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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

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    Mensagem por darkshi em Seg 05 Set 2016, 1:00 pm

    Vademekun. Para solucionar o problema é necessário pensar em algo mais criativo. Sair das amarras da atual carreira.
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    Mensagem por VadeMekum em Seg 05 Set 2016, 2:44 pm

    Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?
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    Mensagem por Frodo em Seg 05 Set 2016, 2:47 pm

    cesarblf escreveu:Se vocês fossem GESTORES MAIORES DO JUDICIÁRIO e analisassem a forte tendência jurisprudencial no sentido de identificação do desvio de função do técnico, como responderiam aos seguintes questionamentos:

    - QUAL É O PERFIL NECESSÁRIO DE SERVIDOR PARA TRABALHAR NO PJE?

    - COMO RESOLVER E ATENUAR O CONFLITO DE ATRIBUIÇÕES ENTRE SERVIDORES A MÉDIO E LONGO PRAZO?

    - SOB O ASPECTO ORÇAMENTÁRIO (PRINCIPAL TEMA EM TUDO), O QUE É MELHOR PARA O PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO: VALORIZAR O TÉCNICO OU EXTINGUIR O SEU CARGO?

    - O QUE ACONTECE COM A EXTINÇÃO DO CARGO DO TÉCNICO? É POSSÍVEL ATUALMENTE? OCORRERÁ O MESMO QUE ACONTECEU COM OS AUXILIARES?

    - QUEM SAI, EFETIVAMENTE, GANHANDO COM O AUMENTO DE NÚMERO DE ANALISTAS?

    - COM O AUMENTO SUBSTANCIAL DE ANALISTAS, FUTUROS AUMENTOS SERÃO MAIS OU MENOS FREQUENTES?

    - QUAL É O PERFIL NECESSÁRIO DE SERVIDOR PARA TRABALHAR NO PJE?
    Perfil funcional e concurso são coisas incompatíveis. No máximo você é capaz de de traçar requisitos de ingresso. Concurso não mede capacidade laboral, experiência, competência e muito menos perfil funcional, concurso é um mero filtro de conhecimentos acumulados momentaneamente.

    - COMO RESOLVER E ATENUAR O CONFLITO DE ATRIBUIÇÕES ENTRE SERVIDORES A MÉDIO E LONGO PRAZO?
    Estudar com seriedade o caso e reconhecer o erro (se for o caso), buscar uma forma de amenizar a situação imediatamente e propor solução definitiva a ser implantada gradualmente.

    - SOB O ASPECTO ORÇAMENTÁRIO (PRINCIPAL TEMA EM TUDO), O QUE É MELHOR PARA O PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO: VALORIZAR O TÉCNICO OU EXTINGUIR O SEU CARGO?
    Orçamentariamente, entre estas 2 opções apenas, valorizar o técnico, pois... (continua na próxima questão)

    - O QUE ACONTECE COM A EXTINÇÃO DO CARGO DO TÉCNICO? É POSSÍVEL ATUALMENTE? OCORRERÁ O MESMO QUE ACONTECEU COM OS AUXILIARES?
    Redução do corpo funcional. Com o orçamento cada vez mais limitado não será possível uma conversão 1 para 1 de técnico em analista, os cargos de técnicos serão declarados extintos sem conversão, e novos analistas dependerão sempre de projetos de lei criando novos cargos. (não sei o que aconteceu com os auxiliares)

    - QUEM SAI, EFETIVAMENTE, GANHANDO COM O AUMENTO DE NÚMERO DE ANALISTAS?
    (Aqui, assumo que a extinção de TJ foi considerada efetivada)
    Ninguém! Para o órgão, isto é prejuízo. Para os concurseiros, será apenas 1 ponto de entrada. Para a população, é mais dinheiro pelo mesmo serviço.

    - COM O AUMENTO SUBSTANCIAL DE ANALISTAS, FUTUROS AUMENTOS SERÃO MAIS OU MENOS FREQUENTES?
    Hoje não conseguimos garantir nem a reposição inflacionária, imagine aumento...
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    Mensagem por Frodo em Seg 05 Set 2016, 3:05 pm

    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

    Áreas Especializadas: medicina, contabilidade, engenharia, informática, etc.
    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"


    Última edição por Frodo em Seg 05 Set 2016, 3:06 pm, editado 1 vez(es) (Razão : correção gramatical)
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    Mensagem por VadeMekum em Seg 05 Set 2016, 4:42 pm

    Frodo escreveu:
    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

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    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?
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    Mensagem por Frodo em Seg 05 Set 2016, 5:10 pm

    VadeMekum escreveu:
    Frodo escreveu:
    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

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    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

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    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

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    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

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    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?

    Eu sou defensor de carreira bem definida com 1 único ponto de acesso. Ponto.

    O melhor cargo para definir isto, hoje em dia, seria o cargo de técnico pois transformar 1 cargo de AJ em TJ é viável, enquanto transformar 1 TJ em AJ não é possível economicamente falando.

    A questão de NS eu não gosto de discutir, mas dentre os diversos ponto, com certeza ter um cargo de NS facilita as discussões salarias.

    Quanto a sua última questão, não é o que alguém "poderia", mas sim o que alguém "faz". Numa discussão de melhoria da carreira não podemos divagar em possíveis atribuições, temos que pegar as atribuições existentes e as filtrar. Respondendo, os técnico sem NS já fazem o mesmo que os analista, não é o NS que distingue as atividades.
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    Mensagem por Correr Atrás em Seg 05 Set 2016, 5:10 pm

    Já existe um cargo de NS. Analista. Se são necessários mais cargos de NS, criem-se mais cargos de Analista. Quanto à extinção dos cargos de técnico a medida que forem vagando, creio que seja uma tendência.
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    Mensagem por PCS-TRE em Seg 05 Set 2016, 5:20 pm

    Frodo escreveu:
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    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

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    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

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    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

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    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?

    Eu sou defensor de carreira bem definida com 1 único ponto de acesso. Ponto.

    O melhor cargo para definir isto, hoje em dia, seria o cargo de técnico pois transformar 1 cargo de AJ em TJ é viável, enquanto transformar 1 TJ em AJ não é possível economicamente falando.

    A questão de NS eu não gosto de discutir, mas dentre os diversos ponto, com certeza ter um cargo de NS facilita as discussões salarias.

    Quanto a sua última questão, não é o que alguém "poderia", mas sim o que alguém "faz". Numa discussão de melhoria da carreira não podemos divagar em possíveis atribuições, temos que pegar as atribuições existentes e as filtrar. Respondendo, os técnico sem NS já fazem o mesmo que os analista, não é o NS que distingue as atividades.

    Seria possível transformar de 3 pra 2.
    Mas isso só teria viabilidade se fosse feita uma reestruturação total, com reorganização das atribuições, dos processos de trabalho, até fechamento de unidades ou mesmo a fusão de alguns ramos do Poder Judiciário.
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    Mensagem por darkshi em Seg 05 Set 2016, 5:35 pm

    VadeMekum escreveu:
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    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

    Áreas Especializadas: medicina, contabilidade, engenharia, informática, etc.
    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?

    Não sei se vc percebeu. Mas o problema já existe mesmo com o Técnico sendo NM.
    Qual é o serviço hoje realizado pelo AJAJ que o TJ não pode realizar?
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    Mensagem por VadeMekum em Seg 05 Set 2016, 5:53 pm

    Não sei se vc percebeu. Mas o problema já existe mesmo com o Técnico sendo NM.
    Qual é o serviço hoje realizado pelo AJAJ que o TJ não pode realizar?[/quote]


    Sim, é notório.

    Por isso pergunto: PRA QUÊ manter dois cargos de NS que fazem o MESMO serviço?

    Se enquanto NM, isso já é um descompasso, ao se exigir NS para TJ passará a ser uma falta de bom senso.

    O que parece evidente, e ninguém quis comentar abertamente, sabe-se lá por que, é que no âmbito do PJU inexiste uma atribuição específica de um AJ, a qual um TJ com o MESMO NS do AJ, não possa desempenhar.

    O que impede um TJ NS em Direito de minutar? Um TJ NS em medicina de atender servidores (desde que o concurso para ingresso seja para TJ - NS - especialidade medicina)? Nada.

    Também não adianta mudar a nomenclatura dos cargos, tipo AJ virar "consultor judiciário" e TJ "auditor judiciário" (oi?), ambos de NS, ambos fazendo a MESMA coisa, só que o consultor ganhando X+1, e o auditor, X.

    O problema só se perpetua: mudam nomenclaturas, mudam pre-requisitos de investidura (pros TJ), mas a diferença remuneratória permanece.

    O foco na minha opinião é: ou só se mantém 01 (UM) cargo de NS, ou então, que se defina uma atribuição exclusiva de Analista, que um TJ de MESMA formação E condição de ingresso do tal Analista não possa realizar. Só isso justificaria a mantença de dois cargos de NS.
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    Mensagem por darkshi em Seg 05 Set 2016, 6:03 pm

    A falta de bom senso já existe hoje.
    só faz sentido manter duas carreiras separadas se as duas forem fundamentalmente diferenciadas. Se não for gera incontáveis problemas.
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    Mensagem por herval em Ter 06 Set 2016, 9:45 am

    Notícias
    DECISÃO: Desvio de função de servidora pública não é reconhecido pelo Tribunal

    02/09/16 18:45
    DECISÃO: Desvio de função de servidora pública não é reconhecido pelo Tribunal

    Por unanimidade, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região não acolheu o recurso de uma servidora pública contra a sentença da 10ª Vara da Seção Judiciária de Belo Horizonte/MG que não reconheceu o desvio de função alegado pela autora em virtude de ela exercer atribuições que não condiziam com o cargo para o qual foi aprovada por meio de concurso público.

    Em suas alegações recursais, a servidora pública sustenta que fez concurso para o cargo de Assistente de Administração (nível médio), porém exerce efetivamente a função de Secretária Executiva (nível superior) na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Segundo a apelante, para evitar enriquecimento sem causa da União e, tendo em vista o desvio de função, ela faz jus ao recebimento da diferença entre a remuneração percebida e aquela prevista para o cargo cujas atribuições são de fato exercidas.

    Ao analisar o caso, o relator, juiz federal convocado Warney Paulo Nery Araújo, constatou que a documentação anexada aos autos demonstra que a apelante efetivamente exerceu atribuições com responsabilidades superiores às do cargo ocupado, porém ela desempenhou essas atividades mediante retribuição de função comissionada.

    O magistrado ponderou que “o exercício de função ou cargo de confiança, por servidores efetivos, configura situação da qual decorre acréscimo remuneratório, conforme previsão legal, justamente para evitar-se a colocação do servidor em atividades alheias àquelas que por lei referem-se ao cargo ocupado e o enriquecimento sem causa da Administração”.

    Para o juiz Warney, entretanto, “não há que se falar em desvio de função se o servidor, em decorrência de sua designação para o exercício de função comissionada, exerce atribuições de cargo de nível superior atinentes a essa função ou mesmo de cargo de provimento efetivo diverso do seu”.

    Com esses argumentos, a Turma, acompanhando o voto do relator, negou provimento ao recurso.

    Processo nº: 2005.38.00.003794-2/MG

    Data do julgamento: 06/04/2016
    Data da publicação: 19/05/2016

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    Mensagem por RELATOR em Qua 07 Set 2016, 4:04 pm

    Se a ideia de elevar os tecnicos para novel superior, valorizando a categoria, teria que se exigir para analista especialização(pos Graduação)
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    Mensagem por herval em Qua 07 Set 2016, 4:39 pm

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    isso inviabilizará quaisquer NOVO pcs :

    1. terceirizados fazendo atividade fim por menos da metade do salário e trabalhando com mesma carga horária não justifica aumentos salariais FUTUROS para servidores estatutários. Simples conta orçamentária... com salário de 25 técnicos jud em final de carreira seria mais econômico e motivador contratar 100 terceirizados exigindo nível superior ou universitário e pagando R$2.000,00

    2. Não justificaria aumentar salarios de técnicos e nem tampouco de analistas. Podendo contratar empresa terceirizada;

    3. No cronograma do governo atual há firme proposta de reduzir o número de cargos futuros para concursos em virtude disso. sem necessidade contratar mais servidores públicos no jud

    4. Quem se aposentar nem pense que terá aumentos iguais ao da ativa. seria ilógico pela atual equipe econômica

    5. Terceirizados tem de diversos tipos, apadrinhados, dedicados, necessitados, fingidos, motivados, alguns sinceros, outro interesseiros.....faz parte..... mais o caldo engrossa pois o caldeirão já tá grosso com tantas brigas internas entre analistas x técnicos.....tendência de engrossar mais com tanta gente desempregada em todas as áreas querendo ganhar R$2.000,00

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    Mensagem por Mestre dos Magos! em Qui 15 Set 2016, 9:28 am

    Ô dó.

    (Tem doido pra todo lado, credo!) - Esse discurso vitimista do MOVATEC de que os pobres técnicos são explorados por "tudo e por todos" com "dedo de seta" apontado para os AJAJ já deu. É um discurso divisionista que nada agrega ao debate, raso, sorrateiro, inadequado e, convenhamos, nada convincente. É tentar converter os ja convertidos. Que falem para surdos. Merecem a oposição dos extremistas da ANAJUSZEROAESQUERDA.
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    Mensagem por Oziris em Qui 15 Set 2016, 10:18 am

    Galera lá é muito engraçada mesmo!

    Eles deviam começar o protesto exigindo que todos os seus "seguidores" entreguem suas FC's e CJ's em forma de retaliação aos AJAJ's e outros AJ's "fascistas opressores".

    Técnico reclamar que faz serviço de analista ganhando FC ou CJ não cola. Já existe farta jurisprudência sobre isso. Da mesma forma não cola o papo do AJAJ reclamar que faz serviço de juiz ganhando FC ou CJ.


    Mestre dos Magos! escreveu:
    Ô dó.

    (Tem doido pra todo lado, credo!) - Esse discurso vitimista do MOVATEC de que os pobres técnicos são explorados por "tudo e por todos" com "dedo de seta" apontado para os AJAJ já deu. É um discurso divisionista que nada agrega ao debate, raso, sorrateiro, inadequado e, convenhamos, nada convincente. É tentar converter os ja convertidos. Que falem para surdos. Merecem a oposição dos extremistas da ANAJUSZEROAESQUERDA.
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    Mensagem por rijomo2015 em Seg 19 Set 2016, 11:26 am

    Pessoal, alguém recebeu o AQ de nível superior?
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    Mensagem por Fhighlander em Seg 19 Set 2016, 4:38 pm

    Pior do que convencer as pessoas a pararem de ficar chorando e repetindo a mesma história propagada aos 4 ventos pelo cabeça da MOVATEC é fazer entender que estamos no mesmo barco e que a melhora tem que ser para carreira como um todo e não para grupo XYZ.

    E essa galera da ANAJUS tem um pé no fundamentalismo islâmico de tamanho radicalismo, outro pessoal pra lá de intolerante.

    E a pergunta que não quer calar é: quem poderá nos defender?

    Mestre dos Magos! escreveu:
    Ô dó.

    (Tem doido pra todo lado, credo!) - Esse discurso vitimista do MOVATEC de que os pobres técnicos são explorados por "tudo e por todos" com "dedo de seta" apontado para os AJAJ já deu. É um discurso divisionista que nada agrega ao debate, raso, sorrateiro, inadequado e, convenhamos, nada convincente. É tentar converter os ja convertidos. Que falem para surdos. Merecem a oposição dos extremistas da ANAJUSZEROAESQUERDA.
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    Mensagem por Fhighlander em Seg 19 Set 2016, 4:40 pm

    Na mosca, meu amigo.

    Receber qualquer vantagem pecuniária a mais pra fazer serviço alheio ao cargo é automaticamente aceitar a mordaça. E não adianta chorar...

    Oziris escreveu:Galera lá é muito engraçada mesmo!

    Eles deviam começar o protesto exigindo que todos os seus "seguidores" entreguem suas FC's e CJ's em forma de retaliação aos AJAJ's e outros AJ's "fascistas opressores".

    Técnico reclamar que faz serviço de analista ganhando FC ou CJ não cola. Já existe farta jurisprudência sobre isso. Da mesma forma não cola o papo do AJAJ reclamar que faz serviço de juiz ganhando FC ou CJ.


    Mestre dos Magos! escreveu:
    Ô dó.

    (Tem doido pra todo lado, credo!) - Esse discurso vitimista do MOVATEC de que os pobres técnicos são explorados por "tudo e por todos" com "dedo de seta" apontado para os AJAJ já deu. É um discurso divisionista que nada agrega ao debate, raso, sorrateiro, inadequado e, convenhamos, nada convincente. É tentar converter os ja convertidos. Que falem para surdos. Merecem a oposição dos extremistas da ANAJUSZEROAESQUERDA.
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    Mensagem por Rodssss em Seg 19 Set 2016, 6:33 pm

    VadeMekum escreveu:
    Frodo escreveu:
    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

    Áreas Especializadas: medicina, contabilidade, engenharia, informática, etc.
    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?
    Cara se é pra ter todo mundo com NS é mais lógico manter os técnicos do jeito que eles já estão e quando for vagando o quatro de Técnicos ir convertendo essas vacâncias em cargos de analista e não essa solução doida que você ta falando ai.
    Onde já se viu dar ns pra técnico pra depois extinguir os cargos de analista que são originariamente de nível superior.?!?!?
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    Mensagem por MarujoTRT em Ter 20 Set 2016, 7:35 am

    Rodssss escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    Frodo escreveu:
    VadeMekum escreveu:Então, mas uma dessas amarras é inchar uma carreira com dois cargos de nível superior que fazem o mesmo trabalho, gerando com isso esse desnivelamento institucional.

    Melhor deixar só o técnico com NS, tanto pra área-fim quanto pra área-meio.

    Ou haveria problema em contratar um TJ (escolaridade NS) especialidade medicina, psicologia, contabilidade, engenharia, etc?

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

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    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?
    Cara se é pra ter todo mundo com NS é mais lógico manter os técnicos do jeito que eles já estão e quando for vagando o quatro de Técnicos ir convertendo essas vacâncias em cargos de analista e não essa solução doida que você ta falando ai.
    Onde já se viu dar ns pra técnico pra depois extinguir os cargos de analista que são originariamente de nível superior.?!?!?

    Amigo a solução que aqui se busca não é pautada pela lógica, mas pela busca de dobrar os salários sem prestar o concurso devido...simples assim.

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    Mensagem por Solange4 em Ter 20 Set 2016, 9:52 am

    rijomo2015 escreveu:Pessoal, alguém recebeu o AQ de nível superior?

    Eu não recebi, porque já recebo AQ de especialização. Mas aqui na JFSP os técnicos com NS receberam os 5% sim.
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    Mensagem por SHOMANO em Ter 20 Set 2016, 10:07 am

    MarujoTRT escreveu:
    Rodssss escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    Frodo escreveu:

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

    Áreas Especializadas: medicina, contabilidade, engenharia, informática, etc.
    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊ o AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?
    Cara se é pra ter todo mundo com NS é mais lógico manter os técnicos do jeito que eles já estão e quando for vagando o quatro de Técnicos ir convertendo essas vacâncias em cargos de analista e não essa solução doida que você ta falando ai.
    Onde já se viu dar ns pra técnico pra depois extinguir os cargos de analista que são originariamente de nível superior.?!?!?

    Amigo a solução que aqui se busca não é pautada pela lógica, mas pela busca de dobrar os salários sem prestar o concurso devido...simples assim.


    BOM MESMO É AUXÍLIO MORADIA....
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    Mensagem por darkshi em Ter 20 Set 2016, 10:14 am

    MarujoTRT escreveu:

    Amigo a solução que aqui se busca não é pautada pela lógica, mas pela busca de dobrar os salários sem prestar o concurso devido...simples assim.


    Como se vcs não quisessem equiparação com o ciclo de gestão e carreiras legislativas.
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    Mensagem por androsvilazza em Ter 20 Set 2016, 10:18 am

    MarujoTRT escreveu:
    Rodssss escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    Frodo escreveu:

    A questão toda envolve o estudo da carreira e identificação dos cargos.

    É ilógico você ter um cargo com 2 pontos de acesso. TJAAs e AJAAs são chamados para o exercício da mesma atividade, no mesmo ambiente, com o mesmo escopo.

    O correto é que todos que irão realizar o mesmo trabalho acessem a carreira pelo mesmo ponto.

    Algumas identificações para facilitar:

    Área Administrativa: atividades relacionadas ao dia-a-dia dos tribunais.
    É notória a existência deste cargo. É possível a sua extinção? Quem exerce esta atividade precisa de conhecimentos específicos aprofundados, ou exercício de atividade regulada?

    Área Judiciária: atividades de apoio jurídico.
    Normalmente exercida como apoio a juízes e a alta administração. Exige conhecimentos específicos de direito. Caracterizado que o exercício de função comissionada é uma carreira a parte, e que normalmente quem executa estas atividades é retribuído com função comissionada, este cargo possui razão de existência? Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar que pessoas que realizaram concurso distinto (área administrativa) realizem estas atividades?

    Áreas Especializadas: medicina, contabilidade, engenharia, informática, etc.
    Todas as ponderações acima para cada área encontrada, mas principalmente: "Considerando-se este cargo como necessário, é razoável aceitar (ou possível permitir) que pessoas que realizaram concurso distinto realizem estas atividades?"

    Por isso mesmo, defina-se que o "ponto de acesso" seja a investidura no cargo de TJ - com escolaridade elevada para nível superior, uai.

    Os cargos de AJ, na medida em que forem vacando, podem ser ou extintos, ou transformados em cargos vagos de TJ com NS.

    A menos que se distinga uma atividade de nível superior que só AJ possa desempenhar, e uma outra atividade de nível superior que só TJ possa desempenhar, é no mínimo incoerente uma carreira abrigar dois cargos que exijam NS, para se fazer a MESMA coisa, só que um ganha X, e outro X+1.

    A problemática toda se resume a este questionamento:

    Mas trazendo a controvérsia para o PJU: O QUÊo AJ poderia fazer, que o TJ, COM ESCOLARIDADE ELEVADA PARA NS (E COM O MESMO CURSO SUPERIOR DO AJ) NÃO poderia fazer?
    Cara se é pra ter todo mundo com NS é mais lógico manter os técnicos do jeito que eles já estão e quando for vagando o quatro de Técnicos ir convertendo essas vacâncias em cargos de analista e não essa solução doida que você ta falando ai.
    Onde já se viu dar ns pra técnico pra depois extinguir os cargos de analista que são originariamente de nível superior.?!?!?

    Amigo a solução que aqui se busca não é pautada pela lógica, mas pela busca de dobrar os salários sem prestar o concurso devido...simples assim.


    Enquanto a (com todo o respeito) cachorrada fica latindo essa ladainha de "dobrar os salários", "concurso", "trem da alegria", etc. o verdadeiro trem vai passando desapercebido.

    Não sei bem há quanto tempo vocês entraram no serviço público, mas posso afirmar que estão parados no tempo, mais especificamente algumas décadas parados no tempo. Onde já se viu, acreditar que a história de NS para técnico possibilite aumentar os salários dos técnicos, via "reenquadramento/equiparação/isonomia" (ou qualquer outro termo técnico-jurídico similar). Em primeiro lugar, estamos (há tempos) na era da retirada de direitos, NÃOda criação de "novos direitos", ainda que seja para "poucos" (a única exceção, já sabemos, é para os membros de Poder - juízes, promotores, procuradores, legisladores - para estes o céu é o limite). em segundo lugar, já há jurisprudência pacificada no sentido de ser ilegal a investidura em cargo por via indireta. Não há, portanto, base legal para esperanças de TJ's (nem para receios de AJ's) quanto a um suposto "trem da alegria", que já não acontece faz tempo, em qualquer carreira, independente do nível de poder - municipal, estadual ou federal. Quem insiste nessa tese está vivendo num mundo fantasioso.

    Voltando ao mundo real, e à pergunta do colega: "Qual a lógica de se dar NS para técnicos, e posteriormente nomear mais técnicos do que analistas, que são originariamente de nível superior?"

    A resposta é simples: margem orçamentária. Como eu disse, estamos numa era em que os únicos novos direitos são criados para Membros de Poder, e estes, sabidamente, repartem o "bolo do orçamento" com os servidores. Então, para que os Membros mantenham (ou aumentem) suas benesses, é importante que o conjunto de servidores abarque a menor parcela possível do orçamento, sem prejuízo do serviço prestado.

    Aí é que entra uma suposta substituição, paulatina, de AJs por TJs, desde que os novos TJs realizem as mesmas tarefas que os AJs ora "substituídos" costumavam realizar, e isso pela "metade" do custo. De fato, isso já é uma tendência no MPU, e só não enxerga quem não quer ver. A diferença é que aqui foram criados cargos em comissão para assistentes de Procurador, e aumentados seus vencimentos (transformados de CC2 para CC4 - o que equivaleria, creio, à transformação de FC5 para CJ1 no PJU). Assim, seriam atraídos ao MPU novos talentos, sem concurso (comissionados), e a um custo menor do que um AJ em início de carreira.

    Como também é regra na iniciativa privada, a ADMINISTRAÇÃO não pode nos ver como "pessoas", "servidores", "colaboradores". À ADMINISTRAÇÃO, cabe nos enxergar como números. E, por números, entenda-se produtividade e custo. O ponto de interesse para eles, portanto, é aumentar (ou manter) a produtividade, a custos cada vez menores. E o número de servidores, para eles, não interessa, desde que se mantenha o custo final. Portanto, a substituição de servidores mais onerosos, por outros, menos onerosos, seria interessante.

    Eu, pessoalmente, não acredito que o caminho seja a mera extinção do quadro de Analistas. Acredito que uma reformulação da carreira dos servidores do PJU/MPU passe por uma readequação dos cargos à nova realidade vivenciada no trabalho. Talvez um enxugamento do quadro de Analistas, e assunção de parte das suas atividades por técnicos (com ou sem NS).

    Por exemplo, bastaria que se definisse a minuta de despachos, e outras peças jurídicas mais simples, como "atividade de média complexidade", e se repassasse essa atribuição aos técnicos. Os analistas, por sua vez, ficariam restritos à confecção de sentenças, e outras peças jurídicas de maior complexidade. Tal reestruturação das atividades, per se, já justificaria a necessidade por um quadro maior de técnicos, e menor de analistas. Não sei se necessariamente com a adoção de NS para técnico, mas como as discussões hoje caminham nesse sentido, talvez seja este o próximo passo.

    Não sei se tal realidade seria atraente aos técnicos, posto que segregaria a carreira em dois cargos numericamente muito distintos: um carreirão (de técnicos), certamente subvalorizado por ser extenso demais, e uma carreira mais enxuta (de analistas), possivelmente melhor valorizada. Se a tal MOVATEC pretende a valorização dos técnicos com NS, pode ser um tremendo tiro no pé. Por outro lado, a ANAJUS (mais uma vez) pode estar advogando contra potenciais interesses de analistas.

    Mas, no final, uma coisa é certa: o orçamento do PJU não comporta uma carreira de 120 mil analistas. E isso vale tanto para os que acreditam que o salário de técnicos possa se equiparar ao de analistas, quanto para os que acreditam na possibilidade de extinção da carreira de técnico, e nomeação apenas de analistas.

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    Mensagem por sonhador em Seg 31 Out 2016, 1:05 pm

    Pessoal, nem os técnicos são santos e nem tampouco os analistas. Não estamos em busca de justiça pura e simples, estamos em busca do que seja o melhor possível para nós próprios. Não temos qualquer diferença, em termos de conduta moral, para os juízes e procuradores. A principal diferença está em que eles conseguem fazer conosco o que gostaríamos de fazer uns com os outros aqui embaixo. Os analistas sabem que jamais dariam conta sozinhos do serviço atinente ao NS, mas fingem que não sabem para ao mesmo tempo não querer a elevação dos técnicos, pois tudo isso é conveniente; e os técnicos fazem serviço de NS adorando receber FCs (alguns se achando importantes), sabendo que o correto seria abrir mão delas, mas fingem que não sabem e ainda reclamam da situação, pois tudo isso é conveniente. Somos um bando de hipócritas, iguaizinhos a quase todos os outros grupos que existem por este mundo, em múltiplas e inúmeras batalhas e guerras. Ninguém quer o correto; todos querem o conveniente, com um ridículo verniz de risível moralidade.
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    Mensagem por Protocol em Qua 02 Nov 2016, 8:51 pm

    A única justificativa que vejo no atual momento para a aprovação do NS seria para justificar o valor da remuneração dos técnicos judiciários, já que ao contrário da CD e SF, a carreira tem bastante visibilidade.

    Com isso apenas digo que o TJ ganha remuneração superior a cargos no executivo federal e nos estados e municípios, com exigência de nível superior, o que pode ser um obstáculo em futuras campanhas salarias. Alias, considerando tudo o que já foi dito neste espaço, me parece incompatível com as atribuições exercidas pelos TJ, além do valor atual da remuneração, exigir como requisito para acesso ao cargo tão somente ensino médio.

    Só que não vejo do ponto de vista financeiro, ainda mais com a futura limitação dos gastos públicos, como isto poderia se dar com sobreposição de tabelas em relação aos analistas judiciários.

    Esta discussão é inócua tanto para analistas quanto para técnicos.

    A atual carreira não é satisfatória para ambos os cargos. O esquema remuneratório (VB+GAJ), idem, e acho que o este ciclo se esgotou.

    O ideal é que se discuta uma nova carreira, e um novo sistema de cargos comissionados e funções gratificadas que privilegie competências.

    A campanha para reajuste em 2019 possivelmente será a mais dura na história da carreira. Se não formos criativos e começarmos a repensar certos dogmas, corremos o risco de ficar sem nada.
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    Mensagem por darkshi em Qui 03 Nov 2016, 9:45 am

    NS para técnico atualmente só teria uma unica justificativa. A de evitar o sucateamento do cargo no futuro.
    Transposição/Equiparação depois da PEC são bandeiras mortas.
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    Mensagem por ptralhasnopoder em Qua 08 Fev 2017, 12:23 pm

    Com a aprovação do nível superior para técnicos, será incorporado o adicional de graduação?
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    Mensagem por pernalonga em Qua 08 Fev 2017, 1:07 pm

    Só pra informar o pessoal sobre o NS, STF está apresentando a seguinte proposta: aumentando a escolaridade do cargo de técnico pra nível superior, o AQ de graduação vai pro brejo, quem tem hoje vai virar VPI congelada forever, quem não tem não vai receber e pronto. Resumindo, a proposta vai ser pra reduzir salário, e não aumentar...
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    TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR  - Página 25 Empty Re: TÉCNICO COM NÍVEL SUPERIOR

    Mensagem por darkshi em Qua 08 Fev 2017, 1:13 pm

    pernalonga escreveu:Só pra informar o pessoal sobre o NS, STF está apresentando a seguinte proposta: aumentando a escolaridade do cargo de técnico pra nível superior, o AQ de graduação vai pro brejo, quem tem hoje vai virar VPI congelada forever, quem não tem não vai receber e pronto. Resumindo, a proposta vai ser pra reduzir salário, e não aumentar...
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    E desde quando isto é ruim?

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