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    Tópico Geral

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    Mensagem por lroger8 em Sab Ago 31, 2013 10:23 pm

    Sr. Omar escreveu:Em 2008 quando fiz concurso pro judiciário eu sempre sonhei em ficar estabilizado e me aposentar por lá. Hj a realidade é outra. Desapontamento total. Arrumando forças pra voltar para o Executivo que outrora pagava menos que o PJU. Hoje o Executivo para o dobro pro analista (Ciclo, RF, Agências etc) e o Legislativo paga o triplo ( SF, CD e TCU). As vezes sinto vontade de fazer uma carta e entregar pessoalmente para cada ministro do STF... sem sindicatos, sem entrega indireta: apenas eu, olhando nos olhos de cada um deles e pedindo para que leia a real situação que estamos... uma categoria sendo enterrada a cada dia com a conivência deles... Fico imaginando que a equipe econômica do governo e do STF não aguentaria 5 minutos da minha fala pois eu seria bem objetivo: Iria DESENHAR para que todos entendessem de uma vez por toda o que são 7 anos de arrocho salarial... Uma pena que esses ministros estão se lixando para um mer... como eu... o que dirá sobre um monte de mer...  (o restante da categoria)...
    Prezados,
    Mais a oportunidade está aí. Temos o censo do CNJ. Já respondi dizendo que não tenho o menor orgulho de ser servidor do Judiciário e que estou muito insatisfeito com meu salário. Ora, esses dados vão se tornar públicos. É UMA BOA COISA QUE PODEMOS FAZER EM 2 MINUTOS AGORA MESMO!!! PEÇO QUE TODOS RESPONDAM DEMONSTRANDO A INSATISFAÇÃO GENERALIZADA. QUE ISSO FIQUE CLARO PROS MINISTROS DO STF QUE SE SENTIRÃO, DE ALGUMA FORMA, PRESSIONADOS  A FAZER ALGO!!!! DIVULGUEM!!!! Eis o Link:  http://www.cnj.jus.br/pesquisas-judiciarias/censo-do-poder-judiciario/questionario


    Última edição por lroger8 em Dom Set 01, 2013 1:09 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por fabiomodel em Sab Ago 31, 2013 11:41 pm

    Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
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    Mensagem por FLUSÃO em Dom Set 01, 2013 9:30 am

    Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
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    Mensagem por lroger8 em Dom Set 01, 2013 10:32 am

    FLUSÃO escreveu:Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    Falou tudo! Na verdade, a carta conjunta dos sindicatos endereçada ao STF e noticiada pela Anajus, deixa claro que esses pilantras manipularam a categoria e mentiram, pois o motivo real da recusa era o fim das GAE e GAs que, segundo eles disseram em nosso nome, usando da representação, são consideradas por toda a categoria a maior vitória que tivemos, uma conquista da categoria. Te consultaram para afirmar isso? A mim, não. Então, como vamos agora criticar os colegas do STF por querer sair da zona de abrangência desses patifes, fugindo do carreirão. Não são eles que que querem separar a categoria, quem fez isso foi os próprios sindicatos que, agora, cinicamente dizem que não pode haver separação da categoria. No Judiciário, graças aos sindicalistas, via de regra externos, e ao STF que dá moral a essa corja, quanto mais usa-se o intelecto, menos se ganha! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido!!!! Enquanto tribunais eficientes como o STJ terceirizam os serviços de segurança e motorista, ainda existem tribunais fazendo esses concurso inflando o carreirão.... No STJ,há 3 concursos não há vagas para esses cargos que foram transformados em técnico administrativo, na medida em que vagam. E o serviço vem funcionando muitíssimo bem!!! Esse problema das GAE e GAS, por si só, são um grande óbice para os técnicos e analistas terem uma boa remuneração, pois cria uma escadinha desnecessária (essa é a escada, negritado onde totalmente desnecessária, desarrazoada e nociva à categoria como um todo: 1. juiz substituto, 2. Meirinhos, 3. demais analistas, 4. Seguranças e Motoristas e, por fim, 6. demais técnicos) e faz com que a sociedade, indignada, afirme: um motorista vai ganhar R$ 12 mil?! Detalhe: pros motoristas estarem ganhando isso bruto, significa que os técnicos, graças à escada imposta pela GAS, vão estar ganhando algo como R$ 9 mil. Ps reparem que, na verdade, ao fim e ao cabo, na remuneração, os colegas técnicos acabam sendo lesados tanto pelos meirinhos quanto pelos seguranças e motoristas. Quem vai criticar os colegas do STF?!
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    Mensagem por the who em Dom Set 01, 2013 4:22 pm

    lroger8 escreveu:
    FLUSÃO escreveu:Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    Falou tudo! Na verdade, a carta conjunta dos sindicatos endereçada ao STF e noticiada pela Anajus, deixa claro que esses pilantras manipularam a categoria e mentiram, pois o motivo real da recusa era o fim das GAE e GAs que, segundo eles disseram em nosso nome, usando da representação, são consideradas por toda a categoria a maior vitória que tivemos, uma conquista da categoria. Te consultaram para afirmar isso? A mim, não. Então, como vamos agora criticar os colegas do STF por querer sair da zona de abrangência desses patifes, fugindo do carreirão. Não são eles que que querem separar a categoria, quem fez isso foi os próprios sindicatos que, agora, cinicamente dizem que não pode haver separação da categoria. No Judiciário, graças aos sindicalistas, via de regra externos, e ao STF que dá moral a essa corja, quanto mais usa-se o intelecto, menos se ganha! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido!!!! Enquanto tribunais eficientes como o STJ terceirizam os serviços de segurança e motorista, ainda existem tribunais fazendo esses concurso inflando o carreirão.... No STJ,há 3 concursos não há vagas para esses cargos que foram transformados em técnico administrativo, na medida em que vagam. E o serviço vem funcionando muitíssimo bem!!! Esse problema das GAE e GAS, por si só, são um grande óbice para os técnicos e analistas terem uma boa remuneração, pois cria uma escadinha desnecessária (essa é a escada, negritado onde totalmente desnecessária, desarrazoada e nociva à categoria como um todo: 1. juiz substituto, 2. Meirinhos, 3. demais analistas, 4. Seguranças e Motoristas e, por fim, 6. demais técnicos) e faz com que a sociedade, indignada, afirme: um motorista vai ganhar R$ 12 mil?! Detalhe: pros motoristas estarem ganhando isso bruto, significa que os técnicos, graças à escada imposta pela GAS, vão estar ganhando algo como R$ 9 mil. Ps reparem que, na verdade, ao fim e ao cabo, na remuneração, os colegas técnicos acabam sendo lesados tanto pelos meirinhos quanto pelos seguranças e motoristas. Quem vai criticar os colegas do STF?!

    E as FC's e CJ's?
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    Mensagem por Truta do Policarpo em Seg Set 02, 2013 12:03 am

    Vá estudar, infeliz, pra virar Juiz/Promotor, ao invés de ficar aqui reclamando e xeretando o quanto ganham servidores que exercem funções mais complexas que as suas (furar papel e carimbar folhas A4).
    Analista Desafortunado escreveu:
    camirecas escreveu:Companheiros,

    infelizmente percebo que a valorização da carreira se resumiu a uma relação monetária.
    Passados PCS 1, 2, 3... e assim vai, o que realmente valorizou? A carreira? O nosso bolso?
    O imediatismo salarial está fazendo com que a racionalidade perca terreno para a alienação!
    Só se houve falar em equiparação com esse ou aquele poder. Mas se esquecem que estamos falando de quadros díspares. Como podemos querer se equiparar ao Senado (ou câmara), sendo ele “dono” de seu próprio orçamento (e que orçamento) , e da caneta, e não tendo os servidores um limitador natural de remuneração, a não ser o constitucional?
    Como se equiparar aos auditores que possuem apenas o teto constitucional como limite? Como se equiparar ao TCU que possuem apenas o ministro como limitador?
    Aliás, cabe destacar que quando afirmo que temos um limitador natural de remuneração, estou me referindo aos juízes estaduais de 1º grau, primeiramente, e em seguida aos demais membros do Judiciário (até o STF). Há um escalonamento! Alguém aqui realmente acha que o STF vai aprovar qualquer plano que permita que um servidor com uma FC/CJ ganhe mais do que seu chefe? Já imaginou o servidor de um cartório eleitoral ganhando mais do que o Juiz que lhe é Chefe? Ora, seria mais atrativo ser servidor da JE (com menos atribuições) do que um Juiz! Podem alegar que os incorporados ganham mais, isso é exceção. A lei hoje não permite mais isso. Quando a AJUFE fez aquela grita com o 6613/2009, ali era só para servir à AMB, a quem realmente se mostrou incomodada com a proximidade entre a remuneração de um servidor do judiciário e um Juiz. Como a AMB é mais ligada ao Judiciário Estadual, e somos servidores federais, a AJUFE correu atrás. Fica a sugestão, se temos que nos basear em alguma remuneração para definir um plano, que seja a remuneração do Juiz Estadual. Os nossos sindicalistas entendem isso? Claro que entendem! Vão te falar? Claro que não!!
    Outro ponto, separação das carreiras. Algum companheiro já conseguiu fazer um estudo de como anda o orçamento de cada um dos órgãos? Separar é bem fácil. Sim, mas e o dinheiro? Qual a situação de cada uma das Justiças? Alguém se preocupa em olhar o relatório de gestão de seu órgão para verificar a quantas andas as finanças, os indicadores de comprometimento, em especial, quanto a pessoal? Não sei se perceberam, mas desde o mês passado que o STF vem fazendo, em conjunto com as demais “Justiças”, restrições orçamentárias, através de portarias, para poder alocar recursos no CNJ, inclusive para que o órgão possa nomear concursados. Devido a ser um órgão novo e a LRF ele está com problemas. Esta semana mesmo saiu uma portaria alterando (rebaixando lógico) os limites percentuais de gastos com pessoal de cada Justiça.  E se separar, como fica cada um? Najla falou bem anteriormente quando disse que se separar corre o risco de termos alguns servidores de Justiças “falidas” e outros de “ricas”. A gritaria do STF quanto a criação de novos TRF ocorreu por que mesmo? Por causa de um vício na gênese do PL? Não se enganem, o dinheiro não é tão farto assim! Querer é bom demais, mas para fazer é preciso planejamento, comprometimento e determinação.
    Li o memorial do pessoal do STF. Se para alguma coisa serve, serve para aplacar o ego dos próprios servidores.  Se tem magistrado nesse país que faz com que a CRFB concretamente seja realmente cumprida esse é o Juiz Estadual. Outrossim, se tem uma Justiça que fica ao alcance do povo é a Estadual. Até para o povo ter acesso ao STF é mais complicado, inclusive financeiramente. Remeter a questão à história é dose. A realidade é traçada pelas ideias atuais dos homens. Se no passado era assim, assim foi, hoje não é mais. O pessoal não se preocupou nem em apresentar um estudo orçamentário da coisa para justificar. Bem, mas eles têm todo o direito de pleitear, e não se enganem se conseguirem? Por que digo isso? Por que o PL 190 está aí e, na minha visão, é uma faca de dois gumes que os nossos pelegos sindicalistas não estão nem aí (ou estão e fingem). Vamos lá, o PL, Emenda Constitucional, trata do Estatuto dos Servidores do Poder Judiciário. Remete que o STF deverá editar uma Lei Complementar para tal. No voto os relatores dizem que “a atual pluralidade de regimes impostos aos servidores ofende não apenas a estrutura una do Poder Judiciário, mas também o princípio constitucional da isonomia, pois viabiliza o surgimento de graves disparidades remuneratórias. Afigura-se-nos desproporcional que servidores executores de tarefas congêneres percebam contraprestações tão díspares”.  Nada impede que o STF, a quem caberá traçar normas gerais, no estatuto unifique nacionalmente o modelo remuneratório e crie subtetos de remuneração. Por que será que as associações dos servidores dos estados estão loucas pela aprovação da EC? Os nossos sindicatos estão acompanhando a tramitação do PL? Ontem os sindicatos estaduais se reuniram com o presidente da câmara, alguma entidade representativa nossa estava? Percebo que esse estatuto não tem volta, vai ser aprovado, por que não pegamos carona e tomamos a iniciativa da coisa e inserimos nele questões do nosso modelo remuneratório? Vamos fazer parte da elaboração desse estatuto? Estudos já estão sendo feito?
    Companheiros, como a postagem está ficando longa (peço perdão), depois menciono sobre um verdadeiro Plano de Carreira.
    Colega, você trabalha de fato com algum juiz estadual? VC por acaso conhece algum Estado que paga menos de 20 mil iniciais ( sem contar eleitoral e respondência )?

    Pelo menos no meu Estado há muito tempo eles ( Juízes e Promotores ) deram um banho no JUD E MPU - Juízes Federais e Procuradores da República, não estou falando de servidor, claro ( digo isso porque já trabalhei no MPU e sei que os procuradores da República sempre tiveram algumas regalias a mais que os juízes federais, mas hoje está equiparado - ou quase ).

    Com efeito, desde a posse na primeira comarca, a maioria dos juízes estaduais recebem logo o eleitoral ( quase 4 mil ). E muitas vezes recebem também diárias do eleitoral para responder por outras Zonas ( no meu estado esse limite é r$ 2020 líquidos, por mês, fora a gratificação eleitoral )

    Antes de assumir, já recebem um salário ( se não me engano não pagam Ir e prev pois é verba indenizatória )  

    E nós, pobres servidores?

    Além disso, eles respondem por várias comarcas ( ganhando diária  e se não me engano, ganham por km de deslocamento também ).

    Agora o CNJ liberou o  auxílio - moradia ( quase dois mil ) e o auxílio- alimentação ( maior do que o nosso ). Um amigo meu juiz no Pará recebeu 46 mil retroativo de auxílio-alimentação.


    Quando são promovidos, ganham mais um salário. E nós?

    Muitos juízes e promotores ganham 30, 35, 37 mil ( brutos ), pois têm respondência, eleitoral e todos esses acréscimos ultrapassam o teto.

    E enfatizo: NÃO ACHO QUE ELES GANHAM MUITO NÃO, NÓS É QUE ESTAMOS MATANDO CACHORRO A GRITO.

    E SABEMOS QUEM É QUE PEGA MESMO NO PESADO, FAZENDO MINUTAS DE SENTENÇA, EXPEDIENTES, ATENDENDO ADVOGADO, ETC,ETc.

    Comparando com a iniciativa priavada, conheço um cara de 23 anos que colocou uma empresa de cachorro quente há pouco tempo e hoje e ganha cerca de 200 mil todo mês.

    Só para colocar uma franquia dele gasta-se logo 30 mil de início.


    Voltando ao nosso assunto de servidor:

    Quer dizer então que um Analista com quinze anos de Judiciário não pode chegar a ganhar pelo menos quase igual a um juiz de 25 anos, que acabou de assumir e que não ganha diárias por respondência em outra comarca e que não tem eleitoral?

    Não podemos colocar nesse cálculo servidor com CJ ( vide o comparativo de cargos x cjs, ou seja, proporcionalmente ao número de servidores, a quantidade de cj é mínima e grande parte delas vão para os alienígenas - extra quadro ).

    Resumindo: tenho MUITO PANO PARA A MANGA SE FORMOS COMPARAR  NOSSO SALÁRIO COM O DOS MMS!


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    Mensagem por TRF1/MG em Seg Set 02, 2013 6:18 am

    lroger8 escreveu:
    FLUSÃO escreveu:Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    Falou tudo! Na verdade, a carta conjunta dos sindicatos endereçada ao STF e noticiada pela Anajus, deixa claro que esses pilantras manipularam a categoria e mentiram, pois o motivo real da recusa era o fim das GAE e GAs que, segundo eles disseram em nosso nome, usando da representação, são consideradas por toda a categoria a maior vitória que tivemos, uma conquista da categoria. Te consultaram para afirmar isso? A mim, não. Então, como vamos agora criticar os colegas do STF por querer sair da zona de abrangência desses patifes, fugindo do carreirão. Não são eles que que querem separar a categoria, quem fez isso foi os próprios sindicatos que, agora, cinicamente dizem que não pode haver separação da categoria. No Judiciário, graças aos sindicalistas, via de regra externos, e ao STF que dá moral a essa corja, quanto mais usa-se o intelecto, menos se ganha! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido!!!! Enquanto tribunais eficientes como o STJ terceirizam os serviços de segurança e motorista, ainda existem tribunais fazendo esses concurso inflando o carreirão.... No STJ,há 3 concursos não há vagas para esses cargos que foram transformados em técnico administrativo, na medida em que vagam. E o serviço vem funcionando muitíssimo bem!!! Esse problema das GAE e GAS, por si só, são um grande óbice para os técnicos e analistas terem uma boa remuneração, pois cria uma escadinha desnecessária (essa é a escada, negritado onde totalmente desnecessária, desarrazoada e nociva à categoria como um todo: 1. juiz substituto, 2. Meirinhos, 3. demais analistas, 4. Seguranças e Motoristas e, por fim, 6. demais técnicos) e faz com que a sociedade, indignada, afirme: um motorista vai ganhar R$ 12 mil?! Detalhe: pros motoristas estarem ganhando isso bruto, significa que os técnicos, graças à escada imposta pela GAS, vão estar ganhando algo como R$ 9 mil. Ps reparem que, na verdade, ao fim e ao cabo, na remuneração, os colegas técnicos acabam sendo lesados tanto pelos meirinhos quanto pelos seguranças e motoristas. Quem vai criticar os colegas do STF?!

    Quem vai criticar os colegas do STF por buscarem a separação? Simples a resposta. Deveria ser aqueles que acham que a atitude de Oficiais e Agentes erradas. Mas não, principalmente você que critica a toda hora os externos por buscarem algo somente para eles agora vem bater palma para os que agem da mesma forma. Seus textos são longos e cheio de incoerências, pois o que era errado antes agora você bate palma. Para meus amigos tudo, para os outros nada... tá parecendo político em Brasília!!!
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    Mensagem por balboarocky em Seg Set 02, 2013 9:50 am

    Vi essa a informação hoje:

    ---------------------------------------------------------------
    O Coleprecor aprovou em sua 5ª Reunião Ordinária, realizada esta semana, em Brasília, a proposta de alteração da Resolução Administrativa 63/2010/CSJT, após análises e discussões que envolveram todos os presidentes e corregedores dos TRTs.

    O documento final foi encaminhado pelo coordenador do Coleprecor, desembargador Tarcísio Valente (TRT/MT), ao presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ministro Carlos Alberto Reis de Paula; ao corregedor geral da Justiça do Trabalho, ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho; e à ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

    Conforme proposta apresentada pelo Coleprecor, a Resolução 63 passaria a a adotar o art. 1º com a seguinte redação:

    Art. 1º Esta Resolução visa a instituir a estrutura organizacional básica dos órgãos da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus, condicionada sua implementação à realidade de cada Tribunal quanto aos cargos e funções disponíveis e que vierem a ser criados por lei própria dentro de cada Tribunal Regional do Trabalho.
    Parágrafo Único Os parâmetros organizacionais estabelecidos nesta Resolução servirão de limites para a apreciação de projetos de Lei que vierem a ser submetidos à aprovação do CSJT, haja vista sua função de supervisão administrativa e orçamentária, respeitando a competência do C. TST para o respectivo encaminhamento de projetos de lei.

    Em seu complemento se alteraria a cobrança de implementação, que passaria a vigorar com a seguinte redação:

    Art. 6º Os Tribunais Regionais do Trabalho que não dependerem da aprovação de lei para se adequarem aos termos da presente Resolução terão o prazo de 90 (noventa) dias, e aqueles que dependerem de aprovação de lei para o fim de se adequarem deverão, no mesmo prazo, elaborar e encaminhar os respectivos projetos para apreciação do CSJT.
    Parágrafo único Diante das especificidades de funcionamento do Poder Judiciário Trabalhista a partir da integração do Sistema PJe-JT, a criação de novos cargos para a Justiça do Trabalho deverá priorizar a atividade de Analistas Judiciários da Área Judiciária.
    ---------------------------------------------------------------------------------

    Qual o impacto dessa parte negritada aí????
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    Mensagem por andre3107 em Seg Set 02, 2013 9:52 am

    balboarocky escreveu:Vi essa a informação hoje:

    ---------------------------------------------------------------
    O Coleprecor aprovou em sua 5ª Reunião Ordinária, realizada esta semana, em Brasília, a proposta de alteração da Resolução Administrativa  63/2010/CSJT, após análises e discussões que envolveram todos os presidentes e corregedores dos TRTs.

    O documento final foi encaminhado pelo coordenador do Coleprecor, desembargador Tarcísio Valente (TRT/MT), ao presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ministro Carlos Alberto Reis de Paula; ao corregedor geral da Justiça do Trabalho, ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho; e à ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

    Conforme proposta apresentada pelo Coleprecor, a Resolução 63 passaria a a adotar o art. 1º com a seguinte redação:

    Art. 1º Esta Resolução visa a instituir a estrutura organizacional básica dos órgãos da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus, condicionada sua implementação à realidade de cada Tribunal quanto aos cargos e funções disponíveis e que vierem a ser criados por lei própria dentro de cada Tribunal Regional do Trabalho.
    Parágrafo Único Os parâmetros organizacionais estabelecidos nesta Resolução servirão de limites para a apreciação de projetos de Lei que vierem a ser submetidos à aprovação do CSJT, haja vista sua função de supervisão administrativa e orçamentária, respeitando a competência do C. TST para o  respectivo encaminhamento de projetos de lei.

    Em seu complemento se alteraria a cobrança de implementação, que passaria a vigorar com a seguinte redação:

    Art. 6º Os Tribunais Regionais do Trabalho que não dependerem da aprovação de lei para se adequarem aos termos da presente Resolução terão o prazo de 90 (noventa) dias, e aqueles que dependerem de aprovação de lei para o fim de se adequarem deverão, no mesmo prazo, elaborar e encaminhar os respectivos projetos para apreciação do CSJT.
    Parágrafo único Diante das especificidades de funcionamento do Poder Judiciário Trabalhista a partir da integração do Sistema PJe-JT, a  criação de novos cargos para a Justiça do Trabalho deverá priorizar a atividade de Analistas Judiciários da Área Judiciária.
    ---------------------------------------------------------------------------------

    Qual o impacto dessa parte negritada aí????
    Provavelmente não criarão mais cargos de Técnicos, só de Analista... vão preferir nível superior que, em tese, é mais qualificado...

    Ouvi também semana passada alguma coisa sobre uma proposta do DG do STJ, parece, para que a cada 3 vacâncias de Técnico sejam transformados em 1 de Analista... não sei se vai para frente...
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    Mensagem por balboarocky em Seg Set 02, 2013 9:58 am

    3 por 1.... mas a diferença salarial não é isso tudo nunca!! hehehehe
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    Mensagem por andre3107 em Seg Set 02, 2013 10:03 am

    balboarocky escreveu:3 por 1.... mas a diferença salarial não é isso tudo nunca!! hehehehe
    Objetiva diminuir o impacto orçamentário e reduzir o quadro do PJU que já está muito inchado... já que com Processo Eletrônico não seria necessário batedor de carimbo, juntada... mas precisaria somente de pessoas "capacitadas" que já entrariam com o requisito de Bacharel em Direito, uma vez que nem todo Técnico tem...
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    Mensagem por balboarocky em Seg Set 02, 2013 10:09 am

    Pois é. Tava pensando isso, a tendência é o Judiciário diminuir de tamanho com o PJE, e essa tendência parece bem real, haja vista essa notícia acima. Se a desculpa para o não-aumento é sempre o tamanho do judiciário, é só esperar as aposentadorias, que daqui um tempo o número vai cair drasticamente. Então, é só ter paciência [ironia]
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    Mensagem por lroger8 em Seg Set 02, 2013 10:26 am

    TRF1/MG escreveu:
    lroger8 escreveu:
    FLUSÃO escreveu:Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    Falou tudo! Na verdade, a carta conjunta dos sindicatos endereçada ao STF e noticiada pela Anajus, deixa claro que esses pilantras manipularam a categoria e mentiram, pois o motivo real da recusa era o fim das GAE e GAs que, segundo eles disseram em nosso nome, usando da representação, são consideradas por toda a categoria a maior vitória que tivemos, uma conquista da categoria. Te consultaram para afirmar isso? A mim, não. Então, como vamos agora criticar os colegas do STF por querer sair da zona de abrangência desses patifes, fugindo do carreirão. Não são eles que que querem separar a categoria, quem fez isso foi os próprios sindicatos que, agora, cinicamente dizem que não pode haver separação da categoria. No Judiciário, graças aos sindicalistas, via de regra externos, e ao STF que dá moral a essa corja, quanto mais usa-se o intelecto, menos se ganha! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido!!!! Enquanto tribunais eficientes como o STJ terceirizam os serviços de segurança e motorista, ainda existem tribunais fazendo esses concurso inflando o carreirão.... No STJ,há 3 concursos não há vagas para esses cargos que foram transformados em técnico administrativo, na medida em que vagam. E o serviço vem funcionando muitíssimo bem!!! Esse problema das GAE e GAS, por si só, são um grande óbice para os técnicos e analistas terem uma boa remuneração, pois cria uma escadinha desnecessária (essa é a escada, negritado onde totalmente desnecessária, desarrazoada e nociva à categoria como um todo: 1. juiz substituto, 2. Meirinhos, 3. demais analistas, 4. Seguranças e Motoristas e, por fim, 6. demais técnicos) e faz com que a sociedade, indignada, afirme: um motorista vai ganhar R$ 12 mil?! Detalhe: pros motoristas estarem ganhando isso bruto, significa que os técnicos, graças à escada imposta pela GAS, vão estar ganhando algo como R$ 9 mil. Ps reparem que, na verdade, ao fim e ao cabo, na remuneração, os colegas técnicos acabam sendo lesados tanto pelos meirinhos quanto pelos seguranças e motoristas. Quem vai criticar os colegas do STF?!
    Quem vai criticar os colegas do STF por buscarem a separação? Simples a resposta. Deveria ser aqueles que acham que a atitude de Oficiais e Agentes erradas. Mas não, principalmente você que critica a toda hora os externos por buscarem algo somente para eles agora vem bater palma para os que agem da mesma forma. Seus textos são longos e cheio de incoerências, pois o que era errado antes agora você bate palma. Para meus amigos tudo, para os outros nada... tá parecendo político em Brasília!!!
    Prezado,
    Essa é a sua opinião. Obviamente, a respeito, pois estamos num fórum e, de fato, ninguém está aqui para agradar ninguém. De todo modo, também não trabalho no STF, mas não acho que eles estejam errados. Cinismo são os sindicatos, maciçamente dominados pelos ditos externos, tendo os sindicalistas criados as GAE e GAs querer criticar proposta de separação. Eles começaram tudo isso! Na minha terra, isso chama-se hipocrisia! Querem credibilidade?  Proponham o fim das GAE e GAs, que só impõem escada remuneratória desnecessária na cabeça dos internos - como bem demonstrei - em prol da união da categoria. Fora isso, ninguém vai querer que os que fazem atividade complexa, realmente intelectual, se contentem com esse absurdo, com esse rebaixar os internos pro simples vaidade! Por que os oficiais de justiça não vão lutar pra aumentar a verba indenizatória pela utilização do carro deles (exemplo: quanto custa o aluguel diário de um veículo mais seguro e gasolina - na prática dava para eles pleitearem umas 4 pratas de verba indenizatória, sem chamar a atenção, prejudicar os internos ou atiçar os magistrados e com o apoio de todos)?! Isso não atiça os juízes e não prejudica ninguém! Segurança, motoristas e outras atividades-meio devem ser terceirizadas, pois no STJ funcionou muitíssimo bem e é uma solução imediata para desinflar o carreirão e nossos planos de saúde. Obviamente, os colegas atuais não serão em nada prejudicados, pois passarão a atuar como técnicos administrativos. A 8.112 confere esse lídimo direito a eles. O fato é que a existência deles prejudica os técnicos internos, que ganham menos pro conta da GAs e, na hipótese de qualquer aumento, será bombardeado pela sociedade e Executivo que, como bem sabemos (vide o que ocorre nos aumentos do Legislativo), dirá: como pode um segurança ou motorista  ganhar R$ 12 mil. Pior: para os seguranças e motoristas receberem isso tudo, os técnicos internos estarão recebendo R$ 9 mil graças à escada remuneratória.Ao fim e ao cabo, a existência dessas atividades-meio significa afastar para sempre a viabilidade de os técnicos internos virem a auferir uma boa remuneração. Fato!!!


    Última edição por lroger8 em Seg Set 02, 2013 11:03 am, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por FCLOSE em Seg Set 02, 2013 10:29 am

    PL 6.233/2013

    Autor
    SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

    Apresentação
    30/08/2013

    Ementa
    Dispõe sobre a criação de cargos de provimento efetivo, em comissão e funções comissionadas destinados ao Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências.

    193 cargos de Analista Judiciário e 515 CJs/FCs

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    Mensagem por lroger8 em Seg Set 02, 2013 10:38 am

    andre3107 escreveu:
    balboarocky escreveu:3 por 1.... mas a diferença salarial não é isso tudo nunca!! hehehehe
    Objetiva diminuir o impacto orçamentário e reduzir o quadro do PJU que já está muito inchado... já que com Processo Eletrônico não seria necessário batedor de carimbo, juntada... mas precisaria somente de pessoas "capacitadas" que já entrariam com o requisito de Bacharel em Direito, uma vez que nem todo Técnico tem...
    Prezado,
    Quando você atuar com processo totalmente informatizado, verá que não perderá mais tempo folheando processo (ademais, processo não fecha do nada enquanto você está lendo e digitando a minuta de decisão, tendo que você folhear tudo de novo, como ocorre com os físicos, os advogados somem dos balcões, você não tem que se preocupar se o processo está sendo devolvido com todas as folhas, documentos e volumes), pois fica indexado despachos e decisões, não precisará carregar processo pra um lado e pro outro. Na prática, você ficará fazendo só o serviço especializado Enfim, posso te dizer que, se numa vara houver 20 servidores, funcionará bem e com  mais agilidade com 8, se for tudo informatizado.  Fui me recadastrar na Justiça eleitoral e fiquei chocado com a quantidade de servidores dentro do cartório - e não eram os que estavam fazendo recadastramento. E olha que no DF só há eleições a cada 4 anos!!!  Era uma repartição enorme. Em tempos de informatização, é necessário tantos servidores? LÓGICO QUE NÃO! Lembrando que em outros países a Eleitoral nem sequer integra o Judiciário, ou seja, foi mais um encargo pesado imposto ao PJU pelo Constituinte, do qual não podemos pagar o pato. Enfim, precisa haver racionalidade na Justiça Eleitoral. Com a implantação total da biometria, dois servidores dariam conta da maioria dos cartórios eleitorais, supervisionando terceirizados que fariam o atendimento de balcão. Ora, em cartórios extrajudiciais imensos, não funciona assim? E olha que não costuma dar problemas e lá, se der, o tabelião arca do próprio bolso. Nesses cartórios, há um tabelião, o braço direito dele e o resto ganha bem menos. E lá tem muita coisa que se olhar com cuidado (dados do registro de imóveis, escritura, recolhimento de tributos etc), ou seja, é mais complexo que a supervisão de cadastramento de eleitores, mormente com a biometria que por si só evitará fraudes. Fora isso, temos o TJDFT, que é na verdade tribunal estadual, Justiça federal, trabalhista etc com hordas de servidores em balcões por não ter digitalizado seus processos. Isso é um número imenso! E esses, mesmo não tendo culpa da má-gestão para o que fazem, ganham muito bem. E, pior: são o cartão de visitas da categoria. Eu confesso que antes de entrar para o PJu era essa a imagem que me vinha a cabeça quando pensava nas atividades dos servidores do Judiciário. São nesses que a sociedade e parlamentares pensam quando pedimos aumento, basta ver quantas vezes até mesmo os colegas externos chamaram-nos aqui de balconistas!!! Se para colegas somos mero balconistas, quiçá para a sociedade.    Aberração! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido! Portanto, creia: menos é mais! Te garanto que menos servidores será melhor para nós todos!


    Última edição por lroger8 em Seg Set 02, 2013 11:26 am, editado 3 vez(es)
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    Mensagem por balboarocky em Seg Set 02, 2013 10:43 am

    Sim, eu já trabalho com o PJE. Sei disso, estava falando justamente sobre a redução do Judiciário, que virá. É inexorável.






    lroger8 escreveu:
    andre3107 escreveu:
    balboarocky escreveu:3 por 1.... mas a diferença salarial não é isso tudo nunca!! hehehehe
    Objetiva diminuir o impacto orçamentário e reduzir o quadro do PJU que já está muito inchado... já que com Processo Eletrônico não seria necessário batedor de carimbo, juntada... mas precisaria somente de pessoas "capacitadas" que já entrariam com o requisito de Bacharel em Direito, uma vez que nem todo Técnico tem...
    Prezado,
    Quando você atuar com processo totalmente informatizado, verá que não perderá mais tempo folheando processo, pois fica indexado despachos e decisões, não precisará carregar processo pra um lado e pro outro. Na prática, você ficará fazendo só o serviço especializado Enfim, posso te dizer que, se numa vara houver 20 servidores, funcionará bem e com  mais agilidade com 8, se for tudo informatizado.  Fui me recadastrar na Justiça eleitoral e fiquei chocado com a quantidade de servidores dentro do cartório - e não eram os que estavam fazendo recadastramento. E olha que no DF só há eleições a cada 4 anos!!!  Era uma repartição enorme. Em tempos de informatização, é necessário tantos servidores? LÓGICO QUE NÃO! Lembrando que em outros países a Eleitoral nem sequer integra o Judiciário, ou seja, foi mais um encargo pesado imposto ao PJU pelo Constituinte, do qual não podemos pagar o pato. Enfim, precisa haver racionalidade na Justiça Eleitoral. Com a implantação total da biometria, dois servidores dariam conta da maioria dos cartórios eleitorais, supervisionando terceirizados que fariam o atendimento de balcão. Ora, em cartórios extrajudiciais imensos, não funciona assim? E olha que não costuma dar problemas e lá, se der, o tabelião arca do próprio bolso. Nesses cartórios, há um tabelião, o braço direito dele e o resto ganha bem menos. E lá tem muita coisa que se olhar com cuidado (dados do registro de imóveis, escritura, recolhimento de tributos etc), ou seja, é mais complexo que a supervisão de cadastramento de eleitores, mormente com a biometria que por si só evitará fraudes. Fora isso, temos o TJDFT, que é na verdade tribunal estadual, Justiça federal, trabalhista etc com hordas de servidores em balcões por não ter digitalizado seus processos. Isso é um número imenso! E esses, mesmo não tendo culpa da má-gestão para o que fazem, ganham muito bem. E, pior: são o cartão de visitas da categoria. Eu confesso que antes de entrar para o PJu era essa a imagem que me vinha a cabeça quando pensava nas atividades dos servidores do Judiciário. São nesses que a sociedade e parlamentares pensam quando pedimos aumento, basta ver quantas vezes até mesmo os colegas externos chamaram-nos aqui de balconistas!!! Se para colegas somos mero balconistas, quiçá para a sociedade.    Aberração! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido! Portanto, creia: menos é mais! Te garanto que menos servidores será melhor para nós todos!

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    Mensagem por lroger8 em Seg Set 02, 2013 10:43 am

    the who escreveu:
    lroger8 escreveu:
    FLUSÃO escreveu:Colega, com a devida licença, concordo em parte.
    A proposta da GDI veio em um momento totalmente propício: Lula assinando geral, havia uma proposta concreta que partiu do próprio STF (Gilmar Mendes não foi apadrinhado do PT) e o formato de gratificação de desempenho torna ou aparenta o formato mais gerencial (ou qualquer outro termo que se adapte melhor).
    Mas nos vários piquetes que fui, cheguei a conversar com sindicalista do MT ou MS (não lembro) que falou com todas letras que uma proposta que "parte das elites dominantes, do Gilmar Mendes, não tem como ser boa".
    Na boa, nem vou rir de um "Che Guevara" desses porque deve ser doente.
    Conclusão: estamos perdendo mais ou menos 3 mil reais por mês graças por quase 4 anos graças a essa corja de imbecis.


    fabiomodel escreveu:Eu acho que o problema é outro. Se não me engano, até a famosa proposta de 2009 os salários do PJU ainda não eram divulgados, daí a suposta possibilidade de implantar um PCs com generoso reajuste através da GDI para equiparação com as melhores carreiras. Ocorre que logo em seguida começou a divulgação das médias salariais e ficaram escancarados os casos de servidores ganhando tão bem ou mais que magistrados, foi quando tudo desandou. Hoje há uma resistência enorme tanto interna (magistrados) quanto externa (executivo) para conceder novos reajustes ao PJU por causa da elevada média salarial, sendo fundamental que o futuro plano pague final de carreira + FC inferior ao subsídio de magistrado (subteto) para haver respeito à hierarquia (se vc fosse magistrado também ia querer, ou não ia?).

    A boa notícia é que em 2015 o inicial da magistratura estará em 25k. Talvez lá seja possível termos um final de analista em 18k pois mesmo com uma CJ-3 ainda ficará abaixo da magistratura. Contando que hoje a diferença do inicial para o final é cerca de 60%, teríamos lá um inicial de 11,5k para analista - o que dá um reajuste de cerca de 35% - nada tão absurdo assim. E se forem inteligentes concentram esse reajuste na GAJ pois o impacto sobre a folha total daria pouco mais de 20%, algo bem palatável para o governo / mídia (afinal, adoram fazer sensacionalismo com reajuste de servidor).

    Obs: Uma alternativa seria diminuir o valor das FCs para incorporar parte ao salário, evitando assim que o subteto seja ultrapassado. Mas não tenho esperança que aconteça.. E se o subteto não for observado na elaboração do plano pode ter certeza que não terá o apoio do judiciário (leia-se: magistrados não mexerão uma palha).

    Falou tudo! Na verdade, a carta conjunta dos sindicatos endereçada ao STF e noticiada pela Anajus, deixa claro que esses pilantras manipularam a categoria e mentiram, pois o motivo real da recusa era o fim das GAE e GAs que, segundo eles disseram em nosso nome, usando da representação, são consideradas por toda a categoria a maior vitória que tivemos, uma conquista da categoria. Te consultaram para afirmar isso? A mim, não. Então, como vamos agora criticar os colegas do STF por querer sair da zona de abrangência desses patifes, fugindo do carreirão. Não são eles que que querem separar a categoria, quem fez isso foi os próprios sindicatos que, agora, cinicamente dizem que não pode haver separação da categoria. No Judiciário, graças aos sindicalistas, via de regra externos, e ao STF que dá moral a essa corja, quanto mais usa-se o intelecto, menos se ganha! Qualquer gestor de recursos humanos ficaria estarrecido!!!! Enquanto tribunais eficientes como o STJ terceirizam os serviços de segurança e motorista, ainda existem tribunais fazendo esses concurso inflando o carreirão.... No STJ,há 3 concursos não há vagas para esses cargos que foram transformados em técnico administrativo, na medida em que vagam. E o serviço vem funcionando muitíssimo bem!!! Esse problema das GAE e GAS, por si só, são um grande óbice para os técnicos e analistas terem uma boa remuneração, pois cria uma escadinha desnecessária (essa é a escada, negritado onde totalmente desnecessária, desarrazoada e nociva à categoria como um todo: 1. juiz substituto, 2. Meirinhos, 3. demais analistas, 4. Seguranças e Motoristas e, por fim, 6. demais técnicos) e faz com que a sociedade, indignada, afirme: um motorista vai ganhar R$ 12 mil?! Detalhe: pros motoristas estarem ganhando isso bruto, significa que os técnicos, graças à escada imposta pela GAS, vão estar ganhando algo como R$ 9 mil. Ps reparem que, na verdade, ao fim e ao cabo, na remuneração, os colegas técnicos acabam sendo lesados tanto pelos meirinhos quanto pelos seguranças e motoristas. Quem vai criticar os colegas do STF?!
    E as FC's e CJ's?
    Segurança, motoristas e outras atividades-meio devem ser terceirizadas, pois no STJ funcionou muitíssimo bem e é uma solução imediata para desinflar o carreirão e nossos planos de saúde. Obviamente, os colegas atuais não serão em nada prejudicados, pois passarão a ser e atuar como técnicos administrativos. A 8.112 confere esse lídimo direito a eles. COM ISSO, FICA BEM RESPONDIDA ESSA QUESTÃO DE FC E CJ. E vocês ainda ficam livres do dificílimo e perigosíssimo trabalho de segurança e motorista do PJU, da sobrecarga de trabalho e complexidade que vocês sofrem, quando comparados aos internos (modo irônico ativado). O fato é que a existência deles prejudica os técnicos internos, que ganham menos pro conta da GAs e, na hipótese de qualquer aumento, será bombardeado pela sociedade e Executivo que, como bem sabemos (vide o que ocorre nos aumentos do Legislativo), dirá: como pode um segurança ou motorista ganhar R$ 12 mil. Pior: para os seguranças e motoristas receberem isso tudo, os técnicos internos estarão recebendo R$ 9 mil graças à escada remuneratória.Ao fim e ao cabo, a existência dessas atividades-meio significa afastar para sempre a viabilidade de os técnicos internos virem a auferir uma boa remuneração. Fato!!!


    Última edição por lroger8 em Seg Set 02, 2013 10:56 am, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por balboarocky em Seg Set 02, 2013 10:47 am

    Pois então! Resolvido o problema do PJU, exoneremos todos os técnicos e fiquemos apenas com Analistas. Depois disso seria moleza equiparar-nos com o TCU e Legislativo. Brincadeira, mas que vai diminuir , ah! isso vai!
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    Mensagem por andre3107 em Seg Set 02, 2013 10:50 am

    balboarocky escreveu:Pois então! Resolvido o problema do PJU, exoneremos todos os técnicos e fiquemos apenas com Analistas. Depois disso seria moleza equiparar-nos com o TCU e Legislativo. Brincadeira, mas que vai diminuir , ah! isso vai!
    Acho interessante a proposta de 3 Técnicos pra 1 Analista... sou Técnico e mais um motivo pra eu estudar...
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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 12:15 pm

    Sr. Omar escreveu:Em 2008 quando fiz concurso pro judiciário eu sempre sonhei em ficar estabilizado e me aposentar por lá. Hj a realidade é outra. Desapontamento total. Arrumando forças pra voltar para o Executivo que outrora pagava menos que o PJU. Hoje o Executivo para o dobro pro analista (Ciclo, RF, Agências etc) e o Legislativo paga o triplo ( SF, CD e TCU).


    As vezes sinto vontade de fazer uma carta e entregar pessoalmente para cada ministro do STF... sem sindicatos, sem entrega indireta: apenas eu, olhando nos olhos de cada um deles e pedindo para que leia a real situação que estamos... uma categoria sendo enterrada a cada dia com a conivência deles... Fico imaginando que a equipe econômica do governo e do STF não aguentaria 5 minutos da minha fala pois eu seria bem objetivo: Iria DESENHAR para que todos entendessem de uma vez por toda o que são 7 anos de arrocho salarial... Uma pena que esses ministros estão se lixando para um mer... como eu... o que dirá sobre um monte de mer...  (o restante da categoria)...



    Caminhamos para isso: cada um dirigir-se aos donos do poder e comunicar o que pensa! Esperar por sindicatos não está dando: vai aparecer teia de aranha nos servidores de tanto esperar!
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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 12:18 pm

    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.


    E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 12:59 pm

    Início  Imprensa  Artigos


    Para que serve um sindicato?


      Para que serve um sindicato?
    Criado em Sexta, 30 Agosto 2013 18:25. Acessos: 96

       Por José Valter Medeiros Campêlo, servidor do TRT-13 em Campina Grande e suplente da Coordenação do Alto Sertão do Sindjuf-PB


    http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/artigos/1343-para-que-serve-um-sindicato



    Melhor respota: a minha mesmo, rs

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    Mensagem por fabiomodel em Seg Set 02, 2013 1:02 pm

    Dois por um já estaria de bom tamanho, ou o salário de analista é o triplo do de técnico? E se extinguissem mesmo o cargo de técnico (o que acho muito difícil) ficaria mais fácil valorizar a carreira como um todo, já que haveria apenas serviço especializado (e um cargo em extinção).

    andre3107 escreveu:
    balboarocky escreveu:Pois então! Resolvido o problema do PJU, exoneremos todos os técnicos e fiquemos apenas com Analistas. Depois disso seria moleza equiparar-nos com o TCU e Legislativo. Brincadeira, mas que vai diminuir , ah! isso vai!
    Acho interessante a proposta de 3 Técnicos pra 1 Analista... sou Técnico e mais um motivo pra eu estudar...
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    Mensagem por darkshi em Seg Set 02, 2013 1:02 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.

    E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
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    Mensagem por epitaciosouza em Seg Set 02, 2013 1:07 pm

    FCLOSE escreveu:PL 6.233/2013

    Autor
    SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

    Apresentação
    30/08/2013

    Ementa
    Dispõe sobre a criação de cargos de provimento efetivo, em comissão e funções comissionadas destinados ao Quadro de Pessoal do Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências.

    193 cargos de Analista Judiciário e 515 CJs/FCs

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    A malandragem do executivo!!!

    Reajuste para servidores terá mais R$ 909,4 milhões




    A proposta orçamentária de 2014, encaminhada ao Congresso pelo governo na quinta-feira, reservou R$ 633,8 milhões para novas "reestruturações remuneratórias" de servidores, mas apenas do Executivo. Para os demais Poderes e para o Ministério Público da União (MPU) estão previstos somente recursos para pagar a segunda parcela do reajuste de 15,8% negociado em agosto de 2012, que também será concedida aos funcionários do governo federal. Essa parcela é de 5%.

    O Anexo V do Orçamento reservou também R$ 275,6 milhões para que o Executivo possa fazer "regulamentação de gratificações de qualificação". O governo federal terá, portanto, R$ 909,4 milhões para aumentar as remunerações de seus servidores, além da verba destinada ao pagamento do aumento acordado de 5%.
    Não há recursos na proposta orçamentária para que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, possa reajustar em mais 4,06% o subsídio de ministro do Supremo, que é o teto da remuneração do funcionalismo, segundo o Projeto de Lei 6.218, que encaminhou ao Congresso. Esse reajuste seria adicional à segunda parcela de 5%. Com mais 4,06%, o teto salarial iria para R$ 30.658,42 em primeiro de janeiro de 2014. Barbosa terá que convencer os parlamentares a incluir verba no Orçamento, por meio de suas emendas, para pagar essa despesa, estimada em R$ 747,29 milhões para todo o Judiciário, de acordo com a justificativa apresentada pelo presidente do Supremo.

    A assessoria do Ministério do Planejamento explicou que os gastos de R$ 633,8 milhões com "reestruturações remuneratórias" são autorizativos, pois "o governo decide por realizá-los ou não de acordo com as necessidades da administração pública". Segundo o Planejamento, "somente o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) nos seus cargos/carreiras, passará por reestruturação remuneratória".

    A assessoria explicou que fora dos acordos firmados em 2012, "estão sendo feitos ajustes nos casos dos cargos de nível auxiliar e intermediário do Hospital das Forças Armadas (HFA) e do cargo de nível auxiliar da Funai". Os projetos de lei autorizando as "reestruturações remuneratórias" serão encaminhados pelo governo ao Congresso.

    O custo total no próximo ano da segunda parcela do reajuste acordado em 2012, das "reestruturações remuneratórias" e da "regulamentação de gratificações de qualificação" será de R$ 12,5 bilhões para os três Poderes e para o MPU.


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    E O JUDICIÁRIO: Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep Sleep 
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    Mensagem por darkshi em Seg Set 02, 2013 1:10 pm




    Não há recursos na proposta orçamentária para que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, possa reajustar em mais 4,06% o subsídio de ministro do Supremo, que é o teto da remuneração do funcionalismo, segundo o Projeto de Lei 6.218, que encaminhou ao Congresso. Esse reajuste seria adicional à segunda parcela de 5%. Com mais 4,06%, o teto salarial iria para R$ 30.658,42 em primeiro de janeiro de 2014. Barbosa terá que convencer os parlamentares a incluir verba no Orçamento, por meio de suas emendas, para pagar essa despesa, estimada em R$ 747,29 milhões para todo o Judiciário, de acordo com a justificativa apresentada pelo presidente do Supremo.

    Parte boa da noticia.
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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 1:22 pm

    O tempero de Donadon
    COLUNA ENTRELINHAS PUBLICADA HOJE NO CORREIO BRAZILIENSE

    Os ataques do deputado presidiário ao Ministério Público foram cruciais no sentido de reduzir o número de votos favoráveis à cassação. Afinal, há muitos ali que não suportam os procuradores



    O caso do deputado Natan Donadon, de Rondônia, mereceria uma dissertação de mestrado no sentido de entender o que se passa na cabeça dos políticos. No início da quarta-feira, ninguém apostava que ele seria “absolvido” por seus colegas. Mas, passadas as primeiras 24 horas, era possível vislumbrar o que levou um presidiário a manter o seu mandato. Donadon ganhou na política. E nas próximas linhas você descobrirá o porquê.
    A lição número um para sensibilizar os colegas parlamentares foi agir com humildade e ter a coragem de enfrentar o camburão. Só ali, ele conquistou uns votinhos, mas o que provocou as 41 abstenções, a maioria decidida de última hora, foram os 40 minutos em que o congressista ocupou a tribuna da Câmara.
    Dramalhões à parte, com citação da família e etc., Donadon foi crescendo a cada minuto que falava. O discurso cirúrgico bateu exatamente naquilo que cala fundo aos parlamentares: o Ministério Público, instituição da qual os parlamentares, salvo raras exceções, reclamam quase que diariamente. Este ano, por exemplo, os deputados e senadores só não restringiram os poderes de investigação do Ministério Público por causa das manifestações de junho.
    Para quem não se lembra, vale um parêntese: em junho, estava em discussão a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, de autoria do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA). A PEC definia que as investigações seriam de responsabilidade da polícia e não do MP, a quem cabe fazer as denúncias de cada caso. A proposta seria aprovada, não fosse a presença maciça de jovens na porta do Congresso Nacional naqueles dias de outono.
    Em seu discurso, Donadon usou e abusou de expressões para atacar o MP e se colocar como vítima dos procuradores de Rondônia que apuraram o desvio de recursos na Assembleia Legislativa do Estado. “Entraram, arrombaram, invadiram”, disse ele ao se referir à apreensão de documentos na Assembleia estadual. Mencionou ainda que, se os procuradores quisessem, poderiam ter investigado as empresas envolvidas, mas não o fizeram com o intuito de condená-lo. “O MP diz que fui cooptado. Quem cooptou foi o MP”, afirmou.
    Dada a quantidade expressiva de deputados que se considera vítima do ímpeto dos procuradores, não foi tanta surpresa a absolvição. Quem ouviu atentamente seu discurso concluiu na hora que muitos ali se identificaram. Isso, somado à vontade dos deputados de mandar um recado ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre quem manda no parlamento, foi como juntar a fome à ânsia de comer. Tanto é que, quem tiver curiosidade de verificar as ausências em plenário por partido, verá que não houve uma única legenda responsável pela absolvição. A média foi de 20% de ausências por partido, o que, grosso modo, tem relação direta com o percentual de deputados que têm alguma restrição ao Ministério Público.

    Por falar em responsável…

    Em conversas reservadas, muitos debitam a absolvição de Donadon na conta do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que começou a sessão tarde da noite, numa semana em que o plenário ficaria restrito a debates na quinta-feira, sem que fosse obrigatório o registro da presença. Isso permitiu que muitos voltassem a seus estados ainda na quarta-feira à noite, contribuindo para as ausências.
    Há quem diga ainda que a data para votar o processo de Donadon foi mal escolhida, uma vez que estamos a oito dias do
    Sete de Setembro e da perspectiva de uma grande manifestação. Agora, com a manutenção do mandato, há quem aposte em um aumento no número de pessoas dispostas a participar dos protestos por todo o país, especialmente, em Brasília. Talvez, se Henrique Eduardo Alves estivesse esperado passar o Dia da Independência ou a aprovação do voto aberto para efeito de cassação de mandato, o resultado tivesse sido outro.

    Enquanto isso, no Planalto…

    Quem observa tudo a distância é a presidente Dilma Rousseff. Dentro do governo e do parlamento, muitos consideram que o resultado em favor de Donadon é para desviar a atenção dos manifestantes no Dia da Pátria. Não se surpreendam se, em vez dos protestos serem dirigidos ao Poder Executivo, as palavras de ordem e os cartazes centrarem fogo sobre o Congresso Nacional. Aliás, leitor, pode reparar que, todas as vezes em que os congressistas decepcionam um pouco mais os eleitores, a turma do Planalto fica bem na fita. E, para sorte da presidente Dilma, quem comanda o parlamento é o PMDB, que dia sim e outro também se desgasta perante o eleitorado e fica mais dependente do governo para se manter no poder e eleger bancada. Mas essa é outra história.

    http://www.dzai.com.br/blogdadenise/blog/blogdadenise?tv_pos_id=136772

    ----------------

    Boa análise! Segundo o texto, o Donadon convenceu os parlamentares e manteve seu cargo de deputado porque:

    1) atacou o MP;

    2) muitos deputados não votaram;

    3) a data da votação foi mal escolhida pelo presidente da Câmara.



    PORÉM, acho que teve outro tempero aí: a falta de credibilidade do julgamento do STF, e da justiça em geral. Há muita superficialidade nos julgamentos hoje, desde a primeira instância até o STF. Julgamentos superficiais, às vezes tendenciosos e injustos em várias instâncias criam uma descredibilidade geral na Justiça.



    .


    Última edição por VANDER DE PAULA em Seg Set 02, 2013 1:30 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por camirecas em Seg Set 02, 2013 1:29 pm

    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
    Vander. Pare de culpar o mordomo pela bagunça da casa.
    Alguma conquista das diversas carreiras foi conseguida através de individualismos, sem a participação dos sindicatos/coletivo? Algum patrão dá aos proletários algum benefício só por que quer dar, sem pressão?
    Não adentro aqui na parte analítica da relação representante-representado, mas o sindicato quem faz é você! Se cada um se omite nas eleições, nas deliberações coletivas, contribuem de igual forma como aqueles que apoiam diretamente quem esta no poder.
    É muito fácil culpar o Brasil pelos políticos que tem. Mas como diz o Capitão Nascimento (Tropa de Elite 2), quem financia essa mer... toda?
    De quem é a culpa dos sindicatos pelegos que temos? Quem financia isso? E os omissos?
    Por isso morte aos sindicatos?
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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 1:33 pm

    camirecas escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
    Vander. Pare de culpar o mordomo pela bagunça da casa.
    Alguma conquista das diversas carreiras foi conseguida através de individualismos, sem a participação dos sindicatos/coletivo? Algum patrão dá aos proletários algum benefício só por que quer dar, sem pressão?
    Não adentro aqui na parte analítica da relação representante-representado, mas o sindicato quem faz é você! Se cada um se omite nas eleições, nas deliberações coletivas, contribuem de igual forma como aqueles que apoiam diretamente quem esta no poder.
    É muito fácil culpar o Brasil pelos políticos que tem. Mas como diz o Capitão Nascimento (Tropa de Elite 2), quem financia essa mer... toda?
    De quem é a culpa dos sindicatos pelegos que temos? Quem financia isso? E os omissos?
    Por isso morte aos sindicatos?
    -----


    Parafraseando o FHC (A soma e o resto):

    Sindicatos vivem das glórias do passado; mas glórias do passado não vão resolver os problemas dos servidores hoje!


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    Mensagem por darkshi em Seg Set 02, 2013 1:43 pm

    camirecas escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:
    darkshi escreveu:Uma coisa que agora eu tenho certeza.
    O governo, junto com os lideres do PJU, estão agindo de maneira ativa para arroxar o salário dos servidores do PJU, provavelmente para equilibrar com o carreirão do executivo.
    E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
    Vander. Pare de culpar o mordomo pela bagunça da casa.
    Alguma conquista das diversas carreiras foi conseguida através de individualismos, sem a participação dos sindicatos/coletivo? Algum patrão dá aos proletários algum benefício só por que quer dar, sem pressão?
    Não adentro aqui na parte analítica da relação representante-representado, mas o sindicato quem faz é você! Se cada um se omite nas eleições, nas deliberações coletivas, contribuem de igual forma como aqueles que apoiam diretamente quem esta no poder.
    É muito fácil culpar o Brasil pelos políticos que tem. Mas como diz o Capitão Nascimento (Tropa de Elite 2), quem financia essa mer... toda?
    De quem é a culpa dos sindicatos pelegos que temos? Quem financia isso? E os omissos?
    Por isso morte aos sindicatos?
    Todas as carreiras do legislativo e todo o ciclo de gestão. Todos estes conseguiram o que conseguiram sem participação de sindicatos.
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    Mensagem por camirecas em Seg Set 02, 2013 2:11 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    camirecas escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
    Vander. Pare de culpar o mordomo pela bagunça da casa.
    Alguma conquista das diversas carreiras foi conseguida através de individualismos, sem a participação dos sindicatos/coletivo? Algum patrão dá aos proletários algum benefício só por que quer dar, sem pressão?
    Não adentro aqui na parte analítica da relação representante-representado, mas o sindicato quem faz é você! Se cada um se omite nas eleições, nas deliberações coletivas, contribuem de igual forma como aqueles que apoiam diretamente quem esta no poder.
    É muito fácil culpar o Brasil pelos políticos que tem. Mas como diz o Capitão Nascimento (Tropa de Elite 2), quem financia essa mer... toda?
    De quem é a culpa dos sindicatos pelegos que temos? Quem financia isso? E os omissos?
    Por isso morte aos sindicatos?
    -----


    Parafraseando o FHC (A soma e o resto):

    Sindicatos vivem das glórias do passado; mas glórias do passado não vão resolver os problemas dos servidores hoje!


    --
    Com certeza esse aí queria acabar realmente com os sindicatos, assim como acabou com o pouco satélite que tínhamos para transmissão de dados. Hoje o resultado nós tamos vendo, tentar ressuscitar a Telebrás para nos salvar. Mas esse assunto não é objeto aqui do fórum.
    A 8.112 está cheia de benefícios que ele nos concedeu por boa vontade, sem a participação dos sindicatos.
    Desculpe mas não vou entrar nessa de mencionar o dito cujo não!
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    Mensagem por camirecas em Seg Set 02, 2013 2:14 pm

    darkshi escreveu:
    camirecas escreveu:
    darkshi escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:E com a total inoperância dos sindicatos, pois quem cala, concorda!

    Sindicatos estão contra todos os servidores por não agirem contra a opressão do Governo e dos líderes do PJU!
    Vander. Pare de culpar o mordomo pela bagunça da casa.
    Alguma conquista das diversas carreiras foi conseguida através de individualismos, sem a participação dos sindicatos/coletivo? Algum patrão dá aos proletários algum benefício só por que quer dar, sem pressão?
    Não adentro aqui na parte analítica da relação representante-representado, mas o sindicato quem faz é você! Se cada um se omite nas eleições, nas deliberações coletivas, contribuem de igual forma como aqueles que apoiam diretamente quem esta no poder.
    É muito fácil culpar o Brasil pelos políticos que tem. Mas como diz o Capitão Nascimento (Tropa de Elite 2), quem financia essa mer... toda?
    De quem é a culpa dos sindicatos pelegos que temos? Quem financia isso? E os omissos?
    Por isso morte aos sindicatos?
    Todas as carreiras do legislativo e todo o ciclo de gestão. Todos estes conseguiram o que conseguiram sem participação de sindicatos.
    Será?
    Foi o boca a boca dos servidores!!! Pedi a um aqui outro acolá!
    Repito, a gestão de interesses se dá de maneira coletiva, individualismo não cola. Até mesmo os colegas do STF para pleitear a carreira exclusiva precisaram do coletivo.
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    Mensagem por camirecas em Seg Set 02, 2013 2:18 pm

    Sr. Omar escreveu:Em 2008 quando fiz concurso pro judiciário eu sempre sonhei em ficar estabilizado e me aposentar por lá. Hj a realidade é outra. Desapontamento total. Arrumando forças pra voltar para o Executivo que outrora pagava menos que o PJU. Hoje o Executivo para o dobro pro analista (Ciclo, RF, Agências etc) e o Legislativo paga o triplo ( SF, CD e TCU). As vezes sinto vontade de fazer uma carta e entregar pessoalmente para cada ministro do STF... sem sindicatos, sem entrega indireta: apenas eu, olhando nos olhos de cada um deles e pedindo para que leia a real situação que estamos... uma categoria sendo enterrada a cada dia com a conivência deles... Fico imaginando que a equipe econômica do governo e do STF não aguentaria 5 minutos da minha fala pois eu seria bem objetivo: Iria DESENHAR para que todos entendessem de uma vez por toda o que são 7 anos de arrocho salarial... Uma pena que esses ministros estão se lixando para um mer... como eu... o que dirá sobre um monte de mer...  (o restante da categoria)...

    Companheiro Omar,

    compartilho do cerne de suas agruras, e me incluo. No entanto, entendo que o patinho não é tão feio assim. Não consegui vislumbrar nenhuma carreira que ganhe o dobro do analista no C13. Digo no C13 porque é o último nível e a grande maioria dos servidores estão nesse nível. Se queremos chamar os colegas para participar do debate sobre a nossa carreira, um atrativo precisa ser dado aos do C13.
    Ademais, a maioria das carreiras estão no estágio da reposição inflacionária, tendo em vista já terem feito mudanças no modelo remuneratório. Em tese, não poderão sofrer gatilho por agora. Nós ainda não mudamos o nosso modelo, a princípio, podemos ter mais um gatilho e diminuir a diferença existente. E então, a partir daí, irmos para o estágio da reposição inflacionária.
    Temos que sermos pragmáticos. C13 com 13 mil (+ ainda com um FC1) e do executivo com 22 mil é uma diferença considerável. Acontece que podemos mudar o nosso modelo e diminuir essa diferença, inclusive nos iniciais. Como afirmei, ainda temos chance de mais um gatilho, coisa que muitas outras carreiras não terão cacife para pleitear. O que não podemos é parar de sonhar, acreditar. Aí a vida perdeu o sentido, inclusive no órgão de trabalho.
    Agora, os técnicos estão em situação pior. Bem, aí precisamos da participação de todos para conseguir mudar as gestões no sindicato. Agora, ficar nos fóruns só teclando sem questionar a situação sindical....
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    Mensagem por camirecas em Seg Set 02, 2013 4:57 pm

    AGU apresenta manifestação no STF contra criação dos novos TRFs
    segunda-feira, 2 de setembro de 2013

    A Advocacia-Geral da União enviou no dia 28/8 manifestação ao STF em que defende a inconstitucionalidade da Emenda Constitucional que cria quatro novos TRFs. A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi proposta pela Associação Nacional dos Procuradores Federais em julho. No mesmo dia, o presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, concedeu liminar para suspender a emenda. Segundo a AGU, a Emenda Constitucional 73/2013 sofre de inconstitucionalidade formal e material. Os vícios formais apontados são dois: violação do princípio da separação dos poderes e inobservância das regras de tramitação para propostas de emendas constitucionais.Diz a AGU que a emenda decorreu de projeto de iniciativa parlamentar, e que apenas o Poder Judiciário pode propor a criação ou extinção de tribunais inferiores. "Não se deve permitir que o Poder Constituinte Reformador, mediante projeto de emenda à Constituição, usurpe prerrogativa reservada constitucionalmente a outro Poder da República".O segundo vício formal apontado pela AGU refere-se à tramitação da PEC. Diz a manifestação que a redação final da Emenda foi alterada pela Câmara e por isso deveria ter sido submetida ao Senado.“A emenda sob invectiva padece de vício formal por inobservância ao processo legislativo contemplado pela Carta da República no que tange à edição de emendas constitucionais, devendo ser reconhecida a sua inconstitucionalidade também por esse motivo”, defende. Na época em que a PEC estava para ser promulgada, o presidente do Senado, Renan Calheiros, dizia que relutava em aprová-la devido à possibilidade de questionamentos jurídicos por conta da tramitação. "A opção de não promulgar a Emenda Constitucional que criou novos tribunais regionais federais decorreu do entendimento de que a proposta contém erro formal, suscetível de questionamentos jurídicos, já que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados sofreu alterações substanciais em relação ao que foi enviado pelo Senado Federal", disse o senador em nota.Quando a proposta foi aprovada, Renan estava em missão oficial e a sessão foi presidida pelo deputado André Vargas, que promulgou a EC 73.O vício material apontado pela AGU diz respeito à obrigatoriedade de dotação orçamentária prévia para o custeio de despesas com pessoal e criação de cargos. Para a AGU, os novos tribunais trará impacto à advocacia pública e privada, à Defensoria Pública e ao Ministério Público, o que deveria implicar em um planejamento conjunto das instituições.

    A criação dos novos tribunais é defendida pela OAB, Associação dos Juízes Federais do Brasil, Associação dos Magistrados Brasileiros e o Estado do Paraná, que ingressaram no caso como amicus curiae defendendo a constitucionalidade da Emenda.

    Fonte: Jornal Justiça Federal Hoje

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    Mensagem por Convidado em Seg Set 02, 2013 6:07 pm

    STF cancela sessão da Câmara que decidiu pela mandato do Donadon!
    Se isso não for interferência indevida nos assuntos internos do Legislativo, não sei o que é.
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    Mensagem por darkshi em Seg Set 02, 2013 6:44 pm

    Interferência, é.
    Mas o caso foi tão vergonhoso, que não acho que o presidente da câmara irá defender a independência deles.
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    Mensagem por GCC em Seg Set 02, 2013 7:15 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:STF cancela sessão da Câmara que decidiu pela mandato do Donadon!
    Se isso não for interferência indevida nos assuntos internos do Legislativo,  não sei o que é.
    Interferência não. O STF foi acionado. não. Aquele bando de aloprados mantiveram um deputado condenado por desvio de 8 mi, que perdeu os direitos políticos até a extinção da pena (muito além do resto do mandato), tudo isso contra o texto da CF.
    Votação secreta é para quebra de decoro parlamentar, ou ato compatível com o exercício da função, mas para perda de direitos políticos é a ato da mesa, de ofício.

    Para ele não perder o mandato por falta de comparecimento em sessão, vão dar justa causa por ter ficado fugindo da polícia e agora estar preso.

    O Legislativo hoje, ainda está tentando piorar o que já estava tudo ferrado no exercício da competência deles. Absurdo!

    A Constituição Federal:

    Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    IV - que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

    § 3º - Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.
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    Mensagem por Kowalski em Seg Set 02, 2013 7:29 pm

    GCC escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:STF cancela sessão da Câmara que decidiu pela mandato do Donadon!
    Se isso não for interferência indevida nos assuntos internos do Legislativo,  não sei o que é.
    Interferência não. O STF foi acionado. não. Aquele bando de aloprados mantiveram um deputado condenado por desvio de 8 mi, que perdeu os direitos políticos até a extinção da pena (muito além do resto do mandato), tudo isso contra o texto da CF.
    Votação secreta é para quebra de decoro parlamentar, ou ato compatível com o exercício da função, mas para perda de direitos políticos é a ato da mesa, de ofício.

    Para ele não perder o mandato por falta de comparecimento em sessão, vão dar justa causa por ter ficado fugindo da polícia e agora estar preso.

    O Legislativo hoje, ainda está tentando piorar o que já estava tudo ferrado no exercício da competência deles. Absurdo!

    A Constituição Federal:

    Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:

    IV - que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

    § 3º - Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.
    Para mim é tudo isso é jogo pensado. Se reparar bem, o STF não disse, como era de se esperar, que não cabe à Câmara decidir sobre a perda de mandato. Disse apenas que cabe à mesa diretora decidir e não ao plenário. Isso abre precedente para a mesa decidir também sozinha sobre o mandato dos mensaleiros. Na prática, finge-se para a sociedade que o Supremo moralizou a decisão, mas na verdade se curvou ao Legislativo. Puro jogo de cena.
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    Mensagem por andre3107 em Seg Set 02, 2013 8:52 pm

    Proposta orçamentária reserva R$ 12,5 bi para reajuste do funcionalismo

    A proposta orçamentária para 2014, que o Executivo enviou ao Congresso na quinta-feira (29), reserva R$ 12,5 bilhões para reajustes ao funcionalismo dos três poderes da União (Legislativo, Executivo e Judiciário) e do Ministério Público da União (MPU).

    O valor corresponde à segunda parcela do reajuste negociado pelo governo Dilma Rousseff com as entidades dos servidores, no ano passado. Na época, ficou acertado que o funcionalismo teria um aumento de 15%, a ser dividido em três parcelas de 5%, a começar neste ano.

    Para o Executivo, a proposta orçamentária prevê também valores adicionais para contemplar outros servidores. O texto, no entanto, não especifica as categorias beneficiadas.

    Proposta
    Nesta sexta-feira (30), a Comissão Mista de Orçamento disponibilizou a íntegra da proposta orçamentária para 2014. O texto prevê uma despesa de R$ 2,467 trilhões, sendo R$ 2,362 trilhões dos orçamentos fiscal e da seguridade, e R$ 105,6 bilhões do orçamento de investimento das estatais federais.

    Além do texto, a comissão divulgou o cronograma de tramitação da proposta e a lista com os dez relatores setoriais. O projeto terá como relator-geral o deputado Miguel Corrêa (PT-MG), e como relator da receita o senador Eduardo Amorim (PSC-SE).

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    Mensagem por lroger8 em Seg Set 02, 2013 9:34 pm

    Prezados,
    Vejo como pura politicagem o que vem alardeando parlamentares politiqueiros acerca da PEC para criar regime jurídico único para o Judiciário. De todo modo, enquanto voltava do trabalho ouvi na Voz do Brasil o Protogenes dizendo que isso propiciaria unificar a remuneração. Ora, a magistratura tem um regime jurídico único (LOman) e não tem remuneração igual, como bem sabemos. De toda sorte, até nisso vai ser bom os colegas do STF se descolarem do carreirão, como era até 1993, pois mostrará para esses politiqueiros que a paridade remuneratória é tão somente um mero costume....  Um motivo a mais pelo qual sou favorável, o outro - o principal - é pelo fato de o STF ser pequeno e precisarmos de um órgão puxador, que saia na frente gerando um ciclo virtuoso, como sempre funcionou com o auxílio-alimentação, antes de o CNJ ter tido a "genial" ideia de impor o atrelamento.

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