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    Empréstimo Consignado - formas de sustação

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    Mensagem por fairbanks em Seg 16 Maio 2016, 12:07 pm

    eder.lima escreveu:É um pouco off topic, mas vale a pena a discussão suscitada pelos colegas.

    A respeito da extinção da dívida contraída mediante empréstimo consignado após a morte, vejam a opinião desse advogado:


    A extinção do empréstimo consignado por morte do consignante

    Eraldo Malta Brandão NetoEraldo Malta Brandão Neto

    Publicado em 06/2015. Elaborado em 06/2015.
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    Com a morte do consignante, o empréstimo consignado deve ser extinto por força do art. 16 da a lei 1.046/50 que está em pleno vigor no ordenamento jurídico brasileiro.

    O empréstimo consignado é uma forma de crédito em que a prestação é descontada diretamente no contracheque do servidor ou do benefício previdenciário do contratante. Os sujeitos envolvidos nesse tipo de contrato são: o consignante, pessoa que contrata o empréstimo e o banco credor, instituição financeira que empresta o numerário financeiro.

    No Brasil, a referida modalidade de empréstimo é muito popular e utilizada por milhões de pessoas. Os usuários mais frequentes são os servidores públicos e aposentados. Por possuir a garantia do desconto direito em folha de pagamento, o consignado possui taxas de juros bem mais atrativas face a outros créditos ofertados no mercado.

    Eis que surge uma simples questão: o que ocorre com o empréstimo consignado quando o consignante falece? Os bens deixados pelo consignante respondem pela dívida?

    A reposta é única, e está insculpida no art. 16 da a lei 1.046/50, vejamos:

    Art. 16. Ocorrido o falecimento do consignante, ficará extinta a dívida do empréstimo feito mediante simples garantia da consignação em fôlha.

    (grifo aditado)

    Diversos tribunais do país aplicam a norma acima transcrita, conforme denota-se dos julgados abaixo proferidos:

    CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. CONTRATO DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. MORTE DO MUTUÁRIO. PERECIMENTO DO CONTRATO. ART. 16 DA LEI 1.046/50 E LEI 10.820/03. INEXIGIBILIDADE DO TÍTULO. DESONERAÇÃO DOS SUCESSORES. EXTINÇÃO DA EXECUÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. MANUTENÇÃO. CRITÉRIO DA PROPORCIONALIDADE. 1. Apelação desafiada pela Caixa Econômica Federal -CEF, em face da sentença que julgou procedentes, em parte, os Embargos à Execução, reconhecendo a inexistência de obrigação de o espólio de Iracilda Linhares Demétrio pagar o débito decorrente do Contato de Empréstimo Consignação Caixa, tendo em vista a extinção da dívida operada com o falecimento da consignante, nos termos do artigo 16, da Lei nº 1046/50. 2. O artigo 16, da Lei n º 1.046/50 determina que os Empréstimos Consignados em folha de pagamento se extinguem quando o consignante falece. 3. Embora tais disposições não estejam insertas nos instrumentos de Contratos de Empréstimos celebrados junto às grandes instituições financeiras, tal determinação se mantém em vigor, porquanto a novel Lei nº 10.820/03, que trata do crédito consignado, não regulou a hipótese de falecimento do mutuário. 4. É fato comezinho que os Bancos, ao elaborarem os Contratos com desconto em folha, mencionam apenas o referido dispositivo legal, sendo omissa quanto à hipótese de falecimento do mutuário. 5. Entretanto, o artigo 16, da Lei nº 1.046/50, elucida tal questão, revelando que a cobrança levada a efeito nos presentes autos entremostra-se abusiva, pois com a morte do mutuário, extingue-se o débito, cuja liquidação ocorre mediante a utilização de Seguro celebrado pelo Banco para este tipo específico de operação. 6. A fixação equitativa dos honorários advocatícios há de ser entendida não como um limite máximo estabelecido para a fixação da referida verba, mas sim, como a liberdade da qual o Magistrado dispõe ao instante de fixar um dado percentual, levando em conta o grau de zelo do profissional, o lugar da prestação do serviço, a natureza e a importância da causa, o trabalho realizado pelo Causídico e o tempo exigido para a realização do trabalho que lhe tenha sido confiado. Art. 20, parágrafo 4º, do CPC. 7. Honorários advocatícios, fixados pelo Juiz 'a quo' em R$ 1.000,00 (mil reais), que se revelam razoáveis, sobretudo levando-se em consideração a justa remuneração do trabalho desenvolvido na ação. Apelação e Recurso Adesivo improvidos.

    (TRF-5 - AC: 133605320124058100 , Data de Julgamento: 16/05/2013, Terceira Turma)

    (grifo aditado)

    AÇÃO MONITÓRIA - CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO - FALECIMENTO DO DEVEDOR - EXTINÇÃO DA OBRIGAÇÃO - ART. 16 DA LEI N. 1.046/50. De conformidade com o disposto no artigo 16 da Lei n. 1.046/50, ocorrendo o falecimento do consignante, extingue-se o empréstimo consignado, tornando-o inexigível.

    (TJ-MG - AC: 10081120007448001 MG , Relator: Evangelina Castilho Duarte, Data de Julgamento: 21/08/2014, Câmaras Cíveis / 14ª CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 29/08/2014)

    (Sem grifos no original)

    Vale mencionar ainda que tal legislação ainda está em vigor, mesmo com o advento da Lei 10.820/03, que regulamentou o empréstimo consignado, para tanto, observe-se o posicionamento da jurisprudência:

    CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO. TÍTULO EXTRAJUDICIAL. CONTRATO DE EMPRÉSTIMO CONSIGNADO. MORTE DO CONSIGNANTE. EXTINÇÃO DA DÍVIDA. ART. 16 DA LEI 1.046/50. LEI 10.820/03. AUSÊNCIA DE REVOGAÇÃO. INEXIGIBILIDADE DO TÍTULO. DESONERAÇÃO DOS SUCESSORES. I - Lei posterior revoga a anterior "quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior" (§ 1º do art. 2º do Decreto-Lei n. 4.657, de 04/09/1942, Lei de Introdução ao Código Civil). II - Dispõe a Lei n. 1.046, de 2 de janeiro de 1950: "Art. 16. Ocorrido o falecimento do consignante, ficará extinta a dívida do empréstimo feito mediante simples garantia da consignação em folha."III - Hipótese em que não se verifica a revogação expressa ou tácita do dispositivo da lei anterior, com a vigência da Lei n. 10.820, de 17 de dezembro de 2003, que dispôs sobre a autorização para desconto de prestações em folha de pagamento, uma vez que não regulou a questão específica do caso de morte do consignante, fato que legitima a aplicação do art. 16 da referida Lei n. 1.046/50. IV - "Embora tais disposições não estejam insertas nos instrumentos de Contratos de Empréstimos celebrados junto às grandes instituições financeiras, tal determinação se mantém em vigor, porquanto a novel Lei nº 10.820/03, que trata do crédito consignado, não regulou a hipótese de falecimento do mutuário. 4. É fato comezinho que os Bancos, ao elaborarem os Contratos com desconto em folha, mencionam apenas o referido dispositivo legal, sendo omissa quanto à hipótese de falecimento do mutuário. 5. Entretanto, o artigo 16, da Lei nº 1.046/50, elucida tal questão, revelando que a cobrança levada a efeito nos presentes autos entremostra-se abusiva, pois com a morte do mutuário, extingue-se o débito, cuja liquidação ocorre mediante a utilização de Seguro celebrado pelo Banco para este tipo específico de operação." V - Correta a sentença, no sentido de pronunciar a extinção da dívida nos termos do disposto no art. 16 da lei 1.046/1950, com base no fato de que "a inadimplência teve início na parcela vencida em 07.10.2010, data posterior ao falecimento do Consignante, ocorrido no dia 20.12.2009." VI - Apelação da Caixa a que se nega provimento.

    (TRF-1 - AC: 132043720104013803 MG 0013204-37.2010.4.01.3803, Relator: ESEMBARGADOR FEDERAL JIRAIR ARAM MEGUERIAN, Data de Julgamento: 11/11/2013, SEXTA TURMA, Data de Publicação: e-DJF1 p.654 de 22/11/2013)

    (sem grifos no original)

    Não são raras as ocasiões em que os bancos credores ingressam com ação de execução por título extrajudicial contra o consignante, por falta de pagamento, posto que com a morte, o consignante deixa de receber seu salário, e por conseguinte, o banco não consegue descontar em folha de pagamento as parcelas mensais.

    Nessa situação, os consumidores em geral devem ficar atentos, posto que se conhecem alguém que faleceu e deixou empréstimo consignado, sendo o espólio cobrado pelo débito, seja administrativa ou judicialmente deve invocar o art. 16 da Lei nº 1.046/50., para declarar nula a execução do débito.

    Assim, o título executivo utilizado pela instituição financeira credora padece de exigibilidade não possuindo a característica da executividade tão necessária ao título hábil a gerar sucesso em um processo de execução, tudo por força de lei.

    O título executivo “é condição necessária e suficiente para a realização do processo de execução, permitindo que se satisfaçam os atos executivos independentemente de averiguação judicial quanto à efetiva existência do direito que lhe é subjacente”. MEDINA, José Miguel Garcia. Processo civil moderno: execução – v. 3. – São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008, p. 43. No mesmo sentido Humberto Theodoro Jr., que diz que o título é causa autorizativa do processo de execução.

    Sem executividade o título executivo resta inapto a execução.

    Isto posto, em caso de falecimento do consignante, a dívida fica extinta por fora do art. 16 da Lei nº 1.046/50, e nem o espólio deixado pelo falecido, tampouco seus herdeiros devem arcar com tal ônus.

    Autor

       Eraldo Malta Brandão Neto
       

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    Assim, pra mim isso traz um alívio e tanto!

    lol2 lol2 lol2 Aí, são os herdeiros comemorando... kkk
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    Mensagem por Convidado em Seg 16 Maio 2016, 12:13 pm

    Bem, colegas,

    Andros, Eder, Fairbanks, todos vocês.
    VALEU MUITO A PENA ESTE PEQUENO, porém GRANDIOSO, quanto ao TEOR DA MENSAGEM CONTIDA, OFF-TOPIC.
    Eu, pelo menos, sempre me preocupei com isso, o que aconteceria com os consignados em caso de falecimento, pois para baratear, exclui o seguro prestamista das parcelas, e achava que tinha feito uma burrada, quando me encalacrei. Sabia que em tese não integrariam um desconto na pensão - o que não afastaria totalmente o risco - até porque recentemente houve um caso em família, e a pensão não foi afetada, ficando dois consignados em aberto, um deles o banco "tirou" da minha sogra porque o dinheiro estava na conta bancária da falecida naquele banco (minha cunhada). O outro ainda está lá, e já já vou avisar a ela que não deve pagar.
    Graças a Deus, estou patinando mas solvendo aos poucos diversas situações que no início me desesperaram, mas hoje - com alguns obtendo decisão judicial a mim favorável - respiro aos poucos mais aliviado. Muitos cortes de gastos, os mais inimagináveis possível, mas, o "mal necessário". Já falamos sobre isso em algum tópico do fórum.
    E mais aliviado ainda com essas notícias HOJE TRAZIDAS por vocês, afinal, ninguém quer morrer e deixar problemas para a família, eu não fujo dessa regra.
    Obrigado pelos esclarecimentos.
    Me sinto recompensado pelo auxílio que já prestei a outros colegas enviando a inicial da minha ação.
    Um abraço a vocês.
    Coleguismo é isso aí!! Meinha positivação nos seus posts também vai junto!
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    Mensagem por androsvilazza em Seg 16 Maio 2016, 12:18 pm

    DJANGO escreveu:Bem, colegas,

    Andros, Eder, Fairbanks, todos vocês.
    VALEU MUITO A PENA ESTE PEQUENO, porém GRANDIOSO, quanto ao TEOR DA MENSAGEM CONTIDA, OFF-TOPIC.
    Eu, pelo menos, sempre me preocupei com isso, o que aconteceria com os consignados em caso de falecimento, pois para baratear, exclui o seguro prestamista das parcelas, e achava que tinha feito uma burrada, quando me encalacrei. Sabia que em tese não integrariam um desconto na pensão - o que não afastaria totalmente o risco - até porque recentemente houve um caso em família, e a pensão não foi afetada, ficando dois consignados em aberto, um deles o banco "tirou" da minha sogra porque o dinheiro estava na conta bancária da falecida naquele banco (minha cunhada). O outro ainda está lá, e já já vou avisar a ela que não deve pagar.
    Graças a Deus, estou patinando mas solvendo aos poucos diversas situações que no início me desesperaram, mas hoje - com alguns obtendo decisão judicial a mim favorável - respiro aos poucos mais aliviado. Muitos cortes de gastos, os mais inimagináveis possível, mas, o "mal necessário". Já falamos sobre isso em algum tópico do fórum.
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    Obrigado pelos esclarecimentos.
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    Perfeito, colega!
    É bom lembrar que, para além da qualidade de vida prestada aos nossos familiares enquanto vivos, devemos também nos preocupar com o legado que para eles fica, quando não mais pudermos nos fazer presentes. Digo isso, não só com referência ao patrimônio, dívidas, pensão, etc., posto que são bens materiais efêmeros, mas principalmente, valores e ideais repassados aos descendentes.
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    Mensagem por fairbanks em Seg 16 Maio 2016, 12:25 pm

    DJANGO escreveu:Bem, colegas,

    Andros, Eder, Fairbanks, todos vocês.
    VALEU MUITO A PENA ESTE PEQUENO, porém GRANDIOSO, quanto ao TEOR DA MENSAGEM CONTIDA, OFF-TOPIC.
    Eu, pelo menos, sempre me preocupei com isso, o que aconteceria com os consignados em caso de falecimento, pois para baratear, exclui o seguro prestamista das parcelas, e achava que tinha feito uma burrada, quando me encalacrei. Sabia que em tese não integrariam um desconto na pensão - o que não afastaria totalmente o risco - até porque recentemente houve um caso em família, e a pensão não foi afetada, ficando dois consignados em aberto, um deles o banco "tirou" da minha sogra porque o dinheiro estava na conta bancária da falecida naquele banco (minha cunhada). O outro ainda está lá, e já já vou avisar a ela que não deve pagar.
    Graças a Deus, estou patinando mas solvendo aos poucos diversas situações que no início me desesperaram, mas hoje - com alguns obtendo decisão judicial a mim favorável - respiro aos poucos mais aliviado. Muitos cortes de gastos, os mais inimagináveis possível, mas, o "mal necessário". Já falamos sobre isso em algum tópico do fórum.
    E mais aliviado ainda com essas notícias HOJE TRAZIDAS por vocês, afinal, ninguém quer morrer e deixar problemas para a família, eu não fujo dessa regra.
    Obrigado pelos esclarecimentos.
    Me sinto recompensado pelo auxílio que já prestei a outros colegas enviando a inicial da minha ação.
    Um abraço a vocês.
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    É verdade DJANGO e eu fico impressionado como as histórias desse tópico são parecidas...é uma realidade que, infelizmente, muitos estão passando.
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    Mensagem por Xiola em Seg 16 Maio 2016, 6:56 pm

    Eu já sabia dessa lei, que garante "em tese" um pouco mais de conforto aos nossos familiares, caso algum de nós parta dessa pra melhor...mas, ressalte-se, todos os gerentes da CEF que conheci me disseram exatamente o contrário: ou seja, me responderam taxativamente que, no caso em comento, a dívida do consignado não ficaria quitada.

    Minha esposa, caso eu vire "anjinho", teria certamente que entrar na justiça, para garantir o cumprimento da norma.

    Isso porque lei no Brasil é mero detalhe: pergunte pro gerente do seu banco, duvido que ele responda que a dívida acaba...

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    Mensagem por Convidado em Seg 16 Maio 2016, 7:05 pm

    Xiola escreveu:     Eu já sabia dessa lei, que garante "em tese" um pouco mais de conforto aos nossos familiares, caso algum de nós parta dessa pra melhor...mas, ressalte-se, todos os gerentes da CEF que conheci me disseram exatamente o contrário: ou seja, me responderam taxativamente que, no caso em comento, a dívida do consignado não ficaria quitada.

        Minha esposa, caso eu vire "anjinho", teria certamente que entrar na justiça, para garantir o cumprimento da norma.

        Isso porque lei no Brasil é mero detalhe: pergunte pro gerente do seu banco, duvido que ele responda que a dívida acaba...    

       

    Corretíssimo Xiola, mas em existindo a lei, o Judiciário certamente a fará ser devidamente cumprida.
    O que é tranquilizador.
    Li as jurisprudências e gostei.
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    Mensagem por androsvilazza em Seg 16 Maio 2016, 8:54 pm

    DJANGO escreveu:
    Xiola escreveu:     Eu já sabia dessa lei, que garante "em tese" um pouco mais de conforto aos nossos familiares, caso algum de nós parta dessa pra melhor...mas, ressalte-se, todos os gerentes da CEF que conheci me disseram exatamente o contrário: ou seja, me responderam taxativamente que, no caso em comento, a dívida do consignado não ficaria quitada.

        Minha esposa, caso eu vire "anjinho", teria certamente que entrar na justiça, para garantir o cumprimento da norma.

        Isso porque lei no Brasil é mero detalhe: pergunte pro gerente do seu banco, duvido que ele responda que a dívida acaba...    

       

    Corretíssimo Xiola, mas em existindo a lei, o Judiciário certamente a fará ser devidamente cumprida.
    O que é tranquilizador.
    Li as jurisprudências e gostei.

    O gerente está cumprindo o papel dele, que é de omitir informações (mentir), a fim de resguardar o interesse do banco. De início, ninguém pode obrigar o pensionista a receber em determinado banco, ou contrair um empréstimo consignado "à força". Pergunte ao gerente, em caso de inadimplemento da referida dívida, qual a consequência prática disso: Vai negativar o morto? Vai negativar o herdeiro que nao contraiu a dívida? Vai encaminhar ao órgão um débito indevido, não previsto em contrato? Ameaçar, ele pode, mas não pode fazer nenhuma das opções que citei.
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    Mensagem por josebarbos em Seg 16 Maio 2016, 10:47 pm

    androsvilazza escreveu:
    DJANGO escreveu:
    Xiola escreveu:     Eu já sabia dessa lei, que garante "em tese" um pouco mais de conforto aos nossos familiares, caso algum de nós parta dessa pra melhor...mas, ressalte-se, todos os gerentes da CEF que conheci me disseram exatamente o contrário: ou seja, me responderam taxativamente que, no caso em comento, a dívida do consignado não ficaria quitada.

        Minha esposa, caso eu vire "anjinho", teria certamente que entrar na justiça, para garantir o cumprimento da norma.

        Isso porque lei no Brasil é mero detalhe: pergunte pro gerente do seu banco, duvido que ele responda que a dívida acaba...    

       

    Corretíssimo Xiola, mas em existindo a lei, o Judiciário certamente a fará ser devidamente cumprida.
    O que é tranquilizador.
    Li as jurisprudências e gostei.

    O gerente está cumprindo o papel dele, que é de omitir informações (mentir), a fim de resguardar o interesse do banco. De início, ninguém pode obrigar o pensionista a receber em determinado banco, ou contrair um empréstimo consignado "à força". Pergunte ao gerente, em caso de inadimplemento da referida dívida, qual a consequência prática disso: Vai negativar o morto? Vai negativar o herdeiro que nao contraiu a dívida? Vai encaminhar ao órgão um débito indevido, não previsto em contrato? Ameaçar, ele pode, mas não pode fazer nenhuma das opções que citei.

    Gerente de banco é um dos maiores inimigos que uma pessoa pode ter na vida. Porque ele sacaneia geral. Da mesma forma que ele fala estes absurdos, te oferece produtos toscos, te manda investir em poupança e tenta enfiar tantos papeis forem possíveis para que, no fundo, você dê seu dinheiro para o banco.

    Não que seja por sacanagem, o banco é um monstro e só o manipula para conseguir seus resultados. Sabe o que acontece com quem não enfia seguro e cartão no cliente? Sabe o que acontece mesmo quando vende apenas um pouco abaixo da meta?

    Mas também é meio culpa da falta de educação financeira e até mesmo bom senso. Você não pergunta para um interessado sobre uma questão em que o interesse de ambos é conflituoso. E sim num órgão de defesa do consumidor, com um advogado da área ou procura informações na internet.

    E o pior de tudo é que infelizmente a concentração do sistema bancário está cada vez mais alta no país, cada vez é mais difícil escapar da falta de concorrência.
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    Mensagem por Xiola em Ter 17 Maio 2016, 8:37 am

    Respeito as opiniões divergentes, mesmo porque não sou dono da verdade, mas não concordo com esta frase do colega DJANGO:

    "mas em existindo a lei, o Judiciário certamente a fará ser devidamente cumprida."

     Ora, se observa - na questão dos 13,23% e noutros exemplos crassos - que o Supremo Tribunal Federal não respeita sequer a coisa julgada, quanto mais uma Lei de 1950 (no caso dos consignados)...

    Vivemos época de insegurança jurídica, na qual a nossa Corte Maior, em parte nomeada pelos petralhas, decide "politicamente"...
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    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 9:07 am

    Xiola escreveu:Respeito as opiniões divergentes, mesmo porque não sou dono da verdade, mas não concordo com esta frase do colega DJANGO:

    "mas em existindo a lei, o Judiciário certamente a fará ser devidamente cumprida."

     Ora, se observa - na questão dos 13,23% e noutros exemplos crassos - que o Supremo Tribunal Federal não respeita sequer a coisa julgada, quanto mais uma Lei de 1950 (no caso dos consignados)...

    Vivemos época de insegurança jurídica, na qual a nossa Corte Maior, em parte nomeada pelos petralhas, decide "politicamente"...


    Xiola, me refiro às inúmeras decisões judiciais já proferidas fazendo valer a lei, que os bancos desrespeitam.
    O que você refere são as decisões políticas de matérias de interesse público DIRETO, o que é diferente desta dos consignados.
    Aí, meu amigo, concordo com você.
    Mas por ora ainda não houve contaminação das decisões referentes aos consignados.
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    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 10:22 am

    Os juros do cheque especial podem ser contabilizados para o limite de 30% que alguém pode pegar de empréstimo, sobre a sua remuneraçào?

    Tipo, o camarada ja tem sua cota quase estourada de 30%, mas vive utilizando o cheque especial, que é um empréstimo.

    Outra, se o cara perde uma FC ou CJ, deve ser "tranquilo" a ação de revisao de consignado, procede?
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    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 2:21 pm

    Rubro Zorro escreveu:Os juros do cheque especial podem ser contabilizados para o limite de 30% que alguém pode pegar de empréstimo, sobre a sua remuneraçào?

    Tipo, o camarada ja tem sua cota quase estourada de 30%, mas vive utilizando o cheque especial, que é um empréstimo.

    Outra, se o cara perde uma FC ou CJ, deve ser "tranquilo" a ação de revisao de consignado, procede?

    1. Cheque especial é de uso variado, diferente de um empréstimo pessoal, que tem parcelas fixas.
    A jurisprudência da "consignação indireta" é ainda uma novidade e acho que dificilmente os juros do cheque especial entram nessa conta.

    2. Questão de perda de CJ ou FC, se você ao tempo da CJ/FC estava dentro do limite e com a perda dela estourou seu limite, diria que a chance de sucesso é muito grande, de limitar aos 30% da nova - e mais baixa - remuneração, "pós-CJ/FC".
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    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 2:42 pm

    DJANGO escreveu:
    Rubro Zorro escreveu:Os juros do cheque especial podem ser contabilizados para o limite de 30% que alguém pode pegar de empréstimo, sobre a sua remuneraçào?

    Tipo, o camarada ja tem sua cota quase estourada de 30%, mas vive utilizando o cheque especial, que é um empréstimo.

    Outra, se o cara perde uma FC ou CJ, deve ser "tranquilo" a ação de revisao de consignado, procede?

    1. Cheque especial é de uso variado, diferente de um empréstimo pessoal, que tem parcelas fixas.
    A jurisprudência da "consignação indireta" é ainda uma novidade e acho que dificilmente os juros do cheque especial entram nessa conta.

    2. Questão de perda de CJ ou FC, se você ao tempo da CJ/FC estava dentro do limite e com a perda dela estourou seu limite, diria que a chance de sucesso é muito grande, de limitar aos 30% da nova - e mais baixa - remuneração, "pós-CJ/FC".

    Obrigado colega!

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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 2:44 pm

    Rubro Zorro escreveu:
    DJANGO escreveu:
    Rubro Zorro escreveu:Os juros do cheque especial podem ser contabilizados para o limite de 30% que alguém pode pegar de empréstimo, sobre a sua remuneraçào?

    Tipo, o camarada ja tem sua cota quase estourada de 30%, mas vive utilizando o cheque especial, que é um empréstimo.

    Outra, se o cara perde uma FC ou CJ, deve ser "tranquilo" a ação de revisao de consignado, procede?

    1. Cheque especial é de uso variado, diferente de um empréstimo pessoal, que tem parcelas fixas.
    A jurisprudência da "consignação indireta" é ainda uma novidade e acho que dificilmente os juros do cheque especial entram nessa conta.

    2. Questão de perda de CJ ou FC, se você ao tempo da CJ/FC estava dentro do limite e com a perda dela estourou seu limite, diria que a chance de sucesso é muito grande, de limitar aos 30% da nova - e mais baixa - remuneração, "pós-CJ/FC".

    Obrigado colega!


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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Xiola em Ter 17 Maio 2016, 3:08 pm

    Meu Regional antigamente não considerava a FC/CJ no cálculo dos 30% - tempos depois, passou a acrescê-las na conta...

           Ano passado, a presidente do meu TRT de origem  autorizou o "plus" de 5% extras pra  fazer e/ou pagar  cartão de crédito, com juros limitados a 3,03%a.m. .  

             Mas esse aumento pro "cartão de crédito consignado"(ou dívida antiga de cartão) não tem ainda eficácia, já que somos obrigados a receber salários na CEF ou no BB - e essas duas instituições não tiveram, até hoje,   nenhum interesse em oferecer a nova modalidade, certamente porque os juros são mais baixos....

           Felizmente, aqui no TST - onde existem muitos bancos concorrendo entre si - já dá pra fazer o cartão de crédito consignado VISA INTERNACIONAL , que fica "amarrado" ao salário (desconta até 5% do holerite, se precisar entrar no rotativo).

           Sei de servidores que, recentemente, "parcelaram" débitos antigos assim, e ainda receberam esse novo cartão...       Seria mais corda pra se enforcar ?

           Não precisarei "sustar" judicialmente, pois tô usando apenas 20% da margem - e jurei solenemente nunca mais fazer consignado na vida !!!

           Há cinco anos tenho conseguido controlar minha doença, que a psicologia moderna denominaria "TCC"  (transtorno consignatório compulsivo).


    Última edição por Xiola em Ter 17 Maio 2016, 3:29 pm, editado 1 vez(es)
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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 3:28 pm

    Xiola escreveu:Meu Regional antigamente não considerava a FC/CJ no cálculo dos 30% - tempos depois, passou a acrescê-las na conta...

           Ano passado, a presidente do meu TRT de origem  autorizou o "plus" de 5% extras pra  fazer e/ou pagar  cartão de crédito, com juros limitados a 3,03%a.m. .  

             Mas esse aumento pro "cartão de crédito consignado"(ou dívida antiga de cartão) não tem ainda eficácia, já que somos obrigados a receber salários na CEF ou no BB - e essas duas instituições não tiveram, até hoje,   nenhum interesse em oferecer a nova modalidade, certamente porque os juros são mais baixos....

           Felizmente, aqui no TST - onde existem muitos bancos concorrendo entre si - já dá pra fazer o cartão de crédito consignado VISA INTERNACIONAL , que fica "amarrado" ao salário (desconta até 5% do "holerite", se precisar entrar no rotativo).

           Sei de servidores que, recentemente, "parcelaram" débitos antigos assim, e ainda receberam o novo cartão...       Mais corda pra se enforcar ?

           Não precisarei "sustar" judicialmente, pois tô usando apenas 20% da margem - e jurei solenemente nunca mais fazer consignado na vida !!!

           Há cinco anos tenho conseguido controlar minha doença, que a psicologia moderna denominaria "TCC"  (transtorno consignatório compulsivo).

    Parabéns pela "cura", acho que aprendemos na marra.
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    Mensagem por Convidado em Ter 17 Maio 2016, 3:34 pm

    Xiola escreveu:Meu Regional antigamente não considerava a FC/CJ no cálculo dos 30% - tempos depois, passou a acrescê-las na conta...

           Ano passado, a presidente do meu TRT de origem  autorizou o "plus" de 5% extras pra  fazer e/ou pagar  cartão de crédito, com juros limitados a 3,03%a.m. .  

             Mas esse aumento pro "cartão de crédito consignado"(ou dívida antiga de cartão) não tem ainda eficácia, já que somos obrigados a receber salários na CEF ou no BB - e essas duas instituições não tiveram, até hoje,   nenhum interesse em oferecer a nova modalidade, certamente porque os juros são mais baixos....

           Felizmente, aqui no TST - onde existem muitos bancos concorrendo entre si - já dá pra fazer o cartão de crédito consignado VISA INTERNACIONAL , que fica "amarrado" ao salário (desconta até 5% do holerite, se precisar entrar no rotativo).

           Sei de servidores que, recentemente, "parcelaram" débitos antigos assim, e ainda receberam esse novo cartão...       Seria mais corda pra se enforcar ?

           Não precisarei "sustar" judicialmente, pois tô usando apenas 20% da margem - e jurei solenemente nunca mais fazer consignado na vida !!!

           Há cinco anos tenho conseguido controlar minha doença, que a psicologia moderna denominaria "TCC"  (transtorno consignatório compulsivo).

    Kkkk.. TCC muito boa.. eu também quero parar com essa mherda. Isso é um câncer, se deixar vc passa os 30-35 anos da sua vida funcional + aposentadoria pagando juro pra banco.
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    Mensagem por josebarbos em Ter 17 Maio 2016, 10:08 pm

    Xiola escreveu:Meu Regional antigamente não considerava a FC/CJ no cálculo dos 30% - tempos depois, passou a acrescê-las na conta...

           Ano passado, a presidente do meu TRT de origem  autorizou o "plus" de 5% extras pra  fazer e/ou pagar  cartão de crédito, com juros limitados a 3,03%a.m. .  

             Mas esse aumento pro "cartão de crédito consignado"(ou dívida antiga de cartão) não tem ainda eficácia, já que somos obrigados a receber salários na CEF ou no BB - e essas duas instituições não tiveram, até hoje,   nenhum interesse em oferecer a nova modalidade, certamente porque os juros são mais baixos....

           Felizmente, aqui no TST - onde existem muitos bancos concorrendo entre si - já dá pra fazer o cartão de crédito consignado VISA INTERNACIONAL , que fica "amarrado" ao salário (desconta até 5% do holerite, se precisar entrar no rotativo).

           Sei de servidores que, recentemente, "parcelaram" débitos antigos assim, e ainda receberam esse novo cartão...       Seria mais corda pra se enforcar ?

           Não precisarei "sustar" judicialmente, pois tô usando apenas 20% da margem - e jurei solenemente nunca mais fazer consignado na vida !!!

           Há cinco anos tenho conseguido controlar minha doença, que a psicologia moderna denominaria "TCC"  (transtorno consignatório compulsivo).

    Por falar nisto, olha que interessante quando algum banco pequeno resolve incomodar os grandões:

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    "Além dos três grandes, um banco de Minas Gerais, o Intermedium, também disponibiliza a conta digital. A abertura da conta é feita via internet. Uma precaução quando se abre contas em bancos menores é manter os valores dentro dos limites do Fundo Garantidor de Créditos, que garante até R$ 250 mil por CPF."

    Se for para neurar, é uma preocupação para abrir conta em qualquer instituição. Intermedium, pequenino que é, deve estar com uma saúde financeira muito melhor que a Caixa.
    ohgod
    Vejamos o índice de basileia:
    21% x 16%. Não é que é mesmo? mercury

    Detalhe: nos números do Intermedium eu confio, já os da Caixa... só depois de pente fino! E haja Emgea!
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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por FLUSÃO em Qua 18 Maio 2016, 1:29 pm

    Muito bom este tópico.
    Senhores, sobre uma forma de defender um extra fora do serviço público, alguém acha viável entrar em algum esquema de elaborar peças para advogados assinarem? Será que há escritórios (DF) que tenham essa necessidade? Não é captação de cliente no balcão da Vara, mas algum escritório que necessite de tal serviço.
    A situação está desesperadora e não me vem um plano B em mente.
    ps. Muito boa a dica da conta eletrônica. Já estou pesquisando.
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    Mensagem por Convidado em Qua 18 Maio 2016, 2:29 pm

    FLUSÃO escreveu:Muito bom este tópico.
    Senhores, sobre uma forma de defender um extra fora do serviço público, alguém acha viável entrar em algum esquema de elaborar peças para advogados assinarem? Será que há escritórios (DF) que tenham essa necessidade? Não é captação de cliente no balcão da Vara, mas algum escritório que necessite de tal serviço.
    A situação está desesperadora e não me vem um plano B em mente.
    ps. Muito boa a dica da conta eletrônica. Já estou pesquisando.


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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Xiola em Qua 18 Maio 2016, 2:58 pm

    Tá ruim, colega FLUSÃO... tenho vários amigos advogados, recém formados, que não estão conseguindo colocação no mercado...e olhe que eles podem assinar, podem contactar o cliente, tem total disponibilidade de tempo pra ir no Forum etc...

     Um deles,  dono de queijaria no interior de Minas - pertinho daqui do DF  - me falou que foi pra uma entrevista "de emprego" num grande escritório daqui de Brasília, quando o "manda-chuva" lhe disse: "como eu sou conterrâneo do seu pai, posso te pagar 1,5k mensais (isso mesmo, 1.500 conto) pra você trabalhar com dedicação integral no meu escritório...

     Meu colega respondeu: "não, obrigado, isso ganha de comissão -  por semana - o funcionário da minha fazenda, que vende o queijo pra gente lá em BH..."
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    Mensagem por alface em Qua 18 Maio 2016, 4:43 pm

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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por FLUSÃO em Qua 18 Maio 2016, 5:11 pm

    Rapaz, foi o que imaginei. Estou na primeira instância do TJ. Geral dos "grandes causídicos" perguntando se o TJ vai demorar a chamar o concurso de técnico. Digamos que a crise, independente de preferência partidária, deu xeque-mate. Fechou todas as portas.

    Xiola escreveu:Tá ruim, colega FLUSÃO... tenho vários amigos advogados, recém formados, que não estão conseguindo colocação no mercado...e olhe que eles podem assinar, podem contactar o cliente, tem total disponibilidade de tempo pra ir no Forum etc...

     Um deles,  dono de queijaria no interior de Minas - pertinho daqui do DF  - me falou que foi pra uma entrevista "de emprego" num grande escritório daqui de Brasília, quando o "manda-chuva" lhe disse: "como eu sou conterrâneo do seu pai, posso te pagar 1,5k mensais (isso mesmo, 1.500 conto) pra você trabalhar com dedicação integral no meu escritório...

     Meu colega respondeu: "não, obrigado, isso ganha de comissão -  por semana - o funcionário da minha fazenda, que vende o queijo pra gente lá em BH..."
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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Morena em Qua 18 Maio 2016, 5:46 pm

    é realmente triste perceber quantos colegas estão em sérias dificuldades financeiras, por isso, parabéns a todos que vêm aqui e deixam orientações, informações, decisões que possam auxiliá-los a enfrentarem este momento difícil em suas vidas.
    xiola, josebarbosa, Django, dentre outros. muito obrigada. que continuem iluminando os nossos colegas


    Última edição por Morena em Qui 19 Maio 2016, 11:38 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por Convidado em Qua 18 Maio 2016, 6:45 pm

    http://atarde.uol.com.br/noticias/1771697

    Aprendão como fazer um empréstimo
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    Mensagem por Convidado em Qua 18 Maio 2016, 6:51 pm

    Morena escreveu:é realmente triste perceber quantos colegas estão em sérias dificuldades financeiras, por isso, parabéns a todos que vêm aqui e deixam orientações, informações, decisões que possam auxiliar os colegas a enfrentarem este momento difícil em suas vidas.
    xiola, josebarbosa, Django, dentre outros. muito obrigada. que continuem iluminando os nossos colegas


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    Mensagem por socorro_aumento em Qui 19 Maio 2016, 8:36 pm

    Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.
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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Sab 21 Maio 2016, 1:17 am

    Prezados colegas,

    Compartilho com vocês minha alegria de ver que hoje saiu uma sentença numa ação que questionava taxa ilegal cobrada pela Caixa, referente a corresponentes bancários.

    O juiz deferiu a devolução em dobro dos valores, por erro inescusável.

    Friso que esta taxa de correspondente não é citada em nenhum momento no contrato. Para saber que ela existe, é preciso pedir o detalhamento dos contratos. Saber que há esta diferença é algo que é possível identificar, comparando juros, prestação e valor total do contrato.

    Houve um erro também relacionado ao cálculo do IOF. Neste caso, o magistrado indeferiu. Mas vou pedir administrativamente e, se for o caso, entrar numa ação na justiça por alguns reais. Se fosse um banco privado, até deixaria para lá. Mas sendo a CEF da União, não gosto da ideia de ver este tipo de conduta sendo adotada a torto e a direito.
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    Empréstimo Consignado - formas de sustação - Página 10 Empty Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Convidado em Sab 21 Maio 2016, 11:23 am

    josebarbos escreveu:Prezados colegas,

    Compartilho com vocês minha alegria de ver que hoje saiu uma sentença numa ação que questionava taxa ilegal cobrada pela Caixa, referente a corresponentes bancários.

    O juiz deferiu a devolução em dobro dos valores, por erro inescusável.

    Friso que esta taxa de correspondente não é citada em nenhum momento no contrato. Para saber que ela existe, é preciso  pedir o detalhamento dos contratos. Saber que há esta diferença é algo que é possível identificar, comparando juros, prestação e valor total do contrato.

    Houve um erro também relacionado ao cálculo do IOF. Neste caso, o magistrado indeferiu. Mas vou pedir administrativamente e, se for o caso, entrar numa ação na justiça por alguns reais. Se fosse um banco privado, até deixaria para lá. Mas sendo a CEF da União, não gosto da ideia de ver este tipo de conduta sendo adotada a torto e a direito.

    Beleza, colega!
    Se tem irregularidade precisa ser sanada!
    Parece algo um pouco complexo fazer essa identificação, mas vale também para contratos feitos dentro da própria agência da CEF (meu caso)?
    Ou vale apenas para os consignados que você contrata com os famosos "agentes" externos, aqueles que oferecem o crédito pra toda categoria sem serem funcionários de banco?
    E vai dar uma boa diferença no cálculo?
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    Mensagem por josebarbos em Sab 21 Maio 2016, 9:00 pm

    DJANGO escreveu:
    josebarbos escreveu:Prezados colegas,

    Compartilho com vocês minha alegria de ver que hoje saiu uma sentença numa ação que questionava taxa ilegal cobrada pela Caixa, referente a corresponentes bancários.

    O juiz deferiu a devolução em dobro dos valores, por erro inescusável.

    Friso que esta taxa de correspondente não é citada em nenhum momento no contrato. Para saber que ela existe, é preciso  pedir o detalhamento dos contratos. Saber que há esta diferença é algo que é possível identificar, comparando juros, prestação e valor total do contrato.

    Houve um erro também relacionado ao cálculo do IOF. Neste caso, o magistrado indeferiu. Mas vou pedir administrativamente e, se for o caso, entrar numa ação na justiça por alguns reais. Se fosse um banco privado, até deixaria para lá. Mas sendo a CEF da União, não gosto da ideia de ver este tipo de conduta sendo adotada a torto e a direito.

    Beleza, colega!
    Se tem irregularidade precisa ser sanada!
    Parece algo um pouco complexo fazer essa identificação, mas vale também para contratos feitos dentro da própria agência da CEF (meu caso)?
    Ou vale apenas para os consignados que você contrata com os famosos "agentes" externos, aqueles que oferecem o crédito pra toda categoria sem serem funcionários de banco?
    E vai dar uma boa diferença no cálculo?

    Prezado, neste caso, foi feito em loja de correspondente.
    O interessante é que o referido valor não aparece em nenhum lugar do contrato. É preciso solicitar um extrato de detalhamento do contrato para ver as tarifas cobradas, na qual ela apareceu.

    Em agência, ESTA taxa não é cobrada. Não quer dizer que a taxa esteja correta e os valores sejam. A experiência diz que devemos duvidar de tudo. Muitos contratos não resistem a um pente mais fino sobre o que está sendo cobrado.
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    Mensagem por FALCON.X em Qui 30 Jun 2016, 3:30 pm

    P.FAVOR SE ALGUÉM PUDER ESCLARECER:

    É verdade que há duas margens a serem obedecidas (uma de 30% da remuneração consignável) e outra que seria a soma das deduções facultativas e obrigatórias que não poderia ultrapassar 70% da remunração do servidor ?????

    Pergunto:

    CASO prático EM QUE NO CONTRACHEQUE DO servidor, por conta de PERDER FC OU CJ, OCORRA DESRESPEITO DA SOMA DOS EMPRESTIMOS CONSIGNADOS À PRIMEIRA MARGEM (30%) da remunerção QUE PASSOU A SER consignável.... COM A PERDA DA FC....

    MAS não ocorra desrespeito à segunda "margem" (a soma das deduções obrigatórias e facultativas não ultrapasse 70% da remuneração, JÁ QUE HOUVE DIMINUIÇÃO DO IR E INSS), ainda assim INDAGO:

    Nesse caso, dá para suspender o consignado que ultrapassou os 30% da remuneração que passou a ser consignável com a perda da FC OU CJ,MAS NÃO ULTRAPASSOU OS 70%??

    AGRADEÇO DESDE JÁ SE PUDEREM ESCLARECER.

    MUITO OBRIGADO
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    Mensagem por Convidado em Qui 30 Jun 2016, 4:58 pm

    FALCON.X escreveu:P.FAVOR SE ALGUÉM PUDER ESCLARECER:

    É verdade que há duas margens a serem obedecidas (uma de 30% da remuneração consignável) e outra que seria a soma das deduções facultativas e obrigatórias que não poderia ultrapassar 70% da remunração do servidor ?????

    Pergunto:

    CASO prático EM QUE NO CONTRACHEQUE DO servidor, por conta de PERDER FC OU CJ, OCORRA DESRESPEITO DA SOMA DOS EMPRESTIMOS CONSIGNADOS À PRIMEIRA MARGEM (30%) da remunerção QUE PASSOU A SER consignável.... COM A PERDA DA FC....

    MAS não ocorra desrespeito à segunda "margem" (a soma das deduções obrigatórias e facultativas não ultrapasse 70% da remuneração, JÁ QUE HOUVE DIMINUIÇÃO DO IR E INSS), ainda assim INDAGO:

    Nesse caso, dá para suspender o consignado que ultrapassou os 30% da remuneração que passou a ser consignável com a perda da FC OU CJ,MAS NÃO ULTRAPASSOU OS 70%??

    AGRADEÇO DESDE JÁ SE PUDEREM ESCLARECER.

    MUITO OBRIGADO

    SIM.
    Foi o meu caso.
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    Mensagem por klau em Sex 01 Jul 2016, 2:15 pm

    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.



    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.
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    Mensagem por Convidado em Sex 01 Jul 2016, 2:59 pm

    klau escreveu:
    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.



    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)
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    Mensagem por androsvilazza em Sex 01 Jul 2016, 3:33 pm

    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:
    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.



    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)

    Hipoteticamente falando, ao mudar de órgão:

    1. As parcelas do consignado, que eram descontadas pelo RH do órgão de origem, deixarão de ser descontadas em folha, já que os órgãos não repassam esse tipo de informação quando da redistribuição;
    2. O banco vai tentar efetuar o débito em conta de eventuais parcelas não pagas - por isso é importante que sua conta de crédito do pagamento esteja em outro banco;
    3. Negativação do cadastro junto ao SPC/Serasa - com aquela consequência amplamente conhecida, de negativação por no máximo 05 anos;
    4. Nome "limpo" após 5 anos, permanecendo a restrição junto ao banco credor do consignado;
    5. Renegociação do débito junto ao banco credor a qualquer momento, a partir do passo 2. Muitas vezes há o "perdão" de boa parte da dívida inicial, principalmente se estiver próximo ao "vencimento" da negativação no Serasa. No caso de haver perdão de parte da dívida original (não só dos juros), a restrição de novas contratações junto ao banco credor (item 4) permanece, mesmo após "limpar o nome".

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    Mensagem por klau em Sex 01 Jul 2016, 4:01 pm

    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:
    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.



    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)


    A dívida vai continuar existindo...Vc pode ser cobrado pelos meios de execução de divida normal, mas se não tiver nada a ser executado....
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    Mensagem por Convidado em Sex 01 Jul 2016, 5:22 pm

    androsvilazza escreveu:
    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:
    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.



    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)

    Hipoteticamente falando, ao mudar de órgão:

    1. As parcelas do consignado, que eram descontadas pelo RH do órgão de origem, deixarão de ser descontadas em folha, já que os órgãos não repassam esse tipo de informação quando da redistribuição;
    2. O banco vai tentar efetuar o débito em conta de eventuais parcelas não pagas - por isso é importante que sua conta de crédito do pagamento esteja em outro banco;
    3. Negativação do cadastro junto ao SPC/Serasa - com aquela consequência amplamente conhecida, de negativação por no máximo 05 anos;
    4. Nome "limpo" após 5 anos, permanecendo a restrição junto ao banco credor do consignado;
    5. Renegociação do débito junto ao banco credor a qualquer momento, a partir do passo 2. Muitas vezes há o "perdão" de boa parte da dívida inicial, principalmente se estiver próximo ao "vencimento" da negativação no Serasa. No caso de haver perdão de parte da dívida original (não só dos juros), a restrição de novas contratações junto ao banco credor (item 4) permanece, mesmo após "limpar o nome".


    Valeu!
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    Mensagem por eder.lima em Seg 01 Ago 2016, 3:32 pm

    [quote="androsvilazza"]
    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:
    socorro_aumento escreveu:Sou analista judiciario do trf 2. Lotado na capital. Se algum analista judiciario do tre rj lotado na capital quiser resistribuir comigo, trocar de órgao, mande uma MP para mim.[/quote


    Também estou tentando redistribuir para outro orgão na mesma cidade para tentar fugir dos consignados. Sou técnico judiciário do TRT4 (Rio Grande do Sul), então se algum colega da eleitoral ou da federal tiver interesse, manda mensagem.

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)

    Hipoteticamente falando, ao mudar de órgão:

    1. As parcelas do consignado, que eram descontadas pelo RH do órgão de origem, deixarão de ser descontadas em folha, já que os órgãos não repassam esse tipo de informação quando da redistribuição;
    2. O banco vai tentar efetuar o débito em conta de eventuais parcelas não pagas - por isso é importante que sua conta de crédito do pagamento esteja em outro banco;
    3. Negativação do cadastro junto ao SPC/Serasa - com aquela consequência amplamente conhecida, de negativação por no máximo 05 anos;
    4. Nome "limpo" após 5 anos, permanecendo a restrição junto ao banco credor do consignado;
    5. Renegociação do débito junto ao banco credor a qualquer momento, a partir do passo 2. Muitas vezes há o "perdão" de boa parte da dívida inicial, principalmente se estiver próximo ao "vencimento" da negativação no Serasa. No caso de haver perdão de parte da dívida original (não só dos juros), a restrição de novas contratações junto ao banco credor (item 4) permanece, mesmo após "limpar o nome".


    Sei que é algo bastante pessoal,  mas alguém aqui já vivenciou está situação descrita pelo colega na prática?
    Se sim, poderia compartilhar, em linhas gerais, como foi a experiência e se teve o nome negativado por muito tempo? (pode ser por MP)
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    Mensagem por fairbanks em Qua 03 Ago 2016, 10:33 am

    eder.lima escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)

    Hipoteticamente falando, ao mudar de órgão:

    1. As parcelas do consignado, que eram descontadas pelo RH do órgão de origem, deixarão de ser descontadas em folha, já que os órgãos não repassam esse tipo de informação quando da redistribuição;
    2. O banco vai tentar efetuar o débito em conta de eventuais parcelas não pagas - por isso é importante que sua conta de crédito do pagamento esteja em outro banco;
    3. Negativação do cadastro junto ao SPC/Serasa - com aquela consequência amplamente conhecida, de negativação por no máximo 05 anos;
    4. Nome "limpo" após 5 anos, permanecendo a restrição junto ao banco credor do consignado;
    5. Renegociação do débito junto ao banco credor a qualquer momento, a partir do passo 2. Muitas vezes há o "perdão" de boa parte da dívida inicial, principalmente se estiver próximo ao "vencimento" da negativação no Serasa. No caso de haver perdão de parte da dívida original (não só dos juros), a restrição de novas contratações junto ao banco credor (item 4) permanece, mesmo após "limpar o nome".


    Sei que é algo bastante pessoal,  mas alguém aqui já vivenciou está situação descrita pelo colega na prática?
    Se sim, poderia compartilhar, em linhas gerais, como foi a experiência e se teve o nome negativado por muito tempo? (pode ser por MP)

    Outra coisa, a margem vai full para o outro òrgão? mercury mercury mercury
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    Mensagem por josebarbos em Qua 03 Ago 2016, 11:15 am

    eder.lima escreveu:
    androsvilazza escreveu:
    Rubro Zorro escreveu:
    klau escreveu:

    Mas me respondam, pra onde vão as parcelas dos consignados? Entram num limbo? Algum dia elas vão vir até nós ? Se for quente assim até arrisco (mesmo trabalhando em Florianópolis)

    Hipoteticamente falando, ao mudar de órgão:

    1. As parcelas do consignado, que eram descontadas pelo RH do órgão de origem, deixarão de ser descontadas em folha, já que os órgãos não repassam esse tipo de informação quando da redistribuição;
    2. O banco vai tentar efetuar o débito em conta de eventuais parcelas não pagas - por isso é importante que sua conta de crédito do pagamento esteja em outro banco;
    3. Negativação do cadastro junto ao SPC/Serasa - com aquela consequência amplamente conhecida, de negativação por no máximo 05 anos;
    4. Nome "limpo" após 5 anos, permanecendo a restrição junto ao banco credor do consignado;
    5. Renegociação do débito junto ao banco credor a qualquer momento, a partir do passo 2. Muitas vezes há o "perdão" de boa parte da dívida inicial, principalmente se estiver próximo ao "vencimento" da negativação no Serasa. No caso de haver perdão de parte da dívida original (não só dos juros), a restrição de novas contratações junto ao banco credor (item 4) permanece, mesmo após "limpar o nome".


    Sei que é algo bastante pessoal,  mas alguém aqui já vivenciou está situação descrita pelo colega na prática?
    Se sim, poderia compartilhar, em linhas gerais, como foi a experiência e se teve o nome negativado por muito tempo? (pode ser por MP)

    Recomendações sobre o caso:

    Assumir a "falência" é uma alternativa válida, mas deve ser uma das, senão a última. E, em geral, exigirá algum nível de assessoria jurídica para tanto. Quem não tem a menor noção dos riscos e questões envolvidas, não deve fazê-lo sozinho sob pena de se complicar mais ainda. Ou seja, dentro de um planejamento que cortou tudo o possível e se chegou à conclusão que não dá para garantir a subsistência básica e pagar os empréstimos, o calote é a solução.

    Lembre-se de que invariavelmente o menor dos males que vai acontecer é ser perturbado por empresas de cobrança, sempre no limite do que a lei permitir. Por muito menos, numa questão referente a uma porcaria de leasing, uma empresa de cobrança me ligava uma vez por mês, curiosamente, até dar os cinco anos do fato gerador (nem foi do respectivo pagamento), justo quando queria que me ligassem, para caracterizar o dano moral e tentar uma ação, pararam. Neste inteirim, adotei várias abordagens possíveis: fui grosso, fui educado, tentei negociar, simplesmente não atendia...

    E estávamos falando de 500 reais. Imagina uma dívida de 100.000,00.

    Detalhe: nâo à toa, bancos raramente recorrem ao judiciário. Uma das teorias que considero possível é que o prejuízo de os juízes entenderem exatamente como eles trabalham é muito maior do que aceitar alguns calotes que podem ser diluídos nas absurdas taxas de juros praticadas.

    Segundo ponto: ao cometer o calote, é preciso ter certeza absoluta de que poderá viver e ter alguma reserva de emergência única e exclusivamente com a renda mensal, sem recorrer a crédito.

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