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    Tópico Geral

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    Mensagem por Najla em Sex 15 Nov 2013, 8:16 am

    viniloi escreveu:Reunião ampliada da Fenajufe aprova criação de GT de Carreira e define plano e calendário de lutas em conjunto com os SPFs para 2013/2014

    (...)

    Por fim, foi aprovado o GT (Grupo de Trabalho) de Carreira, que é de caráter consultivo e será composto por oito membros da diretoria da Fenajufe (sendo incorporado segmentos dos aposentados, dos oficiais de justiça e dos agentes de segurança), além de um representante por estado que crie seu GT local, acrescido de um representante do MPU nos casos em que o Ministério Público da União esteja na base sindical. Foi aprovada a criação de um espaço virtual no site da Federação para que os sindicatos construam seus GTs. A instalação do GT e a primeira reunião acontecerão em dezembro de 2013 e, até junho de 2014, a Fenajufe deverá realizar uma reunião ampliada deliberativa específica sobre carreira.


    CADÊ O SEGMENTO DOS INTERNOS? O SEGMENTO DOS SEM INCORPORAÇÃO?


    QUE PALHAÇADA É ESSA????


    MEMBROS DA ANATA NA FENAJUFE. POR FAVOR, INCLUAM O SEGMENTO DOS INTERNOS TAMBÉM. ISSO NÃO EXISTE.
    Oi, Vini.
    O GT foi formado a partir de oito membros da diretoria da Fenajufe. Nós seremos representados no GT pela Eugênia que é técnica e interna.
    Cada sindicato irá indicar um representante, sendo que AL, MA e DF indicarão mais um servidor que seja do MPU.

    Os sindicatos montarão seus próprios GT de carreira que deverão fazer debates, seminários, encontros para discutir a carreira. Todos deverão levar a discussão para os locais de trabalho.

    Nós conseguimos que esse GT tivesse um prazo para concluir os trabalhos que será no mês de junho.
    Ahhh, mas está longe... está, mas foi o melhor que conseguimos na ampliada, lembrando que ainda somos minoria porque os servidores mais novos gostam de opinar na internet e não comparecem aos eventos sindicais, daí nós fazemos o melhor que podemos com os delegados que temos.

    A pauta emergencial é data base e reposição de 49% de inflação. As mobilizações dos federais começam em fevereiro e nós estaremos nessas mobilizações.
    Espero que até lá já tenhamos decidido fazer um upgrade da militância dos teclados para a militância na vida real.
    Se não fizermos isso, é melhor torcemos muito para que as demais categorias que se mobilizam consigam algo para nós, como ocorreu com o reajuste da gaj/gampu.


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    Mensagem por sonhador em Sex 15 Nov 2013, 8:54 am

    Pessoal, bom dia.
    Sinceramente, espero que a PEC seja aprovada. Simplesmente porque quero o nosso modelo remuneratório derrubado para sempre. O que vai acontecer, além disso, ninguém sabe ao certo, mas o fato é que estamos praticamente no fundo do poço. A vantagem desse tipo de situação é que não temos quase nada a perder. Prefiro arriscar as sete horas de trabalho que continuar nesse sistema remuneratório ridículo e hediondo. A boa notícia é a improbabilíssima rejeição da PEC: por pouquíssimos votos, não houve unanimidade na última votação.
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    Mensagem por Galizezin em Sex 15 Nov 2013, 9:18 am

    Visão panorâmica: chego a acreditar que, pelo menos no MPU, o pessoal (maioria) não tem ideologia suficiente a buscar valorização da carreira. O MPU possui quadro de cargos que, ao meu ver, está desatualizado. Se não me engano, no MP Paulista existe o cargo de Oficial de Promotoria. Ora, se o STF confirmou o poder de investigação ao MP, resta por óbvio que aumentará consideravelmente o número de diligências e 'intimações'. Lutar pela exigência de nível superior, para todos os cargos, isso ninguém quer ou sequer postula. É só dinheiro, e pouco importa a forma como ele vem. A prova disso é que, tão logo foi anunciado o pagamento do reenquadramento e a possibilidade de quitação dos atrasados o pessoal quedou-se, 'silente'.
    Enfim, o que ouço é só discursos tipo "vem nimim merreca".
    Nessa passada, muito em breve estaremos recebendo o bolsa-família!


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    Mensagem por Galizezin em Sex 15 Nov 2013, 9:25 am

    sonhador escreveu:Pessoal, bom dia.
    Sinceramente, espero que a PEC seja aprovada. Simplesmente porque quero o nosso modelo remuneratório derrubado para sempre. O que vai acontecer, além disso, ninguém sabe ao certo, mas o fato é que estamos praticamente no fundo do poço. A vantagem desse tipo de situação é que não temos quase nada a perder. Prefiro arriscar as sete horas de trabalho que continuar nesse sistema remuneratório ridículo e hediondo. A boa notícia é a improbabilíssima rejeição da PEC: por pouquíssimos votos, não houve unanimidade na última votação.
    Subsídio não funciona em carreira desvalorizada.
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    Mensagem por Najla em Sex 15 Nov 2013, 9:46 am

    Galizezin escreveu:Visão panorâmica: chego a acreditar que, pelo menos no MPU, o pessoal (maioria) não tem ideologia suficiente a buscar valorização da carreira. O MPU possui quadro de cargos que, ao meu ver, está desatualizado. Se não me engano, no MP Paulista existe o cargo de Oficial de Promotoria. Ora, se o STF confirmou o poder de investigação ao MP, resta por óbvio que aumentará consideravelmente o número de diligências e 'intimações'. Lutar pela exigência de nível superior, para todos os cargos, isso ninguém quer ou sequer postula. É só dinheiro, e pouco importa a forma como ele vem. A prova disso é que, tão logo foi anunciado o pagamento do reenquadramento e a possibilidade de quitação dos atrasados o pessoal quedou-se, 'silente'.
    Enfim, o que ouço é só discursos tipo "vem nimim merreca".
    Nessa passada, muito em breve estaremos recebendo o bolsa-família!
    Exatamente. concordo com tudo o que vc disse.


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    Mensagem por Najla em Sex 15 Nov 2013, 9:50 am

    Galizezin escreveu:
    sonhador escreveu:Pessoal, bom dia.
    Sinceramente, espero que a PEC seja aprovada. Simplesmente porque quero o nosso modelo remuneratório derrubado para sempre. O que vai acontecer, além disso, ninguém sabe ao certo, mas o fato é que estamos praticamente no fundo do poço. A vantagem desse tipo de situação é que não temos quase nada a perder. Prefiro arriscar as sete horas de trabalho que continuar nesse sistema remuneratório ridículo e hediondo. A boa notícia é a improbabilíssima rejeição da PEC: por pouquíssimos votos, não houve unanimidade na última votação.
    Subsídio não funciona em carreira desvalorizada.
    Bem assim, subsídio é bom com tabela boa.
    Com tabela ruim, subsídio não é bom.

    E não há nada que indique, nada mesmo, que teremos possibilidade de conseguir uma boa tabela no atual cenário político.
    Ter um PCS para lutar faz parte do programa, mas sejamos realistas. O país não tem oposição e o governo não nos colocou na lista das carreiras valorizadas.
    Antes, nos colocou em outra lista, a mesma que está o que nós chamamos de carreirão.

    É chato ficar relembrando isso, mas muita gente ainda não compreendeu o upgrade (inverso) que nós passamos.


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    Mensagem por fabiomodel em Sex 15 Nov 2013, 10:44 am

    Uma das causas de não termos mobilização é que, embora o salário esteja defasado para muitos, em alguns locais o salário pago pelo PJU ainda é uma ótima remuneração. O custo de vida no interior do nordeste e em SP capital é absurdamente distinto. Se mesmo nos locais em que os servidores passam por apuros - devido ao custo de vida elevado - não há qualquer mobilização, imagina nos locais em que o salário pago ainda possibilita uma vida razoável? Mobilizar essas pessoas que estão satisfeitas é muito mais difícil e esse é um dos (muitos) problemas de ter uma carreira tão esparsa. Estou curioso para saber o resultado do censo do judiciário, é capaz de a maioria dizer que está satisfeita com a remuneração atual.
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    Mensagem por Convidado em Sex 15 Nov 2013, 2:11 pm

    GCC escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:Texto postado também no facebook




    O CAMINHO DA SOLUÇÃO PARA OS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO E MPU – SAÍNDO DA CASINHA 1

    Uma coisa que precisamos assimilar é que, COMO NUM JOGO DE TABULEIRO E DADOS, quando andamos umas 'casinhas' não devemos voltar nunca à casinha1.

    A campanha salarial não começou hoje, já fazem 6 anos que estamos nela!

    E no que os sindicatos insistiram 'até a morte' (hoje)?

    Insistiram em um único maldito modelo de remuneração, um modelo cheio de vícios, cheio de truques, que contemplava os interesses de velhacos, dos antigões sempre privilegiados.

    À medida em que o debate foi se aprofundando, até eu percebi que aquilo é um tremendo golpe (incrível, até eu percebi isso!).

    Em uma simulação simples, com ferramentas de simulação de salários do próprio Sintrajud, no meu local de trabalho, percebi que se o Governo cedesse ao PCS, eu ganharia 1 mil e poucos reais, enquanto que uma colega incorporadona, fazendo a mesma simulação, ganharia 8 mil e poucos reais!

    A Fenajufe trabalhava sordidamente com a ignorância dos servidores, montavam planos polpudos para beneficiar uma minoria de servidores antigos, servidores em que a vida toda receberam FC´s ou CJ´s, e em épocas oportunas até trocavam fraudulentamente entre si essas FC´s e CJ´s, com o único intuito de incorporar as duas verbas após alguns anos!

    Houve muita festa da uva, trem da alegria, e outras peraltices, em um passado recente, mas, claro, apenas beneficiando a panelinha, os entrosados, os vendidos de alma.

    Os honestos, os peões, os que faziam o trabalho duro, que nunca tinham tempo política suja de gabinete, estes nunca levavam as vantagens, pois estas eram destinadas apenas aos amigos dos amigos.

    Pois bem: hoje o Governo resolveu recusar isso, o Governo disse NÃO. A fonte secou! Os acostumados a mamar nas tetas da instituição se revoltaram, e agora correm aos sindicatos e à Fenajufe para que estes os proteja. Suas viagens constantes à Europa, a Miami, estão ameaçadas; pedem que os sindicatos lutem 'até a morte' pelos seus privilégios salariais; querem continuar no topo, ganhando o dobro, o triplo, o quádruplo de um colega que faz exatamente o mesmo serviço que eles.

    Caros colegas: o Governo disse NÃO a essas torpezas, o Governo recusou e recusa-se a empenhar um imenso Orçamento para bancar esses vampiros que sempre tiveram salários escabrosos.

    ENTÃO, PASSAMOS DA PRIMEIRA CASINHA. Andamos um pouco, já estamos mais à frente! Não tem cabimento os sindicatos e a FENAJUFE, quartel general da torpeza políticas, ficar QUERENDO VOLTAR À CASINHA 1, não tem cabimento ficarem chamando os servidores para DEBATES INFINDOS, ESTÚPIDOS, no intuito de MONTAR UM NOVO PCS nos mesmos moldes daquilo que foi afastado resolutamente pelo Governo. E também pelo STF. E pelas associações de juízes. E, finalmente, pelos próprios servidores mais informados do assunto.

    VAMOS TRABALHAR PARA UM PLANO NOVO, TOTALMENTE NOVO, MAS EM TEMPO RECORDE, EM 30 DIAS NO MÁXIMO! Um plano com respaldo em argumentos novos, possível de ser implantado e que beneficie a todos, e não somente esses viciados incorporados velhos pesos mortos!

    Quando delinearmos um plano completamente diferente do atual, como do tipo Gratificação de Desempenho (GD), instituído no TCU (e o TCU é uma dos melhores órgãos públicas para se trabalhar!), ou subsídio, como o adotado para os Fiscais da Receita Federal, teremos confirmado a saída da CASINHA 1, E CAMINHAREMOS PARA UMA SOLUÇÃO BOA PARA TODOS, pois esses planos citados foram arduamente perseguidos por essas carreiras e conquistados, no objetivo claro de beneficiar a todos!

    Tópico Geral Jogo
    Faço minhas sua palavras sem mudar uma vírgula! Seu post merece ser repetido todos os dias para que os desinformados abram os olhos e os canalhas dos sindicatos caiam na real. Parabéns!
    O post do Vander deveria ser impresso em série e distribuído nos locais de trabalho, com o post do PaladinoRS no verso, alertando quem decide nossa vida, merecendo, ainda um capítulo sobre o que existe de pior no nosso caminho, os incorporadões que mandam nos sindicatos.




    Autorizado! Mencionar também este forum pcs.
    Eu mesmo estou pensando em imprimir um folheto e distribuir.
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    Mensagem por lroger8 em Sex 15 Nov 2013, 2:36 pm

    PaladinoRS escreveu:
    Exterminador escreveu:
    OJAF BA escreveu:
    PaladinoRS escreveu:Uma das alternativas para se livrar desse lixo que está na foto seria a eleição de reais representantes dos integrantes da carreira, afastando de vez essa Fraternidade formada por oficiais e agentes de segurança. Como isso é difícil, ou melhor, praticamente impossível, outra alternativa seria fazer uma montagem colocando na frente desses aí uma faixa dizendo 'Obama, somos seguidores do Talibã e estamos no Brasil" e deixar os EUA fazerem a limpa. Enquanto isso não ocorre, vamos rindo da nossa desgraça e torcer por dias melhores, enquanto estudamos pra cair fora dessa canoa furada. Ótimo feriado a todos.
    Que ódio dos externos. Vai estudar!!! Quase tudo que escreve é contra os externos! Quer ver sua vida melhorar... lute!
    cheers Apoiado, nobre colega. Estamos unidos contra o fosso salarial que nós separa dos privilegiados servidores "incorporados". Polêmicas internos/externos e analistas/técnicos só contribuem para criar cizania. Vamos primeiro nos concentrar em emplacar o subsídio e congelar os super-salários. Assuntos de menor relevância podemos deixar para depois.
    Concordo com suas palavras mas quero esclarecer algumas coisas. Não tenha raiva de ninguém, seja de oficiais, agentes ou quem quer que seja. Se prestarem atenção em tudo o que escrevo, minha indignação é contra os oficiais, agentes e até mesmo os internos incorporados que relutam em aceitar a mudança da forma de remuneração para o subsídio. Os oficiais e agentes, creio, talvez seja pelo fato de perder sua gratificações específicas. Os internos C13 incorporados, estes então nem se fala.

    Por outro lado, já ouvi de muitos oficiais que acham justo que seja adotada a forma de remuneração por meio de subsídio.

    Outra coisa que também é evidente é que devido às suas próprias funções, a presença dos oficiais e agentes às reuniões do sindicatos é muito maior que a presença dos internos. E muitas vezes o próprio sindicato marca a reunião durante a semana, horário em que os internos não podem sair por razões óbvias. E aí, quem comparece em massa nessas reuniões: oficiais, agentes e aposentados. Contudo, deixando de lado os aposentados, os oficiais e agentes representam uma porcentagem ínfima perto do número de servidores do judiciário, mas que acabam escolhendo por todos. Vc acha isso certo?

    O que seria certo então? Que cargos diferentes tivessem sindicatos diferentes. Estamos falando agora de justiça. Que seja criado então um sindicato para os oficiais de justiça, um só para os agentes de segurança e outro para os internos, compreendendo este os analistas e técnicos, pois estes estão no mesmo barco e muitas vezes fazem o mesmo trabalho. E por que isso não ocorre? Pois quem tem o peso de pressionar com a greve são os internos. Se todos os oficiais decidirem fazer greve, a solução é fácil: nomeia-se um analista para a função com a respectiva gratificação ad hoc. Se um agente de segurança fizer greve, hoje pouco importa, pois todas as varas tem seguranças contratados por meio de contratos de terceirização. Agora, se os internos fizerem greve, aí amigo, a casa caí. Quem vai fazer audiência, atender balcão, minutar despacho, sentença e outras mil tarefas mais. Penso e demonstro que o grau de responsabilidade e exigência a que os internos são submetidos é MUITO MAIOR do que os oficiais e agentes, esta é a razão do meu discurso, o qual não mudo uma vírgula. Assim, considero sim o absurdo que a minha remuneração como analista interno, fique a mercê da votação de um grupo que, em sua maioria, não passa na pele o que passo, que não tem as responsabilidades que tenho e que só sabe falar em direitos históricos.

    Por fim, não quero que entenda minha palavras como grosseira e nem ofensa pessoal a ti ou quem quer que seja. O que falo é apenas o que todos já sabem, mas que poucos se dispõe a falar, não por covardia ou algo do tipo, mas por já estarem cansados de tanta mentira e sacanagens desses sindicatos.

    Como sempre digo também, não sou e nem pretendo ser o dono da verdade. Portanto, se fosse me provar que algo do que disse aqui é mentira, que falei alguma coisa que não é verdade, peço que me diga que lhe pedirei desculpas pessoalmente e aqui também.

    Bom feriado a todos.
    Prezado colega,
    Você disse tudo o que eu também penso! Exauriu o tema, analisando com profundidade, precisão, sinceridade e transparência toda a nefasta realidade que ora vivenciamos por conta de nossos sindicatos que, em regra, são, de fato, comandados pelos ditos externos!!!
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    Mensagem por lroger8 em Sex 15 Nov 2013, 2:41 pm

    magmontal escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    Exterminador escreveu:
    PaladinoRS escreveu:Concordo com suas palavras mas quero esclarecer algumas coisas. Não tenha raiva de ninguém, seja de oficiais, agentes ou quem quer que seja. Se prestarem atenção em tudo o que escrevo, minha indignação é contra os oficiais, agentes e até mesmo os internos incorporados que relutam em aceitar a mudança da forma de remuneração para o subsídio. Os oficiais e agentes, creio, talvez seja pelo fato de perder sua gratificações específicas. Os internos C13 incorporados, estes então nem se fala.

    Por outro lado, já ouvi de muitos oficiais que acham justo que seja adotada a forma de remuneração por meio de subsídio.

    Outra coisa que também é evidente é que devido às suas próprias funções, a presença dos oficiais e agentes às reuniões do sindicatos é muito maior que a presença dos internos. E muitas vezes o próprio sindicato marca a reunião durante a semana, horário em que os internos não podem sair por razões óbvias. E aí, quem comparece em massa nessas reuniões: oficiais, agentes e aposentados. Contudo, deixando de lado os aposentados, os oficiais e agentes representam uma porcentagem ínfima perto do número de servidores do judiciário, mas que acabam escolhendo por todos. Vc acha isso certo?

    O que seria certo então? Que cargos diferentes tivessem sindicatos diferentes. Estamos falando agora de justiça. Que seja criado então um sindicato para os oficiais de justiça, um só para os agentes de segurança e outro para os internos, compreendendo este os analistas e técnicos, pois estes estão no mesmo barco e muitas vezes fazem o mesmo trabalho. E por que isso não ocorre? Pois quem tem o peso de pressionar com a greve são os internos. Se todos os oficiais decidirem fazer greve, a solução é fácil: nomeia-se um analista para a função com a respectiva gratificação ad hoc. Se um agente de segurança fizer greve, hoje pouco importa, pois todas as varas tem seguranças contratados por meio de contratos de terceirização. Agora, se os internos fizerem greve, aí amigo, a casa caí. Quem vai fazer audiência, atender balcão, minutar despacho, sentença e outras mil tarefas mais. Penso e demonstro que o grau de responsabilidade e exigência a que os internos são submetidos é MUITO MAIOR do que os oficiais e agentes, esta é a razão do meu discurso, o qual não mudo uma vírgula. Assim, considero sim o absurdo que a minha remuneração como analista interno, fique a mercê da votação de um grupo que, em sua maioria, não passa na pele o que passo, que não tem as responsabilidades que tenho e que só sabe falar em direitos históricos.

    Por fim, não quero que entenda minha palavras como grosseira e nem ofensa pessoal a ti ou quem quer que seja. O que falo é apenas o que todos já sabem, mas que poucos se dispõe a falar, não por covardia ou algo do tipo, mas por já estarem cansados de tanta mentira e sacanagens desses sindicatos.

    Como sempre digo também, não sou e nem pretendo ser o dono da verdade. Portanto, se fosse me provar que algo do que disse aqui é mentira, que falei alguma coisa que não é verdade, peço que me diga que lhe pedirei desculpas pessoalmente e aqui também.

    Bom feriado a todos.
    Caro colega, como é de conhecimento geral, o art. 39 da CF, no seu parágrafo único, estabelece que a fixação dos componentes do sistema remuneratório observará:

    I - a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira;

    II - os requisitos para a investidura;

    III - as peculiaridades dos cargos.

    Nos detenhamos agora a análise do inciso III. Ele faculta que o subsídio coexista com algumas modalidades de gratificações, desde que decorrentes das peculiariedades dos cargos.

    Observe que, no caso da magistratura, a Resolução nº 13, de 21 de março de 2006 manteve uma série de gratificações em retribuição a algumas atribuições especificas daquela carreira.

    Isto quer dizer que, em tese, a adoção do subsídio não implica a extinção da GAE.

    Não estou entrando no mérito de que ela deva ser extinta ou mantida.

    O que quero dizer é que a grande maioria dos oficiais de justiça e agentes de segurança não aceitaria falar em subsídio se ele implicasse, necessariamente, na extinção destas gratificações.

    Portanto, insisto que, para não comprometer a possibilidade de apoio destas carreiras, tratemos no momento apenas da implantação do subsídio como modelo remuneratório, congelando o salário dos dinossauros sanguessugas.

    Vencida esta primeira batalha, ficará mais fácil que nossa GAE/GAS seja também extinta, se a maioria também assim entender.

    O que estou pedindo é que selecionemos primeiro o inimigo principal: os sanguessugas incorporadões. Derrotados eles, estamos livres para avançar sobre o próximo alvo.

    Mas se a batalha não for apenas contra os incorporadões, que em muitos tribunais ainda são maioria, se também brigarmos com OJAFs e agentes de segurança, essa guerra será muito mais difícil. Entendeu?
    Entendi sim. Peço agora que vc leia o inciso I do mesmo art. 39 e me responda: vc acha que o grau de complexidade e de responsabilidade do cargo dos oficiais é maior do que o dos internos? Tenho certeza que não.

    Defender o próprio lado é humano e entendo sua posição. Mas uma coisa eu te digo e afirmo: fazermos greve sem os oficiais e agentes de segurança, mas os oficiais e agentes de segurança não fazem greve sem os internos.

    Não estou querendo discutir contigo, pois isso viraria um ciclo vicioso e isso não é o propósito do fórum. Apenas entendo, como acho que a maioria entende, que os internos estão sendo representados por um sindicato que de fato não os representa. Voltando ao inciso III que vc mesmo citou, ele seria fundamento suficiente para que os oficiais de justiça, assim como os agentes de segurança tivessem um sindicato próprio vc não acha? O inciso III é o seu escudo e o inciso I o nosso? Qual deve pesar mais?

    Agora te pergunto, como vcs conseguiriam vencer uma greve com um sindicato formado apenas por oficiais? O mesmo digo dos agentes. Sem querer desmerecer, mas é impossível não tocar nesse assunto, as tarefas dos oficiais e agentes SÃO ATIVIDADE MEIO, a dos internos é ATIVIDADE FIM. Preciso ser mais específico? Agora peço que leia de novo o inciso I. Conseguiu entender?

    Se fosse como vc sugere, os juízes poderiam fazer parte do mesmo sindicato, pois também estão inseridos no judiciário. Não estão porque, no caso deles o INCISO I falou e ainda fala mais alto.

    Com relação ao subsídio nos concordamos.

    Sem rancor valeu! Bom feriado.
    extraído de :  http://www.jusbrasil.com.br/diarios/43715533/cnj-29-11-2012-pg-93

    ESCOLARIDADE: Graduação em Direito.

    REGISTRO EM ÓRGÃO DE CLASSE: -Veja-se, portanto, que o regramento que disciplina a matéria não dá margem a outra interpretação senão a de que a graduação em Direito constitui condição para investidura no cargo de Oficial de Justiça do Poder Judiciário da União.

    Com efeito, como executor dos mandados judiciais o Oficial de Justiça exerce funções relacionadas com a atividade-fim do Poder Judiciário, sendo inegável que o bom desempenho das atribuições inerentes ao cargo demanda conhecimento jurídico a justificar a exigência de graduação em Direito. Esse, o Oficial de Justiça, não raras vezes atua como intérprete da decisão judicial, a que lhe foi dada a incumbência de cumprir.

    Ditas particularidades, demais, foram reconhecidas no âmbito do Plenário deste Conselho que, nos autos do Pedido de Providências 2007100000874-7 (CNJ - 52ª Sessão. DJ, Seção 01, pág.171/174), registrou a necessidade de observância do nível superior, preferencialmente em Direito, como exigência para investidura no respectivo cargo público, materializada na Resolução n. 48/2007 [5] .


    Pois é , alguém aqui no fórum sabe tudo de atividade-fim e o CNJ não sabe nada...
    Vamos argumentar com lealdade!  Acho que o colega está bem desatualizado, pois, pelo que sei, o CNJ reviu este entendimento e, atualmente, não exige mais que seja bacharel em direito.
    Veja esse link: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Aliás, se fosse para ser bacharel teria que ser em serviço social ou engenharia, pois, para avaliar imóvel o engenheiro é o profissional e, para tirar filho de mãe, lidar com gente, ter habilidade, isto é, preparo nada disso aprende-se em faculdade de direito, mas sim na de serviço social. Se isso daqui fosse um país sério, onde houvesse coerência, oficial de justiça não seria bacharel em direito.   A propósito o próprio Site do CNJ alardeia concurso do TJRS que não exige qualificação de nível superior. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Veja:


    Página Inicial  Atos Administrativos  Atos Secretaria-Geral  Notícias  TJRS lança edital de concurso para Oficial de Justiça do 1º Grau
    TJRS lança edital de concurso para Oficial de Justiça do 1º Grau

    O edital de abertura do concurso para Oficial de Justiça de 1º Grau da Justiça do Rio Grande do Sul foi publicado nesta segunda-feira (18/01). As inscrições terão início no dia 21 de janeiro e vão até o dia 9 de fevereiro. A escolaridade exigida é o Ensino Médio completo. A seleção, que terá validade de um ano, podendo ser prorrogada por mais um ano, visa ao preenchimento de 122 vagas, com a possibilidade de serem chamadas mais 50 pessoas, de acordo com a necessidade.

    As provas deverão ser aplicadas em 28 de março, nos municípios de Alegrete, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria e Santo Ângelo. A remuneração inicial para o cargo é de R$ 3.034,00 para a Entrância Inicial; R$ 3.318,00, Entrância Intermediária; e R$ 3.630,93, Entrância Final, além de adicional por risco de vida e auxílio-condução.

    Respeitada a ordem de classificação o candidato vai escolher, de acordo com as vagas disponíveis, a Comarca em que atuará.

    As informações adicionais poderão ser obtidas no site do TJRS ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] menu Concursos; ou da Fundação Conesul de Desenvolvimento ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] prestadora de assessoria técnica da seleção.

    Serviço
    Oficial de Justiça de 1º Grau da Justiça do RS
    Inscrições: 21/1 a 9/2 no site [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Valor: R$ 48,00
    Prova: 28/3 nas cidades de Alegrete, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria e Santo Ângelo
    Escolaridade: Ensino Médio completo
    Vagas: 122, podendo ser chamadas mais 50 pessoas
    Remuneração: a partir de R$ 3.034,00

    Fonte: TJRS
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    Mensagem por lroger8 em Sex 15 Nov 2013, 2:49 pm

    magmontal escreveu:Diante dos gratuitos ataques  que sofremos, vale lembrar que:

    Nós oficiais  assinamos
    e nos responsabilizamos por todas as certidões lavradas, inclusive as mais circunstanciadas ;

    Nós oficiais elaboramos e assinamos autos de penhora, procedemos a nomeação de depositário e intimação da penhora efetuada, isso no domicílio da parte, sujeitos a qualquer tipo de reação negativa ;

    Nós oficiais elaboramos, pesquisamos  e assinamos  laudos de avaliação, muitas vezes na casa dos milhões de reais, sempre sob nossa inteira responsabilidade ;

    Nós oficiais conduzimos  reintegrações de posse , nem sempre com o apoio policial necessário;

    Nós oficiais efetuamos buscas e apreensões. Citamos e  intimamos, muitas vezes em locais de alta periculosidade.

    De qualquer forma, um abraço aos oficiais que entram neste fórum em  busca de informação e acabam lendo desatinos de quem não tem o menor conhecimento de nossas atividades.[/b]
    Nossa, todo servidor público no dia a dia assina, até mesmo quem faz serviço de protocolo. Em qualquer prefeiturazinha de interior é assim... E todos tem fé pública... Demais! Fantástico mesmo!
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    Mensagem por lroger8 em Sex 15 Nov 2013, 3:03 pm

    josebarbos escreveu:
    Najla escreveu:Amigos, bom dia.

    O tempo é o gestor da vida e se espera que saibamos passar por ele incorporando conhecimento e experiência.

    Não é animador ver que depois alguns anos nós ainda percamos nosso tempo discutindo a importância desse ou daquele cargo de nossa carreira. Nós já sabemos que não há nada de positivo nisso e o resultado são brigas e mágoas. Seria uma experiência bem interessante se nós pudéssemos trocar de função com o colega por um período de tempo. Aí talvez veríamos que cada cargo tem suas especificidades, qualidades, riscos, benesses e sofrimentos.

    Andamos em círculos quando criticamos os OJAFs e os AS. A próximo round será a disputa do técnico com analista e em seguida apontaremos nossas armas para quem os colegas antigos. Faremos isso quantas dezenas de vezes?

    Será muito mais proveitoso se todos nós usarmos o tempo e a energia dessas discussões infinitas e sem resultado, para nos envolvermos no que realmente pode trazer um resultado real para a nossa carreira. Quantos aqui participam das assembleias do seu sindicato? Quantos estão dispostos a compor diretorias e fazer um sindicato melhor? Daqui a pouco restarão dez pessoas no fórum, porque não haverá nada de proveitoso por aqui. Vamos ser mais pró-ativos?

    Tempo é algo completamente precioso.
    Ah, se todos os problemas que tivéssemos na carreira se resumissem à GAE e a GAS.
    Pelo contrário, deveríamos aprender com aqueles que são minimamente organizados e unidos para podermos construir uma carreira melhor e mais justa.

    Para cada OJ que servidor agora está desrespeitando, com comparações ridículas como os salários horríveis de MG (vai ver a qualidade de qualquer serviço estadual aqui, que lixo que é), tem uma função dada por critérios de amizade e não competência, tem um incorporadão que se recusa a aprender o serviço da forma correta, ou mesmo tem um servidor que ganha pouco mas está muito acomodado.

    Se você tem dúvida da importância do trabalho do OJAF, pegue uma daquelas ações penais bem cabeludas e dê uma lida. Você vai achar o trabalho dele lá.
    E vou achar do técnico e analista interno, que inclusive tem que ficar de olho nos detalhes do processo e se manter super atualizado! Vamos nos recordar a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vejam trecho desse editorial, in verbis:
    "No entanto a FENASSOJAF, não se conformando com tal proposta, pois não aceitava a não cumulação da GD com a GAE, efetuou lobby junto aos Tribunais Superiores e Sindicatos para acumulação com GAE, elevando seus salários para quase R$ 23.000,00. O que fez com que os Agentes de Segurança pleiteassem o mesmo.
    Sendo assim, a nova proposta dos DG’s criava a GPT de 35% para todos os servidores internos e oficiais de justiça em cumulação com a GAE, excluindo apenas os Agentes de Segurança.
    Tal proposta já se encontrava assinada por todos os Diretores Gerais e enviada ao Presidente do STF no dia 21/08/09 para posterior remessa ao Congresso Nacional, antes do prazo final da LOA - 31/08/09.
    Assim, em razão da não contemplação da GPT aos agentes de segurança, a FENAJUFE boicotou a referida proposta, pressionando a Cúpula do Judiciário e prejudicando todos os servidores do Poder Judiciário, inclusive os próprios agentes de segurança, que teriam os seus salários elevados para quase R$ 14.000,00, aproximadamente.
    Esquecendo-se que, à época (2006), a GAE e a GAS não sofreram qualquer boicote das demais carreiras judiciárias.
    Em razão da falta de consenso entre os dirigentes sindicais e a Cúpula do Judiciário, o Presidente do STF, Min. Gilmar Mendes, houve por bem não enviar tal proposta ao Congresso Nacional, culminando com a perda do prazo da LOA, em 31/08/2009, sem possibilidade de implantação do PCS no ano de 2010."




    Com efeito, enquanto ficamos nessa falsidade, tivemos a proposta de equiparação com o TCU recusada graças aos sindicatos dos oficiais e seguranças. Uma coisa é dar rasteira como sempre fizeram com os internos, outra é uma rivalidade transparente, baseada em fatos e verdades. Não tenho raiva dos colegas, mas pela forma egoística como eles se organizam (já foram numa ampliada?!) e foram eles que começaram com essa de criar associações e sindicatos próprios, querer gratificações exclusivas, com o pretexto de que seriam estendidas a todos no próximo plano, pois, como eles eram poucos, onde passa boi passa boiada, só nos lascamos. Tivemos prejuízo sim! Perdermos equiparação com o TCU graças aos dirigentes deles, sim! Federação dos Oficiais de Justiça fez video dizendo que nossa vida era no ar condicionado, tranquila e a dos oficiais muito mais sofrida e que a diferenciação remuneratória era muito justa, pois eles davam mais de si pelo Judiciário, sim!!! Nossos próprios sindicatos, via de regra comandados por externos, que criaram essa história de colocar para brigas analistas e técnicos e fomentam isso, como bem sabemos. E os técnicos e analistas que são os verdadeiros parceiros no dia a dia. O propósito de criar essa rivalidade é mascarar quem realmente nos prejudica e impõe escadinha remuneratória absurda!!!! Então, enquanto os cães ladram, a caravana dos espertos passa!!!   Então, quem quiser que continue sendo besta, para mim a guerra está declarada, não aos colegas, mas às associações criadas e mantidas pro eles mesmos!!!
    Vejam mais uma vez a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Eu mesmo tenha críticas a ela, mas quem começou com isso de fazer briguinha não foi ela. Olha a carta conjunta dos sindicatos, todos eles na época nas mãos dos externos, para recusar a proposta do Governo e DGs de equiparação com o TCU,  e a clara marca das GAE e GAS no nosso ocaso!!!

    Carta aos diretores gerais Nós, servidores do Judiciário Federal, vimos, por meio desta , repudiar, com veemência, a gratificação de desempenho, proposta pelos diretores gerais. Rejeitamos ainda a tentativa de inclusão de tabelas salariais que propõem a extinção da GAS e da GAE, que são gratificações específicas justificadas pela atividade de risco, inerentes aos cargos de agentes de segurança e oficiais de justiça avaliadores federais, um direito conquistado com a luta de todos os servidores do Judiciário Federal no último PCS.
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    Mensagem por magmontal em Sex 15 Nov 2013, 4:29 pm

    Pronto, chegou a turma da verborragia sem fim.

    Bastou falar algo a respeito de ojaf's , que logo surge essa horda de corações amargurados.

    Estou fora, bom fim de semana a todos.
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    Mensagem por sonhador em Sex 15 Nov 2013, 4:37 pm

    Bem, os sindicatos gostem ou não, continuo a favor da aprovação da PEC. Não que eu pense que vão nos transformar em realeza do serviço público, mas porque tenho convicção que o modelo remuneratório será derrubado. De restante, vou aguardar os acontecimentos. E estou adorando o fato de saber que é impossível os sindicatos reverterem a lavada que tomaram nas outras votações.
    Se vai ser subsídio ou isso ou aquilo não sei, e que nós estamos desvalorizados sei muito bem. Mas o modelo remuneratório, tão querido por alguns, está com os dias contados. Simples assim. Lamento aos contrariados. Como já disse, já estamos tocando o fundo do poço. Até isso tem o lado bom.
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    Mensagem por sonhador em Sex 15 Nov 2013, 4:45 pm

    Gente, não vejo necessidade de técnicos, analistas internos e OJs ficarem se atacando. Já vi gente aqui no fórum falando de hierarquia entre analistas e técnicos, por exemplo. Não vou nem explicar o que todos deveriam saber, por mais inflado que seja o ego ferido. Mas quanto aos incorporadões, não tem jeito: não tem como ter uma boa relação com quem quer continuar a se dar bem de qualquer maneira às nossas custas. Estamos em lados opostos, não vejo como mudar isso porque não depende de nós, depende de quem não quer.
    De qualquer modo, vamos manter o foco na carreira como um todo.
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    Mensagem por fbomber em Sex 15 Nov 2013, 5:41 pm

    lroger8 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Najla escreveu:Amigos, bom dia.

    O tempo é o gestor da vida e se espera que saibamos passar por ele incorporando conhecimento e experiência.

    Não é animador ver que depois alguns anos nós ainda percamos nosso tempo discutindo a importância desse ou daquele cargo de nossa carreira. Nós já sabemos que não há nada de positivo nisso e o resultado são brigas e mágoas. Seria uma experiência bem interessante se nós pudéssemos trocar de função com o colega por um período de tempo. Aí talvez veríamos que cada cargo tem suas especificidades, qualidades, riscos, benesses e sofrimentos.

    Andamos em círculos quando criticamos os OJAFs e os AS. A próximo round será a disputa do técnico com analista e em seguida apontaremos nossas armas para quem os colegas antigos. Faremos isso quantas dezenas de vezes?

    Será muito mais proveitoso se todos nós usarmos o tempo e a energia dessas discussões infinitas e sem resultado, para nos envolvermos no que realmente pode trazer um resultado real para a nossa carreira. Quantos aqui participam das assembleias do seu sindicato? Quantos estão dispostos a compor diretorias e fazer um sindicato melhor? Daqui a pouco restarão dez pessoas no fórum, porque não haverá nada de proveitoso por aqui. Vamos ser mais pró-ativos?

    Tempo é algo completamente precioso.
    Ah, se todos os problemas que tivéssemos na carreira se resumissem à GAE e a GAS.
    Pelo contrário, deveríamos aprender com aqueles que são minimamente organizados e unidos para podermos construir uma carreira melhor e mais justa.

    Para cada OJ que servidor agora está desrespeitando, com comparações ridículas como os salários horríveis de MG (vai ver a qualidade de qualquer serviço estadual aqui, que lixo que é), tem uma função dada por critérios de amizade e não competência, tem um incorporadão que se recusa a aprender o serviço da forma correta, ou mesmo tem um servidor que ganha pouco mas está muito acomodado.

    Se você tem dúvida da importância do trabalho do OJAF, pegue uma daquelas ações penais bem cabeludas e dê uma lida. Você vai achar o trabalho dele lá.
    E vou achar do técnico e analista interno, que inclusive tem que ficar de olho nos detalhes do processo e se manter super atualizado! Vamos nos recordar a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vejam trecho desse editorial, in verbis:
    "No entanto a FENASSOJAF, não se conformando com tal proposta, pois não aceitava a não cumulação da GD com a GAE, efetuou lobby junto aos Tribunais Superiores e Sindicatos para acumulação com GAE, elevando seus salários para quase R$ 23.000,00. O que fez com que os Agentes de Segurança pleiteassem o mesmo.
    Sendo assim, a nova proposta dos DG’s criava a GPT de 35% para todos os servidores internos e oficiais de justiça em cumulação com a GAE, excluindo apenas os Agentes de Segurança.
    Tal proposta já se encontrava assinada por todos os Diretores Gerais e enviada ao Presidente do STF no dia 21/08/09 para posterior remessa ao Congresso Nacional, antes do prazo final da LOA - 31/08/09.
    Assim, em razão da não contemplação da GPT aos agentes de segurança, a FENAJUFE boicotou a referida proposta, pressionando a Cúpula do Judiciário e prejudicando todos os servidores do Poder Judiciário, inclusive os próprios agentes de segurança, que teriam os seus salários elevados para quase R$ 14.000,00, aproximadamente.
    Esquecendo-se que, à época (2006), a GAE e a GAS não sofreram qualquer boicote das demais carreiras judiciárias.
    Em razão da falta de consenso entre os dirigentes sindicais e a Cúpula do Judiciário, o Presidente do STF, Min. Gilmar Mendes, houve por bem não enviar tal proposta ao Congresso Nacional, culminando com a perda do prazo da LOA, em 31/08/2009, sem possibilidade de implantação do PCS no ano de 2010."




    Com efeito, enquanto ficamos nessa falsidade, tivemos a proposta de equiparação com o TCU recusada graças aos sindicatos dos oficiais e seguranças. Uma coisa é dar rasteira como sempre fizeram com os internos, outra é uma rivalidade transparente, baseada em fatos e verdades. Não tenho raiva dos colegas, mas pela forma egoística como eles se organizam (já foram numa ampliada?!) e foram eles que começaram com essa de criar associações e sindicatos próprios, querer gratificações exclusivas, com o pretexto de que seriam estendidas a todos no próximo plano, pois, como eles eram poucos, onde passa boi passa boiada, só nos lascamos. Tivemos prejuízo sim! Perdermos equiparação com o TCU graças aos dirigentes deles, sim! Federação dos Oficiais de Justiça fez video dizendo que nossa vida era no ar condicionado, tranquila e a dos oficiais muito mais sofrida e que a diferenciação remuneratória era muito justa, pois eles davam mais de si pelo Judiciário, sim!!! Nossos próprios sindicatos, via de regra comandados por externos, que criaram essa história de colocar para brigas analistas e técnicos e fomentam isso, como bem sabemos. E os técnicos e analistas que são os verdadeiros parceiros no dia a dia. O propósito de criar essa rivalidade é mascarar quem realmente nos prejudica e impõe escadinha remuneratória absurda!!!! Então, enquanto os cães ladram, a caravana dos espertos passa!!!   Então, quem quiser que continue sendo besta, para mim a guerra está declarada, não aos colegas, mas às associações criadas e mantidas pro eles mesmos!!!
    Vejam mais uma vez a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Eu mesmo tenha críticas a ela, mas quem começou com isso de fazer briguinha não foi ela. Olha a carta conjunta dos sindicatos, todos eles na época nas mãos dos externos, para recusar a proposta do Governo e DGs de equiparação com o TCU,  e a clara marca das GAE e GAS no nosso ocaso!!!

    Carta aos diretores gerais Nós, servidores do Judiciário Federal, vimos, por meio desta , repudiar, com veemência, a gratificação de desempenho, proposta pelos diretores gerais. Rejeitamos ainda a tentativa de inclusão de tabelas salariais que propõem a extinção da GAS e da GAE, que são gratificações específicas justificadas pela atividade de risco, inerentes aos cargos de agentes de segurança e oficiais de justiça avaliadores federais, um direito conquistado com a luta de todos os servidores do Judiciário Federal no último PCS.
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    Mensagem por sonhador em Sex 15 Nov 2013, 8:00 pm

    Que os sindicatos acabaram com a gente não resta dúvida, pelo menos para mim.
    São os mesmos que não querem que a PEC seja aprovada de jeito nenhum.
    O que importa para eles não é se a PEC vai ser boa ou ruim para os interesses da coletividade (vamos ter que aguardar o desenrolar, penso eu). O que interessa é que certamente vai ser péssima para eles.
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    Mensagem por Convidado em Sex 15 Nov 2013, 8:26 pm

    lroger8 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Najla escreveu:Amigos, bom dia.

    O tempo é o gestor da vida e se espera que saibamos passar por ele incorporando conhecimento e experiência.

    Não é animador ver que depois alguns anos nós ainda percamos nosso tempo discutindo a importância desse ou daquele cargo de nossa carreira. Nós já sabemos que não há nada de positivo nisso e o resultado são brigas e mágoas. Seria uma experiência bem interessante se nós pudéssemos trocar de função com o colega por um período de tempo. Aí talvez veríamos que cada cargo tem suas especificidades, qualidades, riscos, benesses e sofrimentos.

    Andamos em círculos quando criticamos os OJAFs e os AS. A próximo round será a disputa do técnico com analista e em seguida apontaremos nossas armas para quem os colegas antigos. Faremos isso quantas dezenas de vezes?

    Será muito mais proveitoso se todos nós usarmos o tempo e a energia dessas discussões infinitas e sem resultado, para nos envolvermos no que realmente pode trazer um resultado real para a nossa carreira. Quantos aqui participam das assembleias do seu sindicato? Quantos estão dispostos a compor diretorias e fazer um sindicato melhor? Daqui a pouco restarão dez pessoas no fórum, porque não haverá nada de proveitoso por aqui. Vamos ser mais pró-ativos?

    Tempo é algo completamente precioso.
    Ah, se todos os problemas que tivéssemos na carreira se resumissem à GAE e a GAS.
    Pelo contrário, deveríamos aprender com aqueles que são minimamente organizados e unidos para podermos construir uma carreira melhor e mais justa.

    Para cada OJ que servidor agora está desrespeitando, com comparações ridículas como os salários horríveis de MG (vai ver a qualidade de qualquer serviço estadual aqui, que lixo que é), tem uma função dada por critérios de amizade e não competência, tem um incorporadão que se recusa a aprender o serviço da forma correta, ou mesmo tem um servidor que ganha pouco mas está muito acomodado.

    Se você tem dúvida da importância do trabalho do OJAF, pegue uma daquelas ações penais bem cabeludas e dê uma lida. Você vai achar o trabalho dele lá.
    E vou achar do técnico e analista interno, que inclusive tem que ficar de olho nos detalhes do processo e se manter super atualizado! Vamos nos recordar a denúncia da Anajus. http://anajus.jusbrasil.com.br/noticias/2470751/editorial-ii-verdades-sobre-o-pcs-4

    Vejam trecho desse editorial, in verbis:
    "No entanto a FENASSOJAF, não se conformando com tal proposta, pois não aceitava a não cumulação da GD com a GAE, efetuou lobby junto aos Tribunais Superiores e Sindicatos para acumulação com GAE, elevando seus salários para quase R$ 23.000,00. O que fez com que os Agentes de Segurança pleiteassem o mesmo.
    Sendo assim, a nova proposta dos DG’s criava a GPT de 35% para todos os servidores internos e oficiais de justiça em cumulação com a GAE, excluindo apenas os Agentes de Segurança.
    Tal proposta já se encontrava assinada por todos os Diretores Gerais e enviada ao Presidente do STF no dia 21/08/09 para posterior remessa ao Congresso Nacional, antes do prazo final da LOA - 31/08/09.
    Assim, em razão da não contemplação da GPT aos agentes de segurança, a FENAJUFE boicotou a referida proposta, pressionando a Cúpula do Judiciário e prejudicando todos os servidores do Poder Judiciário, inclusive os próprios agentes de segurança, que teriam os seus salários elevados para quase R$ 14.000,00, aproximadamente.
    Esquecendo-se que, à época (2006), a GAE e a GAS não sofreram qualquer boicote das demais carreiras judiciárias.
    Em razão da falta de consenso entre os dirigentes sindicais e a Cúpula do Judiciário, o Presidente do STF, Min. Gilmar Mendes, houve por bem não enviar tal proposta ao Congresso Nacional, culminando com a perda do prazo da LOA, em 31/08/2009, sem possibilidade de implantação do PCS no ano de 2010."




    Com efeito, enquanto ficamos nessa falsidade, tivemos a proposta de equiparação com o TCU recusada graças aos sindicatos dos oficiais e seguranças. Uma coisa é dar rasteira como sempre fizeram com os internos, outra é uma rivalidade transparente, baseada em fatos e verdades. Não tenho raiva dos colegas, mas pela forma egoística como eles se organizam (já foram numa ampliada?!) e foram eles que começaram com essa de criar associações e sindicatos próprios, querer gratificações exclusivas, com o pretexto de que seriam estendidas a todos no próximo plano, pois, como eles eram poucos, onde passa boi passa boiada, só nos lascamos. Tivemos prejuízo sim! Perdermos equiparação com o TCU graças aos dirigentes deles, sim! Federação dos Oficiais de Justiça fez video dizendo que nossa vida era no ar condicionado, tranquila e a dos oficiais muito mais sofrida e que a diferenciação remuneratória era muito justa, pois eles davam mais de si pelo Judiciário, sim!!! Nossos próprios sindicatos, via de regra comandados por externos, que criaram essa história de colocar para brigas analistas e técnicos e fomentam isso, como bem sabemos. E os técnicos e analistas que são os verdadeiros parceiros no dia a dia. O propósito de criar essa rivalidade é mascarar quem realmente nos prejudica e impõe escadinha remuneratória absurda!!!! Então, enquanto os cães ladram, a caravana dos espertos passa!!!   Então, quem quiser que continue sendo besta, para mim a guerra está declarada, não aos colegas, mas às associações criadas e mantidas pro eles mesmos!!!
    Vejam mais uma vez a denúncia da Anajus. http://anajus.jusbrasil.com.br/noticias/2492958/a-verdade-sobre-o-fracasso-do-pcs-em-10-topicos

    Eu mesmo tenha críticas a ela, mas quem começou com isso de fazer briguinha não foi ela. Olha a carta conjunta dos sindicatos, todos eles na época nas mãos dos externos, para recusar a proposta do Governo e DGs de equiparação com o TCU,  e a clara marca das GAE e GAS no nosso ocaso!!!

    Carta aos diretores gerais Nós, servidores do Judiciário Federal, vimos, por meio desta , repudiar, com veemência, a gratificação de desempenho, proposta pelos diretores gerais. Rejeitamos ainda a tentativa de inclusão de tabelas salariais que propõem a extinção da GAS e da GAE, que são gratificações específicas justificadas pela atividade de risco, inerentes aos cargos de agentes de segurança e oficiais de justiça avaliadores federais, um direito conquistado com a luta de todos os servidores do Judiciário Federal no último PCS.
    Muito bem colocado. Não só por isso que disseste, mas também por isso, creio que todo este estardalhaço que estão querendo fazer agora com a criação do GT é pura perda de tempo. Explico. A PEC, com a graça do bom Deus será aprovada e será o início do fim da dinastia dos incorporados. Muito bem, diante dessa aprovação que é iminente, não adianta os sindicatos querer pensar em bolar plano de carreira agora, com debates, isso e aquilo, pois é preciso primeiro definir a nova forma de remuneração, que será o GD ou subsídio. E dou a cara a tapa com luva de aço que os sindicatos não vão tentar novamente apresentar aquela tabela nefasta com aumento no VB ou tentar voltar a expandir a GAJ. Sabemos que boa coisa dos sindicatos nunca podemos esperar.

    Assim, o primeiro passo é aguardar pela aprovação da PEC, que irá marcar a nossa independência desse modelo VB+GAJ mais do que ultrapassado. Após a aprovação, o STF tem 1 anos para elaborar o estatuto. Aí é que eu acho que a pressão deve começar. Após a aprovação da PEC devemos enviar email aos ministros do STF e até mesmo do deputados e senadores, não para mostrar essa realidade pois isso eles já sabem, mais sim para mostrar o tamanho da nosso indignação com a forma pela qual os sindicatos nos tratam.

    A Ferrajufe está tão desesperada que ela mesmo se atrapalha com suas palavras. Basta dar uma olhada:

    http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/ultimas-noticias/fenajufe/1446-nota-oficial-da-fenajufe-contra-a-pec-190-07

    Nota oficial da Fenajufe contra a PEC 190/07
    Publicado em Terça, 15 Outubro 2013 15:04 | Imprimir | E-mail | Acessos: 5224
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    A Fenajufe (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União) vem a público se posicionar contra a construção de um Estatuto dos servidores do Poder Judiciário, por entender que este gerará mais prejuízos aos servidores do Judiciário Federal e do Judiciário Estadual do que conquistas.

    Acresce-se que atualmente o conjunto dos servidores públicos passa por um momento totalmente adverso e delicado com ataques partindo de todas as esferas de Poder. Neste cenário, o futuro Estatuto se transformará em mais um pacote de maldades e de cumprimento de metas do que verdadeiramente uma tábua de direitos.

    O Estatuto sempre foi uma reivindicação dos servidores do Judiciário Estadual, na busca por isonomia salarial e também por uma padronização das relações de trabalho. A ideia de um Estatuto para os servidores tem sua origem na premissa da unicidade do Poder Judiciário, no entanto, as relações de trabalho dos servidores do Poder Judiciário não estão regidas por normas unificadas.

    A correlação de forças para a disputa de uma proposta de Estatuto não está de fato construída entre os servidores das duas esferas. O cenário de isonomia salarial não tem sustentação nesta discussão, pois conflita com a autonomia federativa dos estados. Assim sendo, uma construção de diretrizes para carreira e piso salarial acarretará problemas aos Federais e sofrerá interferência dos governadores dos estados para não impactar seus orçamentos. Por outro lado, os servidores estaduais não querem ser regidos por um estatuto baseado no Regime Jurídico Único (que rege os federais) para não perder benefícios que os estatutos estaduais ainda mantêm.

    A ideia de padronizar as relações de trabalho, metas, procedimentos, pode trazer muitos problemas para os servidores do Poder Judiciário nos dois segmentos em razão da visão institucional sobre as metas e sobre as mudanças que estão vindo com a implantação da virtualização das relações de trabalho. Sem contar que a tentativa de padronização salarial vai requerer submissão prévia dos futuros projetos de lei ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o que travará o andamento dos mesmos no âmbito dos legislativos estaduais.

    Nesse aspecto, os servidores estaduais experimentarão o que os servidores federais estão vivendo: as dificuldades de aprovação dos planos de cargos e salários face à peregrinação dos anteprojetos pelas várias instâncias para avaliação prévia antes do envio às casas legislativas. Árduo processo de lutas a que serão submetidos também os servidores do Judiciário Estadual. É tudo aquilo que os governos estadual e federal querem para criar pretextos para não concederem os aumentos salariais. Isso porque, na hipótese de unificação, terá que haver concordância de todos os presidentes dos tribunais estaduais e federais. Se já é difícil com um tribunal, o que se dirá com mais de trinta tribunais?

    É de se desconfiar da razão pela qual o STF (Supremo Tribunal Federal) ainda não se manifestou contrariamente à PEC 190/07, bem como é de se estranhar o motivo pelo qual os governos estaduais e Federal e o Legislativo não tenham se oposto.  Na briga pelo Orçamento, e com a política cada vez mais crescente de cortar gastos no serviço público, sabem as esferas de Poder que o crescimento exponencial da categoria do Judiciário, advindo com a unificação, será um pretexto a mais para dizer não às reivindicações salariais. É preciso ficarmos espertos, estaduais e federais, se não estamos dando a faca e o queijo nas mãos dos nossos patrões para que eles venham a retirar aqueles poucos direitos que ainda nos restam. A PEC 190/07, nesse sentido, pode ser uma armadilha em que estamos entrando, servidores estaduais e federais. Não nos iludamos que a equiparação salarial e a conquista de novas vitórias serão mais fáceis com a unificação.

    Em tempo de metas e de Processo Judicial Eletrônico - PJe, nos preocupa ainda mais a formatação de um Estatuto que poderá legitimar práticas e procedimentos que vêm impactando a saúde dos servidores do Poder Judiciário para garantir a manutenção de uma visão produtivista e meramente estatística do fazer da Justiça, sem no entanto garantir as condições de trabalho necessárias à saúde física e mental do servidor e, por fim, a efetividade no cumprimento do papel social do Judiciário.

    Dessa forma e pelos motivos acima, a Fenajufe, conforme deliberação de sua Diretoria Executiva, mantém posição contrária à PEC 190/07 por se tratar de uma proposta que traz grandes riscos à perda de direitos das carreiras envolvidas.

    Fenajufe - Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União


    A contradição é evidente. Primeiro dizem que o estatuto é fruto da reivindicação dos servidores dos Estados e depois fala que os servidores não querem ter um regime jurídico único. Pessoal da FERRAJUFE quem vcs pensam que enganam?

    O motivo da luta contra a PEC todos sabem. Ela vai congelar o salário dos incorporados por anos, até serem totalmente absorvidas pelo subsídio. Para alguns, isso vai representar anos sem qualquer reajuste. Esses são os direitos históricos que não querem perder. E, no que depender de mim, vão perder o mais rápido possível. Que venha a PEC, que será muito bem recebida.
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    Mensagem por Analista Desafortunado em Sab 16 Nov 2013, 2:12 am

    sonhador escreveu:Bem, os sindicatos gostem ou não, continuo a favor da aprovação da PEC. Não que eu pense que vão nos transformar em realeza do serviço público, mas porque tenho convicção que o modelo remuneratório será derrubado. De restante, vou aguardar os acontecimentos. E estou adorando o fato de saber que é impossível os sindicatos reverterem a lavada que tomaram nas outras votações.
    Se vai ser subsídio ou isso ou aquilo não sei, e que nós estamos desvalorizados sei muito bem. Mas o modelo remuneratório, tão querido por alguns, está com os dias contados. Simples assim. Lamento aos contrariados. Como já disse, já estamos tocando o fundo do poço. Até isso tem o lado bom.

    Colega, vc conhece o velho ditado:

    " Não há nada tão ruim que não possa piorar "

    Por isso, a meu ver, temos que agir com cautela.

    Essa PEC pode (hipótese) ser uma arapuca sim!
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    Mensagem por Convidado em Sab 16 Nov 2013, 8:26 am

    A questão é que, excluindo algumas dezenas de servidores, se muito, centenas (o que já acho um exagero) tomaram conhecimento da proposta de equiparação ao TCU com a gratificação de desempenho + gratificação para os internos.

    Não se pode culpar exclusivamente os OJAFs por tentarem agregar algo, e no final das contas quantos milhares de internos estavam dormindo no ponto durante tais discussões.
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    Mensagem por GCC em Sab 16 Nov 2013, 12:32 pm

    Um tempo atrás a Turma do Sindjus apareceu no jantar para arrecadar fundos para ajudar o José Dirceu pagar a multa do mensalão. Lembram? Um Saiu na foto que estampou a notícia com camiseta do Dirceu, uma cerveja e um sorriso na cara.

    Hoje, lendo o CorreioBraziliense, me deparo com o mesmo cara em uma foto, com uma cartaz na mão, em frente à Polícia Federal, dizendo “Liberdade aos presos políticos”.

    Aposto que o carro de som é o mesmo do Sindjus

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    Militantes do PT são hostilizados em frente a sede da Polícia Federal

    “Um grupo de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) está em frente à sede da Polícia Federal, em Brasília, prestando apoio aos condenados petistas na Ação Penal 470, o mensalão. O grupo conta com auxílio de um carro de som. Por volta das 10h30, um aposentado de 50 anos se aproximou do local e começou a hostilizar os militantes.”


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    Mensagem por FLAVIONF em Sab 16 Nov 2013, 5:38 pm

    Para mim tudo se resume apenas em números.
    Sou Analista e após esse reenquadramento receberei líquido uns R$500,00 a mais no pagode.
    Meu sobrinho que é Agente Penitenciário desde 2010 (Cargo Nível Médio) recebia R$4.400,00 líquido. Agora já está recebendo líquido R$5.300,00 (após aumento concedido que poderá chegar até R$4.000,00 líquido em 03 anos), ou seja, recebeu R$900,00 líquido numa pancada só.
    Resumo da opera. Estamos ferrados com esse Sindicato.
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    Mensagem por epitaciosouza em Sab 16 Nov 2013, 5:42 pm

    GCC escreveu:Um tempo atrás a Turma do Sindjus apareceu no jantar para arrecadar fundos para ajudar o José Dirceu pagar a multa do mensalão. Lembram? Um Saiu na foto que estampou a notícia com camiseta do Dirceu, uma cerveja e um sorriso na cara.

    Hoje, lendo o CorreioBraziliense, me deparo com o mesmo cara em uma foto, com uma cartaz na mão, em frente à Polícia Federal, dizendo “Liberdade aos presos políticos”.

    Aposto que o carro de som é o mesmo do Sindjus

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    “Um grupo de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) está em frente à sede da Polícia Federal, em Brasília, prestando apoio aos condenados petistas na Ação Penal 470, o mensalão. O grupo conta com auxílio de um carro de som. Por volta das 10h30, um aposentado de 50 anos se aproximou do local e começou a hostilizar os militantes.”


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    Mensagem por Lisalesaelouca em Sab 16 Nov 2013, 6:04 pm

    GCC escreveu:Um tempo atrás a Turma do Sindjus apareceu no jantar para arrecadar fundos para ajudar o José Dirceu pagar a multa do mensalão. Lembram? Um Saiu na foto que estampou a notícia com camiseta do Dirceu, uma cerveja e um sorriso na cara.

    Hoje, lendo o CorreioBraziliense, me deparo com o mesmo cara em uma foto, com uma cartaz na mão, em frente à Polícia Federal, dizendo “Liberdade aos presos políticos”.

    Aposto que o carro de som é o mesmo do Sindjus

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    Militantes do PT são hostilizados em frente a sede da Polícia Federal

    “Um grupo de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) está em frente à sede da Polícia Federal, em Brasília, prestando apoio aos condenados petistas na Ação Penal 470, o mensalão. O grupo conta com auxílio de um carro de som. Por volta das 10h30, um aposentado de 50 anos se aproximou do local e começou a hostilizar os militantes.”


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    Mensagem por Convidado em Sab 16 Nov 2013, 9:48 pm

    CASO PIZZOLATO
    Julgamento com motivações político-eleitorais, ele diz.

    Pizzolato coloca em xeque a justiça brasileira e o STF ao lutar até o fim por sua liberdade.

    Outros, 'guerrilheiros' de outrora, foram para a cadeia bradando inocência, mas cordeiramente...

    "NOTA PÚBLICA

    Minha vida foi moldada pelo princípio da solidariedade que aprendi muito jovem quando convivi com os franciscanos e essa base sólida sempre norteou meus caminhos.

    Nos últimos anos, minha vida foi devassada e não existe nenhuma contradição em tudo o que declarei seja em juízo ou nos eventos públicos que estão disponíveis na internet.

    Em meados de 2012, exercendo meu livre direito de ir e vir, eu me encontrava no exterior acompanhando parente enfermo quando fui, mais uma vez, desrespeitado por setores da imprensa.

    Após a condenação decidida em agosto, retornei ao Brasil para votar nas eleições municipais e tinha a convicção de que no recurso eu teria êxito, pois existe farta documentação a comprovar minha inocência.

    Qualquer pessoa que leia os documentos existentes no processo constata o que afirmo.

    Mesmo com intensa divulgação pela imprensa alternativa -aqui destaco as diversas edições da revista Retrato do Brasil-- e por toda a internet, foi como se não existissem tais documentos, pois ficou evidente que a base de toda a ação penal tem como pilar, ou viga mestra, exatamente o dinheiro da empresa privada Visanet.

    Fui necessário para que o enredo fizesse sentido. A mentira do "dinheiro público" para condenar... Todos. Réus, partido, ideias, ideologia.

    Minha decepção com a conduta agressiva daquele que deveria pugnar pela mais exemplar isenção, é hoje motivo de repulsa por todos que passaram a conhecer o impedimento que preconiza a Corte Interamericana de Direitos Humanos ao estabelecer a vedação de que um mesmo juiz atue em todas as fases de um processo, a investigação, a aceitação e o julgamento, posto a influência negativa que contamina a postura daquele que julgará.

    Sem esquecer o legítimo direito moderno de qualquer cidadão em ter garantido o recurso a uma corte diferente, o que me foi inapelavelmente negado.

    Até desmembraram em inquéritos paralelos, sigilosos, para encobrir documentos, laudos e perícias que comprovam minha inocência, o que impediu minha defesa de atuar na plenitude das garantias constitucionais. E o cúmulo foi utilizarem contra mim um testemunho inidôneo.

    Por não vislumbrar a minha chance de ter um julgamento afastado de motivações político-eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente, fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um Tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália.

    Agradeço com muita emoção a todos e todas que se empenharam com enorme sentimento de solidariedade cívica na defesa de minha inocência, motivados em garantir o estado democrático de direito que a mim foi sumariamente negado.

    Henrique Pizzolato"



    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/11/1372433-em-carta-pizzolato-diz-ter-ido-a-italia-em-busca-de-novo-julgamento-leia-integra.shtml



    É para se pensar na idoneidade dos julgamentos estatais! O maior juiz de uma pessoa é a própria consciência dessa pessoa, e se o cara se julga honestamente inocente, o que fazer?

    Em certo aspecto o Mensalão foi um julgamento político, pois se não fosse, o STF anularia a Reforma da Previdência que acabou com a aposentadoria integral dos servidores públicos! O mal não vale, mas valem os efeitos desse mal?


    .
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    Mensagem por fuchs em Dom 17 Nov 2013, 8:28 am

    A solução é simples, deveriam criar uma GAI, gratificação de atividade interna, com valor correspondente a 35% do vencimento.

    Que tal?

    Assim ganhariam todos igualmente.

    O oficial teria sua gratificação de atividade externa, o agente teria sua gratificação de segurança e o interno a sua.

    Assim não precisaria tirar a GAE e GAS dos caras.

    Ou a intenção deles é sempre ganhar mais que os outros?

    lroger8 escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Najla escreveu:Amigos, bom dia.

    O tempo é o gestor da vida e se espera que saibamos passar por ele incorporando conhecimento e experiência.

    Não é animador ver que depois alguns anos nós ainda percamos nosso tempo discutindo a importância desse ou daquele cargo de nossa carreira. Nós já sabemos que não há nada de positivo nisso e o resultado são brigas e mágoas. Seria uma experiência bem interessante se nós pudéssemos trocar de função com o colega por um período de tempo. Aí talvez veríamos que cada cargo tem suas especificidades, qualidades, riscos, benesses e sofrimentos.

    Andamos em círculos quando criticamos os OJAFs e os AS. A próximo round será a disputa do técnico com analista e em seguida apontaremos nossas armas para quem os colegas antigos. Faremos isso quantas dezenas de vezes?

    Será muito mais proveitoso se todos nós usarmos o tempo e a energia dessas discussões infinitas e sem resultado, para nos envolvermos no que realmente pode trazer um resultado real para a nossa carreira. Quantos aqui participam das assembleias do seu sindicato? Quantos estão dispostos a compor diretorias e fazer um sindicato melhor? Daqui a pouco restarão dez pessoas no fórum, porque não haverá nada de proveitoso por aqui. Vamos ser mais pró-ativos?

    Tempo é algo completamente precioso.
    Ah, se todos os problemas que tivéssemos na carreira se resumissem à GAE e a GAS.
    Pelo contrário, deveríamos aprender com aqueles que são minimamente organizados e unidos para podermos construir uma carreira melhor e mais justa.

    Para cada OJ que servidor agora está desrespeitando, com comparações ridículas como os salários horríveis de MG (vai ver a qualidade de qualquer serviço estadual aqui, que lixo que é), tem uma função dada por critérios de amizade e não competência, tem um incorporadão que se recusa a aprender o serviço da forma correta, ou mesmo tem um servidor que ganha pouco mas está muito acomodado.

    Se você tem dúvida da importância do trabalho do OJAF, pegue uma daquelas ações penais bem cabeludas e dê uma lida. Você vai achar o trabalho dele lá.
    E vou achar do técnico e analista interno, que inclusive tem que ficar de olho nos detalhes do processo e se manter super atualizado! Vamos nos recordar a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Vejam trecho desse editorial, in verbis:
    "No entanto a FENASSOJAF, não se conformando com tal proposta, pois não aceitava a não cumulação da GD com a GAE, efetuou lobby junto aos Tribunais Superiores e Sindicatos para acumulação com GAE, elevando seus salários para quase R$ 23.000,00. O que fez com que os Agentes de Segurança pleiteassem o mesmo.
    Sendo assim, a nova proposta dos DG’s criava a GPT de 35% para todos os servidores internos e oficiais de justiça em cumulação com a GAE, excluindo apenas os Agentes de Segurança.
    Tal proposta já se encontrava assinada por todos os Diretores Gerais e enviada ao Presidente do STF no dia 21/08/09 para posterior remessa ao Congresso Nacional, antes do prazo final da LOA - 31/08/09.
    Assim, em razão da não contemplação da GPT aos agentes de segurança, a FENAJUFE boicotou a referida proposta, pressionando a Cúpula do Judiciário e prejudicando todos os servidores do Poder Judiciário, inclusive os próprios agentes de segurança, que teriam os seus salários elevados para quase R$ 14.000,00, aproximadamente.
    Esquecendo-se que, à época (2006), a GAE e a GAS não sofreram qualquer boicote das demais carreiras judiciárias.
    Em razão da falta de consenso entre os dirigentes sindicais e a Cúpula do Judiciário, o Presidente do STF, Min. Gilmar Mendes, houve por bem não enviar tal proposta ao Congresso Nacional, culminando com a perda do prazo da LOA, em 31/08/2009, sem possibilidade de implantação do PCS no ano de 2010."




    Com efeito, enquanto ficamos nessa falsidade, tivemos a proposta de equiparação com o TCU recusada graças aos sindicatos dos oficiais e seguranças. Uma coisa é dar rasteira como sempre fizeram com os internos, outra é uma rivalidade transparente, baseada em fatos e verdades. Não tenho raiva dos colegas, mas pela forma egoística como eles se organizam (já foram numa ampliada?!) e foram eles que começaram com essa de criar associações e sindicatos próprios, querer gratificações exclusivas, com o pretexto de que seriam estendidas a todos no próximo plano, pois, como eles eram poucos, onde passa boi passa boiada, só nos lascamos. Tivemos prejuízo sim! Perdermos equiparação com o TCU graças aos dirigentes deles, sim! Federação dos Oficiais de Justiça fez video dizendo que nossa vida era no ar condicionado, tranquila e a dos oficiais muito mais sofrida e que a diferenciação remuneratória era muito justa, pois eles davam mais de si pelo Judiciário, sim!!! Nossos próprios sindicatos, via de regra comandados por externos, que criaram essa história de colocar para brigas analistas e técnicos e fomentam isso, como bem sabemos. E os técnicos e analistas que são os verdadeiros parceiros no dia a dia. O propósito de criar essa rivalidade é mascarar quem realmente nos prejudica e impõe escadinha remuneratória absurda!!!! Então, enquanto os cães ladram, a caravana dos espertos passa!!!   Então, quem quiser que continue sendo besta, para mim a guerra está declarada, não aos colegas, mas às associações criadas e mantidas pro eles mesmos!!!
    Vejam mais uma vez a denúncia da Anajus. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Eu mesmo tenha críticas a ela, mas quem começou com isso de fazer briguinha não foi ela. Olha a carta conjunta dos sindicatos, todos eles na época nas mãos dos externos, para recusar a proposta do Governo e DGs de equiparação com o TCU,  e a clara marca das GAE e GAS no nosso ocaso!!!

    Carta aos diretores gerais Nós, servidores do Judiciário Federal, vimos, por meio desta , repudiar, com veemência, a gratificação de desempenho, proposta pelos diretores gerais. Rejeitamos ainda a tentativa de inclusão de tabelas salariais que propõem a extinção da GAS e da GAE, que são gratificações específicas justificadas pela atividade de risco, inerentes aos cargos de agentes de segurança e oficiais de justiça avaliadores federais, um direito conquistado com a luta de todos os servidores do Judiciário Federal no último PCS.
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    Mensagem por camirecas em Dom 17 Nov 2013, 9:59 am

    VANDER DE PAULA escreveu:CASO PIZZOLATO
    Julgamento com motivações político-eleitorais, ele diz.

    Pizzolato coloca em xeque a justiça brasileira e o STF ao lutar até o fim por sua liberdade.

    Outros, 'guerrilheiros' de outrora, foram para a cadeia bradando inocência, mas cordeiramente...

    "NOTA PÚBLICA

    Minha vida foi moldada pelo princípio da solidariedade que aprendi muito jovem quando convivi com os franciscanos e essa base sólida sempre norteou meus caminhos.

    Nos últimos anos, minha vida foi devassada e não existe nenhuma contradição em tudo o que declarei seja em juízo ou nos eventos públicos que estão disponíveis na internet.

    Em meados de 2012, exercendo meu livre direito de ir e vir, eu me encontrava no exterior acompanhando parente enfermo quando fui, mais uma vez, desrespeitado por setores da imprensa.

    Após a condenação decidida em agosto, retornei ao Brasil para votar nas eleições municipais e tinha a convicção de que no recurso eu teria êxito, pois existe farta documentação a comprovar minha inocência.

    Qualquer pessoa que leia os documentos existentes no processo constata o que afirmo.

    Mesmo com intensa divulgação pela imprensa alternativa -aqui destaco as diversas edições da revista Retrato do Brasil-- e por toda a internet, foi como se não existissem tais documentos, pois ficou evidente que a base de toda a ação penal tem como pilar, ou viga mestra, exatamente o dinheiro da empresa privada Visanet.

    Fui necessário para que o enredo fizesse sentido. A mentira do "dinheiro público" para condenar... Todos. Réus, partido, ideias, ideologia.

    Minha decepção com a conduta agressiva daquele que deveria pugnar pela mais exemplar isenção, é hoje motivo de repulsa por todos que passaram a conhecer o impedimento que preconiza a Corte Interamericana de Direitos Humanos ao estabelecer a vedação de que um mesmo juiz atue em todas as fases de um processo, a investigação, a aceitação e o julgamento, posto a influência negativa que contamina a postura daquele que julgará.

    Sem esquecer o legítimo direito moderno de qualquer cidadão em ter garantido o recurso a uma corte diferente, o que me foi inapelavelmente negado.

    Até desmembraram em inquéritos paralelos, sigilosos, para encobrir documentos, laudos e perícias que comprovam minha inocência, o que impediu minha defesa de atuar na plenitude das garantias constitucionais. E o cúmulo foi utilizarem contra mim um testemunho inidôneo.

    Por não vislumbrar a minha chance de ter um julgamento afastado de motivações político-eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente, fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um Tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália.

    Agradeço com muita emoção a todos e todas que se empenharam com enorme sentimento de solidariedade cívica na defesa de minha inocência, motivados em garantir o estado democrático de direito que a mim foi sumariamente negado.

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    É para se pensar na idoneidade dos julgamentos estatais! O maior juiz de uma pessoa é a própria consciência dessa pessoa, e se o cara se julga honestamente inocente, o que fazer?

    Em certo aspecto o Mensalão foi um julgamento político, pois se não fosse, o STF anularia a Reforma da Previdência que acabou com a aposentadoria integral dos servidores públicos! O mal não vale, mas valem os efeitos desse mal?


    .


    Até agora ainda não consegui vislumbrar o dinheiro público do visanet, conglomerado de 25 instituições financeiras.
    O julgamento já rolou! E o enriquecimento ilícito de Dirceu e Genoíno? Quando penso no Maluf, Cachoeira, esse nosso sistema judicial é engraçado. Não tou alegando inocência de ninguém, reflito sobre nossa doca justiça.
    Mas aguardemos, não entendi, e ninguém ainda teve a decência de explicar, por que o processo do "mensalão" do PSDB (mineiro), cronologicamente foi anterior ao do PT, aliás, dizem que deu origem, teve desmembramento das pessoas sem foro privilegiado (negado no do PT), está parado com prescrição de algumas penas.
    Espero que realmente a república tenha mudada. Se for só para uns, terá mudado para que nada mude.
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Dom 17 Nov 2013, 4:21 pm

    fuchs escreveu:A solução é simples, deveriam criar uma GAI, gratificação de atividade interna, com valor correspondente a 35% do vencimento.

    Que tal?

    Assim ganhariam todos igualmente.

    O oficial teria sua gratificação de atividade externa, o agente teria sua gratificação de segurança e o interno a sua.

    Assim não precisaria tirar a GAE e GAS dos caras.

    Ou a intenção deles é sempre ganhar mais que os outros?

    Isso aí!!! Sem esquecer que deveriam extinguir todas as FCs, certo?

    O Judiciário encontraria dinheiro para a nova gratificação (e mais um pouco de reajuste) dentro do seu próprio orçamento!!

    Seria um mundo perfeito!
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    Mensagem por OJ_Leoqr em Dom 17 Nov 2013, 5:09 pm

    PaladinoRS escreveu:Entendi sim. Peço agora que vc leia o inciso I do mesmo art. 39 e me responda: vc acha que o grau de complexidade e de responsabilidade do cargo dos oficiais é maior do que o dos internos? Tenho certeza que não.

    Defender o próprio lado é humano e entendo sua posição. Mas uma coisa eu te digo e afirmo: fazermos greve sem os oficiais e agentes de segurança, mas os oficiais e agentes de segurança não fazem greve sem os internos.

    Não estou querendo discutir contigo, pois isso viraria um ciclo vicioso e isso não é o propósito do fórum. Apenas entendo, como acho que a maioria entende, que os internos estão sendo representados por um sindicato que de fato não os representa. Voltando ao inciso III que vc mesmo citou, ele seria fundamento suficiente para que os oficiais de justiça, assim como os agentes de segurança tivessem um sindicato próprio vc não acha? O inciso III é o seu escudo e o inciso I o nosso? Qual deve pesar mais?

    Agora te pergunto, como vcs conseguiriam vencer uma greve com um sindicato formado apenas por oficiais? O mesmo digo dos agentes. Sem querer desmerecer, mas é impossível não tocar nesse assunto, as tarefas dos oficiais e agentes SÃO ATIVIDADE MEIO, a dos internos é ATIVIDADE FIM. Preciso ser mais específico? Agora peço que leia de novo o inciso I. Conseguiu entender?

    Se fosse como vc sugere, os juízes poderiam fazer parte do mesmo sindicato, pois também estão inseridos no judiciário. Não estão porque, no caso deles o INCISO I falou e ainda fala mais alto.

    Com relação ao subsídio nos concordamos.

    Sem rancor valeu! Bom feriado.
    1- Você não tem a menor ideia de como é o serviço do oficial de justiça. Sugiro que peça para acompanhar um algum dia;
    2- Explica para mim o que você entende por atividade fim e atividade meio;
    3- Esquece! Porque isso é irrelevante, ou você acha que o seu colega da informática, que mantém o servidor do tribunal funcionando para você trabalhar no seu proc. eletrônico EM CASA, deve ganhar menos só porque ele é "atividade meio"??

    lroger8 escreveu: Vamos argumentar com lealdade!  Acho que o colega está bem desatualizado, pois, pelo que sei, o CNJ reviu este entendimento e, atualmente, não exige mais que seja bacharel em direito.

    Aliás, se fosse para ser bacharel teria que ser em serviço social ou engenharia, pois, para avaliar imóvel o engenheiro é o profissional e, para tirar filho de mãe, lidar com gente, ter habilidade, isto é, preparo nada disso aprende-se em faculdade de direito, mas sim na de serviço social. Se isso daqui fosse um país sério, onde houvesse coerência, oficial de justiça não seria bacharel em direito.
    Se a atividade do oficial de justiça exige conhecimento em mais de uma área de formação, então por que não posso ser bem remunerado, se realizo bem o meu trabalho, mesmo sem ter os tais cursos??

    Ainda que fosse verdade que o oficial de justiça não necessita de conhecimento em direito (porque eu não posso simplesmente entregar o papel na mão do réu e dizer "Se vira!"), mas fosse exigido qualquer outro bacharelado, o cargo que tem como requisito "bacharel em direito" tem que ser melhor remunerado do que os outros???

    Obs.: Você também não sabe porra nenhuma do serviço de oficial de justiça!!!
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    Mensagem por Convidado em Dom 17 Nov 2013, 5:14 pm

    Quando a gente menos espera, o Poli acaba fazendo algo em prol da categoria. Ao que parece, abandonou a causa dos incorporados.



    SALÁRIO DE SERVIDORES DO JUDICIÁRIO E MPU PODERÁ SER POR SUBSÍDIO
    Quarta-Feira , 02 de Outubro de 2013

    A Proposta de Emenda à Constituição Federal 147/2012 de autoria do Deputado Amauri Teixeira – PT/BA tem por objetivo fixar parâmetros para a remuneração dos servidores das carreiras consideradas essenciais ao funcionamento do Estado, conferindo tratamento remuneratório coerente com as responsabilidades atribuídas.

    Segundo o Autor da proposta os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil, os auditores fiscais do Trabalho e a carreira dos servidores do Banco Central do Brasil possuem um papel de grande importância pelo desenvolvimento e execução de atribuições indispensáveis ao Estado.

    A matéria em tramitação na Câmara dos Deputados que estabelece o teto salarial dos analistas do Banco Central, auditores da Receita Federal do Brasil e auditores fiscais do Trabalho em 90,25% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, sendo que o subsídio inicial da carreira não será fixado em valor inferior a setenta e cinco por cento do subsídio máximo.

    Emendas: Foram apresentadas 12 emendas ao PEC 147/2012 para inclusão de demais carreiras como:

    ·         Carreira Fiscal Federal Agropecuário

    ·         Carreira Policial Federal

    ·         Carreira dos servidores da Comissão de Valores Mobiliários – CVM

    ·         Carreira dos servidores da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP

    ·         Carreira de Finanças e Controle

    ·         Carreira de Especialista do Banco Central

    ·         Servidores da carreira do Poder Judiciário e do Ministério Público da União

    ·         Carreira dos servidores da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC

    ·         Carreiras de Finanças e Controle de qualquer dos Poderes da União

    O Deputado Policarpo – PT/DF apresentou uma emenda para incluir os servidores da carreira do Poder Judiciário e do Ministério Publico, neste subteto de 90,25% do subsidio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, e com isso se promulgada a Emenda Constitucional proposta com a emenda apresentado por Policarpo, a sistema remuneratório dos servidores será alterada para subsidio.

    O Relator na referida proposta na Comissão Especial é o Deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

    Conheça a tramitação de PECs: Ao ser apresentada, a proposta de emenda à Constituição (PEC) é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à sua admissibilidade. Esse exame leva em conta a constitucionalidade, a legalidade e a técnica legislativa da proposta. Se for aprovada, a Câmara criará uma comissão especial especificamente para analisar seu conteúdo.

    A comissão especial terá o prazo de 40 sessões do Plenário para proferir parecer. Depois, a PEC deverá ser votada pelo Plenário em dois turnos, com intervalo de cinco sessões entre uma e outra votação. Para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) em cada uma das votações.

    Senado: Depois de aprovada na Câmara, a PEC segue para o Senado, onde é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e depois pelo Plenário, onde precisa ser votada novamente em dois turnos.

    Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado. Se o texto for alterado, volta para a Câmara, para ser votado novamente. A proposta vai de uma Casa para outra (o chamado pingue-pongue) até que o mesmo texto seja aprovado pelas duas Casas.

    "A FORÇA DO SINSJUSTRA É VOCÊ!"
    Fonte:

    http://www.sinsjustra.org.br/lerNoticias.php?news=3392#.Uokv4MSsigw
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    Mensagem por Convidado em Dom 17 Nov 2013, 5:15 pm

    OJ_Leoqr escreveu:
    PaladinoRS escreveu:Entendi sim. Peço agora que vc leia o inciso I do mesmo art. 39 e me responda: vc acha que o grau de complexidade e de responsabilidade do cargo dos oficiais é maior do que o dos internos? Tenho certeza que não.

    Defender o próprio lado é humano e entendo sua posição. Mas uma coisa eu te digo e afirmo: fazermos greve sem os oficiais e agentes de segurança, mas os oficiais e agentes de segurança não fazem greve sem os internos.

    Não estou querendo discutir contigo, pois isso viraria um ciclo vicioso e isso não é o propósito do fórum. Apenas entendo, como acho que a maioria entende, que os internos estão sendo representados por um sindicato que de fato não os representa. Voltando ao inciso III que vc mesmo citou, ele seria fundamento suficiente para que os oficiais de justiça, assim como os agentes de segurança tivessem um sindicato próprio vc não acha? O inciso III é o seu escudo e o inciso I o nosso? Qual deve pesar mais?

    Agora te pergunto, como vcs conseguiriam vencer uma greve com um sindicato formado apenas por oficiais? O mesmo digo dos agentes. Sem querer desmerecer, mas é impossível não tocar nesse assunto, as tarefas dos oficiais e agentes SÃO ATIVIDADE MEIO, a dos internos é ATIVIDADE FIM. Preciso ser mais específico? Agora peço que leia de novo o inciso I. Conseguiu entender?

    Se fosse como vc sugere, os juízes poderiam fazer parte do mesmo sindicato, pois também estão inseridos no judiciário. Não estão porque, no caso deles o INCISO I falou e ainda fala mais alto.

    Com relação ao subsídio nos concordamos.

    Sem rancor valeu! Bom feriado.
    1- Você não tem a menor ideia de como é o serviço do oficial de justiça. Sugiro que peça para acompanhar um algum dia;
    2- Explica para mim o que você entende por atividade fim e atividade meio;
    3- Esquece! Porque isso é irrelevante,  ou você acha que o seu colega da informática, que mantém o servidor do tribunal funcionando para você trabalhar no seu proc. eletrônico EM CASA, deve ganhar menos só porque ele é "atividade meio"??

    lroger8 escreveu: Vamos argumentar com lealdade!  Acho que o colega está bem desatualizado, pois, pelo que sei, o CNJ reviu este entendimento e, atualmente, não exige mais que seja bacharel em direito.

    Aliás, se fosse para ser bacharel teria que ser em serviço social ou engenharia, pois, para avaliar imóvel o engenheiro é o profissional e, para tirar filho de mãe, lidar com gente, ter habilidade, isto é, preparo nada disso aprende-se em faculdade de direito, mas sim na de serviço social. Se isso daqui fosse um país sério, onde houvesse coerência, oficial de justiça não seria bacharel em direito.
    Se a atividade do oficial de justiça exige conhecimento em mais de uma área de formação, então por que não posso ser bem remunerado, se realizo bem o meu trabalho, mesmo sem ter os tais cursos??

    Ainda que fosse verdade que o oficial de justiça não necessita de conhecimento em direito (porque eu não posso simplesmente entregar o papel na mão do réu e dizer "Se vira!"), mas fosse exigido qualquer outro bacharelado, o cargo que tem como requisito "bacharel em direito" tem que ser melhor remunerado do que os outros???

    Obs.: Você também não sabe porra nenhuma do serviço de oficial de justiça!!!
    Toma uma maracujina primeiro. Não discuto com gente histérica. Não vou baixar ao seu nível.
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    Mensagem por Exterminador em Dom 17 Nov 2013, 5:15 pm

    sonhador escreveu:Bem, os sindicatos gostem ou não, continuo a favor da aprovação da PEC. Não que eu pense que vão nos transformar em realeza do serviço público, mas porque tenho convicção que o modelo remuneratório será derrubado. De restante, vou aguardar os acontecimentos. E estou adorando o fato de saber que é impossível os sindicatos reverterem a lavada que tomaram nas outras votações.
    Se vai ser subsídio ou isso ou aquilo não sei, e que nós estamos desvalorizados sei muito bem. Mas o modelo remuneratório, tão querido por alguns, está com os dias contados. Simples assim. Lamento aos contrariados. Como já disse, já estamos tocando o fundo do poço. Até isso tem o lado bom.
    Você já pensou na possibilidade, com uma carreira unificada, que tal subsídio fosse fixado em valor bem abaixo da nossa tabela atual no PJU? Embora haja alguns tribunais estaduais que paguem até mais que o PJU, a grande maioria está bem abaixo. Essa hipótese representaria de fato um congelamento salarial de longo prazo para o PJU. Se é para conquistar um subsídio como esse, melhor que fique como está. Quero o subsídio, mais com ganho remuneratório, não perdas.
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    Mensagem por Exterminador em Dom 17 Nov 2013, 5:39 pm

    PaladinoRS escreveu:Quando a gente menos espera, o Poli acaba fazendo algo em prol da categoria. Ao que parece, abandonou a causa dos incorporados.



    SALÁRIO DE SERVIDORES DO JUDICIÁRIO E MPU PODERÁ SER POR SUBSÍDIO
    Quarta-Feira , 02 de Outubro de 2013

    A Proposta de Emenda à Constituição Federal 147/2012 de autoria do Deputado Amauri Teixeira – PT/BA tem por objetivo fixar parâmetros para a remuneração dos servidores das carreiras consideradas essenciais ao funcionamento do Estado, conferindo tratamento remuneratório coerente com as responsabilidades atribuídas.

    Segundo o Autor da proposta os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil, os auditores fiscais do Trabalho e a carreira dos servidores do Banco Central do Brasil possuem um papel de grande importância pelo desenvolvimento e execução de atribuições indispensáveis ao Estado.

    A matéria em tramitação na Câmara dos Deputados que estabelece o teto salarial dos analistas do Banco Central, auditores da Receita Federal do Brasil e auditores fiscais do Trabalho em 90,25% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, sendo que o subsídio inicial da carreira não será fixado em valor inferior a setenta e cinco por cento do subsídio máximo.

    Emendas: Foram apresentadas 12 emendas ao PEC 147/2012 para inclusão de demais carreiras como:

    ·         Carreira Fiscal Federal Agropecuário

    ·         Carreira Policial Federal

    ·         Carreira dos servidores da Comissão de Valores Mobiliários – CVM

    ·         Carreira dos servidores da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP

    ·         Carreira de Finanças e Controle

    ·         Carreira de Especialista do Banco Central

    ·         Servidores da carreira do Poder Judiciário e do Ministério Público da União

    ·         Carreira dos servidores da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC

    ·         Carreiras de Finanças e Controle de qualquer dos Poderes da União

    O Deputado Policarpo – PT/DF apresentou uma emenda para incluir os servidores da carreira do Poder Judiciário e do Ministério Publico, neste subteto de 90,25% do subsidio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, e com isso se promulgada a Emenda Constitucional proposta com a emenda apresentado por Policarpo, a sistema remuneratório dos servidores será alterada para subsidio.

    O Relator na referida proposta na Comissão Especial é o Deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

    Conheça a tramitação de PECs: Ao ser apresentada, a proposta de emenda à Constituição (PEC) é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à sua admissibilidade. Esse exame leva em conta a constitucionalidade, a legalidade e a técnica legislativa da proposta. Se for aprovada, a Câmara criará uma comissão especial especificamente para analisar seu conteúdo.

    A comissão especial terá o prazo de 40 sessões do Plenário para proferir parecer. Depois, a PEC deverá ser votada pelo Plenário em dois turnos, com intervalo de cinco sessões entre uma e outra votação. Para ser aprovada, precisa de pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) em cada uma das votações.

    Senado: Depois de aprovada na Câmara, a PEC segue para o Senado, onde é analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e depois pelo Plenário, onde precisa ser votada novamente em dois turnos.

    Se o Senado aprovar o texto como o recebeu da Câmara, a emenda é promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado. Se o texto for alterado, volta para a Câmara, para ser votado novamente. A proposta vai de uma Casa para outra (o chamado pingue-pongue) até que o mesmo texto seja aprovado pelas duas Casas.

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    Policarpo há muito deixou de ser representante do Sindjus. Tem sua própria base eleitoral e não depende do sindicato para mais nada. Infelizmente não tem essa mesma autonomia em relação do PT. Seria bom se outro parlamentar apresentasse proposta semelhante, para não correr o risco que ele a retire por pressão do Executivo, que, como sabemos, não quer o subsídio para o PJU.
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    Mensagem por naranjito em Dom 17 Nov 2013, 6:37 pm

    A ultima do Policarpo:

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    Mensagem por Mestre dos Magos! em Seg 18 Nov 2013, 6:57 am

    Descarga mental.

    (patifaria pura)! Fico a me perguntar: qual o limite do cúmulo? Resposta: não tem. Ver esses (*********) fazendo protesto para defender corruPTo só me faz pensar que mais tantos deveriam ter tido um mandado de prisão oriundo por parte do STF.

    Desolador isso. Triste essa ceninha. Isso demonstra que nos "porões de Brasília" há muito mais sujeira do que qualquer OMO progress é capaz de limpar. Agora, em 2014, espero que, ao menos, boa parte do GADO se rebele e NUNCA mais escolha o PT (suplentes e afins) nas urnas.

    Fonte: AQUI:affraid:
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    Mensagem por CRAZYKONG em Seg 18 Nov 2013, 7:40 am

    Juiz de execuções trata STF como corte inócua

    Chama-se Ademar Silva de Vasconcelos o juiz escalado para executar as ordens de prisão que o STF vai expedir contra os condenados do mensalão. Ele é o titular da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Tomado pelas palavras, o doutor detestou a decisão do Supremo de enviar mensaleiros para o xadrez.

    Vale a pena escutá-lo: “Eu acho que isso não é bom. A gente, como cidadão, fica até mesmo muito decepcionado com essas coisas. Fico pensando no homem comum, do povo, que não tem muita oportunidade vendo um homem notório sendo preso. Isso não é bom para o país. São penas inócuas, porque eles já foram punidos publicamente.''

    A repórter Mariana Haubert perguntou ao magistrado se não acha que a prisão de políticos graúdos, por emblemática, exerce efeitos benfazejos na alta do cidadão comum. E ele: “Isso é mais por vingança”.

    O homem comum ouve o doutor dizer essas coisas e conclui que o brasileiro em dia com o fisco é mesmo um sujeito de má sorte. Já se habituara ao paradoxo de ser chamado de contribuinte pelo governo que o assalta. Mas ainda não se acostumou com o papel de bobo.

    O contribuinte pergunta aos seus botões, que não respondem, pois não falam com qualquer um: qual é o custo de sete anos de funcionamento do STF? Não deve sair barato, ele matuta consigo mesmo.

    Além dos salários dos 11 atores principais, a Viúva paga o pessoal de apoio, o palco, a iluminação, o serviço de som, o cafezinho, a TV para transmitir o espetáculo, e o massagista para aliviar as dores na coluna do Joaquim Barbosa.

    O brasileiro, por comum, quer ajudar o doutor Ademar. Dispõem-se a convocar pelas redes sociais uma passeata em favor da revogação das punições dos mensaleiros, já tão “punidos publicamente.” Mas não abre mão do seu direito à vingança. Se a lei não vale nada, feche-se o STF e demita-se o doutor Ademar. O figurino de executor de “penas inócuas” não lhe cai bem.

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    Mensagem por CRAZYKONG em Seg 18 Nov 2013, 7:41 am

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    Mensagem por CRAZYKONG em Seg 18 Nov 2013, 7:45 am

    GCC escreveu:Um tempo atrás a Turma do Sindjus apareceu no jantar para arrecadar fundos para ajudar o José Dirceu pagar a multa do mensalão. Lembram? Um Saiu na foto que estampou a notícia com camiseta do Dirceu, uma cerveja e um sorriso na cara.

    Hoje, lendo o CorreioBraziliense, me deparo com o mesmo cara em uma foto, com uma cartaz na mão, em frente à Polícia Federal, dizendo “Liberdade aos presos políticos”.

    Aposto que o carro de som é o mesmo do Sindjus

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    Militantes do PT são hostilizados em frente a sede da Polícia Federal

    “Um grupo de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) está em frente à sede da Polícia Federal, em Brasília, prestando apoio aos condenados petistas na Ação Penal 470, o mensalão. O grupo conta com auxílio de um carro de som. Por volta das 10h30, um aposentado de 50 anos se aproximou do local e começou a hostilizar os militantes.”


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    Alguém sabe o nome de nosso nobre representante?

    Poder Judiciário da União
    Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
    Gabinete da Presidência


    PORTARIA GPR 519 DE 22 DE ABRIL DE 2013



    O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS, no uso de sua competência legal, com fundamento no artigo 93, inciso I, da Lei nº 8.112, de 1990, e tendo em vista o contido no PA nº 05.966/2013,

    RESOLVE:

    Art. 1º Ceder o servidor Ademário Oliveira Nogueira Filho, Matrícula nº 311.818, Técnico Judiciário, Área Administrativa, Especialidade Segurança, Classe “C”, Padrão 13, Nível Intermediário, do Quadro de Pessoal deste Tribunal, para exercer na Câmara dos Deputados o Cargo em Comissão de Secretário Parlamentar, código CD-CC-SP-19, pelo prazo de 1 (um) ano, com ônus do cargo efetivo para o cedente e do cargo em comissão para o cessionário, com efeitos a partir da data de nomeação do referido cargo em comissão naquela Casa Legislativa.



    Desembargador DÁCIO VIEIRA
    Presidente


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    Mensagem por Convidado em Seg 18 Nov 2013, 8:29 am

    OJ_Leoqr escreveu:
    fuchs escreveu:A solução é simples, deveriam criar uma GAI, gratificação de atividade interna, com valor correspondente a 35% do vencimento.

    Que tal?

    Assim ganhariam todos igualmente.

    O oficial teria sua gratificação de atividade externa, o agente teria sua gratificação de segurança e o interno a sua.

    Assim não precisaria tirar a GAE e GAS dos caras.

    Ou a intenção deles é sempre ganhar mais que os outros?

    Isso aí!!! Sem esquecer que deveriam extinguir todas as FCs, certo?

    O Judiciário encontraria dinheiro para a nova gratificação (e mais um pouco de reajuste) dentro do seu próprio orçamento!!

    Seria um mundo perfeito!
    Onde assino?

    FC nunca foi destinada corretamente mesmo. Ou é por interesse político, ou de amizade, ou para atender a certos grupinhos privilegiados. Passa LONGE, mas muito longe, dos seus objetivos institucionais. Só para dar um exemplo mínimo disto, acho que nada exemplifica melhor o fato de que a maior PRM do Brasil em autuação de PAs (todos os anos passamos do número 10.000, coisa que muita PR - estadual - não faz) não tem chefe, porque a FC está alocada em gabinete?
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    Mensagem por Najla em Seg 18 Nov 2013, 8:34 am

    Exterminador escreveu:
    sonhador escreveu:Bem, os sindicatos gostem ou não, continuo a favor da aprovação da PEC. Não que eu pense que vão nos transformar em realeza do serviço público, mas porque tenho convicção que o modelo remuneratório será derrubado. De restante, vou aguardar os acontecimentos. E estou adorando o fato de saber que é impossível os sindicatos reverterem a lavada que tomaram nas outras votações.
    Se vai ser subsídio ou isso ou aquilo não sei, e que nós estamos desvalorizados sei muito bem. Mas o modelo remuneratório, tão querido por alguns, está com os dias contados. Simples assim. Lamento aos contrariados. Como já disse, já estamos tocando o fundo do poço. Até isso tem o lado bom.

    Você já pensou na possibilidade, com uma carreira unificada, que tal subsídio fosse fixado em valor bem abaixo da nossa tabela atual no PJU? Embora haja alguns tribunais estaduais que paguem até mais que o PJU, a grande maioria está bem abaixo. Essa hipótese representaria de fato um congelamento salarial de longo prazo para o PJU. Se é para conquistar um subsídio como esse, melhor que fique como está. Quero o subsídio, mais com ganho remuneratório, não perdas.
    É, vcs já pensaram que isso pode acontecer? Não estamos em briga de torcidas, é o nosso salário que está em jogo.
    Com o governo que temos e o STF que temos, um subsídio com tabelas péssimas seria terrível para nós.

    Eu queria saber onde é que há um mínimo sinal de fumaça de que há alguém ou algo ou alguma coisa queira nos valorizar e irá nos ajudar nessa empreitada.

    Eu não consigo enxergar. Me mostrem, por favor.


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