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    Notícias sobre a Comissão de Negociação da Fenajufe (2015)

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:02 pm

    Aqui é para colocar notícias sobre a Comissão de Negociação da Fenajufe (2015)
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:04 pm

    Fenajufe

    Desfazendo ruídos. Fenajufe possui negociadores

    Publicado em Sexta, 12 Junho 2015 15:56 | Imprimir | E-mail | Acessos: 7856

    A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – Fenajufe, entidade sindical de grau superior que congrega 31 (trinta e um) sindicatos filiados em todo território nacional, representante dos mais de cento e vinte mil servidores destes segmentos, esclarece seus sindicatos filiados e os servidores que não acata definição ou orientação imposta por instituição alguma, incluindo aí o Supremo Tribunal Federal. A relação estabelecida tem garantia constitucional de igualdade.

    A diretoria da Fenajufe foi eleita proporcionalmente e agrega as forças políticas que compõem seus sindicatos de base e, por isso, é democraticamente representativa. Orientamos os sindicatos a não impulsionarem qualquer pedido que desqualifique nossas lideranças, que são responsáveis por trazer até o ponto em que está a tramitação do PLC 28 e do PLC 41 e têm as melhores condições de continuar o trabalho.

    Com a greve estamos mais perto da vitória, não podemos permitir que oportunistas criem factoides virtuais para desconstruir as lideranças e enfraquecer a luta dos servidores, luta que vem desde a greve pelo envio do projeto de reajuste salarial dos servidores do Judiciário e do MPU em 2009.

    Informamos que a comissão de negociação instituída pela Fenajufe é formada pelos coordenadores-gerais, Mara Weber, Adilson Santos e Cledo Vieira.

    Os demais coordenadores trabalham em regime de plantão, junto com os sindicatos filiados em atividade de interesse da Federação.

    A Fenajufe não pode e não faz ingerência sobre os sindicatos filiados, mas é importante mostrar que algumas atitudes estão vindo para desarticular a nossa luta.

    Toda a diretoria reforça a convocatória para a greve nacional e faz um apelo para que mais que nunca a categoria se esforce para construir uma unidade nesta luta que esperamos estar em reta final. Reitera que qualquer proposta apresentada à Fenajufe será imediatamente publicizada aos seus sindicatos filiados com a orientação de realização de assembleias-gerais.

    Vamos construir a greve em nossos locais de trabalho.

    Cledo Vieira e Roberto Ponciano - plantonistas

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:08 pm

    Fenajufe

    DG do STF informa que governo apresentará proposta ao Judiciário nesta quinta-feira

    Publicado em Quarta, 24 Junho 2015 22:37 | Imprimir | E-mail | Acessos: 18580

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]

    Em reunião realizada no STF no fim da tarde desta quarta-feira, o Diretor Geral do STF, Amarildo Vieira, informou aos Coordenadores Gerais da Fenajufe, Adilson Rodrigues, Cledo Vieira e Mara Weber – acompanhados na reunião pelos Coordenadores Gerais do Sindjus/DF, Eugenia Lacerda, também Coordenadora da Fenajufe e José Costa - que o Secretário Executivo do Ministério do Planejamento confirmou que o governo fechou proposta de reajuste para os servidores do Judiciário Federal.

    A proposta será apresentada amanhã ao ministro Lewandowski, pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. A Reunião agendada, que não teve horário divulgado pelo DG do STF, poderá contar também com a presença do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

    A reunião na Diretoria Geral do STF aconteceu durante a realização de ato convocado pelo Sindjus, que lotou a Praça dos Três Poderes com a presença de mais de 2 mil servidores dos vários órgãos do Judiciário no DF, que vieram cobrar atuação do presidente do STF para buscar abertura de negociação efetiva com o governo, que garanta acordo orçamentário para aprovar PLC 28/2015 no próximo dia 30/06 no Senado.

    Os manifestantes foram reprimidos com spray de pimenta e cassetetes quando se aproximaram do Palácio do Planalto, que estava com transito interditado e com policiamento reforçado, por conta de uma alegada ameaça de bomba, que ao final, não se confirmou, despertando suspeitas que pudesse ter sido utilizada para justificar repressão aos manifestantes do Judiciário.

    Indagado sobre o teor da proposta a ser apresentada amanhã, o DG do STF disse ainda não ter conhecimento de qual seja, mas que para garantir a abertura de negociação com o governo o STF já teria sinalizado a possibilidade de postergar a implementação do projeto de reposição salarial apenas a partir de janeiro de 2016. Que buscam a integralidade da reposição pleiteada no projeto, mas que eventualmente possa vir proposta diferente, que será apresentada a Fenajufe para deliberação da categoria nas assembleias nos estados.

    Informou que o STF trabalha com prioridade para fechar acordo orçamentário, não se balizando com prazo de votação sinalizado para o dia 30/06 no Senado. Que se for necessário, votação poderia ser prorrogada, pois como pressuposto para instalar negociação com o governo, o STF já acordou postergar implementação para 2016, o que permitiria mais tempo para fechar negociação e posteriormente aprovar o projeto.

    Reiterou que o STF busca negociação para aprovar PLC 28/2015 e também o PL 5426/2013, que atualiza os valores dos cargos em comissão em 25%, com custo de R$ 230 milhões.

    Deixou pré-indicado a possibilidade de realizar nova reunião com a Fenajufe, a confirmar, ainda nesta quinta-feira, para apresentar a proposta e agilizar apreciação pela categoria.

    Os dirigentes da Fenajufe e Sindjus registraram que a categoria tem pressa em ver a negociação com o governo encaminhada e finalizada rapidamente, bem como a apreciação e aprovação do projeto garantida no próximo dia 30/06 no Senado, pois já são 09 anos de perdas acumuladas e reiteradas tentativas de negociação com o governo frustradas. Que a categoria está com a paciência esgotada, sendo temeroso e de consequências imprevisíveis aventar hipótese de qualquer adiamento da votação já acordada no Senado.

    Para tanto, deve-se apressar processo de negociação, ao longo de dias e noites de hoje até dia 30/06, para assegurar reposição devida aos servidores. Que a categoria já teve que realizar inúmeras greves por esta mesma pauta, pagando alto preço com corte de ponto e salario e repressão de toda ordem das administrações e da policia, como mais uma vez aconteceu hoje no Planalto.

    Que a prioridade deve ser negociar e aprovar apenas a reposição salarial neste momento, não aventando-se utilizar eventuais recursos negociados com governo para aumento de CJs, inclusive de fora do quadro. Que a categoria está aberta à negociação, mas que diferente do que o ministro Lewandowski vem declarando, não houve qualquer acordo com dirigentes mandatados pela categoria para postergar implementação do projeto apenas para 2016.

    Os Coordenadores da Fenajufe pediram que o DG do STF levasse os pedidos acima ao ministro Lewandowski e pediram fosse agilizado agendamento de audiência urgente da Comissão de negociação da Fenajufe com ele, conforme já requerido desde abril e reiterado nos meses subsequentes.

    Os coordenadores da Fenajufe informaram ao DG do STF que o Ministério do Planejamento, convocou reunião também nesta quinta-feira, às 14h, com o Fórum dos Servidores Federais, onde deve divulgar a proposta de reajuste linear para os servidores públicos federais, concomitantemente ao anuncio da proposta de reajuste para o Judiciário, que tem perdas específicas e não pode ser tratado com mesmo índice, o que requer atuação incisiva do presidente do STF, para cobrar as perdas devidas aos servidores e respeito à autonomia do Judiciário.  

    Fortalecimento e intensificação da greve

    A definição de proposta a ser apresentada nesta quinta feira pelo governo é consequência da forte greve instalada na categoria em todo o país, que deve ser mantida e intensificada em cada local de trabalho nos próximos dias. Para forçar e agilizar a negociação e aprovação do PLC 28 e 41, é fundamental que façamos atos e assembleias ainda mais fortes e com maior visibilidade em todo país, para repercutir a greve, que já é uma das maiores da categoria nos últimos tempos.

    Fotos: Joana Darc Melo e Valcir Araujo

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:10 pm

    Sintrajufe-RS

    Depois de pressão e grande ato em Brasília, diretor-geral do STF diz que governo apresentará proposta nesta quinta-feira, 25

    24/06/2015 20:46

    O governo já fechou uma proposta para a reposição salarial da categoria e a apresentará amanhã ao STF. É o que disse o diretor-geral do Supremo, Amarildo Vieira, nesta quarta-feira, 24, à comissão de negociação da Fenajufe e a diretores do Sindjus/DF. Na tarde de hoje, os servidores em greve do Distrito Federal realizaram um grande ato público, na Praça dos Três Poderes, reunindo mais de 2 mil pessoas de todos os ramos e tribunais. Depois da atividade, aconteceu a reunião com o DG.

    Apesar da insistência dos dirigentes sindicais, Amarildo não deu mais detalhes sobre a proposta. Ele informou que o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), Nelson Barbosa, irá se reunir nesta quinta-feira, 25, com o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, para apresentar a proposta. Há a possibilidade de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também esteja presente.

    Na Praça dos Três Poderes, truculência contra servidores

    O ato público dos servidores tomou a Praça dos Três Poderes, com a participação de mais de 2 mil colegas. Com palavras de ordem e presença maciça, mostraram a indignação da categoria com a enrolação do governo. Durante a atividade, o policiamento foi reforçado, desnecessariamente, pois a atividade se desenvolvia pacificamente.

    De acordo com o coordenador-geral da Fenajufe Adilson Santos, que participou do ato público, a situação ficou tensionada quando os servidores se deslocaram da frente do STF para o Palácio do Planalto. A denúncia de que havia bombas em mochilas deixadas no local, inclusive com insinuação de que por obra dos servidores, foi a desculpa para que o contingente policial fosse ainda mais ampliado. Adilson conta que os policiais atingiram os servidores com gás de pimenta e cassetetes, deixando vários feridos. Colegas só não foram presos porque a Fenajufe e o Sindjus/DF intervieram, negociando com o comando da operação policial.

    Proposta aos demais SPFs

    O Mpog também irá se reunir, amanhã, com entidades representativas dos servidores públicos federais do Executivo. No encontro, será apresentada uma contraproposta salarial ao conjunto dos servidores. Não há informações sobre se haverá uma proposta diferenciada para os servidores do Judiciário Federal e do MPU. A Fenajufe e os sindicatos do Judiciário Federal e do MPU trabalham a luta pela reposição salarial específica da categoria, em paralelo com outras reivindicações da pauta unificada dos SPFs, como a data-base.

    A greve precisa ser mantida e ampliada

    “A categoria fez sua cobrança enérgica, dura, mas organizada”, afirma Adilson. Segundo ele, o ato no DF, hoje, reflete a indignação e a capacidade de mobilização dos servidores do Judiciário Federal, que estão realizando a sua maior greve na história.

    Para o dirigente, a proposta do governo é resultado dessa grande mobilização, mas a categoria precisa estar atenta e preparada, pois o governo pode apresentar uma proposta rebaixada, sem garantir a integralidade do PLC 28/15. Por esse motivo, diz Adilson, a Fenajufe insistiu com o diretor-geral do STF que a proposta seja encaminhada o mais rapidamente à federação e que nada seja negociado sem o aval da categoria, pois “somos nós que sofremos os efeitos do congelamento; os juízes já tiveram seu reajuste”.

    Adilson afirma que a greve está cumprindo seu papel de tensionar e fazer com que as coisas aconteçam, e esta primeira proposta do governo é feita graças ao grande movimento, que abrange todo o país. Por esse motivo, ressalta, a greve precisa ser mantida e ampliada.

    Amanhã, todos ao ato público!

    Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a categoria precisa seguir firme na greve, ampliando ao máximo a adesão para forçar a vitória da categoria, e lembra que a promessa de proposta não é novidade. Somente a greve da categoria pode vencer o arrocho salarial de Dilma; amanhã, todos ao ato público, com concentração no TRF ao meio-dia, com caminhada até a Assembleia Legislativa.

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    Mensagem por PCS-JA Sab 28 Nov 2015, 6:14 pm

    Lula Molusco escreveu:Sintrajufe-RS

    Depois de pressão e grande ato em Brasília, diretor-geral do STF diz que governo apresentará proposta nesta quinta-feira, 25


    24/06/2015 20:46

    O governo já fechou uma proposta para a reposição salarial da categoria e a apresentará amanhã ao STF. É o que disse o diretor-geral do Supremo, Amarildo Vieira, nesta quarta-feira, 24, à comissão de negociação da Fenajufe e a diretores do Sindjus/DF. Na tarde de hoje, os servidores em greve do Distrito Federal realizaram um grande ato público, na Praça dos Três Poderes, reunindo mais de 2 mil pessoas de todos os ramos e tribunais. Depois da atividade, aconteceu a reunião com o DG.

    Apesar da insistência dos dirigentes sindicais, Amarildo não deu mais detalhes sobre a proposta. Ele informou que o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), Nelson Barbosa, irá se reunir nesta quinta-feira, 25, com o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, para apresentar a proposta. Há a possibilidade de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também esteja presente.

    Na Praça dos Três Poderes, truculência contra servidores

    O ato público dos servidores tomou a Praça dos Três Poderes, com a participação de mais de 2 mil colegas. Com palavras de ordem e presença maciça, mostraram a indignação da categoria com a enrolação do governo. Durante a atividade, o policiamento foi reforçado, desnecessariamente, pois a atividade se desenvolvia pacificamente.

    De acordo com o coordenador-geral da Fenajufe Adilson Santos, que participou do ato público, a situação ficou tensionada quando os servidores se deslocaram da frente do STF para o Palácio do Planalto. A denúncia de que havia bombas em mochilas deixadas no local, inclusive com insinuação de que por obra dos servidores, foi a desculpa para que o contingente policial fosse ainda mais ampliado. Adilson conta que os policiais atingiram os servidores com gás de pimenta e cassetetes, deixando vários feridos. Colegas só não foram presos porque a Fenajufe e o Sindjus/DF intervieram, negociando com o comando da operação policial.

    Proposta aos demais SPFs

    O Mpog também irá se reunir, amanhã, com entidades representativas dos servidores públicos federais do Executivo. No encontro, será apresentada uma contraproposta salarial ao conjunto dos servidores. Não há informações sobre se haverá uma proposta diferenciada para os servidores do Judiciário Federal e do MPU. A Fenajufe e os sindicatos do Judiciário Federal e do MPU trabalham a luta pela reposição salarial específica da categoria, em paralelo com outras reivindicações da pauta unificada dos SPFs, como a data-base.

    A greve precisa ser mantida e ampliada

    “A categoria fez sua cobrança enérgica, dura, mas organizada”, afirma Adilson. Segundo ele, o ato no DF, hoje, reflete a indignação e a capacidade de mobilização dos servidores do Judiciário Federal, que estão realizando a sua maior greve na história.

    Para o dirigente, a proposta do governo é resultado dessa grande mobilização, mas a categoria precisa estar atenta e preparada, pois o governo pode apresentar uma proposta rebaixada, sem garantir a integralidade do PLC 28/15. Por esse motivo, diz Adilson, a Fenajufe insistiu com o diretor-geral do STF que a proposta seja encaminhada o mais rapidamente à federação e que nada seja negociado sem o aval da categoria, pois “somos nós que sofremos os efeitos do congelamento; os juízes já tiveram seu reajuste”.

    Adilson afirma que a greve está cumprindo seu papel de tensionar e fazer com que as coisas aconteçam, e esta primeira proposta do governo é feita graças ao grande movimento, que abrange todo o país. Por esse motivo, ressalta, a greve precisa ser mantida e ampliada.

    Amanhã, todos ao ato público!

    Na avaliação da direção do Sintrajufe/RS, a categoria precisa seguir firme na greve, ampliando ao máximo a adesão para forçar a vitória da categoria, e lembra que a promessa de proposta não é novidade. Somente a greve da categoria pode vencer o arrocho salarial de Dilma; amanhã, todos ao ato público, com concentração no TRF ao meio-dia, com caminhada até a Assembleia Legislativa.

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    A chamada "ampliadinha" definiu que a fenajufe - por meio de 04 membros é quem tem o poder de negociar - Eugênio, adilson e etc.
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:17 pm

    Fenajufe

    Diretor Geral do STF confirma retomada de negociação com governo federal

    Publicado em Segunda, 29 Junho 2015 23:25 | Imprimir | E-mail | Acessos: 19970

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar esta imagem]

    Ante o cenário indefinido e o risco de retirada da pauta, categoria deve intensificar greve e pressão para garantir aprovação dos PLCs 28 e 41 de 2015, com acordo.

    A Comissão de Negociação da Fenajufe reuniu-se hoje, 29, com o Diretor Geral do Supremo Tribunal Federal, Amarildo Vieira de Oliveira, para apresentar a posição dos servidores do Poder Judiciário federal e MPU em defesa da votação dos PLCs 28 e 41 de 2015.

    Além do Diretor Geral do Supremo e do secretário de Gestão de Pessoas, Cícero Rodrigues de Oliveira Gomes, participaram da reunião os coordenadores da Fenajufe Cledo Vieira, Adilson Santos, Iracema Pompermeyer, Saulo Arcangeli, Alexandre Magnus e Maria Eugênia Lacerda, que também é coordenadora do Sindjus/DF ao lado de José Rodrigues Costa Neto, que integrou a comissão.

    O Diretor Geral do Supremo informou  que o ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) já tem autorização da presidência da República para dar continuidade a um processo de negociação diferenciado com o STF. O objetivo, segundo ele,  é melhorar a proposta entregue ao ministro Ricardo Lewandowski na quinta-feira, 25, que estabelecia um reajuste de 21,3% sobre a folha de pessoal.

    Após rechaçar a proposta do governo levada ao STF na quinta-feira, 25, a categoria definiu em assembleias nos estados que o único caminho aceitável, neste momento, é o da aprovação dos projetos, sem rebaixamento das propostas. Para isso, através da greve em curso, a Fenajufe cobra a atuação efetiva do STF para negociar os recursos necessários à implementação. O PLC 28/2015, nono item da pauta, será votado no plenário do Senado na tarde da terça-feira, 30. Ainda é negociada a inclusão também na pauta do dia 30, do PLC 41/2015, que trata do reajuste dos servidores do MPU.

    Diante do aval da presidência, nova reunião deverá acontecer na terça-feira, 30, entre Amarildo Vieira e o secretário-executivo do ministério, Dyogo Henrique de Oliveira, bem como com assessores das áreas técnicas do MPOG incluindo a secretaria de Orçamento e Finanças (SOF), para discutir uma nova proposta do governo. Vieira tentou agendar essa mesma reunião para a segunda-feira, 29. Mas os negociadores do governo estavam com o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, negociando o PLC 41/2015.

    O Diretor-Geral do STF voltou a afirmar que o objetivo da negociação é garantir aos servidores pelo menos a reposição das perdas acumuladas referentes à inflação, calculada em 50,76% pelo IPCA referente ao período de junho de 2006 a dezembro de 2015. Segundo ele, o STF não tem pressa na votação do PLC 28/2015 no Senado, mas sim, no acordo orçamentário que permita implementá-lo.  Amarildo Vieira informou que como estratégia de negociação, o STF pode ainda articular junto à mesa diretora do Senado para que o PLC 28 não seja votado na terça-feira, 30, tendo em vista o veto declarado do governo, caso o projeto passe. Na avaliação do STF, um veto presidencial raramente seria derrubado no Congresso Nacional.

    Preocupação

    Com a possibilidade de retirada do PLC 28 da pauta do Senado desta terça-feira, 30, a Comissão de Negociação da Fenajufe manifestou preocupação com a estratégia e argumentou que a paciência da categoria já se esgotou com as várias manobras  que os governos executam para impedir a implementação dos reajustes da categoria e para evitar a instalação de negociação efetiva que garantisse o orçamento necessário.

    Para a Fenajufe, o importante agora é que o STF atue em todos os sentidos para garantir a dotação orçamentária que permita a aprovação e implementação imediata do PLC 28/2015.

    A Comissão informou ao representante do STF que a adesão da categoria à greve em todo o País cresceu ainda mais nos últimos dias e que caravanas saíram dos estados rumo a Brasília, pois os servidores querem a votação concluída na terça-feira, 30, de acordo com o compromisso fechado com a mesa diretora do Senado. À categoria interessa, neste momento, somente a aprovação do PLC 28/2015 na totalidade e no tempo estabelecido no projeto, com integralização do reajuste em dezembro de 2017.

    O Diretor Geral do Supremo se comprometeu em convocar nova reunião com a Comissão, caso haja avanço na negociação com o governo. Porém, ele não informou o horário. A Fenajufe insistiu que a reunião aconteça antes da votação no Senado, marcada para o período da tarde na terça-feira, 30.

    Na avaliação da coordenadora da Fenajufe, Iracema Pompermeyer, o momento é de ampliar a luta. “A intensificação da greve em todo o País, a gestão da categoria e dos coordenadores da Fenajufe têm sido de fundamental importância para que o processo de negociação avance. Por isso, a categoria precisa manter-se mobilizada, pois com certeza, com a nossa força, conseguiremos arrancar nossa reposição salarial, corroída ao longo dos anos pela inflação”, avalia.

    Já a intervenção do coordenador da Fenajufe, Alexandre Magnus, foi no sentido de não aumentar o parcelamento para quatro anos, bem como lembrar ao Diretor Geral do STF “ que fizemos  (Sindicatos e Federação) o dever de casa”, onde foi pedido , inclusive pelo presidente do STF, que era pressionar o Congresso Nacional para aprovar o PL, o que foi alcançado com as aprovações nas comissões da Câmara, e agora no Senado. “ Depois desta reunião, sinto que devemos aumentar a greve para garantir a aprovação do PLC 28 e seu orçamento”, diz o coordenador.

    Orientação: concentração no acampamento do STF a partir de meio dia para saída conjunta rumo ao Senado

    Com o novo cenário que se configura, a Fenajufe convoca a categoria a intensificar a greve em todo o País. A orientação é que como parte da articulação, os sindicatos continuem procurando seus senadores para buscar apoio na aprovação do PLC 28/2015 e para que os parlamentares ajudem na construção de um acordo orçamentário que permita a aprovação e implementação do projeto.

    A Fenajufe orienta ainda que os servidores do Distrito Federal e as delegações que estiverem em Brasília para se concentrarem no acampamento ao lado do STF a partir do meio dia, para saída conjunta com destino ao Senado para cobrar a aprovação dos PLCs 28 e 41, de 2015.

    A Fenajufe informa ainda que está negociando com a mesa diretora do Senado a liberação de acesso às galerias do plenário, bem como garantia da livre circulação para representantes do movimento, nos gabinetes dos parlamentares para dar continuidade ao processo de articulação.

    da Fenajufe, Luciano Beregeno
    Fotos: Joana Darc Melo/Fenajufe

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:19 pm

    PCS-JA escreveu:_________-

    A chamada "ampliadinha" definiu que a fenajufe - por meio de 04 membros é quem tem o poder de negociar - Eugênio, adilson e etc.

    Chegarei lá. Estou colocando o que acho na internet em ordem cronológica.
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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:34 pm

    Sitraemg

    Pela sanção: servidores mantêm a paralisação e marcam outra assembleia para o dia 8

    Postado em: 02/07/2015

    Atividades programadas: 03/07, sexta-feira, 12h: ato público em frente ao prédio do TRE/MG da Avenida Prudente de Morais, 100, BH; 06/07, segunda-feira, 12h: ato público em frente ao prédio do TRT da Rua Mato Grosso, 468, BH; 07/07, terça-feira, 12h: ato público em frente ao prédio do TRT da Avenida Getúlio Vargas, 225, BH; 08/07, quarta-feira, 12h: ato público (com casamento simbólico de Dilma com Lewandowski) e AGE (às 13h em primeira chamada e 13h30 em segunda chamada), em frente ao prédio da Justiça Federal  da Avenida Álvares Cabral, 1.741, BH.

    GREVE, GREVE, GREVE! Este foi o coro entre os cerca de 850 servidores reunidos em frente ao prédio da Justiça Federal na tarde de hoje, 2, durante assembleia geral extraordinária, que decidiu, quase por unanimidade, pela manutenção da greve. A decisão da categoria segue também a orientação da Fenajufe pela manutenção da greve e pelo seu fortalecimento. Confira as fotos abaixo.

    A manifestação de hoje, com sabor de vitória, foi aplaudida por todos os presentes, dentre os quais, muitos, ao microfone, contaram suas experiências acerca do momento histórico que a categoria vive. O coordenador geral do SITRAEMG Alexandre Magnus, que participou das atividades em Brasília nos últimos dias 30/6 e 1º/7, passou os informes à assembleia.

    Segundo Magnus, durante a reunião do Comando Nacional de Greve (CNG), realizada ontem, 1º/7, a Federação foi questionada pela inexistência de uma reunião da Federação diretamente com a presidente Dilma Rousseff, para tratar do PLC 28/15, uma vez que as reuniões de negociação do Projeto vêm sendo realizadas com o Diretor Geral do Supremo Tribunal Federal, Amarildo Vieira de Oliveira. “A falta de uma reunião com a presidente Dilma demonstra um grande desrespeito para com a categoria”, critica Magnus.

    O coordenador sindical Alexandre Magnus, que também participou de reunião com o Diretor Geral do Supremo Tribunal Federal, Amarildo Vieira de Oliveira, no último dia 29, ao lado de outros coordenadores da Fenajufe, que formam a Comissão de Negociação da entidade, disse ao diretor do STF que o PLC 28/15, do STF, consta o parcelamento da recomposição em três anos e que a categoria não aceitará parcelamento maior que este. Magnus lembrou, ainda, os dizeres de Amarildo Vieira, durante negociações no ano passado, quando falou que o problema estava no Congresso Nacional. “E, agora? Aprovado na Câmara, não querem votar nosso Projeto”, questionou o coordenador sindical.

    Sobre a greve da categoria, Magnus parabenizou a todos, dizendo que são vitoriosos e destacou que “o SITRAEMG cumpriu bem o seu dever de casa; em 26 anos de sua história, nunca houve uma caravana mineira em Brasília igual a esta (cerca de 300 servidores), bancada pela entidade”, parabenizou o coordenador, informando que Minas foi a segunda maior delegação na capital federal neste dia 30. “Invadimos Brasília, foram mais de 5 mil servidores do lado de fora do Senado”, pontuou.

    Fortalecimento da greve

    Nestor Santiago, servidor da Justiça Federal/BH e diretor de base do Sindicato, falou sobre os recorrentes ataques da mídia contra os servidores do Judiciário e deu uma “injeção de ânimo” nos colegas pedindo que fortaleçam o movimento, que ainda está em ascensão, e que se preocupem menos com a mídia. “Já estamos a caminho da vitória”, disse Santiago, confiante que Dilma “não tem ‘colchões’ para vetar o Plano da categoria, sobretudo por causa de uma crise institucional.

    David Landau, servidor do TRT e também diretor de base sindical, falou sobre o ritmo frenético da última terça-feira, em Brasília. “Foi muita correria para falar com os senadores”, informou Landau, lembrando que é a greve da categoria que fez com que o ministro do STF, Ricardo Lewandowski, não retirasse de pauta, a votação do PLC 28/15 do dia 30. “E isso foi por causa da nossa greve; estamos derrotando o poder econômico desse país”, aponta Landau. “Vamos atropelar o Senado, STF e Dilma, não somos capachos ”corroborou Welington Gonçalves, servidor da Justiça Federal, dizendo que a categoria em Brasília fez Renan Calheiros, presidente do Senado, ouvir a voz dos servidores. Hebe-Del kader, também da Justiça Federal, parabenizou a caravana mineira e anunciou que, quem entrou no Senado, ficou mais de dez horas sem sair do lugar; “não saímos nem para tomar água”, relatou o servidor, chamando os colegas a lutarem pela sua dignidade; “não apenas pelo dinheiro, mas pela derrota daqueles partidos que não defendem os trabalhadores”, desabafa Hebe-Del.

    Do lado de fora do Senado, os sacrifícios também foram muitos. “Sem comer e beber, fechamos a Esplanada dos Ministérios, das 12H às 22h30, de pé, no sol” relata Flavia, servidora do TRT, lembrando que ainda tiveram a visita, por volta das 18h, da polícia, municiada de cassetetes e cães, que queriam retirá-los do local. A servidora informou que, para conter os mandos da polícia, foi necessário gritarem “abaixo à repressão!”, informou.

    Os coordenadores sindicais Vilma de Oliveira e Célio Izidoro também parabenizaram a categoria. “A nossa coragem é que fez aprovar o PLC 28 no Senado; que saiamos da ‘toca’ e vamos para as ruas. A greve é pelos nossos direitos”, disse Vilma, seguida por Célio Izidoro, destacando o momento decisivo na história dos servidores. “Temos que acreditar apenas na nossa força de lutas. Não devemos acreditar nos ministros indicados pelo Executivo, um poder corrompido”, destaca Izidoro.

    Alexandre Brandi, membro do conselho Fiscal do Sindicato e Paulo, servidor do TRT de Ubá, parabenizaram a direção do Sindicato pela árdua luta até agora. “Cabe, agora, cada servidor ir à luta, pois, as coisas neste país só mudam quando vamos para as ruas; falta pouco, não vamos morrer na praia”, conclama Brandi. Paulo anunciou que seu local de trabalho está totalmente paralisado. “Nenhuma categoria ficou tanto tempo sem reposição e, temos que nos conscientizar da importância da greve porque a presidente vai utilizar os quinze dias que tem para se posicionar acerca do Projeto e vai querer nos desgastar”, aponta o servidor de Ubá.

    Ainda chamando os colegas para irem para as ruas, Toninho, servidor da Justiça Federal de Divinópolis, lembrou-lhes que a greve é um direito constitucional. “Não tenhamos medo de fazer greve; nosso medo deve ser o de ir ao supermercado ou quando da matrícula de nossos filhos”, aconselhou Toninho. Outro servidor do TRT, José Francisco Rodrigues, representante do Movimento da Auditoria Cidadã da Dívida em Minas, destacou o gasto da União apenas com o pagamento da Dívida que, em 2014, chegou a R$ 978 bilhões com juros e amortizações da dívida pública, o que representou 45,11% de todo o orçamento efetivamente executado no ano. Para 2015, a previsão é de R$ 1,35 trilhão, o que aumenta 35% em relação à previsão para 2014. Nesse sentido, o servidor questionou que, quem quebra o país não são os servidores, como vem sendo noticiado diariamente pela imprensa.

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:39 pm

    Sintrajud-SP

    Presidente do Supremo não recebe a Fenajufe, mas discute recomposição salarial da categoria com Presidentes dos Tribunais Superiores

    7/8/2015

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    Em Brasília

    Em ato no STF, servidores cobram de Lewandowski defesa do PLC 28

    Servidores do Judiciário federal protestaram nesta quarta-feira, 5, na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal, pela derrubada do veto ao PLC 28/2015. O projeto repõe perdas salariais da categoria, há quase dez anos com salários congelados.

    Munidos de vuvuzelas e buzinões, os manifestantes exigiram respeito à independência e autonomia do poder Judiciário. Eles também cobraram posicionamento público do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, na defesa do PLC 28 e também esclarecimentos sobre rumores de uma nova proposta que estaria sendo apresentada pelo STF.

    Pouco após o início da manifestação, a mobilização recebeu reforço de servidores do Supremo. Com faixas e cartazes, onde se lia "STF em Greve", eles se colocaram em frente ao Tribunal e em seguida, se juntaram aos manifestantes na praça.

    Embate

    Momento de tensão vivido pelos servidores foi quando o forte aparato policial se posicionou junto às grades, formando um cordão de isolamento. Com gás de pimenta, a PM tentou afastar os manifestantes. Atingidos, os servidores derrubaram a proteção, o que gerou um princípio de confusão.

    Acalmados os ânimos, a categoria se reorganizou e aguardou o resultado dos pedidos de audiência feitos pelo Comando Nacional de Greve, ao ministro Lewandowski. Alegando agenda cheia, o presidente do STF informou através de sua assessoria, sinalizou com a possibilidade de uma conversa nesta quinta-feira, 6, a ser confirmada.

    Cúpula do Judiciário

    Ainda no protesto o Chefe de Segurança do STF, Murilo Maia Herz, procurou a comissão de negociação da Fenajufe para propor uma reunião com o Diretor-Geral do Supremo, Amarildo Vieira, mas, seguindo a definição do Comando de Greve, que no dia anterior decidiu que exigia neste momento uma audiência com  Lewandowyski, a comissão reafirmou sua posição de reunir com o presidente. O coordenador da Fenajufe, Roberto Ponciano, consignou voto pela aceitação do convite da reunião com Amarildo Vieira. Mas foi voto vencido.

    Durante o dia, foi confirmada na agenda do presidente do STF uma reunião com os presidentes dos tribunais superiores e TJDFT, que teria como pauta o reajuste dos servidores. A Fenajufe não teve acesso a essa reunião, apesar do interesse direto da categoria no conteúdo da conversa.

    De saída do STF após a reunião, os presidentes dos tribunais foram abordados pelos coordenadores da Fenajufe Adilson Rodrigues, Saulo Arcangeli e Tarcisio Ferreira. Indagados sobre o conteúdo da conversa, os ministros limitaram-se a dizer que as negociações com o governo estão em curso e não forneceram informações quanto a uma possível proposta em gestação no STF. O presidente do TST disse que posteriormente publicaria as informações.

    Os coordenadores reforçaram os pedidos de audiência já efetuados e manifestaram a importância de um posicionamento dos tribunais, bem como a preocupação da categoria com um possível reajuste rebaixado e parcelado em quatro anos, como vem sendo veiculado por diversos meios de comunicação. Também foi reafirmada a necessidade da defesa por parte dos presidentes de tribunais, de que seja assegurada à categoria, a recomposição efetiva das perdas salariais acumuladas.

    De acordo com notícia publicada no portal do STF, o ministro Lewandowski reuniu os presidentes dos tribunais para "informá-los sobre o andamento das negociações com o Poder Executivo referentes ao reajuste dos servidores públicos do Poder Judiciário da União".

    Reajuste para os juízes

    Os ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em sessão administrativa, decidiram encaminhar ao Congresso Nacional projeto de lei que repõe as perdas de seus próprios subsídios – jornais divulgaram que o índice seria de 16%. O percentual refere-se à inflação passada e à projetada para daqui a cinco meses, somadas a “resíduo” de período anterior.

    Na mesma sessão, realizada na quinta-feira (6), adiaram para o dia 12 próximo a análise da situação dos servidores, cuja questão salarial dependeria, para o tribunal, do desenrolar das negociações entre o STF e o governo federal. O orçamento aprovado não inclui recursos para o projeto aprovado no Congresso e vetado por Dilma – o PLC 28. O Supremo fala em buscar negociar o “melhor possível” para os servidores diante crise econômica e do “ajuste fiscal”.

    O tribunal já teria definido, segundo o diretor-geral Amarildo Vieira, que novo projeto será encaminhado ao Legislativo em condições e valores distintos aos do PLC 28, cujo veto presidencial a categoria luta para derrubar com uma das maiores greves de sua história.

    O diretor-geral disse que o STF trabalha com proposta que represente reposição de até 46%  (em 4 anos) sobre a tabela salarial – o que ainda estaria sendo negociado com o governo.

    As bases de um possível acordo de cúpulas sobre isso teriam sido tratadas na reunião que o ministro Lewandowski teve com a presidente Dilma na tarde desta quinta. Amarildo admitiu ainda que, como vem sendo ventilado, o STF cogita utilizar o reconhecimento do passivo dos 13,23% na composição desse índice de reposição – avalia-se que poderia sair daí o tal valor a ‘mais’ para o Judiciário em relação às negociações do conjunto do funcionalismo.

    Com informações da Fenajufe

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    Mensagem por Lula Molusco Sab 28 Nov 2015, 6:42 pm

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    Diretor-Geral do STF convida Fenajufe para tratar de reajuste

    11/8/2015

    Esta notícia foi lida: 4645 vezes

    Campanha salarial

    Reunião será às 10h desta quarta-feira, 12

    Luciano Beregeno, da Fenajufe

    A Fenajufe participa nesta quarta-feira, às 10 horas, de uma reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), onde será discutida proposta de reajuste dos servidores. O e-mail com o convite partiu do Diretor-Geral do STF, Amarildo Vieira, e traz a seguinte mensagem:

    Convido Vossas Senhorias para participar de reunião que ocorrerá no dia 12.08.2015, 4ª feira, de 10:00 às 12:00h, na Sala de Sessões da Segunda Turma do STF (Ed. Anexo II-B, 4º andar), em Brasília, DF, para tratar da proposta de reajuste dos servidores do Poder Judiciário da União.

    Amarildo Vieira de Oliveira
    Diretor-Geral do STF

    Pela Fenajufe participarão a Comissão de Negociação e os coordenadores que estiverem em Brasília. A categoria luta pelo reajuste dos salários congelados há quase dez anos e a maior crítica ao STF é que o Tribunal vem negociando com o governo uma proposta rebaixada, sem consultar os servidores.

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