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    Empréstimo Consignado - formas de sustação

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    josebarbos
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Qui 20 Ago 2015, 4:00 pm

    cicero_pb escreveu:Josebarbos,

    Não quero colocar o terror, mas agrupe os seguintes pontos:

    - Inflação alta;

    - Tirada dos 13 (quase provavel)

    - Tirada dos quintos (a AGU já tá mudando diversos processos na JF com base na decisao do SubTF).

    - Readequacao da margem (para 30%)

    - Juros aumentando.

    Vai ser um choro só.

    Só posso sorrir e acenar. E para aqueles que apertaram o 13....

    RECEBAM!

    O cenário de juro aumentando para mim é benéfico: em tese o desconto na liquidação antecipada dos contratos é maior, e aquilo que tenho investido rende um pouquinho a mais.

    Claro que poderia estar numa situação muito melhor, detesto a teoria do quanto pior melhor. Mas já que é isto que o povo quis, tenham o que merecem.

    Inflação é MUITÍSSIMO mais perversa para quem é pobre. O meu reajuste de R$ 50,00 na conta de luz, no caso de uma pessoa mais humilde, é coisa de R$ 80,00 ao mês. Isto porque alguém que consuma mais ou menos o tanto quanto eu (o apê é pequeno e não sou perdulário em energia), além de ganhar muito menos e ser relativamente um peso maior, não tem como investir em lâmpadas de LED (financeiramente viáveis, mas investimento inicial alto), nem a se dar ao luxo de ter eletrodomésticos mais modernos e que sejam mais eficientes. Até um simples chuveiro eletrônico, que se paga num ano, é um luxo para uma pessoa mais pobre, até porque ela mesmo não faz a conta pensando em longo prazo.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por fairbanks em Qui 20 Ago 2015, 4:30 pm

    Decano escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    pode contar qual é a coincidência, nem que seja por MP?

    Mandei.

    Se puder mandar pra mim, também, eu agradeço.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Qui 20 Ago 2015, 4:36 pm

    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:Josebarbos,

    Não quero colocar o terror, mas agrupe os seguintes pontos:

    - Inflação alta;

    - Tirada dos 13 (quase provavel)

    - Tirada dos quintos (a AGU já tá mudando diversos processos na JF com base na decisao do SubTF).

    - Readequacao da margem (para 30%)

    - Juros aumentando.

    Vai ser um choro só.

    Só posso sorrir e acenar. E para aqueles que apertaram o 13....

    RECEBAM!

    O cenário de juro aumentando para mim é benéfico: em tese o desconto na liquidação antecipada dos contratos é maior, e aquilo que tenho investido rende um pouquinho a mais.

    Claro que poderia estar numa situação muito melhor, detesto a teoria do quanto pior melhor. Mas já que é isto que o povo quis, tenham o que merecem.

    Inflação é MUITÍSSIMO mais perversa para quem é pobre. O meu reajuste de R$ 50,00 na conta de luz, no caso de uma pessoa mais humilde, é coisa de R$ 80,00 ao mês. Isto porque alguém que consuma mais ou menos o tanto quanto eu (o apê é pequeno e não sou perdulário em energia), além de ganhar muito menos e ser relativamente um peso maior, não tem como investir em lâmpadas de LED (financeiramente viáveis, mas investimento inicial alto), nem a se dar ao luxo de ter eletrodomésticos mais modernos e que sejam mais eficientes. Até um simples chuveiro eletrônico, que se paga num ano, é um luxo para uma pessoa mais pobre, até porque ela mesmo não faz a conta pensando em longo prazo.

    Exato. Mesmo reajustes nominais iguais representam um impacto muito maior sobre quem tem a renda menor. Dia desses vi uma reportagem sobre o aumento na conta de luz, mostrando um senhor aposentado que teve que fazer um consignado pra manter as contas em dia. Não conseguiu absorver o aumento na sua conta, que tinha sido em torno de 40$/mês a mais. Fiquei me perguntando como ele conseguiria, depois, encaixar o aumento na conta, que me parece permanente (embora o governo teime em afirmar o contrário), e ainda com menos renda disponível devido ao consignado.

    Por falar em consignado, o colega Decano mencionou uma coincidência que aconteceu com ele, que permitiu que ele tivesse consignados e, ao mesmo tempo, margem livre. O mesmo aconteceu comigo. Não sei se a mesma coincidência, mas o resultado é o mesmo. Tenho 3 consignados na Caixa, cujas prestações somadas são inferiores aos 30% de margem. Ainda assim, toda a minha margem de 30% está disponível. Ao lançar o contrato no sistema, incluiram o código de convenente errado (sou do MPT, usaram o código do MPU). Resultado: o MPU todo mês afirma que eu não faço parte de sua folha de pagamento, e por isso não efetua o repasse da minha prestação à Caixa. Assim, todo mês minha prestação é debitada em conta. Não faz lá tanta diferença, mas me deixou com uma rede de segurança em caso de imprevistos. Exemplo: me casei ano passado, passei os últimos meses do ano me adequando (compra de móveis, etc.) com pouca margem de manobra no orçamento. Ao visitar meus parentes em outro estado, tive um problema com o carro, precisando pagar o conserto no cartão de crédito. Graças ao fato de minhas prestações serem debitadas em conta, e não na folha, pude atrasá-las por um mês, evitar a armadilha do pagamento mínimo da fatura do cartão, e quitei as prestações atrasadas com o 13º. Não foi o melhor dos mundos, mas pelo menos o juro por atraso foi absurdamente menor do que se tivesse atrasado a fatura do cartão de crédito.

    Como incentivo aos demais colegas, deixo meu depoimento de que é, sim, possível se reorganizar financeiramente. Revendo gastos, trocando de carro por um de manutenção mais barata e menor consumo de combustível, hoje minha situação já está bem melhor. Por exemplo, já conseguiria sobreviver a um imprevisto sem precisar recorrer a novo empréstimo, ou atrasar os que já tenho. A quitação total dos empréstimos é minha próxima meta.


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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qui 20 Ago 2015, 5:54 pm

    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.


    Por MP pra mim, colega! Wink

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qui 20 Ago 2015, 5:58 pm

    gonca escreveu:Django, favor mandar a incial para mim também, gonca_bage@yahoo.com.br. Desde já, agradeço.

    Seguiu. por email. Wink
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Edinho.cp em Qui 20 Ago 2015, 7:09 pm

    DJANGO.
    Solicito a gentileza de enviar-me a petição inicial, ao e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Imensamente grato pela atenção.
    Desde já agradeço.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Qui 20 Ago 2015, 8:04 pm

    androsvilazza escreveu:
    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:Josebarbos,

    Não quero colocar o terror, mas agrupe os seguintes pontos:

    - Inflação alta;

    - Tirada dos 13 (quase provavel)

    - Tirada dos quintos (a AGU já tá mudando diversos processos na JF com base na decisao do SubTF).

    - Readequacao da margem (para 30%)

    - Juros aumentando.

    Vai ser um choro só.

    Só posso sorrir e acenar. E para aqueles que apertaram o 13....

    RECEBAM!

    O cenário de juro aumentando para mim é benéfico: em tese o desconto na liquidação antecipada dos contratos é maior, e aquilo que tenho investido rende um pouquinho a mais.

    Claro que poderia estar numa situação muito melhor, detesto a teoria do quanto pior melhor. Mas já que é isto que o povo quis, tenham o que merecem.

    Inflação é MUITÍSSIMO mais perversa para quem é pobre. O meu reajuste de R$ 50,00 na conta de luz, no caso de uma pessoa mais humilde, é coisa de R$ 80,00 ao mês. Isto porque alguém que consuma mais ou menos o tanto quanto eu (o apê é pequeno e não sou perdulário em energia), além de ganhar muito menos e ser relativamente um peso maior, não tem como investir em lâmpadas de LED (financeiramente viáveis, mas investimento inicial alto), nem a se dar ao luxo de ter eletrodomésticos mais modernos e que sejam mais eficientes. Até um simples chuveiro eletrônico, que se paga num ano, é um luxo para uma pessoa mais pobre, até porque ela mesmo não faz a conta pensando em longo prazo.

    Exato. Mesmo reajustes nominais iguais representam um impacto muito maior sobre quem tem a renda menor. Dia desses vi uma reportagem sobre o aumento na conta de luz, mostrando um senhor aposentado que teve que fazer um consignado pra manter as contas em dia. Não conseguiu absorver o aumento na sua conta, que tinha sido em torno de 40$/mês a mais. Fiquei me perguntando como ele conseguiria, depois, encaixar o aumento na conta, que me parece permanente (embora o governo teime em afirmar o contrário), e ainda com menos renda disponível devido ao consignado.

    Por falar em consignado, o colega Decano mencionou uma coincidência que aconteceu com ele, que permitiu que ele tivesse consignados e, ao mesmo tempo, margem livre. O mesmo aconteceu comigo. Não sei se a mesma coincidência, mas o resultado é o mesmo. Tenho 3 consignados na Caixa, cujas prestações somadas são inferiores aos 30% de margem. Ainda assim, toda a minha margem de 30% está disponível. Ao lançar o contrato no sistema, incluiram o código de convenente errado (sou do MPT, usaram o código do MPU). Resultado: o MPU todo mês afirma que eu não faço parte de sua folha de pagamento, e por isso não efetua o repasse da minha prestação à Caixa. Assim, todo mês minha prestação é debitada em conta. Não faz lá tanta diferença, mas me deixou com uma rede de segurança em caso de imprevistos. Exemplo: me casei ano passado, passei os últimos meses do ano me adequando (compra de móveis, etc.) com pouca margem de manobra no orçamento. Ao visitar meus parentes em outro estado, tive um problema com o carro, precisando pagar o conserto no cartão de crédito. Graças ao fato de minhas prestações serem debitadas em conta, e não na folha, pude atrasá-las por um mês, evitar a armadilha do pagamento mínimo da fatura do cartão, e quitei as prestações atrasadas com o 13º. Não foi o melhor dos mundos, mas pelo menos o juro por atraso foi absurdamente menor do que se tivesse atrasado a fatura do cartão de crédito.

    Como incentivo aos demais colegas, deixo meu depoimento de que é, sim, possível se reorganizar financeiramente. Revendo gastos, trocando de carro por um de manutenção mais barata e menor consumo de combustível, hoje minha situação já está bem melhor. Por exemplo, já conseguiria sobreviver a um imprevisto sem precisar recorrer a novo empréstimo, ou atrasar os que já tenho. A quitação total dos empréstimos é minha próxima meta.


    é bem isto...

    Uma das coisas que aprendi no curso de educação financeira, dica de um colega que é casado com uma advogada, é algo que passa totalmente em branco, até porque (ainda) não é prática dos bancos executar esta cláusula: quando você tem um bem em garantia (financiamento de carro e casa), pode olhar bem detalhadamente no contrato: há uma cláusula que diz que basta atrasar UMA prestação para a instituição financeira ter direito à execução integral do contrato.

    por mais que seja meio absurdo, até do ponto de vista do direito do consumidor, depois de tal alerta verifiquei que meus contratos tinham esta cláusula. É típico, especialmente nos casos de habitação, cujas parcelas são altas, mas os juros relativamente baixos, que sempre se deixe uma ou duas "atrasadas", e não mais que isto, porque as pessoas acham que não estourando os três meses podem atrasar cotidianamente. De fato, os 90 dias já são suficientes para um fenômeno jurídico cujo nome não sei, na caixa a gente chama de "crédito ca/cl". Mito.

    quanto aos aposentados, coitados... é o resultado de toda uma vida não planejada. desde que foi inventado o crédito consignado, muitos vivem no limite do que é disponível, e procuram o banco assim que sobe o mínimo e aumenta um pouquinho a margem. pior que muitas vezes nem é em benefício próprio, e sim de um filho ou parente, algumas vezes até abusando da boa fé. Ao fazer um empréstimo, entram naquele mesmo círculo vicioso que pegou até nós, servidores mais instruídos do judiciário. a velocidade com que você se acostuma a um luxo é inversamente proporcional à dificuldade de se desfazer dele.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qui 20 Ago 2015, 8:59 pm

    Edinho.cp escreveu:DJANGO.
    Solicito a gentileza de enviar-me a petição inicial, ao e-mail edinho.cp@hotmail.com
    Imensamente grato pela atenção.
    Desde já agradeço.

    Acabei de enviar!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Qui 20 Ago 2015, 9:24 pm

    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    Por favor, colega, teria como dizer-me por MP como vc conseguiu resolver seu problema? Obrigado.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Sab 22 Ago 2015, 6:02 pm

    Notícia sobre crédito consignado mais barato.

    Não tenho interesse pessoal, nem sei se atingiria servidores do PJU e em que condições, apenas trago a notícia para conhecimento, pois o que me chamou atenção foi isso:

    "Com base em estudos feitos até o momento, Pena afirmou que seria possível cobrar dos servidores uma taxa de juros 50% inferior ao patamar praticado no mercado. Enquanto a média dos bancos é de 1,6% ao mês, a Funpresp poderia oferecer uma taxa mensal de 0,8% aos servidores públicos."


    Texto na íntegra:

    Funpresp planeja oferecer crédito consignado para atrair servidores
    Brasília, 10/08/2015 – A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) quer aumentar o número de adesões dos funcionários públicos alavancando a rentabilidade do fundo com a diversificação da estrutura de gestão de investimentos e o lançamento de produtos, como crédito consignado.

    Dos 33 mil servidores que entraram para a administração pública a partir de 2013, quando foi criada a fundação, 14,6 mil aderiram ao fundo. A meta deste ano é atingir 20 mil participantes. Com isso, os recursos em carteira saltariam dos atuais R$ 170 milhões para R$ 220 milhões.

    Por ser um regime novo de previdência, os funcionários públicos têm sido cautelosos em aderir por desconfianças sobre o cumprimento da meta e receio de que haja interferências políticas na gestão. “Ele [o servidor] entra muito desconfiado. É um fundo novo. Mas em previdência, mesmo pública, não tem nada garantido”, afirmou o diretorpresidente da Funpresp, Ricardo Pena, ao Valor. Segundo ele, o fundo atende todas as regras de governança, o que dá uma blindagem aos investimentos.

    A fundação trabalha para atingir uma rentabilidade de IPCA mais 4% ao ano. De 2013 a junho deste ano, o retorno acumulado foi de 30%. Somente no primeiro semestre de 2015, essa remuneração foi de 8%.

    Com o objetivo de reduzir desconfianças, Funpresp realizou uma licitação no início de julho e escolheu cinco bancos para gerir algo em torno de R$ 70 milhões dos R$ 170 milhões que a fundação tem em carteira. Cada instituição selecionada Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Western e Santander recebeu cerca de R$ 14 milhões para administrar (8,75% dos recursos totais). O restante dos recursos, cuja gestão será feita pela própria Funpresp, está aplicado em títulos públicos.

    As cinco instituições contratadas terão seus desempenhos avaliados periodicamente. O processo de licitação definiu que, a cada seis meses, o fundo de investimento que apresentar a melhor rentabilidade receberá maiores aportes de recursos e o que tiver a pior rentabilidade não receberá novos recursos. No fim de um período de avaliação de dois anos, a instituição com menor rentabilidade será substituída pelo próximo colocado na licitação.

    Outra aposta para melhorar o desempenho da fundação é o lançamento, no fim de 2016, do crédito consignado. O produto deverá ter taxas inferiores às que são oferecidas pelas instituições financeiras. “Queremos investir em empréstimo aos participantes, atuar com consignado. Temos permissão para isso”, disse.

    Com base em estudos feitos até o momento, Pena afirmou que seria possível cobrar dos servidores uma taxa de juros 50% inferior ao patamar praticado no mercado. Enquanto a média dos bancos é de 1,6% ao mês, a Funpresp poderia oferecer uma taxa mensal de 0,8% aos servidores públicos.

    Crédito imobiliário deverá levar um pouco mais de tempo para ser oferecido. Atualmente, a Funpresp já oferece serviços para os servidores “mais antigos”, que não trocaram o regime antigo de previdência pelo novo. Para esse público, foi criado um produto semelhante ao Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). Com o chamado “ativo alternativo”, o funcionário público pode fazer uma poupança adicional para a aposentadoria, porém com vantagens de isenção de taxa de administração e de portabilidade.

    O objetivo é trazer para a Funpresp os servidores que contrataram esse tipo de produto das instituições financeiras. A seguradora Mongeral Aegon Seguros e Previdência, escolhida por meio de licitação, é a responsável por oferecer cobertura de benefícios não programados (morte e invalidez) por meio de contratação opcional da Parcela Adicional de Risco (PAR). O participante do Funpresp paga R$ 50. No mercado, segundo Pena, esse custo pode chegar a R$ 180.

    O executivo disse que, no futuro, a fundação também tem planos de fazer investimentos em projetos de infraestrutura. “Hoje, nossa política permite investimento de até 5% [do capital] em infraestrutura. Por enquanto, é zero”, ressaltou.

    Após ficar parada durante anos no Congresso Nacional, a criação da Funpresp foi aprovada em 2013 com o objetivo de atenuar o elevado déficit do regime de previdência dos servidores públicos, dando sustentabilidade ao sistema no longo prazo.

    Com a medida, trabalhadores que ingressaram no serviço público a partir de 2013 passaram a ter a aposentadoria limitada ao teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que atualmente é de R$ 4.663,75. Se quiserem receber um valor maior que o teto, esses servidores têm de aderir à Funpresp.

    Publicado em 10/08/2015 no Valor Econômico / Por Edna Simão

    Link: https://www.funpresp.com.br/portal/?p=5794
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Sab 22 Ago 2015, 10:11 pm

    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    Tem como me dizer por MP como vc resolveu seu problema, colega?
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por MARCELO GOMES em Seg 24 Ago 2015, 11:35 pm

    DJANGO.

    Solicito a gentileza de enviar-me a petição inicial, ao e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Obrigado !!!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por MPU2008 em Seg 24 Ago 2015, 11:36 pm

    DJANGO.

    Você poderia enviar a petição inicial para o e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ?

    Desde já agradeço pela atenção

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por PedroHeenk em Seg 24 Ago 2015, 11:58 pm

    Django, me manda o e-mail dessa peticao, por favor! [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Decano, me manda pelo mp como fez isso?
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por PAS_Jud.2011 em Ter 25 Ago 2015, 12:35 am

    eder.lima escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    Tem como me dizer por MP como vc resolveu seu problema, colega?

    Se puder me compartilhar de tal feito tbm por MP, vai que caiba ao meu caso essa solução, né?! Agradeço!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Manza em Ter 25 Ago 2015, 2:57 am

    fairbanks escreveu:
    Decano escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    pode contar qual é a coincidência, nem que seja por MP?

    Mandei.

    Se puder mandar pra mim, também, eu agradeço.

    Manda pra mim tb, por gentileza. Obrigado.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por MPU2008 em Ter 25 Ago 2015, 3:15 am

    Decano,

    Se puder me mandar tbm agradeço muito.Obrigado

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Ter 25 Ago 2015, 3:21 am

    Seguiram os 3 e-mails contendo a inicial que solicitaram.
    Boa sorte!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Aureliano em Ter 25 Ago 2015, 5:03 pm

    Bom dia Amigo, por favor me mande a petição. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Obrigado

    DJANGO escreveu:Não é uma mágica, colegas.
    A dívida precisa ser paga.
    Mas pode ser paga de forma mais digna para o devedor.
    Respondi inúmeras MPs, e alguns me confirmaram que querem adotar a solução que expus, que na verdade é judicial, e funciona na ampla maioria dos casos.
    Aos que confirmaram que querem receber a cópia da inicial, encaminharei no final de semana.
    Não é propaganda, é uma solução que pode servir para muitos, outros já disseram que não resolve.
    Muitos de nós temos vergonha ou orgulho para admitir ter de adotar a solução judicial.
    Em alguns casos, porém, não há outra saída.
    Foi o meu caso, e estou satisfeito com a solução obtida.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por antonioguedes em Ter 25 Ago 2015, 5:39 pm

    DJANGO escreveu:Notícia sobre crédito consignado mais barato.

    Não tenho interesse pessoal, nem sei se atingiria servidores do PJU e em que condições, apenas trago a notícia para conhecimento, pois o que me chamou atenção foi isso:

    "Com base em estudos feitos até o momento, Pena afirmou que seria possível cobrar dos servidores uma taxa de juros 50% inferior ao patamar praticado no mercado. Enquanto a média dos bancos é de 1,6% ao mês, a Funpresp poderia oferecer uma taxa mensal de 0,8% aos servidores públicos."


    Texto na íntegra:

    Funpresp planeja oferecer crédito consignado para atrair servidores
    Brasília, 10/08/2015 – A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) quer aumentar o número de adesões dos funcionários públicos alavancando a rentabilidade do fundo com a diversificação da estrutura de gestão de investimentos e o lançamento de produtos, como crédito consignado.

    Dos 33 mil servidores que entraram para a administração pública a partir de 2013, quando foi criada a fundação, 14,6 mil aderiram ao fundo. A meta deste ano é atingir 20 mil participantes. Com isso, os recursos em carteira saltariam dos atuais R$ 170 milhões para R$ 220 milhões.

    Por ser um regime novo de previdência, os funcionários públicos têm sido cautelosos em aderir por desconfianças sobre o cumprimento da meta e receio de que haja interferências políticas na gestão. “Ele [o servidor] entra muito desconfiado. É um fundo novo. Mas em previdência, mesmo pública, não tem nada garantido”, afirmou o diretorpresidente da Funpresp, Ricardo Pena, ao Valor. Segundo ele, o fundo atende todas as regras de governança, o que dá uma blindagem aos investimentos.

    A fundação trabalha para atingir uma rentabilidade de IPCA mais 4% ao ano. De 2013 a junho deste ano, o retorno acumulado foi de 30%. Somente no primeiro semestre de 2015, essa remuneração foi de 8%.

    Com o objetivo de reduzir desconfianças, Funpresp realizou uma licitação no início de julho e escolheu cinco bancos para gerir algo em torno de R$ 70 milhões dos R$ 170 milhões que a fundação tem em carteira. Cada instituição selecionada Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Western e Santander recebeu cerca de R$ 14 milhões para administrar (8,75% dos recursos totais). O restante dos recursos, cuja gestão será feita pela própria Funpresp, está aplicado em títulos públicos.

    As cinco instituições contratadas terão seus desempenhos avaliados periodicamente. O processo de licitação definiu que, a cada seis meses, o fundo de investimento que apresentar a melhor rentabilidade receberá maiores aportes de recursos e o que tiver a pior rentabilidade não receberá novos recursos. No fim de um período de avaliação de dois anos, a instituição com menor rentabilidade será substituída pelo próximo colocado na licitação.

    Outra aposta para melhorar o desempenho da fundação é o lançamento, no fim de 2016, do crédito consignado. O produto deverá ter taxas inferiores às que são oferecidas pelas instituições financeiras. “Queremos investir em empréstimo aos participantes, atuar com consignado. Temos permissão para isso”, disse.

    Com base em estudos feitos até o momento, Pena afirmou que seria possível cobrar dos servidores uma taxa de juros 50% inferior ao patamar praticado no mercado. Enquanto a média dos bancos é de 1,6% ao mês, a Funpresp poderia oferecer uma taxa mensal de 0,8% aos servidores públicos.

    Crédito imobiliário deverá levar um pouco mais de tempo para ser oferecido. Atualmente, a Funpresp já oferece serviços para os servidores “mais antigos”, que não trocaram o regime antigo de previdência pelo novo. Para esse público, foi criado um produto semelhante ao Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). Com o chamado “ativo alternativo”, o funcionário público pode fazer uma poupança adicional para a aposentadoria, porém com vantagens de isenção de taxa de administração e de portabilidade.

    O objetivo é trazer para a Funpresp os servidores que contrataram esse tipo de produto das instituições financeiras. A seguradora Mongeral Aegon Seguros e Previdência, escolhida por meio de licitação, é a responsável por oferecer cobertura de benefícios não programados (morte e invalidez) por meio de contratação opcional da Parcela Adicional de Risco (PAR). O participante do Funpresp paga R$ 50. No mercado, segundo Pena, esse custo pode chegar a R$ 180.

    O executivo disse que, no futuro, a fundação também tem planos de fazer investimentos em projetos de infraestrutura. “Hoje, nossa política permite investimento de até 5% [do capital] em infraestrutura. Por enquanto, é zero”, ressaltou.

    Após ficar parada durante anos no Congresso Nacional, a criação da Funpresp foi aprovada em 2013 com o objetivo de atenuar o elevado déficit do regime de previdência dos servidores públicos, dando sustentabilidade ao sistema no longo prazo.

    Com a medida, trabalhadores que ingressaram no serviço público a partir de 2013 passaram a ter a aposentadoria limitada ao teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que atualmente é de R$ 4.663,75. Se quiserem receber um valor maior que o teto, esses servidores têm de aderir à Funpresp.

    Publicado em 10/08/2015 no Valor Econômico / Por Edna Simão

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    Isso é armadilha, pois vc teria que aderir ao Funpresp antes.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por antonioguedes em Ter 25 Ago 2015, 5:52 pm

    Bom dia colegas, venho aqui informar que existem várias maneiras legais de vc reduzir a o valor da(s) prestação(s) do consignado. Tudo depende da época da concessão ou como dos acontecimentos da vida cotidiana, ainda, tudo dentro da lei. Já reduzi e eliminei mais de uma vez as prestações do meu consignado sem ficar impedido de fazer novos, como tenho até hj.


    São inúmeras as hipóteses de redução, mas vou na mais simples delas e na mais certa de todas.

    1ª) Se quando vc contraiu o empréstimo era casado/mancebado/etc, depois disso vc se separou/divorciou ou arrumou um filho. Em todos estes casos se vc está pagando pensão alimentícia vc pode, legalmente, e sem meios termos, reduzir o consignado. Basta para tanto, por via administrativa, pedir revisão da margem e suspensão dos pagamento do quanto que exceder. Já fiz isso e o tribunal prontamente atendeu, depois disso o banco veio correndo renegociar os empréstimos para adequar-se a nova margem. Levou de dois a três meses todo o processo, mas reduzi sem traumas.

    Os serviços de pagamento/pessoal são sensíveis a estes casos que atingem o servidor sem que o mesmo tenha dado causa para tanto.

    2ª) também reduzi uma margem por via judicial, o banco fez acordo na justiça.

    3º) 90% dos tribunais calculam a margem de forma equivocada (nego vai chiar com isso), mais é fácil provar, pois a matemática, ao contrário do direito, não permite interpretações. Recalculei a margem de inúmeros colegas que tanto as ampliaram como as reduziram, dando folga nos momentos de crise.

    Fico a disposição de qualquer um que queira tirar dúvidas.



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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por cicero_pb em Ter 25 Ago 2015, 5:53 pm

    FunprespJud - Consignado

    Dependendo da forma, pode ser uma excelente opção.

    Mas, acredito, alguma "pegadinha" deverá ocorrer.

    Há investimentos onde o rendimento é superior ao colocado na reportagem/encarte publicitário.

    Em tese, é uma incongruência.

    Vamos aguardar a regulamentação.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por maniacodamotoserra em Ter 25 Ago 2015, 5:58 pm

    fairbanks escreveu:
    Decano escreveu:
    josebarbos escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.

    pode contar qual é a coincidência, nem que seja por MP?

    Mandei.

    Se puder mandar pra mim, também, eu agradeço.


    Manda pra mim tbm... sou mais um desesperado!!!!!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Ter 25 Ago 2015, 6:05 pm

    cicero_pb escreveu:FunprespJud - Consignado

    Dependendo da forma, pode ser uma excelente opção.

    Mas, acredito, alguma "pegadinha" deverá ocorrer.

    Há investimentos onde o rendimento é superior ao colocado na reportagem/encarte publicitário.

    Em tese, é uma incongruência.

    Vamos aguardar a regulamentação.

    Pegando um exemplo da Funcef, dos funcionários da Caixa, até havia a possibilidade de se pegar um consignado. Entretanto, o limite estava relacionado ao fundo que você tinha aplicado, e era um percentual bem insignificante. Sem a correta escala, seria como você ganhar R$ 2.000,00 e após dois anos de caixa tinha um crédito de R$ 1.000,00 ou R$ 1.500,00; no máximo.


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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Ter 25 Ago 2015, 6:08 pm

    Aureliano escreveu:Bom dia Amigo, por favor me mande a petição. vaalmir@yahoo.com.br
    Obrigado

    DJANGO escreveu:Não é uma mágica, colegas.
    A dívida precisa ser paga.
    Mas pode ser paga de forma mais digna para o devedor.
    Respondi inúmeras MPs, e alguns me confirmaram que querem adotar a solução que expus, que na verdade é judicial, e funciona na ampla maioria dos casos.
    Aos que confirmaram que querem receber a cópia da inicial, encaminharei no final de semana.
    Não é propaganda, é uma solução que pode servir para muitos, outros já disseram que não resolve.
    Muitos de nós temos vergonha ou orgulho para admitir ter de adotar a solução judicial.
    Em alguns casos, porém, não há outra saída.
    Foi o meu caso, e estou satisfeito com a solução obtida.
    Wink

    Foi por e-mail.
    Boa sorte!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por antonioguedes em Ter 25 Ago 2015, 6:10 pm

    DJANGO escreveu:
    Edinho.cp escreveu:DJANGO.
    Solicito a gentileza de enviar-me a petição inicial, ao e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Imensamente grato pela atenção.
    Desde já agradeço.

    Acabei de enviar!
    Very Happy

    Se puder também envie para mim no e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por hs007 em Ter 25 Ago 2015, 6:25 pm

    DJANGO escreveu:
    Aureliano escreveu:Bom dia Amigo, por favor me mande a petição. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
    Obrigado

    DJANGO escreveu:Não é uma mágica, colegas.
    A dívida precisa ser paga.
    Mas pode ser paga de forma mais digna para o devedor.
    Respondi inúmeras MPs, e alguns me confirmaram que querem adotar a solução que expus, que na verdade é judicial, e funciona na ampla maioria dos casos.
    Aos que confirmaram que querem receber a cópia da inicial, encaminharei no final de semana.
    Não é propaganda, é uma solução que pode servir para muitos, outros já disseram que não resolve.
    Muitos de nós temos vergonha ou orgulho para admitir ter de adotar a solução judicial.
    Em alguns casos, porém, não há outra saída.
    Foi o meu caso, e estou satisfeito com a solução obtida.
    Wink

    Foi por e-mail.
    Boa sorte!

    DJANGO.

    você poderia encaminhar essa petição inicial para o e-mail [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]?

    Grato!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Fernando_Lima em Ter 25 Ago 2015, 6:42 pm

    DJANGO escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.


    Por MP pra mim, colega! Wink

    DJANGO, mande pra mim tb, o e-mail é [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por tmalmeida em Ter 25 Ago 2015, 7:44 pm

    Empréstimo de fundo de pensão e pegar do seu próprio dinheiro.... fui funcionário do Banco do Brasil e tínhamos a previ, com paridade sobre o salário total de 7,5% de cotribuição própria e 7,5 de patronal. Sobre o saldo de suas contribuições poderia tomar com juros de 5,7% a.a. em média, claro que sai barato é risco menor que 0, mas não é essa vantagem toda, até pq se entrou antes da obrigatoriedade da Funpresp não vale a pena migrar, exceto se tiver previsão em curto prazo de sair do funcionalismo federal e quiser utilizar de parte do que guardou, mas mesmo assim há ressalvas.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qua 26 Ago 2015, 3:12 am

    Remetida aos e-mails.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Fernando_Lima em Qua 26 Ago 2015, 12:52 pm

    Fernando_Lima escreveu:
    DJANGO escreveu:
    Decano escreveu:Eu resolvi o meu problema com consignados por meio de uma saída drástica, mas não foi nada ilegal. Foi erro da própria financeira e (felizmente) eu não "pude" fazer nada para resolver o problema dela.
    Infelizmente pra dar certo tem que ser uma coincidência grande, como foi no meu caso.
    Funcionou, e eu já planejo pagar tudo de uma forma justa brevemente, mas por enquanto, meu salário tá com margem livre.


    Por MP pra mim, colega! Wink

    DJANGO, mande pra mim tb, o e-mail é [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Obrigado Django.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por hs007 em Qua 26 Ago 2015, 6:17 pm

    Grato DJANGO!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por VozDaConsciência em Qua 26 Ago 2015, 9:10 pm

    Colegas, boa tarde

    Como boa parte dos servidores do PJU, estou super endividado e estou utilizando a integralidade de minha margem consignada. Sou servidor da Justiça do trabalho, e por isso recebo os 13% em meu contracheque. (cerca de 400 reais brutos)
    Caso isso venha a cair, como tudo indica, o que acontece com a redução da margem e eventual impossibilidade do TRT cobrir os valores previamente acordados? O banco cobrará isso por fora? Alguém poderia me ajuda? Estou bem preocupado com essa situação.

    Grato pela ajuda
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por klau em Qua 26 Ago 2015, 10:26 pm

    O Tribunal vai continuar descontando os empréstimos normalmente ainda que o seu salário seja diminuído. Você que terá que pleitear administrativamente ou judicialmente a limitação da margem.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por antonioguedes em Qua 26 Ago 2015, 11:04 pm

    VozDaConsciência escreveu:Colegas, boa tarde

    Como boa parte dos servidores do PJU, estou super endividado e estou utilizando a integralidade de minha margem consignada. Sou servidor da Justiça do trabalho, e por isso recebo os 13% em meu contracheque. (cerca de 400 reais brutos)
    Caso isso venha a cair, como tudo indica, o que acontece com a redução da margem e eventual impossibilidade do TRT cobrir os valores previamente acordados? O banco cobrará isso por fora? Alguém poderia me ajuda? Estou bem preocupado com essa situação.

    Grato pela ajuda


    Vc ficará com uma margem negativa, isto é, somente com os próximos aumentos, é vc voltará a ter margem.

    Um detalhe, alguns TRTs, como o da 21ª Região não estavam contando com os 13,23% para efeito do cálculo da margem, verifique se seu regional, incluiu, ou não, esta parcela no cálculo da margem.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qua 26 Ago 2015, 11:19 pm

    antonioguedes escreveu:
    VozDaConsciência escreveu:Colegas, boa tarde

    Como boa parte dos servidores do PJU, estou super endividado e estou utilizando a integralidade de minha margem consignada. Sou servidor da Justiça do trabalho, e por isso recebo os 13% em meu contracheque. (cerca de 400 reais brutos)
    Caso isso venha a cair, como tudo indica, o que acontece com a redução da margem e eventual impossibilidade do TRT cobrir os valores previamente acordados? O banco cobrará isso por fora? Alguém poderia me ajuda? Estou bem preocupado com essa situação.

    Grato pela ajuda


    Vc ficará com uma margem negativa, isto é, somente com os próximos aumentos, é vc voltará a ter margem.

    Um detalhe, alguns TRTs, como o da 21ª Região não estavam contando com os 13,23% para efeito do cálculo da margem, verifique se seu regional, incluiu, ou não, esta parcela no cálculo da margem.

    Complementando, e se os 13,32 ajudaram a elevar temporariamente a tua margem no seu tribunal, e agora cairão, você tem argumento para ajuizar uma ação para limitar os descontos a 30% do bruto (não entrarão mais os 13,32, o aux. alimentação não entra, aux. creche e outras parcelas indenizatórias também - todas essas não são consideradas remuneração, porque indenizatórias e os 13,32 se perderam...). O débito o banco tem que se virar para achar uma solução plausível, pois na inicial consta pedido de proibição do banco incluir em spc/serasa, cobrar, etc. por conta desse valor que deixará de receber. Mas um dia voces terão que sentar, banco e você, para resolver, mas a sentença favorável a você colocará o banco de joelhos implorando. No meu caso, estou bolando ainda como vou fazer com a parte que não estou pagando, mas já estamos estudando que se torne um débito para ser cobrado somente depois de vencerem todas as parcelas do atual consignado. Pode ser daqui a dez anos, rsrs. Até lá, o banco não pode fazer nada sem sua concordância, mas você recupera a margem e resolve com um consignado extra, algo assim, caso não arranje a grana antes.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Qua 26 Ago 2015, 11:23 pm

    Compete a cada um avaliar, mas em caso de margem negativa (no MPF muita gente ficou nesta situação após reduzirem de 50% para 30%), creio que seja extremamente interessante avaliar a limitação judicial aos 30%, de forma que obrigue o banco a renegociar o empréstimo com você.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por VozDaConsciência em Qua 26 Ago 2015, 11:42 pm

    DJANGO escreveu:
    antonioguedes escreveu:
    VozDaConsciência escreveu:Colegas, boa tarde

    Como boa parte dos servidores do PJU, estou super endividado e estou utilizando a integralidade de minha margem consignada. Sou servidor da Justiça do trabalho, e por isso recebo os 13% em meu contracheque. (cerca de 400 reais brutos)
    Caso isso venha a cair, como tudo indica, o que acontece com a redução da margem e eventual impossibilidade do TRT cobrir os valores previamente acordados? O banco cobrará isso por fora? Alguém poderia me ajuda? Estou bem preocupado com essa situação.

    Grato pela ajuda


    Vc ficará com uma margem negativa, isto é, somente com os próximos aumentos, é vc voltará a ter margem.

    Um detalhe, alguns TRTs, como o da 21ª Região não estavam contando com os 13,23% para efeito do cálculo da margem, verifique se seu regional, incluiu, ou não, esta parcela no cálculo da margem.

    Complementando, e se os 13,32 ajudaram a elevar temporariamente a tua margem no seu tribunal, e agora cairão, você tem argumento para ajuizar uma ação para limitar os descontos a 30% do bruto (não entrarão mais os 13,32, o aux. alimentação não entra, aux. creche e outras parcelas indenizatórias também - todas essas não são consideradas remuneração, porque indenizatórias e os 13,32 se perderam...). O débito o banco tem que se virar para achar uma solução plausível, pois na inicial consta pedido de proibição do banco incluir em spc/serasa, cobrar, etc. por conta desse valor que deixará de receber. Mas um dia voces terão que sentar, banco e você, para resolver, mas a sentença favorável a você colocará o banco de joelhos implorando. No meu caso, estou bolando ainda como vou fazer com a parte que não estou pagando, mas já estamos estudando que se torne um débito para ser cobrado somente depois de vencerem todas as parcelas do atual consignado. Pode ser daqui a dez anos, rsrs. Até lá, o banco não pode fazer nada sem sua concordância, mas você recupera a margem e resolve com um consignado extra, algo assim, caso não arranje a grana antes.

    Obrigado pelos esclarecimentos, é possível solicitar isso administrativamente?
    Alguém aqui conseguiu isso sem utilizar a via judicial?

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por tmalmeida em Qui 27 Ago 2015, 12:09 am

    margem "negativa" já ocorre quando há adiantamento salarial de férias, cada folha possivelmente tem entendimentos divergentes. No TRF3 nessas situações ele não lança o débito em folha e o banco cobra em conta corrente.
    Há um contrato desse consignado, mesmo que não tenha assinado, em geral ele preve situações como essas e também em caso de desligamento, geralmente é acordado que será debitado em conta.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Qui 27 Ago 2015, 12:45 am

    VozDaConsciência escreveu:
    DJANGO escreveu:
    antonioguedes escreveu:
    VozDaConsciência escreveu:Colegas, boa tarde

    Como boa parte dos servidores do PJU, estou super endividado e estou utilizando a integralidade de minha margem consignada. Sou servidor da Justiça do trabalho, e por isso recebo os 13% em meu contracheque. (cerca de 400 reais brutos)
    Caso isso venha a cair, como tudo indica, o que acontece com a redução da margem e eventual impossibilidade do TRT cobrir os valores previamente acordados? O banco cobrará isso por fora? Alguém poderia me ajuda? Estou bem preocupado com essa situação.

    Grato pela ajuda


    Vc ficará com uma margem negativa, isto é, somente com os próximos aumentos, é vc voltará a ter margem.

    Um detalhe, alguns TRTs, como o da 21ª Região não estavam contando com os 13,23% para efeito do cálculo da margem, verifique se seu regional, incluiu, ou não, esta parcela no cálculo da margem.

    Complementando, e se os 13,32 ajudaram a elevar temporariamente a tua margem no seu tribunal, e agora cairão, você tem argumento para ajuizar uma ação para limitar os descontos a 30% do bruto (não entrarão mais os 13,32, o aux. alimentação não entra, aux. creche e outras parcelas indenizatórias também - todas essas não são consideradas remuneração, porque indenizatórias e os 13,32 se perderam...). O débito o banco tem que se virar para achar uma solução plausível, pois na inicial consta pedido de proibição do banco incluir em spc/serasa, cobrar, etc. por conta desse valor que deixará de receber. Mas um dia voces terão que sentar, banco e você, para resolver, mas a sentença favorável a você colocará o banco de joelhos implorando. No meu caso, estou bolando ainda como vou fazer com a parte que não estou pagando, mas já estamos estudando que se torne um débito para ser cobrado somente depois de vencerem todas as parcelas do atual consignado. Pode ser daqui a dez anos, rsrs. Até lá, o banco não pode fazer nada sem sua concordância, mas você recupera a margem e resolve com um consignado extra, algo assim, caso não arranje a grana antes.

    Obrigado pelos esclarecimentos, é possível solicitar isso administrativamente?
    Alguém aqui conseguiu isso sem utilizar a via judicial?



    PEDIR, sempre é possível. Se não for deferido, vá de ação judicial, se essa grana mensal está fazendo muita falta no orçamento (imagino que sim).

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

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