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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

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    RafaMaster
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por RafaMaster em Seg 04 Maio 2015, 1:01 pm

    Raskólnikov escreveu:O que aconteceu no "Postalis" é bem mais difícil de ocorrer no funpresp, já que o funcionamento de ambos era bem diferente.

    O Postalis funcionava quase como um novo INSS, pois tinha caráter solidário. Lá o empregado contribuía com um valor "x" e já sabia desde logo quanto ganharia quando ia se aposentar (mais ou menos como ocorre com o INSS). O dinheiro das contribuições ia para um fundo único, que sustentava as contribuições de todos (dai o caráter solidário). Com tempo esse tipo de fundo se mostrou altamente deficitário, porque os participantes ativos sustentam os aposentados. Esse sistema funcionou até o ano de 2008, ano em que acabou para os novos. Contudo, os que já eram participantes ou se aposentaram  por esse sistema ainda tem direito a essa sistemática.

    O que ocorreu é o dinheiro que ia para esse fundo deveria ser bem investido e não foi (investiram quase todo nas empresas do EIKE), por isso o rombo. Podem pesquisar e você verão que somente os empregados que fazem parte do chamado "plano BD Saldado" vão ter que contribuir para cobrir esse rombo.

    O Funpresp e o Postalis desde 2008 funcionam com o sistemática de contas individuais, sem caráter solidário. Lá você contribui com um valor "x", esse valor vai para uma conta vinculada ao seu CPF e o benefício vai variar de acordo com o quanto você contribuiu. Assim, não há como você saber desde logo quanto vai receber quando se aposentar. Quem contribuiu mais ou por mais tempo vai ganhar mais do que aquele que contribuiu com uma alíquota menor ou por menos tempo.

    Esse tipo de sistema é melhor, já que você não vai sustentar a aposentadoria de ninguém que não seja a sua, não há solidariedade.

    Obviamente o sistema antigo de aposentadoria é melhor, mas atualmente os novos planos de previdência públicos são bem melhores e mais transparentes.

    Faço parte do Funpresp e por enquanto estou "gostando". Óbvio que preferia ter entrando no sistema antigo, mas não acho que o fundo é essa desgraça toda que as pessoas comentam.

    Consigo acompanhar em tempo real pela internet o saldo da minha conta individual. Além disso, eu posso desistir a qualquer momento e receber o saldo da minha conta. A depender de quanto tempo fico posso levar ainda 90% das contribuições feitas pela união.

    Mas como funciona em uma aposentadoria por invalidez num sistema de contas individuais? Você fica meio que na mão, não é??
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por euvoltei em Seg 04 Maio 2015, 1:49 pm

    RafaMaster escreveu:
    Raskólnikov escreveu:O que aconteceu no "Postalis" é bem mais difícil de ocorrer no funpresp, já que o funcionamento de ambos era bem diferente.

    O Postalis funcionava quase como um novo INSS, pois tinha caráter solidário. Lá o empregado contribuía com um valor "x" e já sabia desde logo quanto ganharia quando ia se aposentar (mais ou menos como ocorre com o INSS). O dinheiro das contribuições ia para um fundo único, que sustentava as contribuições de todos (dai o caráter solidário). Com tempo esse tipo de fundo se mostrou altamente deficitário, porque os participantes ativos sustentam os aposentados. Esse sistema funcionou até o ano de 2008, ano em que acabou para os novos. Contudo, os que já eram participantes ou se aposentaram  por esse sistema ainda tem direito a essa sistemática.

    O que ocorreu é o dinheiro que ia para esse fundo deveria ser bem investido e não foi (investiram quase todo nas empresas do EIKE), por isso o rombo. Podem pesquisar e você verão que somente os empregados que fazem parte do chamado "plano BD Saldado" vão ter que contribuir para cobrir esse rombo.

    O Funpresp e o Postalis desde 2008 funcionam com o sistemática de contas individuais, sem caráter solidário. Lá você contribui com um valor "x", esse valor vai para uma conta vinculada ao seu CPF e o benefício vai variar de acordo com o quanto você contribuiu. Assim, não há como você saber desde logo quanto vai receber quando se aposentar. Quem contribuiu mais ou por mais tempo vai ganhar mais do que aquele que contribuiu com uma alíquota menor ou por menos tempo.

    Esse tipo de sistema é melhor, já que você não vai sustentar a aposentadoria de ninguém que não seja a sua, não há solidariedade.

    Obviamente o sistema antigo de aposentadoria é melhor, mas atualmente os novos planos de previdência públicos são bem melhores e mais transparentes.

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    Consigo acompanhar em tempo real pela internet o saldo da minha conta individual. Além disso, eu posso desistir a qualquer momento e receber o saldo da minha conta. A depender de quanto tempo fico posso levar ainda 90% das contribuições feitas pela união.

    Mas como funciona em uma aposentadoria por invalidez num sistema de contas individuais? Você fica meio que na mão, não é??

    Rafamaster... provavelmente nesse caso, ou vc saca a grana, ou vai receber o benefício com base no total acumulado e sua expectativa de vida.... que é o normal nesses tipo de fundos "cada um como sua conta"

    Ou seja, se ficar inválido com pouco idade e/ou pequeno valor... vai receber migalhas e vai depender mesmo das regras e do teto de INSS... como o pessoal da CLT...


    No caso de má aplicações, não tem jeito.....

    Ou o funpresp pelo menos abre opções de escolha de aplicações(como as corretores de previdência privada tem), exemplo:
          - umas com risco de ações, investimentos em infraestrutura de longo prazo nacional,
        - outras de baixo risco, com 100% títulos públicos, etc..
            - fundos misto (50% titulos publicos, 50% ações)

    Ou fica do jeito como todo fundo de pensão(estatal), atual é : ligado ao governo e sujeito a ingerência da burocracia política dominante...


    No funpresp há  a opção de sacar tudo... mas com enormes prejuízos, que fique claro...
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por macfly em Seg 04 Maio 2015, 2:01 pm

    euvoltei escreveu:
    RafaMaster escreveu:
    Raskólnikov escreveu:O que aconteceu no "Postalis" é bem mais difícil de ocorrer no funpresp, já que o funcionamento de ambos era bem diferente.

    O Postalis funcionava quase como um novo INSS, pois tinha caráter solidário. Lá o empregado contribuía com um valor "x" e já sabia desde logo quanto ganharia quando ia se aposentar (mais ou menos como ocorre com o INSS). O dinheiro das contribuições ia para um fundo único, que sustentava as contribuições de todos (dai o caráter solidário). Com tempo esse tipo de fundo se mostrou altamente deficitário, porque os participantes ativos sustentam os aposentados. Esse sistema funcionou até o ano de 2008, ano em que acabou para os novos. Contudo, os que já eram participantes ou se aposentaram  por esse sistema ainda tem direito a essa sistemática.

    O que ocorreu é o dinheiro que ia para esse fundo deveria ser bem investido e não foi (investiram quase todo nas empresas do EIKE), por isso o rombo. Podem pesquisar e você verão que somente os empregados que fazem parte do chamado "plano BD Saldado" vão ter que contribuir para cobrir esse rombo.

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    Esse tipo de sistema é melhor, já que você não vai sustentar a aposentadoria de ninguém que não seja a sua, não há solidariedade.

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    Mas como funciona em uma aposentadoria por invalidez num sistema de contas individuais? Você fica meio que na mão, não é??

    Rafamaster... provavelmente nesse caso, ou vc saca a grana, ou vai receber o benefício com base no total acumulado e sua expectativa de vida.... que é o normal nesses tipo de fundos "cada um como sua conta"

    Ou seja, se ficar inválido com pouco idade e/ou pequeno valor... vai receber migalhas e vai depender mesmo das regras e do teto de INSS... como o pessoal da CLT...


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    Colegas. vcs saberiam informar se o novo teto para aposentadoria para quem acabou de entrar no funcionalismo público (teto do INSS) se refere exclusivamente à esfera federal ou tb abrange, necessariamente, a estadual e municipal?


    Agradeço!
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por euvoltei em Seg 04 Maio 2015, 2:05 pm

    macfly escreveu:
    euvoltei escreveu:
    RafaMaster escreveu:
    Raskólnikov escreveu:O que aconteceu no "Postalis" é bem mais difícil de ocorrer no funpresp, já que o funcionamento de ambos era bem diferente.

    O Postalis funcionava quase como um novo INSS, pois tinha caráter solidário. Lá o empregado contribuía com um valor "x" e já sabia desde logo quanto ganharia quando ia se aposentar (mais ou menos como ocorre com o INSS). O dinheiro das contribuições ia para um fundo único, que sustentava as contribuições de todos (dai o caráter solidário). Com tempo esse tipo de fundo se mostrou altamente deficitário, porque os participantes ativos sustentam os aposentados. Esse sistema funcionou até o ano de 2008, ano em que acabou para os novos. Contudo, os que já eram participantes ou se aposentaram  por esse sistema ainda tem direito a essa sistemática.

    O que ocorreu é o dinheiro que ia para esse fundo deveria ser bem investido e não foi (investiram quase todo nas empresas do EIKE), por isso o rombo. Podem pesquisar e você verão que somente os empregados que fazem parte do chamado "plano BD Saldado" vão ter que contribuir para cobrir esse rombo.

    O Funpresp e o Postalis desde 2008 funcionam com o sistemática de contas individuais, sem caráter solidário. Lá você contribui com um valor "x", esse valor vai para uma conta vinculada ao seu CPF e o benefício vai variar de acordo com o quanto você contribuiu. Assim, não há como você saber desde logo quanto vai receber quando se aposentar. Quem contribuiu mais ou por mais tempo vai ganhar mais do que aquele que contribuiu com uma alíquota menor ou por menos tempo.

    Esse tipo de sistema é melhor, já que você não vai sustentar a aposentadoria de ninguém que não seja a sua, não há solidariedade.

    Obviamente o sistema antigo de aposentadoria é melhor, mas atualmente os novos planos de previdência públicos são bem melhores e mais transparentes.

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    Tem que ver se o estado ou município já regulamentaram os seus receptivos fundos de pensão....
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    Mensagem por corujito em Seg 04 Maio 2015, 2:43 pm

    Lembrando que os FUNPRESPs não permitem a retirada de toda a grana ao se aposentar.

    É um dos pontos mais negativos dos fundos, IMHO
    Denovo??
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    Mensagem por Denovo?? em Seg 04 Maio 2015, 3:27 pm

    Um fundo de pensão, bem gerido, é a melhor solução possível de aposentadoria.
    Grandes fundos tem capital para comprar participações acionárias de peso, ações preferenciais em grandes empresas, trabalham com baixa sinistralidade, enfim....
    O problema é que estamos no Brasil, e muito dinheiro guardado, nas mãos do governo, não termina bem.
    A parte boa é que o fundo do PJU deve ter menos influência política. A parte ruim é que, provavelmente, darão um jeito de priorizar os juízes numa dificuldade.
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    Mensagem por Raskólnikov em Seg 04 Maio 2015, 9:41 pm

    macfly escreveu:
    euvoltei escreveu:
    RafaMaster escreveu:
    Raskólnikov escreveu:O que aconteceu no "Postalis" é bem mais difícil de ocorrer no funpresp, já que o funcionamento de ambos era bem diferente.

    O Postalis funcionava quase como um novo INSS, pois tinha caráter solidário. Lá o empregado contribuía com um valor "x" e já sabia desde logo quanto ganharia quando ia se aposentar (mais ou menos como ocorre com o INSS). O dinheiro das contribuições ia para um fundo único, que sustentava as contribuições de todos (dai o caráter solidário). Com tempo esse tipo de fundo se mostrou altamente deficitário, porque os participantes ativos sustentam os aposentados. Esse sistema funcionou até o ano de 2008, ano em que acabou para os novos. Contudo, os que já eram participantes ou se aposentaram  por esse sistema ainda tem direito a essa sistemática.

    O que ocorreu é o dinheiro que ia para esse fundo deveria ser bem investido e não foi (investiram quase todo nas empresas do EIKE), por isso o rombo. Podem pesquisar e você verão que somente os empregados que fazem parte do chamado "plano BD Saldado" vão ter que contribuir para cobrir esse rombo.

    O Funpresp e o Postalis desde 2008 funcionam com o sistemática de contas individuais, sem caráter solidário. Lá você contribui com um valor "x", esse valor vai para uma conta vinculada ao seu CPF e o benefício vai variar de acordo com o quanto você contribuiu. Assim, não há como você saber desde logo quanto vai receber quando se aposentar. Quem contribuiu mais ou por mais tempo vai ganhar mais do que aquele que contribuiu com uma alíquota menor ou por menos tempo.

    Esse tipo de sistema é melhor, já que você não vai sustentar a aposentadoria de ninguém que não seja a sua, não há solidariedade.

    Obviamente o sistema antigo de aposentadoria é melhor, mas atualmente os novos planos de previdência públicos são bem melhores e mais transparentes.

    Faço parte do Funpresp e por enquanto estou "gostando". Óbvio que preferia ter entrando no sistema antigo, mas não acho que o fundo é essa desgraça toda que as pessoas comentam.

    Consigo acompanhar em tempo real pela internet o saldo da minha conta individual. Além disso, eu posso desistir a qualquer momento e receber o saldo da minha conta. A depender de quanto tempo fico posso levar ainda 90% das contribuições feitas pela união.

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    Cada ente possui autonomia para criar ou não esse tipo fundo complementar (Artigo 40, §14, CF). Vários Estados já seguiram o exemplo da União e adotaram. Sei que os Estados de SP, CE e PR já adotaram fundos semelhantes, mas ainda existem diversos e Estados e principalmente municípios que não adotaram, em que pese seja questão de tempo que eles adotem tb.
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por Fhighlander em Ter 05 Maio 2015, 1:35 pm

    Raskólnikov escreveu:
    macfly escreveu:
    euvoltei escreveu:
    RafaMaster escreveu:

    Mas como funciona em uma aposentadoria por invalidez num sistema de contas individuais? Você fica meio que na mão, não é??

    Rafamaster... provavelmente nesse caso, ou vc saca a grana, ou vai receber o benefício com base no total acumulado e sua expectativa de vida.... que é o normal nesses tipo de fundos "cada um como sua conta"

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    No funpresp há  a opção de sacar tudo... mas com enormes prejuízos, que fique claro...



    Colegas. vcs saberiam informar se o novo teto para aposentadoria para quem acabou de entrar no funcionalismo público (teto do INSS) se refere exclusivamente à esfera federal ou tb abrange, necessariamente, a estadual e municipal?


    Agradeço!

    Cada ente possui autonomia para criar ou não esse tipo fundo complementar (Artigo 40, §14, CF). Vários Estados já seguiram o exemplo da União e adotaram. Sei que os Estados de SP, CE e PR já adotaram fundos semelhantes, mas ainda existem diversos e Estados e principalmente municípios que não adotaram, em que pese seja questão de tempo que eles adotem tb.

    Exatamente. Ou seja, se você tiver sorte ainda não tá valendo do contrário se acostume com a ideia...

    Só não sei o que acontece quando você já é servidor federal/legislativo/judiciário e passa num cargo que seja estadual. Aquele esquema de assumir no mesmo dia e declarar vacância por posse em cargo inacumulável está valendo?
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    Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários - Página 12 Empty Re: Construindo o próximo Plano de Cargos e Salários

    Mensagem por meianoite em Ter 05 Maio 2015, 7:04 pm

    Repassando:

    Assunto: PCS - momentos finais

    Caros colegas, é necessário um esforço de todos nesta reta final do PCS,
    cuja votação está marcada para a próxima quarta-feira dia 06.05. amanhã.
    O relator do PL já apresentou seu parecer e disponibilizou nova pesquisa
    de opinião pública. Na primeira pesquisa tivemos 36 mil votos, para um
    universo de 120 mil servidores. Muito pouco.
    É imprescindível que todos votem na nova pesquisa, demonstrando, assim,
    que estamos atentos à votação. Faça sua parte.
    Não se limite a votar, compartilhe também essa mensagem.

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    Mensagem por darkshi em Dom 12 Jul 2015, 11:01 pm

    Como o tempo e as experiencias mudam as pessoas.
    Hj sou completamente contra a transposição de tabelas e a qualquer divisão da carreira.
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    Mensagem por Savissimo em Seg 13 Jul 2015, 5:32 pm

    darkshi escreveu:Como o tempo e as experiencias mudam as pessoas.
    Hj sou completamente contra a transposição de tabelas e a qualquer divisão da carreira.

    Acho que qualquer novo plano de carreira tem que constar:

    1. Mais níveis de carreira, a fim de estimular a permanência dos servidores e
    2. Data Base

    O resto, entendo como perfumaria
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    Mensagem por Lula Molusco em Seg 13 Jul 2015, 7:26 pm

    Savissimo escreveu:
    Acho que qualquer novo plano de carreira tem que constar:

    1. Mais níveis de carreira, a fim de estimular a permanência dos servidores e
    2. Data Base

    O resto, entendo como perfumaria

    A ATS, mesmo sendo por quinquênio, poderia suprir o tal desestímulo citado no item 1.

    Data-base é fundamental.

    No caso específico do PJU, em que técnicos e analista executam as mesmas tarefas, seria interessante a sobreposição de tabela, conforme já exista no PCS 1996.

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    Mensagem por darkshi em Sex 23 Out 2015, 3:06 pm

    (Continuando o tema da separação de carreiras que foi levantado no tópico sobre o veto.)

    Para mim eu vejo duas grandes vantagens na separação das carreiras. Lembrando que só concordo da separação entre ramos. Criar uma carreira para os superiores e deixar os regionais em um carreirão é matar a carreira.

    Primeiro que cada carreira iria ser construída de acordo com cada idiossincrasia de cada ramo. JE por ex não tem OJs, não teria problemas para adotar GD e afins. Já JT eu não vejo a mínima possibilidade de adotarem subsidio.

    Outra vantagem, ao meu ver a maior, iriamos parar de depender de um único presidente, de um tribunal extremamente político, que é o STF. Além de que servidores dos ramos conseguem gerar mais pressão nos presidentes dos respectivos ramos do que no presidente do STF.

    Hj temos um presidente do STF mais petistas que o próprio PT. E todo mundo termina pagando pelos atos de uma única pessoa. Com a carreira separada, o servidores do STF poderiam ser vendido no poço das almas pelo Lewandolero, mas os servidores do JT teriam que lidar com o presidente do TST, e este poderia ser melhor que o Lewando.

    Quanto ao risco de um ramo ganhar mais que o outro. Existe uma normativa do CNJ que divide o bolo dos 6% entre os ramos, ou seja, nenhum ramo poderia a principio comer fatias do bolo do outro ramo. Se houver diferenças será mais por falta de planejamento de pessoal do ramo do que qualquer outra coisa.
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    Mensagem por opracilop em Sex 23 Out 2015, 6:24 pm

    A conversa aqui no STF é que haverá uma carreira separada, cópia da do TCU, para STF, STJ, STM, TST, TSE, CNJ e CNMP e que todo o resto vai ficar com o PL leitinho.
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    Mensagem por Lula Molusco em Sab 31 Out 2015, 11:39 pm

    opracilop escreveu:A conversa aqui no STF é que haverá uma carreira separada, cópia da do TCU, para STF, STJ, STM, TST, TSE, CNJ e CNMP e que todo o resto vai ficar com o PL leitinho.

    Também fiquei sabendo disso. Acabou a carreira do PJU.

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