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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Qui 03 Set 2015, 12:46 am

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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Qui 03 Set 2015, 1:01 am

    Com bate-boca e gritos nas galerias, sessão do Congresso é encerrada por falta de quórum

    Servidores do Judiciário protestam no gramado do Congresso com vuvuzelas; líder do governo e o presidente da sessão foram cercados por deputados da oposição
    BRASÍLIA - Depois de discursos inflamados e diante de gritos de servidores do Poder Judiciário que estavam nas galerias do plenário da Câmara, a sessão do Congresso desta quarta-feira foi encerrada por falta de quórum para votações. Numa manobra governista, faltou quórum no Senado, porque apenas 37 senadores registraram presença, quando são necessários pelo menos 41 presentes para iniciar as votações. Na Câmara, já havia mais de 257 deputados, quórum mínimo exigido. O encerramento da sessão foi pedido pelo líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).

    A última sessão de votação de vetos foi em 11 de março. O principal veto da pauta era o veto da presidente Dilma Rousseff ao aumento médio de 56% aos servidores do Poder Judiciário.

    Deputados da oposição e do PMDB reclamaram e ainda arrastaram a sessão por mais meia hora. Mas o vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anunciou a sessão. Os servidores presentes começaram a gritar "Vota Já!" e "Justiça!".

    Ao final da sessão, descontrolado, o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), partiu de dedo em riste em direção ao deputado Waldir Maranhão e a Guimarães, que foram cercados. Integrante do PMDB, o deputado Danilo Forte (PMDB-CE) também fez duras críticas ao governo.

    — Lamentamos a covardia do governo — dizia Danilo Forte.

    O líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Buenos (PR), também estava ao lado de Domingos Sávio.

    O governo teme a derrubada dos vetos, que podem causar rombos fiscais. Um deles é o veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste médio de 56% para os servidores do Poder Judiciário.

    A presidente vetou a proposta, que, em alguns casos, concederia aumento de até 78%. No Orçamento da União de 2016, o governo concedeu um reajuste de até 41,5% para os servidores do Judiciário, em acordo com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

    Mas os servidores rejeitam o acordo e já ocupam o gramado do Congresso com vuvuzelas, pedindo a derrubada do veto de Dilma ao aumento de 56%.

    O presidente Renan Calheiros, na noite de terça-feira, admitiu que poderia não haver quórum.

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    — Nossa função é marcar a sessão. Vamos perseverar — disse ele.

    O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) reclamou da manobra do governo.

    — Isso é uma farsa — disse Miro

    Leia mais sobre esse assunto em [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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    Mensagem por servidor.trt Qui 03 Set 2015, 1:12 am

    Apoio do deputado Danilo Forte (PMDB/CE) à derrubada do Veto.

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    Mensagem por FMF Qui 03 Set 2015, 1:43 am

    Minha mensagem de esclarecimento para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]:

    Muito tem se falado que o pleito dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU) é absurdo e inexequível.

    Pois bem.

    A verdade não é bem essa. Aliás, o que ocorre aqui é uma deturpação de dados por parte do Governo que, a todo custo, distorce os dados para tentar jogar os servidores do Poder Judiciário contra a sociedade.
    Em primeiro lugar é necessário um esclarecimento acerca do que os servidores do PJU significam para a prestação jurisdicional. Ao contrário do que muitos pensam, os servidores é que fazem, de fato, os processos andarem, pois minutam decisões, expedem alvarás, atendem aos advogados, elaboram pesquisas doutrinária e jurisprudenciais, é dizer: efetuam de modo geral um trabalho altamente técnico, qualificado e especializado. Não é demais lembrar que o Exmo. Ministro Ives Gandra Martins Filho reconheceu em 18/12/2014 que 'assessores é que são os “juízes de fato” na Justiça do Trabalho' (isso significa: assessores, que são servidores, julgam efetivamente os processos, os quais apenas são chancelados pelo Ilmo. Ministro). E essa não é apenas uma realidade da Justiça do Trabalho (que possui muitos "juízes de fato"), mas também é a da Justiça Federal, na qual os servidores que assessoram os Juízes e Desembargadores também acabam por auxiliar, na elaboração de decisões dos Exmo. Magistrados.

    Em segundo lugar, bem diferente do que alega o Governo, não há reajustes de até 78%. Esse percentual é previsto para os níveis iniciais da carreira de Auxiliar Judiciário (nível fundamental) os quais há muitos anos não existem. Os Auxiliares que existem hoje estão no fim de carreira, sendo que há quase 10 anos não há concurso nos órgãos do PJU para o cargo, esclarecendo-se que os cargos que têm vagado estão sendo extintos. O que prevê o PLC 28/2015, vetado pela Presidente da República, é uma recomposição de 56%. Por que se diz recomposição? Por que não se trata aqui de aumento real, mas apenas de recomposição do poder aquisitivo dos servidores.

    Aqui vale uma explicação melhor.

    O último plano de carreiras que os servidores tiveram data de 2006 (parcelado até 2008), sendo que tal plano teve o escopo de recompor perdas passadas e ainda assim de forma parcelada. A primeira parcela do plano de 2006 (Lei 11.416/2006) refere-se à junho de 2006. A inflação acumulada de junho de 2006 a julho de 2015 é na ordem de 68,12% pelo IPCA geral (fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Em todo esse período, de 2006 a 2015, a única coisa que os servidores do PJU tiveram, foi uma recomposição de 15,8% sobre a folha de pagamento em 3 parcelas (janeiro de 2013 a janeiro de 2015). No caso de boa dos servidores, a recomposição foi de 26%, pois se aplicou os valores disponibilizados pelo Governo em uma gratificação de modo que se possibilitasse um percentual ligeiramente maior e evitar piores prejuízos, esclarecendo-se que os vencimentos básicos ficaram congelados, haja vista que os valores são os mesmos de 2006 (sobre os vencimentos incidem os adicionais de qualificação, cujos valores são os mesmos desde 2006).
    Façamos as contas agora.
    De junho de 2006 a julho de 2015 tivemos uma inflação de 68,12%. Nesse ínterim, os servidores tiveram 26%, o que resulta no período ora destacado em uma perda salarial, na melhor das hipóteses, de 42,12% já em julho de 2015. Ocorre que o PLC28 é parcelado até dezembro de 2017, e, numa visão bastante otimista, a inflação deve girar em torno de 16% entre julho de 2015 e dezembro de 2017, ou 84,12% se considerado o mês de junho de 2006. Ora, considerando um reajuste de 26% entre junho de 2006 e dezembro de 2017, seriam necessários 58,12% para recompor as perdas inflacionárias, valor este superior que o de 56% pretendido pelos servidores no PLC 28/2015 vetado pela Presidente, é dizer: até pelo PLC 28/2015 há prejuízo salarial por parte dos servidores.

    Deste modo, não podem, de maneira alguma, os servidores aceitar o que fora proposto pelo Governo parcelado até junho de 2019 e que gerará, na melhor das hipóteses, uma recomposição que mal chegará aos 40% e para um período em que a inflação será algo em torno de 100%! Frise-se que se houvesse data-base anual, como prevê a Constituição Federal, a situação salarial dos servidores do PJU não seria caótica como atualmente e não se pleitearia percentuais que, observados isoladamente, parecem elevados. Aliás, que fique claro, diferentemente da iniciativa privada, que em muitos casos teve reajustes salariais até além da inflação (sendo esta o patamar mínimo), que tem Participação nos Lucros e Resultados, FGTS e outros benefícios, os servidores não têm nada disso.

    Feitas as explanações iniciais, passemos aos números.
    O Governo, de maneira maliciosa, tem alegado que o reajuste dos servidores do PJU vai gerar um gasto de 25 bilhões. Ocorre que isso não é verdade. Como se sabe, o orçamento é anual e, portanto, as despesas devem ser calculadas anualmente. No caso, depois de dezembro de 2017, os gastos anuais com a implantação integral do PLC 28/2015 serão de 10,4 bilhões. Os 25 bilhões propalados aos 4 ventos pelo Poder Executivo referem-se aos gastos com o PLC28/2015 em um período de 2,5 anos (de julho de 2015 a dezembro de 2017), não sendo feita a conta correta que é a anual.

    Outra inverdade é a alegação de que o reajuste dos servidores do PJU vai quebrar o País. A uma, um impacto de 10,4 bilhões para um orçamento de 1,3 trilhões é uma quantia ínfima, sendo certo que o reajuste dos servidores do PJU em nada modifica a má gestão de um Governo que gasta bilhões em estádios de futebol e com cargos comissionados, milhares de dólares e uma diária de hotel e centenas de milhares de dólares com o aluguel de limosines. A duas, ao Poder Judiciário vem sendo sonegado o orçamento que lhe pertine há tempos por este Governos que aí se encontra. Apenas para se ter uma ideia, o Judiciário hoje recebe pouco mais da metade dos valores que teria por direito tomando como base a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso significa dizer: o previsto no PLC 28/2015 encontra-se muito abaixo dos limites da LRF e diz respeito a um orçamento que já deveria ter sido concedido ao Judiciário, sob pena de afronta ao princípio da independência e separação dos poderes. Em resumo, o que vemos aqui é o Poder Executivo fazer caridade com o chapéu alheio, já que usa orçamento que deveria ser destinado ao PJU para outros fins.

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    Mensagem por Onvrs Qui 03 Set 2015, 1:52 am

    Parabéns, muito bom seu texto.

    FMF escreveu:Minha mensagem de esclarecimento para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]:

    Muito tem se falado que o pleito dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU) é absurdo e inexequível.

    Pois bem.

    A verdade não é bem essa. Aliás, o que ocorre aqui é uma deturpação de dados por parte do Governo que, a todo custo, distorce os dados para tentar jogar os servidores do Poder Judiciário contra a sociedade.
    Em primeiro lugar é necessário um esclarecimento acerca do que os servidores do PJU significam para a prestação jurisdicional. Ao contrário do que muitos pensam, os servidores é que fazem, de fato, os processos andarem, pois minutam decisões, expedem alvarás, atendem aos advogados, elaboram pesquisas doutrinária e jurisprudenciais, é dizer: efetuam de modo geral um trabalho altamente técnico, qualificado e especializado. Não é demais lembrar que o Exmo. Ministro Ives Gandra Martins Filho reconheceu em 18/12/2014 que 'assessores é que são os “juízes de fato” na Justiça do Trabalho' (isso significa: assessores, que são servidores, julgam efetivamente os processos, os quais apenas são chancelados pelo Ilmo. Ministro). E essa não é apenas uma realidade da Justiça do Trabalho (que possui muitos "juízes de fato"), mas também é a da Justiça Federal, na qual os servidores que assessoram os Juízes e Desembargadores também acabam por auxiliar, na elaboração de decisões dos Exmo. Magistrados.

    Em segundo lugar, bem diferente do que alega o Governo, não há reajustes de até 78%. Esse percentual é previsto para os níveis iniciais da carreira de Auxiliar Judiciário (nível fundamental) os quais há muitos anos não existem. Os Auxiliares que existem hoje estão no fim de carreira, sendo que há quase 10 anos não há  concurso nos órgãos do PJU para o cargo, esclarecendo-se que os cargos que têm vagado estão sendo extintos. O que prevê o PLC 28/2015, vetado pela Presidente da República, é uma recomposição de 56%. Por que se diz recomposição? Por que não se trata aqui de aumento real, mas apenas de recomposição do poder aquisitivo dos servidores.

    Aqui vale uma explicação melhor.

    O último plano de carreiras que os servidores tiveram data de 2006 (parcelado até 2008), sendo que tal plano teve o escopo de recompor perdas passadas e ainda assim de forma parcelada. A primeira parcela do plano de 2006 (Lei 11.416/2006) refere-se à junho de 2006. A inflação acumulada de junho de 2006 a julho de 2015 é na ordem de 68,12% pelo IPCA geral (fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Em todo esse período, de 2006 a 2015, a única coisa que os servidores do PJU tiveram, foi uma recomposição de 15,8% sobre a folha de pagamento em 3 parcelas (janeiro de 2013 a janeiro de 2015). No caso de boa dos servidores, a recomposição foi de 26%, pois se aplicou os valores disponibilizados pelo Governo em uma gratificação de modo que se possibilitasse um percentual ligeiramente maior e evitar piores prejuízos, esclarecendo-se que os vencimentos básicos ficaram congelados, haja vista que os valores são os mesmos de 2006 (sobre os vencimentos incidem os adicionais de qualificação, cujos valores são os mesmos desde 2006).
    Façamos as contas agora.
    De junho de 2006 a julho de 2015 tivemos uma inflação de 68,12%. Nesse ínterim, os servidores tiveram 26%, o que resulta no período ora destacado em uma perda salarial, na melhor das hipóteses, de 42,12% já em julho de 2015. Ocorre que o PLC28 é parcelado até dezembro de 2017, e, numa visão bastante otimista, a inflação deve girar em torno de 16% entre julho de 2015 e dezembro de 2017, ou 84,12% se considerado o mês de junho de 2006. Ora, considerando um reajuste de 26% entre junho de 2006 e dezembro de 2017, seriam necessários 58,12% para recompor as perdas inflacionárias, valor este superior que o de 56% pretendido pelos servidores no PLC 28/2015 vetado pela Presidente, é dizer: até pelo PLC 28/2015 há prejuízo salarial por parte dos servidores.

    Deste modo, não podem, de maneira alguma, os servidores aceitar o que fora proposto pelo Governo parcelado até junho de 2019 e que gerará, na melhor das hipóteses, uma recomposição que mal chegará aos 40% e para um período em que a inflação será algo em torno de 100%! Frise-se que se houvesse data-base anual, como prevê a Constituição Federal, a situação salarial dos servidores do PJU não seria caótica como atualmente e não se pleitearia percentuais que, observados isoladamente, parecem elevados. Aliás, que fique claro, diferentemente da iniciativa privada, que em muitos casos teve reajustes salariais até além da inflação (sendo esta o patamar mínimo), que tem Participação nos Lucros e Resultados, FGTS e outros benefícios, os servidores não têm nada disso.

    Feitas as explanações iniciais, passemos aos números.
    O Governo, de maneira maliciosa, tem alegado que o reajuste dos servidores do PJU vai gerar um gasto de 25 bilhões. Ocorre que isso não é verdade. Como se sabe, o orçamento é anual e, portanto, as despesas devem ser calculadas anualmente. No caso, depois de dezembro de 2017, os gastos anuais com a implantação integral do PLC 28/2015 serão de 10,4 bilhões. Os 25 bilhões propalados aos 4 ventos pelo Poder Executivo referem-se aos gastos com o PLC28/2015 em um período de 2,5 anos (de julho de 2015 a dezembro de 2017), não sendo feita a conta correta que é a anual.

    Outra inverdade é a alegação de que o reajuste dos servidores do PJU vai quebrar o País. A uma, um impacto de 10,4 bilhões para um orçamento de 1,3 trilhões é uma quantia ínfima, sendo certo que o reajuste dos servidores do PJU em nada modifica a má gestão de um Governo que gasta bilhões em estádios de futebol e com cargos comissionados, milhares de dólares e uma diária de hotel e centenas de milhares de dólares com o aluguel de limosines. A duas, ao Poder Judiciário vem sendo sonegado o orçamento que lhe pertine há tempos por este Governos que aí se encontra. Apenas para se ter uma ideia, o Judiciário hoje recebe pouco mais da metade dos valores que teria por direito tomando como base a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso significa dizer: o previsto no PLC 28/2015 encontra-se muito abaixo dos limites da LRF e diz respeito a um orçamento que já deveria ter sido concedido ao Judiciário, sob pena de afronta ao princípio da independência e separação dos poderes. Em resumo, o que vemos aqui é o Poder Executivo fazer caridade com o chapéu alheio, já que usa orçamento que deveria ser destinado ao PJU para outros fins.

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    Mensagem por PJHUUUUuuuuu Qui 03 Set 2015, 2:00 am

    O texto está perfeito. O problema é quando o destinatário não tem a menor intenção de entendê-lo. Mas vale tentar!


    Onvrs escreveu:Parabéns, muito bom seu texto.

    FMF escreveu:Minha mensagem de esclarecimento para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]:

    Muito tem se falado que o pleito dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU) é absurdo e inexequível.

    Pois bem.

    A verdade não é bem essa. Aliás, o que ocorre aqui é uma deturpação de dados por parte do Governo que, a todo custo, distorce os dados para tentar jogar os servidores do Poder Judiciário contra a sociedade.
    Em primeiro lugar é necessário um esclarecimento acerca do que os servidores do PJU significam para a prestação jurisdicional. Ao contrário do que muitos pensam, os servidores é que fazem, de fato, os processos andarem, pois minutam decisões, expedem alvarás, atendem aos advogados, elaboram pesquisas doutrinária e jurisprudenciais, é dizer: efetuam de modo geral um trabalho altamente técnico, qualificado e especializado. Não é demais lembrar que o Exmo. Ministro Ives Gandra Martins Filho reconheceu em 18/12/2014 que 'assessores é que são os “juízes de fato” na Justiça do Trabalho' (isso significa: assessores, que são servidores, julgam efetivamente os processos, os quais apenas são chancelados pelo Ilmo. Ministro). E essa não é apenas uma realidade da Justiça do Trabalho (que possui muitos "juízes de fato"), mas também é a da Justiça Federal, na qual os servidores que assessoram os Juízes e Desembargadores também acabam por auxiliar, na elaboração de decisões dos Exmo. Magistrados.

    Em segundo lugar, bem diferente do que alega o Governo, não há reajustes de até 78%. Esse percentual é previsto para os níveis iniciais da carreira de Auxiliar Judiciário (nível fundamental) os quais há muitos anos não existem. Os Auxiliares que existem hoje estão no fim de carreira, sendo que há quase 10 anos não há  concurso nos órgãos do PJU para o cargo, esclarecendo-se que os cargos que têm vagado estão sendo extintos. O que prevê o PLC 28/2015, vetado pela Presidente da República, é uma recomposição de 56%. Por que se diz recomposição? Por que não se trata aqui de aumento real, mas apenas de recomposição do poder aquisitivo dos servidores.

    Aqui vale uma explicação melhor.

    O último plano de carreiras que os servidores tiveram data de 2006 (parcelado até 2008), sendo que tal plano teve o escopo de recompor perdas passadas e ainda assim de forma parcelada. A primeira parcela do plano de 2006 (Lei 11.416/2006) refere-se à junho de 2006. A inflação acumulada de junho de 2006 a julho de 2015 é na ordem de 68,12% pelo IPCA geral (fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Em todo esse período, de 2006 a 2015, a única coisa que os servidores do PJU tiveram, foi uma recomposição de 15,8% sobre a folha de pagamento em 3 parcelas (janeiro de 2013 a janeiro de 2015). No caso de boa dos servidores, a recomposição foi de 26%, pois se aplicou os valores disponibilizados pelo Governo em uma gratificação de modo que se possibilitasse um percentual ligeiramente maior e evitar piores prejuízos, esclarecendo-se que os vencimentos básicos ficaram congelados, haja vista que os valores são os mesmos de 2006 (sobre os vencimentos incidem os adicionais de qualificação, cujos valores são os mesmos desde 2006).
    Façamos as contas agora.
    De junho de 2006 a julho de 2015 tivemos uma inflação de 68,12%. Nesse ínterim, os servidores tiveram 26%, o que resulta no período ora destacado em uma perda salarial, na melhor das hipóteses, de 42,12% já em julho de 2015. Ocorre que o PLC28 é parcelado até dezembro de 2017, e, numa visão bastante otimista, a inflação deve girar em torno de 16% entre julho de 2015 e dezembro de 2017, ou 84,12% se considerado o mês de junho de 2006. Ora, considerando um reajuste de 26% entre junho de 2006 e dezembro de 2017, seriam necessários 58,12% para recompor as perdas inflacionárias, valor este superior que o de 56% pretendido pelos servidores no PLC 28/2015 vetado pela Presidente, é dizer: até pelo PLC 28/2015 há prejuízo salarial por parte dos servidores.

    Deste modo, não podem, de maneira alguma, os servidores aceitar o que fora proposto pelo Governo parcelado até junho de 2019 e que gerará, na melhor das hipóteses, uma recomposição que mal chegará aos 40% e para um período em que a inflação será algo em torno de 100%! Frise-se que se houvesse data-base anual, como prevê a Constituição Federal, a situação salarial dos servidores do PJU não seria caótica como atualmente e não se pleitearia percentuais que, observados isoladamente, parecem elevados. Aliás, que fique claro, diferentemente da iniciativa privada, que em muitos casos teve reajustes salariais até além da inflação (sendo esta o patamar mínimo), que tem Participação nos Lucros e Resultados, FGTS e outros benefícios, os servidores não têm nada disso.

    Feitas as explanações iniciais, passemos aos números.
    O Governo, de maneira maliciosa, tem alegado que o reajuste dos servidores do PJU vai gerar um gasto de 25 bilhões. Ocorre que isso não é verdade. Como se sabe, o orçamento é anual e, portanto, as despesas devem ser calculadas anualmente. No caso, depois de dezembro de 2017, os gastos anuais com a implantação integral do PLC 28/2015 serão de 10,4 bilhões. Os 25 bilhões propalados aos 4 ventos pelo Poder Executivo referem-se aos gastos com o PLC28/2015 em um período de 2,5 anos (de julho de 2015 a dezembro de 2017), não sendo feita a conta correta que é a anual.

    Outra inverdade é a alegação de que o reajuste dos servidores do PJU vai quebrar o País. A uma, um impacto de 10,4 bilhões para um orçamento de 1,3 trilhões é uma quantia ínfima, sendo certo que o reajuste dos servidores do PJU em nada modifica a má gestão de um Governo que gasta bilhões em estádios de futebol e com cargos comissionados, milhares de dólares e uma diária de hotel e centenas de milhares de dólares com o aluguel de limosines. A duas, ao Poder Judiciário vem sendo sonegado o orçamento que lhe pertine há tempos por este Governos que aí se encontra. Apenas para se ter uma ideia, o Judiciário hoje recebe pouco mais da metade dos valores que teria por direito tomando como base a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso significa dizer: o previsto no PLC 28/2015 encontra-se muito abaixo dos limites da LRF e diz respeito a um orçamento que já deveria ter sido concedido ao Judiciário, sob pena de afronta ao princípio da independência e separação dos poderes. Em resumo, o que vemos aqui é o Poder Executivo fazer caridade com o chapéu alheio, já que usa orçamento que deveria ser destinado ao PJU para outros fins.

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    Mensagem por FMF Qui 03 Set 2015, 2:06 am

    Obrigado colegas,
    Em tempo, estou vendo passagem e hotel para ir novamente à Brasília. Que dessa vez haja sessão e seja derrubado o veto!!!! Vamos fazer a Praça dos 3 Poderes tremer!!!
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    Mensagem por phaal2001 Qui 03 Set 2015, 2:29 am

    Maxiou escreveu:Pessoal de Brasilia, precisamos fazer numeros. Vamos trazer familiares para aumentar o quorum. Caso haja corte de ponto, alem da operacao padrao, doe sangue etcc.. O que nao podemos fazer é esfriar no momento que devemos ferver. Vejam dia 9 pode ocorrer a mesma coisa falta quorum etc.. Estao querendo nos cansar com adiamentos e ameaças de corte de ponto, mas nao vamos nos intimidar. Unidos somos mais fortes. Um cordao de uma dobra se rompe facil, mas um cordao com varias dobras nao se rompe facilmente. Fé e garra. Faca nos dentes e olhos de tigre e vamos vencer esse projeto de desgoverno.

    É super fácil conseguir atestado com psiquiatra.
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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 - Página 13 Empty Re: PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

    Mensagem por Flurj Qui 03 Set 2015, 5:46 am

    Acho que o GM tem razao : "..Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado,.." .. Vamos todos voltar ao trabalho e fazer um protesto bem humorado ?? Vamos fazer tudo errado !! Despachar com erros (juiz assina qq coisa), juntar em processo errado , brincar de esconde-esconde com processo, etc



    VANDER DE PAULA escreveu:
    PJHUUUUuuuuu escreveu:
    Três ministros do STF defendem o corte do ponto dos servidores em greve

    Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski defendem que o poder público não pode pagar por um serviço não prestado

    BRASÍLIA – Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) defenderam o corte do ponto de servidores grevistas. Para Dias Toffoli, Gilmar Mendes e o presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, é permitido fazer greve no serviço púbico, mas a consequência é o desconto dos dias parados. Os ministros defenderam que o poder público não pode pagar por um serviço que não foi prestado. As opiniões foram manifestadas no julgamento de um processo sobre o assunto que foi interrompido por pedido de vista. Não há previsão de quando o caso chega ao plenário.

    A ação tem repercussão geral — ou seja, a decisão do STF deve ser repetida por juízes de todo o país no julgamento de processos semelhantes. Ao votar, Mendes ressaltou a crise política e econômica do país. E lembrou que os servidores públicos estão a salvo das demissões em massa, o que não acontece no setor privado. Ainda assim, a categoria protesta por aumento salarial.

    VEJA TAMBÉM
    STJ nega pedido da AGU para encerrar greve na Justiça Eleitoral
    CNJ determina corte de salários de servidores em greve nos TRTs do Rio e Bahia
    RS: Primeiro dia de greve geral tem adesão maciça dos servidores públicos
    — Estamos vivendo uma profunda crise de autoridade. Porque, claro, todos querem ganhar mais, mas não é porque simplesmente o vencimento está defasado. Olham para paradigmas, querem a equiparação com a Câmara e o Senado. Estamos vivendo profunda crise de autoridades porque, num momento em que é anunciado o decréscimo de 2% no PIB, em que receita decai, nós temos a ampliação das reivindicações — declarou o ministro.

    Gilmar Mendes também reclamou do longo período em que servidores ficam de greve.

    — É normal que o servidor tenha direito a ficar três meses em casa? Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado, com um dia de paralisação. Chegamos a 30 dias nas escolas. E quem sofre com isso? Os filhos das pessoas que vão para escolas públicas — protestou.

    O julgamento começou com o voto do relator, ministro Dias Toffoli:

    — Nesses casos, o prejudicado (com a greve) não é o patrão, é a sociedade brasileira, o cidadão brasileiro.

    PUBLICIDADE

    O ministro ponderou que a regra de descontar o salário referente aos dias parados não é absoluta. Para ele, isso não pode ocorrer se a greve for motivada por atraso no pagamento de salário ou de comportamento abusivo por parte da administração.

    Edson Fachin votou em seguida, contra o corte do ponto. Para ele, essa providência “aniquilaria o direito de greve do servidor público”. Em seguida, Luís Roberto Barroso pediu vista, interrompendo o julgamento. Ainda assim, Lewandowski e Mendes se manifestaram, mesmo sem formalizar o voto.

    — Vivemos um período extremamente conturbado, em que as greves ocorrem até de maneira selvagem. Vivemos no Judiciário uma greve não declarada, em relação à qual não se tem interlocutores — reclamou o presidente do STF.
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    Então está 1 X 1.

    Seria o momento de levantar a discussão com as bases sindicais, fazer seminários, Ampliadas chamar
    juristas, ...enquanto o ministro Barroso segura o Processo.

    O STF quer rasgar a Constituição para ajudar o governo a tomar medidas de opressão contra os servidores.

    Se a greve é um direito, não pode ter sanção de espécie alguma! Corte de ponto aniquila a greve,
    pois as pessoas não podem viver sem pagar suas contas obrigatória de alimentação e moradia.


    Estas manifestações infelizes de Lewando, Tofolli e Mendes também poderiam constar do Processo à OIT,
    acusando de atitude anti-sindical!
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    Mensagem por Junera Qui 03 Set 2015, 6:10 am


    ARTE DA GUERRA
    Partiu do governo o pedido para senadores não darem quórum à sessão do Congresso destinada a votar a derrubada ou não do veto do reajuste do Judiciário. Dilma estava convencida: perderia a batalha.

    COM A BARRIGA
    O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), não deu data para nova sessão que vai analisar os vetos de Dilma, incluindo o que proibiu o aumento dos servidores do Judiciário. A desculpa do maior aliado de Dilma é que se deve “ouvir os líderes”.

    Do Site: Diário do poder.
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    Mensagem por jorgefsa Qui 03 Set 2015, 6:36 am

    Rapaz... Mais q arbitrariedade, o ato do Waldir Maranhão foi Ilegal, feriu o regimento!!! Não teríamos como representa-lo não??? Serviria para q outros não faça o mesmo nas próximas sessões!!!
    E mostrar q não somos QQ um
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    Mensagem por Oi Qui 03 Set 2015, 6:53 am

    jorgefsa escreveu:Rapaz... Mais q arbitrariedade, o ato do Waldir Maranhão foi Ilegal, feriu o regimento!!! Não teríamos como representa-lo não??? Serviria para q outros não faça o mesmo nas próximas sessões!!!
    E mostrar q não somos QQ um

    Isso cabe até um processo de cassaćão, conforme regimento interno.
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    Mensagem por CLAYTON_BRANDAO Qui 03 Set 2015, 7:02 am

    Prezados,
    Acredito que seja de fundamental importância, que a parte do sindicato que não foi para Brasília, ou que ao menos já tenha voltado, faça um trabalho na base local do Senador/Deputado novamente, se souber onde mora então, na porta da casa, do prédio, co condomínio, enfim, cercá-lo para ele saber que estamos atrás dele cobrando o apoio.
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    Mensagem por CLAYTON_BRANDAO Qui 03 Set 2015, 7:07 am

    Flurj escreveu:Acho que o GM tem razao : "..Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado,.." .. Vamos todos voltar ao trabalho e fazer um protesto bem humorado ?? Vamos fazer tudo errado !! Despachar com erros (juiz assina qq coisa),  juntar em processo errado , brincar de esconde-esconde com processo, etc



    VANDER DE PAULA escreveu:
    PJHUUUUuuuuu escreveu:
    Três ministros do STF defendem o corte do ponto dos servidores em greve

    Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski defendem que o poder público não pode pagar por um serviço não prestado

    BRASÍLIA – Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) defenderam o corte do ponto de servidores grevistas. Para Dias Toffoli, Gilmar Mendes e o presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, é permitido fazer greve no serviço púbico, mas a consequência é o desconto dos dias parados. Os ministros defenderam que o poder público não pode pagar por um serviço que não foi prestado. As opiniões foram manifestadas no julgamento de um processo sobre o assunto que foi interrompido por pedido de vista. Não há previsão de quando o caso chega ao plenário.

    A ação tem repercussão geral — ou seja, a decisão do STF deve ser repetida por juízes de todo o país no julgamento de processos semelhantes. Ao votar, Mendes ressaltou a crise política e econômica do país. E lembrou que os servidores públicos estão a salvo das demissões em massa, o que não acontece no setor privado. Ainda assim, a categoria protesta por aumento salarial.

    VEJA TAMBÉM
    STJ nega pedido da AGU para encerrar greve na Justiça Eleitoral
    CNJ determina corte de salários de servidores em greve nos TRTs do Rio e Bahia
    RS: Primeiro dia de greve geral tem adesão maciça dos servidores públicos
    — Estamos vivendo uma profunda crise de autoridade. Porque, claro, todos querem ganhar mais, mas não é porque simplesmente o vencimento está defasado. Olham para paradigmas, querem a equiparação com a Câmara e o Senado. Estamos vivendo profunda crise de autoridades porque, num momento em que é anunciado o decréscimo de 2% no PIB, em que receita decai, nós temos a ampliação das reivindicações — declarou o ministro.

    Gilmar Mendes também reclamou do longo período em que servidores ficam de greve.

    — É normal que o servidor tenha direito a ficar três meses em casa? Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado, com um dia de paralisação. Chegamos a 30 dias nas escolas. E quem sofre com isso? Os filhos das pessoas que vão para escolas públicas — protestou.

    O julgamento começou com o voto do relator, ministro Dias Toffoli:

    — Nesses casos, o prejudicado (com a greve) não é o patrão, é a sociedade brasileira, o cidadão brasileiro.

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    O ministro ponderou que a regra de descontar o salário referente aos dias parados não é absoluta. Para ele, isso não pode ocorrer se a greve for motivada por atraso no pagamento de salário ou de comportamento abusivo por parte da administração.

    Edson Fachin votou em seguida, contra o corte do ponto. Para ele, essa providência “aniquilaria o direito de greve do servidor público”. Em seguida, Luís Roberto Barroso pediu vista, interrompendo o julgamento. Ainda assim, Lewandowski e Mendes se manifestaram, mesmo sem formalizar o voto.

    — Vivemos um período extremamente conturbado, em que as greves ocorrem até de maneira selvagem. Vivemos no Judiciário uma greve não declarada, em relação à qual não se tem interlocutores — reclamou o presidente do STF.
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    Então está 1 X 1.

    Seria o momento de levantar a discussão com as bases sindicais, fazer seminários, Ampliadas chamar
    juristas, ...enquanto o ministro Barroso segura o Processo.

    O STF quer rasgar a Constituição para ajudar o governo a tomar medidas de opressão contra os servidores.

    Se a greve é um direito, não pode ter sanção de espécie alguma! Corte de ponto aniquila a greve,
    pois as pessoas não podem viver sem pagar suas contas obrigatória de alimentação e moradia.


    Estas manifestações infelizes de Lewando, Tofolli e Mendes também poderiam constar do Processo à OIT,
    acusando de atitude anti-sindical!

    Servidor público faz greve, porque o seu patrão, que é um administrador temporário, para atender seus interesses, massacra com a categoria, achata salários, vencimentos, subsídios, e depois coloca a responsabilidade do insucesso em suas costas e acham que tem que ficar calados...
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    Mensagem por tecjud.sp Qui 03 Set 2015, 7:18 am

    Olha a sacanagem no TRT 2ª Regiao, criaram comissão paritária, prometeram revogar a portario que determinava 70% trabalhando, mas olha o que fizeram:

    PORTARIA CORPO DIRETIVO Nº 01/2015
    A DESEMBARGADORA PRESIDENTE, A DESEMBARGADORA
    VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVA, O DESEMBARGADOR VICEPRESIDENTE
    JUDICIAL E A CORREGEDORA REGIONAL DO
    TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA SEGUNDA REGIÃO, no uso
    de suas atribuições legais e regimentais,
    CONSIDERANDO os termos da decisão do CNJ, no Pedido de
    Providências nº 0003279-96.2015.2.00.000;
    CONSIDERANDO os termos da Portaria GP nº 45/2015, deste
    Regional;
    CONSIDERANDO, também, a decisão do CNJ sobre os Tribunais
    da Bahia e do Rio de Janeiro determinando a adoção de medidas
    administrativas semelhantes à Portaria acima indicada;
    CONSIDERANDO que a duração da greve ultrapassou mais de 80
    dias, causando prejuízos de difícil reparação às partes, aos advogados e
    ao andamento dos processos;
    CONSIDERANDO, por fim, que os servidores não atenderam os
    limites estabelecidos na Portaria GP 45/2015;
    FAZEM SABER QUE:
    Art. 1º A partir de 03.09.2015 serão procedidos descontos salariais e
    os auxílios de alimentação e transporte dos servidores que não
    comparecerem e/ou não trabalharem;
    Art. 2º O controle das ausências será efetuado nos termos do art. 4º,
    da Portaria GP 45/2015, semanalmente, sob pena de responsabilidade.
    Art. 3º As horas não trabalhadas no período compreendido entre
    27.07.2015 até a presente data deverão ser compensadas em horas de
    trabalho, devidamente registradas, nos próximos 120 (cento e vinte) dias,
    no limite máximo de 02 (duas) horas diárias.
    Art. 4º Fica revogada a Portaria nº 51/2015.
    Publique-se e afixe-se.
    São Paulo, 03 de setembro de 2015.
    (a)SILVIA REGINA PONDÉ GALVÃO DEVONALD
    Desembargadora Presidente do Tribunal
    (a)ROSA MARIA ZUCCARO
    Desembargadora Vice-Presidente Administrativa
    (a)WILSON FERNANDES
    Desembargador Vice-Presidente Judicial
    (a)BEATRIZ DE LIMA PEREIRA
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    Mensagem por Czar Qui 03 Set 2015, 7:27 am

    FMF escreveu:Obrigado colegas,
    Em tempo, estou vendo passagem e hotel para ir novamente à Brasília. Que dessa vez haja sessão e seja derrubado o veto!!!! Vamos fazer a Praça dos 3 Poderes tremer!!!

    "Em tempo, estou vendo passagem e hotel para ir novamente à Brasília" [2]

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    Mensagem por alecspe Qui 03 Set 2015, 7:40 am

    Incrível essa mobilização. Abaixo segue postagem do Sen Perrella provando que estava presente à sessão. Ou seja, um político se justificando perante os servidores. Estamos no caminho certo!

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    Mensagem por Der Erpresser Qui 03 Set 2015, 7:43 am

    tecjud.sp escreveu:Olha a sacanagem no TRT 2ª Regiao, criaram comissão paritária, prometeram revogar a portario que determinava 70% trabalhando, mas olha o que fizeram:

    PORTARIA CORPO DIRETIVO Nº 01/2015
    A DESEMBARGADORA PRESIDENTE, A DESEMBARGADORA
    VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVA, O DESEMBARGADOR VICEPRESIDENTE
    JUDICIAL E A CORREGEDORA REGIONAL DO
    TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA SEGUNDA REGIÃO, no uso
    de suas atribuições legais e regimentais,
    CONSIDERANDO os termos da decisão do CNJ, no Pedido de
    Providências nº 0003279-96.2015.2.00.000;
    CONSIDERANDO os termos da Portaria GP nº 45/2015, deste
    Regional;
    CONSIDERANDO, também, a decisão do CNJ sobre os Tribunais
    da Bahia e do Rio de Janeiro determinando a adoção de medidas
    administrativas semelhantes à Portaria acima indicada;
    CONSIDERANDO que a duração da greve ultrapassou mais de 80
    dias, causando prejuízos de difícil reparação às partes, aos advogados e
    ao andamento dos processos;
    CONSIDERANDO, por fim, que os servidores não atenderam os
    limites estabelecidos na Portaria GP 45/2015;
    FAZEM SABER QUE:
    Art. 1º A partir de 03.09.2015 serão procedidos descontos salariais e
    os auxílios de alimentação e transporte dos servidores que não
    comparecerem e/ou não trabalharem;
    Art. 2º O controle das ausências será efetuado nos termos do art. 4º,
    da Portaria GP 45/2015, semanalmente, sob pena de responsabilidade.
    Art. 3º As horas não trabalhadas no período compreendido entre
    27.07.2015 até a presente data deverão ser compensadas em horas de
    trabalho, devidamente registradas, nos próximos 120 (cento e vinte) dias,
    no limite máximo de 02 (duas) horas diárias.
    Art. 4º Fica revogada a Portaria nº 51/2015.
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    Dessa vez acho muito difícil o sindicato reverter.
    Vai ser o caos!
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    Mensagem por jmchaves Qui 03 Set 2015, 7:54 am

    Acho que poderia ser feito isso com os processo que tiverem relação com o governo. Tipo no que são interessantes para o governo fazer operação caranguejo (andar pra trás) e aqueles que não são interessantes para o governo andarem na velocidade da luz.

    Nos outros processos temos que lembrar que se têm problemas de pessoas que, muitas vezes, como nós são sofredoras, que aquele processo vai ser algo que pode mudar a situação de uma família, etc.

    Flurj escreveu:Acho que o GM tem razao : "..Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado,.." .. Vamos todos voltar ao trabalho e fazer um protesto bem humorado ?? Vamos fazer tudo errado !! Despachar com erros (juiz assina qq coisa),  juntar em processo errado , brincar de esconde-esconde com processo, etc



    VANDER DE PAULA escreveu:
    PJHUUUUuuuuu escreveu:
    Três ministros do STF defendem o corte do ponto dos servidores em greve

    Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski defendem que o poder público não pode pagar por um serviço não prestado

    BRASÍLIA – Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) defenderam o corte do ponto de servidores grevistas. Para Dias Toffoli, Gilmar Mendes e o presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, é permitido fazer greve no serviço púbico, mas a consequência é o desconto dos dias parados. Os ministros defenderam que o poder público não pode pagar por um serviço que não foi prestado. As opiniões foram manifestadas no julgamento de um processo sobre o assunto que foi interrompido por pedido de vista. Não há previsão de quando o caso chega ao plenário.

    A ação tem repercussão geral — ou seja, a decisão do STF deve ser repetida por juízes de todo o país no julgamento de processos semelhantes. Ao votar, Mendes ressaltou a crise política e econômica do país. E lembrou que os servidores públicos estão a salvo das demissões em massa, o que não acontece no setor privado. Ainda assim, a categoria protesta por aumento salarial.

    VEJA TAMBÉM
    STJ nega pedido da AGU para encerrar greve na Justiça Eleitoral
    CNJ determina corte de salários de servidores em greve nos TRTs do Rio e Bahia
    RS: Primeiro dia de greve geral tem adesão maciça dos servidores públicos
    — Estamos vivendo uma profunda crise de autoridade. Porque, claro, todos querem ganhar mais, mas não é porque simplesmente o vencimento está defasado. Olham para paradigmas, querem a equiparação com a Câmara e o Senado. Estamos vivendo profunda crise de autoridades porque, num momento em que é anunciado o decréscimo de 2% no PIB, em que receita decai, nós temos a ampliação das reivindicações — declarou o ministro.

    Gilmar Mendes também reclamou do longo período em que servidores ficam de greve.

    — É normal que o servidor tenha direito a ficar três meses em casa? Porque, nesse âmbito de negociação e de pensamento institucional, podemos pensar que a greve podia ser um protesto bem humorado, com um dia de paralisação. Chegamos a 30 dias nas escolas. E quem sofre com isso? Os filhos das pessoas que vão para escolas públicas — protestou.

    O julgamento começou com o voto do relator, ministro Dias Toffoli:

    — Nesses casos, o prejudicado (com a greve) não é o patrão, é a sociedade brasileira, o cidadão brasileiro.

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    Edson Fachin votou em seguida, contra o corte do ponto. Para ele, essa providência “aniquilaria o direito de greve do servidor público”. Em seguida, Luís Roberto Barroso pediu vista, interrompendo o julgamento. Ainda assim, Lewandowski e Mendes se manifestaram, mesmo sem formalizar o voto.

    — Vivemos um período extremamente conturbado, em que as greves ocorrem até de maneira selvagem. Vivemos no Judiciário uma greve não declarada, em relação à qual não se tem interlocutores — reclamou o presidente do STF.
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    O STF quer rasgar a Constituição para ajudar o governo a tomar medidas de opressão contra os servidores.

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    Mensagem por Alvinegro de Coração Qui 03 Set 2015, 8:15 am

    Hoje tambem sera um dia tenso, por conta da sessao na camara, onde o substitutivo e o PL titica podem ser votados e aprovados. Foco nos deputados.

    Abraços.
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    Mensagem por SSoares Qui 03 Set 2015, 8:32 am

    É MUITO ENGRAÇADO MESMO ! A CULPA PELA GREVE NÃO É NOSSA ! NÃO ESTAMOS EM GREVE HÁ TANTO TEMPO PORQUE QUEREMOS. NÃO SOMOS IRRESPONSÁVEIS. ESTAMOS APENAS LUTANDO CONTRA UMA TREMENDA INJUSTIÇA QUE VEM SENDO FEITA CONOSCO HÁ ANOS. SE O NOSSO DIREITO FOSSE RESPEITADO E TIVÉSSEMOS DATA BASE E A RECUPERAÇÃO APENAS DAS PERDAS DECORRENTES DA INFLAÇÃO, NÃO TERÍAMOS FEITO UM DIA DE GREVE SEQUER! NÃO SOMOS DESOCUPADOS QUE FAZEM GREVE PARA FICAR EM CASA OU IR À PRAIA. SE QUEREM ACABAR COM A GREVE É MUITO SIMPLES: DERRUBEM O VETO! GARANTO QUE NO DIA SEGUINTE TODOS ESTARÃO EM SUAS MESAS CUMPRINDO SUAS ETERNAS METAS!
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    Mensagem por J. J. Abrams Qui 03 Set 2015, 8:39 am

    Pra quem ainda não entendeu o espetaculo de ontem:

    Quando não tinha nada, eu quis ($)
    Quando tudo era ausência, esperei (o guimaraes)
    Quando tive frio, tremi
    Quando tive coragem, liguei (pro renan)

    Quando chegou requerimento, abri
    Quando ouvi Randolfe, dancei
    Quando o celular brilhou, entendi
    e criei asas, voei...

    Quando o pt me chamou, eu vim
    Quando dei por mim, tava aqui (ferrado)
    Quando vi o quorum, me perdi
    Quando vi você (riaccini), me apaixonei...

    Ah má rapá.... eu zoiei... zaap! saia!
    Por aiiin num rôô naum..

    Ah má rapá.... eu zoiei... zaap! saia!
    Por aiiin num rôô naum..

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    Mensagem por Nath_S.O.S_Justiça! Qui 03 Set 2015, 8:46 am

    FMF escreveu:Minha mensagem de esclarecimento para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]:

    Muito tem se falado que o pleito dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU) é absurdo e inexequível.

    Pois bem.

    A verdade não é bem essa. Aliás, o que ocorre aqui é uma deturpação de dados por parte do Governo que, a todo custo, distorce os dados para tentar jogar os servidores do Poder Judiciário contra a sociedade.
    Em primeiro lugar é necessário um esclarecimento acerca do que os servidores do PJU significam para a prestação jurisdicional. Ao contrário do que muitos pensam, os servidores é que fazem, de fato, os processos andarem, pois minutam decisões, expedem alvarás, atendem aos advogados, elaboram pesquisas doutrinária e jurisprudenciais, é dizer: efetuam de modo geral um trabalho altamente técnico, qualificado e especializado. Não é demais lembrar que o Exmo. Ministro Ives Gandra Martins Filho reconheceu em 18/12/2014 que 'assessores é que são os “juízes de fato” na Justiça do Trabalho' (isso significa: assessores, que são servidores, julgam efetivamente os processos, os quais apenas são chancelados pelo Ilmo. Ministro). E essa não é apenas uma realidade da Justiça do Trabalho (que possui muitos "juízes de fato"), mas também é a da Justiça Federal, na qual os servidores que assessoram os Juízes e Desembargadores também acabam por auxiliar, na elaboração de decisões dos Exmo. Magistrados.

    Em segundo lugar, bem diferente do que alega o Governo, não há reajustes de até 78%. Esse percentual é previsto para os níveis iniciais da carreira de Auxiliar Judiciário (nível fundamental) os quais há muitos anos não existem. Os Auxiliares que existem hoje estão no fim de carreira, sendo que há quase 10 anos não há  concurso nos órgãos do PJU para o cargo, esclarecendo-se que os cargos que têm vagado estão sendo extintos. O que prevê o PLC 28/2015, vetado pela Presidente da República, é uma recomposição de 56%. Por que se diz recomposição? Por que não se trata aqui de aumento real, mas apenas de recomposição do poder aquisitivo dos servidores.

    Aqui vale uma explicação melhor.

    O último plano de carreiras que os servidores tiveram data de 2006 (parcelado até 2008), sendo que tal plano teve o escopo de recompor perdas passadas e ainda assim de forma parcelada. A primeira parcela do plano de 2006 (Lei 11.416/2006) refere-se à junho de 2006. A inflação acumulada de junho de 2006 a julho de 2015 é na ordem de 68,12% pelo IPCA geral (fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Em todo esse período, de 2006 a 2015, a única coisa que os servidores do PJU tiveram, foi uma recomposição de 15,8% sobre a folha de pagamento em 3 parcelas (janeiro de 2013 a janeiro de 2015). No caso de boa dos servidores, a recomposição foi de 26%, pois se aplicou os valores disponibilizados pelo Governo em uma gratificação de modo que se possibilitasse um percentual ligeiramente maior e evitar piores prejuízos, esclarecendo-se que os vencimentos básicos ficaram congelados, haja vista que os valores são os mesmos de 2006 (sobre os vencimentos incidem os adicionais de qualificação, cujos valores são os mesmos desde 2006).
    Façamos as contas agora.
    De junho de 2006 a julho de 2015 tivemos uma inflação de 68,12%. Nesse ínterim, os servidores tiveram 26%, o que resulta no período ora destacado em uma perda salarial, na melhor das hipóteses, de 42,12% já em julho de 2015. Ocorre que o PLC28 é parcelado até dezembro de 2017, e, numa visão bastante otimista, a inflação deve girar em torno de 16% entre julho de 2015 e dezembro de 2017, ou 84,12% se considerado o mês de junho de 2006. Ora, considerando um reajuste de 26% entre junho de 2006 e dezembro de 2017, seriam necessários 58,12% para recompor as perdas inflacionárias, valor este superior que o de 56% pretendido pelos servidores no PLC 28/2015 vetado pela Presidente, é dizer: até pelo PLC 28/2015 há prejuízo salarial por parte dos servidores.

    Deste modo, não podem, de maneira alguma, os servidores aceitar o que fora proposto pelo Governo parcelado até junho de 2019 e que gerará, na melhor das hipóteses, uma recomposição que mal chegará aos 40% e para um período em que a inflação será algo em torno de 100%! Frise-se que se houvesse data-base anual, como prevê a Constituição Federal, a situação salarial dos servidores do PJU não seria caótica como atualmente e não se pleitearia percentuais que, observados isoladamente, parecem elevados. Aliás, que fique claro, diferentemente da iniciativa privada, que em muitos casos teve reajustes salariais até além da inflação (sendo esta o patamar mínimo), que tem Participação nos Lucros e Resultados, FGTS e outros benefícios, os servidores não têm nada disso.

    Feitas as explanações iniciais, passemos aos números.
    O Governo, de maneira maliciosa, tem alegado que o reajuste dos servidores do PJU vai gerar um gasto de 25 bilhões. Ocorre que isso não é verdade. Como se sabe, o orçamento é anual e, portanto, as despesas devem ser calculadas anualmente. No caso, depois de dezembro de 2017, os gastos anuais com a implantação integral do PLC 28/2015 serão de 10,4 bilhões. Os 25 bilhões propalados aos 4 ventos pelo Poder Executivo referem-se aos gastos com o PLC28/2015 em um período de 2,5 anos (de julho de 2015 a dezembro de 2017), não sendo feita a conta correta que é a anual.

    Outra inverdade é a alegação de que o reajuste dos servidores do PJU vai quebrar o País. A uma, um impacto de 10,4 bilhões para um orçamento de 1,3 trilhões é uma quantia ínfima, sendo certo que o reajuste dos servidores do PJU em nada modifica a má gestão de um Governo que gasta bilhões em estádios de futebol e com cargos comissionados, milhares de dólares e uma diária de hotel e centenas de milhares de dólares com o aluguel de limosines. A duas, ao Poder Judiciário vem sendo sonegado o orçamento que lhe pertine há tempos por este Governos que aí se encontra. Apenas para se ter uma ideia, o Judiciário hoje recebe pouco mais da metade dos valores que teria por direito tomando como base a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso significa dizer: o previsto no PLC 28/2015 encontra-se muito abaixo dos limites da LRF e diz respeito a um orçamento que já deveria ter sido concedido ao Judiciário, sob pena de afronta ao princípio da independência e separação dos poderes. Em resumo, o que vemos aqui é o Poder Executivo fazer caridade com o chapéu alheio, já que usa orçamento que deveria ser destinado ao PJU para outros fins.

    Era o que me cumpria esclarecer como ouvinte da Band e servidor do PJU

    Gente, este texto tinha que ser impresso e distribuído pra todo lado! E deveria ter o título: "Somos vitimas e não culpados. Precisamos que saibam da nossa realidade!"
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    Mensagem por ferreiratk Qui 03 Set 2015, 8:49 am

    Acho que um esclarecimento aos nobres Ministro do STF precisa ser feito.
    Como já foi dito aqui, não estamos em greve por "mero deleite".
    Se não é certo se pagar por um serviço não prestado, também não
    é certo desrespeitar o direito constitucional de revisão salarial anual.
    Se fazendo greve já é difícil se obter a recomposição salarial e manutenção do poder de compra da nossa remuneração, imagine se
    ficássemos esperando pela benevolência do Governo.
    Querem acabar com as greves, a fórmula é simples: data base anual.
    Tenho certeza que não haveria oposição em se aceitar, a partir de 2018, após a implementação do PLC 28, um índice que simplesmente representasse a inflação dos 12 meses anteriores.
    Se alguém tiver o e-mail dos Ministros do STF, favor me repassar, pois gostaria de escrever algo nesse sentido para Suas Excelências.
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    Mensagem por RICARDO.PONTES Qui 03 Set 2015, 8:54 am

    Câmara aprova PEC que impede 'pautas-bomba' para a União
    O plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira, 2, em primeiro turno, o texto-base de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que blinda a União de pautas-bomba e a impede de impor novos gastos a Estados e municípios sem previsão dos repasses financeiros necessários. Na prática, o governo federal não pode criar despesas para prefeitos e governadores sem garantir os recursos e fica protegida de projetos que aumentem suas despesas se não houver previsão orçamentária. O texto também dificulta reajustes salariais de competência da União, como os dos professores e profissionais de saúde.

    A PEC 172, de autoria do líder do DEM, Mendonça Filho (PE), foi aprovada por 379 votos a favor, 47 votos contra e nove abstenções. O texto precisa ser votado em segundo turno na Câmara, para depois seguir para o Senado.

    Na semana passada, aproveitando o período de serenidade do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o governo conseguiu incluir no relatório do deputado André Moura (PSC-PE) um parágrafo que também protege a União. A PEC estabelece que, para serem aprovados, novos encargos devem estar previstos no Orçamento da União, ou precisam ser acompanhados de aumento permanente de receita, ou de redução permanente de despesa que compense os efeitos financeiros da nova obrigação assumida pelo governo federal.

    Este dispositivo blinda a União das chamadas pautas-bomba do Congresso. O acordo foi costurado pelo vice-presidente Michel Temer, logo depois que foi anunciado seu afastamento da articulação política do governo. "Num momento em que se fala tanto de pautas-bomba, esta é a pauta antibomba, porque ela tem o condão de trazer a responsabilidade fiscal na hora de se legislar e se criar despesa aos entes da Federação", disse o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

    A proteção à União preocupou alguns deputados. "Isso é a aniquilação total do diploma de deputado que cada um de vocês, com muita dificuldade, obteve. Vocês não poderão fazer mais nenhum tipo de projeto porque ele terá essa condição de inadequação financeira", afirmou Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

    A aprovação da PEC 172 abre caminho para a votação em segundo turno da PEC 443, que vincula o teto dos subsídios de advogados públicos, defensores públicos e delegados das Polícias Federal e Civil a 90,25% do que recebem os ministros do Supremo Tribunal Federal, o que significa impacto anual de R$ 4,5 bilhões.

    Cunha havia condicionado a segunda votação à aprovação da PEC 172 para evitar o efeito cascata, prejudicial a Estados e municípios.

    Os críticos da proposta dizem que ela inviabiliza uma série de outras PECs, além da 443. "O objetivo (da PEC 172) é impedir a aprovação de matérias que estão estabelecidas em outras PECs. Na verdade, esta Casa passará a ter uma grande Comissão de Finanças e Tributação e tudo aquilo que for considerado inadequado financeiramente não poderá mais tramitar. Senhores parlamentares, vossas excelências virarão vereadores federais. Não poderão fazer mais nada", disse Faria de Sá, que listou como prejudicadas as PECs 555, que acaba com a contribuição previdenciária de servidores públicos aposentados; a 300, que equipara o salário de policiais militares dos Estados ao da Polícia Federal; e a 102, que trata da remuneração de delegados e auditores fiscais.

    "A PEC não impede tramitação de nada. Apenas deixa claro que não se pode criar despesa aos entes da Federação sem se apontar as fontes", retrucou Picciani.

    Os deputados optaram por suprimir o parágrafo que permitia Estados e municípios a compensar repasses financeiros necessários a certos tipos de custeio com os pagamentos devidos à União.

    Senado

    Na semana passada, o Senado aprovou em plenário a PEC 84, da senadora Ana Amélia (PP-RS). O texto do Senado, aprovado já em dois turnos, impede novas despesas à União, assim como a Estados e municípios, sem que se assegure a receita. Esta proposta já está pronta para ser apreciada pela Câmara.

    Fonte: Estadao Conteudo
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    Mensagem por PCS-JA Qui 03 Set 2015, 8:55 am

    SSoares escreveu:É MUITO ENGRAÇADO MESMO ! A CULPA PELA GREVE NÃO É NOSSA ! NÃO ESTAMOS EM GREVE HÁ TANTO TEMPO PORQUE QUEREMOS. NÃO SOMOS IRRESPONSÁVEIS. ESTAMOS APENAS LUTANDO CONTRA UMA TREMENDA INJUSTIÇA QUE VEM SENDO FEITA CONOSCO HÁ ANOS. SE O NOSSO DIREITO FOSSE RESPEITADO E TIVÉSSEMOS DATA BASE E A RECUPERAÇÃO APENAS DAS PERDAS DECORRENTES DA INFLAÇÃO, NÃO TERÍAMOS FEITO UM DIA DE GREVE SEQUER! NÃO SOMOS DESOCUPADOS QUE FAZEM GREVE PARA FICAR EM CASA OU IR À PRAIA. SE QUEREM ACABAR COM A GREVE É MUITO SIMPLES: DERRUBEM O VETO! GARANTO QUE NO DIA SEGUINTE TODOS ESTARÃO EM SUAS MESAS CUMPRINDO SUAS ETERNAS METAS!

    ________________

    Em anexo, um pequeno exemplo do que estão postando no Facebook do Tal Dep. Waldir Maranhão - o TRAIDOr:


    Nayara Mesquita Moreira Covarde!
    2 · Há 2 horas

    Alci Rodrigues A democracia tem que ser levada a sério!!!!!
    2 · há 43 minutos

    Carlos Eduardo Guimarães TOMA VERGONHA SEU CABRA! NÃO MERECE O TER MARANHÃO NO NOME!
    2 · Há 9 horas

    Diego Da Silva Coimbra As redes sócias nos dá a possibilidade de fazerermos o marketing posição é negativo. Não temos memória fraca, como grande parte dos brasileiros. Nossa categoria é composta por servidores capacitados. Em 2018 mostraremos isso. Lembraremos aos eleitores todos os atentados cometidos no dia de ontem.
    2 · há 34 minutos · Editado

    Assis Pinto Analise melhor sua atuação como representante de um poder, parlamentar, pois o senhor precisará dos votos dos servidores que o senhor está prejudicando se pensa em releição.
    1 · há 30 minutos

    Nélio Silva Pura tirania! Um déspota que passa por cima do regimento em nome de um interesse próprio. Esse dia será lembrado nas próximas eleições.
    7 · Há 13 horas

    Marcio Gonçalves Vergonhoso o ocorrido hoje. Foi um desrespeito ao devido processo legislativo e, por fim, ao interesse comum, que é, ou deveria ser, o objetivo final da mantença ou não dos vetos a ser definida pelos parlamentares. As manobras de hoje não podem ser repetidas. A democracia sangra.
    4 · Há 8 horas

    Adenilson Macedo Pau mandado.... Bucha de canhão!
    Há 12 horas

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    Mensagem por Nath_S.O.S_Justiça! Qui 03 Set 2015, 8:59 am

    ferreiratk escreveu:Acho que um esclarecimento aos nobres Ministro do STF precisa ser feito.
    Como já foi dito aqui, não estamos em greve por "mero deleite".
    Se não é certo se pagar por um serviço não prestado, também não
    é certo desrespeitar o direito constitucional de revisão salarial anual.
    Se fazendo greve já é difícil se obter a recomposição salarial e manutenção do poder de compra da nossa remuneração, imagine se
    ficássemos esperando pela benevolência do Governo.
    Querem acabar com as greves, a fórmula é simples: data base anual.
    Tenho certeza que não haveria oposição em se aceitar, a partir de 2018, após a implementação do PLC 28, um índice que simplesmente representasse a inflação dos 12 meses anteriores.
    Se alguém tiver o e-mail dos Ministros do STF, favor me repassar, pois gostaria de escrever algo nesse sentido para Suas Excelências.

    E neste ocorrido aqui quem cortou o ponto ou teve ponto cortado? No

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    Mensagem por Lula Molusco Qui 03 Set 2015, 9:03 am

    Rodssss escreveu:
    VANDER DE PAULA escreveu:Nessa hora penso se não seria melhor os militares tomarem o poder...os métodos são piores que os da ditadura: baseiam-se na mentira deslavada (falta de quorum) para governar ditatorialmente!

    Fala me r da não wander tenho certeza que não é melhor os militares assumirem o governo.
    Militar é no quartel, não vamos querer outra ditadura.

    #DerrubaoVeto

    Tem vezes que Vander surta...

    Deixa os militares no quartel, nos campos de treinamento e fazendo as pesquisas para o desenvolvimento do submarino nuclear.

    O que temos que fazer? Foco nos parlamentares, com muita pressão, sempre de forma cordial.

    E vuvuzela na praça dos 2,1 poderes!
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    Mensagem por Nilo Qui 03 Set 2015, 9:07 am

    barba escreveu:
    GCC escreveu:O Sindicato tem que pedir amanhã a gravação de vídeo da sessão de ontem, formalmente, de acordo com a Lei de Acesso à Informação.

    Tem que preparar, URGENTE, um relatório técnico sobre o processo Legislativo na Câmara, CURTO E GROSSO, sobre os principais pontos violados

    Tem que usar isso para representar no STF contra a violação.

    E, lógico, representar nos órgãos internacionais, informando inclusive de forma incidental na reclamação na OIT.
    (E também a fala do cretino do Lewandowski de hoje, acompanhada dos ofícios de tentativa de contato formal que a Fenajufe e os Sindicatos fizeram.)


    Que quem estava lá viu. Os próprios Congressistas que se posicionaram contra a manobra indicaram violações aos montes. Foi impedido, sem resposta, pedido de suspensão de votação da resolução colocada na frente de todos os vetos da pauta, DE SURPRESA!
    Depois a mídia é golpista.

    Impediriam o congresso de deliberar. (Nem em reunião de condomínio pode isso!)

    Será que isso não é motivo até para impeachment.

    Crime de responsabilidade é:
    Art. 6º São crimes de responsabilidade contra o livre exercício dos poderes legislativo e judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados:
    1 - tentar dissolver o Congresso Nacional, impedir a reunião ou tentar impedir por qualquer modo o funcionamento de qualquer de suas Câmaras;
    LEI Nº 1.079, DE 10 DE ABRIL DE 1950.


    Tem que enviar cópias para todos os Ministros de Tribunais, Deputados, Senadores, Michel Temer, PGR, veículos de imprensa,...

    Até para  Promotor e Juiz, que tá sorrindo de orelha a orelha hoje, sabendo que o governo já lhes garantiu no orçamento, pelo menos, mais 5,5% de aumento a vista em janeiro.

    Não vou pedir. Vou pressionar o sindicato (DF) amanhã para que ponham o Ibaneis pra trabalhar.
    Vamos exigir dos outros também.

    é isso aí !!! vamos botar prá  f"e"der !!!


    Colega, sou teu fã a muito tempo.

    farao  Nilo

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    Mensagem por PCS-JA Qui 03 Set 2015, 9:11 am

    alecspe escreveu:Incrível essa mobilização. Abaixo segue postagem do Sen Perrella provando que estava presente à sessão. Ou seja, um político se justificando perante os servidores. Estamos no caminho certo!

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    Senador José Medeiros adicionou 10 novas fotos.
    15 h ·
    ‪#‎Veto26‬ ‪#‎VoteNão‬ ‪#‎ServidoresDoJudiciário‬ ‪#‎CongressoNacional‬ ‪#‎Reajuste‬ ‪#‎NaLutaComMedeiros‬
    Estive há pouco com os servidores mobilizados no Congresso Nacional. Conversei com a categoria e imprimi, mais uma vez, o meu apoio com à causa.
    Fui pessoalmente relatar a eles minha conversa com o presidente Renan Calheiros. Ele me garantiu que na próxima semana a Sessão do Congresso Nacional acontecerá e vamos analisar o Veto 26.

    Vamos dizer NÃO ao Veto 26, vamos dizer SIM ao reajuste para todos os servidores do Judiciário.

    Vamos continuar a mobilização, mostrar ao país a injustiça que está sendo feita com esses servidores.
    Sou à favor da valorização salarial e moral, de todos os profissionais que trabalham diariamente em nosso país. Juntos por um Brasil mais justo e melhor para todos!

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    Mensagem por AnalistaTrabalhista Qui 03 Set 2015, 9:19 am

    J. J. Abrams escreveu:Pra quem ainda não entendeu o espetaculo de ontem:

    Quando não tinha nada, eu quis ($)
    Quando tudo era ausência, esperei (o guimaraes)
    Quando tive frio, tremi
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    Quando vi o quorum, me perdi
    Quando vi você (riaccini), me apaixonei...

    Ah má rapá.... eu zoiei... zaap! saia!
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    Muito boa!
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    Mensagem por Nilo Qui 03 Set 2015, 9:20 am

    luizol escreveu:
    Provinciano escreveu:Focar um pouco mais de energia/trabalho junto aos parlamentares do PMDB.
    Não podemos negligenciar com a possibilidade de unidade, ainda que mínima, dentro desse partido.
    Isso não exclui o trabalho paralelo para reforçar o apoio junto aos líderes e parlamentares de outros partidos, até mesmo no sentido de botar mais ''lenha na fogueira'' junto a esses parlamentares sobre as manobras sujas do governo, para impedir a realização de sessões.
    É chegada a hora de os próprios líderes começarem, com vigor, a pressionar Renan por esse tipo de atitude que tá passando dos limites.
    Estive cuidando da saúde mas tô firme na greve, hoje lá na Esplanada, e no apoio naquilo que eu puder ajudar.


    Acho que temos que encher a caixa do Temer também. Quem sabe ele pode soprar no ouvido desse pessoal. Será que uma derrota para nós é uma derrota tão grande para o Governo mesmo ?. Eu não posso acreditar.

    Hummm....  Azucrinar o Michel "bonzinho" Temer.  Boa idéia!  
    Pena que não dá pra mandar o barulho da vunvunzela junto.

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    Mensagem por PCS-JA Qui 03 Set 2015, 9:23 am

    Nilo escreveu:
    luizol escreveu:
    Provinciano escreveu:Focar um pouco mais de energia/trabalho junto aos parlamentares do PMDB.
    Não podemos negligenciar com a possibilidade de unidade, ainda que mínima, dentro desse partido.
    Isso não exclui o trabalho paralelo para reforçar o apoio junto aos líderes e parlamentares de outros partidos, até mesmo no sentido de botar mais ''lenha na fogueira'' junto a esses parlamentares sobre as manobras sujas do governo, para impedir a realização de sessões.
    É chegada a hora de os próprios líderes começarem, com vigor, a pressionar Renan por esse tipo de atitude que tá passando dos limites.
    Estive cuidando da saúde mas tô firme na greve, hoje lá na Esplanada, e no apoio naquilo que eu puder ajudar.


    Acho que temos que encher a caixa do Temer também. Quem sabe ele pode soprar no ouvido desse pessoal. Será que uma derrota para nós é uma derrota tão grande para o Governo mesmo ?. Eu não posso acreditar.

    Hummm....  Azucrinar o Michel "bonzinho" Temer.  Boa idéia!  
    Pena que não dá pra mandar o barulho da vunvunzela junto.

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    Mensagem por Lula Molusco Qui 03 Set 2015, 9:25 am

    #DerrubaoVeto

    Texto muito bom.

    1) Não concordo que tivemos um reajuste de 26%. Cada um teve um reajuste diferenciado, pois cada um tem suas próprias rubricas. Prefiro sempre falar que o reajuste médio foi de 15,8%, pois leva em consideração todas as rubricas. O índice de 26% só é factível se levarmos em consideração apenas as rubricas VB+GAJ. Nesse ponto, a nota técnica do STF é altamente esclarecedora.

    2) No seu texto tem uma informação equivocada. Não são 2,5 anos, e sim 4 anos. Quando se fala em impacto orçamentário, o referencial tem que ser em anos, sem quebrada. O impacto em 4 anos (2015 a 2018) corresponde a 25,6 bilhões. Nesse ponto, a nota técnica do STF é altamente interessante, pois leva em consideração a folha de todo o PJU para 4 anos, e vem o número de 22%.

    3) No último parágrafo eu reforçaria que o impacto orçamentário de 10,4 bilhões somente será integralizado em 2018.

    "A uma, um impacto de 10,4 bilhões, que somente será integralizado em 2018, para um orçamento de 1,3 trilhão é uma quantia ínfima,"

    FMF escreveu:Minha mensagem de esclarecimento para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]:

    Muito tem se falado que o pleito dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU) é absurdo e inexequível.

    Pois bem.

    A verdade não é bem essa. Aliás, o que ocorre aqui é uma deturpação de dados por parte do Governo que, a todo custo, distorce os dados para tentar jogar os servidores do Poder Judiciário contra a sociedade.
    Em primeiro lugar é necessário um esclarecimento acerca do que os servidores do PJU significam para a prestação jurisdicional. Ao contrário do que muitos pensam, os servidores é que fazem, de fato, os processos andarem, pois minutam decisões, expedem alvarás, atendem aos advogados, elaboram pesquisas doutrinária e jurisprudenciais, é dizer: efetuam de modo geral um trabalho altamente técnico, qualificado e especializado. Não é demais lembrar que o Exmo. Ministro Ives Gandra Martins Filho reconheceu em 18/12/2014 que 'assessores é que são os “juízes de fato” na Justiça do Trabalho' (isso significa: assessores, que são servidores, julgam efetivamente os processos, os quais apenas são chancelados pelo Ilmo. Ministro). E essa não é apenas uma realidade da Justiça do Trabalho (que possui muitos "juízes de fato"), mas também é a da Justiça Federal, na qual os servidores que assessoram os Juízes e Desembargadores também acabam por auxiliar, na elaboração de decisões dos Exmo. Magistrados.

    Em segundo lugar, bem diferente do que alega o Governo, não há reajustes de até 78%. Esse percentual é previsto para os níveis iniciais da carreira de Auxiliar Judiciário (nível fundamental) os quais há muitos anos não existem. Os Auxiliares que existem hoje estão no fim de carreira, sendo que há quase 10 anos não há  concurso nos órgãos do PJU para o cargo, esclarecendo-se que os cargos que têm vagado estão sendo extintos. O que prevê o PLC 28/2015, vetado pela Presidente da República, é uma recomposição de 56%. Por que se diz recomposição? Por que não se trata aqui de aumento real, mas apenas de recomposição do poder aquisitivo dos servidores.

    Aqui vale uma explicação melhor.

    O último plano de carreiras que os servidores tiveram data de 2006 (parcelado até 2008), sendo que tal plano teve o escopo de recompor perdas passadas e ainda assim de forma parcelada. A primeira parcela do plano de 2006 (Lei 11.416/2006) refere-se à junho de 2006. A inflação acumulada de junho de 2006 a julho de 2015 é na ordem de 68,12% pelo IPCA geral (fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Em todo esse período, de 2006 a 2015, a única coisa que os servidores do PJU tiveram, foi uma recomposição de 15,8% sobre a folha de pagamento em 3 parcelas (janeiro de 2013 a janeiro de 2015). No caso de boa dos servidores, a recomposição foi de 26%, pois se aplicou os valores disponibilizados pelo Governo em uma gratificação de modo que se possibilitasse um percentual ligeiramente maior e evitar piores prejuízos, esclarecendo-se que os vencimentos básicos ficaram congelados, haja vista que os valores são os mesmos de 2006 (sobre os vencimentos incidem os adicionais de qualificação, cujos valores são os mesmos desde 2006).
    Façamos as contas agora.
    De junho de 2006 a julho de 2015 tivemos uma inflação de 68,12%. Nesse ínterim, os servidores tiveram 26%, o que resulta no período ora destacado em uma perda salarial, na melhor das hipóteses, de 42,12% já em julho de 2015. Ocorre que o PLC28 é parcelado até dezembro de 2017, e, numa visão bastante otimista, a inflação deve girar em torno de 16% entre julho de 2015 e dezembro de 2017, ou 84,12% se considerado o mês de junho de 2006. Ora, considerando um reajuste de 26% entre junho de 2006 e dezembro de 2017, seriam necessários 58,12% para recompor as perdas inflacionárias, valor este superior que o de 56% pretendido pelos servidores no PLC 28/2015 vetado pela Presidente, é dizer: até pelo PLC 28/2015 há prejuízo salarial por parte dos servidores.

    Deste modo, não podem, de maneira alguma, os servidores aceitar o que fora proposto pelo Governo parcelado até junho de 2019 e que gerará, na melhor das hipóteses, uma recomposição que mal chegará aos 40% e para um período em que a inflação será algo em torno de 100%! Frise-se que se houvesse data-base anual, como prevê a Constituição Federal, a situação salarial dos servidores do PJU não seria caótica como atualmente e não se pleitearia percentuais que, observados isoladamente, parecem elevados. Aliás, que fique claro, diferentemente da iniciativa privada, que em muitos casos teve reajustes salariais até além da inflação (sendo esta o patamar mínimo), que tem Participação nos Lucros e Resultados, FGTS e outros benefícios, os servidores não têm nada disso.

    Feitas as explanações iniciais, passemos aos números.
    O Governo, de maneira maliciosa, tem alegado que o reajuste dos servidores do PJU vai gerar um gasto de 25 bilhões. Ocorre que isso não é verdade. Como se sabe, o orçamento é anual e, portanto, as despesas devem ser calculadas anualmente. No caso, depois de dezembro de 2017, os gastos anuais com a implantação integral do PLC 28/2015 serão de 10,4 bilhões. Os 25 bilhões propalados aos 4 ventos pelo Poder Executivo referem-se aos gastos com o PLC28/2015 em um período de 2,5 anos (de julho de 2015 a dezembro de 2017), não sendo feita a conta correta que é a anual.

    Outra inverdade é a alegação de que o reajuste dos servidores do PJU vai quebrar o País. A uma, um impacto de 10,4 bilhões para um orçamento de 1,3 trilhões é uma quantia ínfima, sendo certo que o reajuste dos servidores do PJU em nada modifica a má gestão de um Governo que gasta bilhões em estádios de futebol e com cargos comissionados, milhares de dólares e uma diária de hotel e centenas de milhares de dólares com o aluguel de limosines. A duas, ao Poder Judiciário vem sendo sonegado o orçamento que lhe pertine há tempos por este Governos que aí se encontra. Apenas para se ter uma ideia, o Judiciário hoje recebe pouco mais da metade dos valores que teria por direito tomando como base a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso significa dizer: o previsto no PLC 28/2015 encontra-se muito abaixo dos limites da LRF e diz respeito a um orçamento que já deveria ter sido concedido ao Judiciário, sob pena de afronta ao princípio da independência e separação dos poderes. Em resumo, o que vemos aqui é o Poder Executivo fazer caridade com o chapéu alheio, já que usa orçamento que deveria ser destinado ao PJU para outros fins.

    Era o que me cumpria esclarecer como ouvinte da Band e servidor do PJU
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    Mensagem por Solange4 Qui 03 Set 2015, 9:29 am

    O PL 2648 (titica) já tem 72 emendas propostas. Talvez sirvam pra atrasar um pouco a votação.
    Vejam essa, que interessante:

    "Acrescente-se o seguinte artigo ao Projeto de Lei 2.648, de 2015, renumerando-se os demais:
    Art. 7º Esta Lei visa recompor, parcialmente, a remuneração consumida pela inflação até o ano de 2015.
    JUSTIFICAÇÃO
    A presente emenda evidencia que Projeto de Lei repõe, parcialmente, perdas inflacionárias relativas a períodos anteriores a sua edição, com o fito de garantir que as defasagens vindouras sejam também recompostas no futuro. Sala da Comissão, em de setembro de 2015.
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    Mensagem por Lula Molusco Qui 03 Set 2015, 9:32 am

    Alvinegro de Coração escreveu:Hoje tambem sera um dia tenso, por conta da sessao na camara, onde o substitutivo e o PL titica podem ser votados e aprovados. Foco nos deputados.

    Abraços.

    #DerrubaoVeto

    Pode ser apresentado um requerimento com 52 assinaturas mais a assinatura do requerente para que a matéria seja apreciada diretamente no plenário da CD.

    Como a cúpula do PMDB está diboa com dilmandioca, é possível que eles consigam fazer isso. Mas... tem um custo político muito alto, pois a "base" não está se comportando como boiada. Muitos estão "pensando ser sapiens" e estão votando contra a recomendação da liderança.

    Se dilmandioca tivesse a certeza que a ADI contra o nosso reajuste é ganho líquido e certo, ela não teria se esforçado tanto em derrubar uma sessão do CN que estava acontecendo.

    O caminho continua sendo pressão nos parlamentares. Eles dependem de voto para se eleger prefeito ou apoiar um correligionário.
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    Mensagem por Nath_S.O.S_Justiça! Qui 03 Set 2015, 9:37 am

    Solange4 escreveu:O PL 2648 (titica) já tem 72 emendas propostas. Talvez sirvam pra atrasar um pouco a votação.
    Vejam essa, que interessante:

    "Acrescente-se o seguinte artigo ao Projeto de Lei 2.648, de 2015, renumerando-se os demais:
    Art. 7º Esta Lei visa recompor, parcialmente, a remuneração consumida pela inflação até o ano de 2015.
    JUSTIFICAÇÃO
    A presente emenda evidencia que Projeto de Lei repõe, parcialmente, perdas inflacionárias relativas a períodos anteriores a sua edição, com o fito de garantir que as defasagens vindouras sejam também recompostas no futuro. Sala da Comissão, em de setembro de 2015.
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    Mensagem por FLUSÃO Qui 03 Set 2015, 9:43 am

    Dúvida em relação ao corte de ponto: sou servidor do TJDFT e nunca tivemos ponto cortado nestes 5 anos de greves. Aqui, no retorno, começam cobrando o pagamento de 2 horas por dia e no final sai uma nota que o pagamento das horas será por "cumprimento de metas" (não me perguntem a definição). Sendo assim, se cortarem o ponto não podem mais cobrar que se coloque o trabalho em dia. Que se trabalhe, por exemplo, pela eternidade com o atraso de 100 dias parados (já estamos caminhando para isso). Caso alguém que já teve ponto cortado, poderia confirmar se este é o modo de proceder.
    Aliás, cortar ponto é logicamente indispor o direito de greve. É tentar minar o movimento, o que não vão conseguir. Se for assim, a dica é adaptar o princípio do Vampeta ao nosso cotidiano: "o Flamengo finge que paga, e eu finjo que jogo".
    À luta e rumo a colocar 20 mil na Esplanada no próximo combate.
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    Mensagem por RICARDO.PONTES Qui 03 Set 2015, 9:43 am

    Nath_S.O.S_Justiça! escreveu:
    Solange4 escreveu:O PL 2648 (titica) já tem 72 emendas propostas. Talvez sirvam pra atrasar um pouco a votação.
    Vejam essa, que interessante:

    "Acrescente-se o seguinte artigo ao Projeto de Lei 2.648, de 2015, renumerando-se os demais:
    Art. 7º Esta Lei visa recompor, parcialmente, a remuneração consumida pela inflação até o ano de 2015.
    JUSTIFICAÇÃO
    A presente emenda evidencia que Projeto de Lei repõe, parcialmente, perdas inflacionárias relativas a períodos anteriores a sua edição, com o fito de garantir que as defasagens vindouras sejam também recompostas no futuro. Sala da Comissão, em de setembro de 2015.
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    Antes da apreciação do veto, não quero nem saber desse projeto!
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    Mensagem por Nilo Qui 03 Set 2015, 9:48 am

    Digoturbinado escreveu:
    Nilo escreveu:

    REDUZIR CUSTOS - PARA PENSAR:



    jotajota escreveu:

    1 - Se não dá pra mandar gente de todo brasil pra brasília, poderíamos otimizar os gastos e contribuir para que o pessoal próximo vá. Poderíamos entrar em contato com o pessoal de goiás , minas, tocantins, e financiar a ida em peso destes colegas. [EDITADO]







    2 - Alimentação.  Já foi planejada com a convocação das FOOD TRUCKS.  
    O tio da pipoca não estava dando conta.
    Mas o custo ainda está sendo por conta do servidor.

    3 - Água.

    4 - Acomodação solidária

    5 - Acomodação em sítio, chácara ou pousada (QUARTEL), banho, café e logística de transporte.

    6 - O Sindjus-DF e outros sindicatos deviam providenciar a instalação de toldos no gramado, pra evitar o sol escaldante ou chuva. [EMENDADO - Digoturbinado]

    PASSAMOS PRO MELQUI DEPOIS.

    farao Nilo



    O Sindjus-DF e outros sindicatos deviam providenciar a instalação de toldos no gramado, pra evitar o sol escaldante ou chuva.

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