PCS JÁ

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    Lei 13.317/2016-PJU

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    Mensagem por Xiola Qua 10 Ago 2016, 1:35 pm

    AVISO-Adicional de Qualificação de Curso Superior para Ocupantes do Cargo de TÉCNICO JUDICIÁRIO


    A Coordenadoria de Gestão de Pessoas informa que nos termos do parágrafo primeiro, do artigo 7º, da Portaria Conjunta nº 2 do Supremo Tribunal Federal, publicada em 10/08/2016, os servidores ocupantes do cargo de Técnico Judiciário que ainda não averbaram os respectivos diplomas de curso superior, terão o prazo de 30 dias para fazê-lo, a contar da data da publicação da citada portaria.

    A solicitação de averbação deverá ser feita por meio do PROAD - Adicional de Qualificação.

    Fonte: Ascom - TRT/21ª Região
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    Mensagem por PAS_Jud.2011 Qua 10 Ago 2016, 8:10 pm

    Lord Sith escreveu:
    mridazi escreveu:Tabelinha básica da Receita Federal do Brasil já para 2017!!!

    judiciário federal = carreira de m............


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    Sinceramente, ir para a RF e cair nuns buracos da região norte e centro-oeste e ficar décadas para voltar para casa....fico onde estou. Dinheiro não é tudo na vida!

    Isso q é tenso, inclusive é o fator definitivo que enterrou meu sonho infantil de ser Poliça Federár! Melhor estudar pra outra coisa. Mas que ficou chique essa tabela da RFB, ah! isso ficou!
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    Mensagem por Sniper Qua 10 Ago 2016, 8:19 pm

    PAS_Jud.2011 escreveu:
    Lord Sith escreveu:
    mridazi escreveu:Tabelinha básica da Receita Federal do Brasil já para 2017!!!

    judiciário federal = carreira de m............


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    Sinceramente, ir para a RF e cair nuns buracos da região norte e centro-oeste e ficar décadas para voltar para casa....fico onde estou. Dinheiro não é tudo na vida!

    Isso q é tenso, inclusive é o fator definitivo que enterrou meu sonho infantil de ser Poliça Federár! Melhor estudar pra outra coisa. Mas que ficou chique essa tabela da RFB, ah! isso ficou!

    Isso é relativo.
    O esposo da minha colega de tribunal é auditor da receita, aprovado no último concurso.
    Inicialmente, foi lotado num buraco do norte.
    Hoje em dia, está lotado em brasília.
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    Mensagem por Convidado Qua 10 Ago 2016, 11:08 pm

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    Mensagem por phaal2001 Qui 11 Ago 2016, 12:26 am

    Sniper escreveu:
    PAS_Jud.2011 escreveu:
    Lord Sith escreveu:
    mridazi escreveu:Tabelinha básica da Receita Federal do Brasil já para 2017!!!

    judiciário federal = carreira de m............


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    Sinceramente, ir para a RF e cair nuns buracos da região norte e centro-oeste e ficar décadas para voltar para casa....fico onde estou. Dinheiro não é tudo na vida!

    Isso q é tenso, inclusive é o fator definitivo que enterrou meu sonho infantil de ser Poliça Federár! Melhor estudar pra outra coisa. Mas que ficou chique essa tabela da RFB, ah! isso ficou!

    Isso é relativo.
    O esposo da minha colega de tribunal é auditor da receita, aprovado no último concurso.
    Inicialmente, foi lotado num buraco do norte.
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    Quem passa entre os primeiros tem a possibilidade de escolher aonde vai ficar dentre as cidades previstas.
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    Mensagem por FALCON.X Qui 11 Ago 2016, 11:41 am


    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA
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    Mensagem por Fireball Qui 11 Ago 2016, 12:10 pm

    FALCON.X escreveu:
    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA

    Está esperando o momento correto, imagino que logo que comprovarem dia 22 o desconto da merreca R$ 59 pila, será usado como prova "cabal" Very Happy
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    Mensagem por servidor_jt Qui 11 Ago 2016, 12:13 pm

    Uai colega... Não entendi a postagem. A Anajustra já se manifestou sim...É só entrar no site dela e verificar... Estão providenciando novos cálculos. Tem que apresentar novas notícias todos os dias?



    FALCON.X escreveu:
    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA
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    Mensagem por euvoltei Qui 11 Ago 2016, 12:30 pm

    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

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    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável, fraca moralmente e intelectualmente...
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    Mensagem por hs007 Qui 11 Ago 2016, 12:32 pm

    Ou seja, uma INCOMPETENTA!
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    Mensagem por servidor_jt Qui 11 Ago 2016, 12:55 pm

    Uai colega... Não entendi a postagem. A Anajustra já se manifestou sim...É só entrar no site dela e verificar... Estão providenciando novos cálculos. Tem que apresentar novas notícias todos os dias?



    FALCON.X escreveu:
    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA
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    Mensagem por urbina Qui 11 Ago 2016, 1:58 pm

    hs007 escreveu:Ou seja, uma INCOMPETENTA!

    ADOREI!!!!
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    Mensagem por urbina Qui 11 Ago 2016, 1:59 pm

    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

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    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    FALOU TUDO!!! PERFEITO.
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    Mensagem por PCS-TRE Qui 11 Ago 2016, 4:44 pm

    urbina escreveu:
    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    FALOU TUDO!!! PERFEITO.

    E o pior é que, vendo os comentários da reportagem, ainda tem gente que defende "PresidentA".

    Buscando fundamento até em um "biscoito fino" como Machado de Assis...., que de forma profética antecipou a polêmica cento e tantos anos antes.

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    Mensagem por JONGA Qui 11 Ago 2016, 5:02 pm

    hs007 escreveu:Ou seja, uma INCOMPETENTA!

    e que não 'e inocenta
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    Mensagem por VadeMekum Qui 11 Ago 2016, 5:10 pm

    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    Mas por que zicam tanto pelo fato de a Anta querer ser chamada de presidentA?

    Essa forma não é incorreta. Por incrível que possa parecer...
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    Mensagem por PCS-TRE Qui 11 Ago 2016, 5:19 pm

    VadeMekum escreveu:
    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    Mas por que zicam tanto pelo fato de a Anta querer ser chamada de presidentA?

    Essa forma não é incorreta. Por incrível que possa parecer...

    O idioma é dinâmico, muda por usos e costumes e essa forma, mesmo sendo correta, não é usual.
    A ex-prizidentA, porém, queria impor o uso dessa forma por sua vontade e pela vontade dos grupos engajados nesse negócio de gênero, de feminismo militante e, por extensão, aos que reconheciam e apoiavam o seu grupo no exercício do poder.
    Isso ficou como símbolo do seu poder e se esvai da mesma forma que o seu poder se desmanchou.
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    Mensagem por PCS-TRE Qui 11 Ago 2016, 5:21 pm

    JONGA escreveu:
    hs007 escreveu:Ou seja, uma INCOMPETENTA!

    e que não 'e inocenta

    InocentA pode até ser. InocentE, é que não é.


    No mínimo omissa.

    Um dos novelos da Lava Jato já tinha sido puxado em 2009 com a CPI da Petrobras, que foi enterrada pelo ex-presidentO Lula.

    Ela sabia do que se passava e sabia quem eram os corruptos que estavam lá.




    :trollface: :trollface:


    Última edição por PCS-TRE em Qui 11 Ago 2016, 5:26 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem por rogcampinas Qui 11 Ago 2016, 5:24 pm

    Agora nem presidentA e nem presidentE... fica anta só kkkkkkkkkkk

    :trollface: :trollface: :trollface:
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    Mensagem por Convidado Qui 11 Ago 2016, 5:26 pm

    É facebook é fórum PCS essa poha de presidentA... mas brasileiro é chato pra c... mesmo hein. Fodasse isso.

    E eu já vi monte de mulher assinando "Analista Judiciária" e aí qq tem ?

    http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1950-1959/lei-2749-2-abril-1956-355226-publicacaooriginal-1-pl.html

    E essa lei ainda tá vigente.
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    Mensagem por PCS-TRE Qui 11 Ago 2016, 5:29 pm

    Rubro Zorro escreveu:É facebook é fórum PCS essa poha de presidentA... mas brasileiro é chato pra c... mesmo hein. Fodasse isso.

    E eu já vi monte de mulher assinando "Analista Judiciária" e aí qq tem ?

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]

    E essa lei ainda tá vigente.


    Impichima para todos os brasileiros.

    A lei existia há mais de 50 anos e só tentaram cumprir de 2010 pra cá.

    EX-PRIZIDENTA

    E morreu o assunto.
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    Mensagem por FALCON.X Qui 11 Ago 2016, 5:33 pm

    servidor_jt escreveu:Uai colega... Não entendi a postagem. A Anajustra já se manifestou sim...É só entrar no site dela e verificar... Estão providenciando novos cálculos. Tem que apresentar novas notícias todos os dias?



    FALCON.X escreveu:
    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA

    Em momento algum disse que a ANAJUSTRA tem que dar notícia todos os dias...NO MAIS não é só de 13.23 que se faz notícia, até porque há outras demandas em andamento. Uma delas inclusive ela conclamava associação sob pretexto que o TRF iria pautar recurso relativamente a revisão remuneratória.
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    Mensagem por FranzFerdinand Qui 11 Ago 2016, 7:17 pm

    PCS-TRE escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    Mas por que zicam tanto pelo fato de a Anta querer ser chamada de presidentA?

    Essa forma não é incorreta. Por incrível que possa parecer...

    O idioma é dinâmico, muda por usos e costumes e essa forma, mesmo sendo correta, não é usual.
    A ex-prizidentA, porém, queria impor o uso dessa forma por sua vontade e pela vontade dos grupos engajados nesse negócio de gênero, de feminismo militante e, por extensão, aos que reconheciam e apoiavam o seu grupo no exercício do poder.
    Isso ficou como símbolo do seu poder e se esvai da mesma forma que o seu poder se desmanchou.
    Perfeito! este é ponto! embora não usual, admite-se a forma gramatical. O problema, conforme a brilhante observação, é a imposição, presente em todas as suas atitudes, bem como a formação do estigma.
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    Mensagem por FALCON.X Qui 11 Ago 2016, 9:17 pm

    urbina escreveu:
    hs007 escreveu:Ou seja, uma INCOMPETENTA!

    ADOREI!!!!

    like like like like like like

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    Mensagem por servidor_jt Sex 12 Ago 2016, 11:52 am


    Que bom colega... então pelo que você está afirmando... a ANAJUSTRA não está em silêncio total.... está se manifestando....


    FALCON.X escreveu:
    servidor_jt escreveu:Uai colega... Não entendi a postagem. A Anajustra já se manifestou sim...É só entrar no site dela e verificar... Estão providenciando novos cálculos. Tem que apresentar novas notícias todos os dias?



    FALCON.X escreveu:
    E a ANAJUSTRA ??? SILÊNCIO TOTAL...nem passivo..nem 13,23%...nem recurso do TRF..NADA

    Em momento algum disse que a ANAJUSTRA tem que dar notícia  todos os dias...NO MAIS não é só de 13.23 que se faz notícia, até porque há outras demandas em andamento. Uma delas inclusive ela conclamava associação sob pretexto que o TRF iria pautar recurso relativamente a revisão remuneratória.
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    Mensagem por herval Sex 12 Ago 2016, 12:04 pm



    Carreira 11/08/2016 17:49
    O termo “presidenta” está mesmo errado gramaticalmente?


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    São Paulo – Eleita para o comando do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia deixou claro que prefere ser chamada de presidente e não de presidenta. Justificou a escolha pelo termo porque  “foi uma estudante, hoje é presidente e também uma amante da língua portuguesa”.

    Com isso surge novamente a dúvida polêmica: presidenta está mesmo errado gramaticalmente? “Presidenta, segundo o ‘Aurélio’, é ‘mulher que preside’, distinta de presidente, que é 'pessoa que preside' ou ‘o presidente da República’”, diz o professor Reinaldo Passadori, presidente e CEO do Instituto Passadori.

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    Ou seja, o termo presidenta pode causar estranheza, mas não está incorreto. Estranheza essa porque a regra em português estabelece que palavras com os sufixos -ente, -ante e -inte são neutras, ou seja, não têm gênero, e podem ser usadas no masculino e no feminino, o que fez com o uso de presidente para mulheres fosse  sempre o mais frequente.

    “Podemos dizer que presidenta foi uma apropriação da língua como forma de enaltecer a presença feminina na política, já que estes cargos normalmente são ocupados comumente por homens”, diz Passadori.

    Sendo assim, é possível optar tanto por presidente como por presidenta sem fazer desfeita para língua portuguesa.

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    Mensagem por hs007 Sex 12 Ago 2016, 12:24 pm

    E Presidanta? Ja vi muito esse termo na net.
    O que significa isso? O que diria esse tal Professor Tiradori a respeito?
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    Mensagem por drhoff Sex 12 Ago 2016, 2:02 pm

    herval escreveu:

    Carreira 11/08/2016 17:49
    O termo “presidenta” está mesmo errado gramaticalmente?


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    São Paulo – Eleita para o comando do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia deixou claro que prefere ser chamada de presidente e não de presidenta. Justificou a escolha pelo termo porque  “foi uma estudante, hoje é presidente e também uma amante da língua portuguesa”.

    Com isso surge novamente a dúvida polêmica: presidenta está mesmo errado gramaticalmente? “Presidenta, segundo o ‘Aurélio’, é ‘mulher que preside’, distinta de presidente, que é 'pessoa que preside' ou ‘o presidente da República’”, diz o professor Reinaldo Passadori, presidente e CEO do Instituto Passadori.

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    Ou seja, o termo presidenta pode causar estranheza, mas não está incorreto. Estranheza essa porque a regra em português estabelece que palavras com os sufixos -ente, -ante e -inte são neutras, ou seja, não têm gênero, e podem ser usadas no masculino e no feminino, o que fez com o uso de presidente para mulheres fosse  sempre o mais frequente.

    “Podemos dizer que presidenta foi uma apropriação da língua como forma de enaltecer a presença feminina na política, já que estes cargos normalmente são ocupados comumente por homens”, diz Passadori.

    Sendo assim, é possível optar tanto por presidente como por presidenta sem fazer desfeita para língua portuguesa.

    Tópicos: Dicas de Português, Gramática



    Q lixo, já vi outros entendido se português q dizem q tá errado presidenta, bom isso agora não importa a palavra da moda em breve será ex-presidente ou presidenta. rarrerrirrorru
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    Mensagem por Edyrio2010 Sex 12 Ago 2016, 2:41 pm

    herval escreveu:

    Carreira 11/08/2016 17:49
    O termo “presidenta” está mesmo errado gramaticalmente?


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    São Paulo – Eleita para o comando do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia deixou claro que prefere ser chamada de presidente e não de presidenta. Justificou a escolha pelo termo porque  “foi uma estudante, hoje é presidente e também uma amante da língua portuguesa”.

    Com isso surge novamente a dúvida polêmica: presidenta está mesmo errado gramaticalmente? “Presidenta, segundo o ‘Aurélio’, é ‘mulher que preside’, distinta de presidente, que é 'pessoa que preside' ou ‘o presidente da República’”, diz o professor Reinaldo Passadori, presidente e CEO do Instituto Passadori.

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    Ou seja, o termo presidenta pode causar estranheza, mas não está incorreto. Estranheza essa porque a regra em português estabelece que palavras com os sufixos -ente, -ante e -inte são neutras, ou seja, não têm gênero, e podem ser usadas no masculino e no feminino, o que fez com o uso de presidente para mulheres fosse  sempre o mais frequente.

    “Podemos dizer que presidenta foi uma apropriação da língua como forma de enaltecer a presença feminina na política, já que estes cargos normalmente são ocupados comumente por homens”, diz Passadori.

    Sendo assim, é possível optar tanto por presidente como por presidenta sem fazer desfeita para língua portuguesa.

    Tópicos: Dicas de Português, Gramática


    a questão é simples presidenta está errado...mas quem faz a língua é o seu povo...se uma palavra está errada mas o povo começa a falar e a incorporar no vocabulário...muda-se a língua...a Dilma (assim como em outras questões) tentou enfiar goela abaixo o termo errado e alguns passaram a adotar como certo....mas a maioria é contra, pois é o caso dos verbos nominais no presente (particípio presente), quem estuda é estudante, quem ama é amante, quem preside é presidente, foi o q disse a ministra Carmem em outras palavras.
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    Mensagem por Morena Sex 12 Ago 2016, 3:32 pm

    PCS-TRE escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    euvoltei escreveu:
    DJANGO escreveu:Sinais dos novos tempos:

    [Tens de ter uma conta e sessão iniciada para poderes visualizar este link]


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    Mas por que zicam tanto pelo fato de a Anta querer ser chamada de presidentA?

    Essa forma não é incorreta. Por incrível que possa parecer...

    O idioma é dinâmico, muda por usos e costumes e essa forma, mesmo sendo correta, não é usual.
    A ex-prizidentA, porém, queria impor o uso dessa forma por sua vontade e pela vontade dos grupos engajados nesse negócio de gênero, de feminismo militante e, por extensão, aos que reconheciam e apoiavam o seu grupo no exercício do poder.
    Isso ficou como símbolo do seu poder e se esvai da mesma forma que o seu poder se desmanchou.

    resumindo, ela era patética
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    Mensagem por Convidado Sex 12 Ago 2016, 3:35 pm

    A antipatia pelo termo presidenta nasceu a partir da sua imposição pela não menos antipática ordenadora.
    OU seja, antipatia intrinsecamente ligada à emissora da ordem. Daí a enorme rejeição.
    Gramática é o que menos interessa aqui.
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    Mensagem por VadeMekum Sex 12 Ago 2016, 4:13 pm

    Dizem que quando a Dentuda entrou na Presidência, falava direto que queria tudo "pra ontem".

    Não dá vontade de mandar tomar suco de tomate cru um ser desses?

    Bem coisa de feminista panfletária que quer "se afirmar" mediante atitudes autoritárias - e ridículas.

    Já tive algumas "chefes-mulher" que eram dessa linha. Um porre para trabalhar.
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    Mensagem por Walace Sex 12 Ago 2016, 4:49 pm

    Morena escreveu:
    PCS-TRE escreveu:
    VadeMekum escreveu:
    euvoltei escreveu:


    Esse negócio de presidentA, vai virar sinônimo do legado que a dona do apelido deixou: gestão irresponsável,  fraca moralmente e intelectualmente...

    Mas por que zicam tanto pelo fato de a Anta querer ser chamada de presidentA?

    Essa forma não é incorreta. Por incrível que possa parecer...

    O idioma é dinâmico, muda por usos e costumes e essa forma, mesmo sendo correta, não é usual.
    A ex-prizidentA, porém, queria impor o uso dessa forma por sua vontade e pela vontade dos grupos engajados nesse negócio de gênero, de feminismo militante e, por extensão, aos que reconheciam e apoiavam o seu grupo no exercício do poder.
    Isso ficou como símbolo do seu poder e se esvai da mesma forma que o seu poder se desmanchou.

    resumindo, ela era patética



    De tudo que foi dito, chego à conclusão, que na verdade, era uma vez uma PresidAnta!
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    Mensagem por rogcampinas Sex 12 Ago 2016, 5:52 pm

    DJANGO escreveu:A antipatia pelo termo presidenta nasceu a partir da sua imposição pela não menos antipática ordenadora.
    OU seja, antipatia intrinsecamente ligada à emissora da ordem. Daí a enorme rejeição.
    Gramática é o que menos interessa aqui.

    Aquela cabecinha, que só tem vento "estocado" dentro, não pensou nem na existência de  regras gramaticais.  O raciocínio foi mais ou menos na linha da mulher-sapiens. Clássico!!!

    Olha que fofura de estudANTA...


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    Mensagem por Decano Sex 12 Ago 2016, 6:12 pm

    De acordo com alguns linguistas, a forma não está incorreta. Existe também GOVERNANTA, CHEFA, PARENTA.

    Não obstante, na minha opinião, o termo PRESIDENTA não é compatível com as normas da língua portuguesa pois origina-se do particípio ativo: quem preside é presidente; quem estuda é estudante; quem gerencia é gerente; quem reside é residente, quem ama é amante.
    Essas formas não incluem o gênero pois tem origem em ações, verbos, que são invariáveis quanto ao gênero.

    Oras, se "PRESIDENTA" fosse correto, então "PRESIDENTO" também seria.

    Isso não significa que se privilegia o sexo masculino, pois presidente termina em "E". De forma contrária, Majestade termina com "E" e é precedida de artigo feminino. Nunca vi nenhum rei exigir ser chamado de "Majestado", "Altezo", ou uma autoridade exigir o termo "Excelêncio".

    Do mesmo jeito que não existe "crianço". Criança serve para todo gênero, e é uma palavra feminina, e nunca vi nenhum menino do sexo masculino reclamar disso.


    Última edição por Decano em Sex 12 Ago 2016, 6:27 pm, editado 2 vez(es)
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    Mensagem por joaonetocear Sex 12 Ago 2016, 6:20 pm

    Quanto mimimi do carvalho!Admite-se as duas formas, ponto final. Vc usa a que preferir. Assunto nada a ver com o tópico.
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    Mensagem por Papa Mike em QRU Sex 12 Ago 2016, 6:22 pm

    Senhores, se existe no VOLP existe no nosso vernáculo.

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    Mensagem por euvoltei Sex 12 Ago 2016, 6:45 pm

    Papa Mike em QRU escreveu:Senhores, se existe no VOLP existe no nosso vernáculo.

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    Só tem puxa suco na academia... Não é toa encanto com ex-presidentes da república... De produção literária pífias, e best-sellers mundias como Paulo Coelho fora...
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    Mensagem por herval Sex 12 Ago 2016, 7:23 pm


    Cordialidade industrial - Como devemos entender hoje o "homem cordial" de Sérgio Buarque de Holanda

    Em vez da confusão característica entre público e privado que definia o conceito, hoje o privado se identifica com instituições industriais
    Por: Luiz Costa Lima *
    05/09/2015 - 14h07min
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    Na atual acepção da cordialidade brasileira, em vez de o adversário político ser hostilizado, ele se torna objeto de ódio e rancor Foto: Jean-Baptiste Debret / Reprodução

    * Professor emérito da PUC-RJ

    Em 1936, na abertura da coleção Documentos Brasileiros, Sérgio Buarque de Holanda intitulava o capítulo V de Raízes do Brasil, de “O Homem Cordial”. Encontrara a expressão no escritor e amigo Ribeiro Couto. Ao longo do capítulo, explicava que a expressão nos caracterizava, como “um dos efeitos decisivos da supremacia incontestável, absorvente do ninho familiar”, pois “as relações que se criam na vida doméstica, sempre forneceram o modelo obrigatório de qualquer composição social entre nós”.

    As passagens citadas são imprescindíveis porque
    (a) muitos dos comentadores do autor não hesitaram em considerá-lo prova que o depois celebrado historiador estaria enfatizando um dado altamente positivo de nossa formação;
    (b) na verdade, a cordialidade tinha o papel de ressaltar a rígida separação, em nossa sociedade, entre o público e o privado. O autor não deixava dúvidas sobre sua consequência negativa: “Armado desta máscara (a cordialidade) o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social”. Fundada nas relações familiares de que derivava, a cordialidade se estendia até a área do público, cuja lógica, que antes deveria ser o interesse público, era com isso sufocada;
    (c) a distinção se tornará mais efetiva a partir da 3ª edição do Raízes (1956), quando ao texto sensivelmente modificado corresponderá o esclarecimento decisivo sobre a questão da cordialidade.

    Tal esclarecimento se tornara necessário desde que Cassiano Ricardo iniciara seu desentendimento, tomando-a como sinônimo da nossa bondade (!). Contrapondo-se-lhe, Sérgio Buarque, ainda que reiterasse em nota seu débito a Ribeiro Couto, acrescentava passagem de O Conceito do Político, que Carl Schmitt publicara em 1933, lido no original. Aí, de maneira inquestionável era diferenciada a inimizade, pertencente à ordem do privado, assim como a hostilidade, propriedade da ordem do público. O texto revisto tirava qualquer possibilidade de dúvida: Sérgio Buarque acentuava que nossas raízes familiares comprometiam a formação consequente de uma ordem pública entre nós, pois seus agentes, no exercício de seus cargos, agem como se a população fosse parte do círculo de seus  apaniguados.

    O esclarecimento acima se mostra particularmente pertinente neste dia da Independência. Por que? Seria um desperdício alegar que assim sucedia porque Sérgio Buarque é um intelectual a que poucos entre nós se igualam. Seu propósito é bem outro. Trata-se de mostrar que o termo, em vez de manter a estrita acepção inicial – a oposição entre o público e o privado, a hostilidade versus a manifestação de inimizade como derivadas da importância primordial da instituição familiar – passa a ter outra configuração. Para melhor entendê-lo, recordemos que, nos termos do autor, a oposição entre público e privado significava que nossa política, sob uma capa de afabilidade, acobertava interesses privados. Mas tal acepção ainda vigora depois do golpe de 1964? Embora a delação, a tortura, o desaparecimento dos adversários, já houvessem sido praticados durante o Estado Novo, ainda se poderia supor que a indiferença e a progressiva hostilidade da população pelo clima de terror indicavam alguma permanência da velha cordialidade.

    Já o que se dá em consequência do resultado da última eleição presidencial não mais permite dúvidas. Em vez de o adversário político ser hostilizado, ele se torna objeto de ódio e rancor. A passionalidade chega ao ponto de as manifestações contra o governo eleito conterem manifestações em prol da volta da ditadura militar. Isso não significa que a cordialidade deixou de haver, senão, e apenas, que a definição dos interesses privados deixou de derivar de raízes familiares. O privado agora se identifica com instituições industriais, ainda que de origem familiar. Ponhamos aspas na nova “cordialidade”.

    “Cordialidade” industrial, como assim? É aquela oriunda de instituições que, por sua capacidade de difusão pública, têm a possibilidade de forjar uma opinião pública. A mudança nada tem de excepcional. Pode-se mesmo dizer que seria bastante esperável. Tanto antes como agora temos sido uma população de “ouvintes”, ou seja, em que o hábito da leitura é reduzido, seja pelo número reduzido dos alfabetizados, seja pela falta de hábito de ler, pensar e estudar. Por isso os valores antes difundidos a partir da família se tornaram mais eficazmente transmitidos pela “oralidade” industrial. Com exceção dos miseráveis, a mídia alcança todas as classes. De posse de meios de divulgação de massa, os poderosos interesses privados se tornam mais potentes.

    Para isso, têm apenas que saber recrutar colunistas, e entrevistadores dotados de uma oralidade agressiva, na aparência apenas técnica. Em poucas palavras, o 7 de setembro de 2015 está marcado pelo advento da “cordialidade” midiática. Os panelaços aparentemente se esgotam nos protestos contra os desastres governamentais. Não percebem que assim contribuem para que continuemos um país grande apenas no tamanho.


    Ainda o homem cordial - A atualidade de Sergio Buarque de Holanda na interpretação do Brasil de hoje

    A passionalidade no ataque irascível e na defesa radical do governo demonstra que ainda exercitamos a política como se fôssemos limpar a honra da família
    Por: Marçal de Menezes Paredes- Coordenador do PPG de História da PUCRS
    05/09/2015 - 14h07min


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    Transição do Brasil agrário para o industrial deixou sequelas sociais e idiossincrasias culturais: sua mirada apontava para um descompasso entre a nova fase da vida nacional Foto: Jean-Baptiste Debret / Reprodução

    Sérgio Buarque de Holanda (1902 – 1982) nos conduz a um questionar o modo de ser brasileiro, desbravando pontos críticos de nossa formação histórica através de um ensaio de leitura obrigatória e releitura sempre necessária. Em Raízes do Brasil (1936), o autor formula uma interpretação fecunda de nossa identidade sob influência da sociologia weberiana e do historicismo alemão, condensando reflexões de impressionante contemporaneidade e vitalidade crítica.

    O conceito de homem cordial contempla leitura de psicologia histórica com crítica sociológico-cultural, manifestando o dilema brasileiro: nosso encanto coletivo e nosso drama existencial andam de mãos-dadas. Politicamente, economicamente, culturalmente. Por um lado, a inexistência de limites rígidos entre os âmbitos Público e Privado abre espaço para uma sociabilidade quente e uma simpatia inconteste. Por outro lado, dá margem para a corrupção estrutural, o uso patrimonialista do Estado, o nepotismo, o “jeitinho”. É fundamental perceber que a cordialidade remete ao uso da passionalidade como caminho preponderante para a resolução de conflitos, nada tendo a ver, portanto, com civilidade ou polidez. Daí que o nosso propalado caráter afetuoso transforme-se rapidamente em violência; daí que a crítica política flerte com o golpe de Estado; daí que nossa alegria horizontalizada torne-se, de súbito, em vertical hierarquia e severo conservadorismo.

    A forma como o debate político tem sido encenado desde a última campanha eleitoral – opondo radicalismos entre “coxinhas” e “petralhas” – encarna a velha prática política. A perseguição furiosa e o salvamento redentor de líderes político-carismáticos, ambos, fazem uso de uma retórica nacionalista para esconder seu profundo moralismo: a esquerda contra “o neoliberalismo” e o “fascismo”; a direita em “cruzada” patriótica contra a corrupção, sempre ávida por mais um caudilho.

    A passionalidade no ataque irascível e na defesa radical do governo demonstra que ainda exercitamos a política como se fôssemos limpar a honra da família. As agressões personalistas de péssimo gosto nas redes sociais deixam claro diferentes tipos de conservadorismo: do machismo contra a presidente e da homofobia contra a educação progressista às denúncias de vícios condenáveis de determinados políticos. Seguimos – solertes – navegando na “ética de fundo emotivo” de que nos falava Buarque de Holanda: o bordão “mexeu com fulano, mexeu comigo” é o mais recente exemplo disso.

    A decodificação deste dilema está, em Raízes do Brasil, formulada na reflexão sobre a mudança do modelo agrícola oligárquico e patriarcal para o padrão urbano industrial no Brasil da Era Vargas. Essa transição não teria sido completa, tendo deixado sequelas sociais e idiossincrasias culturais: sua mirada apontava para um descompasso entre a nova fase da vida nacional (o nacional-desenvolvimentismo) e a permanência de velhas mentalidades (o patriarcalismo e o patrimonialismo). Tínhamos construído formalmente estruturas econômicas e políticas modernas, mas estas estavam “preenchidas” por uma cultura de matriz arcaica e personalista. A modernização do sistema social fica, assim, cotidianamente burlada por uma resiliente mentalidade pré-moderna, avessa às normatizações da vida e ao universalismo dos procedimentos.

    Exemplo da extensão da cordialidade na vida brasileira são os trechos de Raízes em que Sérgio demonstra os sintomas cotidianos de nossa ânsia em estabelecer intimidade em esferas que (por hipótese) seriam de foro público ou formal: o uso indiscriminado da terminação “inho” acrescida às palavras e objetos como maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também aproximá-los do coração; o caráter intimista de nossa religiosidade que trata o próprio Deus como um amigo familiar; o imperativo de, para conquistar um freguês, fazer-se amigo dele. A repartição pública ganha ares de um prolongamento da casa e a impessoalidade da técnica é maculada pelo uso passional e ideológico da ciência.

    A atual ira generalizada contra a corrupção nos defronta novamente com esta faceta cordial. O desafio não é uma reforma no sistema ou a troca do governo – e cuidado: não há nada mais “cordial” e “velho” que golpismo em nossa política. O desafio é uma mudança profunda, cultural, que reinvente os parâmetros interpessoais e a relação entre Estado e Sociedade. Se a crise é grave, que aproveitemo-la para ganhar maturidade política. Democraticamente
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    Mensagem por Convidado Sex 12 Ago 2016, 8:19 pm

    Decano escreveu:De acordo com alguns linguistas, a forma não está incorreta. Existe também GOVERNANTA, CHEFA, PARENTA.

    Não obstante, na minha opinião, o termo PRESIDENTA não é compatível com as normas da língua portuguesa pois origina-se do particípio ativo: quem preside é presidente; quem estuda é estudante; quem gerencia é gerente; quem reside é residente, quem ama é amante.
    Essas formas não incluem o gênero pois tem origem em ações, verbos, que são invariáveis quanto ao gênero.

    Oras, se "PRESIDENTA" fosse correto, então "PRESIDENTO" também seria.

    Isso não significa que se privilegia o sexo masculino, pois presidente termina em "E". De forma contrária, Majestade termina com "E" e é precedida de artigo feminino. Nunca vi nenhum rei exigir ser chamado de "Majestado", "Altezo", ou uma autoridade exigir o termo "Excelêncio".

    Do mesmo jeito que não existe "crianço". Criança serve para todo gênero, e é uma palavra feminina, e nunca vi nenhum menino do sexo masculino reclamar disso.

    Cara, amantE foi o melhor comparativo, kkk.
    AmantA seria um absurdo incomparável, rsrs.
    Agora, pra quem é da minha geração deve estar sentindo um alívio de ver essa corja fora do poder.
    E dizer que eu achava o "oPTei" legal, mas o desencanto não custou a surgir, quando Olívio simplesmente EXPULSOU a Ford do RS.
    E aí as coisas foram até acabar do jeito que estamos vendo.
    Nunca houve uma quadrilha política agindo dessa forma. Nunca!!



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