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    Mensagem por Lula Molusco Qua 27 Jan 2016, 10:23 pm

    PCS-TRE escreveu:
    Lula Molusco escreveu:
    PCS-TRE escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Olha que a dilmandiôca está se esforçando muito para chegar aos índices econômicos de FHC. De popularidade já chegou faz tempo.

    Grande comparação: FHC recebeu a inflação em 1000, entregou em 10. Enfrentou crise mexicana, crise russa, crise asiática e crise do efeito Lula.
    A Dilma disse em 2014 que nao tinha crise nenhuma e agora diz que as coisas só estão um pouco dificeis por causa dos outros países e dos partidos de oposição no Brasil. Ela recebeu a inflação em 5 e agora está em mais de 10.

    Quando Itamar resolveu a questão política e Ricúpero (o da parabólica) resolveu a questão técnica, veio efetivamente o Plano Real. Sem eles, seria "água". A inflação de julho a dezembro de 94 deve ter sido algo em torno de 38,5%. No ano seguinte (1995) foi de 22,5%. No último ano (2002) foi de 12,5%.

    Em todas as crises, FHC fez bem o seu papel entreguista e foi de cócoras ao FMI. Mesmo com aqueles juros pornográficos de 45% do Armínio, ministro da fazenda do Aécio, "presidente" da CBF.

    Com a atual crise (a Crimeia continua dando bode...) do preço artificial do petróleo (27 dólares o barril), será que dilmandiôca vai se agachar ao FMI? Acho que não. Mas que ela está se esforçando para chegar nos índices econômicos de FHC, eu não tenho dúvidas.

    Os partidos de oposição e nada é a mesma coisa. Ela já fez o dever de casa e bem aquinhoou os edis do PMDB. Até o vice temeridade está arrependido da carta escrita.

    Vamos ver como evolui a bagaça...

    O petroleo foi pra 20 dolares na semana passada.

    E os problemas economicos do governo vem desde a posse do Mantega na Fazenda. Só pioraram a cada dia que a fonte ia secando.

    E a Dilma negou em 2014 a existencia de crise e empurrou o ano passado com a barriga, fazendo só os ajustes que doiam e ainda doem nas costas dos pobres e dos trabalhadores, poupando os ministérios e os cargos comissionados dos seus queridos edis.

    Crimeia?????!!!!!????? O que tem o (  *  ) com as calças?

    Itamar?

    Ele estava era no carnaval com a moça sem calcinha e passou o cheque em branco para o FHC e ele que foi atras do Persio e do Lara Resende para eles fazerem o que eles queriam ter feito desde o Cruzado e o Sarney nao deixou porque era trabalhoso, preferindo congelar preços por decreto.

    Pesquise "Plano Larida" e me diga se isso não é o Real. O Real quase 10 anos antes. Ja pensou?

    Quanto aos partidos de oposição, eu concordo. Não era para o PT ter escapado do Mensalão....

    Dilmandiôca é um pé-frio. Com o corintiano Mantega, o timão caiu. Com o ministro banqueiro levy mãos de tesoura, o Botafogo-RJ caiu. Agora com o Barbosito, o Vascão caiu...

    Mas você me convenceu. O Mantega fez o PIB crescer muito. Bom foi o ministro banqueiro levy mãos de tesoura. PIB vascaindo, ajuste dali, arrocho daqui, notas das fraudulentas e flatulentas agências rebaixadas...

    E nada da dilmandiôca taxar os ricos...

    Melhor com a gata sem calcinha, para fazer política, do que o bafômetro/bebum do Aécio, não?

    Quem corrigiu o Plano Real, do ponto de vista técnico, foi Ricúpero. Sem ele, era água. Com o escândalo da parabólica, Ciro Gomes ajudou a "manter" um nome decente no ministério, e não fazer do plano "água". Itamar fez o trabalho de articulação política, para que passasse no Congresso.

    Você não sabia que a queda do preço do petróleo está vinculada à questão da Crimeia.

    Meodeos!!!!! A ignorância é uma bênção... (desculpe-me Mestre)

    Me passa a sua fonte onde afirma que o barril está em 20 dólares. Quem sabe eu não estoco alguns aqui em casa. rs
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    Mensagem por PCS-TRE Qui 28 Jan 2016, 4:35 am

    Sobre o petroleo eu realmente nao atinava alguma influencia da Crimeia.
    Eu pensava que o fator principal seria o crescimento das fontes alternativas de energia, que reduziu a força do cartel da Opep.
    O xisto americano e a energia eólica(daí a ideia da nossa mandioca de estocar vento) e solar na europa.
    Com esses fatores, o petroleo caiu de 100 para 80, 60, 50, 40.
    Com o fim das sanções ao Irã semana passada, o petroleo do Irã voltou ao mercado e depois a Opep decidiu parar de segurar a produção.
    O foco do cartel agora é sufocar os países que tem custos maiores para produzir petroleo PARA QUE ELES DESISTAM DE PRODUZIR E SÓ DEPOIS DISSO O PREÇO CHEGUE A UM EQUILIBRIO, nao serão os 100 de antigamente mas será muito mais de 20.
    Viva o Pré-sal!!!! Lá se produz petroleo a quase 50 dolares o barril E COM AS SONDAS PROPINADAS DO PETROLÃO. Para vender a 20. Desse jeito é melhor importar....


    Quanto a economia brasileira, vamos ver se o Barbosa vai fazer o ajuste que o Levy nao fez. O Barbosa esteve lá o tempo todo. Ele andou junto com a Dilma na bicicleta....

    FMI??? Graças a essa implicancia com o FMI que o Brasil está devendo mais de um trilhão.
    O governo pagou a dívida do FMI com juros internacionais, se endividando com juros internos. Dívida interna.

    Sacou dinheiro do cheque especial para pagar um emprestimo consignado...
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    Mensagem por cicero_pb Qui 28 Jan 2016, 7:01 am

    Chapeuzinho já não sabia que vestido usar. Na dúvida, usou vermelho.

    E foi pra floresta com sua bicicleta. Socialmente correta e com muitas pedaladas, pois o combustível está muito caro!

    Lobo mau está sem dentes, mas mesmo assim conseguiu uma dentadura – falam as más línguas que trocou com uma lata de leite em pó com seu vizinho de coração.

    Agora chegou o movimento de ação afirmativa para o talento.

    É, tá lento mesmo.

    Com licença, tenho que tomar café. É minha parte social/afirmativa do dia. Ontem foi dia do leite.



    ps: retificada a última frase, por duvidosas conotatividades.
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    Mensagem por josebarbos Qui 28 Jan 2016, 5:48 pm

    E o governo anuncia mais crédito como solução para a economia.

    Outras medidas muito mais importantes, como investimentos em infraestrutura, estão em passos de tartaruga, quando não parados. Um monte de medidas tributárias absurdas criam restrições ou mesmo afugentam quem já está assustado (como o IR em remessas para o exterior).

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    Mensagem por PCS-TRE Sex 29 Jan 2016, 12:51 pm

    Ô injustiça nesse mundo!!!

    Uns com tanto e outros com tão pouco:

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    Poderiamos dividir nossa inflação com os japoneses....

    E eles dividirem a poupança deles com o Brasil...

    Sabe-se que o problema do Brasil é muita inflação e pouca poupança e o dos japoneses é o inverso...
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    Mensagem por Der Erpresser Sex 29 Jan 2016, 1:49 pm

    Os devotos do MAIS HONESTO estão apavoradinhos. Hehehehehe!

    Se lasquem!
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    Mensagem por josebarbos Sex 29 Jan 2016, 2:30 pm

    PCS-TRE escreveu:Ô injustiça nesse mundo!!!

    Uns com tanto e outros com tão pouco:

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    Poderiamos dividir nossa inflação com os japoneses....

    E eles dividirem a poupança deles com o Brasil...

    Sabe-se que o problema do Brasil é muita inflação e pouca poupança e o dos japoneses é o inverso...

    O Japão é um caso extremamente curioso da economia.
    A começar, se trata de uma ilha, então, de certa forma, é sim um ambiente mais isolado e controlado, por mais que você queira mudar o mundo.

    Basicamente, foi uma economia que cresceu absurdamente em três décadas. De repente, começaram a inventar obras faraônicas e o Estado passou a ter uma dívida astronômica em relação ao PIB. Houve uma crise de preços inflacionados e a população, até por ter um trauma de guerra ainda presente, passou a poupar e ter uma vida regrada, apenas pelo suficiente. Mesmo quem tem mais tino ao consumo espera para consumir, porque espera em breve uma nova queda brusca de alguns preços, como a ocorrida nos anos 90.

    E aí o governo não tem mais como fazer obras suntuosas. Nada de construir novos jardins, mas apenas aparar a grama dos que já estão lá.

    De toda a forma, muito interessante mostrar algo básico em economia: para o mercado aceitar qualquer política de governo, ela deve ser rápida, necessária e ousada.

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    Mensagem por PCS-TRE Sab 30 Jan 2016, 6:49 am

    josebarbos escreveu:
    PCS-TRE escreveu:Ô injustiça nesse mundo!!!

    Uns com tanto e outros com tão pouco:

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    Poderiamos dividir nossa inflação com os japoneses....

    E eles dividirem a poupança deles com o Brasil...

    Sabe-se que o problema do Brasil é muita inflação e pouca poupança e o dos japoneses é o inverso...

    O Japão é um caso extremamente curioso da economia.
    A começar, se trata de uma ilha, então, de certa forma, é sim um ambiente mais isolado e controlado, por mais que você queira mudar o mundo.

    Basicamente, foi uma economia que cresceu absurdamente em três décadas. De repente, começaram a inventar obras faraônicas e o Estado passou a ter uma dívida astronômica em relação ao PIB. Houve uma crise de preços inflacionados e a população, até por ter um trauma de guerra ainda presente, passou a poupar e ter uma vida regrada, apenas pelo suficiente. Mesmo quem tem mais tino ao consumo espera para consumir, porque espera em breve uma nova queda brusca de alguns preços, como a ocorrida nos anos 90.

    E aí o governo não tem mais como fazer obras suntuosas. Nada de construir novos jardins, mas apenas aparar a grama dos que já estão lá.

    De toda a forma, muito interessante mostrar algo básico em economia: para o mercado aceitar qualquer política de governo, ela deve ser rápida, necessária e ousada.



    Taí porque o ajuste fiscal não deu certo com o Levy e daria certo com o Armínio.

    Ele faria com convicção e com o respaldo político do presidente e de todos os partidos que apoiassem o governo e, principalmente, com o mandato do povo, que se tivesse elegido o Aécio, tinha demonstrado que queria isso tudo.

    Já o Levy apresentou as propostas capengas, focando apenas a receita, pois nao podia mexer no bolsa família, no BNDES e em outras despesas sagradas do ideario petista e ainda assim muitas de suas propostas foram boicotadas pelo PT e outros partidos governistas.

    O Armínio faria um orçamento base zero.
    Passaria a lupa em todas as despesas e cortaria o que fosse necessário.
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 30 Jan 2016, 12:33 pm

    PCS-TRE escreveu:
    josebarbos escreveu:
    PCS-TRE escreveu:Ô injustiça nesse mundo!!!

    Uns com tanto e outros com tão pouco:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Poderiamos dividir nossa inflação com os japoneses....

    E eles dividirem a poupança deles com o Brasil...

    Sabe-se que o problema do Brasil é muita inflação e pouca poupança e o dos japoneses é o inverso...

    O Japão é um caso extremamente curioso da economia.
    A começar, se trata de uma ilha, então, de certa forma, é sim um ambiente mais isolado e controlado, por mais que você queira mudar o mundo.

    Basicamente, foi uma economia que cresceu absurdamente em três décadas. De repente, começaram a inventar obras faraônicas e o Estado passou a ter uma dívida astronômica em relação ao PIB. Houve uma crise de preços inflacionados e a população, até por ter um trauma de guerra ainda presente, passou a poupar e ter uma vida regrada, apenas pelo suficiente. Mesmo quem tem mais tino ao consumo espera para consumir, porque espera em breve uma nova queda brusca de alguns preços, como a ocorrida nos anos 90.

    E aí o governo não tem mais como fazer obras suntuosas. Nada de construir novos jardins, mas apenas aparar a grama dos que já estão lá.

    De toda a forma, muito interessante mostrar algo básico em economia: para o mercado aceitar qualquer política de governo, ela deve ser rápida, necessária e ousada.

    Taí porque o ajuste fiscal não deu certo com o Levy e daria certo com o Armínio.

    Ele faria com convicção e com o respaldo político do presidente e de todos os partidos que apoiassem o governo e, principalmente, com o mandato do povo, que se tivesse elegido o Aécio, tinha demonstrado que queria isso tudo.

    Já o Levy apresentou as propostas capengas, focando apenas a receita, pois nao podia mexer no bolsa família, no BNDES e em outras despesas sagradas do ideario petista e ainda assim muitas de suas propostas foram boicotadas pelo PT e outros partidos governistas.

    O Armínio faria um orçamento base zero.
    Passaria a lupa em todas as despesas e cortaria o que fosse necessário.

    Infelizmente ele não cortaria o básico: os juros e o serviço da dívida pública. Até porque é dele a famosa marca de juros pornográficos: taxa selic de 45%, apelidada por alguns de juros armínicos.

    A dívida brasileira aumentou muito porque os juros saíram de 7% para 12%. Se baixasse para 3%, aí sim teríamos a diminuição da dívida pública, com capacidade para investimento.
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    Mensagem por josebarbos Sab 30 Jan 2016, 3:39 pm

    Já que apareceu no tópico, sugiro que comente sobre o lucro do Bradesco.
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 30 Jan 2016, 4:02 pm

    [modo irônico]

    O levy mãos de tesoura era vinculado ao Bradesco. Está explicado o lucro do Bradesco.

    [/modo irônico]


    Última edição por Lula Molusco em Sab 30 Jan 2016, 6:55 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por cicero_pb Sab 30 Jan 2016, 6:40 pm

    Uma pergunta imbecil:

    Será que o probo molusco acredita no que diz?
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 30 Jan 2016, 6:56 pm

    lol!  lol!  lol!

    Foi mal cicero_pb.

    Acertei o post.
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    Mensagem por Chuck Coleman Sab 30 Jan 2016, 7:31 pm

    Cadê os edis, probo molusco? lol!
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    Mensagem por josebarbos Dom 31 Jan 2016, 10:31 am

    Lula Molusco escreveu:[modo irônico]

    O levy mãos de tesoura era vinculado ao Bradesco. Está explicado o lucro do Bradesco.

    [/modo irônico]

    E por que o atual governo permitiu tanto tempo a suposta agenda negativa do mercado?
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    Mensagem por PCS-TRE Seg 01 Fev 2016, 6:10 am

    PCS-TRE escreveu:
    josebarbos escreveu:
    PCS-TRE escreveu:Ô injustiça nesse mundo!!!

    Uns com tanto e outros com tão pouco:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Poderiamos dividir nossa inflação com os japoneses....

    E eles dividirem a poupança deles com o Brasil...

    Sabe-se que o problema do Brasil é muita inflação e pouca poupança e o dos japoneses é o inverso...

    O Japão é um caso extremamente curioso da economia.
    A começar, se trata de uma ilha, então, de certa forma, é sim um ambiente mais isolado e controlado, por mais que você queira mudar o mundo.

    Basicamente, foi uma economia que cresceu absurdamente em três décadas. De repente, começaram a inventar obras faraônicas e o Estado passou a ter uma dívida astronômica em relação ao PIB. Houve uma crise de preços inflacionados e a população, até por ter um trauma de guerra ainda presente, passou a poupar e ter uma vida regrada, apenas pelo suficiente. Mesmo quem tem mais tino ao consumo espera para consumir, porque espera em breve uma nova queda brusca de alguns preços, como a ocorrida nos anos 90.

    E aí o governo não tem mais como fazer obras suntuosas. Nada de construir novos jardins, mas apenas aparar a grama dos que já estão lá.

    De toda a forma, muito interessante mostrar algo básico em economia: para o mercado aceitar qualquer política de governo, ela deve ser rápida, necessária e ousada.



    Taí porque o ajuste fiscal não deu certo com o Levy e daria certo com o Armínio.

    Ele faria com convicção e com o respaldo político do presidente e de todos os partidos que apoiassem o governo e, principalmente, com o mandato do povo, que se tivesse elegido o Aécio, tinha demonstrado que queria isso tudo.

    Já o Levy apresentou as propostas capengas, focando apenas a receita, pois nao podia mexer no bolsa família, no BNDES e em outras despesas sagradas do ideario petista e ainda assim muitas de suas propostas foram boicotadas pelo PT e outros partidos governistas.

    O Armínio faria um orçamento base zero.
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    .

    Será isso que eles estão pensando em fazer agora???? Deus queira que sim...


    Programas sociais têm de sair do 'piloto automático', afirma ministro


    VALDO CRUZ
    DE BRASÍLIA
    JULIANNA SOFIA
    COORDENADORA DE ECONOMIA DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
    01/02/2016 03h00

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    O novo ministro do Planejamento, Valdir Simão, afirma que o governo quer acabar com o "piloto automático" dos programas federais, inclusive os da área social, para "descontinuar" os que não têm mais sentido e reforçar os mais eficazes.

    Para isso, revelou que fará uma avaliação de vários deles, citando Farmácia Popular, Garantia Safra, UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e construção de creches no Pró-Infância.

    A medida faz parte da reforma do Estado que o ministro elabora, com quatro pilares: desburocratização, reorganização administrativa, fortalecimento da gestão e do controle e gestão da qualidade do gasto público.

    "Temos de verificar a qualidade dos programas. E para que esta avaliação? Para aperfeiçoar e fazer o orçamento seguinte do programa refletir as suas necessidades. Não podemos ficar ligados no piloto automático e simplesmente colar a gestão orçamentária", afirmou.

    Pedro Ladeira/Folhapress
    O ministro do Planejamento, Valdir Simão, em entrevista em seu gabinete, em Brasília
    O ministro do Planejamento, Valdir Simão, em entrevista em seu gabinete, em Brasília

    *

    Folha - O governo fechou 2015 com um déficit de R$ 115 bilhões, o maior desde sempre. Onde o governo fracassou?
    Valdir Simão - Tivemos dificuldades, em especial nos últimos dois anos: preço das commodities em queda, trazendo um desaquecimento da atividade econômica, que teve impacto nas receitas. O Orçamento é muito engessado, apenas 8,5% podem ser contingenciados, uma margem muito difícil. Temos um desafio grande neste ano, temos de ter como referência a meta aprovada no Congresso, de um superavit de 0,5% do PIB.

    Como cumprir esta meta, o mercado não acredita?
    Para 2016, algumas medidas são centrais para atingirmos o resultado, aprovar a CPMF e a DRU [Desvinculação de Receitas da União], mas também medidas do lado da despesa e da organização do Estado. A questão da reforma da Previdência tem de ser discutida.

    A Previdência é importante para o longo prazo. Mas, para a meta de 0,5%, o que fazer?
    Estamos discutindo uma série de medidas, fazendo um trabalho de revisão de parâmetros para contratação na administração pública, para focar mais em produtividade e menos em quantidade dos serviços. Esta é uma dimensão importante, porque nossos parâmetros ainda não são bons. É possível fazer melhor com menos.

    Este é um discurso que muitos já fizeram, sem resultado. O que leva o sr. a acreditar que será diferente?
    O gestor público tem de colocar produtividade no seu processo de decisão. Para isto, estamos discutindo no âmbito da reforma do Estado quatro pilares. Primeiro, a desburocratização, identificando onde estão os gargalos e eliminando-os, o que contribui para a melhoria do bem-estar, reduz custo para o Estado e acaba com controles desnecessários e melhora o ambiente de negócios.

    O que de fato pode melhorar?
    Por exemplo, todos os órgãos têm de ter prazos de atendimento. Não é possível uma empresa um cidadão fazer uma requisição ao Estado, e ele não ter prazo máximo para atender. Essa tem de ser uma regra, todos os processos que não tiverem prazo máximo passarão a ter.

    Qual é o outro pilar da reforma do Estado?
    A reorganização administrativa do Estado. Estamos cortando cargos, o Estado tem aproximadamente 22 mil cargos comissionados.

    Mas isso foi prometido e até agora não cumprido.
    Estamos buscando acelerar este processo. Ainda não foram cortados, mas serão.

    Os parâmetros de gastos são ruins, como o sr. disse. O que fazer para melhorar?
    Aí entra o terceiro pilar da reforma do Estado, atacar a qualidade do gasto. Temos hoje um conjunto de políticas que são implementadas, mas a avaliação da qualidade, da efetividade destas políticas ainda não é boa. Eu preciso sistematicamente, ano a ano, avaliar se determinado programa social, se determinado investimento deve ou não continuar.

    O que deve ser descontinuado?
    É preciso verificar se o programa está se propondo aquilo para o que foi idealizado, do ponto de vista fiscal e de investimento, se na sua formatação existem vulnerabilidades que possam permitir desvios. Posso falar aqui quais programas eu pretendo avaliar, sem trazer um prejulgamento se ele é adequado ou não. O Garantia Safra, que é uma bolsa paga ao agricultor por causa da escassez de chuva, é um exemplo. Estamos avaliando a Farmácia Popular, o funcionamento das UPAs [Unidades de Pronto Atendimento], do ponto de vista qualitativo, se estão atendendo as expectativas. E para que essa avaliação? Para aperfeiçoar e fazer o orçamento seguinte do programa refletir as suas necessidades. Não podemos ficar ligados no piloto automático e simplesmente colar a gestão orçamentária.

    Como o sr. avalia a qualidade?
    O Bolsa Família, que é um programa de sucesso, ninguém tem dúvida do seu impacto social, da sua efetividade e importância. Mas sempre há a possibilidade de aperfeiçoamento. Então, esta é uma rotina que o Ministério do Planejamento tem de desenvolver, garantir que o programa primeiro tenha sido bem formatado e todas as suas vulnerabilidades e riscos sejam mapeados, segundo avaliar sua efetividade. Quando eu criei o Bolsa Família tinha o objetivo de redução da pobreza. Ele está contribuindo para isto? Está. Ele tem de continuar? Tem de continuar. Isto fortalece o programa para o gestão do ciclo orçamentário. E, é claro, quando se identificar que há programas que já cumpriram seu papel, têm de ser descontinuados.

    Tem algum caso identificado?
    Estamos começando a avaliação, o que eu falar é especulação. [Estamos avaliando] o Pro-Infância, na construção de creches. Estamos fazendo uma avaliação dos cartões de pagamento da defesa civil. Aí é muito na questão do controle, revisão das condições, do que da questão da efetividade do programa.

    Qual é o quarto pilar?
    Fortalecimento da gestão e do controle. Tínhamos fragilidades na gestão porque não incorporamos ainda a gestão de risco como uma rotina. Precisamos adotar na administração pública programas de "compliance" como estão sendo adotados no setor privado. Códigos de conduta, revisão do processo decisório para que ele seja equilibrado, não concentrar decisão nas mãos de poucas pessoas, fazer um trabalho de formação e capacitação das pessoas com base nesse código de conduta. Ter canais de denúncias, apurar efetivamente as denúncias, punir as pessoas adequadamente.

    Esta reforma, num momento de investigação sobre irregularidades na Petrobras, tem como alvo evitar a corrupção?
    Ela contribui, mas não posso distinguir o controle voltado para o "compliance", para a integridade, do controle voltado para resultado. Por exemplo, a relação com fornecedores: como devo receber, alguém deve estar junto? Como deve ser a política de recebimento de presentes ou de oferta de patrocínio? Isso tem de estar claro para todos. Vamos eliminar a corrupção? Não. Nenhum programa se propõe a isso. Ele se propõe a evitar que ela aconteça, mas, se acontecer, possa ser identificada. E, identificada, que o agente possa ser punido.


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    Mensagem por cicero_pb Seg 01 Fev 2016, 7:28 am

    Lendo o texto acima só me lembrei de "A Revolução dos Bichos".

    Os porcos criando leis e prazos numa espiral sem fim.

    E no final prejudica todos, menos eles mesmos (os porcos - que fazem conluio com seus adversários).

    Ainda prefiro meu torrão de açúcar.
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    Mensagem por josebarbos Seg 01 Fev 2016, 5:10 pm

    cicero_pb escreveu:Lendo o texto acima só me lembrei de "A Revolução dos Bichos".

    Os porcos criando leis e prazos numa espiral sem fim.

    E no final prejudica todos, menos eles mesmos (os porcos - que fazem conluio com seus adversários).

    Ainda prefiro meu torrão de açúcar.

    Princípio básico de administração pública:

    Criar uma política pública deveria ser melhor refletido, porque retirá-la é dificílimo. Por mais que justificada, causa um rombo político naqueles que deixam de ser atendidos por ela.
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    Mensagem por Lula Molusco Ter 02 Fev 2016, 5:23 am

    josebarbos escreveu:
    Lula Molusco escreveu:[modo irônico]

    O levy mãos de tesoura era vinculado ao Bradesco. Está explicado o lucro do Bradesco.

    [/modo irônico]

    E por que o atual governo permitiu tanto tempo a suposta agenda negativa do mercado?

    Congresso é a chave do entrave. Lá a maioria é de empresário, ruralista ou representante de banqueiro.

    Diminuir a desigualdade social somente com distribuição da riqueza. Para isso tem que taxar os ricos. Aumentar a CSLL dos bancos foi pouco. Precisa de mais. A recriação da CPMF só vai avançar porque os governadores vão ter a boquinha.

    Agora, e os mais ricos que não pagam impostos ou que pagam menos de 6%? Aí está o nó da questão. Quem ganha mais ou não paga imposto ou paga uma mixaria.

    É hora de retirar as isenções que FHC deu aos ricos

    11/09/2015 - Copyleft

    O sócio de uma empresa que recebe R$ 350 mil por mês via distribuição de dividendos não paga nada de imposto enquanto alguém que recebe R$5 mil paga 27,5%.

    Lindbergh Farias*

    Jane de Araújo / Agência Senado

    Na quarta-feira (9), a agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota do Brasil de BBB- para BB .

    Para a S&P, o Brasil deixou de ter o grau de investimento, passando a ter uma nota que corresponde ao nível especulativo. Contudo, é óbvio que o governo não deixará de honrar seus compromissos com os credores. A S&P é a agência que avaliou com Triplo A, grau máximo de segurança, os títulos subprime que provocaram a grande crise financeira americana de 2008. Não podemos nos esquecer ainda que essa mesma agência atribuiu classificação máxima ao Lehman Brothers no mesmo mês em que o banco americano quebrou. Pois bem, qual nota essas agências merecem? Paul Krugman, em 2011, ao comentar a decisão da S&P de rebaixar a nota dos EUA, disse: “essa agência é a pior instituição a qual alguém deveria recorrer para receber opiniões sobre as perspectivas do nosso país”.

    O maior paradoxo é, no entanto, que o ministro Joaquim Levy foi nomeado justamente para evitar que o Brasil perdesse seu grau de investimento. O ministro da Fazenda dizia que o Brasil tinha que fazer um ajuste fiscal rigoroso para melhorar a situação das contas públicas, porque, em 2014, havíamos fechado o ano com déficit nominal de 6,7% do PIB.

    No Senado, eu votei contra o ajuste com o argumento de que em vários países onde foram adotados planos de austeridade semelhantes o resultado foi o de piorar a situação fiscal e agravar os problemas sociais. Esses ajustes colocam a economia em recessão, diminuem a arrecadação e fazem a dívida pública aumentar. É o que está acontecendo no Brasil. Nós estamos em recessão! A arrecadação caiu 3% e nosso déficit nominal, que tinha sido de 6,7% do PIB em 2014, alcançou 8,8% no acumulado dos últimos 12 meses.

    Esse déficit é fruto da desaceleração da economia, mas principalmente de uma política monetária esquizofrênica, que coloca o Brasil como campeão mundial de taxa de juros. Essa política tem um enorme impacto fiscal. Cada 1% de aumento da taxa Selic provoca um custo fiscal de R$ 15 bilhões a R$ 20 bilhões a mais. Só com o aumento da taxa de juros e com o custo das operações de swaps cambiais, o governo federal desembolsou R$ 288,6 bilhões de janeiro a julho desse ano. Para efeito de comparação, de janeiro a julho do ano passado, o Brasil tinha pagado R$ 148 bilhões, ou seja, houve um crescimento de 95%. Em 2014, os gastos do governo com juros foram de R$ 311,5 bilhões, o que corresponde a 5,64% do PIB. E agora, no acumulado dos últimos 12 meses, até julho, essa despesa chegou a 7,92% do PIB, o equivalente a R$ 452 bilhões.

    Por outro lado, o governo cortou este ano R$ 19 bilhões em investimentos, que caíram de R$ 85 bilhões para R$ 66 bilhões. Aprovou ainda duas medidas provisórias que mexeram no seguro desemprego e no abono salarial para economizar outros R$ 18 bilhões. Isso significa uma economia da ordem de R$ 35 bilhões.

    Não tem como dar certo. O governo corta investimentos e direitos, mas gasta muito mais com aumento de juros e swaps cambiais.

    Agora entramos em um momento da conjuntura em que o centro do debate politico é sobre como resolver o problema do déficit do orçamento de 2016.

    Nós estamos entre aqueles que defendem que o centro da estratégia deve ser a retomada do crescimento econômico, com a diminuição da taxa Selic, para fechar o ralo da perda de recursos. Assim, será possível ampliar os investimentos e gerar emprego e renda, o que aumentará a arrecadação e preservará os direitos sociais e o orçamento, tirando a economia desse círculo vicioso que aprofunda a recessão. Do outro lado estão aqueles que equivocadamente advogam que é necessário aprofundar os cortes, com a retirada de mais direitos trabalhistas e previdenciários, com a redução de recursos do orçamento (o que compromete os investimentos em educação, saúde e programas sociais) e com a diminuição dos investimentos públicos.

    Acredito que o aprofundamento da política de austeridade agravará a recessão, ampliará a crise social, com o crescimento do desemprego e queda da renda, e alimentará a crise política. Foi assim em todos os países que aplicaram esse receituário desastroso. É assim no Brasil, com a política econômica do ministro Joaquim Levy.

    Aumentar a arrecadação fazendo justiça social

    Dados das declarações do imposto de renda divulgados recentemente pela Receita Federal, com base nos números de 2013, apontam que 71 mil brasileiros super-ricos (com renda mensal superior a 160 salários mínimos e que correspondem a 0,3% dos declarantes de Imposto de Renda Pessoa Física) ganharam R$ 196 bilhões sem pagar nenhum centavo de imposto de renda, porque receberam esse valor por meio da distribuição de lucros e dividendos, que são totalmente isentos de tributos no Brasil.

    Mais chocante é quando a lupa da Receita se aproxima: dos 71.440 super-ricos, 51.419 receberam bilhões de reais em lucros e dividendos, mas pagaram em impostos menos de 6% da sua renda total. Apesar da renda média declarada ser de R$ 4,5 milhões, R$ 3,1 milhões ficaram integralmente isentos por serem lucros e dividendos.

    Vejam que absurdo: o sócio de uma grande empresa que recebe R$ 350 mil por mês via distribuição de dividendos não paga nada de imposto, enquanto um professor universitário ou um servidor público, que recebem R$ 5 mil por mês, são taxados em 27,5%.


    Além de retomarmos a tributação sobre lucros e dividendos, será necessário acabar com a figura do juro sobre o capital próprio, outra distorção criada no governo FHC e que estabeleceu que os mesmos recursos nas mãos de um empresário podem ser, simultaneamente, investidos na produção e ficticiamente colocados no mercado financeiro, ou seja, o mesmo capital pode gerar lucros e juros. É quase mágica! A Lei 9.249, de iniciativa do governo de FHC, inventou, portanto, uma fórmula para reduzir contabilmente os lucros das empresas para que elas pagassem menos impostos. Mas o lucro verdadeiro continuaria o mesmo.

    O dinheiro do empresário que é colocado na empresa, chamado de capital próprio, é considerado um empréstimo do dono à sua empresa. Então, a empresa tem que pagar juros ao seu dono. Logo, o dono recebe juros da sua empresa sobre o seu próprio capital. Em suma, ele recebe da empresa juros (pelo empréstimo fictício que fez à sua empresa) e lucros (pelos verdadeiros investimentos que realizou com o seu capital). E isso beneficia demasiadamente a pessoa jurídica – a empresa -, porque suas despesas aumentam com o pagamento de juros, o que faz seu lucro cair, e, dessa forma, ter que pagar menos impostos (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre Lucro Líquido).

    Há varias alternativas tributárias para tornar nosso sistema mais justo e progressivo. É possível criar um imposto sobre grandes fortunas – previsto na Constituição, mas nunca implementado -, aumentar a alíquota do imposto sobre herança ou até mesmo reformular o Imposto Territorial Rural. Em 2011, apresentei uma PEC que altera o artigo 155 da Constituição Federal, para permitir que o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) incida sobre veículos de luxo, como iates, jatinhos e helicópteros.

    Como resolver o déficit do orçamento de 2016

    Neste momento de crise, temos urgência para aprovar propostas mais eficientes e viáveis para arrecadar mais, mas fazendo justiça social.

    Acredito que a resposta para o problema do déficit no orçamento do próximo ano é a retomada da tributação sobre lucros e dividendos, com uma alíquota de 15%, e a eliminação da figura dos juros sobre o capital próprio, que passaram a vigorar em 1995 com o argumento de atrair capitais e estimular os investimentos privados (apesar disso, os investimentos ficaram estagnados e o sistema tributário brasileiro ficou mais regressivo e distorcido, aumentando a concentração de renda e riqueza). O volume de lucros e dividendos distribuídos e declarados subiu de R$ 108 bilhões em 2007 para R$ 287 bilhões em 2013. Com a aprovação desses projetos, podemos arrecadar em 2016 até R$ 60 bilhões.

    Sendo assim, nós podemos acabar com o déficit orçamentário sem retirar direitos dos trabalhadores, sem cortar o orçamento da União e sacrificar os investimentos públicos necessários para a retomada do crescimento. Com a elevação da arrecadação e a diminuição da taxa Selic, é possível superar essa política de austeridade, que não resolve os problemas da nossa economia. Além disso, daremos um passo importantíssimo para reformar o nosso sistema tributário, hoje regressivo e injusto.

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    Mensagem por Lula Molusco Ter 02 Fev 2016, 8:57 pm

    A crise bate firme desde o ano passado.

    "Folha de S.Paulo" começa série de demissões; cortes atingem todas as editorias

    Por Vanessa Gonçalves | 02/02/2016 17:20

    O mau momento do mercado de comunicação continua a fazer suas vítimas nas redações. O jornal Folha de S.Paulo começou, na tarde desta terça-feira (02/02), mais uma série de demissões.

    (...)

    No ano passado, uma série de demissões em diversos veículos de comunicação assustou o mercado. Para ler mais, clique aqui.

    Para a matéria completa, acesse aqui.
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    Mensagem por cicero_pb Qui 11 Fev 2016, 3:34 pm

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    Leiam. Nada de novidade, salvo que os termos, agora, são CATASTRÓFICOS!!!

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 13 Fev 2016, 7:37 am

    Crise econômica... Com 11 navios atracados no RJ só no domingo. E o carnaval ainda não acabou.

    Mais de 1 milhão de turistas visitaram o Rio nos dias de Carnaval

    11/02/2016 12:32:45 - Atualizada às 11/02/2016 12:55:18

    Segundo a Riotur, a arrecadação durante a folia foi de aproximadamente R$ 3 bilhões

    O DIA

    Rio - O número de turistas que compareceram ao Carnaval do Rio superou ao ano passado. Segundo dados da Riotur, a cidade recebeu mais de 1 milhão de visitantes, que deixaram nos cofres do Rio cerca de R$ 3 bilhões. E esse número será superado, já que entre esta quinta-feira e o domingo mais 44 blocos, entre eles o da cantora Anitta e o Monobloco, irão desfilar.

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    Mais de 40 blocos vão desfilar pela cidade até o próximo domingo
    Foto: João Laet / Agência O Dia

    O impacto do Carnaval pode ser medido na ocupação hoteleira, que registrou média geral na cidade de 85%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ). No bairro de Ipanema, a lotação foi de cerca de 92%; Copacabana registrou em torno de 88% e a Barra da Tijuca, 75%. Em 2015, a média geral da cidade foi de 83,79%.

    No Píer Mauá, foram 130 mil visitantes que desembarcaram de 13 navios de cruzeiros - sendo que somente no domingo de carnaval, o local recebeu onze navios, registrando um novo recorde de atracações simultâneas. No ano passado, foram 70 mil passageiros.

    "A cidade recebe mais visitantes e oferece um produto cultural e turístico mais completo com a consolidação do carnaval de rua e com a conclusão do projeto original da Sapucaí, feito por Niemeyer, com as arquibancadas espelhadas. A cereja do bolo veio com a vitória da Mangueira, que é mais um resgate do melhor da tradição do carnaval", diz Antonio Pedro Figueira de Mello, secretário de Turismo do Rio.

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    Mensagem por josebarbos Sab 13 Fev 2016, 8:45 am

    Lula Molusco escreveu:Crise econômica... Com 11 navios atracados no RJ só no domingo. E o carnaval ainda não acabou.

    Mais de 1 milhão de turistas visitaram o Rio nos dias de Carnaval


    11/02/2016 12:32:45 - Atualizada às 11/02/2016 12:55:18

    Segundo a Riotur, a arrecadação durante a folia foi de aproximadamente R$ 3 bilhões

    O DIA

    Rio - O número de turistas que compareceram ao Carnaval do Rio superou ao ano passado. Segundo dados da Riotur, a cidade recebeu mais de 1 milhão de visitantes, que deixaram nos cofres do Rio cerca de R$ 3 bilhões. E esse número será superado, já que entre esta quinta-feira e o domingo mais 44 blocos, entre eles o da cantora Anitta e o Monobloco, irão desfilar.

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    Mais de 40 blocos vão desfilar pela cidade até o próximo domingo
    Foto: João Laet / Agência O Dia

    O impacto do Carnaval pode ser medido na ocupação hoteleira, que registrou média geral na cidade de 85%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ). No bairro de Ipanema, a lotação foi de cerca de 92%; Copacabana registrou em torno de 88% e a Barra da Tijuca, 75%. Em 2015, a média geral da cidade foi de 83,79%.

    No Píer Mauá, foram 130 mil visitantes que desembarcaram de 13 navios de cruzeiros - sendo que somente no domingo de carnaval, o local recebeu onze navios, registrando um novo recorde de atracações simultâneas. No ano passado, foram 70 mil passageiros.

    "A cidade recebe mais visitantes e oferece um produto cultural e turístico mais completo com a consolidação do carnaval de rua e com a conclusão do projeto original da Sapucaí, feito por Niemeyer, com as arquibancadas espelhadas. A cereja do bolo veio com a vitória da Mangueira, que é mais um resgate do melhor da tradição do carnaval", diz Antonio Pedro Figueira de Mello, secretário de Turismo do Rio.

    Fonte

    Por favor, sem evidências anedóticas:

    Os próprios sobre ocupação foram distribuídos assim: hoje vendi 10 laranjas, 12 abacates, 13 açaís. Ano passado, na a média foi de venda de 11,5 maçãs.

    Sem uma pesquisa que mostre o comportamento anterior, qualquer argumentação é válida. A questão é saber se: a) o cidadão médio tinha gastado menos no ano anterior, o que indicaria evolução; ou b) o mais provável, que as pessoas trocaram pacotes mais "caros", no Nordeste ou exterior e ficaram no Rio ou vêem de localidades próximas e usaram uma alternativa mais em conta para a atual realidade.

    Esta aí não tem nem graça: os supermercados superlotados ao fim de ano realmente é uma falsa impressão de quem não reflete, mas que passa quando se soma 2 + 2. Famoso caso de introdução à economia conhecido como produtos de segunda linha.
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    Mensagem por josebarbos Sab 13 Fev 2016, 8:47 am

    cicero_pb escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Leiam. Nada de novidade, salvo que os termos, agora, são CATASTRÓFICOS!!!


    Entramos num círculo vicioso em que não existe opção possível que não trocar o governo.

    O anúncio no atraso dos cortes orçamentários para março é óbvio: diferentemente doutros anos, o orçamento de 2016 já veio enxuto, não dá para cortar no curto prazo. Desta forma, ao invés de um número decepcionante e que, necessariamente, mexeria nos programas sociais, preferiu-se associar à má notícia a uma eventual reforma que reduzirá custos, em tese, em longo prazo, que deve resultar no acordão de CPMF + reforma previdenciária.
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    Mensagem por Galizezin Sab 13 Fev 2016, 10:44 am

    cicero_pb escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Leiam. Nada de novidade, salvo que os termos, agora, são CATASTRÓFICOS!!!


    O que se viu durante o governo do PT foi apenas e tão somente o incentivo a gastos. O governo incentivou o crédito fácil, porém com juros altíssimos. Não poderia resultar em outra coisa. O pessoal da iniciativa privada nunca teve melhoria do poder aquisitivo. Hoje, só resta ao povo a lembrança de conseguir satisfazer alguns desejos materiais, e as dívidas.
    Enquanto isso, saúde e educação continuam descendo a ladeira da precariedade. O discurso agora é retornar com a CMPF, mas é sabido que não precisamos de mais impostos, apenas bom uso do dinheiro público. É inadmissível que em tempos de crise tenhamos gastos com iphone6 etc. Acho que os administradores públicos perderam a razão de vez. Circo brasil!


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    Mensagem por Lula Molusco Sab 13 Fev 2016, 5:56 pm

    josebarbos escreveu:
    Lula Molusco escreveu:Crise econômica... Com 11 navios atracados no RJ só no domingo. E o carnaval ainda não acabou.

    Mais de 1 milhão de turistas visitaram o Rio nos dias de Carnaval



    11/02/2016 12:32:45 - Atualizada às 11/02/2016 12:55:18

    Segundo a Riotur, a arrecadação durante a folia foi de aproximadamente R$ 3 bilhões

    O DIA

    Rio - O número de turistas que compareceram ao Carnaval do Rio superou ao ano passado. Segundo dados da Riotur, a cidade recebeu mais de 1 milhão de visitantes, que deixaram nos cofres do Rio cerca de R$ 3 bilhões. E esse número será superado, já que entre esta quinta-feira e o domingo mais 44 blocos, entre eles o da cantora Anitta e o Monobloco, irão desfilar.

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    O impacto do Carnaval pode ser medido na ocupação hoteleira, que registrou média geral na cidade de 85%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ). No bairro de Ipanema, a lotação foi de cerca de 92%; Copacabana registrou em torno de 88% e a Barra da Tijuca, 75%. Em 2015, a média geral da cidade foi de 83,79%.

    No Píer Mauá, foram 130 mil visitantes que desembarcaram de 13 navios de cruzeiros - sendo que somente no domingo de carnaval, o local recebeu onze navios, registrando um novo recorde de atracações simultâneas. No ano passado, foram 70 mil passageiros.

    "A cidade recebe mais visitantes e oferece um produto cultural e turístico mais completo com a consolidação do carnaval de rua e com a conclusão do projeto original da Sapucaí, feito por Niemeyer, com as arquibancadas espelhadas. A cereja do bolo veio com a vitória da Mangueira, que é mais um resgate do melhor da tradição do carnaval", diz Antonio Pedro Figueira de Mello, secretário de Turismo do Rio.

    Fonte

    Por favor, sem evidências anedóticas:

    Os próprios sobre ocupação foram distribuídos assim: hoje vendi 10 laranjas, 12 abacates, 13 açaís. Ano passado, na a média foi de venda de 11,5 maçãs.

    Sem uma pesquisa que mostre o comportamento anterior, qualquer argumentação é válida. A questão é saber se: a) o cidadão médio tinha gastado menos no ano anterior, o que indicaria evolução; ou b) o mais provável, que as pessoas trocaram pacotes mais "caros", no Nordeste ou exterior e ficaram no Rio ou vêem de localidades próximas e usaram uma alternativa mais em conta para a atual realidade.

    Esta aí não tem nem graça: os supermercados superlotados ao fim de ano realmente é uma falsa impressão de quem não reflete, mas que passa quando se soma 2 + 2. Famoso caso de introdução à economia conhecido como produtos de segunda linha.

    Eu tinha lido que houve evolução nestes números financeiros em uma reportagem de outro dia. Nesta somente fala que os turistas de navios "evoluíram" de 70 para 130 mil.
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 13 Fev 2016, 6:00 pm

    josebarbos escreveu:
    cicero_pb escreveu:[Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Leiam. Nada de novidade, salvo que os termos, agora, são CATASTRÓFICOS!!!


    Entramos num círculo vicioso em que não existe opção possível que não trocar o governo.

    O anúncio no atraso dos cortes orçamentários para março é óbvio: diferentemente doutros anos, o orçamento de 2016 já veio enxuto, não dá para cortar no curto prazo. Desta forma, ao invés de um número decepcionante e que, necessariamente, mexeria nos programas sociais, preferiu-se associar à má notícia a uma eventual reforma que reduzirá custos, em tese, em longo prazo, que deve resultar no acordão de CPMF + reforma previdenciária.

    Eu nem perco meu tempo lendo essas notícias. Por exemplo, a piguenta leitão sempre fala, desde 2003, em catástrofe.

    A CPMF virá pois tem acordo com os governadores, que levarão um naco. Já a reforma da previdência, a ver.

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    Mensagem por Lula Molusco Dom 14 Fev 2016, 11:44 am

    FT não lê os piguentos, pois chegariam a 13, afinal de contas, tudo é culpa da Dilma, do Lula e do PT. Razz Razz Razz Razz Razz

    Os 12 suspeitos pelo tumulto atual dos mercados financeiros no mundo


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    Operador analisa números de Bolsas na Ásia; mercados financeiros enfrentam crise
    Rungroj Yongrit/Efe

    JOHN AUTHERS
    DO 'FINANCIAL TIMES'
    14/02/2016 02h00

    Nesta mais grave onda mundial de vendas nos mercados financeiros desde a crise de 2008, há pelo menos 12 suspeitos.

    Aviso de spoiler: vou entregar neste texto o final do clássico mistério "Assassinato no Expresso do Oriente", de Agatha Christie.

    A investigação vai mostrar que agora, como no livro, todos participaram do crime.

    1
    Foi a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)

    A recusa de limitar a oferta de petróleo permitiu que os preços da commodity continuassem despencando, a níveis para os quais quase ninguém havia planejado. Sim, isso é vantagem para os consumidores e para qualquer país que importa petróleo, mas o impacto de curto prazo sobre todo mundo mais, e especialmente sobre a economia dos Estados Unidos, que passou a depender do setor de energia para seu crescimento, foi horrendo.

    2
    Foram os fundos nacionais de investimento

    Esse tipo de fundo foi criado principalmente com a riqueza gerada pelos petrodólares. O declínio nos preços do petróleo pode bem ter obrigado muitos deles a começar a vender ativos. E essas vendas em geral começariam pelos seus investimentos mais líquidos, aqueles que mostram lucros, por exemplo ações japonesas ou norte-americanas. No Japão, a liquidação de ações promovida pelos fundos nacionais de investimento vem sendo acusada abertamente pela onda de vendas.

    3
    Foi o mercado chinês de ações

    A queda súbita das ações chinesas tipo A, depois de uma bolha, despertou preocupação no ano passado; o fato de que as autoridades tentassem conter a queda, sem sucesso, transformou a preocupação em alarme. Qualquer indicador de má saúde na China continua a ser motivo de preocupação —assim, o ressurgimento dos problemas das ações tipo A, este ano, prejudicou a todos.

    4
    Foi o câmbio chinês

    Sim, a China pode argumentar com razão que suas desvalorizações toscas com relação ao dólar em agosto de 2015 e de novo no mês passado tinham por objetivo simplesmente manter a estabilidade de sua moeda diante de uma cesta de moedas de parceiros comerciais. Mas a velocidade com que as reservas cambiais do país estão sendo consumidas e a aparente avidez dos chineses por tirar seu dinheiro do país estão gerando alarme real. Uma desvalorização forçada da moeda chinesa seria um ponto de inflexão.

    5
    Foi o Fed

    Essa é fácil. De 2009 para cá, os avanços do mercado de ações acompanharam de perto o inchaço no balanço do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). Todo mundo estava apavorado quanto ao que aconteceria quando o Fed por fim começasse a elevar os juros. Mas o Fed hesitou demais para fazê-lo, e começou a elevar os juros quando os avanços no emprego começavam a ratear e o acúmulo de estoques indicava que o ciclo econômico corrente estava se aproximando do final nos Estados Unidos. Assim que o Fed elevou os juros, em dezembro, os ativos de risco de todo o planeta se revoltaram.

    6
    Foram os resultados das empresas

    As notícias sobre os lucros das empresas norte-americanas ficaram perdidas em meio ao barulho das últimas semanas. Isso não teria acontecido caso os resultados tivessem sido bons. Mas foram terríveis. Em sua mais recente avaliação, a Thomson Reuters estimou que as empresas que compõem o índice S&P 500 estavam a caminho de uma queda de 4,1% em seus lucros, no quarto trimestre do ano passado. Depois das projeções sombrias que as companhias mesmas anunciaram, o trimestre atual parece destinado a ser igualmente ruim, e as estimativas para o ano como um todo estão sendo reduzidas.

    7
    Foram os juros negativos

    Os juros negativos adotados pelo Japão, que seguiu o exemplo do Banco Central Europeu (BCE) e foi por sua vez seguido pelo Riksbank, o banco central da Suécia, tinham por objetivo demonstrar zelo no combate à deflação. Em lugar disso, a mensagem recebida foi a de que os bancos centrais estavam dispostos a tesourar os lucros dos bancos, ainda que estes jamais tenham se recapitalizado devidamente depois da crise, especialmente na Europa. Seguiu-se uma derrocada nas ações dos bancos. Isso por sua vez convenceu muita gente de que a munição dos bancos centrais está basicamente esgotada —se os juros negativos não funcionam, o que mais eles poderiam fazer?

    8
    Foi a economia dos Estados Unidos

    Quando o ano começou, boa parte das más notícias mencionadas aqui já estavam incorporadas aos preços —mas a opinião convencional era a de que a economia dos Estados Unidos não estava de modo algum próxima a uma recessão, e que isso limitaria quaisquer surpresas associadas a resultados piores que os esperados. Os indicadores divulgados depois disso vêm sendo anêmicos, o que desafia essa suposição.

    9
    Foi o mercado de títulos

    O mercado de títulos, especialmente, vem transmitindo um clássico sinal de recessão, via atenuação na curva de rendimentos —os títulos de prazo mais longo agora têm ágio de rendimento muito menor diante dos títulos de prazo mais curto, e esse historicamente talvez seja o mais confiável indicador de que uma recessão está chegando. Isso causou alarme ainda maior.

    10
    Foi a exuberância irracional

    Um argumento chave para os norte-americanos que viam os mercados com otimismo era o de que a longa alta que perdurava desde 2009 era odiada —pouca gente confiava nela. Isso implicava que houvesse mais a subir antes de o mercado atingir o seu pico real. Mas indicadores confiáveis de avaliação de longo prazo sugerem que há supervalorização muito alta nas ações dos Estados Unidos, e que o mercado estava sob o domínio de uma exuberância irracional. Assim que o mercado virou se tornou evidente que pouca gente via papéis convincentemente baratos e que ninguém queria comprar. (Esse argumento, porém, não se aplica à Europa ou aos mercados emergentes, que entraram nos últimos meses parecendo indubitavelmente baratos).

    11
    Foi a Lei Dodd-Frank

    Um culpado muito popular. O aperto da regulamentação financeira, pós-crise, teve sucesso em dissuadir os grandes bancos de fazer apostas com o dinheiro de seus depositantes e eles deixaram de ser formadores de mercado nas áreas de títulos e crédito. Isso faz com que os bancos apresentem menos risco, mas priva esses mercados de liquidez, o que significa que quando as vendas começam, pode ser difícil encontrar compradores —e disso decorrem volatilidade e quedas assustadoras.

    12
    Foi todo mundo!

    Os eleitores estão apavorando os pobres investidores. Quer a ameaça seja colocar na presidência dos Estados Unidos um socialista como Bernie Sanders, um adepto do padrão ouro como Ted Cruz ou um sujeito como Donald Trump, quer ela seja tirar o Reino Unido da União Europeia ou levar ao poder a miríade de movimentos populistas que crescem na Europa, a sensação de que o povo está cansado não para de crescer. Isso é altamente compreensível. Mas nada reconfortante para os mercados de capitais.

    Estranhamente, desta vez ninguém está tentando culpar as vendas a descoberto. Há sujeitos vendendo a descoberto em algum lugar, e eles presumivelmente estão se saindo bem. Mas ao contrário de 2008 ou da Grande Depressão, ninguém está tentando culpá-los por derrubar todo mundo.

    Perceba, igualmente, que concluí a lista sem mencionar as palavras 'Síria' —talvez a mais grave crise humanitária e geopolítica do planeta em décadas— ou 'Grécia', que seis meses atrás apavorava todo mundo. O mercado de ações da Grécia apresenta o pior desempenho do planeta este ano, e a questão da Grécia na zona do euro não foi resolvida. Mas a situação trágica nesses países nada teve a ver com o alarme que tomou os mercados mundiais nos últimos seis meses.

    Mais intrigante é ainda outro suspeito que passou em geral despercebido. Para citar ainda outro clássico romance de detetives inglês, é como o cachorro famoso por não latir, em um caso de Sherlock Holmes. Até agora, ninguém está culpando os governos por não estarem usando o dinheiro dos contribuintes para combater os problemas.

    É a falta de qualquer tentativa de política fiscal ativa —nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha ou Japão— que forçou os bancos centrais a ocupar o vácuo. Agora a política monetária parece ter perdido a eficácia, e talvez seja hora de os políticos concordarem quanto a medidas como a recapitalização dos bancos europeus ou a reconstrução da infraestrutura dos Estados Unidos.

    Já que os governos que estão no poder tendem a ser apeados dele depois que as pessoas perdem dinheiro no mercado, os políticos precisam pensar sobre isso rapidamente. Ou se tornarão alvos das facas desembainhadas.

    Tradução de PAULO MIGLIACCI

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    Mensagem por FALCON.X Seg 15 Fev 2016, 6:32 am

    Solicitação do Juiz Sergio Moro, ontem:



    QUE CADA UM FAÇA SUA PARTE !!!
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    Mensagem por Galizezin Seg 15 Fev 2016, 9:19 am

    15/02/2016 07h00 - Atualizado em 15/02/2016 07h00
    Correção do IR pela inflação faria contribuinte pagar até 62% menos
    Simulações do IBPT mostram efeitos da não correção por faixa salarial.
    Com ajuste pela inflação, quem ganha R$ 5 mil pagaria R$ 814 a menos.




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    Mensagem por cicero_pb Seg 15 Fev 2016, 10:20 am

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    Com análise do CA (bolhaimobiliariabrasil.com)

    "Alguns dados que merecem destaque: no início dos anos 80 o poder de compra do brasileiro era de cerca de 40% do americano, caindo para 30% na década seguinte, ameaçando uma recuperação na primeira década do século 21, mas que não se concretizou e agora expectativa é que fiquemos com poder de compra equivalente a 27% do americano. Em contra-partida, Coréia do Sul e Taiwan que representavam 17% e 32% do poder de compra americano na década de 80 hoje são países considerados desenvolvidos, tendo poder de compra equivalente a 65% e 85% do americano, respectivamente. Impressiona a discrepância nos resultados alcançados pelos países em período tão curto de tempo, o que denota claramente, sem sombra de dúvidas, o quão graves foram os erros INTERNOS do Brasil que bloquearam um desenvolvimento maior de nossa economia. China e Índia também dispararam quanto ao PPP dentro deste mesmo período, embora ainda não comparável aos resultados de Coréia do Sul e Taiwan".

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    Mensagem por Blumenau Seg 15 Fev 2016, 10:55 am



    Economia discutida num fórum onde alguns defendem o governo federal e outros replicam teorias catastróficas, esse espaço realmente é muito bom, segundo os comentaristas: estamos entre "de boas" e "corram para as montanhas" !!! a melhor parte são os doidos floodando com posts totalmente fora do assunto...

    Enfim, creio que teremos um ano como o que passou, inflação mais alta do que devia, desemprego, economia capenga, etc, mas nada indica o fim do mundo como alguns querem, salvo alguma "tragédia", se os governos (todos) dessem um tempo nos gastos, controlassem a corrupção e dispensassem as dezenas de milhares de janeleiros pendurados nas prefeituras, estados e governo federal, já seria um alívio !!


    Gosto desse texto (07/2015):

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    Ainda sobre a citação do colega Cícero ao livro "Revolução dos Bichos", realmente não está difícil distinguir quem é humano e quem é porco !!

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    Mensagem por cicero_pb Seg 15 Fev 2016, 11:28 am

    "realmente não está difícil distinguir quem é humano e quem é porco"

    Talvez você pensou em colocar:

    "realmente está difícil distinguir quem é humano e quem é porco"

    OU

    "realmente não está fácil distinguir quem é humano e quem é porco"


    O que apresentei não foi propriamente "corram para as montanhas", até porque falo isso tem pelo menos 5 anos.

    Aqui virou um bostil.

    O texto colocado apresenta simplesmente números.

    Se bem que sibá replicou que no brasil não se paga tratamento de câncer ou faculdade...

    O que ele NÃO colocou é que não existe fila de americanos querendo morar aqui, nessa felicidade.

    Já o contrário... (eu, inclusive).
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    Mensagem por Blumenau Seg 15 Fev 2016, 11:35 am

    cicero_pb escreveu:"realmente não está difícil distinguir quem é humano e quem é porco"

    Talvez você pensou em colocar:

    "realmente está difícil distinguir quem é humano e quem é porco"

    OU

    "realmente não está fácil distinguir quem é humano e quem é porco"


    O que apresentei não foi propriamente "corram para as montanhas", até porque falo isso tem pelo menos 5 anos.

    Aqui virou um bostil.

    O texto colocado apresenta simplesmente números.

    Se bem que sibá replicou que no brasil não se paga tratamento de câncer ou faculdade...

    O que ele NÃO colocou é que não existe fila de americanos querendo morar aqui, nessa felicidade.

    Já o contrário... (eu, inclusive).

    o "Não" sobrou na frase, culpa do ALT/TAB Laughing

    mas não participo da sua visão e sabemos que lá a educação e saúde pública também não são lá essas coisas, procure um hospital sem um seguro para garantir o atendimento ...

    fico no Brasil, gosto e sou feliz, não me adaptaria em outro lugar com facilidade, mas que cada um corra atrás do seu sonho !!

    vlw a correção, não vou editar lá porque aí seu post ficaria perdido.

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    Mensagem por Lula Molusco Seg 15 Fev 2016, 5:20 pm

    Galizezin escreveu:15/02/2016 07h00 - Atualizado em 15/02/2016 07h00
    Correção do IR pela inflação faria contribuinte pagar até 62% menos
    Simulações do IBPT mostram efeitos da não correção por faixa salarial.
    Com ajuste pela inflação, quem ganha R$ 5 mil pagaria R$ 814 a menos.

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    Eu não falei que a dilmandiôca está querendo chegar nos inebriantes índices econômicos da era FHC?

    Defasagem na correção da tabela do Imposto de Renda (1995/2015)

    1) Governo FHC-PSDB (1995 a 2002)

    -Inflação acumulada: 100,6%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 33,01%
    -Defasagem: 50,81%

    2) Governo Lula-PT (2003 a 2010)

    -Inflação acumulada: 56,6%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 41,67%
    -Defasagem: 10,53%

    3) Governo Dilma Rousseff-PT (2011 a 2015)

    -Inflação acumulada: 40,5%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 19,25% (considerado o ZERO)
    -Defasagem: 17,81%

    Conclusão: Para que a tabela tivesse valores equivalentes aos de 1994, dilmandiôca teria que dobrar os valores atuais.

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    Mensagem por Blumenau Seg 15 Fev 2016, 5:22 pm

    Lula Molusco escreveu:
    Galizezin escreveu:15/02/2016 07h00 - Atualizado em 15/02/2016 07h00
    Correção do IR pela inflação faria contribuinte pagar até 62% menos
    Simulações do IBPT mostram efeitos da não correção por faixa salarial.
    Com ajuste pela inflação, quem ganha R$ 5 mil pagaria R$ 814 a menos.

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    Eu não falei que a dilmandiôca está querendo chegar nos inebriantes índices econômicos da era FHC?

    Defasagem na correção da tabela do Imposto de Renda (1995/2015)

    1) Governo FHC-PSDB (1995 a 2002)

    -Inflação acumulada: 100,6%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 33,01%
    -Defasagem: 50,81%

    2) Governo Lula-PT (2003 a 2010)

    -Inflação acumulada: 56,6%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 41,67%
    -Defasagem: 10,53%

    3) Governo Dilma Rousseff-PT (2011 a 2015)

    -Inflação acumulada: 40,5%
    -Correção acumulada da tabela do Imposto de Renda: 19,25% (considerado o ZERO)
    -Defasagem: 17,81%

    Conclusão: Para que a tabela tivesse valores equivalentes aos de 1994, dilmandiôca teria que dobrar os valores atuais.


    dobrar a meta ?
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    Mensagem por cicero_pb Ter 16 Fev 2016, 6:47 am

    Um vomitório do AlBarraDaTijuca, do sítio bolhabrasil.com.

    Apesar de apresentar alguns palavrões, é um texto que serve para reflexão sobre o capitalismo que o PT se nega a ver e seu socialismo empobrecedor:



    "ALBarraDaTijuca 14/02/2016 at 15:01
    Sobre o rentismo, inveja e afins eu penso o seguinte:

    O idiota quer sair do trabalho na sexta e ver umas strippers com os amigos do trabalho, no sábado quer ir a praia com a mulher e gastar um grana, no domingo acorda virado e quer ir na churrascaria pq domingo não é dia de trabalhar na cozinha.

    Nas férias quer viajar pro lugar da modinha dividido em 12x no otário card, e isso anos a fio enquanto a maré está mansa e tdo está bem. Vive trocando de carro, parcelado é claro, quer usar roupa de marca, perfume francês e tirar onda no facebook frequentando baladas caras.

    Não guarda um puto sequer, está cheio de parcelinhas pra pagar, e quando estoura a primeira crise já é arrombado com brita, areia e pimenta no primeiro semestre. Perde o emprego e fica tdo fudido, a mulher larga pq esse tipo sempre casa com umas piriguetes gostosas que o que querem mesmo é boa vida, aí o puto se revolta, entra em depressão e diz que a culpa é dos bancos e dos rentistas.

    Vai tomar no cu po.rra.

    As pessoas querem viver uma vida que não podem bancar. Se vc precisa parcelar um bem e pq vc não pode ter o mesmo, se vc fica rolando dívida no otário card pra poder tirar onda no stripper club com os “brother” e depois ter que bancar saidinha com a oficial no dia seguinte é pq vc não pode.

    VC É UM FODIDO e tem que se conformar com isso, trabalhar, poupar e crescer.

    Piranha e namorada gostosa pra caraio não é pra quem tem pau, é pra quem tem grana na carteira, e muita.

    Se as roupas e perfumes que vc gosta superam 5% do seu ordenado mensal é pq vc não pode compra-las. Aceite isso.

    Outra coisa, carro é para quem pode ter, não para idiotas que não podem bancar o seguro, pagar o IPVA em dia, fazer as revisões e trocas no período certo e muito menos pra quem nem sequer pode bancar o combustível.

    Aí fica comprando carrão e botando kit gás, ou pior, abastecendo no postinho baratex com gasolina mais batizada do que vodka na vila mimosa. O pior é que esse tipo ainda bota umas rodas bregas pra cara.lho, uma po.rra de um insulfilm no talo, aqueles sistemas de som de montadora fundo de quintal, uma po.rra de um escapamento barulhento e sai por aí achando que tá pagando de gatão, po.rra esse tipo tem, precisa e merece se fuder, pois é um bosta.

    Ficar o FDS em casa e poupar uma grana poucos fazem, passar as férias indo a praia da sua cidade com refri e cerva na ice bag nem pensar né?

    Namorar com aquela guria legal que faz amor gostoso e topa ficar em casa no sábado a noite, comendo uma comidinha caseira e trepando gostoso que é bom os idiotas não querem.

    Esse tipo gosta de ir pra baladinha bancar combo de bebida pras periguetes pra levar uma pro motel e depois ainda casar com ela kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

    Usar um roupa mais simples, andar de carro usado ou de transporte coletivo enquanto não pode REALMENTE bancar um carro pouquíssimos querem.

    Poupar é uma arte, doida, sofrida e pouco compreendida, mas só os que a praticam conseguem exito na vida.

    Aí vc come capim por 10-15 anos da tua vida para poder formar patrimônio, aplicar e auferir juros/conforto do mesmo e vem um idiota dizer que vc está errado e é causador do problema dele?

    VAI SE FUDER FILHO DA PU.TA!!!

    Paguem a po.rra dos meus juros e fiquem calados!"
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    Mensagem por Convidado Ter 16 Fev 2016, 7:50 am

    Mas que cargas d'agua tem a ver socialismo com o texto? E o PT faz tempo que é refém e estimulador do capitalismo. Programa assistencialista é coisa de desde antes do atual governo.

    E é do consumo sem responsabilidade, pelo simples fato de querer parecer alguém superior, que o texto trata. Onde tem socialismo? Muito mais capitalismo isso sim.

    O texto é muito bom e reflete bem os brasileiros (não me eximo de uma certa parcela): classe média ostentação. E que não poupa nada.
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    Mensagem por Blumenau Ter 16 Fev 2016, 10:10 am

    Clodoaldo escreveu:Mas que cargas d'agua tem a ver socialismo com o texto? E o PT faz tempo que é refém e estimulador do capitalismo. Programa assistencialista é coisa de desde antes do atual governo.

    E é do consumo sem responsabilidade, pelo simples fato de querer parecer alguém superior, que o texto trata. Onde tem socialismo? Muito mais capitalismo isso sim.

    O texto é muito bom e reflete bem os brasileiros  (não me eximo de uma certa parcela): classe média  ostentação. E que não poupa nada.


    também não entendi a relação, na verdade me parece bem o contrário, o "playboyzinho ostentando" Laughing, só discordo no que se refere ao texto ser bom, tive dificuldades de ler até o fim, carregado, raivoso e truncado...
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    Mensagem por Convidado Ter 16 Fev 2016, 11:08 am

    Blumenau escreveu:
    Clodoaldo escreveu:Mas que cargas d'agua tem a ver socialismo com o texto? E o PT faz tempo que é refém e estimulador do capitalismo. Programa assistencialista é coisa de desde antes do atual governo.

    E é do consumo sem responsabilidade, pelo simples fato de querer parecer alguém superior, que o texto trata. Onde tem socialismo? Muito mais capitalismo isso sim.

    O texto é muito bom e reflete bem os brasileiros  (não me eximo de uma certa parcela): classe média  ostentação. E que não poupa nada.


    também não entendi a relação, na verdade me parece bem o contrário, o "playboyzinho ostentando"  Laughing,  só discordo no que se refere ao texto ser bom, tive dificuldades de ler até o fim, carregado, raivoso e truncado...

    Sim, o "hater" podia ser mais polido, mas o "tapa na cara" é válido.

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