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    Tópico Geral

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    Mensagem por CesarBsb2012 em Seg 11 Nov 2013, 10:03 am


    enquanto o gigante volta a dormir...


    Política
    Congresso banca 'hábito gourmet' dos parlamentares

    Senadores e deputados custeam refeições em restaurantes caros de Brasília com dinheiro público. Uma única conta pode chegar a 7.000 reais

    O restaurante Coco Bambu, no Lago Sul, em Brasília
    O restaurante Coco Bambu, no Lago Sul, em Brasília, tem como especialidade os frutos do mar é um dos preferidos dos deputados (Divulgação)

    O aquecido mercado da gastronomia em Brasília tem atraído para a capital federal grifes paulistanas de restaurantes, como o Rubayat e o Gero, do grupo Fasano. Entre a clientela habitual, estão parlamentares, que têm direito a custear as refeições com dinheiro público. Um levantamento feito pelo jornal Estado de São Paulo mostra que o Senado tem reembolsado contas que chegam a ultrapassar 7.000 reais.

    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) é um dos que recorreu a essa prática. Em homenagem a seu pai, o parlamentar levou amigos e parentes para jantar no Porcão, uma das mais caras churrascarias de Brasília, que oferece rodízio a 105 reais por pessoa — e apresentou a conta ao Senado. A nota apresentada pelo senador para ressarcimento indica que o jantar custou aos cofres públicos 7.567,60 reais.

    No mesmo dia do jantar, o plenário do Senado foi palco de uma homenagem ao pai do parlamentar, o ex-senador e ex-governador da Paraíba Ronaldo Cunha Lima, falecido em julho de 2012. Parentes, amigos e colegas do senador vieram a Brasília para participar do evento.

    O ex-governador Cunha Lima ficou conhecido por ter disparado três tiros contra o seu antecessor Tarcísio Burity em um restaurante da capital João Pessoa. Em 2007 renunciou ao cargo de deputado federal para não ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo. Morreu sem ser condenado.

    Já o senador Fernando Collor (PTB-AL) é um apreciador de comida japonesa. Neste ano, o Senado reembolsou três contas no restaurante Kishimoto, cada uma delas custando pelo menos 1.000 reais. A assessoria do parlamentar já veio a público informar que os valores são usados para a alimentação dos funcionários do gabinete, gasto que é permitido pelas normas do Senado.

    Na Câmara, a liderança do PSDB é campeã na apresentação desse tipo de nota. A preferência é pelo restaurante Coco Bambu, rede especializada em frutos do mar. Nos primeiros sete meses deste ano, foram 14 notas com valores entre 1.280 e 2.950 reais. O valor total desembolsado pela Câmara nesse caso foi de quase 27.000.

    Procedimentos — Um ato publicado pelo Senado em 2011 regulamenta os procedimentos para o ressarcimento das despesas dos senadores, e estabelece a apresentação de "nota fiscal ou nota fiscal eletrônica ou cupom fiscal original, em primeira via, datada e com a completa discriminação da despesa, isenta de rasuras, acréscimos, emendas ou entrelinhas, emitida em seu nome". Na nota à qual o jornal teve acesso está escrito apenas "refeições".

    A churrascaria em que Cunha Lima ofereceu o jantar está entre as mais caras da capital federal. No cardápio, estão disponíveis carnes nobres e exóticas, como carne de avestruz. O cliente ainda pode optar por um buffet com pratos quentes, saladas, massas, pizzas, risotos e comida japonesa. Considerando um consumo aproximado de 200 reais por pessoa, incluindo sucos ou refrigerantes e taxa de serviço, o valor apresentado na nota seria suficiente para oferecer um jantar para 38 convidados.

    O gabinete do senador informou que o uso da cota parlamentar é feito da forma mais transparente possível. Por iniciativa própria, todas as notas emitidas pelo parlamentar estão disponíveis em seu site. Segundo a assessoria de imprensa de Cunha Lima, o jantar ocorreu depois da sessão especial do Senado e contou com a presença de "autoridades e parlamentares". Apesar de não informar o número de convidados, o gabinete informou que "o senador é extremamente criterioso com os gastos".

    Questionada sobre a ausência do consumo discriminado na nota, o que é exigido pela Casa, a assessoria do parlamentar afirmou que "se o Senado referendou o documento dessa forma, não cabe ao senador responder por isso". A nota foi apresentada na época em que a secretaria responsável por esse controle no Senado era comandada por outro diretor, que foi afastado do cargo.

    Mensalmente, cada senador tem direito a gastar 15.000 reais mais o equivalente a cinco passagens aéreas de ida e volta a seu Estado de origem, o que faz com que o valor seja diferente para cada parlamentar. Cássio Cunha Lima pode solicitar reembolso de 35.555,20 reais todos os meses.

    O Senado informou que não há regra que delimite o gasto específico com restaurantes. Se quiser, o senador pode gastar até o valor total da cota com alimentação.

    Divergência — Os dados apresentados pelo Portal da Transparência do Senado indicam que a Casa pagou 690,20 reais a mais pelo jantar, na comparação com a nota arquivada na churrascaria. Um documento do restaurante, ao qual o jornal também teve acesso, apresenta o valor de 6.877,40, reais, apesar de ter o mesmo número de série daquele apresentado ao Senado, onde consta o gasto de 7.567,60 reais.

    No documento do restaurante, contudo, é possível observar que o valor menor foi escrito em cima do maior. Procurado, o Porcão informou que não adulterou a nota e que a diferença pode estar nos 10% cobrados pelo serviço.

    (Com Estadão Conteúdo)

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    Mensagem por CesarBsb2012 em Seg 11 Nov 2013, 10:05 am

    Será???


    RISCO DE RECESSÃO VOLTOU, AGORA COM O GOVERNO DE MÃOS ATADAS

    A ordem no Palácio do Planalto é manter a calma em relação ao tiroteio disparado contra o governo por causa da forte deterioração das contas públicas. Os porta-vozes para rebater as críticas já estão em campo, mas gente de respeito que ainda faz parte da equipe econômica reconhece que a situação é "mais do que preocupante". Por uma simples razão: depois de tantas estripulias e experimentos, a administração da presidente Dilma Rousseff se encontra quase de mãos atadas.

    "Infelizmente, as margens de manobra se esgotaram. Do ponto de vista fiscal, não há mais como o governo dar estímulos à atividade. Do ponto de vista monetário, o Banco Central precisará aumentar mais os juros para conter a inflação, agora novamente pressionada pela alta do dólar", diz ao blog um técnico muito graduado do governo. Mas não é só: o Palácio do Planalto não pode nem contar com o crédito para estimular a demanda, que está fraca, porque o endividamento das famílias bate recorde e há uma necessidade extrema de conter as operações dos bancos públicos.

    Essas limitações, no entender do técnico do governo, ganham relevância diante do que está por vir em termos de atividade. Muito provavelmente, o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre apontará queda. E há chances, sim, de o quarto trimestre repetir esse desempenho, o que configuraria uma recessão técnica. Trata-se de um quadro desastroso, ainda sem indicadores suficientes para confirmá-lo. Mas que não deve ser descartado, diante da piora, na margem, de todos os níveis de atividade.

    Um economista de mercado, com amplo trânsito no Banco Central, afirma que o nível de atividade piorou, porque vários estímulos dados pelo governo estão sendo retirados (o que é bom do ponto de vista fiscal), os juros estão subindo, encarecendo e restringindo o crédito, e a inflação, mesmo tendo dado uma trégua, continua tirando renda dos consumidores. Para piorar, a produção industrial continua patinando. Para atender à demanda do varejo neste fim de ano, as empresas desovaram os estoques encalhados, em vez de ampliar o uso das máquinas.

    "Por isso, voltou-se a se falar na possibilidade de o Brasil entrar em recessão neste fim de ano", assinala o economista. Para ele, tudo está conspirando contra o Brasil, a começar pela forma equivocada como o governo conduziu a política econômica, com truques fiscais que minaram a credibilidade da presidente Dilma, do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do Banco Central. "Talvez, com uma mudança na postura do governo, dando sinais de mais responsabilidade no controle de gastos e no combate à inflação, certamente o humor so investidores em relação ao país melhoria", acrescenta um executivo de um banco estrangeiro.

    O problema é que, no exterior, também a situação está complicada e ficará pior para o Brasil quando o Federal Reserve (Fed), o BC dos Estados Unidos, começar a mexer na política de estímulos à maior economia do planeta.

    Tanto o técnico do governo quanto o economista do banco privado que conversaram com o blog acreditam que os humores tenderão a piorar nos próximos dias, sobretudo se a inflação voltar a subir no acumulado dos 12 meses. O dado oficial até outubro sairá amanhã. Com o IPCA retomando o ciclo de alta e o dólar voltando para a casa dos R$ 2,30, R$ 2,35, não restará ao BC outra alternativa a não ser continuar subindo os juros em 2014, mesmo sendo um ano eleitoral.

    Nesse contexto, quem pode pagar a conta, mais uma vez, é a Petrobras, que torce para a definição do aumento dos combustíveis na reunião extraordinária de seu Conselho de Administração na próxima sexta-feira, dia 8.

    "Diante desse quadro, o que eu posso dizer é que chegou a hora da verdade para o governo. Infelizmente, optou-se por caminhos errados, que vão custar caro, muito caro. Inclusive para a presidente Dilma, que pode ter a reeleição detonada a se confirmar o pior cenário para a economia", diz um gestor de um grande fundo de investimentos com atuação nos principais mercados do mundo

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    Mensagem por xibitiuiu em Seg 11 Nov 2013, 10:39 am

    um colega disse ontem que a VPI (R$59,87) seria reajustada para trezentos e tantos reais.
    Alguém tá sabendo algo?
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    Mensagem por servidor.tre em Seg 11 Nov 2013, 10:46 am

    xibitiuiu escreveu:um colega disse ontem que a VPI (R$59,87) seria reajustada para trezentos e tantos reais.
    Alguém tá sabendo algo?
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    Mensagem por Mosca em Seg 11 Nov 2013, 11:15 am

    servidor.tre escreveu:
    xibitiuiu escreveu:um colega disse ontem que a VPI (R$59,87) seria reajustada para trezentos e tantos reais.
    Alguém tá sabendo algo?
    Sério?????Very Happy Very Happy Very Happy 
    Rá !!! Pegadinha do malandro...
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    Mensagem por servidor.tre em Seg 11 Nov 2013, 11:42 am

    Mosca escreveu:
    servidor.tre escreveu:
    xibitiuiu escreveu:um colega disse ontem que a VPI (R$59,87) seria reajustada para trezentos e tantos reais.
    Alguém tá sabendo algo?
    Sério?????Very Happy Very Happy Very Happy 
    Rá !!! Pegadinha do malandro...
    A situação está tão crítica que qualquer informação no fórum eu acredito...hehehehe...aguardemos o retroativo do reenquadramento nos TRE's...
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    Mensagem por alberto.tosco em Seg 11 Nov 2013, 12:27 pm

    Eu tb.......rsrsrsrsrs
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    Mensagem por xibitiuiu em Seg 11 Nov 2013, 12:30 pm

    É sério, eu tbm acreditei nele.
    alguém sabe de alguma coisa?
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    Mensagem por camirecas em Seg 11 Nov 2013, 12:32 pm

    naranjito escreveu:
    camirecas escreveu:[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Aos 80 anos, um intelectual de esquerda (sic) lamenta o fato de o Brasil não ser uma ditadura.

    veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/aos-80-anos-um-intelectual-de-esquerda-lamenta-o-fato-de-o-brasil-nao-ser-uma-ditadura-ou-uma-coluna-de-jornal-uma-entrevista-e-a-democracia
    Aonde o cara lamenta o Brasil não ser uma ditadura?
    Isso é jornalismo?
    Agora entendo porque a ombudsman da Folha chamou o Reinaldo de rottweiller.
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    Mensagem por Convidado em Seg 11 Nov 2013, 3:11 pm

    FENAJUFE FAZ DEBATE PARA CHAMAR PARA MAIS DEBATE

    Blá blá blá

    Esbanjamento do dinheiro dos servidores...

    Mais blá blá blá

    Fejajufe faz debate para conclamar servidores a mais debate:



    "Chegamos a algumas conclusões, a principal é que nós, trabalhadores, temos o dever de apresentar um projeto de judiciário que respeite as pessoas, que respeite o cidadão e os limites da sua força de trabalho. Com vista a alcançar este objetivo, foram criados grupos de trabalho para o debate da nossa carreira.."



    Veja a íntegra:


    Carreira. Esta foi a tônica das discussões durante o final de semana em Brasília, nos dois seminários realizados e na reunião ampliada.

    A nossa última e derrotada campanha salarial teve sua origem numa grande discussão sobre carreira, finalizada em 2009, o PCCS previa mudanças significativas nas relações do trabalho no judiciário federal, estava ali desenhada uma árdua luta da categoria, para conseguir convencer o STF a apresentar o PL ao Congresso Nacional.

    Em razão da corrosão dos nossos vencimentos e da apresentação alternativa de uma nova e atrativa tabela remuneratória, apesar da resistência de alguns, decidiu-se por abandonar o Plano de Carreira para lutar pela aprovação do que viria ser o PL 6613/09. O fim da história é conhecido por todos, conseguimos um insuficiente reajuste, depois de muitas greves, mas principalmente pela unificação das lutas com os colegas servidores públicos federais....

    O cenário que se apresenta ao servidor do judiciário nada tem de positivo, o projeto do judiciário do futuro, desenhado pelo governo, é o judiciário da eficiência, não o da eficácia, o judiciário do futuro esquece os atores das relações de trabalho, tanto nós servidores e juízes, quanto os jurisdicionados. É o judiciário das estatísticas, dos números, do CTRL+C – CTRL-V, das soluções padronizadas, da produtividade. Este judiciário não interessa a ninguém, aliás, interessa ao capital, que promove a eleição dos nossos políticos.

    Quais as nossas armas de defesa nesta luta? O que devemos fazer? Foram as perguntas que muito incomodaram neste final de semana. Chegamos a algumas conclusões, a principal é que nós, trabalhadores, temos o dever de apresentar um projeto de judiciário que respeite as pessoas, que respeite o cidadão e os limites da sua força de trabalho. Com vista a alcançar este objetivo, foram criados grupos de trabalho para o debate da nossa carreira, renascer esta discussão e brigar por ela, para um judiciário humano, que preze as pessoas mais do que os números, um judiciário mais humano e acessível à população.

    Isso não significa abandonar a luta pelo nosso direito ao reajuste anual, nossa data-base, à manutenção do nosso poder de compra, garantido pela desrespeitada Constituição Federal, portanto, estaremos mais uma vez, juntos com os servidores públicos federais, em 2014.

    Caros colegas, companheiros e amigos, se filiem ao sindicato, participem das assembleias, atos e discussões. Temos o dever de defender o judiciário e as nossas carreiras. Não garanto o sucesso, mas garanto o orgulho, o prazer de olhar para a nossa família, filhos, amigos e colegas, de cabeça erguida, garanto as noites mal dormidas, mas também os dias bem vividos.Ver mais—

    Marcus Vergne

    .




    Eles realmente pensam que somos idiotas! Ou são tão estúpidos que não entendem o que devem fazer, e ficam de galhofa no sindicato.
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    Mensagem por Alvinegro de Coração em Seg 11 Nov 2013, 3:41 pm

    servidor.tre escreveu:
    xibitiuiu escreveu:um colega disse ontem que a VPI (R$59,87) seria reajustada para trezentos e tantos reais.
    Alguém tá sabendo algo?
    Sério?????Very Happy Very Happy Very Happy 
    Cara, essa pessoa trabalha em algum setor por onde passam as informações antes de chegarem nos servidores ou serem oficializadas? Setor tipo Gestão de Pessoas, Pagamento, Administração ou Gabinete de Chefia? Se for, pode ser verdade, mas se não, deve ser uma piada de muito mal gosto.

    Que eu saiba, até agora o único aumento que seria possível, além do reenquadramento, é o aumento dos auxílios creche e alimentação, por conta da flexibilização constante da LDO 2014 (aumentar os auxílios conforme o índice do IPCA). Fora isso, qualquer aumento é uma enorme surpresa para mim, surpresa bem vinda, é claro.
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    Mensagem por epitaciosouza em Seg 11 Nov 2013, 3:44 pm

    Como seria a GD para o Jud?

    De 80 a 100% do VB igual nas agências? E a GAJ? Ficaria tudo junto? Igual no Senado?

    Dilma vai aceitar GD sim...de 5 a 10% do VB.
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    Mensagem por darkshi em Seg 11 Nov 2013, 8:04 pm

    xibitiuiu escreveu:É sério, eu tbm acreditei nele.
    alguém sabe de alguma coisa?

    Sim. Eu sei.
    O seu colega ou foi enrolado ou está tirando uma com a sua cara.
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    Mensagem por darkshi em Seg 11 Nov 2013, 8:06 pm

    epitaciosouza escreveu:Como seria a GD para o Jud?

    De 80 a 100% do VB igual nas agências? E a GAJ? Ficaria tudo junto? Igual no Senado?

    Dilma vai aceitar GD sim...de 5 a 10% do VB.
    Chutaria uma gratificação que iria até 100% do VB, mas com muito mais flexibilidade do que a do senado. Talvez que sabe indo de 50% a 100%. E a GAJ não seria eliminada. Continuaria onde está. Na verdade até chutaria um minimo reajuste para ir até os 100%.
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Seg 11 Nov 2013, 10:42 pm

    Catatau escreveu:
    Analista Desafortunado escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    camirecas escreveu:
    Paladino,

    permita-me discordar quanto a questão sindical e a maioria proletária. Que a PEC não tem mais para onde ir, a não ser aprovação, é fato. Sindicatos acreditaram na inércia, inclusive até hoje muitos do fórum acreditam na inoperância da PEC, e agora? O certo é pegarmos carona e utilizarmos da melhor maneira, favoravelmente. Ademais, com a aprovação dela o executivo ainda terá uma desculpa a mais para esvaziar 2014, tendo em vista que o STF terá o prazo de 360 dias para elaborar um projeto de estatuto. O governo dirá que esperará o STF elaborar o estatuto para poder injetar recursos no judiciário, o que ficará para 2016/2017 - após as eleições. Possa ser essa a preocupação de muitos sindicatos, terem a agenda 2014 esvaziada pela aprovação da PEC, uma vez que não faz sentido cobrar aumento (ou reposição de perdas) tendo um acordo vigente (2013/2014/2015) e dentro do prazo para o STF elaborar o estatuto (ou plano de carreira), supostamente, a regulamentação do modelo remuneratório. O executivo dirá que precisa saber o que vem por aí para poder projetar as finanças.
    Olha, é temerário a negação sindical. Agora com a aprovação da PEC é de fundamental importância a participação dos sindicatos/federação na elaboração do projeto do estatuto. Vamos fazer o que? Deixar o STF e a federação do pessoal dos estados elaborar o estatuto? Não vou entrar no mérito da crise de representatividade hoje, mas elaborar um estatuto da classe sem a participação de representantes nossos, aí é fechar o caixão. O importante é cobrarmos a relação representante/representado, o feedback.
    Nós novatos, sem paridade etc, não somos maioria! A maioria hoje é do pessoal dos últimos níveis. Portanto, se formos para qualquer votação em que os antigos realmente compareçam, perdemos em todas. O que fazer? O que deve ser feito é mesclar, debater, encontrar um modelo, um plano, que mescle vantagens tanto para os antigos como para os novatos e os inativos. É possível? Claro! Não podemos é continuar antigos querendo puxar para o lado deles, novatos querendo puxar para eles, inativos, bem, esses praticamente sem vozes, e a coisa do jeito que está. Quando iremos respeitar as diferenças? A valorização da carreira tem que ser boa para todos, na medida do possível é claro! Temos que estudar a situação de todos, inclusive dos antigos. O importante é começarmos. A PEC não tem volta, é planejarmos a coisa tendo ela como partícipe.  
    Quanto à questão do sindicato que vc mesmo levantou, o fato que temos e sofremos na pele, é que sempre que tiverem que escolher entre beneficiar os mais novos e os mais antigos, estes sempre serão beneficiados. Quanto a isso, alguém poderia alegar que todos devem ser tratados de forma igual, sendo injusto dar um tratamento desfavorável aos antigos, pois um dia seremos antigos também. O que me refiro é que a diferença que separa os antigos dos novos é um abismo causado pelas incorporações que foram acumuladas por muitos deles. Tem gente com incorporação de mais de R$ 10.000,00. Veja, não é o bruto, pois esse é de mais de 28 mil. Assim, o argumento dos sindicatos de que os antigos não teriam aumento querendo insistir na VB como fizeram durante todo esse tempo é simplesmente ignorar a necessidade dos que ganham menos para manter a mordomia dos que ganham mais, muito mais. É isso que sou contra e sempre irei criticar.

    Com relação aos desdobramentos da PEC, ou seja, a elaboração do estatuto, creio que os sindicatos devem sim participar. Mas com a regra já definida, ou seja, vai ser subsídio ou GD, pois essa forma de remuneração mais fácil de compatibilizar as remunerações dos servidores da União e Estados. Desta forma, a missão dos sindicatos será tão somente quanto a sugerir, dentre esses dois modelos, qual será o adotado e elaborar a planinhas com os valores. Contudo, escolher entre um ou outro é enfiar uma espada no peito dos incorporados. Assim, se isso for deixado "meio solto" para que os sindicatos resolvam, esse estatuto não sairá tão cedo.

    Aprovada a PEC 190, o que é uma questão de tempo, cabe ao sindicato pensar no pessoal de baixo da tabela, coisa que nunca fez e não tentar ficar tentando reviver os mortos. A VB será extinta com a aprovação da PEC e acho que disso ninguém discorda. E vou além. A elaboração dessa PEC foi culpa da incompetência e falta de visão dos sindicatos. Se fosse aceita a GD em 2009, duvida que esta PEC existiria. Teríamos a carreira na forma como é hoje e uma remuneração justa. Essa PEC é filha da incompetência e da indiferença dos sindicatos. E veio tarde.
    Vcs esqueceram de que nos Estados também existem os antigões contrários ao subsídio ou gd e que eles também dominam os sindicatos?

    Ou vcs acham que eles vão perder sem lutar pelo seus " direitos históricos "

    Já me dá arrepios o  fato de essa pec ser bastante desejada pelo governo. Francamente, vcs acham q esse governo quer ajudar SERVIDOR PÚBLICO?

    Obs não tenho incorporação nem gaj ou gas e estou no meio da carreira!
    Como assim não tem GAJ? É comissionado puro?yunoguy 
    Estava viajando e só vi agora. Quis dizer GAE ( oficial ) e GAS ( segurança ), claro.

    AbÇ
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Seg 11 Nov 2013, 10:53 pm

    fabiomodel escreveu:Concordo plenamente. Essa história de que "o governo quer..." é ilusão: não tem nada que o governo queira com essa pec, se ele quiser alguma coisa é congelar o salário de todo mundo, e não moralizar alguma coisa. A propósito: para o governo é muito melhor a GD que o subsídio, afinal com uma gratificação de desempenho daria para tentar trazer eficiência ao judiciário (de acordo com a visão de administração gerencial) e, de quebra, não seria estendida aos inativos integralmente. Portanto, esqueçam essa história de que o governo quer essa pec para moralizar alguma coisa, esse discurso é antigo e já sabemos que é falso.

    OJ_Leoqr escreveu:Parece que a alucinação coletiva sobre o subsídio está de volta!!! Evil or Very Mad 

    "O governo quer.
    O STF quer.
    Todos quer.
    Subsídio, meu preciooooso!!"

    Obs.: Pago a ANATA regularmente.
    Será que o governo quer mesmo conceder a GD para dar eficiência ao Judiciário?

    Ora, ele ( Governo ) é o maior cliente ( litigante ) do Judiciário.

    Assim, será que ele quer mesmo ser condenado logo para pagar seus precatórios?

    Por essa e outras que ainda tenho medo desta PEC.
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    Mensagem por darkshi em Seg 11 Nov 2013, 11:36 pm

    Eu já disse que quem está usando a logica e a razão para inferir o que o governo quer vai arrebentar a cara.
    Foi o que fizemos em 2010. Nos arrebentamos.
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    Mensagem por Ilhense em Ter 12 Nov 2013, 7:43 am

    darkshi escreveu:Eu já disse que quem está usando a logica e a razão para inferir o que o governo quer vai arrebentar a cara.
    Foi o que fizemos em 2010. Nos arrebentamos.

    Pois é, me recordo dessa trista experiência. Alguns incautos achando que o governo queria implantar o subsídio.

    Pior ainda foi quando mataram a greve, com a história de que já havia acordo, de que o PCS estava fechado....

    Vi servidor dando entrevista ao Estadão, ingenuamente acreditando que um jornal extremamente conservador iria dar respaldo ao subsídio. Não deram duas linhas.....

    Enfim, curti seu comentário darkshi. Vamos acordar!
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    Mensagem por Convidado em Ter 12 Nov 2013, 8:13 am

    Ilhense escreveu:
    darkshi escreveu:Eu já disse que quem está usando a logica e a razão para inferir o que o governo quer vai arrebentar a cara.
    Foi o que fizemos em 2010. Nos arrebentamos.
    Pois é, me recordo dessa trista experiência. Alguns incautos achando que o governo queria implantar o subsídio.

    Pior ainda foi quando mataram a greve, com a história de que já havia acordo, de que o PCS estava fechado....

    Vi servidor dando entrevista ao Estadão, ingenuamente acreditando que um jornal extremamente conservador iria dar respaldo ao subsídio. Não deram duas linhas.....

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    Mensagem por tre-rj em Ter 12 Nov 2013, 8:28 am

    Por que os colegas estao falando em GD? houve alguma sinalizacao do governo? ou é apenas esperança?

    Na minha opiniao, o Executivo nao se preocupa com eficiencia no judiciario, apenas se preocupa com o nosso peso no orcamento.

    Para que haja instituicao da GD ou subsidio, o governo nao vai querer nos oferecer um centavo a mais. Se o judiciario instituir uma GD que absorva VPNI, aí sim o modelo remunatorio vai mudar.
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    Mensagem por epitaciosouza em Ter 12 Nov 2013, 8:35 am

    tre-rj escreveu:Por que os colegas estao falando em GD? houve alguma sinalizacao do governo? ou é apenas esperança?

    Na minha opiniao, o Executivo nao se preocupa com eficiencia no judiciario, apenas se preocupa com o nosso peso no orcamento.

    Para que haja instituicao da GD ou subsidio, o governo nao vai querer  nos oferecer um centavo a mais. Se o judiciario instituir uma GD que absorva VPNI, aí sim o modelo remunatorio vai mudar.
    Na verdade são só cogitações...

    E essa conversa de que o subsídio vai vir com força total é balela.

    A única sinalização que houve foi da fumaça do charuto que o Executivo vai...mandar pra o JUD, enfim.
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    Mensagem por tre-rj em Ter 12 Nov 2013, 8:47 am

    Servidores e Sisejufe conquistam jornada de 6 horas de trabalho no TRE-RJ
    VITÓRIA! 08.11.2013 Ultima modificacao: 08.11.2013 16:36

    Os servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) e a direção do Sisejufe conquistaram grande vitória na luta pela jornada de trabalho de seis horas corridas. A presidenta do órgão, desembargadora Letícia Sardas, assinou no dia 7 de novembro o ato que implementa o novo horário de trabalho dos funcionários do tribunal. . A decisão da desembargadora se baseou no Requerimento Administrativo 45.642/2013, protocolado pelo Sisejufe. A adoção das seis horas é uma das grandes reivindicações do sindicato e uma das principais bandeiras de luta dos servidores do Judiciário Federal em todo o país.

    A jornada de seis diárias valerá para os períodos em que não houver eleições. De acordo com o Artigo 1º do ato da presidenta, entre 1º de abril e 30 de novembro dos anos em que tiver eleições a jornada dos servidores será de 40 horas semanais ou oito horas diárias, destinada uma hora para o almoço, ou de 35 horas semanais não computada a pausa para alimentação.

    Os analistas judiciários que exercem a função de médicos terão jornada de 20 horas semanais. Já os que têm especialidade em Odontologia terão jornada de 30 horas líquidas, independente mente dos anos de período eleitoral, exceto para os casos em que forem designados ou nomeados para o exercício de cargo de comissão ou função de comissão, que terão mesma jornada dos demais servidores.

    Já os ocupantes de cargo de comissão ou de função comissionada também terão a jornada de seis horas, mas poderão ser convocados sempre que houver interesse da Administração para a necessidade de serviço.

    “Foi uma vitória conjunta dos servidores e do Sisejufe. Nesses últimos dias, tivemos três reuniões com a direção-geral do tribunal e a Secretaria de Gestão de Pessoas, em que estiveram presentes o sindicato e a comissão de servidores, e um dos temas da pauta foi exatamente a jornada de seis horas. Isso demonstra o quanto é importante o envolvimento dos servidores para que fosse garantida essa grande conquista. Agora, o sindicato vai reiterar a solicitação da jornada de seis horas para os demais tribunais”, explica o diretor-presidente do sindicato, Valter Nogueira Alves.

    O presidenta havia sinalizado em atender à reivindicação da diretoria do Sisejufe, durante a abertura da Semana do Servidor do TRE-RJ. Na ocasião ela informou que a implantação da jornada de seis horas para os servidores da Justiça Eleitoral poderia ser adotada ainda este ano. A decisão da presidenta foi baseada no pedido do Sisejufe feito em 20 de março de 2013, por meio do Requerimento Administrativo 45.642/2013.



    Reunião para tratar da jornada

    Em setembro passado, Valter, juntamente com o diretor sindical Moisés Leite, reuniu-se com a desembargadora Letícia Sardas, a diretora-geral do TRE, Helga Pitthan, e secretário de Gestão de Pessoas, Alan Amand Torres. Foram tratados, dentre outros pontos, a questão da jornada de seis horas.

    Helga Pitthan informou que a Secretaria de Gestão de Pessoas já havia apreciado a questão e que dera parecer favorável. Segundo ela, a legislação não impede a redução, desde que seja fixada entre seis e oito horas semanais.

    Alan Amand informou também, que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o Judiciário a redução do atendimento, o que não é o caso, pois o TRE-RJ continuaria com atendimento ao público no mesmo horário que atende atualmente, havendo apenas um revezamento nos horários de entrada e saída dos servidores.

    Para o diretor do Sisejufe, Moisés Leite, a redução da jornada é uma grande conquista para os servidores que ficarão mais motivados para trabalhar. A desembargadora à época informou que o TRE-RJ já tinha parecer pela viabilidade e que acreditava na adoção ainda para este ano. Restavam ajustes do sistema de informática para a implementação da jornada, bem como a resposta final do TSE à consulta acerca da adoção das 6h. Ainda durante a reunião, Letícia Sardas agradeceu aos servidores pelo compromisso e dedicação com que eles desempenham suas funções. E apresentou a notícia como sendo direito conquistado pelos funcionários do TRE-RJ e do sindicato.



    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Mensagem por molotov em Ter 12 Nov 2013, 11:29 am

    Sobre o pessoal de sindicato do judiciário estadual. sei que onde moro quem domina são os oficiais de justiça.

    Tem inclusive um deles na federação.

    Alguns do judiciário brincam até que eles querem essa "união" para ter porte de arma e aposentadoria especial, como os federais tentam a bastante tempo.


    Última edição por molotov em Ter 12 Nov 2013, 12:24 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por camirecas em Ter 12 Nov 2013, 11:37 am

    PaladinoRS escreveu:
    Ilhense escreveu:
    darkshi escreveu:Eu já disse que quem está usando a logica e a razão para inferir o que o governo quer vai arrebentar a cara.
    Foi o que fizemos em 2010. Nos arrebentamos.
    Pois é, me recordo dessa trista experiência. Alguns incautos achando que o governo queria implantar o subsídio.

    Pior ainda foi quando mataram a greve, com a história de que já havia acordo, de que o PCS estava fechado....

    Vi servidor dando entrevista ao Estadão, ingenuamente acreditando que um jornal extremamente conservador iria dar respaldo ao subsídio. Não deram duas linhas.....

    Enfim, curti seu comentário darkshi. Vamos acordar!
    Não vou concordar nem discordar de vcs. A hora não é de discussão, mas de ação. Se a idéia do subsídio é lógica e a lógica não é a arma certa para lutarmos, qual seria então? Aprendi que apontar o problema é muito fácil, isso qualquer um pode fazer. O difícil, é encontra a solução. Veja bem, não estou repudiando nem jogando pedras na opinião de vcs. Gostaria apenas de saber qual a solução, que foge à lógica, para resolver essa situação.
    Eis a questão!
    Somos uma colcha de retalhos! Cada um com sua especificidade!
    Não vejo solução diferente de se elaborar um plano de carreira, adotar o modelo remuneratório, através de grupos de discussões, até certa data, e partir para o congresso. Mais ou menos o que a Ferrajufe está tentando fazer.
    Dizer que deve ser GD, subsídio etc, sem oferecer um projeto plausível, na ponta do lápis, apenas na internet....
    Até mesmo para fazer uma greve, como dizem alguns, precisa ter um esboço escrito do que se quer!
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    Mensagem por gugalc em Ter 12 Nov 2013, 12:20 pm

    maniacodamotoserra escreveu:Eu às vezes (quase sempre) não consigo entender o que acontece com o JUD e o MPU.

    Nós temos colegas que trabalham nos setores de pagamento dos órgãos, somos NÓS mesmos que fazemos a máquina andar, somos nós quem damos o ENTER no programa pra fazer os cálculos e o pagamento cair na conta.

    Será que não tem um CRISTÃO (pode ser de outra religião mesmo) que trabalha nesses setores que não pode dar uma informação mais precisa se vai ou não vai cair o reenquadramento nesse pagamento de novembro (no meu caso MPF).

    Será que vamos ter que esperar até o dia do contracheque pra nos matar de ansiedade?

    Tá virando sadismo!

    Alguém?
    No TRE/PB em novembro entrará os valores com o novo reenquadramento. Todos os TRE's farão. O TSE já fez desde outubro. Agora o retroativo por aqui talvez em dezembro, os cálculos são bem difíceis. Acho que no TSE sairá mais fácil, o sistema deles funciona, o dos TRE's não funciona como o deles. É a nossa suspeita.
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    Mensagem por mauriciokpv em Ter 12 Nov 2013, 12:24 pm

    me respeite escreveu:pois eu acho que vitoria seria a permissão pra o exercício da advocacia.

    se tivessemos uma jornada de 6 horas, daria pra ter uma outra fonte de renda, justamente pra não ficar na mão do governo.

    mas acho que a maioria dos colegas são PREGUIÇOSOS e COMODISTAS e querem só aumento de salários e outras benesses - não que defenda o arrocho - mas creio que trabalhar menos e poder exercer outra atividade seria bem positivo, isso seria
    Acho que está falando por vc.
    Eu sou técnico e não tenho e não pretendo ter outra atividade remunerada além do meu trabalho. Desejo apenas ter as perdas, destes quase 6 anos sem reajustes, devidamente repostas. Não me considero PREGUIÇOSO e/ou COMODISTA, até pq. tenho muitas (muitas mesmo) atividades fora do trabalho, mas que não são remuneradas, pelo contrário, tenho gastos por conta disto.
    Repito, está falando por vc., nem todos os servidores que eu trabalho desejam "advogar", isso não deveria ser um objetivo, se acontecer será apenas para amenizar as perdas salariais sem q o governo desembolse qualquer valor, pq. se vc., pensar bem é algo no mínimo estranho, pois o servidor/advogado teria alguns "privilégios" que os causídicos "puros" não teriam. A partir do momento que temos salários com poder de compra mantido creio que pouquíssimos servidores irão levantar esta bandeira. Se assim o fosse não haveriam tantos advogados atuantes que prestam concurso até pra Técnico Judiciário, como acontece na minha cidade.
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    Mensagem por Najla em Ter 12 Nov 2013, 1:58 pm

    Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.


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    Mensagem por Najla em Ter 12 Nov 2013, 2:03 pm

    mauriciokpv escreveu:
    me respeite escreveu:pois eu acho que vitoria seria a permissão pra o exercício da advocacia.

    se tivessemos uma jornada de 6 horas, daria pra ter uma outra fonte de renda, justamente pra não ficar na mão do governo.

    mas acho que a maioria dos colegas são PREGUIÇOSOS e COMODISTAS e querem só aumento de salários e outras benesses - não que defenda o arrocho - mas creio que trabalhar menos e poder exercer outra atividade seria bem positivo, isso seria
    Acho que está falando por vc.
    Eu sou técnico e não tenho e não pretendo ter outra atividade remunerada além do meu trabalho. Desejo apenas ter as perdas, destes quase 6 anos sem reajustes, devidamente repostas. Não me considero PREGUIÇOSO e/ou COMODISTA, até pq. tenho muitas (muitas mesmo) atividades fora do trabalho, mas que não são remuneradas, pelo contrário, tenho gastos por conta disto.
    Repito, está falando por vc., nem todos os servidores que eu trabalho desejam "advogar", isso não deveria ser um objetivo, se acontecer será apenas para amenizar as perdas salariais sem q o governo desembolse qualquer valor, pq. se vc., pensar bem é algo no mínimo estranho, pois o servidor/advogado teria alguns "privilégios" que os causídicos "puros" não teriam. A partir do momento que temos salários com poder de compra mantido creio que pouquíssimos servidores irão levantar esta bandeira. Se assim o fosse não haveriam tantos advogados atuantes que prestam concurso até pra Técnico Judiciário, como acontece na minha cidade.
    E há os servidores que não são bacharéis em direito e não poderão advogar.

    Cada vez mais há a consciência de que é importante termos tempo para a família, o lazer, a espiritualidade e o cuidado com a saúde. O ideal é que tenhamos um emprego que nos garanta a paz e a qualidade de vida. Poucas pessoas gostariam de ter dupla jornada (e consideramos que as mulheres já têm dupla jornada).

    Com um remuneração adequada, poucos optariam por um segundo emprego.
    Compreendo que com um salário ruim, esse tem sido o caminho de cada vez mais servidores. Porém, arrisco que a maioria deles gostariam de ter apenas um emprego.


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    Mensagem por Galizezin em Ter 12 Nov 2013, 2:17 pm

    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.

    Sinceramente, Najla, acredito que os sindicalistas deveriam buscar diálogo com o nº 2 do STF, ou seja, Ricardo Lewandowski. JB só pensa nele.
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    Mensagem por Najla em Ter 12 Nov 2013, 2:27 pm

    Galizezin escreveu:
    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.
    Sinceramente, Najla, acredito que os sindicalistas deveriam buscar diálogo com o nº 2 do STF, ou seja, Ricardo Lewandowski. JB só pensa nele.
    Galin, isso mesmo.
    Mas o Lewando assume somente no final do ano, quando terá passado a copa do mundo e as eleições.
    Imagina o que conseguiremos no primeiro ano do novo governo da Dilma????

    Teremos que buscar nosso reajuste na gestão do JB mesmo. E com portas trancadas, trancadíssimas, só nos resta somar forças na categoria. Por isso é que eu digo, repito e digo novamente: o tempo da ilusão ficou para trás. Vamos encarar a realidade e nos organizar.


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    Mensagem por mauriciokpv em Ter 12 Nov 2013, 2:32 pm

    Najla escreveu:
    mauriciokpv escreveu:
    me respeite escreveu:pois eu acho que vitoria seria a permissão pra o exercício da advocacia.

    se tivessemos uma jornada de 6 horas, daria pra ter uma outra fonte de renda, justamente pra não ficar na mão do governo.

    mas acho que a maioria dos colegas são PREGUIÇOSOS e COMODISTAS e querem só aumento de salários e outras benesses - não que defenda o arrocho - mas creio que trabalhar menos e poder exercer outra atividade seria bem positivo, isso seria
    Acho que está falando por vc.
    Eu sou técnico e não tenho e não pretendo ter outra atividade remunerada além do meu trabalho. Desejo apenas ter as perdas, destes quase 6 anos sem reajustes, devidamente repostas. Não me considero PREGUIÇOSO e/ou COMODISTA, até pq. tenho muitas (muitas mesmo) atividades fora do trabalho, mas que não são remuneradas, pelo contrário, tenho gastos por conta disto.
    Repito, está falando por vc., nem todos os servidores que eu trabalho desejam "advogar", isso não deveria ser um objetivo, se acontecer será apenas para amenizar as perdas salariais sem q o governo desembolse qualquer valor, pq. se vc., pensar bem é algo no mínimo estranho, pois o servidor/advogado teria alguns "privilégios" que os causídicos "puros" não teriam. A partir do momento que temos salários com poder de compra mantido creio que pouquíssimos servidores irão levantar esta bandeira. Se assim o fosse não haveriam tantos advogados atuantes que prestam concurso até pra Técnico Judiciário, como acontece na minha cidade.
    E há os servidores que não são bacharéis em direito e não poderão advogar.

    Cada vez mais há a consciência de que é importante termos tempo para a família, o lazer, a espiritualidade e o cuidado com a saúde. O ideal é que tenhamos um emprego que nos garanta a paz e a qualidade de vida. Poucas pessoas gostariam de ter dupla jornada (e consideramos que as mulheres já têm dupla jornada).

    Com um remuneração adequada, poucos optariam por um segundo emprego.
    Compreendo que com um salário ruim, esse tem sido o caminho de cada vez mais servidores. Porém, arrisco que a maioria deles gostariam de ter apenas um emprego.
    Perfeito Najla!!!
    Disseste tudo.
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    Mensagem por Convidado em Ter 12 Nov 2013, 2:38 pm

    TRT 2 SP Muda Orientação e Passa a Perna nos Servidores

    Está rodando neste momento a folha de pagamento para os servidores do TRT 2 SP.
    A má notícia é que a Presidência mudou a orientação e NÃO VAI MAIS PAGAR o retroativo referente ao reenquadramento.

    Esse dinheiro que foi solicitado como crédito especial para pagamento de retroativo aos servidores agora vai para pagamento de passivo dos juízes.

    Será pago no dia 21 próximo apenas o valor referente ao reenquadramento o que representará em torno de R$ 300 na média.

    Lembramos que o TRT 2 chamou servidores para serem assistentes de juízes sem qualquer função para isso, e mesmo assim os servidores atenderam plenamente a demanda: 250 servidores se inscreveram e já estão trabalhando.
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    Mensagem por Najla em Ter 12 Nov 2013, 3:05 pm

    A greve é pela manutenção do que eles já têm.

    Começa a greve de servidores técnico-administrativos na UnB
    Mariana Niederauer

    Os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (UnB) deflagraram greve nesta terça-feira (12/11).
    A categoria pede a manutenção da jornada de trabalho reduzida de seis horas.
    Por enquanto, os servidores trabalham normalmente e o atendimento nas secretarias e em outros setores da instituição está mantido. A decisão sobre em quais áreas o serviço será paralisado deverá ser tomada após reunião do comando de greve, marcada para as 14h. "Todas as ações e rumos da paralisação passam pelo comando de greve", explica Mauro Mendes, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub).

    Servidores técnico-administrativos da UnB entram em greve na próxima terçaServidores técnico-administrativos da UnB farão assembleia para votar greveApós avanços na negociação, servidores da UnB decidem manter atividadesA decisão sobre o início da greve foi tomada durante assembleia realizada na manhã da última quarta-feira (6/11). Em setembro, os servidores já haviam aprovado um indicativo de greve, mas, após avanços na negociação com a reitoria, decidiram suspender a paralisação.

    A universidade determinou a volta da jornada normal de 40 horas a partir de janeiro do ano que vem. Os servidores embasam a reivindicação da jornada de seis horas diárias numa determinação do Decreto nº 1.590, de 1995, que define que "quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos ou escalas, em período igual ou superior a doze horas ininterruptas, em função de atendimento ao público ou trabalho no período noturno, é facultado ao dirigente máximo do órgão ou da entidade autorizar os servidores a cumprir jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de trinta horas semanais, devendo-se, neste caso, dispensar o intervalo para refeições.

    Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


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    Mensagem por Convidado em Ter 12 Nov 2013, 3:07 pm

    tre-rj escreveu:Por que os colegas estao falando em GD? houve alguma sinalizacao do governo? ou é apenas esperança?

    Na minha opiniao, o Executivo nao se preocupa com eficiencia no judiciario, apenas se preocupa com o nosso peso no orcamento.

    Para que haja instituicao da GD ou subsidio, o governo nao vai querer  nos oferecer um centavo a mais. Se o judiciario instituir uma GD que absorva VPNI, aí sim o modelo remunatorio vai mudar.

    A GD voltou a tona porque o Governo ganhou na Justiça o direito de pagar diferentemente os aposentados em relação aos da ativa.
    Para os da ativa, a GD do INSS paga reajuste de até 100%; para os aposentados é de 60%.
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    Mensagem por Convidado em Ter 12 Nov 2013, 3:11 pm

    Crise no TRT 2 SP : Não Pagamento de Retroativo a Servidores para Beneficiar Apenas Juízes

    A conversão da moeda em URV EM 1994 teve uma diferença 11,98% que depois foi reconhecida.

    Os salários já foram ajustados em 2202/2003, e o retroativo da URV já foi pago integralmente, só restando o pagamento dos JUROS.

    Para o analista deve ser um passivo de 5 mil reais, e para o técnico algo em torno de 3 mil.

    A pergunta é: com a mudança de orientação do TRT2 de NÃO PAGAR O RETROATIVO DO REENQUADRAMENTO AOS SERVIDORES para pagar esses juros da URV, QUEM RECEBERÁ AGORA ESSES JUROS? SÓ OS JUÍZES ou os servidores também?

    A resposta: está sendo rodada a folha para pagamento dos juros da URV APENAS PARA OS JUÍZES.

    Servidores estão de fora! (informação recebida pelo meu e-mail agora, e consultoria com uma pessoa que acompanha o passivo da URV).
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    Mensagem por camirecas em Ter 12 Nov 2013, 3:24 pm

    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.

    Concordo!
    Acrescento que ainda temos um agravante de termos uma PEC (estatuto) que pode ser usada como uma abstração de empecilho!
    Interlocutores interessantes seriam os companheiros do STF, que estão do ladinho dos Ministros, contudo, o interesse deles é outro, paciência!
    Isso não desanima, como dizia Raul, sonho que só se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto, é realidade.
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    Mensagem por Ilhense em Ter 12 Nov 2013, 4:16 pm

    camirecas escreveu:
    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.
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    Vou na mesma linha da Najla e do Camirecas. Essas funções serão o nosso túmulo. O nosso "plano de carreira" tem de ser o data - base. No contexto atual, não haverá qualquer aumento. A palavra aumento, aliás, é um palavrão para muita gente, é impopular......ainda mais para nós, "marajás"....
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    Mensagem por Najla em Ter 12 Nov 2013, 4:35 pm

    Ilhense escreveu:
    camirecas escreveu:
    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

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    Mensagem por Convidado em Ter 12 Nov 2013, 4:47 pm

    "Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste."


    De fato o STF se apequenou, os deputados são fisiologistas (podemos pensar nos votos que a categoria pode mobilizar), mas a questão não é essa!

    A questão é montar a proposta (pedido) de algo que mais tenha chance de ser aceito pelo Governo.

    Uma hora o Governo vai ter que decidir sobre política de reajuste dos servidores do judiciário.

    Podemos imaginar um ranking:

    Forma VB +Gaj : chance 10%, apenas para ficar enrolando os servidores com reajustes pífios (como esse dos 5%)

    Forma GD: chance 40 % pois tem a força de por os servidores para trabalharem duro e fazer a máquina funcionar.

    Forma subsídio: chance 50%, pois moraliza geral ao criar um teto salarial.


    Essas chances dizem respeito ao que supomos que o Governo aceite. Porém, é ir lá e perguntar diretamente, ou indiretamente, a ele, Governo.


    O que não funciona é ficar promovendo discussão para ganhar tempo, tempo que não temos. Discussão é golpe da Fenajufe para proteger os incorporados. Isso não podemos admitir.
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    Mensagem por Ilhense em Ter 12 Nov 2013, 5:35 pm

    Najla escreveu:
    Ilhense escreveu:
    camirecas escreveu:
    Najla escreveu:Didaticamente:

    No STF: PCS? Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber.

    Com o governo: Vcs ainda têm duas parcelas de reajuste para receber, o PJU tem a maior remuneração do país, vcs não terão nenhum reajuste fora o que já foi acertado (gajinha e gampuzinha).

    Podemos ter o melhor PCS, o plano de nossos sonhos, mas não temos nenhum interlocutor do outro lado.

    Vale a pena discutirmos carreira e elaborarmos um novo Plano de Cargos e Salários? Claro que vale, vale muito. Mas sempre sabendo que hj não temos NENHUM interlocutor que se interesse por nossa causa, seja ela GD, Subsídio, Vb ou mesmo um índice de 10% de reajuste.

    Não estou sendo pessimista, é a realidade, não só para nossa carreira, mas para várias outras com a nossa característica de carreirão. Se tivéssemos um PCS pronto com qualquer modelo de remuneração, qualquer um, ele não encontraria interessados nem no STF nem no governo.

    O modelo que segue dando certo é o contrário do que queremos: criação de mais e mais FCs e CJs. Só o STJ pleiteia 505 novas funções e tem chances de conseguir.
    Concordo!
    Acrescento que ainda temos um agravante de termos uma PEC (estatuto) que pode ser usada como uma abstração de empecilho!
    Interlocutores interessantes seriam os companheiros do STF, que estão do ladinho dos Ministros, contudo, o interesse deles é outro, paciência!
    Isso não desanima, como dizia Raul, sonho que só se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto, é realidade.
    A luta continua!
    Vou na mesma linha da Najla e do Camirecas. Essas funções serão o nosso túmulo. O nosso "plano de carreira" tem de ser o data - base. No contexto atual, não haverá qualquer aumento. A palavra aumento, aliás, é um palavrão para muita gente, é impopular......ainda mais para nós, "marajás"....
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    Lutar pela data base foi um dos encaminhamentos que aprovamos na ampliada da Fenajufe.
    Acho que essa luta, assim como a que se deu quando conquistamos a "gajinha", pode ser encampada por todas as categorias do serviço público federal

    Gostei dessa deliberação também:

    - a Fenajufe deve trabalhar a carreira e paralelamente a reposição das perdas salariais, fazendo o estudo das perdas salariais a partir das tabelas do Dieese para chegar a um índice das perdas específicas;

    Não acredito que o governo vá nos dar os valores perdidos pela corrosão inflacionária. Muito menos fará a correção monetária desse montante. Isso quebraria as contas públicas. Mas se passássemos a perceber o data - base com efeitos ex - nunc já me daria por satisfeito.


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