualquer uma. Em TODAS as varas federais técnicos e analistas desempenham a mesma função, todos analisam processo, atendem partes, etc, etc. Há muito que ninguém carrega processo e trabalha com carimbo, aliás, em varas de jef é tudo virtual. Essa história de que a função do técnico não tem mais espaço é conversa.


    fuchs escreveu:Trecho do discurso do Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (Corregedor-Geral da Justiça Federal) no TRF4 em 28/11/2012:

    “...O técnico está com os seus dias contados. Não vamos aumentar o número de vagas de Técnicos. Vamos fazer concurso prioritariamente agora para Analista, uma mão de obra mais selecionada. Na medida em que passamos pela informatização, precisamos focar no maior número de pessoas na atividade-fim do Tribunal. Não temos mais processos para carregar, não tem mais carrinho, volumes, não tem carimbo para bater mais no processo. Então o que precisamos agora é voltar as pessoas para a atividade-fim.”

    Realmente, se ele disse isso, mostrou que é leigo e alheio à realidade. Na Justiça do Trabalho, com a implantação do processo eletrônico, as Varas que antes tinham cerca de 10, 11 servidores, agora iniciam suas atividades com 6,7. Ou seja. Os nossos "gestores" acham que numa Vara, 4 ou 5 servidores ficam só batendo carimbo, fazendo juntada e carregando processo. Ridículo.

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

    além disso, na pratica o que vemos é que existem sim muitos servidores "encostados", só fazendo tarefas extremamente triviais, que até um menor estagiário poderia fazer...


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    Mensagem por Galizezin em Dom 24 Mar 2013, 11:41 am

    Subsídio só para o MPU vcs podem esquecer. Pelo menos esqueçam enquanto prevalecer essa linha de administração gurgelista. Como disse o SG, eles vão buscar "simetria" com o judiciário enquanto os salários estiverem defasados.
    Joaquim Barbosa "poderia" moralizar isso, implantando subsídio no judiciário, mas...


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    Mensagem por Convidad em Dom 24 Mar 2013, 12:38 pm

    Temos várias situações:

    1 - Em muitos lugares técnicos tremem de medo de realizar o serviço de técnico, querem desenvolver atividades descritas pela lei como sendo de analistas, até entendo, é uma questão até de estima pessoal, satisfação....
    2 - em outros eles são obrigados mesmo, sem retribuição tbm
    3 - por fim, há aqueles que o sistema coopta/suborna com fc/cj,

    enfim, com uma classe tão "desorganizada" assim, só é propício mesmo para exploração e "ataque" generalizado...



    fabiomodel escreveu:A questão não é essa. Se todos têm 40% de tempo livre, nao será diminuindo o quadro em 40% que os outros produzirão mais. O que foi destacado é que o técnico seria desnecessário já que não haveria mais tarefas simples, o que é um grande engano pois todos em uma vara realizam o mesmo trabalho.

    Muito_Ansioso escreveu:

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

    além disso, na pratica o que vemos é que existem sim muitos servidores "encostados", só fazendo tarefas extremamente triviais, que até um menor estagiário poderia fazer...


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    Mensagem por Galizezin em Dom 24 Mar 2013, 2:17 pm

    fuchs escreveu:Pelo visto ainda precisam muito dos técnicos, vide matéria abaixo:


    Ministério Público da União (MPU)
    O Ministério Público da União (MPU) abriu concurso público para 147 vagas e cadastro de reserva para os cargos de técnico e analista. Os salários são de R$ 4.575,16 e R$ 7.506,55, respectivamente. As vagas serão distribuídas entre todas as 27 unidades da Federação (veja aqui o edital).
    São 109 vagas para técnico na área de apoio técnico-administrativo, com especialidade em administração, e 38 para analista na área de apoio jurídico, para candidatos com formação em direito.


    Muito_Ansioso escreveu:
    Subsídio? Sim! escreveu:
    fabiomodel escreveu:O corregedor da justiça federal disse isso?? Pois é necessário que ele visite uma vara federal, qualquer uma. Em TODAS as varas federais técnicos e analistas desempenham a mesma função, todos analisam processo, atendem partes, etc, etc. Há muito que ninguém carrega processo e trabalha com carimbo, aliás, em varas de jef é tudo virtual. Essa história de que a função do técnico não tem mais espaço é conversa.



    Realmente, se ele disse isso, mostrou que é leigo e alheio à realidade. Na Justiça do Trabalho, com a implantação do processo eletrônico, as Varas que antes tinham cerca de 10, 11 servidores, agora iniciam suas atividades com 6,7. Ou seja. Os nossos "gestores" acham que numa Vara, 4 ou 5 servidores ficam só batendo carimbo, fazendo juntada e carregando processo. Ridículo.

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

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    Isso possui outro significado: os aprovados nesse quantitativo de vagas, existentes, já estão garantidos no MPU. Acabou esse negócio de expectativa de direito à nomeação. Em razão disso a administração disponibilizou número ínfimo de vagas, mas serão contratados muito mais que isso.
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    Mensagem por Convidad em Dom 24 Mar 2013, 4:25 pm

    Auxiliares já foram muito necessários, hj não existem mais no PJU...

    Sobraram magistrados, analistas e técnicos.

    Qual o próximo cargo que vc acha que vai para "degola" ?

    E pq os cargos de técnico existem ainda e se continua a abrir concursos para eles?

    Se ainda existem, só deve ser pela justificativa já repetida milhares de vezes aqui...exploração do governo de mão de obra qualificada e e barata...

    Qualificada pq qualquer concurso de técnico cobra muito mais matérias de direito(direito constitucional, Administrativo, direito do trabalho no caso dos TRT ou eleitoral no caso dos TREs etc) do que de matérias realmente de nível médio (português, matemática, informática, atualidades etc), empurrando para fora quem deveria prestar tais concursos e colocando os acadêmicos/bachareis em direito e cursos afins (com alguma carga de direito como contabilidade, administração) dentro da administração pública....

    e barata pq se paga bem menos a um técnico do que para um analista...

    fuchs escreveu:Pelo visto ainda precisam muito dos técnicos, vide matéria abaixo:


    Ministério Público da União (MPU)
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    Muito_Ansioso escreveu:
    Subsídio? Sim! escreveu:
    fabiomodel escreveu:O corregedor da justiça federal disse isso?? Pois é necessário que ele visite uma vara federal, qualquer uma. Em TODAS as varas federais técnicos e analistas desempenham a mesma função, todos analisam processo, atendem partes, etc, etc. Há muito que ninguém carrega processo e trabalha com carimbo, aliás, em varas de jef é tudo virtual. Essa história de que a função do técnico não tem mais espaço é conversa.



    Realmente, se ele disse isso, mostrou que é leigo e alheio à realidade. Na Justiça do Trabalho, com a implantação do processo eletrônico, as Varas que antes tinham cerca de 10, 11 servidores, agora iniciam suas atividades com 6,7. Ou seja. Os nossos "gestores" acham que numa Vara, 4 ou 5 servidores ficam só batendo carimbo, fazendo juntada e carregando processo. Ridículo.

    Não é isso... não é que 4 ou 5 ficam exclusivamente carregando processo...

    se numa vara existem 10 servidores e ele diz que 4 ficam carregando processo então 40% dos servidores são carregadores de papel...

    Pode ser que simplesmente todos trabalhem e todos passem 40% do tempo, ocupados com atividades alheias ao processo, ou seja, procurando processo em prateleiras e mesas, carimbando, carregando, fazendo juntada ou até mesmo registrando movimentações nos sistemas informatizados de acompanhamento processual....todos atos que são automáticos num sistema eletrônico...

    além disso, na pratica o que vemos é que existem sim muitos servidores "encostados", só fazendo tarefas extremamente triviais, que até um menor estagiário poderia fazer...


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    Mensagem por Judiciário em Dom 24 Mar 2013, 5:32 pm

    Até a Justiça do Trabalho puxou o freio-de-mão na criação de cargos. Pela reportagem, parece-me que cargos criados no âmbito do Poder Judiciário da União serão cada dia mais escassos.

    COLEPRECOR: ANTEPROJETOS QUE TRAMITAM NO CSJT DEVERÃO SER SOBRESTADOS


    Os 42 anteprojetos que tramitam no Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) com pedidos de criação de cargos e varas do trabalho deverão ser sobrestados, como resultado das conversas mantidas nessa terça-feira (19.03) durante a reunião extraordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores dos TRTs (Coleprecor).
    Ao falar aos presentes, o presidente do TST e CSJT, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, sugeriu que os pedidos fossem retirados tendo em vista o contexto atual que inclui a existência de 16 projetos de lei na Câmara Federal e outros 23 no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “São mais de 80 projetos pedindo ampliação da estrutura, elaborados com base em uma realidade que não existe mais”, disse o ministro numa referência às mudanças decorrentes do Processo Judicial Eletrônico (PJe).
    Desta forma, o ministro afirmou que se empenhará na aprovação dos projetos de lei em tramitação no Legislativo e que irá acompanhará os anteprojetos que estão no CNJ.
    Mas o entendimento dos presidentes dos TRTs, ao final do dia, é que o melhor no caso dos projetos que estão no CSJT será o sobrestamento, a ser feito pelo próprio ministro-presidente.
    O coordenador do Coleprecor, desembargador Tarcísio Valente, chegou a indicar que poderá ser utilizado o mesmo parâmetro do CNJ para os órgãos da Justiça Federal, ramo do judiciário que já tem estudos dos impactos causados pela tramitação eletrônica de processos. “As mudanças resultantes do PJe trará nova realidade, dotando os órgãos de novos parâmetros para criação de cargos”, concluiu.


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    Mensagem por sergio caldas em Dom 24 Mar 2013, 8:24 pm

    O diretor-presidente do Sisejufe Valter Nogueira, obteve a confirmação na tarde de sexta-feira (22/03), em conversa com os setores responsáveis pela elaboração da folha de pagamentos do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e da Seção Judiciária do RJ (SJRJ), que estes setores estão trabalhando na elaboração da folha suplementar para pagamento dos valores atrasados do reajuste salarial da categoria, que incidiu sobre a GAJ. Embora o setor esteja atuando em ritmo acelerado para garantir o recebimento o mais rapidamente possível, os servidores que fazem a confecção da folha não souberam precisar em que dia o crédito seria feito na conta dos servidores.

    Os valores acumulados de atrasados entre janeiro e março para o cargo de analista em final de carreira chegam a R$ 2.504,67. Já os valores para técnicos em final de carreira são de R$ 1.526,57 e auxiliares em final de carreira são R$ 904,09. Em todos os casos os valores são brutos, sem incidência de IR e PSS. Não estão incluídos ainda neste valores, eventuais recebimentos de 1/3 de férias e adiantamento de 13º salário que ocorreu em janeiro.Com o reajuste, a GAJ que hoje é de 50% passa a ser de 62%, isso significa um reajuste de 8% sobre o vencimento e a própria GAJ.

    No Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Primeira Região foram contatados o Setor de Pagamento e a Secretária-Geral. Em ambos, os servidores que atenderam o telefone disseram que não tinham autorização para dar qualquer informação. Foi ainda solicitado que o sindicato protocolasse requerimento administrativo ou enviasse um e-mail pedindo a informação.

    O diretor-presidente ligou para Secretaria de Orçamento do CSJT que explicou que esta informação teria de ser obtida com o TRT da Primeira Região. Foi informado que que no TST, o contra-cheque já estava liberado para os servidores e que os valores seriam pagos até 26 de março.

    A informação acerca do pagamento em folha suplementar já tinha sido feita pelo secretário de Recursos Humanos do Supremo Tribunal Federal (STF), Amarildo Vieira de Oliveira, no último dia 15 de março, e que o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, autorizou o pagamento do reajuste da GAJ. “A data limite é 26 de março”, afirmou o secretário. A orientação vale para todos os ramos da Justiça.

    A maior parte dos tribunais do país já processou a folha normal de pagamento de março sem incluir o reajuste. Aqui no Rio de Janeiro, apenas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) vem pagando o reajuste desde janeiro. Por isso serão processadas folhas complementares para o pagamento da diferença da GAJ, referente a janeiro, fevereiro e março, afirmou Amarildo.
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    Mensagem por Sr. Omar em Dom 24 Mar 2013, 8:57 pm

    Minha humilde opinião: No judiciário/MP os técnicos ganhamos salários razoáveis e explico: No judiciário existem muitos técnicos influentes na alta administração e nos sindicatos. Tanto é verdade que em geral os acordos deixam os salários dos técnicos cerca de 2 mil a menos que o analista. No executivo isso jamais ocorre em nenhuma categoria. No BACEN o sonho dos técnicos é ganhar 50% do analista e o governo federal não permite isso em hipótese alguma. Já no judiciário o lobby dos técnicos é enorme em todas as esferas, fazendo com que os acordos prejudiquem os analistas. Vejam os últimos concursos para analistas do jud/MP e verão que a concorrência é cada vez menor pois o salário não é mais atraente. Esse último do TJ pediu de tudo e muitos bachareis preferem estudar para outros concursos fazendo desse cargo um trampolim para algo melhor em outros poderes. Tenho vários colegas técnicos que compartilham da mesma opinião e o fato hoje no JUD/MP é um só: O analista está com o salário defasado em relação a outros poderes. Vamos comaparar:
    Analista Agências/Ciclo/RF: inicial 13.6k final 19.8k
    Analista SF/TCU/CD: inicial 18.9k final 23k
    Analista JUD/MP: inicial 7.5k final 11k

    Técnico PGPE: inicial 2.5 k final 4k
    Técnico Agências: inicial 4.5k final 8k
    Técnico TCU/CD: inicial 7k final 12k
    Técnico JUD/MP: inicial 4.7k final 9k

    Os valores são aproximados.

    Vejam como o analista JUD/MP está com remuneração defasada em quase 100% em relação aos outros poderes. Já os técnicos só perdem pro pessoal do Legislativo e mesmo assim com defasagem não superior a 40%.

    Quanto ao desempenho de funções vejamos: No executivo você dificilmente verá um técnico assumir um cargo estratégico (SPOA, Secretarias, Diretorias etc) porque lá os técnicos não são valorizados. No legislativo a mesma coisa, salvo raros casos. Já no judiciário temos os técnicos dominado Secretarias, Diretorias, Subsecretarias etc. Isso faz com o lobby deles seja enorme na alta administração é nos sindicatos.

    Pessoal não me levem a mal, mas isso é a constatação mais óbvia no âmbito do judiciário/MP. Sou totalmente a favor dos técnicos, mesmo porque já ocupei o cargo de técnico. Ocorre que quem tem influência na alta cúpula e nos sindicatos puxam o curto cobertor do judiciário para o seu lado e para mim é notório que os analistas estão sendo deixado de lado pela alta cúpula. O resultado não poderia ser outro: Evasão de quase 60% do lado dos analistas contra uma evasão de 30% dos técnicos (dados do CNJ, STF, STJ, TJDF, STM etc.)
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    Mensagem por sergio caldas em Seg 25 Mar 2013, 1:26 pm

    RETOMAR O DEBATE DO PLANO DE CARREIRA ENQUANTO ALTERNATIVA DE MANUTENÇÃO E CONQUISTA DE DIREITOS
    1. A categoria do Judiciário Federal esteve, nos últimos cinco anos, comprometida com a bandeira da reposição das perdas salariais impostas ao longo de um período que alcança quase sete anos sem qualquer tipo de reajuste em nossos vencimentos. Hoje, com o desfecho de um processo de luta que culminou na realização de uma proposta bastante rebaixada e que não alcança a reposição desejada, impõe-se diante da categoria a necessidade de produzir um balanço de toda a trajetória que nos levou à atual realidade, de forma a reunirmos, enquanto categoria de trabalhadores, os elementos necessários ao debate sobre os rumos a apontar para o próximo período.
    Resgate histórico: do Plano de Carreira à GAJ 90%
    2. Com a conquista do PCS-3 em 2006, nossa categoria, reunida no 6º Congresso da Fenajufe, em Gramado-RS, no ano de 2007, definiu o Plano de Carreira dos servidores do Judiciário Federal e do MPU como a grande bandeira a ser empunhada pela categoria. Desde então, e pelos dois anos seguintes, foram diversos os debates de âmbito nacional que trataram de moldar um Plano de Carreira que abarcasse nossas demandas imediatas e históricas; foram debatidos desde a questão remuneratória, jornada de trabalho e data-base, até mecanismos de restrição à terceirização dos serviços no Judiciário, passando por critérios objetivos para obtenção de Funções Comissionadas e Cargos em Comissão, e até mesmo pela retomada da ascensão funcional enquanto instrumento de valorização da qualificação e manutenção dos quadros na carreira.
    3. No entanto, ao longo desse período, enquanto nas instâncias democráticas da categoria (assembleias, plenárias da Federação, reuniões ampliadas) tratávamos de criar uma concepção de Plano de Carreira que norteasse a futura luta pela implementação, outro debate completamente diferente era travado nos bastidores, em cafezinhos nos gabinetes de Brasília, de que a categoria não tinha notícias.
    4. Tais conversas resultaram no abandono de todo o acúmulo obtido em profundas discussões feitas a partir da base da categoria em torno do modelo de carreira para o Judiciário, sem o devido respeito à democracia de nossas instâncias: sob a promessa de que haveria um grande “acordo” com o governo e o Judiciário, dirigentes da Fenajufe ligados a PT e PCdoB levaram à categoria uma proposta feita pelo STF, de cima para baixo, que a exemplo dos Planos de Cargos e Salários anteriormente conquistados, resumiam o debate apenas à questão remuneratória, sem tratar especificamente de elementos de carreira que resultassem em avanços significativos à categoria.
    5. Nascia, assim, em 2009, o PCS-4, um novo “tabelão” nascido nos gabinetes do STF, que inicialmente privilegiava o incremento de valores da remuneração em uma gratificação, que poderia ser utilizada como meio de pressão pelas chefias, pois constituiria uma retribuição mediante produtividade.
    6. A história recente demonstrou que, diferentemente do discurso à época, não apenas não haveria acordo algum com o governo em torno do anteprojeto do PCS-4 elaborado pelo Supremo, mas também no engodo que tal promessa constituía de modo a nos manter ocupados com o debate remuneratório enquanto tratávamos de perder direitos: quatro anos e muita luta depois, enfrentamos a dura resistência de setores importantes da magistratura, e em especial dos governos do PT (Lula/Dilma) à aprovação do PCS, em um processo onde foi necessária a unidade entre os Servidores Públicos Federais do país para derrotar essa resistência e obter uma vitória parcial, que foi o incremento nos valores da Gratificação de Atividade Judiciária – GAJ. Nesse período, o governo se viu “livre” para aprovar, incólumes, projetos que instituíam o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos – Funpresp, sem qualquer resistência por parte de nossa categoria.
    7. Com isso, um projeto que inicialmente previa reposição e aumento real nos salários foi reduzido – seja pelos sucessivos rebaixamentos nos valores da tabela, seja pela inflação de todo o período sem reajustes – a um leve incremento salarial, parcelado em três anos, que sequer proporcionará a recuperação das perdas inflacionárias. Isso sem mencionar o debate em torno dos valores necessários à implementação da GAJ de 100% sobre o vencimento básico, o que fez com que a Gratificação fosse reduzida, ao final do pagamento, para 90% do vencimento básico, agravando ainda mais o quadro.
    A nova realidade dos servidores diante da “modernização da Justiça” e da perda de direitos
    8. Para além da questão meramente salarial, os servidores públicos têm grandes desafios a enfrentar. A nova lógica que vem sendo aplicada ao serviço público, de “modernização” dos serviços prestados, da imposição de metas, da ampliação do controle sobre os processos de trabalho, da dicotomia entre “área fim” e “área meio”, representa uma política de Estado elaborada pelo governo, que tem servido ao desmonte do setor público, à sucessiva perda de direitos e à privatização dos serviços.
    9. Essa política de Estado levada a cabo pelos governos petistas, de especialização e redução dos quadros efetivos, com a consequente ampliação das terceirizações e dos instrumentos de controle dos procedimentos, de imposição de metas goela abaixo, serve à lógica neoliberal de redução do Estado, precarização das instituições e privatização dos serviços públicos, e está inserida no mesmo contexto que levou o governo Dilma a repassar ao setor privado a administração de aeroportos, rodovias e ferrovias ao longo de 2012. Dessa forma, os serviços que, antes, eram eminentemente públicos, passam a constituir-se em um grande balcão de negócios, onde grandes empresários disputam as fatias de um enorme bolo de dinheiro público, que poderia ser aplicado no fortalecimento das estruturas públicas que promovem benefícios ao povo, denotando a clara opção política do governo em privilegiar os grandes empresários do país.
    10. No Judiciário Federal, esse processo tem sido implementado a olhos vistos: a extinção do cargo de Auxiliar Judiciário proporcionou a terceirização de todas as atividades que, antes, eram da alçada desse setor da categoria; em setores como os de segurança, de logística, de informática, os servidores vêm sendo substituídos por trabalhadores terceirizados. Mais recentemente, no Judiciário Federal gaúcho, mesmo algumas tarefas acessórias, usualmente desempenhadas por Técnicos Judiciários das Varas e Cartórios, mesmo afetas à chamada “área fim”, já vêm sendo repassadas ao setor privado.
    11. Tudo isso é parte de um projeto que visa reduzir os quadros efetivos àqueles que lidam direta e estritamente com a “área fim” do Serviço Público prestado. Com a implementação do processo eletrônico e da imposição de metas no Judiciário, o próximo passo, seguindo a esteira da extinção dos Auxiliares, é o enxugamento do quadro de Técnicos Judiciários, o maior da categoria, com vistas à extinção do cargo e à privatização de todas as atividades que não sejam estritamente afetas ao processo judicial, por meio das terceirizações. Como consequência imediata, em clara contradição com o contexto em que o movimento sindical debate a ampliação do acesso ao cargo público, restringe-se ainda mais esse acesso, aprofundando a “elitização” do quadro de servidores.
    12. Assim, uma situação que já é de carência de servidores, aumento da carga de trabalho, flagrante adoecimento dos trabalhadores, constantes cobranças de metas e práticas de assédio moral no Judiciário, será ainda mais nociva com o aprofundamento dessa política.
    13. Não bastasse a drástica modificação dos processos de trabalho tal como os conhecemos, essa política é apenas parte integrante de um grande conjunto de ataques ao Serviço Público. Não por acaso, essa nova realidade vem ao nosso encontro numa “venda casada” com diversos projetos de retirada de direitos dos servidores públicos, tais como o congelamento da folha salarial pelo prazo de 10 anos, a nova reforma da previdência que vem sendo preparada pelo governo (e que, para deleite dos banqueiros envolvidos no Funpresp, prevê a retirada de direitos adquiridos pelos servidores mais antigos, como a paridade), o fim da estabilidade, restrições ao direito de greve e flexibilização de outros direitos.
    Reorganizar a categoria e retomar a unidade dos servidores para derrotar a política dos governos petistas
    14. Diante dessa realidade, e uma vez finalizada a luta pela imediata reposição salarial, é necessário apontarmos qual será o rumo da categoria frente aos desafios impostos pela política de desmonte do serviço público no próximo período. A experiência recente vivida pela categoria demonstra a necessidade de unificar as lutas dos servidores federais como única alternativa para impor nossas pautas ao governo petista e interromper o processo de desmonte do serviço público.
    15. Assim, não nos resta alternativa senão buscar uma nova unidade entre os servidores em torno de uma pauta unificada de carreira que incorpore as bandeiras comuns às categorias, como a fixação da data-base, política salarial permanente para o setor público, manutenção do direito de greve e dos demais direitos adquiridos, a luta contra a redução dos quadros e pela ampliação do acesso ao cargo público.
    16. É imperativo ainda que, no âmbito da nossa categoria, retomemos o debate sobre a carreira iniciado em 2007, elaborando um projeto de carreira que nasça da base da categoria, e não de negociatas furtivas em gabinetes. Um debate que incorpore alternativas de prevenção e combate ao assédio moral, implementação de ações afirmativas, políticas protetivas aos servidores PNE’s, proteção contra o adoecimento no trabalho, regulamentação definitiva da jornada de 6 horas, manutenção dos cargos da carreira e do caráter eminentemente público das atividades desempenhadas pelos Tribunais e que estabeleça uma política salarial permanente no serviço público.
    Retomada da democracia pela base para construir as vitórias que necessitamos
    17. No entanto, antes de mais nada, é necessário que a reabertura desse debate parta do reconhecimento de que houve um completo abandono à democracia sindical por parte dos setores dirigentes da categoria ligados aos partidos do governo, seja quando do surgimento do “tabelão” do STF, seja no momento de dialogar com os setores da categoria que, em meio à luta pelo PCS, levantaram a questão da forma remuneratória, defendendo o subsídio. Entendemos que o tratamento dado pelo setor majoritário da Fenajufe foi extremamente autoritário ao tolher completamente o debate e promover manobras burocráticas nunca antes vistas, como as “reuniões restritivas” da Fenajufe, que sequer constam em seu estatuto, onde só participam as direções dos sindicatos.
    18. Entendemos ser completamente inoportuno propor uma alteração tão drástica em meio à luta por um outro projeto como o PCS. No entanto, entendemos o surgimento do debate sobre subsídio como uma consequência do distanciamento entre a base e seus dirigentes, e defendemos que esses colegas tenham restituído o direito à voz, sendo-lhes oportunizado o espaço devido para debater o tema, em respeito ao princípio da Democracia Sindical.
    19. Sem o exercício dessa autocrítica, sem a retomada da democracia pela base, sem a unidade interna da categoria em torno de um projeto consistente, democraticamente construído, e da busca de uma nova unidade entre as categorias do serviço público, correremos uma vez mais o risco de parar no tempo.
    20. Defendemos:
    21. Retomada do debate e da luta por um Plano de Carreira que consolide, defenda, amplie e retome direitos para os Servidores do Judiciário;
    22. Luta pela data-base já a partir de 2013, chamando as demais categorias dos Servidores Públicos Federais a uma nova unidade na luta, por uma política salarial permanente para o conjunto do funcionalismo público;
    23. Início do debate sobre ações afirmativas no acesso ao cargo e ao emprego público;
    24. Combate à lógica de enxugamento do quadro de servidores e a elitização do Serviço Público, com a luta pela ampliação do quadro e contra a substituição de cargos;
    25. Luta pela ampliação do quadro efetivo de servidores, em número adequado a cada vez maior demanda de trabalho no âmbito do Judiciário Federal;
    26. Enfrentamento à política de privatizações atualmente implementada no Judiciário a olhos vistos, especialmente em setores ditos “área meio”;
    27. Busca da melhoria nas condições de trabalho dos servidores, cobrando as administrações dos Tribunais de forma incisiva;
    28. Regulamentação da jornada de 6 horas em todos os órgãos do Judiciário;
    29. Luta contra o assédio moral, instruindo a base, exigindo punições e responsabilizando os Tribunais e combate efetivo ao uso das FCs e CJs como instrumento desta conduta e coerção financeira;
    30. Luta contra os novos ataques preparados por Dilma e pelo PT contra os servidores, como a nova reforma da previdência e a restrição do direito de greve;
    31. Combate ao racismo, ao machismo, à homofobia e a toda forma de discriminação no serviço público.

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    Mensagem por VN em Seg 25 Mar 2013, 1:44 pm

    sergio caldas escreveu:RETOMAR O DEBATE DO PLANO DE CARREIRA ENQUANTO ALTERNATIVA DE MANUTENÇÃO E CONQUISTA DE DIREITOS
    1. A categoria do Judiciário Federal esteve, nos últimos cinco anos, comprometida com a bandeira da reposição das perdas salariais impostas ao longo de um período que alcança quase sete anos sem qualquer tipo de reajuste em nossos vencimentos. Hoje, com o desfecho de um processo de luta que culminou na realização de uma proposta bastante rebaixada e que não alcança a reposição desejada, impõe-se diante da categoria a necessidade de produzir um balanço de toda a trajetória que nos levou à atual realidade, de forma a reunirmos, enquanto categoria de trabalhadores, os elementos necessários ao debate sobre os rumos a apontar para o próximo período.
    Resgate histórico: do Plano de Carreira à GAJ 90%
    2. Com a conquista do PCS-3 em 2006, nossa categoria, reunida no 6º Congresso da Fenajufe, em Gramado-RS, no ano de 2007, definiu o Plano de Carreira dos servidores do Judiciário Federal e do MPU como a grande bandeira a ser empunhada pela categoria. Desde então, e pelos dois anos seguintes, foram diversos os debates de âmbito nacional que trataram de moldar um Plano de Carreira que abarcasse nossas demandas imediatas e históricas; foram debatidos desde a questão remuneratória, jornada de trabalho e data-base, até mecanismos de restrição à terceirização dos serviços no Judiciário, passando por critérios objetivos para obtenção de Funções Comissionadas e Cargos em Comissão, e até mesmo pela retomada da ascensão funcional enquanto instrumento de valorização da qualificação e manutenção dos quadros na carreira.
    3. No entanto, ao longo desse período, enquanto nas instâncias democráticas da categoria (assembleias, plenárias da Federação, reuniões ampliadas) tratávamos de criar uma concepção de Plano de Carreira que norteasse a futura luta pela implementação, outro debate completamente diferente era travado nos bastidores, em cafezinhos nos gabinetes de Brasília, de que a categoria não tinha notícias.
    4. Tais conversas resultaram no abandono de todo o acúmulo obtido em profundas discussões feitas a partir da base da categoria em torno do modelo de carreira para o Judiciário, sem o devido respeito à democracia de nossas instâncias: sob a promessa de que haveria um grande “acordo” com o governo e o Judiciário, dirigentes da Fenajufe ligados a PT e PCdoB levaram à categoria uma proposta feita pelo STF, de cima para baixo, que a exemplo dos Planos de Cargos e Salários anteriormente conquistados, resumiam o debate apenas à questão remuneratória, sem tratar especificamente de elementos de carreira que resultassem em avanços significativos à categoria.
    5. Nascia, assim, em 2009, o PCS-4, um novo “tabelão” nascido nos gabinetes do STF, que inicialmente privilegiava o incremento de valores da remuneração em uma gratificação, que poderia ser utilizada como meio de pressão pelas chefias, pois constituiria uma retribuição mediante produtividade.
    6. A história recente demonstrou que, diferentemente do discurso à época, não apenas não haveria acordo algum com o governo em torno do anteprojeto do PCS-4 elaborado pelo Supremo, mas também no engodo que tal promessa constituía de modo a nos manter ocupados com o debate remuneratório enquanto tratávamos de perder direitos: quatro anos e muita luta depois, enfrentamos a dura resistência de setores importantes da magistratura, e em especial dos governos do PT (Lula/Dilma) à aprovação do PCS, em um processo onde foi necessária a unidade entre os Servidores Públicos Federais do país para derrotar essa resistência e obter uma vitória parcial, que foi o incremento nos valores da Gratificação de Atividade Judiciária – GAJ. Nesse período, o governo se viu “livre” para aprovar, incólumes, projetos que instituíam o Fundo de Previdência Complementar dos Servidores Públicos – Funpresp, sem qualquer resistência por parte de nossa categoria.
    7. Com isso, um projeto que inicialmente previa reposição e aumento real nos salários foi reduzido – seja pelos sucessivos rebaixamentos nos valores da tabela, seja pela inflação de todo o período sem reajustes – a um leve incremento salarial, parcelado em três anos, que sequer proporcionará a recuperação das perdas inflacionárias. Isso sem mencionar o debate em torno dos valores necessários à implementação da GAJ de 100% sobre o vencimento básico, o que fez com que a Gratificação fosse reduzida, ao final do pagamento, para 90% do vencimento básico, agravando ainda mais o quadro.
    A nova realidade dos servidores diante da “modernização da Justiça” e da perda de direitos
    8. Para além da questão meramente salarial, os servidores públicos têm grandes desafios a enfrentar. A nova lógica que vem sendo aplicada ao serviço público, de “modernização” dos serviços prestados, da imposição de metas, da ampliação do controle sobre os processos de trabalho, da dicotomia entre “área fim” e “área meio”, representa uma política de Estado elaborada pelo governo, que tem servido ao desmonte do setor público, à sucessiva perda de direitos e à privatização dos serviços.
    9. Essa política de Estado levada a cabo pelos governos petistas, de especialização e redução dos quadros efetivos, com a consequente ampliação das terceirizações e dos instrumentos de controle dos procedimentos, de imposição de metas goela abaixo, serve à lógica neoliberal de redução do Estado, precarização das instituições e privatização dos serviços públicos, e está inserida no mesmo contexto que levou o governo Dilma a repassar ao setor privado a administração de aeroportos, rodovias e ferrovias ao longo de 2012. Dessa forma, os serviços que, antes, eram eminentemente públicos, passam a constituir-se em um grande balcão de negócios, onde grandes empresários disputam as fatias de um enorme bolo de dinheiro público, que poderia ser aplicado no fortalecimento das estruturas públicas que promovem benefícios ao povo, denotando a clara opção política do governo em privilegiar os grandes empresários do país.
    10. No Judiciário Federal, esse processo tem sido implementado a olhos vistos: a extinção do cargo de Auxiliar Judiciário proporcionou a terceirização de todas as atividades que, antes, eram da alçada desse setor da categoria; em setores como os de segurança, de logística, de informática, os servidores vêm sendo substituídos por trabalhadores terceirizados. Mais recentemente, no Judiciário Federal gaúcho, mesmo algumas tarefas acessórias, usualmente desempenhadas por Técnicos Judiciários das Varas e Cartórios, mesmo afetas à chamada “área fim”, já vêm sendo repassadas ao setor privado.
    11. Tudo isso é parte de um projeto que visa reduzir os quadros efetivos àqueles que lidam direta e estritamente com a “área fim” do Serviço Público prestado. Com a implementação do processo eletrônico e da imposição de metas no Judiciário, o próximo passo, seguindo a esteira da extinção dos Auxiliares, é o enxugamento do quadro de Técnicos Judiciários, o maior da categoria, com vistas à extinção do cargo e à privatização de todas as atividades que não sejam estritamente afetas ao processo judicial, por meio das terceirizações. Como consequência imediata, em clara contradição com o contexto em que o movimento sindical debate a ampliação do acesso ao cargo público, restringe-se ainda mais esse acesso, aprofundando a “elitização” do quadro de servidores.
    12. Assim, uma situação que já é de carência de servidores, aumento da carga de trabalho, flagrante adoecimento dos trabalhadores, constantes cobranças de metas e práticas de assédio moral no Judiciário, será ainda mais nociva com o aprofundamento dessa política.
    13. Não bastasse a drástica modificação dos processos de trabalho tal como os conhecemos, essa política é apenas parte integrante de um grande conjunto de ataques ao Serviço Público. Não por acaso, essa nova realidade vem ao nosso encontro numa “venda casada” com diversos projetos de retirada de direitos dos servidores públicos, tais como o congelamento da folha salarial pelo prazo de 10 anos, a nova reforma da previdência que vem sendo preparada pelo governo (e que, para deleite dos banqueiros envolvidos no Funpresp, prevê a retirada de direitos adquiridos pelos servidores mais antigos, como a paridade), o fim da estabilidade, restrições ao direito de greve e flexibilização de outros direitos.
    Reorganizar a categoria e retomar a unidade dos servidores para derrotar a política dos governos petistas
    14. Diante dessa realidade, e uma vez finalizada a luta pela imediata reposição salarial, é necessário apontarmos qual será o rumo da categoria frente aos desafios impostos pela política de desmonte do serviço público no próximo período. A experiência recente vivida pela categoria demonstra a necessidade de unificar as lutas dos servidores federais como única alternativa para impor nossas pautas ao governo petista e interromper o processo de desmonte do serviço público.
    15. Assim, não nos resta alternativa senão buscar uma nova unidade entre os servidores em torno de uma pauta unificada de carreira que incorpore as bandeiras comuns às categorias, como a fixação da data-base, política salarial permanente para o setor público, manutenção do direito de greve e dos demais direitos adquiridos, a luta contra a redução dos quadros e pela ampliação do acesso ao cargo público.
    16. É imperativo ainda que, no âmbito da nossa categoria, retomemos o debate sobre a carreira iniciado em 2007, elaborando um projeto de carreira que nasça da base da categoria, e não de negociatas furtivas em gabinetes. Um debate que incorpore alternativas de prevenção e combate ao assédio moral, implementação de ações afirmativas, políticas protetivas aos servidores PNE’s, proteção contra o adoecimento no trabalho, regulamentação definitiva da jornada de 6 horas, manutenção dos cargos da carreira e do caráter eminentemente público das atividades desempenhadas pelos Tribunais e que estabeleça uma política salarial permanente no serviço público.
    Retomada da democracia pela base para construir as vitórias que necessitamos
    17. No entanto, antes de mais nada, é necessário que a reabertura desse debate parta do reconhecimento de que houve um completo abandono à democracia sindical por parte dos setores dirigentes da categoria ligados aos partidos do governo, seja quando do surgimento do “tabelão” do STF, seja no momento de dialogar com os setores da categoria que, em meio à luta pelo PCS, levantaram a questão da forma remuneratória, defendendo o subsídio. Entendemos que o tratamento dado pelo setor majoritário da Fenajufe foi extremamente autoritário ao tolher completamente o debate e promover manobras burocráticas nunca antes vistas, como as “reuniões restritivas” da Fenajufe, que sequer constam em seu estatuto, onde só participam as direções dos sindicatos.
    18. Entendemos ser completamente inoportuno propor uma alteração tão drástica em meio à luta por um outro projeto como o PCS. No entanto, entendemos o surgimento do debate sobre subsídio como uma consequência do distanciamento entre a base e seus dirigentes, e defendemos que esses colegas tenham restituído o direito à voz, sendo-lhes oportunizado o espaço devido para debater o tema, em respeito ao princípio da Democracia Sindical.
    19. Sem o exercício dessa autocrítica, sem a retomada da democracia pela base, sem a unidade interna da categoria em torno de um projeto consistente, democraticamente construído, e da busca de uma nova unidade entre as categorias do serviço público, correremos uma vez mais o risco de parar no tempo.
    20. Defendemos:
    21. Retomada do debate e da luta por um Plano de Carreira que consolide, defenda, amplie e retome direitos para os Servidores do Judiciário;
    22. Luta pela data-base já a partir de 2013, chamando as demais categorias dos Servidores Públicos Federais a uma nova unidade na luta, por uma política salarial permanente para o conjunto do funcionalismo público;
    23. Início do debate sobre ações afirmativas no acesso ao cargo e ao emprego público;
    24. Combate à lógica de enxugamento do quadro de servidores e a elitização do Serviço Público, com a luta pela ampliação do quadro e contra a substituição de cargos;
    25. Luta pela ampliação do quadro efetivo de servidores, em número adequado a cada vez maior demanda de trabalho no âmbito do Judiciário Federal;
    26. Enfrentamento à política de privatizações atualmente implementada no Judiciário a olhos vistos, especialmente em setores ditos “área meio”;
    27. Busca da melhoria nas condições de trabalho dos servidores, cobrando as administrações dos Tribunais de forma incisiva;
    28. Regulamentação da jornada de 6 horas em todos os órgãos do Judiciário;
    29. Luta contra o assédio moral, instruindo a base, exigindo punições e responsabilizando os Tribunais e combate efetivo ao uso das FCs e CJs como instrumento desta conduta e coerção financeira;
    30. Luta contra os novos ataques preparados por Dilma e pelo PT contra os servidores, como a nova reforma da previdência e a restrição do direito de greve;
    31. Combate ao racismo, ao machismo, à homofobia e a toda forma de discriminação no serviço público.


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    Mensagem por leonardocp em Seg 25 Mar 2013, 1:46 pm

    Existe algum forista aqui lotado em um dos gabinetes componentes da 1ª Turma do TRF-1 (DES. KÁSSIO; NÉVITON; ÂNGELA), se sim, gostaria de conversar via MP.

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    Mensagem por andre3107 em Seg 25 Mar 2013, 3:09 pm

    Planejamento autoriza 515 vagas para o Banco Central

    Finalmente foi divulgada a autorização para o próximo concurso do Banco Central. Segundo a portaria publicada pelo Planejamento nesta segunda-feira (25), no Diário Oficial da União, o Bacen está autorizado a lançar edital com 515 vagas. Do total de oportunidades, 400 serão para analista, 100 para técnico e 15 para procurador.

    Assim como havia sido antecipado pelo presidente do Sindicato dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Sérgio Belsito, o quantitativo de vagas aprovado foi muito inferior ao quantitativo solicitado pelo Bacen (2.000 postos). Belsito já tinha dito ao JC&E que, para este ano, a previsão era mesmo de cerca de 500 vagas. O restante dos postos solicitados – ou pelo menos parte dele – deve ser aprovado no ano que vem.

    Nos próximos meses, o Banco Central anunciará qual será a empresa que ficará responsável pela organização do processo seletivo e pela elaboração do edital, que, segundo a autorização do Planejamento, deverá ser publicado em até seis meses, ou seja, até o fim de setembro.

    Cargos

    A carreira de técnico exige nível médio completo e oferece remuneração de R$ 4.917,28. Analistas deverão ter diploma de nível superior em qualquer área e receberão R$ 12.960,77 mensais. Por fim, os postos de procurador serão destinados a candidatos graduados em direito e contarão com salário de R$ 15.343,60.

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    Mensagem por VN em Seg 25 Mar 2013, 5:03 pm

    andre3107 escreveu:Planejamento autoriza 515 vagas para o Banco Central

    Finalmente foi divulgada a autorização para o próximo concurso do Banco Central. Segundo a portaria publicada pelo Planejamento nesta segunda-feira (25), no Diário Oficial da União, o Bacen está autorizado a lançar edital com 515 vagas. Do total de oportunidades, 400 serão para analista, 100 para técnico e 15 para procurador.

    Assim como havia sido antecipado pelo presidente do Sindicato dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Sérgio Belsito, o quantitativo de vagas aprovado foi muito inferior ao quantitativo solicitado pelo Bacen (2.000 postos). Belsito já tinha dito ao JC&E que, para este ano, a previsão era mesmo de cerca de 500 vagas. O restante dos postos solicitados – ou pelo menos parte dele – deve ser aprovado no ano que vem.

    Nos próximos meses, o Banco Central anunciará qual será a empresa que ficará responsável pela organização do processo seletivo e pela elaboração do edital, que, segundo a autorização do Planejamento, deverá ser publicado em até seis meses, ou seja, até o fim de setembro.

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    Mensagem por PCSubsidio em Seg 25 Mar 2013, 10:10 pm

    VN escreveu:
    andre3107 escreveu:Planejamento autoriza 515 vagas para o Banco Central

    Finalmente foi divulgada a autorização para o próximo concurso do Banco Central. Segundo a portaria publicada pelo Planejamento nesta segunda-feira (25), no Diário Oficial da União, o Bacen está autorizado a lançar edital com 515 vagas. Do total de oportunidades, 400 serão para analista, 100 para técnico e 15 para procurador.

    Assim como havia sido antecipado pelo presidente do Sindicato dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Sérgio Belsito, o quantitativo de vagas aprovado foi muito inferior ao quantitativo solicitado pelo Bacen (2.000 postos). Belsito já tinha dito ao JC&E que, para este ano, a previsão era mesmo de cerca de 500 vagas. O restante dos postos solicitados – ou pelo menos parte dele – deve ser aprovado no ano que vem.

    Nos próximos meses, o Banco Central anunciará qual será a empresa que ficará responsável pela organização do processo seletivo e pela elaboração do edital, que, segundo a autorização do Planejamento, deverá ser publicado em até seis meses, ou seja, até o fim de setembro.

    Cargos

    A carreira de técnico exige nível médio completo e oferece remuneração de R$ 4.917,28. Analistas deverão ter diploma de nível superior em qualquer área e receberão R$ 12.960,77 mensais. Por fim, os postos de procurador serão destinados a candidatos graduados em direito e contarão com salário de R$ 15.343,60.

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    Tô dentro!

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    Mensagem por milhocolin em Seg 25 Mar 2013, 11:42 pm

    Uhhhhh saiu a merreca!!! 300 reais líquidos! Valeu Fenajufe!!! Belo aumento
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    Mensagem por rodfat em Ter 26 Mar 2013, 8:07 am

    milhocolin escreveu:Uhhhhh saiu a merreca!!! 300 reais líquidos! Valeu Fenajufe!!! Belo aumento

    Cadê, cadê, a mer... da FENAJUFE foi tão grande que depois da imensa cagada desse aumento a gente acabou precisando de qualquer coisa de reajuste...
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    Mensagem por CaioCangaceiro em Ter 26 Mar 2013, 8:23 am

    rodfat escreveu:
    milhocolin escreveu:Uhhhhh saiu a merreca!!! 300 reais líquidos! Valeu Fenajufe!!! Belo aumento

    Cadê, cadê, a mer... da FENAJUFE foi tão grande que depois da imensa cagada desse aumento a gente acabou precisando de qualquer coisa de reajuste...
    Cheguei hoje pela manhã animado para ver o dinheiro em minha conta.... pra minha surpresa, nada!!! nada da de dinheiro, só me resta esperar!!!
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    Mensagem por Bagao em Ter 26 Mar 2013, 9:13 am

    Pingou......

    É TETRAAAAAAAAAAAAA!! É TETRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!! É TETRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!

    Chupa Dorit!! Chupa Poncianus!! Chupaaaa Polichinelo!!!

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    Mensagem por rodfat em Ter 26 Mar 2013, 9:37 am

    Bagao escreveu:Pingou......

    É TETRAAAAAAAAAAAAA!! É TETRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!! É TETRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!

    Chupa Dorit!! Chupa Poncianus!! Chupaaaa Polichinelo!!!


    Pinga ni mim, pinga ni mim, porque aqui nadaaaaaaaaaaaaaaaaa...
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    Mensagem por rodfat em Ter 26 Mar 2013, 9:38 am

    CaioCangaceiro escreveu:
    rodfat escreveu:
    milhocolin escreveu:Uhhhhh saiu a merreca!!! 300 reais líquidos! Valeu Fenajufe!!! Belo aumento

    Cadê, cadê, a mer... da FENAJUFE foi tão grande que depois da imensa cagada desse aumento a gente acabou precisando de qualquer coisa de reajuste...
    Cheguei hoje pela manhã animado para ver o dinheiro em minha conta.... pra minha surpresa, nada!!! nada da de dinheiro, só me resta esperar!!!

    Aqui tb amigo, nada, oran não saiu nem o contracheque...
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    Mensagem por gabg em Ter 26 Mar 2013, 10:13 am

    rodfat escreveu:
    CaioCangaceiro escreveu:
    rodfat escreveu:
    milhocolin escreveu:Uhhhhh saiu a merreca!!! 300 reais líquidos! Valeu Fenajufe!!! Belo aumento

    Cadê, cadê, a mer... da FENAJUFE foi tão grande que depois da imensa cagada desse aumento a gente acabou precisando de qualquer coisa de reajuste...
    Cheguei hoje pela manhã animado para ver o dinheiro em minha conta.... pra minha surpresa, nada!!! nada da de dinheiro, só me resta esperar!!!

    Aqui tb amigo, nada, oran não saiu nem o contracheque...

    aqui tmbém não saiu nem no espelho do contracheque...vai demorar ainda.
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    Mensagem por Convidad em Ter 26 Mar 2013, 10:40 am

    TRE-CE nada até agora.
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    Mensagem por sergio caldas em Ter 26 Mar 2013, 12:54 pm

    aqui no trt-sp pagaram, é o que parece, ainda não conferi o extrato, mas estava lá no site...dois mil e trezentos...nem sei quanto dá isso por mês...leio notícias de que alguns regionais ainda não pagaram, TRF inclusive...reitero o que disse: estão pagando pingado e é uma humilhação a mais para a categoria...a hora não é de comemoração, está mais para velório. conclamo os demais colegas desse fórum, Najla inclusive, a nos manter informados e mobilizados para futuras lutas contra esse governo hediondo do PT. ABAIXO O MARASMO!!!!!
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    Mensagem por fuchs em Ter 26 Mar 2013, 1:10 pm

    Como é que estão pagando isso. Vem corrigido? Vem com desconto mês a mês do IRPF? Vem um bolo sem IRPF?
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    Mensagem por andre3107 em Ter 26 Mar 2013, 1:12 pm

    fuchs escreveu:Como é que estão pagando isso. Vem corrigido? Vem com desconto mês a mês do IRPF? Vem um bolo sem IRPF?

    Sem correçao, com desconto de IR e Previdencia mês a mês;
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    Mensagem por sergio caldas em Ter 26 Mar 2013, 1:19 pm

    se servir para ajudar, aí vai

    G.A.J. - ATIVO 834,89 P.S.S.S. SERV. ATIVO 275,51
    DIF. ANT. GRAT. NATAL 417,44 IMPOSTO DE RENDA 613,02
    DIF. REM.1/3 FERIAS 278,29 SINTRAJUD 8,35
    DIF. G.A.J. - ATIVO 1.669,78 0,00

    Tot. Proventos 3.200,40 Tot. Descontos 896,88
    Tot. Liquido 2.303,52

    Versao: 2 - DIF. JAN. A MARÇO/2013 Cred. em: 26/03/2013
    ______________________________________________________________________________
    para ajudar, aí vai
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    Mensagem por GCC em Ter 26 Mar 2013, 1:28 pm

    Pô Sergio Caldas, o PCS daí foi diferente do nosso?

    No meu caso, do TJDFT, o retroativo mal chegou a mil reais. Também, era analista A03, fiu rebeixado para A01, e não veio a diferença do 13º Salário. Conclusão, meu rejuste mensal líquido, não chega a R$ 350,00.

    Com relação a repaziada que está esperando pingar. Pode ter certeza eu vai só pingar mesmo. Pingar e evaporar. Pois derramar dinheiro, só em conta de incorporadão, onde a bufunfa é derramada todo mês.


    sergio caldas escreveu:se servir para ajudar, aí vai

    G.A.J. - ATIVO 834,89 P.S.S.S. SERV. ATIVO 275,51
    DIF. ANT. GRAT. NATAL 417,44 IMPOSTO DE RENDA 613,02
    DIF. REM.1/3 FERIAS 278,29 SINTRAJUD 8,35
    DIF. G.A.J. - ATIVO 1.669,78 0,00

    Tot. Proventos 3.200,40 Tot. Descontos 896,88
    Tot. Liquido 2.303,52

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    Mensagem por magmontal em Ter 26 Mar 2013, 2:03 pm

    Aqui na jf/sp ainda não pingou nada.

    Recebemos essa msg em nosso e-mail :


    Senhores(as) Magistrados(as) e Servidores(as)





    Comunicamos que o Conselho da Justiça Federal solicitou, em 25.03.2013, o encaminhamento da folha suplementar referente aos aumentos do subsídio dos magistrados e da remuneração dos servidores, decorrentes das Leis nº 12.771/2012 e nº 12.774/2012, relativa ao período de janeiro a março de 2013, visando o repasse orçamentário e financeiro para um eventual pagamento do passivo ainda nesta semana.





    Dessa forma, comunicamos que esta Seção Judiciária deu cumprimento imediato à solicitação encaminhando a folha suplementar ao E. Tribunal Regional Federal da 3ª Região e assim que repassados os recursos financeiros, adotará as providencias pertinentes como de praxe, inclusive, disponibilizando o contracheque na Intranet, com a provável data do crédito.





    Alessandra de Medeiros Nogueira Reis

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    Mensagem por Anaju99 em Ter 26 Mar 2013, 2:23 pm

    Aqui TRF4 saiu folha, com pagamento dia 27. Só esqueceram de alimentar o Leão, o bicho veio com uma fome voraz.
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    Mensagem por Bagao em Ter 26 Mar 2013, 2:26 pm

    Agências do INSS fazem paralisação em vários Estados

    Funcionários querem regulamentação da jornada de 30 horas
    Do R7

    Várias agências do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) não abriram as portas nesta terça-feira (26) nos Estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, de acordo com informações do Sinsprev (Sindicato dos Trabalhador em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo).

    No Pará, no Ceará e no Paraná, as agências tiveram um atraso na abertura das agências, e nos outros Estados, haverá mobilização dos funcionários, sem paralisação das atividades.

    A greve de 24 horas é um protesto dos funcionários por melhores condições de trabalho e pela regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas para todos.

    São Paulo

    Segundo o Sinsprev, no Estado de São Paulo há 44 agências paralisadas e 13 funcionando parcialmente. A entidade pretende divulgar um balanço mais detalhado no fim da tarde.

    A assessoria de imprensa do INSS confirmou a greve e pede aos cidadãos com hora marcada que compareçam aos postos e façam o novo agendamento com os gerentes do local.

    Será realizado um ato público em frente a Superintendência Estadual do INSS, no Viaduto Santa Ifigênia, ao meio-dia.
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    Mensagem por andre3107 em Ter 26 Mar 2013, 2:29 pm

    Olha só um antigo A2, agora A1, ganhando como antigo A3 kkkkkkkkkkk

    Vencimento 001 82,25
    Vencimento 001 82,25
    Vencimento 001 82,25
    Grat. de Atividade Judiciária 001 380,03
    Grat. de Atividade Judiciária 001 380,03
    Grat. de Atividade Judiciária 001 380,03

    P.S.S.S. 152,55
    Imposto de Renda Retido na Fonte 339,43

    Salário Bruto
    1.386,84

    Descontos
    491,98

    Salário Líquido
    894,86
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    Mensagem por flashfs em Ter 26 Mar 2013, 2:32 pm

    Merrequinha em números para técnico A04 (futuro A02):
    Rendimentos
    ADIANT. GRAT.NATAL (A) 174,53
    GRAT.ATIV.JUDICIARIA-GAJ 349,07
    GRAT.ATIV.JUDICIARIA-GAJ 349,07
    GRAT.ATIV.JUDICIARIA-GAJ 349,07
    Descontos
    PSSS - E.C. 41/03 ATIVOS NOVOS 115,19
    IMPOSTO DE RENDA 256,30
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    Mensagem por Realista em Ter 26 Mar 2013, 4:16 pm

    Olá pessoal,

    Gostaria de saber se algum servidor do MPU pode informar acerca de eventuais ações relativas a desvio de função no Órgão.
    Se conhecem alguem que entrou com a ação e que tipo de trabalho essa pessoa fazia, se obteve êxito e tals. Estou pensando em ajuizar.... sou técnico...
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    Mensagem por consciente em Ter 26 Mar 2013, 4:49 pm

    Aqui no TRE/CE acabaram de enviar e-mail informando que o pagamento do reajuste será efetivado amanhã!

    A quem interessar possa, olha ae a situação do pobre do técnico atual B6, futuro A4 ou B4, sei lá!

    GAJ... 380,03
    GAJ... 380,03
    GAJ... 380,03

    1/3 ferias... 126,67
    PSS..........125,41
    I.R..........279,04
    I.R ferias...1,92

    BRUTO: 1.266,76
    DESCONTOS: 406,37
    LÍQUIDO: 860,39

    Quanto ao adiantamento do "13º", só vai ter o pagamento do retroativo em novembro!!!
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    Mensagem por admvitor em Ter 26 Mar 2013, 6:29 pm

    Galerinha,

    Sei que off, mas não posso deixar passar a oportunidade.

    Estou fazendo recursos para a prova discursiva do CNJ (TA e AJAA).

    Caso tenham interesse, mandem uma mensagem para [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

    Obrigado pelo espaço.


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