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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015

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    Mensagem por Del Piero Qui 19 Nov 2015, 6:48 am

    VictorAlbuquerque escreveu:Galera,

    Estou escrevendo rápido, então, desculpe os erros de digitação. Penso que, se houver margem ainda de negociação, seria interessante focar nos seguintes pontos:

    1- Retirar a absorção dos 13,23%: acho que esse ponto é difícil de ser negociado, mas podemos tentar.

    2- Trazer a última parcela para jan/19: o ideal seria trabalhar com o parcelamento até 2018, mas se trouxer a última pra jan/19 já é interessante, pois, em tese, não seríamos prejudicados no próximo plano, que poderia iniciar sua implementação a partir de 2020 com tranquilidade. Como o impacto é só em 2019, sendo outro governo, talvez não houvesse objeção. O ideal, inclusive, seria redividir, reforçando as primeiras parcelas, mas isso geraria um aumento do impacto imediato, o que poderia ser recusado pelo governo.

    3- NS para técnicos: esse ponto, ACHO, que é o mais tranquilo. O próprio Amarildo já disse isso. Mas só isso. A mudança da tabela, prevendo sobreposição, teria que ficar pros próximos planos.

    4- Adicionais de Qualificação: existem várias emendas nesse sentido. Aqui, teríamos algumas opções que apresentam custo baixo:

    - estabelecer que o AQ incide sobre VB+GAJ
    - possibilitar acúmulo de AQ (2 pós ou pós+mestrado), estabelecendo um limite, é claro.
    - em última análise, aumentar os percentuais, nos termos do proposto no PL do Mpu, principalmente no que se refere ao AQ de Capacitação, que poderia chegar a 5%.

    Enfim, são só ideias. O importante é ter em mente que qualquer emenda ao PL original tem que ser negociada com o governo antes pra saber se há acordo, sob pena de o PL 2648 ficar pulando de comissão em comissão, o que ninguém deseja, pois já vimos esse filme.


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    Mensagem por pgusmao Qui 19 Nov 2015, 6:56 am

    Nós temos que acabar com a FENAJUFE, chega desta visão esquerdista que não nos levou a nada, esses caras no fundo sempre foram e serão governo, sempre mamando na máquina sindical e a usando para promover situações que nada tem a ver com nossos pleitos, são simpósios e "plenárias"que não chegam a lugar nenhum. O caminho é o fim deste pessoal, daí teremos chance de algo, fora sindicalistas profissionais, sindicato não é cabide de emprego!!!!
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    Mensagem por TECNIVSUPERIOR Qui 19 Nov 2015, 7:05 am

    Del Piero escreveu:
    VictorAlbuquerque escreveu:Galera,

    Estou escrevendo rápido, então, desculpe os erros de digitação. Penso que, se houver margem ainda de negociação, seria interessante focar nos seguintes pontos:

    1- Retirar a absorção dos 13,23%: acho que esse ponto é difícil de ser negociado, mas podemos tentar.

    2- Trazer a última parcela para jan/19: o ideal seria trabalhar com o parcelamento até 2018, mas se trouxer a última pra jan/19 já é interessante, pois, em tese, não seríamos prejudicados no próximo plano, que poderia iniciar sua implementação a partir de 2020 com tranquilidade. Como o impacto é só em 2019, sendo outro governo, talvez não houvesse objeção. O ideal, inclusive, seria redividir, reforçando as primeiras parcelas, mas isso geraria um aumento do impacto imediato, o que poderia ser recusado pelo governo.

    3- NS para técnicos: esse ponto, ACHO, que é o mais tranquilo. O próprio Amarildo já disse isso. Mas só isso. A mudança da tabela, prevendo sobreposição, teria que ficar pros próximos planos.

    4- Adicionais de Qualificação: existem várias emendas nesse sentido. Aqui, teríamos algumas opções que apresentam custo baixo:

    - estabelecer que o AQ incide sobre VB+GAJ
    - possibilitar acúmulo de AQ (2 pós ou pós+mestrado), estabelecendo um limite, é claro.
    - em última análise, aumentar os percentuais, nos termos do proposto no PL do Mpu, principalmente no que se refere ao AQ de Capacitação, que poderia chegar a 5%.

    Enfim, são só ideias. O importante é ter em mente que qualquer emenda ao PL original tem que ser negociada com o governo antes pra saber se há acordo, sob pena de o PL 2648 ficar pulando de comissão em comissão, o que ninguém deseja, pois já vimos esse filme.


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    Quarta-feira, 13 de agosto de 2014

    Plenário aprova nomes do secretário-geral da presidência e diretor-geral da secretaria do STF

    O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (13) os nomes do professor Manoel Carlos de Almeida Neto para o cargo de secretário-geral da Presidência e do servidor Amarildo Vieira de Oliveira para ocupar o posto de diretor-geral da Secretaria da Corte. Eles foram submetidos ao crivo do Plenário, conforme determina o Regimento Interno do Tribunal, por indicação do ministro Ricardo Lewandowski, presidente eleito do STF.

    Amarildo Vieira de Oliveira é formado em Direito, Administração e pós-graduado em Administração Judiciária. É servidor do Supremo Tribunal Federal há mais de 22 anos, tendo ocupado, dentre outros, os cargos de coordenador de auditoria, coordenador de cadastro e legislação de pessoal, secretário de gestão de pessoas e diretor-geral da secretaria. Ocupou, ainda, o cargo de diretor de administração da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário – FUNPRESP/JUD.

    Os novos indicados serão responsáveis por implementar e executar os atos de gestão do novo chefe do Poder Judiciário, eleito para o biênio 2014-2016.
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    PCS - PL 7920/2014 - PLC 28/2015 - Página 23 Empty PL TITICA

    Mensagem por cavalo Qui 19 Nov 2015, 7:15 am

    GALERA,

    melhor abrir umnovo tópico: PL TITICA E 13,46%.
    O PASSADO NÃO VOLTA....
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista Qui 19 Nov 2015, 7:30 am

    17 bilhões de impacto em 4 anos? Isso mal paga o PL titica... Dividam 17000/36 e verão o impacto, em milhões de reais, de cada parcela..
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    Mensagem por rodrigo Qui 19 Nov 2015, 7:37 am

    AnalistaTrabalhista escreveu:17 bilhões de impacto em 4 anos? Isso mal paga o PL titica... Dividam 17000/36 e verão o impacto, em milhões de reais, de cada parcela..

    O que eu entendi 17 bilhões seria o impacto do Leitinho, e que existe a possibilidade de negociar outros valores.
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    Mensagem por josebarbos Qui 19 Nov 2015, 7:45 am

    Del Piero escreveu:
    VictorAlbuquerque escreveu:Galera,

    Estou escrevendo rápido, então, desculpe os erros de digitação. Penso que, se houver margem ainda de negociação, seria interessante focar nos seguintes pontos:

    1- Retirar a absorção dos 13,23%: acho que esse ponto é difícil de ser negociado, mas podemos tentar.

    2- Trazer a última parcela para jan/19: o ideal seria trabalhar com o parcelamento até 2018, mas se trouxer a última pra jan/19 já é interessante, pois, em tese, não seríamos prejudicados no próximo plano, que poderia iniciar sua implementação a partir de 2020 com tranquilidade. Como o impacto é só em 2019, sendo outro governo, talvez não houvesse objeção. O ideal, inclusive, seria redividir, reforçando as primeiras parcelas, mas isso geraria um aumento do impacto imediato, o que poderia ser recusado pelo governo.

    3- NS para técnicos: esse ponto, ACHO, que é o mais tranquilo. O próprio Amarildo já disse isso. Mas só isso. A mudança da tabela, prevendo sobreposição, teria que ficar pros próximos planos.

    4- Adicionais de Qualificação: existem várias emendas nesse sentido. Aqui, teríamos algumas opções que apresentam custo baixo:

    - estabelecer que o AQ incide sobre VB+GAJ
    - possibilitar acúmulo de AQ (2 pós ou pós+mestrado), estabelecendo um limite, é claro.
    - em última análise, aumentar os percentuais, nos termos do proposto no PL do Mpu, principalmente no que se refere ao AQ de Capacitação, que poderia chegar a 5%.

    Enfim, são só ideias. O importante é ter em mente que qualquer emenda ao PL original tem que ser negociada com o governo antes pra saber se há acordo, sob pena de o PL 2648 ficar pulando de comissão em comissão, o que ninguém deseja, pois já vimos esse filme.


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    Gostaria de entender porque as pessoas AMAM esta porcaria de AQ.

    Na verdade, deveríamos é acabar com ele e jogar 12,5% na GAJ/GAMPU para todo o mundo, à vista. O impacto é ZERO!

    Ou, se queremos manter este adicional, que não faz o menor sentido, então que se permita acumular dentro dos 12,5%. Técnico (MPU pode) com graduação e pós recebe os 12,5%. Já é MUITO mais do que o serviço pede. Igualmente, analista com duas pós já poderia ganhar 12,5% (daria 15, mas limitado ao que já está estabelecido), e seria muito razoável. Ou mesmo, um analista que não seja processual e tenha formação jurídica e uma pós.

    Eu já nunca gostei, porque é desperdício de orçamento, e neste ano tomei birra desta porcaria. Sim, ODEIO. Mas fora meu lado subjetivo, entendam como a coisa funciona.

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    Mensagem por herval Qui 19 Nov 2015, 7:50 am

    comentando o postado:
    Quarta-feira, 13 de agosto de 2014

    Plenário aprova nomes do secretário-geral da presidência e diretor-geral da secretaria do STF

    O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (13) os nomes do professor Manoel Carlos de Almeida Neto para o cargo de secretário-geral da Presidência e do servidor Amarildo Vieira de Oliveira para ocupar o posto de diretor-geral da Secretaria da Corte. Eles foram submetidos ao crivo do Plenário, conforme determina o Regimento Interno do Tribunal, por indicação do ministro Ricardo Lewandowski, presidente eleito do STF.

    Amarildo Vieira de Oliveira é formado em Direito, Administração e pós-graduado em Administração Judiciária. É servidor do Supremo Tribunal Federal há mais de 22 anos, tendo ocupado, dentre outros, os cargos de coordenador de auditoria, coordenador de cadastro e legislação de pessoal, secretário de gestão de pessoas e diretor-geral da secretaria. Ocupou, ainda, o cargo de diretor de administração da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário – FUNPRESP/JUD.

    Os novos indicados serão responsáveis por implementar e executar os atos de gestão do novo chefe do Poder Judiciário, eleito para o biênio 2014-2016.


    É POR isso que o pl titica é importante, MAS PARA POUCOS beneficiados que ganharam 25% de aumento a vista como os comissionados (diretores). E o alegado 40% de aumento não é verdade segundo colegas já expôs aqui pelo forum. dar uns 34% em média. E após descontar o PSS e logo depois IMPOSTO DE RENDA e depois o plano de saúde ..... sobra quanto?
    fora que os 13,23% estará fora.

    sinceramente, não acredito que as emendas ao pl serão aprovadas, visto q no outro a maioria das emendas foram rejeitas, me corrigam se eu falei baboseira.
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista Qui 19 Nov 2015, 7:58 am

    Sugestão: e se ressuscitarmos o 6613?
    Em 2009, o impacto era de 6,3 bilhões, quando a GAJ era de 50. Como tivemos aumento na GAJ para 90, esse impacto deve cair quase pela metade. Mas se considerarmos o aumento vegetativo da folha em 6 anos, vamos arredondar esse impacto para 3,5 bilhões.
    Se parcelarmos em 2 anos, em 3 parcelas (julho/16, janeiro/17, julho/17), o impacto de cada parcela seria de 1,2 bilhões.
    Em resumo, reduzimos o impacto de 2016 pela metade, reduzimos o parcelamento pela metade, mantemos os 13,23%, e ainda sobra para pagar essa [m]erda de aumento da CJ. Todos saem satisfeitos.


    Última edição por AnalistaTrabalhista em Qui 19 Nov 2015, 8:03 am, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 8:02 am

    AnalistaTrabalhista escreveu:Sugestão: e se ressuscitarmos o 6613?
    Em 2009, o impacto era de 6,3 bilhões, quando a GAJ era de 50. Como tivemos aumento na GAJ para 90, esse impacto deve cair quase pela metade. Mas se considerarmos o aumento vegetativo da folha em 6 anos, vamos arredondar esse impacto para 3,5 bilhões.
    Se parcelarmos em 2 anos, em 3 parcelas (julho/16, janeiro/17, julho/17), o impacto de cada parcela seria de 600 milhões.
    Em resumo, reduzimos o impacto de 2016 pela metade, reduzimos o parcelamento pela metade, mantemos os 13,23%, e ainda sobra para pagar essa [m]erda de aumento da CJ. Todos saem satisfeitos.

    duvido que o prazo de implantação esteja apto a ser rediscutido.
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    Mensagem por AnalistaTrabalhista Qui 19 Nov 2015, 8:05 am

    subsidioja_ escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:Sugestão: e se ressuscitarmos o 6613?
    Em 2009, o impacto era de 6,3 bilhões, quando a GAJ era de 50. Como tivemos aumento na GAJ para 90, esse impacto deve cair quase pela metade. Mas se considerarmos o aumento vegetativo da folha em 6 anos, vamos arredondar esse impacto para 3,5 bilhões.
    Se parcelarmos em 2 anos, em 3 parcelas (julho/16, janeiro/17, julho/17), o impacto de cada parcela seria de 600 milhões.
    Em resumo, reduzimos o impacto de 2016 pela metade, reduzimos o parcelamento pela metade, mantemos os 13,23%, e ainda sobra para pagar essa [m]erda de aumento da CJ. Todos saem satisfeitos.

    duvido que o prazo de implantação esteja apto a ser rediscutido.

    Na verdade cada parcela teria um impacto de cerca de 1,2 bilhões, um pouco menor que o impacto em 2016 do PL leitinho (1,3 bi)...
    Redução do prazo deve ocorrer, pois todos os outros receberão em 2 anos, a partir de julho/agosto. O negócio é ajustarmos o 6613 para se enquadrar neste esquema (2 anos a partir do meio do ano que vem). A ideia de fazer em 3 parcelas semestrais é para reduzir o impacto de 2016, adequando-o ao orçamento já previsto no Anexo V da LOA.

    Acho a ideia totalmente válida.
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    Mensagem por pauloalc Qui 19 Nov 2015, 8:08 am

    Pernalonga sempre me pareceu um cara confiável.


    Quero saber mais dessa margem de negociação.
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    Mensagem por molotov Qui 19 Nov 2015, 8:10 am

    Estão lá no voto e na participação.

    Não adianta nada a gente só ficar irritado e querer a saída de alguém.

    Tem que ir para o combate.

    A imensa maioria do JUD não fez nada pelo PLC 28. Não fizeram greve, não vão a assembleias.

    Então, se para ganhar a reposição salarial o pessoal não se mexe, fica só reclamando, imagina para ir a assembleias, para votar e ser votado .....

    Isso eu tenho certeza que, na média, vai continuar do mesmo jeito.


    pgusmao escreveu:Nós temos que acabar com a FENAJUFE, chega desta visão esquerdista que não nos levou a nada, esses caras no fundo sempre foram e serão governo, sempre mamando na máquina sindical e a usando para promover situações que nada tem a ver com nossos pleitos, são simpósios e "plenárias"que não chegam a lugar nenhum. O caminho é o fim deste pessoal, daí teremos chance de algo, fora sindicalistas profissionais, sindicato não é cabide de emprego!!!!
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    Mensagem por herval Qui 19 Nov 2015, 8:12 am

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    "Em seu voto, o ministro Teori Zavascki afirmou que “está na hora de colocar um ponto final, no Brasil, nessa questão do teto”. Segundo ele, os servidores estão se escondendo por trás de subterfúgios, como chamar qualquer verba recebida fora de suas remunerações como indenizatórias. “Está na hora de a sociedade brasileira respeitar a Constituição.”

    O ministro Gilmar Mendes reclamou que, hoje “vivemos um fenômeno em que os únicos que observam o teto são os que estão no teto”. “Já vimos que o conceito de vantagem pessoal resta insuficiente diante do conceito mais amplo de verba indenizatória, visto que é a própria lei que faz essa interpretação, interpretando a Constituição conforme a lei, não sabemos bem.

    Gilmar falou, como exemplo, do estado de Goiás, que vem pagando auxílio-moradia retroativo em cinco anos a seus juízes. Ou de membros do Ministério Público: “Como esse sujeito vai se olhar no espelho e se dizer fiscal da lei?!”. No dia 13 de novembro, reportagem do jornal Estado de Minas mostrou que os membros do MP mineiro recebem R$ 4.377 em auxílio-moradia retroativos, o que já soma R$ 1 bilhão."
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    Mensagem por molotov Qui 19 Nov 2015, 8:23 am


    Vc está indignado pq financeiramente fomos derrotados.
    Saímos no ZERO.

    Governo venceu financeiramente.
    Politicamente não.

    Ficamos por 6 votos.
    E isso com votação de 390 deputados.
    Fora os 50 fujoes, fora os que nos traíram, entre 390 e 513 são 120 deputados.
    Então, entre 50 e 120 deputados, por 6 derrotariamos o governo política e financeiramente.

    E isso depois de meses de artimanhas e todo tipo de acerto de cargos, Ministérios ....

    Não foi em vão não.
    É o famoso VALEU MAS NÃO PRESTOU.

    Tchê escreveu:Acabei de lei no site do sindjus-df:

    "Não fomos derrotados, pelo contrário, tudo isso só nos deixou ainda mais fortes para continuarmos exigindo respeito, dignidade e valorização."

    E a podre Fenajufe, no mesmo tom:

    "Apesar de mantido o veto, o Comando reconheceu como uma vitória política da categoria o acúmulo atingido com a luta travada nesses meses."

    Tá de sacanagem comigo, né zero um ?

    Isso me faz lembrar a Revolução Farroupilha, uma guerra que os gaúchos perderam, dizem que empataram, e comemoram todos os anos (dia 20 de setembro) como se tivessem ganho.

    Outra coisa que me lembro é meu tio marceneiro ensinando meu primo a começar na profissão: "elogio não passa as compras no caixa do supermercado". E pretenso fortalecimento da categoria também não.

    ès muele ou quieres más ?
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    Mensagem por herval Qui 19 Nov 2015, 8:27 am

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    "Em seu voto, o ministro Teori Zavascki afirmou que “está na hora de colocar um ponto final, no Brasil, nessa questão do teto”. Segundo ele, os servidores estão se escondendo por trás de subterfúgios, como chamar qualquer verba recebida fora de suas remunerações como indenizatórias. “Está na hora de a sociedade brasileira respeitar a Constituição.”

    O ministro Gilmar Mendes reclamou que, hoje “vivemos um fenômeno em que os únicos que observam o teto são os que estão no teto”. “Já vimos que o conceito de vantagem pessoal resta insuficiente diante do conceito mais amplo de verba indenizatória, visto que é a própria lei que faz essa interpretação, interpretando a Constituição conforme a lei, não sabemos bem.

    Gilmar falou, como exemplo, do estado de Goiás, que vem pagando auxílio-moradia retroativo em cinco anos a seus juízes. Ou de membros do Ministério Público: “Como esse sujeito vai se olhar no espelho e se dizer fiscal da lei?!”. No dia 13 de novembro, reportagem do jornal Estado de Minas mostrou que os membros do MP mineiro recebem R$ 4.377 em auxílio-moradia retroativos, o que já soma R$ 1 bilhão."
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    Mensagem por molotov Qui 19 Nov 2015, 8:34 am

    Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:
    corujito escreveu:Gente, acabou.

    Não precisa mais repetir a mentira dos 9 anos sem reajuste.

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...
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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 8:48 am

    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:
    corujito escreveu:Gente, acabou.

    Não precisa mais repetir a mentira dos 9 anos sem reajuste.

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...

    Não se trata de se prejudicar. Trata-se de falar a REALIDADE, nua e crua!
    Não adianta dar um de João sem braço e depois ser desmascarado!

    VAMOS FALAR A VERDADE!

    1- Uma coisa é o tempo que a categoria está sem um Plano de Cargos e Salários aprovado:

    O último PCS foi integralizado em 2008. De 2009 a 2015 não houve outro. (7 anos sem PCS)

    2- Outra coisa é o tempo que a categoria está sem reajuste:

    Houve reajuste 2006/2007/2008 e 2013/2014/2015.
    Não houve reajuste 2009/2010/2011/2012. (4 anos SEM REAJUSTE)


    Segundo a própria NT do STF:

    "A afirmação está fora de contexto. Praticamente todas as carreiras do funcionalismo público, dos Três Poderes, tiveram reajustes salariais no período. A exceção verificada se deu exatamente quanto aos servidores do PJU, que não tiveram reajuste no período compreendido entre 2009 e 2012, como se pode verificar abaixo:  (...)"

    P.S. Postei sobre isso ontem e errei nos anos.


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    Mensagem por rir Qui 19 Nov 2015, 8:59 am

    subsidioja_ escreveu:
    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:
    corujito escreveu:Gente, acabou.

    Não precisa mais repetir a mentira dos 9 anos sem reajuste.

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...

    Não se trata de se prejudicar. Trata-se de falar a REALIDADE, nua e crua!
    Não adianta dar um de João sem braço e depois ser desmascarado!

    VAMOS FALAR A VERDADE!

    1- Uma coisa é o tempo que a categoria está sem um Plano de Cargos e Salários aprovado:

    O último PCS foi integralizado em 2008. De 2009 a 2015 não houve outro. (7 anos sem PCS)

    2- Outra coisa é o tempo que a categoria está sem reajuste:

    Houve reajuste 2006/2007/2008 e 2013/2014/2015.
    Não houve reajuste 2009/2010/2011/2012. (4 anos SEM REAJUSTE)


    Segundo a própria NT do STF:

    "A afirmação está fora de contexto. Praticamente todas as carreiras do funcionalismo público, dos Três Poderes, tiveram reajustes salariais no período. A exceção verificada se deu exatamente quanto aos servidores do PJU, que não tiveram reajuste no período compreendido entre 2009 e 2012, como se pode verificar abaixo:  (...)"

    P.S. Postei sobre isso ontem e errei nos anos.

    Concluindo:

    QUEREM SABER O % DE INFLAÇÃO QUE ESTAMOS DEFASADOS?
    PEGUEM O IPCA ACUMULADO DE 2009 A 2012.

    9 ANOS SEMPRE FOI FORÇAÇÃO DE BARRA!


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.





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    Mensagem por androsvilazza Qui 19 Nov 2015, 9:02 am

    subsidioja_ escreveu:
    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:
    corujito escreveu:Gente, acabou.

    Não precisa mais repetir a mentira dos 9 anos sem reajuste.

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...

    Não se trata de se prejudicar. Trata-se de falar a REALIDADE, nua e crua!
    Não adianta dar um de João sem braço e depois ser desmascarado!

    VAMOS FALAR A VERDADE!

    1- Uma coisa é o tempo que a categoria está sem um Plano de Cargos e Salários aprovado:

    O último PCS foi integralizado em 2008. De 2009 a 2015 não houve outro. (7 anos sem PCS)

    2- Outra coisa é o tempo que a categoria está sem reajuste:

    Houve reajuste 2006/2007/2008 e 2013/2014/2015.
    Não houve reajuste 2009/2010/2011/2012. (4 anos SEM REAJUSTE)


    Segundo a própria NT do STF:

    "A afirmação está fora de contexto. Praticamente todas as carreiras do funcionalismo público, dos Três Poderes, tiveram reajustes salariais no período. A exceção verificada se deu exatamente quanto aos servidores do PJU, que não tiveram reajuste no período compreendido entre 2009 e 2012, como se pode verificar abaixo:  (...)"

    P.S. Postei sobre isso ontem e errei nos anos.

    Concluindo:

    QUEREM SABER O % DE INFLAÇÃO QUE ESTAMOS DEFASADOS?
    PEGUEM O IPCA ACUMULADO DE 2009 A 2012.

    9 ANOS SEMPRE FOI FORÇAÇÃO DE BARRA!

    Acho que já passou da hora de encerrar essa discussão de qual é o prazo sem reajuste.

    Todos têm argumentos válidos, e que não podem ser refutados por completo.

    Houve, sim, alteração salarial nos anos 2006-2008, e 2013-2015, isso é fato.

    Da mesma forma, é válido o argumento que considera que o PCS de 2005/2006 visava a recompor perdas de 2002-2005, e o período de implementação seria um "parcelamento da dívida".
    Se o governo quisesse assumir que estamos, sim, com perdas salariais de mais de 50%, e resolvesse parcelar essa "recomposição" em 50 parcelas anuais de 1%, daqui a 50 anos não poderíamos dizer que estamos há 50 anos sem reajuste, seguindo esse raciocínio.

    Toda discussão salarial, no nosso caso, sempre vai envolver essa questão, já que não temos (e talvez nunca tenhamos) data-base. Um lado sempre vai argumentar um período, o outro sempre terá um argumento diferente, sem precisar incorrer na mentira.

    O que não se pode é, num momento desses, de definição do futuro (se é que há algum) da categoria, ficar discutindo assuntos imbecis como esse. Sem querer ofender, mas reforça o argumento de alguns forunistas que você queria, o tempo todo, desviar o foco. Vc sempre defendeu o PL2648 em detrimento da derrubada do veto. Agora chegou a hora de mostrar a que veio, portanto: FOCO!

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    Mensagem por tre-rj Qui 19 Nov 2015, 9:21 am

    Ou seja, pode colocar tudo na gaj, aumentando a tabela final.

    rodrigo escreveu:
    AnalistaTrabalhista escreveu:17 bilhões de impacto em 4 anos? Isso mal paga o PL titica... Dividam 17000/36 e verão o impacto, em milhões de reais, de cada parcela..

    O que eu entendi 17 bilhões seria o impacto do Leitinho,  e que existe a possibilidade de negociar outros valores.
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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 9:22 am

    Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]


    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...
    (...)


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.


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    Mensagem por sandman_br Qui 19 Nov 2015, 9:48 am

    subsidioja_ escreveu:
    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???


    desta_para_melhor escreveu:
    corujito escreveu:Gente, acabou.

    Não precisa mais repetir a mentira dos 9 anos sem reajuste.

    Já estava me sentindo um estelionatário depois de repetir tantas vezes essa frase.

    Na verdade, estava me sentindo quase um petista...

    Não se trata de se prejudicar. Trata-se de falar a REALIDADE, nua e crua!
    Não adianta dar um de João sem braço e depois ser desmascarado!

    VAMOS FALAR A VERDADE!

    1- Uma coisa é o tempo que a categoria está sem um Plano de Cargos e Salários aprovado:

    O último PCS foi integralizado em 2008. De 2009 a 2015 não houve outro. (7 anos sem PCS)

    2- Outra coisa é o tempo que a categoria está sem reajuste:

    Houve reajuste 2006/2007/2008 e 2013/2014/2015.
    Não houve reajuste 2009/2010/2011/2012. (4 anos SEM REAJUSTE)


    Segundo a própria NT do STF:

    "A afirmação está fora de contexto. Praticamente todas as carreiras do funcionalismo público, dos Três Poderes, tiveram reajustes salariais no período. A exceção verificada se deu exatamente quanto aos servidores do PJU, que não tiveram reajuste no período compreendido entre 2009 e 2012, como se pode verificar abaixo:  (...)"

    P.S. Postei sobre isso ontem e errei nos anos.


    9 ANOS SEMPRE FOI FORÇAÇÃO DE BARRA!

    Um detalhe muito importante, nosso ultimo pcs foi de 2006 e não 2008. A integralização do aumento foi em dez/2008 (última parcela) mas o aumento é referente as perdas passadas (até 2006) e não pretéritas. Quanto chegou 2008 já tinhamos uma defasagem em relação a 2006. Isso está explicado naquela nota técnica que o próprio stf soltou para rebater o mpog.

    Se é para contar o tempo vamos contar corretamente. sim tivemos a reposição (justa, concordo) somente para o período 2013 - 2015, mas 2006 a 2012? podem não ser exatos 9 anos mas é bem próximo.

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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 9:51 am

    sandman_br ,veja meu post acima do seu
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    Mensagem por sandman_br Qui 19 Nov 2015, 9:57 am

    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    molotov escreveu:Ué ..... mas se não são 9 passados .... são 6 para trás e 3 de parcelamento para frente.

    Se VC no meio do caminho recebe algo que não representa reposição real, não representa aumento, que seja desconsiderada mesmo.

    Impressionante como tem gente que adora se prejudicar.

    Prestaram atenção nos deputados que falarm isso lá ???

    Mas qdo falaram de "efeito cascata", " crise nos estados", VC não conseguiu pensar na data-base que quase todas carreiras estaduais têm ???



    (...)


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.



    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).
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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 10:08 am

    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    (...)


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.



    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

    Desafio-te!
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    Mensagem por josebarbos Qui 19 Nov 2015, 10:42 am

    subsidioja_ escreveu:
    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]


    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.



    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

    Desafio-te!
    affraid

    te faço outro desafio muito mais interessante:
    pegue a massa salarial do judiciário e calcule ela antes e calcule depois...

    Ou seja, faça média ponderada de todos os reajustes de servidores.

    Afinal de contas, o reajuste médio foi de 15,8%. Para alguém levar 21, 22, outros ficaram com 12 ou 13. Mas 2% de muito é mais que 6% de pouco.
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    Mensagem por Mestre dos Magos! Qui 19 Nov 2015, 11:01 am

    Tô só observando. Daqui eu vejo uma luminosidade e um tiro. 
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    Mensagem por VictorAlbuquerque Qui 19 Nov 2015, 11:08 am

    Josebarbosa,

    Entendo o que você diz. A questão é que não tenho a menor pena de quem ganhava 24.000,00 em 2012 pq tinha e tem CJs e FCs incorporados e passou a ganhar 26.000,00em 2015 (conheço alguém nessa situação), ou seja, não teve os tais 15,8% e nem os 31%, como eu tive, no período 2013/2015. Esses ganham muito além da média. Para esses, nem o PLC 28/15 asseguraria 56%, já que as CJs e FCs incorporadas não seriam impactadas.

    Por isso, sempre levo em consideração a dobradinha VB+GAJ. Essas rubricas todos nós temos, tanto os pés duros, quanto os incorporadaços.

    E um reajuste baseado na folha é mais isonômico, pois, de uma forma ou de outra, permite maiores ganhos para quem está na base da cadeia alimentar.

    josebarbos escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

    Desafio-te!
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    te faço outro desafio muito mais interessante:
    pegue a massa salarial do judiciário e calcule ela antes e calcule depois...

    Ou seja, faça média ponderada de todos os reajustes de servidores.

    Afinal de contas, o reajuste médio foi de 15,8%. Para alguém levar 21, 22, outros ficaram com 12 ou 13. Mas 2% de muito é mais que 6% de pouco.
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    Mensagem por Gill Duarte Qui 19 Nov 2015, 11:09 am

    VTNC com essa discussão idiota.
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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 11:26 am

    josebarbosa quer colocar na média até o valor que gasta pra comprar cueca.
    Aí não fecha a conta.

    Tô ocupado agora, depois volto a discutir melhor essa questão.

    e ressalto que isso precisa ser discutido SIM!
    Só assim teremos uma base pra saber o que é bom ou ruim.


    Lembrando que caso os 41,47 passem, poderemos considerar a inflação passada praticamente corrigida (SEGUNDO O CALCULO QUE APRESENTEI).

    No entanto, a inflação futura so teríamos quando o outor plano em 2019/2020.
    EXATAMENTE O MESMO QUE ACONTECEU COM O PCS3, QUE CORRIGIU INFLAÇÃO ATÉ 2005.
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    Mensagem por sandman_br Qui 19 Nov 2015, 11:27 am

    subsidioja_ escreveu:
    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.



    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

    Desafio-te!
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    Foi mais que 15% sim eu confirmo, não disse o contrário! o que afirmei foi que não foi muuuito mais que 15% para todo mundo. para quem só ganhava vb + gaj teve um aumento relativamente bom, se você tiver uma pós ou alguma gratificação adicional já começa a ficar próximo de 15%, um OJ com doutorado e mais algum penduricalho recebeu menos de 15%.

    É a mesma falácia de sempre, do mesmo nível de "reajuste de mais de 70%" para os servidores do judiciário.
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    Mensagem por rogcampinas Qui 19 Nov 2015, 11:27 am

    Um minuto de silêncio em respeito aos mortos...


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    Mensagem por MPF SP Qui 19 Nov 2015, 11:28 am

    subsidioja_ escreveu:
    pernalonga escreveu:Houve reunião da Fenajufe e Amarildo hoje. Ao que parece, existe alguma margem para negociação dentro do que o governo ofereceu (17 bilhões em 4 anos)

    Boa notícia!
    Quando tiver mais informações sobre o que está sendo cogitado nos diga, por favor;

    O leitinho pode virar um Nescau então..

    Qual era o valor do original ?
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    Mensagem por Sem Frescura Qui 19 Nov 2015, 11:31 am

    Gill Duarte escreveu:VTNC com essa discussão idiota.

    Simples e objetivo, sintetizando o sentimento geral. Parabéns. lol! lol! lol!
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    Mensagem por GCC Qui 19 Nov 2015, 11:39 am

    subsidioja_ escreveu:
    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    rir escreveu:


    Vc esqueceu de duas coisas:

    1 - Acrescentar as diferenças da inflação de 2013, 2014 e 2015 sobre os 15,8%.

    2 - O parcelamento de 2006 até 2008 foi para repor as perdas passadas, 2005, 2004...,

    Portanto, deverá somar também esse período nessa conta.

    Estamos de 2006 até 2012 sem reposição da inflação, mais a diferença da inflação de 2013 a 2015, portanto 09 (NOVE) anos sim sem um aumento digno.

    Tanto é assim que já tem sindicato com ação sobre a reposição da inflação do período 2013/2015 excedente aos 15,8%.



    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

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    Discutir isso com você é em vão, mas vamos lá.

    O aumento imposto a nós em 2012 foi de 15,8% sobre a folha de pagamento. Ponto final.

    Se você for fazer uma conta tendenciosa, vai usar no seu cálculo só o VB e GAJ, vai supor que todo mundo ganhou dois níveis, e vai ficar divulgando a o discurso do governo de que nos derem um aumento de 23%.

    Se o desafio é fazer meus cálculos, eu fiz já na época dessa merreca.

    Considerando que eu tinha uma FC05, auxílio creche, auxílio alimentação e AQT (que ficaram congelados), meu aumento real foi de 12,8%.

    Por isso os 15,8% sobre a folha, colocado só na GAJ, deu 23% para alguns, mas nem 15% para outros. Entenda, os 15% foram sobre a folha, mas não foram todas as rubricas da folha que foram atualizadas, foi só a GAJ.

    Para ser mais claro, abstraído os percentuais, recebi em média R$ 400,00 líquidos em cada uma das três parcelas dos 15,8%, no período em que a inflação começou a ter altas visíveis.

    Ou seja, cerca de R$ 1.200 em nove anos, enquanto o salário da magistratura, que vem do mesmo bolo, aumentou mais de R$ 10.000,00 no período, sem contar o auxílio moradia no valor de um salário de técnico.

    Em suma, considerando a inflação real que eu sinto no bolso, meu salário tinha mais poder de compra em 2012 do que tem hoje.

    Por isso digo que ficamos 9 anos sem aumento. Tivemos uma pequena reposição que não chegou nem perto de absorver a inflação do período. Foram nove anos de perda de poder aquisitivo.

    O fato é que o ultimo PCS é uma tabela de 2004, e desde então o que nos deram foi esmola.

    É sério que você considera um bom negócio os 41% propagados de forma enganosa pelo STF? Em quatro anos? Mesmo considerando que só atinge VB e GAJ, com o fim dos 13%, e mesmo que só esse ano a inflação é maior de 10%? Sério?

    Não prefiro o zero, mas o PL leitinho vai, no máximo, me manter na mesma lama que estou hoje nos próximos quatro anos, considerando a inflação dos próximos quatro anos.
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    Mensagem por sandman_br Qui 19 Nov 2015, 11:40 am

    josebarbos escreveu:
    subsidioja_ escreveu:
    sandman_br escreveu:
    subsidioja_ escreveu:Verdade.

    Mas olha só.. A NF fala:
    "O IPCA apurado entre 2006 e 2015, descontado o reajuste de 15,8% concedido pela Lei nº 12.774/2012, resulta num saldo de 49,62%, conforme quadro abaixo"

    O percentual de 49,62%% é achado depois de abater 15% de reajuste.
    Mas acontece que o reajuste foi BEM MAIOR que 15%.
    Pergunto-te: Isso é mentira? Seja sincero.


    Portanto:

    1- Reajuste de 2013-2015 foi na ordem de 25% (15,8% SOBRE A FOLHA!). A nota técnica abateu apenas 15%!

    2- A inflação acumulada do período 2013-2015 será aprox. de 23%. Portanto, coube no reajuste de 25% do mesmo período

    Conclusão:

    Pode-se dizer que a inflação do período 2013-2015 foi coberta pelo reajuste de 15,8% (25%).

    Portanto, considerando que o último PCS foi retroativo, a inflação que deve-se levar em conta é a que houve APENAS entre 2006 e 2012!

    Segundo a calculadora do cidadão do BC:

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    Ou você acha que o índice de 41,47% proposto no PL 2648 veio assim do nada??
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    Foi muito maior que 15% mesmo? tá usando a mesma falácia do governo ao dizer que tivemos um aumento de quase 50% da gaj (como só se recebêssemos essa rubrica). a gaj por sí só não representa mais que 50% da remuneração (pra muitos pode ser menos de 1/3). Se é para levar os índices ao pé da letra, então que se pague esse índice de uma única vez e o respectivo retroativo a 2006 (já pensou quanto em reais deixamos de receber desde 2016?). Receberemos esse 40% parcelados até o final de 2018 e ainda perderemos um direito que nos foi negado (13%).

    Ahhhh não foi mais que 15%??????

    Então faz o seguinte:

    Pega o teu salário ANTES, de DEZEMBRO/2012 e o teu salário de HOJE.
    Coloque aqui pra que façamos o cálculo!!!!

    Vamos ver se não é verdade!

    Desafio-te!
    affraid

    te faço outro desafio muito mais interessante:
    pegue a massa salarial do judiciário e calcule ela antes e calcule depois...

    Ou seja, faça média ponderada de todos os reajustes de servidores.

    Afinal de contas, o reajuste médio foi de 15,8%. Para alguém levar 21, 22, outros ficaram com 12 ou 13. Mas 2% de muito é mais que 6% de pouco.

    Exatamente! por que usar sempre como referência quem teve reajuste maior?

    veja meu exemplo:

    Analista b8:


    sem os 15%

    vb 5.848,22
    ap (pós) 4386,165
    at(1%) 58,4822
    gaj (50%) 2924,11
    total 13.216,98

    com os 15%

    vb 5.848,22
    ap (pós) 4386,165
    at(1%) 58,4822
    gaj (90%) 5263,398

    total 15.556,27


    A menos que tenha feito a conta errada, meu reajuste foi de 15,03% é muito mais que 15%???? e olha que nem coloquei no cálculo minha FC.

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    Mensagem por josebarbos Qui 19 Nov 2015, 11:40 am

    subsidioja_ escreveu:josebarbosa quer colocar na média até o valor que gasta pra comprar cueca.
    Aí não fecha a conta.

    Tô ocupado agora, depois volto a discutir melhor essa questão.

    e ressalto que isso precisa ser discutido SIM!
    Só assim teremos uma base pra saber o que é bom ou ruim.


    Lembrando que caso os 41,47 passem, poderemos considerar a inflação passada praticamente corrigida (SEGUNDO O CALCULO QUE APRESENTEI).

    No entanto, a inflação futura so teríamos quando o outor plano em 2019/2020.
    EXATAMENTE O MESMO QUE ACONTECEU COM O PCS3, QUE CORRIGIU INFLAÇÃO ATÉ 2005.

    41,47% para os tontos, 43%, como diria o PT
    Porque mesmo para quem ganha só o básico de VPI, R$ 59,87 que não é o caso de parcela expressiva; o maior reajuste possível, quando não se tem NADA, é de 40,5%.

    Não é verba de cueca, é verba remuneratória.

    E para ganhar menos que os 15,8% a conta é simples e fácil. No caso dos técnicos, salários acima de 12 mil, e de analistas, os de 18 mil.

    12 mil é muito, mas não é um "absurdo". Pegue o salário do técnico pelado com especialização e treinamentos em dezembro de 2008 e compare-o com outros cargos que ganhavam mais ou menos o mesmo e veja quanto estes cargos ganham hoje.
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    Mensagem por concurseiro_mor Qui 19 Nov 2015, 11:49 am

    rogcampinas escreveu:Um minuto de silêncio em respeito aos mortos...


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    Mensagem por subsidioja_ Qui 19 Nov 2015, 11:54 am

    caro colega GCC, com todo o respeito...
    MAS VOCÊ ESTÁ DE SACANAGEM, NÃO ESTÁ???

    Você o matemático jsoebarbosa estão incluindo na conta rubricas que nem todos ganham!!!!

    Tendo em vista que a POPULAÇÃO é imensa e heterogênea, deve-se usar as rubricas capazes de dar maior uniformidade aos cálculos, que no caso são o VB e a GAJ...

    INCLUIR FC, ATS, AQT, HORA EXTRA, CJ E INCORPORAÇÃO PARA DIZER QUE A MÉDIA É UM ULTRAJE E CHEGA A SER DESONESTO!

    Por favor..... repense, porque isso é um absurdo!

    E mestre dos magos, em vez de lacrar o caixão da categoria, porque não se junta à discussão?

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