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    Mensagem por pernalonga em Ter 03 Set 2013, 2:59 pm

    Mais do esperança, pode ter certeza de que a marca dessa gestão vai ser a independência ! Os governistas estão perdendo (E MUITO) terreno, de norte a sul do Brasil, esse ano será MG, ano que vem será o RJ, e depois chegará a vez do DF.
    Chega de dar sustentação aos nossos adversários, é hora de contra-atacar!

    fabiomodel escreveu:Não era essa oposição o sindicato realmente independente no RS? Podemos ter esperanças?


    Em cerimônia histórica, oposição assume, pela primeira vez, direção do Sintrajufe/RS


    Independência, luta e emoção foram as palavras que deram a tônica da cerimônia de posse da Direção Colegiada e do Conselho Fiscal que ficará à frente do Sintrajufe/RS até 2016. O Salão Ipanema da AABB, na zona sul de Porto Alegre, lotou, na noite desta sábado, 31. Eram mais de 400 pessoas: a categoria se fez presente, assim como diversos representantes de entidades sindicais, do movimento social e parlamentares e administração do TRT, que prestigiaram a posse e depois se divertiram e dançaram com a banda Samba e Amor e ao som de um DJ.

    A nova direção foi eleita em junho, com quase 44% dos votos e a proposta de um sindicato independente. A chapa vitoriosa elegeu ainda o Conselho Fiscal, que também tomou posse neste sábado. Justamente em 2013, quando o sindicato completa 15 anos e, em todo o país, multidões foram às ruas reivindicar seus direitos por saúde, educação e transporte e contra a corrupção, assume, pela primeira vez, um grupo de oposição.

    A cerimônia teve início com a saudação da representante do Conselho Fiscal que terminou sua gestão, Jane Zambiasi. Ela disse que foram anos de trabalho, superação e resistência, que poderiam ter tido melhor êxito se houvesse mais apoio técnico, o que foi negado pela direção anterior. Falando pelo novo Conselho Fiscal, Paulo Leandro Schleder de Souza afirmou que está “extremamente otimista com uma nova geração” e com a alternância depois de uma década e meia de um mesmo grupo à frente do sindicato. “O nosso papel é de trazer o máximo de transparência”, como exigem os tempos atuais, concluiu.

    “O fato de termos todas as forças representadas diz que todos os olhos estarão voltados para o Sintrajufe/RS”, disse Eugênia Lacerda, coordenadora da Fenajufe, que fez uma saudação em nome da federação. Ela ressaltou que sindicatos independentes de partidos e governos têm sido a escolha dos trabalhadores em todo o país e que, neste momento, é preciso conscientizar os colegas de que somente em uma luta conjunta será possível resgatar a autoestima da categoria e a carreira de fato. Para Eugênia, o Sintrajufe/RS sempre teve um papel importante na luta dos servidores nacionalmente, mas agora assume um protagonismo ainda maior.

    A coordenadora-geral da Fenajufe, Mara Weber, falou em nome da direção que deixou o sindicato. Ela deu as boas-vindas à nova direção e fez um resgate da história da Sintrajufe/RS, desde antes da unificação e mesmo quando ainda era proibida a sindicalização dos servidores, que se reuniam em associações. “Cumprimos a promessa de unificação do Sintrajufe/RS e da federação”, disse Mara, que também falou das ações do sindicato nas áreas de saúde, cultura, patrimônio e na democratização interna.

    “O TRT está presente para marcar a importância da existência de um sindicato que representa os interesses dos servidores”, disse o diretor-geral do Tribunal Regional do Trabalho da 4º Região, Luiz Fernando Taborda Celestino, que representou a presidente, desembargadora Maria Helena Mallmann. Ele afirmou que as portas do tribunal estarão abertas sempre que os interesses associativos e institucionais caminharem juntos e afirmou a importância do diálogo permanente entre a administração e o sindicato, que, concluiu, “exerce um papel importantíssimo”.

    O diretor Cristiano Bernardino Moreira falou em nome da direção recém empossada. A presença de todos na posse, tanto da categoria quanto de outros sindicatos, afirmou, tornou o evento um ato político altamente representativo. Emocionado, Cristiano chamou à frente todos os componentes da nova direção e também um companheiro que não fez parte da chapa vencedora, pois está em outro estado, mas que ajudou a construir a oposição e a pavimentar a vitória: “David Landau, esta vitória também é tua”, convocou. Sob aplausos, David juntou-se aos demais em frente ao palco.

    “É inevitável lembrar toda a luta para chegar até aqui, que se confunde com a luta da categoria, de trabalhadores que não baixaram a cabeça para os diversos governos”, afirmou Cristiano. Ele lembrou a participação em outras eleições no sindicato: “Caímos, perdemos e nos reerguemos”. A cada luta, a certeza cada vez maior de que um sindicato forte se faz com independência e autonomia em relação ao governo. Ao falar dos levantes de junho de 2013, o diretor ponderou que não foi por acaso que a oposição ganhou justamente nesse contexto em que o povo foi para a rua reivindicar direitos. “Nossa vitória não é fruto só de nosso esforço individual, é fruto de um processo amplo, de renovação e amadurecimento da classe trabalhadora”, afirmou, ao citar que, no momento, os professores estaduais estão em greve contra o governo de Tarso Genro e, no Sindisaúde, também ganhou uma chapa de oposição. Além disso, “nossa federação se desvinculou da CUT para recuperar sua autonomia. Achamos que nada disso é por acaso. E a responsabilidade do movimento sindical vai ser enorme”, disse.

    Cristiano afirmou, ainda, que não é possível aceitar um governo que ataca direitos. E os servidores perderam muito: Reforma da Previdência, mais de 40% de perdas salariais, precarização das condições de trabalho, enxugamento do quadro, metas abusivas dos conselhos superiores, processo eletrônico, por exemplo. Os desafios são enormes, reconheceu o diretor. Como enfrentá-los? “Aprendemos nas jornadas de junho que só com o povo na rua podemos conquistar; com nossa categoria não é diferente. Nossa principal tarefa é reconstruir a mobilização, avançar com o conjunto do funcionalismo na luta por data-base, melhoria das condições de trabalho. Um sindicato que não se curva, não se dobra, independente de governos e partidos, é o nosso compromisso para os próximos três anos”, disse Cristiano. “Pode existir luta sem vitória, mas não existe vitória sem luta. E não vamos poupar esforços para que nossa categoria volte a vencer”, concluiu.

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    Mensagem por Justiceiro_MA em Ter 03 Set 2013, 3:09 pm

    Prezados,

    se eu fosse empregado de Vossas Senhorias e lhes dissesse que, de 1996 a 2008, meu salário (técnico A1) teve ganho de 709%, enquanto a inflação do período foi de apenas 105,97%, e lhes pedisse um novo reajuste de 56% em 2009, o que Vossas Senhorias me diriam?

    Foi exatamente o que essa turma fez...

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    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.


    Última edição por Justiceiro_MA em Ter 03 Set 2013, 3:16 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 3:12 pm

    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
    Colega meu me mandou e-mail com nome completo do pai dele para que eu pudesse pessoalmente checar no site da transparência e vi com meus próprios olhos: o pai dele agente de portaria do INSS (carreirão), nos ultrapassou!!! Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que, graças aos sindicatos nossa carreira é o maior lixo dentre todas as carreiras da União, não deve ter mais. Lembrando que a carga horária do INSS ainda foi reduzida para 6 horas... Estamos na pior e muito mal pagos!!!
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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 3:16 pm

    Justiceiro_MA escreveu:Prezados,

    se eu fosse empregado de Vossas Senhorias e lhes dissesse que, de 1996 a 2008, meu salário (técnico A1) teve ganho de 709%, enquanto a inflação do período foi de apenas 105,97%, e lhes pedissem um novo reajuste de 56% em 2009, o que Vossas Senhorias me diriam?

    Foi exatamente o que essa turma fez...

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    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
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    Mensagem por Galizezin em Ter 03 Set 2013, 3:18 pm

    Justiceiro_MA escreveu:Prezados,

    se eu fosse empregado de Vossas Senhorias e lhes dissesse que, de 1996 a 2008, meu salário (técnico A1) teve ganho de 709%, enquanto a inflação do período foi de apenas 105,97%, e lhes pedissem um novo reajuste de 56% em 2009, o que Vossas Senhorias me diriam?

    Foi exatamente o que essa turma fez...

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    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Só diz pra 'nóis' qual era o poder aquisitivo dessa turma em 1996!


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    Mensagem por darkshi em Ter 03 Set 2013, 3:24 pm

    lroger8 escreveu:
    Justiceiro_MA escreveu:Prezados,

    se eu fosse empregado de Vossas Senhorias e lhes dissesse que, de 1996 a 2008, meu salário (técnico A1) teve ganho de 709%, enquanto a inflação do período foi de apenas 105,97%, e lhes pedissem um novo reajuste de 56% em 2009, o que Vossas Senhorias me diriam?

    Foi exatamente o que essa turma fez...

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    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Perfeito, Justiceiro!
    Além de mal intencionados, são completamente amadores! Enfim, estamos no pior dos mundos com essa cambada!!!
    Que susto eu levei. Esta revista é datada de 2007. Ainda vivíamos a era de ouro do Policarpo. Em que acreditávamos que o céu(nado) era o limite. E que "o patrão" iria nos levar ao céu(nado) apenas pelos nossos belos olhos (e as habilidades do maior negociador que este país já teve. O Polipoli).

    Sério. Isto mostra o que é o Policarpo. Não existe politico melhor que defina o que é o PT do que ele. Medíocre, fraco, mentiroso, arrogante, e que vive de marketing. Esta revista serviu para isto. Para dizer que o nosso farol de alexandria nos iria levar até o céu(nado). Cara. Qualquer sindicato minimamente com noção iria esconder a sete chaves o índice de aumento que uma categoria teve. Isto é dar ouro ao ladrão. É pedir para o "patrão" negar o aumento pq ao longo do tempo já tivemos reajustes demais. Não é atoa que não tivemos nada desdê-la.
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 3:28 pm

    lroger8 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
    Colega meu me mandou e-mail com nome completo do pai dele para que eu pudesse pessoalmente checar no site da transparência e vi com meus próprios olhos: o pai dele agente de portaria do INSS (carreirão), nos ultrapassou!!! Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que, graças aos sindicatos nossa carreira é o maior lixo dentre todas as carreiras da União, não deve ter mais. Lembrando que a carga horária do INSS ainda foi reduzida para 6 horas... Estamos na pior e muito mal pagos!!!
    Fico impressionado quando ainda temos que ficar discutindo quem é pior ou melhor.

    Digamos que os últimos anos dourados do MPU e Judiciário, aqueles em que até os pés-duros se davam por satisfeitos, foi aquele período entre 2003 a 2007.

    Não, não precisávamos ficar discutindo se é mais vantagem ser técnico do MPU ou do INSS. Pelo simples motivo de que o salário do um técnico do MPU "estuprava" o do analista. Analista do MPU nem pensaria em assumir ciclo de gestão se já estivesse na metade para o fim da carreira.

    Nós já estamos uns quatro anos atrasados em relação a se ligar. Ainda dá para viver com o nosso salário, vamos tentar ser otimistas e pensar que foi um ciclo virtuoso para todo o mundo, mas onde vamos parar? É isto que queremos?
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 3:31 pm

    Galizezin escreveu:
    Justiceiro_MA escreveu:Prezados,

    se eu fosse empregado de Vossas Senhorias e lhes dissesse que, de 1996 a 2008, meu salário (técnico A1) teve ganho de 709%, enquanto a inflação do período foi de apenas 105,97%, e lhes pedissem um novo reajuste de 56% em 2009, o que Vossas Senhorias me diriam?

    Foi exatamente o que essa turma fez...

    http://www.sindjusdf.org.br/pdf/revista/revista38.pdf

    darkshi escreveu:
    Galizezin escreveu:Caríssimos, eu vou lhes dizer o que tenho percebido já faz um bom tempo: membros e juízes estão preocupados com o poder aquisitivo dos servidores, mas no sentido inverso. O negócio é nos achatar mesmo. Isso se chama 'evasão' programada. Quem puder, vaze!
    Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Só diz pra 'nóis' qual era o poder aquisitivo dessa turma em 1996!
    Não só a questão do poder aquisitivo, mas lembrar também de mostrar quanto era o salário "efetivo".

    Uma coisa é você ganhar R$ 1.000,00 e ter função bem alta para todo o mundo e poder incorporar parte daquilo a cada ano. Se depois de 10 anos você ganha, na prática, R$ 5.000,00, sem poder incorporar, não há que se falar em reajuste desta ordem.
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    Mensagem por Galizezin em Ter 03 Set 2013, 3:51 pm

    Da minha parte, estou torcendo para que o Obama ataque a Síria e se enrosque de tal forma que provoque uma guerra de proporções alarmantes. Voto pela crise e pelo caos, já que estamos todos fod....


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    Mensagem por lroger8 em Ter 03 Set 2013, 4:29 pm

    josebarbos escreveu:
    lroger8 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    darkshi escreveu:Eu acredito que existe um acordo de portas fechadas para equiparar o nosso salário com o salário do carreirão do executivo.
    Pq a falta de interesse do STF de pedir nem a reposição inflacionaria desde 2008 é patente que estamos vivendo um arrocho.
    Opa, que bom! Pelo menos chegamos ao final da ladeira, é isto?
    Porque, como disse, até o lixo do carreirão já começa a ter hipóteses em que ganha mais que servidor do judiciário.
    Colega meu me mandou e-mail com nome completo do pai dele para que eu pudesse pessoalmente checar no site da transparência e vi com meus próprios olhos: o pai dele agente de portaria do INSS (carreirão), nos ultrapassou!!! Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que, graças aos sindicatos nossa carreira é o maior lixo dentre todas as carreiras da União, não deve ter mais. Lembrando que a carga horária do INSS ainda foi reduzida para 6 horas... Estamos na pior e muito mal pagos!!!
    Fico impressionado quando ainda temos que ficar discutindo quem é pior ou melhor.

    Digamos que os últimos anos dourados do MPU e Judiciário, aqueles em que até os pés-duros se davam por satisfeitos, foi aquele período entre 2003 a 2007.

    Não, não precisávamos ficar discutindo se é mais vantagem ser técnico do MPU ou do INSS. Pelo simples motivo de que o salário do um técnico do MPU "estuprava" o do analista. Analista do MPU nem pensaria em assumir ciclo de gestão se já estivesse na metade para o fim da carreira.

    Nós já estamos uns quatro anos atrasados em relação a se ligar. Ainda dá para viver com o nosso salário, vamos tentar ser otimistas e pensar que foi um ciclo virtuoso para todo o mundo, mas onde vamos parar? É isto que queremos?
    Concordo, prezado!
    Mas um choque de realidade é muito bom para fazer com que possamos sair da letargia e cobrar dos sindicanalhas a recusa da proposta do Governo e Direitores-Gerais, feita em 2009, que nos equiparava ao TCU sem consultar a categoria!!!
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    Mensagem por moablopes em Ter 03 Set 2013, 4:36 pm

    Estatuto do do Judiciário

    Millena Lopes
    Jornal de Brasília - 03/09/2013




    O Estatuto de Servidores do Judiciário deve entrar hoje na pauta da Câmara dos Deputados, para votação em segundo turno. Pelo menos foi o que prometeu o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves.

    Lobby

    Reunido com representantes da categoria,na semana passada, Alves recomendou que os servidores entrem em contato com os líderes partidários para assegurar o resultado da votação.

    Prazo para o STF

    A PEC 190/07 dá prazo de 360 dias para o Supremo Tribunal Federal (STF) enviar projeto ao Congresso criando o estatuto que deverá unificar as carreiras dos judiciários estaduais e federal, especificando a nomenclatura e a natureza dos cargos, em todos os estados, de forma idêntica.

    313 mil em todo o País

    Segundo dados de 2010 da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), o Judiciário brasileiro possuía cerca de 313 mil servidores, dos quais 15.750 togados e 296.500 não togados. Do total de efetivos, 23 mil (11,5%) estão lotados na Justiça Federal; 34 mil (17%) na Justiça do Trabalho; e 142 mil (71%) na Justiça Estadual.

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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 6:01 pm

    camirecas escreveu:Companheiros,

    ultimamente (1) vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?

    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para (2) aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.

    (3) O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!

    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., (4) vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).

     
    (5) Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    (6) Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...



    (1) Extinção dos sindicatos - A extinção dos sindicatos é pregada como reação ao absoluto aparelhamento do sindicatos aos interesses do inimigo (governo, cúpula do judiciário) e ao uso do aparelho sindical para a perpetuação da torpeza salarial que se estabeleceu com os privilégios.

    (2) Sindicato como único mecanismo de representação - Sindicato é um mecanismo de representação;mas irá surgir outros mecanismos. O paradigma de que o sindicato é o único mecanismo está sendo quebrado; podemos, por exemplo, todos adotarmos como legítimos representantes nossos as associações, como Anata e sinasempu. É preciso alargar o entendimento, arejar as ideias e procurar novos caminhos. Como água represada que encontra novos caminhos!

    (3) Ausência de sindicato - a ausência de poder sindical irá dar lugar a outras formas de representação. E ainda, o sindicato não vai acabar tão logo, pois tem muita gente 'mamando' nele, tem até ex-lider sindical dizendo que ser sindicalista é "um bom emprego". O que pode acontecer é os sindicatos ficarem diminuídos, reduzidos a quase nada, como bactérias que se encapsula para sobreviver.

    (4) Novos mecanismos de representação- Claro que surgirá novos, com a derrocada dos sindicatos! E é melhor até deixar que as coisas evoluam, que surjam naturalmente.

    (5) A qualidade da representação dos sindicalistas hoje - É a pior possível, estão aparelhados, enganando e agindo contra os servidores que os sustentam. Alguém discorda disso?

    (6) A internet permite a representação direta. Um retorno à Grécia antiga. Ao auge da democracia. Poderá ser uma evolução ante a derrocada dos sindicatos!


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    Mensagem por pernalonga em Ter 03 Set 2013, 6:45 pm

    Discordo de todos os teus argumentos, Vander.
    Aqui no RS, lutamos para garantir que tivéssemos um sindicato de fato representativo dos anseios da categoria, e que fosse independente de governos e partidos, e vencemos!
    O que é preciso é que a base se articule pra derrotar essas direções que preferem defender os interesses de seus partidos do que de sua categoria! No RS, assim como Bahia, Santa Catarina, e tantos outros estados, mostramos que isso é possivel SIM! em breve, será a vez da categoria se libetar em MG, RJ e DF!
    Quem prega desfiliação, ajuda o governista e o patrão!
    VANDER DE PAULA escreveu:
    camirecas escreveu:Companheiros,

    ultimamente (1) vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?

    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para (2) aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.

    (3) O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!

    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., (4) vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).

     
    (5) Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    (6) Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...


    (1) Extinção dos sindicatos - A extinção dos sindicatos é pregada como reação ao absoluto aparelhamento do sindicatos aos interesses do inimigo (governo, cúpula do judiciário) e ao uso do aparelho sindical para a perpetuação da torpeza salarial que se estabeleceu com os privilégios.

    (2) Sindicato como único mecanismo de representação - Sindicato é um mecanismo de representação;mas irá surgir outros mecanismos. O paradigma de que o sindicato é o único mecanismo está sendo quebrado; podemos, por exemplo, todos adotarmos como legítimos representantes nossos as associações, como Anata e sinasempu. É preciso alargar o entendimento, arejar as ideias e procurar novos caminhos. Como água represada que encontra novos caminhos!

    (3) Ausência de sindicato - a ausência de poder sindical irá dar lugar a outras formas de representação. E ainda, o sindicato não vai acabar tão logo, pois tem muita gente 'mamando' nele, tem até ex-lider sindical dizendo que ser sindicalista é "um bom emprego". O que pode acontecer é os sindicatos ficarem diminuídos, reduzidos a quase nada, como bactérias que se encapsula para sobreviver.

    (4) Novos mecanismos de representação- Claro que surgirá novos, com a derrocada dos sindicatos! E é melhor até deixar que as coisas evoluam, que surjam naturalmente.

    (5) A qualidade da representação dos sindicalistas hoje - É a pior possível, estão aparelhados, enganando e agindo contra os servidores que os sustentam. Alguém discorda disso?

    (6) A internet permite a representação direta. Um retorno à Grécia antiga. Ao auge da democracia. Poderá ser uma evolução ante a derrocada dos sindicatos!


    .
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    Mensagem por schneider2 em Ter 03 Set 2013, 7:02 pm

    A nossa preocupação não deve ser a grama do vizinho.
    Pergunte para esse assistente técnico se ele não largaria tudo por uma vaguinha de técnico judiciário. Essa indenização sem imposto é por dia trabalhado e deve ser paga só ao pessoal que atua diretamente na parte operacional. Ou seja Analistas, Auditores e Policiais.
    A carreira de Analista está realmente muito defasada, mas a carreira de técnico do PJU ainda é uma das melhores do serviço público federal.
    josebarbos escreveu:Comparação:

    Técnico administrativo do Judiciário 1.0 básico lotado em Foz:
    Bruto R$ 5345.03 Líquido R$ 4484.01
    Assistente técnico administrativo da Receita em Foz:
    VB 1.568,42
    GD 1.252,00
    Auxílio Alimentação 373,00
    Adicional de Fronteira (22 dias) R$ 2.002,00
    PSS: R$ 310,24
    Imposto de Renda: R$ 59,96

    Valor Bruto total: R$ 5.195,42
    Valor líquido: R$ 4.825,22

    Sério, quando aplicamos princípio dos pombos em que a pior carreira do serviço público federal, o PGPE nível médio passa a gente, está na hora de fazer uma greve.

    Ah, não?
    Advinhem quem está caminhando para este título. E mesmo que não o seja, já temos garantido o de maior descida da ladeira neste século, o qual temos disputado, no tapa, com os agentes da PF.
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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 7:08 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:
    camirecas escreveu:Companheiros,

    ultimamente (1) vários colegas pregam a extinção dos sindicatos. Reitero que isso me angustia porque qual o cenário possível na falta de um “articulador” para nos representar?

    Não quero com isso remeter nesse momento à uma avaliação da qualidade da representação não, mas questionar qual o fundamento que podemos ter para (2) aniquilar com um mecanismo pelo qual é essencial para o jogo de interesses na tríade governo – salário – servidor ou governo – condições de trabalho – servidor.

    (3) O que esperar de um cenário de ausência de sindicatos? O “caos”? Sim, por que cada um por si, individualmente, gritando, puxando para o seu lado, sem um norte, sem uma direção, vira o caos. E para o patrão, não tem cenário melhor!

    No tensionamento da avaliação da relação de trabalho entre governo e servidor, não importa se será chamado de sindicato, organização, equipe, grupo de trabalho, interlocutor, colegiado, representante, comissão etc., (4) vai ser necessário o mecanismo da representação. É fundamental! O patrão (só ele mesmo) não vai poder, nem querer, conversar com todos, reunir todo mundo e sair perguntando o que cada um quer. E outra, só se consegue os anseios através da união. Reitero, no jogo de interesses da relação governo – salário – servidor, servidor fraco é chicoteado. Só resta a luta e mostrando força (unidos).

     
    (5) Bem, quanto a qualidade da representação, aí é outra história. E aí concordo que precisamos nos mexer, nos mobilizar. Isso é um problema pelo qual passa a nossa “pseudodemocracia”. Estamos passando por um momento de depreciação da relação representante-representado na nossa política e no meio sindical. Quando se elege um representante (político ou sindical) não se delega a ele um “cheque em branco”, apenas que ele pratique atos que por certas impossibilidades não podem ser praticados pelo representado. O que quer dizer, que ao votar ou praticar atos, pergunte antes ao representado como ele deve agir, caso contrário a representação esta viciada, prejudicada. Alguém faz isso, político ou sindicalista? E de quem é a culpa? Do mecanismo da representação ou dos homens? O que precisamos mudar, a representação ou os representantes?
    (6) Mudaria a representação se fossemos para a participação direta, mas...


    (1) Extinção dos sindicatos - A extinção dos sindicatos é pregada como reação ao absoluto aparelhamento do sindicatos aos interesses do inimigo (governo, cúpula do judiciário) e ao uso do aparelho sindical para a perpetuação da torpeza salarial que se estabeleceu com os privilégios.

    (2) Sindicato como único mecanismo de representação - Sindicato é um mecanismo de representação;mas irá surgir outros mecanismos. O paradigma de que o sindicato é o único mecanismo está sendo quebrado; podemos, por exemplo, todos adotarmos como legítimos representantes nossos as associações, como Anata e sinasempu. É preciso alargar o entendimento, arejar as ideias e procurar novos caminhos. Como água represada que encontra novos caminhos!

    (3) Ausência de sindicato - a ausência de poder sindical irá dar lugar a outras formas de representação. E ainda, o sindicato não vai acabar tão logo, pois tem muita gente 'mamando' nele, tem até ex-lider sindical dizendo que ser sindicalista é "um bom emprego". O que pode acontecer é os sindicatos ficarem diminuídos, reduzidos a quase nada, como bactérias que se encapsula para sobreviver.

    (4) Novos mecanismos de representação- Claro que surgirá novos, com a derrocada dos sindicatos! E é melhor até deixar que as coisas evoluam, que surjam naturalmente.

    (5) A qualidade da representação dos sindicalistas hoje - É a pior possível, estão aparelhados, enganando e agindo contra os servidores que os sustentam. Alguém discorda disso?

    (6) A internet permite a representação direta. Um retorno à Grécia antiga. Ao auge da democracia. Poderá ser uma evolução ante a derrocada dos sindicatos!


    .
    Deduzindo Vander, a exinção do sindicato dará lugar a um sindicato que por questão de nomenclatura se chamará qualquer coisa menos sindicato, mas terá a função da representação que tem o sindicato!
    Reitero, o problema não está na instituição em si, mas em quem está nela!
    Também apoio a participaçãp direta, como já acontece no Sindjufeba, mas mesmo assim ainda vai existir representantes/coletivos, como na Grécia/Roma antiga com os conselhos (senados).

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    Mensagem por camirecas em Ter 03 Set 2013, 7:18 pm

    Galizezin escreveu:Da minha parte, estou torcendo para que o Obama ataque a Síria e se enrosque de tal forma que provoque uma guerra de proporções alarmantes. Voto pela crise e pelo caos, já que estamos todos fod....

    O problema do ambiente virtual é essa discrepância entre saber o ser que é real e o que aparenta o ser ser!
    Defender uma guerra? Admiro suas postagens Galizezin, mas...
    Tenho dois filhos e só penso nas consequências para as crianças!
    Nada justifica uma guerra. Podem até aventar que o Brasil vive uma guerra diária mas não tem comparação com as atrocidades cometidas em um campo de batalha aberto.
    Que as energias positivas protejam os inocentes dessa barbárie!
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 7:28 pm

    schneider2 escreveu: A nossa preocupação não deve ser a grama do vizinho.
    Pergunte para esse assistente técnico se ele não largaria tudo por uma vaguinha de técnico judiciário. Essa indenização sem imposto é por dia trabalhado e deve ser paga só ao pessoal que atua diretamente na parte operacional. Ou seja Analistas, Auditores e Policiais.
    A carreira de Analista está realmente muito defasada, mas a carreira de técnico do PJU ainda é uma das melhores do serviço público federal.
    josebarbos escreveu:Comparação:

    Técnico administrativo do Judiciário 1.0 básico lotado em Foz:
    Bruto R$ 5345.03 Líquido R$ 4484.01
    Assistente técnico administrativo da Receita em Foz:
    VB 1.568,42
    GD 1.252,00
    Auxílio Alimentação 373,00
    Adicional de Fronteira (22 dias) R$ 2.002,00
    PSS: R$ 310,24
    Imposto de Renda: R$ 59,96

    Valor Bruto total: R$ 5.195,42
    Valor líquido: R$ 4.825,22

    Sério, quando aplicamos princípio dos pombos em que a pior carreira do serviço público federal, o PGPE nível médio passa a gente, está na hora de fazer uma greve.

    Ah, não?
    Advinhem quem está caminhando para este título. E mesmo que não o seja, já temos garantido o de maior descida da ladeira neste século, o qual temos disputado, no tapa, com os agentes da PF.
    Nada contra a grama do vizinho, muito pelo contrário.

    Agora, reveja sua atitude... Eu lia este mesmo tipo de comentário sobre outras carreiras: professores, agências reguladoras... aí veio analistas do INSS, nível superior dos servidores de universidades....

    Quanto ao pagamento, tanto é que certamente será estendido a todos que houve a previsão explícita de que é isento de imposto de renda: R$ 2.000,00 de indenização num salário de 12 ou 20 mil não pesa na hora do imposto de renda, já para quem ganha 2500, viraria quase tudo base de cálculo para IR.

    Quanto a se largaria para virar técnico judiciário, "de graça", acho que sim, até porque nossa carreira ainda tem muitas lendas.
    Entretanto pegar livro, perder finais de semana e noites em claro para isto... Acho que não. Por muito mais diferença não vejo gente querendo sair do MPU e Judiciário.

    Talvez eu esteja enganado, mas quando via que nosso salário tenderia a ruim muita gente falava que tinha vergonha de pedir aumento porque achava que já ganhava bem...

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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 7:37 pm

    O pessoal tem muita fé nessa invenção moderna chamada 'representação'.

    Dizem que o sistema representativo nasceu na Inglaterra com João Sem Terra.

    A representação virou um paradigma curioso: todos acham que nada podem e os argumentos não tem força se não vierem da boca de um pequeno grupo que os representam!

    Enquanto ficarmos nessa caixinha, nessa formatação, realmente ficaremos muito limitados.

    Saia da caixa! Pense fora da caixa! Ouse pensar em formas diferentes das que viu até agora!
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    Mensagem por pernalonga em Ter 03 Set 2013, 7:54 pm

    Pense fora da caixa (de mensagens), Vander: VÁ PRA RUA FAZER ACONTECER! Ressaltando que colocar todo mundo dentro do mesmo saco, quem é pelego e quem é de luta, não é uma alternativa. Tão ruim quanto não identificar quem são seus inimigos é não reconhecer quem são seus aliados.
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    Mensagem por magmontal em Ter 03 Set 2013, 8:00 pm

    VANDER DE PAULA escreveu:O pessoal tem muita fé nessa invenção moderna chamada 'representação'.

    Dizem que o sistema representativo nasceu na Inglaterra com João Sem Terra.

    A representação virou um paradigma curioso: todos acham que nada podem e os argumentos não tem força se não vierem da boca de um pequeno grupo que os representam!

    Enquanto ficarmos nessa caixinha, nessa formatação, realmente ficaremos muito limitados.

    Saia da caixa! Pense fora da caixa! Ouse pensar em formas diferentes das que viu até agora!
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    Mensagem por darkshi em Ter 03 Set 2013, 8:20 pm

    schneider2 escreveu:
    A carreira de Analista está realmente muito defasada, mas a carreira de técnico do PJU ainda é uma das melhores do serviço público federal.
    Diga isto aos técnicos legislativos. Que recebem 16k inicial e 20k final...

    A verdade é que só existe uma carreira onde tem uma grande distancia entre técnico e analista. O ciclo de gestão. E lá só e assim pq o cargo técnico se resume a serviço de secretariado. Não existe técnico de área especializada e muito menos técnico gestor (o que seria equivalente ao TJAJ).

    O resto das carreiras, ou todo mundo ganha bem ou todo mundo ganha mal.
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    Mensagem por Convidado em Ter 03 Set 2013, 8:41 pm

    darkshi escreveu:
    schneider2 escreveu:
    A carreira de Analista está realmente muito defasada, mas a carreira de técnico do PJU ainda é uma das melhores do serviço público federal.
    Diga isto aos técnicos legislativos. Que recebem 16k inicial e 20k final...

    A verdade é que só existe uma carreira onde tem uma grande distancia entre técnico e analista. O ciclo de gestão. E lá só e assim pq o cargo técnico se resume a serviço de secretariado. Não existe técnico de área especializada e muito menos técnico gestor (o que seria equivalente ao TJAJ).

    O resto das carreiras, ou todo mundo ganha bem ou todo mundo ganha mal.
    E mesmo assim, a gente só empata com os subsídios do ciclo de gestão, em se falando de pé duros, e olhe lá.

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    Mensagem por Patriot em Ter 03 Set 2013, 9:52 pm

    Fiquei com uma dúvida: Se a lei Orçamentária já prêve a criação de 513 cargos para Justiça Eleitoral é realmente necessário que o projeto de lei que cria os citados cargos seja enviado ao Congresso até 31 de agosto? Ou o mesmo poderá se enviado posteriormente?
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    Mensagem por Najla em Ter 03 Set 2013, 10:12 pm

    Colegas,

    Estamos sim vivendo uma crise de representação não só sindical, mas política e não só no Brasil, mas no mundo todo, vide as revoluções no mundo árabe.

    Poderia falar tantas coisas, mas muitas delas já falei aqui em outros momentos. Acho ótimo que estejamos fazendo esse debate no fórum, na esperança de que possamos aprofundar o assunto e encontrarmos saídas.

    Por enquanto, ainda não invetaram/inventamos um outro meio de substituir os organismos de organização das pessoas: centros acadêmicos, DCEs, sindicatos, partidos. Pode ser que surjam outros mecanismos, mas ainda não surgiram e por enquanto é o que temos.

    As pessoas foram para as ruas nas marchas de junho e isso foi incrível, importantíssimo e há um significado profundo em as pessoas rejeitarem as representações oficiais. Mas eis que junho se foi e o que restou na luta foram grupos que já vinham militando ou os novos militantes que se organizaram de alguma forma, não necessariamente em partidos, mas de algum modo em que os grupos conversam e decidem juntos as ações.  Notem que até os Blacks Blocs fizeram um manifesto essa semana chamando para a organização e para a responsabilidade, está no site dos Blacks pra todo mundo ver.

    A militância virtual tem a sua importância, mas mesmo ela teve que sair às ruas, se materializar fora da internet. E o que eu tenho visto em nossa categoria é que ainda não avançamos nesse passo de sairmos do virtual para o mundo real. Enquanto ficarmos apenas teclando só teremos isso mesmo: bytes na tela. A tela não terá um poder milagroso de mudar a nossa realidade, por mais difícil que seja, a maneira desde que o homem veio a existir nesse planeta é ir lutar no mundo real onde o pulso pulsa.

    Não adianta ficar reclamando. Lembrem-se que reclamar é algo muitíssimo antigo, vem do Eden quando o homem disse para Deus: mas a mulher que tu me destes, e a mulher disse para Deus: mas a serpente... Não avançamos apontando os outros como culpados. Avançamos quando nos envolvemos nos processos de mudanças.

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    Mensagem por Galizezin em Ter 03 Set 2013, 11:29 pm

    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:Da minha parte, estou torcendo para que o Obama ataque a Síria e se enrosque de tal forma que provoque uma guerra de proporções alarmantes. Voto pela crise e pelo caos, já que estamos todos fod....
    O problema do ambiente virtual é essa discrepância entre saber o ser que é real e o que aparenta o ser ser!
    Defender uma guerra? Admiro suas postagens Galizezin, mas...
    Tenho dois filhos e só penso nas consequências para as crianças!
    Nada justifica uma guerra. Podem até aventar que o Brasil vive uma guerra diária mas não tem comparação com as atrocidades cometidas em um campo de batalha aberto.
    Que as energias positivas protejam os inocentes dessa barbárie!
    Infelizmente,meu amigo, a realidade é dura como a pedra. A bíblia diz que os últimos tempos seriam, além de trabalhosos, turbulentos. Só espero que encontremos paz em quem realmente a pode dar: .....
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Qua 04 Set 2013, 2:32 am

    josebarbos escreveu:
    schneider2 escreveu: A nossa preocupação não deve ser a grama do vizinho.
    Pergunte para esse assistente técnico se ele não largaria tudo por uma vaguinha de técnico judiciário. Essa indenização sem imposto é por dia trabalhado e deve ser paga só ao pessoal que atua diretamente na parte operacional. Ou seja Analistas, Auditores e Policiais.
    A carreira de Analista está realmente muito defasada, mas a carreira de técnico do PJU ainda é uma das melhores do serviço público federal.
    josebarbos escreveu:Comparação:

    Técnico administrativo do Judiciário 1.0 básico lotado em Foz:
    Bruto R$ 5345.03 Líquido R$ 4484.01
    Assistente técnico administrativo da Receita em Foz:
    VB 1.568,42
    GD 1.252,00
    Auxílio Alimentação 373,00
    Adicional de Fronteira (22 dias) R$ 2.002,00
    PSS: R$ 310,24
    Imposto de Renda: R$ 59,96

    Valor Bruto total: R$ 5.195,42
    Valor líquido: R$ 4.825,22

    Sério, quando aplicamos princípio dos pombos em que a pior carreira do serviço público federal, o PGPE nível médio passa a gente, está na hora de fazer uma greve.

    Ah, não?
    Advinhem quem está caminhando para este título. E mesmo que não o seja, já temos garantido o de maior descida da ladeira neste século, o qual temos disputado, no tapa, com os agentes da PF.
    Nada contra a grama do vizinho, muito pelo contrário.

    Agora, reveja sua atitude... Eu lia este mesmo tipo de comentário sobre outras carreiras: professores, agências reguladoras... aí veio analistas do INSS, nível superior dos servidores de universidades....

    Quanto ao pagamento, tanto é que certamente será estendido a todos que houve a previsão explícita de que é isento de imposto de renda: R$ 2.000,00 de indenização num salário de 12 ou 20 mil não pesa na hora do imposto de renda, já para quem ganha 2500, viraria quase tudo base de cálculo para IR.

    Quanto a se largaria para virar técnico judiciário, "de graça", acho que sim, até porque nossa carreira ainda tem muitas lendas.
    Entretanto pegar livro, perder finais de semana e noites em claro para isto... Acho que não. Por muito mais diferença não vejo gente querendo sair do MPU e Judiciário.

    Talvez eu esteja enganado, mas quando via que nosso salário tenderia a ruim muita gente falava que tinha vergonha de pedir aumento porque achava que já ganhava bem...

    UM COLEGA MEU FORMADO EM DIREITO QUE ERA DIRETOR DE SECRETARIA ( CARGO EM COMISSÃO ) PASSOU AGORA NO CONCURSO PARA AUXILIAR DE PERITO MÉDICO LEGAL; UM CONCURSO ESTADUAL E POUCO DIVULGADO. PODE-SE VER ASSIM QUE NÃO DÁ PARA COMPARAR COM A CONCORRÊNCIA DOS CONCURSOS DO PJU E MPU

    AFIRMOU QUE VAI GANHAR ANO QUE VEM CINCO MIL BRUTOS E SEU SALÁRIO IRÁ SEMPRE ACOMPANHAR O DOS MÉDICOS, POIS SERÁ 50% DO QUE ELES GANHAM ( JÁ PENSOU SE UM ANALISTA INICIAL GANHASSE 50% DE UM JUIZ FEDERAL ? )

    ELE ME DISSE QUE DE FORMA NENHUMA IRÁ FAZER PARA ANALISTA DO PJU( PELO MENOS DO TRE, QUE É O MEU CASO, POIS ELE TRABALHOU NA MESMA CIDADE QUE TRABALHO E VIU MEU DIA A DIA ), UMA VEZ QUE TRABALHA NA CAPITAL E NO MÁXIMO TRÊS DIAS POR SEMANA ( TRÊS PLANTÕES DE DOZE HORAS ). GERALMENTE TRABALHA UM OU DOIS DIAS.

    DISSE QUE QUANDO O PLANTÃO É À NOITE, DÁ PARA ESTUDAR OU ATÉ MESMO IR PARA CASA, OU SEJA, DÁ PARA ADVOGAR OU ESTUDAR PARA UM CONCURSO TOP!

    ASSIM, NÃO QUER NEM SABER DE FICAR 15, 20 ANOS NO INTERIOR ( MÉDIA HOJE DOS ANALISTAS DA JE )SEM GANHAR UM CENTAVO A MAIS POR ISSO E TRABALHANDO DE SEGUNDA À SEXTA, COM PONTO BIOMÉTRICO.

    PREFERE FICAR ABRINDO DEFUNTO, COM TODO O RESPEITO À PROFISSÃO!

    PJU E MPU:ONDE IREMOS PARAR??
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    Mensagem por camirecas em Qua 04 Set 2013, 7:57 am

    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:Da minha parte, estou torcendo para que o Obama ataque a Síria e se enrosque de tal forma que provoque uma guerra de proporções alarmantes. Voto pela crise e pelo caos, já que estamos todos fod....
    O problema do ambiente virtual é essa discrepância entre saber o ser que é real e o que aparenta o ser ser!
    Defender uma guerra? Admiro suas postagens Galizezin, mas...
    Tenho dois filhos e só penso nas consequências para as crianças!
    Nada justifica uma guerra. Podem até aventar que o Brasil vive uma guerra diária mas não tem comparação com as atrocidades cometidas em um campo de batalha aberto.
    Que as energias positivas protejam os inocentes dessa barbárie!
    Infelizmente,meu amigo, a realidade é dura como a pedra. A bíblia diz que os últimos tempos seriam, além de trabalhosos, turbulentos. Só espero que encontremos paz em quem realmente a pode dar: .....

    A realidade é criação das ideias dos homens!
    A pedra mesmo dura, sucumbe à penetração da mole água!
    Acho um pouco difícil encontrar paz em quem fomenta guerra!
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    Mensagem por Galizezin em Qua 04 Set 2013, 9:41 am

    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:
    camirecas escreveu:
    Galizezin escreveu:Da minha parte, estou torcendo para que o Obama ataque a Síria e se enrosque de tal forma que provoque uma guerra de proporções alarmantes. Voto pela crise e pelo caos, já que estamos todos fod....
    O problema do ambiente virtual é essa discrepância entre saber o ser que é real e o que aparenta o ser ser!
    Defender uma guerra? Admiro suas postagens Galizezin, mas...
    Tenho dois filhos e só penso nas consequências para as crianças!
    Nada justifica uma guerra. Podem até aventar que o Brasil vive uma guerra diária mas não tem comparação com as atrocidades cometidas em um campo de batalha aberto.
    Que as energias positivas protejam os inocentes dessa barbárie!
    Infelizmente,meu amigo, a realidade é dura como a pedra. A bíblia diz que os últimos tempos seriam, além de trabalhosos, turbulentos. Só espero que encontremos paz em quem realmente a pode dar: .....
    A realidade é criação das ideias dos homens!
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    Acho um pouco difícil encontrar paz em quem fomenta guerra!
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    Mensagem por darkshi em Qua 04 Set 2013, 12:07 pm

    Patriot escreveu:Fiquei com uma dúvida: Se a lei Orçamentária já prêve a criação de 513 cargos para Justiça Eleitoral é realmente necessário que o projeto de lei que cria os citados cargos seja enviado ao Congresso até 31 de agosto? Ou o mesmo poderá se enviado posteriormente?
    Pelo o que eu sabia, só é preciso o orçamento para ser aprovado uma lei a qualquer hora.

    E eu acho que estão esperando apenas o atual concurso do TSE vencer para pedirem a criação destes cargos.
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    Mensagem por Subsidiado em Qua 04 Set 2013, 12:26 pm

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    O REENQUADRAMENTO DO JUDICIÁRIO NEM ENTROU NA PAUTA????
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    Mensagem por camirecas em Qua 04 Set 2013, 3:40 pm

    É assim que se investe em educação no Brasil?
    Viva o capitalismo!



    Engenheiro compra terreno com escola estadual e pede desocupação na Justiça
    Do UOL, em Porto Alegre
    04/09/2013

    Única instituição pública de ensino da Ilha Grande dos Marinheiros, bairro na periferia de Porto Alegre localizado no Delta do Guaíba, a Escola de Ensino Fundamental Alvarenga Peixoto corre risco de despejo. A área de 51 hectares onde está localizado o colégio foi vendida em 2012. O novo proprietário do terreno, o engenheiro Giovanni Desantis, pediu a desocupação na Justiça. A secretaria estadual da Educação garante que a unidade de ensino vai permanecer no local.

    O terreno em que a escola está instalada foi compartilhado pelo Estado até 1997, em regime de comodato, com a dona do local, a Companhia de Petróleo Ipiranga. Mas com a venda da empresa, o contrato nunca foi renovado. Desantis, que registrou a compra do imóvel por R$ 900 mil em outubro do ano passado, quer a área para erguer um condomínio do programa Minha Casa Minha Vida para a faixa de renda de zero a três salários mínimos.

    Além da área da escola, uma creche mantida pela Rede Marista, um posto de saúde da prefeitura de Porto Alegre e cerca de 70 casas estão localizadas dentro do terreno de Desantis, que mora na Suíça, mas tem uma construtora no Brasil. Todos foram notificados para sair do local.

    A escola tem 700 alunos e precisa passar por uma reforma, já que o prédio de madeira está deteriorado e obriga a direção a juntar turmas devido à interdição de quase metade das salas de aula. O colégio foi selecionado pelo Protocolo PNO, um plano de obras do governo estadual para dotar as unidades de ensino com 17 itens básicos de qualidade, como aparelhos de ar condicionado, quadra multiesportiva coberta, wireless, cercamento e sala de estudo para professores, mas até agora nenhuma melhoria foi feita.

    "Dou aulas aqui há dez anos e a escola só se deteriorou nesse período, até com a condenação da rede elétrica por parte da companhia de eletricidade. Quando fomos à secretaria pedir ajuda, nos disseram que não era possível fazer nada porque o terreno não era mais do Estado", afirmou a diretora Kátia Schirmer.

    O sócio do engenheiro na DS Construção Civil, César Balestro, disse que o governo estadual é que está emperrando as negociações para renovar o contrato de comodato. Segundo ele, o dono do lote não quer "colocar ninguém no olho da rua". De acordo com Balestro, o proprietário quer apenas uma compensação pela cessão do espaço.

    "É claro que nos interessa manter a escola no local, até porque ela será muito útil para as 744 famílias que deverão morar no condomínio. Famílias de baixa renda. Mas não pretendemos renovar de graça porque, afinal de contas, somos uma empresa", argumentou o empresário.

    Balestro sugeriu condicionar a renovação do contrato à aprovação do projeto do loteamento junto à secretaria estadual de meio ambiente, já que o empreendimento está em uma APA (área de proteção ambiental). O projeto está parado à espera da licença de instalação.

    Segundo o empresário, um loteamento de classe A que seria construído em outra parte do terreno foi arquivado porque o local está sobre uma APP (área de proteção permanente), o que impede edificações de grande porte.

    A coordenadora-adjunta da assessoria jurídica da secretaria estadual de Educação, Sandra Fumagalli, disse que a Procuradoria Geral do Estado já foi instruída a ingressar com um pedido de usucapião da área, já que a escola está instalada no local há mais de 30 anos.

    "Se os novos donos resolverem doar aquele pedaço de terra ao Estado, que é ínfimo em relação ao tamanho do lote, não se faz nenhum processo. Caso contrário, vamos brigar na Justiça. A decisão está com os proprietários", disse.

    Independentemente de um eventual processo judicial, Sandra informou que a obra para reformar a escola deverá iniciar até dezembro deste ano. Segundo ela, a licitação para execução do projeto está em fase de homologação.

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    Mensagem por darkshi em Qua 04 Set 2013, 3:45 pm

    Um juiz só da ganho de causa ao engenheiro se o juiz molhar a mão dele.
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    Mensagem por Judiciário em Qua 04 Set 2013, 5:03 pm

    4/09/2013

    Governo volta a mexer no orçamento do Judiciário e AQ de técnicos é excluída

    Projeto de orçamento enviado por Dilma ao Congresso não traz recursos nem para o PL 319 e nem para o reenquadramento na tabela; servidores preparam reaçãoO governo federal voltou a mexer na proposta orçamentária do Poder Judiciário e excluiu a previsão de recursos extras para pagar o adicional de qualificação (AQ) dos técnicos judiciários, de acordo com o que é proposto no PL 319/2007. O Projeto de Lei Orçamentária enviado pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso também não prevê a correção no enquadramento da tabela salarial solicitada pelos servidores, aos moldes do que foi aprovado no Conselho Nacional do Ministério Público.A desconsideração das reivindicações dos servidores no orçamento deverá ser debatida na rodada de assembleias nos estados, programada pela categoria, na 18ª Plenária Nacional da Fenajufe, para ocorrer em setembro - e que prepara o provável dia de manifestações de 3 de outubro. O PL 319 e o reenquadramento estiveram na pauta de negociações tratada por dirigentes da federação nacional (Fenajufe) com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no dia 26 de agosto. Ambos foram apontados como demandas com perspectivas de avanços. O requerimento pelo reenquadramento está ainda sob análise da assessoria jurídica do STF. Já sobre os recursos para que o PL 319 possa ser aplicado em 2014, caso convertido em lei, o diretor-geral do Supremo, Miguel Fonseca, informou que negociava o aval do Planalto diretamente com a secretária de Orçamento do Planejamento, Célia Corrêa - que, aliás, acaba de deixar o cargo. O PL 319 é de autoria do Supremo e concede o direito ao adicional de qualificação aos técnicos que possuam curso de graduação superior. Reunião com diretor-geralA reportagem do LutaFenajufe Notícias apurou com uma fonte do Supremo que a negociação entre o STF e o Planejamento não avançou e o governo voltou a modificar a proposta orçamentária do Judiciário, o que é proibido pela Constituição Federal. "Mais uma vez os servidores são desrespeitados e o governo interfere no orçamento de outro poder", critica Cléber Aguiar, servidor do TRF de São Paulo e dirigente da Fenajufe. Ele observa que tal ilegalidade se tornou uma regra, praticada sem uma reação efetiva do STF. O Executivo excluiu das propostas orçamentárias do Judiciário nos últimos anos as previsões para a reestruturação do Plano de Cargos e Salários dos servidores (PL 6613/2009), o chamado PCS-4. O coordenador da federação alerta que a conformação do orçamento da União para 2014 aponta para a rejeição de todas as reivindicações dos servidores - dentre elas a antecipação da parcela da GAJ de 2015 para janeiro próximo - e que só uma forte reação da categoria pode reverter esta tendência. "Precisamos pressionar o governo e o STF", defende. Como o Projeto de Lei Orçamentária e a própria Lei de Diretrizes Orçamentárias ainda tramitam no Congresso, é possível alterá-las e incluir a pauta dos servidores. É isso que dirigentes da Fenajufe, que devem ser recebidos pelo diretor-geral do Supremo, na sexta-feira (6), às 15 horas, prometem cobrar da cúpula do Poder Judiciário.
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    Mensagem por Ronnie Adams em Qua 04 Set 2013, 5:17 pm

    E ainda querem os sindicatos manter as velhas regalias de sempre de alguns diante desse quadro de total desrespeito ao Poder Judiciário. Se conseguirmos algum aumento decente só pela mudança de regime remuneratório.
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    Mensagem por andre3107 em Qua 04 Set 2013, 5:17 pm

    Decisão CSJT: Auxiliares operacionais de serviços diversos serão integrados ao cargo de técnico judiciário

    O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) aprovou, por unanimidade, em sua 5ª Sessão Ordinária, o enquadramento dos auxiliares operacionais de serviços diversos que ocupavam os cargos nas classes “A” e “B” aprovados em concurso público antes da Lei 9.421, de 24 de novembro de 1996, ao cargo de técnico judiciário da Justiça do Trabalho.

    Com a regulamentação por parte do CSJT e, após a publicação do acórdão, os servidores enquadrados em tal situação terão direito à transposição ao novo cargo em data retroativa a 31 de dezembro de 2012.

    A Coordenadora de Gestão de Pessoas do CSJT, Ana Cláudia Braga Mendonça, explicou que o cargo de auxiliar judiciário já foi extinto em alguns tribunais, como é o caso do Tribunal Superior Eleitoral, mas que o TST ainda tem servidores neste cargo. No entanto, apenas os servidores que ingressaram antes de vigorar a lei 9.421/96 têm direito ao enquadramento. “Assim que sair a publicação deste acórdão, os RH’s dos Tribunais Regionais do Trabalho têm que começar a fazer o enquadramento. É imperativo que eles comecem a fazer esta mudança para que os departamentos de orçamento se adequem”, finalizou Ana Cláudia.

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    Mensagem por VN em Qua 04 Set 2013, 5:19 pm

    Judiciário escreveu:4/09/2013

    Governo volta a mexer no orçamento do Judiciário e AQ de técnicos é excluída

    Projeto de orçamento enviado por Dilma ao Congresso não traz recursos nem para o PL 319 e nem para o reenquadramento na tabela; servidores preparam reaçãoO governo federal voltou a mexer na proposta orçamentária do Poder Judiciário e excluiu a previsão de recursos extras para pagar o adicional de qualificação (AQ) dos técnicos judiciários, de acordo com o que é proposto no PL 319/2007. O Projeto de Lei Orçamentária enviado pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso também não prevê a correção no enquadramento da tabela salarial solicitada pelos servidores, aos moldes do que foi aprovado no Conselho Nacional do Ministério Público.A desconsideração das reivindicações dos servidores no orçamento deverá ser debatida na rodada de assembleias nos estados, programada pela categoria, na 18ª Plenária Nacional da Fenajufe, para ocorrer em setembro - e que prepara o provável dia de manifestações de 3 de outubro. O PL 319 e o reenquadramento estiveram na pauta de negociações tratada por dirigentes da federação nacional (Fenajufe) com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no dia 26 de agosto. Ambos foram apontados como demandas com perspectivas de avanços. O requerimento pelo reenquadramento está ainda sob análise da assessoria jurídica do STF. Já sobre os recursos para que o PL 319 possa ser aplicado em 2014, caso convertido em lei, o diretor-geral do Supremo, Miguel Fonseca, informou que negociava o aval do Planalto diretamente com a secretária de Orçamento do Planejamento, Célia Corrêa - que, aliás, acaba de deixar o cargo. O PL 319 é de autoria do Supremo e concede o direito ao adicional de qualificação aos técnicos que possuam curso de graduação superior.  Reunião com diretor-geralA reportagem do LutaFenajufe Notícias apurou com uma fonte do Supremo que a negociação entre o STF e o Planejamento não avançou e o governo voltou a modificar a proposta orçamentária do Judiciário, o que é proibido pela Constituição Federal. "Mais uma vez os servidores são desrespeitados e o governo interfere no orçamento de outro poder", critica Cléber Aguiar, servidor do TRF de São Paulo e dirigente da Fenajufe. Ele observa que tal ilegalidade se tornou uma regra, praticada sem uma reação efetiva do STF. O Executivo excluiu das propostas orçamentárias do Judiciário nos últimos anos as previsões para a reestruturação do Plano de Cargos e Salários dos servidores (PL 6613/2009), o chamado PCS-4.     O coordenador da federação alerta que a conformação do orçamento da União para 2014 aponta para a rejeição de todas as reivindicações dos servidores - dentre elas a antecipação da parcela da GAJ de 2015 para janeiro próximo - e que só uma forte reação da categoria pode reverter esta tendência. "Precisamos pressionar o governo e o STF", defende. Como o Projeto de Lei Orçamentária e a própria Lei de Diretrizes Orçamentárias ainda tramitam no Congresso, é possível alterá-las e incluir a pauta dos servidores. É isso que dirigentes da Fenajufe, que devem ser recebidos pelo diretor-geral do Supremo, na sexta-feira (6), às 15 horas, prometem cobrar da cúpula do Poder Judiciário.
    Qual a fonte?
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    Mensagem por balboarocky em Qua 04 Set 2013, 5:25 pm

    Fonte: a realidade
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    Mensagem por Judiciário em Qua 04 Set 2013, 5:28 pm

    VN escreveu:
    Judiciário escreveu:4/09/2013

    Governo volta a mexer no orçamento do Judiciário e AQ de técnicos é excluída

    Projeto de orçamento enviado por Dilma ao Congresso não traz recursos nem para o PL 319 e nem para o reenquadramento na tabela; servidores preparam reaçãoO governo federal voltou a mexer na proposta orçamentária do Poder Judiciário e excluiu a previsão de recursos extras para pagar o adicional de qualificação (AQ) dos técnicos judiciários, de acordo com o que é proposto no PL 319/2007. O Projeto de Lei Orçamentária enviado pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso também não prevê a correção no enquadramento da tabela salarial solicitada pelos servidores, aos moldes do que foi aprovado no Conselho Nacional do Ministério Público.A desconsideração das reivindicações dos servidores no orçamento deverá ser debatida na rodada de assembleias nos estados, programada pela categoria, na 18ª Plenária Nacional da Fenajufe, para ocorrer em setembro - e que prepara o provável dia de manifestações de 3 de outubro. O PL 319 e o reenquadramento estiveram na pauta de negociações tratada por dirigentes da federação nacional (Fenajufe) com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no dia 26 de agosto. Ambos foram apontados como demandas com perspectivas de avanços. O requerimento pelo reenquadramento está ainda sob análise da assessoria jurídica do STF. Já sobre os recursos para que o PL 319 possa ser aplicado em 2014, caso convertido em lei, o diretor-geral do Supremo, Miguel Fonseca, informou que negociava o aval do Planalto diretamente com a secretária de Orçamento do Planejamento, Célia Corrêa - que, aliás, acaba de deixar o cargo. O PL 319 é de autoria do Supremo e concede o direito ao adicional de qualificação aos técnicos que possuam curso de graduação superior.  Reunião com diretor-geralA reportagem do LutaFenajufe Notícias apurou com uma fonte do Supremo que a negociação entre o STF e o Planejamento não avançou e o governo voltou a modificar a proposta orçamentária do Judiciário, o que é proibido pela Constituição Federal. "Mais uma vez os servidores são desrespeitados e o governo interfere no orçamento de outro poder", critica Cléber Aguiar, servidor do TRF de São Paulo e dirigente da Fenajufe. Ele observa que tal ilegalidade se tornou uma regra, praticada sem uma reação efetiva do STF. O Executivo excluiu das propostas orçamentárias do Judiciário nos últimos anos as previsões para a reestruturação do Plano de Cargos e Salários dos servidores (PL 6613/2009), o chamado PCS-4.     O coordenador da federação alerta que a conformação do orçamento da União para 2014 aponta para a rejeição de todas as reivindicações dos servidores - dentre elas a antecipação da parcela da GAJ de 2015 para janeiro próximo - e que só uma forte reação da categoria pode reverter esta tendência. "Precisamos pressionar o governo e o STF", defende. Como o Projeto de Lei Orçamentária e a própria Lei de Diretrizes Orçamentárias ainda tramitam no Congresso, é possível alterá-las e incluir a pauta dos servidores. É isso que dirigentes da Fenajufe, que devem ser recebidos pelo diretor-geral do Supremo, na sexta-feira (6), às 15 horas, prometem cobrar da cúpula do Poder Judiciário.
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    Quero vê se o presidente do STF vai falar algo a respeito?
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    Mensagem por balboarocky em Qua 04 Set 2013, 5:31 pm

    Vai falar nada. Lembro que muitos estavam animadinhos quando o JB ainda nao era presidente, esperando o paraíso que viria com a integridade e responsabilidade desse Messias... Saudade do Lula, volta Lula e permita-nos ter um aumento decente! Só assim.
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    Mensagem por darkshi em Qua 04 Set 2013, 5:44 pm

    Sinceramente, nem sei mais o porque deste AQ para técnicos.
    Tirem logo uma pós. O que mais tem por ai é instituição especializada em pos graduação picareta voltada para servidor público. E ainda rende pontos para concursos futuros.

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