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    Mensagem por Convidado em Ter 08 Out 2013, 5:22 pm

    andre3107 escreveu:E-mail recebido hoje:

    Censo do Poder Judiciário comunicacao@cnj.jus.br
    sex 04/10/2013 21:29

    Prezado servidor,

    Se você já respondeu ao censo, muito obrigado. Sua participação foi muito importante para construir um futuro melhor para você e para o Poder Judiciário.

    Caso ainda não tenha respondido, basta acessar http://www.cnj.jus.br/censo até o dia 9 de outubro e preencher o questionário. Dura apenas 5 minutos! Mais da metade dos servidores já responderam. Não deixe de participar!

    E LEMBRE-SE: SEU FUTURO ESTÁ AQUI!
    O Judiciário não deveria estar preocupado com censo, e sim com o bom senso.

    #prontofalei
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    Mensagem por mpuh em Ter 08 Out 2013, 5:36 pm

    ele apenas "se esqceu" (OMITIU ns cara dura) de dizer q as questoes salariais disseram respeito APENAS AOS MEMBROS E MAGISTRATURA



    epitaciosouza escreveu:
    Alvinegro de Coração escreveu:Do e-mail institucional do MPF (grifos meus).
    ______________________________________________________________________

    Prezados(as) Colegas:
    Na tarde de ontem, segunda-feira, dia 7/10/2013, após a abertura do Encontro de Planejamento Estratégico e Gestão Administrativa que está acontecendo na PR\PR, em Curitiba, Pr, os servidores Marco Henrique Nadolny (da Seccional-SINASEMPU/Paraná), Renato Cantoni e Renato Marins de Araújo foram recebidos pelo Senhor Lauro Cardoso, Secretário-Geral do MPU e pelo Senhor João Vicente Beraldo Romão, Procurador-Chefe da PR/PR. Na reunião estiveram presentes, ainda, o Assessor-chefe da AMGE, Senhor Márcio Medeiros e o Secretário Estadual da PR/PR, Senhor João Baptista Nogueira Neto.

    Na breve reunião, os servidores questionaram o Secretário-Geral quanto ao que esperar por parte da nova administração do MPU em relação a reajuste salarial, reenquadramento e abertura de diálogo com os servidores.

    A posição do Senhor Lauro Cardoso foi no sentido de garantir à categoria que haverá abertura de diálogo entre a Administração e os servidores.

    Com relação ao reenquadramento, o Secretário-Geral do MPU afirmou que existe a disposição de cumprir o disposto pelo CNMP, entretanto, isto dependerá de orçamento. A Administração do MPU já está pleiteando os recursos suplementares junto aos poderes competentes, mas aguarda a liberação de tais recursos. Salientou ainda a necessidade da publicação do Acórdão do CNMP para a juntada ao processo.

    Com relação a possíveis reajustes e quanto ao adiantamento da última parcela de janeiro de 2015 para ser implantada junto com a parcela de janeiro de 2014, e ainda, sobre a implantação do Subsídio ou PCS, segundo o Secretário-Geral há a necessidade de articulação política junto aos outros poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo e que a nova administração, na pessoa do Dr. Janot, já está trabalhando neste sentido.

    Entretanto, enfatizou que a política do atual PGR é não se desvincular do Judiciário e que as futuras tratativas salariais deverão ser negociadas juntamente com o Judiciário. Exemplo disso, é a adesão ao Funpresp-Jud para cuidar da futura previdência complementar dos servidores do MPU. Adiantou, inclusive, que o Dr. Rodrigo Janot já se reuniu com o Ministro Joaquim Barbosa e com a área econômica do executivo para tratar de questões salariais. Estas tratativas, porém, seriam melhor encaminhadas se o modelo remuneratório (e suas condições gerais) chegasse definido pelos sindicatos envolvidos, quais sejam, SINASEMPU E SINDJUS, pois cada sindicato apresenta sua versão.

    Isto posto, prezados(as) colegas, temos que lembrar que nada está garantido e que o quadro atual mostra-se bastante incerto. Nossa realidade ainda está distante do ideal que buscamos. Ficamos na expectativa de que as coisas possam melhorar daqui pra frente. A única certeza que temos é que muito trabalho nos espera para atingirmos nossos objetivos. Precisamos continuar fortalecendo nosso sindicato e participando ativamente de suas lutas. Ainda, devemos ter consciência da necessidade de filiação e participação de todos os servidores.

    Segue, em anexo, foto do encontro (da esquerda para a direita: Dr. Lauro Cardoso, Dr. João Vicente, Servidores Renato Cantoni, Renato Marins e Marco Henrique).

    Saudações.
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    É interessante...até reunião com o JB já teve e ngm fica sabendo de nada.
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    Mensagem por GCC em Ter 08 Out 2013, 6:13 pm

    mpuh escreveu:ele apenas "se esqceu" (OMITIU ns cara dura) de dizer q as questoes salariais disseram respeito APENAS AOS MEMBROS E MAGISTRATURA



    epitaciosouza escreveu:
    Alvinegro de Coração escreveu:Do e-mail institucional do MPF (grifos meus).
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    Na tarde de ontem, segunda-feira, dia 7/10/2013, após a abertura do Encontro de Planejamento Estratégico e Gestão Administrativa que está acontecendo na PR\PR, em Curitiba, Pr, os servidores Marco Henrique Nadolny (da Seccional-SINASEMPU/Paraná), Renato Cantoni e Renato Marins de Araújo foram recebidos pelo Senhor Lauro Cardoso, Secretário-Geral do MPU e pelo Senhor João Vicente Beraldo Romão, Procurador-Chefe da PR/PR. Na reunião estiveram presentes, ainda, o Assessor-chefe da AMGE, Senhor Márcio Medeiros e o Secretário Estadual da PR/PR, Senhor João Baptista Nogueira Neto.

    Na breve reunião, os servidores questionaram o Secretário-Geral quanto ao que esperar por parte da nova administração do MPU em relação a reajuste salarial, reenquadramento e abertura de diálogo com os servidores.

    A posição do Senhor Lauro Cardoso foi no sentido de garantir à categoria que haverá abertura de diálogo entre a Administração e os servidores.

    Com relação ao reenquadramento, o Secretário-Geral do MPU afirmou que existe a disposição de cumprir o disposto pelo CNMP, entretanto, isto dependerá de orçamento. A Administração do MPU já está pleiteando os recursos suplementares junto aos poderes competentes, mas aguarda a liberação de tais recursos. Salientou ainda a necessidade da publicação do Acórdão do CNMP para a juntada ao processo.

    Com relação a possíveis reajustes e quanto ao adiantamento da última parcela de janeiro de 2015 para ser implantada junto com a parcela de janeiro de 2014, e ainda, sobre a implantação do Subsídio ou PCS, segundo o Secretário-Geral há a necessidade de articulação política junto aos outros poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo e que a nova administração, na pessoa do Dr. Janot, já está trabalhando neste sentido.

    Entretanto, enfatizou que a política do atual PGR é não se desvincular do Judiciário e que as futuras tratativas salariais deverão ser negociadas juntamente com o Judiciário. Exemplo disso, é a adesão ao Funpresp-Jud para cuidar da futura previdência complementar dos servidores do MPU. Adiantou, inclusive, que o Dr. Rodrigo Janot já se reuniu com o Ministro Joaquim Barbosa e com a área econômica do executivo para tratar de questões salariais. Estas tratativas, porém, seriam melhor encaminhadas se o modelo remuneratório (e suas condições gerais) chegasse definido pelos sindicatos envolvidos, quais sejam, SINASEMPU E SINDJUS, pois cada sindicato apresenta sua versão.

    Isto posto, prezados(as) colegas, temos que lembrar que nada está garantido e que o quadro atual mostra-se bastante incerto. Nossa realidade ainda está distante do ideal que buscamos. Ficamos na expectativa de que as coisas possam melhorar daqui pra frente. A única certeza que temos é que muito trabalho nos espera para atingirmos nossos objetivos. Precisamos continuar fortalecendo nosso sindicato e participando ativamente de suas lutas. Ainda, devemos ter consciência da necessidade de filiação e participação de todos os servidores.

    Segue, em anexo, foto do encontro (da esquerda para a direita: Dr. Lauro Cardoso, Dr. João Vicente, Servidores Renato Cantoni, Renato Marins e Marco Henrique).

    Saudações.
    _________________________________________________________________________________
    É interessante...até reunião com o JB já teve e ngm fica sabendo de nada.
    Eu disse em outro post que o reenquadramento só sairia se a Dilma não resolvesse meter o dedo no meio.

    Agora o que era uma questão de justiça e isonomia, virou uma questão orçamentária.

    Mas o MPU e o PJU, pelo que disse o maquiavélico Lauro Cardoso, já se pôs com o pires na mão perante o poder executivo, ou seja, foram lá pedir que a Dilma colocasse o dedo no meio.

    Sr. Lauro, se está afim de que coloquem o dedo no meio, vá ao proctologista! Safado!

    Como o argumento de falta de orçamento não colou nos embargos de declaração, ele foi recorrer agora à instância máxima, ao executivo, que já está costumado a dar a última palavra nas decisões que competiriam ao PJU e ao MPU.

    No ano passado, quando o CNJ permitiu o pagamento de auxílio alimentação dos Juízes, em alguns dias saiu o pagamento do TJDFT, integral e retroativo a cinco anos. O Juiz que eu trabalhava recebeu na época uma folha suplementar de cerca de R$ 50.000,00, sem nem saber sobre o que se tratava.

    Ou seja, para os magistrados e procuradores, qualquer hipótese de benefício é pago imediatamente, com retroativo, e não falta orçamento.

    Quando é para os servidores, mesmo sendo a merreca do reenquadramento, não dá nem para cumprir decisão (do CNMP, no caso), pois primeiro a dona Dilma tem que autorizar o pagamento.

    É um absurdo mesmo.  E o Lauro Cardoso ainda teve a cara de pau de dizer que a nova gestão será participativa, mas que só vai fazer algo se o PJU fizer.

    Ou seja, nada mudou! Estamos com o pires na mão procurando migalhas, enquanto os órgãos de gestão agem às escondidas, omitindo informações, não apresentando empenho nenhum com ralação aos servidores, e submetendo toda e qualquer decisão a nosso respeito ao arbítrio do executivo.
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    Mensagem por mpuh em Ter 08 Out 2013, 6:28 pm

    I R R E T O C Á V E L !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


    GCC escreveu:
    mpuh escreveu:ele apenas "se esqceu" (OMITIU ns cara dura) de dizer q as questoes salariais disseram respeito APENAS AOS MEMBROS E MAGISTRATURA



    epitaciosouza escreveu:
    Alvinegro de Coração escreveu:Do e-mail institucional do MPF (grifos meus).
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    Na tarde de ontem, segunda-feira, dia 7/10/2013, após a abertura do Encontro de Planejamento Estratégico e Gestão Administrativa que está acontecendo na PR\PR, em Curitiba, Pr, os servidores Marco Henrique Nadolny (da Seccional-SINASEMPU/Paraná), Renato Cantoni e Renato Marins de Araújo foram recebidos pelo Senhor Lauro Cardoso, Secretário-Geral do MPU e pelo Senhor João Vicente Beraldo Romão, Procurador-Chefe da PR/PR. Na reunião estiveram presentes, ainda, o Assessor-chefe da AMGE, Senhor Márcio Medeiros e o Secretário Estadual da PR/PR, Senhor João Baptista Nogueira Neto.

    Na breve reunião, os servidores questionaram o Secretário-Geral quanto ao que esperar por parte da nova administração do MPU em relação a reajuste salarial, reenquadramento e abertura de diálogo com os servidores.

    A posição do Senhor Lauro Cardoso foi no sentido de garantir à categoria que haverá abertura de diálogo entre a Administração e os servidores.

    Com relação ao reenquadramento, o Secretário-Geral do MPU afirmou que existe a disposição de cumprir o disposto pelo CNMP, entretanto, isto dependerá de orçamento. A Administração do MPU já está pleiteando os recursos suplementares junto aos poderes competentes, mas aguarda a liberação de tais recursos. Salientou ainda a necessidade da publicação do Acórdão do CNMP para a juntada ao processo.

    Com relação a possíveis reajustes e quanto ao adiantamento da última parcela de janeiro de 2015 para ser implantada junto com a parcela de janeiro de 2014, e ainda, sobre a implantação do Subsídio ou PCS, segundo o Secretário-Geral há a necessidade de articulação política junto aos outros poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo e que a nova administração, na pessoa do Dr. Janot, já está trabalhando neste sentido.

    Entretanto, enfatizou que a política do atual PGR é não se desvincular do Judiciário e que as futuras tratativas salariais deverão ser negociadas juntamente com o Judiciário. Exemplo disso, é a adesão ao Funpresp-Jud para cuidar da futura previdência complementar dos servidores do MPU. Adiantou, inclusive, que o Dr. Rodrigo Janot já se reuniu com o Ministro Joaquim Barbosa e com a área econômica do executivo para tratar de questões salariais. Estas tratativas, porém, seriam melhor encaminhadas se o modelo remuneratório (e suas condições gerais) chegasse definido pelos sindicatos envolvidos, quais sejam, SINASEMPU E SINDJUS, pois cada sindicato apresenta sua versão.

    Isto posto, prezados(as) colegas, temos que lembrar que nada está garantido e que o quadro atual mostra-se bastante incerto. Nossa realidade ainda está distante do ideal que buscamos. Ficamos na expectativa de que as coisas possam melhorar daqui pra frente. A única certeza que temos é que muito trabalho nos espera para atingirmos nossos objetivos. Precisamos continuar fortalecendo nosso sindicato e participando ativamente de suas lutas. Ainda, devemos ter consciência da necessidade de filiação e participação de todos os servidores.

    Segue, em anexo, foto do encontro (da esquerda para a direita: Dr. Lauro Cardoso, Dr. João Vicente, Servidores Renato Cantoni, Renato Marins e Marco Henrique).

    Saudações.
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    É interessante...até reunião com o JB já teve e ngm fica sabendo de nada.
    Eu disse em outro post que o reenquadramento só sairia se a Dilma não resolvesse meter o dedo no meio.

    Agora o que era uma questão de justiça e isonomia, virou uma questão orçamentária.

    Mas o MPU e o PJU, pelo que disse o maquiavélico Lauro Cardoso, já se pôs com o pires na mão perante o poder executivo, ou seja, foram lá pedir que a Dilma colocasse o dedo no meio.

    Sr. Lauro, se está afim de que coloquem o dedo no meio, vá ao proctologista! Safado!

    Como o argumento de falta de orçamento não colou nos embargos de declaração, ele foi recorrer agora à instância máxima, ao executivo, que já está costumado a dar a última palavra nas decisões que competiriam ao PJU e ao MPU.

    No ano passado, quando o CNJ permitiu o pagamento de auxílio alimentação dos Juízes, em alguns dias saiu o pagamento do TJDFT, integral e retroativo a cinco anos. O Juiz que eu trabalhava recebeu na época uma folha suplementar de cerca de R$ 50.000,00, sem nem saber sobre o que se tratava.

    Ou seja, para os magistrados e procuradores, qualquer hipótese de benefício é pago imediatamente, com retroativo, e não falta orçamento.

    Quando é para os servidores, mesmo sendo a merreca do reenquadramento, não dá nem para cumprir decisão (do CNMP, no caso), pois primeiro a dona Dilma tem que autorizar o pagamento.

    É um absurdo mesmo.  E o Lauro Cardoso ainda teve a cara de pau de dizer que a nova gestão será participativa, mas que só vai fazer algo se o PJU fizer.

    Ou seja, nada mudou! Estamos com o pires na mão procurando migalhas, enquanto os órgãos de gestão agem às escondidas, omitindo informações, não apresentando empenho nenhum com ralação aos servidores, e submetendo toda e qualquer decisão a nosso respeito ao arbítrio do executivo.
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    Mensagem por Convidado em Ter 08 Out 2013, 6:40 pm

    Quem diria, quem um dia foi amigão, laureado pelo servidores (com o perdão do trocadilho), hoje é uma das pessoas mais odiadas por todos.

    Ele é uma unanimidade.
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    Mensagem por Najla em Ter 08 Out 2013, 7:26 pm

    Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.


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    Mensagem por Judiciário em Ter 08 Out 2013, 7:35 pm

    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
    Este cara é uma piada de mal gosto.

    Horrível.
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    Mensagem por pernalonga em Ter 08 Out 2013, 7:36 pm

    Najla, existe alguma possibilidade de o SindjusDF atropelar (de novo) a Fenajufe, embarcando todos nós nessa canoa quase virando de tanta gente que virou a PEC 147 (a da emenda do  Policarpo), que vincula nosso reajuste ao dos juizes? Me parece que esse seminario que vcs estão participando aponta pra isso, no que se depreende das chamadas do site...
    Tenho que essa PEC será o maior gasto inútil de energia dos ultimos tempos, pois no meu entender a viabilidade de isso ir adiante é nula ou quase nula, considerando que sem apoio do STF nada sai. Sem falar que é uma PEC...
    Abraços


    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.


    Última edição por pernalonga em Ter 08 Out 2013, 10:45 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Judiciário em Ter 08 Out 2013, 7:37 pm

    Relator quer incluir novas categorias na lei de carreiras típicas de Estado
    Deputado ainda está recebendo sugestões pela internet para concluir o parecer.

    O relator do projeto que define quais são as carreiras típicas de Estado (PL 3351/12), deputado Policarpo (PT-DF), disse nesta terça-feira, em entrevista à Rádio Câmara, que vai incluir algumas novas categorias no texto, como funcionários de agências reguladoras e fiscais agropecuários. Ele apresenta seu parecer até o final deste mês e, por isso, pede que as sugestões sejam encaminhadas, até o dia 15, para o e-mail: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].


    Ouça a entrevista com o deputado Policarpo.
    Pelo texto original, são consideradas atividades exclusivas de Estado:
    – no âmbito do Poder Legislativo, as relacionadas à atividade-fim de produção e consultoria legislativa;
    – as relacionadas à atividade-fim dos tribunais e conselhos de Contas;
    no âmbito do Poder Judiciário, as exercidas pelos integrantes das carreiras jurídicas de magistrado e as relacionadas á atividade-fim dos tribunais;
    – no âmbito das funções essenciais à Justiça, as exercidas pelos membros do Ministério Público, da Advocacia Pública e da Defensoria Pública, e as relacionadas às suas atividades-fim;
    – no âmbito do Poder Executivo, as exercidas pelos militares; policiais federais, rodoviários, ferroviários; policiais civis; guardas municipais; membros da carreira diplomática e fiscais de tributos; e as relacionadas às atividades-fim de fiscalização e arrecadação tributária; previdenciária e do trabalho; controle interno; planejamento e orçamento; gestão governamental; comércio exterior; política monetária nacional; supervisão do sistema financeiro nacional; e oficiais de inteligência.

    Arquivo/ Leonardo Prado
    Policarpo
    Policarpo é o relator do projeto na Comissão de Trabalho.
    Sem perseguição
    Policarpo diz que é importante definir quais carreiras têm atribuições que não são exercidas pela iniciativa privada e, por isso, devem ter garantias especiais "porque muitas vezes esses servidores, diante das suas atribuições e responsabilidades, tomam medidas que contrariam interesses e podem sofrer perseguições por parte de alguém que está no governo ou de pessoas privadas”. Por isso, diz o deputado, “é importante que essas carreiras tenham a valorização, reconhecimento e prerrogativas que inibam qualquer tipo de perseguição".

    O PL 3351/12 garante aos ocupantes de carreiras típicas o direito de não ser preso, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem ser demitido por avaliação de desempenho ou por excesso de despesas com pessoal, como ocorre atualmente com qualquer servidor. Os servidores enquadrados na nova lei também poderão portar armas e só poderão ser removidos com a sua concordância.

    Há uma resistência do governo em relação ao projeto por causa da possibilidade de equiparação com categorias do funcionalismo que recebem salários mais altos.

    Íntegra da proposta:

    PL-3351/2012
    Reportagem - Sílvia Mugnatto
    Edição - Dourivan Lima
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    Mensagem por Convidado em Ter 08 Out 2013, 7:48 pm

    Judiciário escreveu:Relator quer incluir novas categorias na lei de carreiras típicas de Estado
    Deputado ainda está recebendo sugestões pela internet para concluir o parecer.

    O relator do projeto que define quais são as carreiras típicas de Estado (PL 3351/12), deputado Policarpo (PT-DF), disse nesta terça-feira, em entrevista à Rádio Câmara, que vai incluir algumas novas categorias no texto, como funcionários de agências reguladoras e fiscais agropecuários. Ele apresenta seu parecer até o final deste mês e, por isso, pede que as sugestões sejam encaminhadas, até o dia 15, para o e-mail: dep.policarpo@camara.leg.br.


    Ouça a entrevista com o deputado Policarpo.
    Pelo texto original, são consideradas atividades exclusivas de Estado:
    – no âmbito do Poder Legislativo, as relacionadas à atividade-fim de produção e consultoria legislativa;
    – as relacionadas à atividade-fim dos tribunais e conselhos de Contas;
    no âmbito do Poder Judiciário, as exercidas pelos integrantes das carreiras jurídicas de magistrado e as relacionadas á atividade-fim dos tribunais;
    – no âmbito das funções essenciais à Justiça, as exercidas pelos membros do Ministério Público, da Advocacia Pública e da Defensoria Pública, e as relacionadas às suas atividades-fim;
    – no âmbito do Poder Executivo, as exercidas pelos militares; policiais federais, rodoviários, ferroviários; policiais civis; guardas municipais; membros da carreira diplomática e fiscais de tributos; e as relacionadas às atividades-fim de fiscalização e arrecadação tributária; previdenciária e do trabalho; controle interno; planejamento e orçamento; gestão governamental; comércio exterior; política monetária nacional; supervisão do sistema financeiro nacional; e oficiais de inteligência.

    Arquivo/ Leonardo Prado
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    Policarpo é o relator do projeto na Comissão de Trabalho.
    Sem perseguição
    Policarpo diz que é importante definir quais carreiras têm atribuições que não são exercidas pela iniciativa privada e, por isso, devem ter garantias especiais "porque muitas vezes esses servidores, diante das suas atribuições e responsabilidades, tomam medidas que contrariam interesses e podem sofrer perseguições por parte de alguém que está no governo ou de pessoas privadas”. Por isso, diz o deputado, “é importante que essas carreiras tenham a valorização, reconhecimento e prerrogativas que inibam qualquer tipo de perseguição".

    O PL 3351/12 garante aos ocupantes de carreiras típicas o direito de não ser preso, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem ser demitido por avaliação de desempenho ou por excesso de despesas com pessoal, como ocorre atualmente com qualquer servidor. Os servidores enquadrados na nova lei também poderão portar armas e só poderão ser removidos com a sua concordância.

    Há uma resistência do governo em relação ao projeto por causa da possibilidade de equiparação com categorias do funcionalismo que recebem salários mais altos.

    Íntegra da proposta:

    PL-3351/2012
    Reportagem - Sílvia Mugnatto
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    A parte grifada é texto original. Somente a atividade fim dos tribunais seria atividade típica. Policarpo quer colocar todo mundo.
    A vantagem de usar uma PEC pra isso é que Dilmão não tem poder pra vetar. Sua única ferramenta seria a barganha política.
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    Mensagem por Galizezin em Ter 08 Out 2013, 9:01 pm

    Catatau escreveu:
    Judiciário escreveu:Relator quer incluir novas categorias na lei de carreiras típicas de Estado
    Deputado ainda está recebendo sugestões pela internet para concluir o parecer.

    O relator do projeto que define quais são as carreiras típicas de Estado (PL 3351/12), deputado Policarpo (PT-DF), disse nesta terça-feira, em entrevista à Rádio Câmara, que vai incluir algumas novas categorias no texto, como funcionários de agências reguladoras e fiscais agropecuários. Ele apresenta seu parecer até o final deste mês e, por isso, pede que as sugestões sejam encaminhadas, até o dia 15, para o e-mail: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].


    Ouça a entrevista com o deputado Policarpo.
    Pelo texto original, são consideradas atividades exclusivas de Estado:
    – no âmbito do Poder Legislativo, as relacionadas à atividade-fim de produção e consultoria legislativa;
    – as relacionadas à atividade-fim dos tribunais e conselhos de Contas;
    no âmbito do Poder Judiciário, as exercidas pelos integrantes das carreiras jurídicas de magistrado e as relacionadas á atividade-fim dos tribunais;
    – no âmbito das funções essenciais à Justiça, as exercidas pelos membros do Ministério Público, da Advocacia Pública e da Defensoria Pública, e as relacionadas às suas atividades-fim;
    – no âmbito do Poder Executivo, as exercidas pelos militares; policiais federais, rodoviários, ferroviários; policiais civis; guardas municipais; membros da carreira diplomática e fiscais de tributos; e as relacionadas às atividades-fim de fiscalização e arrecadação tributária; previdenciária e do trabalho; controle interno; planejamento e orçamento; gestão governamental; comércio exterior; política monetária nacional; supervisão do sistema financeiro nacional; e oficiais de inteligência.

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    Policarpo é o relator do projeto na Comissão de Trabalho.
    Sem perseguição
    Policarpo diz que é importante definir quais carreiras têm atribuições que não são exercidas pela iniciativa privada e, por isso, devem ter garantias especiais "porque muitas vezes esses servidores, diante das suas atribuições e responsabilidades, tomam medidas que contrariam interesses e podem sofrer perseguições por parte de alguém que está no governo ou de pessoas privadas”. Por isso, diz o deputado, “é importante que essas carreiras tenham a valorização, reconhecimento e prerrogativas que inibam qualquer tipo de perseguição".

    O PL 3351/12 garante aos ocupantes de carreiras típicas o direito de não ser preso, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem ser demitido por avaliação de desempenho ou por excesso de despesas com pessoal, como ocorre atualmente com qualquer servidor. Os servidores enquadrados na nova lei também poderão portar armas e só poderão ser removidos com a sua concordância.

    Há uma resistência do governo em relação ao projeto por causa da possibilidade de equiparação com categorias do funcionalismo que recebem salários mais altos.

    Íntegra da proposta:

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    Reportagem - Sílvia Mugnatto
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    A parte grifada é texto original. Somente a atividade fim dos tribunais seria atividade típica. Policarpo quer colocar todo mundo.
    A vantagem de usar uma PEC pra isso é que Dilmão não tem poder pra vetar. Sua única ferramenta seria a barganha política.
    Pelo menos uma dentro do Poli.
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    Mensagem por gabg em Ter 08 Out 2013, 10:57 pm

    esse estratagema de atrelar nosso salário ao dos magistrados seria péssimo...o deles já é bem razoável, o nosso está defasado em 40%, dessa forma, o reajuste conseguido por eles não é alto - vc acha que o governo vai dar um reajuste de 40% de uma tacada só para quem ganha 25k? - portanto, esse fato sacramentaria a nossa defasagem em relação a outras carreiras...sozinhos temos mais chances, pois nosso salário é uma merreca e o impacto não seria tão grande se entrarmos nessa gigantesca cascata que o jumento do policarpo quer.

    vamos em frente.
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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 1:08 am

    mpuh escreveu:I   R   R   E   T   O   C   Á   V   E   L    !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


    GCC escreveu:
    mpuh escreveu:ele apenas "se esqceu" (OMITIU ns cara dura) de dizer q as questoes salariais disseram respeito APENAS AOS MEMBROS E MAGISTRATURA



    epitaciosouza escreveu:É interessante...até reunião com o JB já teve e ngm fica sabendo de nada.
    Eu disse em outro post que o reenquadramento só sairia se a Dilma não resolvesse meter o dedo no meio.

    Agora o que era uma questão de justiça e isonomia, virou uma questão orçamentária.

    Mas o MPU e o PJU, pelo que disse o maquiavélico Lauro Cardoso, já se pôs com o pires na mão perante o poder executivo, ou seja, foram lá pedir que a Dilma colocasse o dedo no meio.

    Sr. Lauro, se está afim de que coloquem o dedo no meio, vá ao proctologista! Safado!

    Como o argumento de falta de orçamento não colou nos embargos de declaração, ele foi recorrer agora à instância máxima, ao executivo, que já está costumado a dar a última palavra nas decisões que competiriam ao PJU e ao MPU.

    No ano passado, quando o CNJ permitiu o pagamento de auxílio alimentação dos Juízes, em alguns dias saiu o pagamento do TJDFT, integral e retroativo a cinco anos. O Juiz que eu trabalhava recebeu na época uma folha suplementar de cerca de R$ 50.000,00, sem nem saber sobre o que se tratava.

    Ou seja, para os magistrados e procuradores, qualquer hipótese de benefício é pago imediatamente, com retroativo, e não falta orçamento.

    Quando é para os servidores, mesmo sendo a merreca do reenquadramento, não dá nem para cumprir decisão (do CNMP, no caso), pois primeiro a dona Dilma tem que autorizar o pagamento.

    É um absurdo mesmo.  E o Lauro Cardoso ainda teve a cara de pau de dizer que a nova gestão será participativa, mas que só vai fazer algo se o PJU fizer.

    Ou seja, nada mudou! Estamos com o pires na mão procurando migalhas, enquanto os órgãos de gestão agem às escondidas, omitindo informações, não apresentando empenho nenhum com ralação aos servidores, e submetendo toda e qualquer decisão a nosso respeito ao arbítrio do executivo.
    Dr. Lauro, quem não te conhece que te compre.

    Diálogo aberto? Disposto a cumprir o reenquadramento? Conta outra!
    Assim que terminar minha monografia, espero no mínimo dizer com uma precisão de milhares de reais quanto é o impacto do reenquadramento, quiçá em centavos.

    Só digo uma coisa. Por uma conta alta, grosseira,o que dá para esperar é que o custo do reenquadramento seja da ordem de 60 a 70 milhões, e que só no PAE, este ano, foram quitados valores, segundo a imprensa, da ordem de 100 milhões.

    Em termos históricos, o auge do MPF em relação às despesas orçamentárias, em 2009, bateu em 0,43 do RCL. Hoje está em 0,36 e com tendência a cair. Se quisesse só empatar 2009, ano que vem se daria um reajuste universal de 16% para todo o mundo, mesmo tendo um número maior de servidores e comissionados.

    Sinceramente, é lamentável ver este tipo de discurso, e muita gente ainda caindo. Especialmente sobre a questão do modelo remuneratório.

    Sério, odeio ser feito tratado como burro. Se não quer ser honesto e dar más notícias, melhor não falar nada. Todos sabemos qual é o índice de aprovação do subsídio dentro do MPU e qual a faixa salarial dos que não querem, até porque a rotatividade, por motivos óbvios, não os atinge.
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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 1:10 am

    mpuh escreveu:ele apenas "se esqceu" (OMITIU ns cara dura) de dizer q as questoes salariais disseram respeito APENAS AOS MEMBROS E MAGISTRATURA



    epitaciosouza escreveu:
    Alvinegro de Coração escreveu:Do e-mail institucional do MPF (grifos meus).
    ______________________________________________________________________

    Prezados(as) Colegas:
    Na tarde de ontem, segunda-feira, dia 7/10/2013, após a abertura do Encontro de Planejamento Estratégico e Gestão Administrativa que está acontecendo na PR\PR, em Curitiba, Pr, os servidores Marco Henrique Nadolny (da Seccional-SINASEMPU/Paraná), Renato Cantoni e Renato Marins de Araújo foram recebidos pelo Senhor Lauro Cardoso, Secretário-Geral do MPU e pelo Senhor João Vicente Beraldo Romão, Procurador-Chefe da PR/PR. Na reunião estiveram presentes, ainda, o Assessor-chefe da AMGE, Senhor Márcio Medeiros e o Secretário Estadual da PR/PR, Senhor João Baptista Nogueira Neto.

    Na breve reunião, os servidores questionaram o Secretário-Geral quanto ao que esperar por parte da nova administração do MPU em relação a reajuste salarial, reenquadramento e abertura de diálogo com os servidores.

    A posição do Senhor Lauro Cardoso foi no sentido de garantir à categoria que haverá abertura de diálogo entre a Administração e os servidores.

    Com relação ao reenquadramento, o Secretário-Geral do MPU afirmou que existe a disposição de cumprir o disposto pelo CNMP, entretanto, isto dependerá de orçamento. A Administração do MPU já está pleiteando os recursos suplementares junto aos poderes competentes, mas aguarda a liberação de tais recursos. Salientou ainda a necessidade da publicação do Acórdão do CNMP para a juntada ao processo.

    Com relação a possíveis reajustes e quanto ao adiantamento da última parcela de janeiro de 2015 para ser implantada junto com a parcela de janeiro de 2014, e ainda, sobre a implantação do Subsídio ou PCS, segundo o Secretário-Geral há a necessidade de articulação política junto aos outros poderes, Judiciário, Executivo e Legislativo e que a nova administração, na pessoa do Dr. Janot, já está trabalhando neste sentido.

    Entretanto, enfatizou que a política do atual PGR é não se desvincular do Judiciário e que as futuras tratativas salariais deverão ser negociadas juntamente com o Judiciário. Exemplo disso, é a adesão ao Funpresp-Jud para cuidar da futura previdência complementar dos servidores do MPU. Adiantou, inclusive, que o Dr. Rodrigo Janot já se reuniu com o Ministro Joaquim Barbosa e com a área econômica do executivo para tratar de questões salariais. Estas tratativas, porém, seriam melhor encaminhadas se o modelo remuneratório (e suas condições gerais) chegasse definido pelos sindicatos envolvidos, quais sejam, SINASEMPU E SINDJUS, pois cada sindicato apresenta sua versão.

    Isto posto, prezados(as) colegas, temos que lembrar que nada está garantido e que o quadro atual mostra-se bastante incerto. Nossa realidade ainda está distante do ideal que buscamos. Ficamos na expectativa de que as coisas possam melhorar daqui pra frente. A única certeza que temos é que muito trabalho nos espera para atingirmos nossos objetivos. Precisamos continuar fortalecendo nosso sindicato e participando ativamente de suas lutas. Ainda, devemos ter consciência da necessidade de filiação e participação de todos os servidores.

    Segue, em anexo, foto do encontro (da esquerda para a direita: Dr. Lauro Cardoso, Dr. João Vicente, Servidores Renato Cantoni, Renato Marins e Marco Henrique).

    Saudações.
    _________________________________________________________________________________
    É interessante...até reunião com o JB já teve e ngm fica sabendo de nada.
    O pessoal já esqueceu que para o ano que vem já tem PL para os membros e procuradores?

    Aí que está. Sem indicar fontes novas de dotação, a continha disto aí bate em 40 milhões, no mínimo. Mas não tem para pagar os 60 milhões do reenquadramento da plebe!
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    Mensagem por Najla em Qua 09 Out 2013, 9:13 am

    pernalonga escreveu:Najla, existe alguma possibilidade de o SindjusDF atropelar (de novo) a Fenajufe, embarcando todos nós nessa canoa quase virando de tanta gente que virou a PEC 147 (a da emenda do  Policarpo), que vincula nosso reajuste ao dos juizes? Me parece que esse seminario que vcs estão participando aponta pra isso, no que se depreende das chamadas do site...
    Tenho que essa PEC será o maior gasto inútil de energia dos ultimos tempos, pois no meu entender a viabilidade de isso ir adiante é nula ou quase nula, considerando que sem apoio do STF nada sai. Sem falar que é uma PEC...
    Abraços


    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
    Vai atropelar.
    Eles querem discutir reajuste e não carreira. Dizem que não dá tempo e que não podemos ficar três anos discutindo a carreira e não enviar um projeto novo com pedido de reajuste. Eu não sei de onde eles tiraram que a discussão se daria em três anos, mas eles repetiam isso o tempo todo ontem no seminário: "três anos, discutindo, três anos discutindo, três anos discutindo", uma ladainha.

    Até o amigo deles da CUT que estava à mesa dos palestrantes disse que não entendia porque fazer a polarização entre reajuste e carreira, que na visão dele poderia se fazer as duas coisas, discutir a carreira e ter um projeto de reajuste.

    Sobre a Fenajufe, o Sindjus tem o maior desprezo, até o Cledo que é coordenador da Fenajufe se posicionou contra a Federação, como se ele não fosse da federação e ainda liberado pela federação. A Eugênia perguntou para a direção do Sindjus se eles não iriam respeitar o que os delegados, ou seja, servidores da base, tinham decidido na plenária e eles, especilamente o Cledo, disse que não, que o Sindjus segue a base do DF e que a base do DF quer é aumento de salário, como se todos os servidores de todo o Brasil não quisessem aumento do salário.

    Nós estamos esperando a discussão da carreira há pelo menos três anos (deve ser daí que eles tiraram os três anos, só que são de espera e não de discussão...) e agora o Sindjus diz que não dá tempo de discutir carreira. Eu acho que nada impede que discutamos a carreira e não havendo tempo de terminarmos o projeto de carreira, enviamos um projeto de reajuste. Os servidores queriam que isso fosse feito esse ano, que o JB enviasse um PL para o congresso com os índices de reposição inflacionária e que a gente ia discutindo a carreira concomitantemente.

    Não aconteceu nem uma coisa e nem outra. E a sensação é de que há muitos outros interesses (eleitorais) que se sobrepõem ao nosso interesse pela carreira e EVIDENTEMENTE, pelo reajuste.


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    Mensagem por Miron BH em Qua 09 Out 2013, 11:13 am

    Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
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    Mensagem por Galizezin em Qua 09 Out 2013, 11:15 am

    Najla escreveu:
    pernalonga escreveu:Najla, existe alguma possibilidade de o SindjusDF atropelar (de novo) a Fenajufe, embarcando todos nós nessa canoa quase virando de tanta gente que virou a PEC 147 (a da emenda do  Policarpo), que vincula nosso reajuste ao dos juizes? Me parece que esse seminario que vcs estão participando aponta pra isso, no que se depreende das chamadas do site...
    Tenho que essa PEC será o maior gasto inútil de energia dos ultimos tempos, pois no meu entender a viabilidade de isso ir adiante é nula ou quase nula, considerando que sem apoio do STF nada sai. Sem falar que é uma PEC...
    Abraços


    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
    Vai atropelar.
    Eles querem discutir reajuste e não carreira. Dizem que não dá tempo e que não podemos ficar três anos discutindo a carreira e não enviar um projeto novo com pedido de reajuste. Eu não sei de onde eles tiraram que a discussão se daria em três anos, mas eles repetiam isso o tempo todo ontem no seminário: "três anos, discutindo, três anos discutindo, três anos discutindo", uma ladainha.

    Até o amigo deles da CUT que estava à mesa dos palestrantes disse que não entendia porque fazer a polarização entre reajuste e carreira, que na visão dele poderia se fazer as duas coisas, discutir a carreira e ter um projeto de reajuste.

    Sobre a Fenajufe, o Sindjus tem o maior desprezo, até o Cledo que é coordenador da Fenajufe se posicionou contra a Federação, como se ele não fosse da federação e ainda liberado pela federação. A Eugênia perguntou para a direção do Sindjus se eles não iriam respeitar o que os delegados, ou seja, servidores da base, tinham decidido na plenária e eles, especilamente o Cledo, disse que não, que o Sindjus segue a base do DF e que a base do DF quer é aumento de salário, como se todos os servidores de todo o Brasil não quisessem aumento do salário.

    Nós estamos esperando a discussão da carreira há pelo menos três anos (deve ser daí que eles tiraram os três anos, só que são de espera e não de discussão...) e agora o Sindjus diz que não dá tempo de discutir carreira. Eu acho que nada impede que discutamos a carreira e não havendo tempo de terminarmos o projeto de carreira, enviamos um projeto de reajuste. Os servidores queriam que isso fosse feito esse ano, que o JB enviasse um PL para o congresso com os índices de reposição inflacionária e que a gente ia discutindo a carreira concomitantemente.

    Não aconteceu nem uma coisa e nem outra. E a sensação é de que há muitos outros interesses (eleitorais) que se sobrepõem ao nosso interesse pela carreira e EVIDENTEMENTE, pelo reajuste.
    A persistência no atual formato remuneratório - que privilegia os jurássicos -, pois de grão em grão vão enchendo o papo.
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    Mensagem por fabiomodel em Qua 09 Out 2013, 11:50 am

    Espero que pelo menos coloquem todo o reajuste na GAJ. Para um reajuste nos salários de 30% a GAJ teria que ir para 150%, o que daria um impacto na folha de cerca de 20% (seguindo a lógica do último reajuste) nada tão terrível assim. Se tentarem no VB de novo já sabemos o que esperar.
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    Mensagem por fuchs em Qua 09 Out 2013, 12:25 pm

    Fala sério, esse negócio de carreira é só pra tumultuar mesmo. Desde 2004, ano que entrei na JF, ficam com essa ladainha de carreira, pq tem que valorizar, pq tem que fazer isso ou aquilo.
    Oras, criem a tal carreira, debatam ela, não pensando em já apresentá-la para aprovação, mas pra deixar pronto pra 2015, 2016. Esse negócio de querer criar carreira e já apresentar sabemos que é furada e não sai da simples intenção.
    E outra, até hoje ninguém consegue explicar o que é carreira. É dinheiro? É mais trabalho?

    Galizezin escreveu:
    Najla escreveu:
    pernalonga escreveu:Najla, existe alguma possibilidade de o SindjusDF atropelar (de novo) a Fenajufe, embarcando todos nós nessa canoa quase virando de tanta gente que virou a PEC 147 (a da emenda do  Policarpo), que vincula nosso reajuste ao dos juizes? Me parece que esse seminario que vcs estão participando aponta pra isso, no que se depreende das chamadas do site...
    Tenho que essa PEC será o maior gasto inútil de energia dos ultimos tempos, pois no meu entender a viabilidade de isso ir adiante é nula ou quase nula, considerando que sem apoio do STF nada sai. Sem falar que é uma PEC...
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    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
    Vai atropelar.
    Eles querem discutir reajuste e não carreira. Dizem que não dá tempo e que não podemos ficar três anos discutindo a carreira e não enviar um projeto novo com pedido de reajuste. Eu não sei de onde eles tiraram que a discussão se daria em três anos, mas eles repetiam isso o tempo todo ontem no seminário: "três anos, discutindo, três anos discutindo, três anos discutindo", uma ladainha.

    Até o amigo deles da CUT que estava à mesa dos palestrantes disse que não entendia porque fazer a polarização entre reajuste e carreira, que na visão dele poderia se fazer as duas coisas, discutir a carreira e ter um projeto de reajuste.

    Sobre a Fenajufe, o Sindjus tem o maior desprezo, até o Cledo que é coordenador da Fenajufe se posicionou contra a Federação, como se ele não fosse da federação e ainda liberado pela federação. A Eugênia perguntou para a direção do Sindjus se eles não iriam respeitar o que os delegados, ou seja, servidores da base, tinham decidido na plenária e eles, especilamente o Cledo, disse que não, que o Sindjus segue a base do DF e que a base do DF quer é aumento de salário, como se todos os servidores de todo o Brasil não quisessem aumento do salário.

    Nós estamos esperando a discussão da carreira há pelo menos três anos (deve ser daí que eles tiraram os três anos, só que são de espera e não de discussão...) e agora o Sindjus diz que não dá tempo de discutir carreira. Eu acho que nada impede que discutamos a carreira e não havendo tempo de terminarmos o projeto de carreira, enviamos um projeto de reajuste. Os servidores queriam que isso fosse feito esse ano, que o JB enviasse um PL para o congresso com os índices de reposição inflacionária e que a gente ia discutindo a carreira concomitantemente.

    Não aconteceu nem uma coisa e nem outra. E a sensação é de que há muitos outros interesses (eleitorais) que se sobrepõem ao nosso interesse pela carreira e EVIDENTEMENTE, pelo reajuste.
    A persistência no atual formato remuneratório - que privilegia os jurássicos -, pois de grão em grão vão enchendo o papo.
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    Mensagem por servidorTRE em Qua 09 Out 2013, 12:50 pm

    Najla ou colegas,

    Alguém saberia informar alguma coisa sobre a criação (projetinho) dos cargos (1 téc e 1 anal) para os cartórios eleitorais novos que foram criados pós 2004 ? e será que com o Min Marco Aurélio assumindo a presidência do TSE em 19/11 acrescentaria para nós servidores ?
    Grato.
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    Mensagem por Najla em Qua 09 Out 2013, 1:26 pm

    fuchs escreveu:Fala sério, esse negócio de carreira é só pra tumultuar mesmo. Desde 2004, ano que entrei na JF, ficam com essa ladainha de carreira, pq tem que valorizar, pq tem que fazer isso ou aquilo.
    Oras, criem a tal carreira, debatam ela, não pensando em já apresentá-la para aprovação, mas pra deixar pronto pra 2015, 2016. Esse negócio de querer criar carreira e já apresentar  sabemos que é furada e não sai da simples intenção.
    E outra, até hoje ninguém consegue explicar o que é carreira. É dinheiro? É mais trabalho?

    Fuchs, parabéns, vc conseguiu explicar pra mim o que o Sindjus pensa.
    E eu acho que o seu tempo verbal não está correto, pois deveria ser: criemos, debatamos, apresentemos.
    Vc é servidor e essa causa também é sua.


    Última edição por Najla em Qua 09 Out 2013, 1:29 pm, editado 1 vez(es)


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    Mensagem por Brother em Qua 09 Out 2013, 1:27 pm

    Galizezin escreveu:Pois bem, os bancários recusaram 7,1% e vão continuar em greve por tempo ilimitado.
    E a nossa aceita o 171 why surprise2 
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    Mensagem por Najla em Qua 09 Out 2013, 1:28 pm

    servidorTRE escreveu:Najla ou colegas,

     Alguém saberia informar alguma coisa sobre a criação (projetinho) dos cargos (1 téc e 1 anal) para os cartórios eleitorais novos que foram criados pós 2004 ? e será que com o Min Marco Aurélio assumindo a presidência do TSE em 19/11 acrescentaria para nós servidores ?
    Grato.
    Esse projeto está parado. Fala-se até em separar a criação de cargos da equiparação de chefes de cartório que hoje está no mesmo projeto. Quando nos reunimos com as autoridades, e semana passada a Eugênia esteve com a Min. Carmen Lúcia, o que eles dizem é que estão vendo, que estão fazendo um estudo para remanejar vagas, etc.

    Quem vai assumir o TSE é o Toffoli.


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    Mensagem por lroger8 em Qua 09 Out 2013, 1:36 pm

    Najla escreveu:
    pernalonga escreveu:Najla, existe alguma possibilidade de o SindjusDF atropelar (de novo) a Fenajufe, embarcando todos nós nessa canoa quase virando de tanta gente que virou a PEC 147 (a da emenda do  Policarpo), que vincula nosso reajuste ao dos juizes? Me parece que esse seminario que vcs estão participando aponta pra isso, no que se depreende das chamadas do site...
    Tenho que essa PEC será o maior gasto inútil de energia dos ultimos tempos, pois no meu entender a viabilidade de isso ir adiante é nula ou quase nula, considerando que sem apoio do STF nada sai. Sem falar que é uma PEC...
    Abraços


    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
    Vai atropelar.
    Eles querem discutir reajuste e não carreira. Dizem que não dá tempo e que não podemos ficar três anos discutindo a carreira e não enviar um projeto novo com pedido de reajuste. Eu não sei de onde eles tiraram que a discussão se daria em três anos, mas eles repetiam isso o tempo todo ontem no seminário: "três anos, discutindo, três anos discutindo, três anos discutindo", uma ladainha.

    Até o amigo deles da CUT que estava à mesa dos palestrantes disse que não entendia porque fazer a polarização entre reajuste e carreira, que na visão dele poderia se fazer as duas coisas, discutir a carreira e ter um projeto de reajuste.

    Sobre a Fenajufe, o Sindjus tem o maior desprezo, até o Cledo que é coordenador da Fenajufe se posicionou contra a Federação, como se ele não fosse da federação e ainda liberado pela federação. A Eugênia perguntou para a direção do Sindjus se eles não iriam respeitar o que os delegados, ou seja, servidores da base, tinham decidido na plenária e eles, especilamente o Cledo, disse que não, que o Sindjus segue a base do DF e que a base do DF quer é aumento de salário, como se todos os servidores de todo o Brasil não quisessem aumento do salário.

    Nós estamos esperando a discussão da carreira há pelo menos três anos (deve ser daí que eles tiraram os três anos, só que são de espera e não de discussão...) e agora o Sindjus diz que não dá tempo de discutir carreira. Eu acho que nada impede que discutamos a carreira e não havendo tempo de terminarmos o projeto de carreira, enviamos um projeto de reajuste. Os servidores queriam que isso fosse feito esse ano, que o JB enviasse um PL para o congresso com os índices de reposição inflacionária e que a gente ia discutindo a carreira concomitantemente.

    Não aconteceu nem uma coisa e nem outra. E a sensação é de que há muitos outros interesses (eleitorais) que se sobrepõem ao nosso interesse pela carreira e EVIDENTEMENTE, pelo reajuste.
    Gente, que tem que ser atropelados são esses sindIcatos! Claramente mal intencionados, vamos torcer para que a Anata atropele essa Turma para que o STF finalmente enxergue quem defende a maioria da categoria, quem trabalha com ética e seriedade!!!
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    Mensagem por Brother em Qua 09 Out 2013, 1:36 pm

    Najla escreveu:Toninho do Diap defendendo o governo no Seminário do Sindjus.
    O problema foi o STF que não soube dialogar com o governo.

    Pois é.
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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 1:38 pm


    Black Blocks e a Nova Arte de Fazer Manifestações

    “Violência é contra patrimônio! É violência de fato? E a polícia que mais mata no mundo, fazemos o que com ela? Quebrar vidros de bancos que lucram 59 bilhões reais? Sentar o cassetete em professor ninguém fala nada? E a corrupção que suga 200 bilhões de reais do PIB brasileiro não é violência?

    Como disse um rapaz nas manifestações: ‘O conserto ou a compra de uma nova viatura sairá do meu bolso", então pensei, pago com prazer!!! Prefiro assim do que ver tanta roubalheira e diga-se de passagem, também está roubalheira sairá de nossos bolsos! A diferença é que uma eu escolho pagar e a outra não!’
    Se você quiser fazer manifestação pacífica, pega um grupo e vá protestar no Ibirapuera, lá é lindo por sinal. As manifestações de junho foram reações a uma violência estatal, e demonstrou uma polícia militar despreparada.

    Eu, sim, estou no meio dos Black Blocs, liderando-os. Sim, liderando-os. Não compartilho da baderna, e sim, da vestimenta, todos de preto, com uma máscara. Fala-se muito que se não deve, não esconde a cara, mas e a PM que simplesmente retira a identificação, prende, sem motivos e simplesmente não diz para onde levará o Manifestante, dizendo que devemos ligar no 190. Aconteceu um caso, com um rapaz, chamado Vinícius, menor de idade, agredido pela PM, pois empunhava um megafone, dizendo que não tem medo da polícia: foi gravado em vídeo, só para lembrar.

    Entre os Black Blocs ninguém anda armado, ninguém. Não há notícias de polícias feridos por armas de manifestantes ou black blocs, só para constar.”
    (Com adaptações)

    Hoje em dia o malfeito está compensando: político rouba, faz políticas nefastas ao povo, sacaneia, engana, violenta as pessoas com a repressão policial despreparada, e nada lhe acontece! Na nossa educação 'moderna' o playboy cresce sem nem levar umas varadas de marmelo; quanto cresce e consegue o poder, torpe e mal acostumado que é, imoral que é, chafurda no malfeito, e nada lhe acontece...
    A Justiça é omissa quanto aos poderosos, mas muito rigorosa com o pobres e os desvalidos. Aí vira festa dos endiabrados! O crime compensa! É preciso mudar isso! O malfeitor que levar uma surra vai lhe fazer bem, vai lhe corrigir desvios morais!
    O movimento Black Blocs precisa dar esse primeiro passo: surrar de vara de marmelo os políticos nefastos à Nação Brasileira! Uma sova em quem não a teve na infância faz toda a diferença na educação do cidadão correto! Na Bíblia está escrito que uma sova de vara livra a pessoa do fogo do inferno! Se livra do fogo do inferno, livra de qualquer torpeza moral. Na Itália um cidadão quebrou a cara do Berlusconi com uma estatueta, e nunca mais o Berlusconi aprontou... Parou com a sacanagem com o dinheiro público!!
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    Mensagem por moablopes em Qua 09 Out 2013, 2:09 pm

    Prezado(a) colega,

    Agradecemos se você já respondeu ao censo! Obrigado por contribuir com o CNJ na missão de traçar um perfil do corpo funcional do Judiciário Brasileiro!

    Mas, caso você ainda não tenha respondido, acesse [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Lembre-se de que o prazo termina hoje, dia 09 de outubro, e de que o preenchimento dura apenas 5 minutos!

    Não deixe de participar!
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    Mensagem por Miron BH em Qua 09 Out 2013, 3:00 pm

    Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
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    Mensagem por J. J. Abrams em Qua 09 Out 2013, 3:42 pm

    Como nenhum sindicato foi e nem será tomado, para permitir que o chão de fábrica tente cortes nos incorporados, será que só resta ligar pra reginaldo lopes, pra ele propor outra emenda aos 44 do segundo tempo, correto? aquela tabelinha entupidora de aorta, gordura trans do A1 ao C13, reajuste de 98% e talz. A peaozada pira!

    E a ANATA? será que só cabe preparar um novo golpe nos bastidores? com aquela agendinha ultra secreta? com aquele nucleozinho decisorio indeterminado? a fazer visitinhas extra-oficiais? entrega de cartinhas com 50 assinaturas? colocando gente pra chorar em microfones? a tentar congelar salario dos outros na base da piedade...?

    O que temos em nossa frente é uma guerra, não é uma roda de violão na praia não. O ultimo PCS foi o nucleo dos incorporados dando rasteira atrás de rasteira nos pé-duros. Da ultima vez o novato hesitou em confrontar pra valer o incorporado. Se você não quer reconhecer isso, que foi profundamente manipulado pelo Sindjus, pela Fenajufe e por Reginaldo Lopes, já está com os joelhos dobradinhos, pronto pras rasteiras futuras, com essas teses de "não dá tempo de discutir". É pra parar tudo e discutir, amigo. PARA TUDO!

    O ideal é reconhecer as diferenças que se instalaram mesmo, e passar a admitir que há uma cissão na carreira. Uma proposta de carreira dos "incorporados" contra uma dos "pé-duros". Duas propostas bastante claras, uma que conserva as incorporações, e outra que decide por aborve-las.

    Não adianta trabalhar sobre UMA unica proposta, porque uma é o oposto da outra. o consenso final só será construido atraves do voto individual. isso sim é um projeto transformador, reconhecer que a categoria já rachou e que precisamos de duas propostas aptas a votação.

    Mobilizar um agrupamento nacional de servidor não é simples, mas com certeza podemos imaginar como isso se daria. Aconteceria com os grandes núcleos dando o primeiro passo.

    Me disponho a participar da elaboração de um plano de carreira pros pé-duros, precisariamos nos interar dos elementos e da forma de apresentação disso. Depois apresentariamos esta proposta em todos os sindicatos. Alguem quer se mover por aqui? é Só dizer.
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    Mensagem por Galizezin em Qua 09 Out 2013, 3:43 pm

    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

    Fazer o que? Mendicância?


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    Mensagem por Miron BH em Qua 09 Out 2013, 4:07 pm

    O governo (com "g" minúsculo mesmo) abre o saco de maldade contra o servidor público. Ainda, como se não bastasse, a própria administração joga contra nós. Ai não tem jeito. O negócio é cada um por si e o órgão que arque com as consequências de servidor chegando desmotivado e cansado por estar fazendo serviço paralelo ao ofício público.

    Galizezin escreveu:
    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

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    Mensagem por lroger8 em Qua 09 Out 2013, 4:24 pm

    J. J. Abrams escreveu:Como nenhum sindicato foi e nem será tomado, para permitir que o chão de fábrica tente cortes nos incorporados, será que só resta ligar pra reginaldo lopes, pra ele propor outra emenda aos 44 do segundo tempo, correto? aquela tabelinha entupidora de aorta, gordura trans do A1 ao C13, reajuste de 98% e talz. A peaozada pira!

    E a ANATA? será que só cabe preparar um novo golpe nos bastidores? com aquela agendinha ultra secreta? com aquele nucleozinho decisorio indeterminado? a fazer visitinhas extra-oficiais? entrega de cartinhas com 50 assinaturas? colocando gente pra chorar em microfones? a tentar congelar salario dos outros na base da piedade...?

    O que temos em nossa frente é uma guerra, não é uma roda de violão na praia não. O ultimo PCS foi o nucleo dos incorporados dando rasteira atrás de rasteira nos pé-duros. Da ultima vez o novato hesitou em confrontar pra valer o incorporado. Se você não quer reconhecer isso, que foi profundamente manipulado pelo Sindjus, pela Fenajufe e por Reginaldo Lopes, já está com os joelhos dobradinhos, pronto pras rasteiras futuras, com essas teses de "não dá tempo de discutir". É pra parar tudo e discutir, amigo. PARA TUDO!

    O ideal é reconhecer as diferenças que se instalaram mesmo, e passar a admitir que há uma cissão na carreira. Uma proposta de carreira dos "incorporados" contra uma dos "pé-duros". Duas propostas bastante claras, uma que conserva as incorporações, e outra que decide por aborve-las.

    Não adianta trabalhar sobre UMA unica proposta, porque uma é o oposto da outra. o consenso final só será construido atraves do voto individual. isso sim é um projeto transformador, reconhecer que a categoria já rachou e que precisamos de duas propostas  aptas a votação.  

    Mobilizar um agrupamento nacional de servidor não é simples, mas com certeza podemos imaginar como isso se daria. Aconteceria com os grandes núcleos dando o primeiro passo.

    Me disponho a participar da elaboração de um plano de carreira pros pé-duros, precisariamos nos interar dos elementos e da forma de apresentação disso. Depois apresentariamos esta proposta em todos os sindicatos. Alguem quer se mover por aqui? é Só dizer.
    Perfeitas colocações! Acresceria que a cisão envolve, na verdade, sindicalistas, que são via de regra externos interessados apenas nos seus interesses egoísticos, contra os internos. Essa é a realidade!
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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 4:54 pm

    Miron BH escreveu:O governo (com "g" minúsculo mesmo) abre o saco de maldade contra o servidor público. Ainda, como se não bastasse, a própria administração joga contra nós. Ai não tem jeito. O negócio é cada um por si e o órgão que arque com as consequências de servidor chegando desmotivado e cansado por estar fazendo serviço paralelo ao ofício público.

    Galizezin escreveu:
    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

    Fazer o que? Mendicância?
    E aí, Miron, tudo bem, meu filho?

    Na verdade, a interpretação é de qualquer formação: engenheiro prestaria consultoria técnica ao assinar um projeto ou o contador ao elaborar um balanço, e por aí vai.

    O motivo disto é aquele claro exemplo de falta de controle das chefias. Supostamente, a medida é para "impedir que servidores façam outros afazeres durante o horário de trabalho", ainda que nossa jornada tipicamente permita tranquilamente que se trabalhe com consultoria na parte da manhã ou da tarde/noite, conforme o caso.

    Entretanto, na prática só a OAB exerce um controle adequado disto, e creio que no mínimo caberia o mesmo tratamento à acumulação ilegal de cargos: a administração deveria notificá-lo e aí você teria 10 dias para abandonar um, sem qualquer punição (princípio da boa fé). Servidor em cargo em comissão ou função também não poderia acumular cargos de maneira alguma (são de dedicação exclusiva), e mesmo servidores sem vínculo acumulam cargos públicos.

    Portanto, na prática, ficou como se fosse apenas a atividade fim, direito, mas é restrito a todos. Agora, quando veio este plano também não tivemos nenhum reajuste durante seis anos, e certamente muita gente prefere o pcs antigo com acumulação de funções a este reajuste condicionado a não fazer consultoria, e o controle é nenhum.
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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 5:02 pm

    Nunca antes na história desse País...


    Notícia importante para os movimentos de protestos:



    09/10/2013 15h07 - Atualizado em 09/10/2013 15h17

    Justiça nega pedido de reintegração de posse da USP
    Reitoria da universidade está ocupada por estudantes desde 1º de outubro.
    Segundo decisão, USP 'não estava aberta a diálogo com estudantes'.


    Juiz mostra-se inteirado do que ocorre na USP:

    "A ocupação de bem público (no caso de uso especial, poderia ser de uso comum, por exemplo, uma praça ou rua), como forma de luta democrática, para deixar de ter legitimidade, precisa causar mais ônus do que benefícios à universidade e, em última instancia, à sociedade. Outrossim, frise-se que nenhuma luta social que não cause qualquer transtorno, alteração da normalidade, não tem força de pressão e, portanto, sequer poderia se caracterizar como tal."

    O juiz ainda julgou que a Reitoria não estava aberta a um diálogo com os estudantes e preferiu optar pelo uso da força. Além disso, informou que as reivindicações de estudantes, professores e funcionários, prevendo a democratização da gestão da USP, apontam um possível benefício da ocupação, que seria mais importante que a "interdição parcial de funcionamento administrativo da USP" e os "danos de pequena monta ao seu patrimônio".

    "Desta forma, - como pareceu ter ficado claro na audiência -, havendo ainda a possibilidade de retomada do prédio sem o uso da força policial, bastando a cessação da intransigência da Reitoria em dialogar, de forma democrática, com os estudantes, e, ainda, considerando, como dito acima, que, nesse momento, a desocupação involuntária, violenta, causaria mais danos à USP e aos seus estudantes do que a decorrente da própria ocupação, indefiro, por ora, a liminar de reintegração de posse", dizia o texto.


    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/10/justica-nega-pedido-de-reintegracao-de-posse-da-usp.html


    Reitoria da USP vai chorar na cama que é mais confortável..
    Judiciário deixando de ser beija-mão da máquina estatal! Isso é incrível!
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    Mensagem por Miron BH em Qua 09 Out 2013, 5:07 pm

    Td bem, cara. Curtindo o frio no Sul ai né!
    Blz então. Para tudo se dá um jeito.
    Abç.

    josebarbos escreveu:
    Miron BH escreveu:O governo (com "g" minúsculo mesmo) abre o saco de maldade contra o servidor público. Ainda, como se não bastasse, a própria administração joga contra nós. Ai não tem jeito. O negócio é cada um por si e o órgão que arque com as consequências de servidor chegando desmotivado e cansado por estar fazendo serviço paralelo ao ofício público.

    Galizezin escreveu:
    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

    Fazer o que? Mendicância?
    E aí, Miron, tudo bem, meu filho?

    Na verdade, a interpretação é de qualquer formação: engenheiro prestaria consultoria técnica ao assinar um projeto ou o contador ao elaborar um balanço, e por aí vai.

    O motivo disto é aquele claro exemplo de falta de controle das chefias. Supostamente, a medida é para "impedir que servidores façam outros afazeres durante o horário de trabalho", ainda que nossa jornada tipicamente permita tranquilamente que se trabalhe com consultoria na parte da manhã ou da tarde/noite, conforme o caso.

    Entretanto, na prática só a OAB exerce um controle adequado disto, e creio que no mínimo caberia o mesmo tratamento à acumulação ilegal de cargos: a administração deveria notificá-lo e aí você teria 10 dias para abandonar um, sem qualquer punição (princípio da boa fé). Servidor em cargo em comissão ou função também não poderia acumular cargos de maneira alguma (são de dedicação exclusiva), e mesmo servidores sem vínculo acumulam cargos públicos.

    Portanto, na prática, ficou como se fosse apenas a atividade fim, direito, mas é restrito a todos. Agora, quando veio este plano também não tivemos nenhum reajuste durante seis anos, e certamente muita gente prefere o pcs antigo com acumulação de funções a este reajuste condicionado a não fazer consultoria, e o controle é nenhum.
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    Mensagem por GCC em Qua 09 Out 2013, 5:44 pm

    Galizezin escreveu:
    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

    Fazer o que? Mendicância?
    O Analistas da área médica e odontológica, bem como de outros serviços de saúde, podem ter outros empregos, sem problema nenhum e isso nunca foi questionado. Então acho que um Analista engenheiro ou contador, por exemplo, não poderia ser obstado de prestar serviços de perícia ou assinar projetos, caso contrário, não haveria isonomia nenhuma.

    A lei veda a advocacia e consultoria técnica (sem especificar se é só jurídica ou não), mas não pode ser interpretada de maneira ampliava.

    Usando o famoso jargão. "Na democracia de direito, pode-se fazer tudo que não seja vedado em lei".

    Então se não der certo passar em outro concurso, acho que vou arrumar um bico de corretor de imóveis, vendedor de muamba, ou sei lá o que. Pois pelo andar da carruagem, com o meu salário, vou acabar tendo que cancelar o plano de saúde e mudar meu filho para escola pública.

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    Mensagem por andre3107 em Qua 09 Out 2013, 6:05 pm

    Ministro Marco Aurélio comandará TSE pela terceira vez

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    Mensagem por Convidado em Qua 09 Out 2013, 6:15 pm

    Não tem jeito, fiquei meses sem entrar nesse fórum, mas continua como antes,
    muito mimimi,, e pouca atitude, kd a tomada dos sindicatos?
    Os revolucionários da Anata, agora andam de mãos dadas com os guerrilheiros do Lutafenajufe,
    ano que vem tem eleição para o Sintrajud/SP e ai?
    Que posição a Anata tem? Ficariam contra que aportou $$$ na eleição do Sindjus/DF? Dificil, pois até para eleição da Fenajufe aliaram-se a eles...isso depois de varias vezes dizerem que o sintrajud e lutafenajufe era o que de pior existia de sincalistas,.
    Alias , andei verificando o site da fenajufe, e na parte de prestação de contas, eles só colocam as depesas, kd as receitas?
    Kd a transparencia?

    E a participação da "catiguria"...as pessoas arrumam as desculpas mais esfarrapadas possiveis , para não mostrar a cara...ficar reclamando em forum de discussão é facil, quero ver é participar.
    poderiamos ter mudado muita coisa, se houvesse participação, mas pelo jeito estão todos felizes com os 15,8 conquistados com a luta da "catiguria"
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    Mensagem por GCC em Qua 09 Out 2013, 6:16 pm

    andre3107 escreveu:Ministro Marco Aurélio comandará TSE pela terceira vez

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Pela ordem natural das coisas (leia-se o acordo de cavaleiros entre os ministros para o revezamento na ocupação dos cargos de direção), não seria o Dias Toffoli a ocupar o cargo de presidência do TSE. Isso deu até na mídia. Ou estou enganado.

    Acho que os ministros não confiam muito no advogado do Lula né?
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    Mensagem por mpuh em Qua 09 Out 2013, 6:39 pm

    a questão é outra: médicos, enfermeiros e dentistas tem uma Lei e uma EC que lhes garantem o duplo vínculo...




    GCC escreveu:
    Galizezin escreveu:
    Miron BH escreveu:Parece uma pergunta deslocada do assunto do fórum, mas diante do desleixo da administração com o servidor faz a gente procurar outros caminhos:
    Alguém saberia me dizer se existe impedimento de o servidor do MPU (técnico adm) exercer a função de Perito-Contador na Justiça do Trabalho e Cível, já que a advocacia é terminantemente vedada?
    A Lei diz: Art. 21. Aos servidores efetivos, requisitados e sem vínculos do Ministério Público da União é vedado o exercício da advocacia e consultoria técnica.
    Essa "consultoria técnica" é relativo à área jurídica, correto?
    Acredito que diz respeito somente à atividade fim (direito). Impossível estender entendimento para outras atividades que não seja a jurídica, pois impediriam os servidores de trabalhar!?

    Fazer o que? Mendicância?
    O Analistas da área médica e odontológica, bem como de outros serviços de saúde, podem ter outros empregos, sem problema nenhum e isso nunca foi questionado. Então acho que um Analista engenheiro ou contador, por exemplo, não poderia ser obstado de prestar serviços de perícia ou assinar projetos, caso contrário, não haveria isonomia nenhuma.

    A lei veda a advocacia e consultoria técnica (sem especificar se é só jurídica ou não), mas não pode ser interpretada de maneira ampliava.

    Usando o famoso jargão. "Na democracia de direito, pode-se fazer tudo que não seja vedado em lei".

    Então se não der certo passar em outro concurso, acho que vou arrumar um bico de corretor de imóveis, vendedor de muamba, ou sei lá o que. Pois pelo andar da carruagem, com o meu salário, vou acabar tendo que cancelar o plano de saúde e mudar meu filho para escola pública.


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