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    Tópico Geral

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    Mensagem por Mestre dos Magos! em Ter 03 Set 2013, 12:17 am

    A única coisa que sei é que não sei.

    (será?) - Em véspera de ano eleitoral, o sindjusdf faz uma forte campanha de filiação!

    Segue o cortejo!
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    Mensagem por The Punisher em Ter 03 Set 2013, 12:46 am

    Bem... a minha parte pra ajudar este sindicatozinho de mer... a morrer eu fiz: desfiliei-me há 3 semanas. Só lamento não ter feito isso antes.
    O sindjus-df tem que morrer. Ponto.
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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 12:48 am

    The Punisher escreveu:Bem... a minha parte pra ajudar este sindicatozinho de mer... a morrer eu fiz: desfiliei-me há 3 semanas. Só lamento não ter feito isso antes.
    O sindjus-df tem que morrer. Ponto.
    EXATO! A PALHAÇADA QUE FIZERAM DE RECUSAR, EM 2009, PROPOSTA DE EQUIPARAÇÃO COM O TCU SEM CONSULTAR A CATEGORIA, FOI UM DOS MAIORES CRIMES LESA-CATEGORIA DE QUE EU TENHO CONHECIMENTO!!! TODOS NÓS AQUI PERDEMOS UM BOM APARTAMENTO JÁ NESSA BRINCADEIRA DESSES SINDICALISTAS!!!
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Ter 03 Set 2013, 2:41 am

    lroger8 escreveu:
    The Punisher escreveu:Bem... a minha parte pra ajudar este sindicatozinho de mer... a morrer eu fiz: desfiliei-me há 3 semanas. Só lamento não ter feito isso antes.
    O sindjus-df tem que morrer. Ponto.
    EXATO! A PALHAÇADA QUE FIZERAM DE RECUSAR, EM 2009, PROPOSTA DE EQUIPARAÇÃO COM O TCU SEM CONSULTAR A CATEGORIA, FOI UM DOS MAIORES CRIMES LESA-CATEGORIA DE QUE EU TENHO CONHECIMENTO!!! TODOS NÓS AQUI PERDEMOS UM BOM APARTAMENTO JÁ NESSA BRINCADEIRA DESSES SINDICALISTAS!!!
    E O PIOR É QUE SEI DE UM CASO DE UMA COLEGA QUE MORA COM UMA FILHA DEFICIENTE QUE FINANCIOU O APARTAMENTO POR TRINTA ANOS E, DIANTE DO ACÚMULO DE ANOS DE CONGELAMENTO SALARIAL, ESTÁ PARA SER DESPEJADA ( SE JÁ NÃO TIVER SIDO ).

    E O PT E OS MINISTROS DO STF NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA ISSO!

    MAS CONCEDER 42 BILHÕES ( VALOR CONSIDERÁVEL DIANTE DA A ARRECADAÇÃO DA UNIÃO ) PARA O SEGURO DESEMPREGO ( MUITAS VEZES FRAUDULENTO ), AÍ PODE
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Ter 03 Set 2013, 2:45 am

    É POR CONTA DESSAS FIGURAS QUE ESTAMOS NESTA SITUAÇÃO !

    É COMO BEM DISSE O COLEGA GCC:O QUE ESPERAR DE UM SUJEITO QUE SE DENOMINA "TRUTA DO POLICARPO"?



    Truta do Policarpo escreveu:Vá estudar, infeliz, pra virar Juiz/Promotor, ao invés de ficar aqui reclamando e xeretando o quanto ganham servidores que exercem funções mais complexas que as suas (furar papel e carimbar folhas A4).
    Analista Desafortunado escreveu:
    camirecas escreveu:Companheiros,

    infelizmente percebo que a valorização da carreira se resumiu a uma relação monetária.
    Passados PCS 1, 2, 3... e assim vai, o que realmente valorizou? A carreira? O nosso bolso?
    O imediatismo salarial está fazendo com que a racionalidade perca terreno para a alienação!
    Só se houve falar em equiparação com esse ou aquele poder. Mas se esquecem que estamos falando de quadros díspares. Como podemos querer se equiparar ao Senado (ou câmara), sendo ele “dono” de seu próprio orçamento (e que orçamento) , e da caneta, e não tendo os servidores um limitador natural de remuneração, a não ser o constitucional?
    Como se equiparar aos auditores que possuem apenas o teto constitucional como limite? Como se equiparar ao TCU que possuem apenas o ministro como limitador?
    Aliás, cabe destacar que quando afirmo que temos um limitador natural de remuneração, estou me referindo aos juízes estaduais de 1º grau, primeiramente, e em seguida aos demais membros do Judiciário (até o STF). Há um escalonamento! Alguém aqui realmente acha que o STF vai aprovar qualquer plano que permita que um servidor com uma FC/CJ ganhe mais do que seu chefe? Já imaginou o servidor de um cartório eleitoral ganhando mais do que o Juiz que lhe é Chefe? Ora, seria mais atrativo ser servidor da JE (com menos atribuições) do que um Juiz! Podem alegar que os incorporados ganham mais, isso é exceção. A lei hoje não permite mais isso. Quando a AJUFE fez aquela grita com o 6613/2009, ali era só para servir à AMB, a quem realmente se mostrou incomodada com a proximidade entre a remuneração de um servidor do judiciário e um Juiz. Como a AMB é mais ligada ao Judiciário Estadual, e somos servidores federais, a AJUFE correu atrás. Fica a sugestão, se temos que nos basear em alguma remuneração para definir um plano, que seja a remuneração do Juiz Estadual. Os nossos sindicalistas entendem isso? Claro que entendem! Vão te falar? Claro que não!!
    Outro ponto, separação das carreiras. Algum companheiro já conseguiu fazer um estudo de como anda o orçamento de cada um dos órgãos? Separar é bem fácil. Sim, mas e o dinheiro? Qual a situação de cada uma das Justiças? Alguém se preocupa em olhar o relatório de gestão de seu órgão para verificar a quantas andas as finanças, os indicadores de comprometimento, em especial, quanto a pessoal? Não sei se perceberam, mas desde o mês passado que o STF vem fazendo, em conjunto com as demais “Justiças”, restrições orçamentárias, através de portarias, para poder alocar recursos no CNJ, inclusive para que o órgão possa nomear concursados. Devido a ser um órgão novo e a LRF ele está com problemas. Esta semana mesmo saiu uma portaria alterando (rebaixando lógico) os limites percentuais de gastos com pessoal de cada Justiça.  E se separar, como fica cada um? Najla falou bem anteriormente quando disse que se separar corre o risco de termos alguns servidores de Justiças “falidas” e outros de “ricas”. A gritaria do STF quanto a criação de novos TRF ocorreu por que mesmo? Por causa de um vício na gênese do PL? Não se enganem, o dinheiro não é tão farto assim! Querer é bom demais, mas para fazer é preciso planejamento, comprometimento e determinação.
    Li o memorial do pessoal do STF. Se para alguma coisa serve, serve para aplacar o ego dos próprios servidores.  Se tem magistrado nesse país que faz com que a CRFB concretamente seja realmente cumprida esse é o Juiz Estadual. Outrossim, se tem uma Justiça que fica ao alcance do povo é a Estadual. Até para o povo ter acesso ao STF é mais complicado, inclusive financeiramente. Remeter a questão à história é dose. A realidade é traçada pelas ideias atuais dos homens. Se no passado era assim, assim foi, hoje não é mais. O pessoal não se preocupou nem em apresentar um estudo orçamentário da coisa para justificar. Bem, mas eles têm todo o direito de pleitear, e não se enganem se conseguirem? Por que digo isso? Por que o PL 190 está aí e, na minha visão, é uma faca de dois gumes que os nossos pelegos sindicalistas não estão nem aí (ou estão e fingem). Vamos lá, o PL, Emenda Constitucional, trata do Estatuto dos Servidores do Poder Judiciário. Remete que o STF deverá editar uma Lei Complementar para tal. No voto os relatores dizem que “a atual pluralidade de regimes impostos aos servidores ofende não apenas a estrutura una do Poder Judiciário, mas também o princípio constitucional da isonomia, pois viabiliza o surgimento de graves disparidades remuneratórias. Afigura-se-nos desproporcional que servidores executores de tarefas congêneres percebam contraprestações tão díspares”.  Nada impede que o STF, a quem caberá traçar normas gerais, no estatuto unifique nacionalmente o modelo remuneratório e crie subtetos de remuneração. Por que será que as associações dos servidores dos estados estão loucas pela aprovação da EC? Os nossos sindicatos estão acompanhando a tramitação do PL? Ontem os sindicatos estaduais se reuniram com o presidente da câmara, alguma entidade representativa nossa estava? Percebo que esse estatuto não tem volta, vai ser aprovado, por que não pegamos carona e tomamos a iniciativa da coisa e inserimos nele questões do nosso modelo remuneratório? Vamos fazer parte da elaboração desse estatuto? Estudos já estão sendo feito?
    Companheiros, como a postagem está ficando longa (peço perdão), depois menciono sobre um verdadeiro Plano de Carreira.
    Colega, você trabalha de fato com algum juiz estadual? VC por acaso conhece algum Estado que paga menos de 20 mil iniciais ( sem contar eleitoral e respondência )?

    Pelo menos no meu Estado há muito tempo eles ( Juízes e Promotores ) deram um banho no JUD E MPU - Juízes Federais e Procuradores da República, não estou falando de servidor, claro ( digo isso porque já trabalhei no MPU e sei que os procuradores da República sempre tiveram algumas regalias a mais que os juízes federais, mas hoje está equiparado - ou quase ).

    Com efeito, desde a posse na primeira comarca, a maioria dos juízes estaduais recebem logo o eleitoral ( quase 4 mil ). E muitas vezes recebem também diárias do eleitoral para responder por outras Zonas ( no meu estado esse limite é r$ 2020 líquidos, por mês, fora a gratificação eleitoral )

    Antes de assumir, já recebem um salário ( se não me engano não pagam Ir e prev pois é verba indenizatória )  

    E nós, pobres servidores?

    Além disso, eles respondem por várias comarcas ( ganhando diária  e se não me engano, ganham por km de deslocamento também ).

    Agora o CNJ liberou o  auxílio - moradia ( quase dois mil ) e o auxílio- alimentação ( maior do que o nosso ). Um amigo meu juiz no Pará recebeu 46 mil retroativo de auxílio-alimentação.


    Quando são promovidos, ganham mais um salário. E nós?

    Muitos juízes e promotores ganham 30, 35, 37 mil ( brutos ), pois têm respondência, eleitoral e todos esses acréscimos ultrapassam o teto.

    E enfatizo: NÃO ACHO QUE ELES GANHAM MUITO NÃO, NÓS É QUE ESTAMOS MATANDO CACHORRO A GRITO.

    E SABEMOS QUEM É QUE PEGA MESMO NO PESADO, FAZENDO MINUTAS DE SENTENÇA, EXPEDIENTES, ATENDENDO ADVOGADO, ETC,ETc.

    Comparando com a iniciativa priavada, conheço um cara de 23 anos que colocou uma empresa de cachorro quente há pouco tempo e hoje e ganha cerca de 200 mil todo mês.

    Só para colocar uma franquia dele gasta-se logo 30 mil de início.


    Voltando ao nosso assunto de servidor:

    Quer dizer então que um Analista com quinze anos de Judiciário não pode chegar a ganhar pelo menos quase igual a um juiz de 25 anos, que acabou de assumir e que não ganha diárias por respondência em outra comarca e que não tem eleitoral?

    Não podemos colocar nesse cálculo servidor com CJ ( vide o comparativo de cargos x cjs, ou seja, proporcionalmente ao número de servidores, a quantidade de cj é mínima e grande parte delas vão para os alienígenas - extra quadro ).

    Resumindo: tenho MUITO PANO PARA A MANGA SE FORMOS COMPARAR  NOSSO SALÁRIO COM O DOS MMS!


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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 8:00 am

    lroger8 escreveu:Prezados,
    Vejo como pura politicagem o que vem alardeando parlamentares politiqueiros acerca da PEC para criar regime jurídico único para o Judiciário. De todo modo, enquanto voltava do trabalho ouvi na Voz do Brasil o Protogenes dizendo que isso propiciaria unificar a remuneração. Ora, a magistratura tem um regime jurídico único (LOman) e não tem remuneração igual, como bem sabemos. De toda sorte, até nisso vai ser bom os colegas do STF se descolarem do carreirão, como era até 1993, pois mostrará para esses politiqueiros que a paridade remuneratória é tão somente um mero costume....  Um motivo a mais pelo qual sou favorável, o outro - o principal - é pelo fato de o STF ser pequeno e precisarmos de um órgão puxador, que saia na frente gerando um ciclo virtuoso, como sempre funcionou com o auxílio-alimentação, antes de o CNJ ter tido a "genial" ideia de impor o atrelamento.

    Iroger8,

    acredito que vingando realmente a PEC 190, resta prejudicada a carreira exclusiva do STF.
    No entanto, nada impede que através da Lei Complementar editada a carreira seja estratificada, tendo o STF no topo, inclusive com relação à remuneração, e os demais ramos escalonados até a estadual na base, tendo a remuneração de cada um como um percentual da do pessoal do STF.
    São conjunturas, mas, a depender das cabeças pensantes de nosso Judiciário e do Legislativo.
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    Mensagem por andre3107 em Ter 03 Set 2013, 9:00 am

    LEI Nº 12.855, DE 2 DE SETEMBRO DE 2013.

    Institui a indenização devida a ocupante de cargo efetivo das Carreiras e Planos Especiais de Cargos que especifica, em exercício nas unidades situadas em localidades estratégicas vinculadas à prevenção, controle, fiscalização e repressão dos delitos transfronteiriços.

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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 9:01 am

    camirecas escreveu:
    lroger8 escreveu:Prezados,
    Vejo como pura politicagem o que vem alardeando parlamentares politiqueiros acerca da PEC para criar regime jurídico único para o Judiciário. De todo modo, enquanto voltava do trabalho ouvi na Voz do Brasil o Protogenes dizendo que isso propiciaria unificar a remuneração. Ora, a magistratura tem um regime jurídico único (LOman) e não tem remuneração igual, como bem sabemos. De toda sorte, até nisso vai ser bom os colegas do STF se descolarem do carreirão, como era até 1993, pois mostrará para esses politiqueiros que a paridade remuneratória é tão somente um mero costume....  Um motivo a mais pelo qual sou favorável, o outro - o principal - é pelo fato de o STF ser pequeno e precisarmos de um órgão puxador, que saia na frente gerando um ciclo virtuoso, como sempre funcionou com o auxílio-alimentação, antes de o CNJ ter tido a "genial" ideia de impor o atrelamento.
    Iroger8,

    acredito que vingando realmente a PEC 190, resta prejudicada a carreira exclusiva do STF.
    No entanto, nada impede que através da Lei Complementar editada a carreira seja estratificada, tendo o STF no topo, inclusive com relação à remuneração, e os demais ramos escalonados até a estadual na base, tendo a remuneração de cada um como um percentual da do pessoal do STF.
    São conjunturas, mas, a depender das cabeças pensantes de nosso Judiciário e do Legislativo.
    Prezado,
    A PEC vai prever apenas que o STF terá um prazo para fazer um estatuto comum a todos os servidores do Judiciário (da União e Estados), isto é, como já há para os magistrados (Loman) que não têm paridade. Paridade vejo como politicagem barata de políticos envolvidos em escândalos mil como o Protogenes, pai da criança.  A propósito essa e boa pros colegas que diziam aqui que votariam no Tiririca como protesto. Genoíno, Protogenes e outros foram eleitos graças aos votos do Tiririca. De todo modo, é certo que já tem estados como TO que pagam mais que a União. Enfim, se a própria CF não prevê a paridade remuneratória no âmbito da União dispondo que cada tribunal superior vai propor seu próprio projeto de lei tratando da remuneração de seus servidores e também da remuneração dos juízos que lhe são vinculados, Câmara e Senado pagam diferentes, autarquias do próprio Executivo remuneram diferente, só posso ver como politicagem a conversa de que a remuneração será igual. A paridade atual é mero costume, tanto é assim que até 93 o STF pagava diferente - acho que o STJ também.... Se a CF quisesse a uniformidade atual, teria feito disposição assemelhada a que impõe que os projetos tratando ada Loman originem-se do STF. Óbvio!!! De toda sorte, o exemplo da Câmara e Senado (Legislativo Federal) deixa claro que, ainda que se considere o Judiciário um poder nacional, não há como ser imposta a paridade. Cada Estado tem uma realidade tão diferente, autonomia financeira e orçamentária, a Lei de Responsabilidade impõe teto. Enfim, seria o mesmo que atropelar a autonomia dos entes federados, pois os legislativos e executivos estaduais não deliberariam mais sobre projetos de aumento dos servidores estaduais e, em última análise, sobre boa parte de seu próprio seu orçamento. Note-se que mesmo a autonomia conferida às defensorias públicas não alijou o Executivo e Legislativo estadual do processo legislativo, no tocante a remuneração. Mas, enfim, como dito por um amigo nosso aqui, se tivéssemos sindicalistas, e não essas figuras, deveriam estar agindo nos bastidores. Mas nem no site alardeiam qualquer movimentação nesse sentido. Enfim, sou mais do que favorável a extinção desses sindicatos! Não fossem eles, eu estaria com 18 pratas no bolso neste momento. Patifes recusaram equiparação com o TCU sem nos consultar. Que raiva!!! PS de todo modo, eis um motivo a mais pelo qual torço muito pros colegas do STF se separarem do carreirão, pois isso deixará claro pra esses politiqueiros que não há paridade remuneratória nem no próprio PJU, tratando-se de mero costume, que teve origem em 1993.
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    Mensagem por fabiomodel em Ter 03 Set 2013, 9:52 am

    Esse estatuto, tão apoiado pelos servidores dos estados, só terá uma função: acabar com os benefícios (anuênios, licença-prêmio, etc.) que ainda existem nos estados e já não existem mais na União. Quanto à remuneração, deve ficar tudo igual devido à autonomia dos estados, e até mesmo porque muitos estados já têm remuneração superior ao judiciário federal.
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    Mensagem por andre3107 em Ter 03 Set 2013, 9:57 am

    fabiomodel escreveu:Esse estatuto, tão apoiado pelos servidores dos estados, só terá uma função: acabar com os benefícios (anuênios, licença-prêmio, etc.) que ainda existem nos estados e já não existem mais na União. Quanto à remuneração, deve ficar tudo igual devido à autonomia dos estados, e até mesmo porque muitos estados já têm remuneração superior ao judiciário federal.
    Por que tirar benefícios deles se são regidos pelos regimes jurídicos estaduais do servidores ?? E vão continuar regidos por eles... No entanto, se for pra tirar benefícios deles, porque não acrescentar para nós do Judiciário Federal ??

    Se pode tirar benefício deles, também podem estendê-los a nós...

    É tudo uma questão de influenciarmos, fazendo pressão, quando da elaboração da minuta do anteprojeto do estatuto...
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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 9:58 am

    fabiomodel escreveu:Esse estatuto, tão apoiado pelos servidores dos estados, só terá uma função: acabar com os benefícios (anuênios, licença-prêmio, etc.) que ainda existem nos estados e já não existem mais na União. Quanto à remuneração, deve ficar tudo igual devido à autonomia dos estados, e até mesmo porque muitos estados já têm remuneração superior ao judiciário federal.
    Concordo plenamente, prezado! Sem contar que tem estados com cargos específicos, como no PR que tem o cargo efetivo de assessor (realizando concurso suspeitíssimos para os mesmos).
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    Mensagem por fabiomodel em Ter 03 Set 2013, 10:03 am

    Você realmente acha que a tendência é expandir os benefícios a nós? Muito mais provável suprimirem os dos estados, afinal, terão o mesmo estatuto da União (não esse o objetivo do projeto?). Como mencionaram, deve ficar como os magistrados: todo mundo no mesmo estatuto.

    andre3107 escreveu:
    fabiomodel escreveu:Esse estatuto, tão apoiado pelos servidores dos estados, só terá uma função: acabar com os benefícios (anuênios, licença-prêmio, etc.) que ainda existem nos estados e já não existem mais na União. Quanto à remuneração, deve ficar tudo igual devido à autonomia dos estados, e até mesmo porque muitos estados já têm remuneração superior ao judiciário federal.
    Por que tirar benefícios deles se são regidos pelos regimes jurídicos estaduais do servidores ?? E vão continuar regidos por eles... No entanto, se for pra tirar benefícios deles, porque não acrescentar para nós do Judiciário Federal ??

    Se pode tirar benefício deles, também podem estendê-los a nós...

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    Mensagem por andre3107 em Ter 03 Set 2013, 10:05 am

    fabiomodel escreveu:Você realmente acha que a tendência é expandir os benefícios a nós? Muito mais provável suprimirem os dos estados, afinal, terão o mesmo estatuto da União (não esse o objetivo do projeto?). Como mencionaram, deve ficar como os magistrados: todo mundo no mesmo estatuto.

    andre3107 escreveu:
    fabiomodel escreveu:Esse estatuto, tão apoiado pelos servidores dos estados, só terá uma função: acabar com os benefícios (anuênios, licença-prêmio, etc.) que ainda existem nos estados e já não existem mais na União. Quanto à remuneração, deve ficar tudo igual devido à autonomia dos estados, e até mesmo porque muitos estados já têm remuneração superior ao judiciário federal.
    Por que tirar benefícios deles se são regidos pelos regimes jurídicos estaduais do servidores ?? E vão continuar regidos por eles... No entanto, se for pra tirar benefícios deles, porque não acrescentar para nós do Judiciário Federal ??

    Se pode tirar benefício deles, também podem estendê-los a nós...

    É tudo uma questão de influenciarmos, fazendo pressão, quando da elaboração da minuta do anteprojeto do estatuto...
    Não estou falando em tendência... estou falando que se pode puxar a corda para um lado, também pode ser para o outro...
    Agora o que vai ser eu não sei...
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    Mensagem por fabiomodel em Ter 03 Set 2013, 10:08 am

    Não era essa oposição o sindicato realmente independente no RS? Podemos ter esperanças?


    Em cerimônia histórica, oposição assume, pela primeira vez, direção do Sintrajufe/RS


    Independência, luta e emoção foram as palavras que deram a tônica da cerimônia de posse da Direção Colegiada e do Conselho Fiscal que ficará à frente do Sintrajufe/RS até 2016. O Salão Ipanema da AABB, na zona sul de Porto Alegre, lotou, na noite desta sábado, 31. Eram mais de 400 pessoas: a categoria se fez presente, assim como diversos representantes de entidades sindicais, do movimento social e parlamentares e administração do TRT, que prestigiaram a posse e depois se divertiram e dançaram com a banda Samba e Amor e ao som de um DJ.

    A nova direção foi eleita em junho, com quase 44% dos votos e a proposta de um sindicato independente. A chapa vitoriosa elegeu ainda o Conselho Fiscal, que também tomou posse neste sábado. Justamente em 2013, quando o sindicato completa 15 anos e, em todo o país, multidões foram às ruas reivindicar seus direitos por saúde, educação e transporte e contra a corrupção, assume, pela primeira vez, um grupo de oposição.

    A cerimônia teve início com a saudação da representante do Conselho Fiscal que terminou sua gestão, Jane Zambiasi. Ela disse que foram anos de trabalho, superação e resistência, que poderiam ter tido melhor êxito se houvesse mais apoio técnico, o que foi negado pela direção anterior. Falando pelo novo Conselho Fiscal, Paulo Leandro Schleder de Souza afirmou que está “extremamente otimista com uma nova geração” e com a alternância depois de uma década e meia de um mesmo grupo à frente do sindicato. “O nosso papel é de trazer o máximo de transparência”, como exigem os tempos atuais, concluiu.

    “O fato de termos todas as forças representadas diz que todos os olhos estarão voltados para o Sintrajufe/RS”, disse Eugênia Lacerda, coordenadora da Fenajufe, que fez uma saudação em nome da federação. Ela ressaltou que sindicatos independentes de partidos e governos têm sido a escolha dos trabalhadores em todo o país e que, neste momento, é preciso conscientizar os colegas de que somente em uma luta conjunta será possível resgatar a autoestima da categoria e a carreira de fato. Para Eugênia, o Sintrajufe/RS sempre teve um papel importante na luta dos servidores nacionalmente, mas agora assume um protagonismo ainda maior.

    A coordenadora-geral da Fenajufe, Mara Weber, falou em nome da direção que deixou o sindicato. Ela deu as boas-vindas à nova direção e fez um resgate da história da Sintrajufe/RS, desde antes da unificação e mesmo quando ainda era proibida a sindicalização dos servidores, que se reuniam em associações. “Cumprimos a promessa de unificação do Sintrajufe/RS e da federação”, disse Mara, que também falou das ações do sindicato nas áreas de saúde, cultura, patrimônio e na democratização interna.

    “O TRT está presente para marcar a importância da existência de um sindicato que representa os interesses dos servidores”, disse o diretor-geral do Tribunal Regional do Trabalho da 4º Região, Luiz Fernando Taborda Celestino, que representou a presidente, desembargadora Maria Helena Mallmann. Ele afirmou que as portas do tribunal estarão abertas sempre que os interesses associativos e institucionais caminharem juntos e afirmou a importância do diálogo permanente entre a administração e o sindicato, que, concluiu, “exerce um papel importantíssimo”.

    O diretor Cristiano Bernardino Moreira falou em nome da direção recém empossada. A presença de todos na posse, tanto da categoria quanto de outros sindicatos, afirmou, tornou o evento um ato político altamente representativo. Emocionado, Cristiano chamou à frente todos os componentes da nova direção e também um companheiro que não fez parte da chapa vencedora, pois está em outro estado, mas que ajudou a construir a oposição e a pavimentar a vitória: “David Landau, esta vitória também é tua”, convocou. Sob aplausos, David juntou-se aos demais em frente ao palco.

    “É inevitável lembrar toda a luta para chegar até aqui, que se confunde com a luta da categoria, de trabalhadores que não baixaram a cabeça para os diversos governos”, afirmou Cristiano. Ele lembrou a participação em outras eleições no sindicato: “Caímos, perdemos e nos reerguemos”. A cada luta, a certeza cada vez maior de que um sindicato forte se faz com independência e autonomia em relação ao governo. Ao falar dos levantes de junho de 2013, o diretor ponderou que não foi por acaso que a oposição ganhou justamente nesse contexto em que o povo foi para a rua reivindicar direitos. “Nossa vitória não é fruto só de nosso esforço individual, é fruto de um processo amplo, de renovação e amadurecimento da classe trabalhadora”, afirmou, ao citar que, no momento, os professores estaduais estão em greve contra o governo de Tarso Genro e, no Sindisaúde, também ganhou uma chapa de oposição. Além disso, “nossa federação se desvinculou da CUT para recuperar sua autonomia. Achamos que nada disso é por acaso. E a responsabilidade do movimento sindical vai ser enorme”, disse.

    Cristiano afirmou, ainda, que não é possível aceitar um governo que ataca direitos. E os servidores perderam muito: Reforma da Previdência, mais de 40% de perdas salariais, precarização das condições de trabalho, enxugamento do quadro, metas abusivas dos conselhos superiores, processo eletrônico, por exemplo. Os desafios são enormes, reconheceu o diretor. Como enfrentá-los? “Aprendemos nas jornadas de junho que só com o povo na rua podemos conquistar; com nossa categoria não é diferente. Nossa principal tarefa é reconstruir a mobilização, avançar com o conjunto do funcionalismo na luta por data-base, melhoria das condições de trabalho. Um sindicato que não se curva, não se dobra, independente de governos e partidos, é o nosso compromisso para os próximos três anos”, disse Cristiano. “Pode existir luta sem vitória, mas não existe vitória sem luta. E não vamos poupar esforços para que nossa categoria volte a vencer”, concluiu.

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    Mensagem por Ronnie Adams em Ter 03 Set 2013, 10:29 am

    Galera. A separacao da carreira por justicas especializadas é uma realidade. Nos TRTs há muitos incorporados. Na JF mais ou menos. Na eleitoral, tjdf, STF poucos. A diferença do número de funções em cada ramo também é um indicativo. Já temos carreiras próprias de fato. O MPU entra de vendido nessa história. E leva na cabeça. Basta de hipocrisia.
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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 10:59 am

    lroger8 escreveu:
    camirecas escreveu:
    lroger8 escreveu:Prezados,
    Vejo como pura politicagem o que vem alardeando parlamentares politiqueiros acerca da PEC para criar regime jurídico único para o Judiciário. De todo modo, enquanto voltava do trabalho ouvi na Voz do Brasil o Protogenes dizendo que isso propiciaria unificar a remuneração. Ora, a magistratura tem um regime jurídico único (LOman) e não tem remuneração igual, como bem sabemos. De toda sorte, até nisso vai ser bom os colegas do STF se descolarem do carreirão, como era até 1993, pois mostrará para esses politiqueiros que a paridade remuneratória é tão somente um mero costume....  Um motivo a mais pelo qual sou favorável, o outro - o principal - é pelo fato de o STF ser pequeno e precisarmos de um órgão puxador, que saia na frente gerando um ciclo virtuoso, como sempre funcionou com o auxílio-alimentação, antes de o CNJ ter tido a "genial" ideia de impor o atrelamento.
    Iroger8,

    acredito que vingando realmente a PEC 190, resta prejudicada a carreira exclusiva do STF.
    No entanto, nada impede que através da Lei Complementar editada a carreira seja estratificada, tendo o STF no topo, inclusive com relação à remuneração, e os demais ramos escalonados até a estadual na base, tendo a remuneração de cada um como um percentual da do pessoal do STF.
    São conjunturas, mas, a depender das cabeças pensantes de nosso Judiciário e do Legislativo.
    Prezado,
    A PEC vai prever apenas que o STF terá um prazo para fazer um estatuto comum a todos os servidores do Judiciário (da União e Estados), isto é, como já há para os magistrados (Loman) que não têm paridade. Paridade vejo como politicagem barata de políticos envolvidos em escândalos mil como o Protogenes, pai da criança.  A propósito essa e boa pros colegas que diziam aqui que votariam no Tiririca como protesto. Genoíno, Protogenes e outros foram eleitos graças aos votos do Tiririca. De todo modo, é certo que já tem estados como TO que pagam mais que a União. Enfim, se a própria CF não prevê a paridade remuneratória no âmbito da União dispondo que cada tribunal superior vai propor seu próprio projeto de lei tratando da remuneração de seus servidores e também da remuneração dos juízos que lhe são vinculados, Câmara e Senado pagam diferentes, autarquias do próprio Executivo remuneram diferente, só posso ver como politicagem a conversa de que a remuneração será igual. A paridade atual é mero costume, tanto é assim que até 93 o STF pagava diferente - acho que o STJ também.... Se a CF quisesse a uniformidade atual, teria feito disposição assemelhada a que impõe que os projetos tratando ada Loman originem-se do STF. Óbvio!!! De toda sorte, o exemplo da Câmara e Senado (Legislativo Federal) deixa claro que, ainda que se considere o Judiciário um poder nacional, não há como ser imposta a paridade. Cada Estado tem uma realidade tão diferente, autonomia financeira e orçamentária, a Lei de Responsabilidade impõe teto. Enfim, seria o mesmo que atropelar a autonomia dos entes federados, pois os legislativos e executivos estaduais não deliberariam mais sobre projetos de aumento dos servidores estaduais e, em última análise, sobre boa parte de seu próprio seu orçamento. Note-se que mesmo a autonomia conferida às defensorias públicas não alijou o Executivo e Legislativo estadual do processo legislativo, no tocante a remuneração. Mas, enfim, como dito por um amigo nosso aqui, se tivéssemos sindicalistas, e não essas figuras, deveriam estar agindo nos bastidores. Mas nem no site alardeiam qualquer movimentação nesse sentido. Enfim, sou mais do que favorável a extinção desses sindicatos! Não fossem eles, eu estaria com 18 pratas no bolso neste momento. Patifes recusaram equiparação com o TCU sem nos consultar. Que raiva!!! PS de todo modo, eis um motivo a mais pelo qual torço muito pros colegas do STF se separarem do carreirão, pois isso deixará claro pra esses politiqueiros que não há paridade remuneratória nem no próprio PJU, tratando-se de mero costume, que teve origem em 1993.

    Mas eu não falei em paridade nem tão pouco em ferir a autonomia dos estados quanto à remuneração. Qual o problema do STF estabelecer o teto como assim o faz com os magistrados estaduais? Aliás, a proposta inicial do estatuto é justamente se assemelhar ao que ocorre com a magistratura, tornar um "ramo" único não ferindo as autonomias dos estados.
    O STF estabelece as diretrizes gerais e os estados continuam com a autonomia remuneratória obedecendo um teto. E a crença do pessoal é que esse teto será estabelecido e alto nos casos dos estados que pagam pouco.
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 11:06 am

    Enquanto isto, saiu hoje a indenização por trabalho fronteiriço para servidores do executivo. R$ 91,00 por dia trabalhado, expressamente isentos de imposto de renda. Agora, já foi levantada a bola para os procuradores e os magistrados, num futuro que não acredito distante, criarem algo parecido. Enquanto isto, a gente fica com nossa minguada penosa, que não serve para cálculo de 13o e férias, mas descontam o IR!
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 11:07 am

    josebarbos escreveu:Enquanto isto, saiu hoje a indenização por trabalho fronteiriço para servidores do executivo. R$ 91,00 por dia trabalhado, expressamente isentos de imposto de renda. Agora, já foi levantada a bola para os procuradores e os magistrados, num futuro que não acredito distante, criarem algo parecido. Enquanto isto, a gente fica com nossa minguada penosa, que não serve para cálculo de 13o e férias, mas descontam o IR!
    PS: com isto, já não duvido que aquele carreirão do executivo, no que tange carreiras como apoio administrativo da PF, PRF e Receita (recentemente criados) passem a pagar valores líquidos em fronteira mais altos que o MPU e, principalmente o judiciário, que nem penosa tem.
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    Mensagem por Galizezin em Ter 03 Set 2013, 11:08 am

    Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!


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    Mensagem por Galizezin em Ter 03 Set 2013, 11:09 am

    josebarbos escreveu:
    josebarbos escreveu:Enquanto isto, saiu hoje a indenização por trabalho fronteiriço para servidores do executivo. R$ 91,00 por dia trabalhado, expressamente isentos de imposto de renda. Agora, já foi levantada a bola para os procuradores e os magistrados, num futuro que não acredito distante, criarem algo parecido. Enquanto isto, a gente fica com nossa minguada penosa, que não serve para cálculo de 13o e férias, mas descontam o IR!
    PS: com isto, já não duvido que aquele carreirão do executivo, no que tange carreiras como apoio administrativo da PF, PRF e Receita (recentemente criados) passem a pagar valores líquidos em fronteira mais altos que o MPU e, principalmente o judiciário, que nem penosa tem.
    Não à toa nossa carreira foi apelidada de 'barrichello'.
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    Mensagem por andre3107 em Ter 03 Set 2013, 11:12 am

    josebarbos escreveu:
    josebarbos escreveu:Enquanto isto, saiu hoje a indenização por trabalho fronteiriço para servidores do executivo. R$ 91,00 por dia trabalhado, expressamente isentos de imposto de renda. Agora, já foi levantada a bola para os procuradores e os magistrados, num futuro que não acredito distante, criarem algo parecido. Enquanto isto, a gente fica com nossa minguada penosa, que não serve para cálculo de 13o e férias, mas descontam o IR!
    PS: com isto, já não duvido que aquele carreirão do executivo, no que tange carreiras como apoio administrativo da PF, PRF e Receita (recentemente criados) passem a pagar valores líquidos em fronteira mais altos que o MPU e, principalmente o judiciário, que nem penosa tem.
    LEI Nº 12.855, DE 2 DE SETEMBRO DE 2013.

    Institui a indenização devida a ocupante de cargo efetivo das Carreiras e Planos Especiais de Cargos que especifica, em exercício nas unidades situadas em localidades estratégicas vinculadas à prevenção, controle, fiscalização e repressão dos delitos transfronteiriços.

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    Mensagem por andre3107 em Ter 03 Set 2013, 11:13 am

    andre3107 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    josebarbos escreveu:Enquanto isto, saiu hoje a indenização por trabalho fronteiriço para servidores do executivo. R$ 91,00 por dia trabalhado, expressamente isentos de imposto de renda. Agora, já foi levantada a bola para os procuradores e os magistrados, num futuro que não acredito distante, criarem algo parecido. Enquanto isto, a gente fica com nossa minguada penosa, que não serve para cálculo de 13o e férias, mas descontam o IR!
    PS: com isto, já não duvido que aquele carreirão do executivo, no que tange carreiras como apoio administrativo da PF, PRF e Receita (recentemente criados) passem a pagar valores líquidos em fronteira mais altos que o MPU e, principalmente o judiciário, que nem penosa tem.
    LEI Nº 12.855, DE 2 DE SETEMBRO DE 2013.

    Institui a indenização devida a ocupante de cargo efetivo das Carreiras e Planos Especiais de Cargos que especifica, em exercício nas unidades situadas em localidades estratégicas vinculadas à prevenção, controle, fiscalização e repressão dos delitos transfronteiriços.

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    Acredito que se o STF quisesse, poderia enviar um PL nos mesmos moldes da Lei 12.885... se quisesse né...
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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 11:59 am

    Companheiros,

    ultimamente vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?
    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.
    O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!
    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).
    Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...

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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 12:12 pm

    camirecas escreveu:Companheiros,

    ultimamente vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?
    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.
    O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!
    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).  
    Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...

    Como mudar se sabemos como são realizadas as eleições? Ou vc acredita que a Najla perdeu mesmo a eleição pro Sindjus?
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    Mensagem por Ronnie Adams em Ter 03 Set 2013, 12:24 pm

    Devemos comparecer às assembléias, exigir voto eletrônico, exigir atitude de nossos sindicatos e nos filiarmos em massa e não abandonar nosso ente representativo e deixá-los nas mãos dos piores asseclas possíveis. Ainda que os dirigentes queiram empurram suas idéias equivocadas goela abaixo da gente se comparessêssemos às assembléias nos faríamos ouvir e os dobraríamos!
    Mas isso parece utopia. Ninguém faz sua parte!
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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 12:43 pm

    lroger8 escreveu:
    camirecas escreveu:Companheiros,

    ultimamente vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?
    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.
    O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!
    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).  
    Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...

    Como mudar se sabemos como são realizadas as eleições? Ou vc acredita que a Najla perdeu mesmo a eleição pro Sindjus?
    Bem, aí já passa por uma questão de foro íntimo, ou melhor, de reflexão, de cada um. Se acredita que diante dos percalços que a vida no seu cotidiano nos impõe devemos nos resignar, por crer que não há mais o que fazer, bem... paciência!
    A própria Najla esta aí nos mostrando como devemos fazer.
    Achavam que seria impossível "derrubarmos" o Rogério do Sindjufeba. Pois bem, perdemos no plebiscito do modelo remuneratório mas ganhamos a eleição!
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    Mensagem por darkshi em Ter 03 Set 2013, 2:02 pm

    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 2:13 pm

    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
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    Mensagem por darkshi em Ter 03 Set 2013, 2:25 pm

    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
    É isto. Sério.
    Ou vcs acham que em temos de gestão, gerencia, contas abertas, o governo iria pagar salário de TCU para burocrata carimbar papel em uma vara do trabalho no interior do país?
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 2:30 pm

    Comparação:

    Técnico administrativo do Judiciário 1.0 básico lotado em Foz:
    Bruto R$ 5345.03 Líquido R$ 4484.01
    Assistente técnico administrativo da Receita em Foz:
    VB 1.568,42
    GD 1.252,00
    Auxílio Alimentação 373,00
    Adicional de Fronteira (22 dias) R$ 2.002,00
    PSS: R$ 310,24
    Imposto de Renda: R$ 59,96

    Valor Bruto total: R$ 5.195,42
    Valor líquido: R$ 4.825,22

    Sério, quando aplicamos princípio dos pombos em que a pior carreira do serviço público federal, o PGPE nível médio passa a gente, está na hora de fazer uma greve.

    Ah, não?
    Advinhem quem está caminhando para este título. E mesmo que não o seja, já temos garantido o de maior descida da ladeira neste século, o qual temos disputado, no tapa, com os agentes da PF.
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 2:36 pm

    darkshi escreveu:
    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
    É isto. Sério.
    Ou vcs acham que em temos de gestão, gerencia, contas abertas, o governo iria pagar salário de TCU para burocrata carimbar papel em uma vara do trabalho no interior do país?
    Num órgão em que se criticam as contas abertas, vai se falar o que?
    Eu tenho vergonha do meu salário bruto, que qualquer um pode conferir no portal da transparência, mas se precisasse citaria-o. Se a administração joga minha faculdade e especialização em curso no lixo, e prefere me desviar para ficar escrevendo minuta de peça e denúncia, sem nunca na vida ter feito o curso de direito, aí já é outra coisa, mas, inclusive, o simples fato de eu dar conta de tamanho absurdo já mostra que minha reclamação sobre o salário tem seus problemas.

    A questão é que muitos, já ganhando seus 5 dígitos, não tem a mesma argumentação. Como dar aumento a quem ganha seus 12 ou 15 mil e não sabem nem preencher dados num sistema? Quem já deu aula para este povo, e por sorte eu só fiz isto poucas vezes, sabe bem o tamanho do drama.

    E o pior, mais cristalino impossível, é de que os próprios órgãos não estão preocupados em resolver a questão, ou simplesmente possuem este perfil antiquadão mesmo.

    2 de setembro será um dia muito curioso no futuro, lembrado pela morte da Nokia, uma futura telefunken dos celulares. Mas creio que o que se passa no judiciário e MPU é um pouco disto, de gente que deixou a soberba levar ao enfraquecimento, e só acordou tarde demais.

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