PCS JÁ



    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

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    Mensagem por Cientista em Ter 24 Mar 2015, 11:25 pm

    Até onde sei, Adenir José de Sousa, servidor muito capacitado e considerado uma das cabeças pensantes do TRE-GO
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    Mensagem por seu Mamute de Estimação em Ter 24 Mar 2015, 11:46 pm

    Cientista escreveu:Até onde sei, Adenir José de Sousa, servidor muito capacitado e considerado uma das cabeças pensantes do TRE-GO
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    o projeto dele é inconstitucional.

    não cabe vinculação ao subsídio dos Ministros do STF.

    Constituição Federal:

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:       (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

    XIII - é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público;       (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
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    Mensagem por Convidado em Ter 24 Mar 2015, 11:46 pm

    Um novo PLANO DE CARREIRA POR SUBSÍDIO é essencial para colocarmos a carreira no eixo, para dar um salto de valorização. E subsídio é o único modelo que pode fazer isso, porque será pareado com o subsídio dos juízes. GD também é uma boa opção, porém, os aposentados ganham menos que os da ativa, o que pode gerar resistência. Já basta a resistência dos incorporados neste momento; se tivermos que vencer resistências, com perda de 5 ou 10 anos, aí não teremos mais chance alguma de ombrear a carreira com as mais valorizadas.
    Subsídio, porém, só vale a pena se tiver uma excelente tabela de vencimentos. A ideia é vincular os subsídios dos servidores ao dos juízes, mesmo que informalmente.


    E um Plano de Carreira tem que ser o mais simples possível, com parcela única, sem meandros para golpes e fraudes, sem mais nada.

    1)Define uma excelente tabela salarial,

    2) Define o escalonamento na carreira, tipo niveis de 1 a 13.

    3) Define o valor máximo e valor mínimo de técnico e de analistas.

    Pronto, o resto remete tudo à lei 8112, Estatuto dos servidores.

    Não inclui AQ (adicional de qualificação) pois isso constitui fraude muitas vezes: pessoas compram diplomas.

    Institui hora-extra, para caso de emergências.

    E fim.



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    Mensagem por Convidado em Qui 26 Mar 2015, 8:00 am

    Cientista escreveu:Até onde sei, Adenir José de Sousa, servidor muito capacitado e considerado uma das cabeças pensantes do TRE-GO
    http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/artigos/2829-construindo-o-proximo-plano-de-cargos-e-salarios

    Desculpe a franqueza, mas se esse Adenir é um servidor muito capacitado, imagino os que não são. O cara propõe acabar com as FC-1 até FC-5, mantendo apenas uma FC-6. Aí pergunto: quem vai fazer as audiências? Quantas FC-6 vai existir em cada vara? Uma de assistente de diretor e uma de assistente de juiz?

    Depois o cara viaja propondo que o técnico passe a receber igual ao analista depois de mais 13 anos de serviço. Não sei se o "capacitado" Adenir fez a conta, mas isso significa a dar aos técnicos aposentados uma aumento de mais de 100%. Como o cara é técnico, óbvio que está advogando em causa própria.

    Proposta decente é GD ou subsídio. Não tem essa que um grupo A não quer e um grupo B quer. O que está faltando e peito para o chefe do judiciário (com letras minúsculas de propósito), honre as calças que veste e assuma sua postura de chefe de poder, moralizando as coisas. O primeiro passo foi dado com a derrubada de parte dos quintos. Agora falta mudar o modelo remuneratório, que espero seja em breve.

    Já falei isso uma vez e volto a repetir: técnico não vai virar analista no tapetão. Se quer ser analista faça concurso e passe. Simples assim.

    É por causa de "mentes brilhantes" como esse Adenir e outro doido, um tal James Magalhães, que se apresenta como observador de pássaros e doador de sangue voluntário, que essa carreira é essa bos... que é. Alguém já viu doador de sangue INVOLUNTÁRIO? Tenha paciência.

    Aconselho o Adenir e o James a utilizarem seu tempo ocioso estudando ao invés de propor planos e sonhos que só cabem em séries como Doctor Who e Lost.
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    Mensagem por darkshi em Qui 26 Mar 2015, 9:44 am

    PaladinoRS escreveu:
    Cientista escreveu:Até onde sei, Adenir José de Sousa, servidor muito capacitado e considerado uma das cabeças pensantes do TRE-GO
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    Desculpe a franqueza, mas se esse Adenir é um servidor muito capacitado, imagino os que não são. O cara propõe acabar com as FC-1 até FC-5, mantendo apenas uma FC-6. Aí pergunto: quem vai fazer as audiências? Quantas FC-6 vai existir em cada vara? Uma de assistente de diretor e uma de assistente de juiz?

    Depois o cara viaja propondo que o técnico passe a receber igual ao analista depois de mais 13 anos de serviço. Não sei se o "capacitado" Adenir fez a conta, mas isso significa a dar aos técnicos aposentados uma aumento de mais de 100%. Como o cara é técnico, óbvio que está advogando em causa própria.

    Proposta decente é GD ou subsídio. Não tem essa que um grupo A não quer e um grupo B quer. O que está faltando e peito para o chefe do judiciário (com letras minúsculas de propósito), honre as calças que veste e assuma sua postura de chefe de poder, moralizando as coisas. O primeiro passo foi dado com a derrubada de parte dos quintos. Agora falta mudar o modelo remuneratório, que espero seja em breve.

    Já falei isso uma vez e volto a repetir: técnico não vai virar analista no tapetão. Se quer ser analista faça concurso e passe. Simples assim.

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    Aconselho o Adenir e o James a utilizarem seu tempo ocioso estudando ao invés de propor planos e sonhos que só cabem em séries como Doctor Who e Lost.


    Debate se faz com troca de ideias. Quem acha que debate se faz com pedras e chutes na cabeça deveria se retirar do recinto.
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    Mensagem por Convidado em Qui 26 Mar 2015, 11:08 am

    darkshi escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    Cientista escreveu:Até onde sei, Adenir José de Sousa, servidor muito capacitado e considerado uma das cabeças pensantes do TRE-GO
    http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/artigos/2829-construindo-o-proximo-plano-de-cargos-e-salarios

    Desculpe a franqueza, mas se esse Adenir é um servidor muito capacitado, imagino os que não são. O cara propõe acabar com as FC-1 até FC-5, mantendo apenas uma FC-6. Aí pergunto: quem vai fazer as audiências? Quantas FC-6 vai existir em cada vara? Uma de assistente de diretor e uma de assistente de juiz?

    Depois o cara viaja propondo que o técnico passe a receber igual ao analista depois de mais 13 anos de serviço. Não sei se o "capacitado" Adenir fez a conta, mas isso significa a dar aos técnicos aposentados uma aumento de mais de 100%. Como o cara é técnico, óbvio que está advogando em causa própria.

    Proposta decente é GD ou subsídio. Não tem essa que um grupo A não quer e um grupo B quer. O que está faltando e peito para o chefe do judiciário (com letras minúsculas de propósito), honre as calças que veste e assuma sua postura de chefe de poder, moralizando as coisas. O primeiro passo foi dado com a derrubada de parte dos quintos. Agora falta mudar o modelo remuneratório, que espero seja em breve.

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    Debate se faz com troca de ideias. Quem acha que debate se faz com pedras e chutes na cabeça deveria se retirar do recinto.

    Concordo plenamente com vc. Devemos sempre trocar idéias - leia-se "propostas razoáveis" - e não devaneios. O que foi apresentado não é uma idéia e sim um tremendo devaneio.

    Apenas pra não se alongar muito, em sendo posto em prática tal devaneio, os agentes de segurança ganhariam mais que o analista em final de carreira e igual aos oficiais de justiça, pois a GAE é igual a GAS e a proposta é de igualar os técnicos aos analistas apenas pelo decurso do tempo de serviço. Quer apresentar uma proposta, então apresente algo possível e não um sonho.

    Essa proposta seria enterrar de vez a carreira de analista. Em passando, o cargo mais concorrido do judiciário seria o agente de segurança, que vai ganhar igual ao oficial de justiça pra ficar o expediente todo no fórum lendo jornal. Faça-me rir.
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    Mensagem por Sem Frescura em Qui 26 Mar 2015, 12:29 pm

    PaladinoRS escreveu:
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    Concordo plenamente com vc. Devemos sempre trocar idéias - leia-se "propostas razoáveis" - e não devaneios. O que foi apresentado não é uma idéia e sim um tremendo devaneio.

    Apenas pra não se alongar muito, em sendo posto em prática tal devaneio, os agentes de segurança ganhariam mais que o analista em final de carreira e igual aos oficiais de justiça, pois a GAE é igual a GAS e a proposta é de igualar os técnicos aos analistas apenas pelo decurso do tempo de serviço. Quer apresentar uma proposta, então apresente algo possível e não um sonho.

    Essa proposta seria enterrar de vez a carreira de analista. Em passando, o cargo mais concorrido do judiciário seria o agente de segurança, que vai ganhar igual ao oficial de justiça pra ficar o expediente todo no fórum lendo jornal. Faça-me rir.

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    Mensagem por darkshi em Qui 26 Mar 2015, 5:25 pm

    PaladinoRS escreveu:
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    Depois o cara viaja propondo que o técnico passe a receber igual ao analista depois de mais 13 anos de serviço. Não sei se o "capacitado" Adenir fez a conta, mas isso significa a dar aos técnicos aposentados uma aumento de mais de 100%. Como o cara é técnico, óbvio que está advogando em causa própria.

    Proposta decente é GD ou subsídio. Não tem essa que um grupo A não quer e um grupo B quer. O que está faltando e peito para o chefe do judiciário (com letras minúsculas de propósito), honre as calças que veste e assuma sua postura de chefe de poder, moralizando as coisas. O primeiro passo foi dado com a derrubada de parte dos quintos. Agora falta mudar o modelo remuneratório, que espero seja em breve.

    Já falei isso uma vez e volto a repetir: técnico não vai virar analista no tapetão. Se quer ser analista faça concurso e passe. Simples assim.

    É por causa de "mentes brilhantes" como esse Adenir e outro doido, um tal James Magalhães, que se apresenta como observador de pássaros e doador de sangue voluntário, que essa carreira é essa bos... que é. Alguém já viu doador de sangue INVOLUNTÁRIO? Tenha paciência.

    Aconselho o Adenir e o James a utilizarem seu tempo ocioso estudando ao invés de propor planos e sonhos que só cabem em séries como Doctor Who e Lost.


    Debate se faz com troca de ideias. Quem acha que debate se faz com pedras e chutes na cabeça deveria se retirar do recinto.

    Concordo plenamente com vc. Devemos sempre trocar idéias - leia-se "propostas razoáveis" - e não devaneios. O que foi apresentado não é uma idéia e sim um tremendo devaneio.

    Apenas pra não se alongar muito, em sendo posto em prática tal devaneio, os agentes de segurança ganhariam mais que o analista em final de carreira e igual aos oficiais de justiça, pois a GAE é igual a GAS e a proposta é de igualar os técnicos aos analistas apenas pelo decurso do tempo de serviço. Quer apresentar uma proposta, então apresente algo possível e não um sonho.

    Essa proposta seria enterrar de vez a carreira de analista. Em passando, o cargo mais concorrido do judiciário seria o agente de segurança, que vai ganhar igual ao oficial de justiça pra ficar o expediente todo no fórum lendo jornal. Faça-me rir.

    Se concordasse teria debatido e não teria "chutado a cabeça" da pessoa que escreveu esta proposta.
    Existe modos de rebater ideias sem ser tacanho e mal educado.

    ps: E vai se acostumando com a ideia da transposição das tabelas. Hj nem se cogita um novo PCS sem ter isto. Aceite que doí menos.
    ps2: E nem comece argumentos com "cargo tal irá ganhar mais que o outro cargo". Isto nunca colou.
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    Mensagem por Convidado em Qui 26 Mar 2015, 10:37 pm

    darkshi escreveu:
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    Desculpe a franqueza, mas se esse Adenir é um servidor muito capacitado, imagino os que não são. O cara propõe acabar com as FC-1 até FC-5, mantendo apenas uma FC-6. Aí pergunto: quem vai fazer as audiências? Quantas FC-6 vai existir em cada vara? Uma de assistente de diretor e uma de assistente de juiz?

    Depois o cara viaja propondo que o técnico passe a receber igual ao analista depois de mais 13 anos de serviço. Não sei se o "capacitado" Adenir fez a conta, mas isso significa a dar aos técnicos aposentados uma aumento de mais de 100%. Como o cara é técnico, óbvio que está advogando em causa própria.

    Proposta decente é GD ou subsídio. Não tem essa que um grupo A não quer e um grupo B quer. O que está faltando e peito para o chefe do judiciário (com letras minúsculas de propósito), honre as calças que veste e assuma sua postura de chefe de poder, moralizando as coisas. O primeiro passo foi dado com a derrubada de parte dos quintos. Agora falta mudar o modelo remuneratório, que espero seja em breve.

    Já falei isso uma vez e volto a repetir: técnico não vai virar analista no tapetão. Se quer ser analista faça concurso e passe. Simples assim.

    É por causa de "mentes brilhantes" como esse Adenir e outro doido, um tal James Magalhães, que se apresenta como observador de pássaros e doador de sangue voluntário, que essa carreira é essa bos... que é. Alguém já viu doador de sangue INVOLUNTÁRIO? Tenha paciência.

    Aconselho o Adenir e o James a utilizarem seu tempo ocioso estudando ao invés de propor planos e sonhos que só cabem em séries como Doctor Who e Lost.


    Debate se faz com troca de ideias. Quem acha que debate se faz com pedras e chutes na cabeça deveria se retirar do recinto.

    Concordo plenamente com vc. Devemos sempre trocar idéias - leia-se "propostas razoáveis" - e não devaneios. O que foi apresentado não é uma idéia e sim um tremendo devaneio.

    Apenas pra não se alongar muito, em sendo posto em prática tal devaneio, os agentes de segurança ganhariam mais que o analista em final de carreira e igual aos oficiais de justiça, pois a GAE é igual a GAS e a proposta é de igualar os técnicos aos analistas apenas pelo decurso do tempo de serviço. Quer apresentar uma proposta, então apresente algo possível e não um sonho.

    Essa proposta seria enterrar de vez a carreira de analista. Em passando, o cargo mais concorrido do judiciário seria o agente de segurança, que vai ganhar igual ao oficial de justiça pra ficar o expediente todo no fórum lendo jornal. Faça-me rir.

    Se concordasse teria debatido e não teria "chutado a cabeça" da pessoa que escreveu esta proposta.
    Existe modos de rebater ideias sem ser tacanho e mal educado.

    ps: E vai se acostumando com a ideia da transposição das tabelas. Hj nem se cogita um novo PCS sem ter isto. Aceite que doí menos.
    ps2: E nem comece argumentos com "cargo tal irá ganhar mais que o outro cargo". Isto nunca colou.

    Acho que vai doer menos se vc esquecer dessa idéia de sobreposição. E não falo isso em vão, mas por uma razão simples.

    Se o técnico alega direito a sobreposição por desempenhar a mesma função do analista, isso eu não discuto. De fato isso é verdade.

    Contudo, não se esqueça que os agentes de segurança também são técnicos, e não há argumento para que eles recebam mais. Em outras palavras, manter a tabela do agentes de segurança atrelada a dos técnicos administrativos irá dar aqueles um aumento sem justificativa.

    Assim, a sobreposição seria viável, só e somente se, houvesse tabelas diferentes para os agentes de segurança e os demais técnicos. E sabe quando isso vai acontecer? NUNCA.

    Então, aconselho vc a voltar aos livros, pois não temos mais espaço para trem da alegria.

    Aproveito para usar o discurso dos que incorporaram quintos para afastar a sobreposição de tabelas. Os incorporados dizem que a lei na época previa a possibilidade da incorporação dos quintos e que os que não puderam incorporar estavam com inveja.

    Eu digo o mesmo com relação ao cargo. Quando fizemos o concurso para nossos respectivos cargos sabíamos a regra do jogo. Logo não cabe agora dizer que não sabia e que merece sobreposição pois faz o mesmo serviço.

    Em se acatando o argumento de quem faz o mesmo serviço deveria receber a mesma remuneração, então os servidores que fazem despachos, decisões e sentenças deveriam ganhar igual aos juízes, pois esses atos são privativos dos magistrados, certo.

    A ANAJUS já derrubou o trem da alegria uma vez e vai continuar derrubando. Lembre-se que a tendência dos novos concursos é de abertura de mais vagas para analistas. Tem Tribunal, inclusive, que nem previu vaga pra técnico. Num prazo de 5 ou 10 anos, o número de analistas na ativa vai ser igual ou maior que o de técnicos. E vc vem falar que o próximo PCS vai contemplar isso?

    Vamos ver quem tem razão.
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    Mensagem por darkshi em Qui 26 Mar 2015, 10:47 pm

    Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.
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    Mensagem por rockyBalboa em Sex 27 Mar 2015, 12:13 am

    Eu quero conhecer o Adenir e o "Doador de Sangue Voluntário" parece que são ótimas pessoas Very Happy
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    Mensagem por Convidado em Sex 27 Mar 2015, 10:22 am

    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.
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    Mensagem por Sem Frescura em Sex 27 Mar 2015, 1:32 pm

    PaladinoRS escreveu:
    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.
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    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 1:38 pm

    Sem Frescura escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.

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    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?
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    Mensagem por Sem Frescura em Sex 27 Mar 2015, 2:03 pm

    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Preciso? A iniciativa do PL do PCS dos servidores do PJU é do Presidente do STF e os últimos PLs não têm transposição de tabelas e nem previsão de nível superior para técnicos. O choro é livre, Darkshi.

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    Mensagem por rockyBalboa em Sex 27 Mar 2015, 4:53 pm

    Seus argumentos caem por terra no momento em que se arvora em vidente do fórum. Quem te disse que não passa? Passará.

    -------


    PaladinoRS escreveu:
    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 8:39 pm

    Sem Frescura escreveu:
    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    PaladinoRS escreveu:

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Preciso? A iniciativa do PL do PCS dos servidores do PJU é do Presidente do STF e os últimos PLs não têm transposição de tabelas e nem previsão de nível superior para técnicos. O choro é livre, Darkshi.


    Sua impressão errônea é causado por ignorar o histórico de formação do PCS.
    Já expliquei aqui. Mas vcs não estão afim de debater e sim de tumultuar nem prestaram a atenção na explicação.

    Fiquem ai achando que algo que foi criado em 2009 tem validade politica em 2015 enquanto quem realmente decide algo está debatendo o que realmente irá virar lei.

    Então só resta para vcs é

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    Mensagem por euvoltei em Sex 27 Mar 2015, 8:57 pm

    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    PaladinoRS escreveu:
    darkshi escreveu:Cara. Aceite que doí menos. Todas as propostas que estão em debate tem transposição de tabela. TODAS.

    E se não tem nada a acrescentar, sugiro sair do recinto. Não irei perder o meu tempo com quem não debate, mas joga pedra  e chuta cabeça.

    TODAS??!! Estamos desde 2009 insistindo no Mamute, que agora tomou Whey Protein e o bicho não passa e vc agora diz que todas tem transposição de tabelas? O fim dessas propostas vai ser o mesmo do Mamute e do Mamute Plus: Aquivo. Aceite que irá doer bem menos.

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Bobagem achar q sindicatos ou federações apitam algo...

    A falência de representatividade é nossa e de muitos sindicatos da iniciativa privada também... E isso e público e notório, qualquer assensorista de tribunal já sabe, imagine os ministros...


    Depois de tantas marmeladas esses 'representantes', só são recebidas por DGs, só para não parecerem "ditadores", ou no máximo para um chá das cinco com algum ministro q recebe um papel que logo descarta na primeira lixeira...
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    Mensagem por Sem Frescura em Sex 27 Mar 2015, 9:02 pm

    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Preciso? A iniciativa do PL do PCS dos servidores do PJU é do Presidente do STF e os últimos PLs não têm transposição de tabelas e nem previsão de nível superior para técnicos. O choro é livre, Darkshi.


    Sua impressão errônea é causado por ignorar o histórico de formação do PCS.
    Já expliquei aqui. Mas vcs não estão afim de debater e sim de tumultuar nem prestaram a atenção na explicação.

    Fiquem ai achando que algo que foi criado em 2009 tem validade politica em 2015 enquanto quem realmente decide algo está debatendo o que realmente irá virar lei.

    kkkkk Não sou eu quem tem que chorar, pois todos últimos os PLs do PJU não estipularam nada de transposição de tabelas e nem nível superior pra técnico. A tendência até é que o técnico vire o novo auxiliar judiciário.

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    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 9:23 pm

    euvoltei escreveu:

    Bobagem achar q sindicatos ou federações apitam algo...

    A falência de representatividade é nossa e de muitos sindicatos da iniciativa privada também... E isso e público e notório, qualquer assensorista de tribunal já sabe, imagine os ministros...


    Depois de tantas marmeladas esses 'representantes', só são recebidas por DGs, só para não parecerem "ditadores", ou no máximo para um chá das cinco com algum ministro q recebe um papel que logo descarta na primeira lixeira...

    Apitam tão pouco que o aumento no VB foi abandonado e hj temos um plano via subsidio... opsss....
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    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 9:26 pm

    Sem Frescura escreveu:

    kkkkk Não sou eu quem tem que chorar, pois todos últimos os PLs do PJU não estipularam nada de transposição de tabelas e nem nível superior pra técnico. A tendência até é que o técnico vire o novo auxiliar judiciário.


    Tendencia não é sobre passado. Tendencia é sobre futuro.
    Quem participa de debates e conversas com os sindicatos já percebeu que a tese da transposição colou.

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    Mensagem por Sem Frescura em Sex 27 Mar 2015, 9:30 pm

    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:

    kkkkk Não sou eu quem tem que chorar, pois todos últimos os PLs do PJU não estipularam nada de transposição de tabelas e nem nível superior pra técnico. A tendência até é que o técnico vire o novo auxiliar judiciário.


    Tendencia não é sobre passado. Tendencia é sobre futuro.
    Quem participa de debates e conversas com os sindicatos já percebeu que a tese da transposição colou.

    Aceite que doí menos.

    Vc não cansa de insistir nas mentiras heim, Darkshi? O que aconteceu com a separação dos servidores dos Tribunais Superiores, que você dava como certa, inclusive reiterando isso diariamente neste fórum, no ano passado?!?!?!

    Não vai doer nada em mim. Não tenho nada contra os técnicos, por mim podem ganhar 30k inicial, só discordo dessa tática de técnicos sindicalistas de comer pelas beiradas (transposições, nível superior), tentando aproximar cada vez mais técnicos de analistas, até um belo dia revelarem o verdadeiro objetivo: cargo único.
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    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 9:53 pm

    Sem Frescura escreveu:
    Vc não cansa de insistir nas mentiras heim, Darkshi? O que aconteceu com a separação dos servidores dos Tribunais Superiores, que você dava como certa, inclusive reiterando isso diariamente neste fórum, no ano passado?!?!?!

    Este é um dos problemas do fórum, histeria coletiva. Vc fala uma coisa e rapidamente vira outra. Vc diz uma opinião, vira informação. Vc diz um boato, vira uma noticia verídica que se não virar fato é pq o "noticiador" é um mentiroso desgraçado.

    Este é mais um caso. Eu falei que se nossa carreira continuar neste lenga lenga de não sair reajuste que cedo ou tarde a criação da carreira dos superiores ia acontecer pq a pressão da ADM pela melhoria dos superiores era forte. Era isto que eu falei. São vcs que adoram distorcer.

    Como agora. Falo de tendencia e vcs acham que eu estou falando que é uma certeza que o PCCR terá a transposição.
    A tendencia está ai na cara de vcs. A proposta que colocaram no site da fenajufe deve ser a 3 ou 4 proposta e todas tinham a questão da transposição. Eu expliquei pq da tendencia. Pq isto hj é exigencia dos técnicos e não era em PCS anteriores. Mas vcs não querem discutir. Querem tumultuar.


    Não vai doer nada em mim. Não tenho nada contra os técnicos, por mim podem ganhar 30k inicial, só discordo dessa tática de técnicos sindicalistas de comer pelas beiradas (transposições, nível superior), tentando aproximar cada vez mais técnicos de analistas, até um belo dia revelarem o verdadeiro objetivo: cargo único.

    E qual é o problema disto? É uma tática que todo mundo faz. Comer pelas beiradas.
    E qual é o problema do cargo único? (coisa que não apoio) Não me venha com papo de que é inconstitucional, ilegal ou imoral. Se moralidade aqui fosse uma questão real, vc seria contra o próprio PCS, já que nossos salários já são imorais perante a realidade brasileira.

    Nunca vi um analista dar um argumento que não soasse no fundo uma tentativa de esconder duas coisa. Primeiro o "farinha pouca, meu pirão primeiro" Pq acredita que valorização de técnicos será responsável por desvalorização do técnico. E o segundo, o ego. Não basta ganhar bem, tem que ganhar mais que os colegas a fim de se sentir superior. Basta ver que analista nunca é racional quando está debatendo este tema. Rapidamente leva o tema para o lado pessoal.

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    Mensagem por TécnicoJM em Sex 27 Mar 2015, 10:05 pm

    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:

    like like like like like like like like like like like

    Darkshi insiste na conversa que os analistas concordam com transposição de tabelas e nível superior para técnicos como se uma mentira repetida diversas vezes se tornasse verdade.

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Preciso? A iniciativa do PL do PCS dos servidores do PJU é do Presidente do STF e os últimos PLs não têm transposição de tabelas e nem previsão de nível superior para técnicos. O choro é livre, Darkshi.


    Sua impressão errônea é causado por ignorar o histórico de formação do PCS.
    Já expliquei aqui. Mas vcs não estão afim de debater e sim de tumultuar nem prestaram a atenção na explicação.

    Fiquem ai achando que algo que foi criado em 2009 tem validade politica em 2015 enquanto quem realmente decide algo está debatendo o que realmente irá virar lei.

    Então só resta para vcs é

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    Cara, estou apostando em ti, de verdade. Agora, afirmar aqui que a transposição de tabelas é uma possibilidade quase presente, que já vem sendo discutida, que está na base de quase todos os PLs, e, no tópico geral, dizer que o PL Mamute vai ser aprovado da forma como está (no que acredito em ti, principalmente depois das últimas evidências), é uma contradição, pois aquele PL não prevê transposição. Como pode ser essa a pauta dos sindicatos agora (transposição)?

    Esclareça, por favor, pois gostaria de entender.
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    Mensagem por darkshi em Sex 27 Mar 2015, 10:54 pm

    TécnicoJM escreveu:

    Cara, estou apostando em ti, de verdade. Agora, afirmar aqui que a transposição de tabelas é uma possibilidade quase presente, que já vem sendo discutida, que está na base de quase todos os PLs, e, no tópico geral, dizer que o PL Mamute vai ser aprovado da forma como está (no que acredito em ti, principalmente depois das últimas evidências), é uma contradição, pois aquele PL não prevê transposição. Como pode ser essa a pauta dos sindicatos agora (transposição)?

    Esclareça, por favor, pois gostaria de entender.

    Vamos lá... Só peço para ler com carinho e caso discorde, contre argumente de forma racional e não com mero achincalhamento (to tipo "vai estudar que é mais fácil").

    Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1. A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e  facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k. Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los). Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.
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    Mensagem por euvoltei em Sex 27 Mar 2015, 11:39 pm

    TécnicoJM escreveu:
    darkshi escreveu:
    Sem Frescura escreveu:
    darkshi escreveu:

    Já participaram de uma unica assembleia da Fenajufe para saber o que está sendo defendido lá?

    Preciso? A iniciativa do PL do PCS dos servidores do PJU é do Presidente do STF e os últimos PLs não têm transposição de tabelas e nem previsão de nível superior para técnicos. O choro é livre, Darkshi.


    Sua impressão errônea é causado por ignorar o histórico de formação do PCS.
    Já expliquei aqui. Mas vcs não estão afim de debater e sim de tumultuar nem prestaram a atenção na explicação.

    Fiquem ai achando que algo que foi criado em 2009 tem validade politica em 2015 enquanto quem realmente decide algo está debatendo o que realmente irá virar lei.

    Então só resta para vcs é

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

    Cara, estou apostando em ti, de verdade. Agora, afirmar aqui que a transposição de tabelas é uma possibilidade quase presente, que já vem sendo discutida, que está na base de quase todos os PLs, e, no tópico geral, dizer que o PL Mamute vai ser aprovado da forma como está (no que acredito em ti, principalmente depois das últimas evidências), é uma contradição, pois aquele PL não prevê transposição. Como pode ser essa a pauta dos sindicatos agora (transposição)?

    Esclareça, por favor, pois gostaria de entender.

    Ele não gosta de esclarecer nada não...

    Só sabe ser o último a jogar uma mensagem no forum... Mexe com ele ego dele, depesperta um sentimento q última palavra é dele...
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    Mensagem por euvoltei em Sex 27 Mar 2015, 11:52 pm

    darkshi escreveu:
    TécnicoJM escreveu:

    Cara, estou apostando em ti, de verdade. Agora, afirmar aqui que a transposição de tabelas é uma possibilidade quase presente, que já vem sendo discutida, que está na base de quase todos os PLs, e, no tópico geral, dizer que o PL Mamute vai ser aprovado da forma como está (no que acredito em ti, principalmente depois das últimas evidências), é uma contradição, pois aquele PL não prevê transposição. Como pode ser essa a pauta dos sindicatos agora (transposição)?

    Esclareça, por favor, pois gostaria de entender.

    Vamos lá... Só peço para ler com carinho e caso discorde, contre argumente de forma racional e não com mero achincalhamento (to tipo "vai estudar que é mais fácil").

    Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1. A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e  facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k. Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los). Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.

    Por mais que seja transposto, não vai atrair os talentos desejados.....

    E por mais q se se transponha ou até equipare com analista, não vai fazer o nível dos atuais ocupantes subir...vai é ajudar a acomodar os muitos já acomodados....

    Veja os incorporados.... Muitos ganham igual magistrados e e há uma parcela q não se interessa por nada,...(como relatam aqui)...

    Sabe a história do tatu encima da árvore?? Ninguém sabe como.subiu, mas como já esta lá ninguém quer tirar...


    Exponha uma.visão mais ampla e menos cartesiana....
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    Mensagem por darkshi em Sab 28 Mar 2015, 12:49 am

    euvoltei escreveu:

    Por mais que seja transposto, não vai atrair os talentos desejados.....

    E por mais q se se transponha ou até equipare com analista, não vai fazer o nível dos atuais ocupantes subir...vai é ajudar a acomodar os muitos já acomodados....

    Veja os incorporados.... Muitos ganham igual magistrados e e há uma parcela q não se interessa por nada,...(como relatam aqui)...

    Sabe a história do tatu encima da árvore?? Ninguém sabe como.subiu, mas como já esta lá ninguém quer tirar...


    Exponha uma.visão mais ampla e menos cartesiana....

    Tá. O que isto tem a ver com o que eu postei?
    Não consigo identificar o que vc está contra argumentando. Na verdade nem estou conseguindo identificar sobre oque vc está argumentando. A impressão que eu tenho é que vc não identificou o problema, está confundindo as coisas e está contra argumentando outra coisa.

    Atrair novos talentos? Não entendi o que vc quis dizer com isto. Atrair talentos vem apenas com novos concursos. Transposição tem a ver com reter atuais talentos e aproveita-los melhor em vez de joga-los no ostracismo.
    Subir o nível dos atuais ocupantes? E precisa? Técnicos tem a mesma capacidade profissional que analistas (em média). Vagabundos e picaretas existem em qualquer um dos cargos.

    E minha argumentação não tem nada a ver com a sua resposta. Minha argumentação tem a ver com o cenário atual (técnicos que já estão em desvio de função) e que o mais econômico em N dimensões é a transposição. Qualquer solução dada a curto prazo será mais cara ou completamente injusta. Sua resposta é sobre, sei-la, nem consigo entender.

    Faço aqui uma pergunta.
    A situação problema posta em debate é que hj temos uma carreira com 120 mil servidores, sendo que 60% destes são técnicos. A demanda por serviço verdadeiramente técnico caiu vertiginosamente chegando a quase zero. O que jogou na pratica maioria esmagadora dos técnicos em desvio de função. Como solucionar o problema sem ser economicamente caro, completamente injusto ou ilegal e em um prazo razoável?
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    Mensagem por darkshi em Sab 28 Mar 2015, 12:52 am

    euvoltei escreveu:

    Ele não gosta de esclarecer nada não...

    Só sabe ser o último a jogar uma mensagem no forum... Mexe com ele ego dele, depesperta um sentimento q última palavra é dele...

    Existe algo na psicologia chamada projeção. Quem se intromete em debates que não lhe compete diretamente, sempre repetindo os mesmos argumentos e que nunca consegue ficar sem responder não sou eu.
    Basta falar sobre técnicos e transposição que vc e o PaladinoRS aparecem, sempre. Então olhe bem quem quer sempre ter a última palavra.
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    Mensagem por concurseiro_mor em Sab 28 Mar 2015, 1:05 am

    darkshi escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Ele não gosta de esclarecer nada não...

    Só sabe ser o último a jogar uma mensagem no forum... Mexe com ele ego dele, depesperta um sentimento q última palavra é dele...

    Existe algo na psicologia chamada projeção. Quem se intromete em debates que não lhe compete diretamente, sempre repetindo os mesmos argumentos e que nunca consegue ficar sem responder não sou eu.
    Basta falar sobre técnicos e transposição que vc e o PaladinoRS aparecem, sempre. Então olhe bem quem quer sempre ter a última palavra.

    Quero que técnico ganhe 30k que, espero eu, analista ganhará uns 31k...
    Caso contrário, requererei um downgrade pra técnico.
    Ou ouvirei técnicos dizendo que os analistas fizeram o concurso errado?
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    Mensagem por TécnicoJM em Sab 28 Mar 2015, 1:17 am

    darkshi escreveu:
    TécnicoJM escreveu:

    Cara, estou apostando em ti, de verdade. Agora, afirmar aqui que a transposição de tabelas é uma possibilidade quase presente, que já vem sendo discutida, que está na base de quase todos os PLs, e, no tópico geral, dizer que o PL Mamute vai ser aprovado da forma como está (no que acredito em ti, principalmente depois das últimas evidências), é uma contradição, pois aquele PL não prevê transposição. Como pode ser essa a pauta dos sindicatos agora (transposição)?

    Esclareça, por favor, pois gostaria de entender.

    Vamos lá... Só peço para ler com carinho e caso discorde, contre argumente de forma racional e não com mero achincalhamento (to tipo "vai estudar que é mais fácil").

    Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1. A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e  facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k. Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los). Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.
    Caro colega, caso não tenha percebido, meu texto não tem na de agressivo, muito pelo contrário, pois deixei claro já na abertura que acredito em ti. Acho q tu tens levado tanta pancada, principalmente do " De novo?" que está vendo inimigos onde não há. Sou favorável ao diálogo inteligente e civilizado. Por isso, calma. Estamos do mesmo lado da trincheira. Só querovo melhor para a carreira. Obrigado pelos esclarecimentos. Bom final de semana.
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    Mensagem por Analista Judiciário em Sab 28 Mar 2015, 2:12 pm

    darkshi escreveu:Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1.

    Existia, mas nunca significou uma diferença menor entre técnico e analista, visto que o fim da sobreposição não prejudicou técnicos.

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    darkshi escreveu:
    A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k.

    Do PCS de 2002 ao PCS de 2006 o maior valor nominal da diferença (fim de carreira) foi de R$1.990,00 a R$4.076,00. O valor CORRIGIDO pelo IGPM da diferença ao final da implantação do PCS de 2006, que é dezembro de 2008, é R$3.788,46. Ou seja, a diferença real praticamente não se alterou.

    darkshi escreveu:
    Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mentira. Técnicos recebem a maioria das funções porque são maioria. Esse argumento foi analisado em uma resposta ao artigo do Amauri, do Rio de Janeiro, e pelos dados do Tribunal dele os analistas ganhavam proporcionalmente mais funções.

    darkshi escreveu:Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    R$4.076,00 era a diferença em 12/2008 e R$5.163,00 a diferença a partir de 01/2015 (15%). O valor corrigido de R$4076,00 em 12/2008 para 01/2015 é de R$5.563,00. Ao contrário do que você diz, a diferença diminuiu e não aumentou.

    darkshi escreveu:Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Como comprovado, a diferença não está aumentando, pois o que importa é o valor de compra do dinheiro, não o número. A diferença inclusive diminuiu de 2008 pra cá. Caso você não possua noções básicas de economia, isso significa que o analista compra menos coisas com a diferença atual do que comprava com a diferença de 2008. O que você está dizendo é uma falácia.


    darkshi escreveu: Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    O técnico não é auxiliar de serviço de nível superior. A Lei divide o trabalho do técnico e do analista. Se o técnico está em desvio de função deve acionar o Judiciário com base na súmula nº 378 do STJ e pleitear não só a diferença salarial como o imediato retorno às atividades previstas em Lei para seu cargo. Isso não significa que o técnico vai carimbar papel, pois nem o trabalho do técnico e nem o trabalho do analista são os mesmos de 20 anos atrás. Se tal atividade é menos necessária, a solução deve ser exatamente a que vem sendo aplicada, que é a gradativa extinção do cargo de técnico.

    E nem a transposição e muito menos a exigência de nível superior para técnico corrigem o desvio de função. Desvio de função é corrigido com a súmula nº 378, que indeniza o servidor desviado pelo tempo em que ocorreu o desvio e exige o imediato retorno às suas atribuições. Desvio de função é a prática de atribuições estranhas ao que determina a Lei para o cargo. E o Judiciário já decidiu que ao atribuir uma função comissionada ao servidor não existe desvio de função.

    Desvios devem ser corrigidos, não aumentados. Hipoteticamente, a transposição de tabelas e até a elevação do técnico para nível superior vai provocar imensa vantagem do técnico em relação ao analista. Porque um analista da área Judiciária sem função jamais poderá se negar a realizar análise processual e minutas de sentenças. Mas um técnico sem função, com o mesmo salário do analista e com a mesma exigência para ingresso, poderá simplesmente se negar a realizar tal tarefa, pois está fora das atribuições do seu cargo.

    Ou seja, o técnico entra por um concurso de nível médio, pode fazer qualquer formação após a investidura no cargo (educação física, gastronomia, hotelaria, secretariado executivo), ganha a mesma coisa ou quase a mesma coisa que o analista, o qual só entra por um concurso de nível superior específico da sua área (Direito, ciências contábeis, ciência da computação), ou qualquer nível superior anterior à investidura (analista administrativo, e eu nunca vi um que não fosse formado em administração, economia ou ciências contábeis).

    E pede-se que a administração premie o técnico em detrimento do analista, pois nenhuma das medidas é possível de ser executada sem que o analista receba, sem qualquer justificativa, um reajuste salarial menor do que o do técnico.

    darkshi escreveu:A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los).

    Esse argumento é baseado na mentira que 100% dos técnicos realizam trabalho de analista. Há técnicos no RH, no protocolo administrativo, na biblioteca, no balcão, na confecção de planilhas financeiras, no serviço básico da informática, nos cartórios.

    Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Repete a falácia que 100% dos técnicos realizam atribuições de analista.

    Mente sobre a proposta da Anajus, que não é a de criar imediatamente 72.000 cargos, e sim de continuar a aplicação da política atual de criar cargos de analista e também de extinguir cargos vagos de técnico como já foi feito por vários Tribunais.

    Mente ao dizer que a equiparação custaria R$4 bilhões, uma vez que R$4 bilhões divididos por 72.000 divididos por 13 dá R$4.273,00 de diferença, sendo que só a diferença salarial de técnico A1 para analista A1 com as participações patronais já beira R$4.000,00.

    Todo esse trecho é baseado em mentiras.

    darkshi escreveu:
    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.

    Ambas são ridículas. O que você fez foi colocar uma ruim ao lado de uma péssima para criar uma visão relativizada da primeira.

    Sua intenção é resolver o problema da administração de uma forma que leve dinheiro ao seu próprio bolso. Se a solução não levar vantagem a você, você simplesmente não quer.

    darkshi escreveu:Nunca vi um analista dar um argumento que não soasse no fundo uma tentativa de esconder duas coisa. Primeiro o "farinha pouca, meu pirão primeiro" Pq acredita que valorização de técnicos será responsável por desvalorização do técnico. E o segundo, o ego. Não basta ganhar bem, tem que ganhar mais que os colegas a fim de se sentir superior. Basta ver que analista nunca é racional quando está debatendo este tema. Rapidamente leva o tema para o lado pessoal.

    Farinha pouca, o pirão de todos da forma que merecem. Eu desafio você a montar uma tabela salarial com os recursos disponíveis que estabeleça a sobreposição ou qualquer outro meio de "justiça" aos técnicos sem que o salário do analista seja congelado ou reajustado em fator menor. O que justifica o técnico ganhar um reajuste maior? Não é a diferença salarial aumentando com o tempo, conforme provado. O técnico é melhor? O analista é incompetente?

    Você fala de ego, que não basta ganhar bem e sim ganhar mais que os colegas. Mas nenhum dos seus "argumentos" se baseia na justiça ou não do seu salário. Todos os seus argumentos se baseiam na comparação do salário do técnico com o do analista. Todos os seus argumentos se dão olhando para o cargo de analista. Quer uma prova disso? Coloque o salário do analista igual ao do técnico e veja o que acontece com seus argumentos.

    Se o salário do analista fosse R$5.000,00 todos os seus argumentos cairiam por terra. Todos eles. Ou seja, você está acusando os outros de algo que você mesmo faz.

    A verdade é uma só. E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído. Não é preciso ofender, destratar, diminuir. A verdade basta.

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    Mensagem por euvoltei em Sab 28 Mar 2015, 2:55 pm

    Analista Judiciário escreveu:
    darkshi escreveu:Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1.

    Existia, mas nunca significou uma diferença menor entre técnico e analista, visto que o fim da sobreposição não prejudicou técnicos.

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    darkshi escreveu:
    A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e  facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k.

    Do PCS de 2002 ao PCS de 2006 o maior valor nominal da diferença (fim de carreira) foi de R$1.990,00 a R$4.076,00. O valor CORRIGIDO pelo IGPM da diferença ao final da implantação do PCS de 2006, que é dezembro de 2008, é R$3.788,46. Ou seja, a diferença real praticamente não se alterou.

    darkshi escreveu:
    Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mentira. Técnicos recebem a maioria das funções porque são maioria. Esse argumento foi analisado em uma resposta ao artigo do Amauri, do Rio de Janeiro, e pelos dados do Tribunal dele os analistas ganhavam proporcionalmente mais funções.

    darkshi escreveu:Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    R$4.076,00 era a diferença em 12/2008 e R$5.163,00 a diferença a partir de 01/2015 (15%). O valor corrigido de R$4076,00 em 12/2008 para 01/2015 é de R$5.563,00. Ao contrário do que você diz, a diferença diminuiu e não aumentou.

    darkshi escreveu:Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Como comprovado, a diferença não está aumentando, pois o que importa é o valor de compra do dinheiro, não o número. A diferença inclusive diminuiu de 2008 pra cá. Caso você não possua noções básicas de economia, isso significa que o analista compra menos coisas com a diferença atual do que comprava com a diferença de 2008. O que você está dizendo é uma falácia.


    darkshi escreveu: Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    O técnico não é auxiliar de serviço de nível superior. A Lei divide o trabalho do técnico e do analista. Se o técnico está em desvio de função deve acionar o Judiciário com base na súmula nº 378 do STJ e pleitear não só a diferença salarial como o imediato retorno às atividades previstas em Lei para seu cargo. Isso não significa que o técnico vai carimbar papel, pois nem o trabalho do técnico e nem o trabalho do analista são os mesmos de 20 anos atrás. Se tal atividade é menos necessária, a solução deve ser exatamente a que vem sendo aplicada, que é a gradativa extinção do cargo de técnico.

    E nem a transposição e muito menos a exigência de nível superior para técnico corrigem o desvio de função. Desvio de função é corrigido com a súmula nº 378, que indeniza o servidor desviado pelo tempo em que ocorreu o desvio e exige o imediato retorno às suas atribuições. Desvio de função é a prática de atribuições estranhas ao que determina a Lei para o cargo. E o Judiciário já decidiu que ao atribuir uma função comissionada ao servidor não existe desvio de função.

    Desvios devem ser corrigidos, não aumentados. Hipoteticamente, a transposição de tabelas e até a elevação do técnico para nível superior vai provocar imensa vantagem do técnico em relação ao analista. Porque um analista da área Judiciária sem função jamais poderá se negar a realizar análise processual e minutas de sentenças. Mas um técnico sem função, com o mesmo salário do analista e com a mesma exigência para ingresso, poderá simplesmente se negar a realizar tal tarefa, pois está fora das atribuições do seu cargo.

    Ou seja, o técnico entra por um concurso de nível médio, pode fazer qualquer formação após a investidura no cargo (educação física, gastronomia, hotelaria, secretariado executivo), ganha a mesma coisa ou quase a mesma coisa que o analista, o qual só entra por um concurso de nível superior específico da sua área (Direito, ciências contábeis, ciência da computação), ou qualquer nível superior anterior à investidura (analista administrativo, e eu nunca vi um que não fosse formado em administração, economia ou ciências contábeis).

    E pede-se que a administração premie o técnico em detrimento do analista, pois nenhuma das medidas é possível de ser executada sem que o analista receba, sem qualquer justificativa, um reajuste salarial menor do que o do técnico.

    darkshi escreveu:A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los).

    Esse argumento é baseado na mentira que 100% dos técnicos realizam trabalho de analista. Há técnicos no RH, no protocolo administrativo, na biblioteca, no balcão, na confecção de planilhas financeiras, no serviço básico da informática, nos cartórios.

    Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Repete a falácia que 100% dos técnicos realizam atribuições de analista.

    Mente sobre a proposta da Anajus, que não é a de criar imediatamente 72.000 cargos, e sim de continuar a aplicação da política atual de criar cargos de analista e também de extinguir cargos vagos de técnico como já foi feito por vários Tribunais.

    Mente ao dizer que a equiparação custaria R$4 bilhões, uma vez que R$4 bilhões divididos por 72.000 divididos por 13 dá R$4.273,00 de diferença, sendo que só a diferença salarial de técnico A1 para analista A1 com as participações patronais já beira R$4.000,00.

    Todo esse trecho é baseado em mentiras.

    darkshi escreveu:
    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.

    Ambas são ridículas. O que você fez foi colocar uma ruim ao lado de uma péssima para criar uma visão relativizada da primeira.

    Sua intenção é resolver o problema da administração de uma forma que leve dinheiro ao seu próprio bolso. Se a solução não levar vantagem a você, você simplesmente não quer.

    darkshi escreveu:Nunca vi um analista dar um argumento que não soasse no fundo uma tentativa de esconder duas coisa. Primeiro o "farinha pouca, meu pirão primeiro" Pq acredita que valorização de técnicos será responsável por desvalorização do técnico. E o segundo, o ego. Não basta ganhar bem, tem que ganhar mais que os colegas a fim de se sentir superior. Basta ver que analista nunca é racional quando está debatendo este tema. Rapidamente leva o tema para o lado pessoal.

    Farinha pouca, o pirão de todos da forma que merecem. Eu desafio você a montar uma tabela salarial com os recursos disponíveis que estabeleça a sobreposição ou qualquer outro meio de "justiça" aos técnicos sem que o salário do analista seja congelado ou reajustado em fator menor. O que justifica o técnico ganhar um reajuste maior? Não é a diferença salarial aumentando com o tempo, conforme provado. O técnico é melhor? O analista é incompetente?

    Você fala de ego, que não basta ganhar bem e sim ganhar mais que os colegas. Mas nenhum dos seus "argumentos" se baseia na justiça ou não do seu salário. Todos os seus argumentos se baseiam na comparação do salário do técnico com o do analista. Todos os seus argumentos se dão olhando para o cargo de analista. Quer uma prova disso? Coloque o salário do analista igual ao do técnico e veja o que acontece com seus argumentos.

    Se o salário do analista fosse R$5.000,00 todos os seus argumentos cairiam por terra. Todos eles. Ou seja, você está acusando os outros de algo que você mesmo faz.

    A verdade é uma só. E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído. Não é preciso ofender, destratar, diminuir. A verdade basta.

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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por Tchê em Sab 28 Mar 2015, 2:56 pm

    Desculpem o atropelo, mas nem li os comentários posteriores dos colegas e passei direito da leitura da proposta que abriu este tópico para a presente manifestação.

    Propor remunerar com quase 19 mil reais mensais um elemento com nível médio de escolaridade (o 2º grau do meu tempo), e que mesmo tendo trabalhado 25 anos dentro do Poder Judiciário ainda possui apenas o mesmo reles 2º grau, é uma de uma cara-de-pau inigualável, que beira a sem-vergonhice.

    O que um cara desses tinha que ganhar é o classificados de domingo prá procurar emprego na segunda-feira, isso sim.

    Esse tipo de proposta chega a dar nojo.

    Quem propõe uma coisa dessas deve seguir o irônico conceito de República do Luis Fernando Veríssimo: res publica = vaca em que todos querem um boquinha prá ficar mamando.

    Dá licença, mas falta senso de ridículo prá esse pessoal.

    Vai estudar, cara, e vê se ofende a nossa inteligência.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por Convidado em Sab 28 Mar 2015, 3:39 pm

    euvoltei escreveu:
    Analista Judiciário escreveu:
    darkshi escreveu:Primeira coisa que se deve ter em mente é pq a transposição das tabelas não fazia parte das exigências dos técnicos até 2 anos trás e hoje faz.
    A transposição salarial existia em nossa carreira até 1996, quanto tivemos o PCS-1.

    Existia, mas nunca significou uma diferença menor entre técnico e analista, visto que o fim da sobreposição não prejudicou técnicos.

    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários KZpv0W9

    darkshi escreveu:
    A tabela linear (vamos chamar de tabela linear a que o final do técnico tem um valor inferior ao inicial do analista) foi mantida em todos os PCS posteriores sem maiores reclamações por parte dos técnicos. Mas pq isto? O motivo era simples. Até o ultimo PCS (o de 2006) a diferença entre técnicos e analistas era pequena e  facilmente retirada via FCs. Antes de 2006 a diferença era de 1,5k, no PCS de 2006 a diferença foi para 3k.

    Do PCS de 2002 ao PCS de 2006 o maior valor nominal da diferença (fim de carreira) foi de R$1.990,00 a R$4.076,00. O valor CORRIGIDO pelo IGPM da diferença ao final da implantação do PCS de 2006, que é dezembro de 2008, é R$3.788,46. Ou seja, a diferença real praticamente não se alterou.

    darkshi escreveu:
    Um técnico em fim de carreira com uma FC3 (por ex) tinha na pratica uma transposição de tabela recebendo o mesmo que um analista em quase fim de carreira. Uma FC6 já tornava o salário do técnico fim de carreira superior a de um analista sem função. (vc já se perguntou pq é nos técnicos que concentra a maioria das funções? era pq na pratica as FCs eram usadas como uma forma de equiparar o salário dos dois cargos).

    Mentira. Técnicos recebem a maioria das funções porque são maioria. Esse argumento foi analisado em uma resposta ao artigo do Amauri, do Rio de Janeiro, e pelos dados do Tribunal dele os analistas ganhavam proporcionalmente mais funções.

    darkshi escreveu:Mas isto começou a mudar com os 15% do aumento linear. A diferença subiu para 5k. O que já fez o analista pé duro receber mais que um técnico com FC6. E com o PL esta diferença irá para 8k. O que acendeu a luz amarela para os técnicos. E estes começaram a propor o retorno da transposição. E o resultado é que hj internamente a fenajufe todas as propostas de futuros PCSs e PCCR passam pela transposição de tabelas.

    R$4.076,00 era a diferença em 12/2008 e R$5.163,00 a diferença a partir de 01/2015 (15%). O valor corrigido de R$4076,00 em 12/2008 para 01/2015 é de R$5.563,00. Ao contrário do que você diz, a diferença diminuiu e não aumentou.

    darkshi escreveu:Então pq neste PCS não tem? Basta lembrar de que ano é de fato o atual PL. Estamos falando de um PL de 2009. Justamente de uma época que os técnicos não pediam tranposição pq a diferença salarial entre os dois cargo era pequena. E mesmo com o PL original de 2006 a diferença era pequena, iria aumentar de 3k para 4k. Já na tabela atual estamos falando de uma diferença de 8k.

    Aqui cabe um adendo para mostrar o quão absurdo é a tese de quem é contra a transposição de tabelas. A diferença entre os dois cargos era de 3k a meros 3 anos. E se o PL for aprovado, este ano a diferença irá para 8k. A luta dos técnicos é para diminuir a diferenças para patamares semelhantes de 3 anos atrás. O que isto tem de errado?

    Como comprovado, a diferença não está aumentando, pois o que importa é o valor de compra do dinheiro, não o número. A diferença inclusive diminuiu de 2008 pra cá. Caso você não possua noções básicas de economia, isso significa que o analista compra menos coisas com a diferença atual do que comprava com a diferença de 2008. O que você está dizendo é uma falácia.


    darkshi escreveu: Outro motivo que dou para a implantação da transposição de tabelas é pela mudança de perfil profissional do PJU. Isto eu já repetir aqui algumas vezes. Nossa carreira segue uma estrutura administrativa de mais de 20 anos. Quando fazia sentido a existência do técnicos como auxiliar de serviço de nível superior. Hj esta figura está completamente ultrapassada. O que gera o generalizado e quase institucionalizado desvio de função. Como solucionar este problema? A demanda de trabalho existe. Mão de obra existe. Mas com o desvio sem a devida compensação é enriquecimento ilícito do estado.

    O técnico não é auxiliar de serviço de nível superior. A Lei divide o trabalho do técnico e do analista. Se o técnico está em desvio de função deve acionar o Judiciário com base na súmula nº 378 do STJ e pleitear não só a diferença salarial como o imediato retorno às atividades previstas em Lei para seu cargo. Isso não significa que o técnico vai carimbar papel, pois nem o trabalho do técnico e nem o trabalho do analista são os mesmos de 20 anos atrás. Se tal atividade é menos necessária, a solução deve ser exatamente a que vem sendo aplicada, que é a gradativa extinção do cargo de técnico.

    E nem a transposição e muito menos a exigência de nível superior para técnico corrigem o desvio de função. Desvio de função é corrigido com a súmula nº 378, que indeniza o servidor desviado pelo tempo em que ocorreu o desvio e exige o imediato retorno às suas atribuições. Desvio de função é a prática de atribuições estranhas ao que determina a Lei para o cargo. E o Judiciário já decidiu que ao atribuir uma função comissionada ao servidor não existe desvio de função.

    Desvios devem ser corrigidos, não aumentados. Hipoteticamente, a transposição de tabelas e até a elevação do técnico para nível superior vai provocar imensa vantagem do técnico em relação ao analista. Porque um analista da área Judiciária sem função jamais poderá se negar a realizar análise processual e minutas de sentenças. Mas um técnico sem função, com o mesmo salário do analista e com a mesma exigência para ingresso, poderá simplesmente se negar a realizar tal tarefa, pois está fora das atribuições do seu cargo.

    Ou seja, o técnico entra por um concurso de nível médio, pode fazer qualquer formação após a investidura no cargo (educação física, gastronomia, hotelaria, secretariado executivo), ganha a mesma coisa ou quase a mesma coisa que o analista, o qual só entra por um concurso de nível superior específico da sua área (Direito, ciências contábeis, ciência da computação), ou qualquer nível superior anterior à investidura (analista administrativo, e eu nunca vi um que não fosse formado em administração, economia ou ciências contábeis).

    E pede-se que a administração premie o técnico em detrimento do analista, pois nenhuma das medidas é possível de ser executada sem que o analista receba, sem qualquer justificativa, um reajuste salarial menor do que o do técnico.

    darkshi escreveu:A solução da ANAJUS (defendida por alguns no fórum) é afastar o técnicos do serviço de analista e criar novas vagas de AJs a fim de cobrir o trabalho. Isto é o mais correto legalmente falando? Talvez sim. É o mais correto administrativamente e economicamente? Anos luz distante disto. Matemática básica demonstra isto. Somos uma carreira de 120 mil servidores, 60% técnicos ou seja, 72 mil. Imagine vc, chefe de RH de uma empresa onde vc tem que realocar 60% de sua força de trabalho (e não pode demiti-los).

    Esse argumento é baseado na mentira que 100% dos técnicos realizam trabalho de analista. Há técnicos no RH, no protocolo administrativo, na biblioteca, no balcão, na confecção de planilhas financeiras, no serviço básico da informática, nos cartórios.

    Imagine vc escrevendo um relatório para o concelho fiscal afirmando que vc precisa criar 72 mil novas vagas pq precisa retirar da força de trabalho 72 mil pessoas pq estes não estão no cargo correto. Na cabeça do concelho isto soará meramente como "vc que aumentar sua força de trabalho de 120 mil para 190 mil pq não quer por 72 mil para trabalhar?". Imagine chegar um pedido de criação de vaga no congresso para criar 72 mil vagas. Iriam rir de nossa cara. Isto sem contar o impacto financeiro. 72 mil novos analistas seriam mais 12 bilhões na nossa folha, isto com o salário atual. Com o novo iria para mais de 15 bi, mais caro que o próprio PL. Sem contar o dinheiro público gasto a toa em pagamento salarial para técnicos que estarão encostados pq não existe mais serviço para eles. Então coloque mais 7bi na conta. Resultado. Se for aplicado a solução que vcs estão defendendo, nossa carreira iria aumentar em 70 mil servidores e teria um custo efetivo de quase 20 bilhões na folha. Já se equipararmos os cargos, o custo seria de 4 bi para o atual salário e 7 bi para o próximo PL. E isto estamos falando de equiparação, transição teria um impacto muito menor.

    Repete a falácia que 100% dos técnicos realizam atribuições de analista.

    Mente sobre a proposta da Anajus, que não é a de criar imediatamente 72.000 cargos, e sim de continuar a aplicação da política atual de criar cargos de analista e também de extinguir cargos vagos de técnico como já foi feito por vários Tribunais.

    Mente ao dizer que a equiparação custaria R$4 bilhões, uma vez que R$4 bilhões divididos por 72.000 divididos por 13 dá R$4.273,00 de diferença, sendo que só a diferença salarial de técnico A1 para analista A1 com as participações patronais já beira R$4.000,00.

    Todo esse trecho é baseado em mentiras.

    darkshi escreveu:
    Percebeu pq uma proposta é muito melhor do que a outra? Pq a tendencia é a transposição e não o achatamento dos técnicos?
    Não concorda? Contra-argumente com fatos racionais e de preferencia que não sejam meramente legais. Leis neste país são efêmeras. Tenha preferencia por argumentos administrativos.

    Ambas são ridículas. O que você fez foi colocar uma ruim ao lado de uma péssima para criar uma visão relativizada da primeira.

    Sua intenção é resolver o problema da administração de uma forma que leve dinheiro ao seu próprio bolso. Se a solução não levar vantagem a você, você simplesmente não quer.

    darkshi escreveu:Nunca vi um analista dar um argumento que não soasse no fundo uma tentativa de esconder duas coisa. Primeiro o "farinha pouca, meu pirão primeiro" Pq acredita que valorização de técnicos será responsável por desvalorização do técnico. E o segundo, o ego. Não basta ganhar bem, tem que ganhar mais que os colegas a fim de se sentir superior. Basta ver que analista nunca é racional quando está debatendo este tema. Rapidamente leva o tema para o lado pessoal.

    Farinha pouca, o pirão de todos da forma que merecem. Eu desafio você a montar uma tabela salarial com os recursos disponíveis que estabeleça a sobreposição ou qualquer outro meio de "justiça" aos técnicos sem que o salário do analista seja congelado ou reajustado em fator menor. O que justifica o técnico ganhar um reajuste maior? Não é a diferença salarial aumentando com o tempo, conforme provado. O técnico é melhor? O analista é incompetente?

    Você fala de ego, que não basta ganhar bem e sim ganhar mais que os colegas. Mas nenhum dos seus "argumentos" se baseia na justiça ou não do seu salário. Todos os seus argumentos se baseiam na comparação do salário do técnico com o do analista. Todos os seus argumentos se dão olhando para o cargo de analista. Quer uma prova disso? Coloque o salário do analista igual ao do técnico e veja o que acontece com seus argumentos.

    Se o salário do analista fosse R$5.000,00 todos os seus argumentos cairiam por terra. Todos eles. Ou seja, você está acusando os outros de algo que você mesmo faz.

    A verdade é uma só. E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído. Não é preciso ofender, destratar, diminuir. A verdade basta.

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    Parabéns pelo post.

    Permita-me, contudo, colocar a pal de cal no túmulo do "aceita que dói menos"

    O fundamento para a sobreposição da tabela dos técnicos é que estes estão executando tarefas que deveriam ser executadas pelos analistas. Tal argumento já caiu por terra, conforme bem explicado pela aplicação da súmula 378, muito bem lembrada.

    Mas vamos afastar a aplicação da súmula a admitir o direito pleiteado pelos seus próprios fundamentos. Nesse caso, vc darkshi saberia me dizer como ficaria a situação dos agentes de segurança? Eles também teriam direito a essa sobreposição? É importante saber pois, se assim for, o agente de segurança com tabela sobreposta para o nível B10 do Analista vai ganhar mais do que o analista C13. Pode isso? Se puder eu vou pedir pra mudar meu cargo para agente de segurança. Vou deixar de minutar despacho, sentença, de atender advogado e ficar o dia todo vendo internet no tablet ou lendo jornal.

    Ou seja, os maiores beneficiados seriam os agentes de segurança, sem nada terem feito pra isso. A briga dos técnicos deveria ser no sentido de pleitear a indenização por desvio de função, caso estejam desempenhando atividades estranhas ao seu nível de escolaridade e não estiverem recebendo função para isso. Já viu técnico recusar FC para fazer função de analista? Eu nunca vi. Caso se sentissem prejudicados poderiam facilmente negar a função sem que qualquer punição lhes fosse imposta. Os analistas não. Sou inclusive contra o analista receber qualquer fc pelo desempenho de funções que são afetas ao seu cargo, pois ai ele estaria ganhando duas vezes.

    Se queremos moralizar e consertar as coisas a ordem natural seria essa: tirar as fc dos analistas que desempenham funções afetas ao seu cargo. Indenizar os técnicos que executavam funções inerentes a função de analista sem receber fc. Se os técnicos resolvessem entregar os cargos, bastaria a administração convocar os analistas, que fizeram concurso pra isso, para que desempenhem tais funções. Pessoal tem. O argumento que o cara não quer não existe. Se fez concurso é pra trabalhar, senão pede pra sair.

    Gostaria de ver você agora contestar isso que eu escrevi darkshi.
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    Mensagem por Convidado em Sab 28 Mar 2015, 3:51 pm

    28/03/2015 12:06 | Projeto de lei para criação de Varas e cargos na 4ª Região chega ao Congresso Nacional
    fonte: http://www.trt4.jus.br/portal/portal/trt4/comunicacao/noticia/info/NoticiaWindow?cod=1103800&action=2



    O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Antônio José de Barros Levenhagen, encaminhou nessa sexta-feira (27), à Câmara dos Deputados, projeto de lei que propõe a criação de novas unidades e cargos para o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS). O PL 956/2015 contempla sete Varas do Trabalho, sete cargos de juiz titular, 16 de juiz substituto, 215 de analista judiciário (área judiciária), 35 de oficial de justiça, sete cargos em comissão CJ-3 e 165 funções comissionadas FC-5. Além disso, prevê a transformação de 48 cargos em comissão CJ-2 em 48 CJ-3.

    As sete unidades previstas no projeto incluem duas Varas especializadas em acidentes de trabalho para Porto Alegre. Hoje, no Foro Trabalhista da Capital, apenas a 30ª VT julga a matéria, que, para uma entrega jurisdicional mais efetiva, requer um tratamento específico, tendo em vista as peculiaridades dos processos desta natureza, principalmente na fase probatória. As outras unidades propostas correspondem à transformação de cinco Postos Avançados em Varas, nos municípios de Capão da Canoa, Marau, Nova Prata, São Sebastião do Caí e Tramandaí. As cidades foram escolhidas com base na movimentação processual e em indicadores socioeconômicos.

    O objetivo do Tribunal com este reforço é adequar sua estrutura, considerada defasada devido ao aumento expressivo da demanda processual nos últimos anos. Desde 2010, o volume de casos novos cresceu quase 40% na Justiça do Trabalho gaúcha.

    O projeto de lei deverá tramitar por três órgãos da Câmara: Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC. Chegando ao Senado, precisará ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Casa, antes do encaminhamento para sanção presidencial. “A Administração do TRT-RS vai envidar todos os esforços para aprovação do projeto de lei no Congresso ainda em 2015”, informou a presidente do Tribunal, desembargadora Cleusa Regina Halfen.



    Postei esse link pra mostrar a muita gente, principalmente ao "aceita que dói menos" que a coisa não do jeito que ele pensa. Vc está vendo previsão de vagas para técnico darkshi?

    Se de fato as funções desempenhadas hoje, principalmente com a implantação do PJe, necessitam de conhecimento de nível superior, não há mais porque nomear técnicos. Afinal, não vai ter mais processo pra mandar pro arquivo, folha pra botar carimbo, juntar protocolo etc.

    O que o TRT4 está fazendo e será a tendência dos demais tribunais é nomear apenas analistas e oficiais de justiça. O destino dos técnicos será o dos auxiliares. Logo, vc acha que o STF vai brigar por sobreposição de tabelas? Tem que mais inocente que o cara do comercial do cumpadi Washington pra acreditar nisso.

    Darkshi, estuda que dói menos e vc aproveita mais.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por darkshi em Dom 29 Mar 2015, 10:18 am

    Analista Judiciário escreveu:
    Existia, mas nunca significou uma diferença menor entre técnico e analista, visto que o fim da sobreposição não prejudicou técnicos.

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


    Creio que aqui vc ignorou um ponto fundamental do meu argumento. O uso das FCs para equiparar ou transpor o valor salarial dos dois cargos. Por conta disto vc errou toda a analise posterior.


    Do PCS de 2002 ao PCS de 2006 o maior valor nominal da diferença (fim de carreira) foi de R$1.990,00 a R$4.076,00. O valor CORRIGIDO pelo IGPM da diferença ao final da implantação do PCS de 2006, que é dezembro de 2008, é R$3.788,46. Ou seja, a diferença real praticamente não se alterou.

    Discordo.
    Aqui vc ignorou um detalhe importante. O uso das FCs para compensar a diferença entre o vencimento dos dois cargos e esse não é reajustado tem algum tempo.
    Também vc ignora outras questões que vão muito além da mero calculo frio. Como a própria percepção da valorização e status do cargo. Afinal de contas, não é por mera perda inflacionária que os analistas querem se equiparar com o ciclo de gestão.


    Mentira. Técnicos recebem a maioria das funções porque são maioria. Esse argumento foi analisado em uma resposta ao artigo do Amauri, do Rio de Janeiro, e pelos dados do Tribunal dele os analistas ganhavam proporcionalmente mais funções.

    Não sou eu quem diz. Quem diz é a ANAJUS.
    Inclusive chama isto de desvio de função. Defende quem é técnico não deveria receber função



    R$4.076,00 era a diferença em 12/2008 e R$5.163,00 a diferença a partir de 01/2015 (15%). O valor corrigido de R$4076,00 em 12/2008 para 01/2015 é de R$5.563,00. Ao contrário do que você diz, a diferença diminuiu e não aumentou.

    Só mesmo na calculadora do patrão que 5k é menor que 4k.


    Como comprovado, a diferença não está aumentando, pois o que importa é o valor de compra do dinheiro, não o número. A diferença inclusive diminuiu de 2008 pra cá. Caso você não possua noções básicas de economia, isso significa que o analista compra menos coisas com a diferença atual do que comprava com a diferença de 2008. O que você está dizendo é uma falácia.

    Nada foi comprovado. A inclusão do índice inflacionário apenas mascara fatos. Não é diferente do governo que quer usar inflação desde 2003 a fim de dizer que ninguém precisa de reajuste.



    O técnico não é auxiliar de serviço de nível superior. A Lei divide o trabalho do técnico e do analista. Se o técnico está em desvio de função deve acionar o Judiciário com base na súmula nº 378 do STJ e pleitear não só a diferença salarial como o imediato retorno às atividades previstas em Lei para seu cargo. Isso não significa que o técnico vai carimbar papel, pois nem o trabalho do técnico e nem o trabalho do analista são os mesmos de 20 anos atrás. Se tal atividade é menos necessária, a solução deve ser exatamente a que vem sendo aplicada, que é a gradativa extinção do cargo de técnico.

    Disse que não aceitaria argumentos legalista.
    Lei que divide trabalho é jabuticaba. Coisa de brasileiro.

    Quero argumentos administrativos, gerenciais. Quero algo baseado em ciência moderna. E não em letra fria, velha e morta.


    E nem a transposição e muito menos a exigência de nível superior para técnico corrigem o desvio de função. Desvio de função é corrigido com a súmula nº 378, que indeniza o servidor desviado pelo tempo em que ocorreu o desvio e exige o imediato retorno às suas atribuições. Desvio de função é a prática de atribuições estranhas ao que determina a Lei para o cargo. E o Judiciário já decidiu que ao atribuir uma função comissionada ao servidor não existe desvio de função.

    Quero argumentos administrativos, gerenciais. Quero algo baseado em ciência moderna. E não em letra fria, velha e morta.


    Desvios devem ser corrigidos, não aumentados. Hipoteticamente, a transposição de tabelas e até a elevação do técnico para nível superior vai provocar imensa vantagem do técnico em relação ao analista. Porque um analista da área Judiciária sem função jamais poderá se negar a realizar análise processual e minutas de sentenças. Mas um técnico sem função, com o mesmo salário do analista e com a mesma exigência para ingresso, poderá simplesmente se negar a realizar tal tarefa, pois está fora das atribuições do seu cargo.

    Sim. E a sua correção é dar férias permanentes ao técnico. Já que este não tem mais o que fazer dentro de um tribunal. Bela solução.


    Ou seja, o técnico entra por um concurso de nível médio, pode fazer qualquer formação após a investidura no cargo (educação física, gastronomia, hotelaria, secretariado executivo), ganha a mesma coisa ou quase a mesma coisa que o analista, o qual só entra por um concurso de nível superior específico da sua área (Direito, ciências contábeis, ciência da computação), ou qualquer nível superior anterior à investidura (analista administrativo, e eu nunca vi um que não fosse formado em administração, economia ou ciências contábeis).

    Que entra não. Que entrava. Vc está ignorando boa parte do meu argumento.


    E pede-se que a administração premie o técnico em detrimento do analista, pois nenhuma das medidas é possível de ser executada sem que o analista receba, sem qualquer justificativa, um reajuste salarial menor do que o do técnico.

    Aqui soa o alerta vermelho do ego. Aqui vc se entrega e acaba com o respeito de toda sua argumentação.
    O problema não é desvio de função. O problema não é ascensão funcional. O problema é que seu ego será ferido caso exista uma correção de injustiça, que na sua cabeça é "reajuste maior para os técnicos".


    Esse argumento é baseado na mentira que 100% dos técnicos realizam trabalho de analista. Há técnicos no RH, no protocolo administrativo, na biblioteca, no balcão, na confecção de planilhas financeiras, no serviço básico da informática, nos cartórios.

    Não há mentira aqui.
    O que há é um AJAJ achando que serviço de analisa é só o do AJAJ. E o que há aqui também é o AJAJ que não conhece um neca de trabalho fora de sua seção e nem percebeu que o serviço típico de técnico foi terceirizado a algum tempo.  Ou vc acredita que servidor fica instalando impressora por ai?


    Repete a falácia que 100% dos técnicos realizam atribuições de analista.

    Como não tem 100% de analista realizando serviço de nível superior.
    que seja 90%, 80%, 70%. O fato inegável é que serviço de nível médio foi extinto. O que sobrou está sendo repassado para prestadoras de serviço.


    Mente sobre a proposta da Anajus, que não é a de criar imediatamente 72.000 cargos, e sim de continuar a aplicação da política atual de criar cargos de analista e também de extinguir cargos vagos de técnico como já foi feito por vários Tribunais.

    Como pode ser mentira se vc logo em seguida repete o argumento?
    Não é imediatamente? Então qual é a sua solução neste meio do caminho? Sobrecarregar o analista? Afinal de contas se existe demanda para criar o cargo existe demanda de trabalho? Não né? Então quem está realizando o serviço? Acho que não é um ET...



    Mente ao dizer que a equiparação custaria R$4 bilhões, uma vez que R$4 bilhões divididos por 72.000 divididos por 13 dá R$4.273,00 de diferença, sendo que só a diferença salarial de técnico A1 para analista A1 com as participações patronais já beira R$4.000,00.

    Todo esse trecho é baseado em mentiras.

    4.273,00 já garantiria transposição.
    Falta de precisão matemática não é mentira. Para corretude do argumento a precisão matemática é desnecessária.



    Ambas são ridículas. O que você fez foi colocar uma ruim ao lado de uma péssima para criar uma visão relativizada da primeira.

    Sua intenção é resolver o problema da administração de uma forma que leve dinheiro ao seu próprio bolso. Se a solução não levar vantagem a você, você simplesmente não quer.

    E vc seleciona a pior solução. Que é ignorar que o problema existe. Desviar os técnicos para realizar o serviço de analista. Cometendo uma injustiça sem tamanho.


    Farinha pouca, o pirão de todos da forma que merecem. Eu desafio você a montar uma tabela salarial com os recursos disponíveis que estabeleça a sobreposição ou qualquer outro meio de "justiça" aos técnicos sem que o salário do analista seja congelado ou reajustado em fator menor. O que justifica o técnico ganhar um reajuste maior? Não é a diferença salarial aumentando com o tempo, conforme provado. O técnico é melhor? O analista é incompetente?

    Mudança do perfil de trabalho do poder judiciário. Falta de demanda por serviço de trabalho de nível médio, alta demanda por serviço de demanda de nível superior. Terceirização de serviços de baixa complexidade. Alguém tem que fazer o trabalho. E colocar o técnico para realizar serviço de alta complexidade e remunerar como se fosse de baixa é totalmente injusto e ilegal. Precisa de mais motivos? Creio que não.

    Algo que vcs que são contra a transposição de tabela salarial que não perceberam é que o que motiva a extinção do cargo de técnico é exatamente a mesma coisa que motiva a transposição de tabelas. Que a transposição de tabelas é na verdade um plano de TRANSIÇÃO de cenários? A proposta de vcs é um buraco negro. Vcs estão pegando um cenário passado, querem chegar em um cenário futuro, mas sem nenhuma proposta de transição. Em uma empresa privada vcs seriam uma piada (e demitidos por fazer piada)


    Você fala de ego, que não basta ganhar bem e sim ganhar mais que os colegas. Mas nenhum dos seus "argumentos" se baseia na justiça ou não do seu salário. Todos os seus argumentos se baseiam na comparação do salário do técnico com o do analista. Todos os seus argumentos se dão olhando para o cargo de analista. Quer uma prova disso? Coloque o salário do analista igual ao do técnico e veja o que acontece com seus argumentos.

    Queria oque? Que meu argumento fosse baseado na cotação das rosas holandesa?


    Se o salário do analista fosse R$5.000,00 todos os seus argumentos cairiam por terra. Todos eles. Ou seja, você está acusando os outros de algo que você mesmo faz.

    A verdade é uma só. E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído. Não é preciso ofender, destratar, diminuir. A verdade basta.

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Eu? Ego?
    Pera ai

    E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído.

    E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído.

    E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído.

    E o analista que se omitir e não reagir está condenado a ter seu cargo ainda mais diminuído.

    Vc acabou de dizer que se o técnico for valorizado o analista será diminuido e eu que to com ego ferido!

    Afinal de contas. Vc considera a melhoria do cargo técnico como diminuição do cargo de analista!!!!!

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK



    Última edição por darkshi em Dom 29 Mar 2015, 10:30 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por darkshi em Dom 29 Mar 2015, 10:20 am

    PaladinoRS escreveu:28/03/2015 12:06 | Projeto de lei para criação de Varas e cargos na 4ª Região chega ao Congresso Nacional
    fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Antônio José de Barros Levenhagen, encaminhou nessa sexta-feira (27), à Câmara dos Deputados, projeto de lei que propõe a criação de novas unidades e cargos para o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS). O PL 956/2015 contempla sete Varas do Trabalho, sete cargos de juiz titular, 16 de juiz substituto, 215 de analista judiciário (área judiciária), 35 de oficial de justiça, sete cargos em comissão CJ-3 e 165 funções comissionadas FC-5. Além disso, prevê a transformação de 48 cargos em comissão CJ-2 em 48 CJ-3.

    As sete unidades previstas no projeto incluem duas Varas especializadas em acidentes de trabalho para Porto Alegre. Hoje, no Foro Trabalhista da Capital, apenas a 30ª VT julga a matéria, que, para uma entrega jurisdicional mais efetiva, requer um tratamento específico, tendo em vista as peculiaridades dos processos desta natureza, principalmente na fase probatória. As outras unidades propostas correspondem à transformação de cinco Postos Avançados em Varas, nos municípios de Capão da Canoa, Marau, Nova Prata, São Sebastião do Caí e Tramandaí. As cidades foram escolhidas com base na movimentação processual e em indicadores socioeconômicos.

    O objetivo do Tribunal com este reforço é adequar sua estrutura, considerada defasada devido ao aumento expressivo da demanda processual nos últimos anos. Desde 2010, o volume de casos novos cresceu quase 40% na Justiça do Trabalho gaúcha.

    O projeto de lei deverá tramitar por três órgãos da Câmara: Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC. Chegando ao Senado, precisará ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Casa, antes do encaminhamento para sanção presidencial. “A Administração do TRT-RS vai envidar todos os esforços para aprovação do projeto de lei no Congresso ainda em 2015”, informou a presidente do Tribunal, desembargadora Cleusa Regina Halfen.



    Postei esse link pra mostrar a muita gente, principalmente ao "aceita que dói menos" que a coisa não do jeito que ele pensa. Vc está vendo previsão de vagas para técnico darkshi?

    Se de fato as funções desempenhadas hoje, principalmente com a implantação do PJe, necessitam de conhecimento de nível superior, não há mais porque nomear técnicos. Afinal, não vai ter mais processo pra mandar pro arquivo, folha pra botar carimbo, juntar protocolo etc.

    O que o TRT4 está fazendo e será a tendência dos demais tribunais é nomear apenas analistas e oficiais de justiça. O destino dos técnicos será o dos auxiliares. Logo, vc acha que o STF vai brigar por sobreposição de tabelas? Tem que mais inocente que o cara do comercial do cumpadi Washington pra acreditar nisso.

    Darkshi, estuda que dói menos e vc aproveita mais.

    Tá.
    Vc acabou de colocar algo que corrobora com a minha tese.
    O que eu tenho que aceitar mesmo?

    Não ter pedidos de abertura de vagas para técnicos  pq? Advinha? É pq não existe mais demanda para serviço de técnico!
    E se não existe mais demanda? O que os técnicos estão fazendo? Jogando dominó o dia todo!!! Afinal de contas, segundo os analistas, técnico não pode ser realocado para trabalhar. Deve ser encostado.


    Volto a refazer a pergunta.
    Como solucionar o problema administrativo do PJU no prazo mais curto sem cometer injustiças ou inflar a maquina pública? Até agora ninguém deu uma solução. Todas as respostas foram não-solução. Todas se baseiam no "ignorar o problema até ele sumir"
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    Mensagem por darkshi em Dom 29 Mar 2015, 10:37 am

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    Mensagem por silmaria em Dom 29 Mar 2015, 11:20 am

    Essa briga de Técnico x Analista não vai dár em nada. Mas sinceramente essa ANAJUS tem cada imbecilidade, ela só sabe atacar outras carreiras.

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