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    Mensagem por MPF SP Sex 24 Jul 2015, 5:15 pm

    Mestre dos Magos! escreveu:
    Cada enxada da uma minhoca.

    (Sabe de nada inocente. ..) - Engana - se que pensa que foi à toa o fato de tanto o STF quanto o MPOG terem divulgado que se reuniram. Há anos essa turma toma "cafezes" juntos e só agora resolveram publicar? Com foto e tudo? Aham, sei. Fale-me mais a respeito.   

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    Mensagem por Locutus-PR Sex 24 Jul 2015, 5:17 pm

    Viram como é rápido no gatilho esse Mercadante!? Taí o desdobramento daquilo que eu relatei! O medo que o veto caia se for a votação é muito grande!!!!!!

    Andbar_TRT escreveu:
    anuvenzinha escreveu:No Globo Digital de hoje, não tenho acesso, Romero Jucá fala q se colocar o nosso veto p/ votar agora ele cai...quem tem favor acessar, pois tem muita informação...

    "Judiciário: governo quer evitar análise de veto agora"

    A um fato curioso...qdo vc chama um petista de petista ele se ofende!

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    Mensagem por Mork Sex 24 Jul 2015, 5:18 pm

    A PF tem que descobrir um podre do REnan prá ontem!!!!!



    Locutus-PR escreveu:Viram como é rápido no gatilho esse Mercadante!? Taí o desdobramento daquilo que eu relatei! O medo que o veto caia se for a votação é muito grande!!!!!!

    Andbar_TRT escreveu:
    anuvenzinha escreveu:No Globo Digital de hoje, não tenho acesso, Romero Jucá fala q se colocar o nosso veto p/ votar agora ele cai...quem tem favor acessar, pois tem muita informação...

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    Mensagem por Convidado Sex 24 Jul 2015, 5:18 pm

    MPF SP escreveu:
    Mestre dos Magos! escreveu:
    Cada enxada da uma minhoca.

    (Sabe de nada inocente. ..) - Engana - se que pensa que foi à toa o fato de tanto o STF quanto o MPOG terem divulgado que se reuniram. Há anos essa turma toma "cafezes" juntos e só agora resolveram publicar? Com foto e tudo? Aham, sei. Fale-me mais a respeito.   

    Isso é teatro para não colocar em votação o veto.

    Não existe mais nenhuma credibilidade, podem fazer todo o teatro a vontade que não existem mais Alices..........
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    Mensagem por MPF SP Sex 24 Jul 2015, 5:21 pm

    revoltado_mpu escreveu:
    MPF SP escreveu:
    Mestre dos Magos! escreveu:
    Cada enxada da uma minhoca.

    (Sabe de nada inocente. ..) - Engana - se que pensa que foi à toa o fato de tanto o STF quanto o MPOG terem divulgado que se reuniram. Há anos essa turma toma "cafezes" juntos e só agora resolveram publicar? Com foto e tudo? Aham, sei. Fale-me mais a respeito.   

    Isso é teatro para não colocar em votação o veto.

    Não existe mais nenhuma credibilidade, podem fazer todo o teatro a vontade que não existem mais Alices..........

    O receio que tenho é que a enrabada que o sindjus e a fenajufe tomou do DOTÔ + ofício pedindo pelo amor de deus para ser recebida tenha desanimado os verdadeiros sindicalistas.

    Espero que não, pois esse é o momento para derrubar essa bagaça.
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    Mensagem por Dfernandes Sex 24 Jul 2015, 5:21 pm

    Decano escreveu:
    Dfernandes escreveu:Alguma notícia de Cuiabá?

    Sei que deu 40 graus lá hoje... clown

    Disso não tenho dúvidas.rs Estou curioso acerca da visita do traidor mor ao estado, espero que os colegas do Mato Grosso o tenham recebido com o mesmo carinho dos colegas de minas.
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    Mensagem por PCS-JA Sex 24 Jul 2015, 5:23 pm

    Oziris escreveu:Sindicato do PR mandou mensagem dizendo ser possível o veto ser apreciado na sessão de 18/08, mesmo trancando a pauta somente a partir do dia 21/08...PROCEDE??

    ____________-


    O Pessoal do Sintraemg acha que dá prova votar dia 04-08-2015:

    4º) Segundo o que prevê o REGIMENTO Interno do Congresso Nacional, após um certo período ele irá trancar a PAUTA; já existem outros vetos trancando a pauta e o PLC 28/15 entrará na próxima PAUTA, provavelmente no dia 04/08/15;

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    Mensagem por VozDaConsciência Sex 24 Jul 2015, 5:24 pm

    Andbar_TRT escreveu:
    anuvenzinha escreveu:No Globo Digital de hoje, não tenho acesso, Romero Jucá fala q se colocar o nosso veto p/ votar agora ele cai...quem tem favor acessar, pois tem muita informação...

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    Não foi esse ------- que disse que se passasse no senado ele garantiria o orçamento? Gente, não dá pra confiar em político, essas assinaturas todas são importantes, mas alguém aqui duvida que se houver acordo com o Executivo, entenda-se conchavo, grande parte dos nobres parlamentares mudarão de opinião?
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    Mensagem por PCS-JA Sex 24 Jul 2015, 5:25 pm

    Mork escreveu:A PF tem que descobrir um podre do REnan prá ontem!!!!!



    Locutus-PR escreveu:Viram como é rápido no gatilho esse Mercadante!? Taí o desdobramento daquilo que eu relatei! O medo que o veto caia se for a votação é muito grande!!!!!!

    Andbar_TRT escreveu:
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    Mensagem por lucia senna Sex 24 Jul 2015, 5:32 pm

    Todos aqui são adultos , vacinados , com sua capacidade plena.

    Então quem quer acreditar que é possível, que quer lutar, ficar ligando pra gabinete, procurar políticos na sua cidade, enfim, fazer o seu melhor para que dê certo, tem esse direito, ou não?

    Quem acha que não adianta, que é caso perdido, que só sendo inocente e burro pra acreditar na derrubada do veto, procura então alguma coisa melhor pra fazer, pra que perder tempo aqui, não é mesmo?

    Vai ler um livro, ver novela, futebol, distrair a cabeça. Agora o que não dá é pra ficar aqui enchendo o saco dos outros. Qual a finalidade? Ninguém vai mudar de idéia.

    Quando a Diaba vetou os urubunildos vieram com tudo, parece que voltaram.

    E se o veto não cair voltarão de novo, novamente, mais uma vez com a mesma ladainha.

    Se não vai ajudar, não atrapalha. Uma questão de respeito. Respeitar quem pensa diferente. Não tem mistério.
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    Mensagem por Locutus-PR Sex 24 Jul 2015, 5:33 pm

    O que temos de fazer é colher assinaturas suficientes para derrubar o veto e organizar uma comissão que trate diretamente com o Renan a entrada do veto na pauta. PARA AQUELES QUE AINDA NÃO COMPREENDERAM VOU EXPLICAR: O Governo está nas cordas!!! Atordoado como nunca esteve. Bateu o desespero! Sabem que se for pra votação cai o veto, então estão tentando evitar a todo custo a votação. É hora de partir com tudo para o ataque. Como diria aquela personagem, Dona Armenia (Araci Balabanian): NÓS VAI POR ESSA VETO NA CHON!!!!!



    PCS-JA escreveu:
    Mork escreveu:A PF tem que descobrir um podre do REnan prá ontem!!!!!



    Locutus-PR escreveu:Viram como é rápido no gatilho esse Mercadante!? Taí o desdobramento daquilo que eu relatei! O medo que o veto caia se for a votação é muito grande!!!!!!

    Andbar_TRT escreveu:

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    Mensagem por Andbar_TRT Sex 24 Jul 2015, 5:34 pm

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    Mensagem por Chispa Sex 24 Jul 2015, 5:34 pm

    [quote="Decano"][quote="Dfernandes"]Alguma notícia de Cuiabá?

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    Mensagem por Lord Sith Sex 24 Jul 2015, 5:48 pm

    Ver o governito desesperado e atordoado é um refresco pra alma!

    Locutus-PR escreveu:O que temos de fazer é colher assinaturas suficientes para derrubar o veto e organizar uma comissão que trate diretamente com o Renan a entrada do veto na pauta. PARA AQUELES QUE AINDA NÃO COMPREENDERAM VOU EXPLICAR: O Governo está nas cordas!!! Atordoado como nunca esteve. Bateu o desespero! Sabem que se for pra votação cai o veto, então estão tentando evitar a todo custo a votação. É hora de partir com tudo para o ataque. Como diria aquela personagem, Dona Armenia (Araci Balabanian): NÓS VAI POR ESSA VETO NA CHON!!!!!



    PCS-JA escreveu:
    Mork escreveu:A PF tem que descobrir um podre do REnan prá ontem!!!!!



    Locutus-PR escreveu:Viram como é rápido no gatilho esse Mercadante!? Taí o desdobramento daquilo que eu relatei! O medo que o veto caia se for a votação é muito grande!!!!!!



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    Mensagem por josebarbos Sex 24 Jul 2015, 5:50 pm

    Lord Sith escreveu:Ver o governito desesperado e atordoado é um refresco pra alma!

    Locutus-PR escreveu:O que temos de fazer é colher assinaturas suficientes para derrubar o veto e organizar uma comissão que trate diretamente com o Renan a entrada do veto na pauta. PARA AQUELES QUE AINDA NÃO COMPREENDERAM VOU EXPLICAR: O Governo está nas cordas!!! Atordoado como nunca esteve. Bateu o desespero! Sabem que se for pra votação cai o veto, então estão tentando evitar a todo custo a votação. É hora de partir com tudo para o ataque. Como diria aquela personagem, Dona Armenia (Araci Balabanian): NÓS VAI POR ESSA VETO NA CHON!!!!!



    PCS-JA escreveu:
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    Na outra era da inflação pelo menos a coisa era mais justa: o governo não ficava negando aumento, quando muito os postergava, usava parte do "imposto inflacionário" a nosso favor.
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    Mensagem por Digoturbinado Sex 24 Jul 2015, 5:53 pm

    Permite-me postar uma noticia lamentável. Falta de dinheiro pra nós e pra governo não.
    Jogar fardo pesado em cima de nós é fácil, né, Dilma???

    PQP! O procurador Deltan Dallagnol acaba de informar que apenas no esquema da Odebrecht com o PT, PMDB e PP num único contrato da Braskem, foram ROUBADOS mais de R$ 6 BILHÕES dos cofres públicos!
    Mas, Dilma Rousseff e Lula da Silva não sabiam de nada... ‪#‎Desgraçados‬!

    O procurador Deltan Dallagnol informa que a Operação Lava Jato já tem provas de 62 (sessenta e dois) atos de ‪#‎corrupção‬ e lavagem de dinheiro referentes apenas a fraudes em contratos da Petrobras com empreiteira Andrade Gutierrez S.A., beneficiando exclusivamente ao PT, PMDB e PP.
    Viva a ‪#‎BananeiraJeitinho‬ dos imbecis pagadores de impostos!

    Deve ser trágico para os petistas assistir ao procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, exibir pleno domínio da ferramenta linguística para chamá-los de QUADRILHA na coletiva de imprensa que concede, neste momento, na sede do Ministério Público Federal - MPF - no Paraná. Ao vivo, na ‪#‎GloboNews‬... confira!

    Por isso FALTA DINHEIRO PARA NOSSO REAJUSTE!!!
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    Mensagem por FMF Sex 24 Jul 2015, 5:55 pm

    Mas para "lavar a alma" temos de ter o veto derrubado e vermos essa quadrilha escorraçada do governo. O veto derrubado nos beneficia diretamente, o "demônio" fora do governo a nação.
    Lord Sith escreveu:Ver o governito desesperado e atordoado é um refresco pra alma!

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    PCS-JA escreveu:
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    Mensagem por Subsidiado Sex 24 Jul 2015, 5:58 pm

    Temos que ter MUITA, mas MUITA sobra de parlamentares.

    Ou acham que a presença desses nossos apoiadores será de 100%?
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    Mensagem por Subsidiado Sex 24 Jul 2015, 6:05 pm

    CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

    Atenciosamente,
    William Douglas, juiz federal, servidor público.
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    Mensagem por anuvenzinha Sex 24 Jul 2015, 6:07 pm

    Andbar_TRT escreveu:
    anuvenzinha escreveu:No Globo Digital de hoje, não tenho acesso, Romero Jucá fala q se colocar o nosso veto p/ votar agora ele cai...quem tem favor acessar, pois tem muita informação...

    "Judiciário: governo quer evitar análise de veto agora"

    A um fato curioso...qdo vc chama um petista de petista ele se ofende!

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    VMOS DERRUBAR O VETO!

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    Obrigado ...vlw!

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    Mensagem por PCS-JA Sex 24 Jul 2015, 6:11 pm

    Muito bom com um Juiz destes já teríamos o PCS INTEGRAL.

    Pessoas assim é que o STF tá precisando e não cobras mandadas que nem o Fachin, Lewa e etc


    ________
    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

    Atenciosamente,
    William Douglas, juiz federal, servidor público.
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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 Empty Re: PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

    Mensagem por Convidado Sex 24 Jul 2015, 6:11 pm

    MPF SP escreveu:
    DJANGO escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Deviam criar um tópico só para essas porcarias...

    É cada um que não apita nada e fica aí, buscando protagonismo que não tem e nunca teve
    ..

    NÃO VOU TE RESPONDER À TUA MANIFESTAÇÃO DE MAU-HUMOR E DESRESPEITOSA, AMIGO, PORQUE O OBJETIVO DO TÓPICO É INCENTIVAR A DERRUBADA DO VETO, E NÃO FRACIONAR.
    E NESTE PROPÓSITO, OS ÁUDIOS DO MELQUI ESTÃO BEM MOTIVADORES, QUER ALGUNS GOSTEM, OU NÃO.
    EU APOIO, POIS ESTÁ NOS DEIXANDO A PAR DOS BASTIDORES MAIS DO QUE QUAQUER OUTRA ASSEMBLEIA OU SINDICATO, NESSA GREVE.


    Não escuto os áudios do "melqui", acho ele muita purpurina e pouco efeito, só jogo para a torcida.

    Mas como é um espaço reservado ao PLC eu acho válido sim. Tem gente que gosta de ouvir.

    Problema é que estamos sem interlocução nenhuma, colega, e esses aúdios podem ser meio purpurina, sim, mas estimulam a greve pelo objetivo (PLC 28 e também o 41) de forma bem focada e dando até mesmo detalhes de bastidores que os sindicatos não comunicam adequadamente.
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    Mensagem por lucia senna Sex 24 Jul 2015, 6:13 pm

    Nossa, MPF acabando com o resto que " restava"..bilhões roubados.

    Por isso que não tem dinheiro, roubam tudo.
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    Mensagem por megbeagle Sex 24 Jul 2015, 6:15 pm

    cheers cheers cheers cheers cheers cheers

    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

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    Mensagem por lucia senna Sex 24 Jul 2015, 6:17 pm

    Menos Toffoli, mais William Douglas.
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista Sex 24 Jul 2015, 6:19 pm

    Quero lembrar a todos que o congresso tinha feito outro pacto de que não aprovaria nenhum projeto de lei que causasse aumento de despesa. Eles cumpriram???

    Pacto por pacto, sou mais a derrubada do veto, contra tudo e contra todos.
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    Mensagem por Convidado Sex 24 Jul 2015, 6:19 pm

    "Cada gabinete que batem [os servidores ], é um voto" - Mercadante.

    Já ganhamos!

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    Mensagem por MPF SP Sex 24 Jul 2015, 6:19 pm

    DJANGO escreveu:
    MPF SP escreveu:
    DJANGO escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Deviam criar um tópico só para essas porcarias...

    É cada um que não apita nada e fica aí, buscando protagonismo que não tem e nunca teve
    ..

    NÃO VOU TE RESPONDER À TUA MANIFESTAÇÃO DE MAU-HUMOR E DESRESPEITOSA, AMIGO, PORQUE O OBJETIVO DO TÓPICO É INCENTIVAR A DERRUBADA DO VETO, E NÃO FRACIONAR.
    E NESTE PROPÓSITO, OS ÁUDIOS DO MELQUI ESTÃO BEM MOTIVADORES, QUER ALGUNS GOSTEM, OU NÃO.
    EU APOIO, POIS ESTÁ NOS DEIXANDO A PAR DOS BASTIDORES MAIS DO QUE QUAQUER OUTRA ASSEMBLEIA OU SINDICATO, NESSA GREVE.


    Não escuto os áudios do "melqui", acho ele muita purpurina e pouco efeito, só jogo para a torcida.

    Mas como é um espaço reservado ao PLC eu acho válido sim. Tem gente que gosta de ouvir.

    Problema é que estamos sem interlocução nenhuma, colega, e esses aúdios podem ser meio purpurina, sim, mas estimulam a greve pelo objetivo (PLC 28 e também o 41) de forma bem focada e dando até mesmo detalhes de bastidores que os sindicatos não comunicam adequadamente.

    Nesse ponto eu concordo DJANGO. Wink
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    Mensagem por PCS-JA Sex 24 Jul 2015, 6:20 pm

    lucia senna escreveu:Menos Toffoli, mais William Douglas.


    ________-

    Tem todo razão Lucia:
    Adorei a seguinte parte:

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.
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    Mensagem por milhocolin Sex 24 Jul 2015, 6:22 pm

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    Mensagem por Blumenau Sex 24 Jul 2015, 6:24 pm

    Sobre o ofício


    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]


    a Fenajufe soltou agora a seguinte nota:
    "
    24/7/2015.
    Na tarde desta sexta-feira, foi divulgado nos fóruns de discussão do PJU e MPU nas redes sociais, cópia digital de um suposto ofício de autoria da Fenajufe, endereçado ao Presidente do STF.
    Através de referido documento, datado de 23/7/2015, firmado pelos dirigentes Roberto Ponciano, Coordenador-Geral em exercício, e por Iracema Pompermeyer, Coordenadora de Comunicação, a Fenajufe formulou pedido de reconsideração ao Presidente do STF quanto à sua decisão de não mais receber representantes da Federação para negociar temas afetos à recomposição salarial da categoria."
    Até o presente momento (16h26 de 24/7/2015), a Fenajufe não se pronunciou sobre o assunto através de seu website.



    como eu postei a imagem do Ofício, fico na responsabilidade de colocar a nota da entidade negando tal documento.

    Mas esse tal ponciano .... Evil or Very Mad
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    Mensagem por PCS-JA Sex 24 Jul 2015, 6:24 pm

    Era só o que me faltava - o traidor do Lewandoswsky mandar o juiz Wiliam se explicar no prazo de 10 dias como fez com o Juiz Sérgio Moro.
    E o fim da Picada.
    Lewa vai a ponte de paris....
    _________

    megbeagle escreveu: cheers  cheers  cheers  cheers  cheers  cheers

    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

    Atenciosamente,
    William Douglas, juiz federal, servidor público.
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    Mensagem por Convidado Sex 24 Jul 2015, 6:26 pm

    Parabéns e obrigado por suas palavras, Dr. William Douglas!!!
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    Mensagem por Bart_subsidio Sex 24 Jul 2015, 6:27 pm

    anuvenzinha escreveu:No Globo Digital de hoje, não tenho acesso, Romero Jucá fala q se colocar o nosso veto p/ votar agora ele cai...quem tem favor acessar, pois tem muita informação...

    "Judiciário: governo quer evitar análise de veto agora"

    A um fato curioso...qdo vc chama um petista de petista ele se ofende!

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    Mensagem por GIGANTINHO Sex 24 Jul 2015, 6:28 pm

    DJANGO escreveu:
    MPF SP escreveu:
    DJANGO escreveu:
    euvoltei escreveu:

    Deviam criar um tópico só para essas porcarias...

    É cada um que não apita nada e fica aí, buscando protagonismo que não tem e nunca teve
    ..

    NÃO VOU TE RESPONDER À TUA MANIFESTAÇÃO DE MAU-HUMOR E DESRESPEITOSA, AMIGO, PORQUE O OBJETIVO DO TÓPICO É INCENTIVAR A DERRUBADA DO VETO, E NÃO FRACIONAR.
    E NESTE PROPÓSITO, OS ÁUDIOS DO MELQUI ESTÃO BEM MOTIVADORES, QUER ALGUNS GOSTEM, OU NÃO.
    EU APOIO, POIS ESTÁ NOS DEIXANDO A PAR DOS BASTIDORES MAIS DO QUE QUAQUER OUTRA ASSEMBLEIA OU SINDICATO, NESSA GREVE.


    Não escuto os áudios do "melqui", acho ele muita purpurina e pouco efeito, só jogo para a torcida.

    Mas como é um espaço reservado ao PLC eu acho válido sim. Tem gente que gosta de ouvir.

    Problema é que estamos sem interlocução nenhuma, colega, e esses aúdios podem ser meio purpurina, sim, mas estimulam a greve pelo objetivo (PLC 28 e também o 41) de forma bem focada e dando até mesmo detalhes de bastidores que os sindicatos não comunicam adequadamente.

    Tá certo Django.
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    Mensagem por FMF Sex 24 Jul 2015, 6:31 pm

    lucia senna escreveu:Menos Toffoli, mais William Douglas.

    Menos Toffoli, menos STF, menos Amarildo, muito mais William Douglas e Poder Judiciário. No meu entender o foco das manifestações, além da articulação política que vem sendo feita no contato com os parlamentares, tem de ser o STF. Olhem o que está acontecendo hj: "Diretor-geral do STF reúne-se com técnicos do Ministério do Planejamento". Resolveram assumir de vez de forma escancarada que dão améns a tudo o que "projeto de nação" necessita... Os caras estão atrapalhando mesmo!!! O que a Dilma não conseguiu no CN está conseguindo tranquilamente no Judiciário. A verdade é uma só, de nada vai adiantar a nossa articulação política se quem manda no PJU continuar agindo como está, pois está se mostrando o pior de todos os inimigos já que está dentro da nossa "própria casa".
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    Mensagem por Oi Sex 24 Jul 2015, 6:33 pm

    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

    Atenciosamente,
    William Douglas, juiz federal, servidor público.

    Será se existe a mínima possibilidade de Lewando ter acesso a essa carta?
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    Mensagem por eder.lima Sex 24 Jul 2015, 6:34 pm

    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

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    São atitudes assim, que me dão um soslaio de esperança. É uma pena que o sentimento desse nobre magistrado não reflita o sentimento da maioria dos togados. De todo o modo, o judiciário brasileiro está cambaleando por causa de suas cabeças podres, magistrados que entram pelo famigerado quinto constitucional e são uma VERGONHA pra nossa justiça!
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    Mensagem por Mojo Jojo Sex 24 Jul 2015, 6:37 pm

    Subsidiado escreveu:CARTA ABERTA AO MINISTRO PRESIDENTE DO STF

    Caro colega de magistratura,
    Excelentíssimo Ministro Ricardo Lewandowski,

    Dirijo-me a V.Ex.a, na qualidade de juiz federal premiado por produtividade – e que sabe que sem os servidores não existe Judiciário, nem justiça – e, também, na qualidade de cidadão e de professor de Direito Constitucional, para me colocar contra a atitude de V.Ex.a, expressa na nota publicada no portal eletrônico do STF, com o seguinte teor:

    Considerando o veto da Excelentíssima Senhora Presidente da República ao PLC nº 28/2015, publicado no Diário Oficial desta data, levo ao conhecimento dos servidores do Poder Judiciário da União que, firme em meus propósitos de valorização da categoria, determinei aos nossos técnicos a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento, buscando construir uma solução que permita recompor a sua remuneração, em bases dignas, mas condizentes com a atual realidade econômica do País.

    Perdoe-me, mas se V.Ex.a quer estar firme em seus propósitos de valorização da categoria, a solução não é procurar os técnicos para que retomem as negociações com o Ministério do Planejamento.

    Não podemos admitir que trabalhadores (e nossos servidores também o são) não tenham data-base e que não seja respeitado em relação a eles o disposto no art. 37, X, da Constituição Federal – que lhes assegura, entre outros, a revisão remuneratória anual, sempre na mesma data, sem distinção de índices.

    Se atualmente há uma defasagem salarial de 56%, é porque o último reajuste ocorreu com a Lei nº 11.146, de 2006 (PCS III), que recompôs parte da discrepância existente à época, em 4 (quatro) parcelas espaçadas entre os anos de 2007 e 2008. Desde então, não houve qualquer reajuste, diversamente do que ocorreu com outras categorias do funcionalismo, que tiveram seus salários reajustados no período de 2009 a 2012.

    A dimensão do reajuste concedido pelo Congresso revela nossa falha como gestores de um Poder, nosso erro em deixar os servidores tantos anos sem revisões salariais. Por sinal, agradeço o indispensável empenho de V.Ex.a. para que o reajuste dos magistrados tenha ocorrido. No entanto, sinto-me profundamente desconfortável em recebê-lo enquanto toda minha equipe fica à míngua.

    O PLC 28/2015 recompõe os vencimentos dos servidores gradativamente, em seis parcelas espaçadas entre julho de 2015 e dezembro de 2017. O índice de 78%, que vem sendo alardeado como “não condizente com a atual realidade econômica do País”, alvo dos petardos da grande mídia e mote da Presidente da República para sentir-se à vontade ao anunciar o seu veto, diz respeito, na verdade, somente aos “Auxiliares Judiciários”. Os suntuosos 78% serão concedidos a menos de uma dúzia de servidores que fazem parte de um cargo flagrantemente em extinção.

    Os servidores do Poder Judiciário da União não podem pagar a conta do ajuste fiscal. Não se trata de aumento real, e sim de reposição da inflação, considerando todos esses anos sem reajuste. Além disso, a conta não é do tamanho divulgado pela imprensa, que sequer levou em consideração a Nota Técnica do STF.

    Excelência, a Presidente da República desprezou essa Nota Técnica, a qual revela o real montante do reajuste. Não prestigie o veto que desprestigia V.Ex.a!

    O Poder Judiciário precisa ser liderado por V. Ex.a também no que diz respeito aos seus servidores, sob pena de torná-lo mero apêndice, servil e tíbio, do Poder Executivo. Não é a hipótese de se delegar a técnicos do Ministério do Planejamento a responsabilidade de recomeçar do zero e conduzir negociação, cientes de que sempre ofereceram percentuais irrisórios. Sentar novamente com técnicos do Poder Executivo é prestigiar o veto e não o Congresso Nacional que, por ampla maioria, aprovou o PLC 28/2015.

    A constante e renovada falta de tratamento condigno para com os nossos servidores poderá ter consequências gravíssimas para o próprio Poder Judiciário da União e para o País. Não podemos nos omitir, calar ou acovardar em momento tão sério. A perda da liderança do STF, neste momento, fará com que todo o Judiciário perca a confiança na Corte Suprema e, pior, levará o comando do assunto para níveis hierárquicos inferiores.

    Órfãos de liderança que exerça o papel de proteger o mínimo de justiça e o art. 37, X, da Constituição Federal, restará aos servidores do PJU apenas o recurso último dos trabalhadores: uma greve, que será tão moral e legítima quanto é imoral e injusto o veto presidencial. Após sete anos de reajustes na energia elétrica, gás, alimentos, escolas, planos de saúde etc., não teremos autoridade moral para nos opormos a uma greve profunda e definitiva dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Não se pode admitir que o Poder Executivo pise nos servidores, os mesmos que processaram o “Mensalão”, a “Lava Jato”, as execuções fiscais e a defesa da Constituição para toda a sociedade.

    O que esperamos, todos, de V.Ex.a, é uma atitude firme, republicana, garantidora da Constituição Federal e da independência do Poder Judiciário. Esperamos de V.Ex.a que lute conosco junto ao Congresso para que o veto ao PLC 28/2015 seja derrubado.

    Clamo a V.Ex.a que não abandone os seus e os meus servidores ao relento, que prestigie o Congresso e que nos lidere neste momento.

    Atenciosamente,
    William Douglas, juiz federal, servidor público.

    Não dá pra elegê-lo Ministro Presidente em exercício do STF até o final do ano, não?
    Pqp, o que este magistrado tem de sobriedade, inteligência e boa-fé, o Procurador Federal-Chefe da Secretaria do Judiciário da União, órgão subordinado hierarquicamente ao MPOG e MJ tem de... deixa pra lá
    De onde tiraram esta carta aberta?
    O cara mitou!!!
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    Mensagem por Impaler Sex 24 Jul 2015, 6:39 pm

    Considerações a respeito da situação como um todo - quem quiser alterar alguma coisa, se achar proveitoso, fique à vontade. Estou apenas tentando contribuir.

    1 – O PLC 28 foi devidamente enviado ao Congresso Nacional por quem de direito, a saber, o Presidente do STF. Foi amplamente analisado por TODAS as comissões da Câmara e do Senado, e posteriormente por seus respectivos Plenários, sendo APROVADO em todas as ocasiões. Portanto, não há que se falar em inconstitucionalidade.
    2 – Os valores constantes das tabelas remuneratórias do PLC 28 estão em perfeita harmonia com a Constituição Federal e com os limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal. Dessa forma, DEVE-SE respeitar a autonomia do Poder Judiciário, garantida pela CF/88.
    3 – O servidor do Judiciário, assim como qualquer outro trabalhador brasileiro, tem o direito garantido pela Constituição a correção ANUAL de sua remuneração, a fim de recompor seu poder de compra. Como esse direito foi totalmente desrespeitado pelo Poder Executivo ao longo dos últimos 6 anos (lembremos que o PLC 28 é originário do PL 6613/2009), acumulou-se o montante percentual de 54% em média de necessidade de recomposição salarial para o servidor do Poder Judiciário.
    4 – O Poder Executivo divulga, por má-fé explícita, que o gasto advindo da implantação do PLC 28 seria de R$ 25 Bilhões, o que não é verdade. Ora, conforme própria Nota Técnica enviada pelo STF, o impacto é de R$ 1,5 bilhões apenas em 2015, por exemplo. Apenas a partir de 2018 é que o impacto adicional anual na folha do Judiciário será de R$ 10,5 Bilhões. O que o governo fez (mais uma vez, por má-fé) foi somar todos os impactos anuais do PLC 28 (2015, 2016 e 2017), e todos sabemos que em matéria orçamentária considera-se valores anuais individualmente.
    5 – Os servidores do Poder Judiciário estão atualmente perto de um total de 120 mil. É claro que qualquer reajuste concedido à categoria resultará em valores que na totalidade estarão na casa dos Bilhões, principalmente quando o Governo, de forma inconstitucional (por ser um direito garantido pela CF88, desrespeitosa e autoritária
    6 – O governo alega que o momento atual do país não comporta ‘aumentos’ tão significativos. Em outro momento, informa que o ‘aumento’ é da ordem de 70%. Falsas informações: a própria Presidente da República afirmou, em entrevista na cidade de Bruxelas, na Bélgica, em junho/2015, que o país possui USD 370 Bilhões em reserva. Isso quer dizer que temos mais de 800 BILHÕES em reserva. Quanto ao percentual de reajuste, este será em média de 54 a 56%. Nenhum servidor receberá reajuste de 78%, como alardeado de forma irresponsável pelo governo e pela imprensa.
    7 – O Poder Judiciário, através de decisões judiciais, arrecada muito mais aos cofres públicos do que o que gasta com seus salários. Desta forma, não cabe a afirmação de que o ‘governo não dispõe de recursos’ para o PLC 28. O próprio Poder Judiciário se sustenta.
    8 – Um governo que tem quase 40 ministérios, que desvia recursos públicos de forma aviltante, não tem moral para falar de ‘ajuste fiscal’, pois todas as medidas anunciadas e postas em prática pelo Poder Executivo até o momento apenas colocam todo o peso do custo do famigerado ajuste no bolso no trabalhador, incluindo os servidores públicos.
    9 – Quando o governo afirma que o servidor deve ajudar no ‘ajuste fiscal’ apregoado por ele, esquece-se, mais uma vez por má-fé, que o servidor do Judiciário já vem suportando crescente redução, principalmente em 2015, do seu poder aquisitivo, fruto da política governamental de desrespeito à regra de recomposição anual das remunerações dos servidores públicos. Enquanto isso, a remuneração do próprio Presidente da República saltou de aproximadamente R$ 8 mil (2006) para mais de R$ 33 mil (2015).
    10 – Outro ponto a destacar quanto ao impacto financeiro: o PLC 28 prevê o pagamento do reajuste de forma parcelada, em 6 (seis) parcelas, sendo duas por ano, ao longo de 3 anos. Ou seja, mostra compromisso com as finanças públicas, de forma a diluir o impacto em 3 anos (3 orçamentos). Além disso, sabemos que a inflação oficial prevista somente para o ano de 2015 está na faixa de 9%, o que demonstra de forma irrefutável que, ainda que seja aprovado o PLC 28, os servidores do Judiciário já não conseguirão, ao final de 2017, recuperar o poder aquisitivo estabelecido em 2006, quando foi aprovado seu último plano de cargos e salários. Em outras palavras, a categoria já sairá perdendo.
    11 – O governo propõe um reajuste de 21% em quatro anos. Ora, senhores, se só em 2015 espera-se inflação na ordem de 9%, em quatro anos estaremos em situação muito pior do que hoje, se aceitarmos tal proposta. Sem contar o fato de que a categoria estará de mãos atadas até o final de 2019, pois qualquer reivindicação salarial até tal data resultará em total indeferimento, sob o fundamento de que ‘os servidores já ganharam aumento recentemente, que inclusive ainda nem foi implementado totalmente’.

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