PCS JÁ



    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Ter 21 Out 2014, 5:44 pm

    Proposta da Fenajufe à Consulta Pública do CNJ - Resolução que dispõe sobre a Política Nacional de Gestão de Pessoas dos Servidores do Poder Judiciário

    Criado em Terça, 21 Outubro 2014 15:14. | Imprimir | E-mail | Acessos: 260





    Submit to Facebook Submit to Google Bookmarks Submit to Twitter Submit to LinkedIn



    Cabe, preliminarmente, tecer algumas considerações conceituais importantes para situar a crítica à centralidade contida na proposta de Política Nacional de Gestão de Pessoas, ora em consulta pública, colocada nos resultados e na meritocracia.

    Importância do trabalho na construção da identidade da pessoa e sua implicação na saúde mental do indivíduo.

    O trabalho na sociedade atual é fator determinante para a construção da identidade de cada ser humano. Eu sou o que faço e para que eu exista é necessário que haja o reconhecimento pelo outro do meu trabalho, do valor do trabalho e do esforço de produção do trabalho. O professor e doutor em medicina, pai da psicodinâmica do trabalho, Chistophe Dejours, nos ensina que o significado do trabalho é mais que o meio de sobrevivência para o ser humano; é, sobretudo, um “espaço de realização”. Apesar do salário compatível e valorizado ter importância fundamental, ele, por si só, não garante a satisfação nem o comprometimento e muito menos a saúde mental do trabalhador e da trabalhadora. Como espaço de realização, o efeito da organização do trabalho e das condições e qualidade de vida no trabalho são determinantes sobre a saúde mental: pode transformar ou pode destruir. O reconhecimento é fator essencial nesse processo. Também é importante clarear o conceito de trabalho. Aqui é fundamental entender, pelo menos se o objetivo for garantir o comprometimento de servidores e a garantia de sua saúde mental e física, de que o trabalho não pode ser avaliado pelo resultado e sim pelo processo.

    Dito isso, passemos a crítica ao modelo embutido na proposta apresentada à consulta pública. Ao introduzir conceitos de modelos de gestão produtivista retira-se o espaço de reconhecimento e realização do servidor e servidora. O processo de trabalho até chegar no resultado é mais importante que o resultado em si e isso está desvalorizado, senão, extinto quando se constrói metas focadas no resultado produtivista no centro da gestão de pessoas.

    Também, não menos importante trata-se de conceituar o servidor ou funcionário público como colaborador. Esse conceito largamente usado no setor privado a partir de modelos de gestão neoliberais traz em seu âmago a negação de um contrato de trabalho entre as partes, com direitos e obrigações definidas para levar o trabalhador a um terreno de insegurança e o empregador a uma confortável situação de descomprometimento com aquele ou aquela trabalhador(a). Essa ideia de relação é pensada num modelo volátil e altamente rotativo, do capitalismo líquido, leve. Além de não beneficiar as relações de trabalho ainda, no caso do serviço público e da própria proposta em discussão, vai na contramão das diretrizes expostas na Seção III, que dispõe das condições de trabalho e da valorização dos servidores em seu inciso VII, entre outros.

    Política de Gestão de Pessoas para democratizar as relações de trabalho e garantir saúde e qualidade de vida no trabalho.

    A introdução da cultura orientada a resultados e implantação da gestão por competências aliada à meritocracia e a uma política de controle meramente estatístico de produtividade, introdução da implementação do PJe sem nenhum estudo de impacto e plano de prevenção de danos, a falta de compatibilidade com outras ferramentas presentes em modelos diversos de processos eletrônicos em uso e com indicadores mais bem avaliados pelos servidores do que o modelo PJe do CNJ, opção por formas de flexibilização e terceirização do quadro de pessoal, são escolhas incompatíveis com a garantia de qualidade de vida para servidores e magistrados. Respostas ao enfrentamento dessas questões são centrais na formulação de uma Política de Gestão de Pessoas efetiva e que garanta a consecução dos objetivos institucionais de promover justiça, valorização de seus quadros e garantia de ambiente saudável de trabalho.

    O Poder Judiciário não deve se alinhar - assim como nenhum órgão do serviço público - à política de gestão privada, travestida de otimização, eficiência, modernização e controle. O crescimento exponencial do adoecimento dos servidores e juízes é proporcional à aplicação de uma política de cumprimento de metas abusivas e sem parâmetros objetivos e realistas da capacidade de alcançá-las. A aplicação dessa receita produtivista tem como resultado o comprometimento da integridade física e mental dos servidores e servidoras. Ainda, a garantia de uma boa política de gestão de pessoas passa pelo planejamento e execução de contrapartidas institucionais de condições de trabalho, política de prevenção à saúde do trabalhador, qualificação e capacitação adequada, carga de trabalho equânime com a jornada, uma jornada compatível com o esforço (fisco, mental) empreendido no processo de trabalho e um dimensionamento realista e objetivo do quadro e não o que vem ocorrendo em vários órgãos qual seja a extinção de setores, com conseqüente intensificação do trabalho de forma subjetiva, apenas baseado em uma crença de que o PJe e/ou outros modelos de processo eletrônico diminuem automaticamente a necessidade de servidores e servidoras, regramento do teletrabalho que além de responsabilizar o servidor(a) pelas suas condições de trabalho e gastos com seu trabalho ainda exigem o cumprimento de metas mais abusivas ainda, capacitação insuficiente e falta de escuta e participação efetiva de servidores e magistrados na construção do planejamento estratégico e suas repercussões.

    A decisão pela implantação de uma política de gestão de pessoas que reconhece, potencializa e desenvolve habilidades precisa estar comprometida com a valorização, a qualidade de vida e do ambiente de trabalho do servidor(a) e não se coaduna com modelo baseado na competitividade produtivista através de “estímulos financeiros”, que se tornam combustível para o assédio moral, o adoecimento pela sobrecarga de trabalho e instrumento de transformação de medição da qualidade do serviço prestado apenas pela quantidade. Aqui, de antemão, fica registrado a contrariedade ao estímulo individual, seja por meio de FCs, CJS, seja por meio de gratificação de desempenho ou similar, bem como avaliações apenas individuais, sem levar em conta as condições de trabalho, a organização do trabalho, o gestor, o quadro de servidores e outros quesitos. Todos esses conceitos estão embutidos no conceito de meritocracia tradicional, exposto como um dos princípios da política de gestão de pessoas ora em consulta pública. Especificamente quanto ao modelo de avaliação cabe registrar a necessidade de se avançar em modelos como a avaliação em 360º, incentivando a horizontalidade do processo avaliativo, além dos aspectos já elencados.

    A mudança desejada na gestão de pessoas não passa pela inserção de mecanismos produtivistas de viés privado na instituição pública, ela ocorrerá com o advento da democratização da gestão do trabalho, da instalação de uma política de gestão em rede de fato horizontal, que planeje junto com as equipes de trabalho, que construa coletivamente as soluções necessárias. Valorizar e democratizar é preciso. Sem isto, atingir os objetivos e os macrodesafios propostos pelo CNJ, ao final do processo, significará apenas padronização sem inteligência e intensificação do trabalho, fazendo de servidores e magistrados meros operadores e não pensadores, ficando as decisões judiciais para os níveis superiores de hierarquia.

    Defendemos assento das entidades representativas de servidores (sindicatos e federações) nos conselhos superiores, no Comitê Gestor do Planejamento Estratégico e PJe e demais comitês e comissões que tratem de temas de relevância; maior transparência e participação efetiva (e não só burocrática) dos servidores na construção das diretrizes estratégicas e metas. O foco na quantidade de decisões e número de processos analisados – através de medidores como o processômetro – não contribui necessariamente com uma justiça melhor. A celeridade precisa estar afinada com o objetivo de garantir decisões de qualidade. Nesse quesito, cabe ressaltar a concordância com a constituição de Comitês Gestores Nacional e Locais, desde que garantida sua formatação paritária com participação de gestores, servidores e magistrados. Essa é uma possibilidade de implementação de ferramenta democratizante das relações de trabalho e um poderoso espaço de escuta para dar conseqüência ao inciso IV, do artigo 8º, capítulo V.

    A Constituição de ferramentas de combate ao abuso de poder e assédio moral no Poder Judiciário devem fazer parte das diretrizes de uma política de gestão de pessoas. Essa questão passa tanto pela composição paritária dos comitês Nacional e Locais, quanto pela instalação de mesa de negociação permanente com o intuito de discutir um Plano de Carreira dos Servidores do Poder Judiciário, como pelo acesso à participação de representação dos servidores e servidoras através de sua entidade representativa sindical nas comissões de interesse, como por exemplo na Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ e na Comissão de implementação do PJe e no próprio CNJ, quanto pela implementação da negociação coletiva e política salarial permanente. Essas são algumas ações para assegurar as mudanças necessárias na gestão de pessoas e garantir a democratização das relações de trabalho.

    Em relação à valorização das condições de trabalho e da saúde física e mental dos servidores, já com indicadores ruins, tem com o processo de implementação do PJe, um agravamento no quadro de incidência de sintomas, como mostra a Pesquisa Geral de Saúde feita pelo Sintrajufe/RS em 2011 e 2012, com 3.744 servidores respondentes (60% da base de servidores no RS) dos quatro ramos do Judiciário Federal (JT, JF, JE e JM). O resultado demonstra que quanto maior o tempo de exposição ao processo no meio eletrônico (e-PROC, no caso da pesquisa), pioram os indicadores de saúde, seja físico ou mental, como mostram as tabelas comparativas entre as Justiças:

    Sintomas oftalmológicos


    Sempre /quase



    sempre

    JF



    (total)



    2011

    TRF



    (total)



    2011

    JT



    (total)



    2011

    JE



    (total)



    2011

    JM



    (total)



    2011

    Virtual



    JF



    2011**

    JEFs



    2008*



















    Dor e Ardência

    39,3%

    31,3%

    25,3%

    19,0%

    36,0%

    50,4%

    52,7%



















    Ressecamento

    37,2%

    30,7%

    24,0%

    18,7%

    24,0%

    47,9%

    53,1%



















    Cansaço

    47,6%

    37,8%

    30,8%

    24,7%

    20,0%

    59,7%

    63,5%



















    Embaralhada e



    desfocada

    28,7%

    24,2%

    20,4%

    14,9%

    24,0%

    35,7%

    45,3%


    * Servidores trabalhando com processo eletrônico desde 2004

    ** Servidores que responderam trabalhar preponderantemente com virtual



    Sintomas osteomusculares


    Dor sempre

    /quase sempre

    Geral



    2002

    JF



    2011

    TRF



    2011

    JT



    2011

    JE



    2011

    JM



    2011

    Virtual



    JF



    2011**

    JEFs



    2008*





















    Pescoço

    24,2%

    31,7%

    32,4%

    26,6%

    23,0%

    16,6



    %

    34,4%

    50,2%





















    Costas

    33,2%

    36,8%

    33,1%

    35,0%

    28,6%

    25,0



    %

    38,6%

    57,6%







    Ombros

    27,8%

    31,6%

    27,6%

    28,2%

    22,3%

    24,5



    %

    34,8%

    47,9%





















    Braços

    18,6%

    21,3%

    16,0%

    17,2%

    7,1%

    16,6



    %

    26,6%

    32,6%





















    Pernas

    14,6%

    14,8%

    14,7%

    15,1%

    9,9%

    16,0



    %

    15,8%

    18,0%


    * Servidores trabalhando com processo eletrônico desde 2004

    ** Servidores que responderam trabalhar preponderantemente com virtual



    Indicativo de distúrbios psíquicos

    SRQ 20 Geral = 31,8%






    JF



    2011

    JF Judiciári a

    TR F

    2011

    TRF Judiciária

    JT



    2011

    JE



    2011

    JM



    2011

    Virtu al JF

    2011

    JEFs



    2008

    Of. Jus JF

    2011

























    SR



    Q



    20

    35,8



    %

    38,2%

    30,8



    %

    31,9%

    31,



    0%

    26,7



    %

    24,0



    %

    38,1



    %

    37,1



    %

    48,6



    %


    Fonte: Pesquisa Geral de Saúde dos Servidores – Sintrajufe/RS 2011/2012 – Gestão Mais Sintrajufe (2010/2013)

    Isso, de forma alguma, deve ser lido como uma negação à introdução de tecnologias disponíveis para agilizar, facilitar e racionalizar atribuições e processos de trabalho e sim como uma crítica ao processo de implementação das mudanças produtivas no PJU, em especial o de implementação do PJe, desumanizado, verticalmente hierarquizado e sem conhecimento ou preocupação de seu impacto na saúde, na qualidade e na capacidade de aumento de produtividade, que precisa ser subordinada ao humanamente possível, dentro de parâmetros que mediem a necessidade de resposta do PJU à sociedade ao humanamente realizável com saúde e qualidade de vida e ética no trabalho.

    A Gestão de pessoas, especificamente, e o PJu como um todo devem atentar para os graves acontecimentos recentes envolvendo suicídios nos prédios do Judiciário, caso do TRT da 2º Região. Esse é um alerta que não gostaríamos de fazer, mas que infelizmente não temos como deixar de relacionar a reestruturação produtivista em curso no PJU com esses fatos. Em que pese os servidores do judiciário não estarem fora das estatísticas de ideações suicidas presentes na sociedade como um todo, cabe ressaltar que o fato desses suicídios terem ocorrido nos prédios onde trabalhavam é uma mensagem que não pode deixar de ser ouvida. Chistophe Dejours e Florence Bègue, em sua obra “Suicídio e Trabalho”, que analisa como as formas organizacionais do trabalho podem suscitar o gesto suicida e como esse ato, tema de difícil discussão no ambiente de trabalho e na sociedade e muitas vezes silenciado, pode servir como expressão de sofrimento no cenário do trabalho. A visibilidade de suicídios e tentativas de suicídios no local de trabalho começou a ser debatida nos países ocidentais a partir dos anos 1990, muito focado no setor privado, mas o setor público bancário, nessa mesma época a partir dos Planos de Demissão Voluntária, política de privatizações e introdução de políticas neoliberais estão dentro dessas estatísticas e de estudo da Universidade de Brasília (UnB) que apontam que, 181 bancários deram cabo à própria vida no Brasil entre 1996 e 2005. No judiciário, outros suicídios já ocorreram, mas ao que consta, os fatos ocorrerem nos locais de trabalho configuram fatos inéditos na história do PJU e precisam de apuração e a necessária e responsável intervenção do CNJ e STF nesse quadro, a fim de não transformarmos os quadros de servidores e magistrados em vítimas potenciais do trabalho que deveria ser o espaço de realização pessoal e de promoção de direitos e avanço da cidadania e justiça social.


    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Ter 21 Out 2014, 6:00 pm

    Em 25 de março de 2014, foi publicado no site da FENAJUFE o artigo intitulado “STF, em decisão histórica, considera Constitucional passar cargo de Técnico para nível superior”, do bravo colega James Magalhães, que trouxe à tona um antigo anseio de toda uma categoria. Daí porque tal artigo transformou-se no marco inicial de um movimento espontâneo e independente – Movimento Nacional de Valorização dos Técnicos (MOVATEC), que tem ganhado força e espaço em todos os estados da Federação, e mais recentemente na Bahia.

    E por que falar em MOVATEC neste momento? Vejam alguns dados, para entender a sua importância:

    1- Desde março de 2014 já foram publicados dezenove artigos em prol da valorização dos Técnicos Judiciários (TJs) do Poder Judiciário da União e MPU. O primeiro deles com quase 75.000 acessos (http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/artigos/1775-stf-em-decisao-historica-considera-constitucional-passar-cargo-de-tecnico-para-nivel-superior).

    2- Em apenas três meses, mais de um mil e cem membros inscreveram-se no Grupo “Técnicos Judiciários do Poder Judiciário da União” criado no Facebook, exclusivamente, para que os TJs possam discutir as questões específicas e urgentes do cargo. Os membros do Grupo colaboram entre si, opinando, concordando ou divergindo, mas sempre contribuindo com o debate.

    3- No TRE-BA, após uma semana de trabalho, apenas, cuja única ferramenta utilizada foi o diálogo cara a cara, mais de cem endereços eletrônicos de TJs foram cadastrados. Esses colegas mostraram-se esperançosos ao saber que o MOVATEC nasceu a partir de pessoas apartidárias que lutam pela valorização do Judiciário através da valorização da carreira dos Técnicos Judiciários.

    O rápido crescimento do MOVATEC - sem aparato, sem o apoio sindical e sem verba, demonstra a urgência da causa. Na verdade, é prova irrefutável de que os mais de 60% dos sindicalizados do país que são Técnicos Judiciários não vão aceitar a desculpa de que não é o momento. As instituições sindicais devem defender os interesses de seus afiliados. Afinal, para que serve a contribuição percebida, através do desconto em folha? Chega de omissão!

    Embora, historicamente, os PCS tenham agravado o abismo salarial existente entre os cargos, os TJs sempre estiveram na luta. Em recente artigo Warlen Santos, servidor do TRE-MG, divulgou que, caso o PL nº 6613/09 seja aprovado, a diferença salarial entre colegas que desempenham as mesmas atividades e convivem lado a lado em suas repartições será na base de, pasmem, R$ 8.000,00 (oito mil reais)!

    Caros colegas, a transformação da escolaridade do cargo de Técnico Judiciário para Nível Superior não é elitização, é apenas uma questão de coerência e justiça. É necessário formalizar o que já é feito, na prática, há décadas. A realidade é uma só: os Técnicos Judiciários sempre foram utilizados como mão de obra barata para desempenhar funções de alta complexidade, tanto é assim que se fala abertamente em desvio de função.

    É preciso descortinar-se de alguma vaidade e, talvez, até de alguma hipocrisia que possa estar envolvida na contrariedade de alguns colegas. É possível retirar de alguém o conhecimento adquirido através de formação profissional, ou de anos de experiência no desempenho de determinada atividade? Seria justo somente agora, após décadas de exploração, falar em corrigir os desvios de função – propondo inclusive que apenas Analistas Judiciários assumam cargos de chefia? Nem mesmo uma indenização por todos esses anos de desvio de função poderia resolver tal questão, exatamente porque, na prática, o problema continuaria existindo. O vício criado pela Administração Pública, no que tange ao desvio de função do Técnico Judiciário, é irreparável e incorrigível no tempo pretérito. É possível apenas amenizá-lo, através da transformação da escolaridade da carreira do TJ para graduação em nível superior.

    A tão sonhada transformação da carreira dos TJs em nível superior é uma atitude de coerência, justiça e reparação pelos anos em que a Administração Pública tem se valido da mão de obra de TJs capacitados e qualificados sem o devido reconhecimento.

    Analistas e Técnicos Judiciários, façam uma breve reflexão sobre o tema. A causa é justa e necessária para um Judiciário mais forte e mais valorizado. Mantenhamo-nos unidos e todos sairão ganhando, pois juntos somos mais fortes!

    Atentem para a tramitação do PL nº 7027/2013 (cria cargos efetivos e funções comissionadas no âmbito da Justiça Eleitoral, especificamente, Zonas Eleitorais). Por que ainda não existe um PL propondo a transformação da escolaridade da carreira de Técnico Judiciário para nível superior? – A princípio, este PL sequer teria impacto orçamentário. Será falta de oportunidade ou de interesse? Qual PL atingiria um maior número de interessados e implicaria em um Judiciário fortalecido? Funções Comissionadas e Cargos em Comissão são moedas de troca, enquanto a transformação da carreira dos TJs favorece a todos.

    Apoiamos o Movimento Nacional pela Valorização dos Técnicos Judiciários nessa justa luta pela alteração da escolaridade dos Técnicos Judiciários, bem como pela Sobreposição na Tabela.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Ter 21 Out 2014, 6:12 pm

    DECISÃO DO STF CONFIRMA A INCONSTITUCIONALIDADE DA ASCENSÃO DOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO PARA NÍVEL SUPERIOR

    A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, proferida na ADI 3341/DF, declarando a inconstitucionalidade das Leis Distritais n.º 68/1989 e 82/1989, que tratavam da ascensão de cargos de algumas carreiras do Distrito Federal para nível superior corroboram o posicionamento da ANAJUS acerca da inconstitucionalidade das emendas apresentadas ao PL 7920/14, que pretendem mudar o requisito de escolaridade dos técnicos judiciários e agentes de segurança para nível superior.
    Confiram:

    STF:
    Normas Distritais declaradas inconstitucionais pelo Plenário do STF de 2011 a 2014
    Norma: Lei Distrital 68/1989 e outra
    Assunto:
    Autoriza a ascensão de servidores de nível básico ou médio do Departamento de Estradas e Rodagens do Distrito Federal ― DER para os cargos de Técnico ou Analista de Atividades Rodoviárias e permite a transposição, para estes cargos, de ex-servidores do DER incluídos em carreira diversa.

    Norma: Lei Distrital 68/1989 (arts. 8º e 17) e Lei Distrital 82/1989 (art. 6º)
    Vício: inconstitucionalidade
    Data de julgamento: 29/5/2014
    Data de publicação: 1º/7/2014
    Acórdão do STF: ADI 3341/DF
    Norma: Lei Distrital 82/1989 e outra
    Assunto:
    Permite a ascensão de ocupantes de emprego público de nível básico ou médio para o emprego de Técnico ou Analista de Administração Pública da Fundação Zoobotânica do Distrito Federal.

    Norma: Lei Distrital 68/1989 (arts. 8º e 17) e Lei Distrital 82/1989 (art. 6º)
    Vício: inconstitucionalidade
    Data de julgamento: 29/5/2014
    Data de publicação: 1º/7/2014
    Acórdão do STF: ADI 3341/DF
    sonhador
    sonhador
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 495
    Reputação : 12
    Data de inscrição : 21/08/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por sonhador em Ter 21 Out 2014, 7:23 pm

    Ainda bem que as ditas autoridades não leem essas postagens, senão o conceito deles a nosso respeito diminuiria ainda mais. Eu fico a questionar-me porque analistas e técnicos ficam nessa briga toda neste fórum. Primeiro, não faz diferença nenhuma o que um pensa do outro. Tanto faz quem acha que fulano ou beltrano está certo ou errado. Formam apenas um punhado de pessoas que não mandam absolutamente nada no Poder Judiciário, no Poder Executivo e possivelmente na própria casa também. Segundo, alguns possuem um ego tão inflado e autoenganador que chega a causar constrangimento em quem os lê. Prestem atenção: não importa quem de vocês trabalha muito ou pouco, se tem curso superior ou não, se é analista ou técnico. Para quem realmente possui o poder, nós não valemos quase nada, nada ou menos que nada mesmo. Alguns precisam abandonar esse comportamento lamentável e até humilhante para a categoria de só falar besteira em cima de besteira e de só trocar ofensas gratuitas e portanto desnecessárias. Isso não engrandece ninguém e diminui os próprios falastrões.
    Vocês envergonham o restante dos servidores do Judiciário e do MPU, já tão humilhados pelas assim chamadas autoridades.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Ter 21 Out 2014, 7:35 pm

    Em teoria, eu sou favorável de que houvesse uma mudança em concursos públicos em dois sentidos fundamentais:
    1) criação de uma cota de quem já é servidor público da mesma esfera;
    2) que o tempo de serviço de quem já está na esfera seja aproveitado, ao menos em parte.

    A primeira tem um sentido claro, de encarreiramento, de dotar os quadros de servidores mais experientes. Enquanto muito servidor tem que se matar de trabalhar e estudar, com prejuízo a ambas as atividades, muito rico fica só por conta de estudar e já entra num cargo de nata.

    Não digo que não seja competente. Mas minha experiência própria conheço dois casos bastante curiosos de gente que deixou o serviço público para estudar para concurso, e que são diametralmente opostos.

    Ou, na segunda hipótese, não me parece razoável alguém que já tem, suponhamos, 25 anos de MPU, como técnico, passar para analista e começar lá do 1. Para cada ano, uma progressão, ou uma cota de 2 anos/1 progressão, uma vez que boa parte da experiência refere-se muito a como fazer do que o que fazer.
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Ter 21 Out 2014, 8:37 pm

    Fenajufe retifica teor da matéria veiculada sobre a defesa do PL7920/14

    Publicado em Terça, 21 Outubro 2014 18:50. | Imprimir | E-mail | Acessos: 892





    Submit to Facebook Submit to Google Bookmarks Submit to Twitter Submit to LinkedIn

    A matéria “Fenajufe defende PL 7920/14 e requer arquivamento de emendas e projetos que não atendem o conjunto da categoria” trata do ofício encaminhado pela Fenajufe aos membros da CTASP da Câmara dos Deputados, mas comete um equívoco ao afirmar que o referido documento solicita aos deputados o arquivamento de todas as emendas apresentadas ao PL 7920/14.

    Na realidade, a entidade requer arquivamento dos demais PLs que não atendem o interesse do conjunto da categoria, o que pode ser verificado no teor do ofício abaixo.

    Assunto: faz a defesa do PL 7920/14 e requer arquivamento dos demais PLs que não atendem o conjunto da categoria.

    Senhor Deputado,

    A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – Fenajufe, entidade de grau superior que congrega 31 sindicatos filiados em todo território nacional e representa os cerca de 120 mil servidores do Poder Judiciário da União em todo o país, vem perante Vossa Excelência fazer a defesa do PL 7920/2014, projeto que revisa os salários dos servidores do Judiciário Federal e que é fruto da mesa de negociação entre a Fenajufe, o STF e os demais Tribunais e Conselhos Superiores.

    A Federação também informa que é contrária a qualquer projeto que não abranja o conjunto da categoria a exemplo do PL 7904/2014, que dispõe sobre a criação da Gratificação Eleitoral - GRAEL, e dá outras providências. Este projeto não foi discutido nas instâncias deliberativas da Federação e visa fragmentar a carreira do Judiciário Federal.

    Dessa forma, a Fenajufe vem requerer a Vossa Excelência a prioridade na abertura de negociação com a Fenajufe, os poderes Judiciário, Executivo e Legislativo para garantir a aprovação do PL 7920/14, bem como o arquivamento dos demais projetos que tratam de reajuste salarial para parte dos servidores e visam fragmentar a categoria.

    Atenciosamente,

    Cledo de Oliveira Vieira

    Coordenador Geral



    No dia 3 de outubro, a Fenajufe publicou uma nota que trata sobre o tema e reafirma sua posição, que segue transcrita logo abaixo.

    Por meio desta nota, a diretoria executiva da Fenajufe manifesta-se sobre as emendas parlamentares ao PL nº 7920/2014, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal (STF) e que trata do reajuste dos servidores, apresentadas na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados.

    Foram apresentadas três emendas. A primeira, do Deputado Manoel Junior (PMDB/PB), propõe o acréscimo de dispositivo que estende o reenquadramento de auxiliares para parcela de servidores que até o momento não contemplada com o reenquadramento previsto no artigo 3º da Lei 12.774/2012.

    A segunda, também do deputado Manoel Junior, propõe alteração da descrição das atribuições dos cargos de técnico e auxiliar judiciário (artigo 4º, incisos II e III, da Lei 11.416/2006), com elevação dos níveis de escolaridade exigidos no ingresso, para nível superior e nível médio, respectivamente (art. 8º, incisos II e III, da Lei 11.416).

    E a terceira emenda, do deputado Amauri Teixeira (PT/BA), propõe o mesmo que a segunda, porém apenas com relação ao cargo de técnico judiciário.

    Primeiramente, a Fenajufe esclarece que o conteúdo das emendas não foi objeto de qualquer negociação com o STF e os tribunais superiores, que portanto não são responsáveis por seus conteúdos.

    Na mesa de negociação instalada no STF durante o primeiro semestre, com participação dos tribunais e conselhos, e da Fenajufe (em minoria), não foi aberto espaço para a discussão de questões de carreira, e o resultado foi uma proposta de substitutivo com atualização da tabela do PL 6613/09. A posição conformada pelos tribunais foi de que se discutiria uma proposta de reajuste emergencial, e que em um segundo momento poderiam ser discutidas outras questões atinentes à carreira. A tabela salarial foi submetida às assembleias dos sindicatos de base e aprovada na Reunião Ampliada da Fenajufe, passando a integrar a pauta da categoria.

    Por decisão de Ampliada, também no primeiro semestre, foi realizado o 1º Encontro Nacional de Técnicos do Judiciário e MPU – Encontec, com o propósito de discutir a situação do segmento dentro da carreira e propostas para a sua valorização. Em Reunião Ampliada realizada logo em seguida, foi definido que as propostas discutidas no Encontec seriam remetidas ao Grupo de Trabalho Nacional (GTN) de Carreira, e foi aprovada proposta de criação do Coletivo Nacional de Técnicos da Fenajufe – Contec, já com reunião de instalação indicada para logo após a resolução da campanha salarial. Foi aprovada ainda orientação para que os sindicatos instalem núcleos em seus estados, e discutam propostas para a valorização do segmento no contexto da carreira, e reiterada a orientação para a instalação ou fortalecimento dos grupos de trabalho estaduais de carreira.

    No segundo semestre, o processo de mobilização pela reposição salarial foi retomado. A categoria cobrou a inclusão dos recursos necessários no orçamento dos tribunais, a firme defesa da autonomia financeira do Judiciário, e a imediata abertura de negociação com o governo, de modo a viabilizar a aprovação do reajuste no Congresso, com garantia dos recursos no orçamento.

    Em meio à mobilização, o ministro Ricardo Lewandowski, sucessor de Barbosa na presidência do STF, encaminhou novo projeto de lei ao Congresso, o PL 7920/2014. O conteúdo é basicamente o mesmo do substitutivo ao PL 6613 elaborado no primeiro semestre, porém contendo previsão de parcelamento em três anos. O projeto foi definido sem negociação prévia com a Fenajufe, que somente tomou conhecimento de seu conteúdo após o envio à Câmara.

    Lamentavelmente, a campanha salarial tem se estendido para além do desejado e ainda não alcançou seu objetivo, em razão da intransigência do governo, e da postura vacilante dos tribunais em face da violação da autonomia do Judiciário. Persiste a luta contra o corte praticado ilegalmente pelo Executivo, em flagrante violação da Constituição, e principalmente por uma negociação efetiva que restabeleça a autonomia financeira do Judiciário e viabilize, enfim, a recomposição salarial da categoria.

    Não houve ainda oportunidade para um posicionamento específico das instâncias da Fenajufe quanto às emendas apresentadas ao PL 7920/14, persistindo como pauta imediata a luta pela recomposição salarial, aprovada nas últimas Reuniões Ampliadas. Não há portanto autorização para que a entidade se posicione quanto a elas.

    Apesar disso, a diretoria da Fenajufe manifesta algumas preocupações com as emendas parlamentares, quanto ao aspecto formal, independentemente do mérito das propostas. A primeira é que, como o conteúdo da emenda não foi negociado com o STF, há a preocupação com uma possível indisposição do Judiciário, que não tem sinalizado abertura de discutir questões de mérito da carreira neste momento.

    Além disso, como é de conhecimento da categoria, o projeto de lei é de iniciativa privativa do Poder Judiciário, nos termos do artigo 96 da Constituição. Há controvérsia doutrinária e jurisprudencial quanto à possibilidade de alteração de mérito de projeto de lei por emenda parlamentar.

    Como cabe ao Judiciário dispor sobre sua estrutura administrativa e sua política de pessoal, o mais apropriado e que uma negociação com o propósito de alterá-la deve ocorrer internamente, como tem ocorrido em todos os planos de cargos e salários. E as emendas, além de passíveis de questionamentos formais, podem ser ainda usadas por interesses contrários aos nossos como pretexto para emperrar a tramitação do projeto, como já ocorreu antes. Não se trata de ameaça, mas apenas de responsabilidade, uma vez que estão em jogo os interesses de 130 mil servidores e suas famílias.

    Quanto ao conteúdo das emendas, não há deliberação recente acerca da proposta de alteração dos requisitos de escolaridade para ingresso nos cargos. A última deliberação acerca do tema foi contrária, na elaboração da última proposta de plano de carreira da Fenajufe, mas é anterior ao debate atual. Não há também, no último período, posição firmada na maioria dos sindicatos da base da federação, apesar de mais adiantado o debate em alguns deles.

    Já quanto ao reenquadramento dos auxiliares ainda não contemplados pela Lei 8.460/92, houve decisão favorável e a federação tem atuado no âmbito administrativo por uma regulamentação isonômica em benefício dos servidores. No primeiro semestre, não foi acatada pelo STF a reivindicação de que o substitutivo ao PL 6613 incorporasse dispositivo a esse respeito. No entanto, eventual atuação via emenda parlamentar sobre esse ponto não tem respaldo nas instâncias da Fenajufe, e a preocupação com relação ao aspecto formal é a mesma.

    Apesar de não havermos alcançado ainda a tão batalhada recomposição salarial, a direção da Fenajufe reafirma seu compromisso de levar adiante o debate sobre a carreira que queremos no Judiciário. Somente unidos poderemos construir e lutar por um plano de carreira que nos assegure política salarial, desenvolvimento profissional, e bem-estar no trabalho, ao mesmo tempo com respeito às especificidades e corrigindo distorções

    Reforçamos, por fim, o chamado à unidade da categoria na campanha salarial em curso, como aprovado nas últimas Reuniões Ampliadas, sem prejuízo de novas propostas e deliberações que poderão ser tomadas nas próximas instâncias da Fenajufe. E que os debates realizados democraticamente desde os sindicatos de base resultem em posições nacionais responsáveis, consistentes, e principalmente representativas, unindo-nos para enfrentar todos os obstáculos à valorização e à melhoria de nossas condições de trabalho.



    Esta posição foi reforçada na reunião da direção da Fenajufe, realizada no dia 12 de outubro
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Ter 21 Out 2014, 11:20 pm

    josebarbos escreveu:Em teoria, eu sou favorável de que houvesse uma mudança em concursos públicos em dois sentidos fundamentais:
    1) criação de uma cota de quem já é servidor público da mesma esfera;
    2) que o tempo de serviço de quem já está na esfera seja aproveitado, ao menos em parte.

    A primeira tem um sentido claro, de encarreiramento, de dotar os quadros de servidores mais experientes. Enquanto muito servidor tem que se matar de trabalhar e estudar, com prejuízo a ambas as atividades, muito rico fica só por conta de estudar e já entra num cargo de nata.

    Não digo que não seja competente. Mas minha experiência própria conheço dois casos bastante curiosos de gente que deixou o serviço público para estudar para concurso, e que são diametralmente opostos.

    Ou, na segunda hipótese, não me parece razoável alguém que já tem, suponhamos, 25 anos de MPU, como técnico, passar para analista e começar lá do 1. Para cada ano, uma progressão, ou uma cota de 2 anos/1 progressão, uma vez que boa parte da experiência refere-se muito a como fazer do que o que fazer.

    Pois é! Filhinho de papai só presta concurso para autoridade. Daí nunca vai trabalhar na vida...


    _________________
    NO RACISM!
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Ter 21 Out 2014, 11:26 pm

    Del Piero escreveu:DECISÃO DO STF CONFIRMA A INCONSTITUCIONALIDADE DA ASCENSÃO DOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO PARA NÍVEL SUPERIOR

    A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, proferida na ADI 3341/DF, declarando a inconstitucionalidade das Leis Distritais n.º 68/1989 e 82/1989, que tratavam da ascensão de cargos de algumas carreiras do Distrito Federal para nível superior corroboram o posicionamento da ANAJUS acerca da inconstitucionalidade das emendas apresentadas ao PL 7920/14, que pretendem mudar o requisito de escolaridade dos técnicos judiciários e agentes de segurança para nível superior.
    Confiram:

    STF:
    Normas Distritais declaradas inconstitucionais pelo Plenário do STF de 2011 a 2014
    Norma: Lei Distrital 68/1989 e outra
    Assunto:
    Autoriza a ascensão de servidores de nível básico ou médio do Departamento de Estradas e Rodagens do Distrito Federal ― DER para os cargos de Técnico ou Analista de Atividades Rodoviárias e permite a transposição, para estes cargos, de ex-servidores do DER incluídos em carreira diversa.

    Norma: Lei Distrital 68/1989 (arts. 8º e 17) e Lei Distrital 82/1989 (art. 6º)
    Vício: inconstitucionalidade
    Data de julgamento: 29/5/2014
    Data de publicação: 1º/7/2014
    Acórdão do STF: ADI 3341/DF
    Norma: Lei Distrital 82/1989 e outra
    Assunto:
    Permite a ascensão de ocupantes de emprego público de nível básico ou médio para o emprego de Técnico ou Analista de Administração Pública da Fundação Zoobotânica do Distrito Federal.

    Norma: Lei Distrital 68/1989 (arts. 8º e 17) e Lei Distrital 82/1989 (art. 6º)
    Vício: inconstitucionalidade
    Data de julgamento: 29/5/2014
    Data de publicação: 1º/7/2014
    Acórdão do STF: ADI 3341/DF

    Nenhuma novidade! Os técnicos querem apenas a mudança da exigência de ingresso para nível superior, não a ascensão para o cargo de analista.


    _________________
    NO RACISM!
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Qua 22 Out 2014, 1:31 am

    Muito se tem falado esses dias sobre as Emendas apresentadas ao Projeto de Lei 7920/2014 que tratam da valorização da carreira dos Técnicos Judiciários.

    Alguns colegas, de forma irrazoável e irresponsável, disseram em linhas parecidas: “O SITRAEMG não se manifestou sobre as Emendas 02 e 03 e, por isso, traiu a categoria, haja vista ter se comprometido com a valorização dos Técnicos Judiciários”.

    Ora, eu mesmo, Coordenador Geral do SITRAEMG, publiquei diversos artigos sobre a valorização da carreira, tenho me empenhado pessoalmente em várias questões que vão favorecer a categoria como um todo, não esquecendo das questões relativas aos técnicos.

    Muitos trabalhos não foram, ainda, divulgados, por questões de “boa técnica” e “ responsabilidade”. Só se anuncia publicamente algo que tem respaldo jurídico coerente, que tem chances de ir pra frente.

    Talvez muitos ainda não saibam, mas escrevi fundamentação pormenorizada para o Jurídico do SITRAEMG para que preparássemos um parecer completo pela constitucionalidade de exigência de nível superior para o cargo e estávamos prontos para apresentar uma minuta de PL específico com uma série de questões acerca da valorização da nossa carreira, inclusive a exigência de nível superior para o cargo de técnico.

    O trabalho é lento, sim, mas por que exige perfeccionismo técnico capaz de evitar qualquer rechaça pelos oposicionistas.

    Na direção de um Sindicato, não posso me furtar ao dever de ser alguém “ponderado” e “prudente”. Não posso agir no calor do momento e atropelar as coisas, como querem alguns colegas.

    Fomos pegos de surpresa por emendas parlamentares que sequer foram submetidas à categoria. A pergunta que fica no ar: será que esse foi o melhor momento para se apresentar tais emendas? Será que o governo não quer usá-las como pretexto para alongar as negociações da nossa revisão salarial?

    Na conversa que tivemos com o Diretor do STF, que também é Técnico Judiciário, o assunto foi colocado em pauta e ficou no ar a desconfiança sobre o melhor momento para apresentar a matéria. O governo poderia usá-la como desculpas a não concessão da revisão. Ficou convencionado que continuaríamos os estudos e o apresentaríamos quando tivesse completo. Cogitou-se, inclusive, de contratar um “constitucionalista de renome” para dar maior respaldo aos motivos justificadores de um PL específico capaz de incluir todas as questões atinentes à valorização da carreira e não apenas a exigência de nível superior, superficialmente motivada pelos parlamentares autores das Emendas 02 e 03 ao PL 7920/2014.

    E ficam , aqui, algumas indagações: as pessoas que querem a todo custo e maneira a valorização da carreira pensam de forma técnica? Raciocinam sobre as conjecturas políticas relacionadas ao tema? Sabem das verdadeiras intenções do governo?

    Ora, ninguém mais do que o SITRAEMG quer a carreira valorizada, mas não se pode agir por “impulso”; deve-se ficar com o “pé atrás” com as artimanhas governistas.

    Ao contrário do que pensam, estamos trabalhando pesado em torno de questões que muito refletirão para os servidores, tais como: home office; possibilidade do servidor do judiciário advogar; isonomia para o Adicional de Qualificação; possibilidade de se levar o Auxilio alimentação para aposentadoria, revisão nos valores de auxílio alimentação e transporte (para os oficiais de justiça), etc.

    São tantas ações coletivas, memoriais, pedidos administrativos, convênios, reuniões com autoridades e conquistas em tão pouco tempo, que temos a certeza que, quando publicarmos o balanço da nossa gestão, certamente poderás refletir que os fins justificaram os meios e que, talvez, possamos ser perdoados por aquilo que não pudemos fazer na totalidade.

    O que é injusto e incoerente com os próprios fatos (inúmeros artigos que tenho escrito sobre a valorização dos técnicos) é propagar-se a notícia falaciosa de que o Sindicato não se manifestou em defesa dos técnicos.

    Houve falas de colegas de que o SITRAEMG não intercedeu acerca do requerimento administrativo da ANAJUS ao TRE em relação à destituição dos técnicos dos seus cargos comissionados.

    Ora, é óbvio que um sindicato que representa Técnicos e Analistas não pode e não deve interceder de forma direta em questões que envolvem ambos, por absoluta proibição ética.

    No entanto, não me furtei ao dever de me manifestar pessoal e duramente contra tal requerimento, senão vejam-se o artigo publicado no site do SITRAEMG: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Tal artigo tem toda a fundamentação necessária ao indeferimento do pedido da ANAJUS sem que seja necessária uma atuação direta do SITRAEMG, ferindo a ética e o equilíbrio entre as carreiras de Analista e Técnico.

    Assim, mais uma vez venho a público pedir a coerência e razoabilidade dos colegas que “atiram pedras” no SITRAEMG sem qualquer fundamentação legítima. Sabemos que é direito de cada um manifestar e ser oposição a nossa gestão, mas façam de maneira responsável, pois quando se agride “maldosamente” a direção do Sindicato, agride-se toda a instituição, inclusive os filiados representados por aquela.

    Continuamos na luta e, como já disse, o resultado da nossa atuação tem sido publicada diariamente no site do Sindicato e encaminhado aos filiados através do Informe SITRAEMG. Informem-se, participem, opinem.

    Os artigos que venho publicando na FENAJUFE recebem muitos acessos e tenho recebido mensagens de todo o Brasil parabenizando o nosso trabalho. Gostaria de agradecer, aqui, os apoios recebidos e dizer que nossos atos serão sempre justificados e que o que queremos é o melhor para cada um de vocês.

    Posso afirmar-lhes que sou imparcial, adepto à boa técnica, desligado de interesses relacionados a “poder sindical” ou “chicanas politiqueiras” e, por isso, coloco-me a disposição de todos os colegas para discutirmos demandas e projetos num ambiente respeitoso, democrático e legítimo.

    Portanto, se não querem que o Técnico Judiciário não passe para nível superior então entraremos com uma ação coletiva "Sobre o desvio de função que os técnicos o fazem há anos no judiciário, com efeitos retroativos e outras ações que lhe couberem por direito, é simples..."
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Qua 22 Out 2014, 1:38 am

    O medo dos analistas é que a maioria dos dirigentes do judiciário DO NOSSO BRASIL, E SUA MAIORIA SÃO seus chefes são TÉCNICOS JUDICIÁRIOS....ANALISTAS VCS VÃO TER QUE ENGOLIR ISSO POR MUITO TEMPO..COMO A VELHA FRASE DO LOBO ZAGALO "VCS VÃO TER QUE ME ENGOLIR!!!! POR MUITO TEMPO.....
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Qua 22 Out 2014, 1:47 am

    Muito se tem falado esses dias sobre as Emendas apresentadas ao Projeto de Lei 7920/2014 que tratam da valorização da carreira dos Técnicos Judiciários.

    Alguns colegas, de forma irrazoável e irresponsável, disseram em linhas parecidas: “O SITRAEMG não se manifestou sobre as Emendas 02 e 03 e, por isso, traiu a categoria, haja vista ter se comprometido com a valorização dos Técnicos Judiciários”.

    Ora, eu mesmo, Coordenador Geral do SITRAEMG, publiquei diversos artigos sobre a valorização da carreira, tenho me empenhado pessoalmente em várias questões que vão favorecer a categoria como um todo, não esquecendo das questões relativas aos técnicos.

    Muitos trabalhos não foram, ainda, divulgados, por questões de “boa técnica” e “ responsabilidade”. Só se anuncia publicamente algo que tem respaldo jurídico coerente, que tem chances de ir pra frente.

    Talvez muitos ainda não saibam, mas escrevi fundamentação pormenorizada para o Jurídico do SITRAEMG para que preparássemos um parecer completo pela constitucionalidade de exigência de nível superior para o cargo e estávamos prontos para apresentar uma minuta de PL específico com uma série de questões acerca da valorização da nossa carreira, inclusive a exigência de nível superior para o cargo de técnico.

    O trabalho é lento, sim, mas por que exige perfeccionismo técnico capaz de evitar qualquer rechaça pelos oposicionistas.

    Na direção de um Sindicato, não posso me furtar ao dever de ser alguém “ponderado” e “prudente”. Não posso agir no calor do momento e atropelar as coisas, como querem alguns colegas.

    Fomos pegos de surpresa por emendas parlamentares que sequer foram submetidas à categoria. A pergunta que fica no ar: será que esse foi o melhor momento para se apresentar tais emendas? Será que o governo não quer usá-las como pretexto para alongar as negociações da nossa revisão salarial?

    Na conversa que tivemos com o Diretor do STF, que também é Técnico Judiciário, o assunto foi colocado em pauta e ficou no ar a desconfiança sobre o melhor momento para apresentar a matéria. O governo poderia usá-la como desculpas a não concessão da revisão. Ficou convencionado que continuaríamos os estudos e o apresentaríamos quando tivesse completo. Cogitou-se, inclusive, de contratar um “constitucionalista de renome” para dar maior respaldo aos motivos justificadores de um PL específico capaz de incluir todas as questões atinentes à valorização da carreira e não apenas a exigência de nível superior, superficialmente motivada pelos parlamentares autores das Emendas 02 e 03 ao PL 7920/2014.

    E ficam , aqui, algumas indagações: as pessoas que querem a todo custo e maneira a valorização da carreira pensam de forma técnica? Raciocinam sobre as conjecturas políticas relacionadas ao tema? Sabem das verdadeiras intenções do governo?

    Ora, ninguém mais do que o SITRAEMG quer a carreira valorizada, mas não se pode agir por “impulso”; deve-se ficar com o “pé atrás” com as artimanhas governistas.

    Ao contrário do que pensam, estamos trabalhando pesado em torno de questões que muito refletirão para os servidores, tais como: home office; possibilidade do servidor do judiciário advogar; isonomia para o Adicional de Qualificação; possibilidade de se levar o Auxilio alimentação para aposentadoria, revisão nos valores de auxílio alimentação e transporte (para os oficiais de justiça), etc.

    São tantas ações coletivas, memoriais, pedidos administrativos, convênios, reuniões com autoridades e conquistas em tão pouco tempo, que temos a certeza que, quando publicarmos o balanço da nossa gestão, certamente poderás refletir que os fins justificaram os meios e que, talvez, possamos ser perdoados por aquilo que não pudemos fazer na totalidade.

    O que é injusto e incoerente com os próprios fatos (inúmeros artigos que tenho escrito sobre a valorização dos técnicos) é propagar-se a notícia falaciosa de que o Sindicato não se manifestou em defesa dos técnicos.

    Houve falas de colegas de que o SITRAEMG não intercedeu acerca do requerimento administrativo da ANAJUS ao TRE em relação à destituição dos técnicos dos seus cargos comissionados.

    Ora, é óbvio que um sindicato que representa Técnicos e Analistas não pode e não deve interceder de forma direta em questões que envolvem ambos, por absoluta proibição ética.

    No entanto, não me furtei ao dever de me manifestar pessoal e duramente contra tal requerimento, senão vejam-se o artigo publicado no site do SITRAEMG: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Tal artigo tem toda a fundamentação necessária ao indeferimento do pedido da ANAJUS sem que seja necessária uma atuação direta do SITRAEMG, ferindo a ética e o equilíbrio entre as carreiras de Analista e Técnico.

    Assim, mais uma vez venho a público pedir a coerência e razoabilidade dos colegas que “atiram pedras” no SITRAEMG sem qualquer fundamentação legítima. Sabemos que é direito de cada um manifestar e ser oposição a nossa gestão, mas façam de maneira responsável, pois quando se agride “maldosamente” a direção do Sindicato, agride-se toda a instituição, inclusive os filiados representados por aquela.

    Continuamos na luta e, como já disse, o resultado da nossa atuação tem sido publicada diariamente no site do Sindicato e encaminhado aos filiados através do Informe SITRAEMG. Informem-se, participem, opinem.

    Os artigos que venho publicando na FENAJUFE recebem muitos acessos e tenho recebido mensagens de todo o Brasil parabenizando o nosso trabalho. Gostaria de agradecer, aqui, os apoios recebidos e dizer que nossos atos serão sempre justificados e que o que queremos é o melhor para cada um de vocês.

    Posso afirmar-lhes que sou imparcial, adepto à boa técnica, desligado de interesses relacionados a “poder sindical” ou “chicanas politiqueiras” e, por isso, coloco-me a disposição de todos os colegas para discutirmos demandas e projetos num ambiente respeitoso, democrático e legítimo.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Qua 22 Out 2014, 8:52 am

    montercay escreveu:O medo dos analistas é que a maioria dos dirigentes do judiciário DO NOSSO BRASIL, E SUA MAIORIA SÃO seus chefes são TÉCNICOS JUDICIÁRIOS....ANALISTAS VCS VÃO TER QUE ENGOLIR ISSO POR MUITO TEMPO..COMO A VELHA FRASE DO LOBO ZAGALO "VCS VÃO TER QUE ME ENGOLIR!!!! POR MUITO TEMPO.....

    hahahahahaahhaa

    Fala sério, montercay.

    Seja racional, pensa um pouquinho. O Executivo já falou que os TJAAs são muito bem remunerados pra um concurso de nível médio. Vou destacar: QUEM DISSE ISSO FOI O EXECUTIVO.

    Acho válido entrarem com a ação coletiva pelo desvio de função mesmo. É mais inteligente.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Qua 22 Out 2014, 9:14 am

    Del Piero escreveu:
    montercay escreveu:O medo dos analistas é que a maioria dos dirigentes do judiciário DO NOSSO BRASIL, E SUA MAIORIA SÃO seus chefes são TÉCNICOS JUDICIÁRIOS....ANALISTAS VCS VÃO TER QUE ENGOLIR ISSO POR MUITO TEMPO..COMO A VELHA FRASE DO LOBO ZAGALO "VCS VÃO TER QUE ME ENGOLIR!!!! POR MUITO TEMPO.....

    hahahahahaahhaa

    Fala sério, montercay.

    Seja racional, pensa um pouquinho. O Executivo já falou que os TJAAs são muito bem remunerados pra um concurso de nível médio. Vou destacar: QUEM DISSE ISSO FOI O EXECUTIVO.

    Acho válido entrarem com a ação coletiva pelo desvio de função mesmo. É mais inteligente.

    Só sei de uma coisa. Se forem retirados os técnicos dos gabinetes os analistas vão surtar, não vão aguentar o tranco dos eletrônicos...


    _________________
    NO RACISM!
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Qua 22 Out 2014, 9:40 am

    Galizezin escreveu:
    Del Piero escreveu:
    montercay escreveu:O medo dos analistas é que a maioria dos dirigentes do judiciário DO NOSSO BRASIL, E SUA MAIORIA SÃO seus chefes são TÉCNICOS JUDICIÁRIOS....ANALISTAS VCS VÃO TER QUE ENGOLIR ISSO POR MUITO TEMPO..COMO A VELHA FRASE DO LOBO ZAGALO "VCS VÃO TER QUE ME ENGOLIR!!!! POR MUITO TEMPO.....

    hahahahahaahhaa

    Fala sério, montercay.

    Seja racional, pensa um pouquinho. O Executivo já falou que os TJAAs são muito bem remunerados pra um concurso de nível médio. Vou destacar: QUEM DISSE ISSO FOI O EXECUTIVO.

    Acho válido entrarem com a ação coletiva pelo desvio de função mesmo. É mais inteligente.

    Só sei de uma coisa. Se forem retirados os técnicos dos gabinetes os analistas vão surtar, não vão aguentar o tranco dos eletrônicos...

    "Tranco dos eletrônicos" ?
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Qua 22 Out 2014, 4:36 pm

    Isso, tranco. Desde a implantação do PJ-e os prazos 'urgem'. Porque nenhum analista reclama de técnico trabalhando em gabinete? Porque vai 'dividir' a carga. Agora, falar em alteração de exigência de nível de escolaridade...E todos sabem que para trabalhar com processo basta ser formado em direito.


    _________________
    NO RACISM!
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3134
    Reputação : 208
    Data de inscrição : 06/07/2010

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por corujito em Qui 23 Out 2014, 1:31 pm

    Vou mandat uma real ae

    Galizezin nunca viu uma tela do PJe na vida.
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Qui 23 Out 2014, 4:57 pm

    corujito escreveu:Vou mandat uma real ae

    Galizezin nunca viu uma tela do PJe na vida.

    Essa é mais uma trollagem sua!


    _________________
    NO RACISM!
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Sex 24 Out 2014, 1:53 am

    A praga dos Técnicos Judiciários do PJU

    Criado em Quinta, 23 Outubro 2014 13:43. | Imprimir | E-mail | Acessos: 699





    Submit to Facebook Submit to Google Bookmarks Submit to Twitter Submit to LinkedIn

    Por Christiano Matos, servidor do TRE-BA, Técnico Judiciário – Programação de Sistemas. É graduado em Processamento de Dados, Pós-Graduado em Sistemas de Informações, Sistemas Distribuídos e WEB; Pós-Graduado em Gestão de Sistemas de Informação; Bacharel em Direito; Pós-Graduado em Direito do Trabalho.

    Este artigo é de inteira responsabilidade do autor, não sendo, necessariamente, a opinião da diretoria da Fenajufe.



    Um dos significados da palavra praga, além de ser o nome da belíssima capital da República Checa, é: ser grande quantidade de coisas importunas.

    É assim que têm se sentido os oitenta mil técnicos do Poder Judiciário da União, importunos. São importunos, pois estão incomodando (e muito) todos aqueles que são contra, por medo, à justa causa defendida por eles. Mas não se pode dizer que são inoportunos, porque estão aproveitando o momento certo para exigir a aprovação do seu pleito. Isso já foi reconhecido, inclusive, quando uma pequena corrente do sindicato da Bahia, que é contrária à valorização da carreira dos técnicos judiciários, publicou, em carta aberta aos servidores, que os Técnicos são “Golpistas e Oportunistas”. Então, para não vestir a carapuça sem tirar proveito, já que estão espalhando por ai (lá na Bahia) que os TJ são oportunistas, por que não aproveitar a oportunidade para elevar o nível de escolaridade do Técnico Judiciário Federal para Superior?

    Apesar de esquecidos há tempos, os técnicos do PJU acordaram e estão lutando com todas as forças, de forma incansável, para atingir um simples objetivo: a elevação do nível de escolaridade. Esse reconhecimento é essencial para a correção de distorções que ocorrem, de fato, em todo o Poder Judiciário da União. É um movimento sem volta e uma questão de tempo e coerência. Os órgãos do Judiciário evoluíram e seus servidores também, de forma a atender as atuais exigências e demandas. Quanto mais cedo for reconhecido o nível superior para os técnicos judiciários, quanto antes será sanada a grande injustiça que os afligem.

    O movimento dos técnicos tem feito sangrar todas as correntes contrárias à valorização da carreira. Os muros estão caindo, as barreiras derrubadas e as armadilhas reconhecidas. Acho que não será possível desta vez, enganá-los com tantos imbróglios, ameaças e argumentos falaciosos semeados pela oposição.

    É importante frisar que algumas conquistas já foram alcançadas: O STF já se posicionou a favor através de sua jurisprudência. Parlamentares reconheceram e propuseram emendas ao PL 7920/2014 no mesmo sentido. O Diretor Geral do TRE-BA já declarou em nota de Moção de Apoio, enviada aos DG de toda a Justiça Eleitoral, o apoio à elevação do nível de escolaridade para os técnicos. Pouco a pouco as bases estaduais dos sindicatos estão decidindo pelo apoio ao pleito, inclusive reconhecendo o seu caráter emergencial. O próprio relator do PL7920/2014, deputado Policarpo, já declarou, publicamente, ser favorável ao nível superior para ingresso na carreira de técnico judiciário. Cada vez mais, artigos são escritos sobre a temática, provando, de uma vez por todas, que o assunto está suficientemente amadurecido.

    Para acabar, de vez por todas, a falsa ideia de que a elevação irá elitizar a carreira, os Tribunais, a exemplo da portaria do STJ, reduzirão ao máximo, até a extinção, a realização de concursos para nível médio. A evolução dos órgãos públicos e as metas exigidas pelo CNJ não abarcam a carreira de nível médio, além do mais, as atividades dos técnicos judiciários sempre exigiram conhecimentos apenas vistos em curso de graduação, desde a prova do concurso. Tanto é assim, que não há diferenciação interna de serviços entre técnicos e analistas.

    É ilusão tentar encontrar justificativas para manter essa situação que apenas favorece o enriquecimento sem causa do Estado, através da exploração de mão de obra altamente qualificada, sem o mínimo reconhecimento e compensação financeira.

    O reconhecimento dessa realidade é indiscutível e tem em vista o bem de toda categoria. A transformação da escolaridade é uma questão de Dignidade da Pessoa Humana, princípio primaz da Constituição Federal, pois visa o reconhecimento e a formalização de algo que, há muito tempo, já ocorre na prática.

    [b]CAROS ANALISTAS: VÁRIOS TÉCNICOS JÁ ESTÃO UTILIZANDO O PJ-E NO JUDICIÁRIO NO BRASIL. PORTANTO SE INFORMEM MAIS...[/b]
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Sex 24 Out 2014, 3:40 am

    FRASES PARA BOATEIROS, COM SUAS TEORIAS DE CONSPIRAÇÃO, QUANTO AO PCS E ELEIÇÕES ENTRE OUTROS ASSUNTOS QUE OS PARTICIPANTES DESTE FÓRUM, E OUTROS: ANALISTAS QUE NÃO QUEREM QUE O TÉCNICO JUDICIÁRIO NÃO SEJA VALORIZADO, PASSANDO PARA NÍVEL SUPERIOR:[b][/b]



    Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição.


    (“Aos servidores que pensam que FC’S, fazem parte do salário e não vai para sua aposentadoria”).




    São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar.



    (“Aos boatos de aumento salarial nos fóruns, que tiram de suas imaginações desvirtuando os reais problemas no Juduciário”).



    Os homens em geral formam suas opiniões guiando se antes pela vista do que pelo tato, pois todos sabem ver mas poucos sentir. Cada qual vê o que parecemos ser, poucos sentem o que realmente somos.



    (“Aos que se guiam nestes fóruns acreditam nas teorias de conspiração, busquem fatos reais e não boatos, SABE-SE QUE QUEM CARREGA O JUDICIÁRIO FEDERAL NAS COSTAS É O TÉCNICO jUDICIÁRIO”).




    Aqueles que vencem, não importa como vençam, nunca carregam vergonha.



    (“Técnicos Judiciários Federais de todo o Brasil”)



    Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é..



    (Seu colega de trabalho que foi assediado e se torna um assediador quando é DIRETOR, com um CJ..)



    Pelo que se nota que o homens ou são aliciados ou aniquilados



    (“Todos servidores do Judiciário federal, sendo enrolados por anos sem aumento de salário, burro é o servidor federal que votar na DILMA”)




    Os homens são tão simples que quem quer enganar sempre encontra alguém que se deixa enganar.




    (“Promessas de Autoridades do Judiciário, sendo que eles querem que o auxílio-moradia se estendam aos “DEUSES” que estão aposentados..”).



    “Porque a todos é concedido ver, mas a poucos é dado perceber. Todos veem o que tu aparentas ser, poucos percebem aquilo que tu és.



    (“Levan-ferro, nos servidores e AUMENTO DOS DESEMBARGADORES- LOMAN- LEI DOS DEUSES”)



    (“Todos os Técnicos sejam em qualquer Fórum, aprensentem sua INDIGNAÇÃO, EXPLORAÇÃO INDEPENDENTE DE QUEM PARTICIPEM SEJA CONTRÁRIO OU NÃO “ A CENSURA ACABOU HÁ MUITO TEMPO NA DITADURA”)



    “Liberdade de Expressão e a Democracia”.


    A "liberdade para transmitir informações e ideias por quaisquer meios independentemente de fronteiras" (artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948).



    A liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia.



    Os governos democráticos não controlam o conteúdo da maior parte dos discursos escritos ou verbais.



    Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo ideias e opiniões diferentes e até contrárias.



    Segundo os teóricos da democracia, um debate livre e aberto resulta geralmente que seja considerada a melhor opção e tem mais probabilidades de evitar erros graves.



    Cabe esclarecer que a aplicação da democracia não traz privilégios ao um determinado grupo específico e nem busca-se limitar de qualquer forma o direito de outrem, mas sim garantir a liberdade e direitos do coletivo.



    A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a ideias, dados e opiniões não sujeitos a censura.



    A liberdade de expressão é um direito fundamental consagrado na Constituição Federal de 1988, no capítulo que trata dos Direitos e Garantias fundamentais e funciona como um verdadeiro termômetro no Estado Democrático.



    Quando a liberdade de expressão começa a ser cerceada em determinado Estado, a tendência é que este se torne autoritário.



    A liberdade de expressão serve como instrumento decisivo de controle de atividade governamental e do próprio exercício do poder.



    O princípio democrático tem um elemento indissociável que é a liberdade de expressão, em contraposição a esse elemento, existe a censura que representa a supressão do Estado democrático.



    A divergência de ideias e o direito de expressar opiniões não podem ser restringidos para que a verdadeira democracia possa ser vivenciada.



    ABRAÇOS A TODOS COLEGAS..



    E VOTEM NO AÉCIO 45, PT NUNCA MAIS, CHEGA!!!

    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sex 24 Out 2014, 4:42 am

    montercay escreveu:FRASES PARA BOATEIROS, COM SUAS TEORIAS DE CONSPIRAÇÃO, QUANTO AO PCS E ELEIÇÕES ENTRE OUTROS ASSUNTOS QUE OS PARTICIPANTES  DESTE FÓRUM,  E OUTROS: ANALISTAS QUE NÃO QUEREM QUE O TÉCNICO JUDICIÁRIO NÃO SEJA VALORIZADO, PASSANDO PARA NÍVEL SUPERIOR:[b][/b]



    Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição.


    (“Aos servidores  que pensam que FC’S, fazem parte do salário e não vai para sua aposentadoria”).




    São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes, que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar.



    (“Aos boatos de aumento salarial nos fóruns, que tiram de suas imaginações desvirtuando os reais problemas no Juduciário”).



    Os homens em geral formam suas opiniões guiando se antes pela vista do que pelo tato, pois todos sabem ver mas poucos sentir. Cada qual vê o que parecemos ser, poucos sentem o que realmente somos.



    (“Aos que se guiam nestes fóruns acreditam nas teorias de conspiração, busquem fatos reais e não boatos, SABE-SE QUE  QUEM CARREGA O JUDICIÁRIO FEDERAL NAS COSTAS É O TÉCNICO jUDICIÁRIO”).




    Aqueles que vencem, não importa como vençam, nunca carregam vergonha.



    (“Técnicos Judiciários Federais de todo o Brasil”)



    Dê o poder ao homem, e descobrirá quem ele realmente é..



    (Seu colega de trabalho que foi assediado e se torna um assediador quando é DIRETOR, com um CJ..)



    Pelo que se nota que o homens ou são aliciados ou aniquilados



    (“Todos servidores do Judiciário federal, sendo enrolados por anos sem aumento de salário, burro é o servidor federal que votar na DILMA”)




    Os homens são tão simples que quem quer enganar sempre encontra alguém que se deixa enganar.




    (“Promessas de Autoridades do Judiciário, sendo que eles querem que o auxílio-moradia se estendam aos “DEUSES” que estão aposentados..”).



    “Porque a  todos é concedido ver, mas a poucos é dado perceber. Todos veem o que tu aparentas ser, poucos percebem aquilo que tu és.



    (“Levan-ferro, nos servidores  e AUMENTO DOS DESEMBARGADORES- LOMAN- LEI DOS DEUSES”)



    (“Todos os Técnicos sejam em qualquer Fórum, aprensentem  sua INDIGNAÇÃO, EXPLORAÇÃO INDEPENDENTE DE QUEM PARTICIPEM SEJA CONTRÁRIO OU NÃO “ A CENSURA ACABOU HÁ MUITO TEMPO NA DITADURA”)



    “Liberdade de Expressão e a Democracia”.


    A "liberdade para transmitir informações e ideias por quaisquer meios independentemente de fronteiras" (artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948).



    A liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia.



    Os governos democráticos não controlam o conteúdo da maior parte dos discursos escritos ou verbais.



    Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo ideias e opiniões diferentes e até contrárias.



    Segundo os teóricos da democracia, um debate livre e aberto resulta geralmente que seja considerada a melhor opção e tem mais probabilidades de evitar erros graves.



    Cabe esclarecer que a aplicação da democracia não traz privilégios ao um determinado grupo específico e nem busca-se limitar de qualquer forma o direito de outrem, mas sim garantir a liberdade e direitos do coletivo.



    A democracia depende de uma sociedade civil educada e bem informada cujo acesso à informação lhe permite participar tão plenamente quanto possível na vida pública da sua sociedade e criticar funcionários do governo ou políticas insensatas e tirânicas. Os cidadãos e os seus representantes eleitos reconhecem que a democracia depende de acesso mais amplo possível a ideias, dados e opiniões não sujeitos a censura.



    A liberdade de expressão é um direito fundamental consagrado na Constituição Federal de 1988, no capítulo que trata dos Direitos e Garantias fundamentais e funciona como um verdadeiro termômetro no Estado Democrático.



    Quando a liberdade de expressão começa a ser cerceada em determinado Estado, a tendência é que este se torne autoritário.



    A liberdade de expressão serve como instrumento decisivo de controle de atividade governamental e do próprio exercício do poder.



    O princípio democrático tem um elemento indissociável que é a liberdade de expressão, em contraposição a esse elemento, existe a censura que representa a supressão do Estado democrático.



    A divergência de ideias e o direito de expressar opiniões não podem ser restringidos para que a verdadeira democracia possa ser vivenciada.



    ABRAÇOS A TODOS COLEGAS..



    E VOTEM NO AÉCIO 45, PT NUNCA MAIS,  CHEGA!!!


    Só pra não alongar muito, sou analista e penso que os técnicos também tem que ser valorizados. Contudo o fato de a lei considerar constitucional exigir curso superior o cargo de técnico não obriga o orgão a adotar tal critério. Apenas diz que é possível, sendo mera liberalidade do órgão passar a exigir nível superior ou não sem que haja no futuro arguição de inconstitucionalidade.

    Ainda assim, pra evitar a criação de um novo trem da alegria, se tal exigência fosse obrigatória, a questão é bem simples. Faz-se concurso apenas para analista. Não tem sentido o órgão ter dois cargos do mesmo nível na sua estrutura para fazer a mesma coisa, como uns insistem em dizer.

    A situação é dos técnicos fazerem serviço de analista é resolvida por meio de ação denunciando desvio de função e não pedir pra ganhar igual. Se assim fosse, os analistas que fazem despachos e sentenças deveriam ganhar igual a juiz, pois o requisito de nível superior é o mesmo e despachos e sentenças são atos privativos do juiz.

    Logo, não é assim que os técnicos vão resolver seus problemas.
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3134
    Reputação : 208
    Data de inscrição : 06/07/2010

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por corujito em Sex 24 Out 2014, 6:52 am

    Paladino,

    O juiz é responsável pelo teor dos despachos, decisões e sentenças. Ao Juiz cabe a jurisdição. A manufatura desses feitos não é uma atribuição de magistrado. O Juiz pode simplesmente, como já disse 1000 vezes, recortar um pedaço de jornal com a palavra "defiro", colar na folha e assinar. Será uma decisão tal como a decisão minutada pelos maiores especisliatas do mundo.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sex 24 Out 2014, 7:28 am

    corujito escreveu:Paladino,

    O juiz é responsável pelo teor dos despachos, decisões e sentenças. Ao Juiz cabe a jurisdição. A manufatura desses feitos não é uma atribuição de magistrado. O Juiz pode simplesmente, como já disse 1000 vezes, recortar um pedaço de jornal com a palavra "defiro", colar na folha e assinar. Será uma decisão tal como a decisão minutada pelos maiores especisliatas do mundo.

    Concordo contigo. Mas ainda assim é uma coisa que ele deveria fazer e não faz. Ele ganha pra isso certo?

    Veja bem, não quero colocar lenha na fogueira pois entendo que todos devem ser valorizados na medida do trabalho que realizam. A cada um de acordo com sua obras.

    Nesse ponto temos analistas que se encostam e não se importam em fazer o trabalho que deveria ser dos técnicos. Muitos assumem essa postura por não estarem nem aí, por estarem estudando pra outros cargos, por ter um negócio fora e não querem comprometimento mais sério com o trabalho, enfim, os motivos são inúmeros.

    Por outro lado existem técnicos que fazem o trabalho que deveria ser dos analistas. Eu entendo que o o analista que faz sentença para o juiz não deveria receber FC, pois faz parte da atribuição do seu cargo. Já o técnico que faz sentença tem sim esse direito e deve ganhar a FC. Assim, vc também distingue o técnico esforçado que dá duro, daqueles que também não querem nada, ou também estão estudando pra sair fora.

    Ninguém aqui, e muito menos eu, que fique bem claro isso, ignoro ou menosprezo a competência de qualquer servidor, seja auxiliar, técnico ou analista.

    O que entendo é que o argumento de querer uma equiparação ou tranposição de tabela apenas pelo motivo de fazer o trabalho que não deveria fazer é por si só vazio.

    Ainda que fossem fortes os motivos, imagina os reflexos que isso traria em toda a Administração. Por exemplo, no âmbito das Forças Armadas as funções dos oficiais e sargentos estão bem definidas em regulamento. Quando eu ainda era militar, um comandante baixou uma portaria autorizando os chefes de Divisão a designarem suboficiais a ocupar as chefias de setores que estavam sem tenentes. Qual foi o reflexo disso. Os suboficiais começaram cogitar a possibilidade de pedir, depois de algum tempo na função de chefia, o pedido de promoção ao cargo de oficial sob o argumento que estavam realizando a função de oficial e nada ganhavam para isso. Resultado disso, foi a revogação da portaria para evitar problemas futuros.

    A situação do judiciário é que o juiz deveria se preocupar com a atribuição de cada servidor e impedir o desvio de função. Mas sabemos que na prática isso não ocorre e nunca ocorrerá.

    Essa é apenas minha opinião e respeito a todos que pensem de forma diversa.

    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sex 24 Out 2014, 2:10 pm



    Projetos que criam cargos para TRTs ganham relatores na CTASP
    17/10/14 13:50

    http://anajustra.org.br/noticia/9454/4/Projetos-que-criam-cargos-para-TRTs-ganham-relatores-na-CTASP

    Cinco projetos de lei que preveem a criação de novos cargos nos Tribunais Regionais do Trabalho da Bahia, do Distrito Federal, de Alagoas e também no TST, tiveram seus relatores designados na quarta-feira, 15/10, quando os prazos de 5 sessões ordinárias para apresentação de emendas aos PLs também foram abertos na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara.

    Confira o quadro de PLs acompanhados pela assessoria parlamentar da ANAJUSTRA

    Se aprovadas, as propostas criarão mais de 400 cargos efetivos para a Justiça do Trabalho. Depois de passar pela CTASP, os projetos também serão analisados pelas Comissão de Finanças (CFT) e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). As proposições estão sujeitas à apreciação conclusiva pelas Comissões, ou seja, não devem ser votadas pelo Plenário da Casa.



    PL 7902 / 2014

    Quantitativo: Cria 270 cargos de provimento efetivo de analista judiciário, área judiciária e 54 cargos em comissão de assessor de ministro, nível CJ-3, para o quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho.

    Relator: Dep. Luiz Fernando Faria (PP-MG).

    PL 7907 / 2014

    Quantitativo: Cria 49 cargos de provimento efetivo, analista judiciário, área apoio especializado, especialidade tecnologia da informação, para o quadro pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Bahia.

    Relator: Dep. Daniel Almeida (PCdoB-BA).

    PL 7908/ 2014

    Quantitativo: Cria 8 cargos para analista judiciário, sendo 2 para especialidade médico do trabalho, 2 especialidade médico psiquiatra, 2 especialidade fisioterapia, 1 especialidade serviço social e 1 especialidade enfermagem, no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Distrito Federal.

    Relator: Dep. Policarpo (PT-DF).

    PL 7910 / 2014

    Quantitativo: Cria 12 cargos efetivos e 2 cargos em comissão, para o quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, Alagoas.
    (só analista)

    Relator: Dep. Laercio Oliveira (SD-SE).

    PL 7927 / 2014

    Quantitativo: Cria 45 cargos de provimento efetivo, analista judiciário, área apoio especializado, especialidade tecnologia da informação, no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Distrito Federal.

    Relator: Dep. Policarpo (PT-DF).
    Da Assessoria





    ----------------------------


    Se os cargos e o resultado que sai dos concurso são iguais assim, pq ninguém tá pedindo mais vaga para técnico?
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sab 25 Out 2014, 6:35 am

    Apenas no intuito de contribuir com a luta dos técnicos para sua merecida valorização gostaria de deixar aqui uma sugestão, a exemplo do que existe na Aeronáutica.

    Na Aeronáutica, até algum tempo atrás, a única forma do sujeito já militar se tornar sargento ou oficial era fazendo concurso com outros milhares de candidatos para poder preencher a vaga. Não era considerada a experiência e o tempo de casa que o sujeito tinha. Era concorrer com todos ou ficar estagnado.

    Por exemplo, se o cabo quisesse ser sargento ou o sargento quisesse ser oficial, teriam que fazer o concurso como todas as outras pessoas e muitos não conseguiam a aprovação. Assim, a experiência que esse sujeito acumulava era menosprezada.

    A fim de corrigir tal distorção, a Aeronáutica passou a fazer dois concursos para o cargo de sargento, um aberto a todas as pessoas e outro onde só podia concorrer os cabos da Aeronáutica. Com isso, houve a possibilidade de valorização destes cabos, sem que houvesse arguição de violação ao princípio do concurso público.

    Penso que no caso dos técnicos a solução pode ser parecida. Ou faz-se um concurso destinando parte das vagas de analista para que já é técnico, aumentando assim a chance da pessoa passar, ou, sem qualquer discriminação, fazer uma espécie de sistema de reserva de vagas para os técnicos, o que também resolve a situação.

    Isto é apenas minha sugestão visando ajudar a causa dos técnicos. Não acredito que se consiga passar o cargo de técnico para superior pelo motivos que já disseram aqui. Vejam bem, o agente de segurança, que ganha mais do que o técnico, ficaria como? Como justificar passar o técnico de segurança para nível superior? Eles dominam, junto com os oficiais de justiça, os sindicatos, como todos aqui sabem. Vocês acham que eles vão deixar isso acontecer. Poderia ocorrer se as carreiras fossem desatreladas, mas aí seria uma briga maior ainda. De qualquer forma, desejo sorte na luta de vocês pois acho a causa justa.
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sab 25 Out 2014, 9:18 am

    euvoltei escreveu:

    Projetos que criam cargos para TRTs ganham relatores na CTASP
    17/10/14 13:50

    http://anajustra.org.br/noticia/9454/4/Projetos-que-criam-cargos-para-TRTs-ganham-relatores-na-CTASP

    Cinco projetos de lei que preveem a criação de novos cargos nos Tribunais Regionais do Trabalho da Bahia, do Distrito Federal, de Alagoas e também no TST, tiveram seus relatores designados na quarta-feira, 15/10, quando os prazos de 5 sessões ordinárias para apresentação de emendas aos PLs também foram abertos na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara.

    Confira o quadro de PLs acompanhados pela assessoria parlamentar da ANAJUSTRA

    Se aprovadas, as propostas criarão mais de 400 cargos efetivos para a Justiça do Trabalho. Depois de passar pela CTASP, os projetos também serão analisados pelas Comissão de Finanças (CFT) e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). As proposições estão sujeitas à apreciação conclusiva pelas Comissões, ou seja, não devem ser votadas pelo Plenário da Casa.



    PL 7902 / 2014

    Quantitativo: Cria 270 cargos de provimento efetivo de analista judiciário, área judiciária e 54 cargos em comissão de assessor de ministro, nível CJ-3, para o quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Superior do Trabalho.

    Relator: Dep. Luiz Fernando Faria (PP-MG).

    PL 7907 / 2014

    Quantitativo: Cria 49 cargos de provimento efetivo, analista judiciário, área apoio especializado, especialidade tecnologia da informação, para o quadro pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Bahia.

    Relator: Dep. Daniel Almeida (PCdoB-BA).

    PL 7908/ 2014

    Quantitativo: Cria 8 cargos para analista judiciário, sendo 2 para especialidade médico do trabalho, 2 especialidade médico psiquiatra, 2 especialidade fisioterapia, 1 especialidade serviço social e 1 especialidade enfermagem, no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Distrito Federal.

    Relator: Dep. Policarpo (PT-DF).

    PL 7910 / 2014

    Quantitativo: Cria 12 cargos efetivos e 2 cargos em comissão, para o quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, Alagoas.
    (só analista)

    Relator: Dep. Laercio Oliveira (SD-SE).

    PL 7927 / 2014

    Quantitativo: Cria 45 cargos de provimento efetivo, analista judiciário, área apoio especializado, especialidade tecnologia da informação, no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Distrito Federal.

    Relator: Dep. Policarpo (PT-DF).
    Da Assessoria





    ----------------------------


    Se os cargos e o resultado que sai dos concurso são iguais assim, pq ninguém tá pedindo mais vaga para técnico?

    CNJ mandou priorizar a área-fim, ou seja, AJAJ. Uma ou outra será de analista com especialidade ou TJ-tecnologia da informação. O cargo de TJAA, brevemente, terá o mesmo destino de auxiliar.

    Eu não tenho nada contra os técnicos, mas a culpa disso é do PJ-e, não minha.
    sonhador
    sonhador
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 495
    Reputação : 12
    Data de inscrição : 21/08/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por sonhador em Sab 25 Out 2014, 4:07 pm

    Boa tarde. Eu também entendo que as vagas de técnicos estão sendo transformadas em maior ou menor escala em vagas de analistas. Mas, de uma forma implícita, das duas uma: ou os técnicos estão ficando cadas vez mais ociosos ou estão fazendo serviço de analista. Obviamente, sabemos que é a segunda alternativa. E se, a partir de hoje, não houvesse mais nenhuma vaga de técnico, pelo sistema de transformação já falado, demoraria mais de 30 anos para não haver mais nenhum no Judiciário. Então seriam mais de 3 décadas de desvio de função. Pergunta: seria viável passar o cargo de técnico para nível superior, para acabar com o desvio de função, e continuar a transformação das vagas? Estou tentando iniciar um raciocínio, mas gostaria da ajuda de vocês.
    Por favor, se alguém possui algo útil para falar, ótimo. Senão, recuso-me a adotar o comportamento infantil de alguns, que acaba sendo um sinal de pouca autoestima. Somos todos adultos inteligentes aqui.
    Eu quero dizer enfim que não é correto usar servidores por 30 anos mais, pelo menos, em desvio de função, fingindo que isso não acontece, por mera conveniência. É preciso encontrar uma solução adequada, honesta e correta para o caso. Só observando também que, com o passar do tempo, os aumentos tornar-se-ão cada vez mais difíceis. Mas é apenas uma observação de que isso a médio prazo não será bom para nenhum de nós. Mas que está ocorrendo está.


    Última edição por sonhador em Sab 25 Out 2014, 6:49 pm, editado 3 vez(es)
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3134
    Reputação : 208
    Data de inscrição : 06/07/2010

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por corujito em Sab 25 Out 2014, 5:25 pm

    sonhador escreveu:Boa tarde. Eu também entendo que as vagas de técnicos estão sendo transformadas em maior ou menor escala em vagas de analistas. Mas, de uma forma implícita, das duas uma: ou os técnicos estão ficando cadas vez mais ociosos ou estão fazendo serviço de analista. Obviamente, sabemos que é a segunda alternativa. E se, a partir de hoje, não houvesse mais nenhuma vaga de técnico, pelo sistema de transformação já falado, demoraria mais de 30 anos para não haver mais nenhum no Judiciário. Então seriam mais de 3 décadas de desvio de função. Pergunta: seria viável passar o cargo de técnico para nível superior, para acabar com o desvio de função, e continuar a transformação das vagas? Estou tentando iniciar um raciocínio, mas gostaria da ajuda de vocês.
    Por favor, se alguém possui algo útil para falar, ótimo. Senão, recuso-me a adotar o comportamento infantil de alguns, que acaba sendo um sinal de baixo-estima. Somos todos adultos inteligentes aqui.
    Eu quero dizer enfim que não é correto usar servidores por 30 anos mais, pelo menos, em desvio de função, fingindo que isso não acontece por mera conveniência. É preciso encontrar uma solução adequada, honesta e correta para o caso. Só observando também que, com o passar do tempo, os aumentos tornar-se-ão cada vez mais difíceis. Mas é apenas uma observação de que isso a médio-longo prazo não será bom para nenhum de nós. Mas que está ocorrendo está.

    Sinhador,

    Passar o cargo para nível superior não corrige desvio de função.

    Só há três remédios possíveis para correção do desvio de função:

    1) equiparação de remuneração
    2) alteração das atribuições do cargo definidas em Lei (ou seja, outra Lei)
    3) retorno às atividades definidas em Lei
    sonhador
    sonhador
    Usuário Sênior
    Usuário Sênior

    Mensagens : 495
    Reputação : 12
    Data de inscrição : 21/08/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por sonhador em Sab 25 Out 2014, 5:43 pm

    Equiparação de remuneração também não corrige desvio de função. Talvez eu não tenha sido claro, mas eu quis dizer cargo de nível com mudança de atribuições. Sem mudança de atribuições, realmente não faz sentido. Retorno às atividades previstas para o cargo não é possível. Só se nos deixarem a maior parte do tempo ociosos. Por comodismo, criaram um problema administrativo aparentemente difícil de resolver.
    corujito
    corujito
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 3134
    Reputação : 208
    Data de inscrição : 06/07/2010

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por corujito em Sab 25 Out 2014, 6:01 pm

    Expressei-me resumidamente. Falei em equiparação no sentido do direito de receber o mesmo salário.


    Esse é o tipo de problema cuja solução jamais se dará por argumentos racionais. Não adianta discutir em qualquer nível. Ninguém vai querer saber a dimensão do problema, ou seja, quantos técnicos do PJU estão realmente em desvio de função (e repito: fazer o mesmo trabalho que o colega analista faz não significa, por si só, desvio de função. Às vezes é o analista que está desviado).

    A "solução" vai ser geral e irrestrita.

    1. Ou adota-se o NS para o TJ e, com o tempo, teremos na prática um tipo de carreira única, já que não há distinção clara dos cargos (a exemplo das Polícias, Receita, Agências)

    2. Ou fica como está e com o tempo o cargo de TJ entrará em processo de extinção, ou ao menos será bastante reduzido.

    Ou todo mundo se dá "bem" ou todo mundo se dá "mal".




    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Dom 26 Out 2014, 8:55 am

    Existe ainda serviço para técnico e vai continuar existindo, qualquer análise da cúpula afirma que antes do PJe tínhamos em média 30% dos servidores na áera fim (fazendo despachos, sentenças, etc) e depois do PJe esse percentual está em torno de 50%, com muitas melhorias no PJe(depois de muitos anos) acho que dá para chegar no máximo em 70%.
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Dom 26 Out 2014, 8:02 pm

    Estamos FUDIDOS!!!! mais 4 anos sem reajuste salarial, o povo do Nordeste entre outros votou na Dilma POR CAUSA DO BOLSA FAMÍLIA, MINHA CASA MINHA VIDA E MINHA DÍVIDA....NÓS SERVIDORES FEDERAIS ESTAMOS MAIS UMA VEZ SEM NADA!!
    REGISTRO MEU PESAR POR UM PAÍS E POVO BRASILEIRO QUE NÃO SABE VOTAR!!!! SE DEPENDER DO LEVO.. ESTAMOS AO ABISMO SALARIAL, A FC'S COMISSIONADAS QUE SÃO UM VERDADEIRO INSTRUMENTO DE MANIPULAÇÃO NO JUDICIÁRIO E TORNA MAIS FORTE AGORA PORQUE NEGUINHO, VAI SE AGARRAR A FC'S E DE PREFERÊNCIA FAZER UM CURSO DE PERSONAL BAJULEITON...PARA SE MANTER COM FC'S.
    CONCLUSÃO: TEORIAS DE AUMENTOS SÓ BABACAS E OTÁRIOS DESTE FÓRUM PARA ACREDITAR NESSAS TEORIAS SÃO BURROS: A GREVE TEM QUE SER AGORA!!!!!! QUEBRAR O PAU LÁ EM BRASÍLIA, PARA DE VEZ!!!! SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS ALGO!!! A NÃO SER SE LAMENTAR COM CONTOS DE "FADA"!!!! DESTE FÓRUM... SÓ MAIS UMA OBSERVAÇÃO NA MAIORIA DAS GREVES A MAIORIA SÃO TÉCNICOS OU OS QUE ESTÃO SEM FUNÇÃO, ANALISTAS NÃO TIRAM O RABO DE SEUS GABINETES CHUPANDO O OVO DO DES. COM FORÇA, DIGO OS DOIS DE UMA VEZ SÓ, ENQUANTO TÉCNICOS BOTAM A CARA PARA BATER EM GREVES, QUE A VERDADE SEJA DITA , TÉCNICOS, ANALISTAS ESTÃO TODOS "FUDIDOS" COM A DILMA "BOTINÃO".
    [/b] santa FELIZ NATAL SEM AUMENTO!!!!!! NA SUA CEIA INCLUA FEIJÃO COM ARROZ, COM O SALÁRIO DO JEITO QUE ESTÁ VAMOS TER QUE COMPLEMENTAR NOSSA RENDA VENDENDO CHURRASQUINHO, VENDENDO AVON, OU IR NO PARAGUAI, PARA REVENDER AQUI, OU QUEM SABE CONSTRUIR UMAS KITINETES, NEGUINHO ESTAMOS JÁ NO FUNDO DO POÇO!!!!![/b]
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Qua 29 Out 2014, 11:04 pm

    E o Sarney foi flagrado anunciando Dilma no peito, mas Aécio no coração!


    _________________
    NO RACISM!
    TioPatinhas
    TioPatinhas
    Novo Usuário

    Mensagens : 10
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 26/09/2013

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Polícia federal - de nível médio a superior

    Mensagem por TioPatinhas em Qui 30 Out 2014, 7:14 am

    Aumento da Polícia Federal

    Senado aprova MP que reajusta salários e carreiras da Polícia Federal

    O texto prevê reajuste de 15,8% para agentes, escrivães e papiloscopistas
    29/10/2014 10:17 | Atualização: 29/10/2014 10:58
    Étore Medeiros

    Antonio Cunha/Esp. CB/D.A PressNo último dia antes de expirar, o Senado Federal aprovou a MP 650/2014, que prevê reajuste de 15,8% para agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal (PF), sob o olhar atento dos policiais que lotaram as galerias da Casa para pressionar. Além do aumento salarial, a MP altera as três carreiras, que passam a ser consideradas de nível superior.

    O mesmo reajuste já foi concedido a boa parte do funcionalismo federal desde 2013, progressivamente, de forma a chegar aos 15,8% em 2015. O acordo com a PF só foi firmado em meados deste ano, como forma de impedir paralisações no período da Copa do Mundo.

    Parcelas
    A aprovação da MP garante aumento de 12% neste ano, complementado por mais 3,4% em 2015. A partir do próximo ano, o salário inicial dos agentes passará de R$11.879 para R$13.756. Os escrivães de primeira classe, que recebem R$ 9.468, ganharão R$10.965. A remuneração dos papiloscopistas federais será aumentada de R$ 7.514 para R$ 8.702.

    Segundo o Executivo, o impacto orçamentário anual com o aumento da PF será de R$ 383,4 milhões. Os reajustes parciais (12%) que deverão ser concedidos ainda este ano aos servidores da PF, previstos pela MP, dependem da aprovação de créditos adicionais na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na tarde de ontem, a Comissão Mista de Orçamento (CMO), que deveria analisar a matéria, não atingiu o quórum necessário para deliberações. A medida provisória foi aprovada no Senado sem alterações ao texto enviado pelo governo federal.
    zeirao
    zeirao
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 93
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 04/09/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por zeirao em Qui 30 Out 2014, 3:07 pm

    Putz,
    q noticia mal feita.

    Não tem nada disso aí.
    Os valores para Agente, Escrivão e Papiloscopista são exatamente os mesmos.
    Com a aprovação da MP, com sua conversão na Lei 13034, a partir do ano que vem seus subsídios serão:

    inicial: 8.702,20 (terceira classe)
    Final: 13.756,93 (classe especial)







    TioPatinhas escreveu:Aumento da Polícia Federal

    Senado aprova MP que reajusta salários e carreiras da Polícia Federal

    O texto prevê reajuste de 15,8% para agentes, escrivães e papiloscopistas
    29/10/2014 10:17 | Atualização: 29/10/2014 10:58
    Étore Medeiros

    Antonio Cunha/Esp. CB/D.A PressNo último dia antes de expirar, o Senado Federal aprovou a MP 650/2014, que prevê reajuste de 15,8% para agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal (PF), sob o olhar atento dos policiais que lotaram as galerias da Casa para pressionar. Além do aumento salarial, a MP altera as três carreiras, que passam a ser consideradas de nível superior.

    O mesmo reajuste já foi concedido a boa parte do funcionalismo federal desde 2013, progressivamente, de forma a chegar aos 15,8% em 2015. O acordo com a PF só foi firmado em meados deste ano, como forma de impedir paralisações no período da Copa do Mundo.

    Parcelas
    A aprovação da MP garante aumento de 12% neste ano, complementado por mais 3,4% em 2015. A partir do próximo ano, o salário inicial dos agentes passará de R$11.879 para R$13.756. Os escrivães de primeira classe, que recebem R$ 9.468, ganharão R$10.965. A remuneração dos papiloscopistas federais será aumentada de R$ 7.514 para R$ 8.702.

    Segundo o Executivo, o impacto orçamentário anual com o aumento da PF será de R$ 383,4 milhões. Os reajustes parciais (12%) que deverão ser concedidos ainda este ano aos servidores da PF, previstos pela MP, dependem da aprovação de créditos adicionais na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na tarde de ontem, a Comissão Mista de Orçamento (CMO), que deveria analisar a matéria, não atingiu o quórum necessário para deliberações. A medida provisória foi aprovada no Senado sem alterações ao texto enviado pelo governo federal.
    montercay
    montercay
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 70
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 06/09/2014

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por montercay em Sex 31 Out 2014, 5:47 pm

    A B S U R D O no JUDICIÁRIO FEDERAL: PL 7920/14 adota diferença de 7,75% entre Analistas e Juízes versus ABISMO SALARIAL de 64,07% entre Analistas e Técnicos

    Criado em Quinta, 30 Outubro 2014 18:08. | Imprimir | E-mail | Acessos: 2176





    Submit to Facebook Submit to Google Bookmarks Submit to Twitter Submit to LinkedIn

    Por James Magalhães Gonçalves, Técnico Judiciário, servidor do TRE-MG, observador de aves, doador voluntário de sangue.

    Este artigo é de inteira responsabilidade do autor, não sendo esta, necessariamente, a opinião da diretoria da Fenajufe.

    1 – EXPLORAÇÃO DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS VAI AUMENTAR

    1.1 - DIFERENÇA ABSURDA DE R$8.074,90 entre Técnicos e Analistas: o C13 do Técnico Judiciário será R$12.602,93. O C13 do Analista Judiciário será R$20.677,83.

    1.2 - 11 (ONZE) SALÁRIOS MÍNIMOS será a diferença mensal entre o salário dos Analistas para os Técnicos, sendo que ambos exercem, na prática, exatamente o mesmo trabalho. Hoje, os Técnicos novatos recebem um pouco mais que MÍSEROS 5 (cinco) salários mínimos.

    1.3 - MAIS DE R$100.000,00 (CEM MIL REAIS) será a diferença salarial anual entre Analistas e Técnicos, sendo que ambos trabalham lado a lado, no exercício de atividades de alta complexidade e lidam com o PJE (Processo Judicial Eletrônico).

    2 – DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS - Diferença de 7,75% entre Analista C13 e Juiz Federal Titular versus ABISMO SALARIAL de 64,07% entre Analista e Técnico

    O final de carreira do Analista terá apenas 7,75% de diferença para o Juiz Federal Titular. De forma contraditória e ABSURDA, a diferença entre o Analista C13 e o Técnico C13 será de 64,07%, ou seja, ABISMO SALARIAL para os Técnicos e SUPERVALORIZAÇÃO para os Analistas.




    JUIZ FEDERAL TITULAR

    ANALISTA JUDICIÁRIO C13 (com 3% de ações de treinamento e doutorado)

    DIFERENÇA PERCENTUAL ENTRE OS CARGOS


    R$25.260,20





    Total = R$23.443,15

    Vencimento básico = R$10.883,07

    GAJ = R$9.794,76

    Adicional de Qualificação (Doutorado) = R$1.360,38

    Ações de Treinamento (3%) = R$652,98

    Auxílio-alimentação = R$751,96

    7,75%









    ANALISTA JUDICIÁRIO (C13)

    TÉCNICO JUDICIÁRIO (C13)

    DIFERENÇA PERCENTUAL ENTRE OS CARGOS


    R$20.677,83

    R$12.602,93

    64,07%


    3 – SOLUÇÃO

    Seguem duas propostas para solucionar esse injusto aumento do abismo salarial:

    1) Aprovação da EMENDA 03 ao PL 7920/14, que passa o cargo do Técnico para nível superior. Embora o abismo salarial permaneça nesse PL, haveria maiores chances de valorização dos Técnicos em futuras campanhas salariais. Além disso, não haveria impacto orçamentário e seria um forma de reconhecer o que já ocorre, na prática, ou seja, os Técnicos exercem atividades de alta complexidade desde a posse;

    2) Apresentação de um substitutivo ao PL 7920/14, pelo STF, adotando a Sobreposição na Carreira, IMEDIATAMENTE, com o final de carreira do Técnico atingindo, no mínimo, o B8 do Analista.

    Participem do Movimento Nacional pela Valorização dos Técnicos Judiciários – MOVATEC.

    Acessem e divulguem o artigo que defende a EMENDA 03 do PL 7920/2014:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    avatar
    Convidado
    Convidado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Convidado em Sex 31 Out 2014, 6:07 pm

    montercay, olha teu pedido aqui: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  2q0kpqu
    zeirao
    zeirao
    Usuário Recente
    Usuário Recente

    Mensagens : 93
    Reputação : 0
    Data de inscrição : 04/09/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por zeirao em Sab 01 Nov 2014, 1:14 pm

    Analista e Magistrado são cargos de nível superior.
    A diferença entre os dois cargos deve ser mínima mesmo.
    Técnico é cargo de nível médio, com atribuições básicas, operacionais, portanto não há o q se espernear.
    Se olhar carreiras semelhantes no executivo, o cargo de Técnico tá no lucro com a diferença atual.
    Na verdade o justo seria uma diferença ainda maior, não atrapalhando assim a possibilidade de equivalência do Analista daqui com os cargos análogos em outras instituições.
    E nível superior pra Técnico? Isso é zoeira, não vou comentar a tentativa de golpe via trem da alegria.



    montercay escreveu:A B S U R D O no JUDICIÁRIO FEDERAL: PL 7920/14 adota diferença de 7,75% entre Analistas e Juízes versus ABISMO SALARIAL de 64,07% entre Analistas e Técnicos

    Criado em Quinta, 30 Outubro 2014 18:08. | Imprimir | E-mail | Acessos: 2176





    Submit to Facebook  Submit to Google Bookmarks  Submit to Twitter  Submit to LinkedIn

    Por James Magalhães Gonçalves, Técnico Judiciário, servidor do TRE-MG, observador de aves, doador voluntário de sangue.

    Este artigo é de inteira responsabilidade do autor, não sendo esta, necessariamente, a opinião da diretoria da Fenajufe.

    1 – EXPLORAÇÃO DOS TÉCNICOS JUDICIÁRIOS VAI AUMENTAR

    1.1 - DIFERENÇA ABSURDA DE R$8.074,90 entre Técnicos e Analistas: o C13 do Técnico Judiciário será R$12.602,93. O C13 do Analista Judiciário será R$20.677,83.

    1.2 - 11 (ONZE) SALÁRIOS MÍNIMOS será a diferença mensal entre o salário dos Analistas para os Técnicos, sendo que ambos exercem, na prática, exatamente o mesmo trabalho. Hoje, os Técnicos novatos recebem um pouco mais que MÍSEROS 5 (cinco) salários mínimos.

    1.3 - MAIS DE R$100.000,00 (CEM MIL REAIS) será a diferença salarial anual entre Analistas e Técnicos, sendo que ambos trabalham lado a lado, no exercício de atividades de alta complexidade e lidam com o PJE (Processo Judicial Eletrônico).

    2 – DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS - Diferença de 7,75% entre Analista C13 e Juiz Federal Titular versus ABISMO SALARIAL de 64,07% entre Analista e Técnico

    O final de carreira do Analista terá apenas 7,75% de diferença para o Juiz Federal Titular. De forma contraditória e ABSURDA, a diferença entre o Analista C13 e o Técnico C13 será de 64,07%, ou seja, ABISMO SALARIAL para os Técnicos e SUPERVALORIZAÇÃO para os Analistas.




    JUIZ FEDERAL TITULAR

    ANALISTA JUDICIÁRIO C13 (com 3% de ações de treinamento e doutorado)

    DIFERENÇA PERCENTUAL ENTRE OS CARGOS


    R$25.260,20





    Total = R$23.443,15

    Vencimento básico = R$10.883,07

    GAJ = R$9.794,76

    Adicional de Qualificação (Doutorado) = R$1.360,38

    Ações de Treinamento (3%) = R$652,98

    Auxílio-alimentação = R$751,96

    7,75%









    ANALISTA JUDICIÁRIO (C13)

    TÉCNICO JUDICIÁRIO (C13)

    DIFERENÇA PERCENTUAL ENTRE OS CARGOS


    R$20.677,83

    R$12.602,93

    64,07%


    3 – SOLUÇÃO

    Seguem duas propostas para solucionar esse injusto aumento do abismo salarial:

    1)      Aprovação da EMENDA 03 ao PL 7920/14, que passa o cargo do Técnico para nível superior. Embora o abismo salarial permaneça nesse PL, haveria maiores chances de valorização dos Técnicos em futuras campanhas salariais. Além disso, não haveria impacto orçamentário e seria um forma de reconhecer o que já ocorre, na prática, ou seja, os Técnicos exercem atividades de alta complexidade desde a posse;

    2)      Apresentação de um substitutivo ao PL 7920/14, pelo STF, adotando a Sobreposição na Carreira, IMEDIATAMENTE, com o final de carreira do Técnico atingindo, no mínimo, o B8 do Analista.

    Participem do Movimento Nacional pela Valorização dos Técnicos Judiciários – MOVATEC.

    Acessem e divulguem o artigo que defende a EMENDA 03 do PL 7920/2014:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Galizezin
    Galizezin
    Moderador
    Moderador

    Mensagens : 6681
    Reputação : 291
    Data de inscrição : 13/01/2012

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Galizezin em Sab 01 Nov 2014, 2:16 pm

    Quem diria que, num passado não tão distante havia a sobreposição da tabela dos técnicos à dos analistas, até o A5.

    Quem diria que, nesse passado não tão distante, os técnicos apoiaram melhores salários para os analistas.

    Quem diria que, num futuro não tão distante...

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]



    _________________
    NO RACISM!
    darkshi
    darkshi
    Usuário VIP
    Usuário VIP

    Mensagens : 8695
    Reputação : 245
    Data de inscrição : 14/07/2010

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por darkshi em Dom 02 Nov 2014, 9:37 pm

    O executivo não apenas já disse que iremos levar um zero mas também está declarando que o plano do PT é arrochar todos os servidores públicos.
    Ai ficam os analistas ainda acreditando que se "descolarem" dos técnicos o executivo terá pena deles e irá equipara-los com o ciclo de gestão.

    Sinceramente, querem ganhar que nem gestor? Então estudem para virar um.
    milhocolin
    milhocolin
    Usuário Master
    Usuário Master

    Cargo : Hey, Apple!
    Mensagens : 620
    Reputação : 21
    Data de inscrição : 17/06/2011

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por milhocolin em Dom 02 Nov 2014, 10:13 pm

    Pra quem acha que o principal problema da nossa carreira são os antigões incorporados, hoje pesquisando um assunto aleatório me assustei com a folha de pagamento de uma PREFEITURA de uma cidade extremamente quebrada: Campinas.

    Vejam com seus próprios olhos: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Diretores de escola recebendo 20, 30 mil reais

    Professores de ensino infantil recebendo acima de 12 mil reais.

    Entre outras coisas, o arquivo tem mais de 100 páginas.

    Por aí vejo o quanto estamos na merd*... longe de mim menosprezar uma carreira nobre como o magistério, até porque a minha mãe era professora, uma linda e honrada profissão. Mas vejam para onde está indo nosso barco... galera antigona que dá 4 horas aula por dia e ganha 5 vezes mais que um "jumento" que fica 7 horas ralando em gabinete, dizendo "sim senhor" o dia todo.

    Conteúdo patrocinado

    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Ter 20 Ago 2019, 10:38 am