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    Empréstimo Consignado - formas de sustação

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Seg 13 Nov 2017, 5:42 pm

    cicero_pb escreveu:O MCMV é uma das provas que a intromissão do governo só prejudica.

    Inclusive, no caso, prejudicou muito mais exatamente a quem buscava "ajudar".

    Agora, os tubarões....

    Nunca acreditei que este tipo de subsídio tem por objetivo "ajudar", pelo menos não aqueles destinatários a quem se divulga.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Fireball em Ter 14 Nov 2017, 7:32 am

    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:O MCMV é uma das provas que a intromissão do governo só prejudica.

    Inclusive, no caso, prejudicou muito mais exatamente a quem buscava "ajudar".

    Agora, os tubarões....

    Nunca acreditei que este tipo de subsídio tem por objetivo "ajudar", pelo menos não aqueles destinatários a quem se divulga.

    Diria que as coisas até melhoraram para os empresários do setor.

    PRAZO PARA DEVOLUÇÃO

    A minuta da MP, em discussão pelo governo, prevê uma punição bem mais rigorosa a quem desistir do contrato do que consolidou a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — que considera abusiva retenções acima dos 25% do total pago pelo comprador. A proposta atual é reter até 50% dos valores pagos. No fim das contas, isso pode significar até 16% do valor do imóvel (já restituído o percentual de corretagem), no caso das unidades residenciais.

    Para Sidney Rosa, subcoordenador das Promotorias de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio (MP-RJ), a edição de uma medida provisória “atropela” a construção democrática de lei específica para o tema em tramitação no Congresso: a 774/2015.

    — A lei, que a princípio era mais benéfica às empresas, foi sendo discutida, aprimorada, adequada ao Código de Defesa do Consumidor. Ao desconsiderar a jurisprudência do STJ e passar a reter 10% do valor do imóvel, a punição imposta ao consumidor pode ser elevada — destaca.

    Reter 50% dos valores pagos pelos clientes, além de 6% do valor do imóvel a título de corretagem, é confisco. Um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, pelo qual já se pagou R$ 100 mil, o cliente perderia R$ 80 mil, ou seja R$ 50 mil do total pago em parcelas, além de R$ 30 mil a título de corretagem. Isso, além de ilegal, é imoral. O Judiciário já firmou entendimento acerca da ilegalidade de retenções acima de 25%. As empresas buscam legalizar condutas ilícitas. Ou seja, se a lei proíbe, muda-se a lei.

    Além disso, discute-se conceder um prazo de 180 dias ou até que o imóvel seja vendido para que o incorporador devolva o dinheiro ao consumidor.








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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Ter 14 Nov 2017, 9:38 pm

    Fireball escreveu:
    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:O MCMV é uma das provas que a intromissão do governo só prejudica.

    Inclusive, no caso, prejudicou muito mais exatamente a quem buscava "ajudar".

    Agora, os tubarões....

    Nunca acreditei que este tipo de subsídio tem por objetivo "ajudar", pelo menos não aqueles destinatários a quem se divulga.

    Diria que as coisas até melhoraram para os empresários do setor.

    PRAZO PARA DEVOLUÇÃO

    A minuta da MP, em discussão pelo governo, prevê uma punição bem mais rigorosa a quem desistir do contrato do que consolidou a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — que considera abusiva retenções acima dos 25% do total pago pelo comprador. A proposta atual é reter até 50% dos valores pagos. No fim das contas, isso pode significar até 16% do valor do imóvel (já restituído o percentual de corretagem), no caso das unidades residenciais.

    Para Sidney Rosa, subcoordenador das Promotorias de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio (MP-RJ), a edição de uma medida provisória “atropela” a construção democrática de lei específica para o tema em tramitação no Congresso: a 774/2015.

    — A lei, que a princípio era mais benéfica às empresas, foi sendo discutida, aprimorada, adequada ao Código de Defesa do Consumidor. Ao desconsiderar a jurisprudência do STJ e passar a reter 10% do valor do imóvel, a punição imposta ao consumidor pode ser elevada — destaca.

    Reter 50% dos valores pagos pelos clientes, além de 6% do valor do imóvel a título de corretagem, é confisco. Um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, pelo qual já se pagou R$ 100 mil, o cliente perderia R$ 80 mil, ou seja R$ 50 mil do total pago em parcelas, além de R$ 30 mil a título de corretagem. Isso, além de ilegal, é imoral. O Judiciário já firmou entendimento acerca da ilegalidade de retenções acima de 25%. As empresas buscam legalizar condutas ilícitas. Ou seja, se a lei proíbe, muda-se a lei.

    Além disso, discute-se conceder um prazo de 180 dias ou até que o imóvel seja vendido para que o incorporador devolva o dinheiro ao consumidor.

    Ref: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

    Isto aí não passa... a Caixa vai ser tão responsabilizada que no final das contas o governo vai acabar com a lei. Muita gente, mesmo nesta crise, fez promessa de imóvel e viu parâmetros de financiamento serem alterados unilateralmente. Este seria um belo exemplo de consumidor que, sem ter dado causa, seria responsabilizado e iria para aquelas longas batalhas.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Fireball em Qua 15 Nov 2017, 9:45 pm

    E se valer apenas para os novos contratos?
    Prevejo cpfs laranja e um "mercado enorme" nascendo.
    Seguros ficarão mais caros, bem como todo o sistema.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Qui 16 Nov 2017, 2:40 pm

    Sem chance de aprovação, este é só mais um dos "balões de ensaio" do governo. Tradição antiga no Brasil, inclusive. Uma "fonte" ligada ao governo solta um desses assuntos "em discussão", e espera-se a reação do mercado, da população e dos especialistas, pra ver se a ideia tinha mesmo algum fundamento. Geralmente, chega-se à conclusão de que tal e qual medida são impraticáveis, sem nexo ou algo assim, e aí se aborta a discussão. Não raro aparece algum emissário do governo, desta vez oficialmente, para alegar que "isso nunca esteve em discussão", ou que "este assunto está sendo tratado de forma incipiente, ainda não foi plenamente desenvolvido" e nunca mais se volta ao tema.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por euvoltei em Qui 16 Nov 2017, 6:32 pm

    Já diz o antigo ditado, "Tudo que é demais, sobra"

    O mercado nunca voltará àquela loucura, de vendas esgotadas só com a placa de lançamento...
    O risco sendo muito grande, o cara, por mais aventureiro que seja, não vai fechar negócio, não vai sair dando entrada, assumindo compromissos só com base em simulação de financiamento de Internet...
    No fim, pode até ser até ruim para as construtoras....
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    Resolução CSJT 199/2017

    Mensagem por emeviana em Ter 05 Dez 2017, 6:27 pm

    Pessoal vocês estão sabendo da Resolução Resolução CSJT 199/2017?
    Ela retirou Auxílio Alimentação da base de cálculo ´para Cálculo da margem.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por roberto.barrao em Ter 05 Dez 2017, 7:10 pm

    Rapaz, com isso a margem de todos os TRTs reduziram as margens, acho 90 dos servidores do meu TRT estão com margem negativa, boa ocasião para entrar com processo para reduzir os descontos nos vencimentos, ai a pergunta, como fica o banco que emprestou a grana?
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Ter 05 Dez 2017, 9:48 pm

    roberto.barrao escreveu:Rapaz, com isso a margem de todos os TRTs reduziram as margens, acho 90 dos servidores do meu TRT estão com margem negativa, boa ocasião para entrar com processo para reduzir os descontos nos vencimentos, ai a pergunta, como fica o banco que emprestou a grana?

    Uma ação deste tipo vai ter pouca chance de sucesso. A exclusão do auxílio-alimentação resultará numa diferença de R$ 265,00 que, no máximo, será coberta com o reajuste de junho de 2018 (para muitos servidores já foi compensada com o reajuste, agora, de novembro, e eventuais progressões no período).

    Outra questão é tratar o problema como oportunidade, e tentar utilizar maneiras alternativas de adequar o orçamento que não a rolagem de dívidas. Se hoje a situação financeira já está grave, nos anos seguintes só tende a piorar.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Qua 06 Dez 2017, 5:53 am

    Fiquei surpreso em saber que alguém utilizava o AA como base para cálculo da margem, já que é verba indenizatória e não remuneração...
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Galizezin em Qua 06 Dez 2017, 8:39 am

    josebarbos escreveu:
    roberto.barrao escreveu:Rapaz, com isso a margem de todos os TRTs reduziram as margens, acho 90 dos servidores do meu TRT estão com margem negativa, boa ocasião para entrar com processo para reduzir os descontos nos vencimentos, ai a pergunta, como fica o banco que emprestou a grana?

    Uma ação deste tipo vai ter pouca chance de sucesso. A exclusão do auxílio-alimentação resultará numa diferença de R$ 265,00 que, no máximo, será coberta com o reajuste de junho de 2018 (para muitos servidores já foi compensada com o reajuste, agora, de novembro, e eventuais progressões no período).

    Outra questão é tratar o problema como oportunidade, e tentar utilizar maneiras alternativas de adequar o orçamento que não a rolagem de dívidas. Se hoje a situação financeira já está grave, nos anos seguintes só tende a piorar.

    Estou crente que nosso pessoal não faz ideia do que vem por aí...


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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Protocol em Qua 06 Dez 2017, 10:40 am

    Galizezin escreveu:
    josebarbos escreveu:
    roberto.barrao escreveu:Rapaz, com isso a margem de todos os TRTs reduziram as margens, acho 90 dos servidores do meu TRT estão com margem negativa, boa ocasião para entrar com processo para reduzir os descontos nos vencimentos, ai a pergunta, como fica o banco que emprestou a grana?

    Uma ação deste tipo vai ter pouca chance de sucesso. A exclusão do auxílio-alimentação resultará numa diferença de R$ 265,00 que, no máximo, será coberta com o reajuste de junho de 2018 (para muitos servidores já foi compensada com o reajuste, agora, de novembro, e eventuais progressões no período).

    Outra questão é tratar o problema como oportunidade, e tentar utilizar maneiras alternativas de adequar o orçamento que não a rolagem de dívidas. Se hoje a situação financeira já está grave, nos anos seguintes só tende a piorar.

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    O pior é que nem precisa ter muita imaginação.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por araponga em Qui 04 Jan 2018, 7:05 am

    Apertando o cerco...

    Segundo o recorrente, o salário mensal de R$ 3.600 já era comprometido com uma pensão de R$ 1.100 para sua filha, bem como pagamentos fixos de plano de saúde, financiamento de imóvel e veículo, sobrando R$ 1.000 para suas despesas alimentares.

    Mesmo assim para o STJ não estaria comprometida a subsistência do devedor (também alegaram ausência de provas).

    [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


    Última edição por araponga em Qui 04 Jan 2018, 7:20 am, editado 1 vez(es) (Razão : Atualizar)
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por cicero_pb em Qui 04 Jan 2018, 8:57 am

    Pois é.

    Mas o que falta mesmo é educação financeira.

    E deixar o mercado agir.

    Ou seja, liberdade de mercado. Tanto na questão trabalhista quanto nas liberdades individuais, financeiras.

    Deixar de olhar as pessoas como coitadinhas. Assim elas aprendem a pegar o peixe.

    Infelizmente a aprendizagem só vem com dor.

    Ninguém deveria ser tutelado pelo estado. O sujeito, sabedor disso, criaria seus próprios anticorpos.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por cicero_pb em Qui 04 Jan 2018, 9:02 am

    ps: já tive uma dívida de quase 50x minha renda. Doença, separação e irresponsabilidade minha.

    Fiquei sem carro, sem plano de saúde e contando moedas para comprar o pão - que comeria sem manteiga.

    Nunca culpei meu salário pela situação vivida. Minha renda é boa, apesar de, na época, manter 11 pessoas somente com o salário de técnico e com uma dívida enorme.

    E consegui sair.

    Educação financeira. E prioridades.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Qui 04 Jan 2018, 12:06 pm

    cicero_pb escreveu:ps: já tive uma dívida de quase 50x minha renda. Doença, separação e irresponsabilidade minha.

    Fiquei sem carro, sem plano de saúde e contando moedas para comprar o pão - que comeria sem manteiga.

    Nunca culpei meu salário pela situação vivida. Minha renda é boa, apesar de, na época, manter 11 pessoas somente com o salário de técnico e com uma dívida enorme.

    E consegui sair.

    Educação financeira. E prioridades.

    Colega, suas postagens sempre me chamam a atenção pela lucidez e maturidade na abordagem de temas delicados.

    Você se importaria de me dar umas dicas via mensagem privada sobre como você fez para equilibrar suas finanças?
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Qui 04 Jan 2018, 2:11 pm

    cicero_pb escreveu:Pois é.

    Mas  o que falta mesmo é educação financeira.

    E deixar o mercado agir.

    Ou seja, liberdade de mercado. Tanto na questão trabalhista quanto nas liberdades individuais, financeiras.

    Deixar de olhar as pessoas como coitadinhas. Assim elas aprendem a pegar o peixe.

    Infelizmente a aprendizagem só vem com dor.

    Ninguém deveria ser tutelado pelo estado. O sujeito, sabedor disso, criaria seus próprios anticorpos.

    Hoje foi sancionada a bizarra lei que concede empréstimo perpétuo (???) do FGTS à Caixa. O primeiro, no modelo certo, talvez até interessante; o segundo, num cenário de já tantos outros bancos públicos, já deveria ser pensado como um problema nacional.

    Aí, pega um fundo saudável, "patrimônio do trabalhador", e o injeta numa instituição que está numa situação delicada. Coisa que só é possível em Banânia, já numa forçosa interpretação do que seriam "recursos próprios".

    Engraçado que nestas horas não aparece "inimigo do trabalhador", "querem acabar com nossos direitos" ou qualquer coisa que o valha.

    Porque se a situação é delicada, a taxa de empréstimo deveria ser alta. Mas o ideal, já que é para capitalizar, seria abrir ao mercado, na busca destes recursos, e lá na frente, dividir lucros. A criatividade da contabilidade brasileira não tem mais fim.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Galizezin em Qui 04 Jan 2018, 3:36 pm

    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:Pois é.

    Mas  o que falta mesmo é educação financeira.

    E deixar o mercado agir.

    Ou seja, liberdade de mercado. Tanto na questão trabalhista quanto nas liberdades individuais, financeiras.

    Deixar de olhar as pessoas como coitadinhas. Assim elas aprendem a pegar o peixe.

    Infelizmente a aprendizagem só vem com dor.

    Ninguém deveria ser tutelado pelo estado. O sujeito, sabedor disso, criaria seus próprios anticorpos.

    Hoje foi sancionada a bizarra lei que concede empréstimo perpétuo (???) do FGTS à Caixa. O primeiro, no modelo certo, talvez até interessante; o segundo, num cenário de já tantos outros bancos públicos, já deveria ser pensado como um problema nacional.

    Aí, pega um fundo saudável, "patrimônio do trabalhador", e o injeta numa instituição que está numa situação delicada. Coisa que só é possível em Banânia, já numa forçosa interpretação do que seriam "recursos próprios".

    Engraçado que nestas horas não aparece "inimigo do trabalhador", "querem acabar com nossos direitos" ou qualquer coisa que o valha.

    Porque se a situação é delicada, a taxa de empréstimo deveria ser alta. Mas o ideal, já que é para capitalizar, seria abrir ao mercado, na busca destes recursos, e lá na frente, dividir lucros. A criatividade da contabilidade brasileira não tem mais fim.


    Não espere nada de bom de Michel Temer. Ele é marionete do empresariado brasileiro e dos credores, digo especuladores, internacionais.
    Alguém acredita que esses aumentos abusivos da gasolina não estão motivados na "conta salgada" que a estatal precisa pagar? Conta esta oriunda da corrupção sem precedentes, da dilapidação da petrobrás pelos políticos, da ingerência e falta de governança que lá existe. A petrobrás precisa pagar uma ação de 8 bilhões aos investidores americanos. Está, portanto, fazendo caixa às custas dos brasileiros, para quitar as suas khdas.

    Então, pergunto: cadê os panelaços da sociedade pensante e racional? Gado marcado, movido a tititi do empresariado?


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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por cicero_pb em Sex 05 Jan 2018, 9:32 am

    Envio aqui mesmo. Já até relatei antes. Linhas gerais:

    - Planilha;

    - conversar com a família (essa parte é importantíssima). Fica muito difícil as pessoas entenderem e colaborarem sem ciência. Passou de 10 anos, já tem idade para assimilar. Não chegou a 10 anos, aumente o número de "nãos".

    - Listar prioridades. E obedecer.

    - Reservar um valor para lazer. Isso mesmo. Mude de "pizza" para "caminhar na praia".

    - Reservar um valor para poupança. Seu nome está negativado? Reserve no cpf de alguém de confiança (filho, conjuge...). NÃO acredite em leis (poupança até X valor é impenhorável, etc).

    - Não seja esperto (isso é ideologia). No caso, não fui. Poderia ter comprado um imóvel quitado e chutado o balde. Não fiz isso. Continuei usando o espelho.

    - Trabalhe mais. Aparentemente isso não irá mudar sua situação. Só aparentemente.

    - Faça reuniões periódicas com a família. No início com mais frequência (15 dias, por exemplo). Depois, de forma mais espaçada.

    - Vivemos em uma sociedade em guerra. Diminuir drasticamente (até caber no orçamento) o modo de vida pode - e deve ocorrer - aumentar o risco de viver no bananil. Dependendo da cidade onde viva, mais vale arranjar outra renda do que ir para a favela. Pondere sobre isso.

    - Entenda que quem ganha até 10 mil/mês é pobre. Esqueça as estatísticas do governo. Se seu salário liquido é inferior a 10 mil, você é pobre. Uma coisa é já ter um patrimônio e os 10 mil vir de bônus, outra é manter tudo com seu salário. Se você for pobre, se aceite. E viva como um.

    - Ainda hoje só compro o creme de queijo que gosto no café da manhã esporadicamente. Nos últimos anos tenho viajado a trabalho à cidade de são paulo. Aproveito e compro camisas sociais a 60,00 a unidade na 25 de março. Na verdade, compro tudo lá de roupa e sapato. Pago um terço do que gastaria em joão pessoa.

    - Tem algum bem imóvel? Venda. Na verdade, quem tem dívida e imóvel já perdeu a oportunidade de realizar lucro. Mas considere que mais vale ter a passagem de ônibus hoje do que um tijolo daqui a 10 anos. Os tijolos devem continuar caindo de preço.

    - Se a vida franciscana lhe desagradar, pense nos países africanos e nos países árabes. Poderia ser pior.

    - Não pense sequer na Argentina....
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Sex 05 Jan 2018, 12:13 pm

    cicero_pb escreveu:Envio aqui mesmo. Já até relatei antes. Linhas gerais:

    - Planilha;

    - conversar com a família (essa parte é importantíssima). Fica muito difícil as pessoas entenderem e colaborarem sem ciência. Passou de 10 anos, já tem idade para assimilar. Não chegou a 10 anos, aumente o número de "nãos".

    - Listar prioridades. E obedecer.

    - Reservar um valor para lazer. Isso mesmo. Mude de "pizza" para "caminhar na praia".

    - Reservar um valor para poupança. Seu nome está negativado? Reserve no cpf de alguém de confiança (filho, conjuge...). NÃO acredite em leis (poupança até X valor é impenhorável, etc).

    - Não seja esperto (isso é ideologia). No caso, não fui. Poderia ter comprado um imóvel quitado e chutado o balde. Não fiz isso. Continuei usando o espelho.

    - Trabalhe mais. Aparentemente isso não irá mudar sua situação. Só aparentemente.

    - Faça reuniões periódicas com a família. No início com mais frequência (15 dias, por exemplo). Depois, de forma mais espaçada.

    - Vivemos em uma sociedade em guerra. Diminuir drasticamente (até caber no orçamento) o modo de vida pode - e deve ocorrer - aumentar o risco de viver no bananil. Dependendo da cidade onde viva, mais vale arranjar outra renda do que ir para a favela. Pondere sobre isso.

    - Entenda que quem ganha até 10 mil/mês é pobre. Esqueça as estatísticas do governo. Se seu salário liquido é inferior a 10 mil, você é pobre. Uma coisa é já ter um patrimônio e os 10 mil vir de bônus, outra é manter tudo com seu salário. Se você for pobre, se aceite. E viva como um.

    - Ainda hoje só compro o creme de queijo que gosto no café da manhã esporadicamente. Nos últimos anos tenho viajado a trabalho à cidade de são paulo. Aproveito e compro camisas sociais a 60,00 a unidade na 25 de março. Na verdade, compro tudo lá de roupa e sapato. Pago um terço do que gastaria em joão pessoa.

    - Tem algum bem imóvel? Venda. Na verdade, quem tem dívida e imóvel já perdeu a oportunidade de realizar lucro. Mas considere que mais vale ter a passagem de ônibus hoje do que um tijolo daqui a 10 anos. Os tijolos devem continuar caindo de preço.

    - Se a vida franciscana lhe desagradar, pense nos países africanos e nos países árabes. Poderia ser pior.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por fairbanks em Sex 05 Jan 2018, 2:58 pm

    cicero_pb escreveu:Envio aqui mesmo. Já até relatei antes. Linhas gerais:

    - Planilha;

    - conversar com a família (essa parte é importantíssima). Fica muito difícil as pessoas entenderem e colaborarem sem ciência. Passou de 10 anos, já tem idade para assimilar. Não chegou a 10 anos, aumente o número de "nãos".

    - Listar prioridades. E obedecer.

    - Reservar um valor para lazer. Isso mesmo. Mude de "pizza" para "caminhar na praia".

    - Reservar um valor para poupança. Seu nome está negativado? Reserve no cpf de alguém de confiança (filho, conjuge...). NÃO acredite em leis (poupança até X valor é impenhorável, etc).

    - Não seja esperto (isso é ideologia). No caso, não fui. Poderia ter comprado um imóvel quitado e chutado o balde. Não fiz isso. Continuei usando o espelho.

    - Trabalhe mais. Aparentemente isso não irá mudar sua situação. Só aparentemente.

    - Faça reuniões periódicas com a família. No início com mais frequência (15 dias, por exemplo). Depois, de forma mais espaçada.

    - Vivemos em uma sociedade em guerra. Diminuir drasticamente (até caber no orçamento) o modo de vida pode - e deve ocorrer - aumentar o risco de viver no bananil. Dependendo da cidade onde viva, mais vale arranjar outra renda do que ir para a favela. Pondere sobre isso.

    - Entenda que quem ganha até 10 mil/mês é pobre. Esqueça as estatísticas do governo. Se seu salário liquido é inferior a 10 mil, você é pobre. Uma coisa é já ter um patrimônio e os 10 mil vir de bônus, outra é manter tudo com seu salário. Se você for pobre, se aceite. E viva como um.

    - Ainda hoje só compro o creme de queijo que gosto no café da manhã esporadicamente. Nos últimos anos tenho viajado a trabalho à cidade de são paulo. Aproveito e compro camisas sociais a 60,00 a unidade na 25 de março. Na verdade, compro tudo lá de roupa e sapato. Pago um terço do que gastaria em joão pessoa.

    - Tem algum bem imóvel? Venda. Na verdade, quem tem dívida e imóvel já perdeu a oportunidade de realizar lucro. Mas considere que mais vale ter a passagem de ônibus hoje do que um tijolo daqui a 10 anos. Os tijolos devem continuar caindo de preço.

    - Se a vida franciscana lhe desagradar, pense nos países africanos e nos países árabes. Poderia ser pior.

    - Não pense sequer na Argentina....



    É isso, aí, Cícero. Ainda passo sufoco financeiro, por situações pretéritas. A planilha é fundamental, com ela, você passa a ter noção do que e em que, se gasta. Fica mais fácil fechar a torneira. Adequação do padrão de vida, também, é parte basilar, para que se possa renascer das cinzas. Com relação à venda de imóvel, também concordo, mas convencer a patroa é muito difícil... mercury mercury mercury
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Qui 01 Fev 2018, 10:53 am

    Deve ser aprovado ainda este ano o PL 7590/2017, que trata da recuperação judicial para pessoas físicas.

    Está para ser votado ainda em fevereiro na CCJ da Câmara, em caráter terminativo, de onde seguirá para o senado. Parece que o governo quer prioridade, na tentativa de se colar em algum tipo de "notícia boa"...
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Rengaw em Qui 01 Fev 2018, 1:48 pm

    Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Qui 01 Fev 2018, 4:00 pm

    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Rengaw em Qui 01 Fev 2018, 4:13 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.


    Também estou estudando pra outro concurso, já tinha pensado nisso também rsrsrsrs

    Valeu, forte abraço!

    Rengaw ou Wagner (ao contrário) rsrs
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Qui 01 Fev 2018, 4:46 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.

    Uma outra forma é quando o servidor pede redistribuição pra outro orgão e aí não inclui a consignação na folha do novo orgão.

    Marcos, desculpe a pergunta pessoal, mas se quiser pode responder por MP: depois que vc deixou de pagar, a CEF te negativou logo? Teve algum problema de suspensão de cartão de crédito e cheque especial de outra instituição após a negativação?

    Obrigado
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Qui 01 Fev 2018, 5:01 pm

    eder.lima escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.

    Uma outra forma é quando o servidor pede redistribuição pra outro orgão e aí não inclui a consignação na folha do novo orgão.

    Marcos, desculpe a pergunta pessoal, mas se quiser pode responder por MP: depois que vc deixou de pagar, a CEF te negativou logo? Teve algum problema de suspensão de cartão de crédito e cheque especial de outra instituição após a negativação?

    Obrigado

    Já trabalhei na Caixa, acompanhava questões assim. Negativa logo, acredito que hoje seja até mais rápido, devido à evolução dos sistemas de cobrança. Quanto a interferir em outra instituição, isso já não ocorre, via de regra. O que você tem de observar é a validade das avaliações de crédito, para o cheque especial, e a validade do próprio cartão de crédito. Avaliações de cheque especial costumam ser renovadas a cada seis meses, em média. Nesse caso, há o risco de cancelarem, devido à restrição cadastral. Pra ser sincero,é um favor que lhe fazem. Até recomendo que se cancele o cheque especial antes de mais nada, caso a ideia seja de entrar em inadimplência.
    Já em relação ao cartão de crédito (que, obviamente, deve passar a ser usado apenas nas formas sem juros), é recomendável pedir uma segunda via antes do "nome ficar sujo". Assim não se corre o risco de ter o pedido negado, e a validade fica longa (5 a 10 anos, a depender da bandeira).
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Qui 01 Fev 2018, 8:00 pm

    androsvilazza escreveu:
    eder.lima escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.

    Uma outra forma é quando o servidor pede redistribuição pra outro orgão e aí não inclui a consignação na folha do novo orgão.

    Marcos, desculpe a pergunta pessoal, mas se quiser pode responder por MP: depois que vc deixou de pagar, a CEF te negativou logo? Teve algum problema de suspensão de cartão de crédito e cheque especial de outra instituição após a negativação?

    Obrigado

    Já trabalhei na Caixa, acompanhava questões assim. Negativa logo, acredito que hoje seja até mais rápido, devido à evolução dos sistemas de cobrança. Quanto a interferir em outra instituição, isso já não ocorre, via de regra. O que você tem de observar é a validade das avaliações de crédito, para o cheque especial, e a validade do próprio cartão de crédito. Avaliações de cheque especial costumam ser renovadas a cada seis meses, em média. Nesse caso, há o risco de cancelarem, devido à restrição cadastral. Pra ser sincero,é um favor que lhe fazem. Até recomendo que se cancele o cheque especial antes de mais nada, caso a ideia seja de entrar em inadimplência.
    Já em relação ao cartão de crédito (que, obviamente, deve passar a ser usado apenas nas formas sem juros), é recomendável pedir uma segunda via antes do "nome ficar sujo". Assim não se corre o risco de ter o pedido negado, e a validade fica longa (5 a 10 anos, a depender da bandeira).

    Como eu imaginei. Obrigado like
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Qui 01 Fev 2018, 8:26 pm

    androsvilazza escreveu:
    Já trabalhei na Caixa, acompanhava questões assim. Negativa logo, acredito que hoje seja até mais rápido, devido à evolução dos sistemas de cobrança. Quanto a interferir em outra instituição, isso já não ocorre, via de regra. O que você tem de observar é a validade das avaliações de crédito, para o cheque especial, e a validade do próprio cartão de crédito. Avaliações de cheque especial costumam ser renovadas a cada seis meses, em média. Nesse caso, há o risco de cancelarem, devido à restrição cadastral. Pra ser sincero,é um favor que lhe fazem. Até recomendo que se cancele o cheque especial antes de mais nada, caso a ideia seja de entrar em inadimplência.
    Já em relação ao cartão de crédito (que, obviamente, deve passar a ser usado apenas nas formas sem juros), é recomendável pedir uma segunda via antes do "nome ficar sujo". Assim não se corre o risco de ter o pedido negado, e a validade fica longa (5 a 10 anos, a depender da bandeira).

    Cheque especial é, sem dúvida, o pior crédito que existe, porque é uma dívida caríssima e que não tem um efeito psicológico tão pesado quanto dever a conta, criando o hábito de se rolar dívida.

    Não tenho (o banco já cansou de me oferecer), mas acho um verdadeiro saco, porque até sua independência você perde. Quando há algum débito agendado que você queira contestar e não dá para cancelar (alguns bancos são mestres nisto), nada como "rapar a conta" para ele não cair e você ter liberdade de mexer na própria conta. No cheque especial, para fazer esta graça, você tem que pagar uma conta de juros que não vale a pena.

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Marcos Moura de Souza em Sex 02 Fev 2018, 12:15 pm

    eder.lima escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.

    Uma outra forma é quando o servidor pede redistribuição pra outro orgão e aí não inclui a consignação na folha do novo orgão.

    Marcos, desculpe a pergunta pessoal, mas se quiser pode responder por MP: depois que vc deixou de pagar, a CEF te negativou logo? Teve algum problema de suspensão de cartão de crédito e cheque especial de outra instituição após a negativação?

    Obrigado

    Cara, não faço ideia.

    Não tive nenhuma restrição de crédito até hoje.

    Ano passado eu mudei de cargo novamente e tive que abrir conta no Santander.

    Ofereceram cheque especial, cartão de crédito, etc.

    Recentemente, a validade de um cartão de crédito vinculado a um supermercado (extra) venceu e me mandaram um novo pelo Correio sem problema algum.

    Honestamente, não sei o que aconteceu. Mas tenho levado a vida normalmente.

    Só tenho o cuidado de acompanhar mensalmente na Justiça Comum se a CEF já ingressou ou não com a ação para que eu peça uma audiência de conciliação e feche a questão.

    PS: Fiquei sabendo que ano passado a CEF chegou a dar 92% de desconto para dívidas que estavam prestes a prescrever.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por eder.lima em Sex 02 Fev 2018, 1:07 pm

    Marcos Moura de Souza escreveu:
    eder.lima escreveu:
    Marcos Moura de Souza escreveu:
    Rengaw escreveu:Pergunta: Eu tenho empréstimo consignado pela CEF e conta salário lá também, eu tenho como escapar desse desconto direto no contracheque?? Não tenho a opção de parar de pagar esse empréstimo?

    Se você voltar algumas páginas, verá que alguns colegas conseguiram via judicial, salvo engano no caso de perda de FC, etc.

    Eu consegui suspender o pagamento de modo pouco ortodoxo.

    Passei em outro concurso e pedi exoneração mesmo.

    Pretendo voltar agora em fevereiro (se tudo der certo), sem o bendito desconto.

    PS: Já faz três anos que parei de pagar e a CEF não ingressou com a ação até hoje. Ficam ligando oferecendo cada vez mais descontos. Já estão em 50%.
    Estou esperando chegar a 60%/65% de desconto para fechar e pagar a dívida à vista.

    Uma outra forma é quando o servidor pede redistribuição pra outro orgão e aí não inclui a consignação na folha do novo orgão.

    Marcos, desculpe a pergunta pessoal, mas se quiser pode responder por MP: depois que vc deixou de pagar, a CEF te negativou logo? Teve algum problema de suspensão de cartão de crédito e cheque especial de outra instituição após a negativação?

    Obrigado

    Cara, não faço ideia.

    Não tive nenhuma restrição de crédito até hoje.

    Ano passado eu mudei de cargo novamente e tive que abrir conta no Santander.

    Ofereceram cheque especial, cartão de crédito, etc.

    Recentemente, a validade de um cartão de crédito vinculado a um supermercado (extra) venceu e me mandaram um novo pelo Correio sem problema algum.

    Honestamente, não sei o que aconteceu. Mas tenho levado a vida normalmente.

    Só tenho o cuidado de acompanhar mensalmente na Justiça Comum se a CEF já ingressou ou não com a ação para que eu peça uma audiência de conciliação e feche a questão.

    PS: Fiquei sabendo que ano passado a CEF chegou a dar 92% de desconto para dívidas que estavam prestes a prescrever.

    OK amigo. Obrigado like
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por araponga em Seg 12 Mar 2018, 5:07 pm

    Colegas, estou com uma situação inusitada e gostaria da opinião de vocês.

    Mudei de Regional e o consignado que tinha passou a debitar todo mês diretamente da minha conta - o que vinha ocorrendo há cerca de um ano.

    Ocorre que no mês de fevereiro não foi debitado. Conferi mais de uma vez e hoje já consta atrasado no status do contrato.

    Vocês têm um palpite do que pode acontecer? Levantei três cenários:

    I - as parcelas continuarem sendo debitadas nos próximos meses e ter de resolver a parcela de fevereiro com meu gerente ou judicialmente;

    II - as parcelas não serem mais debitadas e partirem direto para a cobrança total do saldo (não tem essa previsão no contrato, mas acho que essa é a praxis;

    III - as parcelas não serem mais debitadas e não cobrarem num futuro próximo.

    Minha saúde financeira não está ruim (este é meu único empréstimo), mas a opção III daria um baita alívio. Contudo, tenho receio de deixar isso passar batido e acabar na hipótese II, com negativação etc.

    O que acham?

    Desde já obrigado por qualquer ajuda!

    PS: contrato celebrado com o santander, saldo no valor de R$ 37.000,00, parcelas de R$ 860,00.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por josebarbos em Seg 12 Mar 2018, 9:33 pm

    araponga escreveu:Colegas, estou com uma situação inusitada e gostaria da opinião de vocês.

    Mudei de Regional e o consignado que tinha passou a debitar todo mês diretamente da minha conta - o que vinha ocorrendo há cerca de um ano.

    Ocorre que no mês de fevereiro não foi debitado. Conferi mais de uma vez e hoje já consta atrasado no status do contrato.

    Vocês têm um palpite do que pode acontecer? Levantei três cenários:

    I - as parcelas continuarem sendo debitadas nos próximos meses e ter de resolver a parcela de fevereiro com meu gerente ou judicialmente;

    II - as parcelas não serem mais debitadas e partirem direto para a cobrança total do saldo (não tem essa previsão no contrato, mas acho que essa é a praxis;

    III - as parcelas não serem mais debitadas e não cobrarem num futuro próximo.

    Minha saúde financeira não está ruim (este é meu único empréstimo), mas a opção III daria um baita alívio. Contudo, tenho receio de deixar isso passar batido e acabar na hipótese II, com negativação etc.

    O que acham?

    Desde já obrigado por qualquer ajuda!

    PS: contrato celebrado com o santander, saldo no valor de R$ 37.000,00, parcelas de R$ 860,00.

    Depende da política de cada banco e precisa ler o contrato.

    O grande problema nesta história é, por ter mudado a garantia, o banco estar só esperando você "pisar na bola" para justificar uma cobrança integral da dívida, ou mudar o patamar de juros do referido contrato.

    É preciso ler com calma e por a coisa em dia. A hipótese III é a mais improvável, posto que, em tese, o contrato tem toda regularidade.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por androsvilazza em Ter 13 Mar 2018, 9:25 am

    araponga escreveu:Colegas, estou com uma situação inusitada e gostaria da opinião de vocês.

    Mudei de Regional e o consignado que tinha passou a debitar todo mês diretamente da minha conta - o que vinha ocorrendo há cerca de um ano.

    Ocorre que no mês de fevereiro não foi debitado. Conferi mais de uma vez e hoje já consta atrasado no status do contrato.

    Vocês têm um palpite do que pode acontecer? Levantei três cenários:

    I - as parcelas continuarem sendo debitadas nos próximos meses e ter de resolver a parcela de fevereiro com meu gerente ou judicialmente;

    II - as parcelas não serem mais debitadas e partirem direto para a cobrança total do saldo (não tem essa previsão no contrato, mas acho que essa é a praxis;

    III - as parcelas não serem mais debitadas e não cobrarem num futuro próximo.

    Minha saúde financeira não está ruim (este é meu único empréstimo), mas a opção III daria um baita alívio. Contudo, tenho receio de deixar isso passar batido e acabar na hipótese II, com negativação etc.

    O que acham?

    Desde já obrigado por qualquer ajuda!

    PS: contrato celebrado com o santander, saldo no valor de R$ 37.000,00, parcelas de R$ 860,00.

    Faltou apontar um cenário, que acho provável:

    IV - essa parcela fica pendente, as demais vão debitando normalmente, e quando você menos esperar lhe debitam a parcela atrasada.

    Explico: normalmente, o débito de parcelas é uma rotina automática do sistema. Houve algum erro no processamento da parcela de fevereiro. Esse erro pode ter sido causado pelo cliente (por exemplo, saldo insuficiente na data do débito) ou pelo banco (erro no sistema). Em ambos os casos, isto não desconfigura a obrigatoriedade do pagamento, e o banco tem o direito de lhe cobrar a parcela a qualquer momento. Na maioria dos casos esta decisão (de quando emitir nova ordem de débito) fica a cargo do gerente, que tem um senso de oportunidade melhor que um sistema. Mas pode ocorrer de programarem o sistema para, por exemplo, na data X tentar efetuar os débitos de todas as parcelas em atraso de determinado tipo de empréstimo.

    Minha dica é para você verificar com o gerente o que houve. Tendo havido um erro no sistema, é provável que as condições de negociação sejam mais "doces" (desconsideração de multa e juros, por exemplo, ou parcelamento da prestação em aberto). E, sabendo de antemão o que vai ocorrer, você se prepara e não há o risco de ser "surpreendido" com um débito adicional na data mais inoportuna.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por araponga em Sex 16 Mar 2018, 11:28 am

    Colegas, obrigado pelas sugestões.

    Falei com a gerente e ela abriu um chamado, me fazendo esperar quase dois dias por uma resposta do gestor dela.

    A situação só resolveu quando dei uma endurecida e avisei que ia consignar em juízo, ocasião em que ela debitou a parcela em atraso comigo no telefone (sem juros ou multa)!

    Provavelmente se apegariam à minha inércia para alterar as condições do contrato. Agora vou acompanhar as próximas para não dar chance ao azar.

    Valeu!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por euvoltei em Sex 16 Mar 2018, 1:13 pm

    araponga escreveu:Colegas, estou com uma situação inusitada e gostaria da opinião de vocês.

    Mudei de Regional e o consignado que tinha passou a debitar todo mês diretamente da minha conta - o que vinha ocorrendo há cerca de um ano.

    Ocorre que no mês de fevereiro não foi debitado. Conferi mais de uma vez e hoje já consta atrasado no status do contrato.

    Vocês têm um palpite do que pode acontecer? Levantei três cenários:

    I - as parcelas continuarem sendo debitadas nos próximos meses e ter de resolver a parcela de fevereiro com meu gerente ou judicialmente;

    II - as parcelas não serem mais debitadas e partirem direto para a cobrança total do saldo (não tem essa previsão no contrato, mas acho que essa é a praxis;

    III - as parcelas não serem mais debitadas e não cobrarem num futuro próximo.

    Minha saúde financeira não está ruim (este é meu único empréstimo), mas a opção III daria um baita alívio. Contudo, tenho receio de deixar isso passar batido e acabar na hipótese II, com negativação etc.

    O que acham?

    Desde já obrigado por qualquer ajuda!

    PS: contrato celebrado com o santander, saldo no valor de R$ 37.000,00, parcelas de R$ 860,00.

    Salvo engano o STJ julgou um dias desses que salário não pode ser engolido automaticamente após o depósito em conta bancária... mesmo que seja de dívidas vencidas, do banco, com autorização etc, etc, etc. etc... a exceção foi só o consignado, que é descontado em folha....
    dá uma buscada aí, e coloca aqui se achar, pode ser que ajude outras pessoas...
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Galizezin em Sab 17 Mar 2018, 10:54 pm

    A natureza do salário é alimentar, em razão disso não pode ser "confiscado" por instituição financeira.


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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Chuck Coleman em Ter 20 Mar 2018, 11:39 am

    Colegas, quem souber e puder me ajudar, tenho duas dúvidas:

    1 - Em caso de redistribuição, existe como saber de antemão se os consignados vão ser averbados normalmente no órgão de destino?
    Por exemplo: Fulano quer ir, dentro da mesma cidade, do TRT pro TRF. Tem como saber se ele vai conseguir "limpar" os consignados do contracheque antes de tomar a decisão de redistribuir? Ou é uma loteria?

    2 - Caso o sujeito (que não tenha bens) "limpe" o contracheque e depois de um tempo os bancos entrem na justiça e consigam uma decisão favorável a uma nova consignação, esta pode passar do limite de 30%? Consignação judicial para pagar dívidas obedece qual limite: 30% ou 70%? Detalhe: o sujeito não paga pensão.

    Desde já agradeço!
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por cicero_pb em Ter 20 Mar 2018, 12:07 pm

    Consignações para outro órgão:

    Geralmente o contracheque é limpo, inclusive aberto para novas consignações (se os bancos aceitarem, é lógico), MAS conheço tribunais que não tiram os empréstimos se tiver convênio com o banco respectivo. Melhor ligar no tribunal de destino e perguntar.

    2. Aí é difícil. Vai de cada juiz. Já vi decisão que mandou descontar ATÉ que o sujeito recebesse somente 30%.
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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

    Mensagem por Chuck Coleman em Ter 20 Mar 2018, 3:05 pm

    cicero_pb escreveu:Consignações para outro órgão:

    Geralmente o contracheque é limpo, inclusive aberto para novas consignações (se os bancos aceitarem, é lógico), MAS conheço tribunais que não tiram os empréstimos se tiver convênio com o banco respectivo. Melhor ligar no tribunal de destino e perguntar.

    2. Aí é difícil. Vai de cada juiz. Já vi decisão que mandou descontar ATÉ que o sujeito recebesse somente 30%.

    Obrigado pela resposta, cicero_pb!

    Estando os consignados espalhados por pelo menos 3 instituições, a chance de ocorrer uma decisão estapafúrdia dessas (70% do contracheque) em 3 ações diferentes é bem difícil, certo?

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    Re: Empréstimo Consignado - formas de sustação

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